Número de beneficiários por modalidade e ano

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1 GT Novo Modelo de Reajuste ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE COM A UTILIZAÇÃO DA ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS Paula de Almeida Hashimoto

2 Novo Modelo de Reajuste Proposta da ANS Modelo Price-Cap Incentivos à Produtividade e Eficiência R = I S - X + Y I S Índice Setorial X Produtividade e Eficiência (Fator Endógeno) Y Fator fora da governabilidade (Fator Exógeno)

3 DIMENSÕES DO MERCADO DE SAÚDE SUPLEMENTAR Número de beneficiários por modalidade e ano Milhares Autogestão Cooperativa Médica Filantropia Medicina de Grupo Se guradora de z/ de z/ de z/ de z/ de z/ de z/ de z/ de z/ de z/ se t/

4 DIMENSÕES DO MERCADO DE SAÚDE SUPLEMENTAR Receitas das operadoras de planos de assistência médica por modalidade e ano Milhões R$ AUTOGESTÃO COOPERATIVA MÉDICA FILANTROPIA , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,77 Modalidades MEDICINA DE GRUPO SEGURADORA

5 REGULAÇÃO E REGULAÇÃO ECONÔMICA Reforma do Estado nos anos Intervenção regulatória através de agências reguladoras, independentes administrativa e financeiramente, a agencificação. Regulação Econômica Falhas de mercado. Mercado de saúde suplementar: Assimetria de informações Seleção adversa Problema do agente principal: moral hazard e supplier - induced demand Promover a eficiência do mercado.

6 ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS - DEA A análise envoltória de dados DEA (Data Envelopment Analysis) é uma metodologia não-paramétrica para mensuração comparativa de eficiência de unidades tomadoras de decisão decision making units (DMU). O modelo de fronteira de eficiência DEA, determina, basicamente, uma fronteira não-estocástica de eficiência técnica para as DMUs produtivas, por meio de um modelo de programação matemática. O padrão comparativo de eficiência de uma dada DMU é obtido pela revelação do desempenho das outras DMUs sob análise, de maneira que a referência não é obtida teórica ou conceitualmente, mas através da observação da best practice.

7 ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS - DEA Vantagens da técnica DEA: Dispensa, mas não rejeita, sistema de preços ou préespecificações da função de produção. Permite priorizar I/O. Permite incorporar informações sobre pesos. Trata com múltiplos I/O. Trata com diferentes unidades de medida. Compatível com tomadas de decisão com critérios múltiplos e preferências dos avaliadores.

8 ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS - DEA Existem dois modelos de DEA de uso mais comum. O modelo CCR desenvolvido por Charnes, Cooper e Rhodes (1978), e o modelo BCC referenciado a Banker, Charnes e Cooper (1984). A idéia geral desses modelos é a comparação de medida de produtos, o agregado das medidas de outputs, denotado por y*, com medida virtual de insumos, o agregado de insumos, designado por x*. Os pesos correspondentes são escolhidos de forma tal que uma determinada DMU seja representada da forma mais eficiente e consistente, devido aos dados disponíveis e à restrição de que nenhuma DMU viria a se localizar além da fronteira. A eficiência no sentido de Pareto é uma característica inerente aos resultados de ambos os modelos.

9 ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS - DEA

10 ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS - DEA Bases do modelo CCR DMU formada por: Insumo Virtual = v 1 x v m x m0 Produto Virtual = u 1 y u s y s0 Dada a restrição inicial de que insumos e produtos assumem valores positivos, em primeiro lugar resolve-se o problema de programação fracionário, obtendo assim valores dos pesos dos insumos e pesos dos produtos, temos que o valor de eficiência (θ) será no máximo 1 e os pesos terão valores positivos. O valor de θ é no máximo 1 pois não é possível expandir o produto dado que os inputs e os pesos virtuais devem ser positivos.

11 ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS - DEA O próximo passo é transformar um problema de programação fracionária em um Problema de Programação Linear (LPo) da forma: ( LP o ) máx θ = u 1 y 1 o u s y so Sujeito a v u v u x y 1 o 1 j, v, u 2 2,..., v,..., u i = 1,... m r = 1,... s m s v u s m y x sj 0 0 mo = v 1 1 x 1 j v m x mj, ( j = 1,..., n )

12 ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE Dados utilizados para medição Taxa de cobertura Receitas das operadoras Despesas: Comerciais Assistenciais Administrativas Índice de não utilização Número médio de consultas/ano/beneficiário

13 DADOS UTILIZADOS - BRASIL Ano Despesas Totais Receitas Totais Taxa de cobertura Consultas Internações no SUS , , , , ,1 5,3 5,2 5,2 5,

14 ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Modelo: DMUs operadoras de planos de assistência à saúde agrupadas em cinco modalidades de assistência médica: Autogestões, Cooperativas Médicas, Filantropias, Medicinas de Grupo e Seguradoras, em determinados anos e determinadas regiões. Aplicativo: DEAWIN, modelo CCR, com maximização de outputs, pois se consideram retornos constantes de escala, no longo prazo e deseja-se a expansão do atendimento e cobertura.

15 ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Primeira Abordagem I/O: Despesas administrativas, despesas comerciais e despesas assistenciais como inputs, e taxa de cobertura e receitas das operadoras como outputs. O modelo utilizado considera cada modalidade separadamente, e que cada DMU representa a performance do agregado de empresas da modalidade considerada em um determinado ano. Assim A2003 é a autogestão em 2003, CM2003 a cooperativa médica em 2003, F2003 a filantropia em 2003, MG2003 a medicina de grupo em 2003, S2003 a seguradora em 2003 e assim sucessivamente a cada modalidade e ano considerados na amostra.

16 ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Primeira Abordagem Autogestões Medida de eficiência - Autogestões a ,2 32,53 33,12 32, A2003 A2004 A2005 A2006 A2007 A2008

17 ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Primeira Abordagem Cooperativas Médicas Medida de eficiência - Cooperativas Médicas a ,71 90,75 99, , C M2003 C M2004 C M2005 C M2006 C M2007 C M2008

18 ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Primeira Abordagem Filantropias Medida de eficiência - Filantropia a , , F2003 F2004 F2005 F2006 F2007 F2008

19 ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Primeira Abordagem Medicinas de Grupo Medida de eficiência - Medicina de Grupo a , , , , MG2003 MG2004 MG2005 MG2006 MG2007 MG2008

20 ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Primeira Abordagem Seguradoras Medida de eficiência - Seguradoras a , , , S2003 S2004 S2005 S2006 S2007 S2008

21 ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Segunda Abordagem I/O:Despesas administrativas, despesas comerciais e despesas assistenciais como inputs, e a taxa de cobertura e a receita como outputs. Em cada modalidade, separadamente, serão consideradas como DMUs a modalidade em um determinado ano em uma determinada região do país. Assim, teremos para as autogestões, por exemplo, A2003N a autogestão em 2003 na região Norte, A2003NE a autogestão em 2003 na região Nordeste, A2003CO a autogestão em 2003 na região Centro-Oeste, A2003SE a autogestão em 2003 na região Sudeste, A2003S a autogestão em 2003 na região sul, e assim sucessivamente a cada modalidade, ano e região considerados.

22 A2008SE ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Segunda Abordagem Autogestões Medida de Eficiência - Autogestão - Por Grandes Regiões a 2008 A2005N A2006N A2007N A2008N A2003NE A2004NE A2005NE A2006NE A2007NE A2008NE A2003CO A2004CO A2005CO A2006CO A2007CO A2008CO A2003S A2004S A2005S A2006S A2007S A2008S A2003SE A2004SE A2005SE A2006SE A2007SE A2003N A2004N

23 CM2007S CM2008S ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Segunda Abordagem Cooperativas Médicas Medida de Eficiência - Cooperativa Médica - Por Grandes Regiões a ,41 59,22 67,9576,99 92,87 22,59 26,98 35,16 36,81 33,09 36,68 66,85 65,27 90,74 81,85 85,34 89,51 48,46 52,50 99,89 81,47 CM2004N CM2005N CM2006N CM2007N CM2008N CM2003NE CM2004NE CM2005NE CM2006NE CM2007NE CM2008NE CM2003CO CM2004CO CM2005CO CM2006CO CM2007CO CM2008CO CM2003SE CM2004SE CM2005SE CM2006SE CM2007SE CM2008SE CM2003S CM2004S CM2005S CM2006S CM2003N

24 92,92 F2006S F2007S F2008S ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Segunda Abordagem Filantropias Medida de Eficiência - Filantropia - Por Grandes Regiões a ,33 93,61 98,91 94,17 91,06 95,74 98,99 65,35 50,32 24,2 28,66 6,32 11,96 6,33 7,35 11,814,53 0,02 0,03 4,92 7,52 2,3 3,24 F2004N F2005N F2006N F2007N F2008N F2003NE F2004NE F2005NE F2006NE F2007NE F2008NE F2003CO F2004CO F2005CO F2006CO F2007CO F2008CO F2003SE F2004SE F2005SE F2006SE F2007SE F2008SE F2003S F2004S F2005S F2003N

25 48,46 34,69 MG2007S MG2008S ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Segunda Abordagem Medicinas de Grupo Medida de Eficiência - Medicina de Grupo - Por Grandes Regiões a ,52 87,25 92,96 95,60 43,94 42,19 47,49 51,23 10,95 15,59 10,57 16,48 12,85 11,03 17,25 18,73 20,06 22,94 22,98 23,95 15,50 15,80 17,45 17,30 18,47 20,09 MG2003N MG2004N MG2005N MG2006N MG2007N MG2008N MG2003NE MG2004NE MG2005NE MG2006NE MG2007NE MG2008NE MG2003CO MG2004CO MG2005CO MG2006CO MG2007CO MG2008CO MG2003SE MG2004SE MG2005SE MG2006SE MG2007SE MG2008SE MG2003S MG2004S MG2005S MG2006S

26 27,39 27,25 24,35 29,25 S2007S S2008S ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Segunda Abordagem Seguradoras Medida de Eficiência - Seguradora- Por Grandes Regiões a ,83 93,70 96,09 95,57 11,99 10,11 11,12 10,61 12,80 14,56 21,09 20,46 23,48 26,07 24,70 25,70 26,51 38,68 26,92 23,28 22,75 27,95 26,61 27,57 S2006N S2007N S2008N S2003NE S2004NE S2005NE S2006NE S2007NE S2008NE S2003CO S2004CO S2005CO S2006CO S2007CO S2008CO S2003SE S2004SE S2005SE S2006SE S2007SE S2008SE S2003S S2004S S2005S S2006S S2003N S2004N S2005N 0

27 ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Terceira Abordagem I/O:Despesas administrativas,despesas médicas, despesas comerciais e despesas assistenciais como inputs, e a taxa de cobertura, a receita e o número médio de consultas por beneficiário por ano como outputs. Cada DMU representa a performance do agregado de empresas da modalidade considerada em um determinado ano. Assim A2003C é a autogestão em 2003, CM2003C a cooperativa médica em 2003, F2003C a filantropia em 2003, MG2003C a medicina de grupo em 2003, S2003C a seguradora em 2003 e assim sucessivamente a cada modalidade e ano considerados na amostra.

28 ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Terceira Abordagem Autogestões Medida de Eficiência - Autogestão - Com Consulta a , , A2005C A2006C A2007C A2008C

29 ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Terceira Abordagem Cooperativas Médicas Medida de Eficiência - Cooperativa Médica - Com Consulta a C M2005C C M2006C C M2007C C M2008C

30 ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Terceira Abordagem Filantropias Medida de Eficiência - Filantropia - Com Consulta a F2005C F2006C F2007C F2008C

31 ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Terceira Abordagem Medicinas de Grupo Medida de Eficiência - Medicina de Grupo - Com Consulta a MG2005C MG2006C MG2007C MG2008C

32 ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Terceira Abordagem Seguradoras Medida de Eficiência - Seguradora - Com Consulta a ,2 2 S2005C S2006C S2007C S2008C

33 ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Quarta Abordagem I/O:Despesas administrativas,despesas médicas, despesas comerciais e despesas assistenciais como inputs, e a taxa de cobertura, a receita e o índice de não utilização como outputs. As DMUs consideradas nesta quarta abordagem serão as operadoras divididas em modalidades em três anos, nas diferentes regiões do Brasil. Assim A2003NI a autogestão em 2003 na região Norte, A2003NEI a autogestão em 2003 na região Nordeste, A2003COI a autogestão em 2003 na região Centro-Oeste, A2003SEI a autogestão em 2003 na região Sudeste, A2003SI a autogestão em 2003 na região sul, e assim sucessivamente a cada modalidade, ano e região considerados.

34 ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Quarta Abordagem Autogestões Medidas de Eficiência - Autogestão - Por Regiões - Com Internações no SUS a ,62 98, ,55 18,75 52,85 71,53 62,17 37,85 55,36 52,06 0 A2003NI A2004NI A2005NI A2003NEI A2004NEI A2005NEI A2003COI A2004COI A2005COI A2003SEI A2004SEI A2005SEI A2003SI A2004SI A2005SI

35 ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Quarta Abordagem Cooperativas Médicas Medidas de Eficiência - Cooperativa Médica - Por Regiões - Com Internações no SUS a ,30 98, ,80 34,65 43,54 74,89 73,17 59,48 64,77 CM2003NI CM2004NI CM2005NI CM2003NEI CM2004NEI CM2005NEI CM2003COI CM2004COI CM2005COI CM2003SEI CM2004SEI CM2005SEI CM2003SI CM2004SI CM2005SI

36 ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Quarta Abordagem Filantropias Medidas de Eficiência - Filantropia - Por Regiões - Com Internações no SUS a ,93 94,18 91,14 95, , , ,92 8,39 0,08 5,00 7,04 F2003NI F2004NI F2005NI F2003NEI F2004NEI F2005NEI F2003COI F2004COI F2005COI F2003SEI F2004SEI F2005SEI F2003SI F2004SI F2005SI

37 ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Quarta Abordagem Medicinas de Grupo Medidas de Eficiência - Medicina de Grupo - Por Regiões - Com Internações no SUS a , ,46 49,42 55, , ,54 19,08 21,29 22,23 18,18 18,50 20,47 0 MG2003NI MG2004NI MG2005NI MG2003NEI MG2004NEI MG2005NEI MG2003COI MG2004COI MG2005COI MG2003SEI MG2004SEI MG2005SEI MG2003SI MG2004SI MG2005SI

38 ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉCNICA DAS Quarta Abordagem Seguradoras Medidas de Eficiência - Seguradora - Por Regiões - Com Internações no SUS a ,04 10,46 12,22 21,09 27,30 27,33 38,68 27,26 28,88 26,66 29,52 29,28 0 S2003NI S2004NI S2005NI S2003NEI S2004NEI S2005NEI S2003COI S2004COI S2005COI S2003SEI S2004SEI S2005SEI S2003SI S2004SI S2005SI

39 CONCLUSÕES GERAIS E PRINCIPAIS RESULTADOS Primeira e Segunda Abordagens: A primeira abordagem apresenta bons desempenhos para todas as modalidades, em todos os anos, com exceção da modalidade de Autogestão nos anos de 2003 a Observa-se que a modalidade com melhores resultados foi a Filantropia e a com os piores resultados a Autogestão. A segunda abordagem nos permite verificar as diferenças regionais e nos mostra que apesar de boas performances no agregado, quando consideramos regiões diferentes, os resultados são bem diferentes. Observa-se que as regiões Norte e Nordeste tem os piores desempenhos e a Sudeste os melhores para todas as modalidades. Em média a melhor performance pode ser encontrada nas empresas classificadas como Cooperativas Médicas.

40 CONCLUSÕES GERAIS E PRINCIPAIS RESULTADOS Terceira Abordagem: Nesta abordagem se identificam bons scores de eficiência para todas as modalidades e anos tratados. Seria interessante a desagregação dos dados em grandes regiões para uma maior aprofundamento, mas não há dados disponíveis bem como a incorporação de outras variáveis assistenciais. Quarta Abordagem: A quarta abordagem revela as melhores performances na região Sudeste e as piores na região Nordeste, além disso indica que, em média, os melhores scores foram alcançados pelas Cooperativas Médicas e os piores pelas Seguradoras

41 Indicações e possíveis aproveitamentos da metodologia e dos resultados para o GT Os resultados mais reveladores foram encontrados com a desagregação dos dados em Regiões. Talvez quanto maior a desagregação, em microrregiões e Estados, possamos obter resultados mais próximos da realidade. Para maior robustez dos resultados seria aconselhável a utilização de modelos de regressão e também para aprofundamento de várias questões que deverão ser contempladas. A segmentação seria desejável para que as DMUs a serem consideradas tenham homogeneidade e os resultados sejam fidedignos.

42 GT - Novo Modelo de Reajuste Muito Obrigada!

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