A ESSENCIALIDADE DA MOTIVAÇÃO NOS PROCESSOS ORGANIZACIONAIS THE ESSENTIAL MOTIVATION IN THE ORGANIZATIONAL ENVIRONMENT

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1 A ESSENCIALIDADE DA MOTIVAÇÃO NOS PROCESSOS ORGANIZACIONAIS THE ESSENTIAL MOTIVATION IN THE ORGANIZATIONAL ENVIRONMENT Andréia Lopes Graduanda em Administração UNISALESIANO Lins Jessica Fortunato de Sousa Graduanda em Administração UNISALESIANO Lins Lucas Pereira dos Santos Graduanda em Administração UNISALESIANO Lins Prof ª Ma. Jovira Maria Sarraceni Mestre em Administração - UNISALESIANO Lins RESUMO O trabalho apresentado busca a compreensão da motivação dentro do ambiente organizacional e o papel do líder nesta questão, pois manter a equipe motivada pode trazer melhorias tanto no ambiente de trabalho quanto no processo produtivo da empresa. Quanto mais o colaborador estiver motivado melhor irá desempenhar suas tarefas e aumentar sua produtividade. A empresa deve reconhecer e mostrar aos seus colaboradores a importância da motivação no ambiente organizacional, levando em conta o papel da liderança em conduzir pessoas, em busca de benefícios para o próprio individuo e para o grupo no qual esse membro está inserido. Neste artigo foram abordadas as principais teorias pertinente ao tema desenvolvido por meio de revisões bibliográficas, apontando conceitos e abordagens segundo a literatura especializada. Concluiu-se que a valorização de gestão de pessoas no tocante a motivação. Conclui-se que o indivíduo ele já em uma motivação nata porém o líder exerce um papel importante quando valoriza suas habilidades e competências e os motiva para que atinjam os resultados esperados. Palavras-chave: Motivação. Liderança. Ambiente organizacional. INTRODUÇÃO Nas primeiras quatros décadas do século XX as preocupações básicas do administrador era a tecnologia e o método de trabalho. Criado por Taylor, a Teoria Clássica e seus princípios nunca foram bem aceitos por trabalhadores e sindical que analisavam e visualizavam exploração dos trabalhadores. (CHIAVENATO, 2000) Passado alguns anos, depois da conclusão da pesquisa de Elton Mayo sobre a Teoria Clássica, um movimento de reação e oposição se formou contra a mesma e verificou-se que seus princípios eram inadequados do estilo democrático. A necessidade de correção da desumanização do trabalho fez surgir a Teoria das Relações Humanas, onde as novas palavras do repertório administrativo passaram a ser: 1

2 a) liderança; b) motivação; c) comunicação; d) hierarquia; e e) outros. A partir daí, a felicidade dos colaboradores passou a ser observada, pois o homo economicus, cedeu lugar para o homem social. (CHIAVENATTO, 2000) Em 1940, para deixar de lado as posições normativas das teorias anteriores, surgiu a Teoria Comportamental da Administração para dar lugar as posições explicativas e descritivas. Esta teoria estudou o comportamento individual das pessoas, o que fez com que conhecessem o comportamento humano e passasse a utilizar a motivação como crescimento da qualidade de vida dentro da organização. (CHIAVENATO, 2000). Acreditar em grupo de pessoas unidas para a realização do mesmo ideal é uma ótima opção, pois, as pessoas passam a maior parte do tempo no trabalho, portanto o local de trabalho tem muita importância no provimento da satisfação humana Buscando a motivação, Abraham Maslow criou a Teoria das Necessidades que é a mais conhecida das teorias. Segundo ele, em cada ser humano existe hierarquia de cinco necessidades. A medida que as necessidades são atendidas as próximas vão se tornando dominante, assim para se motivar alguém é preciso saber em qual necessidade a pessoa se encontra para suprir esse nível e assim poder buscar as novas necessidades. (ROBINS, 2002) A motivação esta dentro de cada pessoa e se satisfaz através das necessidades próprias que podem ser desejos, aspirações e outros. As necessidades são motivos de forças internas que influenciam seus pensamentos e seu comportamento diante as situações da vida. Diante dos fatos é importante que as organizações percebam os níveis de motivações dos seus colaboradores e que sempre adotem práticas motivacionais para que cada vez mais valorizem os recursos humanos aumentando a produtividade nas organizações buscando maior competitividade considerando seus valores pessoais e possibilitando autonomia nas decisões. (CHIAVENATO, 2000) O principal objetivo deste trabalho é analisar a essência da motivação dos colaboradores na organização e o papel do líder neste contexto. Através desta pesquisa pretende-se compreender os fatores influentes no cotidiano dos 2

3 colaboradores. Para atingir o objetivo foram abordados aspectos sobre a teoria da motivação, gestão de pessoas, comportamento organizacional e motivação no trabalho. O presente trabalho foi elaborado através de pesquisas bibliográficas a partir da visão de Chiavenato (2000), Lopes (1980), Robbins (2002) entre outros, também em artigos científicos voltados à área buscando se aprofundar nas influências que geram a motivação nos ambientes organizacionais. 1 TEORIA DA MOTIVAÇÃO O comportamento das pessoas é explicado por suas motivações, ela é uma força ligada a necessidade de cada indivíduo que buscam alcançar seus objetivos. Segundo Chiavenatto (2000), a fim de entender os diversos comportamentos no ambiente de trabalho coletivo, foram criadas várias teorias onde explicam o início e o sustento do comportamento, dentre elas: a) Teorias das Necessidades de Maslow; b) Teorias dos Dois Fatores Higiênicos e Motivacionais de Herzberg; e c) Teoria da Expectativa de Vroom. 1.1 Teoria das necessidades Para Maslow as necessidades humanas estão em uma pirâmide de importância, na base estão instaladas as necessidades mais baixas e recorrentes, enquanto no topo estão as mais sofisticadas e intelectuais. Figura 1 Hierarquia das necessidades humanas segundo Maslow. Fonte: Google,(2015). 3

4 Conforme a pirâmide as primeiras necessidades são as fisiológicas, também conhecida como básicas, que são todas as necessidades de qualquer ser humano, como a de alimentação, repouso, abrigo e outras. Elas são as necessidades para a subsistência e existência do individuo. (CHIAVENATO, 1999) As necessidades de segurança são aquelas que levam a pessoa a se proteger de qualquer perigo real ou imaginário, elas surgem no corpo humano quando as necessidades fisiológicas estão relativamente satisfeitas e também estão diretamente relacionadas com a sobrevivência. As necessidades sociais são aquelas necessidades de aceitação por parte de colegas, associação e participação, troca de amizade, afeto e amor. Surgem no comportamento quando as necessidades mais baixas estão relativamente satisfeitas se tornando importante para o comportamento humano quando utilizada a administração participativa. (CHIAVENATO, 1999) As necessidades de estima é aquela na qual a pessoa se avalia envolvendo autoconfiança, necessidade de aprovação e reconhecimento social. Quando não atingida a necessidade sua frustração pode levar ao desanimo, fraqueza e desamparo. No topo da pirâmide se encontra a necessidade de auto-realização que está ligada com a utilização plena dos talentos onde a pessoa conseguirá se desenvolver continuamente com o seu potencial. Está relacionada com o impulso da pessoa em ser mais do que já é, e se tornar tudo o que pode. (CHIAVENATO, 1999) 1.2 Teoria dos dois fatores Robbins (2002) acredita que a atitude pode determinar o sucesso ou o fracasso de uma pessoa e que a relação entre o individuo e seu trabalho é básica Frederick Herzberg formulou a teoria dos fatores higiênicos e motivacionais, que segundo ele o comportamento que levam a satisfação das pessoas são diferentes e separados daqueles que levam a insatisfação. As condições de trabalho, qualidade de supervisão, remuneração, política da empresa, condições físicas da empresa, segurança e relacionamento com os outros foram denominados como fatores higiênicos. Quando adequados os funcionários podem-se mostrar não insatisfeitos, ele domina como fator motivacional aqueles que surgem resultado direto dos trabalhos, como por exemplo, as promoções, reconhecimento, crescimento e realizações. (ROBBINS, 2002) 4

5 A Teoria dos Dois Fatores contribuiu para compreensão sobre as possibilidades dos funcionários terem maior autonomia para realização e planejamento de seu trabalho, a valorização dos processos de enriquecimento de cargos e uma abordagem diferenciada sobre papel da remuneração sobre a motivação para trabalho. (MAXIMIANO, 2007) Figura 2 Teoria dos dois fatores segundo Herzberg. Fonte: Google, (2015). 1.3 Teorias da expectativa Segundo Robbins (2002) ela tem como ideia principal a força da tendência para agir de tal maneira dependerá do resultado ação trará. Esperando determinados resultados, a teoria da expectativa foca em três relações de atitudes. A teoria da expectativa destaca que a motivação para produzir dentro de uma empresa ela se apoia em três fatores determinantes: a expectativa, a recompensa e as relações entre expectativa e recompensa. Figura 3 Teoria da expectativa segundo Victor Vroom Fonte: Google, (2015). 5

6 Expectativa: Referente aos objetivos individuais e a força o desejo de atingir cada objetivo. Esses objetivos podem ser dinheiro, segurança no cargo, aceitação social, e uma infinidade de objetivos mais que uma pessoa pode alcançar dentro de uma organização (CHIAVENATO, 2005). Recompensas: Referente à sua produtividade e ao alcance dos seus objetivos individuais. Se um indivíduo tem por seu objetivo mais importante obter um maior salário e se ele trabalha na base uma remuneração por produção, poderá ter uma motivação a mais para produzir mais devido à recompensa percebida que ele vai receber (CHIAVENATO, 2005). Relações entre expectativas e recompensas: a capacidade de influenciar a sua produtividade porque sabe que desse modo vai satisfazer sua expectativa através da recompensa que vai receber. Assim, o nível de produtividade depende da relação entre esses três fatores determinantes, esses fatores determinam o nível de motivação para produzir em qualquer situação em que o indivíduo se encontre (CHIAVENATO, 2005). 2 MOTIVAÇÃO Segundo Vergara (2003) a palavra motivação (do latim motivus, significa mover) é o processo ao quais alguns motivos ou razões, induz, incentivam, estimula ou provoca ações ou comportamento humanos. Motivação pode ser definida como um motivo que leva a ação da pessoa para um determinado comportamento. Portanto pode-se dizer que é a força que leva o indivíduo a agir de certa maneira para alcançar seu objetivo. Motivação é uma força intrínseca, ela nasce de nossas necessidades interiores, isto é, está dentro de nós e nos impulsiona na direção de algo que estamos de acordo. Ninguém consegue motivar ninguém, o que ela consegue fazer é estimular, incentivar e provocar a nossa motivação, o que faz essa diferença entre a motivação e o estimulo é que o primeiro está dentro de nós e segundo está fora. Nossos conteúdos psicológicos são diferentes do das outras pessoas, pois este motivo, você pode viver em uma mesma situação que outra pessoa e um se sentir mais motivados que o outro. (VERGARA 2003) 6

7 2.1 Importância da motivação dentro do ambiente organizacional A motivação nas organizações é necessária, para que os resultados sejam positivos, e para que seus colaboradores estejam satisfeitos. Um dos instrumentos que vem para auxiliar é a motivação que atua nas organizações como uma ferramenta capaz de aumentar a produtividade e a auto-estima de seus colaboradores (MASCARENHAS et al., 2009 apud OLIVEIRA, GASPAROTTO, 2010, p. 94). Segundo Maximiano (2000) a conduta humana dentro das organizações é imprevisível, isso se deve ao surgimento de necessidades humanas, os conceitos essenciais do comportamento organizacional estão relacionados com a natureza das pessoas e das organizações que resulta numa visão holística do comportamento organizacional. A satisfação no trabalho é um fator crítico dentro do tema comportamento organizacional. Necessita, portanto, ser compreendido, acompanhado e trabalhado de modo a evitar os problemas potenciais da insatisfação que podem vir a prejudicar a vida das organizações. (MAXIMIANO, 2000) A organização deverá estimular o individuo a se aperfeiçoar para que tenha melhor desempenho nas suas atribuições e para que assumam postos de maior responsabilidade. (LOPES, 1980) De acordo com Stewart (1998) manter os funcionários motivados é de grande importância, pois o capital humano é a fonte de criação e de inovação. As pessoas são um ativo intangível das empresas. As máquinas trabalham, mas não inventam. O dinheiro é poder, mas não pensa. Na era da informação o conhecimento é o recurso organizacional mais importante das organizações, uma riqueza maior e mais importante que dinheiro. A insatisfação no ambiente de trabalho pode gerar alguns problemas tanto para organização como para o funcionário, como o absenteísmo, rotatividade de pessoal, faltas e condutas indesejáveis. Assim é importante promover a satisfação do funcionário para um maior envolvimento para com o trabalho, ficando mais produtivo comprometido e dedicado. (STEWART, 1998) Motivação entre gestor e colaborador De acordo com Chiavenato (2003) as relações humanas são desenvolvidas por contato com pessoas e grupos, com sua diferente personalidade cada pessoa se diferencia pelo seu comportamento e nas suas atitudes. As pessoas procuram se 7

8 ajustar, buscando ser compreendida, aceitas para que aquele grupo atenda seus intuitos e interesses. No ambiente de trabalho a função do gestor é garantir a funcionalidade e continuidade das tarefas na organização, atendendo as expectativas dos clientes e dos funcionários, garantir o lucro e maximizar resultados da empresa. Ele deve administrar os conflitos existentes e fazer com que a união e o comprometimento prevaleçam. (CHIAVENATO, 2003) A relação entre o líder e seus colaboradores deve ser excelente, o líder deve incentivar e motivar a equipe, e definir as metas e ainda administrar possíveis conflitos, já que a equipe é formada por pessoas com pensamentos diferentes. Os colaboradores ficam responsáveis por alcançarem as metas e identificar problemas, suas soluções e melhorias. (CHIAVENATO, 2003) O bom relacionamento interpessoal é um dos fatores que influenciam no satisfatório desempenho das produções diárias de um grupo. Uma equipe que trabalha unida em prol do mesmo objetivo alcança com qualidade e eficiência o que é proposto pelo seu líder. (OLIVEIRA, PASSOS, 2013) Bergamini (2008) deixa bem claro o papel da liderança na motivação quando afirma que o administrador eficaz deve influenciar o comportamento de seus subordinados, deve se utilizar o seu poder para chegar aos resultados propostos, correspondendo as expectativas com relação a função. 2.2 Motivação com base no incentivo financeiro e outras recompensas O dinheiro é considerado o maior motivador do comportamento humano no ambiente organizacional. Através Da teoria de Taylor a adequação dos colaboradores financeiramente traz o incentivo e recompensas, onde acarretaria bons resultados no comportamento dos colaboradores. (BERGAMINI, 1982) Os incentivos salariais e os benefícios estão diretamente ligados às necessidades básicas da maioria dos empregados, atende objetivos individuais, econômicos e sociais. (CHIAVENATO, 2003) O principal componente da remuneração total nas organizações é a remuneração básica, que é o pagamento fixo mensal ou por hora, recebido em dinheiro pela venda da sua força de trabalho. O salário ainda pode contar por incentivos concedidos, que podem ser de diversas formas, através de bônus e através 8

9 da participação dos resultados, o colaborador ainda recebe benefícios são bastante variados, alguns compostos de assistência médico-hospitalar, seguro de vida, transporte, alimentação entre outros. (CHIAVENATO, 2010) O papel do dinheiro é, também, abordado por Hersey & Blanchard (1974), que destacam que, em geral, o interesse das pessoas não é pelo dinheiro em si, mas sim pelo que ele representa em termos de possibilidade de satisfação das necessidades, e isto não apenas das fisiológicas, mas das necessidades de todos os níveis. (GOMES, QUELHAS, 2003, p. 32) Para ser bem-sucedido, é essencial um balanceamento entre trabalho de equipe e os esforços individuais. A teoria X representa o estilo administrativo definido por Taylor, Fayol e Weber, as pessoas são forçadas a fazer o que a organização determina que elas façam independente de suas opiniões ou objetivos pessoais. Esta teoria aprisiona a criatividade do individuo, estreita a atividade profissional por meio de métodos estabelecidos. O líder deve-se avaliar para não atrapalhar desempenho do funcionário. Caso ele seja um líder da teoria X ele impedirá o funcionário de se motivar e mostrar resultados. A Teoria Y é conforme a Teoria Comportamental, as pessoas são esforçadas e gostam de ter o que fazer, elas buscam e aceitam responsabilidades e desafios, elas aceitam ser dirigidas, são criativas e competentes, o líder sendo da teoria Y juntará gestor e colaborador motivado e terão resultados surpreendentes. (FRANÇA, 2006) Este estilo administrativo é aberto e dinâmico, entender que administrar é uma maneira de criar oportunidade, libertar potencial, encorajar o crescimento individual e orientar diante um obstáculo. A motivação, o potencial, a capacidade de assumir responsabilidades estão presentes nas pessoas, e a administração desta teoria faz com que cada vez mais as pessoas se desenvolvam. (MUNIZ, 2001) CONSIDERAÇÕES FINAIS A motivação e o comportamento humano são muito complexos, cada pessoa tem uma personalidade e suas necessidades para motivação, com isso a motivação dentro das organizações obterá sucesso, tanto no ambiente de trabalho quanto na organização. O líder tem um papel importante, ele deve conhecer sua equipe para poder exercer com mais facilidade o seu papel. O líder deve ser um espelho, inspirar seus liderados a fazer o que acham que não é capaz, deverá provocar o esforço e buscar o comprometimento assim atingiram resultados. 9

10 Segundo Maxwell (2008) dificilmente um líder chega ao topo sozinho, um bom líder chega ao topo com os seus liderados ajudando-os a subir e conduzindo-os onde nunca pensaram em chegar. Para uma liderança eficaz a ascensão de outros é um requisito fundamental. Incentivando e motivando os colaboradores o líder só tem a ganhar pois os seus colaboradores terão interesse em atingir o sucesso, além disso o líder ganha credibilidade pois agrega valores e equipe e acaba com todas as inseguranças. A motivação acaba sendo consequência dentro de uma equipe quando liderada de forma eficiente, faz com que todos sigam seus passos podendo desenvolver suas habilidades de uma melhor forma. (MAXWELL, 2008) Atualmente o maior desafio de um líder é contar com uma boa equipe.para conseguir excelência nas tarefas e comprometimento dos colaboradores, é necessário conhecer a motivação humana para inspirar e possibilitar um constante aperfeiçoamento para melhorar o desempenho dos liderados, quando se tem uma equipe motivada tem autoconfiança, responsabilidade e sucesso nos resultados. REFERÊNCIAS BERGAMINI, C. W. Motivação nas Organizações. 4 ed. São Paulo: Atlas, CHIAVENATO, I. Gerenciando pessoas: o passo decisivo para a administração participativa. São Paulo: Makron books, Administração de recursos humanos: fundamentos básicos. 4. ed. São Paulo: Atlas, Introdução a Teoria Geral da Administração. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, Introdução à Teoria Geral da Administração. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, I. Administração nos novos tempos. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, I. Gestão de Pessoas: O novo papel dos recursos humanos nas organizações. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, FRANÇA, A. C. L.Comportamento Organizacional: conceitos e práticas. São Paulo: Saraiva, GOMES, A. A.P.; QUEDAS; O. L. G. A motivação no ambiente organizacional. Revista Produção on-line. Vol. 3. Num. 3. Setembro de

11 LOPES, T. V. M. Motivação no trabalho. Rio de Janeiro: Fundação Getulio Vargas, MAXIMIANO, A. C. A. Introdução à Administração. 5. ed. São Paulo: Atlas, Introdução a administração. 6. ed rev. e ampl. 5. Reimpr. São Paulo: Atlas, MAXWELL, J. C. O livro de ouro da liderança. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, MUNIZ, A. J. O. MUNIZ, H. A. F. Teoria Geral da Administração. 4. Ed. São Paulo: Atlas, OLIVEIRA, N. F.; GASPAROTTO, A. M. S. Motivação nas organizações: um estudo de caso nos Correios de Bebebouro. Interface tecnológica - v.7 - n OLIVEIRA, R. S.; PASSOS, E. S. O papel do gestor na motivação de seus colaboradores. Cairu em Revista. Jan 2013, Ano 02, n 02, p ROBBINS, S. P. Comportamento Organizacional. 9. ed. São Paulo: Prentice Hall, STEWART, T. A. Capital intelectual: a nova vantagem competitiva das empresas. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, VERGARA, S. C. Gestão de pessoas. 3. ed. São Paulo: Atlas,

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