R isk O ffice. Relatório de Acompanhamento da Política de Investimento e Resumo do Demonstrativo de Investimentos (DI)

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1 Relatório de Acompanhamento da Política de Investimento e Resumo do Demonstrativo de Investimentos (DI) 3º trimestre de 2008

2 Relatório de Avaliação da Política de Investimento Relatório trimestral (Julho a Setembro de 2008) O presente relatório tem por objetivo avaliar se os resultados apresentados abaixo se encontram em consonância com a política de investimento do NUCLEOS. PARTE1: Alocação de Recursos A Resolução CMN nº 3.456, de 1º junho de 2007, que estabelece as diretrizes pertinentes à aplicação dos recursos das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC), classifica os investimentos em quatro segmentos: renda fixa, renda variável, imóveis e empréstimos e financiamentos. O segmento de renda fixa se subdivide em (i) carteira com baixo risco de crédito e (ii) carteira com médio e alto risco de crédito. O segmento de renda variável é subdividido em (i) carteira de ações em mercado; (ii) carteira de participações; e (iii) carteira de renda variável - outros ativos. O segmento de imóveis se subdivide em (i) carteira de desenvolvimento; (ii) carteira de aluguéis e renda; (iii) carteira de fundos imobiliários; e (iv) carteira de outros investimentos imobiliários. E, por último, o segmento de empréstimos e financiamentos tem as subdivisões (i) carteira de empréstimos a participantes e (ii) carteira de financiamentos imobiliários a participantes. a) Alocação de Recursos por Segmento de Aplicação 100% Alocação Atual x Limite Legal 78,05% 50% 16,75% 11% 2,96% 2,24% 15% Renda Fixa Renda Variável Imóveis Empréstimos e Financiamentos Alocação Atual Limite Legal O gráfico mostra que, no fechamento do terceiro trimestre, a estrutura de investimentos do NUCLEOS estava em conformidade com os limites legais estabelecidos pela Resolução CMN nº É importante ressaltar que a Entidade pode, conforme as oportunidades de investimentos do mercado financeiro, realocar seus recursos de acordo com os limites inferiores e superiores estabelecidos pela legislação vigente. CEP: Técnico: (11)

3 b) Alocação de Recursos por Segmento de Aplicação e Carteira (Panorama Completo) Segmento de Aplicação 3º trim estre Alocação Objetivo (2) Limite Inferior Limite Legal (Res. CMN nº 3.456) Enquadramento Legal Renda Fixa 78,05% 71,12% 50,00% 100,00% 100,00% OK OK Baixo Risco de Crédito 77,87% 71,12% 50,00% 100,00% 100,00% OK OK Médio e Alto Risco de Crédito 0,18% 0,00% 20,00% 20,00% OK OK Renda Variável 16,75% 22,68% 0,00% 30,00% 50,00% OK OK Ações em Mercado 14,20% 20,18% 0,00% 30,00% 50,00% OK OK Participações 2,55% 0,00% 20,00% 20,00% OK OK Renda Variável - Outros Ativos 0,00% 2,50% 0,00% 3,00% 3,00% OK OK Im óveis 2,96% 3,92% 0,00% 5,00% 11% (1) OK OK Alugueis e renda 2,37% 0,00% 5,00% 11,00% OK OK Fundos imobiliários 0,00% 0,00% 5,00% 11,00% OK OK Outros investimentos imobiliários 0,59% 0,00% 5,00% 11,00% OK OK Empréstim os e Financiam entos 2,24% 2,28% 0,00% 5,00% 15,00% OK OK Empréstimos a Participantes 2,24% 2,28% 0,00% 5,00% 15,00% OK OK Financiamentos Imobiliários a Participantes 0,00% 0,00% 5,00% 10,00% OK OK * - Valores percentuais em relação ao total dos recursos garantidores da fundação. (1) A partir de 2009, é de 8%. (2) Para o período de 2008 a Limite Superior Política 1.1. Limites utilizados para investimentos em títulos e valores mobiliários de emissão ou coobrigação de uma mesma pessoa jurídica. O NUCLEOS determinou que os limites utilizados para investimentos em títulos e valores mobiliários de emissão ou coobrigação de uma mesma pessoa jurídica devem respeitar os limites legais estabelecidos pela Resolução CMN nº 3.456, que permite a aplicação de até 20% dos recursos garantidores em uma mesma instituição financeira e de até 10% dos recursos garantidores em títulos de uma mesma pessoa jurídica não financeira, de um mesmo estado ou município ou da própria patrocinadora. No fechamento do terceiro trimestre, o NUCLEOS estava em plena conformidade com os limites por contraparte estabelecidos pela legislação vigente Objetivos específicos da gestão do segmento de Renda Fixa e suas carteiras No final do terceiro trimestre, o NUCLEOS possuía 78,05% de seus recursos aplicados no segmento de Renda Fixa, sendo 77,87% em ativos de baixo risco de crédito. A Entidade apresentava 0,18% de seus recursos alocados na carteira de renda fixa de médio e alto risco de crédito (o limite legal é 20%). O NUCLEOS estava, portanto, enquadrado nos limites da Resolução CMN nº Os investimentos em ativos de renda fixa do NUCLEOS estavam em consonância com os seguintes limites impostos pela legislação vigente aplicável às EFPCs: As aplicações em títulos e valores mobiliários de emissão de uma mesma instituição financeira considerada como de baixo risco de crédito foram inferiores a 25% do patrimônio líquido do emissor. As aplicações em títulos e valores mobiliários de emissão de uma mesma instituição financeira considerada como de médio e alto risco de crédito foram inferiores 15% do patrimônio líquido do emissor. As aplicações em cotas de fundos de investimento em direitos creditórios (FIDC) e em cotas de FICs de fundos de investimento em direitos creditórios (FIC FIDC) foram inferiores a 25% do patrimônio líquido do fundo. 3

4 1.3. Objetivos específicos da gestão do segmento de Renda Variável e suas carteiras No fechamento de setembro, o NUCLEOS possuía 16,75% de seus recursos aplicados no segmento de Renda Variável. Este investimento estava distribuído em duas carteiras: 14,20% na Carteira de Ações em Mercado (limite legal é de 50%) e 2,55% na Carteira de Participações (o limite é de 20%). A Entidade estava, portanto, em plena conformidade com as restrições impostas pela Resolução CMN nº Os investimentos em ações de emissão de uma mesma companhia estavam em conformidade com a legislação aplicável às EFPCs. Por outro lado, o NUCLEOS possuía mais do que 25% das cotas de um fundo de participação, o CRT Fundo de Investimento em Participações, o que não é permitido pela Resolução CMN nº A Entidade está, portanto, desenquadrada nos limites legais, no que se refere às aplicações em cotas de fundos de investimento de participação (FIP) Realização de operações com derivativos, limites e condições de atuação nos mercados O NUCLEOS estabelece que suas aplicações em derivativos devem respeitar os limites estabelecidos pela Resolução CMN nº A legislação restringe os investimentos em derivativos com o objetivo de proteção às posições detidas à vista pela Entidade. As aplicações que não têm objetivo de projeção devem ter igual valor alocado em títulos de emissão do Tesouro Nacional que não estejam vinculados a quaisquer outras operações. No final do terceiro trimestre de 2008, as aplicações em derivativos com objetivo de proteção representavam 0,29% das posições detidas à vista pelo NUCLEOS. O montante investido em derivativos que não tinham objetivo de proteção correspondia a 0,53% do valor aplicado pela Entidade em títulos do Tesouro Nacional. O NUCLEOS está, portanto, enquadrado nos limites estabelecidos pela Resolução CMN nº Objetivos específicos da gestão do segmento de Imóveis e suas carteiras No final de setembro de 2008, o NUCLEOS apresentava 2,96% de seus recursos aplicados no segmento de Imóveis. Estes investimentos estavam distribuídos na Carteira de Aluguéis e Renda (2,37%) e Carteira de Outros Investimentos Imobiliários (0,59%). Como o limite para este segmento é de 11% dos recursos garantidores, a Entidade está em consonância com os limites legais da Resolução CMN nº e com os limites estabelecidos pela Política de Investimento do NUCLEOS Objetivos específicos da gestão do segmento de Empréstimos e Financiamentos e suas carteiras O NUCLEOS possuía, ao fim de setembro, 2,24% de seus recursos aplicados no segmento de Empréstimos e Financiamentos, sendo que todo esse montante estava alocado na Carteira de Empréstimos a Participantes. Como a legislação permite investir até 15% dos recursos garantidores nesse segmento, a Entidade está em conformidade com os limites da Resolução CMN nº

5 PARTE 2: Estrutura de Custos Os custos incorridos com cada uma das atividades relacionadas com a administração dos recursos do NUCLEOS podem ser observados no quadro abaixo. Estrutura Geral de Custos (em R$) Custos com a Administração dos Recursos Custos com Administração de Recursos 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre Acumulado Pesssoal e encargos , , , ,86 Despesas administrativas , , , ,00 Agente custodiante , , , ,88 Auditor de Gestão Auditor contábil 4.989, , , ,28 Assessoria atuarial Assessoria financeira , , , ,09 Consultorias (Teleinformática & Bolsa) 4.188, , , ,62 Consultorias (Jurídica) , , , ,69 Corretagem Custos com avaliação de riscos , , , ,36 Custos com avaliação de desempenho Sistema de controle dos Investimentos , , , ,52 Gestão/Admininstração dos Recursos Internos Gestão/Admininstração dos Recursos Externos , , , ,24 Outros custos TOTAL , , , ,54 Carteiras Administradas Na estrutura de carteiras administradas do NUCLEOS, as taxas pagas a título de remuneração do gestor são as indicadas na tabela abaixo: NOME DO FUNDO GESTOR SEGMENTO Taxa Adm. a.a. (%) Taxa de Performance a.a. (%) MONAZITA FIF NUC Votorantim Renda Fixa 0,01% 0 CRT FIP Oliveira Trust Renda Variável 0,19% 0 ENERGIA PC H FIP Santander Renda Variável 1,75% 0 URÂNIO FIF NUC ABN-Amro Renda Fixa 0,20% 0 EURÓPIO FIF NUC BB DTVM Renda Fixa 0,20% 0 ZIRCÔNIO MULTIMERCADO FIF NUC Sulamerica Renda Fixa 0,15% 0 TITÂNIO FIA NUC HSBC Renda Variável 0,25% 25,00% FI PRÓTON AÇ ÕES Votorantim Renda Variável 0,35% 30,00% NEUTRON FAQ FIF ABN-Amro Renda Fixa 0,50% 0 As taxas de administração pagas pelo NUCLEOS aos seus gestores externos de investimento estão de acordo com as praticadas pelo mercado financeiro e as mesmas podem ser revistas ao longo do tempo, buscando reduzir os custos da Entidade. Agente Custodiante A Entidade utiliza a estrutura de custódia de seus gestores externos de investimento. Tais gestores remeteram para o NUCLEOS uma carta declarando-se habilitados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para prestação de serviços de custódia de títulos e valores mobiliários. Portanto, todos os gestores externos de investimento do NUCLEOS estão habilitados perante à CVM. Além disso, o custo da custódia já está embutido na taxa de administração paga pelo NUCLEOS. 5

6 PARTE 3: Análise dos Investimentos Listagem dos Investimentos A tabela abaixo apresenta uma listagem de todos os investimentos do NUCLEOS, especificando cada ativo (fundos de investimento, títulos e valores mobiliários, imóveis, etc) e os valores aplicados. É importante ressaltar que não se trata da abertura dos investimentos até o nível dos ativos, como no Demonstrativo de Investimentos (DI) completo. Veículo de Investimento Valor Financeiro (em R$) % Sobre o Total % Sobre o Segmento Fundos de Investimento ,37 82,88% 100,00% MONAZITA FIF NUC ,94 35,65% 43,02% FIF URANIO ,08 16,89% 20,38% FI PROTON EM ACOES ,11 13,47% 16,26% ZIRCONIO FIA NUC ,60 8,77% 10,59% BB EUROPIO NUC FI MULTIMERCADO ,64 3,70% 4,46% CRT FUNDO DE INV ,09 1,98% 2,39% ABN AMRO FIQ FI CURTO PRAZO NEUTRON ,98 1,04% 1,26% TITANIO FUNDO INVESTIMENTO EM ACOES NUC ,63 0,80% 0,97% ENERGIA PCH FIP ,30 0,56% 0,68% Títulos de Renda Fixa em Carteira ,92 11,90% 100,00% Ações em carteira ,00 0,01% 100,00% Disponível, Valor a Pagar e Valor a Receber (RV e RF) ,09 0,01% 100,00% Imóveis ,79 2,96% 100,00% Empréstimos e Financiamentos ,21 2,24% 100,00% Total ,38 100,00% 100,00% Observação: em agosto de 2006 foi constituído a provisão para perda de 100% do valor referente às debêntures da empresa Têxtil Renaux e divulgado aos senhores participantes e assistidos através de carta DF 094/2006, de 04 de setembro de O valor provisonado é da ordem de 10,5 milhões. 6

7 Rentabilidade dos Investimentos As rentabilidades a seguir foram enviadas pelo NUCLEOS. Benchmarks por segmento Renda Fixa a entidade possui recursos alocados em fundos exclusivos classificados como multimercado institucional. Estes fundos serão avaliados em relação a um índice composto de 45% CDI + 55% IMA-B (Índice de Mercado ANDIMA atrelados ao IPCA NTN-B). O fundo multimercado (Monazita), direcionado para ALM, será avaliado pelo INPC + 6,5% a.a.. Como meta atuarial para a entidade, será utilizado INPC + 6% a.a.. Renda Variável - para o segmento de renda variável, o benchmark utilizado será o IBrX % a.a. que é o indicador mais adequado para este fim em função da sua maior homogeneidade de composição. Imóveis a Entidade estabeleceu como benchmark sua meta atuarial acrescida de custos de 0.5% a.a. (INPC + 6.5% a.a.), que está definida como indicador de desempenho no programa de investimentos do Instituto. Empréstimos e Financiamentos - para o segmento de empréstimos e financiamentos, o Instituto estabeleceu como benchmark a sua meta atuarial (INPC + 6% a.a.). Segmento de Renda Fixa 11,60% 9,19% 9,95% 10,34% 6,88% ACUMULADO NO ANO 45% CDI + 55% IMA-B NUCLEOS INPC + 6% a.a. INPC + 6,5% a.a. MONAZITA Os investimentos do NUCLEOS no segmento Renda Fixa apresentaram uma rentabilidade de 9,19%, desempenho superior ao benchmark dos fundos exclusivos classificados como multimercado institucional, 45% CDI + 55% IMA-B, que acumulou alta de 6,88% de janeiro a setembro de No entanto, a rentabilidade apurada no período foi inferior, quando comparada com sua meta atuarial o INPC + 6%, que apresentou valorização no período de 9,95%. Já o fundo multimercado Monazita obteve rentabilidade de 11,60%, e portanto superior ao INPC + 6,5%, que obteve uma rentabilidade de 10,34%, índice este que baliza o fundo multimercado (Monazita). 7

8 Segmento de Renda Variável ACUMULADO NO ANO -18,52% -23,65% -22,51% IBrX-50 IBrX % a. a. NUCLEOS No acumulado dos três primeiros trimestres de 2008, as aplicações do NUCLEOS em Renda Variável recuaram 18,52%, queda menos acentuada se comparada ao benchmark dos fundos de ações, o IBrX % a.a., que desvalorizou 22,51% no período, a Entidade também apresentou desempenho superior ao índice considerado para gestão interna, o IBrX-50. Segmento de Renda Variável - Carteira de Participações 10,34% 7,77% 3,33% ACUMULADO NO ANO INPC + 6,5% a.a. ENERGIA PCH FIP CRT FIP No acumulado dos meses de janeiro a setembro, os investimentos do NUCLEOS na carteira de participações correspondiam a cotas dos fundos ENERGIA PCH FIP e CRT FIP, o primeiro apresentou uma rentabilidade de 3,33%, enquanto o segundo 7,77%, desta forma ambos estiveram abaixo do benchmark estabelecido para esta categoria, o INPC + 6,5% ao ano que acumulou alta de 10,34% no período. 8

9 Segmento de Imóveis 45,40% 10,34% ACUMULADO NO ANO INPC + 6,5% a.a. NUCLEOS No segmento de Imóveis, o NUCLEOS obteve uma rentabilidade de 45,40% no acumulado do ano, performance superior ao benchmark do segmento, a taxa composta pelo INPC + 6,0% a.a. acrescidos de custos de 0,5% ao ano (INPC + 6,5% a.a.), que apresentou alta de 10,34% no período. O resultado auferido foi devido as reavaliações da carteira de imóveis realizada em fevereiro e junho, a venda da participação do fundo imobiliário C&D Plaza em março e a venda de imóveis presentes na carteira de aluguéis e renda em agosto. Segmento de Empréstimos e Financiamentos 12,65% 9,95% ACUMULADO NO ANO INPC + 6% a.a. NUCLEOS No segmento de Empréstimos e Financiamentos, o NUCLEOS apresentou uma rentabilidade de 12,65% no acumulado de janeiro a setembro de 2008, resultado superior ao benchmark do segmento, a taxa composta pelo INPC + 6% ao ano, que apresentou alta de 9,95% no período analisado. 9

10 PARTE 4: Análise de Risco 1. Risco de mercado: Value-at-Risk (VaR 1 ) e (B-VaR 2 ) O risco de mercado é provocado pelas mudanças nos preços dos instrumentos financeiros. Tais mudanças se devem a alterações nas taxas de juros, nas taxas de câmbio, nos preços das ações e nos preços das commodities. O gerenciamento de risco de mercado tem como objetivo medir a máxima perda esperada de uma carteira de investimento, sob condições normais de mercado, com um grau de confiança especificado e para um dado horizonte de tempo. O sistema de gerenciamento de risco é o adotado pela consultoria financeira Risk Office, responsável pelo controle de risco do NUCLEOS. VaR do segmento de Renda Fixa 2,0% 1,5% VaR 1,0% 0,5% 0,0% jan/08 fev/08 mar/08 abr/08 mai/08 jun/08 jul/08 ago/08 set/08 NUCLEOS Limite RF O gráfico mostra a evolução do VaR percentual em relação ao patrimônio do segmento Renda Fixa do NUCLEOS. O período analisado abrange de janeiro a setembro de O gráfico mostra que o risco assumido pela Entidade ficou, durante todo o período, abaixo do limite estabelecido na Política de Investimentos (2,00%). Se considerada a carteira da Entidade no final de setembro, pode-se dizer com 95% de confiança que a perda máxima esperada é de 1,20% do montante alocado no segmento de Renda Fixa. VaR do segmento de Renda Variável 17,5% 15,0% 12,5% VaR 10,0% 7,5% 5,0% 2,5% 0,0% jan/08 fev/08 mar/08 abr/08 mai/08 jun/08 jul/08 ago/08 set/08 NUCLEOS Limite RV 1 VaR: medida do risco agregado de mercado enfrentado por uma empresa, ou seja, o montante de dinheiro que uma empresa poderia perder ou realizar devido às alterações de preço nos mercados relacionados. Com o VaR, tenta-se responder à seguinte questão: Qual a perda máxima esperada em uma carteira dado um horizonte de tempo e uma probabilidade para essa ocorrência? A resposta teria a seguinte forma, por exemplo: para 95% de confiança não se espera uma perda superior a R$ 2.000,00 no horizonte de 21 dias. ² B-VaR: O Benchmark Value-at-Risk mede o grau de descolamento de uma carteira de investimentos em relação a um índice de referência. Ele representa uma medida do quanto, por exemplo, uma carteira de ações está distante do Ibovespa 10

11 O gráfico do VaR mostra o percentual em relação ao patrimônio líquido do segmento Renda Variável do NUCLEOS. Nos três primeiros trimestres de 2008, o VaR se manteve abaixo do limite de 16,00% estabelecido pela Política de Investimento da Entidade. A análise da carteira no final de setembro aponta, com 95% de confiança, que, em condições normais de mercado, a perda máxima esperada da carteira de renda variável do NUCLEOS é de 7,02%, para um horizonte de 21 dias úteis. 1,0% B-VaR do segmento de Renda Fixa 0,8% 0,6% B-VaR 0,4% 0,2% 0,0% jan/08 fev/08 mar/08 abr/08 mai/08 jun/08 jul/08 ago/08 set/08 Limite RF Fundo Urânio Fundo Zirconio Fundo Európio (RF) O gráfico do B-VaR do segmento de Renda Fixa mostra o descolamento entre os fundos exclusivos do NUCLEOS e o benchmark da carteira de Renda Fixa. Nos nove primeiros meses de 2008, O B-VaR do fundo Urânio se manteve abaixo do limite de 0,50% estabelecido pela política de investimentos. O fundo Zircônio ultrapassou este limite no mês de abril, mas fechou o segundo e terceiro trimestre em plena conformidade com as diretrizes impostas na política. No início de 2008, o fundo Európio começou uma transição de Renda Fixa para Multimercado. Nesse período, a carteira do fundo assumiu uma composição bastante distinta do benchmark, o que acarretou um B-VaR acima do limite estabelecido pela política de investimentos. Em janeiro o fundo estava 75% alocado em CDI e 12,5% em IPCA e IMA, em março estes valores correspondiam a 63% e 36%, desta forma durante estes meses houve uma alocação diferenciada em relação ao índice de referência composto por 45% CDI e 55%IMA. No restante do ano o B-VaR assumido pelo fundo se manteve abaixo do limite estabelecido pela política, com exceção de setembro no qual o fundo assumiu um B-VaR de 0,51%, em razão de possuir na composição de sua carteira aproximadamente 65% em IPCA e IMA, desta forma um pouco acima da alocação determinada por seu benchmark. B-VaR do segmento de Renda Variável 12,5% 10,0% B-VaR 7,5% 5,0% 2,5% 0,0% jan/08 fev/08 mar/08 abr/08 mai/08 jun/08 jul/08 ago/08 set/08 Limite RV Fundo Proton Fundo Titânio Fundo Európio (RV) 11

12 O gráfico B-VaR do segmento de Renda Variável, representa o descolamento dos fundos exclusivos em relação ao índice de referência. No período de janeiro à setembro, o B-VaR dos fundos Titânio e Próton se mantiveram abaixo do limite de 10% estabelecido pela Política de Investimentos da Entidade. A parcela de Renda Variável do Fundo Európio, superou este limite no mês de abril, fato este explicado pelo baixo número de ações presentes na carteira do fundo no período. 2. Risco de crédito Ao se medir o risco de crédito, ou risco de contraparte, deve-se avaliar a perda potencial em caso de default. Deve-se avaliar, portanto, a perda potencial em caso de a contraparte não poder cumprir com suas obrigações no vencimento do papel. Os limites de crédito estabelecidos pelo NUCLEOS estão de acordo com os limites estabelecidos pela Resolução CMN nº No encerramento de setembro, o NUCLEOS possuía 0,18% de seus recursos alocados em ativos de médio ou alto risco de crédito (o limite legal é de 20%). Os ativos considerados como de médio ou alto risco de crédito estão listados abaixo: Produto Contraparte Data de aquisição Financeiro (R$) DEB (IGP-M) EMPRESA CONCESSIONARIA RODOVIAS NORTE SA ECONORTE 17/11/2005 R$ ,91 DEB (IGP-M) EMPRESA CONCESSIONARIA RODOVIAS NORTE SA ECONORTE 11/12/2003 R$ ,90 12

13 Administrador Estatutário Tecnicamente Qualificado do NUCLEOS Como responsável pela administração e investimentos dos ativos da Entidade, o NUCLEOS, na implementação de suas estratégias de investimento, depende de provedores de serviços externos (ou seja, consultores, gestores de investimentos e custodiantes). Devido ao grande número de partes envolvidas, os papéis de cada um destes agentes fiduciários devem ser devidamente identificados para assegurar (1) eficiência operacional; (2) clareza nas linhas de comunicação e; (3) clareza nas definições de responsabilidades e atribuições. Conforme o parágrafo 5º do Artigo 35 da Lei Complementar nº 109, toda entidade fechada de previdência complementar deve designar um administrador estatutário tecnicamente qualificado, responsável pela gestão, alocação, supervisão e acompanhamento de seus recursos, bem como pela prestação de informações relativas a aplicação dos mesmos, sem prejuízo da responsabilidade solidária dos demais administradores da Entidade. Deste modo, o Sr. José Raphael Oliveira da Silva é nomeado o Administrador Responsável do NUCLEOS. A tabela abaixo apresenta algumas informações cadastrais do Administrador Responsável do NUCLEOS. Informações cadastrais do Administrador Responsável do NUCLEOS Nome: José Raphael Oliveira da Silva CPF: Cargo: Diretor Financeiro Telefone para Contato: (21) r.106 / 107 para Contato: Comentário Final O NUCLEOS elaborou sua política de investimento para 2008 com o objetivo de proporcionar aos seus participantes rentabilidade compatível com o mercado e evitar a deterioração do patrimônio, garantindo àqueles que já tiveram seus benefícios concedidos, que estes serão mantidos, e àqueles que ainda estão formando seu patrimônio, que este seja gerido de forma profissional e segura, possibilitando no momento da concessão do seu beneficio a maior renda possível. O NUCLEOS está desenquadrado em relação ao Artigo 22, Inciso II, da Resolução CMN nº 3.456, que estabelece que as Entidades Fechadas de Previdência Complementar não podem possuir mais de 25% do patrimônio líquido de um mesmo fundo de participações. O NUCLEOS possui 100% das cotas do fundo CRT FIP. Essa participação no valor aproximado de R$ 14 milhões foi adquirida em Vale ressaltar, no entanto, que o NUCLEOS iniciou um processo para se reenquadrar nos limites legais. Em 25 de outubro de 2007, o Instituto realizou oferta pública através leilão eletrônico da CETIP (Câmara de Custódia e Liquidação) com o objetivo de vender de 80 cotas do fundo CRT FIP. Apesar de ampla divulgação, não houve interessados. Em 6 de dezembro, a diretoria executiva encaminhou à Secretaria de Previdência Complementar a correspondência PR 227/2007 solicitando em caráter especial a aprovação para o plano de enquadramento, de forma a atender aos limites da legislação vigente. Portanto, como apresentado neste Relatório de Acompanhamento da Política de Investimento do NUCLEOS, elaborado pela empresa de consultoria financeira Risk Office com base em informações enviadas pelos gestores e pelo próprio NUCLEOS, a Entidade vem unindo todos os esforços para que a gestão dos ativos confiados ao Instituto leve em conta os seguintes fatores: (1) preservação de capital; (2) diversificação; (3) tolerâncias a risco; (4) taxa esperada de retorno; (5) estabilidade; (6) liquidez; (7) custos razoáveis de administração. 13

14 DECLARAÇÕES RISKOFFICE 1. Este documento é de propriedade exclusiva da consultoria financeira RiskOffice e somente pode ser reproduzido mediante sua expressa autorização. 2. Este documento tem caráter meramente informativo, cabendo única e exclusivamente ao usuário a responsabilidade por eventuais prejuízos decorrentes da utilização que faça ou venha a fazer das informações nele contidas. 3. O conteúdo deste documento não deve ser entendido e nem interpretado como recomendação e nem garantia de resultados 4. A rentabilidade obtida no passado não representa garantia de resultados futuros. 5. Os investimentos em fundos não são garantidos pelo administrador ou por qualquer mecanismo de seguro ou, ainda, pelo fundo garantidor de crédito. ÁREA DE PREVIDÊNCIA DO RISKOFFICE Gerência: Guilherme Benites Atendimento a Cliente: Ronaldo de Oliveira Nathan Batista Igor Moreira Paula Lima Elber Ogasavara Suporte Técnico: Alan Infante Sidnei Oscar 14

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