REVISÃO DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE ARGANIL ESTUDOS DE CARACTERIZAÇÃO CAPÍTULO III DEMOGRAFIA VOLUME 4

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1 REVISÃO DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE ARGANIL VOLUME 4 CAPÍTULO III DEMOGRAFIA ABRIL 2013

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3 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 3 2. EVOLUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO NA SUB-REGIÃO PINHAL INTERIOR NORTE 4 3. EVOLUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO NO CONCELHO 6 4. EVOLUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO POR FREGUESIA 7 5. ESTRUTURA DA POPULAÇÃO POR GRUPOS DE IDADES E SEXO 9 6. NÍVEL DE INSTRUÇÃO DA POPULAÇÃO EVOLUÇÃO DOS COMPORTAMENTOS DEMOGRÁFICOS ESTIMATIVAS DA POPULAÇÃO PARA O CONCELHO E FREGUESIAS POR GRUPOS ETÁRIOS 23 CAPÍTULO II DEMOGRAFIA / ABRIL

4 ÍNDICE DE GRÁFICOS GRÁFICO 1 - DINÂMICA DEMOGRÁFICA DA SUB-REGIÃO NUT III, ENTRE 1991, 2001 E GRÁFICO 2 - VARIAÇÃO DA POPULAÇÃO NO CONCELHO DE ARGANIL 6 GRÁFICO 3 - EVOLUÇÃO DA POPULAÇÃO NO CONCELHO DE ARGANIL 6 GRÁFICO 4 - PESO RELATIVO DA POPULAÇÃO POR FREGUESIA GRÁFICO 5 - EVOLUÇÃO DA POPULAÇÃO NAS FREGUESIAS DO CONCELHO 8 GRÁFICO 6 - PIRÂMIDE ETÁRIA DO CONCELHO, GRÁFICO 7 - PIRÂMIDE ETÁRIA DO CONCELHO, GRÁFICO 8 - PIRÂMIDE ETÁRIA DO CONCELHO, GRÁFICO 9 - ÍNDICE DE ENVELHECIMENTO PARA PORTUGAL CONTINENTAL, SUB-REGIÃO E CONCELHO DE ARGANIL, 1991, 2001 E GRÁFICO 10 - ÍNDICE DE DEPENDÊNCIA PARA PORTUGAL CONTINENTAL, SUB-REGIÃO E CONCELHO DE ARGANIL, 1991, 2001 E GRÁFICO 11 - ÍNDICE DE DEPENDÊNCIA DE JOVENS E IDOSOS PARA O CONCELHO DE ARGANIL, 1991, 2001 E GRÁFICO 13 - VARIAÇÃO DA TAXA DE ANALFABETISMO NAS FREGUESIAS DO CONCELHO DE ARGANIL, ENTRE 1991 E GRÁFICO 14 - TAXAS ASSOCIADAS AO CONCELHO DE ARGANIL 19 ÍNDICE DE TABELAS TABELA 1 - DINÂMICA DEMOGRÁFICA DA SUB-REGIÃO NUT III, ENTRE 1991, 2001 E TABELA 2 - EVOLUÇÃO E VARIAÇÃO DA POPULAÇÃO NO CONCELHO DE ARGANIL 6 TABELA 3 - EVOLUÇÃO E VARIAÇÃO POPULACIONAL DAS FREGUESIAS ENTRE TABELA 4 - DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO POR SEXO E GRUPOS ETÁRIOS E RELAÇÃO MASCULINIDADE NO CONCELHO, TABELA 5 - PESSOAS COM DEFICIÊNCIA RESIDENTES NO CONCELHO DE ARGANIL 12 TABELA 6 - GRUPOS FUNCIONAIS E ÍNDICES RESUMO DA ESTRUTURA DE IDADES DO CONCELHO DE ARGANIL, SUB-REGIÃO DOURO E CONTINENTE 13 TABELA 7 - NÍVEL DE ESCOLARIDADE PARA ARGANIL, SUB-REGIÃO E REGIÃO CENTRO, TABELA 8 - TAXA DE ANALFABETISMO DA POPULAÇÃO PARA ARGANIL, SUB-REGIÃO, CENTRO E CONTINENTE, 1991 E 2001 (%) 17 TABELA 9 - VARIAÇÃO DA TAXA DE ANALFABETISMO NAS FREGUESIAS E CONCELHO DE ARGANIL, ENTRE 1991 E 2001 (%) 17 TABELA 10 MIGRAÇÕES 19 TABELA 11 - ESTIMATIVAS DE CRESCIMENTO POPULACIONAL AO NÍVEL CONCELHO, POR FREGUESIAS, PARA O ANO TABELA 12 - VARIAÇÕES DE CRESCIMENTO POPULACIONAL AO NÍVEL CONCELHIO E POR FREGUESIA 23 TABELA 13 - ESTIMATIVAS DE CRESCIMENTO POPULACIONAL AO NÍVEL CONCELHIO, POR GRUPOS ETÁRIOS, PARA O ANO CAPÍTULO II DEMOGRAFIA / ABRIL

5 1. INTRODUÇÃO De acordo com o regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial Decreto-Lei nº 380/99, de 22 de setembro, com redação dada pelo Decreto-Lei nº 46/2009, de 20 de fevereiro, a revisão dos instrumentos de gestão territorial pode decorrer da necessidade de adequação do plano a uma nova realidade social, económica, cultural e ambiental. O conhecimento dos movimentos da população, da sua estrutura, composição e distribuição no território, das mudanças que nela ocorrem ao longo do período de vigência do Plano Diretor Municipal, bem como dos fenómenos responsáveis por essas mudanças é crucial no processo de adequação do planeamento e gestão territorial à realidade. No presente relatório procura-se analisar os principais indicadores demográficos, tendo como principal fonte de informação os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) 1991 e 2001, recenseamentos gerais da população (Censos) e, ainda, sempre que pertinente, para uma leitura o mais atualizada possível dos dados, recorre-se às Estimativas e Projeções disponibilizadas pelo INE para o ano 2010, bem como aos dados provisórios do XV Recenseamento Geral da População Censos O diagnóstico, determinado pela evolução dos principais indicadores de análise, será o ponto de partida para delinear tendências que ajudem, de forma equilibrada e sustentável, a perspetivar e equacionar o modelo de desenvolvimento concelhio. CAPÍTULO II DEMOGRAFIA / ABRIL

6 2. EVOLUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO NA SUB-REGIÃO PINHAL INTERIOR NORTE A análise da dinâmica demográfica tendo por objetivo conhecer os movimentos da população, bem como as suas tendências, não deverá ser realizada isoladamente, mas sim num contexto mais alargado, particularmente à Sub-Região onde se insere, uma vez que a realidade concelhia não é independente do comportamento da Sub-Região. Desta forma procedeu-se à análise da variação relativa da população residente para os concelhos que integram a Sub- Região Pinhal Interior Norte, assim como a Região Centro e Continente, nos últimos 20 anos (período entre ). TABELA 1 - DINÂMICA DEMOGRÁFICA DA SUB-REGIÃO NUT III, ENTRE 1991, 2001 E 2011 Zona Geográfica Pop.1991 Pop.2001 Pop a a a 2011 Valor absoluto Var. % Valor absoluto Var. % Valor absoluto Continente , , ,2 Centro , ,1 Pinhal Interior Norte , , ,7 Alvaiázere , , ,7 Ansião , , ,4 Arganil , , ,8 Castanheira de Pêra Var. % , ,2 Figueiró dos Vinhos , , ,0 Góis , , ,7 Lousã , , ,9 Miranda do Corvo ,9 29 0, ,2 Oliveira do Hospital , , ,7 Pampilhosa da Serra , ,7 Pedrógão Grande , , ,7 Penela , , ,5 Tábua , , ,9 Vila Nova de , , ,2 Poiares FONTE: INE, CENSOS 1991, 2001 E 2011 O grupo de concelhos pertencentes à Sub-Região Pinhal Interior Norte apresentou, entre 1991 e 2011, uma variação global negativa de 5,7%, valor muito inferior à percentagem para a Região em que se insere (3,1%), bem como para o Continente (7,2%). O concelho de Arganil apresentou uma variação global de -12,8% no mesmo período de tempo. O decénio que mais contribuiu para o decréscimo demográfico no concelho de Arganil foi 2001/2011 com uma percentagem relativa de -10,8%. CAPÍTULO II DEMOGRAFIA / ABRIL

7 Através de uma análise mais detalhada por decénio estes concelhos caracterizam-se pela existência de contrastes em termos de dinâmica demográfica. Relativamente ao decénio de verifica-se uma variação negativa da população neste grupo de concelhos, na ordem dos -0,6%. Nesta década os únicos concelhos que registaram uma taxa positiva foram, Lousã (17,1%), Miranda do Corvo (11,9%) e Vila Nova de Poiares (14,6%). Por outro lado, os concelhos que contribuíram para as maiores perdas relativas de população foram Castanheira de Pêra (-16%), Pampilhosa da Serra (-10%) e Góis (-9,5%). GRÁFICO 1 - DINÂMICA DEMOGRÁFICA DA SUB-REGIÃO NUT III, ENTRE 1991, 2001 E 2011 Na década de verificou-se igualmente uma variação negativa da população pertencente à Sub-Região Pinhal Interior Norte, relativamente ao conjunto dos concelhos em análise, com - 5,1%, apresentando um valor muito inferior em relação ao registado na década anterior. De referir, no entanto, que a Região Centro apresenta uma taxa de crescimento populacional inferior ao da década anterior, passando dos 4% para -0,9%. Este período intercensitário é o que apresenta a maior perda relativa de população. No que diz respeito ao concelho de Arganil, este atinge uma taxa de -10,8%. CAPÍTULO II DEMOGRAFIA / ABRIL

8 3. EVOLUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO NO CONCELHO Ao efetuar a análise particularizada da evolução da população no concelho de Arganil, esta revela uma diminuição notável da taxa de evolução populacional no período 60-11, em que ocorre um decréscimo total de 24%. No cômputo geral, a taxa de evolução populacional nos períodos em análise revela-se irregular. TABELA 2 - EVOLUÇÃO E VARIAÇÃO DA POPULAÇÃO NO CONCELHO DE ARGANIL (%) (%) (%) (%) (%) (%) , , , , ,8-23,8 FONTE: INE; Xº, XIº, XIIº, R.G. P. H. (1960, 1970, 1981); XIVº; INE, 1991, 2001 E 2011 GRÁFICO 2 - VARIAÇÃO DA POPULAÇÃO NO CONCELHO DE ARGANIL GRÁFICO 3 - EVOLUÇÃO DA POPULAÇÃO NO CONCELHO DE ARGANIL Na primeira década (60-70) assiste-se a uma diminuição assinalável do efetivo populacional, que se traduziu numa taxa de crescimento populacional negativa de 17,2%. Esta diminuição dos efetivos está associada ao acontecimento demográfico que marcou o nosso País a vaga de emigração, que durante os anos 60 e início da década de 70 levou uma parte considerável da população portuguesa a abandonar o País. Na década seguinte (70-81) o regresso de alguns emigrantes vai refletir-se na diminuição da taxa de evolução demográfica, não obstante, continuar em valores negativos. No período censitário 81-91, a variação da população volta a aumentar até aos 10% negativos, este aumento pode relacionar-se com a saída da população jovem do concelho para outros concelhos com ofertas de melhores oportunidades. Relativamente ao período a taxa de variação diminui e, segundo os resultados dos Censos 2011, a mesma taxa volta a aumentar. Este facto relaciona-se com a queda das taxas de natalidade. CAPÍTULO II DEMOGRAFIA / ABRIL

9 4. EVOLUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO POR FREGUESIA O concelho de Arganil é constituído por 18 freguesias e, segundo os censos, em 2011 contabiliza um total de habitantes que se distribuem de forma heterogénea pelas diferentes freguesias. O concelho assistiu a um decréscimo demográfico no período alcançando uma taxa negativa de 24%. Por sua vez, o cenário intraconcelhio acompanha a mesma tendência, como se pode verificar na tabela. TABELA 3 - EVOLUÇÃO E VARIAÇÃO POPULACIONAL DAS FREGUESIAS ENTRE Unidade Geográfica População Residente Variação da População (%) Concelho ,7-10,2-2,2-10,8-23,8 Anseriz ,1-15,2-17,5-22,3-32,1 Arganil ,7-2,7 25,4 0,5 41,9 Barril de Alva ,7-18,2 0,8-27,2-52,4 Benfeita ,3-21,1-24,5-21,7-64,7 Celavisa ,7-20,2-14,8-35,7-53,3 Cepos ,4-11,1-13,4-22,4-47,1 Cerdeira ,3-11,1-14,5-1,8-22,9 Côja ,4-7,2-3,2-13,5-24,9 Folques ,6-22,3-49,9 Moura da Serra ,4-34, ,5-72,9 Piódão ,7-25,9-41,2-20,5-77,0 Pomares ,9-12,3-16,1-12,6-38,2 Pombeiro da Beira ,1-13,6-8,5-19,3-36,3 São Martinho da Cortiça ,4-1, ,1-25,9 Sarzedo ,1 1,7-0,9-6,3 17,1 Secarias ,2 6,1 13,3-4,7 34,4 Teixeira ,7-27,3-24,8-28,2-69,7 Vila Cova de Alva ,7-18,1-6,3-3,8-33,4 FONTE: INE; XIº, XIIº, R.G. P. H. (1970, 1981); XIVº; INE, CENSOS 1991, 2001 E 2011 Ao analisar a variação da população nas 18 freguesias verifica-se que a tendência geral é para o decréscimo entre 70-11, embora Arganil, Secarias e Sarzedo constituam exceções, tendo registado os maiores crescimentos nas taxas de variação (41,9%, 34,4% e 17,1%, respetivamente) e registado a maior aglomeração demográfica concelhia, concentrando 42% da população total concelhia. CAPÍTULO II DEMOGRAFIA / ABRIL

10 As freguesias onde se verificou uma dinâmica demográfica negativa elevada foram Piódão, Moura da Serra e Teixeira com uma variação de -77%, -72,9% e -69,7%, respetivamente. Este facto está associado a vários fatores, dos quais se destacam, o relevo acidentado e as dificuldades de acesso à sede de concelho. De realçar que as freguesias referidas registaram taxas negativas em todos os períodos censitários. GRÁFICO 4 - PESO RELATIVO DA POPULAÇÃO POR FREGUESIA 2011 GRÁFICO 5 - EVOLUÇÃO DA POPULAÇÃO NAS FREGUESIAS DO CONCELHO CAPÍTULO II DEMOGRAFIA / ABRIL

11 5. ESTRUTURA DA POPULAÇÃO POR GRUPOS DE IDADES E SEXO A análise da estrutura etária da população é um contributo para a identificação das tendências da evolução demográfica importante para a elaboração de previsões demográficas e económicas, isto é, para a definição de estratégias de desenvolvimento municipal. Analisando comparativamente a estrutura da população do Concelho entre 1991 e 2010, verifica-se simultaneamente um estreitamento da base e um alargamento do topo da pirâmide, refletindo uma população do tipo regressivo, ou seja, uma população mais madura e mais envelhecida (gráfico 5 ao gráfico 7). Um dos acontecimentos demográficos mais marcantes deste século em Portugal foi a vaga de emigração que, principalmente durante os anos 60, mas no início da década de 70, levou parte importante da população portuguesa a abandonar o país. Na década de 80, o regresso de alguns emigrantes vai refletir-se na pirâmide etária de 1991, pelo que o efeito da vaga emigratória dos anos 60 é de alguma forma mitigada, notando-se ainda um ligeiro estrangulamento em torno dos 40 anos. Verifica-se também uma diminuição acentuada nas classes etária dos 0 aos 5 anos, refletindo-se no estreitamento da base da pirâmide. GRÁFICO 6 - PIRÂMIDE ETÁRIA DO CONCELHO, 1991 Ao observar a pirâmide etária da população em 2001 (gráfico 6), verifica-se um quadro de uma população envelhecida, apresentando um agravamento na diminuição da base da pirâmide o que demonstra uma baixa taxa de natalidade. O aumento de efetivos nos escalões etários entre os 60 e 80 anos poderá ser reflexo do aumento de esperança média de vida, em virtude da melhoria das condições de vida da população, assim como o regresso de emigrantes em idade de reforma. CAPÍTULO II DEMOGRAFIA / ABRIL

12 GRÁFICO 7 - PIRÂMIDE ETÁRIA DO CONCELHO, 2001 Relativamente à pirâmide da estrutura etária de 2010 (gráfico 7), facilmente se perceciona que o panorama se agrava com maior intensidade. A população do Concelho de Arganil está a ficar mais envelhecida. Neste âmbito, torna-se essencial pensar as necessidades de uma população que vai requerer um outro tipo de apoio, quer ao nível dos cuidados de saúde e de apoio domiciliário, quer ao nível dos transportes, para que os serviços cheguem a todas as freguesias do Concelho. No que toca a esta faixa da população os investimentos terão que ser mais avultados, dadas as razões de caráter social já elencadas. GRÁFICO 8 - PIRÂMIDE ETÁRIA DO CONCELHO, 2010 CAPÍTULO II DEMOGRAFIA / ABRIL

13 TABELA 4 - DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO POR SEXO E GRUPOS ETÁRIOS E RELAÇÃO MASCULINIDADE NO CONCELHO, 2010 Classes etárias Homens Mulheres Relação 2010 % 2010 % masculinidade , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,2 526 > , ,8 440 TOTAL , ,3 911 FONTE: Procedendo à análise da relação da masculinidade (tabela 4), que se traduz no peso relativo do sexo masculino em função do sexo feminino, por grupo etário, constata-se que no ano de 2010 a relação entre o número de homens e o número de indivíduos do sexo feminino, varia de escalão para escalão etário. Sendo que, existiam 911 homens por cada 1000 mulheres, no Concelho. A superioridade do sexo masculino regista-se nas classes etárias: dos (0-4 anos) em que havia 197 homens e, por seu lado 193 mulheres; dos (15-19 anos) em que havia 335 homens e, por seu lado 310 mulheres, até à classe (25-29 anos) em que havia 442 homens e, por seu lado 402 mulheres e, ainda, dos (35-39 anos) em que havia 374 homens e, por seu lado 361 mulheres, até à classe (50-54 anos) em que havia 454 homens e, por seu lado 429 mulheres. Verifica-se a tendência natural de mais nascimentos do sexo masculino. A relação de masculinidade tem tendência a diminuir ao longo das classes etárias, em resultado do aumento da mortalidade entre os homens comparativamente com as mulheres. CAPÍTULO II DEMOGRAFIA / ABRIL

14 População Residente CÂMARA MUNICIPAL DE ARGANIL TABELA 5 - PESSOAS COM DEFICIÊNCIA RESIDENTES NO CONCELHO DE ARGANIL Com deficiência Indicador Sexo Nº Indivíduos Sem grau de incapacidade atribuído Com incapacidade inferior a 30% Com incapacidade entre 30% a 59% Com incapacidade entre 60% a 80% Com incapacidade superior a 80% FONTE: DADOS CEDIDOS PELO INSTITUO NACIONAL PARA A REABILITAÇÃO H 378 M 300 H 219 M 191 H 34 M 15 H 42 M 20 H 49 M 38 H 34 M 36 O estudo no âmbito das pessoas com deficiência residentes no Concelho e mesmo com mobilidade reduzida, ou que possam visitar o Concelho, vai no sentido da salvaguarda dos seus interesses, direitos e garantias. As acessibilidades constituem uma condição essencial para o pleno exercício dos direitos das pessoas com deficiência e de todas as outras pessoas que experimentam uma situação de limitação funcional ao longo das suas vidas. ( O universo desta população engloba não só as pessoas com deficiências motoras ou sensoriais, mas também todas aquelas que por motivos diversos sofreram ao longo da sua vida algum tipo de constrangimento na sua interação com o meio, como sejam os exemplos, das crianças, grávidas, idosos ou lesionados. De acordo com os Censos de 2001, somando a população com mais de 64 anos com a população com deficiência, residente no concelho, obtemos 25% da população total. As acessibilidades abrangem um conjunto muito diverso de realidades que vão desde as ajudas técnicas ao acesso aos edifícios ( bem como ao espaço público, equipamentos coletivos, etc. É imprescindível que a acessibilidade a estes espaços seja feita em condições de igualdade perante a restante população, como forma de proporcionar autonomia, oportunidades e qualidade de vida para todos. CAPÍTULO II DEMOGRAFIA / ABRIL

15 TABELA 6 - GRUPOS FUNCIONAIS E ÍNDICES RESUMO DA ESTRUTURA DE IDADES DO CONCELHO DE ARGANIL, SUB-REGIÃO DOURO E CONTINENTE Arganil Sub-Região Pinhal Interior Norte Continente Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % POPULAÇÃO RESIDENTE anos , , , , , , , , , anos , , , , , , , , ,9 65 e + anos , , , , , , , ,3 % Índice de Envelhec. (1) 136,8 188,2 269,0 128,4 168,3 203,4 73,5 106,5 130,6 % Índice de Depend. (2) 71,5 66,4 69,6 64,1 61,4 63,9 49,5 47,9 51,6 % Índice de dep. jovens (3) 30,2 23,0 18,8 28,0 22,9 21,1 28,5 23,2 22,4 % Índice de dep. idosos (4) 41,3 43,3 50,7 36,0 38,5 42, ,7 29,2 FONTE: INE, Censos 2011 (1) Índice de envelhecimento = (³65/ 0-14) x100 (2) Índice de Dependência = ( 0-14) +(³65)/(15-64) x100 (3) Índice de Dependência de Jovens = ((0-14) /(15-64)) x 100 (4) Índice de Dependência de Idosos = ((³65) /(15-64)) x 100 CAPÍTULO III - DEMOGRAFIA / ABRIL

16 A partir da análise do índice de envelhecimento, entre 1991 e 2001, constata-se a forte tendência para o agravamento deste indicador, situação que tende a aumentar no concelho de Arganil, uma vez que apresenta um ritmo de envelhecimento muito expressivo. No que concerne ao ano de 2011 o índice de envelhecimento aumenta, como se verifica na tabela 6 e no gráfico 9. Tal como aconteceu nos anos anteriores este indicador é sempre superior no concelho em relação à Sub-Região e ao Continente. GRÁFICO 9 - ÍNDICE DE ENVELHECIMENTO PARA PORTUGAL CONTINENTAL, SUB-REGIÃO E CONCELHO DE ARGANIL, 1991, 2001 E 2011 O índice de dependência possibilita determinar a proporção da população que se encontra dependente da população ativa. No ano de 2001 o indicador em análise no concelho de Arganil acompanhou a tendência de diminuição registada, quer para a Sub-Região, quer para o Continente. Em 2011, o índice de dependência regista aumentos nas unidades territoriais em estudo. GRÁFICO 10 - ÍNDICE DE DEPENDÊNCIA PARA PORTUGAL CONTINENTAL, SUB-REGIÃO E CONCELHO DE ARGANIL, 1991, 2001 E 2011 Relativamente ao concelho de Arganil, no período entre 1991 e 2011, o índice de dependência de jovens (gráfico 11) diminuiu abruptamente, enquanto que o índice de dependência de idosos aumentou lentamente. Este quadro era expectável, por um lado pelo aumento da esperança de vida e do aumento dos efetivos nos escalões etários superiores, por outro pela diminuição das taxas de natalidade. CAPÍTULO III - DEMOGRAFIA / ABRIL

17 Uma vez que as taxas de dependência de idosos são elevadas, será fundamental desenvolver no concelho serviços e equipamentos de apoio à população idosa, bem como criar medidas atrativas à população jovem. GRÁFICO 11 - ÍNDICE DE DEPENDÊNCIA DE JOVENS E IDOSOS PARA O CONCELHO DE ARGANIL, 1991, 2001 E 2011 CAPÍTULO III - DEMOGRAFIA / ABRIL

18 6. NÍVEL DE INSTRUÇÃO DA POPULAÇÃO Na sociedade de conhecimento em que hoje nos inserimos, cada vez mais é confirmada a importância da qualificação da população no quadro de desenvolvimento do local onde estão inseridas. Neste contexto, a qualificação da mão-de-obra residente torna-se um dos fatores preferenciais para a localização das empresas e potencialmente um fator estratégico decisivo para o desenvolvimento social e económico. O nível de instrução concelhio pode ser medido através das taxas de analfabetismo e dos níveis de qualificação académica. Analisando os níveis de escolaridade, refira-se que cerca de 24% da população de Arganil não tem qualquer nível de ensino e que a maioria da população concelhia tem somente o nível básico (61%). As principais causas de abandono escolar são o rendimento escolar baixo e a emigração da família dos alunos. Quanto aos restantes níveis de ensino apenas 10% terminou o secundário e 4,7% da população concelhia possui o ensino superior. TABELA 7 - NÍVEL DE ESCOLARIDADE PARA ARGANIL, SUB-REGIÃO E REGIÃO CENTRO, 2011 Nível de escolaridade Centro Pinhal Interior Norte Arganil Total Nenhum , ,5 Básico - 1.º ciclo Básico - 2.º ciclo , , ,1 Básico - 3.º ciclo Secundário , ,3 Pós-secundário , ,7 54 0,4 Superior , , ,7 FONTE: INE, CENSOS 2011 Considerando o nível de escolaridade atingido pelos Concelhos da Sub-Região do Pinhal Interior Norte, Arganil apresenta um elevado quantitativo populacional, em termos absolutos, de indivíduos sem nenhum nível de ensino, a par com os concelhos de Oliveira do Hospital, Lousã e Ansião. Comparando a taxa de analfabetismo entre 1991 e 2011 (tabela 8), observa-se que existe uma tendência para a sua diminuição em todas as unidades territoriais, sendo que as maiores descidas registam-se no concelho de Arganil e na Sub-Região. CAPÍTULO III - DEMOGRAFIA / ABRIL

19 TABELA 8 - TAXA DE ANALFABETISMO DA POPULAÇÃO PARA ARGANIL, SUB-REGIÃO, CENTRO E CONTINENTE, 1991, 2001 E 2011 (%) % % % Arganil ,0 Sub-Região ,7 Centro ,4 Continente ,2 FONTE: TABELA 9 - VARIAÇÃO DA TAXA DE ANALFABETISMO NAS FREGUESIAS E CONCELHO DE ARGANIL, ENTRE 1991, 2001 E 2011 (%) Total Total Total Unidade Geográfica Anseriz ,9 Arganil ,0 Barril de Alva ,5 Benfeita ,0 Celavisa ,6 Cepos ,0 Cerdeira ,9 Côja ,3 Folques ,2 Moura da Serra ,4 Piódão ,1 Pomares ,1 Pombeiro da Beira ,7 São Martinho da Cortiça ,8 Sarzedo ,8 Secarias 9 5 3,9 Teixeira ,5 Vila Cova de Alva ,2 Concelho ,0 FONTE: Em termos gerais a taxa de analfabetismo no município de Arganil diminuiu entre 1991 e Ao nível intraconcelhio registaram-se diminuições consideráveis nas freguesias de Arganil, Sarzedo, Secarias, Celavisa, Cerdeira, Vila Cova de Alva, Barril de Alva e Anseriz. Sendo que o Município de Arganil é um território bastante condicionado por constrangimentos físicos, a estrutura do povoamento associa-se, entre outras, a localizações preferenciais em função da proximidade da rede viária, é o caso das freguesias referidas anteriormente cujo desenvolvimento foi associado às vias distribuidoras principais EN342, EN342-2, EN344 daí a diminuição das taxas de analfabetismo e o aumento dos níveis de instrução. CAPÍTULO III - DEMOGRAFIA / ABRIL

20 GRÁFICO 12 - VARIAÇÃO DA TAXA DE ANALFABETISMO NAS FREGUESIAS DO CONCELHO DE ARGANIL, ENTRE 1991, 2001 E 2011 CAPÍTULO III - DEMOGRAFIA / ABRIL

21 7. EVOLUÇÃO DOS COMPORTAMENTOS DEMOGRÁFICOS Relativamente ao saldo das migrações internas, a tabela acima demonstra uma capacidade de atração populacional nula face aos Concelhos vizinhos, o que reflete um saldo migratório nulo. TABELA 10 MIGRAÇÕES Zona geográfica Concelhos de residência Habitual em 2001/03/12 Imigrantes no Concelho Provenientes de outro concelho A Provenientes do Estrangeiro Emigrantes do Concelho para outro concelho B Saldo das Migrações Internas A-B HM % HM % HM % HM % Pinhal Interior Norte Arganil 267 8,3 67 7, ,1 0 Góis 118 3,6 7 0, ,5 10 1,2 Lousã , , , ,4 Miranda do Corvo ,0 44 4, , ,2 Oliveira do Hospital , , ,1 18 2,2 Pampilhosa da Serra 77 2,4 23 2, , ,8 Penela 114 3,5 48 5, ,7 1 0,1 Tábua 273 8,4 64 6, ,1 54 6,5 Vila Nova de Poiares 230 7,1 45 4, , ,7 Alvaiázere 145 4,5 86 9, ,4-8 -1,0 Ansião 188 5, , ,7 3 0,4 Castanheira de Pera 72 2,2 13 1, , ,2 Figueiró dos Vinhos 135 4,2 43 4, ,7 23 2,8 Pedrógão Grande 123 3,8 41 4, ,2 21 2,5 FONTE: INE CENSOS 2001 GRÁFICO 13 - TAXAS ASSOCIADAS AO CONCELHO DE ARGANIL A dinâmica populacional resulta essencialmente de dois saldos: o saldo natural (Natalidade- Mortalidade) e saldo migratório (Imigração-Emigração). CAPÍTULO III - DEMOGRAFIA / ABRIL

22 Analisando em primeiro lugar a taxa de crescimento natural deparamo-nos com uma tendência de oscilação, não obstante, variar sempre em valores negativos. No ano de 2001 a taxa era de -0,82%, para de seguida diminuir, no ano de 2007, para -1,28% e, finalmente, atingir -1,06% em Constata-se que desde 2001 o número de nascimentos no Concelho tem vindo a diminuir. Esta diminuição torna-se mais relevante se considerarmos que a taxa de natalidade média anual (o número médio de nascimentos por cada 1000 habitantes/ano) diminuiu de 8,4, em 2001, para 6,2, em 2004 e finalmente de 7,4 em 2005 para 5,1 no ano de No que diz respeito ao número de óbitos registados no concelho no mesmo período de tempo verifica-se a existência de diminuições, a taxa de mortalidade média anual diminuiu ligeiramente neste período. Desta forma, no ano de 2001 a taxa de mortalidade registada foi de 16,6, no ano de 2007 o valor registado foi de 18,7% e no ano 2008 desceu para 14,4. Desta análise, conclui-se que a diminuição do saldo natural resulta primordialmente de uma redução significativa dos nascimentos no concelho durante este período. No Concelho de Arganil, verifica-se que, apesar do saldo migratório ser nulo é o saldo natural o principal fator responsável pelo decréscimo populacional. CAPÍTULO III - DEMOGRAFIA / ABRIL

23 8. ESTIMATIVAS DA POPULAÇÃO Para que se possa proceder a um planeamento eficaz é fundamental fazer uma previsão do crescimento populacional da área geográfica em análise. As estimativas que a seguir se apresentam foram calculadas com base num período temporal de 10 anos. De notar que se optou por se proceder a uma estimativa e não a uma projeção, uma vez que a primeira permite o cálculo da evolução da população com base em valores da população residentes reais, passados, assumindo que as condições e consequentemente a tendência demográfica se manterão, sendo por isso mais adequada ao cálculo de evoluções populacionais ao nível da freguesia ao passo que, o cálculo de projeções é frequentemente utilizado no cálculo de áreas geográficas e/ou temporais de grande escala. O cálculo que a seguir se apresenta foi feito com base no método matemático logarítmico. Considerando a população do município e adotando a taxa de crescimento anual média, verificada nos últimos dez anos ( ) estimou-se a população para um horizonte temporal de 10 anos (2021) para a globalidade do Concelho, por grupos etários e por freguesias. Exemplo: Cálculo da Taxa de crescimento Anual Média para o concelho para 2021 Log (Pn / Po) = n * Log (1 + a) a = -1,2% 2.1. PARA O CONCELHO E FREGUESIAS A partir da leitura da tabela 11 é previsível que o Concelho de Arganil venha a registar um decréscimo populacional na ordem dos habitantes, nos próximos 10 anos, sendo por isso expectável que em 2021 a população residente ronde os habitantes. Esta diminuição irá traduzir-se numa variação demográfica de -10% no período , ligeiramente inferior ao período censitário anterior (tabela 12). CAPÍTULO III - DEMOGRAFIA / ABRIL

24 TABELA 11 - ESTIMATIVAS DE CRESCIMENTO POPULACIONAL AO NÍVEL CONCELHO, POR FREGUESIAS, PARA O ANO 2021 Freguesias Taxa de crescimento médio anual (A) para 2011 % Pn = Pop. Estimada para 2021 Anseriz , Arganil , Barril de Alva , Benfeita , Celavisa , Cepos , Cerdeira , Coja , Folques , Moura da Serra , Piodão , Pomares , Pombeiro da Beira , S. Mart. da Cortiça , Sarzedo , Secarias , Teixeira , Vila Cova de Alva , Concelho , A tendência global de evolução da população concelhia é para a diminuição, o mesmo acontece nas dezoito freguesias que compõem o concelho. CAPÍTULO III - DEMOGRAFIA / ABRIL

25 TABELA 12 - VARIAÇÕES DE CRESCIMENTO POPULACIONAL AO NÍVEL CONCELHIO E POR FREGUESIA Freguesias Pop. Estimada para 2021 Var Var Var Var Anseriz ,5-22,3-20,5-49,1 Arganil ,4 0,6-1 22,8 Barril de Alva ,8-27,2-24,9-50 Benfeita ,5-22,1-19,8-52,6 Celavisa ,8-35,7-33,0-63,3 Cepos ,4-22,4-20,7-46,8 Cerdeira ,5-0,9-1,5-17,4 Coja ,2-15,8-12,3-26,5 Folques ,6-22,9-20,2-45,2 Moura da Serra ,0-32,7-28,7-65,8 Piodão ,2-20,1-18,5-61,9 Pomares ,1-12,6-11,5-35,1 Pombeiro da Beira ,5-19,2-17,6-39,2 S. Mart. da Cortiça ,0-14,1-12,8-31,9 Sarzedo ,9-5, ,1 Secarias ,3-4,7-4,2 3,5 Teixeira ,8-28,7-25,9-60 Vila Cova de Alva ,3-3,2-3,3-12,8 Concelho ,2-11,0-10,4-22, POR GRUPOS ETÁRIOS A análise da estimativa populacional por grupos etários permite verificar que a tendência para 2021 será de uma diminuição continuada das taxas de natalidade, visível na variação do grupo dos [0-14]. Excelente A diminuição das taxas de natalidade que se constata há duas décadas vai refletir-se com maior intensidade no grupo etário dos [15-24] com uma variação negativa de 27%. O grupo etário que registará um acréscimo será o da população mais envelhecida [65 e +], sugerindo a tendência para o envelhecimento populacional pelo topo. TABELA 13 - ESTIMATIVAS DE CRESCIMENTO POPULACIONAL AO NÍVEL CONCELHIO, POR GRUPOS ETÁRIOS, PARA O ANO 2021 Grupo etário Taxa de crescimento médio anual (A) para 2021 % Pn = Pop. Estimada para 2021 Var. % 11/ , , , , , , ,1 CAPÍTULO III - DEMOGRAFIA / ABRIL

26 CAPÍTULO III DEMOGRAFIA ABRIL 2013

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