BANNER SOBRE DEPRESSÃO PÓS-PARTO. TEMA:BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE DEPRESSÃO PÓS-PARTO:um Estudo Psicossomático Psicanalítico.

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1 1 BANNER SOBRE DEPRESSÃO PÓS-PARTO TEMA:BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE DEPRESSÃO PÓS-PARTO:um Estudo Psicossomático Psicanalítico. AUTORA: Marlene da Costa Frota, Psicóloga, Especialista em Psicologia Clínica de Base Psicanalítica. RESUMO Depressão é uma doença de danos psíquicos que causa mal estar ao sujeito, que caracteriza três níveis: leve, moderado e grave. O sujeito sofre um estado rebaixado de humor, negligencia suas atividades, tendo prazer reduzido ao social, por estar com a patologia. O objetivo deste é compreender a Depressão e Depressão Pós-Parto na fase do puerpério, momento marcado pela fragilidade física, psicológica e social da mãe, ao se deparar com a criança, rememora vicissitudes infantis, fonte de conflitos psíquicos primários não elaborados que a leva ao desamparo. A Metodologia foi uma pesquisa bibliográfica de textos freudianos sobre o tema, a função materna e conteúdos psicossomáticos referente ao tratamento como a psicoterapia psicossomática psicanalítica. Conclui-se que, a Depressão Pós-Parto é uma desordem psíquica que paralisa a mulher em suas ações pela chegada do bebê, refletindo a mãe-morta, o morrer psiquicamente para a criança e para as vivências da mãe. Palavras-chave: Depressão. Depressão Pós-Parto. Puerpério. Psicossomática. 1- O QUE É DEPRESSÃO? CONTEÚDO A doença tem em seu repertório uma origem que revela aparentemente sua construção e seu prolongamento na vida doindivíduo,a Depressão é um quadro sintomático que corrobora de forma disfuncional com a estruturação vivencial do sujeito. Para Baptista (2004, p. 62), o termo Depressão não se refere a uma patologia distinta obrigatoriamente por humor deprimido, mas uma síndrome marcada por alterações de humor, de psicomotricidade, bem como por uma variedade de distúrbios somáticos e neurovegetativos. Segundo a Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID-10 (1993, p. 117), o indivíduo usualmente sofre de humor deprimido, perda de interesse, prazer e energia reduzida levando a uma fragilidade aumentada e atividade diminuída. De acordo com as lições de Delouya (2010, p. 15), a Depressão assim como a dor e a angústia, denota um estado afetivo, porém privado, ou que, talvez prive o sujeito da qualidade e figuras singulares que animam e dotam o afeto de sua especificidade.

2 2 Desta forma, o estado depressivo é constituído pela perda de um objeto amoroso, que por sua vez posiciona, o afeto, como oriundo do ambiente humano na sua origem, e sempre dirigido a um outro, ou gerado em relação a ele, abriga em seu bojo uma peculiar disposição para o ser semelhante, uma forma empática de aproximá-lo, que tem no sofrimento um pressuposto fundamental, a Depressão. (DELOUYA, 2010, p. 16). Delouya (2010, p. 28) ressalta que a Depressão expressa o efeito econômico de subtração ou compressão libidinal, ensurdecendo o sentido do viver, sua malha representativa e afetiva, ela nos indica que esta mesma dimensão subentende e condiciona aquilo que é psíquico. 2- OS SINTOMAS DA DEPRESSÃO Beck e Alford (2011, p. 22) enfatizam que a queixa apresentada por pacientes deprimidos com frequência aponta para o diagnóstico de Depressão, embora surja uma alteração física, por meio de uma investigação clínica é possível sinalizar se a sintomatologia depressiva está presente. Geralmente os pacientes queixam-se de condições afetivas desconfortáveis, mudança repentina em sua vivência, sintomas depressivos com reações somáticas, sendo manifestações Emocionais, Cognitivos, Motivacionais e Físico/Vegetativos. - Sintomas Emocionais: Humor deprimido, Sentimentos negativos sobre si, Redução da satisfação, Perda dos vínculos emocionais, Crises de choro e Perda da resposta ao humor. -Sintomas Cognitivos: Autoavaliação negativa, Expectativas negativas, Autorrecriminação e autocrítica, Indecisão e Distorção da imagem corporal. 3- CAUSAS DA DEPRESSÃO - Sintomas Motivacionais: Paralisia da vontade, Desejos de evitação, escapismo e retraimento, Desejos suicidas e Aumento da dependência. - Sintomas Físicos/Vegetativos: Perturbação do sono, Perda da libido, Fadiga, Delírios e Alucinações. O quadro depressivo, independente do gênero, apresenta diferentes hipóteses, são questões vivenciais que permeiam o universo do sujeito que poderá vir a sofrer de um conflito psíquico mediante tais pontos, sendo: Causas Biológica-Genética, Causas Psicossociaise Causas Psíquicas. Baptista (2004, p. 92) observa que os dados patogênicos sobre o desencadeamento da Depressão mostram-se um universo obscuro, logo, as evidências disponíveis permitem antever a existência de heterogeneidade etiológica, assim como os dados bioquímicos, os dadossobre a resposta ao tratamento farmacológico.

3 3 É importante observar que as causas psicossociais estão ligadas ao posicionamento de gênero na sociedade, a mulher absorve os impactos negativos provenientes do meio social o que contribui para o adoecimento físico e psicológico. 4- VISÃO PSICANALÍTICA DA DEPRESSÃO Freud pensou sobre a Depressãoem 1915 e publicou o texto Luto e Melancolia (1917) sobre o estado depressivo, no entanto, se apropria e faz uma descrição das hipóteses a respeito da melancolia, pois lança de forma indireta uma luz sobre a origem e o caráter da Depressão ali presente. (p. 39). Dessa forma, a partir dessa articulação teórica sobre a melancolia no Manuscrito G (1895) sobre um estado normal de luto ou, em outras palavras, o elo da Depressão melancólica com a nostalgia de algo que foi perdido. O traumático pela perda do objeto, segregação e luto parecem constituir um eixo possível para o tema da Depressão (DELOUYA, 2010, p. 39). A Depressão é um transtorno afetivo que possui sintomas característicos e que dependente do grau em que o sujeito se encontra, poderá incapacitá-lo em suas atividades diárias. Delouya (2010, p. 52) observa que a Depressão refere-se, portanto, não a uma perda do objeto, como totalidade perceptivelmente configurada, mas a perda de um espaço de gozo. A perda de um objeto amoroso constitui excelente oportunidade para que a ambivalência nas relações amorosas se faça efetiva e manifesta. Na melancolia, as ocasiões que dão margem à doença vão, em sua maior parte, além do caso nítido de uma perda por morte, incluindo as situações de desconsideração, desprezo ou desapontamento, que podem trazer para a relação sentimentos opostos de amor e ódio, ou reforçar uma ambivalência já existente. Esse conflito devido à ambivalência, que por vezes surge mais de experiências reais, por vezes por fatores constitucionais, não deve ser desprezado entre as precondições da melancolia. (FREUD, 1917, p. 256). O mal-estar na Depressão e na melancolia frente aos sintomas de autoacusações, depreciação, insatisfação da vida, essencialmente gira em torno do meio em que está inserido, pois o sujeito não sabe elaborar o sofrimento que nele se faz presente e projeta

4 4 no outro a danosa culpa, permanecendo em uma manifestação sádica do conflito (FREUD, 1917). 5- DEFINIÇÕES DE PUERPÉRIO E DEPRESSÃO PÓS-PARTO O período gestacional é uma revivescência dos conteúdos infantis, os cuidados afetivos são postos em prática devido à forma como a futura mãe foi constituída enquanto sujeito na passagem do Édipo. Após o parto, a mãe se depara com a imagemreal da criança; diante disso, serão vivenciados novos comportamentos, pensamentos acerca dessa nova experiência, ao contemplar o bebê real a mãe encontra-se envolvida em atender as necessidades da criança e, portanto, esse período corresponde ao Puerpério. Maldonado (2005 apud MORAES, 2010 p. 46) ressalta que os primeiros dias do puerpério correspondem ao período de recuperação do parto, com desconfortos afetivos e físicos, sendo que a labilidade emocional revela uma alternância entre euforia e depressão, podendo ser mais ou menos intensa, isso corresponde às mudanças fisiológicas e psíquicas no corpo da mulher. Erikson (1976 apud ARRAIS, 2005, p. 15) afirma que o Puerpério é um período vulnerável, com risco psiquiátrico aumentado no ciclo de vida da mulher. Após esse período, a mulher será envolvida por sentimentos ambivalentes que marcam o Pós-parto, e assim, cabe uma avaliação das condições psíquicas para se ter uma visão da configuração subjetiva da mulher, o que poderá ser um fator determinante para a Depressão Pós-Parto. O quadro da Depressão Pós-Parto revela sua intensidade quando há uma negativa em relação à criança, a função materna e ao prolongamento de vida juntamente com o bebê. A cronicidade desses fatores é um fio condutor para a intolerável angústia, deixando a mãe incapacitada para o enfrentamento de suas funções. Por ora, essa regressão primária mobiliza inconscientemente a mulher em busca de privilegiada atenção acarretando mal-estar na família (MALDONADO, 2005 apud MORAES, 2010). Moraes (2010) aponta que a Depressão Pós-Parto é um conjunto de sintomas conflituosos desencadeados após o nascimento do bebê, o que traz para a realidade da mulher o sofrimento psíquico recalcado dos cuidados de sua mãe.

5 5 6- SINTOMATOLOGIA DA DEPRESSÃO PÓS-PARTO Na Sintomatologia da Depressão Pós-Parto, existem outros desdobramentos sintomáticos da clínica do obsessivo-compulsivo, dentre os quais se podem citar a agressividade materna para com a criança, pensamentos obsessivos negativos e recorrentes em relação a contaminações da criança, ao trabalho de parto, imagens envolvendo morte ou algo terrível ocorrendo ao bebê e compulsões de checagem, para saber se o bebê está respirando e de lavagem (CHAMACHO, 2006; ZAMBALDI, CANTILINO, SOUGEY, 2008 apud MORAES, 2010, p. 54). O quadro sintomático da Depressão Pós-Parto se caracteriza por uma somatória de conflitos com a chegada do bebê na dinâmica familiar, bem como a posição materna diante das vicissitudes com a própria mãe, a Depressão pós-parto assim entendida se caracteriza, entre outros traços, por sentimentos de culpa em relação ao bebê, pela dúvida da capacidade de ser uma boa mãe, proveniente da manifestação de um superego crítico e punitivo por seus sentimentos ambivalentes em relação ao bebê a sua mãe, o que determina uma baixa autoestima. (MORAES, 2010, p. 57). 7- ETIOLOGIA DA DEPRESSÃO PÓS-PARTO O CID-10 (1997) versa que o quadro da Depressão Pós- Parto se encontra sob a legenda F53 Transtornos mentais e de comportamentos associados ao puerpério, (MORAES, 2010). O DSM IV (2002) não diferencia os transtornos do humor do pós-parto dos que acontecem em outros períodos (Episódio Depressivo Maior, Episódios Maníacos e Transtorno Bipolar I e II), exceto como especificador, com início no pós-parto, utilizado quando os sintomas ocorrem no período de até quatro semanas após o parto (MORAES, 2010, p. 50). O assunto da Depressão Pós-Parto é de grande importância para estudiosos da área da saúde mental. Assim, Moraes (2010, p. 51) aponta que, na Europa, na Inglaterra, foi criada a MarcéSociety em 1982; na França aprofundou-se o conhecimento das questões emocionais relativas à vivência da maternidade através de estudos psicanalíticos e da criação da ciência e técnica de tratamento chamada Maternologia, nesse estudo, explicitada no capítulo sobre tratamento da Depressão Pós-Parto. No Brasil, existe uma organização semelhante à MarcéSocietey denominada Amigas do Peito, e

6 6 tem se instituído projetos de prevenção perinatal em vários Centros de Saúde e Maternidades, como a do Hospital Universitário em Florianópolis. 8- A FUNÇÃO MATERNA NO PÓS-PARTO E NO PUERPÉRIO Na Psicanálise o ser humano se constitui a partir do outro, portanto é capaz de ser fonte de saúde e doença. Na Depressão, a pulsão de morte é acentuada em detrimento da pulsão de vida, assim a mulher no período gestacional é envolvida por várias manifestações sintomáticas, que o soma poderá acentuar este agravo no pósparto. A função materna como momento primordial, registra com maestria as necessidades biológicas, afetivas e psíquicas do bebê, que ainda está sob a supervisão do poder absoluto do outro, a mãe é o fio condutor da construção subjetiva da imago do bebê. Nasio (1995) pontua o funcionamento da mãe nesta relação afetiva com o bebê,winnicottdiz que a figura materna poderá moldar-se em uma mãe suficientemente boa para o desenvolvimento da criança, desta maneira o seio bom é aquele que representa o duplo vínculo especular para o bebê, pois a criança se configura a partir da estruturação psicológica que conduz a função materna para o fortalecimento do Eu. Dolto (2013, p. 152) afirma que, o duplo é construído já na primeira infância segundo uma dialética do outro, em geral a mãe, nos olhos do qual a criança se mira como estando conforme ao que a mãe espera dela. Efetivamente, a criança começa a desejar vendo o rosto da mãe. Para a criança, o duplo é o Eu-Você. Seu rosto é, essencialmente, o rosto da mãe. 9- OS AGRAVOS NA FUNÇÃO MATERNA A Depressão Pós-Parto é um agravo psicológico entre a figura materna e os cuidados com o bebê, pois a mãe não obtendo a capacidade de satisfazer as demandas da criança sente-se incapaz. A incapacidade materna é o desequilíbrio na maneira de projetar o amor para o bebê, acarretando angústia e sofrimento psíquico, deixando o bebê em total estado de desamparo. Soifer (1980, p. 83) afirma que,em situações de agravo psíquico,para a mulher em estado de puerpério maléfico ou Depressão Puerperal as consequências sintomatológicas são as mais danosas possíveis: a mulher torna-se ensimesmada, afastada, triste, rejeita o filho, em geral declara que não pode vê-lo, sofre insônia,

7 7 inapetência, descuida-se da própria aparência, não se veste, não se banha nem se penteia. As ideias são delirantes do tipo paranoide: alguém vem roubar a paciente, matála, envenená-la. Nesse contexto, há incidência de sentimentos depreciativos, esgotando qualquer possibilidade de criar seu filho; suas características são sempre estados melancólicos. A gravidade do quadro às vezes causa pânico na família, a solução é recorrer à clínica psiquiátrica.esse comportamento de desiquilíbrio da mãe puérpera, pode gerar pensamentos de suicídio, que menciona um alerta para o ataque ao bebê (SOIFER, 1980, p. 83). André Green (1988, p. 239) denominou de mãe morta a função materna proveniente de uma Depressão que impossibilita essa mãe de cuidar de seu bebê. Para ele, não se trata das consequências psíquicas da morte real da mãe, mas sim de uma imago que se constitui na psique da criança, em consequência de uma Depressão materna, transformando brutalmente o objeto vivo, fonte da vitalidade da criança, em figura distante, átona, quase inanimada [...] a mãe morta é, portanto, ao contrário do que se poderia crer, uma mãe que permanece viva, mas que está, por assim dizer, morta psiquicamente aos olhos da pequena criança de quem ela cuida. 10- TRATAMENTO PSICANALÍTICO A intervenção na abordagem psicanalítica se utiliza dos parâmetros da interpretação dos conteudos inconscientes, sendo que o paciente verbaliza o que vier a sua mente por meio da associação livre. A proposta interventiva é mediada pelo enquadre técnico analítico mediante as sessões e principalmente pelo momento subjetivo do paciente em transferir para o analista seus conteúdos (PAULO, 2005). O adoecer na depressão é um espelho da angústia e principalmente do desamparo vivido pelo sujeito na fase infantil, o analista se empenha nas demandas relacionais do paciente, o analisando muita vezes coloca o analista no lugar do suposto saber, ademais essa relação é capaz de mobilizar impulsos ambivalentes de amor e ódio. Assim, Volich (2010, p. 317) afirma que os destinos do ato terapêutico são determinados por essa transferência e pelas reações que ela mobiliza no terapeuta. O trabalho da picossomática se caracteriza pela compreensão das manifestações inconscientes, adentrando nos processo íntimos do paciente e revelando por meio das dinâmicas psíquicas o empobrecimento subjetivo que ameça as defesas vivenciais do

8 8 sujeito. Volich (2004, p. 97) sinaliza que o sinal clínico de uma evolução favorável da psicoterapia é a modificação da natureza das angústias: inicialmente difusas ; nesse momento,o analista ajudará o paciente a restabelecer seu funcionamento psíquico e enfrentar as demandas e experiências do dia a dia. Para a Psicanálise o tratamento requer períodos espaçados de tempo para que se possa permitir ao paciente uma escuta de qualidade e uma devolutiva consistente; considera também que o início do tratamento envolve disponibilidade pessoal para elaboração dos conflitos psíquicos (FREUD, 1913). CONSIDERAÇÕES FINAIS A Depressão é uma condição psicopatológica responsável pela disfunção psíquica, acarretando alterações de humor, cognição e percepção, adoecendo o sujeito e possibilitando a perda de interesse social. O tema sobre adepressão Pós-Parto ressalta a desorganização psíquica que paralisa as ações da mulher com a chegada do bebê. O trabalho perpassou pela sintomatologia psicossomática, fomentando que a mãe no estado de Depressão fica impossibilitada de cuidar da criança e de sua própria imagem, devido a falta de investimento primário ao Eu da mulher adoecida. A gravidez é um momento subjetivo, cada sujeito encontra uma defesa psíquica para lidar contra o adoecimento, por isso o apoio psicológico psicanalítico é primordial para elaborar a sintomatologia da Depressão Pós-Parto. Este trabalho permitiu o aprimoramento científico que servirá de base na construção de possibilidades clínicas para pacientes, é importante escutar o paciente e desvelar o sofrimento psíquico, pois a teoria analítica possibilita a associação livre dos pensamentos para que o paciente possa ressignificar seus conflitos, passando a desejar e caminhar pela pulsão de vida. A construção deste trabalho possibilitou-me através do universo de informações pesquisadas e que promoveram conteúdos informacionais, permitindo solidificar conhecimentos e, a partir de então, maior aprendizado sobre a clínica psicossomática psicanalítica. Ainda assim, serão necessários mais estudos a respeito do tema para formação de novas formas de intervenções e tratamentos.

9 9 REFERÊNCIAS ARRAIS, Alessandra da Rocha. As Configurações Subjetivas da Depressão Pós- Parto: para além da padronização patologizante. Tese (Doutorado) Universidade de Brasília, Departamento de Psicologia Clínica. Instituto de Psicologia. 158 p. Brasília, DF, BECK, Aaron T. ALFORD, Brad A. Depressão: causas e tratamento. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, BAPTISTA, Makilim Nunes. Suicídio e Depressão: atualizações. Rio de Janeiro. Editora Guanabara Koogan, CID-10.Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID- 10:descrições clínicas e diretrizes diagnósticas. Porto Alegre: Artes Médicas, DELOUYA, Daniel. Depressão. 5. ed. rev. São Paulo: Casa do Psicólogo, DOLTO, Françoise. Seminário de Psicanálise de crianças. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, FREUD, Sigmund (1917). Luto e Melancolia. Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas (ESB), v. XIV. Rio de Janeiro: Imago, FREUD, Sigmund (1913). Sobre o início do tratamento. Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas (ESB), v. XII. Rio de Janeiro: Imago, GREEN, André. Narcisismo de vida, Narcisismo de morte. São Paulo: Editora Escuta, MORAES, Maria Helena Cruz. A clínica da maternidade: os significados psicológicos dadepressão pós-parto. Tese (Doutorado) Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação de Psicologia. 176 p. Florianópolis, SC, NASIO, Juan David. Introdução às obras de Freud, Ferenczi, Groddeck, Klein, Winnicott, Dolto, Lacan. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., PAULO, Maria Salete Lopes Legname de. Depressão e Psicodiagnóstico Interventivo: proposta de atendimento. 1. ed. São Paulo: Vetor, SOIFER, Raquel. Psicologia da gravidez, parto e puerpério. Porto Alegre: Artes Médicas, VOLICH, Rubens Marcelo. Psicossomática: de Hipócrates à Psicanálise. 7. ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2010.

10 10 VOLICH, Rubens Marcelo. Psicossoma I: Psicanálise e Psicossomática / Flávio Carvalho Ferraz (org.). São Paulo: Casa do Psicólogo, Monografia apresentada como requisito parcial para obtenção do grau de Especialista, pelo curso de Pós- Graduação latu sensu em Depressão Pós- Parto: um estudo Psicossomático Psicanalítico, pelos Estudos Psicanalíticos do Pará do Instituto Investy Faculdade da Amazônia.

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