UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO Engenharia de Computação PLANEJAMENTO DE PROJETOS DE CABEAMENTO DE TELECOMUNICAÇÕES PARA REDE ESTRUTURADA

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1 UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO Engenharia de Computação PLANEJAMENTO DE PROJETOS DE CABEAMENTO DE TELECOMUNICAÇÕES PARA REDE ESTRUTURADA Itatiba 2013

2 DIOGO GABRIEL LUCAS CAETANO CUNHA DA SILVA TALES VALENCISE PLANEJAMENTO DE PROJETOS DE CABEAMENTO DE TELECOMUNICAÇÕES PARA REDE ESTRUTURADA Monografia apresentada à disciplina Trabalho de Conclusão de Curso, do curso de Engenharia de Computação da Universidade São Francisco, sob orientação do Prof. Anderson Luís Pancotto, como exigência para conclusão do curso de graduação. Itatiba 2013

3 Aos amigos a familiares e professores que sempre nos apoiaram.

4 AGRADECIMENTOS Agradecemos a nossos familiares que nos momentos mais difíceis, estiveram ao nosso lado. Mostrando paciência nos momentos em que por ventura estávamos ausentes, dando forças e auxiliando na medida do possível para que o trabalho ficasse pronto, aos Professores da Universidade São Francisco que guiarão em toda trajetória do curso, em especial ao professor Anderson Luis Pancotto, nosso orientador pelo empenho e dedicação em nos auxiliar na elaboração desse trabalho. Mostrou-se sempre disponível para tirar nossas duvidas e em certas situações mostrando a direção em o trabalho deveria seguir. A todos os amigos e colegas que por muitas vezes participaram de diversas discussões sobre o projeto dando suas opiniões e da certa forma também ajudaram na concepção.

5 O sucesso é ir de fracasso em fracasso sem nunca perder o entusiasmo Winston Churchill

6 RESUMO O planejamento de um sistema cabeado de telecomunicação deve utilizar de conhecimentos técnicos em redes de telecomunicações e normas, como a NBR da ABNT, para que seja desenvolvido com escolhas adequadas de projeção e desenho de um sistema estruturado. Ao longo dos anos, a ênfase dada à etapa do planejamento tem obtido importância significativa, pois o custo e as vantagens de um projeto bem programado fazem grande diferença na vida econômica e produtiva da empresa que decide por utilizar este recurso. Além de realizar um estudo sobre a ação de se planejar projetos de sistemas estruturados, o presente trabalho propõe soluções para determinados cenários, levando em consideração questões como custo de implantação e benefícios gerados ao cliente, para exemplificação do conhecimento apresentado. Palavras-chave:cabeamento, estruturado, NBR 14565, cabos, telecomunicações.

7 ABSTRACT The plannig of a Telecommunications cabling system must use technical expertise of telecommunications networks and norms, such as ABNT NBR 14565, to be developed with appropriated choices of projection and design of a structured system. Over the years the emphasis on the planning stage has achieved significant because the costs and benefits of a well planed design make a difference in the economic and productive life of the company that decides to use this feature. In addition to conducting a study on the action of planning structured cabling systems, the present work proposes solutions to certain scenarios, taking in consideration issues such as cost of implementation and costumer benefits generated, for exemplification of the knowledge presented. Key-words: cabling, structured, NBR 14565, cables, telecommunication.

8 LISTA DE ILUSTRAÇÔES Figura 1 - Exemplo de rack em uma sala de telecomunicações Figura 2 - Exemplo de cabeamento horizontal Figura 3 - Estrutura do cabeamento Figura 4 - Dispositivos de conexão Figura 5 - Diferença entre conexão cruzada e interconexão Figura 6 - Exemplos de sistemas para cabeamento horizontal Figura 7 - Exemplo de rack 44u onde são colocados os equipamentos Figura 8 - Conversor de mídia Figura 9 - Ligação entre os prédios via radiofrequência Figura 10 - Antena Nano Loco M5 e fonte PoE

9 LISTA DE TABELAS Tabela 1 - Resumo das distancias do cabeamento secundário

10 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas ANSI - American National Standards Institute CAT - Categoria CFTV - Circuito fechado de TV CPD - Data Center EIA -Eletronic Industry Alliance ERP - Enterprise Resource Planning FTP - Foiled Twisted Pair GHz - Gigahertz IP - Internet Protocol ISO - International Organization for Standardization mm - milímetros Mb -Mega bits PABX - Troca automática de ramais privados PoE - Power Over Ethernet PVC - Polyvinyl chloride SO - Sistema Operacional TIA - Telecommunication Industry Assiciation UTP -Unshielded Twisted Pair 10

11 Sumário 1. INTRODUÇÃO OBJETIVO METODOLOGIA REDES DE COMUNICAÇÃO Cabeamento não estruturado Cabeamento estruturado Cabeamento estruturado em edifícios comerciais ou residenciais Tipos de equipamentos e estruturas Escolhendo o tipo de tomada e cabos Cross-connect horizontal Caminhos e espaços para o cabeamento horizontal PRÁTICAS DE INSTALAÇÃO PROJETOS Características de Projetos Gerenciamento de projetos CENÁRIOS Classificação de cenários Objetivo de cenários ANALISE DE ESTRUTURAÇÃO OU REESTRUTURAÇÃO CABEAMENTO ESTRUTURADO Organização de pequeno porte Proposta de Infraestrutura implantação de cabeamento estruturado Empresa de porte médio Proposta de Infraestrutura implantação de cabeamento estruturado Empresa de grande porte Proposta de Infraestrutura implantação de cabeamento estruturado Considerações sobre custos e tempo de execução CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

12 1. INTRODUÇÃO O Brasil é o país do futuro e das grandes oportunidades, bordão conhecido por todos ou pelo menos a maioria da população brasileira. Mas a maioria das pessoas ainda não concluiu que já estamos vivendo o sonhado futuro de grandes oportunidades que chegaram, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de Estes são exemplos de duas grandes oportunidades que pequenas, médias e grandes empresas tem para mostrarem ao mundo o enorme potencial que possuem, assim como a qualidade dos serviços prestados no país. A economia forte e estável, o parque industrial moderno e diversificado misturado ao mercado consumidor interno aquecido e exportações em crescimento acentuado são alguns dos atrativos. E os dados? A era da comunicação é a bola da vez e tudo se inicia com o planejamento, projeto e aquisição de um sistema de cabeamento, que é também o primeiro passo no desenvolvimento de um sistema de telecomunicações. Grande parte das empresas passa frequentemente por mudanças de layout durante o decorrer do tempo. Pesquisas do exterior demonstram que cerca de 25% dos funcionários sofrem mudanças de local dentro das empresas no prazo de um ano (ROSS, 2007). Estas mudanças podem ser realizadas de uma maneira bem simples dentro de um Sistema de Cabeamento estruturado, pois as tomadas modulares de oito posições conhecidas como RJ-45 não são proprietárias, sendo assim permitido não somente ligar computadores, mas muitas vezes outros equipamentos como, telefones ou sistema de circuito fechado de TV. No passado o planejamento dos sistemas cabeados foi colocado em segundo plano. Desta forma, era implantado após todos os componentes da rede já estarem instalados (sem prever, por exemplo, um possível crescimento estrutural da empresa e possível aumento demanda de rede). Em consequência desta postura adotada, o alto custo embarcado na constante substituição da infraestrutura criou a necessidade do desenvolvimento de normas que garantissem o planejamento de um sistema ideal, menor em obsolescência, mais eficiente e seguro. A importância do assunto também abrange a questão da manutenção do cabeamento, que se torna mais simples quando existe um planejamento adequado, 12

13 e da garantia de uma instalação profissional embasada em certificações de qualidade. A descrição e análise dos processos que constituem a etapa de planejamento de um projeto de sistema de cabeamento estruturado motiva o desenvolvimento deste trabalho de conclusão de curso. 2. OBJETIVO O objetivo consiste no planejamento de um sistema de cabeamento estruturado baseado na norma brasileira NBR14565, e ressaltar aspectos não normatizados que cabem à decisão do planejador. 3. METODOLOGIA Primeiramente serão realizados estudos dentro da área de redes de computadores, assim tendo como base para o trabalho os conceitos e técnicas utilizadas dentro de uma estrutura de redes. Para a pesquisa Livros teóricos, Artigos científicos e dissertações iram prevalecer como materiais. Em seguida as teorias sobre cabeamento estruturado e suas respectivas normas ABNT vão servir como um tema para uma pesquisa mais detalhada e aprofundada dentro do trabalho, com isto será possível encontrar as melhores soluções para cada sistema, como também o modo correto para se realizar um projeto de um cabeamento estruturado. Alguns casos serão expostos no trabalho, e também o planejamento e projeto para as soluções destes, como por exemplo, os produtos e equipamentos adequados para se utilizar em cada um deles, o modo correto de se realizar a implantação e até mesmo os instrumentos utilizados. 4. REDES DE COMUNICAÇÃO Segundo TANENBAUM e WETHERALL (2011), existem muitas redes no mundo, com frequência apresentando diferentes tipos de hardware e software. Normalmente, as pessoas conectadas a redes distintas precisam se comunicar entre si. Para que esse desejo se torne uma realidade, é preciso que se estabeleçam conexões entre redes quase sempre incompatíveis, às vezes por meio de máquinas 13

14 chamadas gateways, que estabelecem a conexão e fazem a conversão necessária, tanto em termos de hardware quanto de software. Praticamente todas as empresas têm um número significativo de computadores, por exemplo, uma empresa pode ter computadores separados para monitorar a produção, controlar os estoques e elaborar a folha de pagamento. Inicialmente, cada um desses computadores poderia funcionar isolado dos outros, mas, em um determinado momento, a gerência deve ter decidido conectá-los para poder extrair e correlacionar informações sobre a empresa, fazer ligação em termos um pouco mais genéricos, ou seja, a bola da vez é compartilhar recursos e como estes dados serão utilizados, e o objetivo é tornar todos os programas, equipamentos e especialmente dados ao alcance de todas as pessoas na rede, independente da localização física do recurso e do usuário, obviamente levando em consideração questões como permissão de acesso e segurança das informações disponibilizadas. Atualmente, até mesmo uma pequena empresa como, por exemplo, uma agência de viagens com poucos trabalhadores depende de redes de computadores para permitir aos seus funcionários acessarem documentos e informações relevantes de uma maneira instantânea, porem muitas destas empresas não visam a importância em se criar uma organização dentro das áreas tecnológicas de sua empresa Cabeamento não estruturado Muitas organizações e edifícios comerciais ou residenciais, diante da complexidade e custo de se planejar e implementar um cabeamento estruturado encontre-se a maioria das redes com características contrárias àquelas normatizadas. São, portanto, redes não estruturadas identificadas pela falta de dimensionamento adequado que considere possíveis modificações ou expansões, e ausência de uma estrutura única de cabeamento que suporte tipos variados de aplicações (dados, voz, CFTV, etc.). Sobre as características das redes de cabeamento não estruturado, podemos citar: Passagem de cabos que utiliza dutos já utilizados por outros sistemas, como elétricos. 14

15 Cabeamento planejado apenas para locais onde já existam dispositivos, sem qualquer antecipação de uso de outros locais. Falta do uso de tomadas de telecomunicação ou uso de tomadas não dimensionadas com cabos apertados. Conectorização de cabeamento executada fora dos padrões da norma Falta de documentação adequada sobre identificação de pontos e equipamentos componentes da rede. Como resultado do cabeamento não estruturado, encontram-se diversos tipos de padrões, topologias, conectores e cabos simultaneamente compondo as redes. Disso decorrem problemas como a dificuldade de administração e resolução de problemas 4.2. Cabeamento estruturado Segundo COELHO (2003), um sistema de cabeamento estruturado é um conjunto e produtos de conectividade que conecta os serviços como Voz, dados, vídeo e outros sistemas de administração de um edifício, tais como alarmes, sistema de segurança, sistemas de energia e de controle de ambiente. Usa topologia física em estrela hierárquica em que o cross-conect é o centro desta estrela e o ponto principal de fornecimento de serviços. A Topologia em estrela oferece um arranjo flexível que permite qualquer tipo de serviço seja oferecido a qualquer parte do ambiente a partir do ponto central. Possibilitando que mudanças sejam feitas a qualquer momento sem interferir no funcionamento da arquitetura do sistema. Com ela é possível à transmissão de qualquer serviço de comunicação através de um único sistema de cabeamento universal. Dentro dos sistemas estruturados é possível se obter altas taxas de transmissão, e também se realizar rápidas mudanças de layout e ampliações. Sem interrupção dos serviços dos usuários. COELHO (2003), diz que entre as principais vantagens de um sistema de cabeamento estruturado, pode ser citado: Interface de conexão padronizada; Diversidade de fornecedores; 15

16 Maior retorno de investimento; Suporte a qualquer tipo de serviço; Manutenção facilitada; Integração com sistemas antigos; Banda de trabalho mínima. Conectores, cabos e sistemas mais antigos podem facilmente ser interconectados, com o uso de baluns adequados. Um balum é um adaptador de mídia, que permite converter um sistema particular de cabos e conectores para um novo sistema de cabeamento estruturado, ou seja, são dispositivos que tem como função realizar a conexão de linhas de comunicação com características elétricas muito diferentes, como os cabos coaxiais e cabos UTP. (COELHO, 2003) A utilização de sistemas de cabeamento estruturado nem sempre é fácil. O projetista de cabeamento tem encontrado, muitas vezes, prédios que "aparentemente" são muito bem construídos, mas que não fora devidamente projetados para darem o suporte adequado à infraestrutura dos serviços de telecomunicações (COELHO, 2003). Mesmo utilizando opções de infraestrutura, como piso elevado (que no Brasil ainda tem um preço elevado), muitos projetos são inviabilizados pela exigência de obras para adaptação ao projeto de cabeamento, aumentando muito o custo de implantação e podendo, inclusive, inviabilizar o projeto. Podem-se considerar também outros ambientes que trazem enormes dificuldades para a implantação de um sistema de cabeamento estruturado, como: Prédios novos, em que os projetos não levam em consideração os serviços de telecomunicações que estes abrigarão. Prédios antigos, em que as obras para adaptação dos sistemas de cabeamento estruturado ficam muito caras. Prédios tombados pelo Patrimônio Histórico, onde não se podem fazer obras civis. Os padrões definidos pela norma ANSI/EIA/TIA 569A permitem que a criação e mudanças estruturais de um edifício sejam desenhadas e implementadas a fim de acomodar a necessidades de seus ocupantes. A norma ANSI/EIA/TIA 569A reconhece três conceitos fundamentais aos edifícios comerciais: 16

17 Edifícios são dinâmicos, ou seja, mudanças e restaurações são comuns durante a vida útil. Os sistemas de telecomunicações, equipamentos, softwares e meios físicos de comunicação de dados e voz também são dinâmicos e mudam sempre. Esta norma reconhece este fato especificando sistemas que sejam independentes de fabricantes Cabeamento estruturado em edifícios comerciais ou residenciais Segundo MORIMOTO (2008), montar uma rede doméstica é bem diferente de montar uma rede local de 100 pontos em uma empresa de médio porte. Não apenas porque o trabalho é mais complexo, mas também porque existem normas mais estritas a cumprir. O padrão a se seguir para realizar as instalação de redes locais em prédios e que especifica suas normas para uma instalação de cabeamento, a sua topologia e outros quesitos abordados e que o conhecido como cabeamento estruturado é o ANSI/TIA/EIA-568-B. No Brasil, existe a norma NBR 14565, esta foi publicada pela ABNT em Como principal característica do cabeamento estruturado é a de se realizar todo o cabeamento de um prédio sendo necessário colocar pontos de rede em todos os locais onde estes possam ser necessários. Os pontos devem ser interligados por cabos que vão se centralizar em um local, onde neste ficam os equipamentos de rede. Segundo a NBR (2000), a sala de equipamento também chamada de equipment room, é a área central da rede, nesta se localizam os principais equipamentos como roteadores, switches, os servidores, entre outros que possam ser importantes para a estrutura da rede. Em um prédio, por exemplo, esta sala ficaria normalmente no andar térreo, e por este motivo não seria viável realizar a passagem de um cabo separado para cada um dos pontos de rede do prédio inteiro, indo da sala de equipamento até cada ponto de rede individual, por isto existe um segundo nível hierárquico, representado pelos armários de telecomunicações ou salas de telecomunicações. O local tem como função a de ser um ponto de distribuição, de onde os cabos que vão até os pontos individuais saem. Geralmente é utilizado um rack que contem todos os equipamentos, que é instalado em uma 17

18 sala ou em um armário de acesso restrito como pode ser visualizado na Figura 1. Um equipamento muito utilizado nos armários de telecomunicações é o painel de conexão também bastante conhecido como patch panel. Ele é um intermediário entre as tomadas de parede e outros pontos de conexão e os equipamentos utilizados na rede como, por exemplo, os switches. Figura 1 - Rack em uma sala de telecomunicações Fonte: Elaborado por Diogo Gabriel Uma das grandes vantagem sem se utilizar o patch panel é a de que com os cabos concentrados nele, tarefas como desativar um ponto ou remanejar o mesmo a outro segmento da rede ficam muito mais simples.(morimoto, 2008) Outro elemento existente dentro de um cabeamento estruturado é a sala de entrada de telecomunicações este que se encontra na entrada do prédio, onde são conectados os cabos externos, como por exemplo, os links de internet, as linhas de 18

19 telefones, ou ate mesmo cabos que ligam o prédio a outros vizinhos.(nbr 14565, 2000) Existe em seguida o cabeamento secundário que é conhecido como o cabeamento horizontal, ou como é chamado dentro da norma internacional "horizontal cabling", este cabeamento é composto pelos cabos que ligam a sala de telecomunicações às tomadas onde nestas são conectados os equipamentos da rede. Estes são os cabos permanentes, que são instalados como parte do cabeamento inicial e continuam sendo usados por muito tempo. Seguindo o padrão, o cabeamento da rede secundária não deve ter em sua somatória total mais do que 100 metros como mostra a tabela 1. Tabela 1 - Resumo das distancias do cabeamento secundário, segundo NBR 14565, Descrição Cabeamento Horizontal Cabos de equipamento Cabos de manobra Soma dos cabos de equipamento e manobra Distancias Maximo de 90 metros Maximo de 5 metros Maximo de 5 metros Maximo de 10 metros A somatória do patch cord entre o patch panel e o switch, e o cabo entre a tomada e o PC não deve ter mais do que 10 metros, esta estrutura pode ser mais bem entendida pela Figura 2. Figura 2 - Exemplo de cabeamento horizontal Fonte: KRAUSER (2002) 19

20 Os ambientes ou salas que contem as tomadas, onde podem ser as áreas destinadas ao trabalho, são conhecidas como área de trabalho, ou seja, a "work área", que dentro de um escritório correspondem às áreas úteis, onde os funcionários trabalham. Nestas áreas podem ser instalados os equipamentos como computadores, telefones, entre outros. Por este motivo dentro da norma da ABNT, as tomadas são chamadas de "pontos de telecomunicações" e não de "pontos de rede". pois a ideia do cabeamento estruturado é a de também utilizar cabos de telefone e de outros tipos de cabos de telecomunicação, não se limitando somente aos cabos de rede. (KRAUSER, 2002) Finalizando toda a estrutura, o cabeamento responsável pela interligação entre as salas de telecomunicações, a sala de entrada e a sala de equipamentos é o backbone cabling, este é o cabeamento primário responsável por estas interligações e também as ligações verticais entre pisos. O cabeamento estruturado para melhor compreensão é composto por seis elementos, para melhor exemplificar veja a figura 3 onde são apresentados todos estes e onde se localiza cada um deles. Para implementar um cabeamento nestas condições são necessários estruturas e equipamentos, estes que serão apresentados a seguir. Figura 3 - Estrutura do cabeamento Fonte: <http://www.rnp.br/newsgen/9806/cab-estr.html>. Acesso em: 19 novembro Tipos de equipamentos e estruturas Quando se fala em cabeamento estruturado existem regras que devem ser seguidas quanto ao tipo de equipamento a ser utilizado e as estruturas necessárias 20

21 à passagem dos mesmos. Dessa forma cabe ao responsável pela implantação verificar as condições do local e estabelecer qual a melhor solução para o cenário em questão. Para serem utilizados como meios físicos nos sistemas de telecomunicações deve se basear em cabos em cobre ou fibras ópticas. Como o cabo de cobre conhecido por par trançado que consistem em dois fios de cobres isolados, e estes são trançados entre eles, assim produzindo um efeito de cancelamento de correntes e também realizando a proteção no cabo contra interferências externas. Estes cabos podem possuir um ou mais pares, isso irá depender da necessidade, em redes de cabeamento estruturado são utilizados cabos de quatro ou 25 pares Escolhendo o tipo de tomada e cabos Para o local onde se encontrão cada estação de trabalho deve-se ter, no mínimo, duas tomadas de telecomunicações, estas podem ser posicionadas dentro do mesmo espelho ou separadamente. Alguns sistemas que são mais avançados possuem entre 4 e 5 tomadas podendo ser geralmente um cabo para fibra óptica e quatro para cabos metálicos. Ao menos uma das tomadas a serem utilizadas devera ser um cabo de cat3 ou superior de quatro pares e 100 ohms segundo a ANSI/TIA/EIA-568-B. 2.Portanto a outra tomada deve ser entre duas opções, uma delas é a de se utilizar um cabo metálico de quatro pares de 100 ohms na categoria 5e ou 6 segundo a ANSI/TIA/EIA-568-B. 2b. 2, ou utilizar um cabo de fibra com no mínimo duas fibras multímodo 62,5/125µou50/125µde acordo com a ANSI/TIA/EIA- 568-B Cross-connect horizontal O ponto onde ocorre a conexão cruzada ou então a interconexão é conhecida como cross-connect horizontal, este permite a distribuição dos sinais de telecomunicações para as tomadas da área de trabalho. Para terminar os cabos das áreas de trabalho neste local podem ser utilizados dispositivos como blocos de IDC, patch panel ou mesmo distribuidor interno óptico como mostrado na Figura 4, isto ira depender do cabo que esta sendo utilizado. 21

22 Figura 4 - Dispositivos de conexão. Fonte: Elaborado por Diogo Gabriel Como mostrado neste ponto existem dois tipos de conexões conhecidos estes que podem ser observados na Figura 5, a conexão cruzada pode ser explicada como a necessidade de os cabos que vem das tomadas de telecomunicações e dos equipamentos que são ligados a dispositivos de conexões diferentes, assim sendo necessário utilizar cordões de manobra para realizar estas interligações. E as interconexões aonde os cabos que vem diretamente das tomadas são ligados aos dispositivos de conexão e os equipamentos são ligados diretamente por cordões de manobra a estes dispositivos de conexão. Figura 5 - Diferença entre conexão cruzada e interconexão. Fonte: KRAUSER (2002) 22

23 Caminhos e espaços para o cabeamento horizontal Existem diversos caminhos que o cabeamento horizontal pode percorrer das áreas de trabalho até os armários de telecomunicações. Os principais são por canaletas metálicas ou de PVC, eletrodutos, eletrocalhas, leito de cabos, malha de piso e pisos elevados como pode se observar exemplo dos mesmos na Figura 6. Figura 6 - Exemplos de sistemas para cabeamento horizontal Fonte: Elaborado por Diogo Gabriel As canaletas geralmente são fixadas sobre as paredes, e possui uma capacidade que é apresentada pelos fabricantes, estas são calculadas com uma taxa de 40% da ocupação, porem no caso de a ocupação já ser a definitiva é utilizado 60%. As curvas e adaptadores de tomadas especificam para telecomunicação já fazem parte do sistema de distribuição, eles podem ser metálicos ou normalmente de PVC. Quando circuitos elétricos e de telecomunicações seguirem pela mesma canaleta, esta deverá possuir compartimentos separados para os dois serviços. Outra solução para a passagem do cabeamento horizontal que também é muito utilizada são os eletrodutos, possuem um formato cilíndrico, e podem ser flexíveis ou rígidos, os mesmos também possuem a sua estrutura em aço-carbono ou PVC. Geralmente se encontra para venda 23

24 barras de três metros de comprimento possuindo ou não roscas, existem diversos acessórios para realizar as mudanças de direções. (KRAUSER, 2002) Utilizado muitas vezes as eletrocalhas servem para levar o cabeamento do armário de telecomunicações até as salas onde estão localizadas as áreas de trabalho e então são utilizados canaletas ou eletrodutos para distribuir os cabos para as áreas de trabalho. As eletrocalhas podem ou não ser ventiladas e deve-se colocar uma separação metálica e aterrada caso necessite distribuir juntamente eletricidade com a comunicação assim mantendo os dois casos separados sem o problema de interferências.devem ser utilizadas curvas pré-fabricadas e especificas, nas dimensões da eletrocalha utilizada, ela deve respeitar os raios de curvatura máximos dos cabos, assim evitando a exposição a cantos vivos. Os leitos de cabos são utilizados geralmente nas salas de telecomunicações ou nas salas de equipamentos para receber e rotear as grandes quantidades de cabos que chegam nestes espaços. Porem eles não podem ficar em locais abertos, pois não possuem uma proteção contra acessos indesejados, mas permitem um gerenciamento bem fácil. Sobre as estruturas os cabos devem ser fixados com velcros, mas tem que se tomar cuidado para evitar curvaturas destes cabos alem dos limites, e no caso de se utilizar abraçadeiras plásticas elas devem ser apertadas sem marcar os cabos. Um sistema de distribuição também conhecido são as malhas de piso,possuem dutos alimentadores e distribuidores, que são dispostos sobre a laje ficando embutidos no contra piso.no Brasil, é utilizada pelos fabricantes uma taxa de ocupação de 30% dos dutos e deve ser observado o espaço no suporte de equipamento para o conector sem ocupar a seção da calha. A maior das vantagens de se utilizar este sistema é a flexibilidade em atender as áreas de trabalho, principalmente em salões grandes onde a distanciadas paredes dificulta no atendimento de todas as áreas, apesar disso seu custo é elevado e a instalação do mesmo deve ser pensada e realizada antes de se construir o contra piso. Uma opção para se utilizar é o piso elevado ele é formado por placas, estas são colocadas acima de uma malha de sustentação metálica, assim sendo fornecido um espaço por onde os cabos podem passar. Os pisos elevados são geralmente encontrados em CDBs ou em salas onde possuem grande quantidade de 24

25 equipamentos de telecomunicações. Alguns escritórios com necessidade de muitos recursos de telecomunicações também o utilizam.o sistema é composto por uma estrutura metálica que irá suporta os painéis removíveis. A estrutura se utiliza de pedestais metálicos reguláveis, eles podem variar de 15 cm a 30 cm de altura e hastes metálicas que são fixadas nos pedestais formando um reticulado aonde são encaixados as placas. Antes de se escolher um sistema de piso elevado deve-se analisar as cargas dinâmicas, estáticas e de impacto sobre ele, a dissipação de eletricidade estática, as proteções contra incêndio e o aterramento do mesmo. Vale ressaltar que abaixo do piso os cabos devem sem passados utilizando eletrocalhas, eletrodutos ou outros sistemas específicos PRÁTICAS DE INSTALAÇÃO A instalação é uma atividade crítica, pois dela depende o correto funcionamento dos componentes. Ao utilizar-se todos os componentes de mesma categoria, deixando o cabo cheio de nós e dobras, não se obterá o desempenho desejado. Uma conectorização mal feita é igual a um mau contato. Sendo assim, é importante que se observe as técnicas corretas de instalação para garantir o investimento. O componente (bloco, patch panel, patch cord, tomadas, cabos, etc.) de menor categoria define a categoria do sistema. Se utilizar um patch panel com tomadas cat6 e o cabo for cat5, todo o sistema será classificado comocat5. Os patch cords não devem ser confeccionados em campo Quando o sistema for blindado, deve-se ter cuidado com a ligação do fio dreno do cabo FTP com o hardware de conectividade. Nos cabos ópticos de 2 ou 4 fibras, no cabeamento horizontal, o raio de curvatura não deverá ser menor do que 25 mm, sem tensionamento, ou 50 mm com tensionamento. O raio de curvatura mínimo para o cabo UTP é quatro vezes o diâmetro do mesmo e dez vezes no caso de fibra óptica. São proibidas extensões e/ou emendas nos cabos. 25

26 5. PROJETOS Segundo VIANA (2005), Define projeto como um conjunto de ações que será executado de forma coordenada por um grupo ou organização em período de tempo pré-estabelecido com o intuito de alcançar o objetivo especifico. Podem envolver um numero pequeno de pessoas envolvidas ou milhares delas, isso de depende do escopo do projeto. Em certas situações envolvem pessoas que necessariamente não estão ligadas a organização, que inicialmente concebeu o projeto, como clientes fornecedores e órgãos governamentais Características de Projetos Os projetos possuem algumas características próprias como: Ser Temporário: todo o projeto possui um cronograma de execução onde determinadas o quanto de tempo vai ser gasto para realização de tarefa que faz parte do projeto. Todo o projeto tem um prazo de inicio e conclusão. Multifuncional: pois geralmente os projetos envolvem varias área das organizações para conseguir alcançar os objetivos do projeto. Gerencia equipe transitória: nem sempre é possível contar com todos os integrantes do projeto do inicio ao fim, principalmente em projetos que tem um prazo muito grande entre o inicio e o fim o projeto. (SIMÕES, Haroldo; OLIVEIRA, Valter.2011) 5.2. Gerenciamento de projetos Segundo VIANA(2005), pode ser definido gerenciamento de projetos como um conjunto de ferramentas de gerenciamento que permitem realizar o controle de eventos que ocorrem no decorrer do tempo, esses eventos não são repetitivos, podem ser complexos ou não, dentro de um cenário de tempo e custos e qualidade pré-determinados. Segundo KERZNER(2011), para melhor gerenciar um projetoum gerente tem que administrar três fatores importantes que são o custo, tempo e escopo do projeto. Influenciam diretamente nos resultados podem definir até se objetivo do projeto será alcançado. Dessa forma não convém alterar esses itens durante a execução. 26

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