UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO MESTRADO EM GESTÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO MESTRADO EM GESTÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO MESTRADO EM GESTÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO QUALIDADE DO E-LEARNING NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR EM PORTUGAL ANA CATARINA ANTAS BORRALHO VIEIRA Orientação: Doutor Pedro Teixeira Isaías Júri: Presidente: Doutor António Maria Palma dos Reis Vogais: Doutor António Dias Figueiredo Doutor Pedro Teixeira Isaías Doutora Maria Fernanda Abreu Sampaio Junho 2006

2 Índice Lista de sinónimos e acrónimos... 9 Agradecimentos Resumo Abstract Introdução Âmbito e justificação do estudo Objectivos do estudo Estrutura do trabalho Revisão bibliográfica O Ensino a Distância (EaD) Conceito e caracterização Evolução do EaD em Portugal Componentes de um sistema de EaD Modalidades e tecnologias utilizadas O e-learning Conceito e caracterização Vantagens e desvantagens do e-learning Catalisadores e barreiras ao e-learning Ambientes de e-learning Learning Management Systems (LMS) Normalização de ambientes de e-learning O e-learning e as IES A introdução do e-learning nas IES Análise SWOT do e-learning nas IES Qualidade do e-learning Factores Críticos de Sucesso do e-learning Definição de qualidade do e-learning no âmbito do estudo Metodologia de pesquisa População-alvo e recolha de dados Modelo de análise

3 3.3 Variáveis do modelo Variável dependente Variáveis independentes Incentivos dados à IES Concorrência de outras IES Apoio institucional Desenvolvimento do curso Processo ensino-aprendizagem Estrutura do curso Apoio ao aluno Apoio do corpo docente Avaliação Associação das perguntas da entrevista às variáveis do modelo Resultados Casos de estudo Instituto Superior de Estatística e Gestão de Informação da Universidade Nova de Lisboa Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Católica Portuguesa..., Universidade de Aveiro Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Universidade Fernando Pessoa Universidade do Minho Análise dos Casos de Estudo Análise do enquadramento do e-learning nas IES Análise dos Casos através da aplicação do modelo Incentivos dados à IES Concorrência de outras IES Apoio institucional Desenvolvimento do curso

4 Processo ensino-aprendizagem Estrutura do curso Apoio ao aluno Apoio do corpo docente Avaliação Disposições finais sobre os Casos de Estudo Conclusão Avaliação da investigação Limitações do estudo e perspectivas futuras Referências bibliográficas Anexo I Estrutura da entrevista Anexo II Tabelas com as respostas de enquadramento Anexo III Tabelas com as respostas às variáveis do modelo Anexo IV Plataformas de e-learning usadas nos Casos de Estudo

5 Índice de Figuras Figura 1. Sistema de EaD Figura 2. Estante SCORM Figura 3. Modelo de Análise Figura 4. Funcionalidades do Easy Education Índice de Tabelas Tabela 1. Principais diferenças entre o ensino presencial e o EaD Tabela 2. Gerações de EaD Tabela 3. Principais serviços disponíveis para o EaD Tabela 4. Vantagens e desvantagens do e-learning Tabela 5. Análise SWOT do e-learning nas IES Tabela 6. Associação das perguntas da entrevista às variáveis do modelo Tabela 7. Quantificação das respostas à pergunta da variável Incentivos dados à IES Tabela 8. Quantificação das respostas à pergunta da variável Concorrência de outras IES Tabela 9. Influência das variáveis não controláveis nas IES Tabela 10. Quantificação das respostas à primeira pergunta da variável Apoio institucional Tabela 11. Quantificação das respostas à segunda pergunta da variável Apoio institucional Tabela 12. Quantificação das respostas à terceira pergunta da variável Apoio institucional Tabela 13. Presença do Apoio institucional nas IES Tabela 14. Quantificação das respostas à primeira pergunta da variável Desenvolvimento do curso Tabela 15. Quantificação das respostas à segunda pergunta da variável Desenvolvimento do curso Tabela 16. Quantificação das respostas à terceira pergunta da variável Desenvolvimento do curso Tabela 17. Presença do Desenvolvimento do curso nas IES

6 Tabela 18. Quantificação das respostas à primeira pergunta da variável Processo ensino-aprendizagem Tabela 19. Quantificação das respostas à segunda pergunta da variável Processo ensino-aprendizagem Tabela 20. Quantificação das respostas à terceira pergunta da variável Processo ensino-aprendizagem Tabela 21. Presença do Processo ensino-aprendizagem nas IES Tabela 22. Quantificação das respostas à primeira pergunta da variável Estrutura do curso Tabela 23. Quantificação das respostas à segunda pergunta da variável Estrutura do curso Tabela 24. Quantificação das respostas à terceira pergunta da variável Estrutura do curso Tabela 25. Presença da Estrutura do curso nas IES Tabela 26. Quantificação das respostas à primeira pergunta da variável Apoio ao aluno Tabela 27. Quantificação das respostas à segunda pergunta da variável Apoio ao aluno Tabela 28. Presença do Apoio ao aluno nas IES Tabela 29. Quantificação das respostas à primeira pergunta da variável Apoio do corpo docente Tabela 30. Quantificação das respostas à segunda pergunta da variável Apoio do corpo docente Tabela 31. Influência do Apoio do corpo docente na Eficácia do e-learning. 116 Tabela 32. Quantificação das respostas à primeira pergunta da variável Avaliação Tabela 33. Quantificação das respostas à segunda pergunta da variável Avaliação Tabela 34. Quantificação das respostas à terceira pergunta da variável Avaliação Tabela 35. Presença da Avaliação nas IES Tabela 36. Quantificação da importância dos FCS para os responsáveis das IES

7 Tabela 37. Quantificação da presença dos FCS nas IES Tabela 38. Respostas correspondentes às perguntas sobre a modalidade e plataforma de e-learning do Enquadramento do estudo de caso Tabela 39. Respostas correspondentes às perguntas sobre início e objectivos do projecto do Enquadramento do estudo de caso Tabela 40. Respostas correspondentes às perguntas sobre acções de benchmarking e mudanças na estrutura organizacional do Enquadramento do estudo de caso Tabela 41. Respostas correspondentes às perguntas sobre acções de marketing e adesão dos intervenientes do Enquadramento do estudo de caso Tabela 42. Respostas correspondentes às perguntas sobre parcerias e planos de melhoria do Enquadramento do estudo de caso Tabela 43. Resposta à pergunta da variável Incentivos dados à IES Tabela 44. Resposta à pergunta da variável Concorrência de outras IES Tabela 45. Resposta à primeira pergunta da variável Apoio institucional Tabela 46. Resposta à segunda pergunta da variável Apoio institucional Tabela 47. Resposta à terceira pergunta da variável Apoio institucional Tabela 48. Resposta à primeira pergunta da variável Desenvolvimento do curso Tabela 49. Resposta à segunda pergunta da variável Desenvolvimento do curso Tabela 50. Resposta à terceira pergunta da variável Desenvolvimento do curso Tabela 51. Resposta à primeira pergunta da variável Processo ensinoaprendizagem Tabela 52. Resposta à segunda pergunta da variável Processo ensinoaprendizagem Tabela 53. Resposta à terceira pergunta da variável Processo ensinoaprendizagem Tabela 54. Resposta à primeira pergunta da variável Estrutura do curso Tabela 55. Resposta à segunda pergunta da variável Estrutura do curso Tabela 56. Resposta à terceira pergunta da variável Estrutura do curso

8 Tabela 57. Resposta à primeira pergunta da variável Apoio ao aluno Tabela 58. Resposta à segunda pergunta da variável Apoio ao aluno Tabela 59. Resposta à primeira pergunta da variável Apoio do corpo docente Tabela 60. Resposta à segunda pergunta da variável Apoio do corpo docente Tabela 61. Resposta à primeira pergunta da variável Avaliação Tabela 62. Resposta à segunda pergunta da variável Avaliação Tabela 63. Resposta à terceira pergunta da variável Avaliação

9 Lista de sinónimos e acrónimos AICC Aviation Industry Computer-Based Training Committee. É uma associação internacional de profissionais que trabalham com tecnologias aplicadas à formação, responsáveis pelo desenvolvimento de normas de formação para a indústria de aviação. Auto-aprendizagem Processo em que o aluno determina o seu ritmo de aprendizagem, acedendo aos conteúdos sempre que o desejar. Autoavaliação Processo em que cada aluno determina o seu nível pessoal de conhecimentos e competências. Avaliação (1) Qualquer método sistemático para reunir informações sobre o impacto e a efectividade da aprendizagem. Os resultados podem ser usados para aperfeiçoar o processo de ensino, determinar se os objectivos de aprendizagem têm sido alcançados e avaliar o valor de um evento de ensino para a organização. (2) O processo usado para testar o nível de competências e conhecimento de um aluno. Base de dados Uma base de dados é um sistema informático que permite armazenar informações de forma estruturada. Browser Software que permite carregar e mostrar páginas na web. Permite ainda muitas outras funções anexas. CBT - Computer-based Training. Curso ou material de formação apresentado em computador, principalmente via CD-ROM. Chat Comunicação entre membros de um serviço online através de texto. As mensagens são enviadas entre as pessoas em tempo real. Código aberto (Software Livre ou Open Source) Tipo de software cujo código fonte é público

10 Comunidade virtual Lugar de encontro para alunos na Internet. Destinado a facilitar a interacção e a colaboração entre pessoas que partilhem interesses e necessidades em comum. Conteúdo Propriedade intelectual e conhecimentos a serem partilhados. Diferentes tipos de conteúdos de e-learning incluem texto, áudio, vídeo, animação e simulação. Declaração de Bolonha Conjunto de medidas que implicam uma reestruturação total dos modelos de ensino-aprendizagem e, consequentemente, dos processos de trabalho, sobretudo ao nível da autonomia dos alunos, através da redução do número de aulas presenciais. Download Ou descarregar. Transferir dados dum computador para outro através da rede. Ensino (presencial ou a distância) - Actividade que envolve três componentes: aquele que ensina (professor), aquele a quem se ensina (aluno) e aquilo que o primeiro ensina ao segundo (os conteúdos). e-u (Universidade electrónica) - Iniciativa que visa promover o acesso de banda larga à Internet, a partilha e distribuição de conteúdos nas IES em Portugal, por rede sem fios. Extranet - é o acesso à Intranet de uma empresa através de um portal estabelecido na web de forma que pessoas e funcionários de uma empresa consigam ter acesso à Intranet através de redes externas ao ambiente da empresa. FAQ Sigla usada para Frequently Asked Questions. Documento que inventaria as perguntas que surgem mais frequentemente sobre a temática em causa, acrescidas das respostas sintéticas adequadas

11 Ficheiro Documento independente - texto, som, imagem, vídeo, etc. gerado por uma aplicação informática. Fóruns de discussão Na Internet ou na Intranet, fóruns onde os utilizadores podem enviar mensagens para outros lerem. Permite a troca de informações e a interacção de modo assíncrono entre os seus participantes. Pode ou não ser moderada. Globalização Elaboração de uma oferta de conteúdo que seja clara e gramaticalmente correcta de forma que elimine diferenças idiomáticas, referenciais de género, gírias ou expressões particulares de uma - geração ou cultura. Home page Primeira página de um site na Internet. HTML (Hypertext Markup Language) Linguagem de programação muito usada na Internet. As páginas escritas em HTML são lidas pelos browsers o que permite que o utilizador da Internet veja um documento multimédia da forma como foi visto por quem o produziu. IMS (Instructional Management System - Global Learning Consortium) União de organizações governamentais dedicadas a definir e distribuir especificações de interoperabilidade de arquitectura aberta para produtos de e- learning. Instructional designer Um indivíduo que aplica uma metodologia sistemática para criar conteúdos de formação. Interacção Designa as trocas entre quem ensina e quem aprende e entre este e os outros elementos da aula virtual. Interactividade Possibilidade que o aluno tem de intervir ao longo do processo de aprendizagem e de provocar, através da sua intervenção, uma modificação no contexto da aprendizagem

12 Internet based-training Formação baseada em Internet. Disponibilização de conteúdo educacional por meio de um browser através da Internet pública, uma Intranet privada ou Extranet. Promove a utilização de recursos de colaboração fora do curso como e grupos de discussão. Possui as vantagens da formação baseada em computador (CBT), além de incluir as vantagens da participação do formador durante o processo de formação. Internet Consiste numa complexa rede mundial ( International Nertwork ) constituída por milhares de redes de computadores ligados entre si. Intranet É uma rede que utiliza as mesmas técnicas que a Internet, mas privada, podendo ser acedida apenas pelos membros autorizados (de certo organismo ou empresa, por exemplo). Learning object Objecto de aprendizagem. Unidade reutilizável de informação independente dos meios. Bloco modular de conteúdo de e-learning. Linguagem PHP PHP é a sigla para Hypertext Preprocessor, mas originalmente significou Personal Home Page, e é uma linguagem multiplataforma, ou seja, aceita vários sistemas operacionais, como Windows, Unix, Linux, etc. Trata-se uma combinação de linguagem de programação e servidor de aplicações. Pode-se programar em PHP como em qualquer outra linguagem, definindo variáveis, criando funções, realizando loops, enfim, fazer tudo que é necessário e usado no mundo da programação. LMS (Learning Management System) Sistema de Gestão de Formação. Software que automatiza a administração dos eventos de formação online. Login Conjunto de informações que permitem o acesso a certa aplicação de uso protegido. É constituído por um nome de utilizador (username) e uma palavra-passe (password). Media Elemento de texto, gráfico, áudio, vídeo ou humano, utilizado no ensino

13 Modem Dispositivo electrónico (hardware interno ou externo ao computador) que transforma mensagens analógicas em digitais e inversamente (permitindo o uso de linhas telefónicas para a comunicação entre computadores). Módulo Um "tema" integrado de conteúdo - normalmente um componente de um curso ou curriculum. Multimédia Funcionalidades ou aplicações informáticas que permitem produzir e manipular imagens, texto, som, dados, vídeo, animações. Online Ou "em rede" em Português. Algo disponível através da Internet. Plataformas de ensino Learning platforms. Sites internos ou externos frequentemente organizados em torno de tópicos comuns, contendo tecnologias (variando de chats de conversa para grupos de discussão) que incentivam à participação do utilizador. POCTI Programa Operacional "Ciência, Tecnologia, Inovação". Portal Um Website que age como uma "entrada" para a Internet ou uma parte dela, normalmente focando um assunto especifico. POSI (Programa Operacional Sociedade da Informação) Programa para financiamento de projectos para criação de espaços públicos de acesso à Internet em Bibliotecas Públicas Municipais, Ludotecas, Museus Municipais e Arquivos Municipais. PRODEP III Programa de Desenvolvimento Educativo para Portugal. Rede Sistema integrado de hardware, software e comunicações que permite que vários computadores, eventualmente distantes, comuniquem entre si

14 ROI (Return on Investment) É o cálculo do retorno financeiro a partir de um determinado investimento, ou seja, de que forma um investimento gerará lucros ao longo de um período de tempo. Royalty - importância cobrada pelo proprietário de uma patente de produto, processo de produção, marca, entre outros, ou pelo autor de uma obra, para permitir seu uso ou comercialização. SCORM (Sharable Content Object Reference Model) Conjunto de padrões que ao serem aplicados ao conteúdo de um curso, produzem pequenos objectos reutilizáveis de aprendizagem. Resultado do trabalho desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Os elementos da plataforma SCORM podem ser combinados facilmente com outros elementos compatíveis para produzir reposições de materiais de ensino. Servidor Computador ou conjunto de computadores que difundem informações a distância através duma rede. Site Sistema integrado de páginas alojado num servidor Internet. Software Livre (Free Software) Software que vem com permissão para se copiar, usar e distribuir, com ou sem modificações, gratuitamente ou por um preço. Em particular, isso significa que o código fonte deve estar disponível. Software proprietário Software proprietário é aquele que não é livre ou semi-livre. O seu uso, redistribuição ou modificação é proibido, ou requer permissão, ou é restrito de tal forma que não se pode efectivamente fazê-lo livremente. UMIC (Unidade de Missão Inovação e Conhecimento) Tem por missão o planeamento, a coordenação e o desenvolvimento de projectos nas áreas da sociedade da informação e governo electrónico. Responsável pelo projecto Campus Virtuais

15 Agradecimentos Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao orientador da tese, Prof. Doutor Pedro Teixeira Isaías, pelo apoio e estímulo constantes, essenciais para a realização de todo o trabalho. Aos meus familiares agradeço o seu constante incentivo e contributo para a minha formação pessoal e profissional, que muito se reflecte no presente trabalho. Às Instituições de Ensino Superior e aos seus representantes, que se disponibilizaram para o enriquecimento deste trabalho, agradeço a sua participação activa nos Casos de Estudo: Prof. Doutor Marco Painho do Instituto Superior de Estatística e Gestão de Informação da Universidade Nova de Lisboa (ISEGI); Prof. Doutor José Filipe Rafael da Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Católica Portuguesa (UCP); Prof. Doutor Fernando Ramos da Universidade de Aveiro (UA); Prof. Doutor Pedro Santos do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa (IST); Eng.ª Sofia Torrão e Jorge Carboila da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP); Prof. Doutor Luís Manuel Borges Gouveia da Universidade Fernando Pessoa (UFP); Prof. Doutor Luís Amaral da Universidade do Minho e Eng.ª Ana Dias da TecMinho. Por fim, queria ainda agradecer a todos os amigos e colegas que, de alguma forma, me apoiaram no desenvolvimento de todo o trabalho

16 QUALIDADE DO E-LEARNING NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR EM PORTUGAL Ana Catarina Antas Borralho Vieira Mestrado em Gestão de Sistemas de Informação Orientador: Prof. Doutor Pedro Teixeira Isaías Provas concluídas em: Resumo A pesquisa está direccionada para a adopção do e-learning como uma ferramenta de apoio ao processo de ensino-aprendizagem, tornando-se numa vantagem competitiva para fornecedores e num facilitador da comunicação e de disponibilização de informação para os clientes da aprendizagem. A metodologia desenvolvida parte da elaboração de um modelo constituído por variáveis independentes e uma variável dependente que define uma medida de Eficácia de cada caso a ser analisado. Assim, Eficácia do e-learning consiste no grau de presença dos Factores Críticos de Sucesso (FCS), que definem qualidade do e-learning neste estudo, nas Instituições de Ensino Superior (IES). As variáveis de controlo, que correspondem aos FCS, foram estimadas através de observações de casos práticos identificados na literatura e outras fontes secundárias, durante a revisão bibliográfica. Os dados analisados pelo modelo foram obtidos através de entrevistas estruturadas realizadas junto de responsáveis de IES portuguesas, cujas perguntas estão relacionadas com cada uma das variáveis do modelo. O objectivo deste modelo é identificar o grau de presença dos FCS nas IES estudadas, que irá permitir determinar o nível de eficácia das suas iniciativas de e-learning e, consequentemente, a qualidade do e-learning. Como resultado da análise efectuada, as conclusões pretendem apresentar um conjunto de melhores práticas para que a implementação do e-learning implique uma maior eficácia do processo de ensino-aprendizagem. Palavras-chave: Ensino a distância, E-learning, Eficácia, Factores Críticos de Sucesso, Qualidade, Tecnologias de Informação e Comunicação

17 E-LEARNING QUALITY IN INSTITUTIONS OF HIGHER EDUCATION IN PORTUGAL Ana Catarina Antas Borralho Vieira Masters in Information Systems Management Guidance Counsellor: Prof. Doutor Pedro Teixeira Isaías Concluded in: Abstract The research is directed towards the adoption of e-learning as a teaching-learning process tool, which can be a competitive advantage for suppliers and can help students to communicate and obtain information resources. The methodology developed is based on the elaboration of a constructed model of independent variables and a dependent variable that defines a measure of Effectiveness of each case to be analyzed. Then, Effectiveness consists of the degree of presence of the Critical Success Factors (CSF) that defines e-learning quality in this study, in the Institutions of Higher Education (IHE). The control variables were estimated through observations of identified practical cases in literature and other secondary sources, during bibliographical revision. The data analyzed by the model was achieved through structured interviews with IHE managers, so that questions are related to each of the model variables. The objective of the model is identify the level of presence of the CSF in the studied IHE, that will determine the level of Effectiveness of their e-learning activities and, moreover, the e-learning quality. As a result of the analysis undertaken, the conclusions intend to present best practices to allow the implementation of e-learning to increase the effectiveness of the teaching-learning process. Keywords: Distance learning, E-learning, Effectiveness, Quality, Information Technology, Critical Success Factors

18 1. Introdução 1.1 Âmbito e justificação do estudo Os recentes avanços das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) têm proporcionado novos meios de interacção entre as pessoas, bem como novas possibilidades no que se refere à Educação (Testa, 2001). Segundo Lemos (2003), a globalização da economia, gerando um aumento da competitividade entre países, sectores económicos e empresas, aliada a uma rápida obsolescência do conhecimento, tem conduzido a uma procura crescente de formação contínua por parte dos profissionais, em todos os níveis. Isso tem implicado o aparecimento de novas formas de ensino e de aprendizagem orientadas para o utilizador, levando a uma mudança paradigmática no processo de ensino. Inicialmente, ensino a distância (EaD) foi usado para cobrir certas limitações existentes no ensino presencial, nomeadamente em termos de barreiras geográficas e temporais. A partir do final da década de 90, com a crescente utilização das TIC, e principalmente com o aparecimento da World Wide Web (Web), o EaD acompanhou a evolução para a era digital, emergindo uma nova vertente, suportada por via electrónica, vulgarmente designada por electronic learning (e-learning) (Lima e Capitão, 2003). De acordo com Painho et al. (2001), as razões para o crescimento desta modalidade de ensino estão relacionadas com um decréscimo dos custos dos computadores, programas informáticos e serviços de telecomunicações, a existência de uma geração mais familiarizada com computadores e Internet, acesso facilitado a computadores e interfaces de utilização mais simples. Também bastante importante é o factor económico, já que os os alunos podem ter acesso ao ensino sem terem a necessidade de se deslocar fisicamente à Instituição de Ensino Superior (IES)

19 Utilizando as novas TIC, estes podem interagir com grande flexibilidade temporal e espacial, com os professores e restantes alunos do curso, utilizando apenas um computador com uma ligação à Internet. Diminuindo os custos do acesso à educação, é possível democratizar o acesso ao ensino, abrangendo um maior leque de pessoas (Livro Verde (1997)). Como defende Carvalho (2005), as IES foram obrigadas a enfrentar novos desafios, tais como diferentes tipos de alunos, com novas necessidades de aprendizagem, a adaptação a um tipo de ensino centrado no aluno e a actualização do papel do professor, como facilitador da aprendizagem. No caso de Portugal, idêntico ao das outras sociedades ocidentais, são ainda particularmente sensíveis questões relacionadas com a demografia, notandose um decréscimo acentuado do número de jovens candidatos ao Ensino Superior. Muitas IES apresentam iniciativas e projectos, mais ou menos desenvolvidos, vocacionados para a flexibilização dos processos de ensino-aprendizagem, mas que se integram igualmente em estratégias de promoção institucionais, com o objectivo de conseguir atrair mais alunos pela apresentação de uma imagem dinâmica, associada à utilização destas tecnologias (Carvalho, 2005). O e-learning traz também outras vantagens para as IES na medida em que passa a ser possível ter associados aos cursos leccionados, especialistas reconhecidos nas suas áreas de conhecimento, que se encontrem geograficamente dispersos. A exposição e a divulgação que o posicionamento inovador e eficiente da IES permite são também factores positivos e interessantes a ter em conta (Painho et al., 2003). No entanto, Carvalho e Cardoso (2003) consideram que o conceito de e- learning continua a ser utilizado para designar realidades muito diversas que vão desde a transposição linear, para a Web, de sistemas de formação convencionais até ao desenvolvimento de propostas inovadoras e mais interessantes como seja, por exemplo, o caso da criação de comunidades

20 virtuais de aprendizagem. Além disso, e não obstante o seu crescimento vertiginoso, em estudos recentes, verificou-se que o desenvolvimento de cursos de e-learning suportados apenas nas potencialidades da tecnologia, ignorando orientações pedagógicas relativas à aprendizagem, à estruturação de conteúdos e ao desenho da interface e uma metodologia de desenvolvimento adequada aos mesmos, dificilmente produzirá cursos de e-learning apropriados a todo o processo de ensino-aprendizagem (Lemos, 2003). Apesar de já existirem várias IES em Portugal com iniciativas de e-learning na sua oferta de cursos, a maioria ainda está numa fase de pouca maturidade. Face a esta realidade, verifica-se através da pesquisa à literatura existente sobre o tema, que um dos pontos do e-learning que necessita de ser mais explorado é a avaliação da sua qualidade (Adão e Bernardino (2003); Dias e Dias (2003), Vasco (2005), Carvalho e Cardoso (2003)). Ainda não existem muitos estudos em Portugal sobre os Factores Críticos de Sucesso (FCS) que garantem o sucesso de uma iniciativa de e-learning, nem recomendações sobre as melhores práticas para o fazer e é precisamente sobre essa temática que este estudo se vai debruçar. 1.2 Objectivos do estudo Com este trabalho, pretende-se reflectir sobre as experiências de ensino e aprendizagem com as TIC nas IES portuguesas, no sentido de compreender se os objectivos estabelecidos com a implementação desta nova modalidade de ensino estão a ser atingidos. O objectivo é identificar qual a realidade do e- learning nas IES em Portugal e se, com base num conjunto de FCS, se pode provar que as iniciativas de e-learning se têm revelado eficazes. A partir daí, abre-se caminho para acções e pesquisas futuras

21 O presente trabalho justifica-se pelos seguintes aspectos: Vanguarda do tema, com enormes perspectivas de desenvolvimento em Portugal, tendo em conta que o e-learning é relativamente recente no país; A abordagem da qualidade do e-learning ao nível de IES portuguesas não tem sido muito explorada; Escassez de literatura sobre o tema. Dentro das várias escolhas que são feitas no estabelecimento de uma estratégia para o e-learning, é importante manter o foco nos FCS envolvidos, no sentido de eliminar algumas dificuldades ao nível de planeamento e operacionalização de qualquer iniciativa. Poderão ser obtidos alguns progressos a partir da implementação de programas de avaliação das experiências de e-learning, visando um processo de melhoria contínua, que identificam as restrições com o objectivo de as anular ou, pelo menos, atenuar. Todas as organizações, nomeadamente as IES, devem estar abertas às mudanças na Sociedade, na tecnologia e às novas necessidades dos seus clientes. A melhoria contínua de processos pressupõe uma avaliação aplicada às fases de planeamento, implementação e manutenção dos projectos de e- learning, com introdução de acções correctivas. O aperfeiçoamento contínuo conduz a uma organização que se vai reinventando a cada momento. Desta forma, o objectivo geral deste estudo é avaliar se os cursos de e-learning leccionados nas IES portuguesas obedecem a um conjunto de critérios de qualidade que permitam a flexibilidade em termos de acesso a recursos de aprendizagem (qualquer sítio, qualquer hora) e a implementação de estratégias pedagógicas adequadas a uma melhor aprendizagem. E os objectivos específicos são: Definir qualidade dos cursos na modalidade e-learning a partir de um conjunto de FCS;

2. Ensino a distância

2. Ensino a distância Na bibliografia consultada temos encontrado diferentes terminologias para referirem o que chamamos vulgarmente de Ensino a Distância (EaD), embora nem sempre a ideia seja exactamente a mesma. Neste capítulo

Leia mais

O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma.

O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma. O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma. Universidade de Aveiro Mestrado em Gestão da Informação Christelle Soigné Palavras-chave Ensino superior. e-learning.

Leia mais

T ecnologias de I informação de C omunicação

T ecnologias de I informação de C omunicação T ecnologias de I informação de C omunicação 9º ANO Prof. Sandrina Correia TIC Prof. Sandrina Correia 1 Objectivos Aferir sobre a finalidade da Internet Identificar os componentes necessários para aceder

Leia mais

Planificação Anual. Planificação de Médio Prazo (1.º Período) Tecnologias da Informação e Comunicação. 9º Ano

Planificação Anual. Planificação de Médio Prazo (1.º Período) Tecnologias da Informação e Comunicação. 9º Ano Escola Básica do 2º e 3º Ciclos João Afonso de Aveiro Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Secção de Informática Planificação Anual (1.º Período) Ano lectivo 2010/2011 Tecnologias da Informação

Leia mais

Escola Básica 2, 3 de Lamaçães Planificação Anual 2007/08 Tecnologias de Informação e Comunicação

Escola Básica 2, 3 de Lamaçães Planificação Anual 2007/08 Tecnologias de Informação e Comunicação Escola Básica 2, 3 de Lamaçães Planificação Anual 2007/08 Tecnologias de Informação e Comunicação Unidade de Ensino/Aprendizagem Tecnologias da Informação e Comunicação Conceitos Introdutórios Conceitos

Leia mais

A que se propõe? Histórico e Evolução. Funcionalidades. Aplicações Comerciais. Tecnologias Envolvidas. Áreas Afetadas. Bibliografia. A que se propõe?

A que se propõe? Histórico e Evolução. Funcionalidades. Aplicações Comerciais. Tecnologias Envolvidas. Áreas Afetadas. Bibliografia. A que se propõe? O que é? Educação à Distância: [...]a modalidade de educação em que as atividades de ensino-aprendizagem são desenvolvidas majoritariamente (e em bom número de casos exclusivamente) sem que alunos e professores

Leia mais

O desenvolvimento da EaD pode ser descrito basicamente em três gerações, conforme os avanços e recursos tecnológicos e de comunicação de cada época.

O desenvolvimento da EaD pode ser descrito basicamente em três gerações, conforme os avanços e recursos tecnológicos e de comunicação de cada época. Educação a distância (EaD, também chamada de teleducação), por vezes designada erradamente por ensino à distância, é a modalidade de ensino que permite que o aprendiz não esteja fisicamente presente em

Leia mais

Website disponível em: Nome de Utilizador: aluno@aluno.pt. Palavra-chave: *aluno*

Website disponível em: Nome de Utilizador: aluno@aluno.pt. Palavra-chave: *aluno* Website disponível em: http://formar.tecminho.uminho.pt/moodle/course/view.php?id=69 Nome de Utilizador: aluno@aluno.pt Palavra-chave: *aluno* Associação Universidade Empresa para o Desenvolvimento Web

Leia mais

Internet ou Net. É uma rede mundial de computadores ligados entre si através s de linhas telefónicas comuns.

Internet ou Net. É uma rede mundial de computadores ligados entre si através s de linhas telefónicas comuns. Internet Internet ou Net É uma rede mundial de computadores ligados entre si através s de linhas telefónicas comuns. Como Comunicam os computadores Os computadores comunicam entre si utilizando uma linguagem

Leia mais

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Participamos num processo acelerado de transformações sociais, políticas e tecnológicas que alteram radicalmente o contexto e as

Leia mais

É uma rede mundial de computadores ligados entre si. INTERNET

É uma rede mundial de computadores ligados entre si. INTERNET INTERNET O QUE É A INTERNET? O QUE É NECESSÁRIO PARA ACEDER À INTERNET? QUAL A DIFERENÇA ENTRE WEB E INTERNET? HISTÓRIA DA INTERNET SERVIÇOS BÁSICOS DA INTERNET 2 1 INTERCONNECTED NETWORK INTERNET A Internet

Leia mais

Introdução ao e-learning

Introdução ao e-learning Introdução ao e-learning Francisco Restivo FEUP/IDIT fjr@fe.up.pt Guião Ser um e-aprendente competente Trabalho de casa: pensar num curso Ser um desenhador de cursos competente Trabalho de casa: desenhar

Leia mais

Escola Superior de Gestão de Santarém. Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos. Peça Instrutória G

Escola Superior de Gestão de Santarém. Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos. Peça Instrutória G Escola Superior de Gestão de Santarém Pedido de Registo do CET Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos Peça Instrutória G Conteúdo programático sumário de cada unidade de formação TÉCNICAS

Leia mais

A IMPLEMENTAÇÃO DO ENSINO A DISTÂNCIA (EAD) NA EPS. I A metodologia do EaD Antecedentes e Características. SAj ADMIL Braga Fernandes

A IMPLEMENTAÇÃO DO ENSINO A DISTÂNCIA (EAD) NA EPS. I A metodologia do EaD Antecedentes e Características. SAj ADMIL Braga Fernandes A IMPLEMENTAÇÃO DO ENSINO A DISTÂNCIA (EAD) NA EPS SAj ADMIL Braga Fernandes I A metodologia do EaD Antecedentes e Características Resenha e evolução histórica do EaD Ao contrário do que vulgarmente se

Leia mais

PÁGINAS WEB. António Ginja Carmo

PÁGINAS WEB. António Ginja Carmo PÁGINAS WEB António Ginja Carmo Índice 1 - Titulo 2 2 Enquadramento 2 3 - Descrição 3 4 - Objectivos 3 5 Público-Alvo 3 6 - Conteúdos 4 7 - Calendário das Actividades 5 8 - Estratégias Pedagógicas 8 9

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO JOOMLA NA GESTÃO DA INFORMAÇÃO PEDAGÓGICA. Razões justificativas da acção: Problema/Necessidade de formação identificado

A IMPORTÂNCIA DO JOOMLA NA GESTÃO DA INFORMAÇÃO PEDAGÓGICA. Razões justificativas da acção: Problema/Necessidade de formação identificado A IMPORTÂNCIA DO JOOMLA NA GESTÃO DA INFORMAÇÃO PEDAGÓGICA Razões justificativas da acção: Problema/Necessidade de formação identificado O Plano Tecnológico da Educação (PTE), aprovado pela Resolução de

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - SI

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - SI SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - SI Elaborado e adaptado por: Prof.Mestra Rosimeire Ayres Sistemas Colaborativos Empresariais (ECS) Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar

Leia mais

MÓDULO II UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA FORMAÇÃO ONLINE

MÓDULO II UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA FORMAÇÃO ONLINE MÓDULO II UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA FORMAÇÃO ONLINE Objectivos gerais do módulo No final do módulo, deverá estar apto a: Identificar um Sistema de Gestão da Formação Online; Analisar as diversas

Leia mais

Plantaformas de e-learning no actual contexto de Bolonha. O caso da esacb

Plantaformas de e-learning no actual contexto de Bolonha. O caso da esacb Plantaformas de e-learning no actual contexto de Bolonha. O caso da esacb Teresa Marta Lupi Ordaz Caldeira * INTRODUÇÃO O e-learning representa uma nova metodologia de ensino/ aprendizagem, permitindo

Leia mais

Ensino à distância Caso prático E-MBA do IESF

Ensino à distância Caso prático E-MBA do IESF Ensino à distância Caso prático E-MBA do IESF Manuel Leite Mestrado em Análise de Dados e Sistemas de Apoio à Decisão Sistemas de Informação para Gestão Faculdade de Economia, 29 de Novembro de 2002 1

Leia mais

Conceitos Sistema da informação e comunicação N.º de Aulas

Conceitos Sistema da informação e comunicação N.º de Aulas PLANIFICAÇÃO AGRUPAMENTO ANUAL - DE TECNOLOGIAS ANO ESCOLAS LECTIVO DR. VIEIRA DE CARVALHO 9º ANO 2008/2009 DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Tecnologias 1º Período Conceitos Sistema da informação e comunicação

Leia mais

EXERCÍCIOS ACOMPANHADOS: CONJUNTO INOVADOR DE FUNCIONALIDADES DE PLATAFORMAS DE E-LEARNING

EXERCÍCIOS ACOMPANHADOS: CONJUNTO INOVADOR DE FUNCIONALIDADES DE PLATAFORMAS DE E-LEARNING EXERCÍCIOS ACOMPANHADOS: CONJUNTO INOVADOR DE FUNCIONALIDADES DE PLATAFORMAS DE E-LEARNING Anna Guerman, Humberto Santos, Pedro Dinis Gaspar, António Espírito Santo, Cláudia Santos Universidade da Beira

Leia mais

Regime do Canal Parlamento e do Portal da Assembleia da República

Regime do Canal Parlamento e do Portal da Assembleia da República Regime do Canal Parlamento e do Portal da Assembleia da República Resolução da Assembleia da República n.º 37/2007, de 20 de agosto com as alterações introduzidas pela Resolução da Assembleia da República

Leia mais

Profa Alessandra Regina Brito Mestre em Ciências Ambientais e Saúde Docente EAD Pós-graduações: Epidemiologia e Saúde Trabalhador Coordenação

Profa Alessandra Regina Brito Mestre em Ciências Ambientais e Saúde Docente EAD Pós-graduações: Epidemiologia e Saúde Trabalhador Coordenação Profa Alessandra Regina Brito Mestre em Ciências Ambientais e Saúde Docente EAD Pós-graduações: Epidemiologia e Saúde Trabalhador Coordenação Pedagógica Pós-graduação Epidemiologia Como surgiu a EAD O

Leia mais

Valor Comercial das Telecomunicações. Telecomunicações nas Empresas. Superar barreiras geográficas. Superar barreiras do tempo

Valor Comercial das Telecomunicações. Telecomunicações nas Empresas. Superar barreiras geográficas. Superar barreiras do tempo Valor Comercial das Telecomunicações Superar barreiras geográficas Atendimento ao cliente/preenchimento de pedidos Superar barreiras do tempo Consultas de crédito (POS) Superar barreiras de custo Videoconferência

Leia mais

Internet. Professor: Francisco Silva

Internet. Professor: Francisco Silva Internet e Serviços Internet A Internet, ou apenas Net, é uma rede mundial de computadores ligados entre si através de linhas telefónicas comuns, linhas de comunicação privadas, satélites e outros serviços

Leia mais

O RELACIONAMENTO COM O CIDADÃO A importância do Território

O RELACIONAMENTO COM O CIDADÃO A importância do Território Conferência Ibero-Americana WWW/Internet 2004 7/8 Outubro, Madrid, Espanha O RELACIONAMENTO COM O CIDADÃO A importância do Território Jorge Xavier Aluno de Mestrado DEGEI UA Campus Universitário de Santiago.

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA MOITA PLANO DE AÇÃO PARA AS TIC

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA MOITA PLANO DE AÇÃO PARA AS TIC AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA MOITA PLANO DE AÇÃO PARA AS TIC Equipa PTE "A exclusão digital não é ficar sem computador ou telefone celular. É continuarmos incapazes de pensar, de criar e de organizar novas

Leia mais

» apresentação. WORKFLOW que significa?

» apresentação. WORKFLOW que significa? » apresentação WORKFLOW que significa? WORKFLOW não é mais que uma solução que permite sistematizar de forma consistente os processos ou fluxos de trabalho e informação de uma empresa, de forma a torná-los

Leia mais

DOMUS MOBILE: PLATAFORMA DE SUPORTE AO MOBILE-LEARNING

DOMUS MOBILE: PLATAFORMA DE SUPORTE AO MOBILE-LEARNING Conferência IADIS Ibero-Americana WWW/Internet 2005 DOMUS MOBILE: PLATAFORMA DE SUPORTE AO MOBILE-LEARNING Paulo Alves e José Adriano Escola Superior de Tecnologia e de Gestão de Bragança Campus de S.

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO DE E-TUTOR e-learning. Público-Alvo

CURSO DE FORMAÇÃO DE E-TUTOR e-learning. Público-Alvo CURSO DE FORMAÇÃO DE E-TUTOR e-learning Público-Alvo Profissionais que pretendam adquirir competências de base para monitorizar formação na modalidade e-learning ou b-learning que sejam possuidores do

Leia mais

Objectivos de aprendizagem

Objectivos de aprendizagem Capítulo 6 1 Telecomunicações e redes 2 Objectivos de aprendizagem ƒ Identificar as principais tendências e os grandes desenvolvimentos nas empresas, nas tecnologias e nas aplicações de negócio, das telecomunicações

Leia mais

EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO MÓDULO II UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA FORMAÇÃO ONLINE

EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO MÓDULO II UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA FORMAÇÃO ONLINE EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO MÓDULO II UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA FORMAÇÃO ONLINE MÓDULO II - UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA FORMAÇÃO ONLINE Projecto: Kit elearning, SAF/ Novabase, S.A. Equipa

Leia mais

http://www.formare.pt/eb3svn

http://www.formare.pt/eb3svn INSCRIÇÕES NO ENSINO RECORRENTE MEDIATIZADO (PELA INTERNET) MANUAL DE PROCEDIMENTOS Um aluno para se matricular no Ensino Recorrente Mediatizado pode fazê-lo directamente nos Serviços da Administração

Leia mais

Guia de Websites para a Administração Pública

Guia de Websites para a Administração Pública Guia de Websites para a Administração Pública Portugal precisa de um desafio de exigência e de conhecimento que nos eleve aos níveis de competência e de produtividade dos países mais desenvolvidos, de

Leia mais

Os Investigadores da Universidade de Coimbra e as plataformas

Os Investigadores da Universidade de Coimbra e as plataformas Os Investigadores da Universidade de Coimbra e as plataformas & 1 Índice 2 Introdução...3 3 A Plataforma de Curricula DeGóis...3 3.1 É utilizada porque...3 3.2 Com a utilização do DeGóis ganho...4 3.1

Leia mais

Hospitais 2004. Inquérito à Utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação DOCUMENTO METODOLÓGICO

Hospitais 2004. Inquérito à Utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação DOCUMENTO METODOLÓGICO Hospitais 2004 Inquérito à Utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação DOCUMENTO METODOLÓGICO ÍNDICE 1. IDENTIFICAÇÃO E OBJECTIVOS DO PROJECTO... 3 2. RECOLHA E TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO...

Leia mais

ENSINO BÁSICO CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO Praticas Administrativas

ENSINO BÁSICO CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO Praticas Administrativas Agrupamento de Escolas Nº 1 de Abrantes ENSINO BÁSICO CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO Praticas Administrativas ESCOLA: Dr. Solano de Abreu DISCIPLINA:TIC ANO: 1 ANO 2013/2014 CONTEÚDOS Conceitos básicos Informática

Leia mais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais conteúdos: Programa de formação avançada centrado nas competências e necessidades dos profissionais. PÁGINA 2 Cinco motivos para prefirir a INOVE RH como o seu parceiro, numa ligação baseada na igualdade

Leia mais

FACULDADE ZACARIAS DE GÓES

FACULDADE ZACARIAS DE GÓES FACULDADE ZACARIAS DE GÓES DIEGO DE JESUS BONFIM EDUCAÇÃO ONLINE Valença Bahia Dezembro 2011 DIEGO DE JESUS BONFIM EDUCAÇÃO ONLINE Resenha a ser apresentada como avaliação da disciplina EAD em Ambiente

Leia mais

elementos para discussão - Comércio Electrónico

elementos para discussão - Comércio Electrónico elementos para discussão - Comércio Electrónico Multimédia, Hipermédia Realidade virtual Internet 2 1 Objectivos - apresentação e enquadramento das tecnologias de informação emergentes - apresentação de

Leia mais

Enquadramento institucional Programas

Enquadramento institucional Programas O e-learning na Universidade de Aveiro (1998-2005) Evento de ensino virtual e e-learning UFP@Porto 28 Jan 2005 Helder Caixinha caixinha@cemed.ua.pt UOe-L Unidade Operacional de e-learning Universidade

Leia mais

E F P D E G PALOP Eduardo Cruz

E F P D E G PALOP Eduardo Cruz E F P D E G PALOP Eduardo Cruz Formedia edcruz@formedia.pt 312 Experiências de formação presencial e à distância de empresários e gestores nos PALOP Desde 2001, a Formedia Instituto Europeu de Formação

Leia mais

Abordagem Formativa Web-Based. Success does not happen by accident. It happens by Design.

Abordagem Formativa Web-Based. Success does not happen by accident. It happens by Design. Abordagem Formativa Web-Based Success does not happen by accident. It happens by Design. Objectivo, Processo, Resultado Objectivo desta Apresentação Introduzir as características e benefícios chave de

Leia mais

... 1º Período. Metas/Objetivos Descritores Conceitos/Conteúdos Estratégias/Metodologias Avaliação

... 1º Período. Metas/Objetivos Descritores Conceitos/Conteúdos Estratégias/Metodologias Avaliação DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E INFORMÁTICA DISCIPLINA: TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PLANIFICAÇÃO DE 8º ANO... 1º Período Domínio COMUNICAÇÃO E COLABORAÇÃO CC8 Conhecimento e utilização adequada

Leia mais

ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA METODOLOGIA DO ESTUDO A DISTÂNCIA. EDUCAÇÃO CORPORATIVA EM EAD: Benefícios da modalidade e-learning.

ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA METODOLOGIA DO ESTUDO A DISTÂNCIA. EDUCAÇÃO CORPORATIVA EM EAD: Benefícios da modalidade e-learning. ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA METODOLOGIA DO ESTUDO A DISTÂNCIA EDUCAÇÃO CORPORATIVA EM EAD: Benefícios da modalidade e-learning. Ipojuca, 2011 1 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Leia mais

Curso de Especialização em Saúde da Família

Curso de Especialização em Saúde da Família MÓDULO: FAMILIARIZAÇÃO TECNOLÓGICA COM EAD UNIDADE 02 PROCESSO DE INTERAÇÃO EM EAD Prof. Msc Rômulo Martins 2.1 Interação em EAD A partir das novas mídias e tecnologias, tais como a televisão, o telefone

Leia mais

Workflow Genético para Planejamento e Gerenciamento de Currículo em EAD

Workflow Genético para Planejamento e Gerenciamento de Currículo em EAD Workflow Genético para Planejamento e Gerenciamento de Currículo em EAD Autor: Robson da Silva Lopes 1, Orientadora: Prof a. Dr a. Márcia Aparecida Fernandes 1 1 Programa de Pós-Graduação em Ciência da

Leia mais

Universidade Católica Portuguesa

Universidade Católica Portuguesa Universidade Católica Portuguesa Direcção de Sistemas de Informação Serviços disponíveis aos Alunos 2012/2013 Índice Direcção de Sistemas de Informação Pré requisitos e modo de acesso aos sistemas Pré

Leia mais

INFORMÁTICA IINTERNET / INTRANET

INFORMÁTICA IINTERNET / INTRANET INFORMÁTICA IINTERNET / INTRANET Objectivos História da Internet Definição de Internet Definição dos protocolos de comunicação Entender o que é o ISP (Internet Service Providers) Enumerar os equipamentos

Leia mais

A G R U P A M E N T O D E E S C O L A S D E O L I V E I R I N H A ( 1 6 0 1 2 0 ) E S C O L A B Á S I C A D E O L I V E I R I N H A ( 1 0 5 4 0 3 )

A G R U P A M E N T O D E E S C O L A S D E O L I V E I R I N H A ( 1 6 0 1 2 0 ) E S C O L A B Á S I C A D E O L I V E I R I N H A ( 1 0 5 4 0 3 ) DISCIPLINA: TIC ANO: 9º TURMAS: A, B e C ANO LECTIVO: 2011/2012 P L A N I F I C A Ç Â O A N U A L - T I C UNIDADE DIDÁTICA 1: Tecnologias da Informação e Comunicação AULAS PREVISTAS: 9 x 90 Minutos Rentabilizar

Leia mais

Do ensino modular ao ensino por elearning uma evolução natural para o Ensino Profissional

Do ensino modular ao ensino por elearning uma evolução natural para o Ensino Profissional Título Do ensino modular ao ensino por elearning uma evolução natural para o Ensino Profissional Autora Ana Paula Salvo Paiva (Doutorada em Ciências da Educação pela Universidade Católica Portuguesa) apaula.sintra.paiva@gmail.com

Leia mais

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES 1. Conectando a Empresa à Rede As empresas estão se tornando empresas conectadas em redes. A Internet e as redes de tipo Internet dentro da empresa (intranets), entre uma

Leia mais

GLOSSÁRIO DE FORMAÇÃO

GLOSSÁRIO DE FORMAÇÃO GLOSSÁRIO DE FORMAÇÃO Acolhimento - Acções que visam proporcionar ao colaborador um conjunto de referências e conhecimentos, relacionados com o ambiente organizacional e a função, tendo como objectivo

Leia mais

PROGRAMA DE INTERIORIZAÇÃO DO TRABALHO EM SAÚDE (PITS) Curso de Internet para Profissionais de Saúde

PROGRAMA DE INTERIORIZAÇÃO DO TRABALHO EM SAÚDE (PITS) Curso de Internet para Profissionais de Saúde PROGRAMA DE INTERIORIZAÇÃO DO TRABALHO EM SAÚDE (PITS) INTRODUÇÃO UNIDADE 1 Módulo 1: Curso de Internet para Profissionais de Saúde Internet e a Ciência O papel da internet na formação dos profissionais

Leia mais

Capítulo 3 Gerenciadores de EaD baseada na Internet

Capítulo 3 Gerenciadores de EaD baseada na Internet 57 Capítulo 3 Gerenciadores de EaD baseada na Internet Hoje em dia ter a Internet como aliada é um recurso indispensável para qualquer educador ou responsável por treinamento corporativo que atue em qualquer

Leia mais

Novas Tendências do Ensino da Geografia no Ensino Superior a Distância. Manuela Malheiro Ferreira. Universidade Aberta

Novas Tendências do Ensino da Geografia no Ensino Superior a Distância. Manuela Malheiro Ferreira. Universidade Aberta Novas Tendências do Ensino da Geografia no Ensino Superior a Distância Manuela Malheiro Ferreira Universidade Aberta A partir dos anos sessenta começou a desenvolver-se o ensino superior a distância, mediante

Leia mais

Plano tecnológico? Ou nem tanto?

Plano tecnológico? Ou nem tanto? Plano tecnológico? Ou nem tanto? WEB: ÉDEN?APOCALIPSE? OU NEM TANTO? Plano Tecnológico Mas, Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, além deste Contrato, o Novo Contrato para a Confiança, o nosso

Leia mais

Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação nas Empresas

Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação nas Empresas INSTITUTO NACIONAL DE ESTATÍSTICA Departamento de Estatísticas Sociais Serviço de Estatísticas da Sociedade da Informação e do Conhecimento Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação

Leia mais

Tecnologias da Informação e Comunicação. Principais tipos de serviços da Internet

Tecnologias da Informação e Comunicação. Principais tipos de serviços da Internet Tecnologias da Informação e Comunicação Principais tipos de serviços da Internet Introdução à Internet Serviços básicos Word Wide Web (WWW) Correio electrónico (e-mail) Transferência de ficheiros (FTP)

Leia mais

Glossário de Internet

Glossário de Internet Acesso por cabo Tipo de acesso à Internet que apresenta uma largura de banda muito superior à da linha analógica. A ligação é feita com recurso a um modem (de cabo), que se liga à ficha de sinal de TV

Leia mais

Unidade de Ensino/Aprendizagem 1 - Tecnologias da Informação e Comunicação

Unidade de Ensino/Aprendizagem 1 - Tecnologias da Informação e Comunicação Unidade de Ensino/Aprendizagem 1 - Tecnologias da Informação e Comunicação 1.1. CONCEITOS INTRODUTÓRIOS Sugestões metodológicas / Situações de - O professor deverá proceder a uma avaliação diagnóstica

Leia mais

Uma Questão de Atitude...

Uma Questão de Atitude... Uma Questão de Atitude... Catálogo de Formação 2014 1 Introdução 3 Soluções de Formação 3 Áreas de Formação 4 Desenvolvimento Pessoal 5 Comercial 12 Secretariado e Trabalho Administrativo 15 Indústrias

Leia mais

Será a Internet/Intranet uma plataforma viável em sala de aula? Luís Manuel Borges Gouveia. www.ufp.pt/staf/lmbg/ lmbg@ufp.pt

Será a Internet/Intranet uma plataforma viável em sala de aula? Luís Manuel Borges Gouveia. www.ufp.pt/staf/lmbg/ lmbg@ufp.pt Será a Internet/Intranet uma plataforma viável em sala de aula? Luís Manuel Borges Gouveia www.ufp.pt/staf/lmbg/ lmbg@ufp.pt Questões Será a Internet/Intranet uma plataforma viável em sala de aula? Lições

Leia mais

A plataforma. Sistemas de Gestão de Aprendizagem. Carlos Nunes csmnunes@gmail.com

A plataforma. Sistemas de Gestão de Aprendizagem. Carlos Nunes csmnunes@gmail.com A plataforma Sistemas de Gestão de Aprendizagem Carlos Nunes csmnunes@gmail.com O que é o Moodle? É um Sistema de Gestão de Aprendizagem (LMS) e de trabalho colaborativo, acessível através da Internet

Leia mais

Fundamentos da Educação a Distancia, Legislação e Organização

Fundamentos da Educação a Distancia, Legislação e Organização Fundamentos da Educação a Distancia, Legislação e Organização Autores: Elisabete Péres Queiroz de Paiva e Lays Batista Fitaroni Coordenação: Beatriz Stransky e Sílvia Dotta Introdução Neste texto iremos

Leia mais

Guião de utilização da plataforma moodle para Professor

Guião de utilização da plataforma moodle para Professor Guião de utilização da plataforma moodle para Professor http://elearning.up.ac.mz http://www.ceadup.edu.mz E-mail: up.cead@gmail.com info@ceadup.edu.mz Maputo, 2013 Introdução Há alguns anos atrás, para

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso CEF Tipo 2

PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso CEF Tipo 2 PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso CEF Tipo 2 Domínios de referência Competências Conteúdos Calendarização Conceitos Essenciais e

Leia mais

O que é educação a distância (*)

O que é educação a distância (*) O que é educação a distância (*) José Manuel Moran Professor da Universidade Bandeirante e das Faculdades Sumaré-SP Assessor do Ministério de Educação para avaliação de cursos a distância jmmoran@usp.br

Leia mais

DIRECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO ALGARVE Escola Básica Doutor João Lúcio

DIRECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO ALGARVE Escola Básica Doutor João Lúcio DIRECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO ALGARVE Escola Básica Doutor João Lúcio Introdução à Internet Nos dias de hoje a Internet encontra-se massificada, e disponível nos quatro cantos do mundo devido às suas

Leia mais

3 A plataforma Moodle do Centro de Competência Softciências

3 A plataforma Moodle do Centro de Competência Softciências 3 A plataforma Moodle do Centro de Competência Softciências Dar a cana para ensinar a pescar (adágio popular) 3.1 O Centro de Competência O Centro de Competência Softciências, instituição activa desde

Leia mais

Internet. O que é a Internet?

Internet. O que é a Internet? O que é a Internet? É uma rede de redes de computadores, em escala mundial, que permite aos seus utilizadores partilharem e trocarem informação. A Internet surgiu em 1969 como uma rede de computadores

Leia mais

Guia de Acesso à Formação Online Formando 2011

Guia de Acesso à Formação Online Formando 2011 Plano [1] Guia de Acesso à Formação Online 2011 [2] ÍNDICE ÍNDICE...2 1. Introdução...3 2. Metodologia Formativa...4 3. Actividades...4 4. Apoio e Acompanhamento do Curso...5 5. Avaliação...6 6. Apresentação

Leia mais

O Processo de Bolonha na ESTBarreiro/IPS

O Processo de Bolonha na ESTBarreiro/IPS O Processo de Bolonha na ESTBarreiro/IPS João Vinagre Santos A ESTBarreiro/IPS Criação em Julho de 1999, pelo Ministro da Educação Prof. Marçal Grilo 4ª Escola do IPS, 2ª Escola de Tecnologia, 1ª Escola

Leia mais

Uma ferramenta de apoio à reflexão continuada

Uma ferramenta de apoio à reflexão continuada portefólio Uma ferramenta de apoio à reflexão continuada Destinado a professores Aqui encontrará um conjunto de sugestões de trabalho para a utilização da metodologia dos portefólios no apoio ao desenvolvimento

Leia mais

Autor Equipe do moodlebrasil.net Copyright Creative Commons Edição Setembro 2008. Guia do Aluno Online. Abril 2008 2

Autor Equipe do moodlebrasil.net Copyright Creative Commons Edição Setembro 2008. Guia do Aluno Online. Abril 2008 2 Guia do aluno Título Autor Equipe do moodlebrasil.net Copyright Creative Commons Edição Setembro 2008 Abril 2008 2 Índice 1. Introdução... 4 2. Metodologia... 4 3. Aulas online... 5 4. A avaliação... 5

Leia mais

FEUP 2006/2007 Mestrado em Tecnologias Multimédia Doc. Apresentação V0

FEUP 2006/2007 Mestrado em Tecnologias Multimédia Doc. Apresentação V0 FEUP 2006/2007 Mestrado em Tecnologias Multimédia Doc. Apresentação V0 TÍTULO: Animatic - Marionetas Digitais Interactivas ORIENTADORES: Professor Doutor Aníbal Ferreira Professor Doutor Rui Torres ALUNO:

Leia mais

Guia de Estudo. Redes e Internet

Guia de Estudo. Redes e Internet Tecnologias da Informação e Comunicação Guia de Estudo Redes e Internet Aspectos Genéricos Uma rede de computadores é um sistema de comunicação de dados constituído através da interligação de computadores

Leia mais

Caracterização. Curso de formação de Línguas Estrangeiras para Fins Específicos. (Francês / Inglês / Alemão / Espanhol / Português p/ Estrangeiros)

Caracterização. Curso de formação de Línguas Estrangeiras para Fins Específicos. (Francês / Inglês / Alemão / Espanhol / Português p/ Estrangeiros) CLEA Curso de Línguas Estrangeiras Aplicadas Pedro Reis _ Janeiro 2005 Caracterização Curso de formação de Línguas Estrangeiras para Fins Específicos (Francês / Inglês / Alemão / Espanhol / Português p/

Leia mais

Helpdesk - Um Mensageiro Escolar

Helpdesk - Um Mensageiro Escolar Helpdesk - Um Mensageiro Escolar Aquiles Boiça 1, João Paiva, 2 1 Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (Portugal), boica@prof2000.pt http://portal-escolar.com 2 Centro de Física Computacional

Leia mais

CONCURSO ESCOLAS DA NOVA GERAÇÃO REGULAMENTO

CONCURSO ESCOLAS DA NOVA GERAÇÃO REGULAMENTO CONCURSO ESCOLAS DA NOVA GERAÇÃO REGULAMENTO Enquadramento geral Um dos principais desafios que se colocam à sociedade portuguesa é o do desenvolvimento de uma Sociedade de Informação, voltada para o uso

Leia mais

Introdução à Internet

Introdução à Internet Tecnologias de Informação e Comunicação Introdução Internet? Introdução 11-03-2007 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 2 Internet Introdução É uma rede global de computadores interligados que comunicam

Leia mais

Universidade Católica Portuguesa

Universidade Católica Portuguesa Universidade Católica Portuguesa Direção de Sistemas de Informação Serviços disponíveis aos Alunos 2014/2015 Índice Direção de Sistemas de Informação Pré requisitos e modo de acesso aos sistemas Pré requisitos

Leia mais

Manual Internet. Professora: Elisa Carvalho elisa_castro@sapo.pt http://elisacarvalho.no.sapo.pt

Manual Internet. Professora: Elisa Carvalho elisa_castro@sapo.pt http://elisacarvalho.no.sapo.pt Manual Internet Professora: Elisa Carvalho elisa_castro@sapo.pt http://elisacarvalho.no.sapo.pt Fevereiro de 2006 Índice Internet... 2 Correio electrónico... 2 Os endereços... 2 Lista de correio... 2 Grupos

Leia mais

COORDENAÇÃO DO CURSO CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO. Prof. Doutora Maria José Silva

COORDENAÇÃO DO CURSO CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO. Prof. Doutora Maria José Silva COORDENAÇÃO DO CURSO Prof. Doutora Maria José Silva PORQUÊ O CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO? Numa realidade onde a transposição do conhecimento científico e tecnológico gerado

Leia mais

Reconfiguração do contexto comunidade educativa: O Projecto Ria.EDU e a mediação tecnológica

Reconfiguração do contexto comunidade educativa: O Projecto Ria.EDU e a mediação tecnológica Reconfiguração do contexto comunidade educativa: O Projecto Ria.EDU e a mediação tecnológica Florin Zamfir 1, Fernando Delgado 2 e Óscar Mealha 1 1 Universidade de Aveiro Departamento de Comunicação e

Leia mais

Universidade Fernando Pessoa

Universidade Fernando Pessoa Objectivos da cadeira reconhecer, criar e explorar um recurso de informação usar tecnologias de informação emergentes para a gestão eficaz do recurso informação discutir o impacto das tecnologias de informação

Leia mais

SIBS PROCESSOS cria solução de factura electrónica com tecnologias Microsoft

SIBS PROCESSOS cria solução de factura electrónica com tecnologias Microsoft SIBS PROCESSOS cria solução de factura electrónica com tecnologias Microsoft A solução MB DOX oferece uma vantagem competitiva às empresas, com a redução do custo de operação, e dá um impulso à factura

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL DA FONSECA, SANTIAGO DO CACÉM GRUPO DISICPLINAR - Informática ANO: 8º TICT2 ANO LECTIVO: 2008/2009 p.1/9

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL DA FONSECA, SANTIAGO DO CACÉM GRUPO DISICPLINAR - Informática ANO: 8º TICT2 ANO LECTIVO: 2008/2009 p.1/9 ANO: 8º TICT2 ANO LECTIVO: 2008/2009 p.1/9 Módulo 1 Tecnologias da Informação e Comunicação 1.1 Conceitos Essenciais Conceitos Básicos o Informática o Tecnologias da Informação o Tecnologias da Informação

Leia mais

AMA ajuda a promover Ensino à Distância

AMA ajuda a promover Ensino à Distância AMA ajuda a promover Ensino à Distância DESENVOLVIMENTO DE CONTEÚDOS DE ENSINO A DISTÂNCIA PARA TV DIGITAL, ATRAVÉS DE CANAIS ABERTOS E/OU CANAL DEDICADO Projecto Financiado pelo Compete Programa Operacional

Leia mais

Dicas básicas para disciplinas/atividades na modalidade de educação a distância Mediação Digital Virtual

Dicas básicas para disciplinas/atividades na modalidade de educação a distância Mediação Digital Virtual Dicas básicas para disciplinas/atividades na modalidade de educação a distância Mediação Digital Virtual Escritório de Gestão de Projetos em EAD Unisinos http://www.unisinos.br/ead 2 A partir de agora,

Leia mais

Wall Street Institute resolve necessidades complexas de e-mail com solução Microsoft Exchange Online

Wall Street Institute resolve necessidades complexas de e-mail com solução Microsoft Exchange Online Wall Street Institute resolve necessidades complexas de e-mail com solução Microsoft Exchange Online Além da poupança na infra-estrutura física dos servidores e do preço das licenças, há reduções de custos

Leia mais

ESCOLA E.B. 2,3/S DRªA MARIA JUDITE SERRÃO ANDRADE

ESCOLA E.B. 2,3/S DRªA MARIA JUDITE SERRÃO ANDRADE ESCOLA E.B. 2,3/S DRªA MARIA JUDITE SERRÃO ANDRADE Planificação 9ºAno Ano lectivo 2007/2008 Tecnologias de Informação e Comunicação COMPETÊNCIAS CONTEÚDOS TEÓRICO/PRÁTICOS TEMPO PREVISTO Unidade de Ensino/Aprendizagem

Leia mais

UNIVERSIDADE DE AVEIRO

UNIVERSIDADE DE AVEIRO UNIVERSIDADE DE AVEIRO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA, GESTÃO E ENGENHARIA INDUSTRIAL MESTRADO EM GESTÃO DA INFORMAÇÃO DISCIPLINA: GESTÃO DA INFORMAÇÃO CAPACIDADE DE RESPOSTA A SOLICITAÇÕES DO EXTERIOR - DIÁLOGO

Leia mais

Telecomunicaçõ. Redes de Computadores

Telecomunicaçõ. Redes de Computadores Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Telecomunicaçõ ções e Redes de Computadores Prof. João Pires (em substituição do Prof. Paulo Lobato Correia) IST, 2007/2008 Objectivos Rever alguns marcos

Leia mais

NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS: intervir em rede

NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS: intervir em rede NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS: intervir em rede Algumas especificações técnicas 1 Bibliografia: REBELO, Manuel Ferreira Soares Textos de Apoio da Acção de Formação Internet e Word Web: Novos Espaços

Leia mais

elearning na Universidade de Aveiro: presente e futuro Fernando Ramos Universidade de Aveiro

elearning na Universidade de Aveiro: presente e futuro Fernando Ramos Universidade de Aveiro elearning na Universidade de Aveiro: presente e futuro Fernando Ramos Universidade de Aveiro conteúdo Projecto e-u Campus Virtual na Universidade de Aveiro elearning na UA: ponto de situação e principais

Leia mais

1. DESIGNAÇÃO DA ACÇÃO DE FORMAÇÃO Oficina de Formação de Professores em Empreendedorismo

1. DESIGNAÇÃO DA ACÇÃO DE FORMAÇÃO Oficina de Formação de Professores em Empreendedorismo 1. DESIGNAÇÃO DA ACÇÃO DE FORMAÇÃO Oficina de Formação de Professores em Empreendedorismo 2. RAZÕES JUSTIFICATIVAS DA ACÇÃO: PROBLEMA/NECESSIDADE DE FORMAÇÃO IDENTIFICADO Esta formação de professores visa

Leia mais