Tópico 4. Como Elaborar um Relatório e Apresentar os Resultados Experimentais

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1 Tópico 4. Como Elaborar um Relatório e Apresentar os Resultados Experimentais 4.1. Confecção de um Relatório Organização do relatório Um relatório é uma descrição detalhada, clara e objetiva de um trabalho realizado. Descrição detalhada significa que o relatório deve apresentar todos os detalhes que sejam relevantes. Clareza e objetividade reduzem o esforço de leitura do relatório sem prejuízo da perfeita compreensão. O relatório deve conter as seguintes partes: Resumo Introdução Descrição experimental Resultados das medições e cálculos Conclusão Referências bibliográficas Resumo O resumo poderá ter de 5 a 10 linhas e deve indicar sucintamente os objetivos da experiência, equipamento utilizado, principais resultados e conclusões. Isto é, o resumo deve dar ao leitor uma idéia preliminar sobre o conteúdo do relatório e, portanto, deve ser escrito depois de finalizado o trabalho. Gráficos e fórmulas não fazem parte do resumo Introdução A introdução deve conter os objetivos da experiência, discussão do tema da experiência, apresentação das fórmulas teóricas, leis físicas utilizadas, deduções teóricas mais relevantes e outros comentários que parecerem importantes Descrição Experimental itens: Esta parte do relatório deve conter uma descrição completa e objetiva dos seguintes arranjo experimental; procedimento experimental; características de instrumentos, incertezas de leitura e de calibração; cuidados particulares e detalhes relevantes.

2 A descrição do arranjo experimental deve incluir figuras mostrando características e dimensões relevantes. Em procedimento experimental, deve-se dar uma descrição resumida do procedimento utilizado e do método de medição de cada grandeza. Devem também ser apresentados nesta parte do relatório, características dos instrumentos utilizados, discussão de incertezas de leitura e cuidados particulares que tenham sido adotados na tomada de dados Resultados das medições e análise de dados Os resultados das medições e cálculos devem ser apresentados nesta parte do relatório, sendo obrigatório o uso de tabelas no caso de serem feitas várias observações do mesmo mensurando. O texto deve explicar claramente os cálculos realizados. As fórmulas utilizadas devem ser apresentadas explicitamente. Resultados de cálculos que se repetem devem ser apresentados em tabelas. Os cálculos para a estimativa das incertezas também devem ser explicados claramente, inclusive com apresentação das expressões utilizadas, ou menção das mesmas se estas já foram apresentadas na introdução. Os gráficos devem ser apresentados nesta parte do relatório e seus resultados devem ser explicitamente apresentados no texto. Pensamos que é importante citar aqui o texto abaixo:... quando se registra o resultado de uma medição e a sua incerteza, é preferível errar, por excesso, no fornecimento de informações a fornecê-las com escassez. Por exemplo, deve-se: a) descrever claramente os métodos utilizados para calcular o resultado da medição e sua incerteza, a partir de observações experimentais e dados de entrada; b) listar todos os componentes da incerteza e documentar amplamente como foram avaliados; c) apresentar a análise dos dados, de tal forma que cada um dos passos importantes possa ser prontamente seguido e que os cálculos do resultado relatado possam ser independentemente repetidos, se necessário; d) fornecer todas as correções e constantes utilizadas na análise e suas fontes. Um modo de se verificar a lista acima é perguntar-se a si próprio: Terei eu fornecido suficiente informação de maneira suficientemente clara, de modo tal que meu resultado possa ser atualizado no futuro, se novas informações ou dados se tornarem disponíveis? Conclusões Os resultados devem ser discutidos e comentados na parte anterior do relatório. Mas geralmente existe esta parte final, na qual se deve discutir a experiência como um todo. As conclusões geralmente incluem a discussão dos seguintes pontos: acordo entre resultados obtidos na experiência e valores teóricos ou valores experimentais obtidos de outras fontes; crítica do método de medição e do equipamento utilizado;

3 sugestões e comentários sobre a experiência Referências bibliográficas Referências bibliográficas citadas no texto devem ser apresentadas no final, sob o título Referências Bibliográficas, seguem abaixo alguns exemplos de forma correta de citar as referências. a) Referência de livro: Hunter, J. C. O Monge e o Executivo: uma História sobre a Essência da Liderança, Sextante, Rio de Janeiro, Sendo Hunter, J. C. o autor do livro; O Monge e o Executivo: uma História sobre a Essência da Liderança; o título do livro; Sextante; a editora, Rio de Janeiro; a cidade onde o livro foi editado e 2004 o ano da edição. b) Referência de artigo de revista: Marinho, R. M.; Noether s theorem in classical mechanics revisited. European Journal of Physics, London, v. 28, p , Sendo Marinho, R. M o autor do artigo; Noether s theorem in clasical mechanics revisited o titulo do artigo; European Journal of Physics a revista onde foi publicado; London a cidade da editora; v. 28, p o volume e as paginas correspondentes ao artigo e 2007 o ano da publicação. c) Referência de Internet: Autor, título Acesso em 17 de julho de 2011 Sendo http o protocolo de comunicação (hipertexto) e o endereço da página de acesso à Univap, www (World Wide Web). Segue a data do acesso à página. Cabe destacar aqui que as referencias devem ser fornecidas no padrão da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) a qual para documentação é a NBR de 29/09/2002, disponível na biblioteca da Univap ou pela internet no site Mais alguns detalhes que devem ser levados em conta durante a confecção do relatório: Unidades para cada grandeza; Avaliação de erros nas suas medidas (e, se for o caso, propagar os erros nos resultados finais); Legendas das figuras; Numerar as figuras e gráficos e se referir neles no texto; Mencionar a data da realização da experiência;

4 Se usar textos ou figuras de outras fontes (esta apostila, internet, livros, artigos, relatórios de colegas...), deixe isto claro, colocando entre aspas", e dê a referência! 4.2. Apresentação dos Resultados Experimentais Tabelas Para apresentar um conjunto de dados ou resultados de medições e de cálculos repetitivos se usam tabelas. Na tabela deverão incluir-se todas as informações necessárias para se entender o que significam as quantidades tabeladas, de maneira razoavelmente independente do texto do principal. Por exemplo, para medir o poder de aceleração de um carro, medimos como a sua velocidade se modifica em função do tempo, conforme pode ser observado na tabela 1 abaixo. Tabela 1. Variação da velocidade com o tempo em segundos. No exemplo apresentado (Tabela 1) o conteúdo da tabela é razoavelmente bem definido pela legenda, cabeçalhos, e unidades. Algumas regras gerais para se elaborar uma tabela são apresentadas a seguir. Identificação: As tabelas devem ser numeradas e identificadas por um título colocado acima da mesma. Além do título pode ser colocada uma legenda a qual terá informações adicionais que ajudem a entender o conteúdo da tabela. Cabeçalhos: O conteúdo de cada coluna (ou linha) deve ser identificado por meio do símbolo que representa as quantidades dessa coluna. As quantidades devem ser escritas incluindo somente os algarismos significativos, zeros à esquerda devem ser evitados por meio de mudanças de unidades ou fatores multiplicativos convenientes. Unidades: As unidades e eventuais fatores multiplicativos devem ser explicitamente indicados. Para expressar as unidades devem usar-se as convenções internacionais conforme relatado no capítulo 1.

5 Incertezas: A incerteza deve ser sempre explicitamente indicada, na mesma coluna que as quantidades, ou em coluna separada. As incertezas devem ser dadas com as mesmas unidades e fatores multiplicativos das quantidades. Quando a incerteza é a mesma para todos os dados de uma coluna, pode-se indicá-la no cabeçalho da tabela Construção e Interpretação de Gráficos O gráfico dos dados apresentados na Tabela 1 (Figura 1) permite visualizar imediatamente o comportamento da velocidade em relação ao tempo. Uma imagem vale mil palavras, e um gráfico é uma maneira muito eficiente de resumir e apresentar os seus dados. É importante que o gráfico se conforme a certas convenções ou regras que todo mundo conhece. Assim outras pessoas podem interpretar os seus resultados imediatamente. Em seguida vamos apresentar as regras para produzir gráficos em um formato profissional. Figura 1. Velocidade de um automóvel acelerando em função do tempo dado em segundos. Regras práticas para construção de gráficos Conforme o exemplo da Figura 1, um gráfico contém os seguintes elementos: 1. Eixos com nome da variável representada, escala e unidade. 2. Os dados e, se apropriado, as barras de erro. 3. Legenda e título. Os eixos Cada um dos eixos deve conter o nome (ou símbolo) da variável representada, a escala de leitura e a unidade correspondente. Escolha uma escala conveniente para a qual o gráfico represente bem o intervalo medido para cada variável. A regra prática para esta definição é dividir a faixa de variação de cada variável pelo número de divisões principais disponíveis. Toma-se então um arredondamento a valor superior e de fácil leitura. Estes

6 valores de fácil leitura são: 1, 2 ou 5 unidades ou qualquer múltiplo ou submúltiplo de 10 delas. Por exemplo, no papel milimetrado, se a faixa de variação dos dados for de 35 unidades e o número de cm disponíveis for de 10 cm, chegamos ao valor ideal de 5 unidades para cada divisão do gráfico No caso da Figura 1, a variável tempo varia 35s e temos mais ou menos 10 divisões principais, o que daria 3,5 s por divisão, o que não é conveniente. Portanto escolhemos 5s por divisão. Da mesma maneira foi escolhido 20km/h por divisão no eixo y. As escalas dos eixos não precisam começar na origem (zero, zero). Elas devem abranger a faixa de variação que você quer representar. É conveniente que os limites da escala correspondam a um número inteiro de divisões principais. Indique os valores correspondentes as divisões principais abaixo do eixo-x e a esquerda do eixo-y usando números grandes. As unidades devem ser escolhidas de maneira a minimizar o número de dígitos nos valores que indicam o valor da divisão principal. Uma regra prática é tentar usar no máximo três dígitos nestes valores, fazendo uso de potências de 10 na expressão das unidades para completar a informação. Ao traçar os eixos no papel milimetrado, não use a escala marcada no papel pelo fabricante. É você que define a sua escala, baseando-se nos seus dados. Também não use os eixos nas margens do papel. Desenhe os seus próprios, porque você precisará de espaço para a identificação das variáveis e para a legenda. Por fim, abaixo ou à esquerda dos números da escala, conforme o caso, escreva o nome (ou símbolo) da variável correspondente e a unidade para leitura entre parênteses (km, 10 5 N/cm 2, etc.). Os dados Assinale no gráfico a posição dos pontos experimentais: use marcas bem visíveis (em geral círculos pequenos). Nunca indique as coordenadas dos pontos graficados no eixo. Coloque barras de erros nos pontos se for o caso. Se os erros são menores que o tamanho dos pontos, indique isso na legenda. As vezes ajuda a visualização traçar a melhor curva média dos pontos, ignorando alguns pontos que fogem demasiadamente do comportamento médio. Em outras palavras, pode-se dizer que a curva média deve ser traçada de maneira a minimizar os deslocamentos da curva em relação aos pontos experimentais ao longo do traçado. Use o seu juízo. Não é correto simplesmente ligar os pontos experimentais. A legenda e o título Todo gráfico deve ter um título, pelo qual é referido no texto (Figura 1, no nosso exemplo). Geralmente, o título do gráfico é colocado na legenda, abaixo do gráfico. A legenda deve conter também uma descrição sucinta do que é apresentado no gráfico. Note que uma legenda tipo velocidade vs. tempo" é redundante pois esta informação já está contida nos rótulos dos eixos. Na Figura 2, ilustramos os erros mais comuns, que devem ser evitados na construção de um gráfico.

7 Figura 2. Ilustração dos erros mais comuns que devem ser evitados na construção de gráficos.

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