Ford Fiesta MOTOR DE SONHO. MCDONALD S 90 ligeiros em renting. ASCENDI Critérios de escolha TCO e consumos. DADOS 1ºT Renting perde terreno

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1 MCDONALD S 90 ligeiros em renting N.º 017 JUNHO JULHO AGOSTO 2013 ANO V 3,50 EUROS ASCENDI Critérios de escolha TCO e consumos Ford Fiesta MOTOR DE SONHO ESTUDO ALF Leasing e renting nas PME FINLOG Negócio na gestão de frotas DADOS 1ºT Renting perde terreno

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3 Editorial POR DENTRO Dados revelados nos artigos iniciais desta revista mostram como o renting, até aqui um modelo de financiamento imaculado no que toca a oscilações do mercado, está em queda. Pior que isso é que estes números mostram também uma tendência para o renting estar a perder importância no mercado automóvel, como revelam os dados do primeiro trimestre deste ano que aqui analisamos e que pretendemos repetir em edições futuras. Uma conclusão rápida acerca destes valores será que o renting, pelo menos na produção de contratos novos, está a perder peso em relação a outros modelos de financiamento. Quais, pergunta-se, mas acho que a questão é como é que isso acontece. Os dados que a ALF fez sair, a partir de um estudo elaborado com a Universidade Católica, e que publicamos aqui, dizem que poucas empresas de pequena dimensão utilizam esta alternativa. Preferem o leasing ou o crédito bancário. E sugerem que conseguem preços mais baixos para as suas viaturas através desses dispositivos, uma crença com vários flancos por onde pode ser contestada. Há outra nota que vale a penar ver com atenção. As empresas contactadas dizem também que o principal ponto de acesso ao renting está na banca. Significa isto que há ainda algum trabalho de campo por Ficha Técnica Novas direções fazer junto destes clientes? Ou, como também é sugerido, trata-se mais de um trabalho de pedagogia do que comercial? Há empresas que perceberam isto e reagiram. A Rede Rino, do grupo MCoutinho, um dos maiores grupos do sector automóvel em Portugal (já não só no retalho ) olha para estes clientes e apresenta-lhes serviços de reparação e manutenção, marcando assim o primeiro golo desta partida. Uma gestora como a Finlog é confrontada com uma vontade desmedida das empresas estenderem a duração dos seus contratos (falam já em sete anos!) e reorienta o seu negócio. Talvez com o suporte do grupo Salvador Caetano, um dos donos, apresenta um leque de serviços desligado do financiamento das viaturas. Como Jorge Costa Silva coloca a questão, o mercado de gestão de frotas vai ter muito mais crescimento que o de renting. A ser verdade, significa uma clara reestruturação do mercado para direções onde as oportunidades são mais do que muitas. Gestão de frotas, gerir a frota. Renting, financiar. Será mesmo assim? Veremos. (A Fleet Magazine mudou de dono. Pertence agora à HDD Media. A pouco e pouco, vamos chegar aos clientes de que falamos em cima.) Hugo Jorge DIRETOR: Hugo Jorge EDITOR E PROPRIETÁRIO: HDD Media LX Factory Ed. 1 4º Piso R. Rodrigues Faria, Lisboa Telefone: COLABORAM NESTA EDIÇÃO: Paulo Homem, Renato Rodrigues, Ricardo Silva, Marcelo Oliveira, 4Fleet, Leaseplan Portugal PAGINAÇÃO: Pedro Marques PERIODICIDADE: Trimestral ASSINATURA ANUAL: 14 euros (4 números) IMPRESSÃO: DPS - Digital Priting Solutions MLP - Quinta do Grajal - Venda Seca Agualva Cacém Tel: Nº Registo ERC: Depósito Legal: /10 COPYRIGHT: Nos termos legais em vigor é totalmente interdita a utilização ou a reprodução desta publicação, no seu todo ou em parte, sem a autorização prévia e por escrito da Fleet Magazine Índice Mercado Automóvel 1ºT 08 Encontro Gestoras de Frotas 10 Estudo Leasing e Renting UCP 12 Nova Lei para GPL 16 Gerir a frota na McDonald s 18 Brisa e o curso de condução 21 Gerir a frota na Ascendi 22 TCO 4Fleet: Golf vence comparativo 24 Rede Rino olha para pequenos frotistas 26 Pneus: Garland com Nokian e Continental 29 Finlog: renting vs gestão de frotas 30 Oferta Garmin na geolocalização 32 BCA com serviço de remarketing 34 MobCarsharing: partilha de veículos 36 Hertz: rent-a-car de média duração 38 Mobiag: inovação no carsharing 40 TomTom com nova oferta 42 OnFleet com pacotes de serviço 43 Opinião: renting é melhor opção? 44 Opinião: conhecimento de mecânica 46 Honda Portugal aposta em frotas 48 Skoda Octavia já chegou 51 Hyundai Santa Fé regressa 52 Nissan reposiciona financiamento 53 Ensaio: Ford Fiesta e o 1.5 TDCi 54 Ao volante JUNHO FM17 03

4 NOTÍCIAS O OPEL MOKKA é a primeira entrada da Opel no segmento dos SUV sub-compactos e aparece com motores 1.6 a gasolina com 115 cv, 1.4 turbo a gasolina com 140 cv e Turbodiesel 1.7 CDTi com 130 cv. Além da tracção Às rodas dianteiras, o Mokka pode estar equipado com transmissão integral AWD. Os preços começam nos euros. CHEVROLET VOLT ELEITO o carro de frota mais limpo da Bélgica, por um júri constituído por jornalistas, professores universitários, gestores de frota e organizações ambientais. Um dos parâmetros avaliados foi o custo ao longo do ciclo de vida da viatura. Esta foi já a terceira vez que o modelo recebeu um prémio na Bélgica, depois de ter sido agraciado com o mesmo galardão o ano passado e ter sido também o carro elétrico familiar em PEUGEOT LANÇA O 2008 e está confiante neste crossover para chegar aos clientes frotistas, num segmento onde têm aparecido muitas novidades. Ricardo Amaral, director-geral do importador classifica-o como uma excelente alternativa, combinando estatuto com racionalização de custos e destaca a oferta da manutenção programada 48 meses/ km. ELETRICO PARA O CLASSE B, primeiro nos EUA onde é lançado apenas nessa versão e só depois na Europa. Este Mercedes-Benz vem equipado com um motor elétrico que debita mais de 136cv e um binário máximo de 310 Nm, disponível ao primeiro toque no pedal do acelerador, que a marca garante corresponder aproximadamente ao binário de um motor a gasolina com 3,0 litros de cilindrada. Na Europa, só depois de RENAULT FLUENCE regressa com novo motor e um sistema multimédia apenas disponível até agora no Clio, Captur e Zoe. Os blocos são os que constituem o 1.5 dci 90, 1.5 dci 110, mas aparece também o 1.6 dci 130. Comercializado a partir de euros, o Fluence procura afirmar-se como um modelo estatuário é maior que o Mégane, seja na berlina ou na carrinha Com a SEGUNDA GERACAO DO LEAF, a Nissan vai oferecer a opção de aluguer da bateria à maioria dos clientes europeus. Esta solução significa que os clientes podem optar por alugar a bateria de iões de lítio do Nissan Leaf mediante uma mensalidade. Este método de aquisição permite reduzir o preço inicial que o cliente paga pelo seu automóvel em quase seis mil euros. O RENAULT CAPTUR, o crossover da marca para o segmento B, está à venda com preços a partir dos euros. Dois motores estão, para já, disponíveis: o Energy TCe 90 (três cilindros de apenas 898cc) a gasolina e o motor diesel Energy dci 90, com um consumo anunciado de 3.6 litros/100km e 95g de CO2 por km. O motor dci 90 estará disponível, posteriormente, com a transmissão EDC. A FORD TRANSIT COURIER estará à venda na Primavera de 2014, quando todos os quatro novos modelos Transit estarão disponíveis nos concessionários europeus. Baseada na plataforma global da Ford para o segmento B, a Transit Courier oferece volume de carga de 2,3 m3 (SAE) com antepara integral, com um comprimento total de 4,16 metros, e oferece uma condução ágil e capacidade de manobra de um veículo compacto. Informação em tempo real na Leaseplan Dá pelo nome de Leaseplan Now e trata-se do serviço da gestora que dá, através de , SMS ou Fax, alertas sobre a situação dos automóveis das frotas dos seus clientes. Entre outras situações, o LeasePlan NOW disponibiliza informação sobre o estado da encomenda de automóveis novos, o estado da imobilização por intervenção de manutenção ou por sinistro e uma lista dos automóveis em fim de contrato. FORMAÇÃO CARRISTUR A CarrisTur tem vindo a preparar acções de formação para entidades externas. Embora muito do seu portfolio esteja virado para o transporte coletivo de passageiros, existem também eventos para outro tipo de clientes. Até julho, estão previstas algumas formações com interesse para a generalidade dos frotistas, desde condução defensiva até preenchimento de declaração amigável em caso de acidente. Prevenção de Acidentes e Técnicas de Condução Duração JUNHO JULHO 14 Horas 5 e 6 11 e 12 Condução Defensiva e Económica 14 Horas 19 e 20 9 e 10 Tacógrafos 7 Horas 25 4 Actualização Código de Estrada 7 Horas Declaração Amigável 4 Horas Tecnologias de Informação e Comunicação nos Transportes 7 Horas FM16 MAIO 2013

5 Os preços do RANGE ROVER SPORT chegam a partir de euros para a versão 3.0 TDV6 de 258 cavalos de potência. Nos motores V6, a lista sobe pelos vários escalões de equipamento até chegar aos 119 mil euros da versão Autobiography Dynamic, com 292 cavalos. O V8, com cc de cilindrada, e os incríveis 510 cavalos, começa nos 137 mil euros. Chevrolet traz o novo AVEO BI-FUEL, disponível nas variantes de 4 e 5 portas, que a marca diz destacar-se pelos custos de utilização especialmente reduzidos. O GPL, assegura, permite uma redução de custos de utilização da ordem dos 30 a 40 por cento (considerando o atual custo do litro de GPL, de cerca de 0,80 / litro), e lembra que os clientes empresariais podem beneficiar de vantagens fiscais similares às que obtêm com veículos a gasóleo. O STANDVIRTUAL acaba de estabelecer uma parceria com a Renault Portugal que vai permitir a inclusão de mais de viaturas do programa Usado Aprovado Renault na sua página. O portal é assim o primeiro a disponibilizar viaturas usadas ao abrigo de um Novo Kangoo A Renault Kangoo foi reformulada com a segunda geração do Express. As Kangoo Normal, Compact e Maxi têm uma nova configuração de três lugares dianteiros, disponível em todos os comprimentos, excepto nas versões elétricas. É preciso contar ainda com as versões elétricas Z.E. e Maxi Z.E., mas estas terão apenas dois ocupantes nos lugares da frente. Os intervalos de manutenção passam de 30 para 40 mil quilómetros em dois anos. programa de marca. Este programa está disponível em duas opções, o Usado Aprovado Renault para viaturas usadas até quatro anos e o programa Usado Aprovado Renault Opção Económica para viaturas usadas até oito anos. A CHRONOPOST, através da formação dos seus operadores de distribuição em ecocondução, obteve uma redução de 0,5litros de combustível por cada 100km. A Chronopost tem atualmente 274 operadores de distribuição com horas de formação em eco-condução. Através da utilização de sistemas de medição, identificaram-se os comportamentos a corrigir, como por exemplo, as travagens e acelerações bruscas. FORD COM SITE PARA USADOS, com todas as unidades disponíveis da rede de concessionários. O cliente poderá pesquisar por marca, modelo, segmento, combustível, área geográfica e preço, quilómetros, data de matrícula e potência desejada. Ainda é possível marcar directamente um test-drive. PUB 2013 MAIO FM16 05

6 NOTÍCIAS A ENTERPRISE RENT-A-CAR abre agências nos quatro principais aeroportos de Portugal pelas mãos da Guerin, passando a estar presente nos aeroportos internacionais de Lisboa, Faro, Porto e Funchal. Além dos turistas, os empresários que visitam o país são um dos mercados-alvo preferenciais. A CAMPANHA MINI RELAX, para frotistas, acaba de ser lançada pela Mini Financial Services e pela Mini Portugal. Trata-se de uma redução significativa do valor da renda, unicamente para clientes empresa que contratem um Contrato de Manutenção Basic, Extra, Total ou Premium. A campanha é válida em todos os produtos financeiros da Mini Financial Services e para os modelos Mini Countryman One D, Countryman Cooper D e Countryman Cooper D Auto, mas disponível apenas para propostas aprovadas até 31 de Maio. ALD cresce 50% no primeiro trimestre ALD Automotive cresce mais de 50% nas vendas do primeiro trimestre deste ano. A quota de mercado fica assim nos 13,9% e confirma a sua posição de 2º maior comprador de veículos novos no mercado de renting nacional. Adicionalmente, a gestora tem vindo a conquistar quota de mercado no que se refere a frota instalada, mantendo a sua posição de 3º operador no ranking, agora com uma quota de 12.3% do mercado total. A Goodyear renovou a sua gama do EFFICIENTGRIP PERFORMANCE. O pneu está agora disponível em 39 tamanhos e apresenta classe A na aderência em molhado e classe B na resistência ao rolamento. Também no ruído, o terceiro critério avaliado pela Millennium em regressão O Millennium bcp Renting admite alguma regressão nas suas operações, que canaliza directamente para o seu parceiro actual, a ALD Automotive. O desempenho do setor automóvel e a estratégia interna de desalavancagem são as razões apontadas para a prestação desta entidade, que continua com os produtos Leasing Automóvel, ALD e Crediauto nos seus balcões. etiqueta, o pneu oferece alguns dos valores em decibéis mais baixos disponíveis no mercado, em relação a esta gama de tamanhos. CETRA EXPLORADO PELA MCOUTINHO depois de uma acordo assinado com o Grupo Caixa Seguros. Esta parceria reforça a presença do Grupo MCoutinho em Lisboa, complementando a operação da Unidade de negócio Peças e vai trazer melhorias significativas na operação do atual Centro de Colisão com ganhos significativos na qualidade do serviço e celeridade das reparações. Por outro lado, também vai contribuir para o crescimento sustentado do negócio colisão para o Grupo MCoutinho O 2ND MOVE, serviço de venda de viaturas usadas da frota da Europcar foi agora relançado com uma nova identidade visual. Disponível em Portugal desde 2009, passa a estar disponível em todas as estações Europcar, de norte a sul do país. No site oficial da rent-a-car, encontra-se uma amostra das viaturas que se encontram para venda em cada momento e os respetivos preços. NOVAS MOTOS BMW para alugar em renta-car, extensíveis a grupos e com guias personalizados, eis o que a Hertz apresentou recentemente. Com preços desde 73 euros por dia, os modelos em questão são a F 700 GS, a R 1200 GS e a R 1200 RT. A PRIO.E abre o primeiro espaço dedicado em exclusivo à mobilidade elétrica de duas rodas, bicicletas, motos e scooters 100% elétricas, um conceito zero emissões único em Portugal localizado bem no centro da principal zona industrial e de negócios do Porto, Rua Engenheiro Ferreira Dias nº O novo espaço da Prio.e faz conviver de forma original acessórios e veículos eléctricos vintage com verdadeiros gadgets high-tech que prometem revolucionar a mobilidade em cidade. OLIVIER QUILICHINI é o novo diretorgeral de Automóveis Citroën SA, depois de uma passagem como diretor-geral da Peugeot Itália, onde estava desde Janeiro de Quilichini vai depender hierarquicamente de Alfredo Vila que, entretanto, assumiu a Direcção Geral Ibérica da Marca Citroën. Ambas as nomeações tiveram efeitos práticos a 2 de Abril último e surgem na sequência de uma recente reestruturação implementada ao nível da direção do Grupo PSA Peugeot Citroën. JOSE BARATA transita das vendas a frotas e usados para a direção de comunicação da Peugeot Portugal, na sequência de uma alteração na organização do importador que trouxe três novos diretores. Além de Barata na comunicação, Antonio Santos assume a direção comercial e Nuno Marques o marketing. 06 FM16 MAIO 2013

7 A EXPRESSGLASS reuniu pela primeira vez todos os colaboradores da sua rede na décima convenção. A principal mensagem deste evento foi a união e a importância do trabalho de grupo como um fator crítico de sucesso para alcançar resultados de excelência. Esta data foi também a escolhida para anunciar e partilhar o mérito de algumas lojas e colaboradores com o programa Improvement 2012, um programa de melhoria contínua desenvolvido internamente que pretende uniformizar processos. A CARGLASS prepara-se para inaugurar o seu primeiro hub logístico na Península Ibérica. Localizado nos arredores de Madrid, a infraestrutura resulta de um investimento de 2,5 milhões de euros e vai passar a servir diretamente a operação da Carglass em Portugal. Este investimento permite à Carglass colocar uma referência de vidro no mercado nacional em menos de 12 horas NOVAS INSTALACOES e contratos firmados com empresas como EMAC, CRÉDITO PARA USADOS PODERÁ SUBIR Crédito automóvel para usados pode recuperar este ano, mantendo os valores de 2012, se as metas de equilíbrio orçamental forem atingidas e, consequentemente, a confiança dos consumidores aumentar, diz a Associação de Instituições de Crédito Especializado. Esse ano fechou com 796 milhões de euros concedidos para aquisição de meios de transporte, menos 35,4% do que no ano anterior. Tubosvouga, Visabeira, MRW, Cardoso e Maia, DST, Egeo, Servilimpe ou Transportes Gama marcaram o ano de 2012 para a Cartrack. Em época de contenção, o percurso da especialista em Segurança e Gestão de Frotas continua a crescer, em contraciclo. A EUROMASTER anuncia o lançamento de um serviço exclusivo, em parceria com a Inter Partner Assistance, o qual se trata da garantia mais completa de pneus, proporcionando garantia contra qualquer dano durante a vida útil do pneu, assistência em estrada 24h em Portugal e na Europa, por dano nos pneus (durante 3 anos) e cobertura em toda a rede. A CARCLASSE assume a representação em Lisboa da Jaguar e da Land Rover, como concessionário e oficina autorizada. No entender de Joaquim Monteiro, directorgeral da Carclasse, estas marcas de grande legado histórico apresentam sinais de crescimento sustentados, fruto do desenvolvimento das suas linhas de produto, o que revela o acerto da nossa aposta. PUB 2013 MAIO FM16 07

8 MERCADO O mercado de vendas de novos e o renting e o leasing (1º T) Var. Uni. Var. % RENTING LEASING MERCADO Contratos ,5 Gestão ,9 Contratos ,0 Gestão* ,3 Ligeiros ,7 LCV ,9 Total Ligeiros ,1 Total Mercado (inclui Pesados) ,3 Leasing e renting perderam, em conjunto, quase 25 mil viaturas em circulação desde o ano passado. A quebra nos contratos novos é expressiva, cerca de 18% para ambos, mas as dos veículos em gestão penaliza mais o renting (12,9%) que o leasing.(-5,3%). Nas vendas totais, há estabilidade. Apenas os comerciais ligeiros é que comprometem, com uma quebra de 15,9 por cento. Dados: ACAP e ALF / *Valores aproximados Vendas de novos recuperam, mas leasing e renting caem No final do primeiro trimestre deste ano, o mercado parecia estar a recuperar da quebra que tem tido nos últimos tempos. Mas o leasing e o renting parecem estar a perder terreno para outro tipo de aquisições Àmedida que o número de vendas de viaturas novas vai estabilizando, os novos contratos de leasing e renting vão sendo cada vez menos. Dados que comparam o primeiro trimestre do ano com o seu homólogo mostram que enquanto o mercado de ligeiro de passageiros começa a recuperar, a produção de novos contratos em renting e leasing está a cair cerca de 18 por cento. A recuperação do mercado pode ser explicada por vários factores. Este pode ser o momento em que as vendas começam a subir. No entanto, recorda a ACAP, a associação que compila estes dados, este é um valor 32,5 por cento mais baixo em relação à média dos meses de Março no período De qualquer forma, há marcas que estão a aproveitar o momento. Já com dados de Abril, a Dacia está com mais 48% unidades vendidas, a Mercedes-Benz cresceu 30 por cento, em relação ao período homólogo, a BMW 21% e a Opel 10%, apenas para falar nas marcas com melhores resultados entre as vinte mais vendidas. Por outro lado, a Ford, que é a décima marca mais vendida, tem uma queda de 26,5%. Mas é a Kia, com 36,5% de quebra de vendas, e a Smart com 30,6% que tiveram os piores resultados deste primeiro trimestre. O renting e o leasing, modelos de aquisição normalmente só utilizados por empresas, é que estão a perder terreno para outros tipos de compra. Do primeiro trimestre do ano passado para este que passou agora, o renting passou a ser responsável por apenas 13,5% dos carros que eram vendidos, quando anteriormente tinha um peso de 16,5 por cento. Mesmo o leasing, com um peso maior, passa de 20,6% das compras em 2012 para 16,9% em No parque em gestão, também há quedas. No renting, estas cifram-se pelos 12% em relação a igual período do ano anterior, contando com 95 mil unidades a circular em renting neste momento. Já no leasing, apenas com calores aproximados, há uma perda de dez mil viaturas, embora se tenha que considerar que a proporção é muito maior. De acordo com as contas da ALF, há neste momento em Portugal cerca de 180 mil veículos geridos em leasing. 08 FM17 JUNHO 2013

9 CRÉDITO TAMBÉM BAIXA O crédito para aquisição a meios de transporte está a cair 16,9 por cento. Dos 175 milhões de euros destinados a este canal, diz a Associação das Instituições de Crédito Especializado (ASFAC), 154 foram para particulares e 21 para empresas. Mas foi nos particulares que mais se sentiu a quebra: -17,9%. Já nas empresas, foi apenas de -16,9%. EVOLUCAO DE VENDAS (20 MAIORES MARCAS) Janeiro-Abril (em %) LEASING E RENTING NO CONJUNTO DAS VENDAS DE NOVOS (LIGEIROS) O leasing e o renting continuam a ter uma expressão reduzida face ao total dos carros vendidos. De janeiro a março, são responsáveis por 30,4 dos automóveis novos adquiridos no país. Contudo, na formulação de contratos novos estas alternativas começam a ter valores parecidos. Nem mil contratos separam o renting do leasing: o primeiro tem e o leasing Nem todas a empresas estão a reagir da mesma forma ao estado atual do mercado. Enquanto umas demonstram uma boa fase de crescimento nestes últimos quatro meses do ano, em comparação com o período homólogo do ano passado, há outros que estão ao passar por momentos difíceis. As vinte mais vendidas conseguem, mesmo assim, ter um resultado positivo de um por cento, praticamente coincidente com o total do mercado (0,9%) PESO DO LEASING E RENTING NAS VENDAS O leasing e o renting vendem menos, mas aparentemente caem mais que o mercado. O peso destes modelos de financiamento no total das aquisições de automóveis caiu do primeiro trimestre de 2012 para o deste ano, mostrando que a quebra de resultados terá mais algumas justificações que apenas a falta de compradores de automóveis Dados: ACAP e ALF 2013 JUNHO FM17 09

10 MERCADO Renting: arma contra a crise Os operadores de renting acreditam que é possível que o setor ultrapasse a crise que se instalou na economia. As companhias apostam forte numa maior presença e aconselhamento junto dos clientes, num ano que deverá fechar ao nível de 2012 Onegócio do aluguer operacional de veículos também está a ser duramente afetado pela crise económica que se instalou na generalidade do tecido empresarial português. Em 2012, segundo a Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting (ALF), o mercado caiu 41,8% na produção de novos contratos, número ligeiramente superior à queda das vendas de automóveis ligeiros, que se cifrou nos 40,9%. A conjuntura adversa até pode adiar, mas não risca as intenções de investimento da agenda dos principais operadores presentes no mercado nacional que estão a aproveitar a crise para fazerem o seu próprio ajustamento e investir em contraciclo. O prolongamento dos contratos existentes e algum downgrade de segmentos nos novos contratos tem sido a principal arma dos operadores que elegem o seu papel de aconselhamento à gestão de frotas que faz do renting a melhor opção de financiamento, concluíram os representantes do sector, presentes no pequeno-almoço/debate «O renting automóvel e a crise económica: é possível crescer?», promovido pelo semanário Vida Económica. O renting é a única solução de financiamento automóvel que consegue dar o aconselhamento. Há um ano, as opções dos clientes eram diametralmente diferentes do que são hoje, o renting coloca-se, claramente, à frente nos blocos na vertente de aconselhamento, de estar próximo do cliente e de identificar aquilo que é melhor em termos de serviço, de produto e de extensões de contrato, afirmou Maurício Marques (Locarent). José Madeira Rodrigues (Arval), concorda: Tornamos muito claro quais os custos e, ao fazê-lo, torna-se fácil a comparação entre diferentes marcas, modelos, possibilidades. A vertente de consultoria é encarada pelos operadores como a grande mais-valia que podem fornecer às empresas clientes. Por alto, e em quatro anos, os nossos clientes (de todas as empresas) terão poupado 200 milhões de euros em custos, avançou Ricardo Silva (LeasePlan). Para estes responsáveis não há solução de financiamento melhor do que o renting, porque é um produto em que os riscos são transferidos para a locadora, o que permite 10 FM17 JUNHO 2013

11 uma previsibilidade total de custos. O renting tem a particularidade de mostrar os custos e uma das grandes vantagens é não ter surpresas. O custo vai ser 500 euros, é 500 euros!, exclamou Guillaume de Léobardy (ALD Automotive). LeasePlan Portugal, Arval, ALD Automotive e Locarent afastaram mesmo qualquer cenário de encerramento (ou deslocalização no caso das multinacionais). Mesmo mais limitado, lembraram, o mercado nacional tem ainda grande margem de crescimento. Nos últimos anos o negócio do renting registou a uma erosão de operadores, seja pelo encerramento de empresas, seja pela fusão e aquisição de outros, sobretudo no setor bancário. Este período vai passar e estamos a criar condições para que quando a economia cresça estejamos preparados para isso, disse António Oliveira Martins, vicepresidente da ALF. Nas multinacionais, o problema da retracção nas contratualizações coloca-se de outra forma. Há uma questão de rede. Não será tanto a dimensão do mercado, mas antes a rentabilidade que se consegue obter, independentemente do tamanho do mercado, explicou. Marcas não são ameaça A entrada em força das marcas de automóveis no negócio do aluguer operacional de veículos, através de campanhas de financiamento muito atrativas, contratos de programação e modelos taylor-made não é percepcionada pelos operadores de renting como ameaça ao negócio. A oferta pode ser parecida, mas não é igual, sublinham. Mais do que uma ameaça, é o paradigma de que esta solução de financiamento é vista como solução segura, disse Maurício Marques (Locarent). O responsável sublinhou que a presença deste novo operador poderá permitir ao renting estar presente em empresas e empresários que até aqui não tinham grande noção do nosso produto ou o consideravam demasiado inacessível. Guillaume de Léobardy (ALD Automotive) esclarece que as marcas de automóveis estão a criar novas soluções para venderem carros porque sentem muito o efeito da crise. Mas, regra geral, oferecem soluções menos completas que as gestoras de frotas. Para José Madeira Rodrigues (Arval) a vantagem das locadoras face às marcas está na fraqueza destas últimas, já que apenas podem propor uma oferta monomarca, sem uma visão clara e abrangente de tudo o que está disponível no mercado. O renting tem a particularidade de mostrar os custos e uma das grandes vantagens é não ter surpresas. O custo vai ser 500 euros, é 500 euros! O outro lado dos impostos Os custos fiscais na aquisição e utilização do automóvel, que se traduz em automóveis mais caros quer na compra quer na utilização, não são a única queixa do setor face às Finanças. Existe um lado menos conhecido da fiscalidade, um entrave ao recurso ao renting por parte dos organismos públicos, que é a impossibilidade da isenção do Imposto sobre Veículos (ISV) se repercutir nas rendas. Há um entrave ao renting nas viaturas do Estado, porque as isenções que muitos departamentos têm não são passadas para as empresas de renting. Há mesmo uma descriminação negativa do renting, alertou Margarida Ferreira, secretária-geral da Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting (ALF). Outro ponto negativo é o avolumar, junto dos operadores, de impostos por liquidar de viaturas entretanto vendidas no final dos contratos. Os compradores não alteram a propriedade e são as nossas associadas que têm de liquidar o Imposto Único de Circulação (IUC) de viaturas que já não são sua propriedade, lembrou Margarida Ferreira. A dirigente da ALF acusa o Governo e as Finanças de má-fé em todo este processo. A administração fiscal considera a fatura de venda válida para o IVA, mas não para a propriedade. Todos os meses solicitamos uma informação vinculativa urgente sobre esta matéria e nunca temos resposta, lamentou Margarida Ferreira. Em 2012, apesar na quebra de novos contratos, a frota sob gestão (cerca de unidades), regrediu apenas 12%, sinal de que as empresas continuam a apostar nesta solução de financiamento e gestão de frotas vai ser muito próximo do que foi 2012, admite Oliveira Martins. O nosso setor vai precisar de criatividade para não descer tanto, acrescentou a secretária-geral da ALF, Margarida Ferreira JUNHO FM17 11

12 MERCADO Preço é mais vantajoso no renting do que no leasing Ricardo Ferreira Reis, responsável do estudo O Recurso ao Leasing pelas PME portuguesas Mercado de leasing e renting ainda sobrevive dentro das pequenas e médias empresas porque as vantagens operacionais são reconhecidas, diz o autor de um estudo publicado recentemente. Entre estes dois instrumentos, a grande diferença vista por estas entidades está nos serviços associados, conclui o estudo Não só a distinção de leasing e renting foi difícil de fazer, porque a nomenclatura do estudo tentava reproduzir um outro documento elaborado para outros países europeus, como a própria amostra era pequena para o aluguer operacional. Mas mesmo assim, a equipa responsável por um estudo encomendado pela Associação de Leasing e Factoring à Universidade Católica, cujas conclusões se souberam em Abril, tentou perceber como é que as empresas olhavam para estes instrumentos de financiamento. A Fleet Magazine falou com o investigador responsável, o professor Ricardo Ferreira Reis, sobre as conclusões do documento no que se refere ao sector automóvel. Dos dados do estudo, é possível concluir que o renting é utilizado exclusivamente para veículos? Não exclusivamente, mas quase. Isso ficou bem claro na análise. Há muito pouca utilização do renting em equipamento industrial. Primeiro, porque há muito pouco investimento em equipamento industrial neste momento, sobretudo de PMEs. E depois porque há muita hesitação em apoiar a aquisição deste tipo de equipamento em leasing porque estes equipamentos são costumizados e, como tal, não têm mercado em segunda mão. Este tipo de financiamento é muito mais adequado a equipamentos que tenham um grande valor em segunda mão. A distinção entre leasing e renting foi pouco precisa de início 12 FM17 JUNHO 2013

13 Sim, tivemos que fazer um trabalho de análise para saber, dentro dos que utilizavam leasing, quais os que o faziam em leasing e renting ou apenas neste último. As conclusões foram interessantes. Coincidindo com o que era a nossa expectativa, ficou claro que a vantagem de preço é maior no renting apenas do que no leasing e isso prende-se com o tal alto valor residual, que permite antecipar em renting esse beneficio na prestação a pagar. O facto de se falar sobretudo de automóveis no renting, também condiciona a resposta da adaptabilidade, dado que este tipo de bem é mais adaptável. A dispensa de garantias adicionais também é importante, mas não surpreendente, porque de facto não se dá garantias nenhumas o veículo é a garantia. Outra vantagem do renting muito referenciada é a agregação de outros serviços. Não era muito importante para o leasing, mas é no renting. E onde é que estão as desvantagens? Na facilidade de aquisição. Os utilizadores de renting não consideram a facilidade de aquisição uma vantagem do renting, precisamente porque na prática não se está a adquirir coisa nenhuma. Se eu quiser mesmo adquirir, o renting não é a melhor estratégia. Além disso, os utilizadores não identificam benefícios fiscais no renting. À semelhança aliás do que sucedeu no leasing. Não há benefícios fiscais directamente, mas há outro tipo de benefícios contabilísticos Mas não tem benefícios fiscais por aí. A existir, seria algum tipo de amortizações ou qualquer outra coisa que de facto não tem Mas acha que as empresas estão à espera desses benefícios para fazer investimentos em renting? Não sei, mas se calhar sim. O facto de termos valores tão baixos na utilização do renting pode estar relacionado com a inexistência de benefícios fiscais. No leasing, acontece o mesmo. Mas isso significa que estes modelos de financiamento não têm vantagens operacionais por si? Fiscalmente, não têm. Mas operacionalmente, sim. Aliás só isso explica porque é que o mercado não morreu. Ainda há essas outras vantagens. A teoria financeira dizia que não há diferença nenhuma entre usar leasing ou renting e um financiamento bancário, exceto se houver benefícios fiscais. No entanto, em Portugal, continua a existir leasing e renting, e sem benefícios fiscais. As vantagens, que mantêm o setor vivo, vêm, por exemplo, do montante das prestações do renting ser mais baixo. Esse benefício no montante das prestações mais baixas decorre do renting reter muito valor residual e não de benefícios fiscais. Agora, as nossas taxas de utilização são muito mais baixas que no resto da Europa, sobretudo nas microempresas. E, porventura, isso até é explicável porque estas são criadas sobretudo para aproveitar benefícios fiscais. Como não há benefícios fiscais no renting, estas empresas não utilizam renting. Nas outras empresas, onde a adaptabilidade do financiamento, onde o provimento de serviços adicionais e as garantias colaterais são mais relevantes que os benefícios fiscais, encontramos padrões de utilização semelhantes ao resto da Europa. Pode então concluir-se que essas empresas não vão para o leasing e renting porque não percebem benefícios fiscais? Não os percebem ou não têm mesmo. Coincidindo com o que era a nossa expectativa, ficou claro que a vantagem de preço é maior no renting apenas do que no leasing e isso prende-se com o tal alto valor residual, que permite antecipar em renting esse beneficio na prestação a pagar E, por outro lado, pode-se concluir que estas empresas não percebem os benefícios diretos do produto em si? Pode ser que estes benefícios não se adaptem diretamente a este tipo de empresas tão pequenas ou neste período de estagnação económica. E esse é um dos pontos que o estudo procura relevar. São empresas que não cresceram ainda porque não tiveram investimento. E não o tiveram porque as outras vantagens não se lhes aplicam e não há um benefício fiscal. Por exemplo, imagine um pequeno dentista e que pode crescer. Mas, se não tem nenhuma vantagem em promover o investimento no equipamento do consultório, não vai deixar nunca de ser um pequeno dentista. Isso a nível de investimento de equipamento. E do automóvel? O que estamos a reparar é que o pequeno dentista já tem o automóvel em renting. Provavelmente, o motivo por que tem a micro-empresa é para ter o automóvel em renting. Não é para ter o equipamento de dentista, que era o que podia estar em renting também. É isso que notamos. O investimento que estas micro-empresas têm em renting é sobretudo em automóveis. Outra conclusão surpreendente é a nível dos canais de acesso. Sim, não estava à espera de que houvesse um papel tão preponderante da banca no acesso ao leasing e ao renting. Mas mesmo tendo todas as hipóteses de financiamento em cima da mesa, quando as empresas vão à banca preferem em maior parte o crédito. Porquê? Os bancos têm objetivos comerciais e o leasing e o renting não estão numa posição de destaque no banco. Mas estamos no domínio das hipóteses, sem forma de conseguir validar esta conclusão. E porquê? Terá a ver com a taxa de juro? Sim, mas as taxas são mais altas no crédito do que no leasing porque os mercados conduziram a que fosse assim. E são-no porque as garantias são muito maiores no caso do leasing e muito menos arriscado. Essa taxa reflete o nível de risco. Numa altura em que os bancos estão a precisar de baixar os níveis de risco, estão a apostar em elevadas rentabilidades no crédito e não na redução do risco que o leasing e o renting trazem JUNHO FM17 13

14 MERCADO Estudo: os automóveis, os leasings e as PME O estudo da Associação de Leasing e Factoring sobre leasing que mostra que a aquisição de viaturas é um dos principais motivos para utilizar este instrumento de financiamento, superado apenas pela compra de maquinaria. O renting também é abordado, mas os autores do documento, realizado pela Universidade Católica, dizem que amostra para este tipo de financiamento ainda é baixa, pelo que as conclusões ainda carecem de outro tipo de validação. Os veículos a motor são claramente um dos tipos de bens mais procurados por este sistema. Na amostra do estudo, que se referia a cerca de 900 pequenas e médias empresas, o volume de investimento em leasing e renting atingiu cerca de três milhões de euros. Se para o leasing o investimento alocado por estas empresas foi de dois milhões de euros, no renting foi de um milhão. O tipo de veículo mais comprado nestes sistemas é o ligeiro (87%). Os comerciais pesados representam 7% das respostas e os restantes 6% outro tipo de viaturas. Quanto ao valor médio dos veículos adquiridos ronda os 44 mil euros. Mas novamente ocorre uma distinção entre aqueles financiados em leasing e renting. Se, no primeiro caso, o valor médio financiado é de 52 mil euros já no renting é substancialmente mais baixo, em 34 mil euros. O estudo fala também nos canais de acesso ao leasing. Mais de 62% das PME inquiridas escolhem a banca ou outra instituição financeira como canal de acesso a este financiamento. Os restantes vão por sugestão de vendedores, distribuidores ou produtores de equipamento. Os autores do estudo procuraram ainda fazer uma análise mais fina, limitando às empresas que afirmaram utilizar renting, que foram apenas 24. Uma das diferenças verificadas foi que a opção de agregar serviços à aquisição assume agora uma relevância muito maior nas empresas que recorrem ao renting. A adaptabilidade, a dispensa de garantias adicionais, a gestão de tesouraria, a previsibilidade e os menores custos são os cinco motivos principais paras se utilizar renting, que já o eram também para o leasing. A grande diferença está na possibilidade de agregar serviços com a aquisição, que é invocada mais vezes como um fator para recorrer a este serviços do que no leasing. Para quem não recorre mais ao renting, a principal razão invocada foi de que não é opção para os ativos de que necessita. Trata-se de uma resposta semelhante à das empresas que não utilizam leasing, tal como o facto de conseguirem um melhor preço de compra. Nos canais de acesso, houve também algumas diferenças expectáveis, de acordo com os autores do estudo. Os vendedores e distribuidores de equipamento tornam-se mais importantes, passando para perto de 40% das respostas, quando no leasing eram apenas de 35%. Este resultado é conseguido em detrimento da banca e outras instituições financeiras, que passam de 63% para 57 por cento. O estudo refere mesmo o seguinte: Era previsível que o renting, podendo estar mais associado à aquisição de viaturas, fosse mais acessível pelos vendedores do que o leasing financeiro. 14 FM17 JUNHO 2013

15

16 MERCADO Empresas começam a ter interesse no GPL A lei que deixa os carros movidos a GPL estacionar em parques fechados e abaixo do nível do solo trouxe alguma esperança às marcas que comercializam modelos com esta propulsão. Ainda é difícil falar em rendas, mas o interesse já está instalado Com uma pequena frota de cinco unidades, todos eles citadinos, a Trovisco Aires & Carmo tem dois Chevrolet Spark ao serviço desde o início de A experiência, que é assim que o responsável pela compra das viaturas na empresa vê este investimento, foi feita a partir de uma sugestão de um amigo sobre os benefícios do GPL. Tem sido muito positivo, conta. Com uma lei publicada a 31 de Janeiro deste ano, os veículos a gás passaram a poder estacionar em parques de estacionamento fechados e abaixo do nível do solo. Além disso, deixa de ser obrigatório um dístico que identifica o veículo como abastecido a gás liquefeito. Os importadores que comercializam estes carros acreditam que esta disposição pode acelerar as vendas destas viaturas. Desaparecem os fatores que ainda constituíam entraves para muitos dos potenciais compradores de modelos com este sistema, alargando-se naturalmente o leque de interessados, diz Nuno Heleno, relações públicas da Chevrolet. Os defensores da propulsão a GPL dizem que as poupanças podem chegar aos 30 por cento. O despachante de Leça da Palmeira confirma. Com 80 mil quilómetros já percorridos desde há pouco mais de um ano em cada viatura, ele reconhece essa diferença, mesmo em relação a outros veículos diesel da sua frota. As marcas dizem que os custos de utilização são idênticos aos de outras propulsões. Nos Dacia outra das marcas presentes com GPL 16 FM17 JUNHO 2013

17 A nível de planos de manutenção e de fiabilidade, não há dados que indiquem muita diferença para viaturas a gasolina a adaptação para GPL é feita a partir destes motores os períodos e as operações de manutenção são as mesmas dos modelos a gasolina, garante Ricardo Oliveira, Relações Públicas do importador. Tendo em conta que o custo do combustível é sensivelmente inferior e que a utilização do GPL prolonga a longevidade do motor, estão reunidas as condições para que o TCO seja favorável em comparação com os modelos a gasolina e mesmo a diesel, diz. Nuno Heleno aponta ainda outros argumentos. Para as empresas, uma das grandes vantagens é o facto de o GPL beneficiar do mesmo regime fiscal que o gasóleo, no que respeita aos benefícios associados à dedução do IVA (50%), explica. A autonomia alargada também é referida como um ponto positivo. Como estes modelos são, normalmente de dupla alimentação (gasolina e GPL), as distâncias percorridas podem ser maiores. No caso dos Chevrolet Spark que a Trovisco Aires & Carmo tem ao serviço, todos os dias fazem vários percursos Porto-Aveiro. A nível de planos de manutenção e de fiabilidade, não há dados que indiquem muita diferença para viaturas a gasolina a adaptação para GPL é feita a partir destes motores. O plano de manutenção é exatamente igual, diz Ricardo Oliveira. As únicas operações específicas dizem respeito ao controle das válvulas do GPL que se realizam apenas a cada km. O interlucutor da Chevrolet fala ainda da mudança de filtro de gás em intervalos de 15 mil km, com um custo aproximado de 50 euros (incluindo mão-de-obra). Até agora, o mercado do GPL em Portugal representou, na totalidade, apenas pouco mais de 700 automóveis. Com este histórico, torna-se difícil saber o impacto que o GPL pode ter nas rendas de aluguer operacional e nos valores residuais destas viaturas. A Dacia, por exemplo, admite não ter números sobre isso. No entanto tendo em conta que a utilização do GPL prolonga a longevidade do motor e que o TCO é potencialmente menos elevado, o impacto é, em teoria, positivo, adianta Ricardo Oliveira. Nuno Heleno diz que poderá haver é o custo do kit de instalação. Mas também refere que não há histórico suficiente para se fazer uma análise adequada. As empresas começam a chegar às marcas que dizem que tem havido interesse da parte dos clientes empresariais. O número de potenciais negócios em curso é ainda demasiado reduzido para podermos qualificar o cliente-tipo, diz o RP da Renault. De qualquer forma, se anteriormente o interesse das empresas era virtualmente nulo, neste momento já há vários pedidos mas, sobretudo, de informação. A Chevrolet fala de um interesse muito significativo. Começa de facto a haver alguma apetência no canal empresas, já que com o GPL estas conseguem obter uma redução significativa dos custos de utilização das suas frotas. Não obstante o ligeiro aumento do consumo da viatura, o facto de o GPL ser incomparavelmente mais baixo que o gasóleo compensa largamente, diz Nuno Heleno. Para Fernando Carmo há poucas dúvidas. Não só pensa trocar a restante frota por mais modelos GPL, como o poderá vir a fazer com modelos de gama superior. Até agora, o mercado do GPL em Portugal representou, na totalidade, apenas pouco mais de 700 automóveis. Com este histórico, torna-se difícil saber o impacto que o GPL pode ter nas rendas de aluguer operacional e nos valores residuais destas viaturas 2013 JUNHO FM17 17

18 FROTISTAS McDonald s com frota de conforto para colaboradores Com cerca de 90 carros em frota, todos eles ligeiros e em renting, a McDonald s faz as compras unidade a unidade e todos os anos avalia os custos de cada uma. Os recondicionamentos são a principal preocupação de Sara Bolas e Maria João Mendes Embora com 90 carros e uma renovação de cerca de 25 a 30 unidades por ano, a McDonald s Portugal pede as propostas uma a uma. As gestoras têm 48 horas para responder a critérios que são exatamente iguais para todas as consultadas, onde se inclui já o modelo pretendido. Depois de chegarem as propostas, Maria João Mendes e Sara Bolas, responsáveis pela frota da empresa de restauração, analisam e decidem. Há alguns critérios a ter em conta, mas um aspeto fundamental é a renda. Já tivemos quilometragens fixas, mas depois apercebemo-nos de que financeiramente essa não era a situação mais vantajosa, explica Maria João Mendes. Temos pessoas com as mesmas funções a fazer quilometragens muito diferentes. Chegávamos ao fim do contrato e tornava-se tudo muito imprevisível. A McDonald s tem um orçamento anual para a sua frota que não pode sofrer oscilações. Não podemos correr o risco de não saber o que vai acontecer nesse ano, diz a responsável. Os 90 carros que fazem parte da frota da McDonald s encontram-se espalhados por todo o país. Maria João Mendes e Sara Bolas gerem os carros da sede e dos restaurantes de companhia. As viaturas são de várias categorias, mas a empresa tem uma política de modelos fixos para cada uma delas. Todos os carros são a gasóleo. Os critérios para definir cada grupo estão ajustados de acordo com uma cilindrada máxima. As marcas escolhidas obedecem a um critério de análise entre a empresa e as gestoras de frota. 18 FM17 JUNHO 2013

19 As marcas escolhidas obedecem a um critério de análise entre a empresa e as gestoras de frota. A tabela de viaturas é revista ao final de cada ano. O departamento avalia o valor de cada carro, através de uma consulta onde volta a pedir valores de rendas para todos. As viaturas elegíveis têm que corresponder a essa renda média pré-definida A tabela de viaturas é revista ao final de cada ano. O departamento avalia o valor de cada carro, através de uma consulta onde volta a pedir valores de rendas para todos. As viaturas elegíveis têm que corresponder a essa renda média pré-definida. Desde 2000 que a frota passou para um regime de aluguer operacional. Quanto a condições negociadas: viatura de substituição, sistema de manutenção, seguro As condicionantes do contrato são iguais para todas as Gestoras de Frota, diz Sara Bolas. A McDonald s consulta ainda todas as marcas com uma previsão das aquisições que vai fazer nesse ano e negoceia diretamente os preços das viaturas. Depois, tem também alguns acordados internacionalmente, como com a Mercedes-Benz e a BMW. No entanto, a divisão nacional da empresa não tem que reportar diretamente com a sede europeia. Redução de custos Em 2011, a empresa prolongou contratos e aumentou o número de quilómetros contratados. O motivo para o fazer tem a ver com otimização de custos. E as medidas não ficaram por aqui. Incluíram ainda a revisão do número de pneus contratados e o tipo de viatura de substituição. Neste momento, a McDonald s trabalha com três gestoras. Os níveis de segurança são importantes na escolha de viaturas. Outro aspeto que aparece na tabela de viaturas da empresa é a classificação EuroNCap. Outro ainda é o conforto. A nossa preocupação principal é que não haja um grande desgaste McDonald s Portugal Maria João Mendes Telefone: Internet: JUNHO FM17 19

20 FROTISTAS Os níveis de segurança são importantes na escolha de viaturas. Outro aspeto que aparece na tabela de viaturas da empresa é a classificação EuroNCap. Outro ainda é o conforto. A nossa preocupação principal é que não haja um grande desgaste físico dos condutores, diz Maria João Mendes físico dos condutores, diz Maria João Mendes. O AOV é o modelo de financiamento preferido pela McDonald s. Evita-nos flutuações financeiras e recursos administrativos, explica a responsável. Uma das questões mais preocupantes para estas responsáveis são os recondicionamentos. Nos últimos cinco anos, mudaram drasticamente, diz Maria João Mendes. Se, anteriormente, eram muito permissivos, de há cinco anos para cá temos que entregar os carros praticamente como se fossem novos, diz. É a própria McDonald s que faz esse serviço, através de um prestador de serviço. As responsáveis dizem que o valor conseguido é 30% menor do que o cobrado pelas gestoras. E admiram-se de não haver mais operadoras a trabalhar esta área. O que procuramos é um parceiro que nos garanta que o carro é entregue sem mais nenhum custo adicional. E que, quando isso aconteça, que se responsabilize por isso. Financeiras das marcas Já analisámos essa solução, mas como não trabalhamos em exclusivo com uma marca, acaba por ser secundário Pneus Chegámos à conclusão que entregávamos muitos carros sem substituir os pneus que estavam contratados e sobre os quais não havia reembolso. Isso era claro para nós. Não sabíamos ainda qual o valor de substituição, mas fizemos um estudo e achámos que os 60 mil quilómetros para substituição dos pneus seria um valor razoável Tipologia Frota 90 carros Tipo Ligeiros de passageiros Financiamento AOV (100%) Propulsão Diesel Responsabilização do condutor (em desenvolvimento) 20 FM17 JUNHO 2013

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