PROTOCOLO DE VARICELA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROTOCOLO DE VARICELA"

Transcrição

1 GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA e PROTEÇÂO A SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILANCIA EPIDEMIOLOGICA AMBIENTAL E SAUDE DO TRABALHADOR DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA COORDENADORIA DE DOENÇAS E AGRAVOS TRANSMISSÍVEIS PROTOCOLO DE VARICELA Belo Horizonte, 2011

2 VARICELA 1. Introdução A varicela ou catapora é uma infecção viral primária, aguda, altamente contagiosa, caracterizada por surgimento de exantema de aspecto maculopapular e distribuição centrípeta, que, após algumas horas, torna-se vesicular, evolui rapidamente para pústulas e, posteriormente, forma crostas, em 3 a 4 dias. Pode ocorrer febre moderada e sintomas sistêmicos. Vesícula Pústula Crosta 2. Modo de Transmissão Pessoa a pessoa, através de contato direto ou secreções respiratórias (disseminação aérea de partículas virais/aerossóis) e, raramente, através de contato com lesões de pele. Indiretamente é transmitida através de objetos contaminados com secreções de vesículas e membranas mucosas de pacientes infectados. O período de transmissibilidade varia de 1 a 2 dias antes da erupção até 5 dias após o surgimento do primeiro grupo de vesículas. Enquanto houver vesículas, a infecção é possível. 3. Período de incubação Entre 14 a 16 dias, podendo variar entre 10 a 20 dias após o contato. Pode ser mais curto em pacientes imunodeprimidos e mais longo após imunização passiva.

3 Febre (se presente) Exantema vesicular 5 a 10 dias Período de Transmissão Desde os pródromos até que todo o exantema esteja na fase de crosta Período de incubação (média de 13 a 17 dias) exposição Dias 4. Quadro clínico Período prodrômico: Apresenta uma duração variável de horas até três dias, consistindo geralmente em manifestações discretas com febre baixa, cefaléia, anorexia, vômitos, com estado geral do paciente bem conservado. Na infância, esses pródromos não costumam ocorrer, sendo o exantema primeiro sinal da doença. Período exantemático: As lesões da varicela frequentemente aparecem primeiro no couro cabeludo, face ou tronco e se caracterizam por serem pruriginosas e se associarem a sintomas de febre e mal-estar. Outra característica é a evolução rápida das várias formas de lesões. O exantema inicial consiste no aparecimento de erupção na pele e mucosas, que, de máculas eritematosas evoluem por meio de um estágio papular para formar vesículas claras repletas de líquidos. Enquanto as lesões iniciais tornam-se crostosas,novos grupos de lesões se formam no tronco e em seguida nos membros; a presença simultânea de lesões em vários estágios de evolução é característica da varicela. As crostas se desprendem, sem deixar cicatriz, quatro a seis dias depois. Nos adultos imunocompentes, a doença cursa de modo mais grave do que nas crianças, apesar de ser bem menos freqüente (3% dos casos). A febre é mais elevada e prolongada, o estado geral é mais comprometido, o exantema mais pronunciado e as complicações mais comuns, podendo levar a óbito, principalmente devido a pneumonia primária. 5. Suscetibilidade e imunidade A suscetibilidade é universal. A infecção confere imunidade permanente.

4 6. Varicela e gravidez A infecção materna no primeiro ou no segundo trimestre da gestação pode resultar em embriopatia. Nas primeiras 16 semanas de gestação há um risco maior de lesões graves ao feto, que podem resultar em baixo peso ao nascer, cicatrizes cutâneas, microftalmia, catarata e retardo mental. Estes quadros configuram a Síndrome da Varicela Congênita. 7. Varicela perinatal Os recém-nascidos têm uma mortalidade particularmente alta quando a mãe susceptível contrai varicela próxima à época do parto, mas precisamente nos cinco dias anteriores ao nascimento. A gravidade desta forma da doença é explicada pelo fato do RN receber um grande inoculo do vírus transmitido por via sangüínea e porque não teve tempo necessário para receber os anticorpos maternos. Os recém-nascidos cujas mães desenvolvem varicela de cinco dias antes a dois dias após o parto devem receber profilaxia com imunoglobulina específica contra varicela zoster. 8. Diagnóstico Principalmente através do quadro clínico-epidemiológico. O vírus pode ser isolado das lesões vesiculares durante os primeiros 3 a 4 dias de erupção. 9. Diagnóstico diferencial Varíola (erradicada), coxsackioses, infecções cutâneas, dermatite herpetiforme de During Brocq, impetigo, erupção variceliforme de Kaposi, riquetsioses, entre outros. 10. Complicações O risco de complicações varia com a idade, sendo encontrada principalmente em menores de 1 ano e maiores de 15 anos. Recém-nascidos prematuros, gestantes, adolescentes, adultos e imunodeprimidos são as populações sob maior risco de complicações. Infecção bacteriana secundária de pele: impetigo, abcesso, celulite, erisipela, caudas por S. aureus, S. pyogenes, que podem levar a quadros sistêmicos de sepse. A pneumonia ocorre em 16% a 50% dos adultos com varicela. Esta complicação é rara na infância, no entanto é uma complicação importante em adultos. A pneumonia pelo VZV é associada com

5 sintomas de tosse e dispnéia, iniciando-se entre um e seis dias após o início da erupção. As complicações neurológicas são a segunda causa mais comum de hospitalização em crianças imunocompetentes com varicela. Incluem doença cerebelar, encefalite, meningite. Os quadros de meningoencefalite e ataxia cerebelar ocorrem mais comumente entre dois e seis dias após o início da erupção vesiculosa, mas existem casos descritos com início durante o período de incubação. A patogênese da varicela inclui uma fase de replicação viral no fígado, e 50% das crianças podem ter elevação das transaminases, além de ocorrência de hepatite, geralmente subclínica. Trombocitopenia aguda, associada com petéquias, lesões purpúricas, hemorragias nas vesículas, epistaxe, hematúria e sangramento gastrintestinal podem ocorrer como manifestações clínicas, geralmente de curta duração. Síndrome de Reye: Uso de ácido acetil-salicílico. Quadro neurológico de rápida progressão e disfunção hepática. Imunodeprimidos podem ter a forma de varicela disseminada, varicela hemorrágica. 11. Tratamento Sintomático: Antihistamínicos sistêmicos para atenuar o prurido. Havendo infecção secundária, recomenda-se o uso de antibióticos sistêmicos. Específico: Antivirais Aciclovir CRIANÇAS Posologia 20 mg/kg/dose VO 4 x ao dia 5 dias Tempo Posologia ADULTOS Tempo

6 800mg VO 5 x ao dia 7 dias Obs: Só tem efetividade quando iniciado nas primeiras 24 horas. CRIANÇAS IMUNOCOMPROMETIDAS OU ADULTOS GRAVES Posologia Tempo 10mg/kg IV A cada 8 horas com 1 7 a 14 dias hora de infusão Obs: Uso em gestantes com complicações graves de varicela com restrições. Uso do Aciclovir no Tratamento da Varicela ABSOLUTAMENTE INDICADO: - Pacientes portadores de neoplasias, submetidos a transplantes de órgãos ou medula óssea ou que recebam esteróides em doses altas. - Imunodeficiências congênitas - Infecção pelo HIV - Varicela neonatal após varicela maternal adquirida 5 dias antes ou 2 dias após o parto - Pneumonia ou encefalite associada - Se o paciente iniciar com sinais de pneumonia, hepatite, trombocitopenia ou encefalite. USO OPCIONAL: - Doenças cutâneas crônicas - Doenças crônicas que podem se exacerbar por infecções pelo vírus da varicela como no caso da fibrose cística ou outras doenças pulmonares, diabetes, doenças que necessitam de uso crônico de salicilatos ou terapêutica intermitente com corticosteróides. - Crianças saudáveis, especialmente > 12 anos ou com contato secundário domiciliar. Recentemente, pôde ser observado o aparecimento de resistência do vírus varicela-zóster ao aciclovir em pacientes imunodeprimidos, neste caso, pode ser empregado o foscarnet, que deve ser administrado por via intravenosa, mas apresenta nefrotoxicidade, causa depleção de cálcio, potássio, magnésio, fosfato, além de anemia, convulsões, neutropenia e arritmia cardíaca. 12. Profilaxia Imunização ativa Vacina contra Varicela

7 As vacinas contra a varicela são de vírus vivo atenuado, provenientes da cepa OKA. Contém traços de neomicina e gelatina. Deve ser administrada até 96 horas após a exposição a uma fonte de infecção. Até o momento a vacinação universal contra a varicela não é realizada no Brasil, exceto nas populações indígenas em caso de surto, a partir dos 6 meses. Além disso, essa vacina encontra-se disponível nos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIE) para ser administrada de acordo com as indicações específicas. Composição e esquema de aplicação: 1. VARIVAX (Laboratório Merck) Cada dose contém pelo menos 1350 PFU (Unidades formadoras de placa), sacarose, gelatina hidrolizada, cloreto de sódio, L-glutamato monosódico, fosfato dibásico de sódio, fosfato monobásico de potássio, cloreto de potássio. Crianças de 12 meses a 12 anos: dose única A partir de 13 anos: duas doses com intervalo de 4 a 8 semanas. 2. VARILRIX (Laboratório GlaxoSmithKline) Cada dose contém pelo menos 2000 PFU, suplemento de aminoácidos, albumina humana, lactose, sulfato de neomicina, sorbitol e manitol. Crianças a partir de 9 meses de idade: dose única A partir de 13 anos: duas doses com intervalo de 4 a 8 semanas. 3. VARICELA BIKEN (Aventis Pasteur) Cada dose contém pelo menos 1000 PFU, sacarose purificada, hidrolisado de gelatina, glutamato de sódio, kanamicina, eritromicina. Dose única a partir de 12 meses de idade. Dose, via de administração e conservação: Cada dose equivale a 0,5ml e deve ser administrada por via subcutânea. Após a sua reconstituição deve ser administrada imediatamente. Os produtos disponíveis atualmente podem ser conservados em geladeira comum, entre 2 e 8ºC. Imunogenicidade, eficácia e duração da proteção: Em um estudo, após a vacinação de 6889 crianças entre 12 meses a 12 anos, observou-se uma soroconversão de 97%. A eficácia dessa vacina contra infecção é de 90% e 95% contra doença grave. Estudos realizados no Japão mostraram que, cerca de 7 a 10 anos após a vacinação, 97% das crianças

8 vacinadas apresentavam títulos semelhantes às pessoas que apresentaram varicela. Contra-indicações: Imunodeficiência congênita ou adquirida. Neoplasia maligna. Uso de corticóide em altas doses ou pessoas submetidas a terapêuticas imunossupressoras. Durante a gestação. Reação anafilática em dose anterior. Precauções: Crianças imunocompentes que apresentarem lesões cutâneas pósvacina devem evitar contato apenas com pacientes de risco para varicela: RN, gestantes e imunodeprimidos. A possibilidade do indivíduo vacinado transmitir o vírus vacinal é muito rara. Evitar a utilização de salicilatos em crianças até 6 semanas após a vacinação, devido associação com Síndrome de Reye. Vacinação simultânea: Pode ser administrada simultaneamente com qualquer vacina do Programa Nacional de Imunização, no entanto, em relação à vacina tríplice viral e febre amarela, caso não seja administrada no mesmo dia, recomenda-se aguardar um intervalo de 1 mês. Eventos adversos: Cerca de 25% dos vacinados poderão apresentar reação local, e menos de 5% erupção cutânea que pode ocorrer até 1 mês após a aplicação. Indicações para Vacinação contra Varicela - Contatos domiciliares susceptíveis de pacientes imunodeprimidos. - Contatos hospitalares susceptíveis. - Pacientes com leucemia linfocítica aguda em remissão há um ano. - Pacientes HIV positivos assintomáticos com contagem de CD4 normal. - Pacientes susceptíveis candidatos a transplantes, pelo menos três semanas antes do transplante. - Profissionais de saúde susceptíveis. - Antes de quimioterapia, em protocolos de pesquisa. - Nefropatas crônicos. - Síndrome nefrótica: Crianças em uso de baixas doses de corticóide ou se o corticóide tiver sido suspenso duas semanas antes da vacinação. - Doadores de órgãos sólidos e medula óssea.

9 - Doenças dermatológicas crônicas graves, tais como: ictiose, epidermólise bolhosa, psoríase, dermatite atópica grave, etc. - Asplenia anatômica ou funcional e doenças relacionadas, trissomias. Imunização passiva: Imunoglobulina específica contra varicela zoster (VZIG) A imunoglobulina específica é preparada a partir do soro de pacientes que apresentaram zoster e contém elevados títulos de anticorpos. Esta imunoglobulina deverá ser administrada até 96 horas do contato com o caso índice, na dose de 125UI para cada 10kg de peso (dose mínima de 125UI e dose máxima de 625UI). Indicações para utilização de Imunoglobulina específica contra varicela zoster (VZIG) - Imunocomprometidos. - Gestantes suscetíveis, devido ao risco de complicação materna. - RNs de mães que apresentaram varicela nos últimos cinco dias antes e até 48 horas após o parto. - RNs prematuros com até 28 semanas de gestação (ou menos de 1000g ao nascimento), independente de história materna de varicela. Imunoprofilaxia em surtos: A varicela é doença de notificação compulsória no Estado de Minas Gerais. Os surtos decorrentes deste agravo em hospitais, creches, pré-escolares, escolas, comunidade em geral, devem ser notificados e registrados no SINAN. Ambiente hospitalar: - Vacina contra varicela, para pessoas imunocompetentes suscetíveis (pacientes, acompanhantes, profissionais de saúde), até 120 horas após o contato com o caso índice. - Imunoglobulina humana antivaricela zoster para as crianças menores de 9 meses de idade, gestantes suscetíveis e imunocomprometidos, até 96 horas após o contato com o caso índice. COMUNICANTES: com contato íntimo e prolongado, por mais de uma hora, em ambiente fechado. SUSCETÍVEIS: sem referência de ter tido a doença (diagnóstico clínico ou informação verbal), ou não ter sido vacinado.

10 Nas situações de controle de surto em hospitais, mesmo utilizando a vacina, é importante lembrar que existe a possibilidade de que um pequeno percentual de pessoas desenvolva a doença. Creches: A vacina está indicada, a partir da ocorrência do primeiro caso, no período máximo de até 4 semanas do último caso. Serão vacinadas as crianças na faixa etária de 9 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias de idade, suscetíveis a doença. Instruções adicionais: - Identificar o número de crianças entre 9 meses e 5 anos de idade que não tiveram varicela e que freqüentam a instituição nas últimas 4 semanas, a partir da identificação dos casos, independente do número de horas que a criança permaneça na instituição. - Identificar o número de pessoas imunocomprometidas e as gestantes suscetíveis que tiveram contato com os casos. Anotar o peso para cálculo da dosagem da imunoglobulina específica. - Identificar o número de funcionários da instituição que não tiveram varicela e tiveram contato com os casos. - Monitorar o aparecimento de casos novos - Recomenda-se não aceitar matrículas de crianças suscetíveis até que tenham decorrido 21 dias do último caso. Na impossibilidade, vacinar a criança antes da admissão. - Após 21 dias sem novos casos, considera-se surto controlado. - As crianças com varicela deverão ficar no seu domicílio por sete dias ou até que todas as lesões tenham evoluído para crosta. - As doses aplicadas devem ser anotadas na carteira de vacinação e contar no API.

Nota Técnica Varicela 2012

Nota Técnica Varicela 2012 Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde Superintendência de Vigilância em Saúde Coordenação

Leia mais

Inclusão de cinco vacinas no calendário do SUS é aprovada pelo Senado 3

Inclusão de cinco vacinas no calendário do SUS é aprovada pelo Senado 3 Publicação Científica do Curso de Bacharelado em Enfermagem do CEUT. Ano 2011(6). Edição 41. Antônia Cristina Batista Lira 1 Cláudia Fernanda De Sousa Oliveira 1 Daniela Batista de Sousa 1 Janiel Ferreira

Leia mais

20 GERÊNCIA DE SAÚDE-20º SDR PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO(PNI)

20 GERÊNCIA DE SAÚDE-20º SDR PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO(PNI) 20 GERÊNCIA DE SAÚDE-20º SDR PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO(PNI) ENF Msc: JANETE ZANDOMENICO. PROGRAMA IMUNIZAÇÃO A vacinação representa um grande avanço da tecnologia médica sendo uma das medidas mais

Leia mais

INDICAÇÃO DE VACINAS ESPECIAIS (CRIE)

INDICAÇÃO DE VACINAS ESPECIAIS (CRIE) SUBPAV/SVS COORDENAÇÃO DO PROGRAMA DE IMUNIZAÇÕES INDICAÇÃO DE VACINAS ESPECIAIS (CRIE) VACINA INATIVADA CONTRA POLIOMIELITE (VIP) Crianças imunocomprometidas (com deficiência imunológica congênita ou

Leia mais

VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DA VARICELA. Condutas Aplicação da Vacina e Imunoglobulina Situação Epidemiológica

VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DA VARICELA. Condutas Aplicação da Vacina e Imunoglobulina Situação Epidemiológica Oficina de Capacitação das Doenças Imunopreveníveis Extremo Sul VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DA VARICELA Condutas Aplicação da Vacina e Imunoglobulina Situação Epidemiológica Enfa. Euma Fraga Marques Colaboração:

Leia mais

RESUMO DAS INDICAÇÕES DE IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS E ESQUEMAS RECOMENDADOS PELO CRIE/MINISTÉRIO DA SAÚDE

RESUMO DAS INDICAÇÕES DE IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS E ESQUEMAS RECOMENDADOS PELO CRIE/MINISTÉRIO DA SAÚDE RESUMO DAS INDICAÇÕES DE IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS E ESQUEMAS RECOMENDADOS PELO CRIE/MINISTÉRIO DA SAÚDE Procedimentos para Avaliação e Indicação de Imunobiológicos Especiais: 1. Avaliar histórico vacinal

Leia mais

Vacina contra Varicela (vírus atenuado)

Vacina contra Varicela (vírus atenuado) I) Identificação do medicamento FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES USO ADULTO E PEDIÁTRICO Pó liófilo injetável + diluente para administração subcutânea. A Vacina contra Varicela é uma preparação liofilizada

Leia mais

Serviço de Pediatria. Varicela

Serviço de Pediatria. Varicela Varicela O que é a Varicela? É uma doença da infância muito frequente, das mais contagiosas, que surge principalmente no Inverno e na Primavera afectando todos os anos em Portugal milhares de crianças.

Leia mais

13 RESUMO DAS INDICAÇÕES DOS CRIES, POR IMUNOBIOLÓGICO

13 RESUMO DAS INDICAÇÕES DOS CRIES, POR IMUNOBIOLÓGICO 13 RESUMO DAS INDICAÇÕES DOS CRIES, POR IMUNOBIOLÓGICO Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS)/MS Manual dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais 2014 1 Vacina inativada poliomielite (VIP)

Leia mais

1. Motivos biológicos como imunodepressão, asplenia, transplante, AIDS;

1. Motivos biológicos como imunodepressão, asplenia, transplante, AIDS; IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS São produtos (vacinas e Imunoglobulinas), destinados aos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais CRIES, objetivando facilitar o acesso de usuários portadores de quadros

Leia mais

PROTOCOLO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DA VARICELA

PROTOCOLO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DA VARICELA SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA SUPERINTENDÊNCIA DEVIGILÂNCIA EM SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA GERÊNCIA TÉCNICA VARICELA PROTOCOLO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DA VARICELA SALVADOR

Leia mais

PROTOCOLO DE VARICELA

PROTOCOLO DE VARICELA 1 PROTOCOLO DE VARICELA Belo Horizonte, 2011 2 VARICELA Uma doença infecciosa não tão benigna A varicela, considerada anos atrás uma doença benigna ou um incômodo que todas as crianças deveriam passar

Leia mais

PLANO DE CONTIGÊNCIA PARA CASOS DE INFECÇÃO PELO VÍRUS VARICELA ZOSTER NAS UNIDADES DE INTERNAMENTO DA MATERNIDADE ESCOLA ASSÍS CHATEAUBRIAND - MEAC

PLANO DE CONTIGÊNCIA PARA CASOS DE INFECÇÃO PELO VÍRUS VARICELA ZOSTER NAS UNIDADES DE INTERNAMENTO DA MATERNIDADE ESCOLA ASSÍS CHATEAUBRIAND - MEAC PLANO DE CONTIGÊNCIA PARA CASOS DE INFECÇÃO PELO VÍRUS VARICELA ZOSTER NAS UNIDADES DE INTERNAMENTO DA MATERNIDADE ESCOLA ASSÍS CHATEAUBRIAND - MEAC 1 - Introdução: O presente Plano de Contingência é um

Leia mais

Vacina contra Varicela (vírus atenuado)

Vacina contra Varicela (vírus atenuado) I) Identificação do medicamento FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES USO ADULTO E PEDIÁTRICO Pó liófilo injetável + diluente para administração subcutânea. A Vacina contra Varicela é uma preparação liofilizada

Leia mais

FICHA DE SOLICITAÇÃO DE IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS CENTRO DE REFERÊNCIA PARA IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS

FICHA DE SOLICITAÇÃO DE IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS CENTRO DE REFERÊNCIA PARA IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE - SUVISA GERÊNCIA DE IMUNIZAÇÕES E REDE DE FRIO GIRF COORDENAÇÃO DE EAPV/CRIE FICHA DE SOLICITAÇÃO DE IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS CENTRO DE REFERÊNCIA PARA IMUNOBIOLÓGICOS

Leia mais

CALENDÁRIOS VACINAIS. Renato de Ávila Kfouri Sociedade Brasileira de Imunizações SBIM

CALENDÁRIOS VACINAIS. Renato de Ávila Kfouri Sociedade Brasileira de Imunizações SBIM CALENDÁRIOS VACINAIS Renato de Ávila Kfouri Sociedade Brasileira de Imunizações SBIM VACINA É PARA A VIDA TODA... Oportunidades para a Vacinação criança adolescente adulto Programa infantil Catch up (repescagem)

Leia mais

Oficina Integrada de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis da Macrorregional Leste Diretoria de Vigilância Epidemiológica DIVEP

Oficina Integrada de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis da Macrorregional Leste Diretoria de Vigilância Epidemiológica DIVEP Oficina Integrada de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis da Macrorregional Leste Diretoria de Vigilância Epidemiológica DIVEP VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DA VARICELA Euma Fraga Marques CEI / COVEDI JUL,

Leia mais

IMUNOBIOLÓGICOS UTILIZADOS NA UNIDADE NEONATAL

IMUNOBIOLÓGICOS UTILIZADOS NA UNIDADE NEONATAL USO DE IMUNOBIOLÓGICOS NA ENFERMAGEM UNIDADE NEONATAL Rotinas Assistenciais da Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro A garantia da imunização por meio das vacinas básicas disponibilizadas

Leia mais

MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS DE SARAMPO

MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS DE SARAMPO MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS DE SARAMPO 25 de março de 2014 Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Conteúdo Contexto atual Objetivos Manifestações clínicas e definições utilizadas Diagnóstico diferencial

Leia mais

CRIE CENTRO DE REFERÊNCIA PARA IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS

CRIE CENTRO DE REFERÊNCIA PARA IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS CRIE CENTRO DE REFERÊNCIA PARA IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS Os Centros de referência de Imunobiológicos Especiais (CRIE) têm como finalidade facilitar o acesso à população, em especial

Leia mais

infectadas. O período de contagiosidade estimado estende-se do quinto dia antes

infectadas. O período de contagiosidade estimado estende-se do quinto dia antes Sarampo Introdução O sarampo é uma doença infecciosa aguda de alta transmissibilidade, causada por um vírus da família Paramixoviridae, gênero Morbillivirus A transmissão ocorre através de secreções e

Leia mais

vacina pneumocócica 23-valente (polissacarídica)

vacina pneumocócica 23-valente (polissacarídica) 1 vacina pneumocócica 23-valente (polissacarídica) Forma farmacêutica e apresentações: Solução injetável. - Cartucho com uma seringa contendo uma dose de 0,5 ml. - Cartucho com um frasco-ampola contendo

Leia mais

UNIMED GOIÂNIA. Centro de Vacinação

UNIMED GOIÂNIA. Centro de Vacinação UNIMED GOIÂNIA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO PROCESSO SELETIVO 2013 PARA PREENCHIMENTO DE VAGAS NOS RECURSOS E SERVIÇOS PRÓPRIOS 20 de outubro de 2012 Centro de Vacinação SÓ ABRA ESTE CADERNO QUANDO AUTORIZADO

Leia mais

vacina varicela (atenuada)

vacina varicela (atenuada) 1 vacina varicela (atenuada) Forma farmacêutica e apresentação: Pó liofilizado injetável. Cartucho contendo um frasco-ampola com 1 dose liofilizada + frasco-ampola com 0,7 ml de diluente. A vacina deve

Leia mais

Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias

Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias Texto elaborado pelos Drs Pérsio Roxo Júnior e Tatiana Lawrence 1. O que é imunodeficiência? 2. Estas alterações do sistema imunológico são hereditárias?

Leia mais

Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais

Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais Eliana Aurora Mogadouro (TIT1) Introdução O Ministério da Saúde do Brasil implantou os Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIE); compostos

Leia mais

DESIRÉE BRAUN CHAVES. OS BENEFÍCIOS DA IMPLEMENTAÇÃO DA VACINA DA VARICELA NO DF: uma abordagem do enfermeiro epidemiologista

DESIRÉE BRAUN CHAVES. OS BENEFÍCIOS DA IMPLEMENTAÇÃO DA VACINA DA VARICELA NO DF: uma abordagem do enfermeiro epidemiologista CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA-UniCEUB FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE - FACS CURSO: ENFERMAGEM DESIRÉE BRAUN CHAVES OS BENEFÍCIOS DA IMPLEMENTAÇÃO DA VACINA DA VARICELA NO DF: uma abordagem do enfermeiro

Leia mais

Nota Técnica de Caxumba

Nota Técnica de Caxumba Nota Técnica de Caxumba Isabella Ballalai Membro do comitê de Saúde Escolar da SOPERJ e presidente da SBIm Tânia Cristina de M. Barros Petraglia Presidente do comitê de Infectologia da SOPERJ e vice presidente

Leia mais

Introdução. A varicela é causada pelo vírus da varicela-zóster (VVZ). A doença acomete

Introdução. A varicela é causada pelo vírus da varicela-zóster (VVZ). A doença acomete 1 1 INTRODUÇÃO A varicela é causada pelo vírus da varicela-zóster (VVZ) A doença acomete apenas humanos e alguns primatas superiores A infecção primária resulta no surgimento de lesões exantemáticas pápulo-vesiculares,

Leia mais

INDICAÇÕES PARA USO DOS IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS NOS CENTRO DE REFERÊNCIA CRIE

INDICAÇÕES PARA USO DOS IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS NOS CENTRO DE REFERÊNCIA CRIE INDICAÇÕES PARA USO DOS IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS NOS CENTRO DE REFERÊNCIA CRIE Indicação: para indivíduos suscetíveis: Imunoglobulina humana anti-hepatite B (IGHAHB) - prevenção da infecção perinatal

Leia mais

VACINAS ANTIPNEUMOCÓCICAS CONJUGADAS

VACINAS ANTIPNEUMOCÓCICAS CONJUGADAS VACINAS ANTIPNEUMOCÓCICAS CONJUGADAS As vacinas conjugadas são aquelas nas quais os antígenos bacterianos são ligados a carreadores protéicos, facilitando o processamento pelos linfócitos T, gerando então,

Leia mais

recomendações Atualização de Condutas em Pediatria

recomendações Atualização de Condutas em Pediatria Atualização de Condutas em Pediatria nº 35 Departamentos Científicos da SPSP, gestão 2007-2009. Departamento de Pneumologia Infecção respiratória por vírus emergentes Calendário de vacinação 2007 Sociedade

Leia mais

Actualizado em 28-09-2009* Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações

Actualizado em 28-09-2009* Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações 1. Introdução A evolução da epidemia causada pelo vírus da gripe pandémica (H1N1) 2009 implica que as medidas sejam adaptadas

Leia mais

Professora do curso de extensão em vacinas da UFRJ. Professor Adjunto de Infectologia Pediátrica da UFRJ,

Professora do curso de extensão em vacinas da UFRJ. Professor Adjunto de Infectologia Pediátrica da UFRJ, VACINAÇÃO DE GESTANTES Isabella Ballalai (MD) Diretora Médica da VACCINI - Clínica de Vacinação Professora do curso de extensão em vacinas da UFRJ Edimilson Migowski (MD, PhD, MSc) Professor Adjunto de

Leia mais

Rede Pública ou Particular?

Rede Pública ou Particular? Vacinar seu filho na feito com carinho para você ganhar tempo! Rede Pública ou Particular? guia rápido das vacinas e principais diferenças Um guia de utilidade pública com as fichas de 10 vacinas para

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA REFERENTE AO CALENDÁRIO NACIONAL DE VACINAÇÃO POVOS INDÍGENAS

INSTRUÇÃO NORMATIVA REFERENTE AO CALENDÁRIO NACIONAL DE VACINAÇÃO POVOS INDÍGENAS INSTRUÇÃO NORMATIVA REFERENTE AO CALENDÁRIO NACIONAL DE VACINAÇÃO POVOS INDÍGENAS O presente instrumento estabelece as normatizações técnicas do Programa Nacional de Imunizações referentes ao Calendário

Leia mais

Informe Técnico - SARAMPO nº2 /2010 Atualização da Situação Epidemiológica

Informe Técnico - SARAMPO nº2 /2010 Atualização da Situação Epidemiológica 1 SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PROF. ALEXANDRE VRANJAC Av. Dr. Arnaldo, 351-6º andar SP/SP CEP: 01246-000 Fone: (11)3082-0957 Fax:

Leia mais

A vacina rotavirus foi lançada no Brasil exclusivamente na rede privada, aplicada em 3 doses

A vacina rotavirus foi lançada no Brasil exclusivamente na rede privada, aplicada em 3 doses rotavírus A vacina rotavirus foi lançada no Brasil exclusivamente na rede privada, aplicada em 3 doses Existem 02 vacinas contra o Rotavírus no Brasil 1. O que é rotavírus? O rotavírus é um vírus da família

Leia mais

TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1

TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1 TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1 A Dengue A dengue é uma doença infecciosa de origem viral, febril, aguda, que apesar de não ter medicamento específico exige

Leia mais

Vacina combinada contra sarampo, caxumba e rubéola (vírus vivo)

Vacina combinada contra sarampo, caxumba e rubéola (vírus vivo) Vacina combinada contra sarampo, caxumba e rubéola (vírus vivo) I) Identificação do medicamento FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES USO ADULTO E PEDIÁTRICO Vacina liofilizada para reconstituição com o

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROCESSO. Titulo: Imunização Revisão: 01 Data: POP 01. Técnico de. Organizar a Sala de Vacinas. Diariamente UAPS

GERENCIAMENTO DE PROCESSO. Titulo: Imunização Revisão: 01 Data: POP 01. Técnico de. Organizar a Sala de Vacinas. Diariamente UAPS GERENCIAMENTO DE PROCESSO Pagina:01 Titulo: Imunização Revisão: 01 Data: O QUE Organizar a Sala de Vacinas RESULTADO DO PROCESSO Melhoria na qualidade de execução de Executar imunização Imunização na Diariamente

Leia mais

vacina hepatite A (inativada)

vacina hepatite A (inativada) vacina hepatite A (inativada) Forma farmacêutica e apresentações: Suspensão injetável. Cartucho contendo uma seringa de uma dose de 0,5 ml. Cartucho contendo 5 seringas de uma dose de 0,5 ml. Cartucho

Leia mais

M F. Nome da vacina Dosagem Instituição/Nome do médico/data da administração Nome da vacina. Instituição: Nome do médico:

M F. Nome da vacina Dosagem Instituição/Nome do médico/data da administração Nome da vacina. Instituição: Nome do médico: Questionário de avaliação para vacinação de [ Endereço Nome da criança Nome do pai/mãe/responsável M F ポルトガル 語 版 Formulário 2 ] (bebês/crianças em idade escolar) Temperatura corporal antes da entrevista

Leia mais

SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA- CALENDÁRIO VACINAL 2013

SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA- CALENDÁRIO VACINAL 2013 SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA- CALENDÁRIO VACINAL 2013 IDADE Ao 2m 3m 4m 5m 6m 7m 12m 15m 18m 4 a 6 11 14 a 16 Nascer anos anos anos BCG ID 1 Hepatite B 2 DTP / DTPa 3 dt/dtpa 4 Hib 5 VIP / VOP 6 Pneumo

Leia mais

CÓLERA/ DIARRÉIA DO VIAJANTE

CÓLERA/ DIARRÉIA DO VIAJANTE ANTITETÂNICA Indicada para prevenção do tétano. Utilizada para imunização de adultos e idosos, inclusive gestantes (após a 12ª semana). Contraindicação: Não há, exceto àquelas comuns a todas as vacinas:

Leia mais

VACINAÇÃO DE GESTANTES

VACINAÇÃO DE GESTANTES VACINAÇÃO DE GESTANTES Renato de Ávila Kfouri INTRODUÇÃO A vacinação de grávidas muitas vezes pressupõe oportunidades perdidas de vacinação da mulher, antes da concepção. Doenças imunopreveníveis deveriam

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE OS CASOS DE SÍNDROME GRIPAL E SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE COM ÊNFASE EM INFLUENZA

ORIENTAÇÕES SOBRE OS CASOS DE SÍNDROME GRIPAL E SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE COM ÊNFASE EM INFLUENZA SECRETARIA DO ESTADO DE SAÚDE DE MINAS GERAIS ORIENTAÇÕES SOBRE OS CASOS DE SÍNDROME GRIPAL E SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE COM ÊNFASE EM INFLUENZA ORIENTAÇÕES FRENTE AOS CASOS DE SÍNDROME GRIPAL E

Leia mais

vacina tétano Forma farmacêutica e apresentação: Suspensão injetável. - Cartucho contendo uma seringa de dose única.

vacina tétano Forma farmacêutica e apresentação: Suspensão injetável. - Cartucho contendo uma seringa de dose única. 1 vacina tétano Forma farmacêutica e apresentação: Suspensão injetável. - Cartucho contendo uma seringa de dose única. A vacina tétano deve ser administrada por via intramuscular. Não utilize a vacina

Leia mais

VACINA CONTRA SARAMPO, CAXUMBA E RUBÉOLA (VÍRUS ATENUADOS)

VACINA CONTRA SARAMPO, CAXUMBA E RUBÉOLA (VÍRUS ATENUADOS) 1 MODELO DE BULA VACINA CONTRA SARAMPO, CAXUMBA E RUBÉOLA (VÍRUS ATENUADOS) Forma farmacêutica e apresentações: Pó liofilizado injetável. Apresentações: - Cartucho contendo um frasco de uma dose e uma

Leia mais

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERÊNCIA DE IMUNIZAÇÕES E REDE FRIO GOIÁS EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO CAMPANHA DE MULTIVACINAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DA VACINA INATIVADA POLIOMIELITE

Leia mais

Política de Vacinação

Política de Vacinação Rol de s cobertas por esta Política Catapora ou Varicela contra Varicela Biken Crianças de 1 a 12 anos: esquema vacinal em dose única. Pacientes imunocomprometidos: portadores de leucemia linfóide aguda

Leia mais

IMPORTANTE. Os imunobiológicos devem ser mantidos no REFRIGERADOR com temperatura entre -2 e +8 C.

IMPORTANTE. Os imunobiológicos devem ser mantidos no REFRIGERADOR com temperatura entre -2 e +8 C. Administração de Imunobiológicos IMPORTANTE Os imunobiológicos devem ser mantidos no REFRIGERADOR com temperatura entre -2 e +8 C. Contra indicações gerais: Imunodeficiência congênita ou adquirida Neoplasias

Leia mais

Vacina Pentavalente. Nomenclatura. Proteção. Forma Farmacêutica Apresentação

Vacina Pentavalente. Nomenclatura. Proteção. Forma Farmacêutica Apresentação Vacina Pentavalente Nomenclatura Proteção Forma Farmacêutica Apresentação Lab. Produtor Composição Indicação Precauções Contra Indicações - Vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis, hepatite B (recombinante)

Leia mais

Boletim Epidemiológico

Boletim Epidemiológico Página 1 / 8 1. Situação Epidemiológica do Sarampo Diferentes regiões do mundo estão definindo metas para a eliminação do sarampo e da rubéola até o ano de 2015. No entanto, surtos recentes de sarampo

Leia mais

Preparatório para Concurso do IPASGO

Preparatório para Concurso do IPASGO w w w. i n s t i t u t o c o n s c i e n c i a g o. c o m. b r Preparatório para Concurso do IPASGO Aula: Programa Nacional de Imunização Profª MSc. Marise Ramos de Souza Parte 02 de 03 CALENDÁRIOS BÁSICOS

Leia mais

Instrumento Administrativo Política Institucional Nº 02.03 Política de Vacinação

Instrumento Administrativo Política Institucional Nº 02.03 Política de Vacinação Rev: 03 Data: 19/07/2010 Página 1 de 5 Anexo I - Rol de Vacinas cobertas por esta Política Vacina Nome da Droga Pré-requisitos para cobertura Documentação necessária Observação Crianças de 1 a 12 anos:

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 007/2014/DIVE/SUV/SES (Atualizado em 12 de junho de 2014)

NOTA TÉCNICA Nº 007/2014/DIVE/SUV/SES (Atualizado em 12 de junho de 2014) ESTADO DE SANTA CATARINA SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA NOTA TÉCNICA Nº 007/2014/DIVE/SUV/SES (Atualizado

Leia mais

vacina influenza trivalente (fragmentada e inativada) A vacina influenza trivalente (fragmentada e inativada) deve ser administrada por VIA

vacina influenza trivalente (fragmentada e inativada) A vacina influenza trivalente (fragmentada e inativada) deve ser administrada por VIA MODELO DE BULA Página 1 de 7 vacina influenza trivalente (fragmentada e inativada) CEPAS 2014 - Hemisfério Sul FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES Suspensão injetável. - Cartucho contendo uma seringa com

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E DEFESA CIVIL SUBSECRETARIA DE PROMOÇÃO, ATENÇÃO BÁSICA E VIVILÂNCIA COORDENADORIA DE SAÚDE DA AP 5.

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E DEFESA CIVIL SUBSECRETARIA DE PROMOÇÃO, ATENÇÃO BÁSICA E VIVILÂNCIA COORDENADORIA DE SAÚDE DA AP 5. SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E DEFESA CIVIL SUBSECRETARIA DE PROMOÇÃO, ATENÇÃO BÁSICA E VIVILÂNCIA COORDENADORIA DE SAÚDE DA AP 5.2 DIVISÃO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DIVISÃO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE BETI BRISSE

Leia mais

PROGRAMA DE IMUNIZAÇÃO. Prof. Enf. Hygor Elias

PROGRAMA DE IMUNIZAÇÃO. Prof. Enf. Hygor Elias PROGRAMA DE IMUNIZAÇÃO Prof. Enf. Hygor Elias PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO - PNI 1973 erradicação da varíola no Brasil e instituição do PNI 1975 instituído o Serviço Nacional de Vigilância Epidemiológica

Leia mais

Imunização ativa x passiva

Imunização ativa x passiva A IMUNIZAÇÃO É DEFINIDA COMO A AQUISIÇÃO DE PROTEÇÃO IMUNOLÓGICA CONTRA UMA DOENÇA INFECCIOSA. Imunização ativa x passiva A imunização ativa ocorre quando o próprio sistema imune da criança, ao entrar

Leia mais

Vanguard HTLP 5/CV-L Vacina contra Cinomose, Adenovírus Tipo 2, Coronavírus, Parainfluenza, Parvovirose e Leptospirose Canina

Vanguard HTLP 5/CV-L Vacina contra Cinomose, Adenovírus Tipo 2, Coronavírus, Parainfluenza, Parvovirose e Leptospirose Canina Uso Veterinário Usar exclusivamente em cães Indicações: É indicado para vacinação de cães de 6 semanas de idade ou mais velhos como prevenção da cinomose canina, da hepatite infecciosa canina (causada

Leia mais

do Acidente Vascular Cerebral

do Acidente Vascular Cerebral Tratamento Vacina Contra da Fase a Rubéola Aguda do Acidente Vascular Cerebral Academia Sociedade Brasileira de de Neurologia Pediatria Elaboração Final: 24 19 de Julho de 2001 2002 Autoria: Gagliardi

Leia mais

APRESENTAÇÃO Pó liofilizado para solução injetável intravenosa em frasco-ampola de uso único. Embalagem com 1 frascoampola

APRESENTAÇÃO Pó liofilizado para solução injetável intravenosa em frasco-ampola de uso único. Embalagem com 1 frascoampola MODELO DE BULA DO PACIENTE IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO DACOGEN decitabina APRESENTAÇÃO Pó liofilizado para solução injetável intravenosa em frasco-ampola de uso único. Embalagem com 1 frascoampola com

Leia mais

Centro de Prevenção e Controle de Doenças CCD Núcleo Municipal de Controle de Infecção Hospitalar - NMCIH

Centro de Prevenção e Controle de Doenças CCD Núcleo Municipal de Controle de Infecção Hospitalar - NMCIH Centro de Prevenção e Controle de Doenças CCD ALERTA EPIDEMIOLÓGICO I Influenza Suína ABRIL 2009 Definição de caso 1-Caso suspeito de infecção humana pelo vírus da influenza suína A (H1N1). Apresentar

Leia mais

Calendário de Vacinação do Prematuro e da Criança

Calendário de Vacinação do Prematuro e da Criança Calendário de Vacinação do Prematuro e da Criança Central de Atendimento: (61) 3329-8000 Calendário de Vacinação do Prematuro Vacinas BCG ID (intradérmica) Hepatite B (HBV) Pneumocócica conjugada Recomendações

Leia mais

Publicação Científica do Curso de Bacharelado em Enfermagem do CEUT. Ano 2009. Edição 15

Publicação Científica do Curso de Bacharelado em Enfermagem do CEUT. Ano 2009. Edição 15 Publicação Científica do Curso de Bacharelado em Enfermagem do CEUT. Ano 2009. Edição 15 Ariane Guerra Fernandes 1 Layanne Kelly Lima de Carvalho Rego 1 Liessia Thays de Araújo 1 Selonia Patrícia Oliveira

Leia mais

Vigilância Epidemiológica das Hepatites Virais Programa Estadual para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais/RS

Vigilância Epidemiológica das Hepatites Virais Programa Estadual para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais/RS Vigilância Epidemiológica das Hepatites Virais Programa Estadual para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais/RS Lucia Mardini DVAS Hepatites Virais Hepatite: inflamação do fígado. As hepatites podem

Leia mais

RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS DA VACINA CONTRA FEBRE AMARELA

RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS DA VACINA CONTRA FEBRE AMARELA RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS DA VACINA CONTRA FEBRE AMARELA SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE SUPERITENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERÊNCIA DE IMUNIZAÇÃO E REDE FRIO ESQUEMA VACINAL NOTA INFORMATIVA Nº143/CGPNI/DEVIT/SVS/MS/18/122014

Leia mais

Nota Técnica Sarampo

Nota Técnica Sarampo Página 1 / 7 1) FLUXO DE ATENDIMENTO DOS CASOS SUSPEITOS NA REDE Considerando que a grande maioria de casos de sarampo evoluirá sem complicação e com resolução espontânea, a atenção primária deverá ser

Leia mais

QUESTÕES SOBRE O MÓDULO PNI

QUESTÕES SOBRE O MÓDULO PNI QUESTÕES SOBRE O MÓDULO PNI 1 - (Concurso CFO/CQ 2003) A criança C.M.B. tem dois meses e foi encaminhada à unidade de saúde para ser vacinada. Já tomou BCG, a primeira e a segunda dose da vacina contra

Leia mais

Vacina Contra - Varicela-Zoster

Vacina Contra - Varicela-Zoster Vacina Contra - Varicela-Zoster Autoria: Sociedade Brasileira de Pediatria Elaboração Final: 3 de julho de 2002 Participante: Aranda CMSS O Projeto Diretrizes, iniciativa conjunta da Associação Médica

Leia mais

vacina meningocócica AC

vacina meningocócica AC vacina meningocócica AC Forma farmacêutica e apresentação Pó liofilizado injetável. - Cartucho contendo 1 frasco-ampola de uma dose e uma seringa com 0,5 ml de diluente. A vacina meningocócica AC deve

Leia mais

Estes artigos estão publicados no sítio do Consultório de Pediatria do Dr. Paulo Coutinho. http://www.paulocoutinhopediatra.pt

Estes artigos estão publicados no sítio do Consultório de Pediatria do Dr. Paulo Coutinho. http://www.paulocoutinhopediatra.pt Estes artigos estão publicados no sítio do Consultório de Pediatria do Dr. Paulo Coutinho. Pág. 01 A varicela é a infecção que resulta do contacto pela primeira vez de um ser humano susceptível com o vírus

Leia mais

II INFORME MUNICIPAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE 2º TRIMESTRE DE 2013

II INFORME MUNICIPAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE 2º TRIMESTRE DE 2013 1 INDICADORES MUNICIPAIS DE SAÚDE II INFORME MUNICIPAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE 2º TRIMESTRE DE 2013 Ago/2013 2 INTRODUÇÃO A Vigilância em Saúde tem como objetivo a análise permanente da situação de saúde

Leia mais

2. ETIOLOGIA CITOMEGALOVIRUS

2. ETIOLOGIA CITOMEGALOVIRUS 3 1. INTRODUÇÃO Este trabalho tem como objetivo abordar as manifestações clínicas do citomegalovírus, assim como seu tratamento, transmissão e seu contato direto com as gestantes. O citomegalovírus (CMV)

Leia mais

CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DA CRIANÇA

CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DA CRIANÇA CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DA CRIANÇA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE CENTRO DE EPIDEMIOLÓGICA DO PARANÁ PROGRAMA ESTADUAL DE IMUNIZAÇÃO TODO DIA É DIA

Leia mais

TROMBOCITOPENIA NA GRAVIDEZ

TROMBOCITOPENIA NA GRAVIDEZ TROMBOCITOPENIA NA GRAVIDEZ Ricardo Oliveira Santiago Francisco Herlânio Costa Carvalho INTRODUÇÃO: - Trombocitopenia pode resultar de uma variedade de condições fisiológicas e patológicas na gravidez.

Leia mais

INFORME TÉCNICO FEBRE MACULOSA BRASILEIRA

INFORME TÉCNICO FEBRE MACULOSA BRASILEIRA SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA E AMBIENTAL COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DIVISÃO DE TRANSMISSÍVEIS E IMUNOPREVINÍVEIS GERENCIA DE DOENÇAS

Leia mais

vacina sarampo, caxumba e rubéola (atenuada)

vacina sarampo, caxumba e rubéola (atenuada) 1 vacina sarampo, caxumba e rubéola (atenuada) Forma farmacêutica e apresentações: Pó liofilizado injetável. - Cartucho contendo 1 frasco de uma dose e uma seringa com 0,5 ml de diluente. - Cartucho contendo

Leia mais

Gripe Proteja-se! Faça Chuva ou faça Sol, vacine-se a partir de Outubro e até ao final do Inverno. Consulte o seu médico

Gripe Proteja-se! Faça Chuva ou faça Sol, vacine-se a partir de Outubro e até ao final do Inverno. Consulte o seu médico Gripe Proteja-se! Faça Chuva ou faça Sol, vacine-se a partir de Outubro e até ao final do Inverno. Consulte o seu médico Gripe Perguntas Frequentes Perguntas frequentes sobre a gripe sazonal O que é a

Leia mais

Herpesvírus linfotrópicos: CMV e EBV. Prof. Dr. Eurico Arruda Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP

Herpesvírus linfotrópicos: CMV e EBV. Prof. Dr. Eurico Arruda Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP Herpesvírus linfotrópicos: CMV e EBV Prof. Dr. Eurico Arruda Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP Citomegalovirus Icosaédrico, 150-200 nm de diâmetro, 162 capsômeros hexagonais, envelopado, com

Leia mais

DOENÇAS OU AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA IMEDIATA

DOENÇAS OU AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA IMEDIATA DOENÇAS OU AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA IMEDIATA NÚCLEO HOSPITALAR DE EPIDEMIOLOGIA HNSC/HCC A Portaria do Ministério da Saúde Nº 1.271, de 06 de Junho de 2014 atualizou a Portaria Nº 104, de 25

Leia mais

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae.

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae. A Equipe Multiprofissional de Saúde Ocupacional da UDESC lembra: Dia 01 de dezembro é dia mundial de prevenção à Aids! Este material foi desenvolvido por alunos do Departamento de Enfermagem da Universidade

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA Acompanhamento das gestantes vacinadas inadvertidamente (GVI) com a vacina dupla viral (sarampo e rubéola)

Leia mais

Zovirax. aciclovir. Formas farmacêuticas, vias de administração e apresentações comercializadas

Zovirax. aciclovir. Formas farmacêuticas, vias de administração e apresentações comercializadas Creme aciclovir I) Identificação do medicamento Formas farmacêuticas, vias de administração e apresentações comercializadas Creme é apresentado em bisnagas contendo 10 g, para uso tópico. Composição Cada

Leia mais

vacina hepatite B (recombinante)

vacina hepatite B (recombinante) vacina hepatite B (recombinante) FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES Suspensão injetável - Cartucho contendo 1 frasco-ampola com 1 dose de 0,5mL; - Cartucho contendo 20 frascos-ampola com 1 dose de 0,5mL;

Leia mais

PORTARIA Nº 1.946, DE 19 DE JULHO DE 2010

PORTARIA Nº 1.946, DE 19 DE JULHO DE 2010 MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 1.946, DE 19 DE JULHO DE 2010 Institui, em todo o território nacional, o Calendário de vacinação para os Povos Indígenas. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE,

Leia mais

Adultos e idosos também precisam se vacinar

Adultos e idosos também precisam se vacinar ANO VII N.º 10 Abril 2013 Canal de Comunicação da Sistel para os Usuários de Saúde Adultos e idosos também precisam se vacinar Na hora de cuidar da própria saúde, muitos adultos e idosos não dão importância

Leia mais

VACINE-SE A PARTIR DE 1 DE OUTUBRO CONSULTE O SEU MÉDICO

VACINE-SE A PARTIR DE 1 DE OUTUBRO CONSULTE O SEU MÉDICO VACINE-SE A PARTIR DE 1 DE OUTUBRO CONSULTE O SEU MÉDICO Perguntas frequentes sobre a gripe sazonal O que é a gripe? É uma doença infecciosa aguda das vias respiratórias, causada pelo vírus da gripe. Em

Leia mais

Vacinas contra o pneumococo

Vacinas contra o pneumococo .... Simpósio Nacional de Doença Pneumocócica e Influenza São Paulo, 20 e 21 de Setembro de Vacinas contra o pneumococo Lúcia Helena de Oliveira Assessora Regional para Novas Vacinas Unidade de Imunizações

Leia mais

Vacina pneumocócica, polivalente, MSD. A Vacina pneumocócica, polivalente, MSD é apresentada em frascos de dose única (0,5 ml).

Vacina pneumocócica, polivalente, MSD. A Vacina pneumocócica, polivalente, MSD é apresentada em frascos de dose única (0,5 ml). FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Vacina pneumocócica, polivalente, MSD A Vacina pneumocócica, polivalente, MSD é apresentada em frascos de dose única (0,5 ml). USO PEDIÁTRICO E ADULTO COMPOSIÇÃO Cada

Leia mais

Importância do tema. Diagnóstico diferencial das Doenças exantemáticas. Tipos básicos de exantema. Considerações sobre o diagnóstico

Importância do tema. Diagnóstico diferencial das Doenças exantemáticas. Tipos básicos de exantema. Considerações sobre o diagnóstico Importância do tema Efeitos sobre o paciente Diagnóstico diferencial das Doenças exantemáticas Prof. Marco Antonio Efeitos sobre os contatos Efeitos sobre a comunidade Mudança recente de padrões Considerações

Leia mais

Pernambuco (62), Santa Catarina (01) e Paraíba (02). O genótipo D8 foi identificado em 50 amostras e o D4 em uma amostra.

Pernambuco (62), Santa Catarina (01) e Paraíba (02). O genótipo D8 foi identificado em 50 amostras e o D4 em uma amostra. ESTADO DA PARAÍBA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE GERÊNCIA EXECUTIVA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE Informe Epidemiológico Sarampo - Setembro/2013 O sarampo é uma doença altamente transmissível e que pode evoluir

Leia mais

VACINA CONTRA HEPATITE A (VÍRUS INATIVADOS) USO PEDIÁTRICO

VACINA CONTRA HEPATITE A (VÍRUS INATIVADOS) USO PEDIÁTRICO VACINA CONTRA HEPATITE A (VÍRUS INATIVADOS) USO PEDIÁTRICO FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES Suspensão injetável. - Cartucho contendo uma seringa de uma dose de 0,5 ml; - Cartucho contendo 10 seringas

Leia mais

Sarampo. Rubéola (sarampo alemão)

Sarampo. Rubéola (sarampo alemão) DOENÇAS EXANTEMÁTICAS Sarampo Paramyxovirus Período de incubação: 10-14d. Período de transmissão: desde o prodromo até o fim dos sintomas Febre, tosse coriza, conjuntivite piora em 1 semana 40ºC, fotofobia,

Leia mais

ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica, Setembro 2014:

ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica, Setembro 2014: ALERTA SARAMPO Atualização da Situação Epidemiológica, Setembro 2014: O Estado de São Paulo reforça a recomendação para que todos os GVE mantenham os municípios de sua área de abrangência em TOTAL ALERTA

Leia mais

Rubéola. A doença. O vírus

Rubéola. A doença. O vírus A doença A rubéola é uma doença exantemática aguda, de etiologia viral, altamente contagiosa, acometendo principalmente crianças. Seu curso é benigno e a maioria das infecções ocorre de forma subclínica.

Leia mais

HIV/AIDS Pediatria Sessão Clínica do Internato Revisão Teórica. Orientadora: Dra Lícia Moreira Acadêmico: Pedro Castro (6 Ano)

HIV/AIDS Pediatria Sessão Clínica do Internato Revisão Teórica. Orientadora: Dra Lícia Moreira Acadêmico: Pedro Castro (6 Ano) HIV/AIDS Pediatria Sessão Clínica do Internato Revisão Teórica Orientadora: Dra Lícia Moreira Acadêmico: Pedro Castro (6 Ano) AIDS Conceito Doença que manifesta-se por infecções comuns de repetição, infecções

Leia mais