Boletim de Conjuntura Imobiliária. Julho de 2013

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Boletim de Conjuntura Imobiliária. Julho de 2013"

Transcrição

1 Boletim de Conjuntura Imobiliária Julho de 2013 Brasília, Agosto de 2013

2 Sumário Ressalvas Técnicas... 4 Introdução Atividade Econômica Cenário Nacional Consumidor Indústria Construção Civil Taxa de desocupação Distrito Federal Volume de Vendas no comercio varejista do DF Construção Civil Índice de Preços IGP-M (FGV) IGP-DI (FGV) IPC (FIPE) IPCA (IBGE) INCC (FGV) O Sistema Financeiro Nacional Base Monetária Operações de Crédito Distribuição Setorial de Crédito Benchmark Poupança Certificado de Depósito Bancário CDB Índice Bovespa - Ibovespa Índice Brasil 50 - IBrX

3 4.5. Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada IGC Índice Imobiliário IMOB Índices de rentabilidade Imobiliária Oferta de Imóveis DF Comercialização Imóveis residenciais à venda Imóveis Comerciais à Venda Locação Imóveis Residenciais para Locação Imóveis Comerciais para Locação Séries Históricas Residencial Venda Locação Comercial Venda Locação Índice Imobiliário Secovi-DF Comercialização Locação Conclusão Coordenação e Execução Equipe Técnica Colaboração Técnica Contato

4 Ressalvas Técnicas Alguns aspectos devem ser esclarecidos sobre a análise empírica realizada neste trabalho. Primeiramente, todos os apartamentos de locação e comercialização considerados são seminovos ou antigos, ou seja, não há nenhum lançamento presente no cálculo dos índices. Segundo, os bairros incluídos na delimitação de Brasília, para conveniência da nossa análise foram Asa Sul, Asa Norte, Lago Sul, Lago Norte e Sudoeste. A amostragem foi feita através de levantamento de dados nas imobiliárias que atuam no DF. O total foi de imóveis. Os dados aqui presentes são referentes ao mês de julho do ano de Os índices de rentabilidade imobiliária foram calculados pela fórmula: 4

5 Introdução O estudo realizado neste boletim tem objetivo de ser um insumo para pesquisa e análise da conjuntura do mercado imobiliário no Distrito Federal. Esperamos que estudantes, imobiliárias, corretores, pesquisadores, investidores e interessados na compra, venda ou aluguel de imóveis possam retirar deste estudo empírico informações que lhes sejam úteis. Em razão disto, percebemos a necessidade de acrescentar à análise dos dados um perfil macroeconômico do país e da região, apresentando na primeira parte do trabalho dados da atividade econômica, dos índices de preços e do sistema financeiro nacional, além de uma análise de benchmarking, com algumas alternativas de investimento. Em seguida, encontram-se os índices acerca dos imóveis do DF, onde podem ser encontrados o volume de ofertas, preços por metro quadrado bem como valores medianos dos imóveis contemplados por tipo e região. Na parte final do boletim, obtém-se uma análise de séries históricas, promovendo comparações temporais. Esta análise foi feita graças à consolidação da base de dados, o que nos permitiu apresentar índices com segurança estatística. Aos interessados apenas nas informações chave, existe uma versão mais sucinta e comercial deste estudo imobiliário, também realizada pela Econsult em parceria com o Secovi-DF, distribuída virtualmente no portal do sindicato ( 5

6 1. Atividade Econômica No mês de Julho, o Comitê de Política Monetária (COPOM) se reuniu e, tendo em vista a aceleração da inflação no ano, decidiu utilizar o mecanismo da taxa de juros para tentar controla-la. A taxa básica de juros, a Selic, foi ajustada em 0,5 p.p. passando para 8,5% ao ano. Segundo o próprio comitê, a medida assegurará o declínio da inflação e a permanência da tendência decrescente para o próximo ano Cenário Nacional Consumidor Em julho, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) registrou o menor nível observado desde maio de A queda foi de 4,07% em relação a junho de 2013, atingindo 108,3 pontos. Segundo a Fundação Getúlio Vargas, responsável pela elaboração do índice, a principal razão para a queda do ICC foi a insatisfação dos consumidores brasileiros com a situação econômica do país. Fonte: FGV; Elaboração: Econsult. 6

7 Indústria A queda observada em junho no Índice de Confiança da Indústria (ICI) continuou no mês de julho, porém de maneira mais acentuada no último mês. A queda observada no índice foi de 4% de junho para julho, atingindo o valor de 99,6 pontos. Segundo a FGV, a segunda queda consecutiva no índice pode ser atribuída ao cenário atual pessimista nos negócios e também à queda nas expectativas. O Índice de Situação Atual e o Índice de Expectativas reduziram 4,0% e 4,1%, respectivamente, no último mês. Fonte: FGV; Elaboração: Econsult. Em contrapartida, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI), que de maio para junho havia retraído, apresentou estabilidade de junho para julho, permanecendo em 84,4%. 7

8 Fonte: FGV; Elaboração: Econsult. Após a queda que havia apresentado em maio, a produção industrial retomou sua ascensão em junho. A Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física divulgada pelo IBGE apresentou o aumento de 1,9% em junho. Fonte: IBGE; Elaboração: Econsult. 8

9 Construção Civil O nível de atividade na construção civil calculado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) voltou a cair em junho. O índice que havia apresentado aumento de 3,08%, agora reduziu em 5,54% passando a 44,3 pontos. Fonte: CNI; Elaboração: Econsult Taxa de desocupação A taxa de desocupação referente ao mês de junho foi de 6%, apresentando apenas um pequeno aumento em relação aos meses anteriores. Em relação ao mês de junho de 2012, a taxa apresentou pouca redução de apenas 0,1 pontos percentuais. 9

10 1.2. Distrito Federal Volume de Vendas no comercio varejista do DF O Volume de Vendas no Comércio Varejista do DF, que havia apresentado um aumento de abril para maio, tornou a diminuir em junho. O valor observado foi de 102,3 pontos. Em relação ao mês de junho do ano anterior, o aumento foi de 1,90%. Fonte: IBGE; Elaboração: Econsult. 10

11 Fonte: IBGE; Elaboração: Econsult Construção Civil Na construção civil, foi observada a continuidade da queda no Custo Unitário Básico do Distrito Federal. O índice, divulgado pelo Sinduscon-DF, apresentou queda de 0,04% atingindo o valor de R$ 993,13 por m². Fonte: Sinduscon DF; Elaboração: Econsult. 11

12 Fonte: Sinduscon DF; Elaboração: Econsult. 2. Índice de Preços Fontes: FGV, IBGE e FIPE; Elaboração: Econsult. 12

13 2.1. IGP-M (FGV) Elaborado pela Fundação Getúlio Vargas/IBRE, o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) variou positivamente em 0,26% no mês de julho quando comparado com o mês de junho. O IPA, subíndice do IGP-M, que representa 60% do valor total do índice, alterou 0,30% em relação ao mês anterior. Outros subíndices do IGP-M são o IPC, 30% do total, que variou negativamente em 0,07% e o INCC, 10% do total, que apresentou taxa de variação de 0,73% IGP-DI (FGV) No mês de julho, o Índice Geral de Preços Disponibilidade Interna (IGP-DI), calculado pela FGV/IBRE, registrou alta de 0,14% em relação ao mês de junho IPC (FIPE) O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), obteve variação negativa de 0,13% em relação a junho IPCA (IBGE) O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, divulgado pelo IBGE, apresentou alteração positiva de 0,03% em julho. Na categoria Habitação DF houve um crescimento de 0,57% em relação ao último mês INCC (FGV) O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), disponibilizado pela Fundação Getúlio Vargas, obteve a variação de 0,48% no presente mês. Um crescimento inferior ao observado no mês de junho. Analisando Materiais, Serviços e Equipamentos e Mão de Obra notase variações positivas de 0,40% e de 0,55%, respectivamente. 13

14 3. O Sistema Financeiro Nacional 3.1. Base Monetária 1 No mês de julho, a base monetária apresentou uma elevação em relação a junho, atingindo R$ 211,54 bilhões, o que representa um aumento de 3,62%. Fonte: BCB, Indicadores Econômicos; Elaboração: Econsult Operações de Crédito Ainda em julho, a relação entre o crédito e o PIB seguiu a tendência observada nos últimos meses, apresentando alta. O volume de crédito passou de 54,7% em junho, para 55,2%, mostrando um acréscimo de 0,5 pontos percentuais e atingindo o montante de R$ 2,531 trilhões. 1 Base Monetária: passivo monetário do Banco Central, também conhecido como emissão primária de moeda. Inclui o total de cédulas e moedas em circulação e os recursos da conta "Reservas Bancárias". É a principal variável de política monetária, refletindo o resultado líquido de todas as operações ativas e passivas do Banco Central. 14

15 Fonte: BCB, Indicadores Econômicos; Elaboração: Econsult. O saldo de crédito direcionado totalizou R$ 1,086 trilhões em junho, após elevação de 2,9% no mês, refletindo aumentos de 3,3% nas operações a pessoas físicas e de 2,6% nas relativas a pessoas jurídicas. Nas carteiras de pessoas físicas destaca-se a expansão de 3% no saldo de crédito imobiliário. Os créditos providos pelos bancos públicos, que possuem participação expressiva de recursos direcionados, seguiram apresentando desempenho significativo. No mês de julho, os créditos oriundos de instituições bancárias públicas apresentaram elevação mensal de 3,5%, alcançando R$1,273 trilhões e ampliando assim sua representatividade para 50,3% do total de crédito do sistema financeiro Distribuição Setorial de Crédito No mês de junho, novamente o crescimento na oferta de crédito ao setor privado se manteve constante, variando 1,60%. O grande destaque vai para o setor público, que teve uma variação de 5,8% com relação ao mês de maio. A oferta de crédito ao setor da indústria apresentou crescimento levemente maior que o do último mês, variando 1,70%, ante crescimento de 1,4% em maio. O aumento do crédito ao comércio voltou a desacelerar, apresentando crescimento de 1,2%. 15

16 O crédito destinado ao setor habitacional mostrou novamente alta expressiva, crescendo 2,9%, o mesmo nível que apresentou no mês passado. O acumulado de 12 meses para o setor habitacional também se manteve constante, crescendo 33,80% nos últimos 12 meses. Fonte BCB, Nota à Imprensa; Elaboração: Econsult 4. Benchmark Fontes: BCB, Bm&fBovespa, Bloomberg; Elaboração: Econsult. ¹rendimento no 1 dia do mês ²contratado a taxas flutuantes DI Em julho, depois da contração de alguns índices no mês de junho, o Ibovespa, o IBRX-50, o IGC e o IMOB voltaram a apresentar resultados positivos, 1,64%, 1,61%, 1,24% e 0,15% respectivamente. Dessa forma todos os índices analisados obtiveram crescimento durante o período. 16

17 O CDB apresentou crescimento levemente superior aos números dos últimos meses, com uma alta de 0,71% em julho, enquanto a Poupança obteve um crescimento mais tímido, com um rendimento de 0,48%, ante 0,46% em junho. No mês de julho, tanto o Dólar quanto o Euro mantiveram o movimento de alta que vinham apresentando nos últimos quatro meses. Em relação ao mês de junho, o Dólar apresentou uma alta de 2,01% e o Euro de 4,37%. Fonte: BCB, Bm&fBovespa, Bloomberg; Elaboração: Econsult. O gráfico acima mostra os índices de benchmark acumulado em 12 meses. As barras em escuro mostram a variação do último mês com o mesmo mês de 2012, nesse caso de junho de 2013 a junho do ano passado. Já os valores apresentados com clareamento mostram quanto os mesmos índices acumularam de janeiro a dezembro de 2012, para fins de comparação. O desempenho acumulado de alguns indicadores, nos últimos doze meses, segue apresentando variação negativa. O Ibovespa chegou à -14,02%, já o IBRX-50 e o IMOB apontaram retração de 4,02% e 10,35% respectivamente. A Poupança permaneceu com um desempenho abaixo do CDB. A diferença acumulada (dos últimos doze meses) entre os dois índices também aumentou. Até junho de 2013, a Poupança apresentava um rendimento 17

18 acumulado de 5,31% e, em julho, o acumulado foi de 4,94%. O CDB acumulado de junho era de 7,43%, passando para 7,48% em julho. O Euro seguiu valorizando-se mais que o Dólar. No desempenho acumulado em relação ao Real, o Euro valorizou 18,56%, enquanto a moeda americana aumentou em 12,10% pontos percentuais. Fonte: Bm&fBovespa; Elaboração: Econsult. A variação no Índice Imobiliário (IMOB), após alguns meses apresentando variações negativas, voltou a crescer e obteve uma alta de 0,15% em relação ao mês de junho. Fonte: BCB; Elaboração: Econsult. ¹rendimento no 1 dia do mês ²contratado a taxas flutuantes DI 18

19 No último mês, tanto a poupança quanto o CDB seguiram com tendência de crescimento. O CDB apresentou rendimento de 0,71%, enquanto que a poupança apresentou um rendimento de 0,48% na maior parte do mês. Fonte: Secovi-DF; Elaboração: Econsult. O Índice de Rentabilidade mede o rendimento anual de um investimento imobiliário obtido por meio de aluguel. As cidades analisadas foram Brasília, Águas Claras e Guará, que possuem amostras mais expressivas, garantindo assim a qualidade do índice. As categorias analisadas foram quitinetes, apartamentos de 1, 2 e 3 quartos nas cidades citadas. Dentro dessa amostra, as quitinetes em Águas Claras apresentaram a maior rentabilidade, 0,44% no mês de julho. Na categoria quitinetes, Brasília apresentou rentabilidade de 0,42%, Águas Claras 0,46%, enquanto as quitinetes localizadas no Guará apresentaram rentabilidade de 0,39%. Brasília apresentou taxas de rentabilidade mais baixas em relação a Águas Claras e Guará para apartamentos de 2 quartos. A título de ilustração 19

20 do Índice de Rentabilidade, uma quitinete em Águas Claras, que possui o maior índice de rentabilidade, comprado pelo valor hipotético de R$ ,00, renderia de aluguel R$ 9.328,80 por ano. Os gráficos abaixo mostram a evolução dos índices de rentabilidade das categorias analisadas por cidade durante os últimos 12 meses. Fonte: Secovi-DF; Elaboração: Econsult. Fonte: Secovi-DF; Elaboração: Econsult. 20

21 Fonte: Secovi-DF; Elaboração: Econsult Poupança Os valores depositados em poupança são remunerados com base na taxa referencial (TR), acrescida de juros de 0,5% ao mês, enquanto a meta da taxa Selic ao ano for superior a 8,5%, ou 70% da meta mensalizada dessa taxa nos demais casos. Os valores depositados e mantidos em depósito por prazo inferior a um mês não recebem nenhuma remuneração. Fonte: Banco Central do Brasil 4.2. Certificado de Depósito Bancário CDB São títulos emitidos pelos bancos nos quais eles se comprometem a pagar juros sobre uma aplicação dentro de um prazo definido. Essa taxa de juros pode ser pré-fixada, pós-fixada ou flutuante. Nesse último caso, a taxa muda de acordo com a variação de um índice. No boletim analisamos o CDB contratado a taxas flutuantes DI, que é a taxa média diária das operações no mercado interfinanceiro. O CDB pode ser resgatado antes do prazo definido sofrendo incidência de impostos. Fonte: Banco Central do Brasil 21

22 4.3. Índice Bovespa - Ibovespa É o mais importante indicador do desempenho médio das cotações do mercado de ações brasileiro. Corresponde ao valor atual de uma carteira constituída em 1968 e retrata o comportamento dos principais papéis negociados na BM&FBOVESPA. Fonte: Bm&fBovespa Índice Brasil 50 - IBrX-50 O IBrX-50 é um índice que mede o retorno total de uma carteira teórica composta por 50 ações selecionadas entre as mais negociadas na BM&FBOVESPA em termos de liquidez. Apresenta a vantagem operacional de ser mais facilmente reproduzido pelo mercado. Fonte: Bm&fBovespa Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada IGC O Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada (IGC) tem por objetivo medir o desempenho de uma carteira hipotética composta por ações de empresas que apresentem bons níveis de governança corporativa. Fonte: Bm&fBovespa Índice Imobiliário IMOB O Índice BM&FBOVESPA Imobiliário (IMOB) tem por objetivo oferecer uma visão segmentada do mercado acionário, medindo o comportamento das ações das empresas representativas dos setores da atividade imobiliária compreendidos por construção civil, intermediação imobiliária e exploração de imóveis. Fonte: Bm&fBovespa 22

23 4.7. Índices de rentabilidade Imobiliária Os índices de rentabilidade imobiliária foram calculados pela fórmula: Preço mediano do aluguel Preço mediano de venda x 100 Essa fórmula considera o aluguel como sendo o retorno do investimento no imóvel, ou seja, sua compra, e não leva em consideração a valorização do imóvel. 23

24 5. Oferta de Imóveis DF Fonte: Secovi-DF; Elaboração: ESTAT; Análise: Econsult. O gráfico acima representa a evolução da oferta total de imóveis no Distrito Federal nos últimos seis meses, englobando comercialização e locação Comercialização Tabela I - Oferta de imóveis para comercialização no DF Fonte: Secovi-DF; Elaboração: ESTAT; Análise: Econsult. 24

25 No mês de julho foram colocados para comercialização imóveis residenciais e comerciais. Seguindo a tendência dos meses anteriores a maior participação nesses números foram de imóveis de 2 e 3 dormitórios Imóveis residenciais à venda Tabela II - Preço mediano dos imóveis residenciais à venda discriminados por perfil e cidade, em R$. Fonte: Secovi-DF; Elaboração: ESTAT; Análise: Econsult. *Tamanho da amostra estatisticamente insuficiente para apuração dos índices. 25

26 Tabela III Mediana do preço por metro quadrado dos imóveis residenciais à venda ofertados no período, discriminados por perfil e cidade, em R$. Fonte: Secovi-DF; Elaboração: ESTAT; Análise: Econsult. *Tamanho da amostra estatisticamente insuficiente para apuração dos índices. Novamente, os maiores preços observados no Distrito Federal estão em Brasília para todas as categorias observadas. Em relação à mediana do preço por metro quadrado, os menores valores para casas foram encontrados no Paranoá, enquanto que para apartamentos ficaram entre Núcleo Bandeirante e Sobradinho. 26

27 A tabela a seguir apresenta dados e características particulares referentes aos bairros de Brasília. Tabela IV Mediana do preço de venda e mediana do preço médio por metro quadrado, discriminados por tipo de imóvel em Brasília, em R$. 27

28 Fonte: Secovi-DF; Elaboração: ESTAT; Análise: Econsult. Em julho, o metro quadrado mais caro de Brasília foi encontrado na Asa Sul para apartamentos de 1 dormitório. O maior preço mediano foi visto nesse mês nas casas de 4 dormitórios no Lago Sul Imóveis Comerciais à Venda Tabela V- Preço mediano e preço mediano por metro quadrado dos imóveis comerciais à venda ofertados no período, discriminados por perfil e cidade, em R$. Fonte: Secovi-DF; Elaboração: ESTAT; Análise: Econsult. O maior valor mediano para imóveis comerciais à venda, no mês de julho, foi apresentado para lojas no Setor de Indústria. O menor valor mediano foi encontrado para lojas em Planaltina. 28

29 Tabela VI- Preço mediano e preço mediano por metro quadrado dos imóveis comerciais ofertados no período na cidade de Brasília, em R$. 1 Fonte: Secovi-DF; Elaboração: ESTAT; Análise: Econsult. Nota-se que o maior valor mediano por metro quadrado foi encontrado para lojas na Asa Sul, enquanto para salas comerciais, ocorreu na Asa Norte. Para salas comerciais, o maior valor mediano foi encontrado no Lago Norte.Analisando apenas o valor mediano das salas comerciais, o maior valor foi encontrado no Lago Norte. A Asa Sul apresentou o maior valor mediano por metro quadrado para lojas, enquanto que a Asa Norte foi o destaque para salas comerciais. 1 Devido a limitações no mecanismo de coleta de dados, imóveis localizados em condomínios de regiões próximas ao Lago Sul são eventualmente anunciados como Lago Sul, sendo incluídos na amostra. 29

30 5.2. Locação Tabela VII- Oferta de imóveis para locação no DF. Fonte: Secovi-DF; Elaboração: ESTAT; Análise: Econsult. O total de imóveis disponíveis para locação é de 8.038, dos quais 73,0% são residenciais e 27,0% comerciais. A maior participação nesse número de imóveis residenciais foi de apartamentos de 2 dormitórios Imóveis Residenciais para Locação Tabela VIII - Preço mediano dos imóveis residenciais ofertados no período destinados à locação, discriminados por perfil e cidade, em R$. Fonte: Secovi-DF; Elaboração: ESTAT; Análise: Econsult. *Tamanho da amostra estatisticamente insuficiente para apuração dos índices. 30

31 Tabela IX - Preço mediano por metro quadrado do aluguel dos imóveis residenciais ofertados, discriminado por perfil e cidade, em R$. Apartamento Casa Cidade/Tipo Número de dormitórios Quitinete Águas Claras * * * Brasília Brasília - Condomínio * * * * * Ceilândia 18 * * * * * Cruzeiro * * * * * * Gama * * * * 13 * Guará * Paranoá * * * * * * * * Núcleo Bandeirante * * * * * * Riacho Fundo * * * * * * * * Samambaia * * * * * Sobradinho * * * * * * Taguatinga * Fonte: Secovi-DF; Elaboração: ESTAT; Análise: Econsult. *Tamanho da amostra estatisticamente insuficiente para apuração dos índices. Brasília destaca-se pelos maiores preços medianos e medianos por metro quadrado na categoria imóvel residencial para locação. Taguatinga se destaca por apresentar baixo preço mediano, além de apresentar os menores valores medianos por metro quadrado. 31

32 Tabela X- Mediana do aluguel e mediana do aluguel médio por metro quadrado dos imóveis ofertados no período na cidade de Brasília, discriminados por tipo, em R$. Fonte: Secovi-DF; Elaboração: ESTAT; Análise: Econsult. O bairro que possui os maiores valores medianos para aluguel é o Lago Sul, já o que possui os menores valores é a Asa Norte. O maior valor mediano por metro quadrado é observado em quitinetes na Asa Sul, custando R$ 44,00. 32

33 Imóveis Comerciais para Locação Tabela XI - Mediana do aluguel e mediana do aluguel médio por metro quadrado dos imóveis comerciais para locação ofertados no período, discriminados por perfil e cidade, em R$. Fonte: Secovi-DF; Elaboração: ESTAT; Análise: Econsult. Na locação de imóveis comerciais, Águas Claras se destaca com os maiores valores medianos do aluguel de lojas e o Setor de Indústria para salas comerciais. O menor preço do aluguel por metro quadrado para lojas foi encontrado em Sobradinho e, para salas comerciais, em Ceilândia. 33

34 Tabela XII - Mediana do aluguel e mediana do aluguel médio por metro quadrado dos imóveis comerciais ofertados no período na cidade de Brasília, em R$. 1 Fonte: Secovi-DF; Elaboração: ESTAT; Análise: Econsult. Em Brasília, a Asa Sul se destaca com a maior mediana do aluguel em lojas, enquanto o Lago Norte atinge a menor mediana do aluguel observada para salas comerciais. 1 Devido à limitações no mecanismo de coleta de dados, imóveis localizados em condomínios de regiões próximas ao Lago Sul são eventualmente anunciados como Lago Sul, sendo incluídos na amostra. 34

35 6. Séries Históricas Uma análise de séries de dados históricos para as cidades com maior peso no total de imóveis e os perfis de imóveis mais frequentes na amostra permite a identificação de um padrão nos movimentos dos preços a cada mês para os últimos seis meses. Assim, a análise de tais dados, ao tomar essas variações de preços como referência, pode ajudar a entender o comportamento do mercado imobiliário ao longo do tempo em cada localidade analisada Residencial Venda Fonte: Secovi-DF; Elaboração: Econsult. 35

36 Fonte: Secovi-DF; Elaboração: Econsult. Fonte: Secovi-DF; Elaboração: Econsult. O valor dos imóveis residenciais para comercialização permaneceu estável nas três cidades analisadas. Porém, observa-se um crescimento acentuado nos valores de quitinetes no Guará. 36

37 Locação Fonte: Secovi-DF; Elaboração: Econsult. Fonte: Secovi-DF; Elaboração: Econsult. 37

38 Fonte: Secovi-DF; Elaboração: Econsult. Os gráficos acima apresentam os preços de locação por m² em Águas Claras, em Brasília e no Guará. Nas três cidades, os preços seguem com variações muito pequenas em relação ao mês anterior. Em Brasília, houve um pequeno aumento nas casas de 4 dormitórios e uma queda nas casas de 3 dormitórios Comercial Venda Fonte: Secovi-DF; Elaboração: Econsult. 38

39 Fonte: Secovi-DF; Elaboração: Econsult. Em julho, os imóveis comerciais à venda tiveram seus valores praticamente inalterados em relação a junho, seguindo tendência do ano de Locação Fonte: Secovi-DF; Elaboração: Econsult. 39

40 Fonte: Secovi-DF. Elaboração: Econsult. * Dados relativos a sala comercial no Guará estão indisponíveis para esse período. Os preços de lojas nas principais cidades do DF apresentaram pouca variação em julho em relação ao mês anterior. Já em relação a salas comerciais, Águas Claras teve uma queda nos preços, voltando ao mesmo valor observado em maio. 40

41 7. Índice Imobiliário Secovi-DF O Índice Imobiliário Secovi-DF foi criado com o intuito de refletir, mês a mês, o comportamento geral dos preços dos imóveis ofertados no Distrito Federal, para possibilitar a análise do mercado imobiliário de forma objetiva e fornecer bases estratégicas para a formulação de expectativas sobre o desempenho desse mercado nos próximos períodos Comercialização Nos mês de julho, o Índice Imobiliário de Comercialização teve uma variação positiva de 0,066% em relação ao mês de junho. Mesmo sendo um breve crescimento, ele já mostra uma estabilidade se comparado com as quedas dos últimos meses. Fonte: Secovi-DF; Elaboração: Econsult. 41

42 Fonte: Secovi-DF; Elaboração: Econsult. O índice imobiliário apresentou pequena elevação, como mostra o gráfico acima. Em julho o índice registrou 110,084 pontos. Continuando a tendência de 2013, o índice apresentou uma redução de 4,40% se comparado ao mês de julho de Fonte: Secovi-DF; Elaboração: Econsult. 42

43 7.2. Locação No mês de julho, o Índice Imobiliário de Locação obteve novamente variação negativa em relação ao mês anterior. Em julho, o valor foi de 1,308%. Fonte: Secovi-DF; Elaboração: Econsult. Fonte: Secovi-DF; Elaboração: Econsult 43

44 Ainda em julho, a variação registrada foi negativa de 0,70% em relação ao mês de junho, se contrapondo a tendência dos meses anteriores que obtiveram variação positiva. O índice atingiu o valor de 106,704. O último mês foi o primeiro mês do ano a obter resultado inferior ao mesmo período de 2012, com uma redução de 0,70% em relação a julho de Fonte: Secovi-DF; Elaboração: Econsult. 8. Conclusão Em julho, houve reunião do COPOM e tendo em vista controlar a inflação que novamente se encontrou acima da meta, a taxa básica de juros, Selic, foi aumentada em 0,5 p.p. passando a 8,5%. Os índices de confiança do consumidor e da indústria reduziram 4,07% e 4,0%, respectivamente. Já o Nível de Utilização da Capacidade Instalada permaneceu estável em relação a junho, continuando em 84,4%. Na construção civil, o nível de atividade voltou a reduzir, apresentando uma queda de 5,54%. As vendas no comércio varejista no DF apresentaram um aumento de 1,9% em relação ao mês anterior. No mês de julho, o IGP-M, calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) registrou uma variação positiva de 0,26% em comparação a junho. O IGP-DI teve aumento de 0,14% no período. Já o IPC, calculado pela FIPE variou negativamente em 0,13% no mês em relação ao último mês. 44

45 O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em julho, variou positivamente 0,03%, enquanto o INCC apresentou uma alta de 0,48%. A base monetária apresentou um crescimento de 3,62%, atingindo o valor de 211,54 bilhões. Houve também um crescimento na relação crédito/pib no mês de julho, confirmando a tendência de aumento observado nos últimos meses, elevando em 0,5 pontos percentuais em relação ao mês de junho, chegando assim ao patamar de 55,2%, atingindo o montante de R$ 2,531 trilhões. Em junho, quatro índices apresentaram uma contração. Foi ressaltada queda de 9,30% no IBRX-50, de 9,48% no IMOB e de 8,01% no IGC. O índice Ibovespa foi o que apresentou maior retração com variação de negativa de 11,31% no mês de junho. Todos os índices analisados apresentaram crescimento. O Ibovespa, o IBRX-50, o IGC e o IMOB que mostraram retração no mês de junho, obtiveram um crescimento de 1,64%, 1,61%, 1,24% e 0,15%, respectivamente. A Poupança aumentou moderadamente no último mês, com um crescimento de 0,48%, enquanto o CDB obteve aumento mais elevado em comparação com os últimos meses e apontou uma elevação de 0,71 pontos percentuais. O Dólar e o Euro voltaram a mostrar um crescimento frente ao Real, a moeda americana cresceu 2,01%, enquanto a moeda européia obteve uma alta de 4,37%. Analisando a nossa amostra obtida, Brasília continua sendo a cidade do DF que apresenta os maiores valores para locação e comercialização de imóveis residenciais. Porém os maiores preços de lojas e salas comerciais são apresentados em Águas Claras e Setor de Indústrias. 45

46 9. Coordenação e Execução Secovi-DF Presidente Carlos Hiram Bentes David Vice-Presidente Ovídio Maia Filho Vice - Presidente de Comunicação 1ºVice-Presidente Administrativo Robson Cunha Moll e Marketing Gilvan João da Silva Vice-Presidente de Incorporações Glauco Oliveira Santana Vice - Presidente Comercial Luiz César de Castro Barreto 2ºVice-Presidente Administrativo Esmeraldo Dall Oca 1ºVice-Presidente Financeiro Romeu Gonçalves de Carvalho 2ºVice-Presidente Financeiro Alberto Fernandes de Sousa Suplentes: Gil Henrique Pereira Marcos Fabrício Moraes Garzon Presidente do Conselho Consultivo Miguel Setembrino Emery de Carvalho Conselho Fiscal 1º Conselheiro Maria Thereza Pereira Silva Conselho Fiscal - Suplentes: 1º Conselheiro Carlos Ananias Barbosa 2º Conselheiro Giordano Garcia Leão 2º Conselheiro Paulo Hernani de Araújo 3º Conselheiro Frederico Mancuso Attié 3º Conselheiro Antônio Guilherme Pereira do Valle 46

47 Delegados Representantes Junto à FECOMÉRCIO/DF. Efetivos: 1º Delegado Miguel Setembrino Emery de Carvalho Suplentes: 1º Delegado João Balduíno de Magalhães 2º Delegado Túlio César Barbosa Siqueira 2º Delegado Ovídio Maia Filho 10. Equipe Técnica Econsult Presidente Institucional Gustavo Roncador Borges Diretor de Projetos Humberto Bernal de Rezende Coordenador do Projeto Filipe Carneiro Bicalho Consultores Filipe Bizarria do Carmo Lucas Chieregatti Machado Guilherme Costa Chadud Moreira Nathália Mendes Nascimento Apoio do Departamento de Economia da UnB Professor Supervisor Roberto de Goes Ellery 11. Colaboração Técnica ESTAT Responsável Técnico: Patrícia Aguiar Moreira Site: 47

48 12. Contato SECOVI DF Sindicato da Habitação Setor de Diversões Sul, Bloco A, Nº44 Centro Comercial Boulevard, Salas 422/424 (61) Econsult Consultoria Econômica Departamento de Economia da Universidade de Brasília Campus Darcy Ribeiro (61)

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Agosto de 2013

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Agosto de 2013 Boletim de Conjuntura Imobiliária Agosto de 2013 Brasília, Setembro de 2013 Sumário Ressalvas Técnicas... 4 Introdução... 5 1. Atividade Econômica... 5 1.1. Cenário Nacional... 6 1.1.1. Consumidor... 6

Leia mais

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Fevereiro de 2013

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Fevereiro de 2013 Boletim de Conjuntura Imobiliária Fevereiro de 2013 Brasília, março de 2013 Sumário Ressalvas Técnicas... 4 Introdução... 5 1. Atividade Econômica... 6 1.1. Cenário Nacional... 6 1.1.1. Consumidor... 6

Leia mais

Boletim da Conjuntura Imobiliária. Outubro de 2013

Boletim da Conjuntura Imobiliária. Outubro de 2013 Boletim da Conjuntura Imobiliária Outubro de 2013 Brasília, Novembro de 2013 Sumário Ressalvas Técnicas... 4 Introdução... 5 1. Atividade Econômica... 6 1.1. Cenário Nacional... 6 1.1.1. Consumidor...

Leia mais

Boletim da Conjuntura Imobiliária. Outubro de 2014

Boletim da Conjuntura Imobiliária. Outubro de 2014 Boletim da Conjuntura Imobiliária Outubro de 2014 Brasília, Novembro de 2014 Sumário Ressalvas Técnicas... 4 Introdução... 5 1. Atividade Econômica... 6 1.1. Cenário Nacional... 6 1.1.1. Consumidor...

Leia mais

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Junho de 2012

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Junho de 2012 Boletim de Conjuntura Imobiliária Junho de 2012 Brasília, julho de 2012 Sumário Ressalvas Técnicas... 4 Introdução... 5 1. Atividade Econômica... 6 1.1. Cenário Nacional... 6 1.1.1. Consumidor... 6 1.1.2.

Leia mais

Boletim da Conjuntura Imobiliária. Dezembro de 2013

Boletim da Conjuntura Imobiliária. Dezembro de 2013 Boletim da Conjuntura Imobiliária Dezembro de 2013 Brasília, Janeiro de 2014 Sumário Ressalvas Técnicas... 4 Introdução... 5 1. Atividade Econômica... 6 1.1. Cenário Nacional... 6 1.1.1. Consumidor...

Leia mais

Boletim da Conjuntura Imobiliária

Boletim da Conjuntura Imobiliária MAIO DE 2015 Boletim da Conjuntura Imobiliária Brasília, junho de 2015 1 Boletim da Conjuntura Imobiliária Junho de 2015 2 Boletim da Conjuntura Imobiliária Maio de 2015 Descrição Capa: BRB - BANCO DE

Leia mais

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Junho de 2010

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Junho de 2010 Boletim de Conjuntura Imobiliária Junho de 2010 Brasília, julho de 2010 Sumário Ressalvas Técnicas... 3 1. Atividade Econômica... 4 1.1 Cenário Nacional... 4 1.1.1 Índice de Confiança do Consumidor (ICC):...

Leia mais

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Setembro de 2010

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Setembro de 2010 Boletim de Conjuntura Imobiliária Setembro de 2010 Brasília, outubro de 2010 Sumário Ressalvas Técnicas... 4 Introdução... 5 1.2 Distrito Federal... 10 1.2.1 Utilização da Capacidade Instalada (UCI) e

Leia mais

Crise não atinge mercado imobiliário de luxo.

Crise não atinge mercado imobiliário de luxo. + Boletim de Conjuntura Imobiliária 64ª Edição Comercial de 2012 Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard,Salas422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br Econsult Consultoria

Leia mais

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Clipping. Especialistas descartam uma possível bolha imobiliária. 38ª Edição Comercial Agosto de 2013 de 2012

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Clipping. Especialistas descartam uma possível bolha imobiliária. 38ª Edição Comercial Agosto de 2013 de 2012 + Boletim de Conjuntura Imobiliária 38ª Edição Comercial de 2012 Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard,Salas 422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br Econsult

Leia mais

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Clipping. Banco Central descarta bolha imobiliária no país. 44ª Edição Comercial Fevereiro de 2014

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Clipping. Banco Central descarta bolha imobiliária no país. 44ª Edição Comercial Fevereiro de 2014 + Boletim de Conjuntura Imobiliária 44ª Edição Comercial Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard,Salas 422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br Econsult Consultoria

Leia mais

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Clipping. Águas Claras é a cidade mais rentável do Distrito Federal. 46ª Edição Comercial Abril de 2014

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Clipping. Águas Claras é a cidade mais rentável do Distrito Federal. 46ª Edição Comercial Abril de 2014 + Boletim de Conjuntura Imobiliária 46ª Edição Comercial Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard,Salas422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br Econsult Consultoria

Leia mais

Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard, Salas 422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br

Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard, Salas 422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard, Salas 422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br Boletim de Conjuntura Imobiliária 23ª Edição Comercial - Econsult Consultoria

Leia mais

Aluguel residencial com aniversário em julho e reajuste pelo IGP-M subirá 5,59%.

Aluguel residencial com aniversário em julho e reajuste pelo IGP-M subirá 5,59%. + Boletim de Conjuntura Imobiliária 60ª Edição Comercial de 2012 Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard,Salas422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br Econsult Consultoria

Leia mais

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Clipping. 11ª Edição Comercial - Maio de 2011. Custo do metro quadrado na construção no DF em maio foi de R$873,43

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Clipping. 11ª Edição Comercial - Maio de 2011. Custo do metro quadrado na construção no DF em maio foi de R$873,43 Boletim de Conjuntura Imobiliária 11ª Edição Comercial - Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard, Salas 422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br Econsult Consultoria

Leia mais

Novo fôlego para o mercado imobiliário

Novo fôlego para o mercado imobiliário + Boletim de Conjuntura Imobiliária 59ª Edição Comercial Maio de 2015 de 2012 Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard,Salas422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br

Leia mais

Comprar ou alugar? Especialistas falam sobre as vantagens de cada opção.

Comprar ou alugar? Especialistas falam sobre as vantagens de cada opção. + Boletim de Conjuntura Imobiliária 63ª Edição Comercial de 2012 Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard,Salas422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br Econsult Consultoria

Leia mais

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Clipping. Governo anuncia criação de nova faixa do Minha Casa, Minha Vida

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Clipping. Governo anuncia criação de nova faixa do Minha Casa, Minha Vida + Boletim de Conjuntura Imobiliária 48ª Edição Comercial de 2012 Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard,Salas422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br Econsult Consultoria

Leia mais

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Clipping. Vantagens de casas e apartamentos em condomínios fechados. 35ª Edição Comercial - Maio de 2013 de 2012

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Clipping. Vantagens de casas e apartamentos em condomínios fechados. 35ª Edição Comercial - Maio de 2013 de 2012 + Boletim de Conjuntura Imobiliária 35ª Edição Comercial - Maio de 2013 de 2012 Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard,Salas 422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br

Leia mais

+ Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard, Salas 422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br

+ Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard, Salas 422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br + Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard, Salas 422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br Boletim de Conjuntura Imobiliária 27ª Edição Comercial - de 2012 Econsult

Leia mais

Corretores de imóveis são mantidos como Microempreendedores Individuais

Corretores de imóveis são mantidos como Microempreendedores Individuais + Boletim de Conjuntura Imobiliária 62ª Edição Comercial de 2012 Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard,Salas422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br Econsult Consultoria

Leia mais

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Versão Comercial - Novembro de 2010

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Versão Comercial - Novembro de 2010 O Censo Demográfico 2010 e o mercado do DF Boletim de Conjuntura Imobiliária Alguns resultados do último recenseamento feito pelo IBGE foram divulgados. Os dados mostram que o Distrito Federal registrou

Leia mais

SECOVI/DF debate a lei do corretor associado

SECOVI/DF debate a lei do corretor associado + Boletim de Conjuntura Imobiliária 56ª Edição Comercial de 2012 Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard,Salas422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br Econsult Consultoria

Leia mais

Boletim de Conjuntura Imobiliária Versão Comercial

Boletim de Conjuntura Imobiliária Versão Comercial Boletim de Conjuntura Imobiliária Versão Comercial Julho de 2010 Brasília, agosto de 2010 Oferta de Imóveis 1. Comercialização A seguir, gráficos comparativos que ilustram as diferenças na participação

Leia mais

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Versão Comercial - Outubro de 2010

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Versão Comercial - Outubro de 2010 Comercialização No mês de outubro, foram analisados 18.164 imóveis destinados à comercialização, contemplados em imóveis residenciais e comerciais. Na amostra, a participação dos imóveis residenciais obteve

Leia mais

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Clipping. 19ª Edição Comercial - Janeiro de 2012

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Clipping. 19ª Edição Comercial - Janeiro de 2012 Boletim de Conjuntura Imobiliária 19ª Edição Comercial - Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard, Salas 422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br Econsult Consultoria

Leia mais

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Clipping. Especialistas debatem sobre garantias locatícias em Brasília.

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Clipping. Especialistas debatem sobre garantias locatícias em Brasília. + Boletim de Conjuntura Imobiliária 41ª Edição Comercial de 2012 Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard,Salas 422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br Econsult

Leia mais

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Clipping. Preço dos imóveis ficará estável em 2015, dizem os corretores

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Clipping. Preço dos imóveis ficará estável em 2015, dizem os corretores + Boletim de Conjuntura Imobiliária 52ª Edição Comercial de 2012 Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard,Salas422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br Econsult Consultoria

Leia mais

Governo rejeita liberar compulsório para financiar imóvel

Governo rejeita liberar compulsório para financiar imóvel + Boletim de Conjuntura Imobiliária 58ª Edição Comercial Abrilde 2015 de 2012 Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard,Salas422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br

Leia mais

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Clipping. Criada nova letra imobiliária que tem isenção de IR e reconhecimento internacional

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Clipping. Criada nova letra imobiliária que tem isenção de IR e reconhecimento internacional + Boletim de Conjuntura Imobiliária 50ª Edição Comercial de 2012 Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard, Salas422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br Econsult

Leia mais

Facilidade de entendimento do mercado imobiliário, leva esse tipo de investimento ainda ser muito procurado.

Facilidade de entendimento do mercado imobiliário, leva esse tipo de investimento ainda ser muito procurado. Brasília, 10 de Dezembro de 2012 NOTA À IMPRENSA Facilidade de entendimento do mercado imobiliário, leva esse tipo de investimento ainda ser muito procurado. Por: (*) Rafhael Carvalho Marinho O índice

Leia mais

2012, UMA FRUSTRAÇÃO PARA O MERCADO DA ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA.

2012, UMA FRUSTRAÇÃO PARA O MERCADO DA ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA. Brasília, 10 de Janeiro de 2013 NOTA À IMPRENSA 2012, UMA FRUSTRAÇÃO PARA O MERCADO DA ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA. Por: (*) Rafhael Carvalho Marinho O índice de preços imobiliários verifica a existência de

Leia mais

Versão Comercial Agosto de 2010. Publicado em Outubro de 2010

Versão Comercial Agosto de 2010. Publicado em Outubro de 2010 Versão Comercial Agosto de 2010 Publicado em Outubro de 2010 Comercialização No mês de agosto foram analisados 12.951 imóveis destinados à comercialização. A participação de imóveis residenciais foi de

Leia mais

Indicadores da Semana

Indicadores da Semana Indicadores da Semana O saldo total das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional atingiu 54,5% do PIB, com aproximadamente 53% do total do saldo destinado a atividades econômicas. A carteira

Leia mais

Panorama Econômico. Principais Fatos da Semana. 04 de Maio de 2015. Sumário. Acompanhamento De 27 de Abril a 01 de Maio

Panorama Econômico. Principais Fatos da Semana. 04 de Maio de 2015. Sumário. Acompanhamento De 27 de Abril a 01 de Maio Panorama Econômico 04 de Maio de 2015 Sumário Principais Fatos da Semana 1 Economia EUA 2 Economia Brasileira 3 Índices de Mercado 5 Calendário Semanal 5 Acompanhamento Principais Fatos da Semana Nos Estados

Leia mais

SINCOR-SP 2015 OUTUBRO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2015 OUTUBRO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS OUTUBRO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita

Leia mais

5 ECONOMIA MONETÁRIA E FINANCEIRA

5 ECONOMIA MONETÁRIA E FINANCEIRA 5 ECONOMIA MONETÁRIA E FINANCEIRA Os sinais de redução de riscos inflacionários já haviam sido descritos na última Carta de Conjuntura, o que fez com que o Comitê de Política Monetária (Copom) decidisse

Leia mais

Fundos de Investimento

Fundos de Investimento Gestão Financeira Prof. Marcelo Cruz Fundos de Investimento 3 Uma modalide de aplicação financeira Decisão de Investimento 1 Vídeo: CVM Um fundo de investimento é um condomínio que reúne recursos de um

Leia mais

SINCOR-SP 2015 JUNHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2015 JUNHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS JUNHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita

Leia mais

Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Cleber Rentroia MBA em Finanças e Banking

Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Cleber Rentroia MBA em Finanças e Banking 1. Quando o IPCA tende a subir além das metas de inflação, qual medida deve ser tomada pelo COPOM: a) Abaixar o compulsório b) Reduzir taxa do redesconto c) Aumentar o crédito d) Elevar a taxa de juros

Leia mais

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Janeiro de 2013

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Janeiro de 2013 Boletim de Conjuntura Imobiliária Janeiro de 2013 Brasília, Fevereiro de 2013 Sumário Ressalvas Técnicas... 4 Introdução... 5 1. Atividade Econômica... 6 1.1. Cenário Nacional... 6 1.1.1. Consumidor...

Leia mais

ANÁLISE 2 APLICAÇÕES FINANCEIRAS EM 7 ANOS: QUEM GANHOU E QUEM PERDEU?

ANÁLISE 2 APLICAÇÕES FINANCEIRAS EM 7 ANOS: QUEM GANHOU E QUEM PERDEU? ANÁLISE 2 APLICAÇÕES FINANCEIRAS EM 7 ANOS: QUEM GANHOU E QUEM PERDEU? Toda decisão de aplicação financeira está ligada ao nível de risco que se deseja assumir, frente a uma expectativa de retorno futuro.

Leia mais

CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 2 SUMÁRIO Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita de

Leia mais

Sindicato da Habitação do Distrito Federal - SECOVIDF

Sindicato da Habitação do Distrito Federal - SECOVIDF Sindicato da Habitação do Distrito Federal - SECOVIDF Boletim da Conjuntura Imobiliária Descrição Capa: SQN 314, bloco F Fotógrafo: Vitor Delduque - delduquefotografia@gmail.com Boletim da Conjuntura Imobiliária

Leia mais

Boletim da Conjuntura Imobiliária

Boletim da Conjuntura Imobiliária JULHO DE 2015 Boletim da Conjuntura Imobiliária 1 Boletim da Conjuntura Imobiliária JuLho de 2015 2 Boletim da Conjuntura Imobiliária Julho de 2015 Descrição Capa: BRB - BANCO DE BRASILIA S.A. Fotógrafo

Leia mais

SINCOR-SP 2015 JULHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2015 JULHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS JULHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita

Leia mais

Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Inflação Profa. Patricia Maria Bortolon

Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Inflação Profa. Patricia Maria Bortolon Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Inflação O que é Inflação? Inflação É a elevação generalizada dos preços de uma economia O que é deflação? E a baixa predominante de preços de bens

Leia mais

Curso Preparatório ANBIMA - CPA-10 Curso Preparatório ANBIMA - CPA-20

Curso Preparatório ANBIMA - CPA-10 Curso Preparatório ANBIMA - CPA-20 Solange Honorato Curso Preparatório ANBIMA - CPA-10 Curso Preparatório ANBIMA - CPA-20 E 3. Noções de Economia e Finanças pg 26 5 a 7 questões 3.1 Conceitos Básicos de Economia 3.2 Conceitos Básicos de

Leia mais

5 MOEDA E CRÉDITO. ipea SUMÁRIO

5 MOEDA E CRÉDITO. ipea SUMÁRIO 5 MOEDA E CRÉDITO SUMÁRIO Na reunião de fevereiro último, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a meta para a taxa Selic em 25 pontos-base (pb), fazendo-a chegar a 10,75% ao ano (a.a.). Essa redução

Leia mais

Esclarecimentos sobre rentabilidade das cotas do Plano SEBRAEPREV

Esclarecimentos sobre rentabilidade das cotas do Plano SEBRAEPREV INVESTIMENTOS Esclarecimentos sobre rentabilidade das cotas do Plano SEBRAEPREV Uma questão de suma importância para a consolidação e perenidade de um Fundo de Pensão é a sua saúde financeira, que garante

Leia mais

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Maio de 2012

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Maio de 2012 Boletim de Conjuntura Imobiliária Maio de 2012 Brasília, junho de 2012 Sumário Ressalvas Técnicas... 4 Introdução... 5 1. Atividade Econômica... 6 1.1. Cenário Nacional... 6 1.1.1. Consumidor... 6 1.1.2.

Leia mais

Indicadores da Semana

Indicadores da Semana Indicadores da Semana O Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa de juros Selic em 0,5 p.p., a 14,25% ao ano, conforme esperado pelo mercado. A decisão ocorreu após elevação de 0,5 p.p no último encontro.

Leia mais

Boletim da conjuntura Imobiliária

Boletim da conjuntura Imobiliária ABRIL DE 2015 Boletim da conjuntura Imobiliária Brasília, maio de 2015 1 Boletim da Conjuntura Imobiliária Abril de 2015 2 Boletim da Conjuntura Imobiliária Abril de 2015 3 Boletim da Conjuntura Imobiliária

Leia mais

Boletim da Conjuntura Imobiliária. Setembro de 2013

Boletim da Conjuntura Imobiliária. Setembro de 2013 Boletim da Conjuntura Imobiliária Setembro de 2013 Brasília, Outubro de 2013 Sumário Ressalvas Técnicas... 3 Introdução... 5 1. Atividade Econômica... 6 1.1. Cenário Nacional... 6 1.1.1. Consumidor...

Leia mais

PAINEL 9,6% dez/07. out/07. ago/07 1.340 1.320 1.300 1.280 1.260 1.240 1.220 1.200. nov/06. fev/07. ago/06

PAINEL 9,6% dez/07. out/07. ago/07 1.340 1.320 1.300 1.280 1.260 1.240 1.220 1.200. nov/06. fev/07. ago/06 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ASSESSORIA ECONÔMICA PAINEL PRINCIPAIS INDICADORES DA ECONOMIA BRASILEIRA Número 35 15 a 30 de setembro de 2009 EMPREGO De acordo com a Pesquisa

Leia mais

inflação de 2001. Supera a Meta 15 C ONJUNTURA FLÁVIA SANTOS DA SILVA* LUIZ ALBERTO PETITINGA**

inflação de 2001. Supera a Meta 15 C ONJUNTURA FLÁVIA SANTOS DA SILVA* LUIZ ALBERTO PETITINGA** 15 C ONJUNTURA Inflação de 2001 Supera a Meta A inflação em 2001, medida pelo IPCA, atingiu o patamar de 7,67%, superando a meta de 6% estabelecida pelo Banco Central. Choques internos e externos à economia

Leia mais

Introdução. PIB varia 0,4% em relação ao 1º trimestre e chega a R$ 1,10 trilhão

Introdução. PIB varia 0,4% em relação ao 1º trimestre e chega a R$ 1,10 trilhão 16 a 31 de agosto de 2012 As principais informações da economia mundial, brasileira e baiana Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia Diretoria de Indicadores e Estatísticas Coordenação

Leia mais

Extrato de Fundos de Investimento

Extrato de Fundos de Investimento São Paulo, 04 de Maio de 2015 Prezado(a) FUNDO DE PENSAO MULTIPATR OAB 01/04/2015 a 30/04/2015 Panorama Mensal Abril 2015 No cenário internacional, o mês de abril foi marcado por surpresas negativas em

Leia mais

Sindicato da Habitação do Distrito Federal - SECOVIDF

Sindicato da Habitação do Distrito Federal - SECOVIDF Sindicato da Habitação do Distrito Federal - SECOVIDF Boletim da Conjuntura Imobiliária Descrição Capa: Shopping Deck Norte Can01 Lago Norte Fotógrafo: Mauro Castro - mauro.navegar@gmail.com Boletim da

Leia mais

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Julho de 2012

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Julho de 2012 Boletim de Conjuntura Imobiliária Julho de 2012 Brasília, Agosto de 2012 Sumário Ressalvas Técnicas... 4 Introdução... 5 1. Atividade Econômica... 6 1.1. Cenário Nacional... 6 1.1.1. Consumidor... 6 1.1.2.

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL II RELATÓRIO ANALÍTICO

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL II RELATÓRIO ANALÍTICO II RELATÓRIO ANALÍTICO 15 1 CONTEXTO ECONÔMICO A quantidade e a qualidade dos serviços públicos prestados por um governo aos seus cidadãos são fortemente influenciadas pelo contexto econômico local, mas

Leia mais

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC FORTALEZA, Agosto de 2013 SUMÁRIO 1. Fundamentos da Análise de Conjuntura. 2. Tipos

Leia mais

Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar.

Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar. FUNDO REFERENCIADO DI Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar. Para tal, investem no mínimo 80% em títulos públicos federais

Leia mais

Índice DMI-VivaReal aponta Curitiba e Florianópolis como capitais com maior alta no valor do m² para compra de imóvel

Índice DMI-VivaReal aponta Curitiba e Florianópolis como capitais com maior alta no valor do m² para compra de imóvel Índice DMI-VivaReal aponta Curitiba e Florianópolis como capitais com maior alta no valor do m² para compra de imóvel Análise realizada em 15 cidades mostra que em nove delas houve variação de preços acima

Leia mais

CONTRATOS DERIVATIVOS. Futuro de IGP-M

CONTRATOS DERIVATIVOS. Futuro de IGP-M CONTRATOS DERIVATIVOS Futuro de IGP-M Futuro de IGP-M Ferramenta de gerenciamento de risco contra a variação do nível de preços de diversos setores da economia O produto Para auxiliar o mercado a se proteger

Leia mais

PESQUISA DO MERCADO IMOBILIÁRIO - PMI

PESQUISA DO MERCADO IMOBILIÁRIO - PMI PESQUISA DO MERCADO IMOBILIÁRIO - PMI apoio realização PESQUISA DO MERCADO IMOBILIÁRIO FLORIANÓPOLIS SUMÁRIO SUMÁRIO 5 INTRODUÇÃO 7 LOCAÇÃO DE IMÓVEIS EM FLORIANÓPOLIS 8 Locação de Imóveis Residenciais

Leia mais

SINCOR-SP 2015 AGOSTO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2015 AGOSTO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS AGOSTO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita

Leia mais

Boletim Econômico Edição nº 77 julho de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico

Boletim Econômico Edição nº 77 julho de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Boletim Econômico Edição nº 77 julho de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Sistema bancário e oferta monetária contra a recessão econômica 1 BC adota medidas para injetar

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Agosto 2012

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Agosto 2012 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Agosto 2012 REFLEXO DA BAIXA DOS JUROS NO MERCADO DE REAL ESTATE Eco, MBA R.E., Mestre em Eng. Civil, Alfredo Eduardo Abibi Filho Dir.

Leia mais

Extrato de Fundos de Investimento

Extrato de Fundos de Investimento Extrato de Fundos de Investimento São Paulo, 01 de Outubro de 2012 Prezado(a) Período de Movimentação FUNDO DE PENSAO MULTIPATR OAB 03/09/2012 a 28/09/2012 Panorama Mensal Setembro de 2012 O mês de setembro

Leia mais

Boletim da Conjuntura Imobiliária

Boletim da Conjuntura Imobiliária JUNHO DE 2015 Boletim da Conjuntura Imobiliária 1 Boletim da Conjuntura Imobiliária Junho de 2015 2 Boletim da Conjuntura Imobiliária Junho de 2015 Descrição Capa: BRB - BANCO DE BRASILIA S.A. Fotógrafo

Leia mais

Operações Crédito do SFN

Operações Crédito do SFN Oper. Crédito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) em julho/2015 O crédito total do SFN incluindo as operações com recursos livres e direcionados somou R$ 3,11 trilhões em julho/15, após alta de 0,3% no

Leia mais

PARECER MENSAL - 4/2015 14/05/2015. Regime Próprio de Previdência Social do município de Sorriso - MT PREVISO

PARECER MENSAL - 4/2015 14/05/2015. Regime Próprio de Previdência Social do município de Sorriso - MT PREVISO PARECER MENSAL - 4/2015 14/05/2015 Regime Próprio de Previdência Social do município de Sorriso - MT PREVISO Prezado(a) Diretor(a) Executivo(a), Sr(a). Adélio Dalmolin; Atendendo a necessidade do Instituto

Leia mais

Sindicato da Habitação do Distrito Federal - SECOVIDF

Sindicato da Habitação do Distrito Federal - SECOVIDF Sindicato da Habitação do Distrito Federal - SECOVIDF Janeiro de 2017 - amostra 11/2016 Boletim da Conjuntura Imobiliária JANEIRO 2017 Amostra: Novembro de 2016 Capa: Brasília DF Fotógrafo: Vitor Delduque

Leia mais

II - Evolução do crédito, da taxa de juros e do spread bancário 1

II - Evolução do crédito, da taxa de juros e do spread bancário 1 II - Evolução do crédito, da taxa de juros e do spread bancário 1 Desde março do ano passado, a partir da reversão das expectativas inflacionárias e do início da retomada do crescimento econômico, os juros

Leia mais

FINANÇAS CORPORATIVAS 2a. Aula 09/04/2011 3a. Aula 30/04/2011

FINANÇAS CORPORATIVAS 2a. Aula 09/04/2011 3a. Aula 30/04/2011 FINANÇAS CORPORATIVAS 2a. Aula 09/04/2011 3a. Aula 30/04/2011 Prof. Ms. Wagner Ismanhoto Economista M.B.A. em Engenharia Econômica Universidade São Judas São Paulo-SP Mestrado em Economia Rural UNESP Botucatu-SP

Leia mais

No Distrito Federal imóveis ainda são rentáveis.

No Distrito Federal imóveis ainda são rentáveis. Brasília, 10 de Novembro de 2012 NOTA À IMPRENSA No Distrito Federal imóveis ainda são rentáveis. Por: (*) Rafhael Carvalho Marinho O índice de preços imobiliários verifica a existência de descolamento

Leia mais

Semana Nacional de Educação Financeira Tema. Opções de investimentos em um cenário de juros em elevação

Semana Nacional de Educação Financeira Tema. Opções de investimentos em um cenário de juros em elevação Tema Opções de investimentos em um cenário de juros em elevação Apresentação JOCELI DA SILVA SILVA Analista Administrativo/Gestão Pública Lotado na Assessoria de Coordenação 3ª CCR Especialização UNB Clube

Leia mais

IMA Institute of Management Accountants PESQUISA DE JUROS

IMA Institute of Management Accountants PESQUISA DE JUROS PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em outubro/2013, sendo esta a sexta elevação no ano. Esta elevação pode ser atribuída à última elevação da Taxa de Juros

Leia mais

Matemática Financeira. Aula 03 Taxa Real de Juros

Matemática Financeira. Aula 03 Taxa Real de Juros Matemática Financeira Aula 03 Taxa Real de Juros Inflação É o fenômeno conhecido como o aumento persistente dos preços de bens e serviços Fatores: Escassez de produtos, déficit orçamentário, emissão descontrolada

Leia mais

www.anefac.com.br Rua 7 de abril. 125 - conj. 405 - CEP 01043-000 República - São Paulo-SP - Telefone: 11 2808-320 PESQUISA DE JUROS

www.anefac.com.br Rua 7 de abril. 125 - conj. 405 - CEP 01043-000 República - São Paulo-SP - Telefone: 11 2808-320 PESQUISA DE JUROS PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em maio/2014, sendo esta a décima segunda elevação seguida, quinta elevação no ano. Estas elevações podem ser atribuídas

Leia mais

Boletim da Conjuntura Imobiliária. Janeiro de 2015

Boletim da Conjuntura Imobiliária. Janeiro de 2015 Boletim da Conjuntura Imobiliária Janeiro de 2015 Brasília, Fevereiro de 2015 Sumário Ressalvas Técnicas... 4 Introdução... 5 1. Atividade Econômica... 5 1.1 Cenário Nacional... 6 1.1.1 Índice de Confiança

Leia mais

Extrato de Fundos de Investimento

Extrato de Fundos de Investimento Extrato de Fundos de Investimento São Paulo, 02 de Janeiro de 2015 Prezado(a) Período de Movimentação FUNDO DE PENSAO MULTIPATR OAB 01/12/2014 a 31/12/2014 Panorama Mensal Dezembro 2014 A volatilidade

Leia mais

C&M CENÁRIOS 8/2013 CENÁRIOS PARA A ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA

C&M CENÁRIOS 8/2013 CENÁRIOS PARA A ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA C&M CENÁRIOS 8/2013 CENÁRIOS PARA A ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA HENRIQUE MARINHO MAIO DE 2013 Economia Internacional Atividade Econômica A divulgação dos resultados do crescimento econômico dos

Leia mais

Pesquisa Secovi-SP aponta recuo no mercado de imóveis novos

Pesquisa Secovi-SP aponta recuo no mercado de imóveis novos FEVEREIRO DE 2014 Pesquisa Secovi-SP aponta recuo no mercado de imóveis novos Imóveis de 2 e 3 dormitórios foram destaques positivos em fevereiro, mês de variação negativa O mercado de imóveis novos residenciais

Leia mais

ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 08/2014

ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 08/2014 ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 08/2014 Data: 29/04/2014 Participantes Efetivos: Edna Raquel Rodrigues Santos Hogemann Presidente, Valcinea Correia da Silva Assessora Especial,

Leia mais

POLITICA DE INVESTIMENTOS EXERCÍCIO 2.011 SUMÁRIO

POLITICA DE INVESTIMENTOS EXERCÍCIO 2.011 SUMÁRIO SERVIÇO DE PREVIDÊNCIA MUNICIPAL Rua Monsenhor Soares nº. 65 Centro Itapetininga SP Fones (015)3271-0728 e 3271-7389(telefax) E-mail: seprem@uol.com.br POLITICA DE INVESTIMENTOS EXERCÍCIO 2.011 SUMÁRIO

Leia mais

Relatório de Gestão Renda Fixa e Multimercados Julho de 2013

Relatório de Gestão Renda Fixa e Multimercados Julho de 2013 Relatório de Gestão Renda Fixa e Multimercados Julho de 2013 Política e Economia Atividade Econômica: Os indicadores de atividade, de forma geral, apresentaram baixo desempenho em maio. A produção industrial

Leia mais

Evolução Recente das Principais Aplicações Financeiras

Evolução Recente das Principais Aplicações Financeiras Evolução Recente das Principais Aplicações Financeiras As principais modalidades de aplicação financeira disponíveis no mercado doméstico caderneta de poupança, fundos de investimento e depósitos a prazo

Leia mais

PESQUISA DE JUROS. As taxas de juros das operações de crédito apresentaram em agosto/2014 comportamentos distintos.

PESQUISA DE JUROS. As taxas de juros das operações de crédito apresentaram em agosto/2014 comportamentos distintos. PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito apresentaram em agosto/2014 comportamentos distintos. Na pessoa física as taxas de juros tiveram uma pequena elevação sendo esta a décima quinta

Leia mais

A Expansão da Construção Civil e os Efeitos da Crise Internacional

A Expansão da Construção Civil e os Efeitos da Crise Internacional A Expansão da Construção Civil e os Efeitos da Crise Internacional Gráfico 1 Produção da construção civil e PIB Variações anuais % 1 8 6 4 2-2 -4 1999 2 21 22 23 24 25 26 27 28 Construção civil PIB A indústria

Leia mais

PAINEL 16,0% 12,0% 8,0% 2,5% 1,9% 4,0% 1,4% 0,8% 0,8% 0,0% 5,0% 3,8% 2,8% 3,0% 2,1% 1,0% 1,0% -1,0%

PAINEL 16,0% 12,0% 8,0% 2,5% 1,9% 4,0% 1,4% 0,8% 0,8% 0,0% 5,0% 3,8% 2,8% 3,0% 2,1% 1,0% 1,0% -1,0% Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ASSESSORIA ECONÔMICA PAINEL PRINCIPAIS INDICADORES DA ECONOMIA BRASILEIRA Número 58 1 a 15 de setembro de 2010 PIB TRIMESTRAL Segundo os dados

Leia mais

Rentabilidade das cotas do Plano SEBRAEPREV no 1º Trimestre de 2014

Rentabilidade das cotas do Plano SEBRAEPREV no 1º Trimestre de 2014 Investimentos Rentabilidade das cotas do Plano SEBRAEPREV no 1º Trimestre de 2014 Como forma de manter os Participantes informados sobre a evolução do seu Plano no que diz respeito à rentabilidade dos

Leia mais

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em setembro/2013, sendo esta a quinta elevação no ano. Esta elevação

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 2008

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 2008 Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 008 PIB avança e cresce 6% Avanço do PIB no segundo trimestre foi o maior desde 00 A economia brasileira cresceu mais que o esperado no segundo trimestre, impulsionada

Leia mais

PESQUISA ALUGUÉIS DE IMÓVEIS EM GOIÂNIA - DEZEMBRO DE 2013 -

PESQUISA ALUGUÉIS DE IMÓVEIS EM GOIÂNIA - DEZEMBRO DE 2013 - PESQUISA DE ALUGUÉIS DE IMÓVEIS EM GOIÂNIA - - Pesquisa de Aluguéis de Imóveis em Goiânia Índice Apresentação... pág. 02 Objetivo... pág. 02 Metodologia... pág. 02 Contratos reajustados e indicadores econômicos...

Leia mais

PESQUISA ALUGUÉIS DE IMÓVEIS EM GOIÂNIA - MARÇO DE 2013 -

PESQUISA ALUGUÉIS DE IMÓVEIS EM GOIÂNIA - MARÇO DE 2013 - PESQUISA DE ALUGUÉIS DE IMÓVEIS EM GOIÂNIA - - Pesquisa de Aluguéis de Imóveis em Goiânia Índice Apresentação... pág. 02 Objetivo... pág. 02 Metodologia... pág. 02 Contratos reajustados e indicadores econômicos...

Leia mais

PESQUISA ALUGUÉIS DE IMÓVEIS EM GOIÂNIA - AGOSTO DE 2013 -

PESQUISA ALUGUÉIS DE IMÓVEIS EM GOIÂNIA - AGOSTO DE 2013 - PESQUISA DE ALUGUÉIS DE IMÓVEIS EM GOIÂNIA - - Pesquisa de Aluguéis de Imóveis em Goiânia Índice Apresentação... pág. 02 Objetivo... pág. 02 Metodologia... pág. 02 Contratos reajustados e indicadores econômicos...

Leia mais

PESQUISA DE JUROS. As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em dezembro/2013 sendo esta a sétima elevação do ano.

PESQUISA DE JUROS. As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em dezembro/2013 sendo esta a sétima elevação do ano. PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em dezembro/2013 sendo esta a sétima elevação do ano. Esta elevação é reflexo da elevação da Taxa Básica de Juros (Selic)

Leia mais