MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA CURSO DE MESTRADO EM SISTEMAS E COMPUTAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA CURSO DE MESTRADO EM SISTEMAS E COMPUTAÇÃO"

Transcrição

1 MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA CURSO DE MESTRADO EM SISTEMAS E COMPUTAÇÃO ANA CAROLINA BRITO DE ALMEIDA BIOANOT: UM SISTEMA MULTI-AGENTES PARA NOTIFICAÇÃO DE (RE) ANOTAÇÕES DE SEQÜÊNCIAS EM BANCOS DE DADOS GENÔMICOS Rio de Janeiro 2006

2 INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA ANA CAROLINA BRITO DE ALMEIDA BIOANOT: UM SISTEMA MULTI-AGENTES PARA NOTIFICAÇÃO DE (RE) ANOTAÇÕES DE SEQÜÊNCIAS EM BANCOS DE DADOS GENÔMICOS Dissertação de Mestrado apresentada ao Curso de Mestrado em Sistemas e Computação do Instituto Militar de Engenharia, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Ciências em Sistemas e Computação. Orientadora: Prof a. Maria C. R. Cavalcanti D.Sc. Co-orientador: Prof. Ricardo Choren Noya D.Sc. Rio de Janeiro

3 INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA ANA CAROLINA BRITO DE ALMEIDA BIOANOT: UM SISTEMA MULTI-AGENTES PARA NOTIFICAÇÃO DE (RE) ANOTAÇÕES DE SEQÜÊNCIAS EM BANCOS DE DADOS GENÔMICOS Dissertação de Mestrado apresentada ao Curso de Mestrado Sistemas e Computação do Instituto Militar de Engenharia, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Sistemas e Computação. Orientadora: Prof a. Maria Claudia Reis Cavalcanti - D. Sc Co-orientador: Prof. Ricardo Choren Noya - D. Sc Aprovada em 24 de julho de 2006 pela seguinte Banca Examinadora: Prof a. Maria Claudia Reis Cavalcanti D.Sc. do IME - Presidente Prof. Ricardo Choren Noya - D.Sc do IME Prof. Alberto Martin Rivera Dávila Dr. da FIOCRUZ Prof a. Fernanda Araujo Baião Amorim D.Sc da UNIRIO Prof a. Renata Mendes de Araujo D.Sc. da UNIRIO Rio de Janeiro

4 Dedico este trabalho a minha família e ao Instituto Militar de Engenharia. 4

5 AGRADECIMENTOS Primeiramente a Deus por ter permitido eu conseguir chegar até aqui e concluir mais uma etapa na minha vida. Ao meu pai (In memorian) que me apoiou até onde pôde e acompanhou o início deste mestrado, sempre se orgulhando dos meus estudos. A minha mãe e meu irmão por estarem sempre presentes na minha vida, me apoiando e ajudando em todos os obstáculos que tenho encontrado pela frente. A minha família, aos meus amigos e aos meus professores que me ensinaram muitas coisas e tiveram paciência comigo. A minha orientadora Profa. Maria Claudia Cavalcanti e co-orientador Prof. Ricardo Choren, que se mostraram muito mais do que professores e orientadores, são como dois amigos que sempre incentivaram os seus alunos a seguirem em frente e nunca desistir dos seus objetivos, atuando sempre com paciência e dedicação no desenvolvimento deste trabalho. Aos professores Alberto Martin Rivera Dávila, Fernanda Araújo Baião e Renata Mendes de Araújo por terem aceitado fazer parte da banca examinadora desta dissertação. A todos os amigos de luta aqui no IME, especialmente ao amigo Fabrício Nogueira da Silva, pelo apoio e cooperação em todo o andamento do mestrado. Aos amigos que conquistei na FIOCRUZ, especialmente Glauber Wagner, pela paciência com as inúmeras dúvidas sobre biologia. Em especial para a minha amiga Francisca Eneide de Oliveira e meu amor Ruben Augusto Ferreira Neto pela compreensão que tiveram comigo quando mais precisei. A Capes, pelo apoio financeiro concedido ao longo do curso. A todos os funcionários e professores do departamento de Engenharia de Computação e Telemática do IME (SE/8), meu agradecimento e admiração. Ana Carolina B. de Almeida 5

6 SUMÁRIO LISTA DE ILUSTRAÇÕES... 8 LISTA DE TABELAS LISTA DE SIGLAS INTRODUÇÃO Motivação Descrição do Problema Visão Geral da Solução Proposta Contribuições Esperadas Organização da Dissertação FUNDAMENTOS DE BIOINFORMÁTICA E PROJETOS COLABORATIVOS Conceitos Básicos Processo de Anotação Projetos Colaborativos FUNDAMENTOS TEÓRICOS O Esquema GUS Estrutura do Esquema GUS Similaridade no Esquema GUS Anotação no Esquema GUS Sistemas de Notificação Requisitos para Sistemas de Notificação sobre (Re) Anotação de Seqüências Sistemas Multi-agentes Especificação de Sistemas Multi-agentes Plataformas de Desenvolvimento de Sistemas Multi-agentes TRABALHOS RELACIONADOS PubCrawler My NCBI Projeto MyGrid MicrobaseLite Considerações sobre os Trabalhos Relacionados O SISTEMA BIOANOT Arquitetura do BioANot Esquema do banco de dados de notificação

7 5.2. Descrição do BioANot Considerações sobre o BioANot ESTUDO DE CASO Estudo de Caso com o BioANot Detalhamento da Execução do BioANot CONCLUSÃO Contribuições Trabalhos Futuros REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS

8 LISTA DE ILUSTRAÇÕES FIG. 2.1 Dogma Central da Biologia Molecular...21 FIG. 2.2 Estrutura do DNA [USP, 2002]...22 FIG. 2.3 Exemplo de um alinhamento local (A) entre uma seqüência alvo (Q)...24 FIG. 2.4 Exemplo de Anotação no Genbank[DDBJ et al, 2005]...25 FIG. 2.5 Seqüência de passos para o Processo de Anotação...26 FIG. 2.6 Seqüência alvo do Biólogo...26 FIG. 2.7 Alguns alinhamentos gerados pelo Programa de Similaridade...28 FIG. 2.8 Algumas Seqüências Hit selecionadas pelo Biólogo...29 FIG. 2.9 Exemplo hipotético de anotação da seqüência alvo baseada na hit gb AE FIG Exemplo de Cenário de notificação FIG Exemplo de Cenário de notificação FIG. 3.1 Subconjunto do sub-esquema DoTS do GUS para o armazenamento de Análise de Similaridade sobre seqüências de nucleotídeos...42 FIG. 3.2 Subconjunto do sub-esquema DoTS do GUS para o armazenamento de Anotação sobre seqüências de nucleotídeos...44 FIG. 3.3 Processo de Notificação sobre (Re) Anotação de Seqüências...49 FIG. 3.4 Exemplo de diagrama de objetivo...55 FIG. 3.5 Exemplo de diagrama de agentes...55 FIG. 3.6 Exemplo de diagrama de ambiente...56 FIG. 3.7 Exemplo de diagramas de cenário...57 FIG. 3.8 Exemplo de diagramas de planejamento...58 FIG. 3.9 Exemplo 2 de diagrama de planejamento...58 FIG Exemplo de Mensagem ACL...60 FIG Exemplo de diagrama de interação...60 FIG Exemplo de diagrama organizacional...60 FIG Arquitetura Interna do JADE distribuída em vários containers [SILVA, 2003]...62 FIG Arquitetura interna de um agente genérico em JADE [SILVA, 2003]...63 FIG. 4.1 Exemplo de registro de busca do PubCrawler no Genbank...67 FIG. 4.2 Tela com as informações que devem ser preenchidas para o usuário receber a notificação por do sistema My NCBI...69 FIG. 4.3 Algumas opções de filtros para nucleotídeos oferecidas pelo My NCBI...70 FIG. 5.1 Ambiente atual típico dos projetos colaborativos de Bioinformática

9 FIG. 5.2 Ambiente dos projetos colaborativos com o uso do BioANot...79 FIG. 5.3 Relacionamentos e conceitos ligados ao processo de (re) anotação e notificação...80 FIG. 5.4 Extensão no esquema GUS...81 FIG. 5.5 Dinâmica entre os agentes do sistema BioANot...93 FIG. 6.1 Arquitetura dos projetos, onde será aplicado o Estudo de Caso...98 FIG. 6.2 Interface do BioANot para configuração de perfil do usuário...99 FIG. 6.3 Interface do BioANot para a execução do BLAST FIG. 6.4 Interface do BioANot apresentando o resultado do BLAST para PSADEST005H12.b FIG. 6.5 Alinhamento do resultado do BLAST para PSADEST005H12.b FIG. 6.6 Resultado da similaridade obtida do BLAST FIG. 6.7 Interface do BioANot para anotação de Seqüência FIG. 6.8 Exemplo de um subconjunto de uma das mensagens trocadas entre os agentes FIG. 6.9 Exemplo de de notificação do BioANot para o bioinformata FIG Interação entre a página JSP e o Agente Executor de Programa de Similaridade FIG Subconjunto do sub-esquema DoTS do GUS para o armazenamento de Análises de Similaridade FIG Tabelas do GUS que armazenam dados sobre a anotação de uma seqüência 107 FIG Subconjunto dos atributos da tabela Similarity de um Projeto qualquer FIG. 9.1 Diagrama de Objetivo do BioANot FIG. 9.2 Diagrama de Agente do BioANot FIG. 9.3 Diagrama do cenário Analisar Similaridade do sistema BioANot FIG. 9.4 Diagrama de planejamento Analisar Similaridade do sistema BioANot FIG. 9.5 Diagrama do cenário Anotar Seqüência do sistema BioANot FIG. 9.6 Diagrama de planejamento Anotar Seqüência do sistema BioANot FIG. 9.7 Diagrama do cenário Monitorar (Re) Anotação do sistema BioANot FIG. 9.8 Diagrama de planejamento Monitorar (Re) Anotação do sistema BioANot FIG. 9.9 Diagrama do cenário Notificar (Re) Anotação do sistema BioANot FIG Diagrama de planejamento Notificar (Re) Anotação do sistema BioANot FIG Diagrama do cenário Receber Notificação de (Re) Anotação do sistema BioANot FIG Diagrama de planejamento Receber Notificação de (Re) Anotação do sistema BioANot

10 FIG Diagrama do cenário Notificar Usuário do sistema BioANot FIG Diagrama de planejamento Notificar Usuário do sistema BioANot FIG Diagrama de interação para Analisar Similaridade do sistema BioANot FIG Diagrama de interação para Anotar e Monitorar (Re) Anotação do sistema BioANot FIG Diagrama de interação para Notificar (Re) Anotação do sistema BioANot FIG Diagrama de interação para Receber Notificação de (Re) Anotação do sistema BioANot FIG Diagrama de interação para Notificar Usuário do sistema BioANot

11 LISTA DE TABELAS TAB. 3.1 Sub-esquemas do GUS [NASCIMENTO, 2004]...41 TAB. 4.1 Comparação entre os Trabalhos Relacionados...75 TAB. 9.1 Tabela NASequence TAB. 9.2 Tabela Similarity TAB. 9.3 Tabela SimilaritySpan TAB. 9.4 Tabela NAFeature TAB. 9.5 Tabela NALocation TAB. 9.6 Tabela NAFeatureNAProtein TAB. 9.7 Tabela NAProtein TAB. 9.8 Tabela NAFeatureNAGene TAB. 9.9 Tabela NAGene

12 LISTA DE SIGLAS ACC ACL AMS BLAST CFP CNPq DF DNA ECA FIPA GUS JADE JSP JVM MVC NCBI NIH OCL RNA SGBD UML Agent Communication Channel Agent Communication Language Agent Management System Basic Local Alignment Search Tool Call For Proposal Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico Directory Facilitator DeoxyriboNucleic Acid Evento Condição - Ação Foundations of Intelligent Physical Agents Genomics Unified Schema Java Agent DEvelopment Framework JavaServer Pages Java Virtual Machine Model-View-Controller National Center for Biotechnology Information National Institutes of Health Object Constraint Language RiboNucleic Acid Sistema Gerenciador de Banco de Dados Unified Modeling Language 12

13 RESUMO A Bioinformática é uma área que está evoluindo rapidamente. Os projetos de pesquisa desta área, através do uso de ferramentas computacionais, geram um grande volume de dados. Como a maioria destes projetos colabora entre si, é fundamental que haja uma troca destes dados entre eles, a fim de que cada um tenha acesso à informação dos demais. Uma destas informações é a anotação genômica, que é a identificação de genes e sua função. Estes dados sobre anotações de seqüências estão em constante atualização. Como os projetos de pesquisa colaboram e estudam organismos correlatos, há a necessidade de se notificar biólogos sobre mudanças nesta anotação. Esta dissertação introduz o BioANot, um sistema multi-agentes para auxiliar os pesquisadores na troca de anotações genômicas. O BioANot auxilia no processo de anotação e oferece um mecanismo de notificação automática sobre (re) anotações de seqüências. As principais contribuições do BioANot são: a especificação de um mecanismo pró-ativo para manter os biólogos atualizados sobre anotações de seqüências de seu interesse e a melhoria na qualidade de anotação genômica, evitando a propagação de erros entre projetos colaborativos. Assim, por meio deste mecanismo, espera-se que cada projeto mantenha as anotações atualizadas sobre as seqüências que podem levar a descobertas sobre organismos em estudo. 13

14 ABSTRACT A Bioinformatics is a rapidly evolving area. Research projects in this area use computer-aided tools and produce large amounts of data. Since most of these projects collaborate, it is necessary for them to exchange data, so that each project can use the information from the others. Important information includes the genomic annotation, which is the identification of genes and their functions. Data about sequence annotation is frequently changing. As projects collaborate and study related organisms, it is crucial to notify biologists about changes in genomic annotations. This dissertation introduces the BioANot, a multi-agent system to assist researchers in the genomic annotations exhange. BioANot supports the annotation process and offers an automatic notification mechanism about sequence (re) annotations. The main contributions of BioANot include: the specification of a proactive mechanism to keep biologists updated about sequence annotations of their interest and the quality improvement in genomic annotation, preventing error propagation among collaborative projects. Through this notification mechanism, BioANot intends to contribute to keeping the research projects updated about sequences that can lead to new findings about an organism. 14

15 1. INTRODUÇÃO A área de Bioinformática encontra-se em constante evolução, demandando soluções rápidas e eficientes. Estas soluções envolvem o auxílio de ferramentas computacionais que estão surgindo atualmente no mercado. O uso destas ferramentas complementa as atividades manuais do processo de investigação de organismos na área biológica. Na medida em que este uso ocorre em larga escala, gera-se uma enorme quantidade de dados a serem tratados. Este Capítulo descreve o problema de manter alguns destes dados atualizados como motivação para o desenvolvimento deste trabalho. Além disto é apresentada uma visão geral da solução proposta e indicadas as contribuições esperadas desta solução MOTIVAÇÃO A Bioinformática, segundo [GIBAS, 2002], é uma disciplina convergente e multidisciplinar que usa fundamentos e ferramentas da ciência da computação para a manipulação, a análise e a interpretação de dados biológicos tais como: genes, proteínas, estruturas, cromossomos e genomas. O crescimento no volume destes dados, que são originados do uso das ferramentas computacionais, tem direcionado os pesquisadores de projeto nesta área a adotar sistemas de gerência de banco de dados (SGBD). Embora um SGBD auxilie na organização de tais dados, estes projetos de pesquisa visam não apenas armazenar dados, mas também prover a inferência ou a descoberta de informações sobre a evolução dos organismos. Esta inferência de informações que identifica uma lista de segmentos da seqüência que possuam algum significado biológico (Ex.: função de genes em genomas) é chamada de anotação. O processo de anotação (processo de descoberta de informações sobre um dado biológico específico) é armazenado no SGBD para servir como base para outras 15

16 análises direcionadas a um detalhamento do organismo ou comparação entre organismos existentes. Como estes dados estão em constante estudo pelos biólogos, a anotação está sujeita a contínuo aperfeiçoamento, resultando em descobertas de informações e conseqüentemente, fazendo com que a (re) anotação seja cada vez mais freqüente DESCRIÇÃO DO PROBLEMA Diante do fato de os dados sobre (re) anotações de seqüências estarem em constante atualização, surge um problema que é freqüente no cenário em que grupos de pesquisa colaboram: a falta de notificação sobre estas (re) anotações [MARSHALL, 2002] [THEOLOGIS et al, 2004] [COCHRANE et al, 2006] [TULI et al, 2003]. Estes grupos de pesquisa geralmente estudam seqüências de organismos correlatos. Assim, é importante que ao ocorrer uma nova anotação ou uma atualização na anotação de um organismo, os outros projetos envolvidos na colaboração sejam notificados. Esta notificação torna-se imprescindível no caso desta anotação poder impactar diretamente sobre a anotação de uma seqüência em estudo pelo grupo notificado. Esta notificação é ainda mais necessária no caso de ocorrer uma anotação equivocada e esta ser utilizada como base para outra anotação. A ausência de um mecanismo que notifique os usuários sobre uma anotação que acabou de ser corrigida, por exemplo, acarreta em uma propagação de erro pelos diversos projetos. Neste caso, para não ocorrer uma propagação de um dado desatualizado, a notificação poderia ser realizada pessoalmente, através de uma comunicação entre biólogos, no momento em que é realizada uma nova anotação. Porém, diariamente, existem diversas (re) anotações sendo armazenadas no banco de dados local de cada grupo. A freqüência com que estas atualizações ocorrem no banco, devido ao fato destes biólogos estarem lidando com seqüências em fase de estudos, tende a gerar um grande volume de dados. Diante desta enorme quantidade de atualizações, fica inviável que, a cada nova anotação, o biólogo notifique os outros grupos através de um meio de comunicação usual, como o telefone. Além disto, neste tipo de 16

17 notificação encontram-se problemas, pois está sujeito ao esquecimento humano (caso o biólogo não consiga notificar algum grupo no momento da sua anotação, ele pode esquecer de notificá-lo mais tarde), ao não aproveitamento do tempo (o biólogo precisa interromper o seu estudo para notificar os outros grupos) e a inviabilidade de notificar cada grupo envolvido, sobre as inúmeras atualizações. Então, considerando este problema enfrentado pelos grupos de pesquisa colaborativos que estudam organismos correlatos, surge a necessidade de um mecanismo que realize notificação automática entre estes grupos. Os mecanismos de notificação existentes atualmente na literatura estão preocupados em notificar os usuários, de uma forma geral, de maneira pouco personalizada, não atendendo assim a todos os requisitos necessários para a notificação automática personalizada e pró-ativa. Isto é, estes mecanismos [STEVENS et al, 2003] [SUN, 2004] não provêem uma notificação voltada especificamente aos interesses de um determinado biólogo sobre (re) anotações que possam impactar nos seus estudos. Alguns mecanismos de notificação [HOKAMP et al, 1999] [PUBMED, 2005] chegam a oferecer alguma personalização, na medida em que permitem aos usuários uma declaração prévia de interesse. Porém, devido a característica dinâmica que o uso de programas traz para o ambiente de pesquisa do biólogo, tais interesses mudam com relativa freqüência, o que demanda mecanismos que atuem de forma pró-ativa. Para permitir esta automação da notificação, este trabalho propõe o BioANot, um sistema que foi desenvolvido com a abordagem de agentes de software e um esquema genérico de banco de dados genômicos VISÃO GERAL DA SOLUÇÃO PROPOSTA Este trabalho foca na apresentação de um sistema multi-agentes, que interage com um banco de dados que utiliza um esquema genérico, com o objetivo principal de identificar e notificar, automaticamente, os usuários interessados em novas (re) anotações de determinadas seqüências. 17

18 A solução foi baseada nos cenários e requisitos levantados junto a um grupo de pesquisa em bioinformática. A caracterização de um ambiente distribuído e heterogêneo com a necessidade de que cada biólogo realize a sua anotação independentemente e que este processo de anotação seja monitorado de forma que os biólogos interessados sejam notificados, contribuiu para a escolha da abordagem de agentes de software. Além disto, como uma forma de resolver a falta de padronização entre os diversos bancos de dados existentes nos diferentes grupos de pesquisas e pelo fato destes bancos também estarem distribuídos e serem heterogêneos, foi utilizado um esquema genérico de integração dos dados para aplicações biológicas, que já vem sendo adotado por alguns projetos de pesquisa. Assim, o BioANot identifica, automaticamente, o interesse de cada usuário envolvido na colaboração, ou seja, a seqüência cujas (re) anotações podem impactar diretamente na sua seqüência de estudo. De posse desta informação, a cada (re) anotação de seqüência, o BioANot notifica somente os usuários que podem estar interessados de acordo com a similaridade entre as seqüências, informando sobre a nova anotação CONTRIBUIÇÕES ESPERADAS As principais contribuições esperadas para este trabalho são: Automatizar o processo de notificação, de maneira a facilitar a interação entre os projetos envolvidos na colaboração, apoiando a troca de informações armazenadas em cada um deles e evitando a propagação de erros; Fazer a notificação de forma pró-ativa, de maneira que o biólogo não precise registrar explicitamente o seu interesse sobre as (re) anotações de uma seqüência. Criar uma ferramenta que permita a integração dos processos de anotação e de notificação automática. 18

19 Facilitar a colaboração entre projetos, independente do ambiente adotado por cada um, de forma que ao haver uma mudança na configuração do ambiente do projeto, esta não tenha um grande impacto sobre o sistema de notificação; Certificar o biólogo de que ele possui as informações mais atuais sobre as seqüências que possam impactar na sua seqüência de estudo, estando mais confiante no momento de realizar uma (re) anotação ORGANIZAÇÃO DA DISSERTAÇÃO Este trabalho encontra-se organizado da seguinte maneira: no capítulo 2, definem-se alguns termos importantes relacionados à área de Bioinformática que são utilizados no decorrer deste trabalho. Entre eles, destaca-se o processo de anotação, descrevendo os elementos envolvidos no mesmo. Ao final do capítulo, apresenta-se o cenário principal desta dissertação, no qual são definidos e exemplificados os projetos colaborativos, descrevendo três situações reais que ocorrem nestes projetos atualmente, confirmando a necessidade do desenvolvimento de um trabalho para notificação automática sobre (re) anotações de seqüências. O capítulo 3 descreve alguns fundamentos teóricos. Entre eles, o esquema genérico de banco de dados genômicos adotado, justificando a escolha do mesmo e apresentando como é a sua estrutura, o armazenamento de similaridade e de anotação. Além disto, conceitua-se sistemas de notificação, descrevendo os requisitos necessários para tal processo. Por fim, desenvolvem-se os conceitos relacionados à abordagem de agentes de software. Primeiramente, são citadas algumas técnicas de modelagem de agentes, detalhando o ANote [CHOREN et al, 2005] que foi a linguagem adotada por este trabalho. Posteriormente, é detalhada a plataforma de desenvolvimento de sistema multi-agentes JADE [JADE, 2006] que também foi adotada para o desenvolvimento deste trabalho. No capítulo 4 é realizado o levantamento de alguns trabalhos relacionados à notificação que existem na literatura. Estes trabalhos são detalhados e comparados aos requisitos que foram levantados no capítulo anterior. 19

20 No capítulo 5, apresenta-se o BioANot como uma forma de solução, que é um sistema multi-agentes para a notificação automática de (re) anotações de seqüências. A arquitetura do BioANot bem como as etapas envolvidas no seu desenvolvimento e na sua implementação também são apresentadas. No capítulo 6 é apresentado um estudo de caso que ocorre freqüentemente entre projetos colaborativos, onde estes projetos utilizam o protótipo implementado do BioANot. Além disto, mostra-se um detalhamento da execução do sistema. Finalizando, no capítulo 7, apresenta-se a conclusão deste trabalho, expondo as suas contribuições bem como alguns trabalhos futuros a partir do BioANot. 20

21 2. FUNDAMENTOS DE BIOINFORMÁTICA E PROJETOS COLABORATIVOS Este capítulo apresenta uma descrição sucinta dos principais conceitos relacionados à área de Bioinformática que são necessários para o entendimento e a motivação do presente trabalho, visto que estes termos são utilizados no decorrer da dissertação. Além disto, delimita-se o escopo deste trabalho, apresentando cenários reais em que o problema é claramente identificado e situado em um ambiente onde ocorrem anotações em seqüências que envolvem diversos projetos colaborativos CONCEITOS BÁSICOS Este trabalho está focado na biologia molecular, cujo dogma central estabelece que o ácido desoxirribonucleico (DNA) atua como um modelo para se replicar e também é transcrito em ácido ribonucléico (RNA) que é convertido em proteína [CRICK, 1970], conforme ilustrado pela FIG DNA Processo de RNA Processo de Proteínas Transcrição Tradução FIG. 2.1 Dogma Central da Biologia Molecular Uma seqüência de DNA é um polímero linear formado por nucleotídeos ou bases, ou seja, é uma ordem particular de bases que especifica as instruções genéticas exatas requeridas para criar um organismo específico [WATSON et al, 1953]. Estes nucleotídeos ou bases podem ser de quatro tipos: adenina (A), guanina (G), citosina (C) e timina (T). Estas bases são identificadas na seqüência através do processo conhecido como seqüenciamento. Seqüenciamento é um processo utilizado para montagem de seqüências em que o genoma (seqüência de DNA completa) deve ser dividido em fragmentos e estes 21

22 fragmentos seqüenciados precisam ser remontados em uma seqüência contínua [SANGER et al, 1977]. Esta seqüência contínua é representada na forma de uma cadeia de letras correspondentes às bases da seqüência. O DNA constitui-se de uma estrutura especial, cujo formato é uma dupla hélice enroscada uma na outra, onde as suas metades são mantidas juntas e interligadas por nucleotídeos formando uma fita (FIG. 2.2). Estes nucleotídeos são interligados de maneira específica (A só pode fazer par com T e G só pode fazer par com C) e a cada par A-T e G-C, chamamos de par de bases. FIG. 2.2 Estrutura do DNA [USP, 2002] O RNA é semelhante à estrutura do DNA, sendo também formado por nucleotídeos, geralmente em cadeias simples [GESTELAND et al, 1993]. Porém, as bases encontradas no RNA são: adenina (A), guanina (G), citosina (C) e uracila (U). Esta última base substitui a timina que está presente na seqüência de DNA. O processo de transcrição é baseado em um tipo específico de RNA (mrna), que é utilizado para que uma das fitas presentes no DNA seja copiada. Este processo é o primeiro passo para que uma seqüência de DNA seja traduzida em uma seqüência de proteína, conforme ilustrado na FIG O segundo passo, chamado de tradução, corresponde à conversão da seqüência de RNA em proteína. A cada três bases do RNA corresponde um códon para 22

23 codificar um aminoácido em uma seqüência de proteína. Estes códons da molécula do mrna servem como base para estabelecer a ordem da inserção de aminoácidos na cadeia crescente de formação da proteína, originando assim, a seqüência de proteína. Proteínas são moléculas complexas constituídas de seqüências lineares de moléculas menores chamadas de aminoácidos e que realizam a maioria das funções da vida celular [HARTLEY, 1951]. As proteínas são geradas a partir da transcrição e tradução de genes, que possuem as informações e componentes estruturais necessários para a construção de proteínas. Ao conjunto destes genes, podemos chamar de genoma, que nada mais é do que uma seqüência de DNA completa e que codifica um ser vivo. Além dos conceitos definidos até então, é importante ter conhecimento sobre as ferramentas de análise disponíveis na comunidade de Bioinformática. Entre as ferramentas que auxiliam os biólogos na análise de dados genômicos estão aquelas que identificam similaridade. Em geral, a similaridade é baseada no alinhamento de seqüências. Por este motivo, antes de definir similaridade, é importante entender os tipos de alinhamento de seqüências existentes, ou seja, os tipos de processos em que duas seqüências são colocadas lado a lado para comparação. Existe o alinhamento de seqüência global e local [SANKOFF et al, 1983]. O alinhamento global pressupõe que as duas seqüências a serem alinhadas são conhecidas e devem ser alinhadas por todo o seu comprimento. Já o alinhamento local não precisa se estender do começo ao fim de duas seqüências a serem alinhadas (FIG. 2.3 ). Durante este alinhamento, cada par recebe uma pontuação. Caso esta pontuação, em algum ponto da seqüência, seja negativa, o alinhamento pode ser interrompido e reiniciado em um outro trecho da seqüência, ou seja, este alinhamento pode ser parcial, cobrindo apenas parte (local) da seqüência. 23

24 FIG. 2.3 Exemplo de um alinhamento local (A) entre uma seqüência alvo (Q) e uma seqüência hit (P) Os biólogos utilizam as ferramentas de alinhamento para comparar as seqüências em busca de uma similaridade entre elas. Similaridade é a presença de trechos similares e idênticos entre duas seqüências, podendo significar características em comum [MURPHY, 1994]. Ao submeter uma seqüência em estudo, também conhecida como seqüência alvo, query ou cluster (Q da FIG. 2.3 ) a um programa de similaridade, ele realiza o alinhamento (A da FIG. 2.3 ) da seqüência com várias outras seqüências presentes em outros bancos de dados. Como resultado, ele retorna várias seqüências que são similares àquela que foi consultada (seqüência alvo), atribuindo a cada seqüência similar, também chamada de seqüência hit ou subject (P da FIG. 2.3 ), um valor (score) que sinalizará o quanto esta seqüência é similar à seqüência alvo. Quanto maior este valor, maior o grau de similaridade. As ferramentas mais utilizadas atualmente na comunidade de Bioinformática para realizar o alinhamento entre as seqüências, buscando por similaridade entre elas, são o BLAST (Basic Local Alignment Search Tool) [ALTSCHUL et al, 1997] e o FASTA [PEARSON, 1994]. Ambos provêem uma busca rápida em bancos de dados de seqüências, que podem ser de nucleotídeos ou proteínas, bem como o 24

25 alinhamento local e global. Estas ferramentas auxiliam os biólogos no processo de anotação de seqüências, que é descrito no próximo item PROCESSO DE ANOTAÇÃO Um processo de anotação é a extração de informações biológicas úteis sobre a seqüência em processo de estudo, ou seja, é a identificação de uma lista de segmentos associados a conclusões do biólogo e que podem corresponder, por exemplo, à identificação de genes, elementos funcionais em DNA genômico ou inferência de funções dos genes nos genomas [STEIN, 2001]. A anotação envolve a organização genômica de um organismo, que significa identificar genes e outros elementos funcionais no DNA genômico. A anotação funcional é o fato de designar como e quando estes genes serão explicitados e quais as suas interações com outros genes. Além disto, existem três maneiras de classificar uma anotação [LEMOS, 2004]: Importada a anotação importada é obtida de fontes de dados públicas como o Genbank [BENSON et al, 2004] e o Swiss-Prot [BOECKMANN et al, 2003]; Automática a anotação automática é gerada por programas analíticos disponíveis na área de Bioinformática; Manual a anotação manual é diretamente criada pelo biólogo. Como exemplo de uma anotação, que é ilustrada na FIG. 2.4, podemos citar um trecho de uma seqüência, classificado como seqüência codificante (CDS) que corresponde a um gene conhecido como adhi, que possui início na posição 23 e término na posição 400 e cuja função é gerar um produto chamado alcohol dehydrogenase. Esta anotação é baseada no formato da tabela Feature presente no banco de dados Genbank. FIG. 2.4 Exemplo de Anotação no Genbank[DDBJ et al, 2005] 25

Hoje estudaremos a bioquímica dos ácidos nucléicos. Acompanhe!

Hoje estudaremos a bioquímica dos ácidos nucléicos. Acompanhe! Aula: 2 Temática: Ácidos Nucléicos Hoje estudaremos a bioquímica dos ácidos nucléicos. Acompanhe! Introdução: Os ácidos nucléicos são as moléculas com a função de armazenamento e expressão da informação

Leia mais

Etc & Tal. Volume 2 - Número 1 - Abril 2009 SBC HORIZONTES 44

Etc & Tal. Volume 2 - Número 1 - Abril 2009 SBC HORIZONTES 44 Armazenando Dados em Aplicações Java Parte 2 de 3: Apresentando as opções Hua Lin Chang Costa, hualin@cos.ufrj.br, COPPE/UFRJ. Leonardo Gresta Paulino Murta, leomurta@ic.uff.br, IC/UFF. Vanessa Braganholo,

Leia mais

COMUNICAÇÃO DA INFORMAÇÃO NAS MOLÉCULAS DE DNA E RNA

COMUNICAÇÃO DA INFORMAÇÃO NAS MOLÉCULAS DE DNA E RNA COMUNICAÇÃO DA INFORMAÇÃO NAS MOLÉCULAS DE DNA E RNA Andréia Cristina Hypólito José 11075810 Fernando Caldas Oliveira 11085410 Giovana Zaninelli 11017210 Renato Fernandes Sartori 11061110 Rodrigo de Mello

Leia mais

ÁCIDOS NUCLEÍCOS RIBOSSOMO E SÍNTESE PROTEÍCA

ÁCIDOS NUCLEÍCOS RIBOSSOMO E SÍNTESE PROTEÍCA ÁCIDOS NUCLEÍCOS RIBOSSOMO E SÍNTESE PROTEÍCA ÁCIDOS NUCLÉICOS: Moléculas orgânicas complexas, formadas polimerização de nucleotídeos (DNA e RNA) pela Contêm a informação que determina a seqüência de aminoácidos

Leia mais

UML - Unified Modeling Language

UML - Unified Modeling Language UML - Unified Modeling Language Casos de Uso Marcio E. F. Maia Disciplina: Engenharia de Software Professora: Rossana M. C. Andrade Curso: Ciências da Computação Universidade Federal do Ceará 24 de abril

Leia mais

DESENVOLVENDO APLICAÇÃO UTILIZANDO JAVA SERVER FACES

DESENVOLVENDO APLICAÇÃO UTILIZANDO JAVA SERVER FACES DESENVOLVENDO APLICAÇÃO UTILIZANDO JAVA SERVER FACES Alexandre Egleilton Araújo, Jaime Willian Dias Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil araujo.ale01@gmail.com, jaime@unipar.br Resumo.

Leia mais

INOVANDO UM PROCESSO DE SERVIÇOS DE TI COM AS BOAS PRÁTICAS DO ITIL E USO DE BPMS

INOVANDO UM PROCESSO DE SERVIÇOS DE TI COM AS BOAS PRÁTICAS DO ITIL E USO DE BPMS INOVANDO UM PROCESSO DE SERVIÇOS DE TI COM AS BOAS PRÁTICAS DO ITIL E USO DE BPMS Cilene Loisa Assmann (UNISC) cilenea@unisc.br Este estudo de caso tem como objetivo trazer a experiência de implantação

Leia mais

Anotação de Genomas. Fabiana G. S. Pinto

Anotação de Genomas. Fabiana G. S. Pinto Anotação de Genomas Fabiana G. S. Pinto Obtenção de Seqüências geradas pelo MegaBace 1000 Dados brutos (medidas analógicas) de saída do seqüênciamento Base calling BIOINFORMÁTICA * PHRED: - Transforma

Leia mais

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO A atuação do homem no meio ambiente, ao longo da história, fornece provas de suas ações em nome do progresso. Esta evolução tem seu lado positivo, pois abre novos horizontes, novas

Leia mais

Bioinformática Aula 01

Bioinformática Aula 01 Bioinformática Aula 01 Prof. Ricardo Martins Ramos * * Doutorando em Genética e Toxicologia Aplicada CEFET-PI/ULBRA-RS Linha de Pesquisa Bioinformática Estrutural E-mail: ricardo@cefetpi.br Visão Holística

Leia mais

BANCO DE QUESTÕES - BIOLOGIA - 1ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO ==============================================================================================

BANCO DE QUESTÕES - BIOLOGIA - 1ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO ============================================================================================== PROFESSOR: Leonardo Mariscal BANCO DE QUESTÕES - BIOLOGIA - 1ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO ============================================================================================== Ácidos Nucleicos 01- Os

Leia mais

Roteiro 2 Conceitos Gerais

Roteiro 2 Conceitos Gerais Roteiro 2 Conceitos Gerais Objetivos: UC Projeto de Banco de Dados Explorar conceitos gerais de bancos de dados; o Arquitetura de bancos de dados: esquemas, categorias de modelos de dados, linguagens e

Leia mais

PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE. Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software

PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE. Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Introdução Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software Os modelos de processos de desenvolvimento de software surgiram pela necessidade de dar resposta às

Leia mais

Desenvolvendo um Ambiente de Aprendizagem a Distância Utilizando Software Livre

Desenvolvendo um Ambiente de Aprendizagem a Distância Utilizando Software Livre Desenvolvendo um Ambiente de Aprendizagem a Distância Utilizando Software Livre Fabrício Viero de Araújo, Gilse A. Morgental Falkembach Programa de Pós-graduação em Engenharia de Produção - PPGEP Universidade

Leia mais

Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas

Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Aula 1 Ementa Fases do Ciclo de Vida do Desenvolvimento de Software, apresentando como os métodos, ferramentas e procedimentos da engenharia de software, podem

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE A proposta para o ambiente apresentada neste trabalho é baseada no conjunto de requisitos levantados no capítulo anterior. Este levantamento, sugere uma

Leia mais

PRODUTO 1 (CONSTRUÇÃO DE PORTAL WEB)

PRODUTO 1 (CONSTRUÇÃO DE PORTAL WEB) RELATÓRIO DE ENTREGA DO PRODUTO 1 (CONSTRUÇÃO DE PORTAL WEB) PARA A ELABORAÇÃO DOS PLANOS MUNICIPAIS DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS PMGIRS PARA OS MUNICÍPIOS DE NOVO HORIZONTE, JUPIÁ, GALVÃO,

Leia mais

Palavras-Chaves: Arquitetura, Modelagem Orientada a Objetos, UML.

Palavras-Chaves: Arquitetura, Modelagem Orientada a Objetos, UML. MODELAGEM ORIENTADA A OBJETOS APLICADA À ANÁLISE E AO PROJETO DE SISTEMA DE VENDAS ALTEMIR FERNANDES DE ARAÚJO Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas ANDRE LUIZ DA CUNHA DIAS Discente da

Leia mais

Notas da Aula 17 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 17 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Notas da Aula 17 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Gerenciamento de Memória: Introdução O gerenciamento de memória é provavelmente a tarefa mais complexa de um sistema operacional multiprogramado.

Leia mais

5 Mecanismo de seleção de componentes

5 Mecanismo de seleção de componentes Mecanismo de seleção de componentes 50 5 Mecanismo de seleção de componentes O Kaluana Original, apresentado em detalhes no capítulo 3 deste trabalho, é um middleware que facilita a construção de aplicações

Leia mais

SISTEMA DE WORKFLOW PARA MODELAGEM E EXECUÇÃO DE PROCESSOS DE SOFTWARE. Aluno: Roberto Reinert Orientador: Everaldo A. Grahl

SISTEMA DE WORKFLOW PARA MODELAGEM E EXECUÇÃO DE PROCESSOS DE SOFTWARE. Aluno: Roberto Reinert Orientador: Everaldo A. Grahl SISTEMA DE WORKFLOW PARA MODELAGEM E EXECUÇÃO DE PROCESSOS DE SOFTWARE Aluno: Roberto Reinert Orientador: Everaldo A. Grahl Roteiro de apresentação Introdução Objetivos Fundamentação Teórica Workflow Processo

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB MULTIUSUÁRIO PARA SISTEMA DE GERAÇÃO AUTOMÁTICA DE QUADROS DE HORÁRIOS ESCOLARES. Trabalho de Graduação

DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB MULTIUSUÁRIO PARA SISTEMA DE GERAÇÃO AUTOMÁTICA DE QUADROS DE HORÁRIOS ESCOLARES. Trabalho de Graduação DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB MULTIUSUÁRIO PARA SISTEMA DE GERAÇÃO AUTOMÁTICA DE QUADROS DE HORÁRIOS ESCOLARES Trabalho de Graduação Orientando: Vinicius Stein Dani vsdani@inf.ufsm.br Orientadora: Giliane

Leia mais

Roteiro. Arquitetura. Tipos de Arquitetura. Questionário. Centralizado Descentralizado Hibrido

Roteiro. Arquitetura. Tipos de Arquitetura. Questionário. Centralizado Descentralizado Hibrido Arquitetura Roteiro Arquitetura Tipos de Arquitetura Centralizado Descentralizado Hibrido Questionário 2 Arquitetura Figura 1: Planta baixa de uma casa 3 Arquitetura Engenharia de Software A arquitetura

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DAS CAMADAS Inference Machine e Message Service Element PARA UM SERVIDOR DE SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE Workflow HOSPITALAR

IMPLEMENTAÇÃO DAS CAMADAS Inference Machine e Message Service Element PARA UM SERVIDOR DE SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE Workflow HOSPITALAR IMPLEMENTAÇÃO DAS CAMADAS Inference Machine e Message Service Element PARA UM SERVIDOR DE SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE Workflow HOSPITALAR Jeferson J. S. Boesing 1 ; Manassés Ribeiro 2 1.Aluno do Curso

Leia mais

As bactérias operárias

As bactérias operárias A U A UL LA As bactérias operárias Na Aula 47 você viu a importância da insulina no nosso corpo e, na Aula 48, aprendeu como as células de nosso organismo produzem insulina e outras proteínas. As pessoas

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Introdução aos Processos de Software: modelos e ciclo de vida de software Prof. MSc. Hugo Vieira L. Souza Este documento está sujeito a copyright. Todos os direitos estão reservados

Leia mais

Equipe de Biologia. Biologia

Equipe de Biologia. Biologia Aluno (a): Série: 3ª Turma: TUTORIAL 5B Ensino Médio Equipe de Biologia Data: Biologia Ácidos nucléicos Os ácidos nucléicos são moléculas gigantes (macromoléculas), formadas por unidades monoméricas menores

Leia mais

Plataforma Sentinela

Plataforma Sentinela Plataforma Sentinela A plataforma completa para segurança corporativa A plataforma Sentinela é a mais completa plataforma para monitoramento e interceptação em tempo real, gravação e bilhetagem de chamadas

Leia mais

CAPÍTULO 3 - TIPOS DE DADOS E IDENTIFICADORES

CAPÍTULO 3 - TIPOS DE DADOS E IDENTIFICADORES CAPÍTULO 3 - TIPOS DE DADOS E IDENTIFICADORES 3.1 - IDENTIFICADORES Os objetos que usamos no nosso algoritmo são uma representação simbólica de um valor de dado. Assim, quando executamos a seguinte instrução:

Leia mais

ALESSANDRO RODRIGO FRANCO FERNANDO MARTINS RAFAEL ALMEIDA DE OLIVEIRA

ALESSANDRO RODRIGO FRANCO FERNANDO MARTINS RAFAEL ALMEIDA DE OLIVEIRA ALESSANDRO RODRIGO FRANCO FERNANDO MARTINS RAFAEL ALMEIDA DE OLIVEIRA INTRODUÇÃO O projeto de um banco de dados é realizado sob um processo sistemático denominado metodologia de projeto. O processo do

Leia mais

ATENAS: Um Sistema Gerenciador de Regras de Negócio

ATENAS: Um Sistema Gerenciador de Regras de Negócio 1. Introdução ATENAS: Um Sistema Gerenciador de Regras de Negócio Geraldo Zimbrão da Silva (IM/UFRJ) Victor Teixeira de Almeida (COPPE/UFRJ) Jano Moreira de Souza (COPPE/UFRJ) Francisco Gonçalves Pereira

Leia mais

Planejamento da disciplina: Modelagem de processos de negócio

Planejamento da disciplina: Modelagem de processos de negócio UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS / INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Planejamento da disciplina: Modelagem de processos de negócio Professor: Clarindo Isaías Pereira

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE/ SISTEMAS DE SOFTWARE

ENGENHARIA DE SOFTWARE/ SISTEMAS DE SOFTWARE ENGENHARIA DE SOFTWARE/ SISTEMAS DE SOFTWARE CMP1280/CMP1250 Prof. Me. Fábio Assunção Introdução à Engenharia de Software SOFTWARE Programa de computador acompanhado dos dados de documentação e configuração

Leia mais

INTRODUÇÃO A MODELAGEM DE PROCESSOS UTILIZANDO BPMN 1 FÁBIO RODRIGUES CRUZ 2 2.1 CONCEITO DE MODELAGEM DE PROCESSOS UTILIZANDO BPMN

INTRODUÇÃO A MODELAGEM DE PROCESSOS UTILIZANDO BPMN 1 FÁBIO RODRIGUES CRUZ 2 2.1 CONCEITO DE MODELAGEM DE PROCESSOS UTILIZANDO BPMN INTRODUÇÃO A MODELAGEM DE PROCESSOS UTILIZANDO BPMN 1 FÁBIO RODRIGUES CRUZ 2 1 INTRODUÇÃO A Business Process Modeling Notation (BPMN), ou Notação de Modelagem de Processos de Negócio, é um conjunto de

Leia mais

Sistema de Controle de Solicitação de Desenvolvimento

Sistema de Controle de Solicitação de Desenvolvimento Sistema de Controle de Solicitação de Desenvolvimento Introdução O presente documento descreverá de forma objetiva as principais operações para abertura e consulta de uma solicitação ao Setor de Desenvolvimento

Leia mais

EProcessos: Um Sistema para Edição de Processos de Software

EProcessos: Um Sistema para Edição de Processos de Software Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP Instituto de Ciencias Exatas e Biologicas - ICEB Departamento de Computação - DECOM EProcessos: Um Sistema para Edição de Processos de Software Aluno: Sávio Geraldo

Leia mais

Metodologia e Gerenciamento do Projeto na Fábrica de Software v.2

Metodologia e Gerenciamento do Projeto na Fábrica de Software v.2 .:: Universidade Estadual de Maringá Bacharelado em Informática Eng. de Software III :. Sistema de Gerenciamento de Eventos - Equipe 09 EPSI Event Programming System Interface Metodologia e Gerenciamento

Leia mais

GeCA: Uma Ferramenta de Engenharia Reversa e Geração Automática de Código

GeCA: Uma Ferramenta de Engenharia Reversa e Geração Automática de Código GeCA: Uma Ferramenta de Engenharia Reversa e Geração Automática de Código Igor Steinmacher 1, Éderson Fernando Amorim 1, Flávio Luiz Schiavoni 1, Elisa Hatsue Moriya Huzita 1 1 Departamento de Informática

Leia mais

Pós Graduação Engenharia de Software

Pós Graduação Engenharia de Software Pós Graduação Engenharia de Software Ana Candida Natali COPPE/UFRJ Programa de Engenharia de Sistemas e Computação FAPEC / FAT Estrutura do Módulo Parte 1 QUALIDADE DE SOFTWARE PROCESSO Introdução: desenvolvimento

Leia mais

2 Diagrama de Caso de Uso

2 Diagrama de Caso de Uso Unified Modeling Language (UML) Universidade Federal do Maranhão UFMA Pós Graduação de Engenharia de Eletricidade Grupo de Computação Assunto: Diagrama de Caso de Uso (Use Case) Autoria:Aristófanes Corrêa

Leia mais

DNA E SÍNTESE PROTEICA

DNA E SÍNTESE PROTEICA Genética Animal DNA e síntese proteica 1 DNA E SÍNTESE PROTEICA Estrutura do DNA: -Molécula polimérica, cujos monômeros denominam-se nucleotídeos. -Constituição dos nucleotídeos: açúcar pentose (5 -desoxirribose)

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Conceitos e Metodologias para Desenvolvimento de Software Cascata, Prototipação, Espiral e RUP Prof. MSc. Edilberto Silva prof.edilberto.silva@gmail.com http://www.edilms.eti.br

Leia mais

DAS6607 - Inteligência Artificial Aplicada à Controle de Processos e Automação Industrial

DAS6607 - Inteligência Artificial Aplicada à Controle de Processos e Automação Industrial DAS6607 - Inteligência Artificial Aplicada à Controle de Processos e Automação Industrial Aluno: André Faria Ruaro Professores: Jomi F. Hubner e Ricardo J. Rabelo 29/11/2013 1. Introdução e Motivação 2.

Leia mais

EVOLUÇÃO DE SOFTWARE

EVOLUÇÃO DE SOFTWARE EVOLUÇÃO DE SOFTWARE Dinâmica da evolução de programas Manutenção de software Processo de evolução Evolução de sistemas legados 1 Mudança de Software 2 Manutenção de software Mudança de software é inevitável

Leia mais

Mapa Mental de Engenharia de Software - Diagramas UML

Mapa Mental de Engenharia de Software - Diagramas UML Mapa Mental Engenharia Software - Diagramas UML Mapa Mental Engenharia Software Diagramas UML Mapa Mental Engenharia Software Diagramas UML Mapa Mental UML - Diagramas, Fases e Detalhes Resolvi juntar

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO. PROJETO FINAL I e II PLANO DE TRABALHO

FACULDADE DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO. PROJETO FINAL I e II PLANO DE TRABALHO <NOME DO TRABALHO> <Nome do Aluno> <Nome do Orientador> FACULDADE DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO PROJETO FINAL I e II PLANO DE TRABALHO O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) a ser desenvolvido

Leia mais

Rational Quality Manager. Nome: Raphael Castellano Campus: AKXE Matrícula: 200601124831

Rational Quality Manager. Nome: Raphael Castellano Campus: AKXE Matrícula: 200601124831 Rational Quality Manager Nome: Raphael Castellano Campus: AKXE Matrícula: 200601124831 1 Informações Gerais Informações Gerais sobre o RQM http://www-01.ibm.com/software/awdtools/rqm/ Link para o RQM https://rqmtreina.mvrec.local:9443/jazz/web/console

Leia mais

Palavras-Chaves: estoque, modelagem, requisitos, UML, vendas.

Palavras-Chaves: estoque, modelagem, requisitos, UML, vendas. UTILIZAÇÃO DA UML NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA DE CONTROLE DE VENDAS E ESTOQUE GILBERTO FRANCISCO PACHECO DOS SANTOS Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas JACKSON LUIZ ARROSTI Discente

Leia mais

Introdução à Engenharia de Software

Introdução à Engenharia de Software Introdução à Engenharia de Software Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br Imagem Clássica Objetivo da aula Depois desta aula você terá uma visão sobre o que é a engenharia

Leia mais

RELATÓRIO DE ESPECIFICAÇÃO DE REQUISITOS

RELATÓRIO DE ESPECIFICAÇÃO DE REQUISITOS RELATÓRIO DE ESPECIFICAÇÃO DE REQUISITOS LABORATÓRIO DE GESTÃO DE PROJECTO Carlos Frias Manuel Seixas Sérgio Junior FACULDADE DE ENGENHARIA UNIVERSIDADE DO PORTO 22 Março 2013 Filipe Mota Manuel Melo Tiago

Leia mais

O fluxo da informação é unidirecional

O fluxo da informação é unidirecional Curso - Psicologia Disciplina: Genética Humana e Evolução Resumo Aula 3- Transcrição e Tradução Dogma central TRANSCRIÇÃO DO DNA O fluxo da informação é unidirecional Processo pelo qual uma molécula de

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS EM EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS EM EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS EM EDUCAÇÃO Jader dos Santos Teles Cordeiro Orientador Prof. Paulo Guilhermeti PERSISTÊNCIA EM OBJETOS JAVA: UMA ANÁLISE

Leia mais

PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS

PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS Élysson Mendes Rezende Bacharelando em Sistemas de Informação Bolsista de Iniciação Científica

Leia mais

AUTOR: DAVID DE MIRANDA RODRIGUES CONTATO: davidmr@ifce.edu.br CURSO FIC DE PROGRAMADOR WEB VERSÃO: 1.0

AUTOR: DAVID DE MIRANDA RODRIGUES CONTATO: davidmr@ifce.edu.br CURSO FIC DE PROGRAMADOR WEB VERSÃO: 1.0 AUTOR: DAVID DE MIRANDA RODRIGUES CONTATO: davidmr@ifce.edu.br CURSO FIC DE PROGRAMADOR WEB VERSÃO: 1.0 SUMÁRIO 1 Conceitos Básicos... 3 1.1 O que é Software?... 3 1.2 Situações Críticas no desenvolvimento

Leia mais

LEVANTAMENTO DE REQUISITOS SEGUNDO O MÉTODO VOLERE

LEVANTAMENTO DE REQUISITOS SEGUNDO O MÉTODO VOLERE LEVANTAMENTO DE REQUISITOS SEGUNDO O MÉTODO VOLERE RESUMO Fazer um bom levantamento e especificação de requisitos é algo primordial para quem trabalha com desenvolvimento de sistemas. Esse levantamento

Leia mais

ServidorEscola Plataforma Web de apoio Administrativo

ServidorEscola Plataforma Web de apoio Administrativo ServidorEscola Plataforma Web de apoio Administrativo Introdução Co-habitamos uma sociedade de informação universal, aliados ao paradigma da evolução tecnológica que se verifica e se revela como um meio

Leia mais

SISTEMA DE AGENDAMENTO E GERENCIAMENTO DE CONSULTAS CLÍNICAS

SISTEMA DE AGENDAMENTO E GERENCIAMENTO DE CONSULTAS CLÍNICAS SISTEMA DE AGENDAMENTO E GERENCIAMENTO DE CONSULTAS CLÍNICAS Pablo dos Santos Alves Alexander Roberto Valdameri - Orientador Roteiro da apresentação Introdução Objetivos Motivação Revisão bibliográfica

Leia mais

1. DOTPROJECT. 1.2. Tela Inicial

1. DOTPROJECT. 1.2. Tela Inicial 1 1. DOTPROJECT O dotproject é um software livre de gerenciamento de projetos, que com um conjunto simples de funcionalidades e características, o tornam um software indicado para implementação da Gestão

Leia mais

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE Um estudo sobre os aspectos de desenvolvimento e distribuição do SIE Fernando Pires Barbosa¹, Equipe Técnica do SIE¹ ¹Centro de Processamento de Dados, Universidade Federal de Santa Maria fernando.barbosa@cpd.ufsm.br

Leia mais

Manual SAGe Versão 1.2 (a partir da versão 12.08.01)

Manual SAGe Versão 1.2 (a partir da versão 12.08.01) Manual SAGe Versão 1.2 (a partir da versão 12.08.01) Submissão de Relatórios Científicos Sumário Introdução... 2 Elaboração do Relatório Científico... 3 Submissão do Relatório Científico... 14 Operação

Leia mais

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider Ferramenta: Spider-CL Manual do Usuário Versão da Ferramenta: 1.1 www.ufpa.br/spider Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 14/07/2009 1.0 15/07/2009 1.1 16/07/2009 1.2 20/05/2010 1.3 Preenchimento

Leia mais

CENTRAL DE SERVIÇOS APOIADA EM SOFTWARE LIVRE

CENTRAL DE SERVIÇOS APOIADA EM SOFTWARE LIVRE CENTRAL DE SERVIÇOS APOIADA EM SOFTWARE LIVRE Juliano Flores Prof. Wagner Walter Lehmann Centro Universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVI Gestão de Tecnologia da Informação (GTI0034) Prática do Módulo

Leia mais

BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 08 RIBOSSOMOS E SÍNTESE PROTEICA

BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 08 RIBOSSOMOS E SÍNTESE PROTEICA BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 08 RIBOSSOMOS E SÍNTESE PROTEICA Fixação 1) (UNICAMP) Considere um fragmento de DNA com a seguinte sequência de bases: GTA GCC TAG E responda: a) Qual será a sequência

Leia mais

SUMÁRIO CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO 19 CAPÍTULO 2 - CONCEITOS 25

SUMÁRIO CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO 19 CAPÍTULO 2 - CONCEITOS 25 SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS LISTA DE TABELAS LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS Pág. CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO 19 CAPÍTULO 2 - CONCEITOS 25 2.1 A tecnologia de orientação a objetos 25 2.1.1 Projeto de software

Leia mais

4 Desenvolvimento da ferramenta

4 Desenvolvimento da ferramenta direcionados por comportamento 38 4 Desenvolvimento da ferramenta Visando facilitar a tarefa de documentar requisitos funcionais e de gerar testes automáticos em uma única ferramenta para proporcionar

Leia mais

Orientações para o Planejamento e Realização do Projeto Final

Orientações para o Planejamento e Realização do Projeto Final Orientações para o Planejamento e Realização do Projeto Final Simone Diniz Junqueira Barbosa Versão: 1.0.4 Orientações para o Planejamento e Realização do Projeto Final Sumário 1 Introdução... 3 2 Projeto

Leia mais

VISUAL STUDIO TEAM SYSTEM IMPLANTAÇÃO DA SUITE DE FERRAMENTAS

VISUAL STUDIO TEAM SYSTEM IMPLANTAÇÃO DA SUITE DE FERRAMENTAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CENTRO DE INFORMÁTICA VISUAL STUDIO TEAM SYSTEM IMPLANTAÇÃO DA SUITE DE FERRAMENTAS PARA APOIO AO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE

Leia mais

Um processo para construção de software mais transparente

Um processo para construção de software mais transparente Um processo para construção de software mais transparente Eduardo Almentero 1, and Julio Cesar Sampaio do Prado Leite 1 1 Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC - Rio, Brasil {ealmentero,

Leia mais

Uma arquitetura baseada em agentes de software para a automação de processos de gerênciadefalhasemredesde telecomunicações

Uma arquitetura baseada em agentes de software para a automação de processos de gerênciadefalhasemredesde telecomunicações Adolfo Guilherme Silva Correia Uma arquitetura baseada em agentes de software para a automação de processos de gerênciadefalhasemredesde telecomunicações Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada

Leia mais

Núcleo Celular. Biomedicina primeiro semestre de 2012 Profa. Luciana Fontanari Krause

Núcleo Celular. Biomedicina primeiro semestre de 2012 Profa. Luciana Fontanari Krause Núcleo Celular Biomedicina primeiro semestre de 2012 Profa. Luciana Fontanari Krause Núcleo Celular Eucarioto: núcleo delimitado por membrana nuclear (carioteca) Portador dos fatores hereditários e controlador

Leia mais

Projeto SIAC 2.0: Uma aplicação do framework Demoiselle para o desenvolvimento de Sistema de Informações Acadêmicas da UFBA (SIAC)

Projeto SIAC 2.0: Uma aplicação do framework Demoiselle para o desenvolvimento de Sistema de Informações Acadêmicas da UFBA (SIAC) Projeto SIAC 2.0: Uma aplicação do framework Demoiselle para o desenvolvimento de Sistema de Informações Acadêmicas da UFBA (SIAC) André Luís Monteiro P. dos Santos 1, Fernando Cezar Borges 1, Leandro

Leia mais

Gestão da Tecnologia da Informação

Gestão da Tecnologia da Informação TLCne-051027-P0 Gestão da Tecnologia da Informação Disciplina: Governança de TI São Paulo, Outubro de 2012 0 Sumário TLCne-051027-P1 Conteúdo desta Aula Abordar o domínio Adquirir e Implementar e todos

Leia mais

Fase 1: Engenharia de Produto

Fase 1: Engenharia de Produto Fase 1: Engenharia de Produto Disciplina: Análise de Requisitos DURAÇÃO: 44 h O objetivo principal da disciplina é realizar uma análise das necessidades e produzir um escopo do produto. Representará os

Leia mais

Tutorial Introdução a anotação e comparação de genomas Tiago Mendes Doutorando em Bionformática

Tutorial Introdução a anotação e comparação de genomas Tiago Mendes Doutorando em Bionformática Tutorial Introdução a anotação e comparação de genomas Tiago Mendes Doutorando em Bionformática Hoje iremos trabalhar com dois programas free desenvolvidos pelo Sanger institute: Artemis e ACT. Artemis

Leia mais

APLICATIVO WEB PARA O SETOR DE EXTENSÃO IFC VIDEIRA

APLICATIVO WEB PARA O SETOR DE EXTENSÃO IFC VIDEIRA APLICATIVO WEB PARA O SETOR DE EXTENSÃO IFC VIDEIRA Autores: Claudiléia Gaio BANDT; Tiago HEINECK; Patrick KOCHAN; Leila Lisiane ROSSI; Angela Maria Crotti da ROSA Identificação autores: Aluna do Curso

Leia mais

Ambiente de workflow para controle de métricas no processo de desenvolvimento de software

Ambiente de workflow para controle de métricas no processo de desenvolvimento de software Ambiente de workflow para controle de métricas no processo de desenvolvimento de software Gustavo Zanini Kantorski, Marcelo Lopes Kroth Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) 97100-000 Santa Maria

Leia mais

Capítulo 1 - Introdução 14

Capítulo 1 - Introdução 14 1 Introdução Em seu livro Pressman [22] define processo de software como um arcabouço para as tarefas que são necessárias para construir software de alta qualidade. Assim, é-se levado a inferir que o sucesso

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 3 Virtualização de Sistemas 1. Conceito Virtualização pode ser definida

Leia mais

Sistema de Informação Integrado

Sistema de Informação Integrado Sistema de Informação Integrado Relatório de Atividades Centro de Referência em Informação Ambiental, CRIA Novembro, 2005 Trabalho Realizado As atividades básicas previstas para o primeiro trimestre do

Leia mais

Desenvolvimento de uma Ferramenta. Cromatogramas

Desenvolvimento de uma Ferramenta. Cromatogramas Desenvolvimento de uma Ferramenta Web para análise automática tica de Cromatogramas Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ribeirão Preto - USP Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto USP Lariza Laura

Leia mais

SIMULADO: Simulado 3 - ITIL Foundation v3-40 Perguntas em Português

SIMULADO: Simulado 3 - ITIL Foundation v3-40 Perguntas em Português 1 de 7 28/10/2012 16:47 SIMULADO: Simulado 3 - ITIL Foundation v3-40 Perguntas em Português RESULTADO DO SIMULADO Total de questões: 40 Pontos: 0 Score: 0 % Tempo restante: 55:07 min Resultado: Você precisa

Leia mais

Metodologias de Desenvolvimento de Sistemas. Analise de Sistemas I UNIPAC Rodrigo Videschi

Metodologias de Desenvolvimento de Sistemas. Analise de Sistemas I UNIPAC Rodrigo Videschi Metodologias de Desenvolvimento de Sistemas Analise de Sistemas I UNIPAC Rodrigo Videschi Histórico Uso de Metodologias Histórico Uso de Metodologias Era da Pré-Metodologia 1960-1970 Era da Metodologia

Leia mais

Micro Mídia Informática Fevereiro/2009

Micro Mídia Informática Fevereiro/2009 Micro Mídia Informática Fevereiro/2009 1 UML Introdução Fases de Desenvolvimento Notação Visões Análise de Requisitos Casos de Uso StarUML Criando Casos de Uso Orientação a Objetos Diagrama de Classes

Leia mais

Na medida em que se cria um produto, o sistema de software, que será usado e mantido, nos aproximamos da engenharia.

Na medida em que se cria um produto, o sistema de software, que será usado e mantido, nos aproximamos da engenharia. 1 Introdução aos Sistemas de Informação 2002 Aula 4 - Desenvolvimento de software e seus paradigmas Paradigmas de Desenvolvimento de Software Pode-se considerar 3 tipos de paradigmas que norteiam a atividade

Leia mais

Curso de Verão 2012 - Bioinformática

Curso de Verão 2012 - Bioinformática Curso de Verão 2012 - Bioinformática Bancos de Dados Biológicos Márcio K. Oikawa - UFABC marcio.oikawa@ufabc.edu.br Agenda Introdução: O que são bancos de dados? Por que são importantes? Bancos de dados

Leia mais

Em 2012, a Prosoft planejou o lançamento da Versão 5 dos seus produtos.

Em 2012, a Prosoft planejou o lançamento da Versão 5 dos seus produtos. VERSÃO 5 Outubro/2012 Release Notes Não deixe de atualizar o seu sistema Planejamos a entrega ao longo do exercício de 2012 com mais de 140 melhorias. Mais segurança, agilidade e facilidade de uso, atendendo

Leia mais

AMBIENTE VIRTUAL DE APOIO AO ALUNO Pesquisa em andamento: resultados preliminares

AMBIENTE VIRTUAL DE APOIO AO ALUNO Pesquisa em andamento: resultados preliminares AMBIENTE VIRTUAL DE APOIO AO ALUNO Pesquisa em andamento: resultados preliminares Denis Lacerda Paes 1 ; Angelo Augusto Frozza 2 RESUMO O trabalho apresentado visa desenvolver uma aplicação baseada em

Leia mais

DSI é o processo cujo objetivo é introduzir mudanças num sistema de informação, com objetivo de melhorar o seu desempenho.

DSI é o processo cujo objetivo é introduzir mudanças num sistema de informação, com objetivo de melhorar o seu desempenho. - DSI DSI é o processo cujo objetivo é introduzir mudanças num sistema de informação, com objetivo de melhorar o seu desempenho. Preocupação: Problema técnicos Mudança na natureza e conteúdo do trabalho

Leia mais

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador Sistemas de Informação Prof. Anderson D. Moura Um programa de computador é composto por uma seqüência de instruções, que é interpretada e executada por um processador ou por uma máquina virtual. Em um

Leia mais

SISTEMA COMPUTACIONAL PARA ANÁLISES DE DADOS EM AGRICULTURA DE PRECISÃO

SISTEMA COMPUTACIONAL PARA ANÁLISES DE DADOS EM AGRICULTURA DE PRECISÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA PROJETO SISTEMA COMPUTACIONAL PARA ANÁLISES DE DADOS EM AGRICULTURA DE PRECISÃO ALUNO RICARDO CARDOSO TERZELLA

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. CURSO: Ciência da Computação DATA: / / 2013 PERÍODO: 4 o.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. CURSO: Ciência da Computação DATA: / / 2013 PERÍODO: 4 o. CURSO: Ciência da Computação DATA: / / 2013 PERÍODO: 4 o. PROFESSOR: Andrey DISCIPLINA: Técnicas Alternativas de Programação AULA: 08 APRESENTAÇÃO Na aula de hoje vamos apresentar e discutir como definir

Leia mais

Determinar o Tipo de Contagem. Identificar o Escopo de Contagem e Fronteira da Aplicação. Contagem das Funções de Dados. Calcular os PFs Ajustados

Determinar o Tipo de Contagem. Identificar o Escopo de Contagem e Fronteira da Aplicação. Contagem das Funções de Dados. Calcular os PFs Ajustados Análise de Pontos de Função (Hazan, 2001) A Análise de Pontos de Função (APF) é um método-padrão para a medição do desenvolvimento de software, visando estabelecer uma medida de tamanho do software em

Leia mais

Balanceamento de Carga

Balanceamento de Carga 40 4. Balanceamento de Carga Pode-se entender por balanceamento de carga uma política a ser adotada para minimizar tanto a ociosidade de utilização de alguns equipamentos quanto a super utilização de outros,

Leia mais

- Ácido ribonucléico (ARN ou RNA): participa do processo de síntese de proteínas.

- Ácido ribonucléico (ARN ou RNA): participa do processo de síntese de proteínas. 1- TIPOS DE ÁCIDO NUCLÉICO: DNA E RNA Existem dois tipos de ácidos nucléicos: - Ácido desoxirribonucléico (ADN ou DNA): é o principal constituinte dos cromossomos, estrutura na qual encontramos os genes,

Leia mais

Introdução à Programação de Computadores

Introdução à Programação de Computadores 1. Objetivos Introdução à Programação de Computadores Nesta seção, vamos discutir os componentes básicos de um computador, tanto em relação a hardware como a software. Também veremos uma pequena introdução

Leia mais

1 http://www.google.com

1 http://www.google.com 1 Introdução A computação em grade se caracteriza pelo uso de recursos computacionais distribuídos em várias redes. Os diversos nós contribuem com capacidade de processamento, armazenamento de dados ou

Leia mais

TECNOLOGIAS E FRAMEWORKS PARA O DESENVOLMENTO DE INTERFACES WEB

TECNOLOGIAS E FRAMEWORKS PARA O DESENVOLMENTO DE INTERFACES WEB TECNOLOGIAS E FRAMEWORKS PARA O DESENVOLMENTO DE INTERFACES WEB Marcelo Rodrigo da Silva Ribeiro 1, Ricardo Ribeiro Rufino 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil marcelo.rodrigo@live.com,

Leia mais

ACESSO VESTIBULAR QUESTÕES DE PROCESSAMENTO DE RNA OU SPLICING 01. (MAMA 2007.1) PÁGINAS OCULTAS NO LIVRO DA VIDA

ACESSO VESTIBULAR QUESTÕES DE PROCESSAMENTO DE RNA OU SPLICING 01. (MAMA 2007.1) PÁGINAS OCULTAS NO LIVRO DA VIDA ACESSO VESTIBULAR QUESTÕES DE PROCESSAMENTO DE RNA OU SPLICING 01. (MAMA 2007.1) PÁGINAS OCULTAS NO LIVRO DA VIDA Os biólogos supunham que apenas as proteínas regulassem os genes dos seres humanos e dos

Leia mais