FERRAMENTAS E METODOLOGIAS PARA O ENSINO DA CONTABILIDADE À DISTÂNCIA

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2 VIII CIAEC 049 FERRAMENTAS E METODOLOGIAS PARA O ENSINO DA CONTABILIDADE À DISTÂNCIA Luciano Rosa Instituto Federal Catarinense IFC (Brasil) Sergio Murilo Petri Universidade Federal de Santa Catarina (Brasil) Antonio Carlos Vaz Lopes Universidade Federal da Grande Dourados/ UNINOVE (Brasil) Sérgio Adelar Brun Universidade Federal da Grande Dourados/ UFSC (Brasil)

3 FERRAMENTAS E METODOLOGIAS PARA O ENSINO DA CONTABILIDADE À DISTÂNCIA RESUMO O desenvolvimento deste estudo relaciona-se com o estudo das transformações contemporâneas da educação, objetivando identificar as ferramentas e metodologias para o ensino à distância em contabilidade. Num primeiro momento, busca-se fazer um histórico e a evolução da educação à distância, salientando as diversas gerações que fazem parte do processo desta evolução. Logo após, relaciona-se uma série de conceitos sobre a educação à distância e sua evolução ao longo do tempo, bem como a necessidade da utilização de terminologias adequadas à educação a distância e a necessidade de glossários na utilização dessa ferramenta. Discute-se, ainda, o e-learning na realidade de um ensino a distância via internet, no qual o usuário tem a possibilidade de estudar em qualquer horário, sem a necessidade de locomover-se até uma instituição de ensino, salientando os novos modelos de aprendizagem e as características da sala de aula virtual e tradicional. Com o estudo, observa-se que a educação à distância já é realidade e que atende à necessidade do aprendizado rápido, a qualquer hora, em qualquer lugar, capacitando com qualidade, flexibilidade e efetividade, tutelando-se nos princípios pedagógicos norteadores da educação colaborativa e em rede, com ênfase na aprendizagem. Palavras-chaves: educação à distância, ferramentas e metodologias, e-learning

4 1 INTRODUÇÃO O contexto em que se insere o ensino superior brasileiro e mundial neste início de milênio é caracterizado por mudanças rápidas e pela presença de fatores diversos que atuam sobre o sistema, afetando diferentemente instituições e pessoas. Essas forças de natureza econômica, política, social, cultural e tecnológica têm afetado as instituições de ensino superior brasileiras, trazendo os mais variados impactos e reações. O curso de Ciências Contábeis não é diferente dos demais. Portanto, a tarefa no campo da educação profissional do contador deve atentar para adequação da profissão à nova realidade de mercado, que exige agilidade, flexibilidade e principalmente interação com as tecnologias e os sistemas de informação. A procura por profissionais com competências e efetivos, torna-se cada vez mais difícil. A capacidade de adquirir conhecimentos, habilidades e atitudes rapidamente já não são mais uma vantagem competitiva e sim, o mínimo necessário para fazer parte do mundo do trabalho. Com a revolução tecnológica que vem ocorrendo há alguns anos, somada à necessidade do aprendizado rápido, torna-se necessária a criação de novos modelos educacionais baseados em tecnologia e didática de ponta; nesse sentido, surge a Educação à Distância (EAD), que com a disseminação das novas tecnologias de informação, o desenvolvimento e aprimoramento de ferramentas, vem tornando-se um dos principais meios de educação no mundo, sendo extremamente relevante no atual paradigma educacional mundial. Com o objetivo de disseminar o conhecimento de maneira didática e simples, a Educação Distância (EAD) traz vantagens sobre o modelo educacional tradicional, contudo, esse modelo tem muito a evoluir. A utilização de ferramentas da Educação à Distância (EAD) baseadas em Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA) vem crescendo e são atualmente os grandes mediadores do processo ensino-aprendizagem no meio digital virtual e, como

5 conjunto de tecnologias, são responsáveis por proporcionar ao docente e ao discente a estrutura necessária para melhor interatividade, tutelando-se nos princípios pedagógicos norteadores da educação colaborativa e em rede, com ênfase na aprendizagem. Aliada ao uso de técnicas pedagógicas contemporâneas, a utilização de ferramentas modernas de computação, tem feito da Educação à Distância (EAD) uma ferramenta útil para o homem moderno. A possibilidade de aprender a qualquer hora, em qualquer lugar, vem transformando-se em realidade. A utilização dessas técnicas tem melhorado a maneira como se divulgam as atitudes, habilidades e principalmente o conhecimento, levando os mesmos a vários pontos do planeta. O e-learning, é uma das ferramentas modernas de computação que vem possibilitando à Educação à Distância (EAD) cumprir seus objetivos com um custo acessível para as instituições e com maior qualidade para os discentes no ensino da Contabilidade à Distância. 2 REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 Histórico da Educação à Distância - EAD Ao longo dos tempos, o sistema de educação vem sofrendo modificações, com a necessidade de adequar-se às expectativas de cada época. A educação, por ser um processo de conservação e renovação, preocupa-se em adquirir novos valores sem desconsiderar os já existentes, ou seja, a educação é responsável pela riqueza cultural, mas também promove impulsos para transformações (FARIAS, 2001). Nas últimas décadas, a Educação à Distância (EAD) tem sido cada vez mais conhecida e discutida no contexto educacional mundial, principalmente em função da inserção das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTIC), contudo, os primeiros indícios da utilização de treinamentos à distância que se tem conhecimento são do início do século passado. Segundo Pazetto (2003), algumas informações dão conta que por volta de 1900, indústrias mineradoras do Alaska (EUA) passaram a utilizar a Educação à Distância como forma de transmissão de conhecimento para treinar seus funcionários.

6 Na época, essa alternativa de treinamento surgiu como uma solução muito eficaz para as indústrias da região. Além dos mineradores estarem dispersos geograficamente, a região em que trabalhavam era extremamente acidentada, o que dificultava muito a locomoção. Assim, a solução encontrada para essa necessidade específica foi disponibilizar esses treinamentos por meio de correspondência. De acordo com Vigneron (2005), foi a partir dos anos 60 que o EAD ocupou um lugar não convencional no campo da educação, correspondendo às expectativas da universalização de ensino, destacando-se como uma modalidade pedagógica no aperfeiçoamento profissional e pessoal. No Brasil, segundo Ropoli (2005) o ensino superior na modalidade à distância com base no uso das tecnologias de informação e comunicação (TICs), teve seu início na segunda metade da década de Anterior a este período, a modalidade de educação à distância (EAD) era realizada com uso de material didático impresso, rádio, vídeo e televisão. Basicamente, atendiam cursos livres de iniciação profissionalizante e cursos supletivos do ensino fundamental e ensino médio. O EAD, por ser uma alternativa de baixo custo, apresenta-se como uma opção às exigências sociais e pedagógicas, sendo capaz de adequar-se às diversas imposições de qualificação e atualização. Com essas adequações, surgiram vários sistemas de educação superior à distância: na Inglaterra, França, Canadá, Estados Unidos e Austrália, disseminando-se por todos os países desenvolvidos e para alguns países em desenvolvimento. 2.2 Evolução da Educação à Distância De acordo com dados da Universidade Virtual Brasileira (2002), há três gerações da EAD, para Vianney, Torres e Silva (2003), a EAD divide-se em três períodos ou gerações bem marcantes, que acompanham as inovações tecnológicas disponíveis em sua época, já Dias (2007) divide a história da EAD em quatro gerações, e para Taylor (2001), há o aparecimento da quinta geração da EAD baseada na exploração mais aprofundada de novas tecnologias. Na sequência, demonstra-se o quadro comparativo dos autores citados, com relação a evolução das gerações.

7 Quadro 1 Gerações da Educação à Distância Gerações Primeira Universidade Virtual Brasileira (2002) Ensino por correspondência Vianney, Torres e Silva (2003) Estudo por correspondência Dias (2007) Textos impressos ou escritos à mão Segunda Telecursos Tele-aulas Uso da televisão e do áudio Terceira Quarta Quinta Fonte: Autores Aprendizado cooperativo on-line Redes de conferência por computador Multimídia da Televisão, texto e áudio; Processos educativos em torno do computador e da internet. Taylor (2001) Correspondência Multimídia Teleaprendizagem Aprendizagem Flexível Exploração mais aprofundada de novas tecnologias Apesar de algumas instituições de ensino estarem iniciando a implementação de EAD de quarta geração, a quinta já está emergindo. Esta última geração é essencialmente uma derivação da quarta que visa obter mais vantagens dos recursos da Internet e da Web. As quarta e quinta gerações da Educação à Distância estão baseadas na internet, surgindo dessa base a palavra e-learning. 2.3 Conceitos da Educação à Distância - EAD Há muitas definições para EAD, dentre elas pode-se destacar as que seguem: Aretio (1987) define EAD como sistema tecnológico de comunicação bidirecional, que substitui a interação pessoal, em sala de aula, de professor e aluno como meio preferencial de ensino, pela ação sistemática e conjunta de diversos recursos didáticos e pelo apoio de uma organização tutorial, que propiciam a aprendizagem autônoma dos estudantes.

8 Para Struchiner (1998) a EAD é considerada uma estratégia para suprir as constantes e cada vez mais complexas necessidades de educação formal e continuada de profissionais de diversas áreas do conhecimento, dispersos em diferentes localidades geográficas. Moran (2002) conceitua EAD como um ensino/aprendizagem onde docentes e discentes não estão normalmente juntos, fisicamente, mas podem estar conectados, interligados por tecnologias principalmente as telemáticas, como a Internet. Mas também podem ser utilizados o correio, o rádio, a televisão, o vídeo, o CD-ROM, o telefone, o fax e tecnologias semelhantes. No entanto, SIMONSON et al. (2005) incluem na definição de EAD, além da separação física do professor e alunos, a presença de recursos de telecomunicação. Segundo a Associação Brasileira de Educação à Distância (ABED), há um consenso mínimo em torno da idéia de que EAD é a modalidade de educação em que as atividades de ensino e aprendizagem são desenvolvidas em sua maioria sem que alunos e professores estejam presentes no mesmo lugar à mesma hora. (ABED, 2008). Diante do apresentado, pode-se dizer que a EAD é a educação na qual, durante o processo de ensino e aprendizagem, o docente e o discente não se encontrarão fisicamente, constantemente, no mesmo lugar durante o curso, contudo, poderão ter encontros presenciais em determinados momentos do processo formativo. 2.4 E-Learning O termo e-learning refere-se ao aprendizado à distância por meio da utilização da internet, já que a EAD, em seu conceito mais abrangente, engloba também outras maneiras de capacitação à distância. O e-learning é, na realidade, um ensino à distância via internet, no qual o usuário tem a possibilidade de estudar em qualquer horário, sem a necessidade de locomover-se até uma instituição de ensino.

9 Segundo Rosemberg (2002), e-learning refere-se à utilização das tecnologias da Internet para fornecer um amplo conjunto de soluções que melhoram o conhecimento e o desempenho. A EAD por meio eletrônico (e-learning), tem-se mostrado a solução ideal encontrada pelas corporações e instituições de ensino para disseminar conhecimento com agilidade, economia e com resultados muito satisfatórios. Uma das características mais importantes do e-learning é a capacidade de atualização instantânea do conteúdo, a distribuição e compartilhamento das informações em tempo real. Esta modalidade de EAD tem-se mostrado efetiva na medida em que suas características estão de acordo com os objetivos da aprendizagem, que, segundo Longmire (2001), podem ser relacionados em: Flexibilidade; Facilidade para Atualização; Customização; Interoperabilidade; Aumento do Valor do Conhecimento; Indexação e Procura. Campos (2002) também ratifica a efetividade da EAD na internet quando afirma que a EAD é um modelo aberto de ensino-aprendizagem, que atende a uma população numerosa, ainda que dispersa geograficamente, oferecendo oportunidades de formação adequadas às exigências atuais daqueles que não puderam iniciar ou concluir sua formação anteriormente. Diante do apresentado pelos autores, pode-se dizer que a EAD, por meio da utilização da internet (e-learning), representa uma quebra de paradigma na maneira de encarar as possibilidades de formação, vez que até então a maneira com a qual se estava acostumado a lidar nas universidades era a tradicional educação presencial. Com a internet, segundo Bittencourt (1999), novos rumos e novas maneiras de integrar docentes e discentes são proporcionadas, principalmente em ambientes de mútua aprendizagem e desenvolvimento intelectual. A rede hipertextual proposta por Lévy (1993) já descrevia a rede de interconexões na qual o conhecimento encontra-

10 se distribuído, uma analogia da internet. As tecnologias baseadas na internet propõem disseminar os recursos de ensino-aprendizagem, ao levar a informação de uma forma contínua, em tempo real (transmissão síncrona) ou de forma flexível, de acordo com a disponibilidade de tempo (transmissão assíncrona). Diferentemente de outras inovações tecnológicas para a educação surgidas nos últimos anos, a internet rompe as barreiras geográficas de espaço e tempo, permitindo o compartilhamento de informações em tempo real, e apóia cooperação e comunicação, inclusive em tempo real. Segundo Heide e Stilborne (2000), além de ser um veículo fácil e barato, a internet cria comunidades de aprendizagem onde os participantes podem trocar idéias. Os ambientes de aprendizagem disponíveis por meio de tecnologias de telecomunicações tendem a possibilitar uma interatividade anteriormente disponível apenas em situações de aprendizagem presencial, provocando alterações nos modelos de aprendizagem. Diante das informações evidenciadas pelo quadro 1, observa-se que se passa com a EAD via internet (e-learning) a uma educação que possibilita a auto-aprendizagem, com mediações de recursos didáticos sistematicamente organizados, de maneira informal, conforme preceitua o Decreto nº 2.494, de 10 de fevereiro de Quadro 2: Novos Modelos de Aprendizagem Modelo Antigo Modelo Novo Implicações para os Discentes Centrado no docente Absorção passiva Trabalho individual Professor como especialista Aprendizado predeterminado Centrado no Os discentes são investidos do poder de aprendizes ativos discente Participação do A motivação do discente é aprimorada discente Equipe de A equipe constrói habilidades que são desenvolvidas; o aprendizagem aprendizado é aprimorado e compartilhado Professor como Os recursos de aprendizagem são substituídos por um link on-line guia a um mundo real. Os recursos podem ser adaptados às necessidades imediatas de aprendizagem. Aprender a Desenvolvimento de habilidades para a área de informação aprender Fonte: Heide e Stilborne (2000)

11 Segundo MAIA (2002), o grande diferencial está na interatividade e no uso de uma metodologia de aprendizagem realmente colaborativa, utilizando os inúmeros recursos e facilidades que somente a tecnologia permite e possibilita. A interatividade entre professor e aluno e entre o grupo de estudantes-usuários é, sem dúvida, a chave principal que irá fazer o diferencial e motivar todos os envolvidos a compartilhar informações e construir um aprendizado colaborativo e cooperativo. Contudo, deve-se levar em consideração as características básicas para o uso da internet na educação, sob pena de tornar o processo desastroso, e, que segundo Moran (2002), são: Requisitos quanto à velocidade; Independência de tempo; Independência de espaço; Comunicação síncrona; Comunicação assíncronas; Aprendizado linear e Aprendizado não-linear. Uma das primeiras perguntas que vem à mente quando tratamos do e-learning é sobre a maneira pela qual vamos poder controlar o acompanhamento dos alunos sobre os conteúdos apresentados no ambiente virtual de ensino, vez que até mesmo na sala de aula o professor não tem condições de saber se o aluno está acompanhando o conteúdo ou apenas está fisicamente presente, porém com seu pensamento muito além da sala de aula. Para tentar minimizar esse dilema, um bom LMS (Learning Management System) tem que dispor de ferramentas para acompanhar todos os passos da navegação dos alunos no momento de seus estudos. Para Ropoli (2005), ao utilizarmos LMS (Learning Management System), também conhecido como AVA (Ambientes Virtuais de Aprendizagem), encontramos duas formas de comunicação para promover e desenvolver a interação e a interatividade entre professores/alunos, alunos/professores e alunos/alunos. São elas as formas síncronas e assíncronas. Segundo Pires da Silva (2008), a forma síncrona pode ser entendida como o modo de comunicação que ocorre em tempo real (on-line), as partes comunicam-se de modo instantâneo. Nela ocorre a sensação de agilidade no desenvolvimento dos trabalhos provocada, em parte, pelas características desse tipo de comunicação.

12 O chat (Sala de Bate-papo) é um exemplo clássico de comunicação síncrona utilizado nos cursos que são ministrados na modalidade à distância. É recomendável que na sessão de chat seja definido um tema específico como eixo das discussões para que não sejam levantados assuntos muito polêmicos e sem uma relação direta com os objetivos propostos, causando inadequação de uso dessa ferramenta em relação a um determinado curso. Algumas características da comunicação síncrona são: Comunicação espontânea; Resposta espontânea; Motivação Evidencia a sinergia dos trabalhos individuais e em grupo e encoraja os estudantes a criarem e continuarem seus estudos; Presença Fortalece o sentimento de comunidade; Feedback O rápido retorno fomenta o desenvolvimento das atividades, em especial as atividades em grupo; Ritmo ajuda os alunos a serem criativos. A forma assíncrona pode ser entendida como a forma de interação que está desconectada do tempo e do espaço. O aluno e o professor podem manter relacionamento na medida em que tenham tempo disponível, criando uma situação mais confortável em relação às disponibilidades e necessidades do curso. Na comunicação assíncrona acontece uma condição especial onde o aluno pode, a qualquer tempo, respeitado o cronograma do curso, acessar o material didático com uma interatividade descompromissada com o on-line. Essa forma de comunicação compartilha com os alunos a responsabilidade de administrar o tempo de participação nas atividades propostas para o curso. É preciso ter disciplina e uma agenda bem equacionada. Algumas características da comunicação assíncrona são: Flexibilidade; Tempo para reflexão; Facilidade de estudo. Como exemplo de comunicação assíncrona pode-se citar os fóruns de discussão, ferramenta disponível em grande número de LMS/AVAS, no qual os assuntos polêmicos podem ser inseridos para que produzam resultados satisfatórios, sem um compromisso direto com o tempo e espaço.

13 O nível de sucesso da interação ou de interatividade que acontecerá no curso dependerá da escolha que fizermos entre essas duas formas de comunicação. Nas duas encontraremos vantagens e desvantagens, porém as vantagens irão sempre superar as desvantagens se a utilização for feita de forma adequada, harmônica e complementar no âmbito de um projeto educacional que envolva os recursos de educação à distância. Outra questão muito comentada é o papel exercido pelo professor neste novo contexto de ensino. O docente é o fator determinante para o sucesso de uma estratégia de implantação do e-learning em uma instituição de ensino, pois será ele o responsável pela manutenção do interesse dos discentes na continuidade dos seus estudos, vez que é sua responsabilidade acompanhar o desempenho de cada um dos matriculados através das ferramentas disponíveis na plataforma. Também, o aprendizado através do e-learning necessita de um discente consciente da necessidade de uma disciplina muito grande para o real aproveitamento do potencial oferecido por essa forma de ensino, uma vez que ele será o responsável em determinar quando e quanto tempo vai disponibilizar para seus estudos. È necessária também a participação ativa em todas as atividades de interatividade propostas, participações no chat, discussão dos temas propostos no fórum, troca de informações com os demais discentes através do e consultas ao docente se existirem dúvidas a respeito do conteúdo abordado. O ambiente virtual de ensino almeja a criação de um ambiente onde todos os envolvidos no processo passem a ser cúmplices no desejo de aprender e ajudar a formar uma base de conhecimento cada vez mais sólida e abrangente, contando para isso com a colaboração de todos através da discussão e de contribuições visando cada vez mais enriquecer os conteúdos abordados. No quadro abaixo, é possível entender a representação construída sobre a sala de aula virtual, comparando-a com características da sala de aula tradicional:

14 Quadro3: Características da Educação Tradicional e E-Learning Educação Tradicional E-Learning O Professor Um Especialista Um Facilitador O Aluno Um Receptor Passivo Um Colaborador Ativo A Ênfase Educacional Memorização de Fatos Pensamento Crítico A Avaliação Do que Foi Retido Da Interpretação O Método de Ensino Repetição Interação O Acesso ao Conhecimento Limitado ao Conteúdo Sem Limites Fonte: RUIZ, Roberto Alves (2004) Nossas universidades já estão criando uma cultura de EAD institucionalizada. Docentes, discentes e dirigentes passam a ter uma noção das transformações, vantagens e desvantagens desses novos meios e dessa nova pedagogia. 2.6 Políticas Institucionais para a Educação à Distância As políticas estabelecidas nos âmbitos federal e estaduais envolvem diversos atores: universidades, professores universitários, professores da rede estadual e municipal, coordenadores das secretarias estaduais de educação, entre outros. Segundo Ropoli (2005), embora exista uma política definida para as instituições governamentais, o que se observa é que as políticas das Instituições de Ensino estão em processo de elaboração, tendo como resultado situações onde todos aprendem inclusive os que ensinam. As conseqüências de políticas indefinidas nas Instituições de Ensino resultam na execução de projetos a partir das políticas definidas nas Instituições Governamentais. Estando de acordo com essas políticas, a instituição torna-se um ator que operacionaliza as definições de instâncias superiores e exógenas à própria Instituição de Ensino. Ao considerar as normas da Secretaria de Ensino Superior e o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES, (Lei nº , de 14 de abril de 2004) para aprovação do projeto pedagógico, observa-se a necessidade de dez itens básicos que devem merecer a atenção das Instituições que preparam programas de graduação à distância. São eles: Integração com políticas, diretrizes e padrões de

15 qualidade definidos para o ensino superior como um todo e para o curso específico; Desenho do projeto: a identidade da educação à distância; Equipe profissional multidisciplinar; Comunicação/interatividade entre professores e alunos; Qualidade dos recursos educacionais; Infra-estrutura de apoio; Avaliação de qualidade contínua e abrangente; Convênios e parcerias; Edital e informações sobre o curso de graduação à distância; Custos de implementação e manutenção da graduação à distância. O projeto pedagógico reflete o que a Instituição entende por educação e de que forma esta educação será desenvolvida na modalidade à distância. Ele é necessário para qualquer modalidade de curso: graduação, pós-graduação e extensão. É importante que o projeto pedagógico contemple a EAD porque nesta modalidade surgem novos elementos que precisam ser entendidos neste processo, tais como as tecnologias envolvidas e as novas formas de estabelecer as interações entre os atores envolvidos no processo educacional. 3 METODOLOGIA A pesquisa realizada no estudo foi bibliográfica, pois foram utilizados materiais já publicados, constituídos basicamente de livros, artigos de periódicos e de informações disponibilizadas na internet. Segundo Cervo (2002), a pesquisa bibliográfica procura explicar um problema a partir de referências teóricas publicadas em documentos, busca conhecer e analisar as contribuições culturais ou científicas do passado existentes sobre um determinado assunto, tema ou problema, constituindo geralmente o primeiro passo de qualquer pesquisa científica. 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS No mundo contemporâneo de tecnologia desenvolvida e produção em massa, a atividade individual deu lugar à empresa, que une esforços e os capitais de todos os membros da coletividade para a produção econômica de interesse comum. Essa comunhão de interesses é hoje internacional. Atualmente, as empresas necessitam cada vez mais de profissionais efetivos que atendam às expectativas dessas empresas em curto espaço de tempo.

16 A Educação à Distância vem procurando formar profissionais com essas características e para isso é fundamental que as políticas que subsidiam a elaboração dos projetos políticos pedagógicos legitimem a forma de desenvolver a educação à distância. A proposta pedagógica para EAD que tenha como objetivo a participação do aluno, a presença de uma equipe multidisciplinar e a presença de uma equipe de professores mediadores do processo educacional, evitando o papel de um professor centralizador que limita seu escopo de atuação ao repasse de informações, reflete outra concepção de educação, baseada na interação e na construção do conhecimento. A modalidade de EAD se faz cada vez mais presente nos cursos de formação e, portanto, se as Instituições de Ensino desejarem atender às necessidades emergentes da Sociedade, elas terão de se manifestar, seja envolvendo-se ou não. Optando pelo envolvimento, terão que definir políticas que se integrem às políticas federais e estaduais com o compromisso de contribuir para a construção de uma Sociedade mais justa e integrada. Isso se torna real não apenas na oferta de cursos financiados, mas também na oferta de cursos gratuitos que atendam a uma população distante dos grandes centros, impossibilitada de realizar cursos que tenham como preocupação central o desenvolvimento do ser humano. E ao pensar em uma sociedade melhor, a contribuição da educação não deve pautar-se no paradigma que já não responde às necessidades atuais, onde o professor é o transmissor do conhecimento e o aluno é uma folha em branco, onde o professor imprime seu conhecimento. O paradigma emergente envolve o aluno na construção do conhecimento e o professor como facilitador de seu processo de aprendizagem. Essas interações deixam de ser apenas físicas e passam a coexistir no virtual, o que implica em novas formas de desenvolver a relação aluno/professor, aluno/aluno, aluno/instituição. Essas novas formas exigem uma redefinição do tempo e espaço

17 que hoje são tratados linearmente e apontam para uma mudança de paradigmas educacionais. Atendendo a expectativas de mudança de paradigmas educacionais, o e-learning é a realidade do ensino à distância via internet que possibilita ao usuário estudar em qualquer horário, sem a necessidade de se locomover até uma instituição de ensino. Nesta modalidade de ensino o usuário é quem define o seu ritmo de estudo e qual a melhor maneira de atingir os seus objetivos, sem a preocupação de limites de horário, podendo escolher quando e como cumprir as suas atividades, com efetividade e com acompanhamento de professores-tutores. REFERÊNCIAS ABED Associação Brasileira de Educação à Distância (2008). ARETIO, Lorenzo G. (1987). Rendimiento académico y abandono en La educación superior a distancia. UNED. Madrid. BITTENCOURT, Dênia Falcão (1999). A construção de um modelo de curso Lato Sensu via Internet. PPGEP. UFSC. Florianópolis. CAMPOS, Marta Maioa (2002). Educação à Distância: O caso open University. ERA Eletrônica. Vol. 1, Número 1, jan/jun. CERVO, Amado Luiz (2002). Metodologia científica. 5ª Ed. São Paulo: Prentice Hall. DECRETO Nº 2.494, de 10 de fevereiro de Regulamenta o art. 80 da LDB (Lei nº 9.394/96) DIAS, Rosilãna Aparecida; LEITE, Ligia Silva (2007). Educação à distância: uma história, uma legislação, uma realidade. Revista Eletrônica da Faculdade Metodista Granbery. jul/dez. FARIAS, G.O. (2001). Educação à Distância: para uma aproximação da distância. Dissertação de Mestrado. PUC-RIO. Departamento de Educação.

18 HEIDE, Ann; STILBORNE, Linda (2000). Guia do Professor para a Internet. Artes Médicas. Porto Alegre LANDIM, C.M. (1997). Educação à Distância: Algumas considerações. Rio de Janeiro. LÉVY, Pierre (1993). As técnicas da inteligência. O futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro LONGMIRE, W. (2001) a Primer on Learning: Objects. Disponível em: <http:/www.learningcircuits.org/2000/mar2000> Acesso em 30 jun MAIA, Carmen. (2002). Guia brasileiro de educação à distância. Esfera. São Paulo. MORAN, José Manoel (2002). O que é educação à distância. Comunicação & Educação. V.14. jan/abr. NAVES, C.H.T.(1998). Educação continuada e à distância de profissionais da ciência da informação no Brasil via internet. Dissertação de Mestrado em Ciências da Informação. Brasília: UNB. PAZZETTO, Vilma Tereza (2003). Pesquisa na Internet: uma abordagem através da metodologia científica. Dissertação de Mestrado. PPGED. UFSC. PETTERS, Otto. (1998). Learning and teaching in distance education: Analyses and interpretations fron an international perspective. Kogan Page Ltda. PIRES DA SILVA, REYNALDO (2008), Uso das ferramentas síncronas e assíncronas nos cursos à distância. Editora CCUEC, UNICAMP. Portaria MEC nº 4059/04 de 10/12/2004. Permite a modalidade semipresencial em cursos superiores reconhecidos. DOU 13/12/2004, Seção 1, p. 34. Portaria MEC nº 873/06 de 7 de abril de Autoriza em caráter experimental a oferta de Cursos Superiores à Distância nas Instituições Federais de Ensino Superior. DOU 11/04/06, Seção 1, p. 15.

19 ROPOLI, Edilene Aparecida (2005), Educação à Distância e as Políticas Institucionais. Editora CCUEC, UNICAMP. ROSENBERG, M. J. (2002). E-learning: estratégias para a transmissão do conhecimento na era digital. Campinas: Webschool Educação Continuada à Distância. RUIZ, Roberto Alves (2004). E-learning ferramenta para formação, capacitação e especialização profissional do contador. Orientador: Dr. Luciano Rosa. Monografia. UNIVALI. SIMONSON, Michael; SMALDINO, Sparon; ALBRIGHT, Michael; ZYACEK, Susan (2005). Teaching and Lerning at a Distance. Fron dations of distance education. Third Edition. New Jersey. Prentice Hall. STRUCHINER, Miriam et.al.(1998). Elementos Fundamentais para o Desenvolvimento de Ambientes Construtivistas de Aprendizagem à Distância. Rio de Janeiro. NUIES. UFRJ. TAYLOR, James C. (2001). Fifth generation distance education. 20 th ICDE. World Conference. Dusseldorf. Alemanha. VIANNEY, João; TORRES, Patricia; SILVA, Elizabeth (2003). A universidade virtual no Brasil: o ensino superior à distância no país. UNISUL. Tubarão. VIGNEROL, Jaques (2005). Do curso por correspondência ao curso on line. UMESP. São Bernardo do Campo SP.

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