PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO E CONTROLE SERVIÇO AUTÔNOMO HOSPITALAR

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO E CONTROLE SERVIÇO AUTÔNOMO HOSPITALAR"

Transcrição

1 PROGRAMA Nº- 125 GESTÃO PELA QUALIDADE - I Código Descrição SUB-FUNÇÃO: 122 ADMINISTRAÇÃO GERAL OBJETIVOS: Implantar um novo modelo de gestão pela qualidade que dinamiza a capacidade de gestão, agilize o processo administrativo e contribua para a maior efetividade da atenção a saúde desenvolvida na instituição. Contratação de empresa para elaboração de projeto para implantação de novo modelo de Gestão Jurídico Administrativo para o Hospital Elaboração do projeto; Aprovação do projeto junto ao governo Nomeação comissão de técnicos para desenvolvimento do projeto; Implantação do projeto. GOVERNO MUNICIPAL, DIREÇÃO DO HSJB E USUÁRIOS DO SUS ÍNDICE MAIS RECENTE Sistema de custo inexistente no Hospital Empresa 100% contratada Projeto 100% elaborado Dados financeiros 80% dos processos implantado Novo modelo de gestão 100% implantado , , , ,00 Empresa contratada. Projeto de 100% elaborado Processos de gestão 80% implantados Novo sistema de Gestão 100% implantado

2 SERVIÇO AUTONOMO HOSPITALAR PROGRAMA Nº- 126 ATENÇÃO AMBULATORIAL E HOSPITALAR - I Código Descrição Garantir de atenção integral a saúde dos usuários do Sistema Único de Saúde segundo os princípios e Diretrizes do SUS e os eixos estratégicos da gestão no Hospital. Manutenção do quadro de pessoas qualificadas para atuar nas diversas unidades assistenciais e de apoio no Hospital; Contratação de RH qualificado para compor os quadros de pessoas segundo as normas e portarias vigentes; Estabelecimento de estratégias visando a formalização dos vínculos precarizados;; Elaboração de cronograma de treinamento tendo como estratégia a educação continuada por unidade assistencial. No Hospital; QUADRO DE PESSOAS DO HOSPITAL PESSOAS COM VÍNCULO 923 RPA (+) 20% PESSOAL COM VINCULO E (-) 20% PESSOAS RPA (+) 30% PESSOAL COM VINCULO E (-) 30% PESSOAS RPA (+) 100% PESSOAL COM VINCULO E (-) 100% PESSOAS RPA (+) 100% PESSOAL COM VINCULO E (-) 100% PESSOAS RPA , , , , PESSOAS COM VÍNCULO 738 PESSOAS CONTRATADAS POR RPA PESSOAS COM VÍNCULO 591PESSOAS CONTRATADAS POR RPA 2328 PESSOAS COM VÍNCULO 0 PESSOAS CONTRATADAS POR RPA PESSOAS COM VÍNCULO 0 PESSOAS CONTRATADAS POR RPA

3 PROGRAMA Nº- 127 GESTÃO PELA QUALIDADE - II Código Descrição OBJETIVOS: Implantar o sistema de gestão de custos Contratação de empresa para em conjunto com os técnicos do hospital elaborar projeto para implantação do centro de custos do hospital Elaboração do projeto Redefinição dos centros de custo Validação de todas as etapas do processo Padronização dos itens de controle e avaliação. Implantação do Sistema de Gestão de custos GOVERNO MUNICIPAL, DIREÇÃO DO HSJB E USUÁRIOS DO SUS ÍNDICE MAIS RECENTE Sistema de custo inexistente no Hospital Empresa 100% contratada Projeto 100% elaborado Dados financeiros Centros de custo 100% implantados Sistema de Gestão de custo hospitalar 100% implantado , , , ,000 Empresa contrata Projeto de custos Hospitalar 100% elaborado Centros de Custo 100% implantados Sistema de Gestão de Custos 100% implantado no HSJB

4 SERVIÇO AUTONOMO HOSPITALAR- PROGRAMA Nº- 128 ATENÇÃO HOSPITALAR E AMBULATORIAL - X Código Descrição Garantir de atenção integral às Urgências/Emergência (clínicas, cirúrgicas, pediátricas e traumáticas), segundo o disposto na política Nacional de Atenção às Urgências e de acordo com os princípios da integralidade e humanização. o Redefinição do perfil de atenção a Urgência/Emergência do HSJB e HMMR; o Reforma e ampliação da estrutura física da Unidade de Urgência/Emergência do HSJB visando a implantação da classificação de risco. o Elaboração do projeto arquitetônico; o Contratação de empresa para execução da obra o Manutenção da Unidade de atenção a Urgência/Emergência do HSJB em pleno funcionamento. POPULAÇÃO DE VOLTA REDONDA E DA REGIÃO DO MÉDIO PARAIBA COBERTA PELO HOSPITAL Adulto atendimentos em atendimentos em 2012 (+)5% Adulto (+2% (+)5% Adulto (+2% (+)2% Adulto (-) 50% (+)2% Adulto (-) 50% , , , , atendimentos na Adulto atendimentos na atendimentos de Adulto atendimentos na

5 PROGRAMA Nº- 129 ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL - VIII Código Descrição Ampliar a capacidade operacional e tecnológica do centro cirúrgico em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade; Aumentar a oferta de cirurgias; Oferecer melhores condições de trabalho para a equipe; Ampliar as condições de conforto e segurança para o paciente. Reforma e ampliação do Centro Cirúrgico segundo a RDC nº 50 Manter o Centro Cirúrgico em plena condições de uso Pacientes do Centro Cirúrgico e funcionários Realização de cirurgias realizadas Reforma 100% executada Aumento de (+) 5% Aumento de (+) 5% Aumento de (+) 5% Obra: R$ ,00 Material: R$ ,00 Reforma 100% executada 3731 cirurgias realizadas R$ ,00 R$40.000,00 R$40.000, cirurgias realizadas 4114 cirurgias realizadas

6 PROGRAMA Nº- 130 ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL - VII Código Descrição Prover o Hospital São João Batista de todos os Recursos Humanos, Materiais, Equipamentos e Insumos e medicamentos, visando sua plena operacionalização em consonância com um processo de gestão pela qualidade e segundo as diretrizes e princípios do SUS. AÇÕES Adequação da estrutura física e operacional da farmácia; Adequação das estruturas nas Unidades Assistenciais a implantação da dose individualizada Aquisição do material necessário Pacientes do Hospital 10% atendimento as prescrições pelo sistema de dose individualizada 50% sistema de dose individualizada 80% sistema de dose individualizada 100% sistema de dose individualizada 100% sistema de dose individualizada Obra: R$ ,00 Material: R$ , doses individualizadas fornecidas doses individualizadas fornecidas doses individualizadas fornecidas R$ ,00 R$30.000,00 R$30.000, doses individualizadas fornecidas

7 PROGRAMA Nº- 131 ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL - IX Código Descrição OBJETIVOS: Prover o Hospital São João Batista de todos os Recursos Humanos, Materiais, medicamentos, Equipamentos e Insumos visando sua plena operacionalização em consonância com um processo de gestão de qualidade e segundo as diretrizes e princípios do SUS Contratação de empresa para execução de serviços gerais; Manutenção da ambiência hospitalar segundo as normas de vigilância em saúde, ambiental e do CCIH. Manutenção do enxoval do pacientes segundo as normas vigentes. USUÁRIOS DOS SERVIÇOS:PACIENTES E FUNCIONÁRIO 100% DOS ENXOVAIS DISPONIBILIZADOS AOS PACIENTES INTERNADOS 100% 100% 100% 100% , , , , enxovais disponibilizados aos pacientes internados enxovais disponibilizados aos pacientes internados enxovais disponibilizados aos pacientes internados enxovais disponibilizados aos pacientes internados

8 SERVIÇO AUTONOMO HOSPITALAR PROGRAMA Nº- 132 ATENÇÃO HOSPITALAR E AMBULATORIAL - II Código Descrição Garantir de atenção integral às Urgências/Emergência (clínicas, cirúrgicas, pediátricas e traumáticas), segundo o disposto na política Nacional de Atenção às Urgências e de acordo com os princípios da integralidade e humanização. Implantação da classificação de risco segundo o protocolo de Manchester. Contratação de Rh segundo as necessidades, Treinamento das equipes segundo o protocolo e a política de humanização e acolhimento; Implantação do modelo de gestão horizontalizado na Unidade; Implantação do novo modelo de registro do atendimento; Implantação do prontuário eletrônico a partir de POPULAÇÃO DE VOLTA REDONDA E DA REGIÃO DO MÉDIO PARAIBA COBERTA PELO HOSPITAL. E FUNCIONÁRIOS DA REDE DE ATENÇÃO NO MUNICIPIO CLASSIFICAÇÃO DE RISCO NÃO IMPLANTADA NO HSJB ATENDIMENTOS DE CLÍNICA MÉDICA EM % DA DEMANDA DE CLÍNICA MÉDICA CLASSIFICADA 60% DA DEMANDA CLÍNICA MÉDICA CLASSIFICADA 90% DA DEMANDA CLÍNICA MÉDICA CLASSIFICADA 90% DA DEMANDA CLÍNICA MÉDICA CLASSIFICADA , , , , atendimentos em clínica médica classificados na Urgência/Emergência atendimentos em clínica médica classificados na Urgência/Emergência atendimentos em clínica médica classificados na Urgência/Emergência atendimentos em clínica médica classificados na Urgência/Emergência.

9 SERVIÇO AUTONOMO HOSPITALAR PROGRAMA Nº- 133 ATENÇÃO HOSPITALAR E AMBULATORIAL - III Código Descrição OBJETIVOS Ampliar a capacidade operacional e tecnológica do centro cirúrgico em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade; Aumentar a oferta de cirurgias eletivas de média e alta complexidade Modernização do Centro Cirúrgico com Incorporação tecnológica com aquisição de novos equipamentos; Programação das cirurgias segundo a capacidade instalada física e de RH por especialidade médica e equipe de enfermagem; Manutenção do material e insumos necessários a realização dos procedimentos; Contratação de firma para realização de manutenção preventiva dos equipamentos. POPULAÇÃO DE VOLTA REDONDA E DA REGIÃO DO MÉDIO PARAIBA COBERTA PELO HOSPITAL CIRURGIAS ELETIVAS / ANO NO HSJB(2013 (+) 5% (+)5% (+)2% (+)2% , , , ,41 Realizar cirurgias eletivas Realizar cirurgias eletivas Realizar cirurgias eletivas Realizar cirurgias eletivas

10 PROGRAMA Nº- 134 ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL - VI Código Descrição Prover o Hospital São João Batista de todos os Recursos Humanos, Materiais, Equipamentos e Insumos e medicamentos, visando sua plena operacionalização em consonância com um processo de gestão pela qualidade e segundo as diretrizes e princípios do SUS. Seleção de medicamentos com análise custo/efetividade; Aquisição dos medicamentos necessários a recuperação e tratamento dos pacientes no Hospital; Realização de acompanhamento Farmacoterapêutico aos pacientes internados. Pacientes do HSJB Aquisição de 100% dos medicamentos padronizados 100% 100% 100% 100% , , , ,00 100% dos recursos programados revertidos em assistência farmacêutica aos pacientes 100% dos recursos programados revertidos em assistência farmacêutica aos pacientes 100% dos recursos programados revertidos em assistência farmacêutica aos pacientes 100% dos recursos programados revertidos em assistência farmacêutica aos pacientes

11 PROGRAMA Nº- 135 ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL - IV Código Descrição SUB- FUNÇÃO: 302 ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL ATENDER A DEMANDA PROGRAMÁTICA E SENTIDA DOS USUÁRIOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE DE ACORDO A COBERTURA PROPOSTA E A ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA DE SAÚDE LOCO REGIONAL. Atendimento a toda a demanda programada, referenciada e de urgência/emergência nas unidades assistenciais do Hospital. Manter todo material necessário ao atendimento dos procedimentos.demandados e egressos. POPULAÇÃO DE VOLTA REDONDA E DA REGIÃO DO MÉDIO PARAIBA COBERTA PELO HOSPITAL. Atendimento a:: internações no ano de 2013, nas clinicas básicas e especializadas das consultas especializadas no ano de atendimento na urgência/emergência adulto; atendimentos na urgência/emergência pediátrica (+) 2%dos atendimentos (+) 2%dos atendimentos 0,0%dos atendimentos (-)50% Urg./Emerg. Ped. 0,0%dos atendimentos (-)50%Urg./Emerg. Ped , , , , internações no ano de, nas clinicas básicas e especializadas das consultas especializadas no ano de atendimento na urgência/emergência adulto; atendimentos na urgência/emergência pediátrica internações no ano de nas clinicas básicas e especializadas das consultas especializadas no ano de atendimento na urgência/emergência adulto; atendimentos na urgência/emergência pediátrica internações no ano de, nas clinicas básicas e especializadas das consultas especializadas no ano de atendimento na urgência/emergência adulto; atendimentos na urgência/emergência pediátrica

12 9.788 internações no ano de,, nas clinicas básicas e especializadas das consultas especializadas no ano de atendimento na urgência/emergência adulto; atendimentos na urgência/emergência pediátrica.

13 PROGRAMA Nº- 136 ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL - V CÓDIGO DESCRIÇÃO SUB FUNÇÃO: 302 ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL Garantir de atenção integral às Urgências/Emergência (clínicas, cirúrgicas, pediátricas e traumáticas), segundo o disposto na política Nacional de Atenção às Urgências e de acordo com os princípios da integralidade e humanização. o Aquisição de equipamentos essenciais à manutenção da vida e ao atendimento qualificado em consonância com o perfil assistencial. o Contratação de empresa para manutenção preventiva dos equipamentos. POPULAÇÃO DE VOLTA REDONDA E DA REGIÃO DO MÉDIO PARAIBA COBERTA PELO HOSPITAL Adulto atendimentos em atendimentos em 2012 (+)5% Adulto(+)2% (+)5% Adulto(+)2% (+)2% Adulto-) 50% (+)2% Adulto(-) 50% DADOS FINACEIROS , , , , atendimentos na Adulto atendimentos na atendimentos de Adulto atendimentos na atendimentos de Adulto atendimentos na atendimentos de Adulto atendimentos na

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE. Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE. Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada 25/11/2015 HISTÓRICO: Período anterior a CF de 1988 INAMPS População e procedimentos restritos Movimento

Leia mais

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002.

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a Portaria GM/MS nº 866, de 09 de maio de 2002, que cria os mecanismos para organização

Leia mais

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA Quando da apresentação de protocolos, manual de normas e rotinas, procedimento operacional padrão (POP) e/ou outros documentos,

Leia mais

Projeto de Informatização da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte SISTEMA SAÚDE EM REDE - SISREDE

Projeto de Informatização da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte SISTEMA SAÚDE EM REDE - SISREDE Projeto de Informatização da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte SISTEMA SAÚDE EM REDE - SISREDE Belo Horizonte Pop. estimada: 2.375.151 hab. (estimativas IBGE 2010) Informatização da Rede

Leia mais

Atenção de Média e Alta Complexidade Hospitalar: Financiamento, Informação e Qualidade. Experiência da Contratualização no Município de Curitiba

Atenção de Média e Alta Complexidade Hospitalar: Financiamento, Informação e Qualidade. Experiência da Contratualização no Município de Curitiba Atenção de Média e Alta Complexidade Hospitalar: Financiamento, Informação e Qualidade Experiência da Contratualização no Município de Curitiba 9º - AUDHOSP Águas de Lindóia Setembro/2010 Curitiba População:1.818.948

Leia mais

Instituto Sócrates Guanaes

Instituto Sócrates Guanaes Instituto Sócrates Guanaes Instituição de direito privado sem fins lucrativos; Fundado em 13 de julho de 2000; Qualificado como Organização Social; Reconhecido como instituição de utilidade pública municipal

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 883, DE 5 DE JULHO DE 2010

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 883, DE 5 DE JULHO DE 2010 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 883, DE 5 DE JULHO DE 2010 Regulamenta o Decreto nº 7.082, de 27 de janeiro de 2010, que institui o Programa Nacional de Reestruturação

Leia mais

SAÚDE. Coordenador: Liliane Espinosa de Mello

SAÚDE. Coordenador: Liliane Espinosa de Mello Coordenador: Liliane Espinosa de Mello SAÚDE Visão: Que Santa Maria seja o principal Polo na Área de Saúde do interior do Rio Grande do Sul, contribuindo para a melhor qualidade de vida da população da

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO E CONTROLE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO E CONTROLE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE PROGRAMA Nº - 095 Manutenção e Operacionalização da SMS SUB-FUNÇÃO: 122 ADMINISTRAÇÃO GERAL Prover a SMS de Recursos materiais e Humanos para o bom desenvolvimento de suas

Leia mais

Msc. Luiz Henrique Costa Coordenador Geral de Assistência Farmacêutica e Medicamentos Estratégicos/SCTIE/MS

Msc. Luiz Henrique Costa Coordenador Geral de Assistência Farmacêutica e Medicamentos Estratégicos/SCTIE/MS Msc. Luiz Henrique Costa Coordenador Geral de Assistência Farmacêutica e Medicamentos Estratégicos/SCTIE/MS Assistência Farmacêutica Histórico 1990: Criação da lei Orgânica do SUS Equidade Universalidade

Leia mais

I SEMINÁRIO NACIONAL DO PROGRAMA NACIONAL DE REORIENTAÇÃO DA FORMAÇÃO PROFISIONAL EM SAÚDE PRÓ-SAÚDE II

I SEMINÁRIO NACIONAL DO PROGRAMA NACIONAL DE REORIENTAÇÃO DA FORMAÇÃO PROFISIONAL EM SAÚDE PRÓ-SAÚDE II Ministério da Educação Secretaria de Ensino Superior Diretoria de Hospitais Univ ersitários e Residências em Saúde A articulação da Graduação em Saúde, dos Hospitais de Ensino e das Residências em Saúde

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Das Atribuições dos Profissionais dos Recursos Humanos Atribuições comuns a todos os profissionais que integram a equipe: Conhecer a realidade das famílias pelas

Leia mais

Projeto Saúde On-line

Projeto Saúde On-line Projeto Saúde On-line Sistemas de computadorizados de registro médico e tecnologia de informação em saúde. INTRODUÇÃO: Visando organizar o acesso aos serviços, agilizar processo, impactar na qualidade

Leia mais

O Pacto de Gestão do SUS e os Municípios

O Pacto de Gestão do SUS e os Municípios Colegiado de Secretários Municipais de Saúde do Estado de PE COSEMS-PE O Pacto de Gestão do SUS e os Municípios 2º Congresso Pernambucano de Municípios - AMUPE Gessyanne Vale Paulino Saúde Direito de todos

Leia mais

Melhor em Casa Curitiba-PR

Melhor em Casa Curitiba-PR Melhor em Casa Curitiba-PR ATENÇÃO DOMICILIAR Modalidade de Atenção à Saúde, substitutiva ou complementar às já existentes, caracterizada por um conjunto de ações de promoção à saúde, prevenção e tratamento

Leia mais

Hospital Municipal Getúlio Vargas. Financiamento

Hospital Municipal Getúlio Vargas. Financiamento Hospital Municipal Getúlio Vargas HhhhHosp Financiamento Contratualização Secretaria Estadual da Saúde Ano: R$ 12.580.973,88 Mês: R$ 1.048.414,49 Contrato de Gestão Município Sapucaia do Sul Ano: R$ 22.044.698,13

Leia mais

Decreto N 7.508 de 28/06/11 Regulamentando a Lei N 8.080 de 19/09/90

Decreto N 7.508 de 28/06/11 Regulamentando a Lei N 8.080 de 19/09/90 Decreto N 7.508 de 28/06/11 Regulamentando a Lei N 8.080 de 19/09/90 Cesar Vieira cesarvieira@globo.com Reunião do CA/IBEDESS 12 de julho de 2011 Principais Conteúdos Organização do SUS Planejamento da

Leia mais

Atenção à Saúde e Saúde Mental em Situações de Desastres

Atenção à Saúde e Saúde Mental em Situações de Desastres Atenção à Saúde e Saúde Mental em Situações de Desastres Desastre: interrupção grave do funcionamento normal de uma comunidade que supera sua capacidade de resposta e recuperação. Principais causas de

Leia mais

Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008

Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008 Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008 Ementa: Regulamenta o exercício profissional nos serviços de atendimento pré-hospitalar, na farmácia hospitalar e em outros serviços de saúde, de natureza pública

Leia mais

Hospital de Clínicas Gaspar Viana

Hospital de Clínicas Gaspar Viana Hospital de Clínicas Gaspar Viana Atendimento de Enfermagem na Clínica Psiquiátrica Enf. Sofia Vasconcelos Alves ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM OBJETIVO:Promover ações terapêuticas voltadas para identificar

Leia mais

PORTARIA Nº 876/GM, DE 16 DE MAIO DE 2013. p. DOU, Seção1, de 17.5.2013, págs. 135/136

PORTARIA Nº 876/GM, DE 16 DE MAIO DE 2013. p. DOU, Seção1, de 17.5.2013, págs. 135/136 PORTARIA Nº 876/GM, DE 16 DE MAIO DE 2013 p. DOU, Seção1, de 17.5.2013, págs. 135/136 Dispõe sobre a aplicação da Lei nº 12.732, de 22 de novembro de 2012, que versa a respeito do primeiro tratamento do

Leia mais

Câmara Municipal de Volta Redonda RJ PROGRAMA Nº - 095

Câmara Municipal de Volta Redonda RJ PROGRAMA Nº - 095 PROGRAMA Nº - 095 Manutenção e Operacionalização da SMS SUB-FUNÇÃO: 122 ADMINISTRAÇÃO GERAL Prover a SMS de Recursos materiais e Humanos para o bom desenvolvimento de suas funções.. Prover o bom atendimento

Leia mais

ANEXO II "AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS" INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS

ANEXO II AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS ANEXO II "AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS" INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS EQUIPE DE DESINSTITCUIONALIZAÇÃO - MODALIDADE: VALOR DO PROJETO: 1. DADOS

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE IMPLANTAÇÃO DO DECRETO 7.508/11 E APRIMORAMENTO DO PACTO PELA SAÚDE

MINISTÉRIO DA SAÚDE IMPLANTAÇÃO DO DECRETO 7.508/11 E APRIMORAMENTO DO PACTO PELA SAÚDE MINISTÉRIO DA SAÚDE IMPLANTAÇÃO DO DECRETO 7.508/11 E APRIMORAMENTO DO PACTO PELA SAÚDE Decreto 7.508/11 Regulamenta a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema

Leia mais

PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009

PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009 PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009 Institui no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE PARACAMBI

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE PARACAMBI SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE PARACAMBI PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAUDE 2014 PROGRAMA: 06 Administração Governamental. Objetivo: Promover ações indispensáveis ao funcionamento administrativo e operacional

Leia mais

Decreto 7.508 de 28/06/2011. - Resumo -

Decreto 7.508 de 28/06/2011. - Resumo - Decreto 7.508 de 28/06/2011 - Resumo - GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ Secretaria de Estado de Saúde Pública Sistema Único de Saúde SIMÃO ROBISON DE OLIVEIRA JATENE Governador do Estado do Pará HELENILSON PONTES

Leia mais

Capacitação de Profissionais em Prevenção, Controle e Assistência Oncológica

Capacitação de Profissionais em Prevenção, Controle e Assistência Oncológica Programa 0011 PREVENÇÃO E CONTROLE DO CÂNCER E ASSISTÊNCIA ONCOLÓGICA Objetivo Indicador(es) Promover a prevenção, a detecção precoce dos tipos de câncer prevalentes e a assistência à população para reduzir

Leia mais

Linhas de Cuidado na Perspectiva de Redes de Atenção à Saúde

Linhas de Cuidado na Perspectiva de Redes de Atenção à Saúde Linhas de Cuidado na Perspectiva de Redes de Atenção à Saúde Linhas de Cuidado na RELEMBRANDO... Perspectiva de RAS A RAS é definida como arranjos organizativos de ações e serviços de saúde, de diferentes

Leia mais

PREFEITURA DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

PREFEITURA DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE REGIONALIZAÇÃO NAS DIFERENTES REDES DE ATENÇÃO: COAP E REGIONALIZAÇÃO FERNANDO RITTER SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE PREFEITURA DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE CONTRATO ORGANIZATIVO DA AÇÃO

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE (MS) - 2004

MINISTÉRIO DA SAÚDE (MS) - 2004 MINISTÉRIO DA SAÚDE (MS) - 2004 INTRODUÇÃO Última edição do Manual (revista e atualizada): 2006 Objetivo: Implantação do Serviço de Atendimento Móvel às Urgências Atende aos princípios e diretrizes do

Leia mais

Sistema Integrado de Saúde

Sistema Integrado de Saúde Sistema Integrado de Saúde Além de gerar automaticamente todas as informações obrigatórias para o SUS, o sistema permite a identificação de cada pessoa dentro da sua família, com seu histórico de saúde,

Leia mais

ANEXO III METAS DE PRODUÇÃO: POR SERVIÇO. AÇÕES METAS INDICADORES RESULTADOS 1. Recursos Humanos: 1.

ANEXO III METAS DE PRODUÇÃO: POR SERVIÇO. AÇÕES METAS INDICADORES RESULTADOS 1. Recursos Humanos: 1. ANEXO III METAS DE PRODUÇÃO: POR SERVIÇO AÇÕES METAS INDICADORES RESULTADOS 1. Recursos Humanos: 1. 1. 1. Prestar serviços ao CONSAVAP na Manter o sistema funcionando 100% de efetividade no Serviço operante

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO GHC

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO GHC PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO GHC - SUMÁRIO EXECUTIVO - CONSULTORES: César Augusto Tejera De Ré Fernando Bins Luce Luiz Antonio Slongo A FORMULAÇÃO DO PE DO GHC Entrevistas dos consultores com dirigentes

Leia mais

Detalhamento por Localizador

Detalhamento por Localizador Programa 2015 - Aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde (SUS) 20QI - Implantação e Manutenção da Força Nacional de Saúde Número de Ações 3 Esfera: 20 - Orçamento da Seguridade Social Função: 10 - Saúde

Leia mais

CONCEITO OBJETIVO 24/9/2014. Indicadores de Saúde. Tipos de indicadores. Definição

CONCEITO OBJETIVO 24/9/2014. Indicadores de Saúde. Tipos de indicadores. Definição Indicadores de Saúde Definição PROFª FLÁVIA NUNES É a quantificação da realidade, que permite avaliar/comparar níveis de saúde entre diferentes populações ao longo do tempo. Tipos de indicadores IMPORTÂNCIA

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico A decisão pela realização do Planejamento Estratégico no HC surgiu da Administração, que entendeu como urgente formalizar o planejamento institucional. Coordenado pela Superintendência

Leia mais

PRESTAÇÃO DE CONTAS OUT/2013

PRESTAÇÃO DE CONTAS OUT/2013 PRESTAÇÃO DE CONTAS OUT/2013 31/10/2013 COMPLEXO ESTADUAL DE SAÚDE V Relatório de gestão dos serviços assistenciais do Complexo Estadual de Saúde - CES, no Estado do Rio de Janeiro, pela entidade de direito

Leia mais

PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP. Maio de 2014

PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP. Maio de 2014 PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP Maio de 2014 UMA RÁPIDA VISÃO DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL HOJE Estrutura com grandes dimensões, complexa, onerosa e com falta de

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

Logística e distribuição de medicamentos Gestão compartilhada Vanusa Barbosa Pinto Coordenadora do Núcleo de Assistência Farmacêutica HCFMUSP

Logística e distribuição de medicamentos Gestão compartilhada Vanusa Barbosa Pinto Coordenadora do Núcleo de Assistência Farmacêutica HCFMUSP Logística e distribuição de medicamentos Gestão compartilhada Vanusa Barbosa Pinto Coordenadora do Núcleo de Assistência Farmacêutica HCFMUSP Diretora da Divisão de Farmácia ICHC Agenda Perfil Farmácia

Leia mais

PREFEITURA DE NOVO HAMBURGO INFORMATIZA SERVIÇOS DE SAÚDE E TRAZ MELHORIAS PARA CIDADÃOS E PROFISSIONAIS DA REDE

PREFEITURA DE NOVO HAMBURGO INFORMATIZA SERVIÇOS DE SAÚDE E TRAZ MELHORIAS PARA CIDADÃOS E PROFISSIONAIS DA REDE Case de Sucesso Integrando CIOs, gerando conhecimento. PREFEITURA DE NOVO HAMBURGO INFORMATIZA SERVIÇOS DE SAÚDE E TRAZ MELHORIAS PARA CIDADÃOS E PROFISSIONAIS DA REDE Perfil A Secretaria Municipal da

Leia mais

Como a Tecnologia pode democratizar o acesso à saúde

Como a Tecnologia pode democratizar o acesso à saúde Como a Tecnologia pode democratizar o acesso à saúde Smartcity Business América 2015 Curitiba PR Brazil Maio de 2015 Sociedades Inteligentes e Governaça Airton Coelho, MsC, PMP Secretário de Ciência e

Leia mais

CICLO DE INOVAÇÃO NA GESTÃO PÚBLICA 14/07/2014. Infrahosp

CICLO DE INOVAÇÃO NA GESTÃO PÚBLICA 14/07/2014. Infrahosp Infrahosp Julho 2014 1 Sumário Categoria:... 3 Temática... 3 Ementa... 3 Ideia... 4 Infrahosp... 4 Nome do Pré-Projeto:... 4 Órgão executor:... 4 Início / Término da implementação:... 4 Público-alvo:...

Leia mais

b. Completar a implantação da Rede com a construção de hospitais regionais para atendimentos de alta complexidade.

b. Completar a implantação da Rede com a construção de hospitais regionais para atendimentos de alta complexidade. No programa de governo do senador Roberto Requião, candidato ao governo do estado pela coligação Paraná Com Governo (PMDB/PV/PPL), consta um capítulo destinado apenas à universalização do acesso à Saúde.

Leia mais

Incorporação de Tecnologias na Saúde Suplementar Revisão do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde 2015-2016. Janeiro de 2015

Incorporação de Tecnologias na Saúde Suplementar Revisão do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde 2015-2016. Janeiro de 2015 Incorporação de Tecnologias na Saúde Suplementar Revisão do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde 2015-2016 Janeiro de 2015 1 Agência Nacional de Saúde Suplementar É a agência reguladora do Governo Federal,

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE Prioritária 1: Manter o incentivo aos Programas do Núcleo Apoio da Saúde da Família

Leia mais

Passo-a-passo para Implantação das Equipes de Atenção Domiciliar

Passo-a-passo para Implantação das Equipes de Atenção Domiciliar COORDENAÇÃO-GERAL DE ATENÇÃO DOMICILIAR DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA/DAB Passo-a-passo para Implantação das Equipes de Atenção Domiciliar Ação: Ampliação e qualificação da atenção domiciliar. Para quem:

Leia mais

Dr. Cid Buarque de Gusmão Diretor Presidente Centro de Combate ao Câncer

Dr. Cid Buarque de Gusmão Diretor Presidente Centro de Combate ao Câncer Dr. Cid Buarque de Gusmão Diretor Presidente Centro de Combate ao Câncer 31 de Agosto de 2010 Centro de Combate ao Câncer QUEM SOMOS Centro de Combate ao Câncer NOSSAS DIRETRIZES Nossa Visão - O que buscamos

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE REGULAÇÃO Portaria GM 1.559 01/08/08

POLÍTICA NACIONAL DE REGULAÇÃO Portaria GM 1.559 01/08/08 Secretaria de Estado da Saúde Coordenadoria das Regiões de Saúde SIMPÓSIO FAEPA Conquistas e Desafios na Atenção à Saúde Pública em Ribeirão Preto A IMPORTÂNCIA DA REGULAÇÃO DE FLUXO DE PACIENTES PARA

Leia mais

EDITAL 002/2015 SELEÇÃO DE PRECEPTORES PARA ATUAR NO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL E EM ÁREA PROFISSIONAL DA SAÚDE/2016

EDITAL 002/2015 SELEÇÃO DE PRECEPTORES PARA ATUAR NO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL E EM ÁREA PROFISSIONAL DA SAÚDE/2016 EDITAL 002/2015 SELEÇÃO PRECEPTORES PARA ATUAR NO PROGRAMA RESIDÊNCIA MULTI E EM ÁREA DA SAÚ/2016 A Secretaria Municipal de Saúde publica edital para realização do processo seletivo simplificado para a

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC: Rodrigues de Abreu Código: 135 Município: Bauru Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnica de Nível médio de Técnico em Enfermagem

Leia mais

Rede de Atenção Psicossocial

Rede de Atenção Psicossocial NOTA TÉCNICA 60 2011 Rede de Atenção Psicossocial Minuta de portaria que aprova as normas de funcionamento e habilitação do Serviço Hospitalar de Referência para atenção às pessoas com sofrimento ou transtorno

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE JUNDIAÍ DO SUL

PREFEITURA MUNICIPAL DE JUNDIAÍ DO SUL ANEXOII ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS PARA CONCURSO PÚBLICO PARA EMPREGO PÚBLICO Nº. 001/2010 JUNDIAÍ DO SUL PARANÁ 1. Para os cargos do grupo PSF Programa da Saúde da Família, conveniados com o Governo Federal:

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA DE CONSULTORES POR PRODUTOS

TERMO DE REFERÊNCIA DE CONSULTORES POR PRODUTOS TERMO DE REFERÊNCIA DE CONSULTORES POR PRODUTOS Projeto OEI/BRA/09/005 Desenvolvimento da Gestão Estratégica do Ibram e dos Museus Brasileiros para o Fortalecimento Institucional na Formulação e Implantação

Leia mais

REFERENCIA INSTITUCIONAL:

REFERENCIA INSTITUCIONAL: TITULO: Programa de Integração Docente Assistencial entre a Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP e a Secretaria Municipal de Saúde de Diadema - PIDA-DIADEMA EIXO: Extensão, Docência e Investigação

Leia mais

Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras Fundada em 19 de dezembro de 1978

Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras Fundada em 19 de dezembro de 1978 GT HUE s e SEMINÁRIO Realizado no período de 12 a 14 de abril de 2010 PROPOSTA PRELIMINAR DE HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS E DE ENSINO E CENTROS HOSPITALARES DE SAÚDE ESCOLA (HUE S) CAPÍTULO I Artigo 1º. Este

Leia mais

GLOSSÁRIO DE TERMOS COMUNS NOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO MERCOSUL

GLOSSÁRIO DE TERMOS COMUNS NOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO MERCOSUL MERCOSUL/GMC/RES. N 21/00 GLOSSÁRIO DE TERMOS COMUNS NOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: o Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, a Resolução N 91/93 do Grupo Mercado Comum e a Recomendação

Leia mais

EDITAL DE RETIFICAÇÃO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 002/2012

EDITAL DE RETIFICAÇÃO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 002/2012 EDITAL DE RETIFICAÇÃO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 002/2012 A FUNDAÇÃO HOSPITAL MUNICIPAL GETÚLIO VARGAS, divulga a retificação do Edital de Abertura do Processo Seletivo Simplificado n 002/2012 destinado

Leia mais

PLANO VIVER SEM LIMITE

PLANO VIVER SEM LIMITE PLANO VIVER SEM LIMITE O Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência PLANO VIVER SEM LIMITE 2011-2014 foi instituído por meio do Decreto da Presidência da República nº 7.612, de 17/11/2011 e

Leia mais

regionalização e contratos organizativos de ação pública.

regionalização e contratos organizativos de ação pública. A Regulamentação da Lei 8.080/90: A Regulamentação da Lei 8.080/90: regionalização e contratos organizativos de ação pública. Seminário Nacional PRÓ Saúde e PET Saúde Brasília, 19 de outubro de 2011.,

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Saúde Complexo Regulador Estadual Central de Regulação das Urgências/SAMU. Nota Técnica nº 10

Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Saúde Complexo Regulador Estadual Central de Regulação das Urgências/SAMU. Nota Técnica nº 10 Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Saúde Complexo Regulador Estadual Central de Regulação das Urgências/SAMU Nota Técnica nº 10 LIBERAÇÃO E SOLICITAÇÃO DE AMBULÂNCIA DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão Diretoria de Políticas de Educação Especial Constituição Federal/88 Artigo 208, III - atendimento preferencialmente

Leia mais

A regulação médico-hospitalar nos sistemas de saúde público e privado

A regulação médico-hospitalar nos sistemas de saúde público e privado HUMANIZAÇÃO E ACESSO DE QUALIDADE A regulação médico-hospitalar nos sistemas de saúde público e privado Alexandre Mont Alverne 25/11/2015 Regulação Significado: Michaelis: Regular+ção: ato ou efeito de

Leia mais

Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. Portaria GM/MS n 1.823, de 23 de agosto de 2012

Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. Portaria GM/MS n 1.823, de 23 de agosto de 2012 Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora Portaria GM/MS n 1.823, de 23 de agosto de 2012 MARCOS LEGAIS: Constituição Federal de 1988 Art. 200 Ao SUS compete, além de outras atribuições,

Leia mais

Construção de Redes Intersetoriais para a atenção dos usuários em saúde mental, álcool, crack e outras drogas

Construção de Redes Intersetoriais para a atenção dos usuários em saúde mental, álcool, crack e outras drogas Construção de Redes Intersetoriais para a atenção dos usuários em saúde mental, álcool, crack e outras drogas EDUCAÇÃO PERMANENTE SAÚDE MENTAL - CGR CAMPINAS MÓDULO GESTÃO E PLANEJAMENTO 2012 Nelson Figueira

Leia mais

ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR

ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR DENOMINAÇÃO DO CARGO: ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Desenvolver e implantar sistemas informatizados, dimensionando requisitos e funcionalidades do

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 1559/02, DE 16 DE JULHO DE 2002.

LEI MUNICIPAL Nº 1559/02, DE 16 DE JULHO DE 2002. LEI MUNICIPAL Nº 1559/02, DE 16 DE JULHO DE 2002. Cria e extingue cargos na estrutura do Quadro Permanente de Cargos, lei Municipal 1338/98, e dá outras providências. WOLMIR ÂNGELO DALL`AGNOL, Prefeito

Leia mais

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NORMA Nº 648

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NORMA Nº 648 Página: 1/4 1- OBJETIVO Definir estratégias para garantir a segurança do paciente, visando minimizar os riscos durante os processos associados aos cuidados de saúde através da implementação de boas práticas

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico Etec PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: TUPÃ Eixo Tecnológico: AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio

Leia mais

ORIENTAÇÕES E ESCLARECIMENTOS

ORIENTAÇÕES E ESCLARECIMENTOS COAP 06/13 ORIENTAÇÕES E ESCLARECIMENTOS 1.0 O que é o Contrato Organizativo da Ação Pública - COAP? O COAP é um acordo de colaboração firmado entre os três entes federativos, no âmbito de uma Região de

Leia mais

Programa de Trabalho Demonstrativo de Projetos, Atividades e Operações Especiais por Fontes de Recursos e Grupo de Contas R$ 1,00

Programa de Trabalho Demonstrativo de Projetos, Atividades e Operações Especiais por Fontes de Recursos e Grupo de Contas R$ 1,00 por s de Recursos e Grupo de Contas R$ 1,00 20121 CHEFIA DO GABINETE DO PREFEITO 08 08244 ASSISTENCIA SOCIAL 200.000 ASSISTENCIA COMUNITARIA 200.000 082440015 PORTAL DA ASSISTÊNCIA SOCIAL 200.000 2.009

Leia mais

DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011.

DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011. DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011. Regulamenta a Lei n o 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da saúde, a assistência

Leia mais

INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFº FERNANDO FIGUEIRA - IMIP

INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFº FERNANDO FIGUEIRA - IMIP INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFº FERNANDO FIGUEIRA - IMIP Complexo Hospitalar - Hospital Filantrópico - Área 69.000 m² - 10 prédios - 1.143 leitos - 101 leitos de UTI NHE (VEH / GRSH / CCIH) COMISSÕES

Leia mais

Considerando a Portaria nº 1.168/GM, de 15 de junho de 2004, que institui a Política Nacional de Atenção ao Portador de Doença Renal;

Considerando a Portaria nº 1.168/GM, de 15 de junho de 2004, que institui a Política Nacional de Atenção ao Portador de Doença Renal; SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE PORTARIA Nº 211, DE 15 DE JUNHO DE 2004 O Secretário de Atenção à Saúde, no uso de suas atribuições; Considerando a Portaria nº 1.168/GM, de 15 de junho de 2004, que institui

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE 2013.

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE 2013. ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE

Leia mais

Grupo de Trabalho da PPI. Política Estadual para Contratualização de Hospitais de Pequeno Porte HPP

Grupo de Trabalho da PPI. Política Estadual para Contratualização de Hospitais de Pequeno Porte HPP Grupo de Trabalho da PPI Política Estadual para Contratualização de Hospitais de Pequeno Porte HPP 29 de março de 2011 Considerando: O processo de regionalização dos Municípios, que objetiva a organização

Leia mais

As escolas podem transformar os cenários de atuação?

As escolas podem transformar os cenários de atuação? As escolas podem transformar os cenários de atuação? Jorge Harada COSEMS/SP Premissas Relação da Instituição de Ensino com o serviço... com a gestão local é mais amplo do que a autorização ou disponibilização

Leia mais

IV FÓRUM ÉTICO LEGAL EM ANÁLISES CLÍNICAS

IV FÓRUM ÉTICO LEGAL EM ANÁLISES CLÍNICAS IV FÓRUM ÉTICO LEGAL EM ANÁLISES CLÍNICAS Brasília, 08 de junho de 2010. Cumprimento de Contratos das Operadoras com os Laboratórios Clínicos. DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO SETORIAL - DIDES Gerência de

Leia mais

Olhares sobre a Agenda Regulatória da ANS

Olhares sobre a Agenda Regulatória da ANS Olhares sobre a Agenda Regulatória da ANS Mercado de Saúde Suplementar Tabela 13 - Operadoras em atividade por porte, segundo modalidade (Brasil março/2012) Modalidade da operadora Total Sem beneficiários

Leia mais

ANEXO DAS PRIORIDADES E METAS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

ANEXO DAS PRIORIDADES E METAS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PREFEITURA MUNICIPAL DE JOAO PESSOA Secretaria Municipal de Planejamento EXERCÍCIO: 202 ANEXO DAS PRIORIDADES E METAS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ÓRGÃO: Projeto/Atividade Objetivo Denominação da Meta Unid.

Leia mais

Temas Simultâneos: Acolhimento da Demanda. A Experiência do Centro de Saúde da Vila Ipê. Haydée Lima Julho/ Agosto 2012

Temas Simultâneos: Acolhimento da Demanda. A Experiência do Centro de Saúde da Vila Ipê. Haydée Lima Julho/ Agosto 2012 6º SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE ATENÇÃO BÁSICA Temas Simultâneos: Acolhimento da Demanda Espontânea na Atenção Básica em Saúde: A Experiência do Centro de Saúde da Vila Ipê Haydée Lima Julho/ Agosto 2012

Leia mais

Metas de desempenho, indicadores e prazos. de execução

Metas de desempenho, indicadores e prazos. de execução Metas de desempenho, indicadores e prazos de execução HOSITAL UNIVERSITÁRIO GETÚLIO VARGAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS NOVEMBRO DE 2013 1 SUMÁRIO 1. Indicadores... 3 2. Quadro de Indicadores de

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 Ementa: Regulamenta o registro, a guarda e o manuseio de informações resultantes da prática da assistência farmacêutica nos serviços de saúde. O Conselho Federal

Leia mais

Regulação 15 anos depois O papel da ANS: fiscalizar ou contribuir na produção da saúde? O que mudou e o que poderia ter mudado?

Regulação 15 anos depois O papel da ANS: fiscalizar ou contribuir na produção da saúde? O que mudou e o que poderia ter mudado? Regulação 15 anos depois O papel da ANS: fiscalizar ou contribuir na produção da saúde? O que mudou e o que poderia ter mudado? Mauricio Ceschin Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS Agência reguladora

Leia mais

CURSO: O SUS PARA NOVOS SECRETÁRIOS DE SAÚDE. Início da Nova Gestão Diagnóstico, Planejamento e Controle Social.

CURSO: O SUS PARA NOVOS SECRETÁRIOS DE SAÚDE. Início da Nova Gestão Diagnóstico, Planejamento e Controle Social. CURSO: O SUS PARA NOVOS SECRETÁRIOS DE SAÚDE. Início da Nova Gestão Diagnóstico, Planejamento e Controle Social. TRANSIÇÃO Organograma Oficial da Secretaria com os atuais ocupantes, condição (efetivo ou

Leia mais

1. AÇÕES ESTRATÉGICAS E METAS

1. AÇÕES ESTRATÉGICAS E METAS 1. AÇÕES S E S 1.1. Quadro de Ações Estratégicas e Metas para 2013 AÇÃO Criar filial da EBSERH ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS Registrar nos órgãos federais, estaduais e municipais Delegar competências e definir

Leia mais

PROPOSTA DE REORIENTAÇÃO DO CURSO DE ENFERMAGEM UFMS: Formando Profissionais Integrados ao SUS.

PROPOSTA DE REORIENTAÇÃO DO CURSO DE ENFERMAGEM UFMS: Formando Profissionais Integrados ao SUS. Centro de Ciências Biológicas e da Saúde - CCBS Coordenação do Curso de Enfermagem PROPOSTA DE REORIENTAÇÃO DO CURSO DE ENFERMAGEM UFMS: Formando Profissionais Integrados ao SUS. RESUMO DO PROJETO 1. INTRODUÇÃO:

Leia mais

EIXO III CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO E DE CADA UM DE SEUS CURSOS

EIXO III CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO E DE CADA UM DE SEUS CURSOS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA EIXO III CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO E DE CADA UM DE SEUS CURSOS EIXO III - CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO

Leia mais

REGULAÇÃO DOS SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS DO COMPLEXO REGULADOR DE FLORIANÓPOLIS

REGULAÇÃO DOS SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS DO COMPLEXO REGULADOR DE FLORIANÓPOLIS TÍTULO DA PRÁTICA: REGULAÇÃO DOS SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS DO COMPLEXO REGULADOR DE FLORIANÓPOLIS CÓDIGO DA PRÁTICA: T66 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 Complexo Regulador caracteriza-se

Leia mais

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às CURSO: ENFERMAGEM Missão Formar para atuar em Enfermeiros qualificados todos os níveis de complexidade da assistência ao ser humano em sua integralidade, no contexto do Sistema Único de Saúde e do sistema

Leia mais

Programas de Qualificação dos Prestadores de Serviços - ANS

Programas de Qualificação dos Prestadores de Serviços - ANS Programas de Qualificação dos Prestadores de Serviços - ANS São Paulo - 18 de junho de 2013 GERPS/GGISE/DIDES/ANS Agenda Cenário Atual da Qualidade no Setor. Programas de Qualificação dos Prestadores de

Leia mais

Conceitos e definições da ANS (Agencia Nacional de Saúde)

Conceitos e definições da ANS (Agencia Nacional de Saúde) Conceitos e definições da ANS (Agencia Nacional de Saúde) Demonstrativo de retorno: modelo formal de representação e descrição documental do padrão TISS sobre o pagamento dos eventos assistenciais realizados

Leia mais

PROJETO DE APERFEIÇOAMENTO DO MODELO DE REMUNERAÇÃO DE SERVIÇOS HOSPITALARES

PROJETO DE APERFEIÇOAMENTO DO MODELO DE REMUNERAÇÃO DE SERVIÇOS HOSPITALARES PROJETO DE APERFEIÇOAMENTO DO MODELO DE REMUNERAÇÃO DE SERVIÇOS HOSPITALARES ESCOPO DO PROJETO o PLANO E METODOLOGIA DE TRABALHO o DIAGNÓSTICO E ANÁLISE DO MIX DE PROCEDIMENTOS HOSPITALARES o FORMATAÇÃO

Leia mais

Estado: ESPIRITO SANTO RESPONSABILIDADES GERAIS DA GESTAO DO SUS

Estado: ESPIRITO SANTO RESPONSABILIDADES GERAIS DA GESTAO DO SUS PLANILHA DE PACTUAÇÃO DAS - TCG Data da Validação: 31/03/2010 Data da Homologação: 12/04/2010 Revisão Nº:001 Pedido de Revisão: 30/03/2010 Portaria: 2.846 Data da Publicação: 25/11/2008 Estado: ESPIRITO

Leia mais

Instituto Couto Maia

Instituto Couto Maia Instituto Couto Maia Hospital Couto Maia 1853: ato de criação do Hospital de Isolamento de Monte Serrat Objetivo: assistir pacientes com febre amarela desembarcados de navios mercantes Construção de 160

Leia mais

Márcia Mascarenhas Alemão Gerência Observatório de Custos/ Diretoria de Desenvolvimento Estratégico Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais

Márcia Mascarenhas Alemão Gerência Observatório de Custos/ Diretoria de Desenvolvimento Estratégico Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais O Modelo de Gestão FHEMIG e a Prestação de Contas ao Paciente: a implantação do sistema de custos hospitalares e o uso da informação de custos como ferramenta gerencial da transparência do gasto público

Leia mais

Márcia Mascarenhas Alemão Gerência Observatório de Custos/ Diretoria de Desenvolvimento Estratégico Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais

Márcia Mascarenhas Alemão Gerência Observatório de Custos/ Diretoria de Desenvolvimento Estratégico Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais O Modelo de Gestão FHEMIG e a Prestação de Contas ao Paciente: a implantação do sistema de custos hospitalares e o uso da informação de custos como ferramenta gerencial da transparência do gasto público

Leia mais