RODRIGO XAVIER CONHECIMENTOS DIVERSOS TEORIA, LEGISLAÇÕES 146 QUESTÕES DE PROVAS DE CONCURSOS GABARITADAS. 1ª Edição OUT 2013

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RODRIGO XAVIER CONHECIMENTOS DIVERSOS TEORIA, LEGISLAÇÕES 146 QUESTÕES DE PROVAS DE CONCURSOS GABARITADAS. 1ª Edição OUT 2013"

Transcrição

1 RODRIGO XAVIER CONHECIMENTOS DIVERSOS TEORIA, LEGISLAÇÕES 146 QUESTÕES DE PROVAS DE CONCURSOS GABARITADAS Teoria, Legislações e Seleção das Questões: Prof. Rodrigo Xavier Organização e Diagramação: Mariane dos Reis 1ª Edição OUT 2013 TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. É vedada a reprodução total ou parcial deste material, por qualquer meio ou processo. A violação de direitos autorais é punível como crime, com pena de prisão e multa (art. 184 e parágrafos do Código Penal), conjuntamente com busca e apreensão e indenizações diversas (arts. 101 a 110 da Lei nº 9.610, de 19/02/98 Lei dos Direitos Autorais).

2

3 SUMÁRIO 1. COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL: liderança, motivação, relações interpessoais Questões de Provas de Concursos COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL: barreiras, uso construtivo, comunicação formal e informal Questões de Provas de Concursos TRABALHO EM EQUIPE E CONFLITOS Questões de Provas de Concursos ATENDIMENTO AO PÚBLICO Questões de Provas de Concursos ÉTICA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (Decreto n 1.171/1994 com as devidas atualizações) Questões de Provas de Concursos REGIME JURÍDICO DOS SERVIDORES PÚBLICOS CIVIS DA UNIÃO (Lei n 8.112/1990 com as devidas atualizações): Dos Direitos e Vantagens (Título III) e Do Regime Disciplinar (Título IV) Questões de Provas de Concursos LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL (Lei n 9.394/1996 com as devidas atualizações): Da Educação Superior (Título V: Capítulo IV) Questões de Provas de Concursos GABARITOS... 55

4

5 CONHECIMENTOS DIVERSOS 1 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL: liderança, motivação, relações interpessoais. LIDERANÇA A liderança é a capacidade de influenciar o comportamento das pessoas. TEORIA DOS TRAÇOS É a teoria de liderança mais antiga, nela a liderança é dada por características natas ou inatas do indivíduo. Na prática, o líder utiliza os 3 estilos de acordo com a situação, com as pessoas e com a tarefa a ser executada. A sabedoria em aplicar as 3 armas básicas de liderança determinará seu sucesso pessoal como líder. TEORIA DE LIDERANÇA SITUACIONAL A teoria da liderança do enfoque situacional, ou contingencial deve ser compreendida de acordo com o contexto em que ocorre, ou seja, devem-se considerar características do líder, dos seguidores e da situação. Da abordagem situacional da liderança depreende-se que o estilo de liderança a ser adotado depende da situação, de características do gerente e dos subordinados. Esta teoria tem, porém, inúmeras limitações. Mahatma Gandhi, o grande líder pacifista da Índia, é citado como contra-exemplo da teoria dos traços. TEORIA DO ESTILO DE LIDERANÇA AUTOCRÁTICA Apenas o líder fixa as diretrizes. O líder determina as providências. O líder determina a tarefa de cada um e qual o seu companheiro de trabalho. Líder dominador e pessoal nos elogios e nas críticas ao trabalho de cada membro. DEMOCRÁTICA As diretrizes são debatidas, assistida pelo líder. O grupo esboça providências, solicitando conselhos ao líder. A divisão de tarefas fica a critério do grupo e cada membro tem a liberdade de escolher seus companheiros de trabalho. O líder procura ser um membro normal do grupo, sem encarregar-se de tarefas. É objetivo e limita-se aos fatos em suas críticas e elogios. LIBERAL (Laisses-Fare / Permissiva) Existem diferentes teorias situacionais, vejamos as principais: a) TEORIA SITUACIONAL DE FIEDLER Fiedler, com base em estudos empíricos, propõe que o desempenho do grupo depende da combinação entre o estilo do líder de interagir com seus seguidores e o grau em que a situação dá controle e influência ao líder. b) TEORIA SITUACIONAL DE HERSEY E BLANCHARD A teoria é construída com base em quatro estágios da maturidade do liderado. Liberdade para as decisões em grupo ou individuais, participação mínima do líder. Participação limitada do líder no debate, fornecendo informações quando solicitado. Tanto a visão das tarefas como a escolha dos companheiros fica totalmente a cargo do grupo. Absoluta falta de participação do líder. O líder não tenta avaliar ou regular o curso dos acontecimentos. O líder faz comentários irregulares sobre as atividades dos membros, quando perguntado. 5

6 E1: DETERMINAR Foco na tarefa. Equipe Imatura. E2: PERSUADIR Foco tanto na tarefa quanto nas pessoas. As pessoas já conhecem os trabalhos, mas ainda não tem maturidade suficiente para assumilos sozinhas. E3: COMPARTILHAR Líder e liderados tomam decisões juntos. As pessoas já conhecem bastante do trabalho e já tem vontade de tomar decisões sozinhas. E4: DELEGAR Liderado já tem maturidade para tomar as decisões sozinhas. A orientação é baixa tanto para a tarefa quanto para os relacionamentos. Na parte de baixo do gráfico, o M1, M2, M3 e M4, são os quatro estágios por que passa um indivíduo na organização. Dependendo do estágio de maturidade dos liderados, o líder deve adotar um estilo de relacionamento diferente. Na parte de cima da figura, temos um gráfico com dois eixos. O eixo horizontal é a orientação à tarefa, ou comportamento de tarefa. O eixo vertical é o comportamento de relacionamento. LIDERANÇA CARISMÁTICA, TRANSFORMACIONAL E TRAN- SACIONAL CARISMÁTICA: Os liderados apresentam aceitação incondicional dos líderes, obediência espontânea, envolvimento emocional com a missão, alto nível de desempenho e crença na capacidade de contribuição. Vínculo associado ao carisma. TRANSFORMACIONAL: Líderes e seguidores elevam um ao outro a níveis mais altos de moralidade e motivação. Esse tipo de influência aumenta o grau de conscientização e envolvimento e ativa a busca da autorealização. TRANSACIONAL: Caracteriza-se pela troca não duradoura entre o líder e o liderado. É marcada pelo comportamento condicionado, no qual um indivíduo aceita seguir um líder porque este tem os meios para viabilizar essa troca, seja ela por meio de remuneração, da influência política etc. O líder consegue a submissão das pessoas às suas ideias devido a um poder formal e à prerrogativa da recompensa ou da punição. A relação de troca entre o líder e o seguidor desaparece no momento em que aquele não pode mais recompensar ou punir os liderados. TEORIAS X E Y DE MCGREGOR (TEORIA DE LIDERANÇA E TEORIA MOTIVACIONAL) O americano Douglas McGregor, afirmava que havia duas abordagens principais de motivação e liderança: as teorias X e Y. TEORIA X: Os indivíduos são naturalmente preguiçosos, não gostam de trabalhar, precisam ser guiados, orientados e controlados para realizarem a contento os trabalhos. TEORIA Y: Os indivíduos são auto-motivados, gostam de assumir desafios e responsabilidades e irão contribuir criativamente para o processo se tiverem suficientes oportunidades de participação. MOTIVAÇÃO TEORIAS MOTIVACIONAIS 1. TEORIA DA HIERARQUIA DAS NECESSIDADES MASLOW NECESSIDADES DE ALTA ORDEM AUTO-REALIZAÇÃO / ESTIMA NECESSIDADES DE BAIXA ORDEM SOCIAL / SEGURANÇA / FISIOLÓGICA OBSERVAÇÕES: Abraham Maslow foi um psicólogo dos EUA e criou essa teoria entre as décadas de Para Maslow, a motivação é algo constante, infinito e complexo encontrado em todos os seres humanos. As categorias são dadas de forma crescente. O indivíduo só terá necessidades de segurança após suprir suas necessidades fisiológicas. Existe uma hierarquia entre estas necessidades, e o indivíduo só sente as necessidades mais altas na hierarquia a- pós satisfazer aquelas que ocupam uma posição mais baixa na hierarquia. Essa teoria não tem forte sustentação científica e não tem aplicabilidade cada dia maior. 2. TEORIA ERC DE ALDERFER Clayton Alderfer foi um psicólogo americano que se interessou pela teoria de Maslow. Ele enquadrou, dentro das categorias E.R.C., as cinco necessidades da hierarquia de Maslow. Em inglês, esta teoria é conhecida como ERG (Existence, Relatedness and Growth). 6

7 Para proporcionar continuamente motivação no trabalho, Herzberg propõe o enriquecimento de tarefas ou enriquecimento do cargo (job enrichment): Substituir tarefas simples e elementares do cargo por tarefas mais complexas para acompanhar o crescimento individual, oferecendo-lhe condições de desafio e de satisfação profissional no cargo. 4. TEORIA DA DETERMINAÇÃO DE METAS DE EDWIN LOCKE DIFERENÇA ENTRE ALDERFER E MASLOW: Primeira diferença refere-se à simultaneidade nas necessidades: Para Maslow, as necessidades não podem ser simultâneas. Para Alderfer as necessidades de todos os níveis podem existir de maneira simultânea e complexa. Segunda diferença refere-se a um componente de regressão das necessidades: Para Alderfer, quando uma necessidade de nível mais alto não é atendida, o indivíduo aumenta a necessidade dos níveis mais baixos. 3. TEORIA DOS 2 FATORES DE HERZBERG Fatores Higiênicos: Também chamados insatisfacientes, são fatores extrínsecos, ou exteriores ao trabalho. Eles podem causar a insatisfação e desmotivação se não atendidos, mas, se atendidos, não necessariamente causarão a motivação. Exemplos: segurança; status; relações de poder; vida pessoal; salário; condições de trabalho; supervisão; política; administração da empresa. Fatores Motivacionais: Também chamados satisfacientes, são os fatores intrínsecos, internos ao trabalho. Estes fatores podem causar a satisfação e a motivação. Exemplos: crescimento; progresso; responsabilidade; o próprio trabalho; o reconhecimento; a realização. O trabalhador precisa conhecer objetivos, diretrizes e metas, para agir de forma a alcançá-las. As metas devem também ter como requisito a clareza. Elas precisam ser compreendidas pelo trabalhador para que ele possa agir no sentido de alcançálas. Em relação à dificuldade das metas, elas não podem ser muito fáceis, nem muito difíceis. Elas têm que ser desafiadoras, mas seu alcance tem que ser possível. Metas muito fáceis ou impossíveis não irão gerar motivação. Esta teoria tem aplicações na chamada Administração por Objetivos (APO), forma de organizar o trabalho na qual líder e liderado acordam os objetivos em função dos quais o liderado irá trabalhar. Esta teoria tem muitas implicações quanto à gestão do desempenho humano. Um dos pontos é o feedback: ao determinar uma meta, o gerente tem que dar ao profissional um feedback, um retorno, em relação ao alcance ou não das metas. 5. TEORIA DA EQUIDADE Teoria relativamente nova, segundo a qual a motivação está diretamente relacionada à percepção que o indivíduo tem a respeito da justiça de sua situação profissional. É também conhecida como teoria da comparação social. É normal que o colaborador faça uma comparação com seus pares. A eqüidade será maior se os empregados acharem que estão sendo recompensados de maneira justa, em relação à forma com que seus pares estão sendo recompensados. O tema central desta teoria motivacional é que o maior determinante do desempenho e da satisfação no trabalho é o grau de eqüidade ou iniquidade percebido na situação profissional. Caso o indivíduo tenha uma percepção de que não há eqüidade, ele poderá ficar desmotivado ou insatisfeito, e isto terá reflexos em sua forma de se relacionar com a organização e com ela contribuir. Em última instância, ele poderia, inclusive, pedir demissão. 6. TEORIA DA EXPECTATIVA OU DA EXPECTÂNCIA (DE VICTOR VROOM) Esta teoria é de natureza emocional e consciente. Quando o indivíduo tem que tomar uma determinada decisão, no contexto organizacional, ele relaciona três variáveis: valência (grau de desejo do alcance de alguma coisa), expectativa (probabilidade) e instrumentalidade (quantidade de energia que ele vai ter que gastar). 7

8 Valência Tem a ver com o desejo do indivíduo em relação a determinado resultado. Valência positiva: O resultado pode ser uma recompensa ou algo que o indivíduo deseja. Valência negativa: É um evento que o indivíduo não quer que ocorra. Expectativa Grau de probabilidade que o indivíduo atribui a determinado evento, em função da relação entre o esforço que vai ser despendido no evento e o resultado que se busca alcançar. Força ou Instrumentalidade Grau de energia que o indivíduo irá ter que gastar em sua ação para alcançar o objetivo. Exemplo: Se o indivíduo quer muito alguma coisa (uma promoção, por exemplo), pode-se dizer que esta promoção tem alta valência. Para conseguir esta promoção, ele vai ter que trabalhar mais, vai ter que abrir mão de uma série de coisas da sua vida, vai ter que colocar energia nestas ações (força). Ao tomar a decisão de se dedicar a isto ou não, ele vai levar em consideração a probabilidade (expectativa) de alcançar a promoção (alta valência). Esta relação pode ser expressa pela fórmula matemática M = E x I x V, onde M é motivação, e é expectativa, i é instrumentalidade e v é valência. RELAÇÕES INTERPESSOAIS O que é Relacionamento Interpessoal? A palavra interpessoal já nos dá uma dica para oferecer uma definição: É o conhecimento das relações internas entre si próprio, ou com seu Eu interior. Nessa categoria, podemos falar de autoconhecimento, auto-reflexão a fim de estudar os sentimentos e emoções, análise do processo de pensamento. Quando uma pessoa começa a conhecer seus pensamentos e sentimentos um novo universo se abre o que proporciona a compreensão do mundo ao redor onde vivemos, pois nosso estado interno reflete diretamente em nosso mundo externo. A competência mais importante para desenvolver o relacionamento interpessoal é o autoconhecimento, através dele conseguimos estabelecer relacionamentos interpessoais mais eficazes proporcionando um processo contínuo de aprendizagem. Como o relacionamento interpessoal pode auxiliar no desenvolvimento pessoal e profissional? Quando uma pessoa conhece seus sentimentos e emoções, ocorre um aumento na produtividade, pois sua a- tenção é direcionada ao que está fazendo não a seus sentimentos ou problemas pessoais. Em uma empresa é muito importante desenvolver cursos e atividades que estimulem as relações interpessoais a fim de melhorar a produtividade através da eficácia. Pessoas focadas produzem mais, cansam-se menos e causam menos acidentes. O conceito de Relacionamento Interpessoal vem sendo aplicado em dinâmicas de grupo para auxiliar a integração entre os participantes, para resolver conflitos e proporcionar o autoconhecimento. A partir do momento que uma pessoa começa a conhecer a si mesma, muitas portas se abrem o que facilita a comunicação interpessoal com outros membros da equipe ou grupo de trabalho onde surgem relacionamentos que proporcionam novas amizades, e até soluções para problemas antes não vistos ou não percebidos pelo grupo. Estimulando as Relações Interpessoais todos saem ganhando, a empresa em forma de produtividade e os colaboradores em forma de autoconhecimento o que agrega valor em sua carreira e em sua relação com a família e a sociedade. Em síntese quando olhamos para dentro e despertamos a competência do autoconhecimento conseguimos abrir nossos olhos para observar os relacionamentos externos no ambiente de trabalho e na vida pessoal. Os relacionamentos externos refletem diretamente nosso estado interior. Se as pessoas com quem convivemos não condizem com os objetivos pessoais e profissionais é hora de repensar suas relações, olhar para dentro, analisar o que você quer do futuro e iniciar o processo de mudanças internas. Como introduzir o relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho? Qual a importância do relacionamento interpessoal em um sistema organizacional? Com o treinamento e a capacitação de colaboradores e líderes de grupos, através de cursos sobre relacionamento interpessoal, fica muito mais fácil conduzir as atividades, cumprir as metas e os objetivos da empresa. Através das relações interpessoais, os grupos buscam soluções ao invés de conflitos. O processo das relações interpessoais é fundamental no desenvolvimento profissional, atualmente as empresas de recrutamento e seleção fazem testes específicos para determinar se o candidato tem capacidade de relacionar-se consigo mesmo através de um processo de autoconhecimento e de manter relações saudáveis com seus colegas de trabalho. "Ao lidar com pessoas, lembre-se de que você não está lidando com seres lógicos, e sim com seres emocionais."(dale Carnegie) Outro ponto importante a se observar é como o processo de comunicação pode interferir nas relações interpessoais. Esse é um ponto fundamental, dentro de um grupo ou equipe de trabalho. É necessário que haja comunicação. Indivíduos muito fechados e introvertidos sentem uma grande dificuldade durante a execução de tarefas e estão mais propícios ao erro por não se comunicarem adequadamente com seus colegas trocando informações que auxiliam na eficiência de todo o processo. Estudos realizados pelo M.I.T. (Instituto de Tecnologia de Massachussets) relatam a importância das relações interpessoais para a qualidade de vida pessoal e profissional. O indivíduo que conhece bem seus sentimentos e emoções consegue se expressar melhor e manter uma rede de relacionamentos relacionada sua área de atuação e gostos pessoais. Outra questão fundamental no processo dos relacionamentos interpessoais é a ética de saber impor limites e de respeitar o próximo, principalmente em atividades como dinâmicas de grupo e o trabalho em equipe. 8

9 Relações Interpessoais Nós podemos nos relacionar com as pessoas profissionalmente ou simplesmente porque tivemos empatia por ela(s), ou ainda por vários outros motivos. O que devemos avaliar no momento do relacionamento é o seu propósito, principalmente para que não se tenha ambivalência nas interpretações. No momento, falamos do ponto de vista profissional. Se as pessoas aprendessem a se relacionar profissionalmente de forma correta, poderíamos evitar muitos problemas nos locais de trabalho. No ambiente de trabalho o que predomina e o que devemos avaliar são as condições para uma verdadeira harmonia entre o homem e o trabalho, e vice-versa. Identificando o real motivo e o propósito de um relacionamento, estaremos caminhando dentro de um processo evolutivo para alcançarmos com êxito um bom relacionamento com os nossos colegas de trabalho. A base concreta para um bom relacionamento é ter percepção dos nossos deveres e obrigações, e dos limites e regras que fazem a relação social ser harmônica. Apesar de tudo isso compartilhamos de algo que é comum a todos os seres humanos: a capacidade de nos relacionarmos de forma consciente e voluntariamente uns com outros. Desta feita, não há processos unilaterais na interação humana. Para que haja interrelacionamento são necessários e imprescindíveis dois elementos - EU e OUTRO(S). De acordo com Gualberto (2008) os processos de relacionamento interpessoal são submetidos a dois tipos de forças: as que impulsionam e as que restringem. Forças que impulsionam Empatia Motivação Iniciativa Competência Apoio QUESTÕES DE PROVAS DE CONCURSOS Forças que restringem Vaidade Apatia Dependência Timidez Manipulação LIDERANÇA 1. [Téc. Secretariado-(NMT)-UFMT/2013.2].(Q.21) Numa organização, quando um funcionário é oficialmente investido de autoridade e poder organizacional, geralmente com o título de gerente, diretor ou supervisor, é denominado líder a) formal. b) carismático. c) informal. d) coercitivo. 2. [Assistente Social-(NS)-UFMT/2013.2].(Q.21) A coluna da esquerda apresenta tipos de líderes e a da direita, caracterização de cada um. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda. 1 - Autocrático ( ) Proporciona aos liderados autonomia total para tomar decisões. 2 - Democrático ( ) Respeita valores como hierarquia e obediência. 3 - Liberal ( ) Permite que os liderados participem do processo decisório. Marque a sequência correta. a) 1, 3, 2 b) 2, 1, 3 c) 3, 1, 2 d) 3, 2, 1 3. [Anal. Jud.-(Ár. Adm.)-(CAA)-(T1)-TRF-1ªREG/2011-FCC].(Q.54) Exercer a liderança numa organização é a) colocar os funcionários para trabalharem. b) obter dos funcionários os resultados acordados e esperados. c) fazer com que os funcionários façam algo que você está convencido que deva ser feito. d) fazer com que os funcionários tenham vontade de fazer algo que você está convencido que deva ser feito. e) manter funcionários que ajam e trabalhem como funcionários. 4. [Anal. Jud.-(Ár. Adm.)-(CB02)-(T1)-TRT-8ªREG-AP-PA/2010- FCC].(Q.74) As teorias sobre liderança apresentadas por autores humanistas podem ser classificadas em três grupos: a) inteligência geral; interesses e atitudinais. b) contingenciais; reforço e motivacionais. c) traços de personalidade; estilos de liderança e situacionais. d) traços de caráter; contingenciais e aprendizagem. e) estilos de poder; sistêmicas e comportamentais. 5. [Anal. Jud.-(Ár. Adm.)-(CB02)-(T1)-TRT-8ªREG-AP-PA/2010- FCC].(Q.76) Um líder que conduz e orienta sua equipe, incentivando a participação das pessoas e desenvolvendo comunicação espontânea, franca e cordial, é classificado como um líder com estilo de liderança a) liberal. b) autocrática. c) democrática. d) situacional. e) centralizadora. 6. [Anal. Jud.-(Ár. Ap. Esp.)-(Esp. Estatística)-(CJ10)-(T1)- TRT-3ªREG-MG/2009-FCC].(Q.54) Com relação ao estilo de direção baseado na Teoria Y, considere: I. Nesta abordagem, a função da direção é basicamente criar oportunidades e liberar os potenciais de autodesenvolvimento das pessoas. II. Esta teoria apregoa um estilo de direção baseado na fiscalização e no controle externo rígido. 9

10 III. A direção deve incentivar a autoavaliação de desempenho dos funcionários como forma de envolvê-los nos destinos da organização. IV. É tarefa da direção criar condições para que as pessoas alcancem seus objetivos ao mesmo tempo em que realizam os objetivos da organização. V. A direção deve utilizar a remuneração como recompensa ou como punição para superar a tendência humana à indolência. Está correto o que se afirma APENAS em a) I e III. b) I, III e IV. c) I, IV e V. d) II, III, IV e V. e) II, III e V. 7. [Anal. Jud.-(Ár. Ap. Esp.)-(Esp. Estatística)-(CJ10)-(T1)- TRT-3ªREG-MG/2009-FCC].(Q.55) Liderança é a a) autoridade legal necessária para o exercício eficiente da direção de uma organização. b) capacidade de imitar e até mesmo superar os comportamentos de outros de forma espontânea. c) capacidade de forçar alguém a fazer alguma coisa, mesmo que ela não o deseje. d) qualidade de propor mudanças na condução dos processos organizacionais sem forçar a sua aceitação pelos demais. e) capacidade de influência interpessoal exercida por meio da comunicação, visando a um objetivo específico. 8. [Anal. Contr. Ext.-(Gestão Pessoas)-(CD04)-(T1)-TCE- GO/2009-FCC].(Q.66) Em relação à diferença entre liderança e poder. I. Os líderes não devem confundir liderança com prestígio e credibilidade, evitando a qualquer custo o uso do poder. II. O poder é a influência potencial, a liderança envolve o exercício atual do poder. A liderança não deixa de ser um fenômeno de poder. III. O poder é a capacidade de um agente em produzir determinados efeitos, sendo uma decorrência da relação social entre indivíduos, grupos ou organização em que uma das partes controla a outra. IV. O poder se define como a capacidade de forçar as pessoas a fazerem coisas apenas por respeito à posição exercida pelo líder, mesmo contra a vontade destas. V. A autoridade se define como a habilidade de levar as pessoas a fazerem o que o líder quer, mas estas entendem e aceitam suas decisões. a) Estão corretas APENAS as afirmativas I e II. b) Estão corretas APENAS as afirmativas I, II e V. c) Estão corretas APENAS as afirmativas I, III e V. d) Estão corretas APENAS as afirmativas II, III e IV. e) Estão corretas APENAS as afirmativas II, III, IV e V. MOTIVAÇÃO 9. [Téc. Secretariado-(NMT)-UFMT/2013.2].(Q.22) A respeito da motivação humana, analise as afirmativas. I - Os indivíduos altamente motivados desenvolverão suas atividades com satisfação, o que reduzirá substancialmente faltas, atrasos e queixas. II - A insatisfação de um indivíduo na organização não gera qualquer tensão. III - A motivação é afetada pela idade e por circunstâncias pessoais pelas quais o indivíduo está passando em determinado momento. Está correto o que se afirma em a) I e III, apenas. b) II e III, apenas. c) I, II, e III. d) I, apenas. 10. [Assistente Social-(NS)-UFMT/2013.2].(Q.23) Os estudos sobre Motivação resultaram em várias teorias, como a Teoria da Expectativa, de Victor Vroom (1964); Teoria de Equidade, de J. Stacy Adams (1998); Teoria das Necessidades, de Abraham Maslow (1943); Teoria dos Dois Fatores, de Frederick Herzberg (1959), dentre outras. Sobre a Teoria dos Dois Fatores, que são os motivacionais e os higiênicos, analise as características. I - Possibilidade de crescimento na organização; II - Estilo de liderança e supervisão do gestor; III - Relações interpessoais com companheiros de trabalho; IV - Exercício de responsabilidade nas funções; V - Reconhecimento pelo trabalho bem feito; VI - Condições físicas e de segurança no trabalho. Marque a alternativa que apresenta apenas as características dos fatores motivacionais. a) I, III, IV e VI. b) II, IV e V. c) II, III, V e VI. d) I, IV e V. 11. [Anal. Jud.-(Ár. Adm.)-(C03)-(T1)-TRF-5ªREG/2012-FCC].(Q.59) A Administração de Recursos Humanos utiliza três formas de estimular o processo motivacional de um funcionário para agregar valor ao trabalho, dentre elas: a) delegar tarefas que permitam ao funcionário atingir também seus objetivos pessoais. b) gerar autonomia para desenvolver as ideias das chefias para promover o alcance dos objetivos da organização. c) auxiliar o gerente a identificar recompensas que levem o funcionário a comprometer-se com a sua autoestima. d) reforçar, ocasionalmente, os resultados favoráveis com recompensas endógenas por parte da organização, como dinheiro ou promoções. e) gerar competências que permitam aos funcionários e seus gestores atingirem recompensas exógenas. 10

11 12. [Assist. Adm.-(NM)-UFMT/2011].(Q.35) Em sua teoria da motivação, Abraham H. Maslow expõe que as necessidades humanas estão organizadas e dispostas em níveis, em uma hierarquia de importância e de influenciação: a Hierarquia de Necessidades de Maslow. Sobre essa hierarquia, é correto afirmar: a) Necessidades de autorrealização e segurança constituem as Necessidades Secundárias. b) Necessidades de segurança e fisiológicas constituem as Necessidades Primárias. c) Necessidades sociais e fisiológicas constituem as Necessidades Primárias. d) Necessidades de segurança e de estima constituem as Necessidades Secundárias. e) Necessidades de autorrealização e fisiológicas constituem as Necessidades Secundárias. 13. [Anal. Controle-(Ár. Adm.)-(CD04)-(T1)-TCE-PR/2011- FCC].(Q.72) Ao se dispor a trabalhar a questão motivacional como alavanca mestre para atingir os seus objetivos, a Gestão de Pessoas deve, inicialmente, certificar-se da existência de três premissas no âmbito organizacional. São elas: credibilidade, sintonia e a) respeito. b) auto-estima. c) fatores higiênicos. d) proteção e segurança. e) necessidades físicas. 14. [Anal. Contr. Ext.-(Gestão Pessoas)-(CD04)-(T1)-TCE- GO/2009-FCC].(Q.61) As forças básicas que definem o nível de produtividade individual, segundo a Teoria Contingencial da Motivação de Victor Vroom, são a) valência, expectativa e instrumentalidade. b) autocontrole, individualidade e performance. c) remuneração, produtividade e satisfação. d) expectativa, esforço e resultado. e) crença, valência e performance. 15. [Assessor-(Ár. Administração)-(Classe R)-(CG07)-(T1)- MPE-RS/2009-FCC].(Q.1) Segundo a teoria da hierarquia das necessidades de Maslow é INCORRETO dizer: a) Toda pessoa orienta seu comportamento a partir de mais que um único tipo de motivação. b) Apenas algumas pessoas alcançam a satisfação das necessidades localizadas no topo da pirâmide. c) A satisfação de um nível inferior de necessidades não é obrigatória para que surja imediatamente um nível mais elevado no comportamento. d) As necessidades fundamentais podem ser expressas por diferentes tipos de comportamento. e) Toda necessidade primária não atendida passa a ser considerada uma ameaça psicológica. 16. [Anal. Jud.-(Ár. Adm)-(C2)-(T1)-TRF-5ªREG/2008-FCC].(Q.29) Pela Teoria da Motivação de Herzberg, estilo de supervisão, políticas empresariais, condições ambientais, relações interpessoais, status, remuneração e vida pessoal são chamados fatores a) de auto-estima. b) motivacionais. c) fisiológicos. d) higiênicos. e) de poder. 17. [Anal. Trainee-(Adm. Empresas)-(CA01)-(T1)-METRÔ- SP/2008-FCC].(Q.36) No processo de gestão das organizações, a abordagem que parte do princípio que as pessoas são motivadas para a realização de suas atividades, esperando que certas ações auxiliarão a alcançar os resultados desejados, refere-se à teoria a) da hierarquia de necessidades. b) X e Y. c) da expectância. d) comportamental. e) da administração por objetivos. RELAÇÕES INTERPESSOAIS 18. [Téc. Secretariado-(NMT)-UFMT/2013.2].(Q.23) As pessoas estabelecem relações entre si no dia a dia através de trocas, comunicações e contatos, interagindo uns com os outros nas mais diferentes situações. Essa afirmativa diz respeito ao conceito de: a) Inteligência Emocional. b) Relações Interpessoais. c) Competência Interpessoal. d) Desenvolvimento Interpessoal. 19. [Assist. Adm.-(NM)-UFMT/2013].(Q.25) No ambiente de trabalho, há atividades predeterminadas a serem executadas de modo coletivo e é nesse cenário que as relações interpessoais desenvolvem-se decorrentes do processo de interação. Sobre o relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho, assinale a afirmativa INCORRETA. a) A maneira de lidar com diferenças individuais pode estabelecer um clima harmônico entre as pessoas e tem forte influência sobre o trabalho em grupo. b) As pessoas devem evitar a interpretação das ações do outro segundo suas próprias normas culturais. c) O elemento cultural com diferenças de valores pode gerar conflitos. d) O clima organizacional é um elemento insignificante para o desenvolvimento de relações interpessoais. 20. [Almoxarife-(NM)-Pref. Munic. Jacareacanga-FADESP/2012]. (Q.30) Em um ambiente profissional onde convivem duas ou mais pessoas, uma atitude bastante recomendada pelos especialistas em relações humanas no trabalho é o (a) a) introspecção. b) especulação. c) amizade. d) individualismo. 21. [Aux. Adm.-(NM)-Câm. Munic. Jacareacanga-FADESP/2012]. (Q.29) No ambiente de trabalho, tendo em vista a manutenção de boas relações interpessoais, deve-se a) evitar a aproximação dos colegas para não comprometer as relações de trabalho. b) interromper um colega sempre que perceber um engano seu, impondo o modo correto de realizar a tarefa. c) controlar as reações agressivas, evitando ser indelicado ou irônico. d) assumir a responsabilidade atribuída a outro que, a seu juízo, não a esteja realizando corretamente. 11

12 GABARITOS (146 QUESTÕES) 1 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL: liderança, motivação, relações interpessoais A C D C C B E E A D A B A A C D C B D C C 2 COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL: barreiras, uso construtivo, comunicação formal e informal C B D A D A D C C 3 TRABALHO EM EQUIPE E CONFLITOS C D A C D B D D D E B B A B B C D 4 ATENDIMENTO AO PÚBLICO B B A C B B B C B A A C A D B D A D 5 ÉTICA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (Decreto n 1.171/1994 com as devidas atualizações) C D C A D C C A B A A D A A A E E A D E A A 6 REGIME JURÍDICO DOS SERVIDORES PÚBLICOS CIVIS DA UNIÃO (Lei n 8.112/1990 com as devidas atualizações): Dos Direitos e Vantagens (Título III) e Do Regime Disciplinar (Título IV) B A D D B A B C C B C C D B B A A E C E A E C E E A E B E D E E B D C A B B D D B A A E A D A A C B E B D C B 55

13 7 LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL (Lei n 9.394/1996 com as devidas atualizações): Da Educação Superior (Título V: Capítulo IV) A B C D 56

Unidade IV GESTÃO ESTRATÉGICA DE. Professora Ani Torres

Unidade IV GESTÃO ESTRATÉGICA DE. Professora Ani Torres Unidade IV GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS Professora Ani Torres Visão estratégica Visão estratégica está relacionada com alcançar os objetivos empresariais. Considera: Tipos psicológicos, Motivação:

Leia mais

MOTIVAÇÃO UM NOVO COMBUSTÍVEL EMPRESARIAL

MOTIVAÇÃO UM NOVO COMBUSTÍVEL EMPRESARIAL MOTIVAÇÃO UM NOVO COMBUSTÍVEL EMPRESARIAL Daniele Cristine Viana da Silva 1 Maria José Vencerlau 2 Regiane da Silva Rodrigues 3 André Rodrigues da Silva 4 Fábio Fernandes 5 RESUMO O Artigo Científico tem

Leia mais

TEORIAS DE CONTÉUDO DA MOTIVAÇÃO:

TEORIAS DE CONTÉUDO DA MOTIVAÇÃO: Fichamento / /2011 MOTIVAÇÃO Carga horária 2 HORAS CONCEITO: É o desejo de exercer um alto nível de esforço direcionado a objetivos organizacionais, condicionados pela habilidade do esforço em satisfazer

Leia mais

Motivação para o Desempenho. Carlos Fracetti carlosfracetti@yahoo.com.br. Carlos Felipe carlito204@hotmail.com

Motivação para o Desempenho. Carlos Fracetti carlosfracetti@yahoo.com.br. Carlos Felipe carlito204@hotmail.com Motivação para o Desempenho Carlos Fracetti carlosfracetti@yahoo.com.br Carlos Felipe carlito204@hotmail.com Heitor Duarte asbornyduarte@hotmail.com Márcio Almeida marciobalmeid@yahoo.com.br Paulo F Mascarenhas

Leia mais

FACULDADE DE EDUCACAO DE COSTA RICA

FACULDADE DE EDUCACAO DE COSTA RICA FACULDADE DE EDUCACAO DE COSTA RICA DISCIPLINA: MOTIVACAO E ETICA LIDERAR PESSOAS ATRAVÉS DA MOTIVAÇÃO Por que as pessoas se comportam de certos modos? Liderar - é o processo de dirigir e influenciar as

Leia mais

Noções de Liderança e Motivação

Noções de Liderança e Motivação Liderança A questão da liderança pode ser abordada de inúmeras formas: Liderança e Poder (recursos do poder) Liderança e Dominação (teorias da dominação legítima de Max Weber) Líder pela tradição Líder

Leia mais

Teorias Contemporâneas

Teorias Contemporâneas Teorias Contemporâneas 1-Teoria ERG 2-Teoria das Necessidades, de McClelland 3-Teoria da Avaliação Cognitiva 4-Teoria da Fixação dos Objetivos 5-Teoria do Reforço 6-Teoria da Equidade 7-Teoria da Expectativa

Leia mais

Motivação. O que é motivação?

Motivação. O que é motivação? Motivação A motivação representa um fator de sobrevivência para as organizações, pois hoje é um dos meios mais eficazes para atingir objetivos e metas. Além de as pessoas possuírem conhecimento, habilidades

Leia mais

Capítulo 16 - Motivação

Capítulo 16 - Motivação Capítulo 16 - Motivação Objetivos de aprendizagem Após estudar este capítulo, você deverá estar capacitado para: Definir o processo motivacional. Descrever a hierarquia das necessidades humanas. Diferenciar

Leia mais

Escola das relações humanas: Sociologia nas Organizações. Prof Rodrigo Legrazie

Escola das relações humanas: Sociologia nas Organizações. Prof Rodrigo Legrazie Escola das relações humanas: Sociologia nas Organizações Prof Rodrigo Legrazie Escola Neoclássica Conceitua o trabalho como atividade social. Os trabalhadores precisam muito mais de ambiente adequado e

Leia mais

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS Concurso para agente administrativo da Polícia Federal Profa. Renata Ferretti Central de Concursos NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS 1. Organizações como

Leia mais

Objetivo. Apresentar uma síntese das principais teorias sobre liderança e suas implicações para a gestão.

Objetivo. Apresentar uma síntese das principais teorias sobre liderança e suas implicações para a gestão. Liderança Objetivo Apresentar uma síntese das principais teorias sobre liderança e suas implicações para a gestão. 2 Introdução O que significa ser líder? Todo gestor é um líder? E o contrário? Liderança

Leia mais

Verônica A. Pereira Souto

Verônica A. Pereira Souto COMPORTAMENTO HUMANO NO TRABALHO Verônica A. Pereira Souto VITÓRIA-ES 11 de julho 2009 VERÔNICA APARECIDA PEREIRA SOUTO MINI-CURRÍCULO PSICÓLOGA GRADUADA EM LETRAS/INGLÊS PÓS-GRADUADA EM COMUNICAÇÃO SOCIAL

Leia mais

Prof. Gustavo Nascimento. Unidade I MODELOS DE LIDERANÇA

Prof. Gustavo Nascimento. Unidade I MODELOS DE LIDERANÇA Prof. Gustavo Nascimento Unidade I MODELOS DE LIDERANÇA A liderança e seus conceitos Liderança é a capacidade de influenciar um grupo para que as metas sejam alcançadas Stephen Robbins A definição de liderança

Leia mais

Índice. A importância da comunicação nas relações interpessoais MÓDULO 1 NOTA INTRODUTÓRIA 17 COMO UTILIZAR ESTA OBRA 19

Índice. A importância da comunicação nas relações interpessoais MÓDULO 1 NOTA INTRODUTÓRIA 17 COMO UTILIZAR ESTA OBRA 19 Índice NOTA INTRODUTÓRIA 17 COMO UTILIZAR ESTA OBRA 19 MÓDULO 1 A importância da comunicação nas relações interpessoais FINALIDADES 22 PRÉ-TESTE 23 Objetivo 1. Identificar a importância do estudo da comunicação

Leia mais

AS TEORIAS MOTIVACIONAIS DE MASLOW E HERZBERG

AS TEORIAS MOTIVACIONAIS DE MASLOW E HERZBERG AS TEORIAS MOTIVACIONAIS DE MASLOW E HERZBERG 1. Introdução 2. Maslow e a Hierarquia das necessidades 3. Teoria dos dois Fatores de Herzberg 1. Introdução Sabemos que considerar as atitudes e valores dos

Leia mais

Capítulo II. Treinamento & Desenvolvimento

Capítulo II. Treinamento & Desenvolvimento Capítulo II Treinamento & Desenvolvimento QUESTÃO 01. (SERPRO/2005) A respeito do diagnóstico de necessidades de treinamento e desenvolvimento, julgue os itens seguintes. Avaliação de necessidades de treinamento

Leia mais

EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO

EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO MÓDULO 17 - Teorias Contingenciais de Liderança Para STONER e FREEMAN (1985; 350) a abordagem contingencial é a visão de que a técnica de administração que melhor

Leia mais

Liderança CONCEITO DE LIDERANÇA

Liderança CONCEITO DE LIDERANÇA Tipos de Liderança Liderança CONCEITO DE LIDERANÇA LIDERANÇA é o processo de influenciar outros de modo a conseguir que eles façam o que o líder quer que seja feito, ou ainda, a capacidade para influenciar

Leia mais

TIPOS DE PROCESSOS Existem três categorias básicas de processos empresariais:

TIPOS DE PROCESSOS Existem três categorias básicas de processos empresariais: PROCESSOS GERENCIAIS Conceito de Processos Todo trabalho importante realizado nas empresas faz parte de algum processo (Graham e LeBaron, 1994). Não existe um produto ou um serviço oferecido por uma empresa

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

Questões de Concurso Público para estudar e se preparar... Prefeitura Olinda - Administrador. 1. Leia as afirmativas a seguir.

Questões de Concurso Público para estudar e se preparar... Prefeitura Olinda - Administrador. 1. Leia as afirmativas a seguir. Questões de Concurso Público para estudar e se preparar... Prefeitura Olinda - Administrador 1. Leia as afirmativas a seguir. I. O comportamento organizacional refere-se ao estudo de indivíduos e grupos

Leia mais

11. Abordagem Comportamental

11. Abordagem Comportamental 11. Abordagem Comportamental Conteúdo 1. Behaviorismo 2. Novas Proposições sobre a Motivação Humana 3. Teoria da Hierarquia das de Maslow 4. Teoria dos dois fatores 5. Teoria X & Y de McGregor 6. Outros

Leia mais

GESTÃO DE PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES MPU. Professor: Renato Lacerda QUESTÕES DO CESPE. Teorias Motivacionais

GESTÃO DE PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES MPU. Professor: Renato Lacerda QUESTÕES DO CESPE. Teorias Motivacionais GESTÃO DE PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES MPU Professor: Renato Lacerda QUESTÕES DO CESPE Teorias Motivacionais (Cespe / Detran 2009) Julgue os itens a seguir, acerca de motivação e satisfação no trabalho. 1)

Leia mais

Equipe de Alta Performance

Equipe de Alta Performance Equipe de Alta Performance Como chegar a ser uma EAP? Intelectual Razão Cognição Meta Estratégia EQUIPE EAP (Time) BANDO GRUPO Emocional Motivação Relação Ajuda O que é uma Equipe? Éumgrupodepessoas: com

Leia mais

L I D E R A N Ç A (Autoria não conhecida)

L I D E R A N Ç A (Autoria não conhecida) L I D E R A N Ç A (Autoria não conhecida) Liderança é inata? Abordagem Genética - Antigamente acreditava-se que o indivíduo nascia com características, aptidões e valores próprios de um líder. Na moderna

Leia mais

Administração e Gestão de Pessoas

Administração e Gestão de Pessoas Administração e Gestão de Pessoas Aula de Motivação Prof.ª Marcia Aires www.marcia aires.com.br mrbaires@gmail.com Teorias da Motivação? As teorias sobre a motivação, que explicam desempenho das pessoas

Leia mais

Organização da Aula. Motivação e Satisfação no Trabalho. Aula 1. Como adquirir motivação? Contextualização. Elementos Fundamentais. Instrumentalização

Organização da Aula. Motivação e Satisfação no Trabalho. Aula 1. Como adquirir motivação? Contextualização. Elementos Fundamentais. Instrumentalização Motivação e Satisfação no Trabalho Aula 1 Profa. Adriana Straube Organização da Aula Equívocos sobre Motivação e Recompensas Teorias da Motivação Técnicas de Motivação Papel da Gerência Como adquirir motivação?

Leia mais

LIDERANÇA SITUACIONAL E EMPREENDEDORA LIDERANÇA SITUACIONAL E EMPREENDEDORA LIDERANÇA SITUACIONAL E EMPREENDEDORA GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE

LIDERANÇA SITUACIONAL E EMPREENDEDORA LIDERANÇA SITUACIONAL E EMPREENDEDORA LIDERANÇA SITUACIONAL E EMPREENDEDORA GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE MUITOS DOS PROBLEMAS MAIS CRÍTICOS NÃO ESTÃO NO MUNDO DAS COISAS, MAS NO MUNDO DAS PESSOAS. DESENVOLVIMENTO: APTIDÕES TÉCNICAS >>> HABILIDADES SOCIAIS CIÊNCIAS BEM SUCEDIDAS X CIÊNCIAS MAL SUCEDIDAS. -

Leia mais

LÍDERES DO SECULO XXI RESUMO

LÍDERES DO SECULO XXI RESUMO 1 LÍDERES DO SECULO XXI André Oliveira Angela Brasil (Docente Esp. das Faculdades Integradas de Três Lagoas-AEMS) Flávio Lopes Halex Mercante Kleber Alcantara Thiago Souza RESUMO A liderança é um processo

Leia mais

A MOTIVAÇÃO INFLUENCIA NO DESEMPENHO DAS PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES? INFLUENCE MOTIVATION PERFORMANCE OF PERSONS IN ORGANIZATIONS?

A MOTIVAÇÃO INFLUENCIA NO DESEMPENHO DAS PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES? INFLUENCE MOTIVATION PERFORMANCE OF PERSONS IN ORGANIZATIONS? A MOTIVAÇÃO INFLUENCIA NO DESEMPENHO DAS PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES? INFLUENCE MOTIVATION PERFORMANCE OF PERSONS IN ORGANIZATIONS? Ana Carolina Gimenes Figueiredo Graduanda em Administração - Universidade

Leia mais

Características da liderança. Estilos de liderança LIDERANÇA. Líder e liderança O LÍDER EFICAZ. Conceito de liderança

Características da liderança. Estilos de liderança LIDERANÇA. Líder e liderança O LÍDER EFICAZ. Conceito de liderança Uninove Sistemas de Informação Teoria Geral da Administração 3º Semestre Prof. Fábio Magalhães Blog da disciplina: http://fabiotga.blogspot.com Semana 04 e liderança Conceito de liderança Segundo Robbins,

Leia mais

QUESTÃO 11 ENADE Administração/2009

QUESTÃO 11 ENADE Administração/2009 Universidade Federal Fluminense Oficina de Trabalho Elaboração de Provas Escritas Questões Objetivas Profª Marcia Memére Rio de Janeiro, janeiro de 2013 QUESTÃO 11 ENADE Administração/2009 Cada uma das

Leia mais

Aperf r e f iço ç a o m a ent n o t o Ge G re r nci c al a para Supermercados

Aperf r e f iço ç a o m a ent n o t o Ge G re r nci c al a para Supermercados Aperfeiçoamento Gerencial para Supermercados Liderança Liderança é a habilidade de influenciar pessoas, por meio da comunicação, canalizando seus esforços para a consecução de um determinado objetivo.

Leia mais

Liderança. Profª Karina Gomes Lourenço

Liderança. Profª Karina Gomes Lourenço Liderança Profª Karina Gomes Lourenço 1.Conceito : Arte ou processo de influenciar pessoas de maneira a que se esforcem espontaneamente para o alcance dos objetivos do grupo. Processo pelo qual pessoas

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.

Leia mais

Padrão Resposta às Questões Discursivas Psicologia do Trabalho

Padrão Resposta às Questões Discursivas Psicologia do Trabalho Concurso Público 2015 Padrão Resposta às Questões Discursivas Psicologia do Trabalho Questão 1 a) Para Walton, QVT refere-se a valores ambientais e humanos, negligenciados pelas sociedades industriais

Leia mais

AULA I MOTIVAÇÃO E DESEMPENHO

AULA I MOTIVAÇÃO E DESEMPENHO Motivação: movere (ação, movimento) Motivação (do Latim movere, mover) designa em psicologia, em etologia e em outras ciências humanas a condição do organismo que influencia a direção (orientação para

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

5.2.2. TEORIAS MOTIVACIONAIS

5.2.2. TEORIAS MOTIVACIONAIS Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Campus de Poços de Caldas 5.2.2. TEORIAS MOTIVACIONAIS 2º Per. Administração: 5.3. Alessandra Valim Ribeiro Cristiane Moreira de Oliveira Denise Helena

Leia mais

Aula 5. Teorias sobre Liderança

Aula 5. Teorias sobre Liderança Aula 5 Teorias sobre Liderança Profa. Ms. Daniela Cartoni daniela.cartoni@veris.edu.br O que é Liderança Capacidade de influenciar um grupo em direção ao alcance dos objetivos. Desafios para o líder: desenvolvimento

Leia mais

LIDERANÇA DA NOVA ERA

LIDERANÇA DA NOVA ERA LIDERANÇA DA NOVA ERA Liderança da Nova Era Liderança é a realização de metas por meio da direção de colaboradores. A liderança ocorre quando há lideres que induzem seguidores a realizar certos objetivos

Leia mais

Teoria Básica da Administração. Liderança e Comunicação. Professor: Roberto César

Teoria Básica da Administração. Liderança e Comunicação. Professor: Roberto César Teoria Básica da Administração Liderança e Comunicação Professor: Roberto César Liderança O líder nasce líder ou aprende a ser líder? Liderar é conhecer a motivação humana e saber conduzir as pessoas a

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

Planejamento de Recursos Humanos

Planejamento de Recursos Humanos UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Planejamento de Recursos Humanos Profa. Marta Valentim Marília 2014 As organizações

Leia mais

CORREÇÃO DA PROVA DE GESTÃO DE PESSOAS STN 2013 Professor: Alyson Barros

CORREÇÃO DA PROVA DE GESTÃO DE PESSOAS STN 2013 Professor: Alyson Barros Caros colegas, como vão? No domingo passado muitos alunos fizeram a prova do STN e aproveito para colocar a parte de Gestão de Pessoas nas Organizações corrigida aqui. Alerto que as únicas que, na minha

Leia mais

TÍTULO: O PAPEL DA LIDERANÇA NA MOTIVAÇÃO DENTRO DO AMBIENTE ORGANIZACIONAL UM ESTUDO NA EMPRESA VISÃO DIGITAL 3D E-COMMERCE

TÍTULO: O PAPEL DA LIDERANÇA NA MOTIVAÇÃO DENTRO DO AMBIENTE ORGANIZACIONAL UM ESTUDO NA EMPRESA VISÃO DIGITAL 3D E-COMMERCE TÍTULO: O PAPEL DA LIDERANÇA NA MOTIVAÇÃO DENTRO DO AMBIENTE ORGANIZACIONAL UM ESTUDO NA EMPRESA VISÃO DIGITAL 3D E-COMMERCE CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO GERAL MOTIVAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO GERAL MOTIVAÇÃO ADMINISTRAÇÃO GERAL MOTIVAÇÃO Atualizado em 11/01/2016 MOTIVAÇÃO Estar motivado é visto como uma condição necessária para que um trabalhador entregue um desempenho superior. Naturalmente, como a motivação

Leia mais

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1 Página 1 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL As pessoas que supervisionam as atividades das outras e que são responsáveis pelo alcance dos objetivos nessas organizações são os administradores. Eles tomam decisões,

Leia mais

Sumário. Capítulo 1: Evolução das Teorias Administrativas

Sumário. Capítulo 1: Evolução das Teorias Administrativas Sumário Capítulo 1: Evolução das Teorias Administrativas 1.1. A Administração Científica 1.2. A Teoria Clássica 1.3. Teoria das Relações Humanas 1.4. Burocracia 1.5. Teoria Estruturalista 1.6. Teoria dos

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA)

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) A administração participativa é uma filosofia ou política de administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas,

Leia mais

USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração. 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias

USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração. 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias Evolução da Administração e as Escolas Clássicas Anteriormente XVIII XIX 1895-1911 1916 1930 Tempo

Leia mais

www.ricardoalmeida.adm.br

www.ricardoalmeida.adm.br Teoria Comportamental da Administração www.ricardoalmeida.adm.br A Teoria Comportamental (ou Teoria Behaviorista) da Administração veio significar uma nova direção e um novo enfoque dentro da teoria administrativa:

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO GERAL LIDERANÇA

ADMINISTRAÇÃO GERAL LIDERANÇA ADMINISTRAÇÃO GERAL LIDERANÇA Publicado em 12/10/2015 LIDERANÇA A liderança é um fenômeno que ocorre exclusivamente em grupos sociais. Ela é definida como uma influência interpessoal exercida em dada situação

Leia mais

Enquete. O líder e a liderança

Enquete. O líder e a liderança Enquete O líder e a liderança Muitas vezes, o sucesso ou fracasso das empresas e dos setores são creditados ao desempenho da liderança. Em alguns casos chega-se a demitir o líder, mesmo aquele muito querido,

Leia mais

1 Dicas para o profissional que vira chefe dos colegas

1 Dicas para o profissional que vira chefe dos colegas 1 Dicas para o profissional que vira chefe dos colegas http://oglobo.globo.com/economia/emprego/dicas-para-profissional-que-vira-chefe-dos-colegas-13653201 Tudo depende da postura pessoal, mas clareza

Leia mais

Quem Contratar como Coach?

Quem Contratar como Coach? Quem Contratar como Coach? por Rodrigo Aranha, PCC & CMC Por diversas razões, você tomou a decisão de buscar auxílio, através de um Coach profissional, para tratar uma ou mais questões, sejam elas de caráter

Leia mais

Quais são os objetivos dessa Política?

Quais são os objetivos dessa Política? A Conab possui uma Política de Gestão de Desempenho que define procedimentos e regulamenta a prática de avaliação de desempenho dos seus empregados, baseada num Sistema de Gestão de Competências. Esse

Leia mais

Desmotivação no Trabalho

Desmotivação no Trabalho Desmotivação no Trabalho Carolline de MORAIS¹ RGM 89552 Karen C. P. S. PENHAVEL¹ RGM 88579 Renata SORIO¹ RGM 88861 Romerianne BATISTA¹ RGM 088671 Orientadora² : Viviane Regina de Oliveira Silva Resumo

Leia mais

PATRICIA DO ROCIO NICHELE A INFLUÊNCIA DA LIDERANÇA NA MOTIVAÇÃO FUNCIONAL

PATRICIA DO ROCIO NICHELE A INFLUÊNCIA DA LIDERANÇA NA MOTIVAÇÃO FUNCIONAL PATRICIA DO ROCIO NICHELE A INFLUÊNCIA DA LIDERANÇA NA MOTIVAÇÃO FUNCIONAL Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao curso de Pós-Graduação em Gestão Estratégica de Pessoas da Universidade Tuiuti do

Leia mais

liderança conceito Sumário Liderança para potenciais e novos gestores

liderança conceito Sumário Liderança para potenciais e novos gestores Sumário Liderança para potenciais e novos gestores conceito Conceito de Liderança Competências do Líder Estilos de Liderança Habilidades Básicas Equipe de alta performance Habilidade com Pessoas Autoestima

Leia mais

A Importância das Competências Comportamentais para Profissionais de Gerenciamento de Projetos. Ivo M. Michalick Vasconcelos, MSc, PMP, PMI-SP

A Importância das Competências Comportamentais para Profissionais de Gerenciamento de Projetos. Ivo M. Michalick Vasconcelos, MSc, PMP, PMI-SP A Importância das Competências Comportamentais para Profissionais de Gerenciamento de Projetos Ivo M. Michalick Vasconcelos, MSc, PMP, PMI-SP Por que projetos falham? Gestão Moderna (anos 90 em diante):

Leia mais

Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report

Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report Avaliação de: Sr. Mario Exemplo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report

Leia mais

LIDERANÇA. Gestão de Recursos Humanos Desenvolvimento Gerencial - Aula 8 Prof. Rafael Roesler

LIDERANÇA. Gestão de Recursos Humanos Desenvolvimento Gerencial - Aula 8 Prof. Rafael Roesler LIDERANÇA Gestão de Recursos Humanos Desenvolvimento Gerencial - Aula 8 Prof. Rafael Roesler Sumário Introdução Conceito de liderança Primeiras teorias Abordagens contemporâneas Desafios à liderança Gênero

Leia mais

Psicossociologia do Trabalho

Psicossociologia do Trabalho Psicossociologia do Trabalho 159 000 000 pnoriega@fmh.utl.pt 1 pnoriega@fmh.utl.pt 2 pnoriega@fmh.utl.pt 3 Liderança Introdução - Liderança, natureza e necessidade Teorias dos traços de liderança Teoria

Leia mais

CAFÉ DA MANHÃ COM GESTÃO

CAFÉ DA MANHÃ COM GESTÃO CAFÉ DA MANHÃ COM GESTÃO Todas as sextas-feiras das 08 as 09. Pontualmente Cada sexta se escolhe o palestrante da próxima Tema relacionado à Gestão. Escolha do sorteado Todos os gerentes da SEPLAG e interessados

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis APRESENTAÇÃO A FGV é uma instituição privada sem fins lucrativos, fundada em

Leia mais

Principais Teóricos da Gestão de Pessoas

Principais Teóricos da Gestão de Pessoas Principais Teóricos da Gestão de Pessoas GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS X GESTÃO DE PESSOAS - O Capital Humano está inserido no Capital Intelectual, assim sendo pessoas representam a maior força de vantagem

Leia mais

Organização da Aula. Gestão de Recursos Humanos. Aula 2. Liderança X Gerenciamento. Contextualização. Empreendedor Conflitos.

Organização da Aula. Gestão de Recursos Humanos. Aula 2. Liderança X Gerenciamento. Contextualização. Empreendedor Conflitos. Gestão de Recursos Humanos Aula 2 Profa. Me. Ana Carolina Bustamante Organização da Aula Liderança Competências gerenciais Formação de equipes Empreendedor Liderança X Gerenciamento Conceito e estilos

Leia mais

Conflitos. Conflitos, como superá-los com eficácia? por Alexandre Cristiano Rosaneli

Conflitos. Conflitos, como superá-los com eficácia? por Alexandre Cristiano Rosaneli Conflitos Conflitos, como superá-los com eficácia? por Alexandre Cristiano Rosaneli Conflitos, quem nunca passou por um momento de conflito? A palavra CONFLITO possui uma conotação negativa, sempre imaginamos

Leia mais

ÁREA COMPORTAMENTAL E DESENVOLVIMENTO PESSOAL

ÁREA COMPORTAMENTAL E DESENVOLVIMENTO PESSOAL ÁREA COMPORTAMENTAL E DESENVOLVIMENTO PESSOAL COMUNICAÇÃO E IMAGEM COMO FACTORES COMPETITIVOS A sua empresa tem problemas ao nível da comunicação interna? Promover a Comunicação assertiva no relacionamento

Leia mais

Liderança situacional nas organizações

Liderança situacional nas organizações Liderança situacional nas organizações Shayani Estrabelli (Universidade Paranaense Campus Cascavel) shayani_17@hotmail.com Fernanda Pellegrini (Universidade Paranaense Campus Cascavel) fernandampellegrini@hotmail.com

Leia mais

FACULDADE ARQUIDIOCESANA DE CURVELO

FACULDADE ARQUIDIOCESANA DE CURVELO BEATRIZ APARECIDADE MOURA JOYCE SOARES RIBAS JUCIELE OTTONE MALAQUIAS MARTINS LUANA PÉRSIA DINIZ MÍRIAN DUARTE MACHADO GONZAGA DA SILVA O PAPEL DO GESTOR E A AUTO-ESTIMA DOS FUNCIONÁRIOS UMA ANÁLISE DA

Leia mais

LIDERANÇA. "Um exército de ovelhas liderado por um leão derrotaria um exército de leões liderado por uma ovelha." (Provérbio Árabe)

LIDERANÇA. Um exército de ovelhas liderado por um leão derrotaria um exército de leões liderado por uma ovelha. (Provérbio Árabe) LIDERANÇA "O grande líder é aquele que está disposto a desenvolver as pessoas até o ponto em que elas eventualmente o ultrapassem em seu conhecimento e habilidade." Fred A. Manske "Um exército de ovelhas

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 06

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 06 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 06 Questões sobre o tópico Avaliação de Desempenho: objetivos, métodos, vantagens e desvantagens. Olá Pessoal, Espero que estejam gostando dos artigos. Hoje veremos

Leia mais

Módulo 3: Gerenciamento da Qualidade, dos Recursos Humanos e das Comunicações

Módulo 3: Gerenciamento da Qualidade, dos Recursos Humanos e das Comunicações ENAP Diretoria de Desenvolvimento Gerencial Coordenação Geral de Educação a Distância Gerência de Projetos - Teoria e Prática Conteúdo para impressão Módulo 3: Gerenciamento da Qualidade, dos Recursos

Leia mais

AULA 1: Motivação e Liderança

AULA 1: Motivação e Liderança Aula 01 AULA 1: Motivação e Liderança Olá pessoal, tudo bem? Sejam bem-vindos! Tenho o grande prazer de iniciar com vocês um curso de Noções de Administração para o TRF da 2 Região. Antes de qualquer coisa,

Leia mais

Desenvolvimento Humano

Desenvolvimento Humano ASSESSORIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Desenvolvimento Humano ADVISORY Os desafios transformam-se em fatores motivacionais quando os profissionais se sentem bem preparados para enfrentá-los. E uma equipe

Leia mais

A MOTIVAÇÃO DE PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES E SUAS APLICAÇÕES PARA OBTENÇÃO DE RESULTADOS

A MOTIVAÇÃO DE PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES E SUAS APLICAÇÕES PARA OBTENÇÃO DE RESULTADOS A MOTIVAÇÃO DE PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES E SUAS APLICAÇÕES PARA OBTENÇÃO DE RESULTADOS GOMES, Elaine Dias. Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais/ACEG. E-mail: elaineapoderosa@hotmail.com

Leia mais

O que é Coaching? É um processo que visa aumentar o

O que é Coaching? É um processo que visa aumentar o O que é Coaching? É um processo que visa aumentar o desempenho de um indivíduo, grupo ou empresa, possibilitando o alcance de resultados planejados, através de metodologias, ferramentas e técnicas, conduzidas

Leia mais

Seja Bem-Vindo(a)! Neste módulo vamos trabalhar os principais conceitos de Gestão, mais especificamente o item 2 do edital: Gestão de Pessoas

Seja Bem-Vindo(a)! Neste módulo vamos trabalhar os principais conceitos de Gestão, mais especificamente o item 2 do edital: Gestão de Pessoas Seja Bem-Vindo(a)! Neste módulo vamos trabalhar os principais conceitos de Gestão, mais especificamente o item 2 do edital: Gestão de Pessoas AULA 3 Administração de Recursos Humanos O papel do gestor

Leia mais

Rotinas de DP- Professor: Robson Soares

Rotinas de DP- Professor: Robson Soares Rotinas de DP- Professor: Robson Soares Capítulo 2 Conceitos de Gestão de Pessoas - Conceitos de Gestão de Pessoas e seus objetivos Neste capítulo serão apresentados os conceitos básicos sobre a Gestão

Leia mais

LÍDER COACH Obtenha excelência em sua vida pessoal e profissional

LÍDER COACH Obtenha excelência em sua vida pessoal e profissional LÍDER COACH Obtenha excelência em sua vida pessoal e profissional Ao investir em pessoas o seu resultado é garantido! Tenha ganhos significativos em sua gestão pessoal e profissional com o treinamento

Leia mais

NOSSO OBJETIVO. GESTÃO DO DESEMPENHO: uma possibilidade de ampliar o negócio da Organização

NOSSO OBJETIVO. GESTÃO DO DESEMPENHO: uma possibilidade de ampliar o negócio da Organização NOSSO OBJETIVO GESTÃO DO DESEMPENHO: uma possibilidade de ampliar o negócio da Organização RHUMO CONSULTORIA EMPRESARIAL Oferecer soluções viáveis em tempo hábil e com qualidade. Essa é a receita que a

Leia mais

A ESSENCIALIDADE DA MOTIVAÇÃO NOS PROCESSOS ORGANIZACIONAIS THE ESSENTIAL MOTIVATION IN THE ORGANIZATIONAL ENVIRONMENT

A ESSENCIALIDADE DA MOTIVAÇÃO NOS PROCESSOS ORGANIZACIONAIS THE ESSENTIAL MOTIVATION IN THE ORGANIZATIONAL ENVIRONMENT A ESSENCIALIDADE DA MOTIVAÇÃO NOS PROCESSOS ORGANIZACIONAIS THE ESSENTIAL MOTIVATION IN THE ORGANIZATIONAL ENVIRONMENT Andréia Lopes Graduanda em Administração UNISALESIANO Lins azdeia@yahoo.com.br Jessica

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec ETEC: PAULINO BOTELHO EXTENSÃO ARLINDO BOTELHO Código: 092-2 Município: SÃO CARLOS Eixo tecnológico: GESTÃO E NEGÓCIOS Habilitação Profissional: TÉCNICO

Leia mais

GESTÃO DE DESEMPENHO. Prof. WAGNER RABELLO JR. Conceito de desempenho. Níveis de desempenho. O di?

GESTÃO DE DESEMPENHO. Prof. WAGNER RABELLO JR. Conceito de desempenho. Níveis de desempenho. O di? GESTÃO DE DESEMPENHO Prof. WAGNER RABELLO JR Conceito de desempenho Níveis de desempenho O di? O que medir? Resultados Desempenho Competências Fatores críticos de desempenho 1 Segundo Chiavenato, existem

Leia mais

Liderança, gestão de pessoas e do ambiente de trabalho

Liderança, gestão de pessoas e do ambiente de trabalho Glaucia Falcone Fonseca O que é um excelente lugar para se trabalhar? A fim de compreender o fenômeno dos excelentes locais de trabalho, devemos primeiro considerar o que as pessoas falam sobre a experiência

Leia mais

O LÍDER E SUA INFLUÊNCIA NA MOTIVAÇÃO DA EQUIPE. Clélia Maria Diniz Carvalho Souza

O LÍDER E SUA INFLUÊNCIA NA MOTIVAÇÃO DA EQUIPE. Clélia Maria Diniz Carvalho Souza 1 O LÍDER E SUA INFLUÊNCIA NA MOTIVAÇÃO DA EQUIPE Clélia Maria Diniz Carvalho Souza 2 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO LIBERTAS CONSULTORIA E TREINAMENTO CENTRO DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO CURSO DE

Leia mais

O talento como diferencial de carreira... Uma fórmula de sucesso

O talento como diferencial de carreira... Uma fórmula de sucesso O talento como diferencial de carreira... Uma fórmula de sucesso Maiane Bertoldo Lewandowski Consultora de RH Hospital Mãe de Deus TRANSFORMAÇÕES NO MERCADO DE TRABALHO Mudança de modelo mental; Escassez

Leia mais

MOTIVAÇÃO INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO AULA 14 OBJETIVOS:

MOTIVAÇÃO INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO AULA 14 OBJETIVOS: INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO AULA 14 MOTIVAÇÃO Motivação OBJETIVOS: Explicar o significado da palavra motivação e do processo da motivação. Descrever as principais teorias da motivação. Explicar como os

Leia mais

O que uma empresa necessita para manter seus funcionários motivados?

O que uma empresa necessita para manter seus funcionários motivados? O que uma empresa necessita para manter seus funcionários motivados? A empresa deve ser pensada como organização social, humana. Além das relações decorrentes das tarefas, ocorrem outros relacionamentos

Leia mais

membros do time, uma rede em que eles possam compartilhar desafios, conquistas e que possam interagir com as postagens dos colegas.

membros do time, uma rede em que eles possam compartilhar desafios, conquistas e que possam interagir com as postagens dos colegas. INTRODUÇÃO Você, provavelmente, já sabe que colaboradores felizes produzem mais. Mas o que sua empresa tem feito com esse conhecimento? Existem estratégias que de fato busquem o bem-estar dos funcionários

Leia mais

Perfil de estilos de personalidade

Perfil de estilos de personalidade Relatório confidencial de Maria D. Apresentando Estilos de venda Administrador: Juan P., (Sample) de conclusão do teste: 2014 Versão do teste: Perfil de estilos de personalidade caracterizando estilos

Leia mais

competências e habilidades

competências e habilidades Remuneração e Carreira com base em competências e habilidades Reflexão inicial Qual o percentual de pessoas desmotivadas nas organizações? Até que ponto e de que forma a remuneração influencia na desmotivação

Leia mais

PESQUISA DO CLIMA ORGANIZACIONAL EM UMA EMPRESA DE MÁRMORES E GRANITOS DO MUNICÍPIO DE COLIDER - MT.

PESQUISA DO CLIMA ORGANIZACIONAL EM UMA EMPRESA DE MÁRMORES E GRANITOS DO MUNICÍPIO DE COLIDER - MT. PESQUISA DO CLIMA ORGANIZACIONAL EM UMA EMPRESA DE MÁRMORES E GRANITOS DO MUNICÍPIO DE COLIDER - MT. 1 NATÁLIA SALVADEGO, 2 FRANCIANNE BARONI ZANDONADI 1 Bacharel em Engenheira Florestal (UNEMAT) e Estudante

Leia mais

TURN OVER VOLUNTÁRIO UMA BREVE ANÁLISE DOS ESTÍMULOS www.factor9.com.br/educacional.php. Eduardo Varela

TURN OVER VOLUNTÁRIO UMA BREVE ANÁLISE DOS ESTÍMULOS www.factor9.com.br/educacional.php. Eduardo Varela TURN OVER VOLUNTÁRIO UMA BREVE ANÁLISE DOS ESTÍMULOS www.factor9.com.br/educacional.php Eduardo Varela 1 Turnover Voluntário Uma breve análise dos estímulos www.factor9.com.br/educacional.php Turnover

Leia mais

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO ADMINISTRAÇÃO DE ENFERMAGEM AVALIANDO O QUE ESTUDAMOS 1. A Supervisão de Enfermagem é fundamental para o desenvolvimento dos recursos humanos, através da educação

Leia mais

Motivação e a Atividade de Relações Públicas Ana Cristina Woicickoski

Motivação e a Atividade de Relações Públicas Ana Cristina Woicickoski 1 Motivação e a Atividade de Relações Públicas Ana Cristina Woicickoski Resumo O presente artigo pretende demonstrar que a motivação é complexa, mas ao mesmo tempo necessária em todos os momentos da vida

Leia mais

Liderança. Potencial PSI. Competências. Liderança: Qual é a definição? Conhecimento. -Com pares - Com subordinado - Com clientes -Com Gestor

Liderança. Potencial PSI. Competências. Liderança: Qual é a definição? Conhecimento. -Com pares - Com subordinado - Com clientes -Com Gestor Liderança Competências Conhecimento Habilidade Atitude - - Relacionamento - - -Com pares - Com subordinado - Com clientes -Com Gestor Crise Liderança: Qual é a definição? Principal fator de saída da empresa

Leia mais