Laboratório 1 Ambiente de Desenvolvimento

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1 Laboratório 1 Ambiente de Desenvolvimento O ambiente de desenvolvimento que vamos utilizar é o Eclipse (versão 3.1) e pode ser encontrado em Este IDE (Integrated Development Environment) é freeware mas ainda assim permite desenvolver aplicações de grande porte e de nível profissional. Devemos fazer o download da versão mais recente que surgir no site, podendo posteriormente proceder às actualizações que forem surgindo. Processo de Instalação O processo de fazer download e instalar o Eclipse consiste no seguinte (em Windows) Navegar para o site Ir a downloads, escolher o mirror assim como o Sistema Operativo mais apropriado (ex: eclipse-sdk win32.zip) Descompactar o ficheiro para c:\ (o ficheiro.zip já contém informação sobre a path de directorias a criar) utilizando um programa como o WinZip. Executar o ficheiro eclipse.exe Nota: É necessário ter configurado primeiro o Java Sdk de outra forma o IDE não irá funcionar. Dica: Se ao executar o programa obtiver algum erro relacionado com a Java Virtual Machine, devemos tentar executar o eclipse da seguinte forma: Ex: eclipse.exe -vm <path to java sdk> eclipse.exe -vm C:\j2sdk1.4.0_03\bin\javaw.exe 2005 ESTSetúbal Susana Cabaço - Computação na Internet 2005/2006 Página 1/13

2 Aparência geral No primeiro contacto com esta ferramenta podemos ver os componentes genéricos existentes. 1. Barra de Menus - Através do Menu podemos aceder às opções existentes da plataforma. 2. Perspectivas - Atalho para escolhermos a perspectiva que desejamos 3. Vista de Navegação - Mostra todos os ficheiros no espaço de trabalho do utilizador. 4. Editor de texto - Mostra o conteúdo dos ficheiros 5. Vista de tarefas - Mostra uma lista de tarefas a realizar Perspectivas A perspectiva é um template de todo o layout existente em volta da página que estamos a trabalhar. Existem dois tipos de perspectiva : Pré-definida: São aquelas que já vêm por omissão com o Eclipse Customizável: São aquelas criadas pelo utilizador. Neste caso, uma perspectiva pré-definida é modificada para se melhor ajustar à tarefa a ser executada pelo utilizador. O utilizador pode escolher a perspectiva desejada através dos atalhos ou então através do menu Window->Open Perspective ESTSetúbal Susana Cabaço - Computação na Internet 2005/2006 Página 2/13

3 Criação de projectos Para criar um novo projecto podemos navegar pelo menu File->New->Project ou então pelo atalho. Escolhemos o tipo de projecto que desejamos desenvolver, por exemplo Java, damos-lhe um nome e, se quisermos, escolhemos o local onde irá ser guardado. Uma vez criado o projecto, vamos definir as propriedades do mesmo (Java Settings). Nesta janela podemos indicar as bibliotecas necessárias para o nosso projecto, assim como projectos necessários (por exemplo, que tenham sido desenvolvido como módulos independentes mas que devam ser acoplados num módulo principal). Uma vez escolhidas todas as opções o nosso projecto é criado. Caso não esteja já na perspectiva Java, o Eclipse pergunta-lhe se deseja mudar para a mesma. Propriedades dos projectos (parametrizações) Para aceder ás propriedades do nosso projecto, devemos em primeiro lugar escolhê-lo na vista de navegação. De seguida vamos ao menu Project->Properties. Info --> Informação básica sobre o nosso projecto; External Tools Builders --> Adicionar e remover ferramentas externas de construção; Java Build Path --> Modificar, acrescentar e remover novas bibliotecas; Java Compiler --> Opções sobre o compilador de java; JavaDoc Location --> Localização da documentação de classes; Java Task Tags --> Propriedades das tarefas; Project References --> Referências a projectos externos ESTSetúbal Susana Cabaço - Computação na Internet 2005/2006 Página 3/13

4 Compilação e Execução do código Uma vez criado o nosso programa devemos compilar e só depois executar. Para tal, devemos carregar no atalho ou então no menu Run -> Run... De seguida, devemos indicar que tipo de projecto desejamos executar, se é um Java Applet, Java Application, JUnit ou Run-time Workbench. Uma vez dados os parâmetros necessários à execução da aplicação podemos então executá-la, o que nos irá devolver um resultado na vista da consola. Se desejarmos executar novamente a mesma aplicação devemos seleccionar o atalho. Este serve para executar a aplicação que se escolheu para executar da última vez ESTSetúbal Susana Cabaço - Computação na Internet 2005/2006 Página 4/13

5 Instalação de Plugins Uma das grandes vantagens do eclipse reside na possibilidade de se instalar plugins dirigidos ao desenvolvimento de tipos específicos de aplicações ou componentes, como por exemplo JSPs, Applets, Enterprise Java Beans, etc. Podem encontrar-se os mais variados plugins nos mais variados sites (por exemplo: Para instalar um plugin há que seguir as regras indicadas num ficheiro readme.txt que geralmente o acompanha num ficheiro zip. Regra geral consiste em descomprimir o zip do plugin para a directoria eclipse ou eclipse\plugins. Dica: Numa directoria separada da directoria de instalação do eclipse, ou até mesmo numa partição de dados separada, criar uma directoria chamada eclipse_extensions. Dentro desta, criar uma outra chamada eclipse para dentro da qual irão instalar todos os plugins. Assim, quando quiserem mudar a versão do IDE instalando um novo, não necessitam de perder todos os plugins que já instalaram pois continuam intocados. Para os poderem utilizar na nova versão do IDE que instalarem só têm de: 1. Ir ao menu help->software updates->manage configuration 2. Clickar com o botão direito onde diz Eclipse SDK 3. Seleccionar a opção Add e escolher extension location 4. Indicar a localização da vossa directoria de extensões (eclipse_extensions se tiverem feito como recomendado) 2005 ESTSetúbal Susana Cabaço - Computação na Internet 2005/2006 Página 5/13

6 E pronto, todos os plugins instalados numa versão anterior de eclipse estarão disponíveis também na nova versão. Se por ventura algum deles não for compatível, podem sempre desactivá-lo na janela de gestão da configuração de que acabámos de falar. Para proceder a actualizações do SDK do eclipse e mesmo dos plugins, devem: 1. Ir ao menu help 2. Escolher a opção Software Updates 3. Seleccionar Find and Install 4. Escolher se pretendem fazer update de features já instaladas ou instalar features novas 2005 ESTSetúbal Susana Cabaço - Computação na Internet 2005/2006 Página 6/13

7 Alguns Plugins de interesse geral Poderão encontrar a maior parte dos plugins aqui mencionados no CD que será distribuido nos laboratórios: Nome Descrição URL Lomboz Design Pattern Generator Eclipse J2EE IBM Easy Website Builder Blue Sky Time Nitrox HTML Tidy Amateras Desenvolver aplicações web contempla JSPs, Beans, taglibs, etc. Tem ligação ao servidor web/aplicacional (um deles pode ser o tomcat) Permite gerar esqueletos das classes dos padrões de desenho a implementar numa aplicação web Mais uma ferramenta para criar aplicações J2EE, também com ligação ao servidor web/aplicacional (um deles pode ser o tomcat) Baseia-se em UML para desenhar as aplicações e depois gerar código. É disponibilizado via jar de auto instalação Tool a base de wizards para construir websites Desenvolver projectos de web apps Editor de JSPs e outros componentes J2EE (apenas o de JSPs é gratuito e não faz validações, só serve mesmo para editar) Serve para editar, formatar e validar documentos xhtml e xml em geral Editor de HTML, XML, JSP, CSS, com validações z web?open&s_tact=105agx59&s_cmp =GR&ca=dgr-eclpsw03awezweb ESTSetúbal Susana Cabaço - Computação na Internet 2005/2006 Página 7/13

8 Nome Descrição URL CSS Editor Editor de CSS, com validações, anotações de erros e warnings, contempla CSS1 e 2 Editor ESTSetúbal Susana Cabaço - Computação na Internet 2005/2006 Página 8/13

9 Servidor Web/Aplicacional: Tomcat Para construir as nossas aplicações web, vamos utilizar como servidor aplicacional o Tomcat da Apache (http://jakarta.apache.org/tomcat/). Processo de Configuração do Servidor Configurar todo o ambiente de execução das aplicações envolve cerca de seis passos: 1. Fazer download e instalar o software 2. Tornar disponível o Root context (veremos adiante de que se trata) 3. Tornar disponível a Invoker Servlet 4. Mudar o porto de atendimento de pedidos 5. Parametrizar o tomcat para fazer reload das servlets sempre que estas sofram alguma modificação 6. Definir a variável de ambiente JAVA_HOME e CATALINA_HOME Nota Muito Importante: Cada vez que for necessário editar algum ficheiro de configuração do Tomcat, por favor façam backup do original, para que no caso de haver algum problema não seja necessária uma solução tão brusca como uma re-instalação! 1. Download e Instalação Essencialmente, têm de se dirigir ao site 5/v5.5.9/bin/jakarta-tomcat exe e fazer download do executável para proceder à instalação. A última versão estável é a que aqui se apresenta. Durante o processo de instalação devem escolher as seguintes opções: 2005 ESTSetúbal Susana Cabaço - Computação na Internet 2005/2006 Página 9/13

10 A mais importante é instalar o tomcat como um serviço, pois durante o desenvolvimento vão ter de o parar e re-iniciar muitas vezes. Cada vez que alterarem alguma coisa no vosso código java, seja de servlets seja de beans, após compilarem têm de reiniciar o servidor para que as modificações sejam visíveis, senão ele mantém em memória versões anteriores das vossas classes. Ao instalá-lo como serviço, através das ferramentas de administração do window, podem usar os services (start->programs->administrative tools->services) para parar e iniciar o webserver: Durante a instalação ser-vos-á pedida uma password para o administrador do servidor. Podem usar qualquer uma, sendo que a mais usual é admin. Se, por algum motivo, se esquecerem da password que utilizam para administrar o servidor e respectivos sites, podem sempre consultar a directoria C:...\Apache Software Foundation\Tomcat 5.5\conf, editar o ficheiro tomcat-users.xml que terá o seguinte aspecto: <?xml version='1.0' encoding='utf-8'?> <tomcat-users> <role rolename="tomcat"/> <role rolename="role1"/> <role rolename="manager"/> <role rolename="admin"/> <user username="tomcat" password="tomcat" roles="tomcat"/> <user username="both" password="tomcat" roles="tomcat,role1"/> <user username="role1" password="tomcat" roles="role1"/> <user username="admin" password="admin" roles="admin,manager"/> </tomcat-users> E depois é só alterar o valor do atributo password para o username admin, ou então simplesmente consultam o ficheiro para se re-lembrarem da password que estava a ser usada. 2. Disponibilizar o Root Context Um context, em termos mais lineares, é uma aplicação. Cada context terá containers, espaços ou ambientes de execução reservados aos componentes de software de uma qualquer aplicação que venhamos a criar ESTSetúbal Susana Cabaço - Computação na Internet 2005/2006 Página 10/13

11 O Root Context é a aplicação web default do tomcat. É conveniente utilizá-la nos primeiros passos quando se está a aprender acerca de servlets e JSPs, apesar de mais tarde passarmos a utilizar os nossos próprios contextos aplicacionais. Nas versões anteriores do Tomcat (3, até e algumas versões dentro da 4.1), já estava disponível à partida, mas nas mais recentes tal não acontece, pelo que temos de o fazer manualmente. Basta ir à directoria de instalação do Tomcat, procurar a subdirectoria conf e, lá dentro, editar o ficheiro server.xml, descomentando a linha que diz: <Context path="" docbase="root" debug="0"/> Se esta linha não existir, podem sempre adicioná-la ao ficheiro sem qualquer tipo de problemas. Ou, adicionalmente, podem definir uma forma mais limpa de colocar aplicações em execução no Tomcat, utilizando a definição de contextos individuais em ficheiros xml que se colocam dentro da directoria conf: 1. Criar um ficheiro nome_da_aplicacao.xml 2. Dentro desse ficheiro introduzir: <Context path="/myapp" reloadable="true" workdir="d:\work\myapp\work" > </Context> docbase="d:\work\myapp\root" Em suma, uma tag context vai servir para definir um path que aponta para a directoria onde a aplicação está instalada. Assim, no browser, ao invés de dar o path completo a partir da directoria webapps do tomcat (a directoria pública onde estão as aplicações publicadas), dá-se apenas o endereço Desta forma até podemos ter o servidor a apontar para a nossa directoria de trabalho, o que implica não ter de estar sempre a copiar todos os nossos ficheiros para dentro do webapps cada vez que pretendemos testar alguma coisa. O Tomcat tem ainda uma directoria chamada logs, onde são registadas mensagens de diversos tipos relativas às aplicações que estão a correr, sejam elas mensagens de debug, de erro, etc. Para tornar as coisas um pouco menos confusas, pode ser útil a dada altura, criar um ficheiro de log dedicado apenas à aplicação em que estamos a trabalhar. Nas versões anteriores do tomcat, a definição do ficheiro de log de uma aplicação podia ser feita dentro da tag de context de que acabámos de falar. Nas versões 5.5.x, a mudança foi algo radical e agora é necessário proceder a alguns passos adicionais, que podem consultar em 3. Disponibilizar a Invoker Servlet Basta editar o ficheiro server.xml que está dentro da directoria conf, fazer um find por invoker e descomentar o código XML relativo à invoker servlet que lá se encontra ESTSetúbal Susana Cabaço - Computação na Internet 2005/2006 Página 11/13

12 Esta servlet é muito conveniente no processo de aprendizagem e durante desenvolvimentos iniciais, mas não deverá estar activa quando pretendemos passar dos testes simples à publicação de aplicações mais completas. 4. Mudanças de Porto Tipicamente o Tomcat escuta pelas ligações na porta 8080, e não há necessidade explícita de a alterar. No entanto, se houver mais algum servidor web ou aplicacional instalado que por acaso necessite dessa porta, podemos sempre modificar a do tomcat recorrendo mais uma vez ao ficheiro server.xml, procurar pela tag Connector que se encontra dentro de <Service name="catalina"> e onde está port= 8080 mudar para port= 80, por exemplo. 5. Fazer Reload Automático de Servlets Por norma, cada vez que alteramos o código de uma servlet ou jsp e recompilamos, para que as alterações sejam vistas em execução temos de re-iniciar o servidor. Embora não seja 100% fiável, podemos parametrizar o tomcat para que detecte as alterações e faça reload automático das novas classes, o que evita termos de ser nós a fazer restart. (Claro que se por algum motivo falhar, teremos de fazer o restart manual de qualquer forma...) Esta parametrização é feita editando o ficheiro server.xml. Procura-se pelo comentário <!-- Define properties for each web application. This is only needed if you want to set non-default properties, or have web application document roots in places other than the virtual host's appbase directory. --> E, imediatamente abaixo, escrevemos: <DefaultContext reloadable="true"/> 6. Definir as variáveis de ambiente JAVA_HOME e CATALINA_HOME A solução aqui é bastante simples, basta clickar com o botão direito em MyComputer, escolher properties e depois advanced. Clickar em environment variables, e na parte que diz respeito ao user (em cima), fazer new. Escrever o nome da variável: JAVA_HOME e por baixo o valor, que corresponde à directoria onde o JDK foi instalado. No caso da variável CATALINA_HOME, o processo é o mesmo, sendo que o valor da variável corresponde à directoria de instalação do tomcat. Não é estritamente necessário definir estas variáveis, apenas pode vir a fazer falta em algumas situações, nomeadamente as que envolvam executar algum comando mais específico numa shell ESTSetúbal Susana Cabaço - Computação na Internet 2005/2006 Página 12/13

13 Testar o Servidor Para ver se o tomcat ficou efectivamente bem instalado basta abrir uma janela do browser e escrever e ver se aparece a página default do tomcat. Se assim for, tudo correu bem. Atenção que o porto 8080 usa-se se não o tiverem alterado, caso contrário deverão colocar o valor que tenham dado ao mesmo. A partir da página inicial do tomcat têm acesso tanto às páginas de administração como às aplicações de exemplo (se as instalaram em conjunto com o servidor) e também à documentação. É extremamente útil usar as aplicações exemplo e experimentá-las porque fazem referência a problemas típicos que vocês próprios terão de resolver. A documentação, para além de passar pelos aspectos de configuração do servidor, explica conceitos muito úteis no que diz respeito à criação de aplicações web, pelo que não devem perder a oportunidade de a consultar ESTSetúbal Susana Cabaço - Computação na Internet 2005/2006 Página 13/13

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