HUILA: PROVINCIA SEM DEFECAÇÃO AO AR LIVRE

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1 República de Angola Governo da Província da Huíla HUILA: PROVINCIA SEM DEFECAÇÃO AO AR LIVRE PLANO DE ACÇÃO Lubango 2008

2 Índice 1 Contexto Historico Resumo Lógica de intervenção Objectivos Resultados esperados Actividades Estratégia de Implementação Sensibilização e capacitação dos lideres políticos e autoridades locais Facilitação do processo (visa três sub-aspectos) Componente de Capacitação e Formação de Formadores: Implementação do Processo Fortalecimento das estruturas de Fornecimento de Serviços de Saneamento Monitoria do processo e esquema de prémios Enquadramento Institucional Enquadramento à nível da Província Enquadramento à nível do Município Encuadramento à nivel da Comuna Responsabilidades dos diferentes actores Comissão Provincial Sub-Comissão Executiva Sub-Comissão de Monitoria e Avaliação Sub-Comissão de Formação de Formadores Sub-Comissão de Mobilização Social Administrações Municipais Administrações Comunais Cronograma de Actividades Orçamento Monitorização e Avaliação Externa do Programa...27 Anexos Anexo I: Quadro Lógico Anexo II: Abordagem do Saneamento Total Liderado pela Comunidade Anexo III: Termos de Referência (TdRs) Termos de referência dos formadores provinciais Termos de referência dos facilitadores comunitários

3 1 Contexto O Governo Provincial da Huíla, tem vindo a encetar esforços para melhorar o bem estar geral da população, particularmente, a sua situação social e económica, priorizando o desenvolvimento social, com enfoque especial, nos sectores da educação, saúde, abastecimento de água potável e, as necessárias melhorias nas infra-estruturas que permitam ao governo um efectivo e eficaz serviço público aos cidadãos. Nos últimos anos, podemos observar um progresso significativo nestes importantes sectores, que constituem as fundações para o futuro sólido e promissor que buscamos em sintonia com o visível crescimento económico da nossa província. Nesta linha, esforços significativos têm sido levados a cabo, no sentido de melhorar a situação geral de saúde e o bem estar das nossas populações; Os nossos hospitais de referência na Matala, Caconda, Quilengues, o Hospital Central do Lubango, e a maternidade Irene Neto, recentemente reabilitada, todos com novos e equipamentos modernos instalados, para permitir dar resposta à generalidade das doenças que nos afligem, são testemunhos do compromisso do Governo Provincial da Huíla, em assegurar que tudo seja feito para garantir às nossas populações a qualidade de vida que elas merecem. Mas, em contraste com estes progressos expressivos, que sem dúvida vêm gradualmente trazendo a província da Huíla, cada vez mais próximo do desenvolvimento social e económico desejado, vemo-nos confrontados com o já familiar problema da cólera e suas consequências nefastas, ameaçando e desafiando a nossa vontade colectiva, em levar a província da Huíla em passo acelerado em direcção à modernidade. A resposta do Governo ao problema da cólera, tem-se concentrado principalmente no fornecimento de água potável às populações, criação de centros de tratamento da cólera e remoção de lixo; Mais pouco ou nada fizemos para entender e assumir que a principal causa está relacionada com o deficiente saneamento, o que podemos traduzir para a prática ainda comum de defecação ao ar livre. É agora claro para todos nós, que a ausência de saneamento adequado ou para chamar os bois pelos nomes: defecar ao ar livre é não só aqui, mas globalmente a principal causa da infecção. É o inimigo número 1 da saúde no mundo e para além disso, priva centenas de milhões de pessoas,não só da saúde mas do tempo, da dignidade e qualidade de vida. O problema de defecar ao ar livre, tem sido envolto numa névoa de embaraço por demasiado tempo, e é bem sabido que a reviravolta no mundo industrializado, aconteceu quando inventaram a latrina e tomaram acções colectivas para colocar um fim no hábito ou costume de defecar ao ar livre, associado a melhorias na higiene e no fornecimento de água potável. Em Angola, apenas 26% da população das áreas rurais e 59% das áreas urbanas têm acesso à infra-estruturas de saneamento básico (latrina ou casa de banho), o que leva as nossas populações a defecar ao ar livre, gerando uma grande poluição do ambiente, e criando as condições necessárias para que doenças como diarreia e cólera acabem com a vida de milhares de pessoas, especialmente crianças e mulheres, no nosso país. Neste sentido, e com objectivo de fornecer os serviços de saneamento básico a população de toda a província, a Huíla necessitaria de construir aproximadamente 300,000 latrinas ou casas de banho familiares. O Governo é consciente de que as abordagens tradicionais implementadas, não só em Angola mais também em muitos 3

4 outros países do mundo, não tem alcançado os sucessos esperados porque que estes programas não conseguiram atacar o problema principal, isto é, a falta de sensibilização das pessoas sobre as boas práticas de comportamento de higiene e saneamento e a sua ligação com a Saúde Pública. Além, das abordagens tradicionais visarem sempre a construção de infra-estruturas de saneamento disponibilizando elevados subsídios financeiros as famílias ou comunidades, o que leva as organizações e governos a incorrer em grandes despesas nos seus orçamentos, mas sem no entanto, alcançar o impacto desejado, dado que o incremento na cobertura não se traduz no incremento do uso das infra-estruturas sanitárias, principalmente por causa da falta de sensibilização acima mencionada. Consciente da situação actual, o Governo da Província da Huíla, visa utilizar abordagens de mudança de comportamento modernas, como o saneamento total liderado pela comunidade (STLC), que resulte num impacto específico e positivo sobre as camadas mais vulneráveis, mulheres, crianças, jovens e os indivíduos que presentemente não possuem acesso a estes serviços. Esta abordagem, tem demonstrado inúmeros sucessos, e transformou a vida das comunidades em países da Ásia, assim como em alguns países da África, com suficiente grau de flexibilidade para ser adaptado e implementado no contexto de Angola, sendo a via mais rápida, económica e sustentável para alcançar uma mudança de comportamento colectivo e por tanto, uma melhoria no bem-estar das povoações. 4

5 2 Resumo No mês de Abril do presente ano, O Governo Provincial da Huíla, realizou no Lubango o Iº Workshop Provincial sobre Saneamento Básico: Huíla, província sem Defecação ao Ar Livre com objectivo de chamar a atenção de todos os agentes sociais, nos seus mais variados estratos, no que diz respeito a problemática da defecação ao ar livre, assim como as consequências do baixo nível de saneamento e hábitos de higiene na saúde pública. Este workshop, que culminara com êxito por ter atingido os níveis de sensibilização do colectivo participante, foi também o pontapé de saída, para que o Governo Provincial através de Sua Excia. Governador Provincial da Huíla, mediante a Declaração do Lubango, assenta-se as bases, institucionais (através da criação da Comissão Provincial), necessárias para o inicio de um programa com abrangência provincial, pôr fim a Defecação ao Ar Livre num prazo de três anos, até o Mediante o presente Plano de Acção Provincial o Governo Provincial da Huíla, estabelecerá o marco básico do programa, visando atingir este objectivo num período de três anos, através da implementação da Abordagem de Saneamento Total Liderado pela Comunidade (STLC). Este programa tem como Objectivo Geral reduzir os índices de morbilidade e mortalidade de crianças com menos de cinco anos e mulheres, causada por doenças ligadas a falta de acesso ao saneamento básico, assim como a prácticas higiénicas inadequadas. Para contribuir a realização deste objectivo geral, o Programa visa especificamente acabar com a defecação ao ar livre nas aldeias, bairros e localidades dos Municípios da província da Huíla, mediante a abordagem do Saneamento Total Liderado pela Comunidade (STLC). O abordagem de STLC implica a facilitação de um processo participativo de analise da situação de saneamento, gerando uma atitude de mudança ao nivel individual e colectivo para comportamentos higiénicos seguros, fazendo com que as comunidades procurem soluções próprias para a disposição segura das fezes, sem recorrer a subsidios externos, pondo fim a prática de Defecação ao Ar Livre. Finalmente, o presente documento estabelece um roteiro das actividades a serem implementadas durante os três anos conforme ao correspondente cronograma de actividades, recursos humanos e financeiros, necessários para leva-las a cabo (através do orçamento). O orçamento previsto para a implementação do Plano de Acção para um periodo de três anos é de Kz 99,891,800.00, sendo o orçamento para o primeiro ano de implementação de Kz 15,531,950. 5

6 3 Lógica de intervenção 3.1 Objectivos O presente Plano de Acção Provincial, no seu Objectivo Geral visa contribuir para a redução da mortalidade e morbilidade em crianças com menos de cinco anos e mulheres, causada por doenças ligadas a falta de acesso ao saneamento e de hábitos higiénicos da população. O Objectivo Específico do programa, é de acabar com a defecação ao ar livre nas Aldeias, Bairros e Localidades dos Municípios da província da Huíla, mediante a abordagem do Saneamento Total Liderado pela Comunidade (STLC). 3.2 Resultados esperados Os principais resultados esperados do programa, na visão de alcançar os objectivos propostos são: Estabelecidas e capacitadas as estruturas institucionais e aprovados, sendo implementados os planos de acção, para pôr fim a Defecação ao Ar Livre, a toda Província da Huíla. Capacitados na abordagem do Saneamento Total Liderado pela Comunidade (STLC), 4 Formadores Provinciais, 56 Facilitadores Municipais 264 Facilitadores Comunitários e Agentes Comunitários. Facilitado o processo de análise comunitária para sensibilização das comunidades e elaborados os planos de saneamento à nível das aldeias, bairros e localidades. Reforçadas as estruturas de fornecimento de serviços de saneamento mediante a criação de 4 estaleiros sanitários municipais e a formação de 100 pedreiros locais nas técnicas de construção das diferentes infra-estruturas de saneamento disponíveis à nível local. Estabelecido, um sistema provincial de monitoria e avaliação do estado de saneamento das aldeias, bairros e localidades, assim como um sistema de prémios e incentivos para reconhecimento público daquelas aldeias, bairros e localidades que alcancem o estado Sem Defecação ao Ar Livre (SAL) 3.3 Actividades A seguir, faz-se uma apresentação das respectivas actividades do programa, para alcançar os resultados propostos: A.1.1. Realização de um workshop provincial de sensibilização e capacitação, para planificação a nível provincial, municipal e comunal - Evento que visa sensibilizar a sociedade civil em geral, incuindo as estructuras governamentais, sumindo no final o compromisso para implementação da abordagem do STLC. A.1.2. Constituição da Comissão Provincial Huíla: Província Sem Defecação ao Ar Livre - Resultado do I Workshop realizado por orientação da sua Excia. Governador Provincial. 6

7 A.1.3. Assistência técnica para preparação dos documentos de estratégia do STLC e o Plano de Acção Provincial, definição e produção das ferramentas necessárias para sua implementação - A Coordenação Técnica do Programa esta formada por um Oficial Nacional com assistência de um Consultor Internacional. A.1.4. Elaboração das ferramentas e materiais necessárias para capacitação e orientação das diferentes Sub-Comissões Provinciais - Preparação de manuais, bem como a estrategia de capacitação e treinamento, desenvolvida pela Coordenação Técnica. A.1.5. Capacitação das Sub-Comissões Provinciais nos seus diferentes âmbitos - Orientação das respectivas Sub-Comissões por parte da equipa de Coordenação Técnica. A.1.6. Realização de Workshops Municipais e Comunais para Sensibilização dos líderes políticos Municipais e Comunais - Com a celebração dos Workshops municipais de sensibilização dos líderes políticos e autoridades locais, sobre a problemática da falta de saneamento básico e o seu impacto sobre a saúde das populações, pretende-se obter o compromisso das Administrações Municipais para pôr fim a Defecação ao Livre. Este compromisso deverá concretizar-se mediante uma Declaração final, em que a Administração Municipal se comprometa a intensificar os esforços feitos no saneamento básico, disponibilizando quadros (recursos humanos) e verbas do Orçamento do Município para o saneamento básico. A.1.7. Constituição das Comissões Municipais e Comunais - Seleção e enquadramento dos diferentes actores e respectivas Comissões Locais nas suas respectivas Administrações A.1.8. Elaboração das ferramentas e materiais necessários para capacitação e orientaçãodas diferentes Sub-Comissões Municipais e Comunais - Preparação de manuais, bem como a estrategia de capacitação e treinamento, desenvolvida pela Coordenação Técnica. A.1.9. Capacitação das Comissões Municipais e Comunais nos seus diferentes âmbitos - Orientação das respectivas Sub-Comissões locais por parte das das Sub- Comissões Provinciais. A Elaboração de Planos de Acção Municipais e Comunais - Elaboração do Plano Municipal pela sua respectiva Comissão em coadjuvancia com a Coordenação Técnica. No caso dos Planos Comunais, serão elaborados pelas respectivas Comissões em coadjuvancia com as Comissões Municipais. A Intercambio internacional de experienças em alguns dos países implementando com éxito a Estrategia de Saneamento Total Liderado pela Comunidad,para 5 elementos da Comissão Provincial - Esta troca, visa o enriquecimento no dominio da abordagem em aplicação nos diferentes paises, com um nível de implementação aceitável, reconhecido internacionalmente. 7

8 A Troca local de experiências entre os diferentes municípios - Esta troca, visa o enriquecimento no dominio da abordagem dos diferentes autores em aplicação nos diferentes municipios identificados e reconhecidos pelo nível e resultados de implementação da abordagem. A.2.1. Elaboração dos manuais e ferramentas para formação de Formadores Provinciais, Facilitadores (Municipais e Comunais) e Agentes Comunitários. - Elaboração dos dossieres de treinamento para os diferentes formandos do programa por parte da Coordenação Técnica A.2.2. Realização de um Seminário para Capacitação de formadores provinciais - Capacitação e treinamento de quatro formadores provinciais, levada a cabo pela Coordanação Técnica, no Lubando durante um periodo de 2 dias. A.2.3. Realização de Seminários para Capacitação de facilitadores municipais e comunais - Capacitação e treinamento de 56 facilitadores municipais (4 para cada municipio), levada a cabo pelos Formadores Provinciais e coadjuvada pela Coordanação Técnica. A seguir, os Facilitadores Municipais terão que treinar os grupos de Facilitadores Comunais (4 para cada comuna). A.2.4. Realização de Seminários para Capacitação dos Agentes Comunitários - Os Facilitadores Comunais, coadjuvados pelos Facilitadores Municipais, treinarão aos Agentes Comunitários. Este treinamento será levado a cabo no mesmo dia em que os Facilitadores Comunais visitarem as comunidades. A.3.1. Realização, à nível comunal e diagnóstico, para identificar as Aldeias, Bairros e Localidades onde implementar a abordagem de saneamento - A Sub-Comissão Provincial de Mobilização Social, acompanhada pelos Facilitadores e Agentes Comunitários visitarão e seleccionarão as aldeias, bairros e localidades para o efeito. A.3.2. Implementação de campanhas de sensibilização comunitária, para tomada de consciência sobre o problema de defecação ao ar livre - Implementação directa da abordagem do STLC nas diferentes aldeias, bairros e localidades, levado a cabo pelos Facilitadores Comunais e apoiados pelos Agentes Comunitários A.3.3. Facilitação do processo de elaboração dos Planos Locais de Acção de Saneamento a nível das Aldeias, Bairros e Localidades - Os Facilitadores Comunais, em coadjuvancia com os Facilitadores Municipais, trabalharão, junto das comunidades, na elaboração dos Planos de Acção locais para pôr fim a defecação ao Ar Livre nas suas respectivas areas. A.3.4. Apoio e acompanhamento do grupo de facilitadores na comunidade, ao longo da implementação dos Planos de Acção à nível das aldeias, bairros e localidades - Os Facilitadores Comunais e Municipais dão todo o apoio e aconselhamento as Comunidades para estas alcançam o estado sem defecação ao ar livre. 8

9 A.4.1. Construção de estaleiros sanitários municipais que serviram como centros de formação e sensibilização - As Comissões Municipais, junto das Administrações Locais, identificam e recebem o espaço para edificação dos referidos Estaleiros Sanitários. A.4.2. Equipamento e dinamização dos estaleiros sanitários municipais - As Comissões Municipais, coadjuvadas pela Coordenação Técnica, fornecem o equipamento necessario (diferentes tipos de latrinas/casas de banho, paneis informativos, etc) para apreteçamento dos mesmos. A.4.3. Selecção, capacitação e treinamento de pedreiros locais em técnicas utilizadas para a construção das diferentes opções de latrinas e casas de banho familiares - As Comissões Comunais e Municipais seleccionão e apresentarão os pedreiros locais para capacitação dos mesmos nos diferentes tipos de modelos sanitários a construir. A.4.4. Troca local de experiências entre as diferentes aldeias, bairros e localidades, assim como visitas dos representantes de aldeias, bairros e localidades aos estaleiros sanitários municipais - Os diferentes actores visitarão as suas congéneres para avaliar e/ou visualizar aspectos que permitam a aplicação ao nível da abordagem. A.5.1. Desenvolvimento de um sistema de monitorização dos indicadores do Plano de Acção Huíla: Província Sem Defecação ao Ar Livre - A Coordenação Técnica criará as ferramentes necessarias para que a Sub- Comissão de Monitoria e Avaliação possa realizar um seguimento e avaliação da implementação do programa. A.5.2. Elaboração de relatórios trimestrais para avaliação da abordagem do STLC assim como do Plano de Acção Provincial - A Sub-Comissão de Monitoria e Avaliação realiza os relatorios de avaliação de progresso do programa. A.5.3. Apoio a Sub-Comissão Provincial de Monitoria e Avaliação para realização de visitas de campo e verificação do estado de aldeias, bairros e localidades declarados sem defecação ao ar livre - A Sub-Comissão de Monitoria e Avaliação desloca-se para as diferentes localidades com o propósito de certificar o estado Sem Defecação ao Ar Livre proclamado pelas aldeias, bairros e localidades. A.5.4. Reconhecimento e entrega de prémios (através dos órgãos de comunicação social na Semana de Saneamento Total), para as aldeias, bairros e localidades, à nível Municipal - A Comissão Executiva realiza os eventos necessarios (a nível Municipal) para reconhecimento das localidades que com sucesso tenham alcançado o estado de aldeias e/ou bairros sem defecação ao ar livre, com cobertura dos orgãos de informação massiva. A.5.5. Reconhecimento e entrega de prémios (através dos órgãos de comunicação social na Semana de Saneamento Total), para as aldeias, bairros e localidades, à nível Provincial - A Comissão Executiva realiza os eventos necessarios (a nível Provincial) para reconhecimento das localidades que com sucesso tenham alcançado o estado 9

10 de aldeias e/ou bairros sem defecação ao ar livre, com cobertura dos orgãos de informação massiva. A.5.6. Estudo de avaliação de meio termo - Será elaborado, por uma consultoria externa, um estudo de avaliação da implementação do programa no meio-termo, visando analisar o impacto, efectividade e eficiência, assim como a sua pertinência e possíveis acções correctivas, para atingir os objectivos e maximizar o impacto do programa. A.5.7. Troca de experiências entre os diferentes municípios - Os diferentes actores visitarão as suas congéneres para avaliar e/ou visualizar aspectos que permitam a aplicação ao nível da abordagem. A.5.8. Avaliação final do programa por uma consultoria externa - Será elaborado, por uma consultoria externa, um estudo de avaliação da implementação do programa no fim do mesmo, visando analisar o impacto, efectividade e eficiência do programa. 10

11 4 Estratégia de Implementação A estratégia baseia-se em três pilares fundamentais: 4.1 Sensibilização e capacitação dos líderes políticos e autoridades locais a) A nível provincial, o processo de sensibilização já teve o seu início, com a realização do Iº Workshop Provincial de Saneamento e Higiene, convocado por sua Excía. Governador Provincial, com o tema Huíla: Província Sem Defecação ao Ar Livre, e objectivo principal de levantar a problemática em referência. Como resultado do mesmo, os participantes do Workshop, reconheceram a existência de um problema de Saneamento, estando este relacionado com o desenvolvimento, a saúde e a mortalidade infantil, aspectos estes por se melhorar para assegurar a recuperação da saúde e do bem-estar das populações. Neste sentido, foi o Governo, por liderança do sua Excía. Governador Provincial, quem assumiu o compromisso de liderar este processo de mudança social, proferido na Declaração do Lubango, de 21 de Abril de Um dos resultados mais positivos e imediatos desta Declaração, foi a criação de uma Comissão Provincial, para coordenar e dirigir o programa Huíla: Província Sem Defecação ao Ar Livre. Esta Comissão Provincial, ainda liderada pelo Governador da Província, conta por sua vez com uma serie de Sub-Comissões, cada uma delas com uma serie de tarefas e responsabilidades específicas a desenvolver, na visão de ajudar a sua implementação. (O organigrama e responsabilidades podem ser consultadas nos pontos 5 e 6 do presente documento). Não obstante, e apesar da Comissão Provincial, com as suas respectivas Sub-comissões tenham sido criadas institucionalmente, torna-se ainda necessario capacitá-las na abordagem de Saneamento Total Liderado pela Comunidade e reforça-las através de formações e o apoio técnico necessário para que estas possam realizar as suas funções. b) A nível municipal, para continuidade do mesmo programa, preparam-se as condições para realização dos respectivos Workshops Municipais, envolvendo a todos os representantes dos diferentes estratos sociais (autoridades tradicionais, lideres religiosos, representantes do corpo empresarial local, Organizações Não Governamentais assim como a sociedade civil), esperando com isto um passo positivo das Administrações para assumir a liderança da implementação do programa à nível municipal, e disponibilizando os recursos humanos, materiais, financeiros para criação e enquadramento das respectivas comissões locais, assim como dos estaleiros sanitários municipais. A realização dos Workshops Municipais, tem como principal objectivo a sensibilização dos líderes políticos e autoridades locais sobre a problemática da falta de saneamento básico e o seu impacto sobre a saúde das populações. Como resultado destes Workshops, pretende-se 11

12 conseguir o compromisso das Administrações Municipais para pôr fim a Defecação ao Livre. Este compromisso deverá concretizar-se mediante uma Declaração Final, na qual a Administração Municipal, se compromete a intensificar as acções no saneamento básico e complementar os esforços do Governo Provincial mediante: A criação e constituição da respectiva Comissão Municipal, liderada pelo Administrador Municipal; O apoio institucional a Comissão Municipal, fornecendo os recursos humanos necessários: coordenadores das respectivas sub-comissões de Monitoria e Mobilização Social, e Facilitadores Municipais; O apoio financeiro, criando rubricas especificas no orçamento municipal que garantam a disponibilização dos fundos/verbas necessários, para a implementação da estratégia e do plano de acção no município. A Elaboração de um Plano de Acção Municipal para pôr fim a Defecação ao ar Livre, no prazo estabelecido pelo Plano Provincial; A disponibilização de terreno para construção dos Estaleiros Sanitários Municipais. c) A nível comunal, as administrações comunais poderão levar a cabo workshops nas suas comunas, para transmitir a mensagem a um maior número de actores sociais (autoridades tradicionais, lideres religiosos, representantes do corpo empresarial local, Organizações Não Governamentais assim como a sociedade civil em geral). A realização dos Workshops Comunais tem como principal objectivo, não só a sensibilização dos participantes sobre a temática abordada, mas também conseguir o apoio e compromisso da Administração Comunal nos seguintes aspectos: Criação e constituição da respectiva Comissão Comunal, liderada pelo seu Administrador Comunal; Dar apoio institucional para constituição das respectivas Sub- Comissões Comunais de Monitorização e Mobilização Social; A Elaboração de um Plano de Acção Comunal para pôr fim a Defecação ao Livre; No caso da comuna ter passado ja pelo processo de desconcentração e descentralização administrativa, deverão prever um pequenho porcentual das verbas locais para o efeito. 4.2 Facilitação do processo (visa três sub-aspectos) Componente de Capacitação e Formação de Formadores: Este processo visa uma boa formação sobre a abordagem a ser implementada, e será a base para obter formadores, facilitadores e agentes comunitários capazes de entender, manejar e transmitir correctamente as 12

13 ferramentas e conhecimentos da abordagem. Neste contexto, estabelece-se três níveis do processo: Os Formadores Provinciais, serão capacitados e treinados na base de um manual específico para formadores, num total de 4 membros que trabalharão à nível da Província, com funções e responsabilidades específicas (estabelecidas nos Termos de Referência em anexo). Os Facilitadores Municipais, serão capacitados e treinados na base de um manual específico para facilitadores, num total de 56 membros que trabalharão à nível Municipal, com funções e responsabilidades específicas (estabelecidas nos Termos de Referência em anexo). Os Facilitadores Comunais, serão capacitados na base de um manual específico para facilitadores. Serão treinados um total de 264 membros, que trabalharão à nível Comunal com funções e responsabilidades específicas. Os Agentes Comunitários, terão como função específica, vincular a relação entre a comunidade e os facilitadores (Municipais e Comunais). Os agentes comunitários receberão uma formação durante o primeiro dia da análise das aldeias, bairros e localidades, com responsabilidade de ajudar e apoiar as actividades e trabalhos dos facilitadores. O programa visa treinar aproximadamente Agentes Comunitários no total até o fim da sua implementação. Formadores Provinciais Formação Facilitadores Municipais Formação Facilitadores Comunais Formação Mobilização Agentes Comunitários Mobilização Aldeias Bairros Localidades Nota 1: Naqueles municípios que já tenham Agentes Comunitários de Saúde capacitados, lhes poderão ser acrescentados os conhecimentos através de um módulo de formação específico, para apoio ao grupo de facilitadores municipais. 13

14 4.2.2 Implementação do Processo. Este aspecto torna-se uns dos mais importantes do programa por ser o tratar-se da implementação prática junto das comunidades. A seguir, faz-se uma apresentação dos passos a tomar para implementação prática da abordagem nas comunidades: Primeiro, o grupo de Facilitadores Municipais e Comunais, apoiados pelos Agentes Comunitários, levarão a cabo uma campanha de visita naquelas comunidades interessadas, com objectivo de realizar uma análise inicial da viabilidade de implementação da abordagem proposta. A seguir, a Sub-Comissão Comunal de Mobilização Social, fará análise minuciosa das informações levantadas, com o objectivo de estabelecer uma lista, em que conste a ordem de acção das comunidades onde iniciar a implementação. Neste sentido, tanto os facilitadores como os Agentes Comunitários lhes serão fornecidas as ferramentas necessárias (quadro analítico) para avaliação correcta das condições comunitárias. Segundo, e uma vez conhecidas as comunidades para implementação da abordagem, o grupo de facilitadores comunais deverão convocar, através das autoridades locais (Sobas e Administração do Estado), uma reunião/encontro com toda a comunidade. Este encontro permitirá aos facilitadores comunais, com ajuda dos Agentes Comunitários, levar a cabo junto da comunidade, a sua própria análise de saneamento. Isto será possível mediante a utilização das diferentes ferramentas de facilitação de análise comunitária (caminhadas ao longo do trajecto, desenhos de mapas comunitários e realização de cálculos de quantidades de fezes produzidas e consumidas e despesas de saúde familiares). Terceiro, ao longo da realização da análise comunitária, ou no fim da mesma, o grupo de facilitadores comunais deverá prestar atenção para perceber o momento em que a comunidade atinge o momento de ignição. Neste momento chave, é quando a comunidade se apercebe, de maneira colectiva, que por causa da defecação ao ar livre todos estão a comer as fezes de todos, e que continuará a acontecer até parar a prática de defecação ao ar livre. Neste momento, o facilitador não precisará de continuar com outras actividades, e a comunidade começará a ter um debate acerca de como podem parar a defecação ao ar livre. Quarto, quando a comunidade apercebe-se da sua situação, pode reagir de diferentes maneiras. Poderá acontecer que, de maneira colectiva e unânime, a mesma decida tomar medidas para pôr fim a defecação ao ar livre. Não obstante, nem todos os membros da comunidade poderem reagir de igual maneira, e contrariamente, alguns deles poderem não estar interessados ou não quiserem mudar a sua situação actual. Nestes casos, o grupo de facilitadores terão que utilizar as suas habilidades para tentar convencer a estes grupos ou pessoas, com o objectivo de obter um compromisso global da comunidade. Quinto, naquelas comunidades onde o interesse mostrado for positivo, o grupo de facilitadores comunais deverá trabalhar junto da comunidade, para realização de um plano de acção comunitário. Finalmente, tanto os facilitadores municipais, como os comunais e agentes comunitários, deverão fornecer todo o apoio e orientação necessária as comunidades, para que as mesmas possam implementar os 14

15 seus planos de acção e alcançar o estado de comunidade sem defecação ao ar livre Fortalecimento das estruturas de Fornecimento de Serviços de Saneamento Paralelamente ao processo de implementação da abordagem do STLC nas comunidades, as comissões municipais deverão criar os estaleiros sanitários, na visão do que os mesmos possam servir como apoio e orientação para as populações que queiram acabar com a defecação ao ar livre. Estes centros, servirão como lugares de intercâmbio de experiências, podendo mostrar aquelas estruturas sanitárias (latrinas ou casas de banho) mais sobressalentes, em termos de desenho, custo ou uso de matérias disponíveis a nível local, construídos pela população nas diferentes comunidades, onde a abordagem esteja a ser implementada. Assim mesmo, estes estaleiros sanitários poderão também servir como centros de treinos, onde pedreiros das diferentes comunidades poderão receber formação em relação a todas aquelas técnicas necessárias para a construção dos diferentes modelos de latrinas ou casas de banho que poderão ser construídas a nível local. 4.3 Monitoria do processo e esquema de prémios A monitoria do processo de facilitação é importante porque tem uma dupla função. Por um lado, a monitoria assegura a medição do avanço do processo e por outro avalia e identifica possíveis constrangimentos como problemas surgidos durante o processo. Neste ultimo caso, a monitoria pode prever ou corrigir os problemas surgidos, mediante proposta de acções concretas encaminhadas a ultrapassar os problemas surgidos. O processo de monitoria deverá ser levado a cabo a nível municipal e comunal, pelas sub-comissões de monitoria municipal e comunal. Nesta ordem de ideias, aquelas comunidades que queiram declarar-se sem defecação ao ar livre, deverão contactar e informar primeiramente a estas sub-comissões, que posteriormente comunicará a Sub-Comissão Provincial de Monitoria e Avaliação. Esta última, irá deslocar-se para avaliar o estado da comunidade para verificar se a mesma conseguiu ou não acabar com a defecação ao ar livre no total da sua área comunitária. Uma vez realizada a verificação, a Sub-Comissão de Monitoria e Avaliação poderá conceder o título de comunidade sem defecação ao ar livre, no caso de que a comunidade tivesse alcançado o sucesso. Pelo contrario, e se a comunidade não tivesse alcançado totalmente o estado de comunidade sem defecação ao ar livre, a Sub-Comissão poderá dar orientações na comunidade para que a mesma possa atingir o objectivo do programa, realizando-se novas avaliações à posterior. Para aquelas comunidades que com sucesso alcançaram o estado de comunidades sem defecação ao ar livre, a Comissão Provincial do Programa, poderá estabelecer um reconhecimento público, podendo ser dirigidos as estruturas de base das comunidades e não individualizadas, através de visitas desta Comissão, nas comunidades premiadas, assim como pelos meios de comunicação (TPA, rádio e jornais), que darão conta do sucesso atingido pela comunidade, com especial atenção durante a semana do saneamento que será comemorada no dia 5 de Junho (dia internacional do Ambiente). 15

16 Não obstante, é importante enfatizar que o principal prémio que uma determinada população pode obter por adoptar estas acções, e atingir o estado de Comunidade sem defecação ao Ar Livre, é uma melhoria na sua saúde e bem-estar colectivo. Por ultimo, a Sub-Comissão Provincial de Monitoria e Avaliação, também terá a responsabilidade de verificar e confirmar os resultados dos objectivos propostos pelos indicadores do plano de acção. (Ver Quadro Lógico em Anexo I) Para os aspectos acima, a Sub-Comissão Provincial de Monitoria e Avaliação deverá elaborar relatorios trimestrais, e que seram apresentados a Sub- Comissão Executiva Provincial. 16

17 Enquadramento Institucional 4.4 Enquadramento à nível da Província Todas as Sub-Comissões provinciais terão as suas sedes baseadas de acordo a liderança de cada uma de elas. Comissão Provincial Huíla: Província Sem Defecação ao Ar Livre 1 2 Sub-Comissão Executiva Sub-Comissão de Monitoria e Avaliação 3 4 Sub-Comissão de Formação de Formadores 4 5 Sub-Comissão de Mobilização Social Coordenador: Governador 3.- Coordenador: Directora 4.- Coordenador: Directora 5.- Coordenador: Director 2.- Coordenador: Director Provincial do MINARS Provincial da Educação Provincial da Saúde Provincial das Águas 2 - Sub-Coordenador: Saúde Integrantes: Chefes dos Integrantes: Chefes dos Integrantes: Chefes dos Departamentos das Direcções: Departamentos das Direcções Departamentos das Direcções: Integrantes: Director(a) das 3.- Educação 4.- MINARS 5.- Águas Direcções de : 3.1- Promoção da Mulher 4.1- Finanças 5.1- Agricultura 2.1- Agricultura 3.2- Departamento de 4.2- Juventude e Desportos 5.2- GEP 2.2- GEP Controlo das Adm. Municipais 4.3- Soba Grande da Província 5.3- Comunicação Social 2.3-Representante da UNICEF Possivéis Parceiros Possivéis Parceiros 5.4- UNICEF Possivéis Parceiros: 3.3- Handicap 4.4- CCF Possivéis Parceiros 2.4-Representante da Handicap 3.4- IESA AIEA Representante da Cruz Vermelha Care 17

18 4.5 Enquadramento à nível do Município As Comissões Municipais terão as suas sedes baseadas nas respectivas Administrações. 1 Comissão Municial Nome: Municipio Sem Defecação ao Ar Livre 1 2 Sub-Comissão Municipal de Monitoria Sub-Comissão Municipal de Mobilização Social Coordenador/a: Administrador 2.- Coordenador/a: Director do MINARS 3.- Coordenador/a: Chefe Sector Saúde Municipal Integrantes: Integrantes: 1.- Sub-Coordinador/a: Responsável Chefe Sector Educação 3.1.-Chefe Brigada das Aguas da repartição de Energia e Águas Chefe Departamento Contabilidade 3.2.-Chefe Sector Agricultura Chefe Departamento Recursos Humanos Facilitadores Municipais 4.6 Enquadramento à nivel da Comuna As Comissões Municipais terão as suas sedes baseadas nas respectivas Administrações. 1 Comissão Comunal Nome: Comuna Sem Defecação ao Ar Livre 1 2 Sub-Comissão Comunal de Monitoria Sub-Comissão Comunal de Mobilização Social Coordenador/a: Administrador 2.- Coordenador/a: Chefe Sector 3.- Coordenador/a: Chefe Sector Saúde Comunal Educação Integrantes: 1.- Sub-Coordinador/a: Responsável A definir pela Comissão Facilitadores Comunais da Brigada Comunal de Energia e Agua Agentes Comunitários 18

19 5 Responsabilidades dos diferentes actores 5.1 Comissão Provincial Coordenar as diferentes sub-comissões do programa; Procurar influenciar o Governo Central, por formas a criarem-se verbas a nível nacional (Ex: Programa de Água e Saneamento para Todos); Apoiar a Comissão executiva, em termos institucional, material e financeiro; Incentivar a envolvência dos Administradores Municipais; Especificar verba do programa, no próximo orçamento provincial; Designar a semana, na qual esteja incluído o Dia Mundial do Ambiente, como a Semana Provincial do Saneamento. 5.2 Sub-Comissão Executiva Elaborar as ferramentas e apresentar os termos de referências dos envolventes províncias. Receber e avaliar relatórios mensais (nível de execução das actividades do cronograma, das diferentes Sub-Comissões, fazer analise e definir estratégia para soluções de prováveis problemas ou situações anómalas apresentadas; Manter activa a comunicação entre todas as Sub-Comissões através de reuniões mensais, programadas e apresentadas no plano trimestral; Dar suporte institucional directo, as Administrações Municipais, para que estas possam constituir as suas Comissões Locais, propondo mecanismos para materialização do ideal proposto; Através das respectivas Sub-Comissões Provinciais, prestar todo o necessário apoio técnico ás Administrações Municipais e Comunais para que estas possam executar as actividades do programa; Buscar apoio de potenciais parceiros, governamentais e não só, a nível nacional e internacional, para as realizações do programa nos diferentes âmbitos; Convocar reuniões de coordenação mensais para avaliação do programa. 5.3 Sub-Comissão de Monitoria e Avaliação Fornecer os dados necessários, para o levantamento da situação inicial das localidades; Criar uma linha de base para o programa (população, número de aldeias, bairros e localidades, cobertura de saneamento, taxa de mortalidade infantil e causas, numero de casos diagnosticados de Cólera e Diarreia, etc.), em coordenação direita com o banco de dados da Delegação Provincial da Saúde e não só; Identificar e enquadrar no programa, os responsáveis à nível provincial e municipal, encarregados de monitoria e avaliação do mesmo; 19

20 Utilizar os instrumentos de Monitoria e Avaliação apresentados pela Sub- Comissão Executiva, sujeitando-o as melhorias ou personalização sempre que necessário; Verificar e confirmar os resultados dos objectivos propostos pelos indicadores do plano de acção. Elaborar os relatórios mensais com os dados fornecidos pela Sub- Comissão Municipal de Monitoria, sobre o avanço do programa; Avaliar as aldeias, bairros e localidades que se declaram sem defecação ao ar livre; Prestar todo o necessário apoio técnico ás Sub-Comissões Municipais de Monitoria para que estas possam observar as actividades do programa ; Participar activa e pontualmente, nas reuniões mensais convocadas pela Sub-Comissão Executiva. 5.4 Sub-Comissão de Formação de Formadores Formar os diferentes actores com os Termos de Referência fornecidos pela Sub-Comissão Executiva; Identificar e enquadrar no programa os futuros formadores províncias; Fornecer espaço e meios necessários para a formação dos formadores provinciais; Garantir a disponibilidade de meios e equipamentos dos formadores provinciais para movimento de campanha aos diferentes municípios; Assegurar a existência de materiais didácticos para o apoio no processo de formação contínua dos diferentes grupos municipais identificados ou espontâneos; Elaborar os relatórios mensais sobre o avanço de formação dos facilitadores municipais e comunais; Participar activa e pontualmente, nas reuniões mensais convocadas pela Sub-Comissão Executiva. 5.5 Sub-Comissão de Mobilização Social Ajudar as Administrações Municipais a enquadrar no programa os responsáveis encarregados da Sub-Comissão Municipal de Mobilização Social; Prestar todo o necessário apoio técnico ás Sub-Comissões Municipais de Mobilização Social, para que estas possam desenvolver as actividades do programa; Elaborar os relatórios mensais com os dados fornecidos pela Sub- Comissão Municipal de Mobilização Social, sobre o avanço do programa; Assegurar a existência de materiais didácticos para o apoio no processo de mobilização contínua das populações; Participar activa e pontualmente, nas reuniões mensais convocadas pela Sub-Comissão Executiva. 20

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