15/2/ ANO 10. Volume mais do que dobrou em relação ao primeiro mês do ano passado.

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1 Seguro rural deve ser encarado como insumo 15/2/ ANO 10 Páginas 2 e 3 Agropecuários: janeiro 2008 encerra com 236 mil contratos Volume mais do que dobrou em relação ao primeiro mês do ano passado. Os mercados agropecuários da BM&F totalizaram contratos em janeiro de 2008, mais que dobrando em relação aos contratos registrados em janeiro de Na comparação com dezembro do ano passado, houve elevação de 34,3%. O grande destaque do período foi o mercado futuro de boi gordo: de contratos (janeiro de 2007) para contratos (janeiro de 2008). Para Fábio Martins Guerra Nunes Dias, diretor-executivo da Associação Nacional dos Confi nadores (Assocon), o que existe crescimento tanto na busca de proteção de preços quanto na liquidez. Nós, confi nadores, temos cada vez mais fazendo hedge. Acho que há afl uxo real de novos usuários para hedge de preços na BM&F, fazendo que o mercado venha ganhando volume muito grande, desde o ano passado. Uma das conseqüências disso é que, à medida que o mercado cresce com consistência, mostrando-se cada vez mais líquido, atrai outros agentes do mercado fi - nanceiro, como fundos, tesourarias. O grupo de confi nadores da Assocon foi responsável pela produção de 550 mil cabeças de gado no ano passado, do total estimado na ordem de três milhões de cabeças confi nadas no Brasil. Ainda não temos o resultado de nossa pesquisa de intenção, que deve sair entre março e abril. Mas tudo indica que esses números devem se repetir. Estamos vivenciando um cenário com muita pressão quanto aos custos. Há certa difi culdade em afi rmar se vamos continuar a crescer com a mesma intensidade, na faixa de 20%. Neste ano, esperamos que haja, no mínimo, a repetição dos mesmos números de 2007, explicou Guerra Nunes. Na BM&F, comparando-se janeiro de 2008 com janeiro de 2007, o segundo mercado com maior crescimento registrado no mês foi o de soja ( contratos contra 9.311). Os futuros de café arábica ( contratos contra ) e de milho ( contratos contra ) também mostraram elevação. O único mercado futuro com declínio nos volumes foi o futuro de açúcar, que recuou de contratos para O mercado de etanol, lançado em maio de 2007, fechou janeiro 2008 com contratos. No acumulado de janeiro, os mercados agropecuários tinham contratos em aberto, somando-se futuros e opções.

2 NOTÍCIAS Seguro rural deve ser encarado como insumo O governo federal espera destinar recursos de R$200 milhões para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural em O objetivo é massificar o uso do seguro rural privado, ampliando os 4% de área plantada no País que atualmente são beneficiados com o programa. A Síntese Agropecuária entrevistou o diretor do Departamento de Gestão de Risco Rural (Deger), Welington Soares de Almeida, sobre o assunto. Síntese Agropecuária O seguro rural tem sido um tema em que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento têm trabalhando há algum tempo. Quais são as difi culdades em se ampliar a participação privada? Welington Soares de Almeida O seguro rural, não só no Brasil, por ser a atividade rural de alto risco, é caro. Sendo caro, os prêmios tornam-se inviáveis para o produtor, de modo que este só tem condições de contratar um seguro rural privado se o governo entrar subvencionando uma parte. Identifi cada essa questão, foi criado o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural, administrado pelo Mapa, cuja regulamentação é de meados de Porém, as operações foram iniciadas na segunda quinzena de novembro de 2005, como projeto-piloto. Nessa primeira fase, foram formalizadas apenas 900 apólices, mas deu para sentir que conseguiríamos tocar o programa. A partir de janeiro de 2006, começou efetivamente a funcionar. S.A. O programa atraiu a participação das seguradoras privadas? W.S.A. Em 1996, foi criado o Fundo de Estabilidade do Seguro Rural, cujo objetivo era fomentar essas operações e dar certa segurança às seguradoras. O fundo existe até hoje, mas não cumpriu sua fi nalidade. As seguradoras continuaram operando, mas só tinham demanda para aquelas regiões em que o risco era mais elevado. De 1995 a 2005, tiveram prejuízo, porque ofertavam seguro basicamente para o Sul do País, onde as variações climáticas são muito grandes. Nesse período, houve prejuízo de R$220 milhões. Isso fez que algumas seguradoras deixassem de vender seguro rural e algumas resseguradoras deixassem de operar no Brasil. Em 2005, na modalidade agrícola, que é a mais procurada, o segmento todo arrecadou R$23 milhões em prêmios, praticamente em franca desaceleração. Em 2006, os números foram revertidos. S.A. A que se deveu a reversão? W.S.A. No fi nal de 2005, em novembro, atendíamos apenas sete culturas e somente a área agrícola. Em 2006, foram introduzidas alterações no programa. A primeira medida foi atender a todas as culturas que contassem com produtos de seguro aprovados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), que estão em torno de 45 produtos. A segunda foi aumentar os limites de subvenção, em reais. Em 2005, o limite máximo era de R$7 mil para grãos e R$12 mil para produtos de culturas permanentes (café, frutas). Considerando-se culturas de inverno e de verão, mais as permanentes, o produtor poderia receber até R$26 mil no ano. Alteramos, em 2006, para R$32 mil o limite de subvenção, para cada uma das modalidades já existentes culturas de inverno, de verão e permanentes, incluindo novas modalidades: pecuária e de fl orestas. No ano, então, o produtor poderia receber subvenção de até R$192 mil, caso fosse eclético o sufi ciente para ter todas as atividades de cada modalidade em sua propriedade. Ainda, há outras medidas visando despertar mais interesse do produtor em contratar seguro. Uma delas é a concessão, a partir de 2006, de 15% a mais de crédito com taxas favorecidas ao produtor que contratar o seguro. Outra, foi o fi m da medida que impedia que o produtor rural benefi ciado por programa estadual de subvenção de prêmio de seguro, como é o caso do estado de São Paulo, pudesse ter acesso ao programa federal. Desde 2007, tornamos complementares as subvenções. Nesse aspecto ainda, estamos fazendo um trabalho com os estados para que todos criem programas de subvenção, de maneira a tornar ainda mais barato o valor da apólice. Minas Gerais já começa a operar seu programa neste ano. No rol de iniciativas de incentivo ao seguro rural, vale lembrar, no que diz respeito à oferta, a abertura do mercado de resseguros. S.A. As medidas surtiram efeito? W.S.A. Surtiram e estamos fazendo alguns ajustes. Aumentamos o percentual de subvenção para as culturas de maçã e uva era de 40% do prêmio, foi para 50%. Fizemos o mesmo para todas as culturas que tinham percentual de 30%, elevando-os para 40%. Isso fez que o resultado de 2007 fosse ainda melhor na comparação com o de 2006: saltamos de operações para ; ampliamos o número de produtores atendidos: de para , crescimento Síntese Agropecuária é um informativo quinzenal da Bolsa de Mercadorias & Futuros-BM&F S.A. Comissão editorial: Edemir Pinto, Ailton Coentro e Alcides Ferreira. Jornalista responsável: Alcides Ferreira. Textos e produção: Alexandre Biancardi, Beto Saglietti, Fátima Lopes, Mariana Quaranta, Miguel Baia Bargas, Patrícia Brighenti, Renato Baumer Jr., Ronald Capristo Trapino, Rosangela Kirst, Rose Jordão e Simone Regina e Silva. Colaboradores: Fabiana Perobelli, Félix Schouchana, Luiz Cláudio Caffagni e Matheus Levi Gury de Souza. Veja no site: Bolsa de Mercadorias & Futuros-BM&F S.A., Praça Antonio Prado, 48, , São Paulo, SP, telefone O conteúdo desta publicação não representa nenhum posicionamento ofi cial da BM&F, nem deve ser interpretado como recomendação de compra ou de venda de contratos em seus mercados. Caso você queira receber a Síntese Agropecuária por , escreva para Os textos de análise de mercado trazem informações até 15 de fevereiro de

3 de 67%; e avançamos na área segurada: de 1,5 milhão de hectares para 2,2 milhões, incremento de 46%. O prêmio total registrou 80% a mais: de R$71,1 milhões dos quais R$31,1 milhões foram subvencionados para R$127,7 milhões, com R$61 milhões de subvenção. Houve declínio apenas na importância segurada, que caiu de R$2,8 bilhões para R$2,7 bilhões. S.A. Por que a queda? W.S.A. Em 2006, houve seguro para fl orestas, o que engloba grandes áreas. Isso não se repetiu em Gastamos mais de subvenção com a mesma importância segurada, por conta do aumento de percentuais de subvenção para diversas culturas, como as já citadas maçã e uva, ambas grandes demandantes de seguro. S.A. De onde vêm os recursos para o Programa de Subvenção de Prêmio de Seguro? W.S.A. Os recursos vêm do orçamento do governo encaminhado ao Congresso. Para 2006, o governo disponibilizou R$61 milhões para as seguradoras. Estas só conseguiram comprometer R$31,1 milhões, em torno de 50%. Em 2007, foram R$100 milhões e utilizados R$61 milhões. Para 2008, a proposta encaminhada é de subvenção da ordem de R$200 milhões. S.A. Por que não se está conseguindo comprometer todos os recursos disponíveis? W.S.A. O seguro rural, como qualquer modalidade de seguro, precisa que se adquira cultura de uso, de modo a massifi car as operações. Nosso desafi o é justamente criar essa cultura para o produtor rural, em todas as regiões do País. Só a partir do momento em que ele começar a fazer sistematicamente contratação de seguro rural, as seguradoras terão condições de oferecer produtos melhores com preços cada vez menores. S.A. Essa cultura já existe em alguma região? W.S.A. Sim, é mais desenvolvida no Paraná e em São Paulo. É no Paraná, que o preço do seguro é mais barato. As seguradoras estão começando a operar no Centro-Oeste e no Sudeste. S.A. Quais são as metas para 2008? W.S.A. O desafi o é que, na parte Centro-Sul do País, o seguro privado comece gradativamente a substituir o Proagro. Para que isso aconteça, é preciso que essas contratações sejam massifi - cadas, deixando de ser regionalizadas. Estamos trabalhando em algumas iniciativas que acreditamos possam auxiliar nesse sentido, como a criação de um fundo de catástrofes, que terá a função de, nesse tipo de situação, socorrer as seguradoras e as resseguradoras, em um trabalho que reúne, além do Ministério da Agricultura, o Ministério da Fazenda e o setor securitário. S.A. E de onde viriam os recursos para esse fundo? W.S.A. O grande problema do Fundo de Estabilidade do Seguro Rural é que seus recursos estão dentro da conta única do governo. O que estamos propondo é que esse fundo de catástrofe seja administrado por um consórcio de seguradoras. Os recursos seriam compostos a partir de percentual sobre o valor dos prêmios, mais subvenção anual do Ministério da Agricultura fora do programa de subvenção de prêmios e garantia da União na forma de títulos depositados em uma instituição fi nanceira governamental. O produtor precisa encarar o seguro como um insumo. Da mesma forma como compra o defensivo ou o adubo, tem de comprar o seguro para proteger seu capital. S.A. Quando esse projeto estará em operação? W.S.A. O programa está na Casa Civil, temos expectativa de que em breve seja enviado ao Congresso Nacional. S.A. Existem outras iniciativas em estudo? W.S.A. Sim. Temos um projeto para a qualifi cação de profi ssionais visando atender às seguradoras, com o objetivo de qualifi car em torno de 5 mil profi ssionais. No caso do seguro rural, o profi ssional que faz a regulação de sinistro, nome técnico para a perícia quando o seguro é acionado, tem de ser um agrônomo, um veterinário ou um zootecnista. Nesse projeto, de qualifi cação, além do Mapa, estão envolvidos o Banco Central e o Ministério do Desenvolvimento Agrário. A idéia é formar esses profi ssionais por meio de cursos a distância, ministrados pela Associação Brasileira de Ensino Agrícola Superior (Abeas). Outro projeto é a criação de um banco de dados para o setor: um portal que direcionará o usuário para os diversos locais onde estão concentrados as informações. Estamos também tratando com a Federação Nacional das Seguradoras (Fenaseg) e com o Instituto Brasileiro de Geografi a e Estatística (IBGE) para ampliar e focalizar as estatísticas de modo a oferecer às seguradoras visão mais real de cada região. S.A. É possível mensurar o benefício da contratação do seguro rural para o produtor? W.S.A. O seguro não determina diretamente aumento ou recuo de produção; apenas garante capital. Mas, como o produtor só tem direito à subvenção ao prêmio do seguro rural se ele observar as determinações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático, evidente que os riscos de clima aos quais ele está sujeito fi cam bem diminuídos e, em conseqüência, terá produtividade maior. O zoneamento, serviço oferecido pelo Ministério da Agricultura sem custo, é um indutor de tecnologia, com um pacote de informações indicando época de plantio, cultura e sementes mais indicadas para cada tipo de solo, entre uma série de informações oferecidas por município. Nesse sentido, então, o seguro contribui indiretamente para a elevação de produtividade. Outro ponto: atualmente os bancos estão começando a condicionar o crédito à utilização do zoneamento agrícola. Como isso, o que está se quebrando é o processo cultural de resistência ao uso de novas tecnologias. O governo quer oferecer ao produtor garantia de produção e de preços, esse é o mundo ideal. Como se faz isso? A garantia de produção ocorre por meio do seguro rural, que é o que está começando a funcionar agora no Brasil. A garantia de preços se faz por intermédio dos mercados futuros. São novidades que não se estabelecem de uma hora para a outra, por falta de cultura. Acredito que, futuramente, as próprias seguradoras passarão a ofertar um seguro que cubra a renda do produtor, porque induzirão à realização de hedge. O produtor precisa encarar o seguro como um insumo. Da mesma forma como ele compra o defensivo, o adubo, ele tem de comprar o seguro para proteger seu capital. S.A. Existem condições para aumentar essa demanda? W.S.A. Atualmente, 4% da área cultivada estão cobertos por seguro rural. É pouco. Porém, é um avanço signifi cativo para dois anos de programa. Esse progresso não depende apenas de um fi o da cadeia, mas de tudo o que está sendo proposto. E da mudança na cultura do setor produtivo. Nos Estados Unidos, onde o seguro rural existe desde as décadas de 1930 ou 1940, hoje não mais que 85% da área plantada estão cobertos por seguro e só 16 seguradoras operam como segmento. Isso mesmo com todos os programas de incentivos governamentais que lá existem. São novidades que não se estabelecem de uma hora para a outra. 3

4 ALGODÃO Depois das últimas elevações os preços se estabilizam Após a alta nas cotações da pluma no início do mês de janeiro, os preços se mantiveram estáveis. O indicador Esalq para pagamento em oito dias valorizou-se 9,61% no mês passado, atingindo a média de R$1,3759 (a maior desde fevereiro de 2007, em termos nominais). No momento, verifi ca-se menor demanda de algodão devido à difi culdade das fi ações para repassarem a alta dos preços ao produto fi - nal. Diante disso, os produtores estão preferindo vender a soja cujo preço se encontra em patamares mais favoráveis. Agentes do mercado atribuem essas cotações ao atraso, em torno de 30 dias, que haverá na colheita devido à estiagem no início da atual temporada. O produto de São Paulo e Paraná colhido em março/abril, que historicamente contribuía para amenizar a sua falta no 1º semestre, pouco infl uirá neste ano. A soma da produção naqueles estados será de 27 a 28 mil toneladas, a ser consumida em menos de 15 dias pela indústria local. Assim, a maior parte da safra só deverá começar a aparecer quando os estados do Centro-Oeste iniciarem a colheita, o que deverá ocorrer a partir da segunda quinzena de maio. As últimas estimativas dos principais organismos mundiais de algodão passaram a admitir a infl uência da desaceleração da economia mundial no consumo e nos estoques fi nais de algodão. O Internacional Cotton Advisory Committee (ICAC), menciona que, em janeiro, foi estimado o consumo em 27,5 milhões de toneladas e, em fevereiro, em 27,4 milhões de toneladas. Por conseqüência, os estoques fi nais, para a temporada, 2007/08 aumentarão para 10,95 milhões de toneladas ante 10,7 milhões de toneladas projetadas anteriormente. No relatório do United States Department of Agriculture (USDA) de 8 de fevereiro, prevê-se elevação de 5% nos estoques fi nais de 2007/2008. Além da redução de consumo, esse aumento é resultante do incremento na produção de China, Brasil e Paquistão que mais que superarão a queda na produção indiana. Por último, o Nacional Cotton Council (NCC) divulgou, no dia 11, a previsão de oferta e demanda, bem como a pesquisa sobre intenção de plantio nos Estados Unidos. O NCC espera que, apesar da elevação da produção mundial, que deverá atingir 26,64 milhões de toneladas em 2008, os estoques mundiais se mantenham cada vez mais apertados. O crescimento da demanda deverá ser menor devido à desaceleração econômica mundial, mas deve ser sufi ciente para superar a oferta e dar suporte aos preços. Quanto à intenção de plantio nos Estados Unidos estima-se que a área em 2008 seja 12% menor que em 2007, em continuação ao processo de cessão de áreas de algodão para milho, soja e trigo. Em 11 de fevereiro, o Índice A Cotlook foi fi xado em US$ 73,70, enquanto em Nova Iorque, o contrato março/08 fechou em US$ 67,16. Nessa mesma data, o indicador Esalq para oito dias de pagamento encerrou a US$ 79,89. Gráfico 1 Evolução dos preços do algodão US$ /lp Gráfico 2 Indicador Esalq para oito dias R$/lp Subida do Preços início de janeiro Estabilidade dos Preços no final de janeiro jan-07 fev-07 mar-07 abr-07 mai-07 jun-07 Indicador Cepea - 8dias jul-07 ago-07 set-07 out-07 nov-07 dez-07 jan-08 Indice A Cotlook 2/1/2008 6/1/ /1/ /1/ /1/ /1/ /1/ /1/2008 3/2/2008 7/2/2008 NYCE 1º Vencimento Fonte: Cepea. 4

5 SOJA Relação de preços entre soja e milho favorece decisão de plantio Excesso de chuva dificulta colheita no Mato Grosso. Os negócios no mercado doméstico permaneceram paralisados nos dias em que houve queda expressiva dos preços do grão no mercado internacional. Como as cotações estavam em ritmo ascendente há meses, os produtores não quiseram se arriscar a fazer negócios em dias cujo saldo foi negativo, na expectativa de que as cotações voltassem aos patamares observados anteriormente. Já nos demais dias, o mercado manteve-se com preços sólidos. Apesar da volatilidade, o preço médio mensal das principais praças manteve-se bem acima das médias anteriores, como se observa no Gráfi co 1. Em 12 de fevereiro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou seu 5º levantamento de avaliação da safra 2007/08, no qual as perspectivas positivas do mercado refl etem o aumento da produção da soja, de 58,2 milhões de toneladas em janeiro para 58,5 milhões de toneladas, em fevereiro, o que equivale a 0,5% a mais. Porém, a área plantada foi projetada em mil hectares, ante ,1, em janeiro. Ou seja, diminuição de 0,25%. Segundo consultoria especializada, o bom regime de chuvas apresentado nas últimas semanas foi responsável por recordes na safra 2007/08. Contudo, o excesso tem prejudicado o desenvolvimento das colheitas no Centro-Oeste, onde apenas 7% da área plantada havia sido colhida, em relação a 15% no ciclo anterior. Já no Rio Grande do Sul e no Paraná, o temor da La Niña, que seria responsável por um verão muito seco, não foi inteiramente concretizado. Apenas alguns poucos bolsões de seca foram registrados até então. As cotações de soja no mercado internacional continuam em alta. Segundo especialistas norte-americanos, não seria de se espantar se os preços futuros atingissem entre US$14,00 a US$15,00 por bushel nos próximos meses, devido aos estoques menores e à forte demanda pelo produto. O cenário fi nanceiro internacional e o temor de que os Estados Unidos entrem em recessão econômica foram responsáveis pela expectativa de que poderá haver menor demanda para combustíveis e alimentos, o que ocasionou volatilidade dos preços, como mostra o Gráfi co 2. A essa situação acrescenta-se as incertezas às quais o mercado está sujeito, como o tamanho da área de cultivo dos Estados Unidos e a luta das lavouras argentinas contra a La Niña. A grande valorização do grão fez que o produto se torne mais interessante para a safra 2008/09, com início do plantio em abril aos produtores norte-americanos em detrimento do milho. A relação entre os preços da soja e do milho tem se mantido entre 2,26 e 2,54, tanto no mercado físico, quanto no futuro, valor muito abaixo do apresentado no ano anterior, quando estava abaixo de 2. O signifi cativo aumento da relação entre os preços dos produtos ocorreu devido à extrema valorização da soja internacionalmente, enquanto o milho não teve desempenho tão expressivo (Gráfi co 3). O relatório de oferta e demanda do United States Department of Agriculture (USDA) de 8 de fevereiro aponta novamente queda do estoque fi nal do produto nos Estados Unidos, para 4,35 milhões de toneladas, ante 4,76 milhões de toneladas no mês passado. A expectativa de consumo mundial cresceu marginalmente para 61,41 milhões de toneladas e o consumo para a China manteve-se estável em 34 milhões de toneladas. O prêmio de exportação para embarque de soja em maio de 2008 foi negociado a US$ -90/bushel em 13/2/2008, enquanto que, em 12/2/2007, foi registrado a US$ 20/bushel. Deve-se ressaltar que a grande volatilidade indica que existe relativo risco em efetuar operações em bolsas internacionais. No mercado futuro da BM&F, em 12 de fevereiro, a soja fechou em US$27,42/ saca para maio/08 e em US$27,40/saca para junho/08, meses mais líquidos. Na mesma data, o futuro maio/09 fi cou em US$25,2/saca. Em janeiro, foram negociados contratos ( toneladas), contra ( toneladas) no mesmo mês do ano anterior, crescimento de 167%. Gráfico 1 Evolução dos preços médios das praças R$/saca de 60 kg Gráfico 2 Retorno diário da soja na BM&F e CBOt (1 vencimento) 25% 20% 15% 10% 5% 0% -5% -10% mar/07 Gráfico 3 Evolução diária dos preços de milho e soja na CBOt US$ /lb jan-07 1,400 1,200 1, fev-07 abr/07 mai/07 Paranaguá_PR Rio Grande-RS jan-07 BM&F CBOT mar-07 fev-07 abr-07 mar-07 mai-07 abr-07 jun/07 jun-07 mai-07 SOJA jul-07 jun-07 jul/07 jul-07 ago-07 ago/07 ago-07 set-07 set/07 out/07 nov/07 dez/07 Campo Grande-MS Rio Verde-GO set-07 out-07 out-07 nov-07 nov-07 dez-07 dez-07 MILHO jan ,3 % + 27,5 % jan-08 fev-08 jan/08 10% 5% 0% -5% -10% -15% -20% -25% 5

6 MILHO Colheita no Centro-Sul alcança 8,4% da área plantada Aprovação do milho transgênico pode mudar a sua comercialização. O desenvolvimento fi nal das lavouras de milho tem ocorrido de maneira uniforme e satisfatória, exceto em algumas regiões do Rio Grande do Sul. Segundo consultorias, até 8 de fevereiro, a colheita da safra nova no Centro-Sul já alcançava 8,4% da área plantada. O estado mais adiantado é o Rio Grande do Sul com 23,4%, seguido Santa Catarina com 10,4%. O plantio de safrinha também já começou no Oeste do Paraná. No Mato Grosso, o excesso de chuvas retarda a colheita da soja precoce, atrasando o cultivo da safrinha de milho. Porém, dados os níveis de preços favoráveis, o produtor pode estar mais propenso a arriscar plantar fora de época. De acordo com estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgada este mês, a safra de verão deve produzir 38,2 milhões de toneladas de milho, o que representa acréscimo de 4,4% em relação à safra 2006/07, que estava em 36,6 milhões de toneladas. Já a estimativa da safrinha não se alterou em relação ao relatório anterior (janeiro), de 15,35 milhões de toneladas. Somando-se as duas safras o Brasil deve produzir 53,58 milhões de toneladas. Porém, fontes do mercado acreditam que a safrinha poderá ultrapassar essa previsão da Conab. Em 12 de fevereiro, o Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS) acatou os pareceres da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) para liberação do plantio comercial das variedades transgênicas Liberty Link (Bayer) e MON810 (Monsanto) resistentes a insetos e herbicidas, respectivamente. Caso essa decisão seja defi nitiva, pode-se esperar que parte dos produtores brasileiros adote essa tecnologia. Assim, para atender à demanda doméstica e internacional de milho não-transgênico, será necessária a organização de processos confi áveis de rastreabilidade. O relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) de 8 de fevereiro ajustou para baixo a produção Argentina, que passou de 22,5 milhões de toneladas previstas em janeiro, para 21,5 milhões, fato explicado pela escassez de chuvas nas regiões produtoras daquele país. Em relação à produção e aos estoques fi nais norte-americanos, não houve alteração nos números quanto ao relatório de janeiro. Os preços no mercado internacional seguem fi rmes, estimulados principalmente pela maior demanda do produto e pelas disputas, cada vez mais aparentes, por áreas nos Estados Unidos entre as culturas de milho, soja, trigo e algodão. A relação de preços entre soja e milho, ao redor de 2,4, gera maior atratividade para a produção de soja. Espera-se diminuição de 8,7% da área de milho, passando de 37,9 milhões de hectares em 2007/08 para 34,6 milhões na próxima safra. No mercado interno, os preços do milho continuam pressionados pelo avanço da safra, que faz que os vendedores passem a liquidar seus lotes, possibilitando a entrada de milho da safra nova. Entre os dias 2 de janeiro e 13 de fevereiro, o indicador de preços do milho divulgado pela Esalq/Cepea, acumulou perda de 15,6%. No dia 12 de fevereiro, o volume de contratos em aberto na BM&F somava Na mesma data, o milho para maio/07, mês futuro mais líquido, foi negociado a R$23,35/ saca, enquanto setembro/08, que representa a safrinha, fechou em R$24,33/saca. Durante o primeiro mês de 2008, foram negociados contratos, o correspondente a toneladas. Esse volume representou acréscimo de 55,2% nos contratos negociados, se comparado a mesma época do ano anterior, quando foram transacionados contratos. Na média diária, foram 24,9 mil toneladas. Gráfico 1 Evolução dos preços do milho na BM&F Gráfico 2 Evolução dos preços do milho na CBOt R$/saca US$/saca /01/08 07/01/08 12/01/08 17/01/08 22/01/08 27/01/08 01/02/08 06/02/08 mar/08 mai/08 set/08 nov/08 2/1/2008 7/1/ /1/ /1/ /1/ /1/2008 1/2/2008 6/2/2008 mar/08 mai/08 jul/08 dez/08 Fonte: CBOT. 6

7 SIMULAÇÃO DE OPERAÇÕES Estratégia com opções de café arábica Na BM&F, o mercado de opções vem desenvolvendo-se de maneira significativa nos últimos anos, tornando-se mais uma ferramenta à disposição da cadeia produtiva do café para gerenciar o risco de preço. Em 2007, foram negociados contratos de opções contra em 2006, crescimento de 160%. Desde que o operador tenha sua estratégia bem definida, o mercado de opções oferece muitas oportunidades. Adicionalmente, é necessário analisar quando usar sua estratégia e simular os resultados possíveis em situações diversas de preço. Para alguns operadores, o cenário atual dos preços do café é que o patamar atingido do preço a futuro, vencimento setembro de 2008, em torno de US$180,00/ saca a US$185,00/saca, é adequado para vendedores do produto. Nesse sentido, a possibilidade de os preços subirem acima desse patamar é pequena. Assim, uma boa estratégia seria vender opções de compra e auferir um prêmio, levando em conta que a expectativa é de que o preço futuro do café tem pouco espaço para aumentar de forma relevante. Ao vender uma opção de compra, o lançador dessa opção receberá o valor do prêmio. Se o preço futuro do café não subir, terá embolsado integralmente esse prêmio. Nesse caso, considera-se que a venda da opção estaria no mesmo patamar do preço praticado no mercado futuro, ou seja, no mesmo preço de exercício (no dinheiro). Se o preço subisse, o vendedor da opção de compra teria perda, dada pela diferença entre o preço de exercício e o preço futuro. Essa situação é mostrada na Tabela 1, que traz, na primeira coluna, os preços possíveis no mercado futuro, entre US$155,00/saca e US$200,00/saca; e na segunda, o valor do prêmio o chamado prêmio de referência, divulgado diariamente pela BM&F ou o valor justo da opção, considerando a volatilidade do preço do café e o tempo para o exercício. Este é o prêmio pago pelo comprador da opção de compra. Na terceira coluna, observa-se o valor que o vendedor da opção de compra teria de desembolsar caso fosse exercido. É importante lembrar que o vendedor de uma opção tem obrigação de arcar com essa diferença sempre que exercido, o que ocorrerá se o preço da opção subir acima do preço de exercício. Na quarta coluna, consta o valor do prêmio mais o resultado do exercício da opção. O preço de exercício no exemplo é US$180,00/saca. O risco da operação de venda da opção de compra surge quando o preço do café a futuro aumenta. Para neutralizá-lo, o operador pode comprar contratos futuros. Assim, na quinta coluna é mostrada a posição comprada de um contrato futuro, ao mesmo preço de exercício da opção, de US$180,00/saca. Na sétima coluna, é apresentado o resultado da opção e do mercado futuro em conjunto. Gráfico 1 Resultado da venda de opção de compra (US$/sc) Gráfico 2 Resultado da compra de futuros (US$/sc) Gráfico 3 Resultado final da operação (venda de put sintética) (US$/sc) Preço futuro Preço futuro Preço futuro 7

8 SIMULAÇÃO DE OPERAÇÕES Analisando a última coluna, verifica-se que, se o preço cair a US$163,00/saca até setembro de 2008, o operador não terá lucro na operação. Acima desse valor, entretanto, o ganho é crescente, até alcançar US$17,00/saca, que é equivalente ao prêmio. Dessa forma, para não ficar exposto à alta no preço do café, o operador travou o mercado futuro comprando contratos de café e neutralizando o potencial de perda. Em caso de haver queda nos preços futuros do café, o operador pode liquidar sua compra de contratos futuros para não ter de pagar ajustes diários no mercado futuro e preservar seu lucro nas opções. Conclusão Essa operação deve levar em conta a expectativa do operador, que está avaliando o preço do café para setembro de 2008, já tendo alcançado um tabela 1 (US$/saca) nível que se poderia chamar de teto de preço. Sendo assim, ele analisa se a probabilidade de alta no preço é menor do que a queda. Por isso, decidiu vender uma opção de compra para obter o prêmio. Para se proteger contra uma alta indesejada no preço, ele comprou contratos futuros e neutralizou essa alta. Sua exposição só ocorrerá se o preço futuro do café cair abaixo de US$163,00/saca, quando seus ganhos se esgotarem. Preço futuro (A) Prêmio recebido Exercício (B) Resultado da opção (C) Compra futura (D) Resultado da compra futura (E) = (A) (D) Resultado final futuro + opção (E) + (C) /2/ ANO 10 Impresso

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