PERSPECTIVAS DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM UM ESTABELECIMENTO COMERCIAL NA CIDADE DE ALAGOINHAS (BA) - UM ESTUDO DE CASO.

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1 PERSPECTIVAS DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM UM ESTABELECIMENTO COMERCIAL NA CIDADE DE ALAGOINHAS (BA) - UM ESTUDO DE CASO. LEIDIANE BASTOS SENNA (FSSS ) Luana Nascimento Freitas Sodre (FSSS ) DANIELE CARVALHO VASCONCELOS (FSSS ) Joaquim de Souza Matos Neto (FSSS ) Francisco Ramon Alves do Nascimento (FSSS ) O presente trabalho tem como objetivo de avaliar a eficiência energética em um estabelecimento comercial na cidade de Alagoinhas- BA. A metodologia de diagnóstico energético que compreende as etapas de avaliação da situação atual de consumo de energia, identificação dos principais problemas e indicação de soluções. Com a implantação das soluções propostas, a empresa terá uma redução de 22,5% (668,14kWh) do consumo total de energia elétrica. Quanto a conta de energia elétrica, a redução seria R$397,33 mensal. Assim é essencial adotar medidas que possamos tornar o consumo mais eficiente, trazendo benefícios pessoais, coma redução do custo com a energia além de proteger e manter os recursos naturais. Palavras-chaves: Eficiência energética; sustentabilidade; energia elétrica.

2 1. Introdução Devido à preocupação com o crescimento econômico, os impactos ambientais causados pela geração da energia elétrica, o impacto social decorrente do aumento da tarifa, a eficiência energética tornou-se uma importante ferramenta para o planejamento energético do Brasil. O uso da energia elétrica de forma eficiente ajuda na preservação do meio ambiente e na poupança de investimento no setor elétrico pelo lado da geração e transmissão de energia (HERRIQUE; RODRIGUES; SOUZA, 2006). Segundo Tolmasquim (2012), os ganhos de eficiência elétrica até 2020 possibilitarão ao país economizar o equivalente a uma usina hidrelétrica com capacidade em torno de 7 GW, o que significa aproximadamente a potência instalada das hidrelétricas do Rio Madeira (Jirau e Santo Antônio). Ou seja, estima-se que será evitada a geração de 34TWh, equivalente a cerca de 4,4% da demanda final de eletricidade em Os impactos ambientais provocados pelo aumento do consumo de energia elétrica normalmente acontece no processo produtivo em ambientes diferentes, e distantes, do destino final da energia produzida. Segundo Costa (2012), 15% de cada 100 kw de energia elétrica produzidos no Brasil são perdidos entre a geração e o consumo. O consumo de energia elétrica no Brasil cresce cerca de 5% ao ano, o que está acima da taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (COSTA, 2012).Em 2011, o Brasil consumiu GWh (EPE, 2012).A Região Nordeste foi a segunda maior região consumidora de energia, com um consumo de 12,6% da energia produzida no país. Entre os estados nordestinos, a Bahia foi o estado com maior consumo de energia, representando 35% ( GWh)do total, sendo os setores industrial (44,5%) e residencial (25,6%) os maiores consumidores. Em relação ao setor comercial no Brasil, em 2011, foi o terceiro maior em termos de consumo, com GWh (EPE, 2012). O estudo Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2020), desenvolvido pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), aponta que, em 2015 e 2020, o consumo de eletricidade no setor comercial será e GWh 2

3 respectivamente. Na Bahia, o setor comercial também foi o terceiro em termos de consumo de energia elétrica, GWh, o que representou 13,8% do total. Assim, o objetivo deste trabalho é avaliar a eficiência energética de estabelecimento comercial na cidade de Alagoinhas-BA. Os objetivos específicos foram realizar um diagnóstico energético,identificar os principais problemas quanto ao consumo de energia elétrica, identificar as oportunidades de eficiência energética e avaliar o potencial de redução da conta de energia elétrica do estabelecimento. 2. Eficiência energética em estabelecimentos comerciais Os estabelecimentos do setor comercial são shoppings centers, comércios varejistas, incluindo bares e restaurantes, comércio atacadista, hotéis e instalações de lazer e turismo, estabelecimentos financeiros, escritórios, estabelecimentos de serviços médicos, de ensino e etc. De acordo com EPE (2010), da mesma forma que no setor residencial, a avaliação da eficiência energética no setor comercial e de serviços, requer ampla pesquisa sobre posse e uso de equipamentos. Em estabelecimentos comerciais, principalmente no ramo de eletrodomésticos e eletroeletrônicos, apesar da iluminação artificial permanecer ligada constantemente, os equipamentos, que tem potências maiores, são as maiores causas do consumo de energia elétrica. Isso porque os mesmos permanecem ligados durante todo o expediente, servindo de demonstração para os clientes. A iluminação eficiente de um ambiente deve ser baseada, dentre outros requisitos, no desempenho visual requerido para a realização de uma determinada tarefa. No Brasil, os níveis de iluminância recomendados para cada tipo de tarefa estão expostos na NBR 5413:1992. A eficiência dos sistemas de iluminação artificial dos ambientes depende, basicamente, das características técnicas, da eficiência e do rendimento dos conjuntos de elementos, dentre os quais se destacam as lâmpadas, luminárias, reatores, utilização da luz natural, cores das superfícies internas e necessidades de iluminação do ambiente. Dentre os métodos de cálculo de iluminação de ambientes internos, o método dos lumens é o mais comumente usado. 3

4 Em relação aos equipamentos, a promoção de eficiência energética está relacionada primeiramente com a eficiência do equipamento, em alguns casos, indicada com o selo PROCEL, tempo de uso e forma de utilização, ou seja, procedimentos operacionais. 3. Estudo de caso: Estabelecimento comercial na cidade de Alagoinhas-BA A rede de lojas em estudo, fundada em 1982, tem 60 estabelecimentos no mercado varejista da Bahia. A loja situada em Alagoinhas tem como principal segmento a comercialização de aparelhos eletrodomésticos e eletrônicos, e móveis. O estabelecimento possui dois pisos (Figura 1), sendo piso inferior e piso superior. Na frente da loja, piso inferior, estão à venda os aparelhos eletrodomésticos e eletrônicos. No mesmo piso existem também uma copa e dois banheiros, para funcionários e clientes.vale ressaltar que, devido ao piso inferior ter diferentes pé direito foi adotado a nomenclatura de parte 1 para a área com 7,45m e parte 2 para a área com 2,80m. No piso superior estão o setor de móveis, setor administrativo e dois depósitos, D1 e D2. Figura 1 Layout do estabelecimento comercial. 4

5 O presente trabalho foi realizado de acordo com a metodologia de diagnóstico energético elaborada pelo MME(2012). As etapas, sequencialmente, podem ser resumidas em avaliação da situação atual de consumo de energia, identificação dos principais problemas e indicação de soluções. Para avaliar a situação atual do consumo de energia elétrica, inicialmente, foi realizada uma entrevista semi-estruturada com o gerente da loja para obter os aspectos energéticos do estabelecimento, como histórico da conta de energia, problemas já identificados pela gestão e procedimentos operacionais. Em seguida, foi realizada a identificação e quantificação dos equipamentos e lâmpadas para estimar o consumo de energia elétrica mensal por ambiente. Durante todo o mês de outubro de 2012,visitas foram feitas no estabelecimento para coleta de dados.quanto aos equipamentos, o consumo foi calculado a partir do tempo de funcionamento, estimado com base nas entrevistas com os funcionários, e a potência indicada em cada equipamento. 5

6 Quanto a iluminação, foram feitos cálculos a partir do Método de Lumens, para análise e comprovação da eficiência do sistema quanto ao padrão de iluminação da NBR 5412:1992para cada tipo de tarefa nos ambientes. Para o cálculo da iluminação e consumo de energia elétrica pelas lâmpadas, o tempo de funcionamento foi considerado como o período total do expediente, de segunda-feira a sextafeira, de 08h às 18h, e aos sábados das 8h às 14h. Além disso, um tempo adicional de 1h de funcionamento, referente ao período utilizado para abertura e fechamento da loja, foi considerado. 4. Resultados 4.1. Situação atual O estudo do histórico da conta de energia, no período de outubro de 2011 a outubro de 2012,apontou que, em média, kwh são consumidos mensalmente no estabelecimento, conforme Figura 2. Isto significa que, adotando a tarifa de 0,5947 R$/kWh, o valor médio da conta de energia elétrica é R$ por mês. Figura 2 Histórico do consumo de eletricidade e valor das contas de energia. A partir da quantificação e funcionamento dos equipamentos e lâmpadas por ambiente, foi estimada a participação de cada ambiente (Tabela 1) na conta de energia. O piso superior, piso inferior parte 1 e o depósito 1 são os ambientes que mais consomem energia, representando 51,0; 26,1 e 11,1%, respectivamente. Tabela 1 Participação dos ambientes na conta de energia 6

7 Isso devido principalmente ao piso superior representar a maior área do estabelecimento, tendo 66 luminárias com 4 lâmpadas fluorescentes de 59 cm e potência de 16 W.O piso inferior possui maior parte dos equipamentos ligados para exposição aos clientes e o depósito 1, embora não haja necessidade, permanece com 28 lâmpadas ligadas por todo o expediente, um gabinete de computador que nunca é desligado, conforme normas estabelecidas pelo estabelecimento. 4.2 Principais problemas identificados O depósito 1 corresponde a 11,1 % do consumo e tem como principal problema a quantidade de lâmpadas (28) que permanecem ligadas durante todo o funcionamento da loja. Além disso, conforme o padrão de iluminação para este tipo de ambiente, exigido pela NBR 5413:1992, apenas 12 lâmpadas são necessárias. Quanto aos equipamentos, há o consumo referente a dois ventiladores, sendo um destes desnecessário, pois circula apenas onde estão as mercadorias, quanto ao outro poderia ser substituído por uma de menor potência com a mesma eficiência. O piso inferior representa31% da conta de energia. Quanto à iluminação, notou-se que haviam muitas lâmpadas ligadas, num total de 68unidades, o equivalente a 34,2% do consumo do ambiente. Porém, este ambiente permite o aproveitamento do fluxo luminoso natural tanto da entrada principal da loja quanto de uma porta de vidro lateral. No entanto, a porta lateral estava obstruída por diversos equipamentos, que impedem parcialmente o aproveitamento do fluxo luminoso natural. Quanto aos equipamentos do piso inferior, diversos ficam ligados equivalendo 30,8%, como TVs, aparelhos de som, caixa amplificada, home theater, entre outros. Segundo o gerente da loja, a permanência dos equipamentos ligados é um procedimento operacional padrão da rede de lojas em estudo. Os monitores dos computadores que são utilizados pelos funcionários ficam ligados mesmo não sendo utilizado todo o período, além dos ventiladores e gabinetes dos computadores, que somam um total de 35%. O piso superior representa 51,0% do consumo de energia elétrica total do estabelecimento.o sistema de iluminação representa 61,7% do consumo deste ambiente, devido a área e 7

8 consequentemente do número de lâmpadas.neste ambiente foram identificadas janelas de vidro na parte superior das paredes laterais que permanecem fechadas e revestidas com películas de proteção solar, impedindo a entrada do fluxo luminoso natural e obstruindo a passagem de ar. No setor administrativo, localizado no piso superior, oito monitores ficam ligados constantemente, além de impressoras multifuncionais, gabinetes dos computadores e máquina de controle de ponto, que juntos, correspondem a 17,3%. Nos depósitos, através do cálculo de iluminação, foi detectado que o ambiente tem fluxo luminoso superior ao necessário, representando 40% do consumo no ambiente, além da impressora e monitor ficarem ligados durante todo o expediente Oportunidades de eficiência energética Com relação ao ambiente Copa, quanto aos equipamentos, algumas medidas de conscientização foram avaliadas, como a colocação de placas de aviso tanto para o ventilador quanto para o forno de microondas. A solução para o sistema de iluminação, uma medida de intervenção, foi a instalação de sensores de presença. Já nos banheiros, foi recomendado também a instalação dos sensores de presença e mudança das lâmpadas. No banheiro para funcionários deve ser substituída a lâmpada de potência 22W por uma de 9W. No banheiro para clientes deve ser permutada a lâmpada de potência 22W para uma de 15W. No piso inferior foi recomendada a desobstrução da janela de vidro para melhorar o fluxo luminoso natural e substituição do tipo de lâmpada, de 59 cm com 16 W para uma de 120 cm com 58 W, o que diminuiria a quantidade de 68 para 24 lâmpadas. Além da utilização do modo stand by para os monitores e escolha de equipamentos com maior eficiência para permanecerem ligados afim de demonstração aos clientes, já que a permanência dos mesmos ligados é um procedimento padrão da loja. No piso superior, foi proposta a retirada das películas das janelas, melhorando, assim, o fluxo luminoso. Com relação as lâmpadas, foi proposta a substituição das lâmpadas de 59cm com 16 W para lâmpadas de 120 cm com 58 W, o que diminuiria a quantidade de 224 para 80 lâmpadas. Para o depósito, a medida de conscientização com relação ao monitor foi o uso do modo stand by, e quanto a impressora, a ligação somente no momento da utilização. Quanto a iluminação, 8

9 a quantidade de lâmpadas deverá ser reduzida, pois segundo os cálculos de iluminação realizados, 20 lâmpadas são suficientes para o ambiente, retirando assim 16 lâmpadas do total de 36 existentes. De acordo com as soluções propostas, há um potencial de redução de 22,5% (R$ 397,33)na conta de energia.o potencial de redução do consumo de energia elétrica por ambiente pode ser analisado na Tabela 2. Tabela 2 Comparativo do potencial de eficiência energética por ambiente. 5. Conclusão A adoção de medidas de eficiência energética se torna cada vez necessária para a sociedade por diversos motivos, como a redução da conta de energia ou conscientização dos impactos ambientais. As medidas adotadas neste trabalho foram baseadas de acordo com decisões e parâmetros da empresa, de forma que o potencial de eficiência energética fosse o mais realista. Assim, algumas limitações foram encontradas na realização do estudo, como a modificação do padrão operacional estabelecido pela loja, mudança da distribuição das luminárias e modificação da instalação elétrica. Com a implantação das soluções propostas, a empresa terá uma redução de 22,5% (668,14kWh) do consumo total de energia elétrica. Quanto a conta de energia elétrica, a redução seria R$397,33 mensal. Com o término do estudo, percebeu-se a necessidade de conscientização dos funcionários e gestores do estabelecimento. REFERÊNCIAS 9

10 COSTA, Gilberto. Redes inteligentes para diminuir desperdício de energia. Disponível em < Acesso em ago. de EMPRESA DE PESQUISA ENERGÉTICA - EPE. Avaliação da Eficiência energética na indústria e nas residências no horizonte decenal ( ). Nota técnica DEA14/10. Rio de Janeiro: Empresa de Pesquisa Energética, EMPRESA DE PESQUISA ENERGÉTICA- EPE: Anuário Estatístico de Energia Elétrica Disponível em< em abril ESTADÃO.COM.BR.Lobão nega ricos de racionamento de energia ou falta energia. Disponível em< Acesso em abril de HERREIQUE JR., Maurício F.; RODRIGUES, Joaquim Augusto Pinto; SOUZA, Alexandre Faccion de; Manual para Micro e Pequenas Empresas. Rio de Janeiro. SEBRAE. Rio MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA - MME. Etapas de implementação de um projeto/programa de eficiência energética Disponível em < Acessado em abril TOLMASQUIM, Mauricio Tiomno. Perspectivas e planejamento do setor energético no Brasil.Estud. av., São Paulo, v. 26, n. 74, Disponível em:< Acessado em 27 abr

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