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3 ÍNDICE Instrumentos de Gestão Previsional Apresentação Organigrama Objetivos estratégicos Objetivos departamentais 17 Departamento de Assuntos Jurídicos 19 Departamento de Tecnologias de Informação 23 Departamento de Informação Geográfica 31 Departamento de Planeamento Urbanístico 37 Departamento de Gestão Urbanística 45 Departamento de Fiscalização Urbanística 49 Divisão de Paisagem Urbana 51 Departamento de Reabilitação Urbana 57 Departamento de Administração e Finanças 67 Unidade Financeira e Contabilidade 67 Unidade de Gestão Auditoria e Qualidade 69 Departamento de Habitação e Obras 75 Unidade de Ação Social 75 Unidade de Obras e Manutenção Recursos Humanos Instrumentos Previsionais Mapas Contabilísticos Contrato Programa Parecer do Fiscal Único 119 3

4 4 IGP 2012

5 APRESENTAÇÃO 5

6 6 IGP 2012

7 1. APRESENTAÇÃO O Conselho de Administração, nos termos dos artigos 27.º, 28.º e 29º da Lei 53-F/2006 de 29 de Dezembro e de acordo com o previsto no artigo 8.º dos Estatutos da Empresa Gaiurb Urbanismo e Habitação, EEM, apresenta à Câmara Municipal para aprovação no âmbito dos seus poderes de superintendência, os Instrumentos de Gestão Previsional económica e financeira para o próximo exercício, definidos no artigo 21.º dos mesmos Estatutos, a saber: a. Plano plurianual e anual de actividades, de investimentos e financeiros; b. Orçamento anual de investimento; c. Orçamento anual de exploração, desdobrado em orçamento de rendimentos e orçamento de gastos; d. Orçamento anual de tesouraria; e. Balanço previsional. A fusão antecipou a estratégia de reorganização do sector empresarial local, agora adoptada ao nível governamental, no Município de Vila Nova de Gaia, tendo em vista a optimização de recursos, uma gestão mais integrada e sinérgica dos objectivos de desenvolvimento local atribuídos à empresa e, por consequência, uma maior eficácia e eficiência de administração dos fundos públicos. O balanço previsional para 2012 demonstra que a estratégia da fusão foi largamente compensadora e que os principais desígnios de optimização de recursos e de uma gestão mais integrada e sinérgica foram alcançados e em alguns setores excederam as expetativas, fortalecendo o equilíbrio financeiro da Empresa e transformando-a numa empresa viável a médio prazo, como aparece claro no balanço previsional. É uma realidade incontornável que desde 2007/2008 o ambiente socioeconómico tem vindo a apresentar repercussões negativas no mercado imobiliário e, por consequência, em todas as áreas de atividade que incumbem à Gaiurb, EEM. Neste contexto, a previsão de investimento para os próximos anos continuará fortemente cerceada pelo enquadramento financeiro esperado (nomeadamente quanto à conjuntura económica que se manifesta numa drástica diminuição de recursos monetários ao dispor das autarquias) e será naturalmente enquadrado por uma forte disciplina de contenção e por uma procura de fontes excepcionais de financiamento (QREN, etc.)para todo o investimento. Quanto à gestão orçamental ela deverá apoiar-se no conceito de poupança permanente e no uso de instrumentos como orçamentação de rubricas devidamente justificadas. A monitorização e promoção de medidas com vista a reduzir o prazo médio de pagamento a fornecedores, será outra componente estruturante da gestão orçamental. 7

8 IGP 2012 Estes desafios, quer o êxito da concretização da fusão com outras empresas municipais, quer as tendências de retração do mercado, deverão colocar-se sobretudo como oportunidade para a Gaiurb, EEM desenvolver áreas de negócio que lhe permitam gerar receitas adicionais, potenciando as reconhecidas competências e capacidades técnicas dos seus colaboradores. No âmbito das suas competências e de acordo com os seus estatutos de Entidade Empresarial Municipal, o futuro da Gaiurb, EEM passará obrigatoriamente por dotar os seus serviços de novas ferramentas de gestão empresarial com dois objectivos estratégicos em mente: prestar um serviço público de excelência cia e garantir a sua autonomia financeira. Para tal, serão implementados mecanismos de gestão da inovação, potenciando as valências existentes para a prestação de serviços de valor acrescentado para o exterior. Faz parte integrante deste documento, ao qual se encontra anexo: O Contrato-Programa que será celebrado entre a Gaiurb, EEM e a Câmara Municipal, tendo por objeto o apoio financeiro que o Município se obriga a conceder à Gaiurb, EEM, com vista à cabal prossecução por parte da Empresa, dos objetivos e atividades decorrentes da delegação de serviço público concretizada no seu objeto estatutário; Vila Nova de Gaia, 08 de Novembro de 2011 O Conselho de Administração 8

9 ORGANIGRAMA 9

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11 2. ORGANIGRAMA O processo de fusão das três empresas: Gaia Social, EEM, CidadeGaia - SRU e Gaiurb, EEM, resultou também numa fusão organizacional, com racionalização dos recursos e readaptação do sistema organizativo à incorporação dos diversos negócios numa mesma empresa. Por deliberação do CA de 13 de Janeiro de 2011 o organigrama da GAIURB - Urbanismo e Habitação, EEM é o seguinte: 11

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13 OBJETIVOS ESTRATÉGICOS 13

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15 3. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS Os processos de desenvolvimento não são lineares e a formatação da estratégia e missão de uma empresa recém constituída teve e terá de sofrer adaptações, à medida que a monitorização da sua atividade apontar caminhos de comprometimento com novos objetivos. É no entanto já possível trabalhar sobre a conetividade estabelecida entre os três pólos da empresa e desenvolver uma crescente interoperabilidade entre os sistemas, já lançada durante o ano transato. A avaliação por objetivos de todos os trabalhadores da empresa durante o ano de 2011, irá permitir lançar o processo de construção do histórico de dados que possibilitarão a auto-avaliação e monitorização do processo produtivo, tendo como fim último a credenciação da empresa pelas Normas ISO. Durante o ano de 2012 serão aperfeiçoadas rotinas de monitorização do processo produtivo com o objetivo de atingir o cumprimento estrito dos prazos de lei e em alguns casos baixar esses prazos. A um nível mais setorial, são objetivos estratégicos da empresa: a monitorização do PDM e a instalação do sistema epaper para a gestão dos processos de obras. No ano de 2012, após aprovação do Relatório do Estado do Ordenamento do Território em Assembleia Municipal, serão desenvolvidos diversos sub sistemas organizacionais quer na recolha de informação quer no tratamento dessa mesma informação, orientada para o traçado de sínteses conclusivas que possam orientar a tomada de decisão, corrigir eventuais desvios de percurso e trocar informação para efeito de rankings nacionais e internacionais, nomeadamente a participação nas reuniões de Ordenamento do Território do Eixo Atlântico. Este processo não estará alheio à necessária reestruturação de procedimentos e de sistemas de recolha de informação que a instalação do epaper irá gerar. A Gaiurb, EEM pretende dar continuidade a uma política de resposta humanizada aos problemas da habitação social, com edificação de fogos em todas as freguesias do Concelho, evitando assim o dramático desenraizamento das populações relativamente às suas comunidades de origem. Consideramos que, à melhoria das condições de alojamento corresponde uma política social de acompanhamento das famílias, bem como a criação de infra-estruturas na área envolvente aos conjuntos habitacionais, cuja finalidade assenta na integração plena das famílias e sua adaptação à nova realidade. Consideramos que, à melhoria das condições de alojamento corresponde uma política social de acompanhamento das famílias, bem como a criação de infra-estruturas na área envolvente aos conjuntos habitacionais, cuja finalidade assenta na integração plena das famílias e sua adaptação à nova realidade. Durante o ano de 2012, dar-se-á igualmente continuidade à execução da obra de Requalificação da Urbanização de Vila d Este. A empreitada de Requalificação dos Edifícios da Urbanização de Vila d Este Vilar de Andorinho Fase I - Vila Nova de Gaia foi lançada em 29 de Julho de 2008, tendo sido adjudicada no primeiro semestre de

16 IGP 2012 A empreitada teve início nos Blocos 16 e 17, com a aplicação de ETICS (colagem e fixação mecânica de placas de poliestireno), corte e regularização de peitoris, impermeabilização de alguns terraços do bloco 17 e tratamento de padieiras. Dando continuidade ao Projeto de Requalificação de Vila D Este, em 20 de Outubro de 2008 foi apresentada candidatura à Fase II Requalificação Urbana e Inclusão Social e Valorização Socioeconómica e Profissional, estimando-se um investimento elegível de ,00, sendo ,00 comparticipados pelo FEDER (80%). Tendo como meta principal acolher o desafio lançado pelo Sr. Presidente da Câmara Municipal, o Conselho de Administração da Gaiurb, EEM, propõe-se a definição de uma estratégia de prestação de serviços que irão estruturar a nova abordagem da empresa em relação aos mercados do ordenamento e gestão urbanística do território. Esta estratégia firma-se em dois objetivos operacionais: a) o objetivo Prestar um serviço público de excelência representa de forma direta a génese das diversas empresas que constituíram a Gaiurb, Urbanismo e Habitação e que devem caracterizar o setor empresarial local; b) o objetivo estratégico Assegurar a autonomia financeira da empresa e contribuir para o desenvolvimento local é considerada a linha de orientação que irá projetar a empresa para uma organização de referência na área do urbanismo e da habitação no século XXI. O desafio para os próximos anos será assegurar o cumprimento destes dois objectivos, que deverão apresentar um nível de articulação superior e estar presentes em todas as atividades a desenvolver pela empresa. A estratégia de crescimento da componente de serviços para o exterior da Gaiurb, EEM foi projetada em três fases: Lançamento: a fase de lançamento foi executada no ano de 2011 e traduziu-se no desenho e implementação do próprio negócio, estando já também implícita a entrada no mercado; Consolidação: a segunda fase será implementada nos anos de 2012 e 2013, e representa a consolidação da prestação de serviços em diversas áreas, pretendendo-se assegurar a solidificação da marca Gaiurb, EEM e o reconhecimento desta por parte dos mercados; Crescimento: a partir de 2013, será dado início à estratégia de crescimento, que passará, inevitavelmente, pela internacionalização dos serviços. Cumprida a fase de lançamento é objetivo estratégico para 2012: Continuar a concorrer sistematicamente aos concursos públicos em áreas de expertise da empresa; Oferecer serviços de consultoria, a câmaras municipais ou empresas públicas em Portugal ou no estrangeiro; Organizar cursos de formação e workshops com base na experiência da empresa. 16

17 OBJETIVOS DEPARTAMENTAIS 17

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19 DEPARTAMENTO DE ASSUNTOS JURÍDICOS Estratégia Missão e Visão Compete ao Departamento de Assuntos Jurídicos (DAJ), de forma integrada, tratar de todas as matérias de natureza jurídica da Gaiurb, quer promovidas pelos quadros especializados da Empresa, quer pelos consultores externos por ela contratados. Genericamente, o DAJ presta apoio e consultadoria a todos os departamentos da Gaiurb sendo portanto, um Departamento de incidência transversal a toda a Empresa. Objetivos estratégicos Ao nível estratégico e a médio prazo, o DAJ tem como objetivos que se pretendem atingir e que regem toda a atividade do departamento: a) Prestar assessoria jurídica à Administração; b) Dirigir e coordenar as ações do Departamento, na linha geral de orientação definida pelo Conselho de Administração; c) Assegurar a prestação de informação técnico-jurídica sobre quaisquer questões que lhe sejam submetidas pela Administração e pelos diversos departamentos da Empresa; d) Controlar os resultados obtidos pelos técnicos que o compõem, responsabilizando-se pela sua produção de forma adequada aos objetivos prosseguidos; e) Uniformizar, em matéria de interpretação, as posições jurídicas assumidas pela Empresa, sem prejuízo das orientações definidas pela Direção Municipal de Urbanismo, quanto a matérias da competência do Município. 19

20 IGP 2012 Compete também ao DAJ: a) Assegurar a prestação de informação técnico-jurídica sobre quaisquer questões ou processos administrativos que lhe sejam submetidos pela Administração bem como pelo Diretor Municipal de Urbanismo, no âmbito da Gestão Urbanística; b) Dar parecer nos processos administrativos de licenciamento de operações urbanísticas, de publicidade e de fiscalização urbanística, em colaboração com os respetivos departamentos, tendo em vista a fundamentação das decisões a proferir pela Câmara Municipal, pelo Presidente da Câmara e Vereador com poderes delegados, bem assim como pela Direção Municipal de Urbanismo, no âmbito das suas competências; c) Habilitar a Administração e a Direção Municipal de Urbanismo a preparar resposta aos Tribunais, Autoridades Judiciárias, outras entidades e Direção Municipal de Assuntos Jurídicos, controlando os prazos para essa resposta, solicitando aos diversos departamentos da Empresa os elementos conducentes àquela informação; d) Dar parecer e acompanhar em todos os seus trâmites as reclamações e recursos hierárquicos de atos administrativos, em estreita coordenação com a Direção Municipal de Assuntos Jurídicos, por intermédio da Direção Municipal de Urbanismo; e) Promover a atualização permanente dos regulamentos e legislação geral de forma a facilitar o seu conhecimento e acesso aos técnicos da Empresa; f) Informar todos os departamentos da Empresa de alterações legislativas que tenham impacto no desenvolvimento e gestão da sua atividade ou outras de interesse geral, com a colaboração do Departamento de Tecnologias da Informação; g) Apoiar todos os departamentos da Empresa no cumprimento da lei e dos regulamentos municipais, prestando a informação jurídica solicitada, em caso de dúvidas. 20

21 Atividades para 2012 Em 2012, iremos focalizar a ação: a i. No aperfeiçoamento da qualidade de resposta aos utentes da Empresa, permitindo contribuir para a preconizada transformação da relação entre o Serviço Público e os cidadãos e as empresas, estruturando a sua atuação em torno de um princípio da moderna Administração Pública que poderá ser resumido como: Disponibilizar a informação correta, no formato certo, à pessoa certa, no tempo exato. ii. Na assessoria jurídica aos departamentos da Empresa vocacionados para o desenvolvimento de projetos de prestação de serviços na área do município de Vila Nova de Gaia, expandindo-os para além do território municipal e nacional, em áreas como o planeamento urbanístico, a reabilitação urbana, de design e projeto, concretamente através da preparação de tabelas de preços, contratos, protocolos e parcerias com entidades terceiras. iii. No desenvolvimento e melhoria da informação legislativa e jurídica que vai sendo produzida, disponibilizando-a na página da Empresa na Internet, procurando otimizar a articulação com diferentes departamentos e entre estes e os utentes. 21

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23 DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO Estratégia Missão e Visão O DTI tem por missão garantir a confidencialidade, a integridade e a disponibilidade dos sistemas de informação da empresa, promovendo, em paralelo, serviços inovadores, na área das tecnologias de informação e comunicação, capazes de garantir valor acrescentado para a organização e para os cidadãos. Objetivos estratégicos Ao nível estratégico e a médio prazo, o DTI definiu quatro objetivos que se pretendem atingir e que regem toda a atividade do departamento: Eliminação do papel na empresa: permitindo criar métodos de trabalho mais eficientes, uma maior transparência e uma diminuição progressiva de custos; Simplificação dos processos de trabalho: fazendo dos sistemas de informação e comunicação ferramentas que respondem á definição dos fluxos de trabalho e que contribuem para a sua melhor execução. Eficiência dos sistemas de informação: garantindo mais e melhores equipamentos de suporte à realização das tarefas da empresa, capazes de garantir a disponibilidade necessária, o desempenho adequado e a confidencialidade exigível; Motivação, formação e satisfação dos trabalhadores: através do desenvolvimento de atividades formativas e da disponibilização de um sistema de informação e de serviços de suporte que vão ao encontro das expetativas e necessidades dos trabalhadores. 23

24 IGP 2012 Projeto de modernização Da análise dos objetivos propostos e da estratégia definida, o DTI concluiu que o sucesso só será possível se a abordagem a seguir incluir a figura de um projeto de modernização. De facto, a atividade de gestão de operações do DTI reveste-se de uma complexidade que não permite que atividades de transformação e reorganização de uma empresa sejam tratadas neste contexto, como apenas um acrescentar de tarefas. Nesse sentido, a estratégia do DTI aponta para uma separação progressiva das atividades de modernização da atividade corrente do departamento, criando-se a figura de projecto de modernização e concedendo-lhe um nível de esforço crescente nos próximos anos. 24

25 Organização do Departamento O departamento está organizado numa direção e um conjunto de três unidades técnicas, criadas com o objetivo de garantir independência entre funções que pelas melhores práticas deverão ser mantidas com um nível de independência superior. Uma das Unidades Técnicas (Disponibilidade) não tem colaboradores diretamente adstritos, sendo as funções executadas por colaboradores pertencentes a outras unidades. Em relação à Unidade Técnica de Desenvolvimento, com o número de técnicos reduzido a um único elemento durante o final do ano de 2010, existe um ajustamento progressivo dos objetivos iniciais, com uma natural redução da quantidade de projetos previstos. A unidade de Suporte viu o seu corpo técnico reforçado para três elementos, que presta apoio a um total de 300 utilizadores, rácio este que se mostra insuficiente face à descentralização dos utilizadores pelas várias instalações da empresa. O Departamento não tem apoio administrativo, sendo as tarefas desta área realizadas por todos os colaboradores. Tendo em consideração estes aspetos e a existência de várias instalações da empresa, prevê-se a incorporação de mais um técnico na Unidade de Suporte, através do recrutamento e um técnico, quadro da empresa, atualmente em funções noutro departamento. O projeto de modernização da empresa, deverá ocupar cerca de 40% dos recursos do DTI em O Departamento é também responsável pela gestão de: Gestão das instalações (sede, DRU, Habitação Social, Gabinetes de apoio social); Parque informático da empresa; Rede informática; Comunicações (dados e voz); Printing; Sistemas de energia; Centro de dados (15 máquinas servidoras); Manutenção e desenvolvimento de todas as aplicações internas (fiscalgest, gestwork, etc.); Sistemas de assiduidade e controlo de acessos; Página de internet e serviços on-line; Sistema de correio eletrónico; Aplicações centrais SIGMA, GISMAT e SIGA; Sistema de salvaguarda de dados. O DTI prossegue uma lógica de organização dos processos de trabalho segundo as melhores práticas na gestão dos sistemas de informação. Utiliza-se a implementação progressiva e uma aproximação livre aos fundamentos do ITIL (Information Technology Infrastructure Library), um dos modelos mais aceites internacionalmente para a gestão dos processos de tecnologias de informação. 25

26 IGP 2012 Contexto O DTI atua numa perspetiva transversal a toda a organização. Não apenas porque as tecnologias de informação e comunicação estão, hoje, presentes em todas as atividades mas porque o departamento influi diretamente na definição dos procedimentos e na criação de novos serviços para o interior e exterior da Gaiurb, EEM. Nesse sentido, a estratégia de atuação do DTI definiu a divisão do contexto de trabalho em cinco componentes: os requerentes, os canais de comunicação, o backoffice (o interior da empresa), o ambiente tecnológico (os serviços, os equipamentos, as aplicações) e as entidades externas que se relacionam com a empresa. Requerentes Canais de comunicação Backoffice Outputs Satisfeitos Rápidos, eficazes e facilitadores da relação Eficiente e rigoroso Correctos e no prazo Presencial Recepção e tratamento Requerentes Telefónico Apreciação Outputs Internet Decisão CANAIS DE COMUNICAÇÃO BACKOFFICE Seguro Rápido Inteligível Adaptável Escalável Ambiente tecnológico de suporte Pareceres ENTIDADES EXTERNAS Os princípios expostos neste esquema definem de forma simples as linhas orientadoras e os objetivos presentes no trabalho diário do Departamento que continua válido mesmo com a inclusão de novas áreas de atividade na empresa. 26

27 Atividade para 2012 Enquadramento As atividades para 2012 representam um esforço relevante em contribuir de forma ativa para o cumprimento da estratégia de médio prazo anteriormente exposta, que se concentra essencialmente no projeto de modernização. Dando continuidade ao trabalho de 2011, a empresa terá ainda que contribuir também para componentes adicionais não claramente explícitas na estratégia, que resultam da necessidade de incorporar de forma eficiente as novas atividades e recursos da empresa, criando-se economias de escala sem perda de qualidade de serviço. Contudo, o enquadramento económico e financeiro global e particular implicou, e irá implicar para 2012, a manutenção do investimento a níveis do estritamente necessário à manutenção do bom funcionamento dos sistemas de informação. Tal cenário, embora não restritivo em absoluto, apresenta implicações que não poderão ser ignoradas ao nível do sucesso, essencialmente temporal, de alguns objetivos a que a empresa e o departamento se tinham proposto. A prioridade das atividades será definida em documentos parcelares. As atividades propostas apresentam já um alinhamento completo com a estratégia, respeitando os seguintes objetivos: 27

28 IGP 2012 ÁREA 1 Clientes / Requerentes Sala de atendimento geral Dotar a sala de monitores de maior dimensão para visualização das filas de espera disponibilizando, em simultâneo, conteúdos informativos sobre a empresa e sobre o município Instalação de leitores de cartão de cidadão Dinamização da informação a disponibilizar em período de espera Sala multi-usos usos Dotar a sala multi-usos (polivalente) de dispositivos multimédia capazes de garantir condições adequadas à realização de eventos de formação e divulgação Atendimento telefónico Criação de sistema de chamadas em espera e sistema IVR Instalação de sistema VOIP (voz sobre IP) Atendimento on-line Sistema de SMS para notificação de requerentes Emissão on-line de pedidos de informação simples Emissão on-line de plantas de localização Serviços on-line para de consulta e submissão de processos Simulador de taxas on-line Submissão on-line de fichas estatísticas e integração com SIGMA Backoffice para Mapa SIG ÁREA 2 - Rede municipal Partilha de aplicações e dados Constituição de servidor de ficheiros para rede municipal Uniformização das ferramentas SIG ao dispor das organizações Partilha de aplicações SIGMA entre a Gaiurb e a Câmara Municipal Sistema de recuperação de desastre Instalação de armazenamento e mecanismos de recuperação em caso de catástrofe (perda total do sistema informático central) ÁREA 3 - Trabalho remoto Postos móveis de fiscalização Equipar cada veículo da empresa com impressora Equipar cada técnico de fiscalização com portátil e com acesso remoto à empresa Postos móveis para levantamento Desenvolvimento de aplicações para integração da informação levantada ÁREA 4 Conectividade 28 Equipar a empresa com ligação redundante à internet Garantir conetividade móvel para trabalho remoto

29 ÁREA 5 - Segurança informática Continuidade do projeto de segurança em vigor Concessão de acesso remoto seguro aos colaboradores da empresa Formalização da política de segurança corporativa ÁREA 6 - Segurança das instalações Instalação de sistema de controlo ambiental para o centro de dados Manutenção e promoção das componentes de segurança física da empresa, nomeadamente sistema de deteção de incêndio, intrusão, energia socorrida e controlo de acessos Instalação de sistema de monitorização e alerta de energia socorrida Inclusão da componente de tele-vigilância na segurança de instalações ÁREA 7 - Sistemas de comunicação Transição para a voz sobre IP (VOIP) com substituição de central telefónica e migração gradual dos terminais telefónicos Instalação de sistema de teleconferência para cargos dirigentes / por serviço, integrado com sistema VOIP Manutenção da infra-estrutura tradicional de voz / central telefónica ÁREA 8 - Printing / Scanning Revisão do contrato de printing ÁREA 9 Sistemas centrais de computação Aquisição de sistema de armazenamento central ÁREA 10 Networking Instalação de sistemas wireless em espaços comuns Implementar mecanismos de controlo de acesso na estrutura de rede Preparação da infra-estrutura para tecnologia VOIP ÁREA 11 - Aplicações desktop / postos de trabalho Modernização postos de trabalho Substituição integral monitores CRT por TFT Garantir que as condições mínimas de computação passam por P4 com 2Gb de RAM Garantir stock permanente de 5 equipamentos Instalação em todos os postos do Windows 7 / Office

30 IGP 2012 DTI Dotar os técnicos com equipamentos móveis e com capacidade de gestão remota dos sistemas Garantir dois postos com elevada capacidade de computação no Departamento Garantir cabimento orçamental para fundo de maneio do Departamento, nomeadamente para substituição de equipamentos danificados ou necessidades não previstas Garantir existência de posto fixo para fornecedores Intranet Criação de intranet com consolidação de todas as aplicações internas SMIT desenvolvimento de sistema de informação de apoio ERP SIGMA Instalação em modo de teste da versão Web das aplicações SIGMA Consolidação da utilização da aplicação Inserção de novas funcionalidades Operacionalização das consultas digitais RJUE e Municipais Arquivo documental Implementação de sistema de receção de processos em formato digital Importação dos processos digitalizados para o arquivo documental Digitalização de documentos expedidos ou emitidos pela empresa Digitalização integral dos processos à entrada da empresa Assinatura digital de informações internas através do cartão do cidadão Automatização de tarefas entre arquivo, fluxos e aplicações sigma Utilização do arquivo documental em todas as aplicações SIGMA SIGMAFLOW Passagem a produção de todos os fluxos de urbanismo Desenvolvimento dos fluxos de trabalho para as aplicações PUB/FIS Circulação integral em formato digital GISMAT Consolidação da utilização GISMAT por todos os colaboradores Promoção de ações de formação Uniformizar a utilização das ferramentas SIG na esfera municipal Alteração do modelo de dados presente nas aplicações GISMAT AUTODESK/ESRI Promover formação para uma utilização mais eficiente de CAD/ESRI Assegurar a atualização para as últimas versões nos postos CAD/ESRI Criação da função de CAD MANAGER no DTI Promoção da utilização do DWF na empresa Ferramentas de gestão e produtividade Adaptação da aplicação FISCALGEST Desenvolvimento de quadros de bordo para a gestão das atividades Consolidação das aplicações de gestão de prazos ÁREA 12 Gestão do conhecimento 30 Gestão de informação técnica gestão de conhecimento técnico aberto aos utilizadores DTI Knowledge base sistema de gestão de conhecimento DTI gestão de conhecimento de urbanismo Helpdesk

31 DEPARTAMENTO DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA MISSÃO E ESTRATÉGIA O Departamento de Informação Geográfica (DIG) tem como principal objetivo centralizar e disponibilizar a informação geográfica, através da produção e edição de dados geoespaciais e disponibilização de interfaces gráficos, capazes de responder às exigências, cada vez maiores, da gestão do território, nomeadamente no auxílio às tomadas de decisão. Numa área em que a tecnologia sofre evoluções diárias, é imprescindível ser capaz de dar resposta aos novos desafios, realizando novas tarefas que vão ao encontro das necessidades diárias dos serviços da Empresa e do cidadão, primando pela realização de um trabalho de excelência, em tempo útil, com os recursos disponíveis, inovando e valorizando a imagem da empresa e do departamento ao nível municipal, nacional e internacional. Com 9 anos de experiência em sistemas de informação geográfica, a Gaiurb, EEM no seu departamento de informação geográfica é hoje (dada a singularidade do nosso território, heterogeneidade, extensão e complexidade social) detentora de um know-how, largamente reconhecido a nível municipal e nacional e recorrentemente referenciado, como exemplo, dentro do universo académico; Fator este, que funciona como fonte de motivação para a apresentação de produtos inovadores e que irão revolucionar a informação geográfica municipal de urbanismo. Objetivos Estratégicos O Departamento de Informação Geográfica tem vindo ao longo dos anos a aplicar os seus conhecimentos em prol do desenvolvimento e partilha da informação geográfica e temática, na área territorial de Vila Nova de Gaia, desenvolvendo trabalhos de apoio aos vários departamentos e serviços da Gaiurb, EEM, assim como aos diversos departamentos da Câmara Municipal, Empresas Municipais e cidadãos. 31

32 IGP 2012 A necessidade de inovar procedimentos, técnicas e rentabilidade dos seus técnicos, assim como a motivação dos mesmos para a produção de novos conteúdos geográficos, que apoiem a tomada de decisão, levam o DIG a repensar a sua estratégia de futuro, numa perspetiva de desenvolvimento da empresa no âmbito do município, mas também adoptando uma postura mais direcionada para o exterior. Os objetivos que se propõe para 2012 e que consideramos essenciais e estruturantes para o desenvolvimento dos sistemas de informação geográfica, de um modo simplificado e de actualização permanente para o público em geral, via internet e para os diversos serviços do município via intranet, estão dependentes de um conjunto de fatores externos ao DIG mas que serão fundamentais para a boa execução dos mesmos. Deste modo os objetivos gerais do Departamento são: Garantir a manutenção de um serviço de qualidade para todas entidades municipais, departamentos da Câmara Municipal e cidadãos. Uma aposta significativa na investigação, desenvolvimento e inovação que conduzirá o SIG de Urbanismo a um reconhecimento público generalizado e conquista de novos mercados de serviços. Organização do Departamento A organização interna do departamento e distribuição de funcionários a ele adstritos obedece a uma lógica de tipologias de trabalho e competências pessoais, nas diferentes áreas técnicas, de modo a rentabilizar ao máximo o desempenho dos mesmos. Director de Departamento Unidade de Gestão Cartográfica Unidade de Apoio Sectorial Unidade de Topografia Unidade de Arquivo Na Unidade de Gestão Cartográfica, o grupo de trabalho dos técnicos superiores tem à sua responsabilidade todos os procedimentos de maior complexidade no tratamento da informação geoespacial. Tem a competência de gerir a informação técnica das aplicações informativas, assim como a informação cartográfica e preparação de conteúdos geográficos para a empresa e entidades externas. Acompanhar os técnicos da Unidade de Apoio Sectorial e Topografia, desenvolvendo e implementando novas metodologias de procedimentos na gestão da informação geográfica. 32

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