RELATÓRIO N O : 990/2012 AUDITORIA AMBIENTAL LEGAL DE ACOMPANHAMENTO (DZ 056.R-3) Cliente

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1 RELATÓRIO N O : 990/2012 AUDITORIA AMBIENTAL LEGAL DE ACOMPANHAMENTO (DZ 056.R-3) Cliente Rua Sargento Silvio Hollenback, 601 Barros Filho Rio de Janeiro/RJ Outubro de 2012

2 SUMÁRIO Auditoria Ambiental (DZ 056.R-3) 1 INTRODUÇÃO IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA PLANEJAMENTO DA AUDITORIA E CRITÉRIOS PARA SELEÇÃO DAS ÁREAS AUDITADAS REPRESENTANTES DA EMPRESA NA AUDITORIA EQUIPE AUDITORA OBJETIVOS DA AUDITORIA DOCUMENTOS ANALISADOS NA AUDITORIA 6 2 CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA AUDITADA 7 3 AVALIAÇÃO DA GESTÃO E DO DESEMPENHO AMBIENTAL ATENDIMENTO À LEGISLAÇÃO AMBIENTAL LICENÇAS AMBIENTAIS OUTROS REQUISITOS LEGAIS AVALIAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO DA AUDITORIA ANTERIOR AVALIAÇÃO DAS PRÁTICAS DE GESTÃO AMBIENTAL POLÍTICA AMBIENTAL E SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL ESTRUTURA GERENCIAL E TREINAMENTO PROCESSOS DE PRODUÇÃO E OPERAÇÃO GESTÃO DE ÁGUA E ENERGIA GESTÃO DE MATERIAIS GESTÃO DE EFLUENTES LÍQUIDOS GESTÃO DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS GESTÃO DE RUÍDOS GESTÃO DE RESÍDUOS GESTÃO DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO DE RESERVATÓRIOS D ÁGUA GESTÃO DE RISCOS AMBIENTAIS PASSIVOS AMBIENTAIS AVALIAÇÃO DOS INDICADORES DE DESEMPENHO AMBIENTAL 22 4 NÃO CONFORMIDADES E PLANO DE AÇÃO PROPOSTO APRESENTAÇÃO DAS NÃO CONFORMIDADES DO RAA DE APRESENTAÇÃO DAS NÃO CONFORMIDADES DO RAA DE APRESENTAÇÃO DAS OPORTUNIDADES DE MELHORIA DO RAA DE PLANO DE AÇÃO PROPOSTO 25 5 CONCLUSÕES DA AUDITORIA 27 6 RESPONSABILIDADES 28 7 ANEXOS CURRÍCULO DOS AUDITORES DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA (LEIS, DECRETOS, DIRETRIZES E NORMAS) 30 PÁG.

3 1. INTRODUÇÃO O Estado do Rio de Janeiro, através de seus órgãos responsáveis pela área ambiental, tem realizado grandes esforços para estarem consoante as vertentes ambientalistas exigidas não somente por sua população, mas por todo o mundo. Para esse fim, e em consonância ao determinado na Constituição do Estado do Rio de Janeiro e Lei Estadual nº de 26 de novembro de 1991, que dispõem sobre a realização de auditorias ambientais, foi elaborada a DZ-056.R-3 Diretriz para Realização de Auditoria Ambiental, aprovada pela Resolução CONEMA n 21, de 07/05/2010. As Auditorias Ambientais assim instituídas visam retratar a situação ambiental das indústrias do Estado do Rio de Janeiro. A terceira revisão da DZ-56 estabelece duas espécies de auditoria ambiental. A auditoria ambiental de controle, realizada normalmente a cada requerimento ou renovação de licença ambiental, para verificação detalhada do desempenho ambiental da organização em operação. E a auditoria ambiental de acompanhamento, realizada a cada ano, com ênfase no acompanhamento do Plano de Ação da última auditoria ambiental. Este Relatório apresenta os resultados da auditoria ambiental de acompanhamento realizada pelo Centro de Tecnologia SENAI/RJ Ambiental do Sistema FIRJAN, no período de 17 a 18 de Setembro de 2012, na, estabelecida em Barros Filho, Rio de Janeiro/RJ. 1.1 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Nome da Empresa: THERMIT DO BRASIL LTDA Endereço: Tel: (0xx21) Representante Legal: Nome: Cargo: Responsável Técnico: Nome: Cargo: Rua Sargento Silvio Hollenback, 601 Barros Filho, Rio de Janeiro/RJ Robson Gedra Diretor Geral Marcos Antônio Pinheiro Gerente Industrial Descrição da empresa: A THERMIT DO BRASIL LTDA atua na fabricação de solda aluminotérmica e formas a base de silicato de sódio, produtos consumíveis para o processo de soldagem Thermit. Data: 09 de outubro de 2012 Página 1 de 38

4 1.2 PLANEJAMENTO DA AUDITORIA E CRITÉRIOS PARA SELEÇÃO DAS ÁREAS AUDITADAS O planejamento da auditoria foi realizado considerando a programação de produção da empresa, desta forma, garantindo a consistência entre as observações da auditoria e a realidade das atividades industriais avaliadas. Nesta auditoria foi seguida a metodologia abaixo discriminada: Definição da equipe de auditores com experiência adequada de acordo com procedimento específico do Centro de Tecnologia SENAI-RJ Ambiental do Sistema FIRJAN; Levantamento de dados sobre a empresa; Definição dos pontos focais da auditoria; Realização da reunião de abertura com o objetivo de esclarecer os propósitos da auditoria e tornar clara a metodologia de trabalho a ser utilizada; Verificação dos registros ambientais e documentação pertinente; Avaliação em campo; Entrevistas com os funcionários responsáveis pelas diversas atividades envolvidas nos processos da empresa; Realização de reunião de encerramento com o objetivo de apresentar e discutir as não conformidades encontradas; Redação e envio à empresa das Não Conformidades e Plano de Ação deste Relatório; Consolidação do Relatório de Auditoria Ambiental (RAA), assinaturas e envio ao INEA. Foram auditadas as seguintes áreas/setores da empresa: Recebimento de matéria prima; Produção de porções; Fabricação de pasta; Fabricação de Ignição; Produção de dedal; Fabricação de Formas; Armazenamento dos produtos acabados; Soldagem (área de teste); Laboratório (controle de qualidade); Cabine de pintura; Manutenção. O setor de forno rotativo, apesar de estruturado, está desativado, por isto não foi contemplado nesta auditoria. Entretanto, este setor foi vistoriado, na atividade de campo, para verificar suas atuais condições, que não apresentam risco ao meio ambiente. Data: 09 de outubro de 2012 Página 2 de 38

5 18/09/ /09/2012 Auditoria Ambiental (DZ 056.R-3) A programação das atividades da auditoria ambiental está apresentada na tabela 1 abaixo. Tabela 1: Programa da auditoria ambiental DATA HORÁRIO ÁREA AUDITADA E/OU ATIVIDADE 09:30 11:00 Reunião de Abertura 11:00 12:00 Análise de documentação e registros 12:00 13:00 Almoço 13:00 16:30 Análise de documentação e registros 09:30 12:00 Inspeção de campo 12:00 13:00 Almoço 13:00 15:00 Reunião da equipe de auditoria 15:00 16:30 Reunião de encerramento 1.3 REPRESENTANTES DA THERMIT DO BRASIL NA AUDITORIA Os representantes da THERMIT DO BRASIL LTDA que participaram da auditoria realizada no período de 17 a 18 de Setembro de 2012 encontram-se na tabela 2. Tabela 2: Representantes da THERMIT DO BRASIL LTDA Nome Área e/ou Setor Função Heloisa Helena Rodrigues Recursos Humano Coordenadora de RH Katia Regina Carneiro Financeiro Gerente Financeira/ADM Marco Antonio Pinheiro Industrial Gerente Industrial Celio Oliveira Lima Industrial Encarregado Márcio Eger Manutenção Eletricista Data: 09 de outubro de 2012 Página 3 de 38

6 1.4 EQUIPE AUDITORA Visando garantir a autonomia e o cumprimento dos objetivos da auditoria, de modo a torná-la significativa e efetiva, foi constituída uma equipe de auditoria formada por 2 (dois) auditores externos qualificados. O auditor líder teve a responsabilidade de instruir a equipe, programar a auditoria, assegurar a comunicação dentro da equipe e com o setor auditado, participar da auditoria e coordenar a elaboração do relatório da auditoria. Os critérios que nortearam a seleção dos auditores foram: isenção, experiência industrial compatível com as atividades da empresa auditada, treinamento em técnicas de auditoria, capacidade técnica e experiência para análise de documentos e análises de campo. A equipe responsável pela presente avaliação foi composta pelos seguintes auditores (tabela 3) cujos currículos encontram-se no item 7.1 Currículos dos Auditores. Tabela 3: Equipe de auditoria Nome/Registro Profissional / Qualificação Luiz Eduardo Uberti São Thiago CRBio 2ª Região Biólogo pela UNI-RIO, Mestre em Geologia pelo IGEO/UFRJ, Pós Graduação em Gestão Ambiental no IDHGE/FunCEFET. Izabela de Almeida Simões CRBio 2ª Região Bióloga pela UERJ, Pós-graduação em Auditoria e Perícia Ambiental, pela UGV Responsabilidade na Auditoria Auditor Líder (Todas as áreas) Auditora (Todas as áreas) Instituição onde trabalha Centro de Tecnologia SENAI RJ Ambiental Centro de Tecnologia SENAI Ambiental Data: 09 de outubro de 2012 Página 4 de 38

7 1.5 OBJETIVOS DA AUDITORIA Esta auditoria ambiental de acompanhamento tem por objetivo especifico o acompanhamento do Plano de Ação da última auditoria e das medidas advindas da sua nova Licença Municipal de Operação, LMO Nº 621/2011, emitida em 13 de dezembro de 2011, e teve por objetivos gerais: Incentivar a implantação de políticas ambiental e sistema de gestão ambiental na organização auditada. Apoiar o órgão ambiental, fornecendo um diagnóstico técnico da conformidade legal e do desempenho ambiental, identificando os aspectos ambientais e seu potencial poluidor e de risco. Verificar o cumprimento dos dispositivos legais de proteção e controle ambiental, bem como condicionantes e restrições de licenças ambientais e compromissos de recuperação, compensação e mitigação. Verificar as condições de operação e de manutenção dos sistemas de controle de poluição ambiental e de prevenção de acidentes. Verificar as condições de recebimento, manipulação, estocagem e transporte de matériasprimas, substâncias, materiais secundários e auxiliares e produtos, assim como a destinação de subprodutos e resíduos. Verificar os procedimentos de identificação e tratamento de não-conformidades quanto a sua eficácia na identificação das causas e na implantação de ações corretivas e preventivas. Comunicar às partes interessadas a atual situação ambiental da organização e a evolução do seu desempenho ambiental ao longo dos últimos anos. Contribuir para a informação, condicionamento e conscientização dos trabalhadores sobre os benefícios da redução dos diferentes tipos de poluição para sua segurança e bem estar. Avaliar os impactos e eventuais riscos para a qualidade ambiental na empresa e em sua área de influência. Definir as medidas a serem tomadas para preservar, conservar e restaurar o meio ambiente. Informar a situação ambiental da empresa estimulando melhor relacionamento com os órgãos de Fiscalização Ambiental do Estado, a comunidade circunvizinha e o público em geral. Data: 09 de outubro de 2012 Página 5 de 38

8 Estimular o uso de tecnologias limpas, de matérias-primas menos agressivas ao meio ambiente, a utilização racional de recursos e a conservação de energia e de água, a não geração e a redução na geração de resíduos, efluentes líquidos e emissões atmosféricas. Verificar a capacitação dos responsáveis pela operação e manutenção dos sistemas, rotinas, instalações e equipamentos com interação e risco ambiental, de forma a prevenir, proteger e recuperar o meio ambiente. Estimular a criação de programas permanentes de comunicação e educação ambiental nas organizações. 1.6 DOCUMENTOS ANALISADOS NA AUDITORIA 1. Licença Ambiental Municipal LMO Nº / Relatório da Auditoria Ambiental de Cadastro Técnico Federal do IBAMA Nº Manifestos de Resíduos 2011 e Inventário de Resíduos relativo ao ano de Boletim de Análise de Efluente Nº /2011-0, emitido em 07/07/ Plano de Manutenção do ano de Registros de inspeção de vasos de pressão (NR-13) 9. Laudo Acústico emitido em 28/04/ Relatório de Medições Ambientais emitido em 28/07/ Certificado de Aprovação do Corpo de Bombeiros Nº 0133/04, emitido em 26/05/ Laudo de Exigência do Corpo de Bombeiros Nº P-0466/04, emitido em 26/05/ Relatório Técnico DIM Nº 438/2012 Emissões Atmosféricas, emitido em 02/05/ RAPs (Resultados da Amostragem Periódica em Chaminés ou Dutos) dos fornos Engefor 1 e Engefor 2, ambos emitidos em 10/05/ Notificação do órgão ambiental 16. Licença de operação das empresas prestadoras e serviço 17. Relatório de Análise dos Riscos Ambientais Existentes nas Instalações 18. Organograma atualizado da Empresa 19. Fluxograma dos Processos 20. Certificado de Garantia da Limpeza de Reservatório de água, emitido em 05/05/ Laudo de Potabilidade referente à Limpeza do Reservatório de Água Nº 7887/12, emitido em 16/05/ Certificado de Desratização e Desinsetização emitido em 13/09/ Contrato de prestação de serviços de consultoria para controle e redução de despesas com energia elétrica Nº 002/RJ/ PQ 003 Competência, Conscientização e Treinamento revisão 8 Data: 09 de outubro de 2012 Página 6 de 38

9 25. PQ 005 Aquisição revisão PQ 014 Avaliação de fornecedores revisão IT Beneficiamento de ponta de prego revisão IT Processo de fabricação de acendedores nacionais 29. IT Operação do forno engefor revisão IT Utilização do Tanque de CO 2 revisão IT Utilização do gerador de energia elétrica revisão 1 O relatório da auditoria foi elaborado com base na análise crítica da documentação disponibilizada pela empresa, considerando-se a legislação e normas técnicas pertinentes (vide item 7.3 Documentos de Referência), bem como nas informações coletadas durante a visita, nas observações de atividades e condições de trabalho, e nas entrevistas com os trabalhadores da organização. 2. CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA AUDITADA Não houve adequações e modificações da unidade auditada desde a última auditoria ambiental. Data: 09 de outubro de 2012 Página 7 de 38

10 3. AVALIAÇÃO DA GESTÃO E DO DESEMPENHO AMBIENTAL 3.1 ATENDIMENTO À LEGISLAÇÃO AMBIENTAL LICENÇAS AMBIENTAIS A THERMIT DO BRASIL LTDA possui a licença ambiental municipal LMO nº 621/2011 que autoriza as atividades de fabricação de solda aluminotérmica e formas secas á base de silicato de sódio. Essa licença foi emitida em 13/12/2011, com validade até 13/12/2016, atendendo a NC 01 de A Tabela 4 apresenta as condições de validade da LMO nº 621/2011 e comentários sobre seu atendimento. A empresa publicou o recebimento da licença no DOMRJ e no jornal O Dia em 24/01/2012. Foi protocolada a copia destas publicações na SMAC em 08/02/2012. Tabela 4: Condições de Validade da LMO nº 621/2011 Restrição 1. Esta licença é composta por uma folha com 27 itens referentes ás condições de validade. 2. Está licença deverá ser mantida no local da atividade licenciada para efeito de fiscalização. 1. Publicar e apresentar, juntando cópias no processo administrativo, comunicado de recebimento desta licença no diário oficial do município do rio de janeiro e em jornal de grande circulação no município no prazo de 30 dias a contar da data de concessão desta licença, de acordo com o artigo 2º da resolução SMAC nº Esta licença não poderá sofrer qualquer alteração, nem ser plastificada, sob pena de perder sua validade. 4. Esta licença diz respeito aos aspectos ambientais e não exime das demais exigências legais. 5. Esta licença não exime das responsabilidades técnicas, cíveis e penais os autores dos projetos e os técnicos responsáveis pela execução das obras. 6. Apresentar á SMAC, anualmente, cópia dos relatórios do PROMON AR protocolados junto ao INEA. 7. Atender á NOP-INEA-01 - Programa de monitoramento de emissões de fontes fixas para a atmosfera PROMON AR, aprovada pela resolução CONEMA nº 26, de , publicada no D.O.E.R.J em Apresentar á SMAC cópia do termo de responsabilidade técnica pela gestão ambiental protocolado junto ao INEA, em conformidade com o decreto Comentário Caráter Informativo Caráter Informativo Publicação no DOMRJ e no jornal O Dia em 24/01/2012. Caráter Informativo Caráter Informativo Caráter Informativo Vide item Gestão de Emissões Atmosféricas Vide item Gestão de Emissões Atmosféricas Vide item Estrutura Gerencial e Treinamento Data: 09 de outubro de 2012 Página 8 de 38

11 Tabela 4: Condições de Validade da LMO nº 621/2011 Restrição Comentário 9. Apresentar ao INEA e á SMAC, anualmente, 01 via do inventário de resíduos, conforme resolução CONAMA nº Adotar as recomendações contidas no relatório de segurança apresentado. 11. Atender á NBR da ABNT referente á inspeção de segurança de vaso de pressão. 12. Atender á DZ-056.R7 Diretriz de realização de auditoria ambiental, aprovada pela resolução CONEMA nº 21, de , publicada no D.O.E.R.J de Atender á NT-202.R10 Critérios e padrões para lançamentos de efluentes líquidos, aprovadas pela deliberação CECA nº 1007, de , publicada no D.O.E.R.J de Atender á DZ-1310 R7 Sistema de manifesto de resíduos aprovada pela deliberação CECA nº 4497, de , publicada no D.O.E.R.J de Atender á DZ-215 R4 Diretriz de controle de carga orgânica biodegradável em efluentes líquidos de origem não industrial, aprovada pela deliberação CECA nº 4886, de , publicada no D.O.E.R.J de Promover a limpeza periódica da fossa séptica e da caixa de gordura por empresa licenciada pelo órgão ambiental competente, mantendo cópia dos manifestos de resíduos do INEA no local á disposição da fiscalização. 17. Não lançar material particulado com concentração superior a 20 mg/nm³. 18. Atender á lei municipal nº 3268/01 e decreto municipal /08, regulamento nº 2 do livro II, que dispõe sobre critérios e a padrões de emissão de ruídos na cidade do Rio de Janeiro. 19. Não lançar quaisquer resíduos nas redes de esgoto e de drenagem ou diretamente em corpos d água. 20. Eliminar métodos de trabalho e ambientes propícios á proliferação de vetores (insetos e roedores nocivos) notadamente ao acumulo de água para evitar a proliferação do mosquito AEDES AEGYPTI, transmissor da dengue. Não Vide item Gestão de Resíduos Não Vide item Gestão de Riscos Ambientais Vide item Processos de Produção e Operação. Vide item Outros Requisitos Legais. Vide item Gestão de Efluentes Líquidos Não Vide item Gestão de Resíduos Não Vide item Gestão de Efluentes Líquidos Vide item Gestão de Resíduos Vide item Gestão de Emissões Atmosféricas Vide item Gestão de Ruídos Vide item Gestão de Efluentes Líquidos Vide item Gestão de Controle de Vetores e Pragas 21. Não realizar queima de qualquer material ao ar livre. 22. Manter os equipamentos e demais dispositivos de controle ambiental em perfeitas condições de manutenção e operação, garantido a sua eficiência. Data: 09 de outubro de 2012 Página 9 de 38

12 Tabela 4: Condições de Validade da LMO nº 621/2011 Restrição 23. Manter atualizados junto á SMAC os dados cadastrais relativos á atividade ora licenciada. 24. A SMAC exigirá outras informações e novas medidas de controle sempre que julgar necessário. 25. Submeter previamente á SMAC, para análise e parecer, qualquer alteração na atividade. 26. Requerer a renovação desta licença municipal no mínimo 120 (cento e vinte) dias antes do seu vencimento do seu prazo de validade. 27. O não cumprimento destas condições e das normas ambientais vigentes sujeitará o infrator, pessoa física ou jurídica, as sanções previstas na lei federal 9.605/98 e poderá levar ao cancelamento da presente licença. Comentário Caráter Informativo Caráter Informativo Caráter Informativo Caráter Informativo OUTROS REQUISITOS LEGAIS A THERMIT DO BRASIL LTDA possui o Cadastro de Atividades Potencialmente Poluidoras do IBAMA, sob o nº Foram apresentados os comprovantes de pagamento da TCFA atualizados. Foi evidenciada a entrega do Relatório de Auditoria Ambiental do ano e 2011 ao INEA e ao SMAC, em 15/12/2011 e sua publicação foi realizada no DOERJ 16/01/2012 e no jornal O DIA em 10/01/2012, atendendo a NC 02 de A empresa possui o Certificado de Aprovação do Corpo de Bombeiros Nº 0133/04 e seu respectivo Laudo de Exigência Nº P-0466/04, emitidos em 26/05/2004. A Tabela 5 apresenta as notificações recebidas pela Tabela 5: Notificações trocadas com órgãos ambientais no ano de Notificação / Auto de Constatação/ Cartas N o PCRJ/SMAC/CGCA/CLA/CLA1 27/05/2011 Apresenta a cópia do relatório de amostrage de chaminés Procon Ar. PCRJ/SMAC/CGCA/CLA/CLA1 12/07/2011 Apresenta o relatório de análise quimica (controle de mistura). Comentário Relatório protocolado em 31/05/2011 Protocolado em 12/07/2011 Juntada SMAC PCRJ/SMAC/CGCA/CLA/CLA1 31/08/2011 Apresenta foto ao setor de mistura com adequação solicitada conforme visita técnica no dia 24/08/2011. Protocolado em 31/08/2011 Data: 09 de outubro de 2012 Página 10 de 38

13 Tabela 5: Notificações trocadas com órgãos ambientais no ano de Notificação / Auto de Constatação/ Cartas N o Comentário Relatório de Visitoria MA/CGCA/CLA/ nº 918/ /08/ Motivo do Relatório 2. Caracterização da area 3. Vistoria 4. Conclusão e exigencias De acordo com o constatado em vistoria, não existem mais exigencias a serem cumpridas AVALIAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO DA AUDITORIA ANTERIOR A seguir apresenta-se uma tabela com a avaliação das não conformidades (NC) e o plano de ação apresentados no Relatório de Auditoria Ambiental de As não conformidades cujas ações de correção não foram atendidas serão reapresentadas no item 4 Não Conformidades e Plano de Ação Proposto. Tabela 6: Avaliação do plano de ação da auditoria de 2011 Não Conformidade de 2010 N Descrição da Não Conformidade Ação proposta Situação em Jul/ A empresa não elaborou o Inventario Nacional de Resíduos Sólidos, conforme Resolução CONAMA 313/02. Elaborar o Inventário Nacional de Resíduos Sólidos 09 Foi observado que o Mapa de Risco encontrava-se desatualizado Atualizar Mapas de Risco e anexálos nas respectivas áreas da empresa. 11 Não foi evidenciada a existência de um Plano de Emergência para evacuação e proteção dos trabalhos e das pessoas envolvidas com a atividade Elaborar e implementar Plano de Emergência. 24 Não se pode observar programas internos de incentivo à redução de consumo de água e energia Realizar palestra de conscientização com os colaboradores sobre o tema consumo de energia e água. Monitorar consumo mensal de energia e água. Data: 09 de outubro de 2012 Página 11 de 38

14 Tabela 6: Avaliação do plano de ação da auditoria de 2011 Não conformidade de 2011 N Descrição da Não Conformidade Ação proposta Situação em Jul/ Não foi evidenciada a renovação da licença ambiental no prazo de 120 dias antes do vencimento da sua validade (restrição 4 da LO) Não foi observada a publicação da realização da última auditoria ambiental do ano Aguardando a liberação da SMAC, concluído todas as exigências, conforme relatório de vistoria MA/CGCA/GLA nº 918/2011 emitido em 28/09/2011. REALIZAR PUBLICAÇÃO DA PRÓXIMA AUDITORIA AMBIENTAL Não foi evidenciado um sistema de gestão ambiental e a política ambiental documentados, implementados e mantidos conforme (item da DZ 56 R3) Não foi apresentado um TRTGA ao órgão ambiental, não possui uma estrutura responsável pela área de meio ambiente e não possui um termo de comunicação interno e externo para as questões ambientais, conforme (item 8.1.2ª da DZ 56 R3). Não foram evidenciados treinamento e capacitação na área ambiental, conforme (item c da DZ 56 R3) Foi evidenciada a presença de material particulado no sistema de rede de águas pluviais, proveniente da área do processo de mistura. Não foram evidenciadas as FISPQS na área de armazenamento de produtos químicos, conforme (item da DZ 56 R3) Não foi apresentado o layout incluindo diagramas e projetos da rede de esgoto, do sistema de drenagem de águas pluviais e caixa de acúmulo, conforme (item a da DZ 56 R3) Foi evidenciado que o parâmetro de zinco encontra-se acima do permitido pela NT 202. Conforme relatório de 17/06/2011. Não foi evidenciado monitoramento de emissões atmosféricas, não atendendo o estabelecido pela resolução CONAMA 382/2006 e a norma operacional NOP INEA- 01 do forno de cabeça de prego. Não foi evidenciado a 4º via dos manifestos de resíduos industrial, não há emissão de MRI para todos os resíduos e alguns estão preenchidos incorretamente (restrição 06 da LO) Levantar procedimentos para a área de meio ambiente. Estabelecer política de meio ambiente. Definir responsável técnico pela gestão ambiental e encaminhar ao órgão ambiental termo de responsabilidade técnica pela gestão ambiental. Realizar palestra de meio ambiente para os colaboradores. Realizar limpeza da área e construir dique de contenção no setor de processo de mistura. Obter FISPQS junto ao fabricante e ou fornecedores dos produtos químicos e disponibilizá-los nas respectivas áreas de manuseios. Solicitar confecção de layout incluindo sistemas de rede esgoto e de drenagem de águas pluviais. Realizar nova análise de efluente para confirmação do resultado. Contratar prestadora de serviço para realização do monitoramento das emissões atmosféricas do forno de cabeça de prego. Cobrar dos receptores de resíduos o envio da 4º via dos manifestos de resíduos assinada. Efetuar preenchimento dos manifestos direto no site do INEA. Atendido Não Atendido Data: 09 de outubro de 2012 Página 12 de 38

15 Tabela 6: Avaliação do plano de ação da auditoria de 2011 Não conformidade de 2011 N Descrição da Não Conformidade Ação proposta Situação em Jul/ Não foi evidenciado um programa de coleta seletivo formalmente implementado, conforme (item e) Elaborar e implementar programa de coleta seletiva. Não Atendido 13 Foi evidenciado que não há a segregação do resíduo comum dos perigosos, bem como a correta destinação (estopas contaminadas, bombonas contaminadas fluorescentes, conforme (item c) Providenciar para cada área da empresa, coletores de resíduos devidamente identificados para resíduos perigosos e resíduos comuns. Orientar os colaboradores a destacar os resíduos perigosos em recipientes próprios, diversos dos resíduos comuns. Atendido 14 Não foi evidenciada a identificação dos tambores contendo resíduos oleosos, conforme (item c). Identificar tambores contendo resíduos oleosos. Atendido 15 Não foi evidenciada a realização do controle de pragas e vetores urbanos (restrição 13 da LO). Controlar empresa para prestação de serviço de dedetização e desratização. Atendido 16 Não foi comprovada a realização da limpeza de caixa d água e laudo da análise de potabilidade, conforme estabelecido na lei nº 1893/91 e seu regulamento decreto nº20356 Contratar empresa para prestação de serviço de limpeza da caixa d água. Atendido Data: 09 de outubro de 2012 Página 13 de 38

16 3.3 AVALIAÇÃO DAS PRÁTICAS DE GESTÃO AMBIENTAL POLÍTICA AMBIENTAL E SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL A THERMIT DO BRASIL LTDA não possui uma Sistema de Gestão Ambiental formalmente implementado. Entretanto, o gerenciamento das questões ambientais está sob responsabilidade da Coordenação de Recursos Humanos, sendo possível identificar alguns procedimentos de controle ambiental, como segregação e destinação de resíduos comuns e perigosos. Além disso, a empresa possui Sistema de Gestão da Qualidade certificado conforme a norma ISO 9001 com objetivos definidos e procedimentos implementados e difundidos. A Política da Qualidade destaca o compromisso da empresa na busca de tecnologias que protejam os recursos naturais e o meio ambiente e que estejam em conformidade com a legislação vigente. Entretanto, não foram constatadas evidencias de atendimento a esse item da Política da Qualidade ESTRUTURA GERENCIAL E TREINAMENTO A empresa apresentou o Termo de Responsabilidade Técnica pela Gestão Ambiental (TRGA), protocolado no INEA em 19/07/2011, informando ao órgão ambiental que o Gerente Industrial Marco Pinheiro é o profissional responsável pela gestão ambiental da atividade, atendendo a NC 4 do Plano de Ação de A THERMIT DO BRASIL LTDA não possui, dentro de sua estrutura organizacional, um setor específico responsável pela gestão ambiental. Como já informado no item anterior, atualmente, as questões relativas a meio ambiente estão sobre responsabilidade da Coordenadora de Recursos Humanos, garantindo que as solicitações da presente auditoria fossem atendidas com a documentação necessária. Como Oportunidade de Melhoria, sugerimos a capacitação técnica da pessoa responsável pelas questões ambientais da THERMIT DO BRASIL LTDA (vide item 4.3 Apresentação das Oportunidades de Melhoria do RAA 2012 OM 01). A empresa realizou uma palestra de conscientização dos colaboradores, através da SIPAT, com tema Meio Ambiente: Consumo de Energia e Água, atendendo a NC 05 de Como Oportunidade de Melhoria, sugerimos que a THERMIT DO BRASIL LTDA intensifique treinamentos e palestra de conscientização em meio ambiente, contemplando seus colaboradores e fornecedores (vide item 4.3 Apresentação das Oportunidades de Melhoria do RAA 2012 OM 02). Data: 09 de outubro de 2012 Página 14 de 38

17 3.3.3 PROCESSOS DE PRODUÇÃO E OPERAÇÃO Os principais aspectos ambientais dos processos de produção da THERMIT DO BRASIL LTDA são: a emissão atmosférica provenientes das atividades de secagem das formas através dos fornos Engefor 1 e Engefor 2 e a geração de efluente industrial da lavagem do setor de preparo de formas. Como medida de controle ambiental, as chaminés dos fornos de secagem das formas possuem filtros para controle de material particulado (vide item Gestão de Emissões Atmosféricas) e o efluente gerado na lavagem é recolhido em reservatório para posterior tratamento em empresa terceira (vide item Gestão de Efluentes Líquidos e item Gestão de Resíduos). Os processos e rotinas das atividades que possuem potenciais riscos ambientais são documentados e implementados em instruções de trabalho (IT) do Sistema de Gestão da Qualidade. Foram analisadas as seguintes IT: IT Beneficiamento de ponta de prego revisão 2; IT Processo de fabricação de acendedores nacionais; IT Operação do forno engefor revisão 4; IT Utilização do Tanque de CO 2 revisão 0 e; IT Utilização do gerador de energia elétrica revisão 1. A manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos é programada através do registro da qualidade RQ-39 - Plano Anual de Manutenção Preventiva de Equipamentos, na qual foi evidenciado o plano do período de 2012, composto por listas de equipamento com respectiva data prevista para manutenção preventiva. A manutenção dos fornos Engefor 1 e 2 são realizadas por empresa terceirizada, através de contrato de prestação de serviço. A empresa apresentou os relatórios de inspeção dos vasos de pressão (Dióxido de Carbono), conforme exigência da NR 13 Caldeiras e Vasos de Pressão. As inspeções foram realizadas pela empresa VWC Equipamentos de Instrumentação e Comércio Ltda, em 20/06/2012, gerando o relatório nº 912/12 TAG: 0001/07.6. Existem em todos os setores da fábrica placas sinalizando os EPIs de uso obrigatório da atividade executada. Atendendo a NC 06 de 2011, a empresa isolou a área do processo de mistura do sistema de rede de águas pluviais GESTÃO DE ÁGUA E ENERGIA A THERMIT DO BRASIL LTDA, atendendo a NC 24 de 2010, vem realizando ações de forma a reduzir consumo de energia e água. A THERMIT DO BRASIL LTDA contratou a empresa NS Energia Engenharia e Consultoria Ltda para prestação de serviço de consultoria para controle e redução de despesas com Data: 09 de outubro de 2012 Página 15 de 38

18 energia elétrica, tendo como escopo as áreas administrativas e de produção, conforme o contrato nº 002/RJ/12, assinado em 01/08/2012. O serviço está em fase inicial de implantação, não sendo possível evidenciar seus resultados. Além disso, a empresa monitora o consumo mensal de energia elétrica. A água consumida na fábrica é fornecida pela CEDAE. A empresa monitora o seu consumo mensal, entretanto, não existe um programa de redução de consumo e controle de perdas e vazamento formalmente implantado com objetivos, metas e indicadores definidos. Foi informado que a empresa vem praticando algumas ações como instalação de torneiras com fechamento automático e avisos de conscientização de consumo de água. Recomenda-se, como Oportunidade de Melhoria, que a empresa formalize as ações de redução de consumo de energia e água em programas com estabelecimento de objetivos, metas e indicadores (vide item 4.3 Apresentação das Oportunidades de Melhoria do RAA 2012 OM 03). Destaca-se que os processos produtivos realizados pela Thermit não utilizam água, caracterizando o baixo consumo deste recurso pela fábrica GESTÃO DE MATERIAIS A THERMIT DO BRASIL LTDA, em seu processo de preparo das porções, utiliza sobras de pontas de pregos e recheios de arruelas, oriundos de empresas de siderurgia, caracterizando uma boa prática ambiental pelo reaproveitamento e reciclagem destes materiais. As pontas de prego e arruela são recebidos em big bags de litros e acondicionados no interior da fábrica. A tabela 07 relaciona os processos com os principais produtos utilizados na Thermit. Tabela 07: Principais produtos utilizados nos processos da Thermit. Processos Preparo de Porções Preparo de Formas Produtos Alumínio em pó Ferro granulado Ferro manganês Areia Óxido de ferro vermelho Silicato de sódio CO 2 Preparo de acendedores Calcinação de Pontas de Pregos e Arruelas Alumínio em pó Dextrina Nitrato de bário Pontas de Pregos e Arruelas GLP Data: 09 de outubro de 2012 Página 16 de 38

19 O alumínio em pó, ferro granulado, ferro manganês, óxido de ferro vermelho e nitrato de bário são recebidos em sacos e acondicionados em áreas específicas da fábrica. Na atividade de preparo de formas é usado CO 2, armazenado em cilindro 7,3 m 3. O silicato de sódio é acondicionado em contêiner de litros que ficam armazenados em área com dique de contenção. A THERMIT DO BRASIL LTDA possui área adequada para acondicionamento de óleo lubrificante, com acesso restrito e dique de contenção. Foram evidenciadas as Fichas de Informação de Segurança de Produtos Químicos FISPQ, nas áreas de armazenamento e manuseio dos produtos químicos utilizados pela empresa, atendendo a NC 07 de GESTÃO DE EFLUENTES LÍQUIDOS O efluente industrial gerado na THERMIT DO BRASIL LTDA é proveniente da atividade de lavagem do setor de preparo de formas. Este efluente é direcionado para uma caixa de acumulo e destinado para empresa especializada em tratamento de efluentes, sendo retirado através de manifestos de resíduos com a nomenclatura outros resíduos não perigosos (vide item Gestão de Resíduos). Destaca-se que os processos produtivos da empresa não utilizam água, não havendo geração de efluente nestes processos. A fábrica possui fossa séptica para tratamento dos efluentes sanitários, atendendo o estabelecido na tabela 5 da DZ 215 R-4 que exemplifica fossa séptiva como sistema eficiente para remoção de carga orgânica para atividades industriais com até 100 funcionários. A empresa, atendendo a NC 8 de 2011, apresentou a Planta de 1º Pavimento com a marcação da rede de esgoto e a rede de águas pluviais. Entretanto, como oportunidade de melhoria, recomenda-se atualizar a planta de forma a evidenciar que a rede de águas pluviais não está direcionada para o sistema de fossa séptica (vide item 4.3 Apresentação das Oportunidades de Melhoria do RAA de 2012 OM 04). A empresa apresentou Boletim de Análise nº /2011-0, emitido em 07/07/2011, evidenciando que o efluente proveniente do escoamento de águas pluviais do sistema de drenagem localizado atrás da área de preparo das formas encontra-se dentro dos limites estabelecidos pela NT-202.R-10, atendendo a NC 09 de GESTÃO DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS A THERMIT DO BRASIL LTDA possui como ponto de emissões as chaminés dos fornos Engefor 1 e Engefor 2, ambos da atividade de preparo de formas, o forno de calcinação das Data: 09 de outubro de 2012 Página 17 de 38

20 sobras de pontas de pregos e recheios de arruelas, que não possui chaminé, cabine de pintura e áreas de solda. A empresa está vinculada ao PROMON-AR, realizando amostragem nas chaminés dos fornos Engefor 1 e Engefor 2 em 9/04/2012. Foi protocolado no INEA e na SMAC, em 10/05/2012, o requerimento de entrega dos Resultados de Amostragem Periódica em chaminés e dutos (RAP) e o respectivo Relatório Técnico de Emissões Atmosféricas, nº438/2012, emitido em 02/05/2012 pelo SENAI. Os resultados de medição dos RAPs estão na tabela 8. Como Oportunidade de Melhoria, antes de entregar relatórios técnicos ao órgão ambiental verificar se os mesmos estão assinados pelos profissionais responsáveis por sua elaboração (vide item 4.3 Apresentação das Oportunidades de Melhoria do RAA 2012 OM 05). Tabela 08: Resultado das Amostragens Periódicas. Engefor 1 RAP 10/05/2012 Medição 1ª 2ª 3ª Média Material Particulado Concentração (mg/nm³) 1,14 1,02 3,58 1,91 Taxa de emissão (kg/h) 0,0024 0,0021 0,0015 0,0040 Engefor 2 RAP 10/05/2012 Medição 1ª 2ª 3ª Média Material Particulado Concentração (mg/nm³) 1,10 4,62 3,8 3,17 Taxa de emissão (kg/h) 0,0026 0,0110 0,0092 0,0076 Com relação a NC 10 de 2011, sobre medições das emissões provenientes do forno de calcinação das sobras de pontas de pregos e recheios de arruelas, essa atividade não possui ponto fixo de emissão, apresentando emissões difusas, não sendo contemplado pela Norma Operacional NOP-INEA-01. A empresa realizou análises do ambiente de trabalho, adotando metodologia de higiene ocupacional, de forma a inferir resultados sobre as emissões provenientes do forno de calcinação para o meio ambiente. Uma atividade potencial de emissões atmosféricas é a área de porções, responsável pela mistura de finos. Entretanto, essa atividade é realizada em ambiente enclausurado não apresentando saída para o meio ambiente. O carregamento dos silos externos da área de porções, que armazenam hematita, manganês e alumínio, é feito através da abertura da parte inferior de Big Bags sobre o silo, minimizando, de forma significativa, a emissão de material particulado. Ademais, esses silos estão instalados em galpão fechado, reduzindo a possibilidade de emissão de particulado para área externa. A empresa possui forno rotativo para secagem do óxido de ferro que está desativado sem previsão de retorno de sua operação. Data: 09 de outubro de 2012 Página 18 de 38

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