ICMS/SP - Principais operações - Venda à ordem

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1 ICMS/SP - Principais operações - Venda à ordem Sumário 1. Introdução Operações de venda à ordem - emissão de documentos fiscais Procedimentos adotados pelo vendedor remetente (fornecedor) Procedimentos adotados pelo adquirente originário Laboratório farmacêutico Escrituração fiscal Pelo vendedor remetente (fornecedor) Pelo adquirente originário (vendedor) Pelo destinatário final (adquirente) Exportação com entrega da mercadoria em país diverso Tratamento fiscal em relação ao IPI Crédito do imposto Cancelamento da operação após a emissão da nota fiscal de simples faturamento Quanto ao ICMS Quanto ao IPI Cancelamento da operação por parte do estabelecimento comprador e destinatário final Venda à ordem para empresa situada no exterior Emissão de nota fiscal Exemplo Exemplo de preenchimento das notas fiscais e escrituração do livro registro de saídas Nota fiscal emitida pelo adquirente originário em nome do destinatário Nota fiscal emitida pelo fornecedor em nome do destinatário Nota fiscal emitida pelo fornecedor em nome do adquirente originário Escrituração no LRS Legislação Dúvidas Frequentes SP - ICMS - ENTREGA DE MERCADORIAS EM ESTABELECIMENTO DE TERCEIROS - Em estabelecimento filial SP - ICMS - VENDA A ORDEM - Entrega no exterior SP - ICMS - VENDA A ORDEM - Alíquota aplicável -comprador de outra UF e entrega em SP SP - ICMS - VENDA A ORDEM - Valor diferenciado na nota fiscal de remessa SP - ICMS - VENDA A ORDEM - Leasing

2 1. Introdução Ocorre a venda à ordem quando um estabelecimento adquire mercadoria de um determinado fornecedor e, antes mesmo de recebê-la, aliena-a a terceiro, qualificando-o como o efetivo destinatário da mercadoria, razão pela qual a saída promovida pelo fornecedor será feita por conta e ordem do adquirente originário. Examinaremos, com base no art. 129, 2º e 3º, do RICMS/SP-2000, Decreto nº /2000, o tratamento fiscal aplicável à operação de venda à ordem, a qual pode ser entendida como aquela em que o vendedor "Y" (fornecedor), uma vez acertada a operação, aguarda ordem do comprador "X" (adquirente originário) e indica a empresa para a qual deverá ser efetivamente remetida a mercadoria (destinatário final "Z"). Note-se que o Decreto nº /2008 acrescentou o art. 129-A à Parte Geral do RICMS-SP/2000, o qual dispõe na saída de medicamentos adquiridos pelo Ministério da Saúde com entrega direta a hospitais públicos, fundações públicas, postos de saúde e secretarias de saúde, o laboratório farmacêutico fornecedor deverá emitir Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, na forma por ele estabelecida (veja subtópico 2.3). (RICMS/SP-2000, art. 129, 2º e 3º, art. 129-A, e Decreto nº /2008 ) 2

3 2. Operações de venda à ordem - emissão de documentos fiscais Nas vendas à ordem poderá ser emitida nota fiscal de simples faturamento. Caso o contribuinte opte pela sua emissão, é vedado, expressamente, o destaque do ICMS. Quando ocorrer a efetiva entrega das mercadorias ao estabelecimento comprador e destinatário final, deverão ser observadas as formalidades descritas a seguir. (RICMS/SP-2000, art. 125, caput) 2.1 Procedimentos adotados pelo vendedor remetente (fornecedor) O estabelecimento vendedor remetente "Y" deverá emitir os seguintes documentos fiscais: a) uma nota fiscal em favor do adquirente originário "X", com destaque do valor do imposto, quando devido, na qual, além dos requisitos exigidos, deverá constar: a.1) como natureza da operação: "Venda à Ordem" - CFOP: 5.119/6.119 (se comerciante) e 5.118/6.118 (se industrial); a.2) o número, a série (se for o caso) e a data da nota fiscal de que trata a letra "b" a seguir (utilizada para acompanhar o transporte); a.3) o número, a série (se for o caso), a data e o valor da nota fiscal relativa ao simples faturamento; a.4) no campo "informações complementares", a seguinte informação: "Mercadoria que foi vendida pela nossa nota fiscal de simples faturamento no..., de.../.../..., no valor de R$..., tendo sido remetida ao destinatário pela nossa nota fiscal no... de / / "; b) uma outra nota fiscal em favor do destinatário final "Z", para acompanhar o transporte das mercadorias, sem destaque do ICMS, na qual, além dos requisitos exigidos, fará constar: b.1) como natureza da operação: "Remessa por Conta e Ordem de Terceiros" - CFOP: 5.923/6.923; b.2) o número, a série (se for o caso) e a data da nota fiscal de que trata o subitem 2.2 (a ser emitida pelo adquirente originário ao destinatário); b.3) o nome, o endereço e os números de inscrição, estadual e no CNPJ, do seu emitente. ( RICMS-SP/2000, art. 129, 2º, item 2, "a" e "b") 2.2 Procedimentos adotados pelo adquirente originário O adquirente originário "X" deverá emitir nota fiscal de venda ao comprador e destinatário final "Z", na qual fará constar, além dos demais requisitos exigidos, as seguintes indicações: a) como natureza da operação: "Venda" - CFOP: 5.120/6.120; b) no campo "informações complementares" as seguintes informações: "A mercadoria será remetida diretamente..." (indicar nome, endereço, inscrição estadual e no CNPJ do vendedor original - fornecedor "Y"); c) destaque do ICMS, quando devido, em favor do destinatário das mercadorias. ( RICMS-SP/2000, art. 129, 2º, item 1) 2.3 Laboratório farmacêutico Na saída de medicamentos adquiridos pelo Ministério da Saúde com entrega direta a hospitais públicos, fundações públicas, postos de saúde e secretarias de saúde, o laboratório farmacêutico fornecedor deverá emitir Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, conforme segue: 3

4 a) a Nota Fiscal relativa ao faturamento dos medicamentos deverá ser emitida com destaque do imposto, se devido, e conterá, além das informações previstas na legislação: a.1) o Ministério da Saúde como destinatário; a.2) no campo "Informações Complementares", o nome, o CNPJ e o endereço do recebedor, e o número da nota de empenho; b) a Nota Fiscal correspondente a cada remessa de medicamentos, destinada a acompanhar seu trânsito, deverá ser emitida sem destaque do imposto e conterá, além das informações previstas na legislação: b.1) como destinatário aquele determinado pelo Ministério da Saúde; b.2) como natureza da operação "Remessa por conta e ordem do Ministério da Saúde"; b.3) no campo "Informações Complementares", o número da nota fiscal relativa ao faturamento. ( RICMS-SP/2000, art. 129-A, e Decreto nº /2008 ) 4

5 3. Escrituração fiscal 3.1 Pelo vendedor remetente (fornecedor) O estabelecimento vendedor remetente deverá observar os seguintes procedimentos na escrituração fiscal: a) a nota fiscal emitida para simples faturamento será escriturada no livro Registro de Saídas, nas colunas relativas a "Documento Fiscal" e "Observações", apondo-se nesta a expressão "Simples Faturamento"; b) a nota fiscal emitida na forma da letra "a" do subitem 2.1 deverá ser escriturada nas colunas próprias do livro Registro de Saídas, inclusive na coluna sob o título "ICMS - Valores Fiscais - Operações com Débito do Imposto", e na coluna "Observações", anotando-se nesta os dados identificativos da nota emitida para efeito de simples faturamento; c) a nota fiscal emitida para remessa das mercadorias (na forma da letra "b" do subitem 2.1) será escriturada no livro Registro de Saídas, nas colunas relativas a "Documento Fiscal" e "Observações", anotando-se nesta os dados identificativos da nota emitida para efeito de remessa simbólica (a que se refere a letra "a" do subitem 2.1). ( RICMS-SP/2000, art. 129, 3º, itens 3 e 4) 3.2 Pelo adquirente originário (vendedor) Por ocasião da escrituração fiscal, o estabelecimento adquirente originário deverá observar os seguintes procedimentos: a) a nota fiscal de simples faturamento será escriturada no livro Registro de Entradas, nas colunas relativas a "Documento Fiscal" e "Observações", apondo-se nesta a expressão "Simples Faturamento"; b) a nota fiscal de remessa simbólica (de que trata a letra "a" do subitem 2.1) será escriturada nas colunas próprias do livro Registro de Entradas, inclusive na coluna sob o título "ICMS - Valores Fiscais - Operações com Crédito do Imposto", e na coluna "Observações", anotando-se nesta os dados identificativos da nota emitida para efeito de faturamento; c) a nota fiscal emitida na forma do subitem 2.2 será escriturada nas colunas próprias do livro Registro de Saídas, inclusive na coluna relativa a "ICMS - Valores Fiscais - Operações com Débito do Imposto". ( RICMS-SP/2000, art. 129, 3º, item 2) 3.3 Pelo destinatário final (adquirente) Por ocasião da escrituração fiscal, o estabelecimento destinatário final deverá observar os seguintes procedimentos: a) escriturar, no livro Registro de Entradas, a nota fiscal emitida na forma da letra "b" do subitem 2.1 nas colunas relativas a "Documento Fiscal" e "Observações", apondo-se nesta a expressão "Remessa por Conta e Ordem de Terceiros"; b) escriturar, nas colunas próprias do livro Registro de Entradas, inclusive na coluna sob o título "ICMS - Valores Fiscais - Operações com Crédito do Imposto", a nota fiscal emitida na forma do subitem 2.2. ( RICMS-SP/2000, art. 129, 3º, itens 3 e 4) 5

6 4. Exportação com entrega da mercadoria em país diverso Na exportação direta em que o adquirente da mercadoria, situado no exterior, determinar que essa mercadoria seja destinada diretamente a outra empresa, situada em país diverso, o estabelecimento exportador deverá, por ocasião da exportação da mercadoria, emitir a nota fiscal que documentará a remessa da mercadoria para o exterior em nome do adquirente, situado no exterior, na qual deverá constar, além dos demais requisitos: a) no campo natureza da operação "Operação de exportação direta"; b) no campo do CFOP, o código ou 7.102, conforme o caso; c) no campo Informações Complementares, o número do Registro de Exportação (RE) do Sistema Integrado do Comércio Exterior (Siscomex). Por ocasião do transporte, o estabelecimento exportador deverá emitir nota fiscal de saída de remessa de exportação em nome do destinatário situado em país diverso daquele do adquirente, na qual deverá constar, além dos demais requisitos: a) no campo natureza da operação "Remessa por conta e ordem"; b) no campo do CFOP, o código (Outras saídas de mercadorias não especificadas); c) no campo Informações Complementares, o número do Registro de Exportação (RE) do Sistema Integrado do Comércio Exterior (Siscomex), bem como o número, a série e a data da nota fiscal de exportação emitida ao adquirente original, cuja cópia reprográfica deverá acompanhar o trânsito da mercadoria até a transposição da fronteira do território nacional. ( RICMS-SP/2000, art. 441-A ) 6

7 5. Tratamento fiscal em relação ao IPI Em relação ao IPI, as notas fiscais a serem emitidas seguem os mesmos critérios previstos na legislação do ICMS. Todavia, por ocasião da emissão da nota fiscal de simples faturamento, a legislação do IPI permite que o imposto seja imediatamente destacado nessa nota, desde que seja antecipadamente cobrado do destinatário. Caso o IPI não tenha sido debitado na nota fiscal de simples faturamento, ele será lançado na nota fiscal de remessa simbólica a ser emitida pelo vendedor (fornecedor) ao estabelecimento comerciante (comprador intermediário). Na hipótese de o IPI ser antecipadamente lançado na nota fiscal de simples faturamento e de haver majoração de alíquota do imposto após a sua emissão, a diferença deverá ser lançada na nota fiscal de remessa simbólica a ser emitida para o estabelecimento comerciante por ocasião da efetiva saída das mercadorias. (RIPI/2002, art. 128, I, e art. 333, VII e 3º) 5.1 Crédito do imposto Aos estabelecimentos industriais e equiparados a industriais é conferido direito ao crédito do imposto destacado nas notas fiscais relativas a entregas ou transferências simbólicas do produto, como na operação de venda à ordem. Para efetuar a escrituração do crédito no livro fiscal, o destinatário deve obter o documento que lhe confira a legitimidade do crédito. Nas operações de venda à ordem, o crédito somente poderá ser escriturado na efetiva entrada do produto no estabelecimento industrial ou equiparado a industrial, com base na nota fiscal que o acompanhar. ( RIPI/2002, art. 164, X e art. 190, II e 2º) 7

8 6. Cancelamento da operação após a emissão da nota fiscal de simples faturamento 6.1 Quanto ao ICMS Tendo em vista que a nota fiscal de simples faturamento, em relação ao ICMS, não contém lançamento do imposto, não haverá problema para o seu cancelamento, bastando para tanto que as partes envolvidas justifiquem o fato, da maneira que melhor lhes convier, indicando o fato na coluna "observações", na mesma linha do lançamento da nota fiscal. 6.2 Quanto ao IPI Em relação ao IPI, há a faculdade de o imposto ter sido ou não lançado antecipadamente na nota fiscal de simples faturamento. Se não tiver sido lançado, a solução a ser dada é igual à do ICMS descrita no subitem 6.1. Caso o IPI tenha sido lançado na nota fiscal emitida para simples faturamento e ocorra o cancelamento da operação, o estabelecimento comerciante adquirente deverá enviar carta ao estabelecimento vendedor original (fornecedor) na qual esclareça o motivo do cancelamento do pedido e informe, inclusive, que estornou o lançamento da nota fiscal de simples faturamento por ele emitida. De posse da mencionada carta, que deverá ser enviada pelo estabelecimento comerciante dentro de 5 dias da data de realização do estorno do crédito, o estabelecimento vendedor original poderá recuperar o imposto mediante lançamento do crédito em seu livro Registro de Apuração do IPI. 8

9 7. Cancelamento da operação por parte do estabelecimento comprador e destinatário final Na hipótese de o cancelamento do pedido ocorrer por solicitação do comprador e destinatário final, após a emissão das notas fiscais de simples faturamento (caso este documento tenha sido emitido) pelo vendedor original e pelo comprador comerciante e antes da entrega da mercadoria ao comprador e destinatário final, este deverá tomar, perante o estabelecimento comerciante, providências semelhantes às descritas no item 6 deste texto. 9

10 8. Venda à ordem para empresa situada no exterior Conforme estabelece o RICMS-SP/2000, o fato gerador do ICMS ocorre na saída de mercadoria, a qualquer título, do estabelecimento. Assim, se em uma operação de venda à ordem o adquirente da mercadoria estiver estabelecido no exterior, mas a entrega for efetuada dentro do País, ocorre o fato gerador do ICMS, pois o imposto incide na circulação física da mercadoria e será pago onde está situado o destinatário. É nesse sentido a Resposta à Consulta da Secretaria da Fazenda de São Paulo no 106/2001, cujos itens 2, 3 e 4 reproduzimos: "Mercadoria alienada a empresa situada no exterior e entregue a estabelecimento situado em território nacional - Procedimentos Fiscais. Resposta à Consulta nº 106/2001, de 26 de março de 2001 (...) 2. O tema desta consulta já foi examinado por diversas vezes e o entendimento desta Consultoria é de que, no caso, conquanto esteja alienada a pessoa jurídica estabelecida no exterior, o fato gerador do ICMS ocorre pela circulação da mercadoria no território nacional, no momento da saída da mercadoria do estabelecimento da Consulente com destino à empresa situada no... encarregada da construção da citada planta industrial. 3. De fato, no que diz respeito a mercadorias, o aspecto relevante para o fato gerador do ICMS - operações relativas à circulação de mercadorias - é a circulação física das mercadorias. Quando a natureza jurídica das operações devam ser levadas em conta por si mesmas, quer para excluir situações do campo de incidência do imposto, quer para nele incluir outras, a Lei Complementar 87/96 o faz expressamente, como nos casos do artigo 3º, incisos V, VII e VIII e artigo 12, incisos III e IV. Fora dessas situações, desde que se trate, naturalmente, de "operações relativas à circulação de mercadorias", o aspecto físico da circulação é que é o relevante para o ICMS, é a regra geral. 4. Sendo assim, por não estar prevista em lei, a simples transmissão da propriedade a pessoa jurídica estabelecida no exterior não é considerada fato gerador do ICMS e sim, o é, a remessa de mercadoria à empresa situada no... Por conseguinte, a circulação física das mercadorias ocorrendo em território nacional e sendo o estabelecimento situado no... o real destinatário delas, a alíquota aplicável será a interestadual, 12%, se o destinatário for contribuinte do ICMS ou a alíquota interna de 18%, caso o destinatário seja não-contribuinte (artigos 52, inciso III e 56 do RICMS/2000, respectivamente)." ( RICMS-SP/2000, Art. 2º, I e Resposta à Consulta nº 106/2001) 8.1 Emissão de nota fiscal Na venda à ordem em que o comprador esteja situado no exterior, serão adotados os procedimentos mencionados no item 5 da referida Resposta à Consulta, que menciona: - no que diz respeito às obrigações acessórias, para efeito de tributação do ICMS, basta que o contribuinte: a) por ocasião da efetiva remessa da mercadoria, emita nota fiscal com destaque do imposto à alíquota correspondente, mencionando no corpo do documento, além de outros dados identificativos da operação, que se trata de mercadoria alienada à empresa situada no exterior, bem como, se for emitida, o número da nota fiscal de que trata a letra "b" a seguir; b) se houver real necessidade comercial, emita uma nota fiscal em nome da pessoa jurídica adquirente estabelecida no exterior, sem destaque do imposto, mencionando no corpo do documento a circunstância de que a mercadoria foi entregue à empresa situada no..., acompanhada da nota fiscal citada na letra "a"; c) no caso de emissão da nota fiscal de que trata a letra "a", utilize o CFOP ou e, no caso de emissão da nota fiscal de que trata a letra "b", o CFOP 5.118/6.118 ou 5.119/6.119, dependendo de tratar-se a venda de produção própria ou adquirida de terceiros. 10

11 Nota Entendemos que o CFOP ou não deve ser utilizado, uma vez que o destinatário das mercadorias não se encontra no exterior, e sim no País. 8.2 Exemplo Veja a seguir exemplo do procedimento em que o adquirente está localizado no exterior, considerando que a mercadoria será entregue dentro do Estado de São Paulo. 11

12 9. Exemplo de preenchimento das notas fiscais e escrituração do livro registro de saídas Neste exemplo, vamos supor que a empresa Comercial "X" Ltda. tenha adquirido da empresa Comercial "Y" Ltda. 40 jogos de sofás revestidos em couro sintético e que, antes da efetiva entrega, tenha alienado as mercadorias à empresa Comercial "Z" Ltda. Vamos considerar também que todos os estabelecimentos envolvidos na operação estejam localizados no Município de São Paulo. 9.1 Nota fiscal emitida pelo adquirente originário em nome do destinatário 9.2 Nota fiscal emitida pelo fornecedor em nome do destinatário 12

13 9.3 Nota fiscal emitida pelo fornecedor em nome do adquirente originário 9.4 Escrituração no LRS 13

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16 Legislação no 106/2001 Resposta à Consulta nº 106/2001 Decreto nº /2000 Decreto nº /2008 Lei Complementar 87/96 RIPI/

17 Dúvidas Frequentes SP - ICMS - ENTREGA DE MERCADORIAS EM ESTABELECIMENTO DE TERCEIROS - Em estabelecimento filial Como proceder em uma operação de venda de mercadoria, em que o cliente (matriz) pede para que ela seja entregue em estabelecimento filial, ambos localizados no Estado de São Paulo? Para documentar essa operação o fornecedor emitirá uma única nota fiscal, em nome do estabelecimento adquirente (matriz), com todos os seus dados cadastrais: nome, endereço, inscrição estadual e no CNPJ. No campo "Informações complementares" dessa nota fiscal deverá indicar, de forma expressa, o local de entrega: o endereço e as inscrições, estadual e no CNPJ, do estabelecimento filial. Essa nota fiscal será escriturada somente no livro Registro de Entradas da filial, onde as mercadorias entraram fisicamente. (RICMS-SP/2000, art. 125, 4º e 5º) SP - ICMS - VENDA A ORDEM - Entrega no exterior Pode ser aplicada a venda à ordem na operação em que a mercadoria de produção é vendida para empresa comercial exportadora localizada em São Paulo, sendo a entrega feita pelo fornecedor diretamente no exterior? Em que pese o regulamento do ICMS não ter previsão legal específica sobre procedimento aplicável ao caso em tela, entendemos que poderá ser adotada, por analogia, a operação de venda para entrega à ordem, previsto pelo art. 129, 2º, do RICMS/2000. Esse entendimento advém da Resposta à Consulta da Sefaz nº 106/2001 por meio da qual a consultoria tributária permite, por analogia ao contrário, a venda de mercadoria a pessoa do exterior com a entrega no Brasil. Assim sendo, o fornecedor deverá emitir a nota fiscal de venda em nome do adquirente exportador, sem o destaque do ICMS, a natureza de operação "venda" e o CFOP Deverá indicar no campo "Informações Complementares": - o fundamento legal da não incidência do ICMS, nos termos do art. 7º, V, 1º do RICMS/2000; - as indicações previstas pelo art. 439 do RICMS/2000; - a indicação de que as mercadorias serão entregues no destinatário com a sua identificação (nome, endereço). Para acobertar o transporte das mercadorias, em nome do destinatário do exterior, sem destaque do ICMS, a natureza da operação será "remessa entrega a ordem" e o CFOP Indicar, no campo "Informações Complementares" que a mercadoria segue para entrega no exterior, por conta e ordem do adquirente, devidamente qualificado (razão social, endereço, inscrição estadual e no CNPJ). Indicar, também, o número, a série se houver e a data de emissão da nota fiscal de exportação emitida pelo adquirente em nome do destinatário, comentado a seguir. O adquirente original deverá emitir a nota fiscal em nome do destinatário, com a natureza de operação "exportação-7.501" e indicar o fundamento legal da não-incidência do ICMS prevista pelo art. 7º, V, do RICMS/2000. Ressaltamos que, de acordo com o disposto no art. 130, III, 5º, do RICMS/2000, a mercadoria será considerada como embarcada para o exterior no momento em que for colocada no veículo que a levará ao exterior. Assim sendo, como medida preventiva, entendemos que o transporte da mercadoria deva ser acobertado pela nota fiscal de remessa entrega à ordem emitida pelo fornecedor em nome do destinatário do exterior e pela nota fiscal de exportação emitida pelo adquirente original. Os contribuintes (fornecedor e exportador) devem observar os procedimentos para obtenção do visto eletrônico (RIEX) nas notas fiscais previstos na 17

18 Portaria CAT nº 50/2005. Recomendamos essa cautela, pois, considerando que a nota fiscal de remessa entrega à ordem, segundo entendemos, não seria bastante para sair do País com a mercadoria vez que o fornecedor não é o exportador que consta da documentação aduaneira. Além disso, observadas as disposições contidas no art. 439 e seguintes do RICMS/2000, deverá haver a comprovação da efetiva exportação das mercadorias, inclusive por meio do memorando de exportação, sob pena de o imposto dispensado ser exigido. Quanto ao transporte da mercadoria até o exterior, considerando a modalidade de transporte rodoviário porta a porta, não haverá a incidência do ICMS, por força do disposto no art. 7º, V, do RICMS/2000. Nesse sentido, citamos a Resposta à Consulta da Consultoria Tributária da Secretaria da Fazenda nº 113/1990. Segundo essa resposta a Secretaria diz: "Em relação aos serviços de transporte de natureza internacional, isto é, quando o transporte é feito desde o local do estabelecimento do exportador até o destinatário no exterior (porta a porta), pelo mesmo transportador e com o mesmo veículo, tal execução foge à incidência do tributo, posto que recai sobre as prestações de natureza intermunicipal e interestadual". Finalizando a parte do ICMS, como dito inicialmente, é procedimento não previsto em regulamento, razão pela qual recomendamos cautela e consulta ao fisco, solicitando convalidação do entendimento acima esposado. Com relação ao IPI, a operação poderá ser feita ao abrigo da suspensão prevista pelo art. 42, V, do Decreto nº 4.544/2002, já que atende a condição estabelecida em seu 1º, que determina que a mercadoria saia do estabelecimento industrial e vá diretamente para o local de embarque para o exterior. A nota fiscal emitida pelo exportador será emitida sem o IPI, indicando a fundamentação legal da não incidência nos termos do art. 18, II do Decreto 4.544/2002. Com relação à documentação aduaneira sugerimos consulta à Receita Federal sobre os procedimentos e, principalmente, sobre a viabilidade da realização dessa operação. SP - ICMS - VENDA A ORDEM - Alíquota aplicável -comprador de outra UF e entrega em SP Na operação de venda de vinho para contribuinte localizado no Rio de Janeiro, com a entrega efetiva para um terceiro localizado no Estado de São Paulo, qual a alíquota aplicável? Na operação de venda de vinho para o adquirente, contribuinte do Rio de Janeiro, porém com entrega efetiva a outra pessoa estabelecida em São Paulo, a alíquota aplicável será de 25%, prevista pelo art. 55, II, do RICMS/2000. Essa alíquota é aplicada por força do art. 36, 4º, do RICMS/2000, que presume como operação interna aquela que o contribuinte não possa comprovar a efetiva saída da mercadoria do território paulista. SP - ICMS - VENDA A ORDEM - Valor diferenciado na nota fiscal de remessa Em operação de venda para entrega à ordem, a nota fiscal de remessa pode ser emitida com preço diferenciado por questão de sigilo comercial? Segundo entendimento da Secretaria da Fazenda, a nota fiscal de remessa entrega à ordem pode ser emitida com o valor da operação de venda do adquirente original em nome do destinatário. Esse procedimento não interfere na apuração e no recolhimento do imposto e, portanto, não causa prejuízo na arrecadação do ICMS, preservando o sigilo comercial. Não há vedação para esse procedimento no art. 129, 2º, do RICMS-SP/2000 que dispõe sobre a operação de venda entrega à ordem. A orientação acima consta da Resposta à Consulta nº 1.255/1999, da Consultoria Tributária da Secretaria da Fazenda, cujo item 3 esclarece: "3. A resposta é pela afirmativa, uma vez que esse procedimento, como diz a consulente na petição de consulta, "não tem interferência na apuração, no recolhimento do imposto", ou melhor, não produzirá qualquer prejuízo ao erário estadual e estará preservando seu sigilo comercial ("informações comerciais 18

19 privilegiadas")." (RICMS-SP/2000, art. 129, 2º, e Resposta à Consulta nº 1.255/1999) SP - ICMS - VENDA A ORDEM - Leasing Na operação interna de venda a ordem que envolve instituição financeira e operação de leasing, pode ser aplicado o procedimento previsto pelo art. 129, 2º, do RICMS-SP/2000? Em geral, para aplicação do procedimento de venda entrega a ordem, previsto pelo art. 129, 2º, do RICMS-SP/2000, o fornecedor e o comprador devem ser pessoas jurídicas contribuintes do imposto. Contudo, a Secretaria da Fazenda por meio de seu órgão consultivo tem autorizado procedimento diverso através de Respostas à Consulta. Como exemplo disso, citamos a de nº 1.044/1999, em que o fornecedor foi autorizado pela instituição financeira a transportar a mercadoria até o arrendatário com a nota fiscal de venda em nome da instituição financeira e com esta autorização. Ressalvamos que a consulta tributária surte e produz efeitos para o contribuinte que a interpôs, servindo, contudo, como precedente para outros que estejam na mesma situação. Vale dizer que, considerando o princípio constitucional da isonomia, outro contribuinte interessado poderá interpor consulta, citando o número daquela já existente, buscando para si aquele procedimento, conforme art. 520 do RICMS/

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