INSTRUMENTOS DE TRANSDISCIPLINARIDADE USANDO O MOODLE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INSTRUMENTOS DE TRANSDISCIPLINARIDADE USANDO O MOODLE"

Transcrição

1 INSTRUMENTOS DE TRANSDISCIPLINARIDADE USANDO O MOODLE POSSÍVEIS CONTRIBUTOS DE UM ESPAÇO FORMATIVO Rui Ramalho, Elvira Rodrigues Escola Superior de Educação de Paula Frassineti, Porto Centro de Formação de Associação das Escolas de Matosinhos, Escola Secundária Augusto Gomes, Matosinhos RESUMO: Nesta comunicação vamos apresentar a experiência que, no âmbito da Unidade Curricular de TIC ao Serviço da Supervisão em parceria com o Cfae-Matosinhos levamos a efeito entre 20 e 28 de fevereiro de 2013 num espaço formativo e de partilha de experiências, genericamente denominado de ITM-Instrumentos de Transdisciplinaridade Usando o Moodle, o qual contou com a participação de 31 professores de diferentes áreas disciplinares e níveis de ensino. Inclui um enquadramento teórico à metodologia adotada no desenvolvimento de ambientes virtuais de aprendizagem numa L.M.S. (Learning Management System), apresentação do perfil de participação, por grupos, dos envolvidos neste espaço formativo, a influência do perfil dos formadores e do feedback na motivação e participação dos formandos e inferências acerca da importância da implementação de uma metodologia de b-learning alicerçada na plataforma Moodle na formação de professores enquanto instrumento de transdisciplinaridade num Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Introdução A redação deste artigo ocorre cerca de 20 anos após a introdução das novas tecnologias da informação na educação não superior em Portugal, conscientes de que quando se fala de tecnologia, fala-se de acesso e de acessibilidade, mas também de controlo (empowerment), apropriação e utilização crítica e criativa (Correia, Secundino 2012:67). Em plena segunda década do século XXI, a integração pedagógica e social das TIC, continua a ser motivo para debate(s), verificando-se que a formação dos professores ainda constitui, em muitos dos casos, um entrave à implementação das tecnologias nos processos educativos. Assim, verificamos que aquilo que em alguns estabelecimentos de ensino já faz parte das rotinas diárias, noutros ainda se afigura como novidade(s), com todos os receios e virtualidades inerentes a um processo iniciático. Com efeito, a resolução nº 137/2007 do Conselho de Ministros que visava colocar Portugal entre os cinco países europeus mais avançados na modernização tecnológica do ensino em 2010, também incluía num Anexo 1 indicações como rácio de dois alunos por computador, um videoprojetor por sala, um quadro interativo

2 multimédia por cada três salas. Contudo, mesmo assim, meia dúzia de anos volvidos, as questões relacionadas com a otimização das tecnologias em contexto educativo, bem como aspetos que dizem respeito à construção e avaliação de recursos educativos digitais continuam a ser pertinentes e a alimentar muitos estudo(s) 1. Para acelerar o trabalho pedagógico em plataformas digitais no ensino superior (Monteiro, Angélica, 2012:19), muito contribuíram o processo de Bolonha e o novo paradigma de aprendizagem que lhe está subjacente permitindo dimensionar a importância da utilização de uma Learning Management System, doravante apenas designada por L.M.S., também em contexto de ensino não superior, antes de mais, como forma de habituação à ferramenta e uma mais fácil transição dos estudantes do ensino secundário para o ensino superior. Gostaríamos de salientar no entanto que, ainda não existem estudos que possam ser considerados suficientemente relevantes quanto à otimização de disciplinas e metadisciplinas numa L.M.S., em contexto de ensino secundário, passíveis de serem generalizados e que possam constituir uma amostra significativa das práticas e contextos da sua utilização 2. Na generalidade dos casos, o que existe não vai além de uma substituição do arquivo em papel por um arquivo on line com a tranquilidade de já se estar a utilizar uma L.M.S. Mas, se é um facto que essa plataforma já está a ser utilizada, também não deixa, igualmente, de ser verdade, que dessa forma não passa de um mero repositório de documentos [pastas, dossiês] em formato digital, ficando por explorar as potencialidades de otimização que lhe estão subjacentes. Com este trabalho, tivemos em mente a introdução de algumas virtualidades de exploração de uma L.M.S., neste caso, em particular, a plataforma moodle, enquanto instrumento de transdiciplinaridade entre pares, numa perspetiva de aprender a ensinar e ensinar a aprender com os diferentes saberes docentes em [inter]ação. Esta proposta poderá contribuir para que seja dado um primeiro passo para vencer resistências à utilização de uma L.M.S. em contexto, com os alunos, potenciando a sua utilização de 1 - Ainda se revela bastante atual o artigo sobre Tecnologias Educativas: Análise das dissertações de mestrado realizadas em Portugal (Costa, 2007). 2 - O artigo Práticas com a Moodle em Portugal (Marques, Joaquim, 2011), apresentado na VII Conferência Internacional de TIC na Educação, reportando-se às comunicações apresentadas no Encontro Caldas Moodle, encontro para utilizadores desta L.M.S. para fins pedagógicos, em 2008, assume-se como fundamental para aferir a dimensão de utilização das plataformas moodle em Portugal nas variáveis de análise: nível de escolaridade do público-alvo, objetivos, contextos e perspetivas subjacentes à utilização da moodle bem como obstáculos à sua utilização.

3 maneira proativa, ao colocar os aprendentes no centro do seu próprio processo de ensino-aprendizagem. Assim, e porque é uma realidade à qual não podemos escapar urge utilizar modelos de aprendizagem que incorporem processos de desconstrução e que promovam verdadeiros ambientes de aprendizagem colaborativos e construtivistas em plataformas digitais (Moreira, J. António, 2012:28). Sendo vários os modelos de aprendizagem existentes em plataformas digitais, o modelo de Community of Inquiry 3 é aquele que melhor se integra no âmbito da experiência por nós realizada, associado à dinamização de um espaço formativo, enquanto elemento capaz de constituir a génese de um espaço transdiciplinar online passível de evoluir para uma comunidade de práticas de cariz colaborativo com sentido[s], negociada com o grupo e potenciadora de [novas] oportunidades de [co]aprendizagem e interajuda. Os referenciais teóricos de que nos socorremos para estruturar e levar à prática a experiência que enquadra este artigo situam-se nas áreas da supervisão pedagógica, educação e tecnologias educativas, colaboração, redes, comunidades de práticas, estilos de aprendizagem e recursos abertos. Assim, partimos de uma supervisão situacional, de uma análise do contexto e dos discursos dos professores em situação de ensino. Escolhemos, entre outros, Dewey (1979), Perrenoud (2000) e Zeichner (1993), enquanto investigadores das práticas reflexivas, para integrar este nosso suporte teórico porque valorizam a importância e o (s) significado(s) da reflexão em interação com os outros, como um potencial transformador da Pessoa e da sua prática profissional, sendo o trabalho em equipa, um dos aspetos mencionados por Perrenoud (2000) como fator motivador de reflexão. As transformações das práticas e contextos interligam-se, assim, numa assumida dicotomia que, cada vez mais, se coloca à escola do século XXI formar para inovar e inovar formando, com TIC e REA numa perspetiva colegial indagatória e transformadora ( ), num desenvolvimento da reflexividade profissional dos professores para a melhoria da qualidade das aprendizagens dos alunos (Vieira, Flávia, 2006:15). 3 - Modelo elaborado por Randy Garisson, Terry Anderson e Wlater Archer para o ensino online e mais tarde desenvolvido por Garrison e Anderson assente em três dimensões fundamentais para uma experiência educacional, a saber: cognitiva; social e docente.

4 Perante os desafios da mudança e da necessidade de reajustes que, constantemente, se colocam aos professores, os profissionais e a instituição têm de interagir e observar de vários ângulos e várias áreas num olhar, cada vez mais, (re)construído sobre a realidade, socorrendo-se da trilogia proposta por Dewey (1979): abertura de espírito, responsabilidade e entusiasmo. Método Objetivos Os objetivos que nortearam esta experiência em contexto foram três, a saber: Aferir a importância da plataforma moodle enquanto instrumento de transdisciplinaridade num Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Inferir o perfil de participação dos profissionais da educação envolvidos no espaço formativo I.T.M. (Instrumentos de Transdisciplinaridade usando o Moodle). Compreender a influência do perfil dos formadores e do feedback na motivação e participação dos formandos. Amostra Os participantes envolvidos nesta experiência são 31 profissionais de educação a lecionar maioritariamente em escolas do Grande Porto, dois em Famalicão, um em Barcelos, dois formadores do CFAE-Matosinhos e uma assistente operacional de uma das escolas envolvidas nesta experiência. As questões logísticas e de enquadramento deste espaço formativo e de partilha de experiências e do AVA que lhe está subjacente, começaram a ser preparadas em finais de outubro de 2012, e o AVA decorreu de 20 a 28 de fevereiro de 2013 em regime b-learning, 1ª e última sessão presenciais e quatro sessões sequenciais por e-learning. Foi criado o endereço eletrónico e foi através dele que começamos a contactar colegas potencialmente interessados, sendo que a opção foi a escolha de alguns elementos motivados e, cuja função/cargo, desempenhado na instituição de ensino os elegia enquanto possíveis protagonistas no passar palavra. Inicialmente, este espaço formativo, destinava-se apenas a colegas de escolas pertencentes ao CFAE-Matosinhos. Contudo, perante o momento do ano letivo (testes

5 intermédios e preparação das avaliações do 2º período) de arranque desta experiência, o grupo ponderou e decidiu alargar as inscrições a colegas dos estabelecimentos de ensino dos restantes dois elementos envolvidos neste trabalho. Dos 31 participantes nesta experiência, 68% são do género feminino e 32% são do género masculino, o que corresponde à imagem que, grosso modo se possui dos profissionais ligados à educação, isto é, maioritariamente constituída por elementos do sexo feminino. Podemos também verificar que a maioria dos inquiridos é professor do 3ºciclo. Quadro I: Nível de Ensino que Leciona Frequency Percent Valid Percent Cumulative Percent Valid 1ª Etapa do Ensino 5 16,1 16,1 16,1 1º Ciclo 5 16,1 16,1 32,3 2º Ciclo 1 3,2 3,2 35,5 3º Ciclo 17 54,8 54,8 90,3 Outros 3 9,7 9,7 100,0 Total ,0 100,0 Fonte: Fichas de Inscrição e Inquérito Inicial. A tentativa de aferir a possível existência de alguma relação entre género e otimização da plataforma moodle revelou que, não obstante a maioria percentual de participantes do género feminino, apenas 9 otimiza uma L.M.S, resultado superior em termos percentuais relativamente ao género masculino. QuadroII: Género * Otimizo a Plataforma Moodle para dinamizar as minhas disciplinas Crosstabulation Otimizo a Plataforma Moodle para dinamizar as minhas disciplinas Não Sim Total Género Feminino Masculino Total Fonte: Dados do Inquérito sobre as perceções dos professores face às TIC. Quanto à faixa etária dos inquiridos, concentra-se maioritariamente no intervalo entre os 45 e os 55 anos (77%). Apenas 23% se situam entre os 25 e os 44 anos. Estes

6 dados confirmam aquilo que comumente é corroborado, ou seja, estamos perante uma geração de professores, cuja média de idades se situa muito acima dos quarenta anos. Gráfico I Habilitações Literárias Relativamente às habilitações literárias, 54,84% dos participantes possui licenciatura (formação inicial), enquanto que 32,26% já possui o grau de mestre (formação especializada). Apenas 9,68% possui pós-graduação e só 3,23% o doutoramento. Também neste caso, entendemos que os resultados correspondem ao panorama que vai sendo habitual nos docentes desta faixa etária, ou seja, apenas um reduzido número, não obstante a tendência que se tem vindo a inverter nos últimos anos, possui mestrado e formação especializada. A correlação das respostas obtidas entre a dinamização de uma L.M.S., a otimização do trabalho colaborativo online e a forma como essa se manifesta, evidencia a importância que nesta fase ainda está a ser dada a estudos nesta área, os quais, em nosso entender podem tornar-se um leitmotiv para futuras ações de formação e uma sensibilização para as inúmeras potencialidades do trabalho colaborativo por b-learning e e-learning, como este espaço formativo evidenciou. Instrumentos Para a recolha de dados optamos por inquéritos por questionário 4 realizados em três momentos, no início, a meio do percurso e inquérito de satisfação no final. Procuramos, igualmente, observar e registar em notas de campo as atitudes e reações 4 - O inquérito inicial que integrou a ficha de inscrição e o intermédio foram realizados em google drive e o inquérito de satisfação final foi realizado na própria L.M.S. do Cfae-Matosinhos.

7 dos colegas durante as duas sessões presenciais e participação online, conscientes das eventuais potencialidades dessas mesmas notas durante a análise dos resultados dos inquéritos. Ao nível do conteúdo, o inquérito inicial, subordinado ao tema genérico perceções face Às TIC está estruturado em três partes, organizadas da seguinte forma: dados pessoais e profissionais dos inquiridos; utilização das redes sociais e contacto com realidades relacionadas com trabalho colaborativo online. Quadro IV:Questões Orientadoras da Investigação e instrumentos utilizados para a recolha de dados QUESTÕES ORIENTADORAS DA INVESTIGAÇÃO 1. Qual o perfil de participação dos profissionais da educação envolvidos no espaço formativo I.T.M.? 2. O perfil dos formadores e o feedback têm influência na motivação e participação dos formandos? Fonte: AVA dinamizado na plataforma moodle do CFAE-Matosinhos. INSTRUMENTOS DE RECOLHA DE DADOS *Inquéritos por questionário em google drive (inicial e intermédio) e inserido na plataforma moodle (final). *Observação (registo em notas de campo) da participação online e contactos durante as sessões presenciais. *Análise dos logs (relatórios de atividade) dos formadores e formandos cedidos pelo administrador do CFAE-Matosinhos. Procedimentos Após definirmos os conteúdos a abordar e a estrutura genérica do nosso ambiente virtual, continuamos o processo de pesquisa, leitura e sistematização em torno da criação de um AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem), conscientes de que o nosso espaço de partilha teria de contemplar atividades de cariz personalizado, colaborativo, autodescoberta e cimentar relações sociocomunicativas ou socioeducativas eficazes (Moreira, J. António, 2012:30). Assim, este AVA assentou numa disciplina principal (ITM) e em disciplinas individuais, tantas quantos os formandos, passíveis de serem personalizadas, através do recurso ao modo de edição no cumprimento dos desafios apresentados de forma sequencial. Para a sua estruturação optamos pelas 4 fases de development research [pesquisa no desenvolvimento, muito usada em tecnologia educativa], apontadas por Richey e Van Den Akker e mencionadas por Lencastre, José (2012:49) para o desenvolvimento de um AVA e construção do conhecimento acerca da sua implementação, a saber: a.investigação Preliminar: para dimensionar as perceções dos indivíduos inscritos face às TIC, procedemos à elaboração de um inquérito por questionário em google drive. O

8 link deste inquérito integrou a ficha de inscrição enviada através do endereço eletrónico supramencionado. Desta forma, pudemos conhecer o nosso público-alvo e aferir as suas expetativas e limitações. O tratamento estatístico e triangulação dos resultados obtidos através do recurso ao programa SPSS permitiu identificar as necessidades dos colegas e a melhor forma de estruturar os conteúdos a abordar online através da plataforma L.M.S. do CFAE-Matosinhos. De seguida, selecionamos e sequenciamos as atividades a realizar, numa escala gradativa de dificuldade e de criação de dependência viciante face à plataforma, nomeadamente através do recurso aos fóruns e a um feedback personalizado, assertivo e com recurso ao reforço positivo, facultado num intervalo de tempo muito curto. Procurou-se, igualmente, criar condições para a discussão, interação e proatividade online. O recurso a imagens apelativas e com mensagens atrativas e assertivas, por nós selecionadas e renovadas duas vezes por dia, foram, a par com uma navegação síncrona com os formandos, algumas das estratégias que explicam o sucesso desta experiência em contexto. b.sustentação teórica e recursos a exemplos de boas práticas: nesta segunda etapa, procuramos reforçar a nossa sustentação teórica e analisar exemplos de boas práticas online. Com esse intuito, realizamos um primeiro pré-teste com 5 colegas, um de cada ciclo de ensino do pré-escolar ao ensino secundário. Desse pré-teste resultaram alterações mas, sempre, tendo em particular consideração o contexto, as tarefas, atividades e feedback. c. Teste empírico: durante este terceiro momento, o mais demorado, fomos testando e avaliando soluções à medida que preparamos a articulação dos conteúdos e dos aspetos multimédia. Foi, também, a altura de rever a expressão escrita e apurar algumas questões técnicas. Após a sua produção testamos, ainda, mais alguns aspetos técnicos e práticos com outro grupo de 5 colegas. Nesse teste, e de acordo com o que é sugerido por Allen, mencionado por Lencastre, José (2012:51) mesclamos avaliação de progressão com exercícios e jogos num processo de testagem e contínua metareflexão sobre o trabalho realizado. Nesta fase e, para além da disciplina principal, testamos igualmente as disciplinas individuais (uma por formando) onde cada um, através do modo de edição, pôde proceder à construção personalizada da sua própria disciplina virtual.

9 Aqui tivemos de ter em consideração como potenciar a participação e o envolvimento do maior número possível de intervenientes nos espaços individuais. d. Avaliação das diferentes fases do desenvolvimento do design da avaliação e da implementação: por fim, procedemos à anotação das alterações efetuadas e realizamos printscreens do processo evolutivo do nosso AVA. Solicitamos os logs de toda a atividade por nós desenvolvida na L.M.S., a análise da qual é elucidativa deste percurso e das estratégias adotadas em diferentes momentos. Como se depreende do atrás exposto, subjacente à implementação deste AVA, esteve sempre presente o papel ativo do aprendente, enquanto coparticipante na produção do seu próprio conhecimento. Assim, numa lógica de aprendizagem autodirigida, relacionada com as interações construídas neste percurso formativo e nos seis desafios elaborados, foi, igualmente, selecionado e construído algum material de apoio aos participantes envolvidos nesta experiência, nomeadamente guiões de apoio ao trabalho na plataforma e de algumas ferramentas da web 2.0: a,b.c do moodle, acesso à plataforma do Cfae-Matosinhos, dropbox, issuu, toondoo, wix team, partilha no slideshare, google livros, partilha no wordpress e picasa. Resultados A conjugação dos comportamentos anotados através das observações de campo I.T.M. mesclados com os inquéritos e com a análise dos logs permitiram esboçar o perfil de participação dos formandos. A prontidão e desenvoltura na resposta; o sorriso aberto as pausas o prazer em responder a partilha do gosto Ser Professor evidenciados, em muitos casos, nas duas sessões presenciais 5 foram muito evidentes nos colegas mais desenvoltos e que se deixaram efetivamente envolver nesta experiência, enquanto que sorrisos velados a empatia, a boa disposição, o repetir e enfatizar alguns aspetos são muito óbvios durante essas mesmas sessões e o olhar sonhador e perdido em [redes]criativas o pensamento que divaga a resposta que se percebe ser com prazer adoçando as palavras que sentem prazer na partilha em outros tantos colegas. A triangulação das observações presenciais e online I.T.M. com a teoria dos estilos de aprendizagem, em que a autora (Barros, Daniela, 2011: 13, identifica quatro

10 tendências de uso e utilização do espaço virtual, ativo [mobilizador]; reflexivo [alimento das reflexões]; teórico [organizador] e pragmático [dinamizador], correspondentes a quatro categorias/estilos de participação: uso participativo em rede; busca e pesquisa em rede; estruturação e planejamento em rede; ação concreta e produções em rede, levounos a procurar sistematizá-las com a realidade e análise do nosso AVA tal como apresentamos no (Quadro IV). QuadroIV: Estilos de uso do Ambiente Virtual de Aprendizagem I.T.M. ESTILOS DE APRENDIZAGEM ATIVO ESTILOS DE USO DO ESPAÇO VIRTUAL PARA A COPRENDIZAGE M ESTILO DE USO PARTICIPATIVO EM REDE INDICADORES PARA A COAPRENDIZAGEM *Gosta de participar. *Realiza trabalhos em grupos online. *Busca situações online. *Participa em fórus de discussão. INDICADORES EMERGENTES DAS OBSERVAÇÕES DE CAMPO e coaprendizagem AVA I.T.M. Prontidão nas respostas. Participação ativa e pertinente nos fóruns de discussão. Aprofunda os temas em discussão. Dinamiza a discussão através de intervenções regulares e contextualizadas. REFLEXIVO ESTILO DE USO BUSCA E PESQUISA EM REDE *Gosta de pesquisar. *Busca informação. *Aprofunda os temas em discussão e intervém com novas ideias e perspetivas. *Fundamenta as suas intervenções com base nas pesquisas/leituras efetuadas. TEÓRICO ESTILO DE ESTRUTURAÇÃO E PLANEAMENTO EM REDE *Organiza e planifica a participação. *Domina os temas abordados e distingue o essencial do acessório. *Revê as suas opiniões, em face dos comentários dos colegas e/ou formador que colocam outros pontos de vista ou novos argumentos em que não tinha pensado previamente. PRAGMÁTICO ESTILO DE AÇÃO CONCRETA E PRODUÇÕES EM REDE *Concretiza e produz a partir dos resultados da aprendizagem. Fonte: Barros, Daniela (2012) e Notas de Campo e análise AVA I.T.M. *Contextualiza as intervenções e avança com exemplos de aplicações práticas. Estas premissas, conjugadas com os três inquéritos realizados (inicial, intermédio e final) e com os relatórios de atividade fornecidos pelo administrador do CFAE-Matosinhos, permitem-nos, desde já, avançar com algumas conclusões, a saber: Dos 21 participantes de duas escolas do Grande Porto (incluindo os dois formadores do CFAE e a assistente operacional), 12 situam-se no perfil ativo, enquanto que os restantes 9 variam, consoante as tarefas solicitadas entre o reflexivo, o teórico, o pragmático e, por vezes, com algumas incursões no ativo. Um dos formandos oriundos

11 de Famalicão após, alguma demora, no arranque inicial, situa-se no ativo e o outro vaise posicionando de acordo com a natureza e o próprio grau de dificuldade das tarefas solicitadas. Quanto aos 7 colegas de outra escola do Grande Porto e ao colega de uma escola de Barcelos, não conseguimos categorizá-los, uma vez que, para além da marcação da presença dentro do prazo estipulado, a realização das suas tarefas ocorre sempre com significativo atraso, praticamente nunca estão online em simultâneo e, curiosamente, realizam todas as tarefas nos mesmos momentos e de forma sequencial, ou seja, quando um termina, outro inicia. Neste espaço formativo revelou-se determinante o feedback personalizado, atempado, assertivo, positivo e formativo, procurando criar rotinas e hábitos online, para menos experientes ou, mesmo inexperientes, nestas lides. Assim, e para além do feedback relativo ao produto final no I.T.M. principal, procurou-se dar feedback síncrono nos I.T.M. s individuais, o que propiciou uma dinâmica e uma postura proativa muito interessante nalguns formandos, com especial incidência para a dezena que identificamos como pertencendo ao perfil ativo. Contudo, fomos para além disso pois, as mudanças operacionalizadas no aspeto gráfico da página (as quais ocorreram, no mínimo duas vezes por dia) e as imagens introduzidas estavam repletas de intencionalidade ao nível do reforço através de imagens mentais positivas e introdução de novo material completar, também ele, continuamente renovado. Este refrescar do aspeto e do design da disciplina principal e o dimensionarem a presença do formador nas disciplinas individuais funcionou, também, como uma forma de feedback. Os desafios obedeceram a uma sequência que partiu de uma ligação individual à plataforma, reforçada com os feedbacks e incentivos constantes dos formadores (neste caso apenas de uma das formadoras) para uma interação coletiva, particularmente acentuada a partir do penúltimo desafio. O tratamento dos dados e uma análise comparativa entre o inquérito intermédio e o inquérito de satisfação final permitiu identificar algumas conclusões, das quais de destacam: - Elevado número de expetativas satisfeitas;a [des]multiplicação e utilidade dos conteúdos para a prática pedagógica dos docentes envolvidos neste espaço formativo está bem evidenciada com os 90% e 93,55% (final) de respostas [concordo totalmente]; - a motivação para os conteúdos é também reveladora do empenho e proatividade de

12 alguns dos colegas inscritos; - a disponibilização da documentação e meios audiovisuais em tempo útil, é evidenciada nos 90% que consideram útil a documentação que foi disponibilizada; quando confrontados com a afirmação: os desafios são uma forma de reflexão sobre os conteúdos lecionados em cada sessão, a diferença de 10% entre o concordo e o concordo totalmente relaciona-se com o momento em que os colegas responderam aos desafios. Com efeito, uma acumulação de resposta aos desafios, na fase inicial (como os logs disponibilizados pelo administrador evidenciam), inviabiliza e/ou limita essa reflexão e está diretamente relacionada com o momento de intenso trabalho nos diferentes níveis de ensino em que este espaço formativo decorreu. Discussão e Conclusões Como referimos na introdução, as questões orientadoras da nossa investigação consistiam em aferir o perfil dos profissionais da educação envolvidos no espaço formativo e de partilha de experiências, I.T.M., relacionando-o com o perfil dos formadores e a importância de um feedback personalizado, assertivo, atempado e provocatório, enquanto factor decisivo à motivação e participação dos formandos. Para o efeito, e dadas as especificidades e limitações inerentes a um trabalho deste género, elaboramos inquéritos por questionário em google drive (inicial e intermédio) e inserido na plataforma moodle (final), procedemos à observação e registo em notas de campo durante as duas sessões presenciais e ainda intentamos uma análise dos logs (relatórios de atividade) dos formadores e formandos cedidos pelo administrador do CFAE- Matosinhos. Desta experiência, através da análise global dos dados obtidos, destacam-se na resposta às nossas questões orientadoras, os aspetos que a seguir elencamos: - Existe uma correlação entre os conhecimentos e experiência que os docentes possuem sobre TIC e a(s) dinâmica(s) como potenciadoras da sua utilização;- relação entre a idade, a experiência profissional dos professores e essa utilização fruto das necessidades sentidas e que, também elas, impulsionadoras da utilização das TIC; -os conceitos básicos sobre TIC já integram os conhecimentos de uma grande parte dos elementos que compõem a comunidade educativa de alguns estabelecimentos de ensino, embora persistindo o receio, num número significativo de inquiridos, na utilização de blogs e fóruns de discussão online; -questões relativas à mobilidade dos docentes e consequente

13 falta de estabilidade, podem ser apontadas como um grande constrangimento ao desenvolvimento de projetos articulados, com especial incidência (no momento atual) para os professores mais jovens;- outro problema, diz respeito à falta de reconhecimento da importância de projetos relacionados com a efetiva otimização de uma L.M.S., por parte de um grupo, ainda, significativo de elementos da comunidade local e educativa. Observou-se uma grande diversidade nas formas de encarar as TIC em geral, e o trabalho colaborativo online ao serviço das práticas educativas, em particular. De um modo geral, as perceções dos docentes inquiridos sobre as TIC, resumem-se aquelas que, são objeto de maior debate no quotidiano, ou então, às que estão rotuladas como as de utilização quase obrigatória, como o e o(s) programa(s) de sumários eletrónicos. Os dados obtidos, apontam igualmente, para o reconhecimento, por parte dos docentes inquiridos, acerca do interesse e importância da formação específica nesta área em contexto escolar.confirmou-se a incontornável importância de um feedback P.A.P.A. (Personalizado; Assertivo, Positivo e Atempado) para o sucesso deste espaço formativo. Assim, percebe-se que, para a generalidade dos formandos o rosto visível deste espaço formativo tivesse sidoo da formadora /mestranda que assumiu o papel de interlocutora da quantidade e qualidade trabalhos poe eles desenvolvidos na plataforma. Este trabalho prospetivo deixa em aberto questões que poderão ser objeto de estudo em futuros trabalhos de investigação. Por exemplo, em nossa opinião, conclusões interessantes poderiam surgir da triangulação destes dados com uma auscultação sobre o mesmo tema junto dos encarregados de educação, assistentes operacionais e elementos da comunidade local presentes no Conselho Geral. Referências Bibliográficas BARROS, Daniela (2012). Estilos de Aprendizagem em Plataformas Digitais. In Educação Online - Pedagogia e Aprendizagem em Plataformas Digitais. Santo Tirso: De Facto Editores (pp ). DEWEY, John (1979). Democracia e Educação: Introdução à Filosofia da Educação. São Paulo: Ed. Nacional, 4ª ed. CARVALHO, Ana Amélia (Org. 2008). Manual de Ferramentas da Web 2.0 para Professores. Lisboa: DGIC. CORREIA, Sacundino (2012). Tecnologias para a Inclusão. In MERRIENBOER, J., CORREIA, S., PAIVA, J. (2012). As Novas Tecnologias. 1ª ed. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos (pp.67-84).

14 COSTA, Fernando Albuquerque (2007). Tecnologias Educativas. Análise das Dissertações de Mestrado realizadas em Portugal. In Sísifo, Revista de Ciências da Educação, nº 3, disponível em sisifo.fpce.ul.pt/pdfs/sisifo03pta1.pdf, consulta efetuada em 30 janeiro 2013, 18 h. FLORES, M. A e SIMÃO, A (2009). Aprendizagem e desenvolvimento profissional de Professores: Contextos e Perspectivas Mangualde, Edições Pedagogo. FLORES, Maria Assunção, FERREIRA; Fernando Ilídio (org. de) (2012) Currículo e Comunidades de Aprendizagem- Desafios e Perspetivas.Santo Tirso. De Facto Editores. GONÇALVES, Daniela, RAMALHO, Rui. (2009) O (e)portefolio reflexivo como estratégia de formação. Jornadas e-portefolio. Santiago de Compustela. LENCASTRE, José Alberto (2012). Metodologia para o Desenvolvimento de Ambientes Virtuais de Aprendizagem: Development Research. In Educação online - Pedagogia e aprendizagem em plataformas digitais. Santo tirso: De Facto Editores (pp.45-54). MENDES, Joaquim (2011). Práticas com a Moodle em Portugal. In Challenges VII Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação. Braga:Univ. do Minho. MERRIENBOER, J., CORREIA, S., PAIVA, J. (2012). As Novas Tecnologias. 1ª ed. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos. MONTEIRO, A., MOREIRA, J. A., ALMEIDA, A. C. (2012). Educação online - Pedagogia e aprendizagem em plataformas digitais. Santo tirso: De Facto Editores. MONTEIRO, Angélica (2012). O Processo de Bolonha e o Trabalho Pedagógico em Plataformas Digitais: Possíveis Implicações. In Educação online - Pedagogia e aprendizagem em plataformas digitais. Santo tirso: De Facto Editores (pp.15-26) Construtivistas em Plataformas Digitais. In Educação online - Pedagogia e aprendizagem em plataformas digitais. Santo tirso: De Facto Editores (pp.27-44). NASCIMENTO, Maria Augusta (2012). Personal Learning Environments: Um Pretexto para (Re)pensar a Aprendizagem em Plataformas Digitais. In Educação online - Pedagogia e aprendizagem em plataformas digitais. Santo tirso: De Facto Editores ( pp ). RODRIGUES, Maria Elvira (2012). As ferramentas Web 2.0 como um contributo para o sucesso escolar. Exemplos de boas práticas no contexto do ensino profissional e alunos com N.E.E. In FERNANDÈZ, Xosé Manuel Cid et al. III Congresso Internacional Fenda Digital.TIC/Escola e Desenvolvimento Local. Porto:ESEPF. SÁ-CHAVES, I. (1997). Percursos de Formação e Desenvolvimento Profissional. Porto: Porto Editora. SANTOS, Cristina; GONÇALVES, Daniela et al. (2008) Escola como Sistema, Mundo de Vida e (re) organização: reptos à Supervisão Pedagógica. In Cadernos de Estudo, nº 7, Porto:ESEPF: SENGE, P. et al (2005). Presence: An Exploration of Profound Change in People, Organizations, and Society. New York: Currency/Doubleday. VEEN,Wim, VRAKKING, Bem (2009).Homo Zappiens, Educando na Era Digital. Porto Alegre: Artmed. VIEIRA, Flávia (2005), Pontes (In)visiveis entre Teoria e Prática na Formação de Professores, in Currículo Sem Fronteiras, v. 5, nº1, pp , Jan.-Jun. ZEICHNER, Kenneth M. (1993). A Formação Reflexiva de Professores. Ideias e Práticas. Lisboa: Educa.

15 SITOGRAFIA: as.pdf, consulta efetuada em 26 junho 2013,13h47m. consulta efetuada em 2 janeiro 2013, 12h. consulta efetuada em 2 janeiro 2013, 10h30m. consulta efetuada em 2 janeiro 2013, 11h. consulta efetuada em 2 janeiro 2013, 10h. consulta efetuada em 2 janeiro 2013, 13h. DOCUMENTOS: Estratégias para a acção As TIC na educação (NÓNIO, 2002). LEGISLAÇÃO: Resolução Nº 137/2007 do Conselho de Ministros. Proposta de Recomendação do Conselho da Comissão Europeia sobre a validação da aprendizagem não formal e informal de 5 de setembro de 2012

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES PLANIFICAÇÃO DISCIPLINA. TECNOLOGIAS da INFORMAÇÃO e COMUNICAÇÃO (TIC) 8º Ano. Ano letivo 2014-2015

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES PLANIFICAÇÃO DISCIPLINA. TECNOLOGIAS da INFORMAÇÃO e COMUNICAÇÃO (TIC) 8º Ano. Ano letivo 2014-2015 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES PLANIFICAÇÃO da DISCIPLINA de TECNOLOGIAS da INFORMAÇÃO e COMUNICAÇÃO (TIC) 8º Ano Ano letivo 2014-2015 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES Desenvolvimento

Leia mais

Mestrado Online respostas

Mestrado Online respostas Mestrado Online respostas Resumo 1. Por que razão escolheu este mestrado em regime online? 1. Escolhi o mestrado online porque é um mestrado que aborda questões relacionadas com a minha área de formação,

Leia mais

CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO

CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO An 2-A Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo

Leia mais

Ano letivo 2014/2015. Planificação da disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação 8º ano. Domínio: Comunicação e Colaboração CC8

Ano letivo 2014/2015. Planificação da disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação 8º ano. Domínio: Comunicação e Colaboração CC8 Ano letivo 2014/2015 Planificação da disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação 8º ano Domínio: Comunicação e Colaboração CC8 Aulas Previstas Semestre 32 Subdomínio: Conhecimento e utilização

Leia mais

VOLUNTARIADO EM REDE: FORMAÇÃO A DISTÂNCIA COM RECURSO ÀS APLICAÇÕES GOOGLE +

VOLUNTARIADO EM REDE: FORMAÇÃO A DISTÂNCIA COM RECURSO ÀS APLICAÇÕES GOOGLE + VOLUNTARIADO EM REDE: FORMAÇÃO A DISTÂNCIA COM RECURSO ÀS APLICAÇÕES GOOGLE + Ana Miranda, Anabela Ferreira, Isabel Santos, Janina Eyckmann, Vânia Ponte, Lia Oliveira Universidade do Minho mirandaana@sapo.pt

Leia mais

Escola EB 2,3 de António Feijó

Escola EB 2,3 de António Feijó AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ANTÓNIO FEÍJO Escola EB 2,3 de António Feijó 8.º ANO PLANIFICAÇÃO SEMESTRAL Tecnologias de Informação e Comunicação Ano Letivo 2014/2015 INFORMAÇÃO Domínio Conteúdos Objetivos

Leia mais

ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4

ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4 ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4 1.1- DOCENTES:... 4 1.2- NÃO DOCENTES:... 5 1.2.1- TÉCNICAS SUPERIORES EM EXERCÍCIO DE FUNÇÕES... 5 1.2.2- ASSISTENTES OPERACIONAIS EM EXERCÍCIO

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE O APRENDER PARA SABER E O SABER PARA ENSINAR: ACTUAIS DESAFIOS PARA UMA FORMAÇÃO PERMANENTE DE PROFESSORES

REFLEXÕES SOBRE O APRENDER PARA SABER E O SABER PARA ENSINAR: ACTUAIS DESAFIOS PARA UMA FORMAÇÃO PERMANENTE DE PROFESSORES REFLEXÕES SOBRE O APRENDER PARA SABER E O SABER PARA ENSINAR: ACTUAIS DESAFIOS PARA UMA FORMAÇÃO PERMANENTE DE PROFESSORES Andréia Serra Azul da Fonseca 1 Maristela Lage Alencar 2 Sinara Mota Neves 3 Universidade

Leia mais

AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS 2014-2015

AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS 2014-2015 AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS 2014-2015 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO JOÃO DA TALHA LOURES RESPOSTA AO CONTRADITÓRIO ANÁLISE DO CONTRADITÓRIO A equipa de avaliação externa apreciou o contraditório apresentado

Leia mais

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada.

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. Anexo A Estrutura de intervenção As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. 1. Plano de ação para o período 2016

Leia mais

GUIA DE EDUCAÇÃO ONLINE

GUIA DE EDUCAÇÃO ONLINE GUIA DE EDUCAÇÃO ONLINE GUIA DE EDUCAÇÃO ONLINE IPAM - Aveiro ENQUADRAMENTO O presente modelo de ensino a distância (EaD) foi elaborado para a formação graduada e pós-graduada do IPAM Aveiro. O facto de

Leia mais

Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria. www.anotherstep.pt

Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria. www.anotherstep.pt Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria www.anotherstep.pt 2 Sumário Ponto de situação Plano de Ações de Melhoria PAM Enquadramento e planeamento Selecção das Ações de Melhoria Fichas de

Leia mais

Manual de utilização do Moodle

Manual de utilização do Moodle Manual de utilização do Moodle Docentes Universidade Atlântica 1 Introdução O conceito do Moodle (Modular Object Oriented Dynamic Learning Environment) foi criado em 2001 por Martin Dougiamas, o conceito

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE T.I.C. 8.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE T.I.C. 8.º ANO DE T.I.C. 8.º ANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO O aluno deve ser capaz de: - desenvolver capacidades na utilização das tecnologias de informação e comunicação que permitam uma literacia digital

Leia mais

Plano Estratégico da Universidade Aberta 2011-2015

Plano Estratégico da Universidade Aberta 2011-2015 Plano Estratégico da Universidade Aberta 2011-2015 Paulo Maria Bastos da Silva Dias Índice 1. Nota de Abertura... 1 2. Áreas de Intervenção e Desenvolvimento... 4 2.1 Formação e Aprendizagem ao Longo da

Leia mais

FICHA DE UNIDADE CURRICULAR 2011/2012. Designação Didática da Informática IV

FICHA DE UNIDADE CURRICULAR 2011/2012. Designação Didática da Informática IV FICHA DE UNIDADE CURRICULAR 2011/2012 Designação Didática da Informática IV Docente(s) (Indicar também qual o docente responsável pela U.C.) João Filipe Matos João Manuel Piedade Descrição geral (Horas

Leia mais

Avaliação do inquérito de satisfação ao Centro de Documentação Técnica e Científica

Avaliação do inquérito de satisfação ao Centro de Documentação Técnica e Científica Direção de Gestão de Informação e Comunicação Centro de Informação e Conhecimento Avaliação do inquérito de satisfação ao Centro de Documentação Técnica e Científica Lisboa, janeiro de 2015 Introdução

Leia mais

Relatório. Projeto ifone 112: Aprender a Salvar. Autores: Dinamizadores Projeto

Relatório. Projeto ifone 112: Aprender a Salvar. Autores: Dinamizadores Projeto Gabinete de Investigação & Desenvolvimento da Educação em Saúde Relatório Projeto ifone 112: Aprender a Salvar Autores: Dinamizadores Projeto OAZ, Setembro 2012 Gabinete de Investigação & Desenvolvimento

Leia mais

Colaborações em ambientes online predispõem a criação de comunidades de

Colaborações em ambientes online predispõem a criação de comunidades de Ficha de Leitura Tipo de documento: Artigo Título: Colaboração em Ambientes Online na Resolução de Tarefas de Aprendizagem Autor: Miranda Luísa, Morais Carlos, Dias Paulo Assunto/Sinopse/Resenha: Neste

Leia mais

Dimensões pedagógicas da sala de aula virtual: Teoria e a prática

Dimensões pedagógicas da sala de aula virtual: Teoria e a prática Dimensões pedagógicas da sala de aula virtual: Teoria e a prática Ana Paula Rodrigues (amonteiro@gaia.ipiaget.org), Angélica Monteiro Escola Superior de Educação Jean Piaget, Arcozelo. Centro de Investigação

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS EDUCATIVAS

INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS EDUCATIVAS INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS EDUCATIVAS RELATÓRIO ANUAL (2009/2010) Índice 1 Cumprimento do plano estratégico e do plano anual... 2 1.1. Do plano estratégico... 2 1.1.1. - Desenvolvimento e Inovação

Leia mais

Pós-Graduação em Administração e Gestão de Escolas

Pós-Graduação em Administração e Gestão de Escolas Pós-Graduação em Administração e Gestão de Escolas ENQUADRAMENTO DO CURSO As escolas são estabelecimentos aos quais está confiada uma missão de serviço público, que consiste em dotar todos e cada um dos

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL 2012-2013. IPAM Aveiro

RELATÓRIO ANUAL 2012-2013. IPAM Aveiro RELATÓRIO ANUAL 2012-2013 IPAM Aveiro Índice Nota Introdutória... 3 1. Do grau de cumprimento do plano estratégico e do plano anual... 4 2. Da realização dos objetivos estabelecidos;... 4 3. Da eficiência

Leia mais

CURSO DE INTRODUÇÃO À ACESSIBILIDADE EM AMBIENTES VIRTUAIS

CURSO DE INTRODUÇÃO À ACESSIBILIDADE EM AMBIENTES VIRTUAIS CURSO DE INTRODUÇÃO À ACESSIBILIDADE EM AMBIENTES VIRTUAIS (IAAV) Coordenador: Professor Doutor António Quintas Mendes Formadora: Mestre Manuela Francisco Índice 1. ENQUADRAMENTO... 1 2. CARACTERIZAÇÃO

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA MOITA PLANO DE AÇÃO PARA AS TIC

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA MOITA PLANO DE AÇÃO PARA AS TIC AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA MOITA PLANO DE AÇÃO PARA AS TIC Equipa PTE "A exclusão digital não é ficar sem computador ou telefone celular. É continuarmos incapazes de pensar, de criar e de organizar novas

Leia mais

Índice. Enquadramento do curso 3 Estrutura Programática 4. Primeiros passos com o e-best Learning 6. Actividades e Recursos 11

Índice. Enquadramento do curso 3 Estrutura Programática 4. Primeiros passos com o e-best Learning 6. Actividades e Recursos 11 Índice Parte 1 - Introdução 2 Enquadramento do curso 3 Estrutura Programática 4 Parte 2 Desenvolvimento 5 Primeiros passos com o e-best Learning 6 Como aceder à plataforma e-best Learning?... 6 Depois

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO JOOMLA NA GESTÃO DA INFORMAÇÃO PEDAGÓGICA. Razões justificativas da acção: Problema/Necessidade de formação identificado

A IMPORTÂNCIA DO JOOMLA NA GESTÃO DA INFORMAÇÃO PEDAGÓGICA. Razões justificativas da acção: Problema/Necessidade de formação identificado A IMPORTÂNCIA DO JOOMLA NA GESTÃO DA INFORMAÇÃO PEDAGÓGICA Razões justificativas da acção: Problema/Necessidade de formação identificado O Plano Tecnológico da Educação (PTE), aprovado pela Resolução de

Leia mais

A metodologia blended-learning como mais uma alternativa na formação contínua de professores.

A metodologia blended-learning como mais uma alternativa na formação contínua de professores. A metodologia blended-learning como mais uma alternativa na formação contínua de professores. Fernanda Ledesma Escola Secundária D. João II Formadora nas áreas - Tecnologias Educativas, Didática Específica

Leia mais

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Do Minho A.1.a. Identificação

Leia mais

Plano de Atividades 2015

Plano de Atividades 2015 Plano de Atividades 2015 ÍNDICE Introdução 1. Princípios orientadores do Plano Plurianual. Desempenho e qualidade da Educação. Aprendizagens, equidade e coesão social. Conhecimento, inovação e cultura

Leia mais

FUNDAMENTOS E PRÁTICAS DA AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 FUNDAMENTALS AND EVALUATION PRACTICES IN THE CHILDHOOD EDUCATION

FUNDAMENTOS E PRÁTICAS DA AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 FUNDAMENTALS AND EVALUATION PRACTICES IN THE CHILDHOOD EDUCATION FUNDAMENTOS E PRÁTICAS DA AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 FUNDAMENTALS AND EVALUATION PRACTICES IN THE CHILDHOOD EDUCATION ANTECEDENTES Y EVALUACIÓN PRÁCTICA EN EDUCACIÓN INFANTIL Amélia de Jesus Marchão

Leia mais

ATIVIDADES EXPERIMENTAIS DAS CIÊNCIAS E AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM NUM PROJETO INTERDISCIPLINAR DE INVESTIGAÇÃO-AÇÃO CTS

ATIVIDADES EXPERIMENTAIS DAS CIÊNCIAS E AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM NUM PROJETO INTERDISCIPLINAR DE INVESTIGAÇÃO-AÇÃO CTS ATIVIDADES EXPERIMENTAIS DAS CIÊNCIAS E AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM NUM PROJETO INTERDISCIPLINAR DE INVESTIGAÇÃO-AÇÃO CTS Ana Paula Santos; António Fernandes; Berta Bemhaja; Cristina Fernandes;

Leia mais

PROPOSTA DE CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2011/2012

PROPOSTA DE CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2011/2012 PROPOSTA DE CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2011/2012 1. INTRODUÇÃO: Na lógica do Decreto-Lei 6/2001, de 18 de janeiro, a avaliação constitui um processo regulador das aprendizagens, orientador do percurso escolar

Leia mais

Guia de Curso. Administração e Gestão Educacional. Mestrado em. 15ª Edição. Universidade Aberta Departamento de Educação e Ensino a Distância

Guia de Curso. Administração e Gestão Educacional. Mestrado em. 15ª Edição. Universidade Aberta Departamento de Educação e Ensino a Distância Universidade Aberta Sede R. da Escola Politécnica, 147 1269-001 Lisboa Campus do Taguspark Av. J. Delors, Edifício Inovação I 2740-122 Porto Salvo, Oeiras Coordenadora: Guia de Curso Lídia Grave-Resendes

Leia mais

Plano de Formação de Colaboradores 2014

Plano de Formação de Colaboradores 2014 2014 Plano de Formação de Colaboradores 2014 Avaliação Nível I/II Avaliação da Satisfação e Aprendizagem A avaliação do valor acrescentado pela formação ao desempenho dos colaboradores é cada vez mais

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DAS ATIVIDADES PEDAGÓGICAS DA ESTBarreiro/IPS

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DAS ATIVIDADES PEDAGÓGICAS DA ESTBarreiro/IPS SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DAS ATIVIDADES PEDAGÓGICAS DA ESTBarreiro/IPS 1. INTRODUÇÃO Este documento tem por objetivo estabelecer o Sistema de Gestão da Qualidade das Atividades Pedagógicas da ESTBarreiro/IPS

Leia mais

Relatório Final da Acção de Formação

Relatório Final da Acção de Formação Acção de Formação: Sustentabilidade na Terra e Energia na Didáctica das Ciências Contexto: utilização da Web 2.0 aplicada à didáctica do ensino das Ciências Relatório Final da Acção de Formação Centro

Leia mais

Inquéritos de Empregabilidade aplicados aos Diplomados

Inquéritos de Empregabilidade aplicados aos Diplomados Escola Superior de Educação de Almada Inquéritos de Empregabilidade aplicados aos Diplomados Ciclos de Estudo de Mestrado Apresentação de Resultados Departamento para a Garantia da Qualidade Fevereiro,

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA

ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA 2012-2015 PLANO DE MELHORIA (2012-2015) 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROCESSO Decorreu em finais de 2011 o novo processo de Avaliação Externa

Leia mais

Índice. Quadro Referencial Avaliação do Desempenho Docente. Índice 01. Introdução 02. Pressupostos 02. Dimensões da Avaliação 03

Índice. Quadro Referencial Avaliação do Desempenho Docente. Índice 01. Introdução 02. Pressupostos 02. Dimensões da Avaliação 03 Quadro Referencial Avaliação do Desempenho Docente Índice Página Índice 01 Introdução 02 Pressupostos 02 Dimensões da Avaliação 03 Domínios e Indicadores da Avaliação 03 Níveis de Desempenho da Avaliação

Leia mais

Proposta. Coordenador de Inovação Tecnológica (CIT)

Proposta. Coordenador de Inovação Tecnológica (CIT) Proposta Coordenador de Inovação Tecnológica (CIT) Índice Nota de Apresentação... 2 1. O que mostram as publicações internacionais... 4 2. Retrospetiva das nossas práticas... 6 3. Análise da Situação Atual...

Leia mais

Janine Garcia 1 ; Adamo Dal Berto 2 ; Marli Fátima Vick Vieira 3

Janine Garcia 1 ; Adamo Dal Berto 2 ; Marli Fátima Vick Vieira 3 ENSINO A DISTÂNCIA: UMA ANÁLISE DO MOODLE COMO INSTRUMENTO NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM DO ENSINO MÉDIO E SUPERIOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE (IFC) - CÂMPUS ARAQUARI

Leia mais

Análise estrutural do webfolio da participante A

Análise estrutural do webfolio da participante A Análise estrutural do webfolio da participante A Notas da Investigadora Investimento nos projectos em que se envolve em notória evidência. O associativismo também é importante. As suas leituras assumem

Leia mais

Tecnologias da Informação e Comunicação

Tecnologias da Informação e Comunicação SUBDOMÍNIO CC8.1. CONHECIMENTO E UTILIZAÇÃO ADEQU ADA E SEGURA DE DIFERENTES TIPOS DE FERRAMENTAS DE COMUNICAÇÃO, DE ACORDO COM AS SITUAÇÕES DE COMUNICAÇÃO E AS REGRAS DE CONDUTA E DE FUNCIONAMENTO DE

Leia mais

... 1º Período. Metas/Objetivos Descritores Conceitos/Conteúdos Estratégias/Metodologias Avaliação

... 1º Período. Metas/Objetivos Descritores Conceitos/Conteúdos Estratégias/Metodologias Avaliação DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E INFORMÁTICA DISCIPLINA: TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PLANIFICAÇÃO DE 8º ANO... 1º Período Domínio COMUNICAÇÃO E COLABORAÇÃO CC8 Conhecimento e utilização adequada

Leia mais

2013/2014 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VIEIRA DE ARAÚJO. Comissão de Autoavaliação PLANO DE AÇÃO

2013/2014 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VIEIRA DE ARAÚJO. Comissão de Autoavaliação PLANO DE AÇÃO 2013/2014 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VIEIRA DE ARAÚJO Comissão de Autoavaliação PLANO DE AÇÃO Vieira do Minho, fevereiro de 2014 SUMÁRIO 1. Introdução 1.1. Conceção de avaliação 1.2. Enquadramento legal 2.

Leia mais

PLANO TIC PLANO DE AÇÃO ANUAL PARA A UTILIZAÇÃO DAS TIC COMO APOIO AO ENSINO E À APRENDIZAGEM

PLANO TIC PLANO DE AÇÃO ANUAL PARA A UTILIZAÇÃO DAS TIC COMO APOIO AO ENSINO E À APRENDIZAGEM PLANO TIC PLANO DE AÇÃO ANUAL PARA A UTILIZAÇÃO DAS TIC COMO APOIO AO ENSINO E À APRENDIZAGEM Ano Letivo 2011/2012 Marinha Grande, Setembro de 2011 1. Índice: Índice 2 1. Introdução 3 2. Caracterização

Leia mais

REGULAMENTO Prova de Aptidão Profissional. Ano Letivo 2015/2016 EPRM ESCOLA PROFISSIONAL DE RIO MAIOR, LDA., EM

REGULAMENTO Prova de Aptidão Profissional. Ano Letivo 2015/2016 EPRM ESCOLA PROFISSIONAL DE RIO MAIOR, LDA., EM REGULAMENTO Prova de Aptidão Profissional Ano Letivo 2015/2016 RG.FIJ.01.00 1/17 REGULAMENTO DA PROVA DE APTIDÃO PROFISSIONAL ÍNDICE Artigo 1º - Natureza e Âmbito... 3 Artigo 2º - Caraterização... 3 Artigo

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES 96 HORAS

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES 96 HORAS FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES 96 HORAS MÓDULOS HORAS FORMADOR 1 - FORMADOR: SISTEMA, CONTEXTOS E PERFIL 10H FRANCISCO SIMÕES 2 SIMULAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL 13H FILIPE FERNANDES 3 COMUNICAÇÃO

Leia mais

OFICINA DE FORMAÇÃO. Educação Sexual em Contexto Escolar: Orientações Actuais. (Maputo, 13 a 24 de Janeiro de 2012) ESCOLA PORTUGUESA DE MOÇAMBIQUE

OFICINA DE FORMAÇÃO. Educação Sexual em Contexto Escolar: Orientações Actuais. (Maputo, 13 a 24 de Janeiro de 2012) ESCOLA PORTUGUESA DE MOÇAMBIQUE OFICINA DE FORMAÇÃO Educação Sexual em Contexto Escolar: Orientações Actuais (Maputo, 13 a 24 de Janeiro de 2012) ESCOLA PORTUGUESA DE MOÇAMBIQUE PROGRAMA 1 1. Introdução Atendendo à constante discussão

Leia mais

Para uma gestão integrada da biblioteca escolar do agrupamento

Para uma gestão integrada da biblioteca escolar do agrupamento Para uma gestão integrada da biblioteca escolar do agrupamento orientações [setembro de 2011] Rede Bibliotecas Escolares Sumário Nota introdutória... 2 Orientações Diretor... 3 Professor bibliotecário...

Leia mais

PROJECTO EDUCATIVO DE AGRUPAMENTO

PROJECTO EDUCATIVO DE AGRUPAMENTO Agrupamento Vertical de Escolas São Vicente/Telheiras (171931) PROJECTO EDUCATIVO DE AGRUPAMENTO 2009 2012 Sede: ESCOLA BÁSICA 2, 3 DE TELHEIRAS Nª 2 Rua Fernando Namora 1600-454 LISBOA Telef.: 217121260

Leia mais

PLANO DE MELHORIA Julho 2014

PLANO DE MELHORIA Julho 2014 PLANO DE MELHORIA Julho 2014 Índice Nota Introdutória... 2 1. Resultados da avaliação externa... 3 2. Áreas e ações de melhoria... 4 3. Acompanhamento e divulgação... 7 AET Plano de melhoria 2014/2015

Leia mais

Manual do Ensino Aprendizagem SIGAQUIPAM

Manual do Ensino Aprendizagem SIGAQUIPAM Manual do Ensino Aprendizagem SIGAQUIPAM Índice Preambulo... 3 ÁREA (ii) APRENDIZAGENS E APOIO AOS ESTUDANTES... 5 1. ASSESSMENT/AVALIAÇÃO... 7 2. IMPROVEMENT/MELHORIA... 7 3. ENGAGEMENT/COMPROMISSO/GARANTIA...

Leia mais

As áreas transversais da educação ganham assim relevo a par do currículo.

As áreas transversais da educação ganham assim relevo a par do currículo. Da escola espera-se a prestação de um serviço transformacional. Da escola espera-se a adoção de uma postura de intervenção no meio. Mas uma intervenção que tem subjacente uma intencionalidade (planificada)

Leia mais

PT Learning Working Group

PT Learning Working Group PT Learning Working Group Reunião n.º 8 Data: 21 de Março 2011 Local: CIEJD Informar e comunicar a UE Iniciativas financiadas pela Comissão Europeia informar UE comunicar Parceria de gestão 2008-2011 Governo

Leia mais

ENTIDADE FORMADORA. C406. Ensino e aprendizagem com TIC na Educação pré-escolar e no 1.º ciclo do Ensino Básico.

ENTIDADE FORMADORA. C406. Ensino e aprendizagem com TIC na Educação pré-escolar e no 1.º ciclo do Ensino Básico. ENTIDADE FORMADORA Formadores: Eunice Macedo e Carlos Moedas C406. Ensino e aprendizagem com TIC na Educação pré-escolar e no 1.º ciclo do Ensino Básico. Escola EB 2,3 Irmãos Passos Guifões 5, 7, 12, 14

Leia mais

AE Lousada. aelousada.net CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO CRITÉRIO GERAIS DE AVALIAÇÃO

AE Lousada. aelousada.net CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO CRITÉRIO GERAIS DE AVALIAÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE LOUSADA CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Escola Básica de Boavista Escola Secundária de Lousada Escola Básica Lousada Centro -Silvares Escola Básica de Boim Escola Básica de Cristelos

Leia mais

O USO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TICS) NO ENSINO DE CIÊNCIAS EM ESCOLAS DA REDE PÚBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO (BRASIL)

O USO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TICS) NO ENSINO DE CIÊNCIAS EM ESCOLAS DA REDE PÚBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO (BRASIL) IX CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE INVESTIGACIÓN EN DIDÁCTICA DE LAS CIENCIAS Girona, 9-12 de septiembre de 2013 COMUNICACIÓN O USO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TICS) NO ENSINO DE CIÊNCIAS

Leia mais

O Segredo do Nosso Insucesso

O Segredo do Nosso Insucesso Escola Básica de 2º e 3º Ciclos José Maria dos Santos Pinhal Novo O Segredo do Nosso Insucesso Professor Jorge Pires ( Subcoordenador do Departamento de Línguas ) Na sequência da solicitação do presidente

Leia mais

PLANO DE MELHORIA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO

PLANO DE MELHORIA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO PLANO DE MELHORIA DO 2015-2017 Conservatório de Música do Porto, 30 de outubro de 2015 1. Introdução... 3 2. Relatório de Avaliação Externa... 5 Pontos Fortes... 5 Áreas de Melhoria... 6 3. Áreas Prioritárias...

Leia mais

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora:

Leia mais

Análise SWOT. julho 2014. Pontos fortes vs Pontos fracos AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE FRONTEIRA. Diretor: João Pedro de Moura Carita Polido

Análise SWOT. julho 2014. Pontos fortes vs Pontos fracos AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE FRONTEIRA. Diretor: João Pedro de Moura Carita Polido julho 2014 Análise SWOT Pontos fortes vs Pontos fracos Diretor: João Pedro de Moura Carita Polido AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE FRONTEIRA Escola Básica Frei manuel Cardoso Escola Básica de Cabeço devide Visão:

Leia mais

Avaliação Externa do Programa das Atividades de Enriquecimento Curricular no 1.º Ciclo do Ensino Básico. Sumário Executivo e Recomendações

Avaliação Externa do Programa das Atividades de Enriquecimento Curricular no 1.º Ciclo do Ensino Básico. Sumário Executivo e Recomendações Avaliação Externa do Programa das Atividades de Enriquecimento Curricular no 1.º Ciclo do Ensino Básico Sumário Executivo e Recomendações Entidade responsável pelo Estudo: Centro de Investigação em Educação

Leia mais

Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC 2

Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC 2 CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DE FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJECTO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS Formulário de preenchimento obrigatório,

Leia mais

Agrupamento de Escolas Dr. Azevedo Neves

Agrupamento de Escolas Dr. Azevedo Neves Agrupamento de Escolas Dr. Azevedo Neves REGULAMENTO DOS CURSOS EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS NÍVEL SECUNDÁRIO Anexo ao Regulamento Interno Aprovado em Conselho Geral a 26 de março de 2014 1 de 10 Índice

Leia mais

FICHA TÉCNICA. ORGANIZADORES José Luís Coelho da Silva Flávia Vieira Maria Alfredo Moreira Maria Judite Almeida ISBN 978-989-8525-28-4

FICHA TÉCNICA. ORGANIZADORES José Luís Coelho da Silva Flávia Vieira Maria Alfredo Moreira Maria Judite Almeida ISBN 978-989-8525-28-4 FICHA TÉCNICA TÍTULO Pedagogia para a autonomia Imaginar e fazer a mudança em tempos difíceis 6º Encontro do Grupo de Trabalho-Pedagogia para a Autonomia (GT-PA) Atas ORGANIZADORES José Luís Coelho da

Leia mais

Projectos de investigação

Projectos de investigação Teses e Projectos de Investigação 261 Projectos de investigação Software Educativo Multimédia: Estrutura, Interface e Aprendizagem Responsável: Ana Amélia Amorim Carvalho Departamento de Currículo e Tecnologia

Leia mais

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Da Beira Interior A.1.a. Identificação

Leia mais

PROJETO EDUCATIVO Ano letivo 2012 2013

PROJETO EDUCATIVO Ano letivo 2012 2013 PROJETO EDUCATIVO Ano letivo 2012 2013 É pela vivência diária que cada um de nós aprende a conhecer-se e a respeitar-se, conhecendo e respeitando os outros, intervindo, transformando e tentando melhorar

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE VIANA DO CASTELO Escola Superior de Educação

INSTITUTO POLITÉCNICO DE VIANA DO CASTELO Escola Superior de Educação INSTITUTO POLITÉCNICO DE VIANA DO CASTELO Escola Superior de Educação Relatório de Concretização do Processo de Bolonha Mestrado em Inovação e Mudança Educacional 2011 (cf. DL n.º 74/2006, de 24 de Março,

Leia mais

MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE

MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE Objectivos gerais do módulo No final do módulo, deverá estar apto a: Definir o conceito de Help Desk; Identificar os diferentes tipos de Help Desk; Diagnosticar

Leia mais

Cursos de Formação em Alternância na Banca Relatório de Follow-up 2010-2013 Lisboa e Porto

Cursos de Formação em Alternância na Banca Relatório de Follow-up 2010-2013 Lisboa e Porto Cursos de Formação em Alternância na Banca Relatório de Follow-up 2010-2013 Lisboa e Porto Outubro de 2015 Índice 1. Introdução... 3 2. Caraterização do Estudo... 4 3. Resultado Global dos Cursos de Lisboa

Leia mais

Sumário. 1. Introdução... 2. 2. Caracterização da Situação no Distrito de Setúbal... 4. 3. Planeamento das acções... 7

Sumário. 1. Introdução... 2. 2. Caracterização da Situação no Distrito de Setúbal... 4. 3. Planeamento das acções... 7 A Internet no 1º Ciclo do Ensino Básico 1 Sumário 1. Introdução... 2 2. Caracterização da Situação no Distrito de Setúbal... 4 3. Planeamento das acções... 7 4. O Site de apoio ao projecto... 9 5. O contacto

Leia mais

Projeto de Ações de Melhoria

Projeto de Ações de Melhoria DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE LISBOA E VALE DO TEJO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALVES REDOL, VILA FRANCA DE XIRA- 170 770 SEDE: ESCOLA SECUNDÁRIA DE ALVES REDOL 400 014 Projeto de Ações de Melhoria 2012/2013

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES PLANIFICAÇÃO DISCIPLINA. TECNOLOGIAS da INFORMAÇÃO e COMUNICAÇÃO (TIC) 7º Ano. Ano letivo 2014-2015

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES PLANIFICAÇÃO DISCIPLINA. TECNOLOGIAS da INFORMAÇÃO e COMUNICAÇÃO (TIC) 7º Ano. Ano letivo 2014-2015 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES PLANIFICAÇÃO da DISCIPLINA de TECNOLOGIAS da INFORMAÇÃO e COMUNICAÇÃO (TIC) 7º Ano Ano letivo 2014-201 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES Desenvolvimento

Leia mais

PLATAFORMA WIGGIO E ENSINO DE LÍNGUAS: UMA PROPOSTA DE INTERAÇÃO NO AMBIENTE VIRTUAL. LOPES, Limerce Ferreira

PLATAFORMA WIGGIO E ENSINO DE LÍNGUAS: UMA PROPOSTA DE INTERAÇÃO NO AMBIENTE VIRTUAL. LOPES, Limerce Ferreira 1 Resumo PLATAFORMA WIGGIO E ENSINO DE LÍNGUAS: UMA PROPOSTA DE INTERAÇÃO NO AMBIENTE VIRTUAL LOPES, Limerce Ferreira Mestre em Letras e Linguística, Instituto Federal de Goiás/Câmpus Goiânia, limercelopes@hotmail.com

Leia mais

O GOOGLE SITES NA APRESENTAÇÃO DO V DE GOWIN DE UMA INVESTIGAÇÃO EXPERIMENTAL EM CIÊNCIAS NATURAIS

O GOOGLE SITES NA APRESENTAÇÃO DO V DE GOWIN DE UMA INVESTIGAÇÃO EXPERIMENTAL EM CIÊNCIAS NATURAIS O GOOGLE SITES NA APRESENTAÇÃO DO V DE GOWIN DE UMA INVESTIGAÇÃO EXPERIMENTAL EM CIÊNCIAS NATURAIS Berta Bemhaja, Elizabeth Ashall, Inês Tavares, Sara Barroca, Zara Baltazar Escola Secundária, com 3º ciclo,

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTUDOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA

REGULAMENTO DE ESTUDOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA NORMAS REGULAMENTARES De acordo com o estipulado pelos artigos 14.º e 26.º do Decreto-Lei n.º 107/2008, de 25 de Junho REGULAMENTO DE ESTUDOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA Regulamento n.º 487/2010,

Leia mais

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução:

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução: EDIÇÃO 2011/2012 Introdução: O Programa Formação PME é um programa financiado pelo POPH (Programa Operacional Potencial Humano) tendo a AEP - Associação Empresarial de Portugal, como Organismo Intermédio,

Leia mais

O que é a EPALE? É uma plataforma informática financiada pelacomissãoeuropeia; Disponívelem ec.europa.eu/epale/pt

O que é a EPALE? É uma plataforma informática financiada pelacomissãoeuropeia; Disponívelem ec.europa.eu/epale/pt EPALE ELECTRONIC PLATFORM FOR ADULT LEARNING IN EUROPE fevereiro e março de 2015 O que é a EPALE? É uma plataforma informática financiada pelacomissãoeuropeia; Disponívelem ec.europa.eu/epale/pt Qual a

Leia mais

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE VELAS PROJETO DE APOIO EDUCATIVO

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE VELAS PROJETO DE APOIO EDUCATIVO ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE VELAS PROJETO DE APOIO EDUCATIVO Ano Letivo 2015-2016 ÍNDICE ÍNDICE 2 CAPÍTULO I 3 (Introdução) 3 CAPÍTULO II 3 (Objetivos) 3 CAPÍTULO III 4 (Destinatários) 4 CAPÍTULO IV

Leia mais

Planificação TIC - 8.º Ano 2012/2013

Planificação TIC - 8.º Ano 2012/2013 Agrupamento de Escolas Dr. Vieira de Carvalho Planificação TIC - 8.º Ano 2012/2013 AULAS PREVISTAS (50 minutos) 1.- Conhecimento e utilização adequada e segura de diferentes tipos de ferramentas de comunicação,

Leia mais

2. Enquadramento metodológico

2. Enquadramento metodológico 1. A Agenda 21 LOCAL 1. Em 1992, no Rio de Janeiro, a Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento (CNUAD) aprovou um Plano de Acção para o Século 21, intitulado Agenda 21. Realizada

Leia mais

TÍTULO: A Educação Inclusiva no Contexto da Escola Pública: Um Desafio

TÍTULO: A Educação Inclusiva no Contexto da Escola Pública: Um Desafio Inovador TÍTULO: A Educação Inclusiva no Contexto da Escola Pública: Um Desafio Autoria: Gabriela Canastra Palavras-chave: Necessidades Educativas Especiais; Educação Inclusiva; Perspetiva Ecológica; Qualidade

Leia mais

Comunidades de Aprendizagem na Web: Uma Experiência com Alunos do Ensino Superior

Comunidades de Aprendizagem na Web: Uma Experiência com Alunos do Ensino Superior 1 Comunidades de Aprendizagem na Web: Uma Experiência com Alunos do Ensino Superior Luísa Miranda e Carlos Morais, Instituto Politécnico de Bragança, Paulo Dias e Conceição Almeida, Universidade do Minho

Leia mais

APEL Associação Promotora do Ensino Livre REGRAS DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA ANEXO AO REGULAMENTO INTERNO

APEL Associação Promotora do Ensino Livre REGRAS DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA ANEXO AO REGULAMENTO INTERNO APEL Associação Promotora do Ensino Livre REGRAS DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA ANEXO AO REGULAMENTO INTERNO ÍNDICE 1. ENQUADRAMENTO 2. REQUISITOS DE ACESSO E FORMAS DE INSCRIÇÃO 3. CRITÉRIOS

Leia mais

Relatório Final da Acção de Formação Sustentabilidade na Terra e Energia na Didáctica das Ciências (1 de Julho a 13 de Setembro de 2008)

Relatório Final da Acção de Formação Sustentabilidade na Terra e Energia na Didáctica das Ciências (1 de Julho a 13 de Setembro de 2008) Relatório Final da Acção de Formação Sustentabilidade na Terra e Energia na Didáctica das Ciências (1 de Julho a 13 de Setembro de 2008) Centro de Formação Centro de Formação da Batalha Formando Selma

Leia mais

Anexo VI Transcrição da entrevista realizada à equipa técnicopedagógica

Anexo VI Transcrição da entrevista realizada à equipa técnicopedagógica Anexo VI Transcrição da entrevista realizada à equipa técnicopedagógica do CNOGE (Grupo2) Entrevistados: Entrevista Grupo 2 E6 Formadora de Linguagem e Comunicação e de Cidadania e Empregabilidade E7 Formadora

Leia mais

Relatório Questionário on-line

Relatório Questionário on-line Associação Portuguesa dos Gestores e Técnicos dos Recursos Humanos Seminário: Novos Caminhos, Novos Desafios da Formação Certificada Relatório Questionário on-line Relatório 1. Introdução e Objectivos

Leia mais

RELATÓRIO COMUNICAÇÃO E RELAÇÕES INTERPESSOAIS NO LOCAL DE TRABALHO RESULTADOS DA AVALIAÇÃO

RELATÓRIO COMUNICAÇÃO E RELAÇÕES INTERPESSOAIS NO LOCAL DE TRABALHO RESULTADOS DA AVALIAÇÃO RELATÓRIO COMUNICAÇÃO E RELAÇÕES INTERPESSOAIS NO LOCAL DE TRABALHO RESULTADOS DA AVALIAÇÃO VILA DO PORTO, JUNHO 05 RELATÓRIO COMUNICAÇÃO E RELAÇÕES INTERPESSOAIS NO LOCAL DE TRABALHO RESULTADOS DA AVALIAÇÃO

Leia mais

!"#$% #!$%&'()(*!#'+,&'(-.%'(.*!/'0.',1!,)2-(34%5! 6,-'%0%7.(!,!#'%8(34%! &#'(%)*%+,-.%

!#$% #!$%&'()(*!#'+,&'(-.%'(.*!/'0.',1!,)2-(34%5! 6,-'%0%7.(!,!#'%8(34%! &#'(%)*%+,-.% !"#$% #!$%&'()(*!#'+,&'(-.%'(.*!/'0.',1!,)2-(34%5! 6,-'%0%7.(!,!#'%8(34%! &#'(%)*%+,-.%! https://sites.google.com/site/grupouabpeti/ ISBN: 978-972-674-744-4! "! DIRETORES DE CURSO: PERSPETIVAS E CARACTERIZAÇÃO

Leia mais

Grupo Disciplinar. de Filosofia. Relatório de análise dos resultados da Avaliação Interna e Externa à disciplina. Ano letivo de 2012/2013

Grupo Disciplinar. de Filosofia. Relatório de análise dos resultados da Avaliação Interna e Externa à disciplina. Ano letivo de 2012/2013 Grupo Disciplinar de Filosofia Relatório de análise dos resultados da Avaliação Interna e Externa à disciplina de Filosofia Ano letivo de 2012/2013 A Coordenadora de Grupo Disciplinar: Maria João Pires

Leia mais

Rede de Informação do INE em Bibliotecas do Ensino Superior

Rede de Informação do INE em Bibliotecas do Ensino Superior Rede de Informação do INE em Bibliotecas do Ensino Superior Francisco Correia Departamento de Difusão e Promoção Instituto Nacional de Estatística Avenida António José de Almeida 1000-043 Lisboa Tel: 218426143

Leia mais

Programa de Formação Líderes Inovadores 2015-2016 PLANO DE MUDANÇA E INOVAÇÃO

Programa de Formação Líderes Inovadores 2015-2016 PLANO DE MUDANÇA E INOVAÇÃO Programa de Formação Líderes Inovadores 2015-2016 PLANO DE MUDANÇA E INOVAÇÃO Melhorar a Comunicação entre as unidades orgânicas do Agrupamento de Arcozelo Manuel Fernandes de Amorim Agrupamento de Escolas

Leia mais

Critérios Gerais de Avaliação

Critérios Gerais de Avaliação Ensino Secundário 10º ano Cursos Científico Humanísticos Ano Letivo 2014/2015 Critérios Gerais de Avaliação O presente documento pretende materializar a execução dos princípios orientadores da avaliação

Leia mais

INGLÊS. Actividades de Enriquecimento Curricular no 1º Ciclo do Ensino Básico. Relatório final de acompanhamento

INGLÊS. Actividades de Enriquecimento Curricular no 1º Ciclo do Ensino Básico. Relatório final de acompanhamento Associação Portuguesa de Professores de Inglês Actividades de Enriquecimento Curricular no 1º Ciclo do Ensino Básico INGLÊS Relatório final de acompanhamento APPI - CAP 2011/2012 1 1. INTRODUÇÃO Este relatório

Leia mais

Introdução ao e-learning

Introdução ao e-learning Introdução ao e-learning Francisco Restivo FEUP/IDIT fjr@fe.up.pt Guião Ser um e-aprendente competente Trabalho de casa: pensar num curso Ser um desenhador de cursos competente Trabalho de casa: desenhar

Leia mais

CIRCULAR. Assunto: Avaliação na Educação Pré- Escolar

CIRCULAR. Assunto: Avaliação na Educação Pré- Escolar CIRCULAR Data: 11/04/2011 Circular nº.: 4 /DGIDC/DSDC/2011 Assunto: Avaliação na Educação Pré- Escolar Para: Inspecção-Geral de Educação Direcções Regionais de Educação Secretaria Regional Ed. da Madeira

Leia mais

de CriAtividade ABRINDO PORTAS PARA O FUTURO!

de CriAtividade ABRINDO PORTAS PARA O FUTURO! ABRINDO PORTAS PARA O FUTURO! PROMOTOR O Torrance Center (www.tcportugal.org) é uma associação científico-pedagógica, sem fins lucrativos, que tem por objetivo promover o desenvolvimento da criatividade

Leia mais