Universidade do Sul de Santa Catarina. Direito Agrário. Disciplina na modalidade a distância

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1 Universidade do Sul de Santa Catarina Direito Agrário Disciplina na modalidade a distância

2 Universidade do Sul de Santa Catarina Direito Agrário Disciplina na modalidade a distância Palhoça UnisulVirtual 2012

3 Créditos Universidade do Sul de Santa Catarina Campus UnisulVirtual Educação Superior a Distância Avenida dos Lagos, 41 Cidade Universitária Pedra Branca Palhoça SC Fone/fax: (48) e Site: Reitor Ailton Nazareno Soares Vice-Reitor Sebastião Salésio Heerdt Chefe de Gabinete da Reitoria Willian Corrêa Máximo Pró-Reitor de Ensino e Pró-Reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação Mauri Luiz Heerdt Pró-Reitora de Administração Acadêmica Miriam de Fátima Bora Rosa Pró-Reitor de Desenvolvimento e Inovação Institucional Valter Alves Schmitz Neto Diretora do Campus Universitário de Tubarão Milene Pacheco Kindermann Diretor do Campus Universitário da Grande Florianópolis Hércules Nunes de Araújo Secretária-Geral de Ensino Solange Antunes de Souza Diretora do Campus Universitário UnisulVirtual Jucimara Roesler Equipe UnisulVirtual Diretor Adjunto Moacir Heerdt Secretaria Executiva e Cerimonial Jackson Schuelter Wiggers (Coord.) Marcelo Fraiberg Machado Tenille Catarina Assessoria de Assuntos Internacionais Murilo Matos Mendonça Assessoria de Relação com Poder Público e Forças Armadas Adenir Siqueira Viana Walter Félix Cardoso Junior Assessoria DAD - Disciplinas a Distância Patrícia da Silva Meneghel (Coord.) Carlos Alberto Areias Cláudia Berh V. da Silva Conceição Aparecida Kindermann Luiz Fernando Meneghel Renata Souza de A. Subtil Assessoria de Inovação e Qualidade de EAD Denia Falcão de Bittencourt (Coord.) Andrea Ouriques Balbinot Carmen Maria Cipriani Pandini Assessoria de Tecnologia Osmar de Oliveira Braz Júnior (Coord.) Felipe Fernandes Felipe Jacson de Freitas Jefferson Amorin Oliveira Phelipe Luiz Winter da Silva Priscila da Silva Rodrigo Battistotti Pimpão Tamara Bruna Ferreira da Silva Coordenação Cursos Coordenadores de UNA Diva Marília Flemming Marciel Evangelista Catâneo Roberto Iunskovski Auxiliares de Coordenação Ana Denise Goularte de Souza Camile Martinelli Silveira Fabiana Lange Patricio Tânia Regina Goularte Waltemann Coordenadores Graduação Aloísio José Rodrigues Ana Luísa Mülbert Ana Paula R.Pacheco Artur Beck Neto Bernardino José da Silva Charles Odair Cesconetto da Silva Dilsa Mondardo Diva Marília Flemming Horácio Dutra Mello Itamar Pedro Bevilaqua Jairo Afonso Henkes Janaína Baeta Neves Jorge Alexandre Nogared Cardoso José Carlos da Silva Junior José Gabriel da Silva José Humberto Dias de Toledo Joseane Borges de Miranda Luiz G. Buchmann Figueiredo Marciel Evangelista Catâneo Maria Cristina Schweitzer Veit Maria da Graça Poyer Mauro Faccioni Filho Moacir Fogaça Nélio Herzmann Onei Tadeu Dutra Patrícia Fontanella Roberto Iunskovski Rose Clér Estivalete Beche Vice-Coordenadores Graduação Adriana Santos Rammê Bernardino José da Silva Catia Melissa Silveira Rodrigues Horácio Dutra Mello Jardel Mendes Vieira Joel Irineu Lohn José Carlos Noronha de Oliveira José Gabriel da Silva José Humberto Dias de Toledo Luciana Manfroi Rogério Santos da Costa Rosa Beatriz Madruga Pinheiro Sergio Sell Tatiana Lee Marques Valnei Carlos Denardin Sâmia Mônica Fortunato (Adjunta) Coordenadores Pós-Graduação Aloísio José Rodrigues Anelise Leal Vieira Cubas Bernardino José da Silva Carmen Maria Cipriani Pandini Daniela Ernani Monteiro Will Giovani de Paula Karla Leonora Dayse Nunes Letícia Cristina Bizarro Barbosa Luiz Otávio Botelho Lento Roberto Iunskovski Rodrigo Nunes Lunardelli Rogério Santos da Costa Thiago Coelho Soares Vera Rejane Niedersberg Schuhmacher Gerência Administração Acadêmica Angelita Marçal Flores (Gerente) Fernanda Farias Secretaria de Ensino a Distância Samara Josten Flores (Secretária de Ensino) Giane dos Passos (Secretária Acadêmica) Adenir Soares Júnior Alessandro Alves da Silva Andréa Luci Mandira Cristina Mara Schauffert Djeime Sammer Bortolotti Douglas Silveira Evilym Melo Livramento Fabiano Silva Michels Fabricio Botelho Espíndola Felipe Wronski Henrique Gisele Terezinha Cardoso Ferreira Indyanara Ramos Janaina Conceição Jorge Luiz Vilhar Malaquias Juliana Broering Martins Luana Borges da Silva Luana Tarsila Hellmann Luíza Koing Zumblick Maria José Rossetti Marilene de Fátima Capeleto Patricia A. Pereira de Carvalho Paulo Lisboa Cordeiro Paulo Mauricio Silveira Bubalo Rosângela Mara Siegel Simone Torres de Oliveira Vanessa Pereira Santos Metzker Vanilda Liordina Heerdt Gestão Documental Lamuniê Souza (Coord.) Clair Maria Cardoso Daniel Lucas de Medeiros Jaliza Thizon de Bona Guilherme Henrique Koerich Josiane Leal Marília Locks Fernandes Gerência Administrativa e Financeira Renato André Luz (Gerente) Ana Luise Wehrle Anderson Zandré Prudêncio Daniel Contessa Lisboa Naiara Jeremias da Rocha Rafael Bourdot Back Thais Helena Bonetti Valmir Venício Inácio Gerência de Ensino, Pesquisa e Extensão Janaína Baeta Neves (Gerente) Aracelli Araldi Elaboração de Projeto Carolina Hoeller da Silva Boing Vanderlei Brasil Francielle Arruda Rampelotte Reconhecimento de Curso Maria de Fátima Martins Extensão Maria Cristina Veit (Coord.) Pesquisa Daniela E. M. Will (Coord. PUIP, PUIC, PIBIC) Mauro Faccioni Filho (Coord. Nuvem) Pós-Graduação Anelise Leal Vieira Cubas (Coord.) Biblioteca Salete Cecília e Souza (Coord.) Paula Sanhudo da Silva Marília Ignacio de Espíndola Renan Felipe Cascaes Gestão Docente e Discente Enzo de Oliveira Moreira (Coord.) Capacitação e Assessoria ao Docente Alessandra de Oliveira (Assessoria) Adriana Silveira Alexandre Wagner da Rocha Elaine Cristiane Surian (Capacitação) Elizete De Marco Fabiana Pereira Iris de Souza Barros Juliana Cardoso Esmeraldino Maria Lina Moratelli Prado Simone Zigunovas Tutoria e Suporte Anderson da Silveira (Núcleo Comunicação) Claudia N. Nascimento (Núcleo Norte- Nordeste) Maria Eugênia F. Celeghin (Núcleo Pólos) Andreza Talles Cascais Daniela Cassol Peres Débora Cristina Silveira Ednéia Araujo Alberto (Núcleo Sudeste) Francine Cardoso da Silva Janaina Conceição (Núcleo Sul) Joice de Castro Peres Karla F. Wisniewski Desengrini Kelin Buss Liana Ferreira Luiz Antônio Pires Maria Aparecida Teixeira Mayara de Oliveira Bastos Michael Mattar Patrícia de Souza Amorim Poliana Simao Schenon Souza Preto Gerência de Desenho e Desenvolvimento de Materiais Didáticos Márcia Loch (Gerente) Desenho Educacional Cristina Klipp de Oliveira (Coord. Grad./DAD) Roseli A. Rocha Moterle (Coord. Pós/Ext.) Aline Cassol Daga Aline Pimentel Carmelita Schulze Daniela Siqueira de Menezes Delma Cristiane Morari Eliete de Oliveira Costa Eloísa Machado Seemann Flavia Lumi Matuzawa Geovania Japiassu Martins Isabel Zoldan da Veiga Rambo João Marcos de Souza Alves Leandro Romanó Bamberg Lygia Pereira Lis Airê Fogolari Luiz Henrique Milani Queriquelli Marcelo Tavares de Souza Campos Mariana Aparecida dos Santos Marina Melhado Gomes da Silva Marina Cabeda Egger Moellwald Mirian Elizabet Hahmeyer Collares Elpo Pâmella Rocha Flores da Silva Rafael da Cunha Lara Roberta de Fátima Martins Roseli Aparecida Rocha Moterle Sabrina Bleicher Verônica Ribas Cúrcio Acessibilidade Vanessa de Andrade Manoel (Coord.) Letícia Regiane Da Silva Tobal Mariella Gloria Rodrigues Vanesa Montagna Avaliação da aprendizagem Claudia Gabriela Dreher Jaqueline Cardozo Polla Nágila Cristina Hinckel Sabrina Paula Soares Scaranto Thayanny Aparecida B. da Conceição Gerência de Logística Jeferson Cassiano A. da Costa (Gerente) Logísitca de Materiais Carlos Eduardo D. da Silva (Coord.) Abraao do Nascimento Germano Bruna Maciel Fernando Sardão da Silva Fylippy Margino dos Santos Guilherme Lentz Marlon Eliseu Pereira Pablo Varela da Silveira Rubens Amorim Yslann David Melo Cordeiro Avaliações Presenciais Graciele M. Lindenmayr (Coord.) Ana Paula de Andrade Angelica Cristina Gollo Cristilaine Medeiros Daiana Cristina Bortolotti Delano Pinheiro Gomes Edson Martins Rosa Junior Fernando Steimbach Fernando Oliveira Santos Lisdeise Nunes Felipe Marcelo Ramos Marcio Ventura Osni Jose Seidler Junior Thais Bortolotti Gerência de Marketing Eliza B. Dallanhol Locks (Gerente) Relacionamento com o Mercado Alvaro José Souto Relacionamento com Polos Presenciais Alex Fabiano Wehrle (Coord.) Jeferson Pandolfo Karine Augusta Zanoni Marcia Luz de Oliveira Mayara Pereira Rosa Luciana Tomadão Borguetti Assuntos Jurídicos Bruno Lucion Roso Sheila Cristina Martins Marketing Estratégico Rafael Bavaresco Bongiolo Portal e Comunicação Catia Melissa Silveira Rodrigues Andreia Drewes Luiz Felipe Buchmann Figueiredo Rafael Pessi Gerência de Produção Arthur Emmanuel F. Silveira (Gerente) Francini Ferreira Dias Design Visual Pedro Paulo Alves Teixeira (Coord.) Alberto Regis Elias Alex Sandro Xavier Anne Cristyne Pereira Cristiano Neri Gonçalves Ribeiro Daiana Ferreira Cassanego Davi Pieper Diogo Rafael da Silva Edison Rodrigo Valim Fernanda Fernandes Frederico Trilha Jordana Paula Schulka Marcelo Neri da Silva Nelson Rosa Noemia Souza Mesquita Oberdan Porto Leal Piantino Multimídia Sérgio Giron (Coord.) Dandara Lemos Reynaldo Cleber Magri Fernando Gustav Soares Lima Josué Lange Conferência (e-ola) Carla Fabiana Feltrin Raimundo (Coord.) Bruno Augusto Zunino Gabriel Barbosa Produção Industrial Marcelo Bittencourt (Coord.) Gerência Serviço de Atenção Integral ao Acadêmico Maria Isabel Aragon (Gerente) Ana Paula Batista Detóni André Luiz Portes Carolina Dias Damasceno Cleide Inácio Goulart Seeman Denise Fernandes Francielle Fernandes Holdrin Milet Brandão Jenniffer Camargo Jessica da Silva Bruchado Jonatas Collaço de Souza Juliana Cardoso da Silva Juliana Elen Tizian Kamilla Rosa Mariana Souza Marilene Fátima Capeleto Maurício dos Santos Augusto Maycon de Sousa Candido Monique Napoli Ribeiro Priscilla Geovana Pagani Sabrina Mari Kawano Gonçalves Scheila Cristina Martins Taize Muller Tatiane Crestani Trentin

4 Rafael Dall Agnol Direito Agrário Livro didático Design instrucional Isabel Rambo Palhoça UnisulVirtual 2012

5 Copyright UnisulVirtual 2012 Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida por qualquer meio sem a prévia autorização desta instituição. Edição Livro Didático Professor Conteudista Rafael Dall Agnol Design Instrucional Isabel Rambo Projeto Gráfico e Capa Equipe UnisulVirtual Diagramação Diogo Silva Revisão Smirna Cavalheiro D15 Dall Agnol, Rafael Direito agrário : livro didático / Rafael Dall Agnol ; design instrucional Isabel Rambo. Palhoça : UnisulVirtual, p. : il. ; 28 cm. Inclui bibliografia. 1. Direito agrário. 2. Direito ambiental. 3. Tutela I. Rambo, Isabel. II. Título. Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Universitária da Unisul

6 Sumário Apresentação...7 Palavras do Professor...9 Plano de estudo UNIDADE 1 - Constituição jurídica das organizações produtivas UNIDADE 2 - O fundo do comércio e a proteção à propriedade industrial e os contratos agrários UNIDADE 3 - O Estatuto da Cidade e a política agrária brasileira UNIDADE 4 - Tutela jurídico-ambiental brasileira Para concluir o estudo Referências Sobre o professor conteudista Respostas e comentários das atividades de autoavaliação Biblioteca Virtual...181

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8 Apresentação Este livro didático corresponde à disciplina Direito Agrário. O material foi elaborado visando a uma aprendizagem autônoma e aborda conteúdos especialmente selecionados e relacionados à sua área de formação. Ao adotar uma linguagem didática e dialógica, objetivamos facilitar seu estudo a distância, proporcionando condições favoráveis às múltiplas interações e a um aprendizado contextualizado e eficaz. Lembre-se que sua caminhada, nesta disciplina, será acompanhada e monitorada constantemente pelo Sistema Tutorial da UnisulVirtual, por isso a distância fica caracterizada somente na modalidade de ensino que você optou para sua formação, pois na relação de aprendizagem professores e instituição estarão sempre conectados com você. Então, sempre que sentir necessidade entre em contato; você tem à disposição diversas ferramentas e canais de acesso tais como: telefone, e o Espaço Unisul Virtual de Aprendizagem, que é o canal mais recomendado, pois tudo o que for enviado e recebido fica registrado para seu maior controle e comodidade. Nossa equipe técnica e pedagógica terá o maior prazer em lhe atender, pois sua aprendizagem é o nosso principal objetivo. Bom estudo e sucesso! Equipe UnisulVirtual. 7

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10 Palavras do Professor Caro(a) estudante, Seja bem-vindo(a) à disciplina de Direito Agrário. Na elaboração deste material tomamos o cuidado de desenvolver algo aplicável ao conjunto das demais disciplinas a serem concluídas pelo(a) acadêmico(a) ao longo de sua formação. Pensamos na consolidação de uma visão diferenciada da abordagem tradicional dos temas jurídicos. Com a constante preocupação com a linguagem utilizada, no intuito de torná-la simples e agradável à leitura, tomando por perfil pessoas que não buscam a formação jurídica clássica, e sim acreditam que o conhecimento de temas jurídicos aplicáveis à sua área de formação são fundamentais para o bom desenvolvimento da sua rotina profissional. Em nosso material temos como ponto de partida os conceitos básicos de sociedade e sua própria formação. Pela própria evolução realística, mercadológica e empresarial, há necessidade de desmitificar a propriedade industrial e a concorrência desleal. Para finalizar os estudos, reconheceremos o atual cenário brasileiro no tocante à tutela protetiva do meio ambiente, incluído as espécies de licenciamento ambiental e o procedimento para sua concessão pelo órgão ambiental responsável. Rafael Dall Agnol

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12 Plano de estudo O plano de estudos visa a orientá-lo no desenvolvimento da disciplina. Ele possui elementos que o ajudarão a conhecer o contexto da disciplina e a organizar o seu tempo de estudos. O processo de ensino e aprendizagem na UnisulVirtual leva em conta instrumentos que se articulam e se complementam, portanto, a construção de competências se dá sobre a articulação de metodologias e por meio das diversas formas de ação/mediação. São elementos desse processo: o livro didático; o Espaço UnisulVirtual de Aprendizagem (EVA); as atividades de avaliação (a distância, presenciais e de autoavaliação); o Sistema Tutorial. Ementa Antecedentes históricos. Estatuto da Terra. Função Social da propriedade. Direito agrário e o meio ambiente. Propriedade imobiliária. Reforma agrária. Cadastro rural. Zoneamento. Imposto sobre a propriedade territorial rural. Teoria geral dos contratos agrários. Princípios específicos dos contratos de arrendamento e parceria rural. Usucapião especial rural. Crédito rural.

13 Universidade do Sul de Santa Catarina Objetivos da disciplina Geral Transmitir informações e teorias relacionadas ao direito empresarial e ambiental, capacitando os futuros profissionais do agronegócio no reconhecimento e aplicação da tutela jurídica empresarial e ambiental em nosso país. Específicos Conferir aplicação e utilidade das informações e teorias relacionadas ao direito empresarial. Criar e cooperar com a consciência cívica e de cidadania voltada à questão ambiental. Detectar o conhecimento empírico e descobrir o conteúdo técnico relacionado. Ter a consciência da operação jurídica ambiental de uma organização, bem como atentar-se à importância da observância do aspecto legal para o profícuo desenvolvimento da mesma. Carga horária A carga horária total da disciplina é 60 horas-aula. 12

14 Direito Agrário Conteúdo programático/objetivos Veja, a seguir, as unidades que compõem o livro didático desta disciplina e os seus respectivos objetivos. Estes se referem aos resultados que você deverá alcançar ao final de uma etapa de estudo. Os objetivos de cada unidade definem o conjunto de conhecimentos que você deverá possuir para o desenvolvimento de habilidades e competências necessárias à sua formação. Unidades de estudo: 4 Unidade 1 - Constituição jurídica das organizações produtivas Nesta unidade de estudo você irá reconhecer as espécies e as formas de constituição das pessoas jurídicas no Brasil. Partindo da análise conceitual, identificará a formação das sociedades empresariais e a sua atuação como organização produtiva, com a análise da legislação aplicável, incluindo neste estudo o Código Civil brasileiro, importante regulamentador desta temática. Unidade 2 - O fundo do comércio e a proteção à propriedade industrial O que é e como é formado o fundo do comércio? Nesta unidade, um dos nossos desafios é exatamente formularmos uma resposta a estas duas perguntas. Você aprenderá a importância deste fundo para as organizações e como ocorre sua formação no campo jurídico. Ainda nesta unidade, porém, com tamanha relevância para seus estudos, será apresentada a Propriedade Industrial e a formação da concorrência desleal, lembrando-se sempre que para estes temas o nosso viés de estudo é a questão legal dos assuntos abordados. 13

15 Universidade do Sul de Santa Catarina Unidade 3 - O Estatuto da Cidade e a Política Agrária Brasileira Para esta unidade está reservado um momento especial: Como os legisladores pensaram a questão do Planejamento do Espaço urbano e rural no Brasil. Você será capaz de compreender de que forma estes dois principais documentos, O Estatuto da Cidade e a Política Agrária Brasileira, são fundamentais para a definição das políticas de ocupação do solo. Neste momento, é preciso ter mais que olhos de estudante, é preciso olhar criticamente como um cidadão, que fatalmente irá desenvolver suas ocupações seja nos centros urbanos ou em áreas rurais. Unidade 4 - Tutela jurídica ambiental brasileira O direito agrário sempre esteve intimamente ligado ao direito ambiental, tanto é que muitos autores ainda não os desassociam em seus estudos. Nesta unidade você irá estudar a Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA), com a compreensão dos órgãos de compõem o Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA). Haverá um grande reconhecimento do jogo de siglas que norteiam as competências de órgãos como, por exemplo, o MMA, IBAMA e CONAMA. Ainda nesta unidade você irá estudar as espécies de licenças ambientais, sendo capaz de dominar as demais siglas como LAI, LAP e LAO. 14

16 Direito Agrário Agenda de atividades/cronograma Verifique com atenção o EVA, organize-se para acessar periodicamente a sala da disciplina. O sucesso nos seus estudos depende da priorização do tempo para a leitura, da realização de análises e sínteses do conteúdo e da interação com os seus colegas e professor. Não perca os prazos das atividades. Registre no espaço a seguir as datas com base no cronograma da disciplina disponibilizado no EVA. Use o quadro para agendar e programar as atividades relativas ao desenvolvimento da disciplina. Atividades obrigatórias Demais atividades (registro pessoal) 15

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18 UNIDADE 1 Constituição jurídica das organizações produtivas 1 Objetivos de aprendizagem Reconhecer a formação e o desenvolvimento dos principais setores de produção por meio da atuação da atividade empresarial. Analisar as formas de constituição jurídica das empresas. Seções de estudo Seção 1 Seção 2 Seção 3 Pessoas jurídicas Empresas Tipos de sociedades empresariais

19 Universidade do Sul de Santa Catarina Para início de estudo No atual mercado globalizado, apenas sobrevivem às ondas econômicas e às tendências súbitas do sistema financeiro as organizações que tiverem uma base sólida. Um bom ponto de partida para a solidez de um negócio é a sua própria constituição jurídica, ou seja, como a organização está formalizada e qual a legislação aplicada à sua gestão e organização. A concepção jurídica de uma organização produtiva posiciona esta tanto no âmbito interno, ditando regras de gestão, quanto no mundo externo, tendo em vista que cada modelo legal de constituição fixará uma forma de responder aos movimentos organizacionais frente ao mercado, seja por questões fiscais ou tributárias. Seção 1 Pessoas jurídicas Tem-se referência a respeito das pessoas jurídicas de direito público e de direito privado desde a Roma antiga. Os romanos entendiam o ESTADO como PESSOA que tinha patrimônio, contraía obrigações, libertava escravos, recolhia heranças, legados, estabelecia relações jurídicas etc. A real compreensão dos elementos que distinguem as pessoas jurídicas das pessoas naturais que a compõem é fundamental para definirmos a responsabilidade de cada elemento, ainda mais quando os interesses são mútuos, ou seja, a boa saúde legal da pessoa jurídica trará consequências diretas à pessoa física e, na maioria das vezes, a recíproca será verdadeira, como passaremos a estudar. Pessoas jurídicas são entidades às quais a lei confere personalidade, capacitando-as a serem sujeitos de direitos e de deveres. 18

20 Direito Agrário Marcus Cláudio Acquaviva (1999, p ) traz outro bom exemplo, para ele: Chama-se pessoa jurídica, coletiva ou moral o ente ideal, abstrato, racional, que, sem constituir uma realidade do mundo sensível, pertence ao mundo das instituições ou ideais destinados a perdurar no tempo. A pessoa jurídica pode ser formada por pessoas naturais [...] ou bens, no caso da fundação [...]. A pessoa tem existência que independe de cada um dos indivíduos que a integram, e seu objetivo é próprio, destacado da simples soma dos objetivos daqueles que dela participam. O certo é que a pessoa jurídica é hoje uma instituição por meio da qual um agrupamento adquire personalidade distinta das de seus componentes. De acordo com o critério utilizado pelo Código Civil, Lei n , de 10 de janeiro de 2002, as pessoas jurídicas são divididas em duas grandes classes: pessoas jurídicas de direito público e pessoas jurídicas de direito privado. As pessoas jurídicas de direito público ainda subdividem-se em pessoas jurídicas de direito público interno e pessoas jurídicas de direito público externo. Assim determina o texto da lei: Art. 40. As pessoas jurídicas são de direito público, interno ou externo, e de direito privado. Art. 41. São pessoas jurídicas de direito público interno: I a União; II os Estados, o Distrito Federal e os Territórios; III os Municípios; IV as autarquias, inclusive as associações públicas; V as demais entidades de caráter público criadas por lei. Unidade 1 19

21 Universidade do Sul de Santa Catarina Parágrafo único. Salvo disposição em contrário, as pessoas jurídicas de direito público, a que se tenha dado estrutura de direito privado, regem-se, no que couber, quanto ao seu funcionamento, pelas normas deste Código. Art. 42. São pessoas jurídicas de direito público externo os Estados estrangeiros e todas as pessoas que forem regidas pelo direito internacional público. Portanto, o art. 40 do Código Civil/2002 nos traz as pessoas jurídicas de direito público interno, a saber: a União, os Estados, o Distrito Federal, os Territórios, Municípios, autarquias e outras entidades de caráter público criadas pela lei. No que se reporta às autarquias, temos como exemplo a OAB e o INMETRO, e quanto às entidades de caráter público criadas por lei, os partidos políticos são um exemplo clássico. Ainda conforme o Código Civil/2002, o art. 42 estabelece que as pessoas jurídicas de direito público externo são os Estados estrangeiros e as pessoas que forem regidas pelo direito internacional público. Exemplo destas são organizações como a ONU e a Santa Sé. A Santa Sé é a sede administrava da Igreja Católica, localizada no Vaticano. A personalidade jurídica do Estado, em direito das gentes, dizse originária, enquanto derivada a das organizações. (REZECK, 1998, p. 155). Por outro lado, as pessoas jurídicas de direito privado têm previsão no art. 44 do Código Civil/2002, a saber: 20

22 Direito Agrário Art. 44. São pessoas jurídicas de direito privado: I as associações; II as sociedades; III as fundações. IV as organizações religiosas; (Incluído pela Lei nº , de ) V os partidos políticos. (Incluído pela Lei nº , de ) 1 São livres a criação, a organização, a estruturação interna e o funcionamento das organizações religiosas, sendo vedado ao poder público negar-lhes reconhecimento ou registro dos atos constitutivos e necessários ao seu funcionamento. (Incluído pela Lei nº , de ) 2 As disposições concernentes às associações aplicamse subsidiariamente às sociedades que são objeto do Livro II da Parte Especial deste Código. (Incluído pela Lei nº , de ) 3 Os partidos políticos serão organizados e funcionarão conforme o disposto em lei específica. (Incluído pela Lei nº , de ) Portanto, para o enredo desta disciplina, tomam posição de destaque as associações, fundações e sociedades, as quais pertencem à autonomia privada e objetivam fins e interesses comuns de particulares. As organizações religiosas e partidos políticos, antes da alteração desse artigo, eram tidos como associações civis (pessoas jurídicas peculiares). O atual regulamento dá-lhes tratamento diferenciado. Unidade 1 21

23 Universidade do Sul de Santa Catarina No quadro abaixo podemos observar a distinção básica entre as fundações e as associações: Associações fins próprios (dos sócios) fins alteráveis patrimônio: - sócios vão formando - só instrumento deliberações livres órgãos dominantes Fundações fins alheios (do instituidor) fins imutáveis patrimônio: - fornecido pelo instituidor - essencial deliberações delimitadas pelo instituidor e fiscalizadas pelo Ministério Público órgãos servientes A associação está ligada a fins ideais e não econômicos. Seus componentes são os associados e ela é criada por estatutos em assembleia de fundadores. Os associados ligam-se ou desligam-se da mesma durante o decorrer da sua vida e na conformidade do contido nos termos do estatuto social. As associações são formadas por conjuntos de pessoas (associados) que se reúnem para realizar um fim comum. Elas podem ser civis, religiosas, pias, morais, científicas ou literárias e de utilidade pública. Não têm finalidade lucrativa e os valores que arrecadarem serão utilizados na aplicação da sua finalidade ou incorporados ao patrimônio da mesma. As fundações se caracterizam pela afetação patrimonial; além disso, os fins são externos e determinados pelo instituidor. Elas podem ser particulares ou públicas. Particulares: pessoa jurídica de direito privado. Objeto de estudo do Direito Privado (arts. 62 a 69, Código Civil/2002); 22

24 Direito Agrário Públicas: pessoa jurídica de direito público. Objeto de estudo do Direito Administrativo. Pesquise sobre a atuação de associações junto à sua comunidade, especificamente em seu bairro. Procure saber o que fazem e como contribuem, interagindo com os moradores de sua região de residência. Conforme o Código Civil/2002, art. 45, as pessoas jurídicas só existem legalmente quando da inscrição de seu ato constitutivo no respectivo registro. Determina também o mesmo artigo que poderá, antes ainda, ser necessária a autorização do Poder Executivo, averbando-se no registro todas as alterações por que passar o ato constitutivo. Por sua vez, a capacidade da pessoa jurídica é proveniente da personalidade que a ordem jurídica lhe reconhece por ocasião de seu registro em órgão competente. Uma vez registrada e constituída, essa capacidade estende-se a todos os campos do direito, não se limitando à esfera patrimonial; tem direito à identificação, sendo dotada de uma denominação, de um domicílio e de uma nacionalidade. Desta feita, cabe ao Estado a fiscalização das pessoas jurídicas de direito privado. As sociedades e associações, ao serem criadas, devem obedecer ao requisito do prévio registro formal. A pessoa jurídica tem capacidade para exercer todos os direitos compatíveis com a natureza especial de sua personalidade. Faremos agora uma breve análise das características e elementos essenciais que compõem uma pessoa jurídica de modo geral: Unidade 1 23

25 Universidade do Sul de Santa Catarina a) Características:»» Personalidade distinta da de seus instituidores.»» Patrimônio distinto do de seus membros.»» Vedação ao exercício de atos privativos às pessoas naturais (casamento, adoção etc.).»» Pode ser sujeito passivo ou ativo na seara cível e criminal. b) Elementos essenciais (requisitos para constituição):»» Vontade humana criadora.»» Reunião de pessoas ou destinação de um dado patrimônio a certo escopo (objetivo, desiderato).»» Licitude de seu objetivo.»» Capacidade jurídica reconhecida no ordenamento jurídico.»» Atendimento às formalidades legais. Existem, ainda, as chamadas sociedades estritamente naturais: aquelas que encontram a sua finalidade na animalidade social do homem, que são a sociedade doméstica (família e a sociedade conjugal) e a sociedade civil (os grupos sociais as cidades o conjunto da totalidade das famílias). Pessoa jurídica é a unidade de pessoas naturais ou de patrimônio, que visa à consecução de certos fins, reconhecida pela ordem jurídica como sujeito de direitos e obrigações; sendo três os seus requisitos: organização de pessoas ou de bens; licitude de seus propósitos ou fins; e capacidade jurídica reconhecida por norma. 24

26 Direito Agrário Seção 2 Empresas Podemos observar no art. 966 do Código Civil/2002 o conceito próprio de empresário, em que resta da leitura do dispositivo que se considera empresário quem exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou circulação de bens ou de serviços. A habitualidade profissional e a organização do empreendimento em busca do ganho econômico não são novidades ao nosso sistema jurídico, uma vez que sempre serviram à noção dos atos do comércio e ao regime comercial vigente até a vigência do Código Civil atual. Oliveira (2008, p. 123) ensina que o empresário, pessoa física ou jurídica, é o sujeito de direitos que organiza a empresa e assume o risco do empreendimento, com profissionalidade. O conceito jurídico de empresa pode ser considerado como o exercício organizado ou profissional de atividade econômica para a produção ou a circulação de bens ou de serviços. Por exercício profissional da atividade econômica, elemento que integra o núcleo do conceito de empresa, pode-se entender a exploração de atividade com finalidade lucrativa. Salientamos que no tocante ao agropecuarista, o Código Civil/2002, em seu art. 971, quase abandonou a postura paternalista histórica do direito civil brasileiro ao prever que: O empresário (produtor rural), cuja atividade rural constitua sua principal profissão, pode, observadas as formalidades de que tratam o art. 968 e seus parágrafos, requerer inscrição no Registro Público de Empresas Mercantis da respectiva sede, caso em que, depois de inscrito, ficará equiparado, para todos os efeitos, ao empresário sujeito a registro no Registro Público de Empresas Mercantis (art. 971). Unidade 1 25

27 Universidade do Sul de Santa Catarina Produtor rural é a pessoa física pessoa natural que explora a terra visando à produção vegetal, à criação de animais produção animal e também à industrialização artesanal desses produtos primários produção agroindustrial. Por exemplo, as feiras Direto do Colono, na maioria dos grandes centros urbanos. A lei assegura tratamento favorecido, diferenciado e simplificado ao empresário rural quanto à inscrição e aos efeitos daí decorrentes (art. 970), no entanto não informa como. Na sequência, podemos observar na leitura do Código Civil/2002 que, a partir do seu art. 981, a lei deixa claro o sentido real de uma sociedade, a saber: Art Celebram contrato de sociedade as pessoas que reciprocamente se obrigam a contribuir, com bens ou serviços, para o exercício de atividade econômica e a partilha, entre si, dos resultados. Parágrafo único. A atividade pode restringir-se à realização de um ou mais negócios determinados. Art Salvo as exceções expressas, considera-se empresária a sociedade que tem por objeto o exercício de atividade própria de empresário sujeito a registro (art. 967); e, simples, as demais. Parágrafo único. Independentemente de seu objeto, considera-se empresária a sociedade por ações; e, simples, a cooperativa. Art A sociedade empresária deve constituir-se segundo um dos tipos regulados nos arts a 1.092; a sociedade simples pode constituir-se de conformidade com um desses tipos, e, não o fazendo, subordina-se às normas que lhe são próprias. 26

28 Direito Agrário Parágrafo único. Ressalvam-se as disposições concernentes à sociedade em conta de participação e à cooperativa, bem como as constantes de leis especiais que, para o exercício de certas atividades, imponham a constituição da sociedade segundo determinado tipo. Art A sociedade que tenha por objeto o exercício de atividade própria de empresário rural e seja constituída, ou transformada, de acordo com um dos tipos de sociedade empresária, pode, com as formalidades do art. 968, requerer inscrição no Registro Público de Empresas Mercantis da sua sede, caso em que, depois de inscrita, ficará equiparada, para todos os efeitos, à sociedade empresária. Parágrafo único. Embora já constituída a sociedade segundo um daqueles tipos, o pedido de inscrição se subordinará, no que for aplicável, às normas que regem a transformação. Art A sociedade adquire personalidade jurídica com a inscrição, no registro próprio e na forma da lei, dos seus atos constitutivos (arts. 45 e 1.150). Salientamos que como não há de fato uma definição de empresa no Código Civil, para entender quais são os seus elementos existe uma grande dificuldade, pois, à luz do dispositivo jurídico, não se considera empresário quem exerce profissão intelectual, de natureza científica, literária ou artística, ainda que com o concurso de auxiliares ou colaboradores, salvo se o exercício da profissão constituir elemento de empresa. Pessoa física que atua individualmente, não considerada empresário, se refere à figura do autônomo. Exemplos: engenheiro, arquiteto, contador, professor. Em linhas gerais, o empresário engloba as atividades comerciais, industriais e de serviços comuns (não intelectuais), exercidas com um mínimo de organização básica e de forma individual. Unidade 1 27

29 Universidade do Sul de Santa Catarina Um condomínio residencial pode ser considerado uma empresa ou é uma pessoa jurídica? Nem uma coisa, nem outra. Condomínio não pode ser considerado uma empresa inicialmente pelo simples fato de não ser o lucro o seu objetivo. De acordo com a legislação vigente, os condomínios são classificados como entes despersonalizados, ou seja, aqueles que, embora sejam capazes de adquirir direitos e contrair obrigações, não preenchem as condições legais e formais para serem enquadrados como pessoas jurídicas, por falta de alguns requisitos ou pela sua situação jurídica sui generis. Seção 3 Tipos de sociedades empresariais A sociedade empresária tem por objeto o exercício de atividade própria de empresário sujeito ao registro, inclusive a sociedade por ações, independentemente de seu objeto. As sociedades comerciais são consideradas, ao lado das sociedades civis, sujeitos de direito e, portanto, com personalidade própria; ou seja, com aptidão, enquanto pessoas jurídicas que são, para exercer direitos e contrair obrigações. A personalidade jurídica da sociedade comercial não se confunde com a personalidade de seus sócios. Desta forma, o capital social da sociedade não tem relação com a fortuna individual ou particular dos sócios. E as obrigações assumidas pelos sócios só os afetam até o limite de suas responsabilidades, conforme as normas legais prescritas para cada tipo de sociedade. As sociedades, como pessoas jurídicas que são, tornam-se titulares de direitos próprios independente dos de seus membros 28

30 Direito Agrário ou sócios. Elas têm direitos, obrigações e patrimônios próprios, distintos dos de seus sócios. Em relação aos tipos mais usuais de sociedades, podemos reconhecer no novo Código Civil/2002, Lei n , de 10 de janeiro de 2002: Sociedade em conta de participação É formada entre o sócio ostensivo, uma empresa e os sócios participantes, investidores, para a realização de um determinado negócio. Somente o sócio ostensivo fica responsável perante terceiros pelas obrigações da sociedade, sendo o sócio participante responsável somente perante o sócio ostensivo. Desta forma, perante terceiros, fornecedores, funcionários e órgão públicos há somente o sócio ostensivo e a sociedade somente tem valor entre os sócios. Este tipo de sociedade não necessita de registro, basta somente o contrato entre os sócios e qualquer registro que tenha não lhe confere personalidade jurídica. O sócio participante não pode tomar parte nas relações do sócio ostensivo com terceiros, sob pena de responder solidariamente com este pelas obrigações em que intervier, podendo, contudo, fiscalizar a gestão dos negócios sociais. Aplica-se à sociedade em conta de participação, subsidiariamente e no que com ela for compatível, o disposto para a sociedade simples, e a sua liquidação rege-se pelas normas relativas à prestação de contas, na forma da lei processual. Em resumo, a sociedade em conta de participação é a união formada por uma empresa, que seria o sócio ostensivo, e os sócios participantes, que entram com uma parte do investimento para a realização de um negócio. A participação dos sócios deve ser controlada em conta especial e após apurados os resultados, os quais serão distribuídos de acordo com participação de cada sócio. Unidade 1 29

31 Universidade do Sul de Santa Catarina Sociedade simples São as anteriormente denominadas sociedades civis, constituídas com a finalidade de prestação de serviços. Este tipo de sociedade deve ter seus atos constitutivos registrados nos órgãos de registro. Essas sociedades são regidas por normas próprias das sociedades simples de acordo com o estabelecido no Código Civil/2002. Constituem-se por pessoas que reciprocamente se obrigam a contribuir com bens ou serviços para o exercício de atividade econômica e a partilha, entre si, dos resultados, não tendo por objeto o exercício de atividade própria de empresário (arts. 981 e 982). A sociedade simples é considerada pessoa jurídica, formada por pessoas que exercem profissão intelectual (gênero, características comuns), de natureza científica, literária ou artística (espécies, condição), mesmo se contar com auxiliares ou colaboradores, salvo se o exercício da profissão constituir elemento de empresa (parágrafo único do art. 966). Dois médicos constituem um consultório médico; dois dentistas constituem um consultório odontológico. Dentre as características, destacam-se: Além de integralizar o capital social em dinheiro, poderá o sócio fazê-lo em contribuição em serviços. Os sócios respondem, ou não, subsidiariamente pelas obrigações sociais, conforme previsão contratual. Capital social expresso em moeda corrente ou outra espécie de bem, suscetível de avaliação pecuniária. Registro da empresa no Cartório das Pessoas Jurídicas em até 30 dias da constituição (art. 998). 30

32 Direito Agrário Responsabilidade ilimitada dos sócios. Responsabilidade solidária do sócio cedente das cotas para com o cessionário, até dois anos após alteração e averbação de sua saída. Os sócios respondem na proporção da participação das cotas, salvo se houver cláusula de responsabilidade solidária. Impossibilidade de excluir sócio na participação dos lucros ou perdas. O credor de sócio de empresa pode, não havendo outros bens, requerer a execução nos lucros da empresa. Retirada espontânea de sócio: aviso prévio de 60 dias, em caso de contrato por prazo indeterminado; ou judicialmente, se o contrato for por prazo determinado. A sociedade simples poderá, se quiser, adotar as regras que lhes são próprias ou, ainda, um dos seguintes tipos societários: sociedade em nome coletivo, sociedade em comandita simples ou sociedade limitada. Sociedade empresária É aquela que exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou circulação de bens ou de serviços, constituindo elemento de empresa. A sociedade empresária é considerada pessoa jurídica. Exemplo: sociedades comerciais em geral. A sociedade empresária deve constituir-se segundo um dos tipos regulados nos arts a do código Civil a) Sociedade em nome coletivo. b) Sociedade em comandita simples. c) Sociedade limitada (mais comum). d) Sociedade anônima. e) Sociedade em comandita por ações. Unidade 1 31

33 Universidade do Sul de Santa Catarina a. Sociedade em nome coletivo São sociedades formadas unicamente por pessoas físicas, sendo que os sócios respondem solidaria e ilimitadamente pelas obrigações da sociedade. Sem prejuízo da responsabilidade perante terceiros, os sócios podem limitar entre si as suas responsabilidades no contrato social. b. Sociedade em comandita simples A sociedade em comandita simples é uma sociedade formada por dois tipos de sócios, os comanditados, pessoas físicas responsáveis solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais; e os comanditários, obrigados somente pelo valor da sua quota. Neste tipo de contrato devem ser discriminados os sócios comanditados e os comanditários. Os sócios comanditários não podem praticar atos em nome da sociedade nem ter seus nomes como parte da firma social, sob pena de ficarem sujeitos às responsabilidades dos sócios comanditados. Essa sociedade rege-se pelas normas da sociedade em nome coletivo e pelo Código Civil/2002. c. Sociedade limitada Esta é a forma mais comum de sociedade. Nela a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas de capital social, mas todos os sócios respondem solidariamente pela integralização do capital social. A sociedade limitada teve grandes alterações com a vigência do Código Civil/2002 e é regida pelas normas da sociedade simples, podendo os sócios prever a regência supletiva da sociedade limitada pelas normas das sociedades anônimas. A sociedade por quotas de responsabilidade veio para o Brasil via Portugal, primeiro país a adotar o modelo germânico por meio de lei, em No Brasil, é oriunda do projeto de Herculano Marcos Inglês de Sousa, apresentado ao Congresso em 32

34 Direito Agrário , o qual, uma vez aprovado, veio a constituir o Decreto nº 3.708, de Com as alterações impostas pelo CC/2002 os sócios podem designar administradores não sócios mediante instrumento que deverá ser arquivado junto aos atos constitutivos. Poderão, ainda, os sócios constituir um conselho fiscal composto por sócios ou não. Os sócios poderão deliberar sobre os assuntos da sociedade em reuniões ou assembleias, estas obrigatórias para os casos de sociedades com mais de dez sócios. Em suma, na sociedade limitada a responsabilidade dos sócios é restrita ao valor de suas quotas, mas todos respondem solidariamente pela integralização do capital social. A sociedade limitada rege-se pelo Código Civil/2002e, nas omissões, pelas normas da sociedade simples ou pelas da sociedade anônima, se assim o contrato social estabelecer. O capital social divide-se em quotas, iguais ou desiguais, cabendo uma ou diversas a cada sócio. Os sócios não poderão distribuir lucros ou realizar retiradas, se distribuídos com prejuízos do capital. d. Sociedade anônima Na sociedade anônima ou companhia, o capital é dividido em ações, obrigando-se cada sócio ou acionista somente pelo preço de emissão das ações que subscrever ou adquirir. A sociedade anônima rege-se por Lei Especial, a Lei n 6.404/1976. A sociedade anônima ainda possui normas, regulamentos e obrigações acessórias muito complexas, sendo utilizadas principalmente por grandes corporações. As empresas menores, que necessitam de maior agilidade nas tomadas de decisões, preferem a sociedade limitada, que ainda é bem mais simples mesmo com as alterações introduzidas pelo Código Civil/2002. Unidade 1 33

35 Universidade do Sul de Santa Catarina e. Sociedade em comandita por ações A sociedade em comandita por ações tem o capital dividido em ações, regendo-se pelas normas relativas à sociedade anônima, e opera sob firma ou denominação. Somente o acionista tem qualidade para administrar a sociedade e, como diretor, responde subsidiária e ilimitadamente pelas obrigações da mesma. Os diretores serão nomeados no ato constitutivo da sociedade, sem limitação de tempo, e somente poderão ser destituídos por deliberação de acionistas que representem, no mínimo, dois terços do capital social. Sociedade cooperativa A sociedade cooperativa rege-se pelo disposto no Código Civil/2002, ressalvada a legislação especial. São características da sociedade cooperativa: I variabilidade, ou dispensa do capital social; II concurso de sócios em número mínimo necessário a compor a administração da sociedade, sem limitação de número máximo; III limitação do valor da soma de quotas do capital social que cada sócio poderá tomar; IV intransferibilidade das quotas do capital a terceiros estranhos à sociedade, ainda que por herança; V quorum, para a assembléia geral funcionar e deliberar, fundado no número de sócios presentes à reunião, e não no capital social representado; VI direito de cada sócio a um só voto nas deliberações, tenha ou não capital a sociedade, e qualquer que seja o valor de sua participação; VII distribuição dos resultados, proporcionalmente ao valor das operações efetuadas pelo sócio com a sociedade, podendo ser atribuído juro fixo ao capital realizado; 34

36 Direito Agrário VIII indivisibilidade do fundo de reserva entre os sócios, ainda que em caso de dissolução da sociedade. Na sociedade cooperativa, a responsabilidade dos sócios pode ser limitada ou ilimitada. É limitada a responsabilidade na cooperativa em que o sócio responde somente pelo valor de suas quotas e pelo prejuízo verificado nas operações sociais, guardada a proporção de sua participação nas mesmas operações. É ilimitada a responsabilidade na cooperativa em que o sócio responde solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais. No que a lei for omissa, aplicam-se as disposições referentes à sociedade simples, resguardadas as características estabelecidas no art Sociedade unipessoal Com a publicação da Lei n /2011 foi acrescentado o inciso VI ao art. 44 do Código Civil/2002. Surge no cenário brasileiro a empresa individual de responsabilidade limitada - EIRELI. As EIRELIs, portanto, são pessoas jurídicas de direito privado. Também foi acrescentado o art. 980-A ao Código Civil/2002 com a seguinte redação: A empresa individual de responsabilidade limitada será constituída por uma única pessoa titular da totalidade do capital social, devidamente integralizado, que não será inferior a 100 (cem) vezes o maior salário-mínimo vigente no País. A conjugação dos dois dispositivos acrescentados institui no ordenamento jurídico brasileiro a pessoa jurídica constituída apenas por um único sócio, isto é, uma sociedade unipessoal de prazo indeterminado. Atento a tal constatação, o legislador também alterou o parágrafo único do art do Código Civil/2002, que já permitia Unidade 1 35

37 Universidade do Sul de Santa Catarina a existência de sociedade unipessoal de prazo determinado (180 dias) ou sua conversão em empresário individual com responsabilidade ilimitada. O novo texto do parágrafo único continua permitindo que uma sociedade unipessoal se converta no prazo de 180 dias em um empresário individual, mas agora prevê também a possibilidade de conversão em uma EIRELI. Vejamos o novo texto: Não se aplica o disposto no inciso IV caso o sócio remanescente, inclusive na hipótese de concentração de todas as cotas da sociedade sob sua titularidade, requeira, no Registro Público de Empresas Mercantis, a transformação do registro da sociedade para empresário individual ou para empresa individual de responsabilidade limitada, observado, no que couber, o disposto nos artigos a deste Código. Agora, portanto, na falta de pluralidade de sócios, não reconstituída no prazo de 180 dias, a sociedade será dissolvida, desde que não se converta em um empresário individual ou em uma EIRELI. O 6 do art. 980-A determina que se aplicam à EIRELI, no que couber, as mesmas regras previstas para as sociedades limitadas. Percebemos, portanto, que o direito é dinâmico e acompanha a evolução da sociedade, sendo desta forma uma tendência à formação de novas espécies de sociedade ou novas formas de concepção de pessoas jurídicas diferenciadas para atender à evolução do próprio mercado. Atenção à Lei n 9.605/98: lei destinada à proteção do meio ambiente que tipifica penalmente conduta de pessoa jurídica. Lei pioneira sobre a responsabilidade penal da pessoa jurídica. Os gestores da pessoa jurídica podem ser presos e a própria pessoa jurídica pode sofrer sanção penal. 36

38 Direito Agrário Legislação aplicada Podemos considerar como legislação aplicada o conjunto de normas jurídicas incidentes sobre uma matéria ou assunto. Neste conjunto devem ser também considerados não só leis, mas também decretos e resoluções; além de outros textos jurídicos que dão regulamentação ao assunto em análise. Para o avanço de nossos estudos, devem ser considerados no mínimo os textos legais a seguir apontados, os quais você poderá consultar um a um na maior base de normas jurídicas oficiais do Brasil, por meio do link: <http://www4.planalto.gov.br/ legislacao>. No site, utilize o item pesquisa de legislação. Muito além de conhecer a legislação aplicada às pessoas jurídicas, o importante nesta seção é que você saiba usar a ferramenta de busca. É necessário saber procurar e achar o texto da lei de maneira correta, sem correr o risco de realizar a leitura de um texto desatualizado ou já revogado. Portanto, faça a busca e a consequente leitura das seguintes normas jurídicas aplicáveis à unidade em estudo: Constituição Federal de 1988 Código Civil Código Civil/2002 (Lei n /2002) Lei n /2003 Lei n 6.404/1976 Lei n /2011 Lei n 9.605/1998 Lei n 5.764/1971 Lei n 9.317/ 1996 Unidade 1 37

39 Universidade do Sul de Santa Catarina Síntese Você verificou que a questão societária possui previsão no Código Civil de 2002, em seu Livro II, em que há a definição de que o contrato social é celebrado entre pessoas quando elas desejarem obrigar-se reciprocamente para contribuir, com bens e serviços, para o exercício de atividade econômica, bem como partilharem, entre si, dos resultados. A pessoa jurídica possui personalidade, a qual será adquirida com o registro de seu ato constitutivo em cartório ou na Junta Comercial, dependendo da espécie de pessoa jurídica. Pôde perceber também na estrutura legal brasileira a existência da sociedade não personificada, na qual todos os sócios respondem solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais; os bens sociais respondem pelos atos de gestão praticados por qualquer dos sócios (salvo pacto expresso limitativo de poderes a ser conhecido por terceiros); os bens e as dívidas sociais constituem patrimônio especial de titularidade comum dos sócios; os sócios somente por escrito podem provar a existência da sociedade, mas terceiros podem prová-la de qualquer modo. A personalidade capacita a pessoa jurídica para ser sujeito de direitos e obrigações. A pessoa jurídica passa a ter personalidade distinta da de seus sócios. Em caso de abuso da personalidade jurídica, caracterizado pelo desvio da finalidade, ou pela confusão patrimonial, pode o juiz decidir, a requerimento da parte ou do Ministério Público quando lhe couber intervir no processo, pela extensão dos bens particulares dos administradores ou sócios da pessoa jurídica para responder por certas e determinadas relações de obrigações. Essa hipótese configura caso de desconsideração da personalidade jurídica. É muito comum as pessoas de modo geral confundirem o conceito de pessoa jurídica com o conceito de empresa, mas é preciso que você tenha bem claro que as empresas derivam das sociedades empresariais, que constituem apenas uma das espécies de pessoas jurídicas existentes e vigentes na atual legislação brasileira. 38

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