COMISSÃO NACIONAL DE SAÚDE AMBIENTAL CNSA Porto Alegre, Junho 2011

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1 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA CFMV COMISSÃO NACIONAL DE SAÚDE AMBIENTAL CNSA Porto Alegre, Junho 2011 Dra. Maria Auxiliadora Gorga Luna (Dora)

2 O MÉDICO VETERINÁRIO E O ZOOTECNISTA NA SAÚDE AMBIENTAL

3 COMPETÊNCIA

4 » I - política nacional do meio ambiente e dos recursos hídricos; II - política de preservação, conservação e utilização sustentável de ecossistemas, e biodiversidade e florestas; III - proposição de estratégias, mecanismos e instrumentos econômicos e sociais para a melhoria da qualidade ambiental e o uso sustentável dos recursos naturais; IV - políticas para a integração do meio ambiente e produção; V - políticas e programas ambientais para a Amazônia Legal; e VI - zoneamento ecológico-econômico. DL1

5 Slide 4 DL1 Dora Luna; 19/02/2011

6 ÓRGÃOS COLEGIADOS DO MMA:»a) Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama); b) Conselho Nacional da Amazônia Legal (Conamaz); c) Conselho Nacional de Recursos Hídricos; d) Conselho Deliberativo do Fundo Nacional do Meio Ambiente; e) Conselho de Gestão do Patrimônio Genético; f) Comissão de Gestão de Florestas Públicas; e g) Comissão de Gestão (Conaflor).

7 Órgão consultivo e deliberativo do Sistema Nacional do Meio Ambiente-SISNAMA, foi instituído pela Lei 6.938/81 regulamentada pelo Decreto /90. Colegiado representativo constituído por cinco setores: órgãos federais, estaduais e municipais, setor empresarial e sociedade civil.

8 São atos do CONAMA: Resoluções, quando se tratar de deliberação vinculada a diretrizes e normas técnicas, critérios e padrões relativos à proteção ambiental e ao uso sustentável dos recursos ambientais; Moções, quando se tratar de manifestação, de qualquer natureza, relacionada com a temática ambiental; Recomendações, quando se tratar de manifestação acerca da implementação de políticas, programas públicos e normas com repercussão na área ambiental Proposições, quando se tratar de matéria ambiental a ser encaminhada ao Conselho de Governo ou às Comissões do Senado Federal e da Câmara dos Deputados; Decisões, quando se tratar de multas e outras penalidades impostas pelo IBAMA, em última instância administrativa e grau de recurso, ouvido previamente o CIPAM. Resolução: Ato administrativo normativo expedido pelas autoridades do Executivo (menos pelo Chefe do Executivo, expede decretos), presidentes tribunais,órgãos legislativos e colegiados administrativos, para disciplinar matéria específica.

9 a) autarquias 1. Agência Nacional de Águas (ANA); 2. Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama); 3. Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio); e 4. Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ); b)..

10 LEGISLAÇÃO AMBIENTAL HISTÓRICO Anos 80 começa surgir uma legislação ambiental brasileira sintonizada com a tendência mundial de conciliar atividades empresariais e conservação do meio ambiente.

11 Lei Federal 6.938, 31/08/1981 Regulamentada pelo D.99274/90 Dispõe sobre a Política Nacional de Meio Ambiente, seus afins e mecanismos de formulação e aplicação no Brasil, define meio ambiente como:

12 MEIO AMBIENTE conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas.

13 Lei Federal 6.938, de 31 de agosto de 1981 Art. 3º, inciso I Poluidor - pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, responsável, direta ou indiretamente, por atividade causadora de degradação ambiental..

14 Tanto os MÉDICOS VETERINÁRIOS como os ZOOTECNISTAS estão sujeitos as infrações éticas e à responsabilidade civil e criminal, no desempenho da atividade de Responsável Técnico. Código Penal Brasileiro, Artigo 13 - A omissão é plenamente relevante quando o omitente devia e podia agir para evitar o resultado. O dever de agir incumbe a quem tenha por lei obrigação de cuidado, proteção ou vigilância.

15 Prejudicam a: vida aquática qualidade da água.

16 Degradação Ambiental por disposição de resíduos não tratados em cursos de água Resíduos de matadouro municipal despejados no rio Capibaribe em PE. A águado riocapibaribesegue paraum reservatório. Cercade 500 mil pessoasusama barragemcomofontede abastecimento.

17 RESOLUÇÃO CONAMA Nº 001, de 23 de janeiro de 1986 (Publicada no D.O.U de ) Dispõe sobre o licenciamento ambiental e sobre o estudo prévio de impacto ambiental Artigo 1º - Para efeito desta Resolução, considerase impacto ambiental qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetam: - a saúde, a segurança e o bem-estar da população; - as atividades sociais e econômicas; - a biota (conj. de organismos na biosfera); - as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente; - a qualidade dos recursos ambientais.

18 Impacto Ambiental Positivo Reflorestamento Impacto Ambiental Negativo Mecanismo de exploração intensiva dos recursos naturais pelo homem, atividades antropicas, cuja velocidade, não permite mais o equilíbrio ecológico natural. ULTRAPASSAM A CAPACIDADE SUPORTE DO MEIO NATURAL.

19 Segundo dados do IBGE mais de 90% dos municípios brasileiros sofrem com a ocorrência de impactos ambientais. Percentual de impactos ambientais em municípios brasileiros - IBGE Queimadas - 54,2% Desmatamento - 53,3% Assoreamento - 53%.

20 IMPACTO AMBIENTAL PELA FORMAÇÃO DE PASTAGEM NO BIOMA CERRADO (HOT SPOT) A substituição da pastagem nativa por Brachiaria decumbens possibilitou o aumento da capacidade de suporte unidadeanimal por hectare,. em contrapartida: Criou extensas áreas de monocultura Ocasionou explosões populacionais de algumas espécies de insetos às quais se mostrou altamente susceptível: O complexo cigarrinhas-daspastagens

21 IMPACTO AMBIENTAL POR RESÍDUOS SÓLIDOS

22 OS RESÍDUOS PODEM SER CLASSIFICADOS: pela sua origem (urbana, industrial, agrícola, ect.), pela sua composição química (matéria orgânica ou matéria inorgânica) e, pelos risco potenciais ao meio ambiente (perigosos, inertes e não inertes).

23 Resíduos Sólidos - Riscos potenciais ao meio ambiente NBR 10004:2004 Classe I Perigosos Listado nos anexos A ou B da NBR :2004 ou com características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade ou patogenicidade. Classe II Não Perigosos: IIA Não Inertes - possui constituintes que são solubilizados em concentrações superiores às listadas no anexo G da NBR :2004. IIB Inertes. Resíduos Classe I e II A necessitam de tratamento e disposição final específicos.

24 RDC ANVISA Nº 306, DE 7 DE DEZEMBRO DE 2004 Dispõe sobre o Regulamento Técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. Aplica-se à todos os geradores de Resíduos de Serviços de Saúde-RSS. Dentre os geradores de RSS estão elencados todos os serviços relacionados com o atendimento animal inclusive: assistência domiciliar e de trabalhos de campo, laboratórios analíticos, estabelecimentos de ensino e pesquisa na área de saúde, centros de controle de zoonoses.

25 O PGRSS contempla aspectos referentes a: minimização na geração. segregação, acondicionamento, O PGRS aponta e identificação, descreve as coleta, ações relativas transporte interno, do manejo ao armazenamento temporário, tratamento interno, destino final armazenamento externo, coleta e transporte externo, tratamento externo e disposição final e, ações de proteção à saúde pública e ao meio ambiente

26 COMO CONTROLAR/MITIGAR IMPACTOS AMBIENTAIS? DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO X CONSERVAÇÃO AMBIENTAL

27 Visa controlar/mitigar os impactos ambientais Obrigatoriedade legal para empreendimentos e atividades que utilizem recursos naturais e podem causar degradação ambiental (Lei 6.938/81)

28 LICENCIAMENTO AMBIENTAL Um dos instrumentos de gestão instituídos pela Política Nacional do Meio Ambiente (Lei 6.938/81). Procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia os empreendimentos e atividades que utilizem recursos naturais e podem causar degradação ambiental. RESOLUÇÃO CONAMA Nº 001, de 23 de janeiro de 1986 Dispõe sobre o licenciamento ambiental e sobre o estudo prévio de impacto ambiental

29 PREVISÃO LEGAL PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL EM PORTO ALEGRE CNMA Lei 6.938/81 art. 10 CEMA Lei / a 70 Resolução 237/97 anexo: atividades ou empreendimentos sujeitos a licenciamento ambiental Lei 8.267/98 dispõe sobre o licenciamento ambiental no município de Porto Alegre

30 LICENCIAMENTO AMBIENTAL NO MUNICÍPIO DE PORTO ALEGRE Lei Municipal nº 8.267/98 As licenças ambientais em Porto Alegre são emitidas pela Smam com base na Lei Municipal nº 8.267/98, considerando a Resolução nº 05/98 do Conselho Estadual de Meio Ambiente e o convênio firmado entre a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam/Secretaria Estadual do Meio Ambiente) com a Prefeitura de Porto Alegre.

31 TAXA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL NO MUNICÍPIO DE PORTO ALEGRE A Lei Municipal nº 8.267/98 institui a Taxa de Licenciamento Ambiental (TLA), que deve ser recolhida previamente ao pedido da licença ou de sua renovação. Os valores são definidos em função do porte do empreendimento e do seu potencial poluidor, constando em tabela anexa à lei. Alguns instrumentos são necessários para a análise de licenciamento, como o Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) e/ou o Relatório de Impacto Ambiental (RIA), utilizados para avaliar a viabilidade do empreendimento e/ou atividade.

32 LICENCIAMENTO AMBIENTAL LICENÇAS Licença Prévia (LP) Licença de Instalação (LI) Licença de Operação (LO) Licença Única (LU)

33 LICENCIAMENTO AMBIENTAL Licença Prévia: concedida na fase preliminar do planejamento em função do porte e do potencial poluidor do empreendimento, aprovando a sua concepção e localização, atestando a viabilidade ambiental e estabelecendo os requisitos básicos e condicionantes a serem atendidos nas próximas fases de sua implantação. Não autoriza o início das obras. Licença de Instalação: autoriza a instalação do empreendimento (terraplanagem, construção cível) de acordo com as especificações constantes nos planos, programas e projetos aprovados, incluindo as medidas de controle ambiental e demais condicionantes. Licença de Operação: autoriza o funcionamento da atividade, após a verificação do efetivo cumprimento do que consta na Licença de Instalação, com as medidas de controle e condicionantes determinados para a operação.

34 Licença Única (LU): para aquelas atividades e empreendimentos de mínimo e pequeno porte, com grau de poluição baixo ou médio, podendo ser emitidas na fase de planejamento, instalação ou operação.

35 ATIVIDADES E EMPREENDIMENTOS SUJEITOS AO LICENCIAMENTO AMBIENTAL Exemplos: Indústrias Química, Produtos alimentares, Vestuário, Comércio varejista e de alimentos, Açougue, Churrascaria, Pizzaria, Serviços de reparação e manutenção Serralheria, Lavagem e lubrificação de veículos, Retificação de motores, Oficina mecânica,depósitos Produtos químicos, Sucatas, Postos de abastecimento, Turismo, Hotéis, Casas noturnas, Obras civis, Abertura de vias urbanas, Pontes, Serviços de infra-estrutura, Estações rádio-base de telefonia celular, Resíduos sólidos, Tratamento e destinação de resíduos sólidos urbanos, Extração mineral, Pedreira, Saibreira, Olaria, Atividades agropecuárias, Irrigação, Criação de animais, Veículos de divulgação, Letreiro, Out-door, Painel (back-light, front-light).

36 ATIVIDADES E EMPREENDIMENTOS SUJEITOS AO LICENCIAMENTO AMBIENTAL OUTRAS ATIVIDADES Exemplos: Loteamentos, Condomínios, Shopping center, Hipermercados, Hospitais, Laboratórios.

37 O estudo do impacto ambiental é destinado a identificar e interpretar, assim como prevenir, as conseqüências ambientais ou os efeitos que podem causar à saúde e ao bem-estar do homem e ao entorno, ou seja, os ecossistemas em que o homem vivi e de que depende. Resolução CONAMA 001/86 exige o Estudo de Impacto Ambiental EIA e respectivo Relatório de Impacto Ambiental-RIMA para licenciamento de atividades modificadoras do meio ambiente.

38 Para aquelas atividades que venham a exigir estudos mais simplificados poderá ser solicitado o Relatório de Impacto Ambiental (RIA).

39

40 Constituição Federal de 1988 A Constituição Federal de 1988 fixou, no Poder Público exigir o Estudo Prévio de Impacto Ambiental para a instalação de obra ou atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente, despontando de seu artigo 225, inciso IV. Primeira Carta Magna do planeta a inscrever a obrigatoriedade do estudo de impacto no âmbito constitucional. Não há definição constitucional de meio ambiente.

41 NA CF/88 O TERMO IMPACTO AMBIENTAL É CITADO DUAS VEZES. No Título I da Ordem Econômica e Financeira aparece no capítulo dos Princípios Gerais da Atividade Econômica: a defesa do meio ambiente inclusive mediante tratamento diferenciado conforme o impacto ambiental dos produtos e serviços de seus processos de elaboração e prestação. No Título II da Ordem Social, o capítulo do Meio Ambiente coloca que para assegura a efetividade desse direito, incumbe ao poder público exigir, na forma da lei, para instalação de obra ou atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente, estudo prévio de impacto ambiental, a que se dará publicidade.

42 RESPONSABILIDADE AMBIENTAL E COMPETÊNCIA LEGAL DO MÉDICO VETERINÁRIO NO DESENVOLVIMENTO DE SUAS ATIVIDADES.

43 O MÉDICO VETERINÁRIO Responsável como cidadão Responsável como profissional - legal e ético Lei nº 5517/1968 (estabelece a competência do MV)

44 Campo Indústrias de alimentos Fábricas de ração Clínicas, consultórios, hospitais, pet shop Laboratórios (dianóstico e pesquisa) Zoológicos Biotérios Reservas Biológicas e Instações Ecológicas Criadouros mantenetores, comerciais e científicos com fins conservasionista Agropecuárias Agronegócio pesque e pague, piscicultura, turismo etc Áreas de pesquisa e ensino Matadouros Supermercados

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46 Agropecuária Pode-se exemplificar a importância do Médico Veterinário no desenvolvimento de uma exploração pecuária sustentável, baseada: No manejo racional dos recursos naturais, No uso responsável dos parasiticidas, antibióticos, probióticos e hormônios, Na destinação dos dejetos e resíduos, dentre outras. EDUCADOR AMBIENTAL

47 Atuação como perito criminal A contribuição do Médico Veterinário nesta área se dá em parceria com o biólogo na identificação taxonômica de espécies. É reservada ao Médico Veterinário a competência exclusiva na determinação da causa mortis dos animais, com intuito de identificar atos criminosos.

48 Elaboração de Projetos e Estudos Projetos de conservação e preservação da fauna como: Projeto TAMAR(Brasil) Mico-Leão-Dourado (RJ) Projeto Fauna Viva (RJ) CEMAFAUNA(PE) PRÓ-PIRÁ (PA) EIA e RIMA Pronaf ECO. FNMA, MMA, MIN e Fundações

49 PESQUISA E DESENVOLVIMENTO Pesquisa genética, desenvolvimento de vacinas, kits diagnósticos, nutrição, reprodução, medicamentos, parasiticidas e técnicas de produção animal.

50 Responsabilidade ambiental do MV em: 1.Clínicas e hospitais veterinários 2.Pet shoop 3.Revendas 4.Fábricas de ração 5.Indústrias em geral 6.Supermercado Responsabilidade Ambiental?

51 RESPONSABILIDADES Gerenciamento dos resíduos sólidos de saúde (agulhas, seringas, luvas, sangue e etc); Destino adequado dos animais mortos; Utilização de produtos ambientalmente corretos; Uso consciente de parasiticidas, hormônios e outros Utilização consciente dos recursos naturais (água. energia e etc); Destino adequado dos pelos dos animais Manejo integrado no controle de pragas urbanas. Destino adequado de embalagens e produtos vencidos; Destino adequado dos dejetos dos animais e etc...

52 Responsabilidade ambiental do MV em atividades de: Vigilância Ambiental e CCZ Vigilância Sanitária Defesa Sanitária Animal Inspeção Sanitária oficial Laboratórios veterinários privados, de empresas de unidades de ensino

53 EXEMPLIFICAÇÃO DA IMPORTÂNCIA DO ZOOTECNISTA NA CONSERVAÇÃO AMBIENTAL

54 Lei Federal nº de 4 de Dezembro de 1968 Dispões sobre o exercício da profissão de Zootecnista

55 Exemplos: Campo Fábricas de ração Laboratórios (dianóstico e pesquisa) Zoológicos Áreas de pesquisa e ensino Biotérios Reservas Biológicas e Instações Ecológicas Criadouros mantenetores, comerciais e científicos com fins conservasionista

56 Principais Atividades estudar processos e regimes de criação; selecionar os animais para formação do rebanho matriz para reprodução; determinar o sistema e as técnicas a serem usados no pasto; pesquisar as necessidades nutricionais do rebanho e estabelecer a dieta adequada aos animais; planejar e avaliar as instalações utilizadas para a criação de animais; verificar as condições de higiene e da alimentação dos animais;

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59 Elaboração das Políticas Públicas Conselhos de Meio Ambiente Delegacias de Meio Ambiente Comitês

60 Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica - Dr.Afrânio Menezes (Medico Veterinario) quarto mandato.

61 A gestão ambiental é uma profissão que está crescendo cada vez mais em todo o Brasil e no mundo. Ao longo do tempo, aumenta o interesse e a pressão pública nas empresas para que elas tomem medidas de mitigação de impactos ambientais e racionalização da gestão de recursos naturais., inclusive com a obtenção dos selos ISO 14000, referentes ao alcance da excelência na gestão ambiental empresarial.

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66 Impacto ambiental por utilização de agrotóxicos

67 Impacto à saúde por utilização inadequada de agrotóxicos

68 1.000 U$ Mercado de Agrotóxicos no Brasil = toneladas de agrotóxicos em Fonte: Sindage Gazeta Mercantil de 20/01/09 pág. 9, Brasil supera EUA no uso de agroquímicos elaboração do gráfico GGTOX/ANVISA 2009

69 IBAMA avaliação do impacto ambiental MAPA eficiência agronômica ANVISA avaliação toxicológica saúde humana

70 PARA OBJETIVO GERAL Monitorar a qualidade de alimentos e agua quanto a utilização de agrotóxicos e afins.

71 Desvio de uso Limite Máximo de Resíduos-LMR acima do permitido Sem registro

72 UF Coleta Analisadas Insatisfatório % Insatisfatórios Amostras Insatisfatórias por UF PARA Total de amostras analisadas = 3130 Total de amostras insatisfatórias = 907 Percentual de insatisfatórias (média nacional) = 29% AC % AM % AP % BA % CE % DF % ES % GO % MA % MG % MS % MT % `PA % B % PE % PI % PR % RJ % RN % RO % RR % RS % SC % SE % TO %

73 Ingrediente ativo Problemas relacionados Indicação da Reavaliação Exemplos de países em que é proibido Principais culturas encontradas Endossulfan suspeita de desregulação endócrina e toxicidade reprodutiva banimento de uso no Brasil 45 países, destacando-se União Européia; Estados Unidos pepino, pimentão e beterraba Acefato neurotoxicidade, suspeita de carcinogenicidade e de toxicidade reprodutiva banimento de uso no Brasil União Européia; entre outros cebola e cenoura Metamidofós neurotoxicidade banimento de uso no Brasil 37 países, destacando-se União Européia; Estados Unidos pimentão, tomate, alface e cebola

74 INTOXICAÇÃO PIRETROIDE FALTA DE EPI

75 INTOXICAÇÃO - ORGANOFOSFORADO

76 INTOXICAÇÃO POR INGESTÃO

77 INTOXICAÇÃO NA APLICAÇÃO PROXIMIDADE DA CASA À LAVOURA

78 Fotos CIT/SC

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82 OBRIGADA! Contato CNSA SIA Trecho 6 - Lotes 130 e CEP Brasília-DF Fone: (61) Fax: (61)

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