Aluno: Rafael José Cavalieri Feital Orientador: André Silva Pimentel

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aluno: Rafael José Cavalieri Feital Orientador: André Silva Pimentel"

Transcrição

1 Estudos por modelagem molecular de análogos do Gefitinib, Erlotinib e Lapatinib como candidatos em potencial a inibidores do receptor epidérmico humano 2 HER2. Aluno: Rafael José Cavalieri Feital Orientador: André Silva Pimentel ÍNDICE Item Assunto Página 1 Resumo 1 2 Introdução Objetivo 3 4 Metodologia Docking Molegro Virtual Docker Gromacs Resultados e Discussão Conclusão 8 7 Agradecimentos 8 8 Referências Bibliográficas Ilustrações Legendas Resumo Foram utilizadas técnicas de virtual screening além de ancoramento e dinâmica molecular a fim de estudar compostos similares aos fármacos Gefitinib, Erlotinib e Lapatinib como candidatos em potencial a inibidores do HER2. Foi usado o servidor Swiss Model para costruir o modelo por homologia pelo fato de o cristal do HER2 ainda não se encontrar disponível no Protein Data Bank. Os compostos semelhantes encontrados foram o Saprisartan, o Udenafil, o Antrafenine, o Irinotecan e o Reserpine, totalizando um total de 5 compostos análogos aos três principais fármacos. Vale ressaltar que o Lapatinib apresentou o menor MolDockScore e que o Saprisartan apresentou o segundo menor MolDockScore. Desta forma, concluiu-se que o Saprisartan apresentou resultados de ancoramento e dinâmica mais próximos do Lapatinib sendo, portanto, considerado o composto mais promissor para futuras avaliações de caráter experimental quanto à atividade anticarcinogênica. 1

2 2. Introdução O câncer de mama é o câncer mais comumente diagnosticado em mulheres norteamericanas, sendo a segunda causa de morte por doença maligna, em mulheres. Esse câncer possui efeitos que, na sociedade, excedem essa estatística impressionante, já que essa doença tem importante impacto social, psicológico, cultural e até mesmo político. Estatísticas recentes mostram que a mortalidade por câncer de mama decresceu na década de 90, em alguns países, sendo essa queda menos expressiva em países subdesenvolvidos. A causa mais provável é a falta de acesso a programas de detecção precoce e aos serviços de tratamento. [ABELOFF MD, ARMITAGE JO, NIEDERHUBER JE, et al. Clinical Oncology. 3rd Edition, 2004] Certos fatores-chave levaram a mudanças no manejo do câncer de mama e, finalmente, a melhora na taxa de mortalidade. Eles incluem melhorias nos serviços de rastreamento e diagnóstico precoce, além de refinamento e inovações nas áreas de cirurgia oncológica e radioterapia. Outros fatores incluem as novas terapias endócrinas adjuvantes, as drogas citotóxicas, terapias biológicas e combinações desses tratamentos. O melhor conhecimento sobre a biologia molecular e celular do câncer de mama permitiu também o desenvolvimento de estratégias diagnósticas e terapêuticas com alvos moleculares, bem como progressos na área de prevenção. [BEREK JS. NOVAK s GYNECOLOGY. 13rd Edition, 2002] Nos EUA, a cada ano, são diagnosticados novos casos de câncer de mama, sendo casos de doença in situ; em 2004, ocorreram cerca de óbitos por essa doença, naquele país. O câncer de mama corresponde a 30% dos casos de câncer diagnosticados e por 16% das mortes por doença maligna, entre as norteamericanas. Em todo o mundo, o câncer de mama é considerado um problema de saúde pública, sendo diagnosticados 1 milhão de novos casos, por ano. [ROBSON M, OFFIT K. Clinical practice. Management of an inherited predisposition to breast cancer. New England Journal of Medicine 2007] O risco estimado de desenvolvimento do câncer de mama, ao longo da vida, nos EUA, situa-se em torno de 1 em 8. No entanto, mais da metade do risco corresponde às mulheres com mais de 60 anos de idade, e o risco estimado não é alcançado antes dos 110 anos de idade. Além disso, o risco varia muito dentro da população, de forma que a avaliação individual do risco é muito mais útil para o desenvolvimento de estratégias de manejo clínico. [KNUTSON D, STEINER E. Screening for breast cancer: current recommendations and future directions. American Family Physician 2007] A incidência do câncer de mama varia significativamente entre as populações, sendo as maiores taxas encontradas nas mulheres do mundo ocidental (>100 casos/ mulheres), e as menores entre as asiáticas (10-15/ mulheres). Entretanto, a incidência aumentou rapidamente entre as mulheres japonesas, com as mudanças no estilo de vida ocorridas nos últimos 50 anos. Quando as mulheres asiáticas migram para países com alta incidência, elas vão gradualmente apresentando aumento do risco para níveis observados no local para onde se mudaram. Vale lembrar que essa diferença no risco, entre as mulheres asiáticas e ocidentais, é observada apenas em relação à incidência na pós-menopausa, o que sugere que fatores genéticos contribuintes para a ocorrência do câncer de mama em mulheres jovens é semelhante em ambas as populações, porém a exposição hormonal e os fatores relacionados ao estilo de vida apresentam papel importante na definição do risco na pós-menopausa. [HAYES DF. Clinical practice. Follow-up of patients with early breast câncer. New England Journal of Medicine 2007] Recentemente, um tema muito abordado em congressos de saúde é o avanço da Medicina Personalizada. A ciência está tornando cada vez mais possível se ter 2

3 tratamentos específicos para as pessoas segundo suas informações genéticas. Cerca de 30% das mulheres com câncer de mama tem a superexpressão do Receptor Epidérmico Humano 2 (Human Epidermal Receptor 2 HER2). Por meio de chips de microarrays, é possível identificar os genes responsáveis por essa alta atividade enzimática e, nesses casos, o tratamento pode ser feito com os fármacos específicos inibidores desse alvo molecular. [ABELOFF MD, ARMITAGE JO, NIEDERHUBER JE, et al. Clinical Oncology. 3rd Edition, 2004] A HER2 faz parte da família de proteínas tirosina quinase receptoras (TKR), responsáveis pela fosforilação enzimática através da transferência de um grupo fosfato do ATP a resíduos tirosina e tem um papel fundamental na progressão de alguns tipos de câncer. Neste trabalho, foi construído um modelo para o cristal HER2 através de modelagem por homologia, utilizando-se o servidor Swiss Model (swissmodel.expasy.org), e um posterior ancoramento molecular dos análogos do lapatinib, erlotinib e geftinib com coeficiente de Tanimoto superior a 30 % no sítio ativo da proteína, utilizando-se o software Molegro Virtual Docker. A seleção dos análogos foi feita utilizando-se o banco de dados DrugBank (www.drugbank.ca). Os melhores resultados de ancoramento foram submetidos a etapas de minimização de energia seguidas de duas etapas, de 500 e ps, de dinâmica molecular (DM) utilizando-se o software GROMACS 4.5. [ROBSON M, OFFIT K. Clinical practice. Management of an inherited predisposition to breast cancer. New England Journal of Medicine 2007] 3. Objetivo Estudar os 5 compostos mais similares aos fármacos Gefitinib, Erlotinib e Lapatinib com base em dinâmicas moleculares e técnicas de Virtual Screening e ancoramento molecular que, consequentemente, são os candidatos em potencial a inibidores do HER2. 4. Metodologia A metodologia empregada baseou-se no uso do Virtual Screening, no Molecular Flexible Docking e nas dinâmicas moleculares. No Molecular Flexible Docking, o Saprisartan, o Antrafenine, o Udenafil, o Irinotecan e o Reserpine foram selecionados com base nas baixas conformações energéticas, podendo ser considerados como fármacos análogos ao Gefitinib, Erlotinib, Lapatinib Ancoramento Molecular (Docking) O docking receptor-ligante consiste em estudar o modo de ligação entre um ligante (inibidor) na região do sítio ativo de um alvo molecular, assim como consiste em quantificar a interação ligante-alvo. Os alvos moleculares podem ser: receptores protéicos, enzimas, ácidos nucléicos ou canais iônicos que estejam relacionados a doenças ou processos fisiológicos para o qual se deseja desenvolver um tratamento quimioterápico. [GEHLHAAR, 1995; DA SILVA, 2010; YANG, 2004] 3

4 4.2 - Técnicas de ancoramento molecular utilizando-se o software Molegro Virtual Docker. O Molegro Virtual Docker (MVD) é um programa que calcula energias de interação entre ligantes e macromoléculas utilizando as estruturas tridimensionais da proteína e do ligante, que podem ser obtidas através de modelos de homologia ou experimentos de raio-x/rmn. O MVD permite realizar o ancoramento considerando o ligante rígido para melhor acurácia dos resultados [THOMSEN, 2006]. O algoritmo utilizado pelo MVD é uma adaptação do algoritmo de Evolução Diferencial (DE). O DE é uma modificação do Algoritmo Genético (GA). O Algoritmo Genético (Figura 4.1) é baseado na teoria da evolução de Darwin. Dada uma população inicial, são feitas combinações e modificações genéticas. A nova população obtida após a implementação do algoritmo é comparada à população inicial e será descartada aquela solução que mais se desvia dos parâmetros que se deseja. Figura 4.1 Esquema do Algoritmo Genético. O DE difere do GA por dois fatores: (A) ele não descarta nenhum membro da população inicial enquanto não encontrar indivíduos melhores e (B) ao invés de trabalhar com uma mistura genética entre todos os indivíduos selecionados e comparar com o candidato inicial, o que é um processo trabalhoso e demorado, o DE escolhe dois indivíduos, calcula as diferenças entre eles e adiciona, com um fator de ponderação, estas diferenças a um terceiro indivíduo, chamado de vetor de julgamento. Escolhe-se, então, um indivíduo base (vetor base) e faz-se uma recombinação entre os dois vetores. O vetor resultante é comparado ao vetor base e somente o substitui se atender melhor às exigências do programa. O MolDock Score é um algoritmo que fornece uma energia medida em kcal/mol sem alguma interpretação química. É importante entender que esta energia não significa entalpia, muito menos energia livre de GIBBS e é calculada pela equação: E = E + E Eq. 1 score int ra int er 4

5 Onde E inter é a energia de interação entre a proteína e o ligante e E intra é a energia interna do ligante. A E inter é calculada pela seguinte equação: q ( ) = = iq j = EPLP rij Eq. 2 i ligant j protein 4rij Eint er 2 O termo de E PLP é o potencial piecewise linear [GEHLHAAR, 1995; YANG, 2004] e usa dois conjuntos diferentes de parâmetros: um para a aproximação do termo estérico (van der Waals) entre átomos e outro potencial para a ligação hidrogênio. Um dos diferenciais do programa MVD está no fato de descrever as interações eletrostáticas entre os átomos carregados (segundo termo). O segundo termo nada mais é que uma adaptação da Lei de Coulomb para fornecer o valor da energia em Kcal/mol [YANG, 2004]. A E intra é calculada segundo a equação: E int ra = i= ligant j= ligant E PLP ( rij ) + A 1 cos( m θ 0 ) flexiblebonds [ ] θ + E Eq. 3 clash As duas primeiras somas referem-se a todos os pares de átomos do ligante excluindo os pares de átomos conectados por duas ligações. O segundo termo refere-se à torção da energia, onde θ é o ângulo de torção da ligação. A média da contribuição de torção da ligação da energia é usada se diversas torsões são determinadas. O último termo, E clash, atribui uma penalidade de 1000 se a distância entre dois átomos pesados (mais de duas ligações distantes) for menor que 2.0 Å, punindo conformações inexistentes do ligante (Molegro ApS). Além de fornecer a energia de ancoramento molecular (MolDock Score) o programa também fornece as outras energias obtidas durante o desenvolvimento do algoritmo. É possível obter as energias intermoleculares e intramoleculares separadamente. Também é possível obter a representação das interações de hidrogênio assim como é possível calcular a energia referente a essas interações Estudos de dinâmica molecular usando-se o software Gromacs versão 4.5 As simulações de dinâmica molecular serão feitas utilizando-se o software Gromacs 4.5, em caixas cúbicas de água definidas pelo próprio programa de tal forma que o meio simulado envolva completamente o alvo estudado [SPOEL, 2001]. A parametrização dos compostos será realizada utilizando-se o servidor Dundee PRODRG, para que sejam reconhecidos pelo campo de forças GROMOS 53a6. Os sistemas serão estudados usando-se o modelo de águas Single Point Charge. Os algoritmos de minimização usados serão: steepest descent com restrição de posição (RP) dos ligantes e critério de convergência de Kcal mol -1. Å -1, seguido por um steepest descent RP [SPOEL, 2001]. Após, serão utilizados gradientes conjugados e, finalmente, o método Newton Raphson, algoritmo l-bfgs, até uma energia de 1.00 Kcal mol -1. Å -1 [SPOEL, 2001]. O complexos minimizados serão então submetidos a simulações de dinâmica molecular em dois passos utilizando-se o ensemble NpT à temperatura de 310 K e o método de acoplamento de Berendsen para simular um meio isotrópico à pressão constante de 1 atm. 5

6 5. Resultados e Discussão Foi realizada uma busca por análogos do Gefitinib, Lapatinib e Erlotinib no Drugbank (http://www.drugbank.ca/). Abaixo, é mostrada a tabela dos candidatos que não foram selecionados para os cinco análogos ao Gefitinib, Erlotinib e Lapatinib mais promissores a avaliações experimentais contra o câncer. Fármaco MolDock Score (kcal.mol -1 ) Deserpine -164,697 Bopindolol -163,074 Vincristine -161,244 Sildenafil -153,159 Vinblastine -152,673 Alfusozin -146,469 Doxazosin -142,424 Quinacrine -140,053 Prasozin -133,088 Amodiaquine -132,311 Trimetrexate -130,686 Terazosin -120,999 Pindolol -116,369 Topotecan -116,021 Rifaximin +1870,27 6

7 Dos 20 análogos, foram selecionados os 5 melhores (com menor MolDock Score) através da ancoragem molecular (docking) dos fármacos. Em seguida, foi feito um redocking apenas desses 5 análogos e os seus respectivos valores numéricos de MolDock Score podem ser visualizados na tabela a seguir, juntamente com os valores do MolDockScore dos fármacos principais (Gefitinib, Lapatinib e Erlotinib): Fármaco MolDock Score (kcal.mol -1 ) Lapatinib -199,59 Saprisartan -193,255 Udenafil -187,383 Antrafenine -176,03 Irinotecan -167,479 Reserpine -165,45 Gefitinib -145,785 Erlotinib -141,834 7

8 6. Conclusão Nesse estudo, foram realizadas dinâmicas moleculares e técnicas como o Virtual Screening e o Flexible Docking com a finalidade de estudar as conformações energéticas dos cinco fármacos similares aos três principais. Os resultados encontrados mostram que todos os 5 compostos avaliados devem ser submetidos a testes biológicos para avaliar os seus respectivos efeitos em inibidores HER2 e que, portanto, são os mais promissores. Os resultados encontrados para o Saprisartan certamente indicam que este fármaco é o candidato mais promitente para futuras avaliações experimentais relacionadas a atividades anticarcinogênicas. 7. Agradecimentos Neste projeto, agradecemos ao financiamento do CNPq. 8. Referências Bibliográficas ABELOFF MD, ARMITAGE JO, NIEDERHUBER JE, et al. Clinical Oncology. 3rd Edition, 2004 BEREK JS. NOVAK s GYNECOLOGY. 13rd Edition, 2002 ROBSON M, OFFIT K. Clinical practice. Management of an inherited predisposition to breast cancer. New England Journal of Medicine 2007 KNUTSON D, STEINER E. Screening for breast cancer: current recommendations and future directions. American Family Physician 2007 HAYES DF. Clinical practice. Follow-up of patients with early breast câncer. New England Journal of Medicine 2007 GEHLHAAR, 1995; YANG, 2004 Gehlhaar, D.K., Verkhivker, G., Rejto, P.A., Fogel, D.B., Fogel, L.J. and Freer, S. T. (1995). Docking Conformationally Flexible Small Molecules into a Protein Binding Site through Evolutionary Programming. Proceedings of the Fourth International Conference on Evolutionary Programming

9 Gehlhaar, D.K., Verkhivker, G., Rejto, P.A., Fogel, D.B., Fogel, L.J. and Freer, S. T. (1995). Docking Conformationally Flexible Small Molecules into a Protein Binding Site through Evolutionary Programming. Proceedings of the Fourth International Conference on Evolutionary Programming Bernstein, F. C.; Koetzle, T. F.; Williams, G. J.; Meyer, E. E.; Brice, M. D.; Rodgers, J. R.; Kennard, R.; Shimanouchi, O. T.; Tasumi, M.; The Protein Data Bank: A computer-based archival file for macromolecular structures. J. Mol. Biol., 112, 535, Spoel, D. van der.r.; Apol, E. et al. University of Groningen, p 9

10 9.1 - Ilustrações Figura 1A Figura 1B 10

11 Figura 2A Figura 2B 11

12 Figura 3A Figura 3B 12

13 Figura 4A Figura 4B 13

14 Figura 5A Figura 5B 14

15 Figura 6A Figura 6B 15

16 Figura 7A Figura 7B 16

17 Figura 8A Figura 8B 17

18 Figura 9A Figura 9B 18

19 9.2 - Legendas Figura 1A: HER2 Figura 1B: HER2 ampliada Figura 2A: Antrafenine Figura 2B: Antrafenine --- HER2 Figura 3A: Erlotinib Figura 3B: Erlotinib --- HER2 Figura 4A: Gefitinib Figura 4B: Gefitinib --- HER2 Figura 5A: Irinotecan Figura 5B: Irinotecan --- HER2 Figura 6A: Lapatinib Figura 6B: Lapatinib --- HER2 Figura 7A: Reserpine Figura 7B: Reserpine --- HER2 Figura 8A: Saprisartan Figura 8B: Saprisartan --- HER2 Figura 9A: Udenafil Figura 9B: Udenafil --- HER2 19

Scoring Functions (MolDock Score) Prof. Dr. Walter F. de Azevedo Jr. walter.junior@pucrs.br ou walter.filgueira@hotmail.com

Scoring Functions (MolDock Score) Prof. Dr. Walter F. de Azevedo Jr. walter.junior@pucrs.br ou walter.filgueira@hotmail.com 2015 Dr. Walter F. de Azevedo Jr. Scoring Functions (MolDock Score) Prof. Dr. Walter F. de Azevedo Jr. walter.junior@pucrs.br ou walter.filgueira@hotmail.com 1 O que é desenho de fármacos baseado em computador?

Leia mais

Diretrizes Assistenciais

Diretrizes Assistenciais Diretrizes Assistenciais Protocolo de tratamento adjuvante e neoadjuvante do câncer de mama Versão eletrônica atualizada em Fevereiro 2009 Tratamento sistêmico adjuvante A seleção de tratamento sistêmico

Leia mais

Lapatinibe para câncer de mama

Lapatinibe para câncer de mama Data: 05/11/2013 NTRR 212/2013 Solicitante: Desembargador Geraldo Augusto de Almeida Mandado de Segurança: nº1.0000.13.083981-4/000 Impetrado: Secretário de Estado da Saúde de Minas Gerais. Medicamento

Leia mais

O que é câncer de mama?

O que é câncer de mama? Câncer de Mama O que é câncer de mama? O câncer de mama é a doença em que as células normais da mama começam a se modificar, multiplicando-se sem controle e deixando de morrer, formando uma massa de células

Leia mais

Rachel Siqueira de Queiroz Simões, Ph.D rachelsqsimoes@gmail.com rachel.simoes@ioc.fiocruz.br

Rachel Siqueira de Queiroz Simões, Ph.D rachelsqsimoes@gmail.com rachel.simoes@ioc.fiocruz.br Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Centro de Ciências Biológicas e da Saúde Casa da Medicina Unidade Gávea Coordenação Central de Extensão EPIDEMIOLOGIA MOLECULAR Rachel Siqueira de Queiroz

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA BIOINFORMÁTICA ESTRUTURAL: PREDIÇÃO DE ESTRUTURA 3D DE PROTEÍNAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA BIOINFORMÁTICA ESTRUTURAL: PREDIÇÃO DE ESTRUTURA 3D DE PROTEÍNAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA BIOINFORMÁTICA ESTRUTURAL: PREDIÇÃO DE ESTRUTURA 3D DE PROTEÍNAS 2 BIOINFORMÁTICA ESTRUTURAL Área da bioinformática que se aplica ao estudo da estrutura das moléculas Desafio

Leia mais

Atuação da Acupuntura na dor articular decorrente do uso do inibidor de aromatase como parte do tratamento do câncer de mama

Atuação da Acupuntura na dor articular decorrente do uso do inibidor de aromatase como parte do tratamento do câncer de mama Atuação da Acupuntura na dor articular decorrente do uso do inibidor de aromatase como parte do tratamento do câncer de mama O câncer de mama - 2º tipo de câncer mais freqüente no mundo e o mais comum

Leia mais

AJUSTE DO MODELO DE COX A DADOS DE CÂNCER DE MAMA

AJUSTE DO MODELO DE COX A DADOS DE CÂNCER DE MAMA AJUSTE DO MODELO DE COX A DADOS DE CÂNCER DE MAMA Luciene Resende Gonçalves 1, Verônica kataoka 2, Mário Javier Ferrua Vivanco 3, Thelma Sáfadi 4 INTRODUÇÃO O câncer de mama é o tipo de câncer que se manifesta

Leia mais

13. CONEX Pôster Resumo Expandido 1 O PROJETO DE EXTENSÃO CEDTEC COMO GERADOR DE FERRAMENTAS PARA A PESQUISA EM CÂNCER DE MAMA

13. CONEX Pôster Resumo Expandido 1 O PROJETO DE EXTENSÃO CEDTEC COMO GERADOR DE FERRAMENTAS PARA A PESQUISA EM CÂNCER DE MAMA 13. CONEX Pôster Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE (X ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

Journal of Thoracic Oncology Volume 3, Number 12, December 2008

Journal of Thoracic Oncology Volume 3, Number 12, December 2008 R1 CIT Vinícius Journal of Thoracic Oncology Volume 3, Number 12, December 2008 Prolongamento na sobrevida em pacientes com Câncer avançado não-pequenas células (CPNPC) Recentemente, 2 estudos randomizados,

Leia mais

Comitê Gestor dos Programas de Qualificação dos Prestadores de Serviços COGEP

Comitê Gestor dos Programas de Qualificação dos Prestadores de Serviços COGEP Comitê Gestor dos Programas de Qualificação dos Prestadores de Serviços COGEP GT Indicadores de SADT 3ª Reunião Subgrupo Oncologia 22 de abril de 2013 GERPS/GGISE/DIDES/ANS Agenda Definição da Estratificação

Leia mais

ESTUDO IN SILICO DE DERIVADOS DA PRIMAQUINA TIAZOLIDINONA

ESTUDO IN SILICO DE DERIVADOS DA PRIMAQUINA TIAZOLIDINONA ETUD I ILIC DE DERIVAD DA PRIMAQUIA TIAZLIDIA Aluna: Érika Murce ilva rientador: André ilva Pimentel Introdução A malária é uma doença causada pelos protozoários do gênero Plasmodium (P. falciparum, P.

Leia mais

Algoritmos Genéticos

Algoritmos Genéticos UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Laboratório de Computação Natural LCoN I ESCOLA DE COMPUTAÇÃO NATURAL Algoritmos Genéticos Rafael Xavier e Willyan Abilhoa Outubro/2012 www.computacaonatural.com.br

Leia mais

O que é o câncer de mama?

O que é o câncer de mama? O que é o câncer de mama? As células do corpo normalmente se dividem de forma controlada. Novas células são formadas para substituir células velhas ou que sofreram danos. No entanto, às vezes, quando células

Leia mais

A Evolução da Morbidade e Mortalidade por Câncer de Mama entre a População Feminina de Minas Gerais 1995 a 2001 *

A Evolução da Morbidade e Mortalidade por Câncer de Mama entre a População Feminina de Minas Gerais 1995 a 2001 * A Evolução da Morbidade e Mortalidade por Câncer de Mama entre a População Feminina de Minas Gerais 1995 a 2001 * Andréa Branco Simão UFMG/Cedeplar Luiza de Marilac de Souza UFMG/Cedeplar Palavras Chave:

Leia mais

TRANSFORMANDO A TOXICOLOGIA COM SOLUÇÕES INTEGRADAS MULTIÔMICAS

TRANSFORMANDO A TOXICOLOGIA COM SOLUÇÕES INTEGRADAS MULTIÔMICAS TRANSFORMANDO A TOXICOLOGIA COM SOLUÇÕES INTEGRADAS MULTIÔMICAS SOLUÇÕES DE SISTEMAS DE TOXICOLOGIA Com produtos analíticos nas quatro principais ômicas genômica, transcriptômica, proteômica e metabolômica

Leia mais

Apoio e realização: II Congresso Brasileiro de Ginecologia Oncológica AGINON 2015 I Jornada Latino-Americana de Ginecologia Oncológica - LASGO

Apoio e realização: II Congresso Brasileiro de Ginecologia Oncológica AGINON 2015 I Jornada Latino-Americana de Ginecologia Oncológica - LASGO Apoio e realização: II Congresso Brasileiro de Ginecologia Oncológica AGINON 2015 I Jornada Latino-Americana de Ginecologia Oncológica - LASGO Local: Minas Centro, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil

Leia mais

Disciplina COD CR CH OB/CO/ELE Sábado Início Término Local Algoritmos e Programação. BCS01 4 60 OB 8h-12h 23/02 01/06

Disciplina COD CR CH OB/CO/ELE Sábado Início Término Local Algoritmos e Programação. BCS01 4 60 OB 8h-12h 23/02 01/06 Horário de aula 1º. Semestre de 2013 Disciplina COD CR CH OB/CO/ELE Sábado Início Término Local Algoritmos e Programação BCS01 4 60 OB 8h-12h 23/02 01/06 Professor: Ementa: Computadores e Ambientes de

Leia mais

Câncer: mais 500 mil casos

Câncer: mais 500 mil casos Página 1 de 5 Quarta, 18 de Maio de 2011 ENTREVISTA Câncer: mais 500 mil casos O oncologista afirma que o Brasil não tem estrutura física e médica para tratar outro meio milhão de pessoas com câncer em

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO PRÉVIA DO MEDICAMENTO PARA USO HUMANO EM MEIO HOSPITALAR

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO PRÉVIA DO MEDICAMENTO PARA USO HUMANO EM MEIO HOSPITALAR RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO PRÉVIA DO MEDICAMENTO PARA USO HUMANO EM MEIO HOSPITALAR DCI gefitinib N.º Registo Nome Comercial Apresentação/Forma Farmacêutica/Dosagem PVH PVH com IVA Titular de AIM 30 comprimidos

Leia mais

CURSO DE COMPLEMENTAÇÃO ESPECIALIZADA ONCOLOGIA CUTÂNEA

CURSO DE COMPLEMENTAÇÃO ESPECIALIZADA ONCOLOGIA CUTÂNEA CURSO DE COMPLEMENTAÇÃO ESPECIALIZADA ONCOLOGIA CUTÂNEA Período de Seleção 10 de outubro a 07 de novembro de 2014 Taxa de Inscrição R$ 100,00 Taxa de Matrícula R$ 400,00 Mensalidade R$ 724,00 Forma(s)

Leia mais

Bioquímica. Purificação de proteínas

Bioquímica. Purificação de proteínas Bioquímica Purificação de proteínas Estratégia geral - Liberação da proteína do material biológico - Podem ser separados por fracionamento celular - Pode-se separar proteínas por características: Solubilidade

Leia mais

CQ049 : FQ IV - Eletroquímica. CQ049 FQ Eletroquímica. prof. Dr. Marcio Vidotti LEAP Laboratório de Eletroquímica e Polímeros mvidotti@ufpr.

CQ049 : FQ IV - Eletroquímica. CQ049 FQ Eletroquímica. prof. Dr. Marcio Vidotti LEAP Laboratório de Eletroquímica e Polímeros mvidotti@ufpr. CQ049 FQ Eletroquímica prof. Dr. Marcio Vidotti LEAP Laboratório de Eletroquímica e Polímeros mvidotti@ufpr.br 1 a estrutura I-S (água) ion central moléculas de água orientadas interações ion - dipolo

Leia mais

Desigualdades no Acesso à Tecnologia: Relevância para Grupos de Pacientes

Desigualdades no Acesso à Tecnologia: Relevância para Grupos de Pacientes Desigualdades no Acesso à Tecnologia: Relevância para Grupos de Pacientes Capacitação ACS /FEMAMA 2012 Eduardo Cronemberger Oncologia em 120 anos Willian Halsted Aqui está minha sequencia! Mastectomia

Leia mais

Tratamento do câncer no SUS

Tratamento do câncer no SUS 94 Tratamento do câncer no SUS A abordagem integrada das modalidades terapêuticas aumenta a possibilidade de cura e a de preservação dos órgãos. O passo fundamental para o tratamento adequado do câncer

Leia mais

Papilomavírus Humano HPV

Papilomavírus Humano HPV Papilomavírus Humano HPV -BIOLOGIA- Alunos: André Aroeira, Antonio Lopes, Carlos Eduardo Rozário, João Marcos Fagundes, João Paulo Sobral e Hélio Gastão Prof.: Fragoso 1º Ano E.M. T. 13 Agente Causador

Leia mais

Estado da arte: QT adjuvante para tumor Her-2 negativo

Estado da arte: QT adjuvante para tumor Her-2 negativo Estado da arte: QT adjuvante para tumor Her-2 negativo Ingrid A. Mayer, M.D., M.S.C.I. Professora Assistente Diretora, Pesquisa Clínica Programa de Câncer de Mama Vanderbilt-Ingram Cancer Center Nashville,

Leia mais

Protocolo de Tratamento do Câncer de Mama Metastático. Versão eletrônica atualizada em Dezembro 2009

Protocolo de Tratamento do Câncer de Mama Metastático. Versão eletrônica atualizada em Dezembro 2009 Protocolo de Tratamento do Câncer de Mama Metastático Versão eletrônica atualizada em Dezembro 2009 Protocolo de Tratamento do Câncer de Mama Metastático O tratamento de pacientes com câncer de mama metastático

Leia mais

RESOLUÇÃO DA PROVA DE QUÍMICA DA UFRGS 2011

RESOLUÇÃO DA PROVA DE QUÍMICA DA UFRGS 2011 RESOLUÇÃO DA PROVA DE QUÍMICA DA UFRGS 2011 Questão 26 Como a questão pede a separação do sólido solúvel do líquido, o único processo recomendado é a destilação simples. Lembrando que filtração e decantação

Leia mais

THOMSON REUTERS INTEGRITY CONHECIMENTO ESSENCIAL PARA APRIMORAR A DESCOBERTA E O DESENVOLVIMENTO DE FÁRMACOS DIREITOS DA IMAGEM: REUTERS/MAX ROSSI

THOMSON REUTERS INTEGRITY CONHECIMENTO ESSENCIAL PARA APRIMORAR A DESCOBERTA E O DESENVOLVIMENTO DE FÁRMACOS DIREITOS DA IMAGEM: REUTERS/MAX ROSSI THOMSON REUTERS INTEGRITY CONHECIMENTO ESSENCIAL PARA APRIMORAR A DESCOBERTA E O DESENVOLVIMENTO DE FÁRMACOS DIREITOS DA IMAGEM: REUTERS/MAX ROSSI 2 THOMSON REUTERS INTEGRITY DIREITOS DA IMAGEM: istockphoto

Leia mais

Introdução à Farmacoeconomia. Joice Valentim

Introdução à Farmacoeconomia. Joice Valentim Introdução à Farmacoeconomia 2013 Joice Valentim 1 Vínculo Novartis Oncologia 2 Agenda Economia da saúde Avaliação econômica em saúde Farmacoeconomia Ca de mama avançado HER2- RH+ 3 Economia da saúde,

Leia mais

APROFUNDAMENTO DE QUIMICA ORGÂNICA LISTA 04 09/10/2014. Assunto: Estudo das Funções Orgânicas

APROFUNDAMENTO DE QUIMICA ORGÂNICA LISTA 04 09/10/2014. Assunto: Estudo das Funções Orgânicas APROFUNDAMENTO DE QUIMICA ORGÂNICA LISTA 04 09/10/2014 Assunto: Estudo das Funções Orgânicas 01-( Medicina Jundiaí 2014 ) Considere as fórmulas estruturais de substâncias utilizadas como antibióticos:

Leia mais

Analisar a sobrevida em cinco anos de mulheres. que foram submetidas a tratamento cirúrgico, rgico, seguida de quimioterapia adjuvante.

Analisar a sobrevida em cinco anos de mulheres. que foram submetidas a tratamento cirúrgico, rgico, seguida de quimioterapia adjuvante. Estudo de sobrevida de mulheres com câncer de mama não metastático tico submetidas à quimioterapia adjuvante Maximiliano Ribeiro Guerra Jane Rocha Duarte Cintra Maria Teresa Bustamante Teixeira Vírgilio

Leia mais

PAINEL LUNG SCAN NGS

PAINEL LUNG SCAN NGS PAINEL LUNG SCAN NGS Dr. Carlos Gil Moreira Ferreira CRM 52-57198-8 O Laboratório Progenética desenvolveu, de forma pioneira no Brasil, o Painel Lung Scan NGS, utilizando a técnica de sequenciamento de

Leia mais

Biologia Estrutural. Simetria. Prof. Dr. Walter Filgueira de Azevedo Jr. wfdaj.sites.uol.com.br. 2006 Dr. Walter F. de Azevedo Jr.

Biologia Estrutural. Simetria. Prof. Dr. Walter Filgueira de Azevedo Jr. wfdaj.sites.uol.com.br. 2006 Dr. Walter F. de Azevedo Jr. Biologia Estrutural Simetria Prof. Dr. Walter Filgueira de Azevedo Jr. Resumo Características dos Cristais Características dos Cristais de Proteínas Elementos de Simetria Rede, Retículo e Empacotamento

Leia mais

Tutorial: QUÍMICA COMPUTACIONAL E MODELAGEM MOLECULAR. Profa. Nelilma Correia Romeiro

Tutorial: QUÍMICA COMPUTACIONAL E MODELAGEM MOLECULAR. Profa. Nelilma Correia Romeiro Tutorial: QUÍMICA COMPUTACIONAL E MODELAGEM MOLECULAR Profa. Nelilma Correia Romeiro Fevereiro de 2008 1 MODELAGEM MOLECULAR Modelagem molecular, segundo a IUPAC, é a investigação das estruturas e das

Leia mais

Pesquisa. 40 INCA Relatório Anual 2005 Pesquisa

Pesquisa. 40 INCA Relatório Anual 2005 Pesquisa Pesquisa A pesquisa no INCA compreende atividades de produção do conhecimento científico, melhoria dos procedimentos diagnósticos e terapêuticos do câncer e formação de recursos humanos em pesquisa oncológica.

Leia mais

Governador Geraldo Alckmin entrega o maior laboratório destinado a pesquisas sobre o câncer da América Latina

Governador Geraldo Alckmin entrega o maior laboratório destinado a pesquisas sobre o câncer da América Latina MATEC ENGENHARIA ENTREGA O MAIOR LABORATORIO PARA PESQUISA DE CÂNCER DA AMÉRICA LATINA Qui, 14/04/11-11h00 SP ganha maior laboratório para pesquisa de câncer da América Latina Instituto do Câncer também

Leia mais

Síntese Artificial de Peptídeos

Síntese Artificial de Peptídeos Síntese Artificial de Peptídeos Rebeca Bayeh Seminário apresentado para a disciplina Princípios Físicos Aplicados à Fisiologia (PGF530) Prof. Dr. Adriano Mesquita Alencar Segundo semestre de 2013 Motivação

Leia mais

Como tratar o câncer de mama na paciente com mutação genética? Prof. Dr. Giuliano Duarte

Como tratar o câncer de mama na paciente com mutação genética? Prof. Dr. Giuliano Duarte Como tratar o câncer de mama na paciente com mutação genética? Prof. Dr. Giuliano Duarte Quem é a paciente com mutação BRCA1/2? Ansiedade Penetrância dos genes BRCA1 e BRCA 2 até os 70 anos Meta-análise

Leia mais

Descobrindo o valor da

Descobrindo o valor da Descobrindo o valor da Ocâncer de mama, segundo em maior ocorrência no mundo, é um tumor maligno que se desenvolve devido a alterações genéticas nas células mamárias, que sofrem um crescimento anormal.

Leia mais

Os Trabalhos/Abstracts mais Relevantes em Avaliação genética e tratamentos preventivos

Os Trabalhos/Abstracts mais Relevantes em Avaliação genética e tratamentos preventivos Os Trabalhos/Abstracts mais Relevantes em Avaliação genética e tratamentos preventivos Simône Noronha Hospital São José São Paulo - Brasil Índice: Radioterapia no câncer de mama hereditário (Revisão) Perfil

Leia mais

Arimide. Informações para pacientes com câncer de mama. Anastrozol

Arimide. Informações para pacientes com câncer de mama. Anastrozol Informações para pacientes com câncer de mama. AstraZeneca do Brasil Ltda. Rod. Raposo Tavares, km 26,9 CEP 06707-000 Cotia SP ACCESS net/sac 0800 14 55 78 www.astrazeneca.com.br AXL.02.M.314(1612991)

Leia mais

História Natural das Doenças e Níveis de Aplicação de Medidas Preventivas

História Natural das Doenças e Níveis de Aplicação de Medidas Preventivas Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina / Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC Departamento Medicina Preventiva Disciplina de Epidemiologia História

Leia mais

7.012 Conjunto de Problemas 3

7.012 Conjunto de Problemas 3 Nome Seção 7.012 Conjunto de Problemas 3 Data estelar 7.012.10.4.00 Diário Pessoal do Oficial Médico Responsável do USS Hackerprise Depois de voltar de uma missão em Europa, Noslen, um dos membros da tripulação,

Leia mais

Declaro não haver nenhum conflito de interesse

Declaro não haver nenhum conflito de interesse Declaro não haver nenhum conflito de interesse Universidade Federal de Uberlândia Departamento de Ginecologia e Obstetrícia Serviços de Mastologia e Ultrassonografia Avaliação pelo Ultrassom Doppler da

Leia mais

TIPOS DE TRATAMENTOS ONCOLÓGICOS CIRURGIA QUIMIOTERAPIA SISTÊMICA

TIPOS DE TRATAMENTOS ONCOLÓGICOS CIRURGIA QUIMIOTERAPIA SISTÊMICA TIPOS DE TRATAMENTOS ONCOLÓGICOS Prof a Dra. Nise H. Yamaguchi Prof a Dra Enf a Lucia Marta Giunta da Silva Profª. Dra. Enf a Maria Tereza C. Laganá A abordagem moderna do tratamento oncológico busca mobilizar

Leia mais

CÂNCER DE MAMA: é preciso falar disso. Ministério da Saúde Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva

CÂNCER DE MAMA: é preciso falar disso. Ministério da Saúde Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva CÂNCER DE MAMA: é preciso falar disso Ministério da Saúde Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva 2014 Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva/ Ministério da Saúde. Esta

Leia mais

Do ponto de vista da Termodinâmica, gás ideal é aquele para o qual vale, para quaisquer valores de P e T, a equação de estado de Clapeyron:

Do ponto de vista da Termodinâmica, gás ideal é aquele para o qual vale, para quaisquer valores de P e T, a equação de estado de Clapeyron: Equação de Estado de Van der Waals Do ponto de vista da Termodinâmica, gás ideal é aquele para o qual vale, para quaisquer valores de P e T, a equação de estado de Clapeyron: P i V i = nrt em que colocamos

Leia mais

CÂNCER DE MAMA: é preciso falar disso. Ministério da Saúde Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva

CÂNCER DE MAMA: é preciso falar disso. Ministério da Saúde Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva CÂNCER DE MAMA: é preciso falar disso Ministério da Saúde Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva 2014 Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva/ Ministério da Saúde. Esta

Leia mais

CÂNCER DE MAMA: é preciso falar disso. Ministério da Saúde Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva

CÂNCER DE MAMA: é preciso falar disso. Ministério da Saúde Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva CÂNCER DE MAMA: é preciso falar disso Ministério da Saúde Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva Cartilha_Outubro Rosa_Mitos_26-09-2014.indd 1 08/10/2014 14:24:37 2014 Instituto Nacional

Leia mais

Princípios de Oncologia Clínica. Dr. Wesley Vargas Moura Oncologista Clínico CRM ES 3861

Princípios de Oncologia Clínica. Dr. Wesley Vargas Moura Oncologista Clínico CRM ES 3861 Princípios de Oncologia Clínica Dr. Wesley Vargas Moura Oncologista Clínico CRM ES 3861 Histórico 1900 Termo Quimioterapia Dr. Paul Ehrlich (1854-1915) Anos 40 Segunda Guerra Mundial Ilha de Bali 1943

Leia mais

EMENTA: Câncer urológico - Critérios de alta para pacientes com câncer CONSULTA

EMENTA: Câncer urológico - Critérios de alta para pacientes com câncer CONSULTA PARECER Nº 2422/2013 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N.º 11/2013 PROTOCOLO N. º 10115/2013 ASSUNTO: CRITÉRIOS DE ALTA DE SERVIÇOS DE CANCEROLOGIA PARECERISTA: CONS. JOSÉ CLEMENTE LINHARES EMENTA: Câncer urológico

Leia mais

CÂNCER DE MAMA. O controle das mamas de seis em seis meses, com exames clínicos, é também muito importante.

CÂNCER DE MAMA. O controle das mamas de seis em seis meses, com exames clínicos, é também muito importante. CÂNCER DE MAMA Dr. José Bél Mastologista/Ginecologista - CRM 1558 Associação Médico Espírita de Santa Catarina AME/SC QUANDO PEDIR EXAMES DE PREVENÇÃO Anualmente, a mulher, após ter atingindo os 35 ou

Leia mais

Introdução ao Tratamento Oncológico

Introdução ao Tratamento Oncológico Introdução ao Tratamento Oncológico Diogo Rodrigues Médico oncologista da COI - Clínicas Oncológicas Integradas Gerente Médico do Instituto COI de Pesquisa, Educação e Gestão TÓPICOS CONCEITOS BÁSICOS

Leia mais

Centro de Educação Integrada

Centro de Educação Integrada Centro de Educação Integrada 1º ANO BIOLOGIA Origem da vida Citologia Teoria da geração espontânea e biogênese. Teoria de Oparin e Haldane. Panspermia. Criacionismo. Os primeiros seres vivos. Água. Sais

Leia mais

ESTUDO RETROSPECTIVO DAS NEOPLASIAS CANINAS DIAGNOSTICADAS EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO NO PERÍODO DE 2009 A 2010

ESTUDO RETROSPECTIVO DAS NEOPLASIAS CANINAS DIAGNOSTICADAS EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO NO PERÍODO DE 2009 A 2010 1 ESTUDO RETROSPECTIVO DAS NEOPLASIAS CANINAS DIAGNOSTICADAS EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO NO PERÍODO DE 2009 A 2010 CAIO FERNANDO GIMENEZ 1, TATIANE MORENO FERRARIAS 1, EDUARDO FERNANDES BONDAN 1 1 Universidade

Leia mais

7.012 Conjunto de Problemas 5

7.012 Conjunto de Problemas 5 Nome Seção 7.012 Conjunto de Problemas 5 Pergunta 1 Enquanto estudava um problema de infertilidade, você tentou isolar um gene hipotético de coelho que seria responsável pela prolífica reprodução desses

Leia mais

HEPATITE C PCR Qualitativo, Quantitativo e Genotipagem

HEPATITE C PCR Qualitativo, Quantitativo e Genotipagem HEPATITE C PCR Qualitativo, Quantitativo e Genotipagem O Vírus da Hepatite C (HCV) é considerado o principal agente etiológico responsável por 90 a 95% dos casos de hepatite pós-transfusional não A e não

Leia mais

DURAÇÃO DA PROVA: 03 HORAS

DURAÇÃO DA PROVA: 03 HORAS ISTRUÇÕES: PRESS SELETIV 2012/1 - PS PRVA DISURSIVA DE QUÍMIA URS DE GRADUAÇÃ EM MEDIIA 1. Só abra a prova quando autorizado. 2. Veja se este caderno contém 5 (cinco) questões discursivas. aso contrário

Leia mais

ENZIMAS E METABOLISMO

ENZIMAS E METABOLISMO ENZIMAS E METABOLISMO Metabolismo Celular é o conjunto de todas as reacções químicas celulares acompanhadas de transferência de energia. ANABOLISMO conjunto de reacções químicas que conduzem à biossíntese

Leia mais

CÂNCER DE MAMA PREVENÇÃO TRATAMENTO - CURA Novas estratégias. Rossano Araújo

CÂNCER DE MAMA PREVENÇÃO TRATAMENTO - CURA Novas estratégias. Rossano Araújo CÂNCER DE MAMA PREVENÇÃO TRATAMENTO - CURA Novas estratégias Rossano Araújo Papiro do Edwin Smith (Egito, 3.000-2.500 A.C.) Papiro Edwin Smith (Egito, 3000 2500 A.C.) Tumores Protuberantes da Mama Se você

Leia mais

Key Words: câncer de mama, quimioterapia neoadjuvante, quimioterapia, resposta patológica, carbopaltina.

Key Words: câncer de mama, quimioterapia neoadjuvante, quimioterapia, resposta patológica, carbopaltina. Alta taxa de resposta completa patológica (prc) em câncer de mama triplo negativo após quimioterapia neoadjuvante sequencial Augusto Ribeiro GABRIEL, MD* Ruffo de FREITAS JÚNIOR, MD, PhD* * Programa de

Leia mais

Neoplasias 2. Adriano de Carvalho Nascimento

Neoplasias 2. Adriano de Carvalho Nascimento Neoplasias 2 Adriano de Carvalho Nascimento Biologia tumoral Carcinogênese História natural do câncer Aspectos clínicos dos tumores Biologia tumoral Carcinogênese (bases moleculares do câncer): Dano genético

Leia mais

Programa de Mastologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás 74690-000, Brasil. rosraquel@hotmail.com; ruffojr@terra.com.

Programa de Mastologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás 74690-000, Brasil. rosraquel@hotmail.com; ruffojr@terra.com. Análise Descritiva de Pacientes Submetidas a Endocrinoterapia Neoadjuvante para Tratamento do Câncer de Mama em Estádios Avançados na Cidade de Goiânia. Raquel Oliveira dos Santos 1, Ruffo de Freitas Junior

Leia mais

TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E TRANSPLANTE DE FÍGADO

TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E TRANSPLANTE DE FÍGADO TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E TRANSPLANTE DE FÍGADO FÁBIO DE BARROS CORREIA GOMES Consultor Legislativo da Área XVI Saúde Pública, Sanitarismo MAIO/2009 Fábio de Barros Correia Gomes 2 SUMÁRIO 1. Introdução...3

Leia mais

Papilomavírus Humanos (HPV) Virologia MIP Instituto Biomédico Universidade Federal Fluminense

Papilomavírus Humanos (HPV) Virologia MIP Instituto Biomédico Universidade Federal Fluminense Papilomavírus Humanos (HPV) Virologia MIP Instituto Biomédico Universidade Federal Fluminense Características principais Agente etiológico das verrugas (tumores epiteliais benignos) Infectam epitélio de

Leia mais

Considerações sobre o medicamento Trastuzumabe

Considerações sobre o medicamento Trastuzumabe NOTA TÉCNICA 19 2013 Considerações sobre o medicamento Trastuzumabe Incorporado no SUS para tratamento de câncer de mama HER2 positivo, em fase inicial ou localmente avançado. CONASS, julho de 2013 1 Considerações

Leia mais

ANTICORPOS: ESTRUTURA E FUNÇÃO

ANTICORPOS: ESTRUTURA E FUNÇÃO ANTICORPOS: ESTRUTURA E FUNÇÃO Por definição, anticorpos são moléculas de glicoproteína, também chamadas de imunoglobulinas. São glicoproteínas altamente específicas sintetizadas em resposta a um antígeno,

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE DE GERAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE NANOESTRUTURAS

DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE DE GERAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE NANOESTRUTURAS DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE DE GERAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE NANOESTRUTURAS Aluno: Marcos Paulo Moraes Orientador: André Silva Pimentel Introdução A nanotecnologia está associada a diversas áreas de pesquisa

Leia mais

Hoje estudaremos a bioquímica dos ácidos nucléicos. Acompanhe!

Hoje estudaremos a bioquímica dos ácidos nucléicos. Acompanhe! Aula: 2 Temática: Ácidos Nucléicos Hoje estudaremos a bioquímica dos ácidos nucléicos. Acompanhe! Introdução: Os ácidos nucléicos são as moléculas com a função de armazenamento e expressão da informação

Leia mais

TEMA: Sunitinibe (Sutent ) para o tratamento do cancer renal

TEMA: Sunitinibe (Sutent ) para o tratamento do cancer renal Nota Técnica 90/2013 Data: 18/05/2014 Solicitante: Dr. Daniel da Silva Ulhoa Juíz de Direito Comarca de Timóteo Medicamento Material Procedimento Cobertura x Número do processo: 0009774-08.2014.8.13.0667

Leia mais

Entendendo a herança genética (capítulo 5) Ana Paula Souto 2012

Entendendo a herança genética (capítulo 5) Ana Paula Souto 2012 Entendendo a herança genética (capítulo 5) Ana Paula Souto 2012 CÂNCER 1) O que é? 2) Como surge? CÂNCER 1) O que é? É o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado

Leia mais

É por isso que um exame clínico anual das mamas, através de um médico, é obrigatório.

É por isso que um exame clínico anual das mamas, através de um médico, é obrigatório. OUTUBRO ROSA 25 de outubro Mais detalhes sobre o câncer de mama no Brasil 1. Exames clínicos de mama são tão importantes quanto as mamografias. Mamografias a partir de 40 anos de idade são cruciais (Deve

Leia mais

PERFIL E INTERDISCIPLINARIDADE DA ÁREA

PERFIL E INTERDISCIPLINARIDADE DA ÁREA COMUNICADO n o 003/2012 ÁREA DE ASTRONOMIA E FÍSICA ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 18 de Abril de 2012 IDENTIFICAÇÃO ÁREA DE AVALIAÇÃO: ASTRONOMIA E FÍSICA PERÍODO DE AVALIAÇÃO: 2012 ANO DE

Leia mais

UNILAB no Outubro Rosa Essa luta também é nossa. CUIDAR DA SAÚDE É UM GESTO DE AMOR À VIDA. cosbem COORDENAÇÃO DE SAÚDE E BEM-ESTAR www.unilab.edu.

UNILAB no Outubro Rosa Essa luta também é nossa. CUIDAR DA SAÚDE É UM GESTO DE AMOR À VIDA. cosbem COORDENAÇÃO DE SAÚDE E BEM-ESTAR www.unilab.edu. UNILAB no Outubro Rosa Essa luta também é nossa. CUIDAR DA SAÚDE É UM GESTO DE AMOR À VIDA. cosbem COORDENAÇÃO DE SAÚDE E BEM-ESTAR www.unilab.edu.br CUIDAR DA SUA SAÚDE É UM GESTO DE AMOR À VIDA. As mamas

Leia mais

LIGAÇÕES QUÍMICAS TEORIA CORPUSCULAR

LIGAÇÕES QUÍMICAS TEORIA CORPUSCULAR LIGAÇÕES QUÍMICAS 5 TEORIA CORPUSCULAR 1 INTRODUÇÃO O fato de os gases nobres existirem na natureza como átomos isolados, levou os cientistas KOSSEL e LEWIS a elaborar um modelo para as ligações químicas.

Leia mais

Paulo César Jark Serviço de Oncologia Veterinária Unesp - Jaboticabal

Paulo César Jark Serviço de Oncologia Veterinária Unesp - Jaboticabal Paulo César Jark Serviço de Oncologia Veterinária Unesp - Jaboticabal Metastatis (grego) Transferência, mudança de lugar Disseminação da doença Sinal de doença avançada Qual a via preferencial de metástase

Leia mais

Estrutura e Função de Ácidos Nucléicos

Estrutura e Função de Ácidos Nucléicos UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE QUÍMICA DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA QBQ0313 Estrutura e Função de Ácidos Nucléicos Flavia Carla Meotti Os Ácidos Nucléicos Função: armazenamento e transmissão da informação

Leia mais

EPIDEMIOLOGIA CAUSALIDADE. Programa de Pós P. Mario Vianna Vettore

EPIDEMIOLOGIA CAUSALIDADE. Programa de Pós P. Mario Vianna Vettore Universidade Federal do Rio de Janeiro Programa de Pós P s Graduação em Saúde Coletiva EPIDEMIOLOGIA CAUSALIDADE Mario Vianna Vettore ASSOCIAÇÃO & CAUSALIDADE Tópicos da aula Teste de hipóteses e associação

Leia mais

BIOQUÍMICA E BIOLOGIA MOLECULAR 1º S_2010_2011_1º Teste 25/10/2010

BIOQUÍMICA E BIOLOGIA MOLECULAR 1º S_2010_2011_1º Teste 25/10/2010 BIOQUÍMICA E BIOLOGIA MOLECULAR 1º S_2010_2011_1º Teste 25/10/2010 (Duração: 1,5 h) Nome do Aluno: Nº: Curso: Cada uma das questões de escolha múltipla (1 à 40) tem a cotação de 0,5 valores. Será descontado

Leia mais

Forças intermoleculares, Disciplina de Química Geral Profa. Marcia Margarete Meier

Forças intermoleculares, Disciplina de Química Geral Profa. Marcia Margarete Meier , líquidos e sólidos 1 Uma comparação entre líquidos e sólidos As propriedades físicas das substâncias entendidas em termos de teoria cinética molecular : Os gases são altamente compressíveis, assumem

Leia mais

UM NOVO TESTE PARA TUBERCULOSE

UM NOVO TESTE PARA TUBERCULOSE UM NOVO TESTE PARA TUBERCULOSE Rio de Janeiro e Manaus testam para o Ministério da Saúde uma nova tecnologia para o diagnóstico da tuberculose pulmonar Que novo teste é este? O Xpert MTB/RIF é um método

Leia mais

DR.PRIMO PICCOLI CANCEROLOGIA CIRÚRGICA.

DR.PRIMO PICCOLI CANCEROLOGIA CIRÚRGICA. Genetic Risk Assessments in Individuals at High Risk for Inherited Breast Cancer in the Breast Oncology Care Setting DR.PRIMO PICCOLI CANCEROLOGIA CIRÚRGICA. CÂNCER DE MAMA HEREDITÁRIO CONHECER O RISCO

Leia mais

ENZIMAS. Células podem sintetizar enzimas conforme a sua necessidade.

ENZIMAS. Células podem sintetizar enzimas conforme a sua necessidade. ENZIMAS As enzimas são proteínas, catalisadores (aumenta a velocidade de uma determinada reação química) biológicos (proteínas) de alta especificidade. Praticamente todas as reações que caracterizam o

Leia mais

Entendendo a herança genética (capítulo 5) Ana Paula Souto 2012

Entendendo a herança genética (capítulo 5) Ana Paula Souto 2012 Entendendo a herança genética (capítulo 5) Ana Paula Souto 2012 CÂNCER 1) O que é? 2) Como surge? CÂNCER 1) O que é? É o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado

Leia mais

Diretrizes Assistenciais. Protocolo de Conduta da Assistência Médico- Hospitalar - Mama

Diretrizes Assistenciais. Protocolo de Conduta da Assistência Médico- Hospitalar - Mama Diretrizes Assistenciais Protocolo de Conduta da Assistência Médico- Hospitalar - Mama Versão eletrônica atualizada em Novembro 2008 Protocolo de Conduta da Assistência Médico-Hospitalar Objetivos: - manuseio

Leia mais

Mecanismos de resistência ao tratamento hormonal. José Bines Instituto Nacional de Câncer

Mecanismos de resistência ao tratamento hormonal. José Bines Instituto Nacional de Câncer Mecanismos de resistência ao tratamento hormonal José Bines Instituto Nacional de Câncer Declaração de conflito de interesses Sem conflito de interesses Opinião pessoal que pode não refletir necessariamente

Leia mais

QUIMIOTERÁPICOS UTILIZADOS NO TRATAMENTO DO CARCINOMA DE MAMA: REVISÃO DE LITERATURA

QUIMIOTERÁPICOS UTILIZADOS NO TRATAMENTO DO CARCINOMA DE MAMA: REVISÃO DE LITERATURA QUIMIOTERÁPICOS UTILIZADOS NO TRATAMENTO DO CARCINOMA DE MAMA: REVISÃO DE LITERATURA OLIVEIRA, Alisson Felipe de 1 ; GARCES, Solange Beatriz Billig 2 ; HANSEN, Dinara 3 ; COSER, Janaína 3 ; LEITEMBERGER,

Leia mais

Modelagem molecular (Parte I) Predição da estrutura e aplicações em

Modelagem molecular (Parte I) Predição da estrutura e aplicações em Modelagem molecular (Parte I) Predição da estrutura e aplicações em engenharia de proteinas Sumario Métodos de determinação da estrutura de proteinas Principios Fundamentais Forças em Biomoléculas Modelagem

Leia mais

Área de Biologia Craniofacial e Biomateriais

Área de Biologia Craniofacial e Biomateriais Bibliografia e tópicos para a prova de seleção 2013 (Mestrado / Doutorado) Área de Biologia Craniofacial e Biomateriais Tópicos - Mestrado e Doutorado (prova teórica*) *O candidato poderá excluir um número

Leia mais

Parte III: Manipulação da informação

Parte III: Manipulação da informação Parte III: Manipulação da informação Novos alvos terapêuticos É possível fazer uma classificação molecular dos tumores e correlacionar com prognóstico. E agora? Leucémias agudas : LMA (L. Mieloblástica

Leia mais

ESTRUTURA DOS MATERIAIS CERÂMICOS

ESTRUTURA DOS MATERIAIS CERÂMICOS ESTRUTURA DOS MATERIAIS CERÂMICOS Os sólidos são caracterizados por uma associação muito próxima de átomos, em geral representados por esferas rígidas, em contato uns com os outros e mantidos juntos por

Leia mais

A EVOLUÇÃO DA LUTA CONTRA O CÂNCER

A EVOLUÇÃO DA LUTA CONTRA O CÂNCER A EVOLUÇÃO DA LUTA CONTRA O CÂNCER Vanessa Gabriela Martins Pereira, Thaís Nogueira Silva, Laísa de Fátima Rangel, Karen Dias Ferreira, Hadassa Cristina Souza dos Santos, Gisele Aparecida de Castro Moreira,

Leia mais

doença Sem especificação de fase da doença Sem especificação de fase da doença Estágios avançados Linfomas Mama Micose Fungóide

doença Sem especificação de fase da doença Sem especificação de fase da doença Estágios avançados Linfomas Mama Micose Fungóide SUBSTÂNCIA LOCALIZAÇÃO INDICAÇÃO Acetato de Abiraterona Anastrozol Bicalutamida Bussulfano Metastático resistente à castração em homens que receberam quimioterapia prévia com docetaxel Adjuvante na pós-menopausa

Leia mais

Sinalização celular. Profa. Dra. Monica Akemi Sato

Sinalização celular. Profa. Dra. Monica Akemi Sato Sinalização celular Profa. Dra. Monica Akemi Sato Mensageiros Químicos Número de células Corpo Humano ~75 trilhões As células são especializadas na execução da função específica Ex: secreção ou contração.

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL DE QUÍMICA

PLANEJAMENTO ANUAL DE QUÍMICA COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 134, Toledo PR Fone: 377-8150 PLANEJAMENTO ANUAL DE QUÍMICA SÉRIE: 1ª SÉRIE E.M. PROFESSOR: Paulo

Leia mais

- LIGAÇÕES IÔNICAS: Na (1s 2 2s 2 2p 6 3s 1 ) + Cl (1s 2 2s 2 2p 6 3s 2 3p 5 ) Na + (1s 2 2s 2 2p 6 ) + Cl - (1s 2 2s 2 2p 6 3s 2 3p 6 )

- LIGAÇÕES IÔNICAS: Na (1s 2 2s 2 2p 6 3s 1 ) + Cl (1s 2 2s 2 2p 6 3s 2 3p 5 ) Na + (1s 2 2s 2 2p 6 ) + Cl - (1s 2 2s 2 2p 6 3s 2 3p 6 ) - LIGAÇÕES IÔNICAS: A ligação iônica é a ligação química formada pela atração eletrostática entre íons positivos e íons negativos. A ligação se dá entre dois átomos quando um elétron, ou mais um, se transfere

Leia mais

NOVO CONSENSO BRASILEIRO DE RASTREAMENTO DO CÂNCER DE MAMA POR MÉTODOS DE IMAGEM DR. HEVERTON AMORIM

NOVO CONSENSO BRASILEIRO DE RASTREAMENTO DO CÂNCER DE MAMA POR MÉTODOS DE IMAGEM DR. HEVERTON AMORIM NOVO CONSENSO BRASILEIRO DE RASTREAMENTO DO CÂNCER DE MAMA POR MÉTODOS DE IMAGEM DR. HEVERTON AMORIM Qual é a situação do câncer de mama? Pode ser prevenido? Como prevenir? Qual o papel da mamografia?

Leia mais