Usuário, você está recebendo as novidades da ABECIP Segunda-Feira, 9 de Janeiro de 2012

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1 Usuário, você está recebendo as novidades da ABECIP Segunda-Feira, 9 de Janeiro de 2012 Escassez de imóveis para alugar é a maior em 10 anos Falta atinge residências e comércio; aluguel de escritório no Rio fica mais caro que em NY... Bancos vão precisar de recursos para financiar habitação (O Estado de São Paulo - São Paulo/SP - NEGÓCIOS - P. N5-09/01/2012) O mercado financeiro brasileiro está em busca de fontes alternativas para financiar os empréstimos para a casa própria. Hoje, essa modalidade de crédito utiliza, principalmente, os recursos a caderneta de poupança - por lei, os bancos devem destinar 65% dos depósitos em poupança para financiamento habitacional. Mas, com a expansão do crédito imobiliário, o dinheiro da poupança deve deixar de ser suficiente até 2014, segundo estimativas da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). A previsão anterior é de que poderiam faltar recursos já em 2013, mas o ritmo de crescimento dos empréstimos desacelerou no decorrer de A queda no juro básico brasileiro também deve tornar a poupança mais atrativa. No ano passado, até novembro, o volume de crédito imobiliário somou R$ 71,7 bilhões, 43% a mais do que no mesmo período de 2010, de acordo com a Abecip. Mas o saldo da poupança cresceu em ritmo inferior e chegou em novembro de 2011 cerca de 12% acima do registrado no mesmo mês do ano anterior. Nos próximos anos, a principal alternativa para financiar a expansão do crédito imobiliário deve ser a securitização. Os bancos poderão, por exemplo, transformar suas carteiras de recebíveis em títulos financeiros. Assim, eles conseguirão captar recursos para fazer novos empréstimos. Decisão de comprar ou alugar imóvel exige análise (Folha de S. Paulo - São Paulo/SP - MERCADO - P. B5-09/01/2012) Investir dinheiro "imobilizado" e alugar pode ser até mais vantajoso Com mercado aquecido, preço dos imóveis pode não justificar o valor pelo qual ele conseguiria ser alugado DENISE BRITO COLABORAÇÃO PARA A FOLHA Comprar ou alugar um imóvel? Adquirir a casa própria nem sempre é o melhor negócio, ao contrário do senso comum no Brasil. Em alguns casos, pode valer mais a pena arcar com o aluguel e utilizar o dinheiro que seria "imobilizado" para fazer uma aplicação financeira.

2 Pesam na balança tanto fatores objetivos -dinheiro disponível, prazo e o retorno esperadocomo subjetivos, como a "sensação de segurança" que a conquista do imóvel próprio traz, ou a vontade de derrubar paredes e de "personalizar" a casa. Não é sempre verdade que imóvel é investimento seguro e de baixo risco. Especialistas alertam que o ganho obtido com imóvel é também resultado de especulação -portanto, investimento de risco. Já no mercado financeiro, é possível encontrar opções conservadoras, como a renda fixa, e dosar a exposição. "Mercado imobiliário não é sempre um bom negócio", afirma Samy Dana, professor da FGV (Fundação Getulio Vargas). Ele diz que a ideia de o investimento em imóvel ser vantajoso "cai por terra" quando se analisa seu potencial de rentabilidade. No caso de investimento em imóveis, a rentabilidade está atrelada ao valor de aluguel, estimado hoje em 0,6% ao mês ou 7,5% ao ano, segundo imobiliárias. Numa aplicação de baixo risco como em fundos DI, o ganho em dezembro foi chegou a 0,93%. "Mesmo com o mercado muito aquecido, a rentabilidade [do aluguel] é baixa se comparada à dos títulos do governo no Tesouro Direto." O especialista diz ainda que o aluguel é até menos vantajoso que a poupança, que teve rendimento de 0,6% em dezembro. "Isso porque, enquanto a poupança é previsível, o mercado imobiliário é especulativo. É preciso jogar com a sorte, entrar na baixa e sair na alta", disse. DE DONO A INQUILINO Foi a partir desse raciocínio que o empresário Marcel Figueiredo, há um ano, optou por mudar para um imóvel alugado. Decidido a ficar mais próximo do trabalho, no Itaim (zona sul), ele vendeu a casa em que vivia no Limão (zona norte) e aplicou o dinheiro no Tesouro Direto. "Pesquisei o mercado daquela região e encontrei imóveis de 80 m², na planta, a partir de R$ 1,5 milhão. Esse valor aplicado rende mais de R$ 15 mil por mês e, pela metade, aluga-se um apartamento com o triplo dessa metragem", disse. O empresário diz ter ficado impressionado com a quantidade de imóveis à venda e também com a velocidade do aumento dos preços. Segundo ele, em dois anos e meio o imóvel em que morava saltou de R$ 80 mil para R$ 250 mil. "Não houve nenhuma benfeitoria que justificasse [a valorização]." Figueiredo se diz satisfeito com a atual situação de inquilino -se quiser, pode realizar reformas, contanto que entregue na forma original depois; caso surja um problema estrutural (como infiltração), ele comunica ao proprietário e não precisa arcar com essa despesa. Para João Crestana, presidente do Secovi (sindicato da habitação), os imóveis não devem constituir o patrimônio do investidor, mas fazer parte de sua carteira de investimentos. "É preciso comprar bem, pagar barato, à vista, para ter retorno", destaca. NOTICIÁRIO DE IMPRENSA NACIONAL Birôs expandem atuação para além do crédito (Valor Online - São Paulo/SP - FINANÇAS - P. C8-09/01/2012)

3 Aline Lima De São Paulo As empresas de informação de crédito, sinônimo de restrição financeira, buscam novas fontes de receita. Pesos pesados como Serasa Experian e Boa Vista Serviços expandem a atuação para além da oferta de soluções que aumentem a segurança das vendas e empréstimos feitos por clientes corporativos. Boa parte da estratégia passa pelo aproveitamento da imensa base de CPF e CNPJ que, reunida a outras informações cadastrais e até dados comportamentais, permite aos birôs ampliarem não só a gama de serviços como também o escopo de clientes a serem atingidos. A Boa Vista Serviços prepara para o início deste ano o lançamento do Certo Car, produto que vai possibilitar a quem quiser comprar um veículo usado averiguar todo o histórico de multas e acidentes do carro. "Vamos fazer o mesmo com crédito imobiliário", afirma Dorival Dourado, presidente da empresa. "A venda direta a pessoas físicas é nossa próxima fronteira." A Serasa, por sua vez, trabalha num estudo, encomendado por um grupo de concessionárias, que tem por objetivo identificar a propensão dos moradores da cidade de São Paulo à compra de carros de luxo num período de 12 meses - solução que está sendo desenvolvida pela unidade de marketing da empresa. "O serviço de crédito foi a fortaleza que nos trouxe até aqui, mas é hora de evoluir", afirma Jorge Dib, diretor de relações com o mercado da Serasa Experian. O executivo, egresso do Google há pouco mais de um ano, levou para o birô de crédito o desenho de uma organização que considera ser mais verticalizada, com produtos diversificados. Um dos negócios que vem ganhando destaque dentro da Serasa é o de certificação digital. Dib não revela o volume de receitas, mas diz que o desempenho tem surpreendido nos últimos dois anos e que o potencial ainda é grande. Ele prevê um expressivo aumento de demanda para o uso da certificação digital no envio de informações trabalhistas - Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social (GFIP) - no modelo ICP-Brasil, exigência prorrogada pela Caixa Econômica Federal para 30 de junho. A Boa Vista, birô de crédito criado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) em conjunto com o fundo de private equity TMG no fim de 2010, também vem tentando incrementar suas receitas diversificando a grade de produtos. No ano passado, lançou 36 produtos que abrangem desde a venda de informações para empresas que querem prospectar novos negócios até a oferta de soluções para prevenção à fraude. Os segmentos de saúde, telecomunicações, crédito imobiliário e cartão são aqueles em que a Boa Vista pretende dedicar mais atenção. Para tanto, a estrutura de atendimento da empresa foi redesenhada, de forma que os profissionais, especialmente de vendas, se tornem especialistas nessas áreas, e não em determinados produtos - a exemplo do que já foi feito pela concorrente Serasa Experian. "Estamos nos estruturando para ser um competidor de referência", afirma Dourado, presidente da Boa Vista, que em maio do ano passado assumiu a operação brasileira da americana Equifax, bastante conhecida no segmento corporativo. Com pouco mais de um ano de vida funcionando como uma empresa (e não associação), a Boa Vista, segundo Dourado, investiu R$ 250 milhões em tecnologia e outras melhorias de infraestrutura. O orçamento para 2012 é um pouco maior, de R$ 300 milhões. "O mercado brasileiro precisava de um competidor, de uma alternativa", diz Dourado, em referência direta à sua principal concorrente, Serasa Experian. A Boa Vista teve faturamento de R$ 500 milhões em A expectativa, em 2012, é que as receitas cresçam 30% na comparação com o ano passado. A receita total da Experian para o ano fiscal encerrado em 31 de março de 2011 foi de US$ 4,2 bilhões. O acirramento da concorrência no mercado de informação de crédito, ao que tudo indica, está só começando.

4 Imóveis atraem capitais (O Estado de S. Paulo - São Paulo/SP - EDITORIAS - 08/01/2012) O Brasil passou do 4.º para o 2.º lugar entre os países mais atraentes para os investimentos imobiliários globais, segundo a 20.ª Pesquisa Anual dos Membros da Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (Afire, na sigla em inglês). A cidade de São Paulo, no mesmo levantamento, passou do 26.º lugar para o 4.º lugar, atrás apenas de Nova York, Londres e Washington. Confirmadas as expectativas indicadas na pesquisa, os investidores imobiliários globais darão importante contribuição para o balanço de pagamentos do País. Investidores com aplicações imobiliárias de US$ 874 bilhões - equivalentes a quase uma terça parte do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro - foram consultados pela Afire, entidade com sede em Washington, cuja pesquisa anual é considerada um importante instrumento para a tomada de decisões sobre investimento em imóveis nos principais centros econômicos. Desde o início da década passada, ampliaram-se os investimentos imobiliários no Brasil, sobretudo em propriedades comerciais, como shopping centers, edifícios de escritórios de alto padrão e hotéis. Corporações imobiliárias multinacionais, como CBRichard Ellis, Cushman&Wakefield, Equity International, Jonas Lang LaSalle, Tishman Speyer e Colliers International ampliaram sua atuação no Brasil. No setor residencial, a Sothebys International Realty ingressou na corretagem, enquanto investidores de menor porte, em geral provenientes da Espanha e Portugal, estão prospectando áreas no Nordeste para construir condomínios. Em São Paulo e no Rio, investidores globais atuam, seja diretamente, como faz o grupo canadense Brookfield (ex-brascan), seja mediante a aquisição de participações acionária em construtoras e incorporadoras com ações negociadas em Bolsa. O maior grupo hoteleiro do mundo, o norteamericano Wyndham, acaba de ingressar no mercado paulistano e pretende investir R$ 460 milhões no País, até O fortalecimento da posição do Brasil ainda não ameaça a liderança dos Estados Unidos, que continuam sendo o país mais atrativo do mundo para os investimentos imobiliários, dadas as dimensões da economia norte-americana e a existência de um forte mercado interno. Mas o porcentual dos investidores que preferem os Estados Unidos para investir em imóveis caiu de 64% para 42%, em um ano - e o Brasil foi o maior beneficiário: 18,6% dos entrevistados já consideram que o País oferece as melhores oportunidades de retorno. No Brasil, os preços dos imóveis subiram muito nos últimos anos, mas, em média, ainda são inferiores aos dos EUA e da Europa. Além disso, "o Brasil passou a ser considerado um lugar muito mais seguro para investir e um local onde se consegue uma boa valorização do capital", enfatizou o CEO da Afire, James Fetgatter. Assim, o Brasil superou a China na lista das preferências dos investidores globais, além de confirmar o primeiro lugar entre os países emergentes mais atraentes para os aplicadores. São Paulo é um caso à parte. O mercado imobiliário da cidade superou, em atratividade, o de todas as capitais dos países da zona do euro e dos demais países Brics. Deixou para trás cidades que sempre se destacaram pela atração de investidores imobiliários, como São Francisco e Frankfurt. Comparativamente, a atratividade de São Paulo aumentou em contraste com a diminuição da confiança dos investidores na recuperação econômica dos países desenvolvidos, notou a presidente do conselho da Afire, Barbara Knoflach. Para o investidor estrangeiro, o investimento imobiliário no Brasil oferece vantagens em relação ao de outros países, tais como a segurança jurídica da propriedade, a redução dos custos de transação e a introdução de instrumentos inovadores no negócio, como a alienação fiduciária de bem imóvel e o patrimônio de afetação. Mas, acima de tudo, os investidores que escolheram o Brasil como um mercado muito atrativo não acreditam que exista aqui o risco de formação de uma bolha imobiliária. Investidor estrangeiro voltará em 2012 e será mais seletivo (DCI - São Paulo/SP - FINANÇAS- P. B2-09/01/2012) Ernani Fagundes São Paulo - O vice-presidente da Associação Brasileira das Entidades dos Mercado Financeiro e de Capitais (Anbima), Alberto Kiraly, acredita na volta de investimentos externos em renda variável em "O investidor estrangeiro retornará, mas com pouca disposição de pagar preços altos, e será mais seletivo", afirmou Kiraly em conferência com jornalistas. De fato, de acordo com dados da Anbima, a participação do investidor estrangeiro em ofertas públicas de ações no mercado de capitais caiu de R$ 25,4 bilhões em 2010 para R$ 10,6 bilhões em "O mercado de renda variável praticamente ficou parado no segundo

5 semestre do ano passado", explicou Kiraly. "Mas neste início de ano, há uma redução da percepção de risco na Europa", completa a argumentação. Ao DCI, o vice-presidente contou que o segmento de renda fixa poderá puxar a recuperação em "Os emissores brasileiros estão aproveitando bem esse momento", afirmou Kiraly. De acordo com o boletim anual da Anbima sobre mercado de capitais divulgado na sexta-feira, a captação em renda fixa cresceu 6,53% no ano, de R$ 87,936 bilhões em 2010 para R$ 93,680 bilhões em Entre os tipos de instrumentos, a emissão de certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) cresceu 69,79%, de R$ 7,319 bilhões em 2010 para R$ 12,427 bilhões ao final do ano passado. A captação em fundos de investimentos em direitos creditórios (FIDCs) registrou crescimento anual de 13,01%, de R$ 13,037 bilhões em 2010 para R$ 14,734 bilhões em No entanto, a captação em debêntures e notas promissórias ficou estável. Em notas promissórias, o recuo anual foi de 1,46%, de R$ 18,287 bilhões em 2010 para R$ 18,019 bilhões em E em emissão de debêntures de companhias brasileiras, o recuo anual foi de 1,6%, de R$ 49,293 bilhões em 2010 para R$ 48,5 bilhões ao final do ano passado. Nesse instrumento, a taxa média de rentabilidade para o investidor ficou entre 108% e 120% da taxa do certificado de depósito interbancário (CDI). Vale ressaltar, conforme antecipado pelo DCI, que o número de emissões de debêntures por esforços restritos, que serve tanto para companhias abertas como fechadas apresenta crescimento expressivo em comparação com a escassez de ofertas públicas. De acordo com o boletim anual da Anbima, a emissão de debêntures por esforços restritos cresceu 37,09% no ano, de R$ 33,057 bilhões em 2010 para R$ 45,32 bilhões ao final de "O crescimento da economia brasileira entre 3% e 3,5% em 2012 deve continuar impulsionando os emissores a captar recursos para investimentos em infraestrutura e para acompanhar o crescimento do consumo", prevê Alberto Kiraly. O vice-presidente também nota uma migração gradativa do investidor, de títulos públicos para títulos privados. "Os investidores estão sentados em cash e o Brasil está numa situação bem melhor do que lá fora", diz Kiraly. Em dezembro, duas operações de captação externa com títulos de dívida somaram US$ 3,6 bilhões, ampliando o total captado no ano passado para US$ 38,6 bilhões no mercado internacional. Já no mercado doméstico, 8 companhias captaram em notas promissórias no mês passado. A maior operação em notas promissórias foi a da Cemig, que alcançou R$ 1 bilhão. Entre as demais emissões em notas promissórias em dezembro, a Concessionária de Rodovias do Tietê captou R$ 484 milhões; a Gafisa com R$ 200 milhões; a BR Malls com R$ 200 milhões; a Dasa com R$ 150 milhões; a Cemig Distribuição com R$ 100 milhões; a Queiroz Galvão Desenvolvimento Imobiliário com R$ 40 milhões, e a Black Mud One com o registro de R$ 7 milhões em notas promissórias. Em debêntures, a Brasil Telecom emitiu R$ 2,35 bilhões em dezembro; seguido pelo Grupo Pão de Açúcar com R$ 800 milhões; Fleury com R$ 450 milhões; Light Energia com R$ 425 milhões; Petropar com R$ 390 milhões; Marisa com R$ 350 milhões; Amil com R$ 300 milhões; Estácio com R$ 200 milhões; Rocha Terminais com R$ 172 milhões; OESP com R$ 150 milhões e Isolux com R$ 140 milhões. O senhor hipoteca brasileiro

6 (O Estado de São Paulo - São Paulo/SP - NEGÓCIOS - P. N5-09/01/2012) A Brazilian Mortgage nasceu um mês após a crise na Rússia e com um prazo de apenas dois O empresário Fabio Nogueira curtia as férias de fim de ano com a mulher e os quatro filhos em Fortaleza quando teve de pegar um avião de madrugada para São Paulo para uma reunião de urgência. Numa quarta-feira, entre o Natal e o Réveillon, ele vendia para o Banco Panamericano e o BTG, por R$ 1,2 bilhão, a empresa que ele e Moise Politi criaram 13 anos antes com apenas R$ 2 milhões. Os filhos só souberam pelos jornais no dia seguinte. "Eles nunca entenderam bem o que eu fazia. Era tanta Brazilian...", conta Nogueira, que, aos 51 anos, assumirá uma cadeira de executivo da sua Brazilian Finance & Real Estate (BFRE) assim que o Banco Central aprovar a operação. Pudera. Para o brasileiro comum, entender a BFRE e todos os seus braços (Brazilian Mortgage,Brazilian Securities, Brazilian Capital e BM Sua Casa) não é tão simples. Os americanos já estão familiarizados - e traumatizados - com empresas do gênero. Inspirada nas americanas Fannie Mae e Freddie Mac - duas das maiores empresas de financiamento imobiliário daquele país, que foram socorridas pelo governo em setembro de , a BFRE ajudou a emplacar o segmento de hipoteca no Brasil. "A diferença é que somos mais conservadores. Eles entraram numa espiral, o cliente não tirava um centavo do bolso. Chegavam a emprestar 120% do valor do imóvel, e sem limite. Nós vamos até 50%, e com limite de R$ 800 mil", diz Nogueira. Sua empreitada como empresário começou com a Brazilian Mortgage, o braço hipotecário, mas terminou com uma holding de quatro empresas ligadas aos mercados financeiro e imobiliário. A Brazilian Securities é líder em securitização no País e, desde que foi criada, em 2000, emitiu R$ 9,3 bilhões em certificados de recebíveis imobiliários até novembro passado - 27,7% do total do mercado brasileiro, segundo dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). São produtos financeiros lastreados em ativos imobiliários, como, por exemplo,valores que as incorporadoras têm a receber de seus clientes. Já a BM Sua Casa faz empréstimos ao consumidor e encerrou 2011 com 100 lojas. Esse conjunto de empresas é o reforço que o BancoPanamericano precisava para entrar no mercadode crédito imobiliário. O segmento é uma das chaves do processo de reestruturação do ex-banco do apresentador Silvio Santos,que protagonizou o mais recente escândalo no mercado financeiro e foi comprado pelo BTG Pactual no início de Com uma presença maior no crédito imobiliário, o banco poderá fidelizar clientes - os contratos de financiamento têm prazo de até 30 anos. E, com o braço de securitização, ele garante recursos para imóveis. Hoje, a principal fonte vem da captação da poupança. Mas ela deve deixar de ser suficiente em breve. Quando isso ocorrer, a securitização deve ser a principal alternativa para os empréstimos para a compra da casa própria (leia box ao lado). E o Panamericano será dono da maior empresa deste setor no Brasil. "A aquisição da BFRE permitirá a incorporação de uma plataforma consolidada de originação de crédito, em um mercado com grande potencial de crescimento", disse José Luiz Acar, presidente do banco, após o anúncio do negócio. Patinho feio'. O crédito imobiliário e seus derivados financeiros, no entanto, nem sempre estiveram no radar dos bancos. Nogueira percebeu o filão quando trabalhava numa sala apertada em um dos "puxadinhos" que o Bank Boston tinha na rua Líbero Badaró, no centro de São Paulo. Na ocasião, o banco era comandado pelo ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles,e Nogueira era um dos diretores.repetindo a experiência que teve no BCN, no BFB e no Citi, ele também chegou ao Boston para criar a área de crédito imobiliário. "Quando esse mercado era incipiente no Brasil, o Fabio já estava totalmente dedicado a ele", disse Meirelles, por . Nogueira diz que o Boston chegou a criar a primeira companhia hipotecária, mas parou por aí, porque a poupança, que crescia muito rápido, roubava toda a atenção. "Ali eu percebi que tinha uma oportunidade que não estava sendo aproveitada." Àquela altura, os juros eram exorbitantes no País, o que fazia qualquer ideia como essa parecer uma insanidade. Gilson Schwartz, então economista-chefe do Boston, foi fundamental nessa virada. Ele não só apresentou Nogueira a Moise Polite, da Ourinvest, como ajudou os dois com o embasamento científico. "A perspectiva era que,em 8 a 10 anos, a taxa de juros cairia e a renda aumentaria, criando um mercado importante para o setor", diz Schwartz. "Olhando hoje, é fácil. Era uma aposta de risco." Schwartz continuou atuando como consultor e desde o ano passado é conselheiro da BFRE.

7 anos para dar certo. Só vingou mesmo no fim de 1999, salva pelo Shopping Higienópolis. Seu dono precisava de algumas dezenas de milhões para terminar a obra, mas não tinha a quem recorrer. O crédito era escasso e os fundos de pensão, que costumavam financiar shoppings no Brasil,estavam parando de colocar suas fichas no setor. Foi graças a essa situação que nasceu o primeiro fundo imobiliário de varejo do Brasil. Era de apenas R$ 40 milhões. Em 2011, o patrimônio líquido desses fundos somava R$ 12,7 bilhões no País, segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM)- e quase 30% desse valor está sob gestão da BFRE. "Hoje parece pouco, mas, para nós, foi um divisor de águas. Até então, nossa situação era lamentável", diz. O shopping ficou pronto ao mesmo tempo que sua mulher dava à luz o quarto filho do casal. "Em momento algum eu me arrependi de ter saído do banco para criar um negócio de risco e do zero. Se desse tudo errado, eu voltava ao que era antes." Filho de uma professora e de um dono de sorveteria, Nogueira casou-se cedo, aos 23. O primeiro carro do casal foi um Fusca 66, com furos no assoalho. Embora tenha se formado em Direito, nunca exerceu a advocacia. Começou a trabalhar aos 18 anos, no BCN, com poupança e crédito imobiliário, área que nunca mais deixou. Nogueira não revela quanto ganhou com a venda. A BFRE tinha vários outros sócios: o fundo TPG-Axon,com 45% das ações; a Ourinvest,com 34% (Nogueira e outros cinco sócios estavam aqui); e a Equity Internacional, do investidor SamZell. "A venda não foi por dinheiro",diz."a gente tinha musculatura para crescer mais dois anos." A reestruturação do Panamericano foi uma grande oportunidade para dar essa musculatura à BFRE. Se não desistir do papel de executivo - o que não é incomum em casos como esse -, o plano de Nogueira é transformar a empresa em uma gigante de crédito imobiliário, mesmo que não seja mais sua. NOTICIÁRIO DE IMPRENSA REGIONAL Caixa financia empreendimento imobiliário (Diário da Manhã - Passo Fundo - RS - Passo Fundo/RS - CARAZINHO - 07/01/2012) Investimento chega a R$ 11,8 milhões e beneficiará 104 famílias com moradia A Caixa Econômica Federal assinou na sexta-feira (06), em Passo Fundo (RS), contrato de financiamento para a construção do Edifício Torres da Duque que receberá um investimento de R$ 11,8 milhões. O empreendimento será construído na Vila Rodrigues e terá 104 apartamentos. Do total investido no empreendimento, a CAIXA financiou R$ 3,5 milhões (50 apartamentos) diretamente aos clientes finais por meio da modalidade Imóvel na Planta - Carta de Crédito FGTS. Mais R$ 3,5 milhão será contratado através da linha de crédito Apoio à Produção, cujo financiamento é feito diretamente à construtora. O subsídio do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) chega a R$ 596 mil. Também foram utilizados R$ 135 mil de FGTS e R$ 518 mil de recursos próprios dos clientes. O empreendimento ainda conta com unidades à venda, cujo financiamento poderá ser feito através da CAIXA. A obra será construída pela Construtora Coplan Construções e Loteamentos Ltda., com previsão de entrega em 24 meses. O Residencial será construído na Rua Duque de Caxias nº 1136, em um terreno de 2.750,46m2 e terá um pavimento de subsolo e duas torres individuais - Torre A e Torre B. O subsolo abrigará 75 box para automóveis, salão de festas, elevadores e área de lazer com piscina. A Torre A contará com 11 pavimentos com 4 apartamentos de dois dormitórios. A Torre B terá 10 pavimentos com 6 apartamentos tipo kitinete (quarto/sala) em cada pavimento. O imóvel ainda terá 4 lojas comerciais na Torre A. O comprador Mauricio Cesar de Cesaro, solteiro, 25 anos, auxiliar de escritório, falou sobre o significado da assinatura do contrato com a CAIXA. "Este é um momento muito feliz da minha vida, pois estou dando um passo muito importante, a compra do meu primeiro imóvel" disse. Mauricio também falou sobre os benefícios do financiamento. "Esse programa da CAIXA veio para facilitar a vida do povo brasileiro que tem uma renda mediana e que, assim, consegue adquirir um imóvel na planta, fugir do aluguel e ter o seu próprio imóvel" comentou. "Acredito que seja um momento feliz da vida de todos os que estão aqui, porque é a realização de um sonho, o sonho da casa própria" concluiu.

8 Já o gerente regional da CAIXA responsável pela área da construção civil no Norte Gaúcho, Airton José Echer, destacou a qualidade do empreendimento e o uso do crédito pela população brasileira. "A população brasileira tem demonstrado maturidade na tomada de crédito consciente e isso tem possibilitado a realização de muitos sonhos, como, por exemplo, o da casa própria" disse. "É importante salientar, também, que vocês estão adquirindo um imóvel de qualidade, em boa localização" disse aos adquirentes. O evento contou também com a presença do gerente geral da agência Planalto Gaúcho, Cleomar Luis Mahl, o proprietário da Construtora Coplan Construções e Loteamentos Ltda., Milton Valdomiro Roos, o representante da corretora responsável pela comercialização dos imóveis, Ricardo Bortolini, além dos adquirentes. Estrangeiros buscam imóveis em BH (Estado de Minas - - ECONOMIA - 08/01/2012) Maioria chega à cidade fugindo da crise europeia, mas muitos têm dificuldade para comprovar renda e oferecer garantias Frederico Bottrel - Estado de Minas Com a crise internacional deixando o Brasil passar a Inglaterra em volume de Produto Interno Bruto (PIB) e a Europa enfrentando taxas históricas de desemprego, a vinda de estrangeiros para o lado de cá do Atlântico já é sentida no mercado imobiliário. A situação na Europa foi justamente o que motivou a família da empresária Henriqueta Flores a cruzar o oceano e vir abrir um restaurante de comida portuguesa em Belo Horizonte. "O restaurante que temos em Lisboa já não dá bons resultados há um ano, era hora de tentar algo diferente", conta. Henriqueta, que ainda não decidiu onde vai morar, procura apartamentos próximos à Região da Pampulha. Segundo Paulo Aquino, gerente da Ouro Preto Negócios, imobiliária que administra diversos imóveis naquela região, a cada 10 novos clientes em potencial, cinco são estrangeiros e três de outros estados brasileiros: "Eles nem sempre fecham negócio, devido às dificuldades que encontram com a estrutura de locação, mas a simples procura já joga os preços para cima, o que complica até mesmo para os brasileiros". Na avaliação de Aquino, a localização em relação ao Mineirão e a valorização da região com a proximidade da Copa do Mundo são pontos decisivos para muitos dos portugueses e chineses que têm procurado a imobiliária. A vinda dos estrangeiros é um fenômeno que ganhou força no final de 2008, com a crise financeira e seus desdobramentos, mas ganhou fôlego do último ano para cá, com a crise na Zona do Euro, segundo Fabiano Taylor, vice-presidente da Rede Invista, que congrega 110 imobiliárias em Belo Horizonte. "Hoje, recebemos 30% mais clientes estrangeiros interessados em locação e compra de imóveis que há um ano", calcula. E muita gente aproveita a virada do ano para se estabelecer em outro país. Muitas vezes, até assinar os contratos, esse pessoal enfrenta dificuldades capazes de abortar as negociações. Segundo Aquino, o despreparo dos clientes estrangeiros e seu desconhecimento da legislação brasileira é o principal complicador: "Em alguns casos, eles não conseguem comprovar a renda e nem sempre têm recursos para bancar o seguro-fiança ou a capitalização. O que nos resta é negar o contrato". O diretor-secretário do Conselho Regional de Corretores de Imóveis diz que é preciso criar alternativas. "É importante analisar cada caso, porque pode haver disposição em pagar o aluguel antecipado para garantir o negócio." CUSTO-BENEFÍCIO A demora em conseguir um bom apartamento é o preço que o estrangeiro interessado em

9 morar e trabalhar em Belo Horizonte enfrenta: "Foram dois meses até que eu encontrasse algum apartamento com custo-benefício razoável no Centro da cidade. E ainda acho o preço bastante alto", confessa o bibliotecário espanhol Pablo Pita da Veiga, que trocou o emprego de funcionário público na terra de Cervantes para atuar no instituto com o nome do escritor, em Belo Horizonte. "A procura valeu a pena e a experiência tem sido interessante", diz Veiga, citando os trabalhos que executou para o Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ), quando acompanhou desenhistas espanhóis que visitaram a cidade no ano passado. Preço de imóveis encerra 2011 com alta de 26% (Jornal da Mídia - Salvador/BA - BLOGS - 07/01/2012) Cláudio Humberto No 2º semestre, porém, o movimento do mercado imobiliário em sete capitais foi de desaceleração Preços ainda em alta, mas em ritmo notadamente menor. Esse foi o retrato do mercado imobiliário em sete capitais brasileiras em 2011, principalmente no segundo semestre, quando a alta dos valores dos apartamentos esfriou. De agosto a dezembro de 2011, o preço médio do metro quadrado subiu 6,1% contra 9% no mesmo período um ano antes, segundo o índice FipeZap - a série do indicador começa em agosto de No acumulado do ano, o avanço é de 26%. Em dezembro, a elevação do índice geral foi de 1,1%, a menor do ano, após um pico de 2,7% em abril. O esfriamento da atividade econômica do Brasil explica, em parte, esse resultado. "A desaceleração da economia, já observada em vários indicadores, se reflete também no mercado imobiliário", afirma Eduardo Zylberstajn, economista coordenador do FipeZap. "O movimento de alta dos imóveis foi muito expressivo e os preços atingiram níveis que começam a ficar difíceis de se compatibilizar com uma parcela importante da população, então é natural que o mercado busque um novo nível", completa. Entre as sete capitais pesquisadas pelo índice, o preço médio do metro quadrado dos apartamentos fechou dezembro entre R$ (Distrito Federal) e R$ (Salvador). No Rio de Janeiro, foi de R$ 7.421; em São Paulo, R$ 6.066; Recife, R$ 4.666; Belo Horizonte, R$ e Fortaleza, R$ Na média, o valor ficou em R$ Um destaque do indicador em dezembro foi o Distrito Federal, onde os valores recuaram 0,2%, a primeira queda na capital do País desde o início da série. Os valores do metro quadrado começaram a subir menos em junho, para então registrar o resultado negativo no mês passado. "Nós temos de ficar atentos para ver se esse movimento (desaceleração e depois queda) vai ser semelhante nas outras capitais", afirma Zylberstajn. (Hugo Passarelli, no Estadão) Valor de contratos de aluguéis sobe mais do que a inflação em 2011 (Jornal Nacional - TV - Rio de Janeiro/RJ - NOTÍCIAS - 07/01/2012) Enquanto a inflação do ano passado foi de 6,5%, no Rio, o aumento dos aluguéis foi de 16%. Em Porto Alegre chegou a quase 14%, até novembro. Em Brasília, passou de 10%. No Recife ficou entre 15% e 20%.

10 Quem procura um imóvel para alugar tem encontrado poucas opções e preços altos. Em 2011, os valores dos contratos subiram mais que a inflação. Todos os dias Eduardo sai a caça. Ele é uma espécie de olheiro de imobiliária: procura casas e apartamentos disponíveis para alugar, tarefa cada vez mais difícil. Janaína procura um imóvel para alugar. Aos 26 anos, está louca para sair da casa dos pais, mas não acha o que cabe no bolso. "Kitnet aqui na região da Paulista por R$ 1,2 mil, R$ 1,5 mil, R$ 1,9 mil", ela conta. Nas imobiliárias, há cada vez menos para se oferecer. "No final de 2009, começo de 2010, nós tínhamos uma média de imóveis em carteira de 230 a 250 para locação. Hoje, a média é de 60 a 80. A procura aqui no bairro, na região, subiu absurdamente", explica Ruberval Ramos Castelo, do Conselho Regional de Corretores de SP. Essa escassez de casas e apartamentos e a procura muito grande têm reflexo direto no preço dos aluguéis. Em São Paulo, no ano passado, a média de aumento dos novos contratos foi de 20%, passando de 30% nos bairros mais procurados. Um susto que se repete em outras cidades do país. Enquanto a inflação do ano passado foi de 6,5%, no Rio de Janeiro, o aumento dos aluguéis foi de 16% em Em Porto Alegre chegou a quase 14%, no acumulado até novembro. Em Brasília, passou de 10%. No Recife ficou entre 15% e 20%. Para este ano as notícias não são tão ruins, mas também não são tão boas. "Os aluguéis novos, infelizmente, devem continuar aumentando um pouco mais que a inflação. Mas não no ritmo que tem ocorrido nos últimos dois anos. Daqui a dois anos, mais ou menos, o mercado deve se equilibrar", avalia Cícero Yagi, consultor de locação do Secovi. Janaína já estabeleceu um limite para o aluguel e um plano B: "Até R$ 1,2 mil, estourando, mais do que isso, não. Fico na casa do papai". Valorização de imóveis deve ir até 2017 (Folha do Condomínio - - MERCADOS - 07/01/2012) da Redação A crise que abala os mercados do mundo inteiro faz com que o investidor não saiba mais qual a melhor opção para investir. Mais do que isso, as pessoas não sabem todas as opções de investimento que estão disponíveis no mercado. Este fato, segundo uma consultoria imobiliária, a Consul Patrimonial, é comprovado através da Para consultor poupança não é opção mais segura poupança, que ainda lidera a lista dos investimentos preferidos pelos brasileiros, mesmo com a sua rentabilidade em queda dia após dia. "Isso é um vício cultural. Os nossos avós ensinaram que a poupança é o meio mais seguro que existe, o que não é verdade. Quem investe em poupança, perde valor relativo do seu investimento. O mercado financeiro brasileiro é um dos mais bem regulados do mundo, com normas mais rígidas que outros mercados", avaliou Marcus Vinicius de Oliveira, diretor executivo da consultoria. Com uma inflação começando a sair do controle e um cenário de queda de juros, os ganhos em outros investimentos conservadores, como a renda fixa, também ficam comprometidos. Porém, existe outra modalidade ainda pouco explorada, mas rentável, com risco baixo e sem burocracia. Para a empresa de consultoria, o investimento em um fundo imobiliário é a melhor opção para quem quer aproveitar o "boom" do mercado e não quer ter o trabalho de procurar um imóvel, negociá-lo, acertar as questões contratuais e ainda ter problemas com inquilinos. De acordo com Marcus de Oliveira. basicamente, um fundo deste tipo é a divisão do empreendimento em cotas e cada pessoa/acionista pode comprar uma ou mais.

11 O diretor deu um exemplo: "imagine que um prédio comercial custou R$ 10 milhões de reais e este gera por mês um aluguel de R$ 100 mil. Se este edifício for dividido em mil cotas, cada uma dessas renderá por mês R$ 100,00 para o investidor. Pela norma da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), somente uma instituição financeira pode fazer esta administração, o que reduz consideravelmente qualquer risco de golpe ou calote", explicou o especialista. O profissional informou que as cotas de participação em investimentos imobiliários podem ser em imóveis de diferentes tipos, como prédios residenciais, comerciais, industriais, galpões e até mesmo Shoppings Centers. É possível comprar cotas de CRIs (certificados de recebíveis imobiliários) lastreados em aluguéis ou em contratos de venda de imóveis, dentre outras possibilidades. Ainda pouco exploradas, mas com grandes chances de apresentar altas rentabilidades, estão as cotas de empreendimentos envolvendo terrenos mais complexos de galpões industriais próximos a locais em ebulição, como o Porto do Açu e Campos (RJ) e Suape (PE), destacou Marcus de Oliveira. Na opinião da Consul Patrimonial, a valorização imobiliária deve atingir seu teto em torno de 6 anos. "Existe uma margem psicológica em função do pré-sal, da Copa do Mundo e das Olimpíadas, o que dá uma certa segurança aos investidores. Porém, acredito que a valorização sofrerá uma resistência próximo de 2017, quando o cenário começará a ficar nebuloso. Portanto, qualquer investimento no setor ainda tende a render bons lucros", finalizou. Por que os imóveis valorizarão até 2017? "O cenário começa a ficar nebuloso em 2017, porque não teremos mais a expectativa de profundos investimentos produtivos tanto internos quanto externos no Brasil. A margem psicológica de crescimento em função do Pré-Sal, da Copa do Mundo e das Olimpíadas já terá passado e a marca Brasil terá evoluído bastante, a classe baixa e classe média em ascensão já terão adquirido muitos imóveis reduzindo consideravelmente o déficit habitacional. A oferta neste momento já poderá estar um pouco acima da demanda por imóveis. Na avaliação da consultoria, historicamente, cidades sede de olimpíadas tendem a viver após 2 anos uma pequena crise de + ofertas e - demanda. A China neste momento já vive uma desvalorização imobiliária e o Brasil avança para logo atingir um pico antes da queda; as principais cidades brasileiras já possuem em determinados locais, valor/m² entre os 10 maiores do mundo, tanto para imóveis residenciais, quanto comerciais. "O frenesi em torno da década de ouro do Brasil estará se aproximando do fim e como afirmei, anteriormente, todo gráfico com reta voltada pra cima tem obrigatoriamente que cair em determinado momento, e este momento no Brasil, para o Mercado Imobiliário, será provavelmente em 2017/2018. Neste momento, ele irá em busca do seu valor real e se estabilizará de fato, o que não significa que o Mercado Imobiliário não continue se desenvolvendo. Sua valorização/m² que terminará, e o seu valor se estabilizará por um novo período. Novos ciclos ocorrerão em seguida,"concluiu Marcus de Oliveira POUPANÇA Poupança diária Clique aqui para visualizar o saldo diário CURSOS Inscrições abertas para o curso:

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