ESTILOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM MOTORA: IMPLICAÇÕES PARA A PRÁTICA

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1 ESTILOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM MOTORA: IMPLICAÇÕES PARA A PRÁTICA Míriam Stock Palma Nádia Valentini Ricardo Petersen Herbert Ugrinowitsch

2 PST e aquisição de habilidades motoras; Aprendizagem significativa; Estilos de ensino Memória; Instrução verbal; Instrução - demonstração; Feedback

3 Habilidades motoras: PARA QUE?????

4 Objetivo: Destacar aspectos importantes que o profissional de E. F. deve observar durante os processos de desenvolvimento e aprendizagem motora relacionadas ao esporte em crianças e jovens. PST Esporte na perspectiva educacional Oportunizar vivências; Estimular aprendizagens de habilidades motoras; Desenvolvimento global. Contudo...se quiser e possuir potencial Encaminhar para performance

5 1 º princípio: a aprendizagem deve ser significativa para as crianças e os jovens envolvidos no esporte. Ocorre quando: há disposição do aluno para aprender; os recursos de aprendizagem utilizados pelo professor são potencialmente significativos; são utilizados conhecimentos prévios do aluno e; o conhecimento é relevante para o aluno, pois integram-se a conhecimentos prévios.

6 2 º Princípio: organização de um ambiente apropriado de ensino: as trocas e as interações sociais com o conhecimento são construídas em cooperação com os pares que, com autonomia, solucionam problemas mediados pela ação efetiva do professor (VIGOTSKY, 1978). capacidade do indivíduo em aprender e modificar o meio em que vive. essa participação tem de ser ativa (aprendiz precisa praticar ) Participação ativa ocorre somente com a valorização da tarefa a ser realizada e confiança na realização da tarefa.

7 Qual o tempo efetivo de prática?

8 Contextos que contemplem as diferenças porque: contextos sociais diferentes formam conhecimentos distintos; capacidades distintas são base para adquirir novas habilidades; portanto, crianças de uma mesma idade na mesma turma têm distintos níveis de habilidade. Desafios e atividades diversificadas para respeitar as diferenças e facilitar a inclusão (VALENTINI; TOIGO, 2004).

9 Portanto, é preciso: Identificar as barreiras que dificultam a participação dos alunos nas atividades esportivas; Implementar estratégias, para que as experiências prazerosas sejam incorporadas no dia-a-dia; Decidir pelo estilo de ensino em função do nível de desenvolvimento.

10 Estilo centrado na figura do professor ou diretivo Existe um modelo a ser seguido O desvio do padrão estabelecido é considerado um erro; há pouco espaço para a expressão das diferenças, Pode levar as crianças a diminuírem o grau de participação ou, Até mesmo, a abandonarem a atividade

11 Estilo centrado na figura do professor ou diretivo Deve ser mais utilizado quando: O objetivo é a especialização esportiva; O jovem já possui um alto nível de desenvolvimento das habilidades fundamentais.

12 Estilo centrado na figura do professor ou diretivo Exemplo: Para passar bola sobre a rede com a cabeça eu faço dessa forma e o professor demonstra. Quando a execução não é da maneira desejada, o professor intervém.

13 Intervenção do Professor

14 Estilo solução criativa de problemas Questões para instigar a busca de outras possibilidades de alcance da meta. Maior número possível de soluções, (GRAHAM, HOLT-HALE & PARKER, 2007). É valorizada a capacidade de adaptação que os aprendizes adquirem por meio das escolhas que fazem. Os desafios estimulam as capacidades cognitivas (GRAHAM, 2001), e envolvem nas atividades.

15 Estilo solução criativa de problemas Exemplo: Como podemos enviar essa bola por sobre a rede de voleibol utilizando a cabeça? A resposta poderá ser: tocando na bola com a lateral da cabeça. Então o professor poderá desafiar as crianças perguntando quem é capaz de enviar a bola para o outro lado daquela forma. Posteriormente, o professor poderá ver se alguém tem outra forma de enviar a bola para o gol com a cabeça (com a testa, por exemplo) e, então, incentivar a todos os alunos que tentem executar dessa nova maneira.

16 Como resolver o problema?

17 Estilo de descoberta orientada O professor amplia as questões estimular a descoberta de como desempenhar um movimento particular. Diferenciam o importante do não-importante para coordenar e controlar como o corpo pode ou deve movimentar-se nas diferentes habilidades (GALLAHUE & DONNELLY, 2003).

18 Estilo de descoberta orientada Exemplo: O professor formula uma pergunta aberta: De que maneiras podemos lançar esta bola por sobre a rede de voleibol? A resposta poderá ser: com a coxa. Então o professor pergunta quem é capaz de realizar desta e de outras formas sugeridas (com a cabeça, com o pé, etc.). existe um desafio motor, mas diversas respostas corretas.

19 Estilo de descoberta orientada Dificuldade: selecionar desafios que permitam uma variedade de interpretações dentro dos objetivos estabelecidos (FERRAZ; FLORES, 2004). Esse estilo de ensino : favorece a avaliação de vários aspectos do comportamento; possibilita monitorar alterações de aprendizagem e desenvolvimento motor, cognitivo e social; identifica atrasos no desenvolvimento e implementa estratégias instrucionais adequadas (GALLAHUE & OZMUN, 2005). Mais utilizado quando já dominam as habilidades fundamentais, mas não conseguem utilizá-las em diferentes situações.

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21 Estilo de exploração Primeiro nível na hierarquia do ensino de habilidades motoras; Encoraja as experiências em movimentos de locomoção, estabilização e manipulação. Envolvimento criativo e ambiente que estimula a experimentação leva à ampliação da percepção das características gerais das habilidades (GALLAHUE & OZMUN, 2005).

22 Estilo de exploração O professor: a) prepara um ambiente estimulante e desafiador; b) facilita a aprendizagem; c) oportuniza atingir certo grau de sucesso nos níveis de suas próprias habilidades. A exploração - as habilidades fundamentais que devem ser o objetivo motor a ser trabalhado com as crianças que estão por volta dos sete anos de idade (GALLAHUE & OZMUN, 2005), período em que iniciam no Programa Segundo Tempo.

23 Estilo de exploração As crianças vivenciam experiências na interação com diferentes ambientes e objetos, o que lhes permitirá: combinar as habilidades motoras fundamentais para formar as habilidades esportivas; criar e recriar movimentos que podem ter um caráter lúdico nessa faixa etária (MOYLES, 2002). Tais experiências possibilitarão utilizar essas habilidades nos contextos que elas escolherem.

24 Estilo de exploração Os professores não são passivos nesse processo Mediações de natureza afetiva - apoiar, desafiar, auxiliar os aprendizes em suas investidas. Influenciam o nível de motivação e evolução dos alunos. O professor lança uma pergunta aberta para as crianças. Por exemplo: o que é possível fazer com esta bola? E aceita todas as respostas apresentadas, que podem ser desde enviar a bola com a cabeça ou com o pé até o enviar a bola com a barriga. Ou seja, as respostas também são abertas.

25 Um contexto que encoraja a exploração, a descoberta e a criatividade estimula a participação e a aprendizagem ativa, o que nem sempre acontece em estilos centrados em modelos ou padrões préestabelecidos. Ainda que os estilos de ensino indiretos sejam os mais recomendados para os níveis iniciais de aprendizagem, estilos diretos também podem ser utilizados (SANDERS, 2005; BULGER, TOWNSEND; CARSON, 2001; GALLAHUE; DONNELLY, 2003).

26 Dependendo: das necessidades dos alunos; dos interesses dos alunos; do nível de desenvolvimento dos alunos; das condições do ambiente e; da complexidade das tarefas... O professor seleciona o estilo de ensino, mantendo o equilíbrio entre as escolhas de seus aprendizes e a necessidade de orientação direta.

27 Contudo, dependendo: do nível de desenvolvimento das habilidades motoras e cognitivas, dos objetivos da aula, do grau de risco da tarefa (ex. um giro em uma barra) Estilos diretos de ensino são, às vezes, mais adequados.

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29 PERGUNTAS E RESPOSTAS ABERTAS FECHADAS Diretivo Solução Criativa de Problemas-Descoberta Orientada-Exploração

30 Instrução Verbal

31 Instrução Verbal Fundamental na fase inicial de aprendizagem. Inclui descrições das característica básicas do movimento, explicações de conceitos, regras, inferências, definições de modelos, etc. O professor deve: a) apresentar fatos objetivos; b) progressão gradual do fácil para o difícil; c) do conhecido para o novo (relacionar o que o aprendiz já possui em seu repertório motor) e; d) do mais relevante para o menos relevante.

32 Instrução Verbal No início de cada aula falar o que será desenvolvido: a) num curto período de tempo e; b) sem grandes detalhes. (Sanders, 2005) Estilos diretivos indicam o que e como será feito. Estilos indiretos não apresentam o modelo inicialmente; entretanto, as demais intervenções possuem caráter semelhante de mediação. Informações curtas que privilegiem o praticar!

33 Instrução Verbal (Dicas verbais) Descrições curtas e gerais dos principais aspectos da(s) atividade(s), adaptadas ao nível de entendimento dos participantes, (NETO, 2001). Eficiência na instrução - dicas verbais, as quais: a) devem ser o mais curtas possível; b) devem ser utilizadas de forma clara e significativa ; c) servem para instrumentalizar os alunos para corrigir erros e melhorar seu desempenho com autonomia e; d) servem para guiar e motivar a ação motora (Valentini & Toigo, 2004)

34 Instrução Verbal (Dicas verbais) Exemplos: associar a ação do braço no arremesso por baixo ao balanço da tromba do elefante (Anderson, 2002); passo a frente para fazer a finalização do movimento no arremessar; imite uma galinha ao invés de flexione os cotovelos. Crianças criam e compartilham as palavras-chave, dirigindo a atenção para o(s) elemento(s) principal(is) da habilidade (ANDERSON, 2002).

35 Instrução Verbal (Dicas verbais) Quando dominam a tarefa (GREEN &FLOWERS, 1991): Pistas do ambiente; Linguagem cinesiológica ou biomecânica. Utilizar palavras ou frases de acordo com o grupo e habilidade ensinada. Com a dica, o aluno direciona a atenção para a parte específica do movimento executado e pode corrigi-lo de forma autônoma.

36 Instrução Verbal (Dicas verbais) Excesso de informação e demora para iniciar a atividade dificuldade de lembrança. Memória de curto prazo: a) Pouca capacidade (3 a 9 itens), variando de acordo com o nível de desenvolvimento do aprendiz; b) O esquecimento é rápido (20 a 30 segundos) e; c) Interferência de outros estímulos (ex. fala outros aprendizes).

37 Instrução Verbal (Dicas verbais) Efeito primazia e recenticidade : Guardamos os primeiros e, principalmente, os últimos itens; Esquecemos os itens intermediários (MAGILL, 2000); Devemos falar o que é mais importante no final. O objetivo da aula = ensinar um padrão de movimento. Dar ênfase à atividade: Primeiro: organizar os alunos (individualmente ou divididos em grupos); Segundo: explicar a forma de execução (habilidades específica ou perguntas desafiadoras); e Por último: explicar a atividade.

38 Instrução - Demonstração Além da verbal, podemos utilizar a... Demonstração - representação visual de um desempenho correto. Alguns autores denominam aprendizagem por observação. A imagem observada - modelo interno de ação (programação) usado para a produção e avaliação; favorece a autonomia do aluno. Aluno aprende padrão de resposta e não os detalhes da ação.

39 Instrução - Demonstração Demonstração = modelo diretivo. Utilizá-la após outros estilos de ensino, sempre que possível. Início da aprendizagem: Demonstração - refletem as regras gerais do movimento; Dicas auxiliam as limitações e particularidades individuais. Com o domínio das habilidades e dos objetos, o professor pode começar a enfatizar a demonstração da habilidade que deseja ensinar.

40 Instrução - Demonstração Para a demonstração ser mais eficiente: Utilizar separadamente a demonstração e a instrução verbal para iniciantes (muita informação); Demonstrar um número de vezes para que o aluno entenda e forme a imagem mental do que deverá executar; Utilizar alguém respeitado pelos alunos (que pode até mesmo ser um outro aluno).

41 Instrução - Demonstração Em resumo: A demonstração facilita a representação simbólica e reprodução do movimento, mas dependem da atenção, retenção, reprodução e motivação do aprendiz durante o processo de demonstração (BANDURA, 1971; MAGILL, 1998). Isso mostra o papel da cognição na ação motora e, novamente, o papel do professor como mediador de novas conquistas motoras.

42 O aprendizado pela imitação do modelo

43 Feedback Informação sobre a diferença entre o desejado e o executado (Schmidt & Wrisberg, 2001) - importante na aprendizagem e no refinamento de habilidades motoras. Feedback intrínseco - a informação obtida pelos próprios sentidos, como a visão, a propriocepção, a audição e o tato. Feedback extrínseco - a informação é obtida por fontes externas, (professor).

44 Feedback Funções: a) motivar as crianças a permanecerem na atividade; b) reforçar um desempenho; c) guiar o aprendiz na execução da tarefa (informar) (SCHMIDT & LEE 1998). A proximidade professor-aluno: Indica que o professor se preocupa com o aluno e o progresso que faz; Importância da aprovação e da atenção dos adultos.

45 Feedback Motivar Fornece uma meta a ser atingida; Auxilia a manter a motivação em atividades prolongadas e monótonas (MAGGIL, 2000);

46 Feedback Reforçar Busca a repetição ou eliminação de um comportamento. Reforço positivo professor acredita na capacidade do aluno de aprender, levando-o a acreditar que é capaz de realizar a tarefa (KNUDSON & MORRISON, 2001). O elogio e o encorajamento positivos, em excesso e descontextualizados, não tem significado (GALLAHUE & OZMUN, 2005).

47 Feedback Informar Professor não é somente motivador de alunos. O erro é informação utilizada em tentativa futura (SCHMIDT, 1975); Informar um erro cada vez; Combinar informação e reforço; Não pode ser muito frequente para que o aprendiz desenvolva autonomia na correção (SCHMIDT, 1975);

48 Feedback Informar Maior habilidade menor quantidade de feedback ; Frequência; A faixa de amplitude; Médio Resumido

49 Feedback Informar Verificar se as informações foram entendidas e as alterações realizadas; Fase inicial: resumo dos principais erros da turma e informar a todos simultaneamente (MAGILL, 2000); Capacitar os alunos para que entendam o movimento e se auxiliem mutuamente durante a aula; Fornecer feedback primeiro sobre os pontos fundamentais para atingir a meta.

50 Feedback Resumo O professor deve: movimentar-se frequentemente pelo espaço; colocar-se em locais em que possa ver todos os alunos; ajudar quem necessita de auxílio; incentivar o progresso no que realizam: utilizar o feedback como informação e reforço.

51 Feedback

52 Obrigado!!!

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