Gestão e Metodologia da construção de um edifício. Nuno Filipe Ferreira Barbosa Pereira. Dissertação para a obtenção do Grau Mestre em

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Gestão e Metodologia da construção de um edifício. Nuno Filipe Ferreira Barbosa Pereira. Dissertação para a obtenção do Grau Mestre em"

Transcrição

1 Gestão e Metodologia da construção de um edifício Nuno Filipe Ferreira Barbosa Pereira Dissertação para a obtenção do Grau Mestre em Engenharia Civil Fevereiro 2008

2 RESUMO 1. INTRODUÇÃO A Indústria da Construção Civil, é um sector com uma importância significativa no panorama da economia nacional, suscitando um crescimento na competitividade. Os cumprimentos dos prazos e dos custos previstos, são factores determinantes para o sucesso de uma obra. Contudo, as exigências tem parâmetros cada vez mais elevados, pelo que os construtores, preocupam-se com outros factores como a qualidade, ambiente, segurança e saúde, sendo necessário integrar estes factores com os prazos e custos, sem o aumento destes. Com este intuito, é necessário planear antecipadamente a obra e prever a ocorrência de anomalias nos processos construtivos que diminuem a qualidade e provocam atrasos na obra. O FMEA (Failure Mode and Effects Analysis), é a metodologia que permite avaliar os possíveis riscos que podem ocorrer nos processos construtivos. Neste trabalho apresenta-se as fases de desenvolvimento do método, campo de aplicação, vantagens e limitações. Esta metodologia permite avaliar qualitativamenteos riscos, possibilitando acções preventivas quando necessário. Por último, apresenta-se um modelo integrado de controlo de prazos e qualidade (Análise de Procedimentos), tendo por base a metodologia FMEA (Failure Mode and Effects Analysis). Este modelo, integra dois módulos distintos que interagem de forma a funcionarem em conjunto. 2. FMEA Failure Mode and Effects Analysis A metodologia de Análise do Tipo e Efeito de Falha, conhecida como FMEA (Failure Mode and Effect Analysis), surge em 1949 e tem como as primeiras refêrencias bibliográficas, o procedimento militar desenvolvido pelo exército americano para a determinação dos efeitos das falhas de sistemas e equipamentos, e classificação segundo o seu impacte sobre o sucesso da missão[7]. Este método foi amplamente utilizado por diversos sectores da indústria, contudo o mais relevante foi a indústria automóvel, que no final de oitenta, desenvolveu a norma americana QS 9000, onde se define o sistema de qualidade exigido externamente e internamente. As normas ISO 9000 de 2000, referentes à implementação de sistemas de gestão da qualidade, recomendam que as empresas actuem de forma preventiva, sendo o método FMEA uma ferramenta de apoio possível para as empresas[2]. Fases de desenvolvimento do FMEA

3 As fases de desenvolvimento do FMEA, compreendem o preenchimento de um quadro, no qual se identifica o potencial modo da falha, as suas causas e efeitos e os respectivos métodos de detecção e prevenção. A classificação quantitativa dos riscos consiste no cálculo do RPN Risk Prioraty Number. Este resulta do produto de três índices, a Ocorrência, a Gravidade e a Detecção. Cada um dos índices é classificado consoante parâmetros específicos. Este método apresenta vantagens ao nível do carácter metódico de análise dos potenciais modos de falhas e os seus respectivos efeitos, o que permite uma refexão sobre os métodos de detecção e prevenção da das falhas. Contudo a exaustividade do método, apresena-se como a sua principal limitação, pelo tempo e custos despendidono processo. Em seguida, apresenta-se a título de exemplo, o formato da ficha FMEA. A norma IEC [4], permite que esta tabela sofra alterações consoante o tipo de processo/projecto que vai ser avaliado. Nome do Processo Função do processo Falha Potencial Medidas Índices de Modo Efeito Causa O G D RPN contolo Acção Recomendada Medidas Aplicadas 3. GESTÃO DE PROJECTOS O planeamento de projectos pode ser considerado em 3 níveis distintos[6]: Estratégico, Táctico e Operacional. O planeamento Estratégico destina-se a definir a estratégia de gestão do projecto e o modo como as atingir. O planeamento Táctico define os objectivos e as tarefasao nível do empreendimento. O planeamento Operacional consiste na realização das tarefas previamente definidas, da melhor forma possível. Na execução de um projecto podem ser consideradas as seguintes fases[3]: Início, Especificação, Concepção, Construção, Implementação, Operação e Revisão. Esta fases compreendem todos os passos relativos à execução de um projecto, desde a definação dos objectivos, orçamentação e condições do projecto até à construção e aprovação do projecto. De modo a realizar um correcto planeamento, o passo inicial é definir as actividades e a as correspondentes relações de sequencialidade, respeitando sempre os conceitos referentes a: Exaustividade, Suficiência e Não Redundância. Estes três conceitos visam, que se abrangam todas as actividades, de modo a não deixar nenhuma de parte, não se definam mais

4 actividades do que as necessárias para a elaboração do projecto e não se deve repetir nenhuma actividade, de modo a não ter trabalhos repetidos. As relações de sequencialidade, defienm restrições temporais entre duas quaisquer actividades, imposta por uma delas em relaçõa à outra. Consideram-se quatro tipos distintos de relações de precedência,: Relação Fim-Princípio (FP) onde o início da actividade é condicionado pelo final da actividade antecessora; Relação Fim-Fim (FF) onde o final da actividade sucessora é condicionado pelo final da actividade antecessora; Relação Princípio-Princípio (PP) onde o início da actividade sucessora é condicionado pelo início da actividade antecessora; Relação Princípio-Fim (PF) onde o final da actividade sucessora é condicionado pelo início da actividade antecessora. O cálculo da estimativa das durações é uma fase que envolve diversos processos, tais como, a estimação dos rendimentos, determinação das quantidades e o número das equipas de trabalho. A duração de uma actividade pode ser definida como o intervalo de tempo decorrente entre o início e o fim da mesma. A estimação dos rendimentos pode-se realizar de várias formas, tais como, recurso a bases de dados históricos, consulta de especialistas e fichas de rendimentos do LNEC. O rendimento (η) associado a cada tarefa é definido tendo em conta os valores estabelecidos nas Fichas de Rendimentos disponibilizadas pelo LNEC. Nas fichas o valor fornecido representa o inverso do rendimento (Ex: Homem*hora/m 2 ), este aspecto é fundamental para o cálculo da duração da actividade. A determinação das quantidades (Q) correspondentes a cada actividade é realizada com recurso ao Mapa de Quantidades. Este resulta das medições de todos os materiais utilizados nas diversas actividades. A realização do Mapa de Quantidades tem que ser estruturada por capitulos de acordo com os processos construtivos utilizados na obra. Desta forma facilita a sua elaboração e o acompanhamento da obra nas suas diversas fases. No Plano de Trabalhos agenda-se cronologicamente todas as tarefas e estabelece-se as respectivas interligações de forma a estruturar o projecto, tendo em atenção o orçamento disponível e o tempo previsto. Na representação gráfica do planeamento pode-se utilizar duas formas: gráficos em rede e gráficos de barras.o gráfico em rede foi a primeira forma de representar um planeamento de um projecto. Existem dois métodos de cálculo de durações que se complementam o Program Evaluation and Review Technique (PERT), que foi o primeiro a ser desenvolvido e o Critical Path Method (CPM), ou seja, método do caminho critico, que apareceu posteriormente. A representação gráfica do planeamento através de uma rede, é constituído por nodos e setas e tem como base a existência de precedências e sequências

5 entre cada tarefa. O outro método de representação gráfica do planeamento é o gráfico de barras, sendo neste caso o gráfico de Gantt a mais generalizada. O gráfico de barras é um gráfico cartesiano com abcissas e ordenadas. No eixo horizontal do referencial (abcissas) representa-se o tempo enquanto que no eixo vertical (ordenadas) representa-se as actividades. As obras públicas, devido à sua importância no panorama da construção civil, têm um decreto que as legisla, o decreto-lei 59/99 [5]. Este aborda todos os temas associados à construção, desde a preparação dos elementos para pedido de propostas até à recepção definitiva da obra. No concurso público, o Dono de Obra tem que organizar os elementos necessários para colocar à disposição dos interessados. Os elementos são os seguintes: Anúncio do Concurso, Projecto, Caderno de Encargos e Programa do concurso. O Caderno de Encargos é o elemento onde se define os direitos e deveres que o empreiteiro a que foi adjudicada a obra tem para com o Dono de Obra. Este é divido em três partes, as Cláusulas Gerais, as Cláusulas Especiais e as Especificações Técnicas. 4. MODELO PROPOSTO O modelo proposto, recorre a ferramentas já utilizadas, no que diz respeito à integração do planeamento de uma obra e análise de procedimentos, com o objectivo de evitar a ocorrência de falhas no processo construtivo.a aplicação do modelo ocorre durante a obra, planeamento operacional, sendo a equipa que elaborou as fichas responsável por fornecer a informação das fichas aos chefes das equipas de trabalho e actualização as mesma quando necessário. O modelo proposto tem como base um sistema integrado, composto pelas ferramentas informáticas: o Microsoft Office Project, o Microsoft Office Word e o Microsoft Office Excel. O sistema apresenta como ambiente de trabalho o Project, onde se elabora o planeamento dos trabalhos e cria links para os restantes softwares, tendo acesso às fichas de análise de risco e aos diversos itens do caderno de encargos. O objectivo deste modelo é permitir uma melhor preparação dos trabalhos futuros numa obra, em seguida mostra-se um fluxograma com a sequência dos trabalhos com a integração das fichas FMEA na preparação dos trabalhos.

6 Figura 4.1 Fluxograma com a sequência dos procedimentos O modelo é composto por dois módulos distintos, um destinado ao planeamento e outro à análise de procedimentos (Fichas FMEA e caderno de encargos). Estes módulos interagem de forma a funcionarem em conjunto, tendo no Project o elemento de ligação. A integração dos dois módulos, do planeamento e da análise de procedimentos, efectua-se em Microsoft Office Project, através de ligações entre a documentação para a análise de procedimentos e os itens do caderno de encargos às respectivas actividades definidas. Neste modelo, a base é elaborada em Microsoft Office Project. Os documentos de análise de procedimentos, associam-se à actividade do projecto através de um hiperlink. É de referir, que este modelo considera dois níveis de documentos associados ás actividades. O caderno de encargos, é um documento mais abrangente e está ligado a uma actividade mais geral, enquanto que as fichas FMEA, são documentos mais individuais e destinam-se a actividades específicas. Estes são introduzidos no planeamento, através de um hiperlink. O modelo proposto de intergração de prazos e qualidade apresanta o seguinte formato:

7 Nível de WBS Sinalização de Hiperlink e Notes associados às actividades Definição das actividades Duração das actividades Recursos afectos a cada actividade Documento associado à actividade Hiperlink do documento associado à actividade Relacões de Sequencialidade Gráfico de Gantt Figura 4.2 Método de identificação do documento e hiperlink de cada actividade 5. VALIDAÇÃO DO MODELO PROPOSTO O caso estudo é um edifício de habitação, no qual se considera apenas a fase referente à Construção Civil: Alvenarias, Impermeabilizações, Cantarias, Revestimentos, Serralharias, Pinturas, Carpintarias, Elementos de Equipamento Fixo e Móvel e Segurança. O edifício é constituído por sete pisos elevados destinados a habitação, o piso térreo para serviços comuns e comércio e três pisos enterrados destinados a estacionamento e arrecadações. Este edifício corresponde a um lote da Urbanização Quinta da Alvalade que se

8 localiza na freguesia de Alvalade no distrito de Lisboa, importa referir a qualidade dos materiais utilizados na arquitectura e acabamentos, revelando tratar-se de um edifício com parâmetros de construção elevados. Numa fase inicial, define-se as actividades segundo as especialidades, ou seja, as actividades de nível WBS 1. Estas actividades apenas englobam as tarefas a realizar em cada especialidade, e representam marcos meramente informativos, não afectados por qualquer duração. Tabela 5.1 Definição das actividades segundo a especialidade (Nível 1) 1. ARQUITECTURA 1.A ALVENARIAS 1.B IMPERMEABILIZAÇÕES 1.C CANTARIAS 1.D REVESTIMENTOS 1.E SERRALHARIAS 1.F PINTURAS 1.G CARPINTARIAS 1.H EQUIPAMENTO FIXO E MOVÉL De acordo, com as soluções construtivas adoptadas no projecto, procedeu-se à subdivisão das actividades. Este procedimento foi executado em Microsoft Office Excel, com o auxílio ao Mapa de Quantidades, para melhor subdividir as actividades. Neste projecto considerou-se um total de 59 actividades com um nível de WBS 5. Calculou-se as durações tendo por base as quantidades de trabalho a executar, a dimensão e rendimento da respectiva equipa. A duração total do projecto, foi de 377 dias, depois de revista a dimensão das equipas e de um ajuste nas relações de Sequencialidade. Para a Análise de Procedimentos, realiza-se dois documentos de extrema importância: o caderno de encargos e as fichas FMEA. O caderno de encargos foi elaborada para cada uma das especialidades consideradas anteriormente enquanto que as fichas FMEA se destinam a actividades que têm exigências muito específicas a nível da qualidade dos materiais ou da sua aplicação no processo construtivo ou que influenciam directamente a duração total do projecto, por serem criticas. A integração dos prazos e da análise de procedimentos, foi elaborada em Microsoft Office Project. Este processo interactivo é extremamente simples e pode-se verificar-se ser muito útil

9 para os intervenientes de uma obra. É de referir que para o sucesso total deste modelo é necessário rigor na aplicação do mesmo e actualizações e adaptações no decorrer da obra. 6. CONCLUSÃO Neste trabalho abordou-se dois vectores muito relevantes na elaboração de uma obra de construção civil, os prazos e a qualidade da construção. Numa primeira fase, este trabalho tem como objectivo realizar uma pesquisa bibliográfica dos estudos existentes, na área do planeamento e do controlo da qualidade dos procedimentos. O estudo apresentado está essencialmente, organizado em duas partes, que abordam os temas alvas de estudo: uma referente à metodologia aplicada na análise dos efeitos de possiveis falha ocorrida durante os processos construtivos, e outra que aborda estudos sobre o planeamento. O modelo é composto por dois módulos (Figura 4.2), a seguir descritos: O módulo do planeamento realizado em Microsoft Office Project, onde se introduz os inputs (identificação das actividades, identificação das relações de sequencialidade e a estimativa da duração das actividades); O módulo da análise de procedimentos Contém as fichas do FMEA executada em Microsoft Office Excel e os itens do Caderno de Encargos em Microsoft Office Word. Este modelo em Microsoft Office Project, integra a análise preventiva das possíveis falhas em Excel e o Caderno de Encargos de cada especialidade considerada na fase de projecto em Word, a ligação de todos estes elementos é realizada através de hiperlink que conduzem ao documento associado a cada actividade. A metodologia aplicada na análise de possíveis falhas foi a FMEA Failure Mode and Effects Analysis que apesar de ser aplicada em vários sectores nem sempre é utilizada na construção civil. No método FMEA, aplicado neste trabalho são considerados, todos os possíveis erros e falhas que podem ocorrer durante o processo construtivo, identificando todas as causas e efeitos, classificando três índices: a Gravidade, a Ocorrência e a Probabilidade de Detecção. O grau de riscos de cada falha, o RPN Risk Prioraty Number, é representado pelo produto destes três índices. O principal contributo deste trabalho é a integração dos módulos de planeamento e análise de riscos. O Microsoft Office Project tem um papel fundamental no modelo, uma vez que funciona como ambiente de trabalho, facilitando a integração dos documentos relativos à

10 implementação do plano de qualidade no planeamento das actividades. Estas ligações, representam uma grande vantagem no acesso, organização das actividades futuras a realizar. A gestão da construção é uma área muito vasta, pelo que se propõe para o futuro a existência de modelos que integrem os vectores fundamentais na construção (prazo, custos, qualidade, segurança e ambiente) para um melhor controlo de todos os factores de uma obra. BIBLIOGRAFIA [1] Abreu, M. J., Sistema Integrado de prazos, custos e qualidade, IST, Setembro 2007 [2] Brito, Jorge de; Fonseca, M.; Silva, Sónia Costa e, Metodologia FMEA e sua aplicação à construção de edfícios, LNEC, 2006 [3] Brown, Mark, A gestão de projectos com sucesso, Editorial Presença, colecção Gestão Essencial, 1993 [4] CEI - IEC 60812, Analysis techniques for system reliability Procedure for failure mode and effect analysis FMEA, Geneva, 2006 [5] Diário da República I Série A, Decreto-Lei nº 59/99 [6] Henriques, Pedro G., Folhas de apoio à disciplina de Planeamento de Empreendimentos, Mestrado em Construção, IST, 15-18, 2006 [7] McCollin, C., Working around failure, Manufacturing Engineer, 37-40, 1999

Gestão e Metodologia da construção de um edifício

Gestão e Metodologia da construção de um edifício Gestão e Metodologia da construção de um edifício Sistema integrado de Controlo de Prazos e Qualidade Nuno Filipe Ferreira Barbosa Pereira Dissertação para a obtenção do Grau Mestre em Engenharia Civil

Leia mais

MÉTODO DO CAMINHO CRÍTICO (CPM)

MÉTODO DO CAMINHO CRÍTICO (CPM) UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA CIVIL MÉTODO DO CAMINHO CRÍTICO (CPM) DOCENTE: 2006 1 1. INTRODUÇÃO O planeamento e controlo da produção orientado

Leia mais

Segurança e Higiene no Trabalho

Segurança e Higiene no Trabalho Guia Técnico Segurança e Higiene no Trabalho Volume III Análise de Riscos um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem a expressa

Leia mais

GESTAO DE PROJETOS. Núcleo de Engenharia e TI Prof. Esdras E-mail: esdraseler@terra.com.br

GESTAO DE PROJETOS. Núcleo de Engenharia e TI Prof. Esdras E-mail: esdraseler@terra.com.br Planejamento de Tempo e Escopo do Projeto Faculdade Pitágoras Faculdade Pitágoras Núcleo de Engenharia e TI Prof. Esdras E-mail: esdraseler@terra.com.br 1 Templates de Documentos http://www.projectmanagementdocs.com

Leia mais

REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO

REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO DE Área de Formação 862 Segurança e Higiene no Trabalho Formação Profissional Contínua/de Especialização ÍNDICE 1- ENQUADRAMENTO... 3 2- OBJECTIVO GERAL... 4 3- OBJECTIVOS

Leia mais

Processo do Serviços de Manutenção de Sistemas de Informação

Processo do Serviços de Manutenção de Sistemas de Informação Processo do Serviços de Manutenção de Sistemas de Informação 070112=SINFIC HM Processo Manutencao MSI.doc, Página 1 Ex.mo(s) Senhor(es): A SINFIC agradece a possibilidade de poder apresentar uma proposta

Leia mais

Análise de Sistemas. Conceito de análise de sistemas

Análise de Sistemas. Conceito de análise de sistemas Análise de Sistemas Conceito de análise de sistemas Sistema: Conjunto de partes organizadas (estruturadas) que concorrem para atingir um (ou mais) objectivos. Sistema de informação (SI): sub-sistema de

Leia mais

Fase 2: Planeamento. Pós Graduação em Gestão de Recursos Humanos e Benefícios Sociais

Fase 2: Planeamento. Pós Graduação em Gestão de Recursos Humanos e Benefícios Sociais Fase 2: Planeamento Neste ponto do ciclo da gestão do projecto estão identificadas as actividades do projecto A tarefa seguinte da equipa de planeamento é determinar a ordem em que essas actividades devem

Leia mais

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas DECIV. Gestão de Obras em Construção Civil. Aula 3 PLANEJAMENTO DE OBRAS

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas DECIV. Gestão de Obras em Construção Civil. Aula 3 PLANEJAMENTO DE OBRAS Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas DECIV CIV 43 Aula 3 PLANEJAMENTO DE OBRAS SISTEMA DE PLANEJAMENTO DE OBRAS DEFINIÇÃO DE PLANEJAMENTO a palavra: Visão a sentença: Planejamento é uma ferramenta

Leia mais

Segurança e Higiene do Trabalho. Volume XIX Gestão da Prevenção. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção. www.oportaldaconstrucao.

Segurança e Higiene do Trabalho. Volume XIX Gestão da Prevenção. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção. www.oportaldaconstrucao. Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XIX Gestão da Prevenção um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem a expressa

Leia mais

Diagrama de Precedências

Diagrama de Precedências Planeamento Industrial Aula 06 Implantações por produto:.equilibragem de linhas de montagem Implantações por processo:. minimização dos custos de transporte. método craft. análise de factores Diagrama

Leia mais

Especificação de materiais de construção no âmbito do ProNIC. 23 de Outubro 2009

Especificação de materiais de construção no âmbito do ProNIC. 23 de Outubro 2009 Especificação de materiais de construção no âmbito do ProNIC 23 de Outubro 2009 INDÍCE Apresentação geral do projecto ProNIC Objectivos, conteúdos, funcionalidades Contributos do ProNIC para a correcta

Leia mais

Monitorização e Auditoria

Monitorização e Auditoria Monitorização e Auditoria Duas fases no processo de AIA, enquanto processo de planeamento e gestão ambiental: - A fase preditiva da pré-decisão e; - A fase de gestão da pós-decisão. A avaliação da capacidade

Leia mais

Diagnóstico Energético. Projecto Influência Comportamental no Consumo de Energia Eléctrica. Promotor: Entidade Financiadora: Parceiro:

Diagnóstico Energético. Projecto Influência Comportamental no Consumo de Energia Eléctrica. Promotor: Entidade Financiadora: Parceiro: Diagnóstico Energético Projecto Influência Comportamental no Consumo de Energia Eléctrica Entidade Financiadora: Promotor: Parceiro: Medida financiada no âmbito do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo

Leia mais

WorkinProject 8 Manual de Referência Rápida

WorkinProject 8 Manual de Referência Rápida WorkinProject 8 Manual de Referência Rápida Flagsoft, Lda 2015 Índice 1. Introdução...3 2. Integrador - Interface com o utilizador...4 3. Registo de actividade - Folha de horas...5 4. Agenda e colaboração...7

Leia mais

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel.

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. Projecto A Oficina+ ANECRA é uma iniciativa criada em 1996, no âmbito da Padronização de Oficinas ANECRA. Este projecto visa reconhecer a qualidade

Leia mais

Inês Flores 1, Jorge de Brito 2,

Inês Flores 1, Jorge de Brito 2, Estratégias de Manutenção em Fachadas de Edifícios Inês Flores 1, Jorge de Brito 2, Instituto Superior Técnico, Universidade Técnica de Lisboa Av. Rovisco Pais, 1049-001 Lisboa, Portugal RESUMO Uma política

Leia mais

. evolução do conceito. Inspecção 3. Controlo da qualidade 4. Controlo da Qualidade Aula 05. Gestão da qualidade:

. evolução do conceito. Inspecção 3. Controlo da qualidade 4. Controlo da Qualidade Aula 05. Gestão da qualidade: Evolução do conceito 2 Controlo da Qualidade Aula 05 Gestão da :. evolução do conceito. gestão pela total (tqm). introdução às normas iso 9000. norma iso 9000:2000 gestão pela total garantia da controlo

Leia mais

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A satisfação e o desempenho dos recursos humanos em qualquer organização estão directamente relacionados entre

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 1 A avaliação de desempenho é uma apreciação sistemática do desempenho dos trabalhadores nos respectivos cargos e áreas de actuação e do seu potencial de desenvolvimento (Chiavenato).

Leia mais

SEMINÁRIO A EMERGÊNCIA O PAPEL DA PREVENÇÃO

SEMINÁRIO A EMERGÊNCIA O PAPEL DA PREVENÇÃO SEMINÁRIO A EMERGÊNCIA O PAPEL DA PREVENÇÃO As coisas importantes nunca devem ficar à mercê das coisas menos importantes Goethe Breve Evolução Histórica e Legislativa da Segurança e Saúde no Trabalho No

Leia mais

Estabelecer o tempo necessário para preparar e servir um café!

Estabelecer o tempo necessário para preparar e servir um café! Escola Politécnica da USP Departamento de Engenharia de Produção - Aula 6 Gestão de projetos / Diagrama de precedência Diagrama de redes Cronograma Agosto/9 Prof. Clovis Alvarenga Netto Aula 6 Gerenciamento

Leia mais

Objectivos de um projecto:

Objectivos de um projecto: MSProject2003 Eng. Jaime Martins Projecto: esforço concertado para atingir um objectivo realizado num determinado tempo dispondo de um determinado conjunto de recursos Objectivos de um projecto: realizar

Leia mais

Manual de Access 2007

Manual de Access 2007 Manual de Access 2007 Índice Introdução... 4 Melhor que um conjunto de listas... 5 Amizades com relações... 6 A Estrutura de uma Base de Dados... 8 Ambiente do Microsoft Access 2007... 9 Separadores do

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 145 29 de Julho de 2008 5106-(19)

Diário da República, 1.ª série N.º 145 29 de Julho de 2008 5106-(19) Diário da República, 1.ª série N.º 145 29 de Julho de 2008 5106-(19) Portaria n.º 701-E/2008 de 29 de Julho O Código dos Contratos Públicos consagra a obrigação das entidades adjudicantes de contratos

Leia mais

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume I - Princípios Gerais. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção. www.oportaldaconstrucao.

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume I - Princípios Gerais. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção. www.oportaldaconstrucao. Guia Técnico Segurança e Higiene no Trabalho Volume I - Princípios Gerais um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem a expressa

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO MINISTÉRIO Organismo/Serviço NIF Avaliador Cargo NIF FICHA DE AVALIAÇÃO PARA O PESSOAL DOS GRUPOS PROFISSIONAIS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO A preencher pelo avaliador Avaliado Unidade orgânica Carreira

Leia mais

Método do Caminho Crítico PERT /CPM. Prof. Marcio Cardoso Machado

Método do Caminho Crítico PERT /CPM. Prof. Marcio Cardoso Machado Método do Caminho Crítico PERT /CPM Prof. Marcio Cardoso Machado - Conjunto de técnicas utilizado para o planejamento e o controle de empreendimentos ou projetos - Fatores: prazo, custo e qualidade - Aplicado

Leia mais

Projetos - definição. Projetos - exemplos. Projetos - características

Projetos - definição. Projetos - exemplos. Projetos - características Projetos - definição Pesquisa Operacional II Projeto é uma série de atividades que objetivam gerar um produto (saída, output) Geralmente consiste em um empreendimento temporário Michel J. Anzanello, PhD

Leia mais

Ligações às redes de energia eléctrica. Setembro de 2011

Ligações às redes de energia eléctrica. Setembro de 2011 Ligações às redes de energia eléctrica Setembro de 2011 Índice Competências da ERSE Princípios e conceitos gerais Potência requisitada Procedimentos para ligação de uma instalação à rede Ponto de ligação

Leia mais

Controlo da Qualidade Aula 05

Controlo da Qualidade Aula 05 Controlo da Qualidade Aula 05 Gestão da qualidade:. evolução do conceito. gestão pela qualidade total (tqm). introdução às normas iso 9000. norma iso 9001:2000 Evolução do conceito 2 gestão pela qualidade

Leia mais

Norma ISO 9000. Norma ISO 9001. Norma ISO 9004 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE REQUISITOS FUNDAMENTOS E VOCABULÁRIO

Norma ISO 9000. Norma ISO 9001. Norma ISO 9004 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE REQUISITOS FUNDAMENTOS E VOCABULÁRIO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALDADE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Norma ISO 9000 Norma ISO 9001 Norma ISO 9004 FUNDAMENTOS E VOCABULÁRIO REQUISITOS LINHAS DE ORIENTAÇÃO PARA MELHORIA DE DESEMPENHO 1. CAMPO

Leia mais

Na sua experiência profissional, salienta-se uma longa lista de obras realizadas, entre as quais:

Na sua experiência profissional, salienta-se uma longa lista de obras realizadas, entre as quais: 1. A EMPRESA retende-se com o presente capítulo efectuar a apresentação da Tomás de Oliveira, do seu compromisso em relação à qualidade e da organização que disponibiliza para alcançar esse objectivo.

Leia mais

Estaleiros Temporários ou Móveis Decreto-Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro

Estaleiros Temporários ou Móveis Decreto-Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro Estaleiros Temporários ou Móveis Decreto-Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro 1. INTRODUÇÃO A indústria da Construção engloba um vasto e diversificado conjunto de características, tais como: Cada projecto

Leia mais

Escola de Condução Colinas do Cruzeiro

Escola de Condução Colinas do Cruzeiro Escola de Condução Colinas do Cruzeiro MANUAL DA QUALIDADE Índice 1. Índice 1. Índice 2 2. Promulgação do Manual da Qualidade 3 3. Apresentação da Empresa 4 3.1 Identificação da Empresa 4 3.2 Descrição

Leia mais

Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM

Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM por Engº João Barata (jbarata@ctcv.pt), CTCV Inovação Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro 1. - INTRODUÇÃO Os sub-sistemas de gestão, qualquer que seja o seu

Leia mais

FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha. José Carlos de Toledo Daniel Capaldo Amaral GEPEQ Grupo de Estudos e Pesquisa em Qualidade DEP - UFSCar

FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha. José Carlos de Toledo Daniel Capaldo Amaral GEPEQ Grupo de Estudos e Pesquisa em Qualidade DEP - UFSCar FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha José Carlos de Toledo Daniel Capaldo Amaral GEPEQ Grupo de Estudos e Pesquisa em Qualidade DEP - UFSCar FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha 1 1 Introdução

Leia mais

Dário Afonso Fernanda Piçarra Luisa Ferreira Rosa Felisberto Módulo: 3786, Controlo de Riscos

Dário Afonso Fernanda Piçarra Luisa Ferreira Rosa Felisberto Módulo: 3786, Controlo de Riscos Medidas de Prevenção e Protecção Dário Afonso Fernanda Piçarra Luisa Ferreira Rosa Felisberto Módulo: 3786, Controlo de Riscos 30 - Novembro, 2010 ÍNDICE Introdução - Medidas de Prevenção e Protecção pág.

Leia mais

Reengenharia de Processos

Reengenharia de Processos Reengenharia de Processos 1 Enquadramento 2 Metodologia 3 Templates 1 Enquadramento 2 Metodologia 3 Templates Transformação da Administração Pública É necessário transformar a Administração Pública de

Leia mais

Estratégia de Manutenção em Oficinas utilizando Caminho Critico

Estratégia de Manutenção em Oficinas utilizando Caminho Critico SEGeT Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 1 Estratégia de Manutenção em Oficinas utilizando Caminho Critico RESUMO Entre as estratégias gerenciais em empresas de médio e grande porte existe o

Leia mais

Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007

Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007 Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007 Ponto de situação em 31 de Outubro de 2007 As listas de consumidores com direito à restituição de caução foram

Leia mais

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações NP ISO 10001:2008 Gestão da qualidade. Satisfação do cliente. Linhas de orientação relativas aos códigos de conduta das organizações CT 80 2008 NP ISO 10002:2007 Gestão da qualidade. Satisfação dos clientes.

Leia mais

Mónica Montenegro António Jorge Costa

Mónica Montenegro António Jorge Costa Mónica Montenegro António Jorge Costa INTRODUÇÃO... 4 REFERÊNCIAS... 5 1. ENQUADRAMENTO... 8 1.1 O sector do comércio em Portugal... 8 2. QUALIDADE, COMPETITIVIDADE E MELHORES PRÁTICAS NO COMÉRCIO... 15

Leia mais

FERRAMENTAS DA QUALIDADE

FERRAMENTAS DA QUALIDADE FERRAMENTAS DA QUALIDADE FEMEA Análise do Modo e Efeito das Falhas Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 1 Análise do Modo e Efeito das Falhas Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 2 -

Leia mais

Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema

Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema Pedro Miguel Barros Morgado Índice Introdução... 3 Ponto.C... 4 Descrição do Problema... 5 Bibliografia... 7 2 Introdução No mundo

Leia mais

Reabilitação de revestimentos de pisos correntes com recurso a argamassas

Reabilitação de revestimentos de pisos correntes com recurso a argamassas Reabilitação de revestimentos de pisos correntes com recurso a argamassas A. Jorge Sousa Mestrando IST Portugal a.jorge.sousa@clix.pt Jorge de Brito ICIST/IST Portugal jb@civil.ist.utl.pt Fernando Branco

Leia mais

O Portal da Construção Segurança e Higiene do Trabalho

O Portal da Construção Segurança e Higiene do Trabalho Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XVIII Plano de Emergência um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem a

Leia mais

A gestão da implementação

A gestão da implementação A Gestão de Projectos Técnicas de programação em Gestão de Projectos Luís Manuel Borges Gouveia A gestão da implementação Estrutura de planeamento de projectos avaliação e gestão de risco a gestão de projectos

Leia mais

METODOLOGIA FMEA E SUA APLICAÇÃO À CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS

METODOLOGIA FMEA E SUA APLICAÇÃO À CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS METODOLOGIA FMEA E SUA APLICAÇÃO À CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS Sónia Raposo Costa e Silva Eng.ª Civil, Assistente de Investigação,LNEC/DED,Lisboa, Portugal, sonia.raposo@lnec.pt Manuel Fonseca Eng.º Civil,

Leia mais

Formação Manutenção: Curso de Segurança Funcional e Análise de risco

Formação Manutenção: Curso de Segurança Funcional e Análise de risco CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PROJECTO EM CONTROLO E APLICAÇÃO DE MÁQUINAS ELÉCTRICAS Formação Manutenção: Curso de Segurança Funcional e Análise de risco Edição de 2013 Organização Índice Organização 2 Âmbito

Leia mais

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003 Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 1 SISTEMÁTICA DE AUDITORIA - 1 1 - Início da 4 - Execução da 2 - Condução da revisão dos documentos

Leia mais

3. ANÁLISE DE RISCO NA CONSTRUÇÃO CIVIL

3. ANÁLISE DE RISCO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Gestão de Operações s 2007/2008 3. ANÁLISE DE RISCO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Jorge Moreira da Costa Professor Associado SCC/FEUP FEP_Fev Mar.2008 Top.3.1 Gestão de Operações s Análise de Risco 1 CONCEITOS GERAIS

Leia mais

Procedimento por Ajuste Directo N.º 1/2013 (Decreto-Lei n.º 18/2008, de 29 de Janeiro)

Procedimento por Ajuste Directo N.º 1/2013 (Decreto-Lei n.º 18/2008, de 29 de Janeiro) Procedimento por Ajuste Directo N.º 1/2013 (Decreto-Lei n.º 18/2008, de 29 de Janeiro) CADERNO DE ENCARGOS Coimbra, 18 de Janeiro de 2013 [sede] rua coronel veiga simão, edifício c 3020-053 coimbra portugal

Leia mais

LEAN PRODUCTION Produção Magra. Processo Criativo. Instituto Superior de Educação e Ciências

LEAN PRODUCTION Produção Magra. Processo Criativo. Instituto Superior de Educação e Ciências Instituto Superior de Educação e Ciências LEAN PRODUCTION Produção Magra Processo Criativo Ana Celina Militão da Silva 4ª Edição - Mestrado em Tecnologias Gráficas Gestão da Produção Gráfica Junho de 2012

Leia mais

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO INDICE 1 NOTA PRÉVIA 3 2 LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA 4 3 PLANO DE FORMAÇÃO 4 4 FREQUÊNCIA DE ACÇÕES DE FORMAÇÃO 6

Leia mais

PLANEJAMENTO E CONTROLE DE OBRAS Cronograma e Curva S

PLANEJAMENTO E CONTROLE DE OBRAS Cronograma e Curva S PLANEJAMENTO E CONTROLE DE OBRAS Cronograma e Curva S Professora: Eng. Civil Mayara Custódio, Msc. PERT/CPM PERT Program Evaluation and Review Technique CPM Critical Path Method Métodos desenvolvidos em

Leia mais

O planejamento do projeto. Tecnologia em Gestão Pública Desenvolvimento de Projetos Aula 8 Prof. Rafael Roesler

O planejamento do projeto. Tecnologia em Gestão Pública Desenvolvimento de Projetos Aula 8 Prof. Rafael Roesler O planejamento do projeto Tecnologia em Gestão Pública Desenvolvimento de Projetos Aula 8 Prof. Rafael Roesler 2 Introdução Processo de definição das atividades Sequenciamento de atividades Diagrama de

Leia mais

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL CADERNOS DE MUSEOLOGIA Nº 28 2007 135 GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL INTRODUÇÃO Os Sistemas da Qualidade

Leia mais

1. ÂMBITO E DISPOSIÇÕES INTRODUTÓRIAS

1. ÂMBITO E DISPOSIÇÕES INTRODUTÓRIAS REGULAMENTO Selecção de fornecedores qualificados para apresentação de propostas em concursos limitados de serviços de supervisão da construção de linhas e subestações da RNT Novembro 2010 Índice 1. ÂMBITO

Leia mais

Gestão por Processos ISO 9001: 2000

Gestão por Processos ISO 9001: 2000 Gestão por Processos 1 2 Existem três tipos de empresas: - as que fazem as coisas acontecer; - as que vêem as coisas acontecer; - as que não fazem ideia do que está a acontecer (Kotler) 3 Para o Sucesso

Leia mais

PLANO DE PORMENOR DO DALLAS FUNDAMENTAÇÃO DA DELIBERAÇÃO DE DISPENSA DE AVALIAÇÃO AMBIENTAL

PLANO DE PORMENOR DO DALLAS FUNDAMENTAÇÃO DA DELIBERAÇÃO DE DISPENSA DE AVALIAÇÃO AMBIENTAL FUNDAMENTAÇÃO DA DELIBERAÇÃO DE DISPENSA DE AVALIAÇÃO AMBIENTAL Deliberação da Reunião Câmara Municipal de 29/11/2011 DIRECÇÃO MUNICIPAL DE URBANISMO DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE PLANEAMENTO URBANO DIVISÃO

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE MUDANÇA DE COMERCIALIZADOR - CONSULTA PÚBLICA -

PROCEDIMENTOS DE MUDANÇA DE COMERCIALIZADOR - CONSULTA PÚBLICA - PROCEDIMENTOS DE MUDANÇA DE COMERCIALIZADOR - CONSULTA PÚBLICA - 1. ENQUADRAMENTO Na sequência da consulta pública acima mencionada, promovida conjuntamente pelos reguladores português e espanhol, vem

Leia mais

Procedimento por Ajuste Directo N.º 2/2013 (Decreto-Lei n.º 18/2008, de 29 de Janeiro)

Procedimento por Ajuste Directo N.º 2/2013 (Decreto-Lei n.º 18/2008, de 29 de Janeiro) Procedimento por Ajuste Directo N.º 2/2013 (Decreto-Lei n.º 18/2008, de 29 de Janeiro) CADERNO DE ENCARGOS Coimbra, 25 de Janeiro de 2013 [sede] rua coronel veiga simão, edifício c 3020-053 coimbra portugal

Leia mais

Gestão associativa Sessão 3 - Gestão de Projetos

Gestão associativa Sessão 3 - Gestão de Projetos Isabel Beja e Álvaro Cidrais Gestão associativa Sessão 3 - Gestão de Projetos Financiamento: Entidade Coordenadora Local Entidade Promotora Gestão de Projectos Álvaro Cidrais, 2013 alvaro.cidrais@gmail.com

Leia mais

Qualidade e Inovação. CONTROLO DA QUALIDADE Qualidade e Inovação Trabalho de grupo

Qualidade e Inovação. CONTROLO DA QUALIDADE Qualidade e Inovação Trabalho de grupo CONTROLO DA QUALIDADE Qualidade e Inovação Trabalho de grupo Curso de Arte e Multimédia/Design 2º Semestre 1º Ciclo Ano lectivo 2007/2008 Docente: José Carlos Marques Discentes: Ana Pedro nº 2068207/ Encarnação

Leia mais

Curso de Educação e Formação em Desenho Assistido por Computador / Construção Civil

Curso de Educação e Formação em Desenho Assistido por Computador / Construção Civil Curso de Educação e Formação em Desenho Assistido por Computador / Construção Civil Saída Profissional: Operador CAD Certificação ao nível do 9º Ano / Nível II Laboral Bem-Vindo/a à FLAG! A FLAG é uma

Leia mais

Indice. Parte I - Um Modelo de Gestão de Projectos. Introdução... 1

Indice. Parte I - Um Modelo de Gestão de Projectos. Introdução... 1 r Indice Introdução.......................................... 1 Parte I - Um Modelo de Gestão de Projectos 1- Características da Gestão de Projectos 11 1.1 Definição de Projecto 11 1.2 Projectos e Estratégia

Leia mais

À Firma. À Firma. À firma

À Firma. À Firma. À firma À Firma À Firma À firma Sua Referência Sua Comunicação de Nossa Referência Data Assunto: Convite para apresentação de proposta. Ajuste Directo n.º 6/2009. Em cumprimento do disposto no artigo 115.º do

Leia mais

O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE?

O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE? 1 O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE? A globalização dos mercados torna cada vez mais evidente as questões da qualidade. De facto a maioria dos nossos parceiros económicos não admite a não qualidade.

Leia mais

PVP Programa de Valorização de Património. Apresentação à CML Helena Roseta 14.12.2012

PVP Programa de Valorização de Património. Apresentação à CML Helena Roseta 14.12.2012 PVP Programa de Valorização de Património Apresentação à CML Helena Roseta 14.12.2012 Objectivos genéricos do PVP garantir a função social do município no apoio ao acesso à habitação; promover a adequação

Leia mais

Aula Nº 05 Determinação do Cronograma

Aula Nº 05 Determinação do Cronograma Aula Nº 05 Determinação do Cronograma Objetivos da Aula: Os objetivos desta aula são, basicamente, apresentar as atividades necessárias para se produzir o cronograma do projeto. Ao final desta aula, você

Leia mais

FMEA. FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha)

FMEA. FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha) FMEA FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha) Técnica auxiliar no projeto de sistemas, produtos, processos ou serviços. Flávio Fogliatto Confiabilidade 1 FMEA - Definição

Leia mais

OS SISTEMAS DE GESTÃO DA MANUTENÇÃO DO MATERIAL CIRCULANTE

OS SISTEMAS DE GESTÃO DA MANUTENÇÃO DO MATERIAL CIRCULANTE OS SISTEMAS DE GESTÃO DA MANUTENÇÃO DO MATERIAL CIRCULANTE 1. REFERÊNCIAS [1] - Bases Gerais para a Implementação de Sistemas de Gestão da Manutenção de Material Circulante, Instrução Técnica 5, INCFA

Leia mais

GESTÃO de PROJECTOS. Gestor de Projectos Informáticos. Luís Manuel Borges Gouveia 1

GESTÃO de PROJECTOS. Gestor de Projectos Informáticos. Luís Manuel Borges Gouveia 1 GESTÃO de PROJECTOS Gestor de Projectos Informáticos Luís Manuel Borges Gouveia 1 Iniciar o projecto estabelecer objectivos definir alvos estabelecer a estratégia conceber a estrutura de base do trabalho

Leia mais

CONJUNTO COMERCIAL CENTRO COMERCIAL DE PORTIMÃO

CONJUNTO COMERCIAL CENTRO COMERCIAL DE PORTIMÃO CONJUNTO COMERCIAL CENTRO COMERCIAL DE PORTIMÃO RELATÓRIO DE CONFORMIDADE AMBIENTAL DO PROJECTO DE EXECUÇÃO (RECAPE) SUMÁRIO EXECUTIVO JULHO DE 2008 Inovação e Projectos em Ambiente 1 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...

Leia mais

COMISSÃO DA MARCA DE QUALIDADE LNEC SECÇÃO DE INSCRIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO

COMISSÃO DA MARCA DE QUALIDADE LNEC SECÇÃO DE INSCRIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO COMISSÃO DA MARCA DE QUALIDADE LNEC SECÇÃO DE INSCRIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO QUALIFICAÇÃO COMO GESTOR GERAL DA QUALIDADE DE EMPREENDIMENTOS DA CONSTRUÇÃO INSTRUÇÕES DE CANDIDATURA 1. DESTINATÁRIOS A Marca de

Leia mais

1. INTRODUÇÃO 2. ANÁLISE ESTRATÉGICA

1. INTRODUÇÃO 2. ANÁLISE ESTRATÉGICA CADERNO FICHA 11. RECUPERAÇÃO 11.4. OBJECTIVOS ESTRATÉGICOS O presente documento constitui uma Ficha que é parte integrante de um Caderno temático, de âmbito mais alargado, não podendo, por isso, ser interpretado

Leia mais

Como melhorar a Sustentabilidade através da implementação de um Sistema Integrado de Gestão Qualidade, Ambiente e Segurança

Como melhorar a Sustentabilidade através da implementação de um Sistema Integrado de Gestão Qualidade, Ambiente e Segurança Como melhorar a Sustentabilidade através da implementação de um Sistema Integrado de Gestão Qualidade, Ambiente e Segurança ENQUADRAMENTO O QUE SE PRETENDE? A IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO

Leia mais

Soluções de Gestão Integradas SENDYS ERP. Otimize a Gestão do Seu Negócio!

Soluções de Gestão Integradas SENDYS ERP. Otimize a Gestão do Seu Negócio! Soluções de Gestão Integradas SENDYS ERP Otimize a Gestão do Seu Negócio! Universo da Solução de Gestão SENDYS ERP Financeira Recursos Humanos Operações & Logística Comercial & CRM Analytics & Reporting

Leia mais

ambithus Informação Prática COMO PROCEDER À INSCRIÇÃO? ORGANIZAÇÃO DA FORMAÇÃO INSCRIÇÕES EM GRUPO GARANTIA DE QUALIDADE CONTACTOS DA AMBITHUS

ambithus Informação Prática COMO PROCEDER À INSCRIÇÃO? ORGANIZAÇÃO DA FORMAÇÃO INSCRIÇÕES EM GRUPO GARANTIA DE QUALIDADE CONTACTOS DA AMBITHUS ambithus Informação Prática COMO PROCEDER À INSCRIÇÃO? ORGANIZAÇÃO DA FORMAÇÃO INSCRIÇÕES EM GRUPO GARANTIA DE QUALIDADE CONTACTOS DA AMBITHUS COMO CHEGAR À AMBITHUS? FICHA DE CANDIDATURA PARA A FORMAÇÃO

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DE PROJETOS

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DE PROJETOS ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DE PROJETOS Atualizado em 31/12/2015 GESTÃO DE PROJETOS PROJETO Para o PMBOK, projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo.

Leia mais

A Gestão de Configurações suporte dos Sistemas de Informação

A Gestão de Configurações suporte dos Sistemas de Informação A Gestão de Configurações suporte dos Sistemas de Informação O funcionamento dos sistemas e tecnologias de informação e comunicação têm nas organizações um papel cada vez mais crítico na medida em que

Leia mais

Qpoint Rumo à Excelência Empresarial

Qpoint Rumo à Excelência Empresarial 2 PRIMAVERA BSS Qpoint Rumo à Excelência Empresarial Numa era em que a competitividade entre as organizações é decisiva para o sucesso empresarial, a aposta na qualidade e na melhoria contínua da performance

Leia mais

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2010

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2010 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2010 APROVADA POR DELIBERAÇÃO DA COMISSÃO DIRECTIVA DE 19-03-2010 Altera o nº 4 da Orientação de Gestão nº 7/2008 e cria o ANEXO III a preencher pelos Beneficiários para registo

Leia mais

ARTIGO TÉCNICO. Os objectivos do Projecto passam por:

ARTIGO TÉCNICO. Os objectivos do Projecto passam por: A metodologia do Projecto SMART MED PARKS ARTIGO TÉCNICO O Projecto SMART MED PARKS teve o seu início em Fevereiro de 2013, com o objetivo de facultar uma ferramenta analítica de confiança para apoiar

Leia mais

B U S I N E S S I M P R O V E M E N T

B U S I N E S S I M P R O V E M E N T BUSINESS IMPROVEMENT A I N D E V E QUEM É A Indeve é uma empresa especializada em Business Improvement, composta por consultores com uma vasta experiência e com um grande conhecimento do mundo empresarial

Leia mais

Anexo A Requisitos técnicos e funcionais, de integração e de nível de serviço para plataforma base

Anexo A Requisitos técnicos e funcionais, de integração e de nível de serviço para plataforma base Anexo A Requisitos técnicos e funcionais, de integração e de nível de serviço para plataforma base Requisitos técnicos e funcionais: 1. Estar estruturada de acordo com os diversos tipos de procedimentos

Leia mais

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO A partir de meados do século xx a actividade de planeamento passou a estar intimamente relacionada com o modelo racional. Uma das propostas que distinguia este do anterior paradigma era a integração

Leia mais

Logística e Gestão da Distribuição

Logística e Gestão da Distribuição Logística e Gestão da Distribuição Depositos e política de localização (Porto, 1995) Luís Manuel Borges Gouveia 1 1 Depositos e politica de localização necessidade de considerar qual o papel dos depositos

Leia mais

Curso de Especialização Tecnológica em Aplicações Informáticas de Gestão (CET-AIG)

Curso de Especialização Tecnológica em Aplicações Informáticas de Gestão (CET-AIG) Curso de Especialização Tecnológica em Aplicações Informáticas de Gestão (CET-AIG) 1. Plano Curricular do curso O curso de especialização tecnológica em Aplicações Informáticas de Gestão integra as componentes

Leia mais

1 Serviços de Planeamento e Transformação Empresarial Os Serviços de Planeamento e Transformação Empresarial da SAP incluem:

1 Serviços de Planeamento e Transformação Empresarial Os Serviços de Planeamento e Transformação Empresarial da SAP incluem: Descrição de Serviços Serviços de Planeamento e Empresarial Os Serviços de Planeamento e Empresarial fornecem serviços de consultoria e prototipagem para facilitar a agenda do Licenciado relativa à inovação

Leia mais

Auditorias da Qualidade

Auditorias da Qualidade 10 páginas sobre s da Qualidade "Não olhes para longe, despreocupando-se do que tens perto." [ Eurípedes ] VERSÃO: DATA de EMISSÃO: 9-10-2009 AUTOR: José Costa APROVAÇÃO: Maria Merino DESCRIÇÃO: Constitui

Leia mais

Sistema de Certificação de Competências TIC

Sistema de Certificação de Competências TIC Sistema de Certificação de Competências TIC Portal das Escolas Manual de Utilizador INDICE 1 Introdução... 5 1.1 Sistema de formação e certificação de competências TIC...6 1.1.1 Processo de certificação

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo III Grupo de Processos

Gerenciamento de Projetos Modulo III Grupo de Processos Gerenciamento de Projetos Modulo III Grupo de Processos Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com PMBoK Processos de Gerenciamento de Projetos Para que um projeto seja bem-sucedido,

Leia mais

MÉTODO DE AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DE IMÓVEIS Análise de Dois Anos de Aplicação

MÉTODO DE AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DE IMÓVEIS Análise de Dois Anos de Aplicação MÉTODO DE AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DE IMÓVEIS Análise de Dois Anos de Aplicação João Branco Pedro * jpedro@lnec.pt António Vilhena avilhena@lnec.pt José Vasconcelos de Paiva jvpaiva@lnec.pt Resumo

Leia mais

FERRAMENTAS E SOLUÇÕES DE APOIO À GESTÃO E MANUTENÇÃO DE ATIVOS

FERRAMENTAS E SOLUÇÕES DE APOIO À GESTÃO E MANUTENÇÃO DE ATIVOS FERRAMENTAS E SOLUÇÕES DE APOIO À GESTÃO E MANUTENÇÃO DE ATIVOS Ivo BRAGA 1 RESUMO Os Serviços de manutenção exigem cada vez mais um elevado nível de complexidade. Mesmo a nível local onde o grau de especialização

Leia mais

Utilização de FMEA nos Processos de Desenvolvimento e Teste de Software

Utilização de FMEA nos Processos de Desenvolvimento e Teste de Software Utilização de FMEA nos Processos de Desenvolvimento e Teste de Software Bolívar Arthur Butzke 1, Karine Baiotto 1, Msc. Adalberto Lovato 1, Msc. Vera Lúcia Lorenset Benedetti 1 1 Sistemas de Informação

Leia mais

PROJECTO DE LEI Nº 361/XI

PROJECTO DE LEI Nº 361/XI PROJECTO DE LEI Nº 361/XI ALTERA O REGIME JURÍDICO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL ESTABELECIDO PELO DECRETO-LEI Nº 69/2000, DE 3 DE MAIO, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO DECRETO-LEI Nº 74/2001,

Leia mais

Prova Escrita de Aplicações Informáticas B

Prova Escrita de Aplicações Informáticas B EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Aplicações Informáticas B 12.º Ano de Escolaridade Prova 703/1.ª Fase 11 Páginas Duração da Prova: 120 minutos.

Leia mais

Código dos Contratos Públicos

Código dos Contratos Públicos Código dos Contratos Públicos DL 18/2008 (18.01.2008) A que contratos se aplicam as regras da contratação pública As regras da contratação pública previstas no CCP aplicam-se a todo e qualquer contrato

Leia mais