WORKSHOP REGIONAL - PLANO AGRÍCOLA E PECUÁRIO 2009 / 10 ESTADO DO PARANÁ PROPOSTAS / REAIS NECESSIDADES

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1 TEMAS VOLUME DE RECURSOS Ocorreu um aumento médio de 20% no custo de produção em relação à safra anterior. Crise as traddings, agroindútrias e cerealistas reduziram a oferta de crédito. O crédito oficial representa menos de 30% das necessidades da agropecuária brasileira. Aumentar o volume de recursos do PAP de R$ 78 bi para R$110 bilhões: Custeio e comercialização - R$ 80 bilhões (juros controlados - R$ 70 bilhões + juros livres - R$ 10 bilhões) Investimentos BNDES - R$ 15 bilhões Agricultura Familiar - R$ 15 bilhões TOTAL R$ 110 bilhões TAXA DE JUROS A taxa básica da economia SELIC foi reduzida e tem tendência de queda.devido à crise os outros setores da economia foram beneficiados com melhores condições de crédito que ainda não foram aplicadas ao setor rural Reduzir a taxa de juros 0,5% em todas as linhas de crédito de custeio comercial, PROGER e investimentos, passando o crédito oficial do custeio para 6,25% e o PROGER para 5,75%. ACESSO AO CRÉDITO A formalização dos contratos de custeio poderia ser simplificada, como forma de tornar ágil o atendimento aos clientes, reduzir despesas operacionais e massa de trabalho para os bancos. As despesas cartorárias com o registro de cédulas hipotecárias além de representarem ônus elevado para os produtores transformam-se, algumas vezes, em barreiras intransponíveis para a obtenção do crédito de custeio, comercialização e de investimento;

2 ACESSO AO CRÉDITO O crédito rural para custeio é contratado pelos mesmos produtores, guardando valores e condições gerais repetidos safra a safra. Para o produtor acessar o custeio é feito um contrato por produto, propriedade e safra. O registro das cédulas e a burocracia inerente à formalização das garantias são realizados a cada safra de inverno e verão, onerando o custo das operações e atrasando a liberação dos recursos. A renegociação de dívidas e os financiamentos em ser exauriram a capacidade dos produtores fornecerem garantias reais para a realização de novos financiamentos. Devido à crise em agosto de 2008 e dado o quadro de endividamento dos produtores rurais, os bancos foram seletivos e restringiram a oferta de crédito rural. Até janeiro de 2009, apenas 57,7% do volume de recursos previstos para custeio da safra em curso foram liberados. Desburocratizar o acesso ao crédito criar um crédito rotativo automático para o custeio comercial. Os beneficiários seriam os produtores com mais de cinco anos de relacionamento no banco. O produtor faria o registro de apenas um contrato com as garantias, denominado "contrato principal", sendo válido por 5 anos. Registrado o principal, a cada safra o banco é informado da área que vai ser plantada pelo produtor, que libera os recursos por meio de senha eletrônica, sem a necessidade de novo registro das garantias e assinatura de avalistas; Estabelecer que as normas, inclusive de outras áreas (meio ambiente, INCRA) que interferem na operacionalização do crédito rural sejam de conhecimento quando do lançamento oficial do Plano Safra, exceto Seguro Rural e Política de Garantia de Preço Mínimo. Criar um Fundo de Aval para o Crédito Rural. Desonerar o crédito rural do IOF. CRÉDITO RURAL DE CUSTEIO Limites para o Crédito Rural de Custeio e Comercialização - Houve aumento de 20% em média nos custos de produção.

3 CRÉDITO RURAL DE CUSTEIO Aumentar, conforme tabela a seguir, os limites de custeio e comercialização consoante o reajuste do custo de produção. Cultura / Produto 2008 / / 10 Variação (%) Algodão Amendoim Arroz de sequeiro Arroz irrigado Aveia Café Cana-de-açúcar Cevada Feijão sequeiro Feijão irrigado Fruticultura Mandioca Milho Soja Sorgo sequeiro Sorgo irrigado Trigo sequeiro Trigo irrigado Pecuária bovina e bubalina Investimentos, demais custeios e comercialização

4 CRÉDITO RURAL DE COMERCIALIZAÇÃO Os atuais preços mínimos não cobrem os custos operacionais de produção. Para que haja efetividade das políticas do governo faz-se necessário que os preços mínimos estipulados pelo Plano Agrícola e Pecuário 2009 / 10 sejam corrigidos. Corrigir preços mínimos, conforme tabela a seguir: Cultura Unidade Preço Mínimo Preço Mínimo Correção (%) 2008 / / 10 Algodão em caroço 15 Kg 14,40 17,06 18,4 Feijão 60 kg 80,00 89,54 11,9 Milho 60 kg 16,50 19,41 17,6 Soja 60 Kg 22,80 29,40 28,9 Os atuais instrumentos de comercialização e a própria PGPM disponibilizados pelo governo federal tem sido de grande utilidade no suporte de preços recebidos pelos agricultores. Porém, estes instrumentos não têm sido suficientes para atender toda a demanda, sendo necessárias medidas adicionais para garantir renda mínima aos produtores rurais. O prêmio de suporte consiste no pagamento aos produtores rurais da diferença entre o preço mínimo de garantia e o preço de mercado dos produtos agrícolas. O programa de pagamentos das diferenças será acionado sempre que o preço de mercado estiver abaixo do preço mínimo na região do beneficiário. O pagamento será efetuado sobre a produção proveniente da área pré-cadastrada, mediante a comprovação da compra de sementes e insumos e acompanhamento técnico ao produtor rural que deseja acessar os recursos do programa. Neste cadastro deverá constar o histórico recente da propriedade, as culturas e as produtividades médias obtidas nos últimos 5 anos, bem como, as culturas que pretende plantar e suas respectivas áreas.

5 CRÉDITO RURAL DE COMERCIALIZAÇÃO Criar programa de equalização de preços, que assegure ao produtor o recebimento da diferença monetária entre os preços recebidos e o preço mínimo de garantia fixado pelo governo, quando o primeiro for menor que o segundo. Sobre proteção de preços na área privada: embora tenha sido muito divulgado o sistema de proteção de preços via bolsa, este ainda não tem atendido as necessidades, pois somente pode ser feita via mercado futuro. Esta modalidade é de difícil operacionalização para o produtor, pois exige o cumprimento de margens, ajustes, etc. justamente em uma época em que o seus recursos estão comprometidos na formação das lavouras. Também o mercado futuro em reais somente existe para o milho, a soja é em dólar (produtor vende a soja no mercado futuro e trava o dólar) em tempos de grandes oscilações isso pode ser mais um transtorno para o produtor. Para o trigo a proteção somente pode ser feita em bolsa no exterior e para o feijão não existe. Lançar os contratos de opção antes do plantio, permitindo que o produtor plante sua lavoura com a opção na mão (principalmente milho, feijão e trigo - para este último deveríamos ter opções lançadas já em abril- 09). JUSTIFICATIVA: a opção é segurança para o produtor e seu financiador; facilita o acesso ao crédito ao produtor; é garantia de que a promessa de preço mínimo vai ser cumprida; compromete o governo que não poderá voltar a traz, mesmo que mude o ministro ou suas políticas sobre o setor. O mercado de proteção privado de preços ainda não atende as necessidades do produtor e seus agentes financiadores (até que isso ocorra o governo deve fazer o seu papel). Incluir na Política de Garantia de Preço Mínimo as carnes (suíno, ave e bovinos).

6 PROGRAMAS DE INVESTIMENTO Taxa de juros e prazo de reembolso - ainda há discrepâncias nos prazos de pagamento e nos limites para uso por atividade nas linhas de financiamento do BNDES. Em todos os programas de investimento a serem incluídos no Plano Safra 2009 / 10 reduzir as taxas de juros em 0,50 ponto percentual em relação à safra anterior estabelecendo-se, desta forma, uma paridade com os juros do custeio e da comercialização onde as taxas de juros propostas são de 6,25% ao ano. Unificar o prazo de pagamento do MODERFROTA em 8 anos. FUNDOS CONSTITUCIONAIS - Não são operados no Estado do Paraná. Manter para o Plano Safra 2009 / 10 o financiamento de capital de giro não vinculado a projetos de investimento para cooperativas agropecuárias dentro do PRODECOOP. Aumentar o limite de financiamento de R$ 500 mil para R$ 600 mil por beneficiário, respeitando o limite de R$ 350 mil / atividade no MODERAGRO. Elevar o limite do PRODECOOP de 50 milhões para 70 milhões por cooperativa. Novos Programas de Investimento - O setor rural não possui uma linha de crédito que incentive o uso de novas tecnologias aplicadas à gestão dos negócios agropecuários. Programa de Tecnologia e Agricultura de Precisão - instituir um programa específico para financiar equipamentos de informática, softwares, teleprocessamento, GPS e outros equipamentos para a implementação da agricultura de precisão e de incentivo ao uso de tecnologias, com taxa de juros de 6,25% ao ano.

7 SEGURO RURAL Coberturas e produtividade: A produtividade média por município calculada pelo IBGE é o dado oficial utilizado pelas Resseguradoras para estipular as condições de contratação do seguro. Porém, o cálculo do IBGE não é classificado por faixas de rendimento conforme as tecnologias utilizadas pelos produtores rurais. Com isso, produtores que utilizam alta tecnologia são prejudicados, pois detém produtividade muito superior à oferecida pelas seguradoras e informadas pelo IBGE. Esse fator torna o seguro pouco atrativo. O gatilho do sinistro só é acionado numa situação extrema e de catástrofe, em casos em que se verifica perda superior a 50% do rendimento do produtor, não cobrindo, portanto, perdas da produção entre 20% a 50%. Aceitar produtividade histórica cadastrada do produtor no banco. Criar novos parâmetros de cálculo de produtividade no âmbito do IBGE. Utilizar metodologia que classifique as faixas de tecnologia utilizadas pelo produtor. Desenvolver simultaneamente nas Secretarias Estaduais da Agricultura, a exemplo da DERAL / SEAB / PR, um projeto piloto considerando as classes de produtividade associadas tanto ao perfil do produtor rural como, idealmente, aos padrões tecnológicos praticados no município. Cobertura e abrangência: As coberturas oferecidas no seguro agrícola pelas seguradoras são insuficientes. As companhias de seguro não cobrem 100% da produtividade do produtor, mas oferecem faixas menores que variam entre 50% a 70% da produtividade estipulada por município, que por si só já é considerado um parâmetro inadequado. Essas percentagens de rendimento aliadas aos dados do IBGE, tornam praticamente impossível acionar o seguro em caso de perdas por problemas climáticos e o produtor não vê motivos, portanto, para efetivar a contratação. Falta de seguro ou poucas opções para determinadas culturas que têm recursos no PSR. No processo de indenização, em algumas seguradoras, ainda não é levado em conta o aspecto qualitativo das perdas.

8 SEGURO RURAL Garantir recursos orçamentários para subvenção ao prêmio do Seguro Rural de no mínimo R$ 272 milhões. As seguradoras habilitadas no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural do Governo Federal (PSR), devem aumentar a faixa de cobertura da produtividade estipulada nas apólices, para 70% a 80% da produtividade do produtor. Criar um seguro que além da produção, tenha cobertura dos problemas de qualidade que afetam o produto e prejudicam o valor comercial da produção. Oferecer seguro agrícola para fruticultura, feijão, mandioca. Criar um projeto de seguro de café para avaliação do setor produtivo. (Agentes envolvidos Seguradoras habilitadas no PSR - MAPA) Peritagem - Falta de padronização da metodologia das peritagens e das condições gerais do seguro trazem incerteza ao produtor, tanto no momento de adquirir um seguro agrícola, quanto no momento de solicitar um sinistro. Há, inclusive, casos de perícias que são contestadas na justiça. Padronizar as condições gerais de contratação do seguro para facilitar o entendimento dos produtores, corretores e agentes financeiros que auxiliam na orientação junto ao produtor. Elaborar também uma padronização da metodologia da peritagem e racionalizar os prazos e etapas entre os pedidos de sinistro, perícia e resposta da seguradora. (Agentes envolvidos Seguradoras habilitadas no PSR - MAPA) Período de contratação - O produtor faz o planejamento de sua safra de verão e inverno oportunamente, com o intuito de levantar os custos de produção, contratação de financiamento nos bancos, compra de insumos e escolha do seguro. No entanto, algumas seguradoras não oferecem o seguro nesse período e atrasam a divulgação das condições de contratação do seguro, prejudicando o planejamento dos produtores.

9 SEGURO RURAL Divulgar as condições de contratação do seguro 60 dias antes do início do plantio definido pelo zoneamento agrícola para o planejamento da lavoura. No Paraná, na safra de verão as seguradoras precisam definir as condições até maio e na safra de inverno, até outubro. (Agentes envolvidos: MAPA, DERAL / SEAB / PR e Seguradoras habilitadas no PSR) Fidelização - Diversas modalidades de seguro premiam os clientes que mantém fidelidade. No seguro agrícola esse mecanismo não foi plenamente desenvolvido. Criar um sistema de bônus e premiar a fidelidade dos produtores na renovação de seguro. (Agentes envolvidos: Seguradoras habilitadas no PSR - MAPA) Prêmio - O custo alto do prêmio do seguro inviabiliza a massificação do seguro. Aumentar os subsídios para o prêmio para 70% em todas as culturas e atividades com exceção de florestas que permanece com 30%. Estimular a criação de Programa de Subsídio Estadual para o seguro rural, que complemente o programa federal, à exemplo do que ocorre já em São Paulo e Minas Gerais. (Agentes envolvidos: MAPA e DERAL / SEAB / PR) Legislação - Para massificar o seguro agrícola é necessário avançar com mais agilidade nas alterações da legislação e no atual modelo de seguro agrícola.

10 SEGURO RURAL Articular a aprovação com urgência do PLC 374/ FUNDO DE CATÁSTROFE. Incluir o setor produtivo, representantes de produtores, cooperativas, seguradoras e resseguradoras no Comitê Gestor do Seguro Rural CGSR ou em outro colegiado que discuta as questões relativas ao seguro rural. (Agentes envolvidos: MAPA e Congresso Nacional) Benefícios e estímulo para a contratação do seguro - Os benefícios no crédito rural de incentivo à contratação do seguro são inoperantes ou pouco aplicáveis. O acréscimo de 15% no limite de crédito do produtor rural que tenha como garantia apólice de seguro rural não funciona no Paraná, pois a estrutura fundiária é predominantemente de pequenas e médias propriedades. POLÍTICAS POR CULTURA Aves, Suínos e Bovinos Criar novo benefício no crédito rural que atinja um maior número de produtores. Estabelecer critérios de habilitação das seguradoras junto ao PSSR, tais como: Padronizar a peritagem conforme normas do Ministério da Agricultura. Apresentar plano de trabalho estabelecendo as condições de contratação de seguros, coberturas, regiões, culturas e atividades, dentre outros a ser aprovado pelo Comitê Gestor do Seguro Rural. O setor como um todo gera aproximadamente 180 mil empregos e em relação ao Valor Bruto da Produção Agropecuária - VPB, a avicultura e a suinocultura ocupam o terceiro e o oitavo lugar. A crise financeira mundial poderá comprometer o setor, por meio da redução do consumo das carnes e dos preços, impactando, consequentemente, seu desempenho e a empregabilidade.

11 POLÍTICAS POR CULTURA Desenvolver os instrumentos de mercados futuros de derivativos (contrato de opções) para suínos, aves e bovinos. Criar preços de referência para carnes (suínos, aves e bovinos). Utilizar os instrumentos da PGPM para produtores de suínos, principalmente o PEP. Elaborar um Plano Nacional de Logística para Suinocultura, pois tais investimentos permitirão a expansão das exportações. Pecuária Leiteira A pecuária leiteira já começa a sentir os impactos da crise internacional. Oscilações no mercado de capitais, restrições impostas à liberação de crédito, desaquecimento da demanda em diversos setores, quebras contratuais e incertezas quanto aos preços futuros são alguns entraves já presentes no dia-a-dia dos pecuaristas e de suas cooperativas. Apesar disso, a produção de leite e derivados continua a crescer. Visando assegurar a rentabilidade no setor leiteiro e do sistema cooperativista, diante desse cenário de crise, propõem-se as seguintes medidas emergenciais: Alocar recursos para operacionalização dos instrumentos da PGPM (AGF, PROP, PEP e PEPRO), para o leite e seus derivados. Efetivar o programa de compra de leite para merenda escolar, observando os padrões de qualidade do leite. Ampliar o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Ampliar o Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF).

12 POLÍTICAS DE APOIO À COMERCIALIZAÇÃO ZONEAMENTO AGRÍCOLA O Zoneamento Agrícola ainda não contempla diversas regiões importantes geradoras de emprego e renda, principalmente para a agricultura familiar. Além disso, importantes culturas para o agronegócio brasileiro, como o milho de segunda safra, não são cobertas pelo Seguro Rural e pelo Proagro. AGRICULTURA FAMILIAR Incluir novos municípios não contemplados no zoneamento agrícola do milho safrinha no Paraná, inclusive contemplando os consórcios de brachiaria e milho no zoneamento. Estabelecer o limite de amparo do PROAGRO de R$ ,00 para cada uma das seguintes safras: safrinha de milho, safra de inverno e safra de verão, podendo ser cumulativo. Arenito Caiuá no Paraná intensificar a pesquisa quanto a ensaios de épocas de plantio de soja em outubro comparativamente aos períodos atualmente indicados pelo zoneamento agrícola (interesse no plantio de cultivares precoces). Disseminar a instalação de um maior número de estações meteorológicas, cuja aquisição e manutenção seja em forma de Parceria Público-Privada, inclusive com as seguradoras. Programar zoneamento agrícola para as culturas de uva, batata cebola e alho. O aumento no volume de recursos é necessário em decorrência dos aumentos dos custos de produção das últimas safras, bem como, a incorporação de novos itens financiáveis ao PRONAF. Aumentar o volume de recursos para R$15 bilhões. Aumentar o limite do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) de R$3,5 mil para R$5 mil por produtor / ano.

13 AGRICULTURA FAMILIAR Alterar a sistemática de enquadramento das cooperativas agropecuárias em projetos de investimentos com recursos das linhas do PRONAF reduzindo o percentual de associados classificados como pequenos produtores de 90% para 70% e o volume de produção recebida da agricultura familiar de 70% para 55%, nos moldes previstos para o leite (MCR II). MEDIDAS COMPLEMENTARES Ampliar o limite superior da renda bruta anual por tomador para fins de enquadramento dos agricultores familiares (antigo Pronaf E) para R$ 130 mil. Ampliar a cobertura de pagamento do PROAGRO MAIS de R$2,5 mil para R$3 mil. O PROGER não liberou os recursos programados no Brasil. Devido aos problemas de acesso à fonte de recursos, os produtores foram direcionados para os custeios e investimentos empresariais / comerciais. Produtores que insistiram em aguardar na fila o PROGER ficaram frustrados e o programa perdeu credibilidade. No custeio, de R$ 2,2 bilhões previstos para liberar, pelo segundo ano consecutivo não será liberado mais que 15% desse volume. O enquadramento do Proger Rural precisa ser redefinido para atender os médios produtores. Liberar oportunamente os recursos do PROGER RURAL ou prever nova fonte de recursos que não atrase a contratação dos financiamentos. Aumentar o enquadramento de renda para até R$ 350 mil. Reduzir os juros para 5,75 % consoante a redução de juros nas outras linha de meio ponto porcentual. Aumentar o limite de financiamento para custeio e investimento, no âmbito do PROGER RURAL de R$ 150 mil para R$ 250 mil por tomador. Criar um Programa de Capitalização das Cooperativas Agropecuárias PROCAP-AGRO com recursos da ordem 2,5 bilhões para investimento na capitalização das cooperativas agropecuárias. Nomear adidos agrícolas e dar condições para desempenhar suas funções, conforme a medida provisória já editada.

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