JEAN CARLOS COMPIANI PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS - PPRA EM UMA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS

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1 JEAN CARLOS COMPIANI PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS - PPRA EM UMA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS JOINVILLE - SC 2006

2 1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO CPG JEAN CARLOS COMPIANI PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS - PPRA EM UMA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Programa de Pós-Graduação, Latu Sensu, da Universidade do Estado de Santa Catarina, Centro de Ciências Tecnológicas, para obtenção do grau de especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho, formação Mercado de Trabalho. Orientador: César Malutta JOINVILLE - SC 2006

3 2 JEAN CARLOS COMPIANI PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS - PPRA EM UMA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS Esta Monografia foi julgada APTA para obtenção do título de Especialista, formação Mercado de Trabalho, em Engenharia de Segurança do Trabalho, e aprovada em sua forma final pelo Programa de Pós-Graduação do Centro de Ciências Tecnológicas CCT, da Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC. BANCA EXAMINADORA: Orientador: Membros: Prof.César Malutta, Dr. UDESC Prof. Ascanio Pruner, Ms. UDESC Prof. Wilson José Mafra, Dr. UDESC JOINVILLE SC 2006

4 3 AGRADECIMENTOS À família, em especial a minha mãe e minha avó. A Raquel, pelo apoio em toda a jornada do curso. A todos os professores do curso de Pós Graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho. Aos colegas de sala pela amizade e companheirismo durante todas estas sextas e sábados passados juntos. A todas as pessoas que de alguma forma contribuíram para mais uma de minhas conquistas.

5 4 RESUMO Este trabalho apresenta a elaboração do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA de uma estação de tratamento de efluentes industriais. Também serão apresentadas as etapas exigidas pela NR-9 como antecipação, reconhecimento, avaliação dos riscos ambientais e medidas de controle. As etapas foram elaboradas de acordo com a análise do posto de trabalho e função de cada trabalhador da estação de tratamento de efluentes. Concluídas todas as etapas propostas pelo trabalho pode-se concluir que a estação de tratamento de efluentes industriais é um ambiente de trabalho onde há existência de insalubridade, devido aos níveis de ruído, manipulação de produtos químicos, contato com agentes biológicos e agentes ergonômicos, devido à estação operada quase que toda manualmente. Não foram identificados agentes que pudessem ser caracterizados como perigosos. Dentro do quadro de funções da estação de tratamento, pode-se concluir também que a função com maior risco ao trabalhador é a de operador de estação de tratamento devido ao maior tempo de exposição aos riscos ambientais que a função exige. Palavras Chaves: PPRA; Efluentes; Riscos Ambientais; Tratamento

6 5 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO Apresentação do tema Objetivos Objetivo Geral Objetivos Específicos Justificativa Delimitação tema Organização do trabalho A EMPRESA FOX WATER REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Histórico da Engenharia de Segurança do Trabalho Gerenciamento de Riscos Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS DE UMA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS Dados da empresa...20

7 6 4.2 Objetivo Descrição da atividade Número de funcionários Cronograma de implantação das etapas do PPRA Etapas do PPRA Antecipação dos riscos Reconhecimento dos riscos Avaliação dos riscos Medidas de controle Monitoramento CONCLUSÃO...32 REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS...34

8 7 1. INTRODUÇÃO A Engenharia de Segurança do Trabalho é uma ciência que tem como essência a prevenção, controle e eliminação de acidentes e doenças relacionadas ao meio ambiente de trabalho e sua execução. O PPRA é uma ferramenta da Engenharia de Segurança do Trabalho, e tem como objetivo a prevenção da saúde e integridade dos trabalhadores através da antecipação, reconhecimento, avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, levando em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. Assim sendo o PPRA pode ser comparado ao gerenciamento de riscos, que pode ser definido como a ciência, que visa à proteção dos recursos humanos, materiais e financeiros de uma empresa, no que se refere à eliminação, redução ou ainda financiamento dos riscos, caso seja economicamente viável. 1.1 Apresentação do tema O presente trabalho tem como tema a elaboração do PPRA de uma estação de tratamento de efluentes industriais.

9 8 O PPRA é um programa técnico-preventivo, e faz parte de uma ampla iniciativa, no que diz respeito à prevenção da saúde e da integridade física dos trabalhadores. 1.2 Objetivos Objetivo Geral Elaborar o PPRA de uma estação de tratamento de efluentes industriais, de acordo com a NR Objetivos Específicos Antecipar os riscos ambientais; Reconhecer os riscos ambientais; Avaliar os riscos ambientais; Controlar os riscos ambientais

10 9 1.3 Justificativa Devido ao grande número de acidentes de trabalho ocorridos no Brasil, o PPRA apresenta-se como uma ferramenta para ser utilizada no gerenciamento dos riscos ambientais decorrentes do trabalho e de seu meio ambiente. Através dele pode-se antecipar os riscos ambientais ao qual o trabalhador, que exerce certa função em um determinado posto de trabalho, está exposto. Pode-se também reconhecer e avaliar qual o tipo de risco ambiental ao qual está exposto e qual sua magnitude, e por fim podem-se propor medidas de controle que venham diminuir ou eliminar os efeitos causados pelos agentes ambientais. Sendo assim o PPRA é de suma importância para que se possa prever, controlar ou eliminar os riscos ao quais os trabalhadores estão expostos em seu dia-a-dia de trabalho. 1.4 Delimitação do tema Neste projeto foram contempladas as seguintes etapas do PPRA: antecipação, reconhecimento, avaliação e controle de riscos ambientais. Estas etapas foram desenvolvidas a partir da análise do posto de trabalho e função que cada funcionário exerce. Foram analisadas as seguintes funções: Assistente Técnico, Operador de Manutenção e Operador de Estação de Tratamento de Efluentes. A análise do posto de trabalho é igual para todas as funções, pois todos os funcionários exercem suas atividades no mesmo local de trabalho. Os resultados

11 10 e dados contidos neste trabalho são de caráter essencialmente técnico no que diz respeito ás condições do ambiente de trabalho existentes no período do levantamento e nos locais analisados. 1.5 Organização do Trabalho Este trabalho esta dividido em cinco capítulos. No primeiro capítulo será apresentada a introdução do trabalho juntamente com seus objetivos, justificativa e delimitação do tema. O segundo capítulo abrange um histórico e apresentação da empresa onde será realizado o Programa de Prevenção de Riscos ambientais. No terceiro capítulo foi elaborada uma revisão da literatura, onde estão expostos um histórico da Engenharia de Segurança do Trabalho, conceito de gerenciamento de riscos e uma explicação detalhada sobre o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. O quarto capítulo é onde está desenvolvido o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) referente à estação de tratamento de efluentes industriais, nele estão descritos todos os passos e dados coletados para a avaliação do meio ambiente de trabalho. No quinto capítulo, após a análise do PPRA da estação foi elaborada uma conclusão sobre o ambiente de trabalho da estação de tratamento de efluentes industriais.

12 11 2. A EMPRESA FOX WATER A Fox Water é uma empresa com sede em Campinas SP, e presta serviços na área de meio ambiente no Brasil e no Mercosul. Atua desde 1992 e fornece serviços especializados em tratamento de efluentes, resíduos sólidos e monitoramento de emissões gasosas. A empresa detem tecnologia de ponta na área de tratamento de efluentes com alta carga orgânica, desaguamento de lodo e reuso de água, e com a experiência adquirida tem capacidade para atender seus clientes desde o tratamento da água até a destinação final dos resíduos sólidos e líquidos. O presente Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) será aplicado em uma estação de tratamento de efluentes industriais terceirizada e localizada na empresa Tupy Fundições, como forma de prevenir os riscos ambientais decorrentes do meio ambiente de trabalho. A Estação de tratamento de efluentes oleosos foi implantada no ano de 2000, a principio com capacidade de tratamento de 250m 3 /mês e com apenas 3 funcionários. Devido ao aumento de produção, com o passar dos anos a Estação de Tratamento teve sua capacidade ampliada para 750m 3 /mês e seu número de funcionários aumentou para 6.

13 12 3. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 3.1 História da Engenharia de Segurança do Trabalho O trabalho foi uma atividade incorporada à própria existência do homem; todavia, a preocupação em controlar os malefícios causados ao homem pelo trabalho é bem recente (BISSO, 1990, p.15). Alguns estudiosos dedicaram-se ao assunto a partir do ano de Entre eles, pode-se citar George Bauer que, em 1556, publicou um livro sobre as principais doenças e acidentes de que os mineiros e fundidores de ouro e prata eram vítimas. Em seu livro, deu destaque a uma doença que chamou asma dos mineiros, causada pelo pó das minas. Hoje em dia esta doença tem o nome genérico de pneumoconiose e é causada pelo depósito de poeira nas paredes do pulmão (BISSO, 1990). Bisso (1990) cita que em 1567, Paracelso escreveu uma monografia sobre a relação entre trabalho e doença. Nesta monografia, Paracelso descreveu características de doenças típicas de trabalhadores que se utilizavam de determinados métodos e substâncias, com destaque para a intoxicação por mercúrio. O médico italiano Bernardino Ramazzini, em 1700, hoje considerado pai da medicina do trabalho, escreveu um livro chamado: De Morbis Artificum Diatriba,

14 13 onde descrevia com precisão inúmeras doenças, relacionando-as ao exercício de determinadas profissões. Ramazzini conseguiu esse feito simplesmente porque, ao entrevistar seus pacientes, perguntava-lhes: - Qual era sua ocupação?(bisso, 1990). Conforme Barbosa (2004, p.04) Em 1781, Watt inventou a primeira máquina a vapor, o que possibilitou a instalação de fábricas com máquinas de fiação e tecelagem ao qual produziam-se tecidos com elevados índices de produção. Com isso, as doenças ocupacionais e os acidentes de trabalho eram muito freqüentes principalmente em crianças devido a falta de proteção das máquinas. (BARBOSA, 2004, p.04). Barbosa (2004) menciona que, em 1802 foi criada a primeira lei de proteção aos trabalhadores que foi a Lei de Saúde e Moral dos Aprendizes,que proibia o aprendizado do trabalho em mineração para menores antes de cumprir 9 anos de idade, o trabalho noturno dos mineiros e estabelecia o limite da jornada de trabalho em 12 horas por dia. No ano de 1830, um industrial inglês criou o primeiro serviço médico de fábrica, seu objetivo era cuidar da saúde das crianças trabalhadoras. Mas sindicatos de trabalhadores, legalizados desde 1824 na Inglaterra, já desenvolviam, de um lado, uma intensa luta por melhores condições de trabalho e, de outro, queriam assistência aos trabalhadores acidentados ou doentes, garantindo-lhes cuidados médicos e sobrevivência através de indenizações ou pensões. (BISSO, 1990). Segundo Barbosa (2004, p.04) Somente em 1834 os empregadores tiveram a iniciativa de solicitar medidas que viessem melhorar as condições de trabalho. Logo em seguida, surgiu então a Lei das Fábricas Factory Act, cuja aplicação da lei atingia todas as indústrias têxteis, hidráulicas ou a vapor, que proibia o trabalho noturno aos menores de 18 anos e restringia o trabalho do menor a 12 horas por dia e jornada de 69 horas por semana.

15 14 Em 1919, pelo Tratado de Versailles, foi criada em Genebra a Organização Internacional do Trabalho (OIT). (BARBOSA, 2004, p.04) Bisso (1990) relata que com o término da Segunda Guerra Mundial, em 1945, e com a criação da Organização das Nações Unidas ONU, foram criadas também a Organização Mundial do Trabalho (OIT) e Organização Mundial de Saúde (OMS), estas duas entidades têm defendido, estimulado e apoiado os direitos dos trabalhadores nos campos da saúde e segurança do trabalho, tendo como base a Declaração dos Direitos do Homem. No Brasil, foram somente cogitadas medidas relativas à proteção dos trabalhadores, após o término da 1º Guerra Mundial (BARBOSA, 2004). Segundo Barbosa (2004), a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) foi a lei que abriu espaço para o desenvolvimento da Segurança e Saúde no Trabalho. Com a aprovação pelo Decreto-lei nº em 1º de Maio de 1943, a CLT dedicou o capítulo V do Título II de seu anexo à higiene e segurança do trabalho, hoje denominada segurança e medicina do trabalho. (BARBOSA, 2004, p.06) Barbosa (2004) menciona que a primeira regulamentação da CIPA aconteceu em 1945, através da Portaria 229. Criada pelo Departamento Nacional do Trabalho DNT. Em 1950, surgiu a primeira Norma Regulamentadora de Higiene e Segurança do Trabalho nas Minas através da Portaria nº 39 do Ministério do Trabalho, Indústria a Comércio. Depois desta norma surgiram novas portarias que regulavam outras atividades e hoje através da Portaria 3.214/78, foi elaborada as Normas Reguladoras NR s. (BARBOSA, 2004, p.06). No final dos anos 60 e início dos anos 70, o Brasil era considerado campeão mundial de acidentes de trabalho. E até hoje em dia nossos índices de acidentes não são muito menores que na época mencionada (BISSO, 1990).

16 15 Bisso (1990) relata que o Ministério do Trabalho, em 1978, elaborou um conjunto de normas legais que abrangiam quase todos os aspectos da segurança e medicina do trabalho. O acatamento desse conjunto de leis pelas empresas tornaria o Brasil um dos campeões mundiais de prevencionismo, mas, infelizmente isso não aconteceu, e a lei ficou quase que toda ignorada. De acordo com Bisso (1990, p.71) no início dos anos 80, alguns sindicatos de trabalhadores, principalmente dos metalúrgicos e químicos, perceberam que poderiam utilizar as CIPAS para alavancar algumas de suas reivindicações relativas às condições de trabalho. No Brasil, nos últimos anos, o debate gerado pela 8º conferência Nacional de Saúde em 1986, particularizado pela 1º Conferência Nacional de Saúde dos Trabalhadores em 1987, deu inicio a um processo de discussão sistemático de redefinição de questão da saúde dos trabalhadores. O texto da Constituição Brasileira de 1988, em seu artigo 200, estabelece que compete ao Sistema Único de Saúde (SUS), além de outras atribuições, executar as ações de saúde do trabalhador. (BARBOSA, 2004, p.07). 3.2 Gerenciamento de Riscos Segundo Malutta (2005, p.08) Risco sempre esteve e sempre estará presente em toda e qualquer atividade humana. A solução mais sensata parece ser a admissão por parte da sociedade, da relação intrínseca existente entre a sua existência e a sua autodestruição, aprendendo a identificar, controlar e conviver com os riscos inevitáveis. Conforme Malutta (2005), o risco é uma ou mais condições de uma variável com o potencial necessário para causar danos, que podem ser caracterizados como lesões a pessoas, danos a equipamentos e instalações, danos ao meio ambiente, perda de material em processo ou redução da capacidade de produção.

17 16 O gerenciamento de riscos é um instrumento de mitigação e administração dos riscos encontrados no meio industrial. O mesmo oferece filosofias e ferramentas técnicas que têm como objetivo a otimização do uso da tecnologia, integrando a segurança do trabalho e a segurança patrimonial (MALUTTA, 2005). A gerência de riscos surgiu nos EUA, após a Segunda Guerra Mundial. Foi trazida para o Brasil por filiais de multinacionais, tendo como objetivo reduzir os custos relativos ao pagamento de seguros e também aumentar a proteção do patrimônio e dos trabalhadores (MALUTTA, 2005). De acordo com Malutta (2005), no Brasil a gerência dos riscos é uma técnica nova, baseada na identificação, análise, avaliação e tratamento dos riscos dentro de uma empresa. O gerenciamento de riscos tem objetivo de minimizar a possibilidade de ocorrência de incidentes e acidentes, melhorando a segurança dos trabalhadores e reduzindo os gastos com seguros. 3.3 Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação da saúde e integridade dos trabalhadores (NR- 9, 1978, p.101). O PPRA deve ser desenvolvido no âmbito de cada estabelecimento da empresa, e é de responsabilidade do empregador, com a participação dos trabalhadores, sendo que sua abrangência e profundidade irão depender das características dos riscos existentes e das necessidades de controle (NR-9, 1978).

18 17 Segundo NR-9 (1978), são considerados riscos ambientais os agentes físicos, químicos, biológicos e ergonômicos existentes nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, podem causar danos a saúde do trabalhador. Conforme NR-9 (1978), os agentes físicos são considerados as diversas formas de energia que os trabalhadores podem estar expostos, tais como ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes, radiações não ionizantes, bem como infra-som e ultra-som. Agentes químicos são as substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de poeira, fumos, névoas, neblinas, gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele ou ingestão (NR-9, 1978). Consideram-se agentes biológicos as bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus, entre outros. (NR-9, 1978, p.102) Aos riscos ambientais devem ser acrescentados ainda, os riscos de acidentes e os denominados riscos ergonômicos. Riscos ergonômicos são aspectos relacionados a organização do trabalho, ao mobiliário, aos equipamentos, máquinas, às condições ambientais do posto de trabalho, ao levantamento, transporte e descarga de materiais (BARBOSA, 2004). Risco de acidente é a possibilidade real ou potencial capaz de causar lesão e ou morte, danos ou perdas patrimoniais, interrupção de processo de produção (BARBOSA, 2004).

19 18 Segundo Saliba et al. (2002, p.189), o agente ambiental iluminação foi revogado pela Portaria n.3.751/90 e passou a ser considerado agente ergonômico na NR-17. Segundo NR-9 (1978), o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA deve englobar as seguintes etapas: 1) antecipação e reconhecimento dos riscos; 2) estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle; 3) avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores; 4) Implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia; 5) Monitoramento da exposição aos riscos; 6) Registro e divulgação dos dados. A antecipação dos riscos potenciais e futuros está ligada diretamente com a análise de projetos de novas plantas industriais e métodos de trabalho e, deverá ser realizada sempre que novas mudanças e propostas futuras forem abordadas na empresa (WEBSTER, 2001). O reconhecimento é a identificação qualitativa dos riscos ambientais nos diferentes postos de trabalho, principais fontes geradoras, caracterização da exposição e medidas de controle (SALIBA et al., 2002). De acordo com Webster (2001), na fase do reconhecimento dos riscos devem ser reunidas todas as informações necessárias para se elaborar um diagnostico da real situação dos riscos ambientais, identificando o processo de trabalho, as medidas preventivas existentes e sua eficácia. A avaliação dos riscos deverá ser realizada em cada etapa de elaboração do PPRA, através da análise dos dados qualitativos e quantitativos, quando necessário, dos agentes agressores ao trabalhador e ao meio ambiente (WEBSTER,2001).

20 19 Conforme Webster (2001), após a Finalização das etapas de reconhecimento e avaliação, com a especificação das condições de riscos as quais os trabalhadores estão expostos, deve-se avaliar os dados obtidos e estabelecer prioridades de ação e controle. A equipe técnica responsável pela realização do PPRA deve fazer um comparativo entre os levantamentos ambientais já realizados pela empresa no passado, com o levantamento ambiental atual, resultando na determinação da eficácia das medidas preventivas existentes (WEBSTER, 2001). Segundo a NR-9 (1978, p.104) Para o monitoramento da exposição dos trabalhadores e das medidas de controle, deve ser realizada uma avaliação sistemática e repetitiva da exposição a um dado risco, visando a introdução ou modificação das medidas de controle, sempre que necessário. As medidas de controle visam eliminar, minimizar ou controlar os riscos ambientais. (SALIBA, 2002, p. 196) O registro dos dados do PPRA deverá ser mantido pelo empregador ou instituição, para que se obtenha um histórico técnico e administrativo do desenvolvimento do PPRA e deverá ser mantido por um período mínimo de 20 anos (SALIBA, 2002). Além dos requisitos legais, o PPRA deverá ser parte integrante do processo produtivo da empresa, e passar a ser visto como uma ferramenta útil que visa melhorar constantemente o ambiente de trabalho, aumentando a satisfação física e mental dos trabalhadores e, em conseqüência aumento da produção e da qualidade dos serviços prestados ( Webster, 2001).

21 20 4. DESENVOLVIMENTO DO PPRA EM UMA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS A operação de uma estação de tratamento de efluentes é uma atividade onde há contato com vários tipos de agentes de risco. Riscos estes que podem ser eliminados ou pelo menos minimizados ao máximo para que o trabalhador tenha preservado sua saúde e integridade física. Por isso se faz necessário a elaboração do PPRA, a fim de identificar estes riscos, e propor medidas para minimização ou eliminação dos mesmos. 4.1 Dados da Empresa Nome: Fox Water Tecnologia da Água e Equipamentos LTDA. Endereço: Av. Ricardo Bassoli Cesare nº1915 Jardim Bandeiras CEP: Campinas SP CNPJ: /

22 Objetivo O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), estabelecido pela Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho em sua Norma Regulamentadora NR-9, tem como objetivo a preservação da saúde e integridade dos trabalhadores através da antecipação, reconhecimento, avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, levando-se em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. Para a elaboração do PPRA foram considerados os seguintes agentes: Agentes Físicos São as diversas formas de energia a que possam estar expostos os trabalhadores, tais como ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes e não ionizantes, infra-som e ultra-som. Agentes Químicos São as substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão. Agentes Biológicos São consideradas as bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus, entre outros.

23 22 Agentes Ergonômicos São desajustes de ritmo e freqüência de trabalho, equipamento e instrumentos utilizados na atividade profissional que podem gerar desgaste físico, emocional, fadiga, sono, dores musculares na coluna e articulações. 4.3 Descrição da atividade Tratamento de efluentes industriais 4.4 Nº de funcionários expostos, cargo e função O número total de funcionários, expostos aos agentes ambientais, na estação de tratamento de efluentes é Assistente técnico; - 01 Operador de manutenção; - 04 Operadores de estação de tratamento

24 Cronograma de implantação das etapas do PPRA Cronograma de Implantação do PPRA** Etapas Mai Jun Jul Ago Set 1º 2º 1º 2º 1º 2º 1º 2º 1º 2º Antecipação dos riscos Reconhecimento dos riscos Avaliação dos riscos Medidas de controle Monitoramento * * O monitoramento do PPRA deve ser realizado constantemente para garantir sua eficácia. * Cronograma apresentado de forma quinzenal. 4.6 Etapas do PPRA 1 Antecipação dos riscos 2 Reconhecimento dos riscos 3 Avaliação dos riscos 4 Medidas de controle 5 Monitoramento

25 Antecipação dos riscos Plano de ação: Estabelecer como rotina da área e pessoas envolvidas a avaliação prévia de saúde e segurança que privilegia o homem quando: - Projeto de ampliação das instalações; - Métodos de trabalhos novos ou já existentes; - Aquisição de novas máquinas e equipamentos; - Processos de produção; - Compra de matéria-prima e insumos que possam comprometer a saúde e segurança do trabalhador Reconhecimento dos risco RECONHECIMENTO Posto de trabalho: Estação de tratamento de efluentes Data: 01/05/2006 a 14/07/2006 Cargo: Assistente Técnico I Função: Assistência técnica e coordenação da estação de tratamento de efluentes e supervisão dos operadores. Turno de trabalho: Administrativo (7hs 20min às 17hs 08min) Número de trabalhadores expostos: 01 Descrição da atividade: Coordenação de operação e manutenção e assistência técnica à Estação de tratamento, e supervisão dos operadores. Descrição do local de trabalho: Local de trabalho aberto com cobertura apenas na área do filtro prensa. Alguns tanques ficam em cima de plataformas de aço com piso antiderrapante, é necessário subir escadas. O piso da estação é de concreto e a Iluminação é adequada. A estação de tratamento é cercada por uma mureta de

26 25 contenção. Agentes ambientais (físicos, químicos, biológicos e ergonômicos): Físicos: Os trabalhadores expõe-se a dose de ruído de 90 db(a), ultrapassando o limite de tolerância que constam no anexo 1 da NR15. Químicos: Manipulação de produtos químicos: Policloreto de alumínio, Cal hidratada e ácido sulfúrico. Biológico: Ao fazer coleta de efluentes nos tanques de tratamento biológico o trabalhador fica exposto a bactérias, presentes no lodo do efluente. Ergonômico: O trabalhador exerce a função sentado em uma mesa de escritório e andando pela área da ETE movimentando-se constantemente com liberdade para descanso. O esforço físico é leve. Iluminamento com 400 lux (escritório) e 350 lux (estação de tratamento), dentro do especificado na NBR Caracterização da exposição: Ruído: Contato permanente com ruído de equipamentos. Produtos químicos: Manuseio esporádico de produtos químicos. Biológico: Exposto esporadicamente a agentes biológicos pelo contato com efluente dos tanques de tratamento biológico. Ergonômico: Permanente Fontes geradoras: Ruído: O ruído é proveniente de equipamentos que estão ao redor da ETE como sistema de exaustão e torre de refrigeração. Produtos químicos: Os produtos químicos (Policloreto de alumínio, Cal hidratada e ácido sulfúrico) são utilizados no tratamento do efluente. Biológico: As bactérias são provenientes do lodo dos tratamentos biológicos. Controles existentes: Ruído: Treinamento, conscientização e obrigatoriedade do uso de EPI (protetor auricular). Aquisição de EPI s com C.A.- Certificado de Aprovação. Produtos químicos: Treinamento, conscientização e obrigatoriedade do uso de EPI (máscara respiratória, luvas, avental, óculos ou viseira de proteção). Aquisição de EPI s com C.A.- Certificado de Aprovação. Biológico: Treinamento, conscientização e obrigatoriedade do uso de EPI (luvas, óculos e avental de proteção). Aquisição de EPI s com C.A.- Certificado de Aprovação. Ergonômico: Orientação e conscientização para que o operador mantenha uma postura correta ao trabalhar. RECONHECIMENTO Posto de trabalho : Estação de tratamento de efluentes Data: 01/05/2006 a 14/07/2006 Cargo: Operador de manutenção I Função: Manutenção dos equipamentos da estação de tratamento de efluentes Turno de trabalho: Administrativo (7hs 20min às 17hs 08min) Número de trabalhadores expostos: 01 Descrição da atividade: Manutenção geral dos equipamentos da estação de tratamento (bombas, motores, tubulações, filtro prensa, painel elétrico e tanques). Responsável pela limpeza e organização do local de trabalho. Descrição do local de trabalho: Local de trabalho aberto com cobertura apenas na área do filtro prensa. Alguns tanques ficam em cima de plataformas de aço com piso

27 26 antiderrapante, é necessário subir escadas. O piso da estação é de concreto e a Iluminação é adequada. A estação de tratamento é cercada por uma mureta de contenção. A área da ETE é de 375m 2. Agentes ambientais (físicos, químicos, biológicos e ergonômicos): Físicos: Os trabalhadores expõe-se a dose de ruído de 90 db(a), ultrapassando o limite de tolerância que constam no anexo 1 da NR15. Químicos: Manipulação de produtos químicos: Policloreto de alumínio, Cal hidratada e ácido sulfúrico. Biológico: Ao realizar a limpeza ou manutenção das tubulações dos tanques de tratamento biológico (aeróbio e anaeróbio) o trabalhador fica exposto a bactérias, presentes no lodo do efluente. Ergonômico: O trabalhador exerce a operação de manutenção em pé ou sentado movimentando-se constantemente com liberdade para descanso. O esforço físico é leve a moderado. Iluminamento com 350 lux (estação de tratamento), dentro do especificado na NBR Caracterização da exposição: Ruído: Contato permanente com ruído de equipamentos. Produtos químicos: Manuseio esporádico de produtos químicos. Biológico: Exposto esporadicamente a agentes biológicos pelo contato com efluente dos tanques de tratamento biológico. Ergonômico: Permanente Fontes geradoras: Ruído: O ruído é proveniente de equipamentos que estão ao redor da ETE como sistema de exaustão e torre de refrigeração. Produtos químicos: Os produtos químicos (Policloreto de alumínio, Cal hidratada e ácido sulfúrico) são utilizados no tratamento do efluente. Biológico: As bactérias são provenientes do lodo dos tratamentos biológicos. Controles existentes: Ruído: Treinamento, conscientização e obrigatoriedade do uso de EPI (protetor auricular). Aquisição de EPI s com C.A.- Certificado de Aprovação. Produtos químicos: Treinamento, conscientização e obrigatoriedade do uso de EPI ( máscara respiratória, luvas, avental, óculos ou viseira de proteção ). Aquisição de EPI s com C.A.- Certificado de Aprovação. Biológico: Treinamento, conscientização e obrigatoriedade do uso de EPI (luvas, óculos e avental de proteção ). Aquisição de EPI s com C.A.- Certificado de Aprovação. Ergonômico: Orientação e conscientização para que o operador mantenha uma postura correta ao trabalhar e não permaneça em uma mesma posição ao realizar as operações de manutenção, mudando de posição sempre que possível. RECONHECIMENTO Posto de trabalho: Estação de tratamento de efluentes Data: 01/05/2006 a 14/07/2006 Cargo: Operador de estação de tratamento de efluentes Função: Operação da estação de tratamento de efluentes Turno de trabalho: Revezamento 12x36 (6hs 45min às 18hs 45min Diurno) (18hs 45min às 6hs 45min Noturno) Número de trabalhadores expostos: 04

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