É assim que se faz PLANEJAMENTO DE OBRAS. Novos métodos e ferramentas de controle de obras ajudam empresas a melhorar a performance

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1 PLANEJAMENTO DE OBRAS É ssim que se fz SÉRGIO COLOTTO Novos métodos e ferrments de controle de obrs judm empress melhorr performnce Reportgem Mriuz Rodrigues 38 Construção Mercdo n o 12 julho 2002

2 O plnejmento de obrs, por incrível que preç, ind é um incógnit pr muits construtors brsileirs. Empress mis estruturds té conseguirm perfeiçor sistems de plnejmento às sus necessiddes e perfil. Ms existe ind um universo que não descobriu os mendros do plnejmento como um meio de melhorr produtividde e reduzir perds. Muits empress temem o excesso de burocrci e creditm que os instrumentos de plnejmento não tendem o seu porte ou método de trblho. Esss empress desconhecem que hoje existem desde métodos mis complexos os mis simplificdos. No último cso, esss ferrments conseguem tender empress de pequeno e médio porte, com resultdos positivos em mtéri de przos e custos. Grnde prte dos dignósticos d construção civil, relizdos té hoje, indicm que muitos problems do setor bix produtividde, incidênci de perds, ocorrênci de cidentes têm entre s principis cuss flt de plnejmento, diz Crlos Torres Formoso, do Norie (Núcleo Orientdo pr Inovção d Edificção), d Universidde Federl do Rio Grnde do Sul. Quem procur informções sobre estrtégis de plnejmento pode recorrer livros, sites, softwres e consultoris que tentm desvendr s váris fces do ssunto. Entre eles, podemos citr o livro Introdução o Plnejmento e Controle de Custos n Construção Civil (Editor Pini), do engenheiro Pedrinho Goldmn, que trç um roteiro básico dess tividde. Um ds principis crcterístics do plnejmento, diz o utor, é o elo com os demis deprtmentos d empres rquitetur, finnceiro e contábil. Muits empress chegm crir um deprtmento só pr cuidr dess tividde. No entnto, qundo começm crescer, torn-se necessário centrlizção de tntos ddos e informções, diz Goldmn. Segundo o utor, ess áre detém ind um importnte tref junto à engenhri. O plnejmento responde em conjunto pel escolh dos mteriis, proprição dos serviços e doção ds soluções dotds no di--di d obr. Construção Mercdo n o 12 julho 2002 ARQUIVO Gestão Sistêmic - plnejmento e controle pr otimizr os resultdos do conjunto dos empreendimentos Custo R$ ,00 (205; R$ ,30) Análise: 1 Qudrnte - Áre de mior custo e mior przo 2 Qudrnte - Áre de menor custo e mior przo 3 Qudrnte - Áre de menor custo e menor przo 4 Qudrnte - Áre de mior custo e menor przo Przo 258 dis úteis Análise Plnejdo Atul Projetdo Plnejdo (tempo; custo) Atul (tempo; custo) Projetdo (tempo; custo) Przo (dis) Ftores logísticos são os que mis complicm o plnejmento. A crg e descrg de mteriis em regiões como do qudrilátero d venid Pulist são permitids pens em horários específicos. A flt de um item pode custr hors precioss de trblho té que próxim remess chegue 172,04 Custo , , ,30 39

3 PLANEJAMENTO DE OBRAS As grndes dúvids n cbeç dos construtores são: como mterilizr esse intrincdo quebr-cbeçs? Qunts plnilhs serão empregds? Qul periodicidde idel de controle? É preciso contrtr um profissionl especificmente pr isso? O plnejmento relmente trz lucro? Segundo os especilists, plnejmento está vinculdo outros pré-requisitos. Está vinculdo processos de qulidde, diz o diretor d NBSTech, Slvdor Benevides. Sem dúvid, certificção dos processos represent um grnde slto pr melhori dos meios de controle e simplific o plnejmento. Primeiros pssos No livro Plnejr pr Construir (Editor Pini), o engenheiro Remo Cimino define s etps básics dess tividde como: orgnizção dos eventos (plnejmento); métodos de execução; serviços de poio; cnteiro de obr; equipes de trblho; orgnizção; cmpmento (se for o cso) e suprimentos. Por su vez, esss etps são ind detlhds e servem como prâmetro pr formulção ds plnilhs. Um roteiro inicil, segundo Cimino, pode ser o seguinte: nálise do projeto; período em que deve ser executdo; nálise de eventos mis simples; considerções sobre eventos complexos; enfoque dos eventos complexos; orgnizção dos eventos; nálise dos eventos complexos; níveis de produção; interdependênci entre serviços, equipmentos e mão-de-obr; serviços de poio; cnteiro de obr; equipe; cmpmento; suprimento (recursos mteriis); liberção pr execução; controles e revisões. Ms o engenheiro lert que o fundmentl ness etp é nálise dos pormenores e s diverss interferêncis que possm crir problems n obr (ver plnilhs). Um vez levntdos todos esses ddos, o psso seguinte é orgnizção de tis informções num linh do tempo. Pr isso utilizm-se lguns instrumentos como cronogrm de brrs, sistem Pert-CPM ou mbos o mesmo tempo. Tmbém ness etp deve ser relizd nálise dos principis problems técnicos dos diversos momentos, com determinção dos níveis de produção e definição dos sistems construtivos serem empregdos. Plnejmento de brrs e sistem Pert CPM O plnejmento de brrs é um sistem simplificdo, ilustrdo pelo gráfico de Gntt, que visuliz o vnço ds tividdes sej por mês, quinzen, semn ou di. As vntgens, segundo Remo Cimino, são fcilidde e rpidez n execução, lém d clrez n presentção ds tividdes. Ms esse modelo não determin tods s relções de interferênci entre s diverss etps nem pont os cminhos críticos. 40 Construção Mercdo n o 12 julho 2002

4 Proposts do Norie pr um plnejmento eficiente Deficiêncis encontrds Dificuldde pr orgnizr o próprio tempo de trblho Deficiêncis nos sistems de plnejmento e controle d produção Ausênci de integrção verticl do plnejmento Flt de formlizção e sistemtizção n elborção do plno de curto przo. Inexistênci de um plno de médio przo e doção de mets impossíveis de serem tingids Flt de envolvimento do mestre-de-obrs n preprção dos plnos de curto przo Controle informl Soluções proposts Plnejmento ds tividdes diáris em horários mis trnqüilos, de mnhã por exemplo Estbelecer pdrões de segmentção d obr que tornem coerentes os níveis de plnejmento Implementção de um plno de médio przo. As empress gúchs vêm se utilizndo do sistem Lookhed Plnning, elbordo tod semn pr um horizonte de três cinco semns Aprimormento do plno de curto przo e determinção de przos exeqüíveis com s reis necessiddes do sistem Envolvimento dos mestres-de-obr n preprção do plno de curto przo, pois ele possui informções respeito ds principis dificulddes técnics que s equipes estão enfrentndo Implementção do sistem de indicdores pr o controle do plnejmento e d produção e de um sistem de progrmção de recursos, com identificção de przos mínimos, longo, médio e curto przo Mis complexo, o sistem Pert CPM é um modelo de representção fundmentdo n seqüênci e dependênci de tividdes, o que pont o cminho crítico d durção dos eventos. Pr o engenheiro Cimino, este é um sistem mis completo, que permite um série de recursos o gerencimento, com um melhor visulizção dos processos e previsão ds tividdes em tempo mis exto. Tmbém, segundo o engenheiro, fcilit o compnhmento ds tividdes e permite crcterizção dos diversos cminhos subcríticos. Há quem estej buscndo simplificção o máximo dos ferrmentis empregdos ness trjetóri, sej por flt de recursos pr quisição de equipmentos ou mesmo pr investimento em treinmento. Quem vem encmpndo esse conceito é Crlos Torres Formoso, à frente de um trblho relizdo no Norie. Muits pessos confundem plnejmento com plicção de um técnic de plnejmento ou gerção de um plno, diz Formoso, que não vê necessidde de ferrments muito complexs. Qunto mis simples, melhor, diz. O professor vem liderndo estudos sobre esse tem, o ldo de outros estudiosos, como Muricio Moreir Bernrdes. Em pesquis relizd pelo grupo em 12 empress gúchs form identificdos os principis problems ness áre. Os vnços detectdos em lgums construtors não são suficientes pr melhorr o desempenho globl d produção, vli Muricio Moreir. A pesquis é bse pr um conjunto de ções, sugerids pelo Norie, que podem melhorr os sistems de plnejmento plicdos. O fundmentl, no entnto, é mudnç de postur dos profissionis frente o problem, diz Muricio Moreir. O método proposto por Formoso e seus colegs do Norie empreg um modelo que trduz o máximo os sistems informis empregdos por lgums construtors. Por exemplo, pr plnejmento de curto przo, é mis interessnte um ferrment que permit mior trnsprênci possível nos processos. Crise um jnel de confibilidde fundmentl pr estbilizr produção, diz Formoso. Nel é fundmentl vlição do percentul de p- Construção Mercdo n o 12 julho

5 PLANEJAMENTO DE OBRAS Obr: Cesr Business Pulist Incorpordor e Construtor: Inpr Descrição: Edifício com 23 pvimentos e 23 mil m 2 com fchds pré-moldds Avlição indic necessidde de mis um equipmento A Inpr implntou, há cerc de três nos, um sistem de plnejmento pr tods s obrs. O primeiro psso foi definir os períodos ds estrtégis de execução ds tividdes. N obr do flt Cesr Business Pulist, construtor implementou um plnejmento pr concluir obr em 30 meses sob consultori d Anlisy s Consultori e Plnejmento, período que levou em considerção tmbém o plnejmento finnceiro d obr. O edifício possui vários elementos industrilizdos, como fchds pré-moldds, vedções interns com plcs de gesso crtondo e bnheiros prontos. No cso do flt, diz o engenheiro Ary Miné Filho, um ds principis preocupções foi com logístic de entrd dos bnheiros de grnde porte e o período de instlção. A obr empreg bnheiros prontos, em concreto reforçdo com fibr de vidro, com cbmento. As uniddes são içds por grus e posicionds no locl. As instlções pssm por for d unidde, em shfts. Segundo o professor José Frncisco Pontes Assumpção, do Deprtmento de Engenhri Civil d Universidde Federl de São Crlos, trsos de projeto e n entreg de mteriis são ftores que mis trsm o cronogrm ds obrs. Além disso, lguns componentes podem chegr com defeito ou presentr problems. No cso d obr d Inpr, segundo Ary Miné, previsão de produtividde pr colocção de bnheiros prontos não se confirmou. Devido às interferêncis n obr, foi preciso replnejr esse item, diz Miné. O trso refletiri nos serviços de instlção dos bnheiros. Então, pr não perder przo e desvir s tividdes d gru, foi inserid outr gru no cnteiro. O importnte, em um plnejmento de qulidde, é identificr os problems e os eventuis desvios n obr e prtir dí tomr decisões que mntenhm os przos e os custos iniciis, recomend o professor Assumpção. Obr: Ntl Plz Construtor: Delphi Engenhri Descrição: edifício misto (residencil e flt) com 19 pvimentos e ,89 m 2. Previsão de entreg em 18 meses Construtor dot mets estrtégics em váris frentes A construtor potigur Delphi Engenhri, embld com conquist dos prêmios Cs Bonit Brsil (1999) e Cs Brsil (2000), tem tulmente seis edifícios em construção e deverá lnçr mis qutro ind este no. A principl dificuldde pr obtermos um melhor desempenho gerencil é o elevdo número de empreendimentos simultâneos e os custos reltivos à informtizção dos cnteiros de obrs, resslt o engenheiro Adlberto Albuquerque, diretor técnico d Delphi. A construtor optou então por usr o progrm Gestão de Empreendimentos pr Resultdos, d Solução Project Consultori e Assessori, de Fortlez. O progrm de desenvolvimento gerencil consiste em um conjunto de serviços de cpcitção, consultori e implntção de soluções integrds de plnejmento e monitormento contínuo bseds em conceitos de gestão (PERT/CPM e Teori ds Restrições) e d tecnologi Project d Microsoft. As mets estrtégics compreendem o przo, o lucro opercionl e o fluxo de cix, que são dimensões inter-relcionds, pois não se pode progrmr mis tividdes do que disponibilidde de cix permite e tmpouco esticr demis o przo sem fetr lucrtividde, explic Alexsndro Amrnte, consultor d Solução. 42 Construção Mercdo n o 12 julho 2002

6 Obr: Conjunto Hbitcionl Antonio Enés Resque Durte Construtor: Mpe Engenhri Cliente: Cix/Cohb Descrição: 20 blocos de oito prtmentos distribuídos em dois pvimentos com previsão de entreg de 12 meses, em Belém-PA Plnilh de fácil visulizção fcilit comunicção com s equipes Pr tender o curto przo, o contrtnte buscou o poio de um consultori de plnejmento e controle de obr. A ferrment escolhid foi LOB (Linh de Blnço), devido à repetição ds tividdes. A Linh é derivd do gráfico de brrs (Gntt). Nel, em vez de se colocr s tividdes ou fses d obr no eixo verticl, els são colocds em blocos. Cd brr continu representndo um tividde ou fse d obr. Ms deix de ser horizontl pr ter um inclinção que representrá o ritmo do vnço dos pvimentos. A Linh de Blnço pode indicr o seqüencimento ds tividdes pels diverss uniddes de repetição d obr. Ests uniddes podem ser os pvimentos, os prtmentos, s css unifmilires, os quilômetros de estrd, os metros de cnlizção, etc. Com o plnejmento, visão ds tividdes ficou muito mis simples, diz engenheir Lucin Bsslo, d equipe de consultores o ldo de André Cruz e Muricio Mués. A visulizção fácil desse sistem fcilitou comunicção com s equipes, diz. Segundo engenheir, o blncemento dos serviços minimizou conflitos entre s equipes e otimizou os recursos envolvidos, pois form elimindos grglos n obr, como trefs com ritmo lento que trplhvm s demis. Form ind definids estrtégis de execução que permitiu distribuição ds tividdes pel obr diminuindo o tempo de entreg ds uniddes. Obr: Mnsão Lorenzo Bernini, Slvdor-BA Cliente: Chrom Engenhri Descrição: Edifício de 20 pvimentos, m 2, previsão de entreg em 24 meses Monitormento indic focos de desvio e ções necessáris O desnível de 28 m entre o fundo do terreno e ru demndou crição de cinco níveis de trvmento do prédio. Como pens estrutur de trvmento e fundção em tubulões e estcs consumirim seis meses, o przo de construção d torre de prtmentos ficou curto, o que tornou imprescindível um plnejmento eficiente e de resposts rápids, explic Gustvo Mi, diretor técnico d Chrom. Os consultores Aldo Dóre Mttos e Alexinldo Esteves form chmdos no início d crvção ds estcs. Já n primeir versão d rede PERT/CPM detectmos necessidde de lterr o plno de tque originlmente pretendido pel equipe d obr, pont Esteves. O plnejmento inicil foi feito no Microsoft Project com tividdes. Do progrm er extríd progrmção semnl de serviços, que servi de rumo pr reunião com os encrregdos e subempreiteiros. Ns reuniões erm nlisdos os entrves e o progresso dos serviços, tomndo como bse um formulário de inspeção dos serviços controldos. D rede sírm tmbém progrmção de comprs e mobilizção de equipes. O monitormento d obr permiti detecção dos focos de desvio e s medids de correção. N fse de instlções, houve problems no fornecimento d tubulção de águ quente de polipropileno, impossibilitndo execução ds prumds dos snitários. A instlção foi então segmentd pr contemplr primeiro os cômodos sem prumds de águ quente, deixndo os bnheiros pr mis trde. O trso n entreg ds ports pronts tmbém ssustou Chrom. Pr tenur o impcto no przo, foi reduzido o tempo de lgums trefs crítics com créscimo de hors extrs. Construção Mercdo n o 12 julho

7 PLANEJAMENTO DE OBRAS Fluxo opercionl Empreendimento Projeto Análise do projeto Período em que deve ser executdo Análise dos eventos mis simples Considerções sobre os eventos complexos Condições geris Descrição Quntificção Enfoque dos eventos Cultur própri Sistem construtivo Sugestões Cultur extern Orgnizção dos eventos Análise dos eventos complexos Níveis de produção Interdependênci serviço mão-de-obr equipmento Serviços de poio Cnteiro de obr Equipe Acmpmento Suprimentos recursos Execução Controles Revisões cotes concluídos (PPC), com identificção ds flhs de plnejmento. Outr ferrment é o plno de médio przo que permite identificção e remoção ds restrições. Um dos cuiddos serem tomdos é durnte introdução de novs tecnologis, que exige o perfeiçomento do projeto e tmbém do plnejmento. Há tecnologis que tendem fcilitr o plnejmento, diz o professor. Um ds empress que tem empregdo o modelo, S.B. Mendes, de Cmpins, viu melhorr su performnce com o sistem do Norie. É simples e fácil de utilizr, diz Crlos André, diretor d construtor. Todo o sistem se concentr em um modelo de plnilh simplificd, que pode ser tulizd inclusive pelo mestre-de-obrs. O construtor lembr que há três nos viu-se em meio um processo de qulidde, cujo investimento er Em milhões de R$ 3,0 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0 Curvs "S pr nálise de desempenho Curv não-crític Curv crític Curv totl Dis lto, ms fltv um sistem de controle eficz. Com um só engenheiro de obr, er difícil compnhr tods s informções, diz. O ponto inicil do processo, destc Formoso, é sempre o plnejmento de curto przo, nível em que se começ mudr cultur d empres. O psso seguinte é o plnejmento de médio przo. O importnte é não perder de vist o cumprimento do przo totl d obr, ser monitordo pel plnilh de longo przo. O processo exige disciplin, com relizção de reuniões periódics. Segundo ciclo Pr o consultor Aldo Dóre Mttos, o principl problem de plnejmento ds construtors está n flt de tulizção dos cronogrms. Se um dos objetivos do plnejmento é minimizr s incertezs d obr, é preciso um mecnismo de proprição de ddos de cmpo que permitm vlição e replnejmento ds tividdes, diz. A seu ver, o ciclo PDCA 44 Construção Mercdo n o 12 julho 2002

8 PERSONAGEM Aldo Dóre Mttos Cultur empresril Consultor e plestrnte do curso Gerencimento de Obrs d Pini diz que o lto esclão não dá devid importânci o plnejmento Por que só gor s construtors cordrm pr necessidde de plnejr s obrs? Eu costumo contr seguinte históri: decorridos 25% do przo de um obr, o engenheiro responsável inform que houve trsos de projetos, ms que obr vi bem. Decorridos 50% do przo, ele diz que houve trsos de fornecedores, ms que obr continu bem. Qundo cheg nos 75% ele confess que lgo não vi contento e é preciso empregr mis recursos. Mis trde ele procur os superiores e diz que o przo não será cumprido sem um enorme esforço. No fim d obr, ele bte no peito, constt o furo do orçmento e pergunt: Eu não disse?. Atulmente, equção se dá n ordem invers: o que sobr sob form de lucro é diferenç entre o preço de vend ditdo pelo mercdo e o custo. Qunto menor o custo, mior o lucro, dí importânci de um plnejmento eficiente. Qul mior deficiênci ds construtors em plnejmento? A deficiênci se mnifest em grus vridos. Há empress que plnejm ml, outrs que plnejm bem, ms não controlm. O produto finl serve pr fzer figur frente o cliente. São plnilhs, gráficos e cronogrms que prescindem de nálise purd e muits vezes nem são provdos por quem vi fzer obr, ou sequer submetidos o crivo d equipe de produção. Plnejmento serve pr judr, não pr representr um ônus. Implntr um sistem de plnejmento e controle requer remoção de brreirs culturis? Plnejmento tem que ser cobrdo pel lt dministrção d empres como um ferrment indispensável. Reuniões eficzes de compnhmento começm doutrinndo o pessol de cmpo, e gerção de índices permite premir s melhores equipes e detectr os focos de desvio. Construção Mercdo n o 12 julho

9 PLANEJAMENTO DE OBRAS Conheç lguns dos progrms disponíveis Volre Softwre d PiniWeb estruturdo em qutro grupos e dez módulos que podem ser dquiridos seprdmente. O módulo de Plnejmento de Obrs elbor utomticmente os cronogrms físico e finnceiro d obr. Determin o przo de execução de cd serviço ou tividde e dimension s equipes de trblho, o mesmo tempo em que disponibiliz s informções pr comprs. Emite cronogrm físico-finnceiro, gráfico de Gntt, dimensionmento de equipes, desembolso finnceiro plnejdo. Tmbém contém o módulo de Controle de Obrs e o Módulo de Medições. O sistem já vem com bse de ddos pront (TCPO 2000), lém de incluir preços dos insumos d revist Construção Mercdo. Está integrdo com o MS-Project e pode ser dptdo às crcterístics d empres ou d obr. Primver Representdo pel Verno, o sistem present os módulos Primver Enterprise e Primver Project Plnner. O primeiro é um plictivo que reliz plnejmento, estimtivs, monitormento e controle dos projetos. O segundo permite o gerencimento de múltiplos projetos. Permite ind utilizção de bncos de ddos como Orcle ou Microsoft SQL Server. Há tmbém mecnismos pr informção ds tividdes (Progress Reporter) e o pontmento de hors (Portfolio Anlyst) pr nálise e comprção de ddos. Já o módulo Sure Trk permite o plnejmento e controle de projetos de pequeno e médio porte. SureTrck Softwre desenvolvido e comercilizdo pel Primver, compnhi nortemericn especilizd em ferrments de plnejmento (vej texto). Trt-se de um versão intermediári, em termos de custo e recursos, entre o Primver e o MS-Project, d Microsoft. Possui um interfce simples de trblhr e vntgem de estr integrdo o Primver, simplificndo o processo de up-grde pr versão do plictivo mis complexo dess compnhi. No Brsil, vem sendo utilizdo por váris construtors, dentre s quis se destc Hochtief. MS-Project 2000 O Microsoft Project 2000 é um ferrment que trblh de mneir coopertiv. Permite execução de orçmentos vinculdos o plnejmento e compnhmento de obrs utilizndo pr isso progrms com digrms de precedênci. Esse recurso permite vlição de seqüêncis de execução d obr em linh de blnço, o que fcilit integrção ds trefs. Fcilit o dimensionmento de tods s equipes pr execução ds trefs e d empres, ssim como o controle de przos e vlição d mão-deobr. (Plnejr/Desempenho/Controlr/ Agir) ilustr bem o processo de melhori contínu. É comum que s equipes de cmpo, ml-informds ou descrentes no plno presentdo, decidm lterr seqüênci ds tividdes. Pr isso é preciso ferir o controlr o que foi relizdo, diz Mttos. As etps básics do plnejmento são: gerção de índices de cmpo, produtividde ds equipes e vlição dos desvios em relção o plnejmento em vigor. O último qudrnte do círculo mostr que í o engenheiro precis pensr em como colocr obr de volt nos eixos, ou então revisr o plnejmento pr nov relidde, diz. N opinião de Dóre Mttos, o cminho crítico ind é um ferrment imbtível. Ms firm que o instrumento precis ser corretmente utilizdo. Pr isso é preciso respeitr os cinco princípios fundmentis do sistem. A listgem ds tividdes pode utilizr EAP ( Estrutur Anlític de Processo), que permite decompor obr em pcotes de trblho progressivmente menores, num cdei hierárquic. O seqüencimento ds tividdes determin s interdependêncis ds etps e reflete o pno de tque d obr. N etp de tribuição ds durções é importnte prever przos relists e deixr mrgem no fim d obr pr cobrir qulquer eventulidde. A identificção do cminho crítico permite que o gerente 46 Construção Mercdo n o 12 julho 2002

10 psse mirr sempre no lvo em vez de ficr ndndo em círculos. N fse seguinte, de intervenção no cminho crítico, o gerente deve tur priorizndo ções pr mnter o przo d obr sob controle. Por fim, deve-se tulizr rede. A nálise do progresso d obr é imprescindível pr tomd de medids corretivs em tempo hábil. O engenheiro sugere que em obrs com etps repetitivs como de um estrd, um prédio de pvimentostipo, um tubulção enterrd, um linh de trnsmissão de energi, um túnel, um conjunto de css populres empregue-se outrs ferrments, como linh de blnço (LOB line of blnce). Plotndo-se num gráfico o progresso (ciclos) versus o tempo, linh de blnço é extmente o ritmo com que os ciclos se sucedem o longo do tempo, permitindo um visulizção perfeit do ndmento previsto com o relizdo. Outr sugestão do consultor é o Método do Vlor Agregdo, que funcion à bse de qutro prâmetros de vlição de custo. Primeiro é proprido o custo d execução do serviço, depois comprdo com o custo previsto com o orçmento inicil. Algums relções numérics decorrentes são de grnde importânci pr o gerente, pois dão um idéi d vrição do custo unitário de cd serviço, destc Mttos. Obrs complexs Pr o professor José Frncisco Pontes Assumpção, do Deprtmento de Engenhri Civil d Universidde Federl de São Crlos, não existem fórmuls ou receits pronts pr cd tipo de empres. A implntção do processo inici pelo co- Construção Mercdo n o 12 julho

11 PLANEJAMENTO DE OBRAS Linh de blnço BL 5 E1 E2 E2.1 BL 4 E1 E2 E2.1 BL 3 E1 E2 E2.2 BL 2 E1 E2 E2.1 BL 1 E1 E2 E2.2 S T QQ S SD S T QQ S SD S T QQ S SD S T QQ S SD S T QQ S SD S T QQ S SD S T QQ S SD S T QQ S SD S T QQ S SD Semn 2 Semn 3 Semn Medição 4 Semn 5 Semn 6 Semn 7 Semn Medição 8 Semn 9 Semn o o Alvenri - 1 pvimento Fôrm/lje pré-moldd/rmção/concreto Alvenri - 2 pvimento o Percint - 2 pvimento (fôrm/ço/concreto) Empen nhecimento d empres, pssndo pel identificção de necessiddes e conscientizção do corpo técnico e gerencil sobre importânci do plnejmento. Em lguns csos é tmbém necessário cpcitr o corpo técnico, pr melhorr o entendimento e compreensão do processo. Ele cit o exemplo d Inpr, que implementou um trblho de plnejmento técnico pr tods s sus obrs. De cordo com o professor Assumpção, os resultdos mis perceptíveis do plnejmento ocorrem por meio do cumprimento dos przos e dos custos inicilmente previstos. Ele destc ind que há um grnde disponibilidde de softwres, de fácil operção, que fcilitm implementção de sistems de plnejmentos eficientes. Sib mis sobre plnejmento Livros: Introdução o Plnejmento e Controle de Custos n Construção Civil, Pedrinho Goldmn, Editor Pini. Plnejr pr Construir, Remo Cimino, Editor Pini. Cursos: Gerencimento de Obrs, com Aldo Dóre Mttos, Pini Cursos. Site: 48 Construção Mercdo n o 12 julho 2002

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