Coordenação do Projecto SAF Novabase, SA. Equipa de Coordenação Mário Figueira, SAF/Novabase José Lagarto, Universidade Católica Portuguesa

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2 Coordenação do Projecto SAF Novabase, SA Equipa de Coordenação Mário Figueira, SAF/Novabase José Lagarto, Universidade Católica Portuguesa Avaliação Técnica Arnaldo Santos, PT Inovação Autoria do Guia Raul Denominato, SAF/Novabase ISBN Junho de 2003

3 Nota de abertura A Novabase, através da SAF Sistemas Avançados de Formação, SA pretende dar um contributo para a discussão sobre a qualidade do elearning em Portugal com o estudo que agora se publica. Este trabalho é o resultado do esforço conjunto de uma equipa pluri-disciplinar que abraçou este desafio em 2003 e contou com o apoio fundamental do POEFDS do Ministério da Segurança Social e do Trabalho. Procurámos envolver as entidades e as pessoas que têm reflectido nos últimos anos sobre o tema do elearning em Portugal e, em particular, sobre a forma de garantir a sua eficácia e eficiência. Estudar a qualidade do elearning em Portugal consistiu essencialmente na identificação de mecanismos adequados a garantir a consistência dos processos de aprendizagem suportados por tecnologias de informação e comunicação. Investigámos o que se fazia em Portugal em 2003 na perspectiva da oferta dos fornecedores de conteúdos de elearning e na perspectiva dos utilizadores (organizações e indivíduos). Procurámos referenciais para suportar a concepção e desenvolvimento de dispositivos de elearning e, neste aspecto, encontrámos muitos contributos nas normas SCORM desenvolvidas pela iniciativa americana ADL Advanced Distributed Learning. Centrámos o nosso estudo na identificação de um referencial para a concepção e desenvolvimento de dispositivos de elearning (conteúdos e sistemas) com base no SCORM, procurando a sua relação com as dimensões eficácia e eficiência desses dispositivos. Concluímos que o grau de maturidade da utilização das normas SCORM no mercado português ainda é baixo, apesar de existirem casos de excelência na sua utilização. Para um melhor aproveitamento dessas especificações no nosso país elaborámos o presente Guia de Interpretação e Implementação das Normas SCORM. Este guia é complementado com a versão digital do relatório final do estudo que salienta os seguintes tópicos: Inventário e Sistematização das Normas de elearning Caracterização da Oferta de Conteúdos de elearning a Nível Internacional Caracterização do Mercado de elearning em Portugal Caracterização da Oferta de Conteúdos de elearning em Portugal Estudo de Casos da Procura de Conteúdos de elearning em Portugal Estudo de Casos de Formandos Impacto da Qualidade do elearning Tendências-chave da adopção das normas de elearning na Procura em Portugal Comparação entre a Oferta e a Procura (Organizações) de elearning em Portugal Este relatório termina com um conjunto de conclusões finais e propostas de acção das quais se destacam a criação de um Laboratório da Qualidade do elearning com vista à monitorização do progresso da adopção das normas e de práticas avançadas da avaliação da formação blended Learning no mercado português. Esperamos que estes documentos sejam úteis para a sua caminhada no elearning. Mário Figueira Administrador da SAF/Novabase

4 Qualidade no e-learning em Portugal Resumo do Relatório

5 Resumo do Relatório A Qualidade do elearning em Portugal O Impacto da adopção das normas SCORM no mercado português Durante a década de 1990 assistiu-se a um grande investimento em diferentes tecnologias de elearning. A corrida no sentido de aumentar a quota de mercado por parte das empresas que constituem a oferta de elearning levou à proliferação de diferentes produtos de qualidade muito variada. Tecnologias como ferramentas de autor, de colaboração síncrona e de gestão de conteúdos encontravam-se ainda num estado imaturo, facto que originou alguma insatisfação junto dos utilizadores finais. O próprio conteúdo desenvolvido apresentava ausência de interactividade e desenho instrucional pouco adequado. Tudo isto ficou a dever-se à ausência de adopção de normas na produção destes produtos, que promovessem a interoperabilidade e consequente integração de tecnologias. Mas estas na altura também se encontravam num estado embrionário. O cepticismo dos utilizadores quanto à qualidade na indústria do elearning obteve como resposta a criação de empresas de serviços como a BrandonHall.com e a Lguide que se dedicam à realização de estudos periódicos sobre a qualidade dos produtos deste tipo de formação. Contudo, o que representou maior influência sobre a qualidade da oferta de elearning foi a criação de normas de interoperabilidade que melhoram consideravelmente a compatibilidade entre o conteúdo e as plataformas de gestão da formação (LMS). Progressivamente, as normas de elearning estão a ser aceites por toda a indústria, levando mesmo a que algumas das organizações que oferecem produtos e/ou serviços de elearning lançassem versões dos seus produtos com referência à normalização existente. Ainda no lado da oferta, assiste-se também à criação de programas de teste informático para certificação da compatibilidade. O presente resumo refere-se ao projecto de investigação à qualidade do elearning em Portugal e impacto da adopção das normas de elearning no mercado português, sendo uma iniciativa aprovada no âmbito do Programa Operacional de Emprego, Formação e Desenvolvimento Social (POEFDS). Neste plano, o principal objectivo desta pesquisa foi averiguar qual a influência da adopção das normas nos produtos de elearning e no desempenho da formação nas organizações e nos indivíduos, no contexto do mercado português. A meta a alcançar é a identificação do nível da adopção das normas nos produtos de elearning existentes no mercado nacional. Esta informação ajudará a traçar o grau de maturidade do mercado nacional face à concorrência internacional. Descrição da Metodologia utilizada A nossa análise foi dividida em duas etapas: a primeira inciduiu sobre a caracterização da Oferta através da aplicação de um inquérito; a segunda focou a caracterização dos utilizadores (Procura: Organizações e Formandos) por intermédio de estudo de casos. Numa primeira fase, concentramo-nos na análise dos graus de adopção da norma SCORM através da realização de um inquérito ao universo de empresas acreditadas pelo Instituto para a Inovação da Formação (INOFOR) em Junho de 2003, cerca de 30 empresas, como fornecedores de soluções/produtos e serviços de elearning. A opção pela base de amostragem das entidades acreditadas pelo INOFOR, permite-nos construir uma amostra casual simples - técnica probabilística -, a qual possibilita a cada elemento da população uma oportunidade igual de ser incluído, tornando provável a escolha de todas as combinações possíveis do número desejado de casos (Chein, ob. cit., p85 in Moreira C., 1994). O inquérito por questionário à oferta de elearning em Portugal sobre a adopção das normas nos seus produtos e serviços foi constituído por 19 perguntas. Foi realizado entre Junho e Julho de 2003 e dirigido aos Responsáveis Máximos de cada entidade que figura na Listagem do INOFOR. A opção pelo método de inquérito por questionário

6 Qualidade no e-learning em Portugal para a recolha de dados prende-se com o facto deste possibilitar resultados descritivos e, deste modo, a comparação entre diferentes grupos de evolução. De um universo de 33 empresas composto pelas 30 entidades acreditadas pelo INOFOR e outras três não certificadas por este organismo público -, responderam 12, o que nos confere uma taxa de sucesso de 36%. Este valor assegura a representatividade dos resultados do inquérito, já que o mínimo exigido é de 15%. A análise dos dados obtidos a partir da aplicação do questionário à oferta nacional de elearning, implica uma análise assente na existência de correlações significativas (positivas e negativas) entre os diversos itens que o compõem, com base no coeficiente de correlação de Spearman. É a partir desta análise que se constroi o Perfil da Oferta Nacional de eleaning face às Normas, quer do ponto de vista da Qualidade, quer Tecnológico. Em relação à caracterização dos Utilizadores de elearning (Procura), ou seja, das Organizações e dos Formandos, que corresponde à segunda parte do nosso problema de partida (Até que ponto o estado da adopção de normas na oferta nacional de elearning, influencia os resultados da formação nos utilizadores empresariais (organizações) e individuais (formandos).), optou-se pelo método de estudo de casos. Dado que não existe uma listagem que sirva de base de amostragem do universo dos Utilizadores de elearning (Organizações e Formandos) a nível nacional, optou-se pela amostragem em bola-de-neve, utilizada na pesquisa qualitativa e de pequena-escala. Deste modo, foi solicitado aos utilizadores de elearning se conheciam mais elementos com as características pretendidas: Organizações com práticas e normas de elearning e frequência em acções de elearning no caso dos Formandos. O método do estudo de casos compreende a colecta de dados mais pormenorizados tendo em vista uma análise mais em profundidade e não extensividade (como acontece no estudo da Oferta de elearning), o que ainda mais se justifica pelo facto de pretender estudar relações de uma realidade ainda pouco estudada. Foram alvo de estudo 11 organizações e 5 formandos, sendo a entrevista estruturada o instrumento previligiado na recolha de dados para o primeiro caso e a semi-estruturada para o segundo caso. Bringham e Moore definem a entrevista como uma conversa com um objectivo (cit. p.70 in Ghiglion R. e Matalon B., 1993), ou seja, trata-se de uma técnica classificada consoante a liberdade de resposta dada ao inquirido. Ao optarmos pela entrevista estruturada, determinamos os temas a ser focados, bem como, o quadro de referência que os entrevistados, neste caso utilizadores de elearning Organizações, deverão ter em conta antes de responder. O mesmo sucede nas entrevistas realizadas aos Formandos, com a excepção de que nestas é deixado algum espaço ao entrevistado para que este desenvolva o seu raciocínio livremente. As entrevistas sobre a Qualidade nos Utilizadores que Adoptam Normas de elearning ocorreram durante o mês de Novembro de 2003 e foram dirigidas a Responsáveis de Formação/eLearning nas Organizações e a Formandos. Principais resultados dos inquerítos A partir das análises do inquérito sobre o impacto da adopção das normas de elearning na qualidade da formação à Oferta Nacional e aos estudo de casos a Organizações e Formandos (Procura), podemos traçar as seguintes conclusões finais: 1 - Utilização das normas gera um impacto positivo na qualidade da formação Resumo do Relatório O objectivo do presente estudo consistia em caracterizar o estado da adopção de normas no mercado nacional de elearning e como estas influenciam os resultados da formação na Oferta e na Procura: utilizadores empresariais (organizações) e individuais (formandos). Na oferta, verificou-se que as empresas que adoptam a versão 1.3 do Modelo de Normas SCORM (ver caixa O que é o SCORM?), as Normas IMS, as Normas AICC e os Níveis de Conformidade SCO-RTE1, SCO+RTE1+O e LMS-RTE3 realizam a avaliação da formação na organização como um todo e a avaliação do ROI da formação. No lado da Oferta, quase 45% das organizações estudadas avalia o ROI da formação numa base regular (29% por norma e 14% com frequência). No lado da Oferta, os formandos entrevistados

7 que frequentam acções formação de elearning normalizadas referem que o impacto do elearning é significativo e que justifica-se plenamente o investimento. Além disso, tanto na Oferta, como na Procura, as organizações que adoptaram normas de elearning, referem com terceiro resultado mais importante o aumento da qualidade da formação. Vimos assim que o nosso problema de partida está confirmado, ou seja, as normas de elearning influenciam os resultados da formação, de uma forma positiva. 2 O processo de normalização no mercado português ainda se encontra num estado embrionário Apenas 42% da Oferta de elearning possui normas de elearning. Além disso, dentro do grupo de empresas da oferta que possui normas SCORM, apenas duas demonstram terem graduação máxima a nível do conhecimento estruturado das normas e da sua utilização. Proposta: As entidades estatais, bem como o sector privado, deverão desenvolver iniciativas de divulgação e sensibilização da normalização da formação a distância, as quais poderiam incluir a organização de sessões de esclarecimento (em formato de workshops, conferências ou «road-shows») sobre as normas de elearning e o ROI da formação junto dos actores da oferta nacional de Formação a Distância. Outra linha de orientação são as acções de formação técnica sobre a utilização das normas de elearning, através da organização de eventos formativos com uma forte vertente prática (tipo sessões «hands-on») que demonstrem os processos de criação, funcionamento e implementação das normas de elearning. 3 Avaliação do ROI da formação não é prática comum Apenas 9% da Oferta avalia o retorno do investimento na formação e 3% avalia os resultados da formação na organização como um todo. Com efeito, no plano das práticas da avaliação da formação, existe um «gap» significativo entre a Oferta e a Procura no nível 4 (-17%) e um diferencial perto do limite da margem de tolerância (-8%) no nível 5, respeitante à avaliação do ROI. Proposta: Há que desenvolver iniciativas para consciencializar a Oferta a oferecer soluções de elearning com maior valor acrescentado a nível da avaliação da formação, abandonando a focalização excessiva na venda de tecnologia. Há que organizar eventos formativos com uma forte vertente prática (tipo estudo de casos) que demonstrem a aplicação e vantagens do ROI na avaliação da formação prestada por elearning. 4 Normas facilitam interoperabilidade e reutilização dos conteúdos A interoperabilidade e reutilização dos conteúdos é referido como sendo o resultado mais importante da adopção das normas, tanto pela oferta como pela procura (organizações). Todavia, os depoimentos dos formandos evidenciam que há falta de interoperabilidade entre conteúdos de fornecedores diferentes. Além disso, os depoimentos dos formandos também revelam a existência de problemas na reutilização dos conteúdos. Infere-se assim que, nestas vertentes, as capacidades de interoperabilidade e reutilização dos conteúdos das normas SCORM estão parcialmente aproveitadas. Proposta: a Oferta deverá concentrar esforços na melhoria e desenvolvimento desta funcionalidade, bem como as organizações, para que possam maximizar a eficácia e qualidade da formação. 5 Personalização da formação dá os primeiros passos A personalização da formação/conteúdos nos sistemas de elearning na procura (organizações) está numa fase inicial. Este retrato foi confirmado pelos depoimentos dos formandos, que mencionaram as fracas capacidades de personalização da formação às suas necessidades específicas.

8 Normas de e-learning num minuto O que são normas de elearning? A normalização (ou estandardização) consiste num acordo sobre um conjunto específico de características que um produto ou processo deverão exibir. Ou seja, estabelece os critérios que pautarão a actividade de todas as pessoas envolvidas na indústria do elearning. No documento elaborado por Singh (2000), denominado White Paper Demystifying elearning Standards, o autor define que as iniciativas de estandardização focalizam-se basicamente em três aspectos: Portabilidade do conteúdo quando o conteúdo é separado do sistema de fornecimento proprietário, a organização pode consolidar, organizar e conceber as suas iniciativas de elearning no LMS da sua escolha. Isto possibilita a customização dos conteúdos, logo há maior flexibilidade e menores custos operacionais para as empresas. Granularidade as novas especificações suportam a metodologia do objecto de aprendizagem permitindo a inclusão de unidades de informação mais pequenas e actualizadas. Os objectos de aprendizagem adicionam o «just-enough» à aprendizagem «just-in-time». Interoperabilidade a aplicação de interoperabilidade começa quando diferentes aplicações de elearning conseguem partilhar conteúdo e localizar dados. Estas especificações abrem a possibilidade de trocar e aceder a conteúdos O elearning CONSORTIUM S3 Working Group do Masie Center alarga em mais quatro aspectos (para além da interoperabilidade) o campo de acção das iniciativas de estandardização. No documento Making Sense of Learning Specifications & Standards: A Decision Maker's Guide to their Adoption (2002) pode ler-se o seguinte: Qualidade no e-learning em Portugal Resumo do Relatório Reutilização flexibilidade na incorporação de componentes de instrução em múltiplas aplicações e contextos. Ou seja, consiste em possibilitar a reutilização do curso ou objecto de aprendizagem. Capacidade de Gestão possibilidade do sistema de gestão da formação (LMS) localizar a informação apropriada quer sobre o conteúdo, quer sobre o formando. Acessibilidade possibilidade do formando aceder ao conteúdo adequado e na altura apropriada Durabilidade consiste em permitir as constantes mudanças e evoluções tecnológicas sem ser necessário redesenhar, reconfigurar e reprogramar Ambos os documentos associam as iniciativas de estandardização à eficiência na gestão da formação e, em última análise, a aumentos de eficácia no negócio (por exemplo: através de ganhos de produtividade). Nos últimos anos, são várias as entidades que se têm debruçado sobre esta temática, sendo que no momento os principais normativos da indústria do elearning provêm dos EUA. Dentro das várias organizações que estão a desenvolver iniciativas de estandardização as quatro maiores segundo Singh (2000) são a Aviation Industry CBT (Computer-Based Training) Committee (AICC), a ADLNet - Advanced Distributed Learning (ADL) Sharable Content Object Reference Model (SCORM), o Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE) Learning Technology Standards Committee (LTSC) e o IMS Global Learning Consortium, Inc. (IMS).

9 Proposta: a Oferta deverá concentrar esforços na melhoria e desenvolvimento desta funcionalidade (aperfeiçoando a utilização dos objectos de aprendizagem e de Meta-Data, por exemplo), bem como as organizações, para que possam maximizar a eficácia e qualidade da formação. 6 SCORM com problemas de implementação no Modelo de Dados Na implementação das Normas SCORM, a oferta referiu problemas a nível do modelo de dados. Proposta: as entidades estatais, bem como o sector privado, deverão desenvolver esforços e iniciativas a nível da formação técnica para dirimir esta lacuna. Propostas de âmbito transversal Criação de um Observatório da Qualidade do elearning, com vista à monitorização do progresso da adopção das normas e de práticas avançadas da avaliação da formação no mercado português. Neste plano, deveria ser tido em conta o levantamento Nacional das organizações do lado da Procura que utilizam elearning, de modo a poder ser realizado o estudo sistemático da qualidade e resultados obtidos por estas. Criação de um Conselho de Normalização para o mercado de elearning nacional que junte peritos de várias áreas disciplinares (pedagogos, engenheiros informáticos, investigadores), empresas e organizações estatais, com o objectivo de gerar normas que correspondam às especificidades sociais e culturais do mercado português, fazendo a ponte com os corpos de normas já existentes a nível internacional, assegurando uma representação portuguesa qualificada no Conselho Europeu de Normalização e demais entidades normalizadores da Formação a Distância. O que é o SCORM? O SCORM (Sharable Courseware Object Model) é definido como sendo um conjunto de especificações e linhas de orientação que estabelecem os níveis de acessibilidade, interoperabilidade, durabilidade e reutilização dos conteúdos e sistemas de aprendizagem baseados em Web. Até ao momento o SCORM já conheceu quatro versões. O SCORM não é uma norma em si mesma, mas sim um modelo de referência que serve a efectividade e a aplicação real de um conjunto de normas e especificações individuais. O SCORM trabalha com corpos de normas como o AICC, o IMS e o IEEE para integrar as suas especificações num modelo coeso, utilizável e holístico, e assim define inter-relacionamentos chave entre normas. Por isso, o SCORM é na sua essência um modelo de facto, porque não foi mapeado como um corpo de aprovação de normas, mas sim como um modelo que os governos e a indústria de aprendizagem no seu todo adoptam voluntariamente. Para o nosso trabalho, optamos pelo modelo de normas SCORM, por várias razões: possuem um maior grau de desenvolvimento e maturação aparentemente é o modelo de referência mais generalizado no mercado internacional, já que inte gra diferentes corpos de normas, em diversos âmbitos e de diferentes organizações. Além disso, também possui uma das maiores redes de laboratórios especializados.

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12 Qualidade no e-learning em Portugal guia

13 Índice 1 Como utilizar o guia 2 Introdução 2.1 Objectivo 2.2 Proposta de Valor da Normalização no e-learning 2.3 Como surgiram as normas no e-learning 3 Considerações gerais 3.1 Exemplo do curso sobre nós de marinheiro 3.2 XML 4 SCORM 4.1 Modelo de agregação de conteúdos Componentes do modelo de agregação de conteúdos Recursos (Assets) SCO - Sharable Content Objects Agregados de conteúdos (Content Aggregations) Representação esquemática do CAM Componentes de Metadata Categorias de metadata Ligação XML à metadata Exemplo de metadata Empacotamento de conteúdos Estrutura de Conteúdos Descrição de um pacote IMS Empacotamento de conteúdos no SCORM Ligação XML ao empacotamento de conteúdos Run-time environment Execução de recursos de aprendizagem Application Program Interface (API) Modelo de dados 5 Conclusões 6 Anexo Ferramentas de Autor normalizadas

14 1 Como utilizar o guia Qualidade no e-learning em Portugal guia

15 O Guia é composto por texto e figuras ilustrativas dos conceitos ou técnicas apresentados e a sua componente prática está dividida em: Conceitos: Explicações dos principais conceitos. Caixas de destaque: Informação relevante para interpretação do texto. Guia em acção: Indicações ou exemplos prácticos.

16 2 Introdução Qualidade no e-learning em Portugal guia

17 2.1 Objectivo Este guia pretende apresentar o conjunto de especificações relacionadas com a norma SCORM no sentido de apoiar os desenvolvedores de conteúdos a entenderem os seus principais requisitos técnicos. No presente Guia, a versão a considerar do SCORM é a 1.2 de Outubro de Esta versão é considerada estável, sendo a conformidade com esta versão da norma garantida pelos principais construtores de plataformas de gestão da formação online (LMS - Learning Management Systems) e de cursos e-learning. LMS: Plataforma que apresenta um conjunto de funcionalidades relacionadas com a gestão de conteúdos e-learning, incluindo a gestão de utilizadores e conteúdos e o tracking (registo) das actividades dos formandos, permitindo a geração de relatórios sobre estas mesmas actividades. Curso e-learning: É uma formação ou actividades de aprendizagem que são preparadas, distribuídas e geridas através de uma variedade de sistema tecnológicos (incluindo os LMSs), podendo ser acedido local ou globalmente. Estas actividades cobrem um conjunto de aplicações e processos como, por exemplo, a aprendizagem baseada na Internet, aulas virtuais e colaboração digital. Isto inclui a distribuição de conteúdos via Internet, intranet/extranet (LAN/WAN), sistema áudio, vídeo, satélite, TV interactiva e CD-ROM. 2.2 Proposta de Valor da Normalização no e-learning Para além da adopção das melhores práticas e da adopção das metodologia e tecnologias que devem permitir às empresas de conteúdos e-learning desenvolver produtos de qualidade e com ciclos de desenvolvimento competitivos, é fundamental que os produtos finais possam estar de acordo com as normas do mercado de e-learning. Os clientes finais vão começar a seleccionar os seus fornecedores de e-learning (conteúdos, LMS, etc.) de acordo com a capacidade destes em lhes garantir um ROI sustentado em factores claramente definidos em termos pedagógicos e tecnológicos, minimizando o risco de investimento no e-learning. Para tal, é necessário garantir: Interoperacionalidade: O conteúdo deve poder ser integrado e funcionar correctamente com outros sistema de gestão da formação online (LMS-Learning Management System); Reutilidade: Os conteúdos devem poder ser-utilizados, nomeadamente através da utilização de objectos de aprendizagem; Controlo: Os sistemas de gestão da formação online devem permitir uma gestão apropriada dos conteúdos e dos utilizadores; Acessibilidade: O utilizador deve poder aceder aos conteúdos que lhe são mais adequados, no espaço de tempo próprio às suas necessidades; Durabilidade: Os conteúdos e as plataformas tecnológicas de suporte (LMSs) devem estar conforme as normas do mercado de forma a evitar a sua obsolência prematura.

18 Objectos de aprendizagem: São bocados de informação multimédia independentes e reutilizáveis, utilizados de forma modular na construção de um conteúdo de e-learning. Capacidade de reutilização: É a flexibilidade para incorporar componentes instrucionais em múltiplas aplicações e contextos. Para tal, foi criado um conjunto de normas e especificações associadas fundamentalmente aos seguintes factores do e-learning: Metadata associada aos conteúdos; Empacotamento de conteúdos Sequência dos conteúdos Interoperacionalidade de questões e testes Perfil do utilizador Interacções em tempo de execução entre os conteúdos e a plataforma (LMS) Especificações: São descrições documentadas de processos tecnológicos e pedagógicos. Algumas especificações evoluem para Normas, o que significa que receberam o Selo de Acreditação. Metadata: Trata-se de informação que descreve outra informação. Isto permite guardar/arquivar, indexar, pesquisar e recuperar informação a partir de uma base de dados ou um repositório. A utilidade da Metadata no e-learning consiste na capacidade de identificar e descrever os conteúdos/objectos de aprendizagem, de modo a possibilitar a localização, a montagem e a distribuição do conteúdo apropriado à pessoa certa no período de tempo pretendido. Uma Norma recebe o Selo de Acreditação após um processo de 4 etapas: 1. I&D: a Investigação & Desenvolvimento é conduzida para identificar possíveis soluções. Exemplos: centro de investigação CLEO, The Learning Federation, o esforço de pesquisa geral nas universidades, nas empresas e nos consórcios. Qualidade no e-learning em Portugal guia 2. Desenvolvimento de especificações: quando uma solução parece funcionar, há que criar uma especificação escrita e detalhada para ser documentada, a fim de que possa ser implementada e codificada. Isto é efectuado por vários consórcios ou colaborações institucionais, como o IMS ou o AICC. Exemplos: o AICC, o IMS, e o ARIADNE (Europa) possuem equipas que se focalizam na documentação de especificações. 3. Testagem: as especificações são postas em prática em situações de testes para determinar o que funciona, o que não funciona, o que falta e as reacções dos clientes. Exemplos: os co-laboratórios da ADL e os SCORM Plug-Fests da ADL (eventos de testagem de «software»). 4. Acreditação e internacionalização da norma: as normas testadas e completadas são revistas e acreditadas por um corpo de acreditação. Em seguida são tornadas aplicáveis globalmente através da remoção das especificidades de certas indústrias ou fabricantes. Depois são colocadas num processo de discussão, com a finalidade de chegar a consenso com vista à produção de um plano de trabalho, o qual é sujeito a aprovação oficial através de voto. Se aprovado, a especificação recebe uma certificação oficial pelo corpo de acreditação de normas e é disponibilizada a todos por meio deste corpo. Exemplos: o IEEE Learning Technology Standards Committee (LTSC) (http://ltsc.ieee.org/); o ISO/IEC JTC1/SC36 (Joint Technical Committee 1 /Sub-Committee #36) (http://jtc1sc36.org/); o CEN/ISSS/LT-WS Learning Technology Work Shop (http://www.cenorm.be/isss/workshop/lt).

19 2.3 Como surgiram as normas no e-learning Antes do termo elearning ter surgido no mercado da formação, já muitas organizações tinham começado a trabalhar no sentido de criarem um conjunto de especificações tecnológicas e pedagógicas para as tecnologias na formação com o objectivo de normalizar a utilização de metadata nos conteúdos, a definição dos perfis de utilizadores, o sequenciamento de conteúdos, a estrutura dos cursos baseados na Web e a forma de gestão dos conteúdos. Estes trabalhos iniciais foram desenvolvidos pelos seguintes grupos: ARIADNE - Alliance of Remote Instructional Authoring and Distribution Networks for Europe DCMI - Dublin Core Meta-data Initiative IEEE - Institute of Electrical and Electronics Engineers AICC - Aviation Industry CBT (Computer-Based Training) Committee IMS - Global Learning Consortium, Inc. Inicialmente, estes grupos focaram-se em diferentes áreas de aplicação de normas no mercado da formação, trabalhando simultaneamente, mas não de forma coordenada. Posteriormente, a ADL 1 - Advanced Distributed Learning - (Organização constituída a partir da cooperação entre o Departamento de Defesa Norte Americano, o Departamento do Trabalho e a Guarda Nacional Americana) decidiu assumir o papel de coordenador de um processo que tinha como objectivo criar uma base de entendimento entre os trabalhos desenvolvidos pelos grupos referidos anteriormente, resultando a criação de um Modelo de Referência, conhecido por SCORM - Sharable Content Object Reference Model. O SCORM é um conjunto unificado de especificações e normas para os conteúdos de e-learning, tecnologias e serviços. Hoje em dia, os grupos anteriormente apresentados estão a trabalhar em conjunto e de forma colaborativa no SCORM. 1

20 3 Considerações gerais Qualidade no e-learning em Portugal guia

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