SÍNTESE DEZEMBRO DE 2013

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1 ano IV, n 33 Janeiro de 2014 SÍNTESE DEZEMBRO DE 2013 Em US$ milhões Período Exportações Importações Saldo Dezembro Variação em relação a dezembro de ,6 % 3,9 % 411 Acumulado no ano Variação em relação ao mesmo período no ano anterior - 0,2 % 7,4 % Acumulado 12 meses Variação em relação aos 12 meses anteriores - 0,2 % 7,4 % Em dezembro, as exportações registraram aumento de 5,6% em relação ao mesmo mês de 2012, enquanto as importações evoluíram a um ritmo bastante inferior, crescendo apenas 3,9% na mesma comparação. Em consequência, a balança comercial registrou seu melhor resultado mensal do ano de 2013, alcançando um superávit de pouco mais de US$ 2,6 bilhões. O superávit obtido no último mês do ano, de magnitude até certo ponto inesperada, permitiu que a balança comercial brasileira encerrasse o ano de 2013 com saldo positivo, pouco inferior a US$ 2,6 bilhões, em decorrência de exportações de US$ 242,2 bilhões, ligeiramente inferiores (-0,2%) às registradas em 2012, e importações de US$ 239,6 bilhões, com aumento de 7,4% em relação ao ano anterior. O desempenho da balança comercial em 2013 foi, sem dúvida, insatisfatório: (a) as vendas externas recuaram, mesmo que ligeiramente, pelo segundo ano consecutivo, a despeito da concessão de diversos incentivos e da favorável evolução da taxa de câmbio real; (b) as importações continuaram em ritmo ascendente, a despeito da fraca evolução do nível de atividade doméstica, notadamente da produção industrial; e (c) o saldo comercial encolheu dramaticamente, registrando uma redução de US$ 16,8 bilhões em relação a 2012, contribuindo para a expressiva deterioração do déficit em transações correntes, que deve ter atingido percentual pouco acima 3,6% do produto em COMENTÁRIO: SURPRESAS QUE IMPACTARAM O SALDO COMERCIAL EM 2013 CONDICIONARÃO TAMBÉM O RESULTADO DE 2014 O resultado da balança comercial de 2013 foi fortemente influenciado por dois fatores imprevistos, mas que deverão impactar também os fluxos comerciais em 2014: De um lado, o registro de expressivas vendas ao exterior de plataformas de extração de petróleo e gás, operação realizada ao amparo de regime aduaneiro especial (REPETRO); de outro, a forte queda nas exportações Funcex Av. Rio Branco, 120, Gr. 707, Centro Rio de Janeiro RJ Instituída em 12 de março de 1976 CNPJ / Utilidade Pública Federal Decreto funcex@funcex.com.br Tel.: (55.21)

2 líquidas de óleos brutos e derivados, em virtude de circunstâncias excepcionais, ainda que não necessariamente transitórias. Ambos esses fatores merecem comentário. Exportação de plataformas. Em 2013, o Brasil exportou sete plataformas de extração de petróleo por valor global superior a US$ 7,7 bilhões. As plataformas, contudo, nunca deixaram o território aduaneiro nacional. Esse tipo de operação, conforme esclarecido em nota divulgada pela SECEX no início de 2014, é registrada como venda ao exterior, pois envolve troca de titularidade do bem entre o estaleiro fabricante da plataforma, localizado em território nacional, e uma empresa adquirente sediada no exterior, que posteriormente aluga o equipamento a uma empresa petrolífera nacional, sob a forma de leasing ou afretamento. A operação permite às empresas envolvidas, muitas vezes matriz e filiar, auferir benefícios fiscais. Trata-se, a rigor, de uma exportação "ficta", pois o bem é exportado sem que ocorra a sua saída do território aduaneiro. No entanto, há entrada de divisas no Brasil, pois a transação é paga em moeda estrangeira, ainda que posteriormente ocorra também saída de divisas sob a forma de remessas ao exterior para o pagamento do aluguel. Esses pagamentos são contabilizados na conta de serviços do balanço de pagamentos. Conforme também destacado pela SECEX, não há qualquer novidade no registro estatístico dessas exportações, que ocorrem desde O fato realmente novo é a magnitude adquirida por esse tipo de operação em 2013 e que deverá se repetir nos próximos anos, haja vista que há previsão para a construção e entrada em funcionamento de um número elevado de novas plataformas no período Exportação de plataformas de petróleo - Anos 2007 a 2013 (NCM : Plataformas de perfuração ou de exploração, flutuantes ou submersíveis) Ano Exportação de plataformas Participação na exportação: Valor Unidades Total Manufaturados US$ milhão FOB % % ,3 0, ,8 1, ,4 1, ,3 0, ,2 8,3 Fonte: SECEX/MDIC É preciso destacar, contudo, que a apuração estatística de exportações "fictas", mesmo que realizada em absoluta concordância com as normas contábeis internacionais, pode gerar distorções importantes, principalmente quando os valores envolvidos são elevados. Essas distorções tornamse particularmente graves quando as exportações são desagregadas segundo classificações, segmentações ou tipologias mais "finas". Note-se, nesse sentido, que em 2013 a venda de plataformas respondeu por "apenas" 3,2% da exportação total brasileira, mas por 8,3% da exportação de manufaturados, 32% da exportação brasileira de bens de capital e 56% da exportação do setor "Outros equipamentos de transporte" (CNAE 2.0). De outro lado, a venda de plataformas em 2013 aumentou também o valor exportado para mercados específicos: Panamá (acréscimo de US$ 4,0 bilhões), Países Baixos (US$ 2,3 bilhões), Suíça (US$ 0,8 bilhão) e México - 2/9 -

3 (US$ 0,6 bilhão). Em suma, o acompanhamento das estatísticas de comércio exterior deverá merecer algum cuidado daqui em diante. Exportação líquida de petróleo e derivados. As exportações e importações de um subgrupo relevante de produtos incluídos na categoria de uso combustíveis passaram a ser denominadas por alguns analistas, de forma bastante imprecisa, como conta-petróleo. Essas operações dizem respeito, basicamente, à compra e venda de petróleo bruto e derivados, inclusive a provisão de navios e aeronaves, que as estatísticas da SECEX contabilizam como consumo de bordo. Em 2012 as exportações líquidas desses produtos mostraram saldo negativo de US$ 5,4 bilhões, em virtude de exportações por valor de US$ 31,0 bilhões e importações da ordem de US$ 36,4 bilhões. Em 2013, o déficit quase quadruplicou, alcançando US$ 20,3 bilhões. O aumento do desequilíbrio resultou da queda das exportações (principalmente das vendas externas de óleo bruto), que recuaram 27,8% em relação ao ano anterior, e do simultâneo incremento das importações (principalmente de derivados), que registraram aumento de 17,3%. Os fatores por trás desse desempenho são conhecidos: de um lado, a estagnação da produção nacional de petróleo e o aumento do consumo doméstico reduziram nossos excedentes exportáveis de óleos brutos; de outro lado, o registro estatístico de US$ 4,6 bilhões de importações de petróleo e derivados realizadas em 2012, mas contabilizadas em 2013, somado ao crescimento da demanda doméstica, teriam promovido o aumento das compras externas de petróleo e derivados. Essa última explicação, contudo, gera dúvidas. Note-se, nesse sentido, que o expurgo, em 2013, de importações efetivamente realizadas em 2012 e sua inclusão nas estatísticas desse último ano mostraria a ocorrência de queda nas compras externas de petróleo e derivados em 2013, um resultado no mínimo surpreendente. Balança comercial exclusive plataformas e petróleo e derivados. A desagregação das estatísticas da balança comercial em três grupos de produtos, plataformas de petróleo, petróleo e derivados e demais produtos é útil para examinar o desempenho desse último grupo, responsável por 85% da corrente de comércio em Balança comercial de 2013, segundo grupos de produtos Discriminação Jan-Dez 2013 (a) Jan-Dez 2012 (b) Variação (US$ 10 6 ) (US$ 10 6 Absoluta Relativa ) (US$ 10 6 ) (b/a em %) Exportação - Total (399) (0,2) Petróleo e derivados (8.621) (27,8) Plataformas de extração de petróleo ,8 Demais produtos ,6 Importação - Total ,4 Petróleo e derivados ,3 Plataformas de extração de petróleo Demais produtos ,4 Saldo comercial - Total (16.837) Petróleo e derivados (20.277) (5.379) (14.898) Plataformas de extração de petróleo Demais produtos (8.886) - 3/9 -

4 Note-se que o quadro de quase estagnação de nossas exportações não se altera, pois os demais produtos mostram crescimento pífio, de apenas 0,6% na comparação com De outro lado, as importações dos demais produtos mostram um crescimento moderado de 5,4% em relação ao ano anterior, discretamente inferior ao efetivamente observado para o total das importações (7,4%). No que tange ao saldo comercial, o superávit alcançado pelos demais produtos em 2012, da ordem de US$ 24 bilhões, cai para US$ 15,1 bilhões em A contração do saldo (US$ 8,9 bilhões) é significativamente inferior à efetivamente observada pelo saldo comercial total (US$ 16,8 bilhões), mas o padrão de encolhimento do superávit persiste. À luz dessa tendência, as perspectivas para o saldo comercial em 2014 preocupam. Contudo, dado que os fluxos de exportação e importação detêm atualmente magnitude equivalente, surpresas (e um cenário externo mais benigno) podem fazer a diferença. Em 2014, a surpresa positiva que alimenta as expectativas de um aumento do saldo comercial é a retomada do crescimento da produção doméstica de petróleo e a consequente redução do desequilíbrio no comércio de petróleo e derivados. Informações disponíveis até 16/01/2014. Atenção Estas e muitas outras estatísticas do comércio exterior brasileiro encontram-se no FUNCEXDATA. Para obter maiores informações, acesse ou envie mensagem para usuariosfuncexdata@funcex.com.br. - 4/9 -

5 TABELAS Período Total exportado Básicos Tabela 1 Valor das exportações brasileiras Classe de produtos Tabela 2 Valor das importações e o saldo comercial brasileiro - 5/9 - Categoria de uso Semimanu- Manufa- Bens de Bens Bens de Consumo faturados turados capital Intermediários duráveis não duráveis Anual Mensal dez jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Variação (Em %) dez 13 / nov 13 (0,1) (3,6) 10,4 1,2 0,4 (1,6) 7,6 (5,5) 13,5 dez 13 / dez 12 5,6 (5,2) 0,0 21,1 99,8 (0,1) 28,2 1,7 (24,5) Acumulado no ano (0,2) (0,4) (7,6) 2,6 19,3 1,6 30,7 1,0 (31,3) Acumulado 12 meses (0,2) (0,4) (7,6) 2,6 19,3 1,6 30,7 1,0 (31,3) Participação na pauta *** (Em %) No mês - 42,2 13,1 42,6 15,9 56,1 3,3 13,6 11,0 Acumulado 12 meses - 46,7 12,6 38,4 10,0 64,3 3,3 14,3 8,1 Nota: vide anexo metolológico. Combustíveis Período Categoria de uso Total Saldo importado Bens de Bens Bens de Consumo Combustíveis comercial capital Intermediários duráveis não duráveis Anual Mensal dez jan (4.040) fev (1.279) mar abr (989) mai jun jul (1.899) ago set out (225) nov dez Variação (Em %) (Em US$) dez 13 / nov 13 (4,9) 8,3 (13,9) (3,9) (2,6) 12,5 915 dez 13 / dez 12 3,9 9,6 2,1 (18,7) 5,3 12,8 411 Acumulado no ano 7,4 4,7 6,4 (3,7) 9,0 16,3 (16.838) Acumulado 12 meses 7,4 4,7 6,4 (3,7) 9,0 16,3 (16.837) Participação na pauta *** (Em %) No mês - 18,0 49,7 5,7 8,7 18,0 - Acumulado 12 meses - 15,5 52,8 5,5 8,3 17,8 - Nota: vide anexo metolológico.

6 Tabela 3 Valor das exportações brasileiras segundo setor CNAE 2.0 Tabela 4 Valor das importações brasileiras segundo setor CNAE 2.0 Setores CNAE Agricultura e pecuária (25,3) 16,2 16,2 6,0 15,0 Produção florestal ,1 (16,5) (16,5) 0,1 0,1 Pesca e aqüicultura (2,2) 15,5 15,5 0,0 0,0 Extração de carvão mineral ,2 30,2 0,0 0,0 Extração de petróleo e gás natural (23,4) (36,5) (36,5) 8,5 5,4 Extração de minerais metálicos ,4 5,5 5,5 17,0 14,5 Extração de minerais não-metálicos ,5 4,3 4,3 0,4 0,3 Produtos alimentícios (1,3) (1,6) (1,6) 17,0 17,7 Bebidas ,1 29,9 29,9 0,1 0,2 Produtos do fumo (10,1) 1,1 1,1 0,7 1,3 Produtos têxteis (44,7) (34,4) (34,4) 0,8 0,8 Confecção de artigos do vestuário e acessórios ,0 0,1 0,1 0,1 0,1 Couros, artefatos de couro, artigos para viagem e calçados ,6 11,5 11,5 1,7 1,6 Produtos de madeira ,6 5,8 5,8 0,9 0,8 Celulose, papel e produtos de papel ,8 7,3 7,3 3,1 3,0 Impressão e reprodução de gravações (48,6) (36,2) (36,2) 0,0 0,0 Derivados do petróleo biocombustíveis e coque (28,0) (14,2) (14,2) 2,5 2,8 Produtos químicos (13,5) (5,2) (5,2) 3,7 4,4 Produtos farmoquímicos farmacêuticos ,5 0,3 0,3 0,6 0,7 Produtos de borracha e de material plástico ,3 (4,7) (4,7) 1,1 1,2 Produtos de minerais não-metálicos ,8 10,6 10,6 0,8 0,8 Metalurgia ,5 (12,0) (12,0) 7,5 7,2 Produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (0,9) (13,4) (13,4) 1,1 1,0 Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (16,9) (7,9) (7,9) 0,7 0,8 Máquinas, aparelhos e materiais elétricos ,9 (0,4) (0,4) 1,7 1,4 Máquinas e equipamentos ,8 (14,9) (14,9) 4,7 3,7 Veículos automotores, reboques e carrocerias ,5 7,9 7,9 6,5 6,9 Outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores ,9 86,1 86,1 10,7 5,8 Móveis (10,8) (3,0) (3,0) 0,3 0,3 Indústrias diversas ,4 5,7 5,7 0,4 0,5 Total brasileiro ,6 (0,2) (0,2) 98,1 97,6 Nota: vide anexo metolológico. Setores CNAE Agricultura e pecuária ,4 19,8 19,8 2,2 2,1 Produção florestal (35,5) (9,7) (9,7) 0,0 0,0 Pesca e aqüicultura ,9 56,6 56,6 0,2 0,2 Extração de carvão mineral (31,5) (18,5) (18,5) 0,6 1,0 Extração de petróleo e gás natural (2,9) 25,9 25,9 9,2 9,6 Extração de minerais metálicos ,6 42,6 42,6 1,1 0,6 Extração de minerais não-metálicos (45,9) (8,6) (8,6) 0,3 0,3 Produtos alimentícios (1,3) 2,7 2,7 2,9 2,6 Bebidas (6,0) (2,2) (2,2) 0,5 0,5 Produtos do fumo (66,0) (19,1) (19,1) 0,0 0,0 Produtos têxteis (2,7) (0,4) (0,4) 1,3 1,5 Confecção de artigos do vestuário e acessórios ,3 9,1 9,1 1,0 1,0 Couros, artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (4,5) 4,9 4,9 0,5 0,5 Produtos de madeira (6,8) (11,3) (11,3) 0,1 0,1 Celulose, papel e produtos de papel (9,1) (5,5) (5,5) 0,7 0,8 Impressão e reprodução de gravações ,5 (2,2) (2,2) 0,1 0,1 Derivados do petróleo biocombustíveis e coque ,0 5,9 5,9 9,0 8,4 Produtos químicos (6,0) 7,3 7,3 14,7 15,2 Produtos farmoquímicos farmacêuticos ,6 8,3 8,3 4,2 3,8 Produtos de borracha e de material plástico ,0 8,2 8,2 2,5 2,7 Produtos de minerais não-metálicos ,5 3,9 3,9 1,1 1,0 Metalurgia (5,4) (7,4) (7,4) 3,9 3,8 Produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (1,4) 13,4 13,4 2,2 2,2 Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos ,3 5,9 5,9 11,0 11,7 Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (6,2) 12,5 12,5 3,6 4,2 Máquinas e equipamentos ,0 3,4 3,4 12,4 10,6 Veículos automotores, reboques e carrocerias (12,0) 8,5 8,5 9,6 10,8 Outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores ,6 3,1 3,1 3,3 2,9 Móveis ,1 13,3 13,3 0,2 0,3 Indústrias diversas (13,5) 4,9 4,9 1,4 1,5 Total brasileiro ,9 7,4 7,4 98,5 98,4 Nota: vide anexo metolológico. - 6/9 -

7 Tabela 5 Saldo comercial brasileiro segundo setor CNAE 2.0 Setores CNAE Valores Variação absoluta dez/13 No ano 12 meses No mês No ano 12 meses Agricultura e pecuária (458) Produção florestal (18) (18) Pesca e aqüicultura (41) (351) (351) (24) (133) (133) Extração de carvão mineral (118) (2.455) (2.455) Extração de petróleo e gás natural 91 (10.053) (10.053) (490) (12.202) (12.202) Extração de minerais metálicos Extração de minerais não-metálicos Produtos alimentícios (38) (877) (877) Bebidas (61) (658) (658) Produtos do fumo (11) Produtos têxteis (73) (1.513) (1.513) (126) (1.039) (1.039) Confecção de artigos do vestuário e acessórios (164) (2.236) (2.236) (37) (202) (202) Couros, artefatos de couro, artigos para viagem e calçados Produtos de madeira Celulose, papel e produtos de papel Impressão e reprodução de gravações (20) (266) (266) (6) (18) (18) Derivados do petróleo biocombustíveis e coque (1.106) (13.495) (13.495) (603) (2.224) (2.224) Produtos químicos (1.911) (25.977) (25.977) 51 (3.056) (3.056) Produtos farmoquímicos farmacêuticos (646) (7.494) (7.494) (40) (693) (693) Produtos de borracha e de material plástico (223) (3.519) (3.519) (14) (639) (639) Produtos de minerais não-metálicos (30) (371) (371) (6) Metalurgia (1.650) (1.650) Produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (179) (2.760) (2.760) 3 (980) (980) Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (1.863) (26.096) (26.096) (325) (1.732) (1.732) Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (307) (6.584) (6.584) 128 (1.123) (1.123) Máquinas e equipamentos (1.281) (16.456) (16.456) (161) (2.397) (2.397) Veículos automotores, reboques e carrocerias (394) (9.156) (9.156) 356 (787) (787) Outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores Móveis (8) (95) (95) Indústrias diversas (171) (2.554) (2.554) 45 (113) (113) Total brasileiro (16.837) (16.837) Tabela 6 Valor das exportações brasileiras segundo blocos econômicos de destino NAFTA (1) (3,1) (6,3) (6,3) 13,1 13,1 União Europeia (0,1) (2,7) (2,7) 17,3 19,7 ALADI ,7 12,5 12,5 22,8 19,1 Mercosul ,1 6,0 6,0 11,6 12,2 Demais da ALADI (2) ,3 26,2 26,2 11,2 6,9 AELC (3) ,8 19,7 19,7 1,2 1,4 Europa Oriental ,9 (3,4) (3,4) 1,9 1,7 Oriente Médio ,2 (5,0) (5,0) 4,9 4,5 Ásia (4) (5,8) 3,1 3,1 30,0 32,1 África (13,9) (9,2) (9,2) 4,9 4,6 Oceania ,8 (8,0) (8,0) 0,2 0,2 Demais destinos (5) (7,6) (26,2) (26,2) 3,6 3,6 Total ,6 (0,2) (0,2) 100,0 100,0 Notas: Blocos econômicos (1) Inclusive Porto Rico e México (4) Exclusive Oriente Médio (2) Exclusive México (5) Inclusive provisão de navios e aeronaves e não declarados. (3) Associação Europeia de Livre Comércio - 7/9 -

8 Tabela 7 Valor das importações brasileiras segundo blocos econômicos de origem Tabela 8 Saldo comercial brasileiro segundo blocos econômicos Tabela 9 Valor das exportações brasileiras segundo países de destino selecionados - 8/9 - NAFTA (1) ,0 7,9 7,9 19,2 18,8 União Europeia ,5 6,3 6,3 20,8 21,2 ALADI (11,1) 5,1 5,1 14,5 13,4 Mercosul (24,7) 1,0 1,0 8,2 8,5 'Demais da ALADI (2) ,9 13,0 13,0 6,3 4,9 AELC (3) (3,6) 7,4 7,4 1,6 1,6 Europa Oriental (54,9) (12,4) (12,4) 1,3 1,5 Oriente Médio ,9 (0,4) (0,4) 2,5 3,1 Ásia (4) ,9 6,3 6,3 30,5 30,6 África (5,0) 22,3 22,3 8,1 7,3 Oceania (4,1) (2,2) (2,2) 0,3 0,6 Demais destinos (5) (26,4) 38,2 38,2 1,3 2,0 Total ,9 7,4 7,4 100,0 100,0 Notas: Blocos econômicos (1) Inclusive Porto Rico e México (4) Exclusive Oriente Médio (2) Exclusive México (5) Inclusive provisão de navios e aeronaves e não declarados. (3) Associação Europeia de Livre Comércio Valores Variação absoluta dez/13 No ano 12 meses No mês No ano 12 meses NAFTA (1) (751) (13.282) (13.282) (345,8) (5.456,9) (5.456,9) União Europeia (172) (2.980) (2.980) (20,5) (4.366,0) (4.366,0) ALADI , , ,3 Mercosul , , ,3 Demais da ALADI (2) , , ,0 AELC (3) (58) (520) (520) 122,6 292,0 292,0 Europa Oriental ,2 361,8 361,8 Oriente Médio (10,6) (544,6) (544,6) Ásia (4) (1.455,2) (2.023,6) (2.023,6) África (446) (6.359) (6.359) (86,6) (4.305,2) (4.305,2) Oceania 2 (779) (779) 13,2 (16,9) (16,9) Demais destinos (5) ,1 (4.349,6) (4.349,6) Total brasileiro ,8 (16.836,8) (16.836,8) Notas: Blocos econômicos (1) Inclusive Porto Rico e México (2) Exclusive México (3) Associação Europeia de Livre Comércio (4) Exclusive Oriente Médio (5) Inclusive provisão de navios e aeronaves e não declarados. Destinos das exportações Argentina ,6 9,0 9,0 6,6 8,1 Chile ,5 (2,6) (2,6) 2,1 1,9 China ,5 11,6 11,6 16,0 19,0 Coreia do Sul (8,7) 4,9 4,9 1,8 1,9 Estados Unidos (1) ,6 (7,4) (7,4) 10,7 10,3 Índia (54,1) (43,9) (43,9) 1,9 1,3 Japão (17,5) 0,1 0,1 3,8 3,3 México (20,5) 5,7 5,7 1,4 1,7 Rússia ,2 (5,3) (5,3) 1,4 1,2 Venezuela ,4 (4,1) (4,1) 3,1 2,0 Demais destinos ,3 (1,9) (1,9) 51,4 49,3 Total ,6 (0,2) (0,2) 100,0 100,0 Nota: (1) Inclusive Porto Rico

9 Tabela 10 Valor das importações brasileiras segundo países de origem selecionados Tabela 11 Saldo comercial brasileiro segundo países selecionados Argentina (24,9) 0,1 0,1 6,5 6,9 Chile ,3 3,9 3,9 2,8 1,8 China ,5 8,9 8,9 15,4 15,6 Coreia do Sul ,7 4,3 4,3 3,8 4,0 Estados Unidos (1) ,2 11,3 11,3 15,4 15,1 Índia ,3 26,1 26,1 3,2 2,7 Japão ,5 (8,5) (8,5) 2,9 3,0 México ,8 (4,6) (4,6) 2,6 2,4 Rússia (54,4) (4,1) (4,1) 1,0 1,1 Venezuela (37,9) 18,4 18,4 0,4 0,5 Demais destinos (0,0) 8,4 8,4 46,0 47,0 Total ,9 7,4 7,4 100,0 100,0 Nota: Origens das importações (1) Inclusive Porto Rico Valores Variação absoluta dez/13 No ano 12 meses No mês No ano 12 meses Argentina , , ,7 Chile (82) (91,1) (280,3) (280,3) China (122,1) 1.747, ,7 Coreia do Sul (329) (4.771) (4.771) (217,7) (173,9) (173,9) Estados Unidos (1) (587) (11.418) (11.418) (35,9) (5.658,2) (5.658,2) Índia (186) (3.227) (3.227) (814,3) (3.761,3) (3.761,3) Japão (251,0) 662,1 662,1 México (169) (1.564) (1.564) (114,8) 507,4 507,4 Rússia ,6 (52,0) (52,0) Venezuela ,7 (390,1) (390,1) Demais destinos ,9 (11.037,0) (11.037,0) Total brasileiro ,8 (16.836,8) (16.836,8) Nota: Países (1) Inclusive Porto Rico APÊNDICE METODOLÓGICO Notação Os valores assinalados em negrito e itálico indicam correções em relação a valores divulgados no boletim anterior. Os valores assinalados entre parênteses indicam variações negativas. O ( ) indica que não houve declaração de valor nesse período. O (**) indica variações acima de 1.000%. Os meses assinalados com asterisco (*) apresentam informações ainda preliminares. *** O somatório das participações não somam 100%, devido à ausência da parcela dos produtos não classificados. Nas classes de produtos ainda há a falta do item operações especiais. - 9/9 -

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