1 { COPPE{EE/UFRJ, Caixa Postal 68504, Rio de Janeiro, RJ, Brasil,

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "1 { COPPE{EE/UFRJ, Caixa Postal 68504, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, e-mail: vmcosta@embratel.net.br"

Transcrição

1 MODELAGEM DE DISPOSITIOS DE CONTROLE NUMA FORMULAC ~AO AUMENTADA PARA FLUXO DE POT^ENCIA ander Menengoy da Cosa 1; Jose Luz R. Perera Nelson Marns 1 { COPPE{EE/UFRJ, Caxa Posal 6854, Ro de Janero, RJ, Brasl, e-mal: { UFJF, Faculdade de Engenhara, Juz de Fora, MG, Brasl, e-mal: { CEPEL, Caxa Posal 4, Ro de Janero, RJ, Brasl, Fax: (1)6145 Resumo: Ese argo apresena modelos maemacos para a ncorporac~ao de dsposvos de conrole no problema do uxo de po^enca, ulzando-se uma formulac~ao aumenada cuja caracersca de converg^enca e a mesma da formulac~ao convenconal expressa em ermos das coordenadas polares. Esa formulac~ao aumenada e alamene esparsa, sendo obda va equac~oes de njec~ao de correnes expressas em coordenadas reangulares. Os resulados apresenados valdam a meodologa proposa. Palavras Chaves: Ssemas de Po^enca, Fluxo de Po^enca, Dsposvos de Conrole Absrac: Ths paper presens he mahemacal modelng for ncorporang conrol devces no he power ow problem, usng an augmened formulaon whose convergence characersc s he same of he convenonal formulaon expressed n erms of polar coordnaes. Ths augmened formulaon s hghly sparse and obaned as a funcon of he curren njecon equaons wren n recangular coordnaes. The resuls valdae he proposed mehod. Keywords: Power Sysems, Power Flow, Conrol Devces 1 Inroduc~ao O calculo do uxo de po^enca e de val mpor^anca nos esudos de planejameno e operac~ao dos Ssemas Elercos de Po^enca. Imporanes conrbuc~oes nese campo em sdo apresenadas ao longo dos anos, esando somene algu- Em douorameno na COPPE/UFRJ, RJ, Brasl Argo submedo em 7//97; 1 a Revs~ao em 8/8/97 Aceo por recomendac~ao do Ed.Consulor Prof.Dr.Jorge Coelho mas referencadas nese argo (Tnney e Har, 1967; So, 1974; Bacher e Tnney, 1987; Semlyen, 1996) Alem dos componenes bascos, exsem dsposvos de conrole que nuencam nas condc~oes de operac~ao, devendo desa forma er suas equac~oes ncorporadas a formulac~ao basca do problema de uxo de po^enca (Bron, 1969; Peerson e Meyer, 1971; Domell e al, 197; Mamandur e Berg, 198; Mara e al, 1988). Em Chang e Brandwajn (1991) s~ao ulzados ajuses alernados enre erac~oes do meodo desacoplado rapdo, de modo a analsar a naureza das nerac~oes enre conroles e propor soluc~oes para elmnar as problemas. Em Da Cosa e al (1996a), Da Cosa e al (1996b), Da Cosa e al (1997) s~ao apresenados os desenvolvmenos maemacos referenes a formulac~ao aumenada para soluc~ao do problema do uxo de po^enca. O objevo dese argo e mosrar a represenac~ao de alguns pos de conrole nesa formulac~ao, desacando-se: Transformador defasador Barras do po P e PQ Compensador esaco de reavo Compensac~ao sere conrolada a rsores Barra ploo para conrole de ens~ao Barra de gerac~ao Noac~ao P + j Q : resduo de po^enca complexa na barra SBA Conrole & Auomac~ao /ol.9 no. 1/Jan., Fev., Mar. e Abrl

2 P G() + jq G() :po^enca complexa gerada na barra P L() + jq L() : carga na barra P sp P calc + jqsp :po^enca complexa especcada na barra + jq calc :po^enca complexa calculada na barra I r + j I m : resduo de correne complexa na barra I sp r + ji sp m : correne njeada especcada na barra I calc r + jim calc : correne njeada calculada na barra r + j m : ens~ao complexa na barra ; :^angulo e modulo da ens~ao na barra sp :modulo da ens~ao especcado na barra G m + jb m : elemeno (; m) da marz adm^anca nodal ; : correc~oes no ^angulo e no modulo da ens~ao E q() : ens~ao de exo de quadraura assocada a barra :^angulo de carga assocado a barra X q() : rea^anca sncrona de exo de quadraura assocada a barra S nom :po^enca aparene nomnal nom : ens~ao nomnal cos nom : faor de po^enca nomnal As marzes es~ao represenadas em negro e os veores em negro sublnhados. Revs~ao da Formulac~ao Aumenada Para a obenc~ao da formulac~ao aumenada ulzam-se as equac~oes de njec~ao de correnes expressas em coordenadas reangulares, ano para as barras de carga quano para as barras de ens~ao conrolada. Para ese ulmo po de barra nroduz-se uma varavel dependene adconal Q e a segune equac~ao adconal mpondo a resrc~ao de conrole da ens~ao: == r r + m m (1) Desa forma, a marz Jacobana obda possu os elemenos dos blocos ( ) fora da dagonal d^encos aqueles da marz adm^anca de barras, ndependene do po de barra a ser consderado. Os elemenos dos blocos () dagonas s~ao modcados em func~ao do modelo de carga consderado. O modelo maemaco obdo (Da Cosa e al, 1997) e expresso pela segune noac~ao marcal: = 6 4 Y B C rm PQ Os blocos da marz Y possuem a segune esruura: Y 4 B = G G B 5 Y m = 4 B m G m G m,b m 5 () B = B, a () G = G, b (4) G = G, c (5) B =,B, d (6) Os par^ameros a, b, c e d referem-se ao modelo de carga ulzado, esando apresenados no Ap^endce B de Da Cosa e al (1997). As marzes B e C possuem a segune esruura: B = C = B = C = B 1 B C 1 C, m, r, m r... B n C n 7 5 r, m r m SBA Conrole & Auomac~ao /ol.9 no. 1/Jan., Fev., Mar. e Abrl 1998

3 = 1 1 n n PQ = P 1 Q 1 P Q P n Q n rm = r1 m1 r n m n Aplcando-se a reduc~ao de Kron, demonsra-se que esa formulac~ao possu a mesma caracersca de converg^enca do uxo de po^enca convenconal escro em coordenadas polares (Tnney e Har, 1967). As correc~oes da magnude e do ^angulo das ens~oes nas barras s~ao dadas por: (h) = C(h) (h) rm (7) ' (h+1) j = ' (h) j +'(h) j (1) 4. Represenac~ao de Barras P e PQ Uma barra de gerac~ao (barra P) pode ser usada para conrolar a ens~ao numa barra remoa (barra PQ), consderando-se que a ens~ao na barra P seja desconhecda e especcando-se a ens~ao na barra PQ. Nese caso, a equac~ao de resrc~ao de ens~ao (1) referene a barra PQ e nroduzda no ssema de equac~oes (). Por ouro lado, se NP barras do po P conrolam a ens~ao de uma unca barra PQ, en~ao (NP, 1) equac~oes adconas s~ao necessaras de modo a possblar uma unca soluc~ao, onde cada equac~ao descreve os faores de parcpac~ao da po^enca reava gerada enre as NP barras do po P, ou seja: A nova soluc~ao e dada por: (h+1) = (h) + (h) (8) (h+1) = (h) + (h) (9) 4 Modelagem de Dsposvos de Conrole 4.1 Represenac~ao de Transformador Defasador Seja um ransformador defasador conecado enre as barras e j de modo a conrolar o uxo de po^enca ava P j araves de varac~oes no ^angulo de fase ' j. Assm, a equac~ao lnearzada de P j enroduzda na marz Jacobana resulando: P j D = E =, j Y B E C D j F j rm PQ ' j e j: denoam barras do po P Q G(), Q G(j) = (11) : faor de parcpac~ao da po^enca reava gerada =1; ;;(NP, 1) Lnearzando-se a Equac~ao (11) em-se: Q Q =Q (), Q (j) = (1) =,Q L() + Q L(j), (Q calc, Q calc j ) (1) O ssema aumenado de equac~oes e en~ao modcado de modo a ncorporar a Equac~ao (1), bem como a equac~ao de resrc~ao de ens~ao para a barra PQ. Assm: Q = 6 4 Y B C D 4 = D D 1 D.. D n rm PQ (14) Onovo valor do ^angulo de fase e dado por: SBA Conrole & Auomac~ao /ol.9 no. 1/Jan., Fev., Mar. e Abrl 1998

4 onde denoa a barra na qual o CER esa nsalado. Da Fgura (1): = + X s Q G() (16) = max G, mn () Q mn G () G (), Q mn G () (17) X s = mn, max G (), Q mn G () (18) Fgura 1 - Caracersca Tens~ao ersus Po^enca Reava Para odas as barras PQ, P e PQ : D =[] Para somene uma barra do po P em-se: C =, m rl l r ml l D = Para odas as ouras barras j do po P em-se: C j =, m j j rj j D j = 1, Se Q G() > G () o CER compora-se como um capacor endo a segune equac~ao: Q G() = Qmax G () ( mn ) (19) Se Q G() < Q mn G () o CER compora-se como um nduor endo a sequne equac~ao: Q G() = Qmn G () ( max ) () As Equac~oes (16), (19) e () s~ao expressas em func~ao das coordenadas reangulares, para poseror lnearzac~ao e nserc~ao na formulac~ao aumenada. Assm, da Equac~ao (16) em-se: +X s (Q L() +Q ), = r r + m m +X s Q (1) onde l denoa barra PQ e os valores n~ao nulos na marz D j correspondem as colunas e j. 4. Represenac~ao do Compensador Esaco de Reavo (CER) A curva caracersca de esado permanene da ens~ao versus po^enca reava para um CER esa mosrada na Fgura (1). A faxa de conrole lnear e deermnada pela suscep^anca maxma do nduor e pela suscep^anca oal devdo aos bancos de capacor em servco e a capac^anca de lragem (Kundur, 1994; Taylor, 1994). Na faxa de varac~ao lnear o CER e equvalene a uma fone de ens~ao em sere com uma rea^anca (X s ). Assm: = + X s I (15) Da Equac~ao (19) em-se: Q L() + Q, G () ( mn ) Qmax = G () ( mn ) r r + Qmax G () ( mn ) m m, Q () Da Equac~ao () em-se: Q L() + Q, Q mn G () ( max ) = Qmn G () ( max ) r r + Qmn G () ( max ) m m, Q () 4 SBA Conrole & Auomac~ao /ol.9 no. 1/Jan., Fev., Mar. e Abrl 1998

5 O processo de soluc~ao e smlar ao da barra P. Ao nves de se ulzar a equac~ao da resrc~ao de ens~ao, ulza-se uma das Equac~oes (1), () ou () dependendo do pono de operac~ao do CER. Torna-se mporane ressalar que os compensadores esacos de reavo s~ao normalmene mplemenados acrescenando-se uma barra P cca ao ssema, cuja ens~ao e gual a ens~ao de refer^enca do CER. Esa barra cca e conecada a barra fsca na qual esa lgado o CER araves da rea^anca X s (Alvarado e DeMarco, 1995). Na formulac~ao proposa n~ao ha qualquer po de nserc~ao de barras, manendo-se por consegune a opologa orgnal do ssema. 4.4 Represenac~ao de Compensac~ao Sere Conrolada a Trsores (CSCT) O prncpo de operac~ao de um CSCT e smlar ao CER, com a excec~ao de que o CSCT e conecado em sere com a lnha. O CSCT e normalmene ulzado para regular o uxo de po^enca ava araves do crcuo no qual esa conecado. O modo de conrole esudado e aquele no qual o dsposvo conrola o uxo de po^enca ava araves do crcuo no qual esa conecado. Seja um CSCT conecado enre as barras and j de modo a conrolar o uxo de po^enca ava P j araves de varac~oes na rea^anca de lnha X j. Assm, a equac~ao lnearzada de P j enroduzda na marz Jacobana como a segur: P j = Y B E C D F rm PQ X j 4.5 Represenac~ao de Barra Ploo para Conrole de Tens~ao Dependendo das caracerscas do ssema de po^enca pode ser neressane er uma esac~ao de gerac~ao ploo conrolando a ens~ao meda de uma deermnada area parcular. Assm, seja a barra ploo de gerac~ao conrolando ameda ponderada das ens~oes nas barras, j e l em um valor especcado p.u. Desa forma em-se: + j j + l l + j + l = (5) A Equac~ao (5) e expressa em ermos das coordenadas reangulares para poseror lnearzac~ao e nserc~ao no ssema aumenado de equac~oes como a segur: r r + m m + j rj j rj + mj rl ml j mj + l rl + l ml = j l l ( + j + l ), ( + j j + l l ) (6) A Equac~ao (6) e nserda no local referene a equac~ao de resrc~ao de ens~ao relaconada a barra. 4.6 Represenac~ao de Barra de Gerac~ao O modelo comumene ulzado em esudos de uxo de po^enca consdera xo os lmes de gerac~ao de po^enca reava para um gerador sncrono. Tal represenac~ao e uma aproxmac~ao, uma vez que os lmes de gerac~ao de po^enca reava dependem do despacho de po^enca ava, bem como da ens~ao de operac~ao do gerador. Uma represenac~ao mas realsca deses lmes requer a deermnac~ao do dagrama de capabldade do gerador sncrono (Kundur, 1994). D = E j F j Em Lof e al (1995) represenam-se os lmes maxmo e mnmo da gerac~ao de po^enca reava, consderando-se a correne maxma de esaor, o lme da correne de roor e o lme de sub-excac~ao. Tano os geradores de roor lso quano os de polos salenes podem ser represenados. O objevo dese argo e modelar a barra de gerac~ao no problema de uxo de po^enca, consderando-se que os lmes da gerac~ao de po^enca reava s~ao dependenes da ens~ao devdo aos mesmos par^ameros como em Lof e al (1995). Alem dso, quando a gerac~ao de po^enca reava de uma maquna conecada na barra esa denro da faxa denda pelos lmes maxmo e mnmo, nroduz-se a segune equac~ao no problema de uxo de po^enca: Anova rea^anca de lnha e dada por: = nom (7) X (h+1) j = X (h) j +X(h) j (4) Por ouro lado, se a gerac~ao de po^enca reava esa fora dos lmes, nroduz-se a segune equac~ao: SBA Conrole & Auomac~ao /ol.9 no. 1/Jan., Fev., Mar. e Abrl

6 Q G() = Q lm (8) onde Q lm e o lme maxmo ou mnmo de gerac~ao de po^enca reava volado numa dada erac~ao. Ese valor para uma barra de gerac~ao e deermnado araves dos lmes do esaor, do roor e de sub-excac~ao, dados respecvamene, pelas Equac~oes (9), (), (1) e () (Lof e al, 1995): Q (max;mn) es ro =, X q() + = q(s max ), PG () (9) vu (Emax q () ) X q (), P G () () Tabela 1 - Transformador Defasador { Ssema 7-Barras Tabela - IEEE{118 Ierac~ao Resduo Maxmo (pu) -48,87 1,598 -,6986,45 Combnac~ao de Barras P e PQ { Ssema Numero Tens~ao Gerac~ao da Modulo ^Angulo Ava Reava Barra (pu) (graus) (MW) (MAr) 1 1,7-19,555. 6,,99-18, ,151-14,581-9, 6, Q mn ro =, X q() Q mn exc = P G () g max + mn Eq () (1) X q(), () X q() As Equac~oes (7) e (8) s~ao expressas em ermos das coordenadas reangulares, para poseror lnearzac~ao e ncorporac~ao na formulac~ao aumenada. Assm, da Equac~ao (7) resula: nom, = r r + m m () Da Equac~ao (8) resula: Q L() + Q, Q lm =,Q (4) O processo de mplemenac~ao e smlar ao da barra P convenconal. Ao nves de se ulzar a equac~ao de resrc~ao de ens~ao, ulza-se uma das Equac~oes () ou (4) dependendo do pono de operac~ao da maquna sncrona. 5 Resulados Para valdar os modelos de conrole proposos s~ao ulzados os ssemas de 7 barras relaconado ao ssema nerconecado sul-sudese braslero (Da Cosa e al, 1997) e IEEE{118 barras. Todos os dsposvos de conrole em esudo, com excec~ao do ransformador defasador, s~ao esados ulzando o ssema IEEE{118. A Tabela (1) mosra as caracerscas de converg^enca do ssema de 7 barras, no qual um ransformador defasador esa conecado enre as barras 5 e 99 com o objevo de conrolar o uxo de po^enca ava da barra 461 para 5 em,44 pu. A converg^enca e obda quando o valor absoluo da dferenca enre o valor especcado e calculado do uxo de po^enca ava for menor que,1 pu. Nese caso, os ^angulos de fase ncal e nal s~ao, e 46,96 graus, respecvamene. A combnac~ao de barras P e PQ e valdada ulzando-se o ssema IEEE{118, assumndo-se que as barras 1 e 4 s~ao do po P e a barra do po PQ. A ens~ao na barra deve ser conrolada em,99 pu de modo que Q G(1) = Q G(4). A soluc~ao do uxo de po^enca obda apos r^es erac~oes, com relac~ao as barras de neresse, esa mosrada na Tabela (). A smulac~ao de barras ploo para conrole de ens~ao e valdada ulzando-se o ssema IEEE{118, no qual a barra ploo 46 conrola a meda das ens~oes nas barras 4, 44, 45, 47 e 48 em 1, pu e a barra ploo 9 conrola a meda das ens~oes nas barras 9, 94, 95, 96, 97, 11 e 1 em,99 pu. A soluc~ao do uxo de po^enca obda apos r^es erac~oes, com relac~ao as barras de neresse, esa mosrada na Tabela (). Ulzando-se o ssema IEEE{118 ncluu-se um compensador esaco de reavo na barra, modelado por max = 1; 5 pu, mn = ; 9 pu, G = 95; MAr e Q mn G =,15; MAr correspondendo a uma rea^anca de.5%. Os resulados para sucessvos aumenos na carga da barra es~ao apresenados na Tabela (4). Observa-se que com esa modelagem do compensador esaco de reavo, o numero de erac~oes necessaras a converg^enca da soluc~ao n~ao e elevado. Para cargas da ordem de,6 vezes seu valor ncal, o uxo de po^enca passa a n~ao convergr. ATabela (5) mosra as caracerscas de converg^enca obda com relac~ao ao ssema IEEE{118, no ocane a nserc~ao da compensac~ao sere conrolada a rsores enre as barras 4 e 49, com o objevo de conrolar o uxo de po^enca ava enre esas barras em -,5 pu. A converg^enca e obda quando o valor absoluo da dferenca 6 SBA Conrole & Auomac~ao /ol.9 no. 1/Jan., Fev., Mar. e Abrl 1998

7 Tabela - Barras Ploo { Ssema IEEE{118 Numero Tens~ao Gerac~ao da Modulo ^Angulo Ava Reava) Barra (pu) (graus) (MW) (MAr) 4, , ,988-16, ,991-14, ,17-11,59 19, 6,4 47 1,195-9, ,5-1,4.. Meda: 1, 9,9874, , 9,988, ,989-1, ,9797 -, ,9919 -, ,11 -,6.. 11,99 -,55.. 1,987,181.. Meda:,99 Tabela 4 - Compensador Esaco de Reavo { Ssema IEEE{118 Carga Tens~ao Gerac~ao Numero Barra Barra Barra de MW MAr (pu) (MAr) Ierac~oes 1 5,9897 6,1 1,989 8,99 4,98 45,6 8 4, ,74 1 6,98 74, ,91 94,7 1,98 87, ,996 8, , ,61 5 enre o valor especcado e calculado do uxo de po^enca ava for menor que,1 pu. Nese caso, os valores ncal e nal da rea^anca da lnha s~ao, pu e,4767 pu, respecvamene. O proxmo passo e comparar os resulados obdos ulzando-se o procedmeno convenconal para as barras de gerac~ao, com aqueles obdos consderando-se a formulac~ao proposa na qual os lmes de gerac~ao de po^enca reava s~ao dependenes da ens~ao. Com ese nuo, esuda-se o gerador conecado na barra 87 cujos valores nomnas s~ao S nom =; 5 pu, P G =; 45 pu, nom =1; 15 pu e Tabela 5 - Compensac~ao Sere { Ssema IEEE{118 Ierac~ao Resduo Maxmo (pu) 5, ,857 -,9 -,167 4,1 Tabela 6 - Barra de Gerac~ao ; C: convenconal; P:proposa Carga Tens~ao (pu) MAr Numero Barra 86 Barra 87 Barra 87 Ierac~oes MW MAr C P C P C{P 1 1 1,15 1,15 6,6 6,6 { 4 1,15 1,15 1,14 1,14 { ,15 1,15 5,4 5,4 { ,9 1,9,8,8 { 16 6,9841,9,8 8,1 { 147 7,9566,914,8,56 { ,957,865,8 14,97 {6 cos nom =; 85. O valor de X q e 1, pu e da ress^enca e zero. As correnes maxmas do esaor e do roor consderadas s~ao 5% e 1% acma dos respecvos valores nomnas eo^angulo de carga maxmoe 8 graus. Na formulac~ao convenconal os lmes mnmo e maxmo de gerac~ao de reavo s~ao xos nos valores de -,8 MAr e +,8 MAr. Os resulados para sucessvos aumenos na carga da barra 86 es~ao apresenados na Tabela (6). Observa-se que com esa modelagem para os lmes de gerac~ao de reavo, n~ao houve um aumeno excessvo no numero de erac~oes necessaras a converg^enca da soluc~ao. Alem dso, observam-se os valores realscos da ens~ao e da gerac~ao de reavos na barra de gerac~ao, dferenes daqueles obdos consderando-se a gerac~ao de reavos xa no valor do lme volado, prncpalmene a medda que a carga na barra 86 aumena. 6 Conclus~oes Ese argo apresena os modelos maemacos para ncorporac~ao dos dsposvos de conrole no problema do uxo de po^enca. Para so, ulza uma formulac~ao aumenada baseada em njec~oes de correne, cuja marz Jacobana aumenada e alamene esparsa (4n4n) e faclmene avalada a cada erac~ao (Da Cosa e al, 1997). A formulac~ao aumenada apresena as mesmas caracerscas de converg^enca do uxo de po^enca convenconal expresso em ermos das coordenadas polares. No enano, perme uma maor facldade na ncorporac~ao dos modelos de dsposvos de conrole, bem como perme uma modelagem mas realsca de deermnados componenes em ssemas de po^enca, as como, lmes de gerac~ao reava de maqunas sncronas e compensadores esacos de reavo. Ese argo apresena uma nova proposa de represenac~ao das barras P e PQ, do compensador esaco de reavo, da barra ploo para conrole da ens~ao e da barra de gerac~ao, em esudos de uxo de po^enca. Os modelos do ransformador defasador e da compensac~ao sere conrolada a rsores foram adapados para a represenac~ao na formulac~ao aumenada, onde os resulados obdos valdam a modelagem. Conclu-se dos esudos realzados que a formulac~ao e os modelos proposos consuem-se em ferramenas va- SBA Conrole & Auomac~ao /ol.9 no. 1/Jan., Fev., Mar. e Abrl

8 losas na soluc~ao dos problemas auas de uxo de po^enca, onde a adequada consderac~ao dos varos pos de conrole orna-se cada vez mas mporane. Refer^encas Bblogracas Alvarado F.L. and C.L. DeMarco. (November, 1995). Compuaonal ools for plannng and operaon nvolvng FACTS devces. Proceedngs of Worshop on Facs, Ro de Janero, Brazl. Bacher R. and W.F. Tnney. (Ocober, 1989). Faser local power ow soluons: The zero msmach approach. IEEE Transacons on Power Sysems, 4, No. 4:145{154. Bron J.P. (Ocober, 1969). Improved area nerchange conrol for Newon's mehod load ows. IEEE Transacons on Power Sysems, pages 1577{1581. Peerson N.M. and W.S. Meyer. (January/February, 1971). Auomac adjusmen of ransformer and phase-shfer n he Newon power ow. IEEE Transacons on Power Sysems, pages 1{18. Semlyen A. (Augus, 1996). Fundamenal conceps of a Krylov subspace power ow mehodology. IEEE Transacons on Power Sysems, 11, No. :158{157. So B. (July, 1974). Revew of load-ow calculaon mehods. Proceedngs of IEEE, 6:916{99. Taylor C.W. (1994). McGraw-Hll, Inc.. Power Sysem olage Sably. Tnney W.F. and C.E. Har. (November, 1967). Power ow soluon by Newon's mehod. IEEE Transacons on Power Sysems, PAS-86:1449{1456. Chang S. and. Brandwajn. (May, 1991). Solvng he adjusmens neracons n fas decoupled load ow. IEEE Transacons on Power Sysems, 6,No. :81{85. Da Cosa.M., N. Marns, J.L.R. Perera, and H.J.C.P. Pno. (Mao, 1996a). Um modelo de uxo de po^enca com ala exbldade de represenac~ao de equpamenos FACTS. Proceedngs of Symposum of Specalss n Elecrc Operaonal and Expanson Plannng, Recfe, Brasl. Da Cosa.M., J.L.R. Perera, and N. Marns. (Ouubro, 1996b). Fluxo de po^enca em coordenadas polares ulzando-se varaves nermedaras em coordenadas reangulares. III Enconro Luso-Afro-Braslero de Planejameno e Explorac~ao de Redes de Energa, Poro, Porugal. Da Cosa.M., N. Marns, and J.L.R. Perera. (Mao, 1997). Um procedmeno alernavo para o problema do uxo de po^enca. Revsa da Socedade Braslera de Auomaca, 8, No. 1. Dommel H.W., W.F. Tnney, and W.L. Powell. (January, 197). Furher developmens n Newon's mehod for power sysem applcaons. IEEE Wner Power Meeng, Conference Paper No. 7 CP 161-PWR New Yor. Kundur P. (1994). Power Sysem Sably and Conrol. McGraw-Hll, Inc.. Lof P-A., G. Andersson, and D.J. Hll. (February, 1995). olage dependen reacve power lms for volage sably sudes. IEEE Transacons on Power Sysems, 1, No. 1:{8. Mamandur K.R.C. and G.J. Berg. (June, 198). Auomac adjusmen of generaor volages n Newon- Raphson mehod of power ow soluons. IEEE Transacons on Power Sysems, PAS-11, No. 6:14{149. Mara G.A., A.H. Yuen, and J.A. Fndlay. (Augus, 1988). Conrol varable adjusmen n load ows. IEEE Transacons on Power Sysems,, No. :858{8. 8 SBA Conrole & Auomac~ao /ol.9 no. 1/Jan., Fev., Mar. e Abrl 1998

2 Programação Matemática Princípios Básicos

2 Programação Matemática Princípios Básicos Programação Maemáca Prncípos Báscos. Consderações Geras Os objevos dese capíulo são apresenar os conceos de Programação Maemáca (PM) necessáros à compreensão do processo de omzação de dmensões e descrever

Leia mais

É a parte da mecânica que descreve os movimentos, sem se preocupar com suas causas.

É a parte da mecânica que descreve os movimentos, sem se preocupar com suas causas. 1 INTRODUÇÃO E CONCEITOS INICIAIS 1.1 Mecânca É a pare da Físca que esuda os movmenos dos corpos. 1. -Cnemáca É a pare da mecânca que descreve os movmenos, sem se preocupar com suas causas. 1.3 - Pono

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 22 a 25 Novembro de 2009 Recfe - PE GRUPO IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP OTIMIZAÇÃO DA

Leia mais

CAPÍTULO 1 REPRESENTAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE SISTEMAS. Sistema monovariável SISO = Single Input Single Output. s 1 s 2. ... s n

CAPÍTULO 1 REPRESENTAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE SISTEMAS. Sistema monovariável SISO = Single Input Single Output. s 1 s 2. ... s n 1 CAPÍTULO 1 REPREENTAÇÃO E CLAIFICAÇÃO DE ITEMA 1.1. Represenação de ssemas 1.1.1. semas com uma enrada e uma saída (IO) e sema monovarável IO = ngle Inpu ngle Oupu s e = enrada s = saída = ssema 1.1..

Leia mais

3 Planejamento da Operação Energética no Brasil

3 Planejamento da Operação Energética no Brasil 3 Planeameno da Operação Energéca no Brasl 3.1 Aspecos Geras O ssema elérco braslero é composo por dos dferenes pos de ssemas: os ssemas solados, os quas predomnam na regão Nore do Brasl e represenam cerca

Leia mais

HEURÍSTICA PARA O PROBLEMA DE ROTEIRIZAÇÃO E ESTOQUE

HEURÍSTICA PARA O PROBLEMA DE ROTEIRIZAÇÃO E ESTOQUE Pesqusa Operaconal e o Desenvolvmeno Susenável 7 a /9/5, Gramado, RS HEURÍSTICA PARA O PROBLEMA DE ROTEIRIZAÇÃO E ESTOQUE André Luís Shguemoo Faculdade de Engenhara Elérca e Compuação Unversdade Esadual

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.634, DE 4 DE MARÇO DE 2013. Padrão. Padrão. max i. I - F = fator estabelecido no art. 4º da Resolução nº 4.

CIRCULAR Nº 3.634, DE 4 DE MARÇO DE 2013. Padrão. Padrão. max i. I - F = fator estabelecido no art. 4º da Resolução nº 4. CIRCULAR Nº 3.634, DE 4 DE MARÇO DE 2013 Esabelece os procedmenos para o cálculo da parcela dos avos ponderados pelo rsco (RWA) referene às exposções sueas à varação de axas de uros prefxadas denomnadas

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO - VII GRUPO DE ESTUDO DE PLANEJAMENTO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GPL

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO - VII GRUPO DE ESTUDO DE PLANEJAMENTO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GPL XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 XXX.YY a 5 Novembro de 009 Recfe - PE GRUPO - VII GRUPO DE ESTUDO DE PLANEJAMENTO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GPL HIDROTERM

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO DE SISTEMAS DE AERAÇÃO PARA A ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SUZANO

ESTUDO COMPARATIVO DE SISTEMAS DE AERAÇÃO PARA A ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SUZANO ESTUDO COMPARATIVO DE SISTEMAS DE AERAÇÃO PARA A ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SUZANO Roque Passos Pvel Escola Polécnca da Unversdade de São Paulo - EPUSP Pedro Alem Sobrnho Escola Polécnca da Unversdade

Leia mais

ECONOMETRIA. Prof. Patricia Maria Bortolon, D. Sc.

ECONOMETRIA. Prof. Patricia Maria Bortolon, D. Sc. ECONOMETRIA Prof. Parca Mara Borolon. Sc. Modelos de ados em Panel Fone: GUJARATI;. N. Economera Básca: 4ª Edção. Ro de Janero. Elsever- Campus 006 efnções Geras Nos dados em panel a mesma undade de core

Leia mais

Projeto de Inversores e Conversores CC-CC

Projeto de Inversores e Conversores CC-CC eparameno de Engenhara Elérca Aula. onversor Buck Prof. João Amérco lela Bblografa BAB, vo. & MANS enzar ruz. onversores - Báscos Não-solados. ª edção, UFS,. MOHAN Ned; UNEAN ore M.; OBBNS Wllam P. Power

Leia mais

Interpolação e Extrapolação da Estrutura a Termo de Taxas de Juros para Utilização pelo Mercado Segurador Brasileiro

Interpolação e Extrapolação da Estrutura a Termo de Taxas de Juros para Utilização pelo Mercado Segurador Brasileiro Inerpolação e Exrapolação da Esruura a Termo de Taxas de Juros para Ulzação pelo Mercado Segurador Braslero Sergo Lus Frankln Jr. Thago Baraa Duare César da Rocha Neves + Eduardo Fraga L. de Melo ++ M.Sc.,

Leia mais

7. FILTROS PASSIVOS E ATIVOS

7. FILTROS PASSIVOS E ATIVOS 7. FILTROS PASSIVOS E ATIVOS São esudadas nese capíulo esruuras de crcuos capazes de mgar o problema de dsorção de correnes e/ou ensões em ssemas elércos. Inca-se com os flros passvos, verfcando alguns

Leia mais

Gripe: Época de gripe; actividade gripal; cálculo da linha de base e do respectivo intervalo de confiança a 95%; e área de actividade basal.

Gripe: Época de gripe; actividade gripal; cálculo da linha de base e do respectivo intervalo de confiança a 95%; e área de actividade basal. Grpe: Época de grpe; acvdade grpal; cálculo da lnha de ase e do respecvo nervalo de confança a 95%; e área de acvdade asal. ÉPOCA DE GRPE Para maor facldade de compreensão será desgnado por época de grpe

Leia mais

ipea COEFICIENTES DE IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO NA INDÚSTRIA

ipea COEFICIENTES DE IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO NA INDÚSTRIA COEFICIENTES DE IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO NA INDÚSTRIA Paulo Mansur Levy Mara Isabel Fernans Serra Esa noa em como objevo dvulgar resulados relavos ao comporameno das exporações e mporações produos ndusras

Leia mais

Arbitragem na Estrutura a Termo das Taxas de Juros: Uma Abordagem Bayesiana

Arbitragem na Estrutura a Termo das Taxas de Juros: Uma Abordagem Bayesiana Arbragem na Esruura a ermo das axas de Juros: Uma Abordagem Bayesana Márco Pole Laurn Armêno Das Wesn Neo Insper Workng Paper WPE: / Copyrgh Insper. odos os dreos reservados. É probda a reprodução parcal

Leia mais

CÁLCULO DE ÍNDICES DE CONFIABILIDADE EM SISTEMAS DE GERAÇÃO DE ENERGIA USANDO UM ALGORITMO GENÉTICO MODIFICADO

CÁLCULO DE ÍNDICES DE CONFIABILIDADE EM SISTEMAS DE GERAÇÃO DE ENERGIA USANDO UM ALGORITMO GENÉTICO MODIFICADO CÁLCULO DE ÍNDICES DE CONFIABILIDADE EM SISTEMAS DE GERAÇÃO DE ENERGIA USANDO UM ALGORITMO GENÉTICO MODIFICADO RODRIGO ALBUQUERQUE, ANSELMO RODRIGUES, MARIA G. DA SILVA. Grupo de Ssemas de Poênca, Deparameno

Leia mais

ANEXO III. Nota Técnica nº 148/2010-SRE/ANEEL Brasília, 24 de maio de 2010.

ANEXO III. Nota Técnica nº 148/2010-SRE/ANEEL Brasília, 24 de maio de 2010. ANEXO III Noa Técnca nº 148/21-SRE/ANEEL Brasíla, 24 de mao de 21. M E T O D O L O G I A E Á L U L O D O F A T O R X ANEXO II Noa Técnca n o 148/21 SRE/ANEEL Em 24 de mao de 21. Processo nº 485.269/26-61

Leia mais

Erro! Indicador não definido. Erro! Indicador não definido. Erro! Indicador não definido. Erro! Indicador não definido.

Erro! Indicador não definido. Erro! Indicador não definido. Erro! Indicador não definido. Erro! Indicador não definido. A Prevsão com o Modelo de Regressão.... Inrodução ao Modelo de Regressão.... Exemplos de Modelos Lneares... 3. Dervação dos Mínmos Quadrados no Modelo de Regressão... 6 4. A Naureza Probablísca do Modelo

Leia mais

PROF. DR. JACQUES FACON LIMIARIZAÇÃO POR ENTROPIA DE WULU

PROF. DR. JACQUES FACON LIMIARIZAÇÃO POR ENTROPIA DE WULU 1 PUCPR- Ponfíca Unversdade Caólca Do Paraná PPGIA- Programa de Pós-Graduação Em Informáca Aplcada PROF. DR. JACQUES FACON IMIARIZAÇÃO POR ENTROPIA DE WUU Resumo: Uma nova écnca de marzação baseada em

Leia mais

Análise comparativa e teste empírico da validade dos modelos CAPM tradicional e condicional: o caso das ações da Petrobrás

Análise comparativa e teste empírico da validade dos modelos CAPM tradicional e condicional: o caso das ações da Petrobrás Análse comparava e ese empírco da valdade dos modelos capm radconal e condconal: o caso das ações da Perobrás Análse comparava e ese empírco da valdade dos modelos CAPM radconal e condconal: o caso das

Leia mais

CONVERSORES CC-CC Aplicações: Controlo de motores de CC-CC Fontes de alimentação comutadas Carga de baterias bateria

CONVERSORES CC-CC Aplicações: Controlo de motores de CC-CC Fontes de alimentação comutadas Carga de baterias bateria CÓNCA PÊNCA Aplcações: CN CC-CC CN CC-CC Crolo de moores de CC-CC Fes de almenação comuadas Carga de baeras ensão cínua de enrada moor de correne cínua crolo e comando baera ede CA ecfcador não crolado

Leia mais

2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA MODELO DE APOIO À DECISÃO PARA UM PROBLEMA DE POSICIONAMENTO DE BASES, ALOCAÇÃO E REALOCAÇÃO DE AMBULÂNCIAS EM CENTROS URBANOS: ESTUDO DE CASO NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO RESUMO Ese argo apresena uma proposa

Leia mais

FILTROS ATIVOS: UMA ABORDAGEM COMPARATIVA. Héctor Arango José Policarpo G. Abreu Adalberto Candido

FILTROS ATIVOS: UMA ABORDAGEM COMPARATIVA. Héctor Arango José Policarpo G. Abreu Adalberto Candido FILTROS ATIVOS: UMA ABORDAGEM COMPARATIVA Hécor Arango José Polcaro G. Abreu Adalbero Canddo Insuo de Engenhara Elérca - EFEI Av. BPS, 1303-37500-000 - Iajubá (MG) e-mal: arango@ee.efe.rmg.br Resumo -

Leia mais

Inferência Bayesiana Aplicada ao Desenvolvimento de Modelos Neurais para Tratamento de Alarmes em Subestações

Inferência Bayesiana Aplicada ao Desenvolvimento de Modelos Neurais para Tratamento de Alarmes em Subestações Inferênca Bayesana Aplcada ao Desenvolvmeno de Modelos Neuras para Traameno de Alarmes em Subesações Vor Huo Ferrera, Julo esar Saccn de Souza e Mlon Brown Do ouo Flo Absrac-- Ts wor nvesaes e applcaon

Leia mais

ANÁLISE CONDICIONADA DA DEMANDA COM CORREÇÃO DE HETEROCEDASTICIDADE

ANÁLISE CONDICIONADA DA DEMANDA COM CORREÇÃO DE HETEROCEDASTICIDADE ANÁLISE CONDICIONADA DA DEMANDA COM CORREÇÃO DE HETEROCEDASTICIDADE Angela Crsna Morera da Slva UFRJ/COPPE - Unversdade Federal do Ro de Janero, Cenro de Tecnologa, Bloco F, sala 114, Cdade Unversára Ro

Leia mais

A estrutura a termo de taxas de juros no Brasil: modelos, estimação, interpolação, extrapolação e testes

A estrutura a termo de taxas de juros no Brasil: modelos, estimação, interpolação, extrapolação e testes A esruura a ermo de axas de juros no Brasl: modelos, esmação, nerpolação, exrapolação e eses Sergo Lus Frankln Jr. Thago Baraa Duare César da Rocha Neves + Eduardo Fraga L. de Melo ++ M.Sc., SUSEP/CGSOA

Leia mais

1. Introdução. B = S = Valor presente esperado dos superávits futuros (1) P

1. Introdução. B = S = Valor presente esperado dos superávits futuros (1) P . Inrodução A vsão radconal da deermnação do nível de preços é baseada na eora Quanava da Moeda. Segundo essa vsão o padrão de avdade real em uma economa mplca um cero nível desejado de encaxes moneáros

Leia mais

O díodo. Dispositivo de dois terminais

O díodo. Dispositivo de dois terminais eparameno de Engenhara Elecroécnca (EE) sposvo de dos ermnas Ânodo O díodo Cáodo Componene elemenar não-lnear ulzado em crcuos muo varados Aplcações: conversores de poênca AC/C recfcadores, processameno

Leia mais

DINÂMICA E PREVISÃO DE PREÇOS DE COMMODITIES AGRÍCOLAS COM O FILTRO DE KALMAN

DINÂMICA E PREVISÃO DE PREÇOS DE COMMODITIES AGRÍCOLAS COM O FILTRO DE KALMAN XXVIII ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DINÂICA E PREVISÃO DE PREÇOS DE COODITIES AGRÍCOLAS CO O FILTRO DE KALAN Flávo Pnhero Corsn (POLI-USP) flavo.corsn@gmal.com Celma de Olvera Rbero (POLI-USP)

Leia mais

EEL-001 CIRCUITOS ELÉTRICOS ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO

EEL-001 CIRCUITOS ELÉTRICOS ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO L IRUITOS LÉTRIOS 8 UNIFI,VFS, Re. BDB PRT L IRUITOS LÉTRIOS NGNHRI D OMPUTÇÃO PÍTULO 5 PITORS INDUTORS: omporameno com Snas onínuos e com Snas lernaos 5. INTRODUÇÃO Ressor elemeno que sspa poênca. 5.

Leia mais

Programação Não Linear Irrestrita

Programação Não Linear Irrestrita EA 044 Planejameno e Análse de Ssemas de Produção Programação Não Lnear Irresra DCA-FEEC-Uncamp Tópcos -Inrodução -Busca undmensonal 3-Condções de omaldade 4-Convedade e omaldade global 5-Algormos DCA-FEEC-Uncamp

Leia mais

TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS

TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS ARTIGO: TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS REVISTA: RAE-elerônica Revisa de Adminisração de Empresas FGV EASP/SP, v. 3, n. 1, Ar. 9, jan./jun. 2004 1

Leia mais

PREVISIBILIDADE NO MERCADO DE COMMODITIES: UM ESTUDO APLICADO AO PREÇO DA SOJA NO BRASIL

PREVISIBILIDADE NO MERCADO DE COMMODITIES: UM ESTUDO APLICADO AO PREÇO DA SOJA NO BRASIL Salvador, BA, Brasl, 08 a de ouubro de 03. PREVISIBILIDADE O MERCADO DE COMMODITIES: UM ESTUDO APLICADO AO PREÇO DA SOJA O BRASIL Everon Anger Cavalhero (UFPEL ) ecavalhero@cvsm.com.br Kelmara Mendes Vera

Leia mais

Análise do Desempenho dos Gestores de Fundos, baseada nas Transações e nas Participações das Carteiras

Análise do Desempenho dos Gestores de Fundos, baseada nas Transações e nas Participações das Carteiras Vâna Sofa Sequera Umbelno Análse do Desempenho dos Gesores de Fundos, baseada nas Transações e nas Parcpações das Careras Dsseração de Mesrado apresenado à Faculdade de Economa da Unversdade de Combra

Leia mais

Valor do Trabalho Realizado 16.

Valor do Trabalho Realizado 16. Anonio Vicorino Avila Anonio Edésio Jungles Planejameno e Conrole de Obras 16.2 Definições. 16.1 Objeivo. Valor do Trabalho Realizado 16. Parindo do conceio de Curva S, foi desenvolvida pelo Deparameno

Leia mais

Equações Diferenciais Ordinárias Lineares

Equações Diferenciais Ordinárias Lineares Equações Diferenciais Ordinárias Lineares 67 Noções gerais Equações diferenciais são equações que envolvem uma função incógnia e suas derivadas, além de variáveis independenes Aravés de equações diferenciais

Leia mais

Conceitos Básicos de Circuitos Elétricos

Conceitos Básicos de Circuitos Elétricos onceos Báscos de rcuos lércos. nrodução Nesa aposla são apresenados os conceos e defnções fundamenas ulzados na análse de crcuos elércos. O correo enendmeno e nerpreação deses conceos é essencal para o

Leia mais

S&P Dow Jones Indices: Metodologia da matemática dos índices

S&P Dow Jones Indices: Metodologia da matemática dos índices S&P Dow Jones Indces: Meodologa da maemáca dos índces S&P Dow Jones Indces: Meodologa do índce Ouubro 2013 Índce Inrodução 3 Dferenes varedades de índces 3 O dvsor do índce 4 Índces ponderados por capalzação

Leia mais

EQUIVALENTES DINÂMICOS PARA ESTUDOS DE HARMÔNICOS USANDO ANÁLISE MODAL. Franklin Clement Véliz Sergio Luis Varricchio Sergio Gomes Jr.

EQUIVALENTES DINÂMICOS PARA ESTUDOS DE HARMÔNICOS USANDO ANÁLISE MODAL. Franklin Clement Véliz Sergio Luis Varricchio Sergio Gomes Jr. SP-2 X SEPOPE 2 a 25 de maio de 2006 a 2 s o 25 h 2006 X SIPÓSIO DE ESPECIAISTAS E PANEJAENTO DA OPERAÇÃO E EXPANSÃO EÉTRICA X SYPOSIU OF SPECIAISTS IN EECTRIC OPERATIONA AND EXPANSION PANNING FORIANÓPOIS

Leia mais

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico 146 CAPÍULO 9 Inrodução ao Conrole Discreo 9.1 Inrodução Os sisemas de conrole esudados aé ese pono envolvem conroladores analógicos, que produzem sinais de conrole conínuos no empo a parir de sinais da

Leia mais

Física I. 2º Semestre de Instituto de Física- Universidade de São Paulo. Aula 5 Trabalho e energia. Professor: Valdir Guimarães

Física I. 2º Semestre de Instituto de Física- Universidade de São Paulo. Aula 5 Trabalho e energia. Professor: Valdir Guimarães Físca I º Semesre de 03 Insuo de Físca- Unversdade de São Paulo Aula 5 Trabalho e energa Proessor: Valdr Gumarães E-mal: valdrg@.usp.br Fone: 309.704 Trabalho realzado por uma orça consane Derenemene

Leia mais

Estando o capacitor inicialmente descarregado, o gráfico que representa a corrente i no circuito após o fechamento da chave S é:

Estando o capacitor inicialmente descarregado, o gráfico que representa a corrente i no circuito após o fechamento da chave S é: PROCESSO SELETIVO 27 2 O DIA GABARITO 1 13 FÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45 31. Considere o circuio mosrado na figura abaixo: S V R C Esando o capacior inicialmene descarregado, o gráfico que represena a correne

Leia mais

Esta monografia é dedicada a Letícia e aos meus pais, João e Adelangela

Esta monografia é dedicada a Letícia e aos meus pais, João e Adelangela Esa monografa é dedcada a Leíca e aos meus pas, João e Adelangela Agradecmenos Gosara de agradecer ao Prof. Vrgílo, pelo apoo e orenação dados durane ese e ouros rabalhos. Agradeço ambém a meus colegas

Leia mais

Espaço SENAI. Missão do Sistema SENAI

Espaço SENAI. Missão do Sistema SENAI Sumário Inrodução 5 Gerador de funções 6 Caracerísicas de geradores de funções 6 Tipos de sinal fornecidos 6 Faixa de freqüência 7 Tensão máxima de pico a pico na saída 7 Impedância de saída 7 Disposiivos

Leia mais

A IMPLANTAÇÃO DO PRINCÍPIO DO DESTINO NA COBRANÇA DO ICMS E SUAS IMPLICAÇÕES DINÂMICAS SOBRE OS ESTADOS

A IMPLANTAÇÃO DO PRINCÍPIO DO DESTINO NA COBRANÇA DO ICMS E SUAS IMPLICAÇÕES DINÂMICAS SOBRE OS ESTADOS A IMPLANTAÇÃO DO PRINCÍPIO DO DESTINO NA COBRANÇA DO ICMS E SUAS IMPLICAÇÕES DINÂMICAS SOBRE OS ESTADOS Nelson Leão Paes PIMES/UFPE Resumo Nese argo, ulzou-se um modelo de equlíbro geral dnâmco para esmar

Leia mais

Impacto da Educação Defasada sobre a Criminalidade no Brasil: 2001-2005

Impacto da Educação Defasada sobre a Criminalidade no Brasil: 2001-2005 1 Impaco da Educação Defasada sobre a Crmnaldade no Brasl: 2001-2005 Evandro Camargos Texera Ana Lúca Kassouf Seembro, 2011 Workng Paper 010 Todos os dreos reservados. É probda a reprodução parcal ou negral

Leia mais

Prof. Luiz Marcelo Chiesse da Silva DIODOS

Prof. Luiz Marcelo Chiesse da Silva DIODOS DODOS 1.JUÇÃO Os crisais semiconduores, ano do ipo como do ipo, não são bons conduores, mas ao ransferirmos energia a um deses ipos de crisal, uma pequena correne elérica aparece. A finalidade práica não

Leia mais

Avaliação Inter/Intra-regional de absorção e difusão tecnológica no Brasil: Uma abordagem não-paramétrica. AUTORES.

Avaliação Inter/Intra-regional de absorção e difusão tecnológica no Brasil: Uma abordagem não-paramétrica. AUTORES. Avalação Iner/Inra-regonal de absorção e dfusão ecnológca no Brasl: Uma abordagem não-paramérca. Palavras chave: Efcênca écnca Produvdade oal Varação ecnológca AUTORES Emerson Marnho ouor em Economa pela

Leia mais

Despacho n.º 13/06. 2. A presente resolução entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação. João Renato Lima Presidente do C.A.

Despacho n.º 13/06. 2. A presente resolução entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação. João Renato Lima Presidente do C.A. Despacho n.º 13/06 De enre as arbuções da Agênca de Regulação Económca desaca-se a compeênca de fxar as arfas e os mecansmos de reajuses a serem pracados pela oncessonára do servço públco de ranse e dsrbução

Leia mais

CIRCUITOS ELÉTRICOS EXERCÍCIOS ) Para o circuito da figura, determinar a tensão de saída V out, utilizando a linearidade.

CIRCUITOS ELÉTRICOS EXERCÍCIOS ) Para o circuito da figura, determinar a tensão de saída V out, utilizando a linearidade. FISP CIRCUITOS ELÉTRICOS EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 00 CIRCUITOS ELÉTRICOS EXERCÍCIOS 00 Para o crcuo da fgura, deermnar a ensão de saída V ou, ulzando a lneardade. Assumremos que a ensão de saída seja V ou

Leia mais

3 Teoria de imunização

3 Teoria de imunização 33 3 Teora de munzação Como fo vso, o LM é um gerencameno conuno de avos e passvos como o nuo de dmnur ou aé elmnar os rscos enfrenados pelas nsuções fnanceras. Deses rscos, o rsco de axa de uros represena

Leia mais

Análise da estabilidade termodinâmica através do método do conjunto gerador

Análise da estabilidade termodinâmica através do método do conjunto gerador Análse da esabldade emodnâmca aavés do méodo do conjuno geado Jovana Sao de Souza Unvesdade Fedeal Flumnense- Depaameno de Educação Maemáca 28470 000, Sano Anôno de Pádua, RJ E-mal: jovana@nfesuffb Luz

Leia mais

ANÁLISE DE UMA EQUAÇÃO DIFERENCIAL LINEAR QUE CARACTERIZA A QUANTIDADE DE SAL EM UM RESERVATÓRIO USANDO DILUIÇÃO DE SOLUÇÃO

ANÁLISE DE UMA EQUAÇÃO DIFERENCIAL LINEAR QUE CARACTERIZA A QUANTIDADE DE SAL EM UM RESERVATÓRIO USANDO DILUIÇÃO DE SOLUÇÃO ANÁLSE DE UMA EQUAÇÃO DFERENCAL LNEAR QUE CARACTERZA A QUANTDADE DE SAL EM UM RESERATÓRO USANDO DLUÇÃO DE SOLUÇÃO Alessandro de Melo Omena Ricardo Ferreira Carlos de Amorim 2 RESUMO O presene arigo em

Leia mais

CAPÍTULO I CIRCUITOS BÁSICOS COM INTERRUPTORES, DIODOS E TIRISTORES 1.1 CIRCUITOS DE PRIMEIRA ORDEM Circuito RC em Série com um Tiristor

CAPÍTULO I CIRCUITOS BÁSICOS COM INTERRUPTORES, DIODOS E TIRISTORES 1.1 CIRCUITOS DE PRIMEIRA ORDEM Circuito RC em Série com um Tiristor APÍTUO I IRUITOS BÁSIOS OM INTERRUPTORES, IOOS E TIRISTORES. IRUITOS E PRIMEIRA OREM.. rcuo R em Sére com um Trsor Seja o crcuo apresenado na Fg... T R v R V v Fg.. rcuo RT sére. Anes do dsparo do rsor,

Leia mais

2. A Medição da Actividade Económica Grandezas Nominais e Reais e Índices de Preços

2. A Medição da Actividade Económica Grandezas Nominais e Reais e Índices de Preços 2. A Medção da Acvdade Económca 2.4. Grandezas Nomnas e Reas e Índces de Preços Ouubro 2007, nesdrum@fe.u. Sldes baseados no guão dsonível no se da cadera 1 2.4. Grandezas Nomnas e Reas e Índces de Preços

Leia mais

Otimização no Planejamento Agregado de Produção em Indústrias de Processamento de Suco Concentrado Congelado de Laranja

Otimização no Planejamento Agregado de Produção em Indústrias de Processamento de Suco Concentrado Congelado de Laranja Omzação no Planeameno Agregado de Produção em Indúsras de Processameno de Suco Concenrado Congelado de Larana José Renao Munhoz Crova Agro Indusral Lda., 15800-970, Caanduva, SP (ose.munhoz@crova.com)

Leia mais

Análise genética de escores de avaliação visual de bovinos com modelos bayesianos de limiar e linear

Análise genética de escores de avaliação visual de bovinos com modelos bayesianos de limiar e linear Análse genéca de escores de avalação vsual 835 Análse genéca de escores de avalação vsual de bovnos com modelos bayesanos de lmar e lnear Carna Ubrajara de Fara (1), Cláudo Ulhôa Magnabosco (2), Lúca Galvão

Leia mais

Denilson Ricardo de Lucena Nunes. Gestão de suprimentos no varejo

Denilson Ricardo de Lucena Nunes. Gestão de suprimentos no varejo Denlson Rcardo de Lucena Nunes Gesão de suprmenos no varejo semas de reposção de esoques em duas camadas e análse de esquemas de monorameno da prevsão de demanda Tese de Douorado Tese apresenada ao programa

Leia mais

A Concorrência entre o Brasil. uma Aplicação do Modelo Constant-Market-Share*

A Concorrência entre o Brasil. uma Aplicação do Modelo Constant-Market-Share* A Concorrênca enre o Brasl e a Chna no ercado Sul-afrcano: uma Aplcação do odelo Consan-arke-Share* Arane Danelle Baraúna da Slva Álvaro Barranes Hdalgo 2 RESUO: O fore crescmeno da economa chnesa nos

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnilesteMG

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnilesteMG 1 CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnlesteMG Dscplna: Introdução à Intelgênca Artfcal Professor: Luz Carlos Fgueredo GUIA DE LABORATÓRIO LF. 01 Assunto: Lógca Fuzzy Objetvo: Apresentar o

Leia mais

da rede são atualizados de acordo com a equação 2 [13]:

da rede são atualizados de acordo com a equação 2 [13]: LS-DRAUGHTS - UM SISTEMA DE ARENDIZAGEM ARA DAMAS COM GERAÇÃO AUTOMÁ- TICA DE CARACTERÍSTICAS HENRIQUE CASTRO NETO, RITA MARIA SILVA JULIA Faculdade de Compuação, Unversdade Federal de Uberlânda Av. João

Leia mais

Transistor de Efeito de Campo de Porta Isolada MOSFET - Revisão

Transistor de Efeito de Campo de Porta Isolada MOSFET - Revisão Transisor de Efeio de Campo de Pora Isolada MOSFET - Revisão 1 NMOS: esruura física NMOS subsrao ipo P isposiivo simérico isposiivo de 4 erminais Pora, reno, Fone e Subsrao (gae, drain, source e Bulk)

Leia mais

Desconcentração e interiorização da economia fluminense na última década

Desconcentração e interiorização da economia fluminense na última década DSCONCNTRAÇÃO INTRIORIZAÇÃO DA CONOMIA FLUMINNS NA ÚLTIMA DÉCADA PAULO MARCLO SOUZA; NIRALDO JOSÉ PONCIANO; MARLON GOMS NY; HNRIQU TOMÉ MATA; UNIVRSIDAD FDRAL DA BAHIA SALVADOR - BA - BRASIL pmsouza@uenf.br

Leia mais

CAPÍTULO - 1 ESTUDO DOS COMPONENTES EMPREGADOS EM ELETRÔNICA DE POTÊNCIA (DIODOS E TIRISTORES) O DIODO Diodo Ideal

CAPÍTULO - 1 ESTUDO DOS COMPONENTES EMPREGADOS EM ELETRÔNICA DE POTÊNCIA (DIODOS E TIRISTORES) O DIODO Diodo Ideal ap. 1 sudo dos omponenes mpregados em erônca de Poênca 1 PÍTUO 1 STUO OS OMPONNTS MPRGOS M TRÔN POTÊN (OOS TRSTORS) 1.1 O OO odo dea v g. 1.1 Represenação do dodo dea. aracerísca esáca (ensão correne)

Leia mais

Renda Básica da Cidadania versus Imposto de Renda Negativo: O Papel dos Custos de Focalização

Renda Básica da Cidadania versus Imposto de Renda Negativo: O Papel dos Custos de Focalização Renda Básca da Cdadana versus Imposo de Renda Negavo: O Papel dos Cusos de Focalzação Nelson Leão Paes Marcelo Leer Squera Re s u m o O presene argo procura comparar duas polícas socas alernavas de combae

Leia mais

Sistemas não-lineares de 2ª ordem Plano de Fase

Sistemas não-lineares de 2ª ordem Plano de Fase EA93 - Pro. Von Zuben Sisemas não-lineares de ª ordem Plano de Fase Inrodução o esudo de sisemas dinâmicos não-lineares de a ordem baseia-se principalmene na deerminação de rajeórias no plano de esados,

Leia mais

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo 1 VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA Anônio Carlos de Araújo CPF: 003.261.865-49 Cenro de Pesquisas do Cacau CEPLAC/CEPEC Faculdade de Tecnologia

Leia mais

MARCOS VELOSO CZERNORUCKI REPRESENTAÇÃO DE TRANSFORMADORES EM ESTUDOS DE TRANSITÓRIOS ELETROMAGNÉTICOS

MARCOS VELOSO CZERNORUCKI REPRESENTAÇÃO DE TRANSFORMADORES EM ESTUDOS DE TRANSITÓRIOS ELETROMAGNÉTICOS MARCOS VELOSO CZERNORUCKI REPRESENTAÇÃO DE TRANSFORMADORES EM ESTUDOS DE TRANSITÓRIOS ELETROMAGNÉTICOS Disseração apresenada à Escola Poliécnica da Universidade de São Paulo para obenção do íulo de Mesre

Leia mais

FERRAMENTA PARA MAXIMIZAÇÃO DE CARGA NA FASE FLUENTE DE RECOMPOSIÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS. Eduardo Martins Viana

FERRAMENTA PARA MAXIMIZAÇÃO DE CARGA NA FASE FLUENTE DE RECOMPOSIÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS. Eduardo Martins Viana FERRAMENTA PARA MAXIMIZAÇÃO DE CARGA NA FASE FLUENTE DE RECOMPOSIÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS Eduardo Marins Viana DISSERTAÇÃO SUBMETIDA AO CORPO DOCENTE DA COORDENAÇÃO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA

Leia mais

UMA METODOLOGIA DE PRÉ-DESPACHO AC COM BASE EM UM MODELO DE FPO NEWTON

UMA METODOLOGIA DE PRÉ-DESPACHO AC COM BASE EM UM MODELO DE FPO NEWTON UMA METODOLOGIA DE PRÉ-DESPACHO AC COM BASE EM UM MODELO DE FPO NEWTON Leonardo Nepomuceno, Takaak Ohsh, Secundno Soares DENSIS-FEEC-UNICAMP Caxa Posal 6101 CEP 13081-970 - Campnas SP Resumo Ese rabalho

Leia mais

ESTUDO DA ESTABILIDADE A PEQUENAS PERTURBAÇÕES DO SISTEMA ELÉTRICO DE POTÊNCIA SOB A AÇÃO DO DISPOSITIVO FACTS PHASE SHIFTER PS

ESTUDO DA ESTABILIDADE A PEQUENAS PERTURBAÇÕES DO SISTEMA ELÉTRICO DE POTÊNCIA SOB A AÇÃO DO DISPOSITIVO FACTS PHASE SHIFTER PS UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE ENGENHARIA DE ILHA SOLTEIRA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA ESTUDO DA ESTABILIDADE A PEQUENAS PERTURBAÇÕES DO SISTEMA ELÉTRICO DE POTÊNCIA SOB

Leia mais

MÉTODO MARSHALL. Os corpos de prova deverão ter a seguinte composição em peso:

MÉTODO MARSHALL. Os corpos de prova deverão ter a seguinte composição em peso: TEXTO COMPLEMENTAR MÉTODO MARSHALL ROTINA DE EXECUÇÃO (PROCEDIMENTOS) Suponhamos que se deseje dosar um concreo asfálico com os seguines maeriais: 1. Pedra 2. Areia 3. Cimeno Porland 4. CAP 85 100 amos

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS EFEITOS DA LEI KANDIR SOBRE A ARRECADAÇÃO DE ICMS NO ESTADO DO CEARÁ

AVALIAÇÃO DOS EFEITOS DA LEI KANDIR SOBRE A ARRECADAÇÃO DE ICMS NO ESTADO DO CEARÁ AVALIAÇÃO DOS EFEITOS DA LEI KANDIR SOBRE A ARRECADAÇÃO DE ICMS NO ESTADO DO CEARÁ Alejandro Magno Lma Leão Mesre em economa pelo CAEN Audor Fscal da Recea do Esado do Ceará Fabríco Carnero Lnhares Phd

Leia mais

Índice de Preços Imobiliários para o Brasil: Estudos para Discussão

Índice de Preços Imobiliários para o Brasil: Estudos para Discussão Mnséro do Planejameno, Orçameno e Gesão Insuo Braslero de Geografa e Esaísca IBGE Dreora de Pesqusas Coordenação de Índces de Preços Ssema Naconal de Índces de Preços ao Consumdor SNIPC Índce de Preços

Leia mais

Avaliação de Métodos de Interpolação do Sinal de Variabilidade da Freqüência Cardíaca

Avaliação de Métodos de Interpolação do Sinal de Variabilidade da Freqüência Cardíaca Avalação de Méodos de Inerolação do Snal de Varabldade da Freqüênca Cardíaca João Luz Azevedo de Carvalho, Oávo Sérgo de Araúo e Noguera, Adson Ferrera da Rocha, Francsco Asss de Olvera Nascmeno, João

Leia mais

Revisão dos Modelos de Projeção de Pequeno Porte 2015

Revisão dos Modelos de Projeção de Pequeno Porte 2015 Revsão dos Modelos de Projeção de Pequeno Pore 05 Os modelos de projeção consuem mporane nsumo para auxlar o processo de omada de decsão do omê de Políca Moneára (opom). Especfcamene denre os modelos de

Leia mais

Nota Técnica sobre a Circular nº 2.972, de 23 de março de 2000

Nota Técnica sobre a Circular nº 2.972, de 23 de março de 2000 Noa Técnca sobre a rcular nº 2.972, de 23 de março de 2000 Meodologa ulzada no processo de apuração do valor da volaldade padrão e do mulplcador para o da, dvulgados daramene pelo Banco enral do Brasl.

Leia mais

Influência de Variáveis Meteorológicas sobre a Incidência de Meningite em Campina Grande PB

Influência de Variáveis Meteorológicas sobre a Incidência de Meningite em Campina Grande PB Revisa Fafibe On Line n.3 ago. 007 ISSN 808-6993 www.fafibe.br/revisaonline Faculdades Inegradas Fafibe Bebedouro SP Influência de Variáveis Meeorológicas sobre a Incidência de Meningie em Campina Grande

Leia mais

INTRODUÇÃO SISTEMAS. O que é sistema? O que é um sistema de controle? O aspecto importante de um sistema é a relação entre as entradas e a saída

INTRODUÇÃO SISTEMAS. O que é sistema? O que é um sistema de controle? O aspecto importante de um sistema é a relação entre as entradas e a saída INTRODUÇÃO O que é sstema? O que é um sstema de controle? SISTEMAS O aspecto mportante de um sstema é a relação entre as entradas e a saída Entrada Usna (a) Saída combustível eletrcdade Sstemas: a) uma

Leia mais

Convergência e Formação de Clubes no Brasil sob a Hipótese de Heterogeneidade no Desenvolvimento Tecnológico

Convergência e Formação de Clubes no Brasil sob a Hipótese de Heterogeneidade no Desenvolvimento Tecnológico Convergênca e Formação de Clubes no Brasl sob a Hpóese de Heerogenedade no Desenvolvmeno Tecnológco Chrsano Penna Fabríco Lnhares RESUMO: Esse argo examna a exsênca de endêncas de crescmeno comuns e formação

Leia mais

O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios

O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios! Principais diferenças! Como uilizar! Vanagens e desvanagens Francisco Cavalcane (francisco@fcavalcane.com.br) Sócio-Direor

Leia mais

Centro Federal de EducaçãoTecnológica 28/11/2012

Centro Federal de EducaçãoTecnológica 28/11/2012 Análise da Dinâmica da Volailidade dos Preços a visa do Café Arábica: Aplicação dos Modelos Heeroscedásicos Carlos Albero Gonçalves da Silva Luciano Moraes Cenro Federal de EducaçãoTecnológica 8//0 Objevos

Leia mais

2. DÍODOS DE JUNÇÃO. Dispositivo de dois terminais, passivo e não-linear

2. DÍODOS DE JUNÇÃO. Dispositivo de dois terminais, passivo e não-linear 2. ÍOOS E JUNÇÃO Fernando Gonçalves nsiuo Superior Técnico Teoria dos Circuios e Fundamenos de Elecrónica - 2004/2005 íodo de Junção isposiivo de dois erminais, passivo e não-linear Foografia ânodo Símbolo

Leia mais

ESTUDOS DE EVENTO: TEORIA E OPERACIONALIZAÇÃO

ESTUDOS DE EVENTO: TEORIA E OPERACIONALIZAÇÃO ESTUDOS DE EVENTO: TEORIA E OPERACIONALIZAÇÃO TUTORIAL Marcos Anôno de Camargos Admnsrador de Empresas, MBA em Gesão Esraégca (Fnanças), Mesre em Admnsração pelo NUFI/CEPEAD/FACE/UFMG e Professor do Cenro

Leia mais

Despacho Econômico de. Sistemas Termoelétricos e. Hidrotérmicos

Despacho Econômico de. Sistemas Termoelétricos e. Hidrotérmicos Despacho Econômco de Sstemas Termoelétrcos e Hdrotérmcos Apresentação Introdução Despacho econômco de sstemas termoelétrcos Despacho econômco de sstemas hdrotérmcos Despacho do sstema braslero Conclusões

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ INVESTIMENTOS EM DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SOB INCERTEZA REGULATÓRIA UTILIZANDO OPÇÕES REAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ INVESTIMENTOS EM DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SOB INCERTEZA REGULATÓRIA UTILIZANDO OPÇÕES REAIS UNIRSIDAD FDRAL D ITAJUBÁ TS D DOUTORADO INSTIMNTOS M DISTRIBUIÇÃO D NRGIA LÉTRICA SOB INCRTZA RGULATÓRIA UTILIZANDO OPÇÕS RAIS JULIA CRISTINA CAMINHA NORONHA Tese apresenada ao Programa de Pós-Graduação

Leia mais

(19) 3251-1012 O ELITE RESOLVE IME 2013 DISCURSIVAS FÍSICA FÍSICA. , devido à equação (1). Voltando à equação (2) obtemos:

(19) 3251-1012 O ELITE RESOLVE IME 2013 DISCURSIVAS FÍSICA FÍSICA. , devido à equação (1). Voltando à equação (2) obtemos: (9) - O LIT SOLV IM DISCUSIVS ÍSIC USTÃO ÍSIC sendo nula a velocdade vercal ncal v, devdo à equação (). Volando à equação () obemos:,8 ˆj ˆj b) Dado o momeno lnear da equação () obemos a velocdade na dreção

Leia mais

ANÁLISE DO CUSTO DE CAPITAL PRÓPRIO NO BRASIL POR MEIO DOS MODELOS CAPM NÃO-CONDICIONAL E CAPM CONDICIONAL

ANÁLISE DO CUSTO DE CAPITAL PRÓPRIO NO BRASIL POR MEIO DOS MODELOS CAPM NÃO-CONDICIONAL E CAPM CONDICIONAL ANÁLISE DO CUSTO DE CAPITAL PRÓPRIO NO BRASIL POR EIO DOS ODELOS CAP NÃO-CONDICIONAL E CAP CONDICIONAL (Cos of equy analyss n Brazl: Non-Condonal CAP and Condonal CAP) Lumla Souza Grol 1 1 Unversdade Federal

Leia mais

NUVENS HP: UMA PROPOSTA SEM MALHA PARA O MEC

NUVENS HP: UMA PROPOSTA SEM MALHA PARA O MEC UVES HP: UMA PROPOSTA SEM MALHA PARA O MEC Adrano Scremn Unversdade Federal do Paraná Deparameno de Engenhara Mecânca Cx. P. 90 853-900 Curba, PR, Brasl Resumo. Duare & Oden (996) desenvolveram recenemene

Leia mais

Figura 1 Carga de um circuito RC série

Figura 1 Carga de um circuito RC série ASSOIAÇÃO EDUAIONAL DOM BOSO FAULDADE DE ENGENHAIA DE ESENDE ENGENHAIA ELÉTIA ELETÔNIA Disciplina: Laboraório de ircuios Eléricos orrene onínua 1. Objeivo Sempre que um capacior é carregado ou descarregado

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Inrodução Ins iuo de Info ormáic ca - UF FRGS Redes de Compuadores Conrole de fluxo Revisão 6.03.015 ula 07 Comunicação em um enlace envolve a coordenação enre dois disposiivos: emissor e recepor Conrole

Leia mais

Gestão de uma Carteira de Activos de Produção de Energia Eléctrica

Gestão de uma Carteira de Activos de Produção de Energia Eléctrica Gesão de uma Carera de Acvos de Produção de Energa Elécrca Invesmeno na ópca da Teora da Carera Mara Margarda D Ávla Duro de Sousa e Slva Dsseração para a obenção do Grau de Mesre em Engenhara e Gesão

Leia mais

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS Depto de Físca/UFMG Laboratóro de Fundamentos de Físca NOTA II TABELAS E GRÁFICOS II.1 - TABELAS A manera mas adequada na apresentação de uma sére de meddas de um certo epermento é através de tabelas.

Leia mais

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião Porcenagem As quaro primeiras noções que devem ser assimiladas a respeio do assuno são: I. Que porcenagem é fração e fração é a pare sobre o odo. II. Que o símbolo % indica que o denominador desa fração

Leia mais

COLETÂNEA DAS EQUAÇÕES DE CHUVA DO BRASIL

COLETÂNEA DAS EQUAÇÕES DE CHUVA DO BRASIL COLETÂNEA DAS EQUAÇÕES DE CHUVA DO BASIL Aparecdo Vanderle Fes 1 ESUMO O conhecmeno do comporameno dos pcos das chuvas em dferenes regões do Brasl, assm como de ouros pases, orna-se mporane no projeo e

Leia mais

5 Apreçamento de ESOs com preço de exercício fixo

5 Apreçamento de ESOs com preço de exercício fixo 5 Apreçameno de ESOs com preço de exercíco fxo Ese capíulo rá explorar os prncpas modelos de apreçameno das ESOs ulzados hoje em da. Neses modelos a regra de decsão é esruurada em orno da maxmzação do

Leia mais

Escola E.B. 2,3 / S do Pinheiro

Escola E.B. 2,3 / S do Pinheiro Escola E.B. 2,3 / S do Pinheiro Ciências Físico Químicas 9º ano Movimenos e Forças 1.º Período 1.º Unidade 2010 / 2011 Massa, Força Gravíica e Força de Ario 1 - A bordo de um vaivém espacial, segue um

Leia mais

1 Princípios da entropia e da energia

1 Princípios da entropia e da energia 1 Prncípos da entropa e da energa Das dscussões anterores vmos como o conceto de entropa fo dervado do conceto de temperatura. E esta últma uma conseqüênca da le zero da termodnâmca. Dentro da nossa descrção

Leia mais

Conversores CC-CC (Buck-Boost e Flyback)

Conversores CC-CC (Buck-Boost e Flyback) Insu Federal de Educaçã, Cênca e ecnlga de ana Caarna eparamen Acadêmc de Elerônca PósGraduaçã em esen. de Prdus Elerôncs Cnversres Esács e Fnes Chaveadas Cnversres CCCC (BuckBs e Flyback) Prf. Clóvs Anôn

Leia mais