Plano de ação setorial de racionalização das TIC no Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Plano de ação setorial de racionalização das TIC no Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social"

Transcrição

1 Plano de ação setorial de racionalização das TIC no Horizonte Versão de Trabalho Dezebro 2014 Grupo de Projeto para as Tecnologias de Inforação e Counicação 1

2 Título: Plano de ação setorial de racionalização das TIC no Ministério da Solidariedade, Eprego e Segurança Social Horizonte 2012 / 2016 Versão revista e atualizada 2014 Autoria: INSTITUTO DE INFORMÁTICA, I.P. Data de edição: Dezebro de 2014 Versão 2.0 2

3 SUMÁRIO EXECUTIVO Este docuento apresenta u conjunto de edidas que o Ministério da Solidariedade, Eprego e Segurança Social (MSESS), por intervenção das Tecnologia de Inforação e Counicações (TIC), considera podere vir a contribuir quer para a redução dos custos globais de racionalização da despesa global de funcionaento da Adinistração Pública, e particular das instituições do MSESS, quer para a elhoria do nível de qualidade e a abrangência das suas atuais funções. Desde o ultio plano sectorial, e por força da reestruturação orgânica aprovada pelo Decreto- Lei n.º 167-C/2013 de 31 de Dezebro, foi significativaente alargado o âbito de atuação e responsabilidade do Instituto de Inforática, por força das instituições que passara a integrar o inistério, passando portanto este Instituto, a exercer a sua issão e atribuições perante a totalidade de organisos do MSESS. As edidas apresentadas, alguas co u racional de poupança claro e de concretização autónoa e outras co u racional de poupança dependente da própria execução deste plano ou de conjunto de edidas. A fora de chegar a estes racionais de poupança passa por trilhar três cainhos distintos as co a esa finalidade, u cainho que se fará através da redução de custos por operação, u outro através de ganhos de produtividade e ainda u outro através de acréscios de eficiência. E todos os cainhos identificados, podeos ter coo alvo as áreas que tradicionalente se classifica de TIC ou direcionaros as edidas para áreas que não se considera TIC, as que são por excelência os clientes TIC, onde este tipo de edidas te u efeito uito potenciador de otiizações e udança de atitudes. Ao nível das TIC, o MSESS é porventura u caso singular na adinistração pública portuguesa, pois dispõe de u organiso, o Instituto de Inforática, que ao longo dos últios anos, efetivou ua centralização e racionalização da função inforática, e de todas as atividades co ela relacionadas, no Ministério. Te que ser assinalada ua exceção a este grau de centralização, relativa à área do eprego, que recenteente passou tabé a ser responsabilidade do Instituo de Inforática (as na qual o Instituto de Inforática já prestava apoio e vários doínios TIC, noeadaente na DGERT e ACT). No sentido de eliinar esta exceção, a função inforática está a ser agora alvo de atenção por parte de todos os 3

4 organisos envolvidos, por fora a delinear-se u plano de assunção de responsabilidade que perita a todos os envolvidos, diinuir os riscos associados e potenciar as oportunidades que surge. Delinear assi ua governance da função inforática para todo o MSESS. Assi sendo, e se prejuízo de se continuar o cainho de eficiência que te vindo a ser seguido, associado a ua otiização do funcionaento interno do Instituto de Inforática, os objetivos apontados neste docuento te coo suporte iniciativas de caracter tecnológico, governação inforática, racionalização de recursos e de reaproveitaento de capacidades instaladas. Há tabé ua forte convicção e fazer co que as esas provoque ua reforulação de coportaentos e de processos de trabalho obsoletos, que faze parte do código genético de ua adinistração pública do Séc. XX. Ua alteração coportaental, tanto ao nível das pessoas coo das organizações envolvidas, deverá trazer significativas otiizações processuais, que se traduzirão e reduções significativas de consuo de recursos, na possibilidade de utilização de eios que fica disponíveis para outros fins, evitando ainda e alguas situações, a necessidade de reposição de recursos consuidos. As iniciativas identificadas são essencialente de caracter tecnológico, tendo na sua definição três objetivos priordiais: Racionalizar, Otiizar e Rentabilizar. Utilizando as potencialidades que a evolução tecnológica nos dá, pretende-se fazer ais co os esos recursos financeiros, huanos e técnicos. A reorganização a que este novo paradiga nos vai obrigar, deixará co certeza ua Adinistração Publica e e particular ua Segurança Social, Eprego e Foração Profissional, ais racional, organizada e lógica, rentabilizando ainda elhor os recursos que estão à sua disposição. Coo corolário, ua Adinistração Publica ais eficiente. Assi, co este propósito, são apresentadas 17 edidas de vários tipos, associando sepre que possível a cada ua delas os potenciais benefícios que lhe está subjacente. 4

5 5

6 1. INTRODUÇÃO Por fora a elhor percecionar as edidas aqui propostas é apresentada ua breve introdução aos principais sisteas de inforação que suporta o funcionaento do Ministério da Solidariedade Eprego e Segurança Social (MSESS). De entre os diversos organisos do MSESS, quer por sere os que tê u contacto direto co os clientes, quer pela sua diensão, ou ainda pelo núero de colaboradores be coo pelas funções que desepenha, o ISS Instituto da Segurança Social, IP, o IEFP e IGFSS Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social são os organisos que apresenta ua aior ipacto e visibilidade nas ações do Ministério. Assi sendo, nesta breve descrição que é feita dos Sisteas de Inforação suportados pelo Instituto de Inforática, são destacados os sisteas de inforação que dão suporte específico a estes dois organisos. Enquadraento do Instituto de Inforática O Instituto de Inforática, IP, é a entidade responsável pela prestação de serviços estratégicos, de gestão e operacionais respeitantes aos Sisteas de Inforação do MSESS, ais concretaente, aos organisos que integra a adinistração direta e indireta do Estado, no âbito do MSESS. Neste âbito integra ainda os sisteas de inforação das Instituições de SS das Regiões Autónoas dos Açores e da Madeira, coo coponentes integrantes do Sistea de Inforação da Segurança Social (SISS), a saber: Adinistração direta a. A Secretaria-Geral do MSESS; b. A Inspeção-Geral do ; c. O Gabinete de Estratégia e Planeaento; d. A Autoridade para as Condições do Trabalho; e. A Direção-Geral do Eprego e das Relações de Trabalho; f. A Direção-Geral da Segurança Social. Adinistração indireta g. O Instituto da Segurança Social, I. P.; h. O Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social, I. P.; i. O Instituto de Gestão de Fundos de Capitalização da Segurança Social, I. P.; j. O Instituto Nacional para a Reabilitação, I. P.; k. O Instituto do Eprego e da Foração Profissional, I. P.; l. A Casa Pia de Lisboa, I. P.;. O Instituto de Inforática, I. P. 6

7 A criação do Instituto de Inforática foi ditada por ua estratégia de centralização da função inforática tendo e vista a concretização dos esos vetores que inspira este eso plano de ação: I.A elhoria dos ecanisos de governabilidade, II.A redução de custos, III.A utilização das TIC para potenciar a udança e a odernização adinistrativa IV.A ipleentação de soluções TIC couns V.O estíulo ao cresciento econóico. No âbito da sua issão, e na sequência da RCM n.º 12/2012, surgiu e 2012 este docuento co o objetivo de elaborar a estratégia setorial para o MSESS, e cupriento dos vetores estratégicos delineados naquele diploa, decorridos dois anos de execução do eso plano surge agora a necessidade de o atualizar. Na presente versão do Plano de Acão Sectorial do MSESS, (PAS-MSESS 2.0) fora revisitadas todas a iniciativas que já constava no PAS-MSESS 1.0, tendo resultado desse trabalho a atualização da sua grande aioria, a eliinação de ua delas e a criação de novas iniciativas. Enquadraento dos Sisteas de Inforação A segurança social te coo suporte à sua atividade, para alé de toda a interoperabilidade co outros sisteas, três grandes sisteas inforáticos: o Sistea de Inforação da Segurança Social (SISS), o Sistea de Inforação Financeira (SIF) e o Sistea Estatístico / Data Warehouse da Segurança Social (SDWSS), co âbito de atuação continental e regional, suportados e plataforas individualizadas co interação autoáticas entre eles, explorados sobre a esa infraestrutura e localizados nos esos centros de dados, principal (DC) e alternativo (DCA). Sistea de Inforação da Segurança Social (SISS) Sistea único, nacional e integrado, suportado nua única platafora tecnológica, garantindo a operacionalização dos serviços da Segurança Social, peritindo disponibilizar serviços online aos cidadãos e epresas e fornecer dados e inforação relevante para a gestão do sistea e forulação de novas edidas de política social. Este sistea engloba todos os organisos intervenientes no negócio da segurança social, do Continente e das Regiões Autónoas. 7

8 O SISS perite ainda desenvolver processos de partilha e reutilização de inforação e procedientos, entre sisteas de diferentes sectores de atividade, públicos e privados, tornando possível concretizar o conceito de interoperabilidade, essencial para a siplificação adinistrativa. Inclui ainda a Segurança Social Direta (SSD) que representa o canal de counicação via internet e o Contact Center que representa o canal telefónico, eios que se pretende desenvolver no âbito destas edidas pois apresenta custos ais reduzidos que o tradicional atendiento presencial prestado nos balcões da Segurança Social, para alé de peritire aior coodidade para o cidadão. O grande desafio dos próxios anos, o Sistea de Inforação da Segurança Social e Eprego (SISSE), é a gradual integração da arquitetura, das soluções aplicacionais que suporta a atividade do IEFP no atual SISS. Para tal, estão as instituições envolvidas, a levar a cabo estudos co vista a ua planificação e priorização deste processo de integração e de assunção de responsabilidades por parte do Instituto de Inforática. Sistea de Inforação Financeira da Segurança Social (SIF) No âbito dos organisos que se encontra no períetro do Orçaento da Segurança Social existe, desde 2001, u sistea centralizado abrangendo as áreas orçaental, financeira, contabilística e adinistrativa: o Sistea de Inforação Financeira da Segurança Social SIF. Este sistea perite assegurar a gestão da inforação financeira do setor Segurança Social (Continente e Regiões Autónoas), integrando todos os coponentes da receita e da despesa e dos orçaentos das entidades do sector. Este é u sistea co regras couns a todas as instituições utilizadoras, cuprindo o plano de contabilidade setorial da Segurança Social - o POCISSSS - e é antido de ua fora centralizada pelo Instituto de Inforática. O SIF está suportado nua platafora SAP. Sistea de Inforação para gestão dos Recursos Huanos O Instituto de Inforática levou a cabo u trabalho de análise e conjunto co outras instituições relevantes do MSESS, co vista à adoção de u sistea de inforação e ua platafora única e cou para a assegurar a gestão adinistrativa e operacional de Recursos Huanos. De acordo co as necessidades que fora identificadas é co os objetivos de cada 8

9 ua das instituições presentes nas discussões foi selecionada a ferraenta que tinha elhor relação qualidade/custo e que causaria enores constrangientos e ipactos de ipleentação. A platafora escolhida foi o Gesven, que aliás já estava e utilização nua das instituições envolvidas, que tabé é a que aior núero de recursos huanos te, o ISS. Passa portanto a ser o Gesven, a platafora de referência para a gestão e adinistração de recursos huanos. Sistea de Data Warehouse da Segurança Social (SDWSS) O SDWSS contepla u conjunto alargado de Dataarts interligados, u por cada subsistea da Segurança Social, que antendo total coerência co os dados dos sisteas operacionais, conté e si u conjunto de enriquecientos, peritindo assi ua efetiva Gestão de Inforação do Sistea de Segurança Social. A Gestão de Inforação co o propósito de apoiar a política e atividade global do Sistea de Segurança Social, torna assi ais eficiente o conheciento e a articulação entre os vários subsisteas que o constitue, apoia os gestores na toada de decisões e torna ais apurado o conheciento do eio envolvente. Te por isso diversa e alargada capacidade de aplicabilidade, que se traduz e: Celeridade e fiabilidade na disponibilização de dados ao Sistea de Segurança Social, essenciais ao processo de toada de decisão política e de gestão do sistea; Monitorização da atividade da Segurança Social, coo u todo, de acordo co ua visão integrada da inforação; Forneciento da inforação necessária ao Plano de Cobate à Fraude, participando nos processos e ações de cobate à fraude prestacional e contributiva, be coo no cruzaento de dados intersectorial; Gestão otiizada dos processos de cruzaento de dados intersectoriais; Apoio ao planeaento, análise e toada de decisão, na definição das grandes linhas de orientação estratégica da Segurança Social; Diinuição do esforço despendido na recolha de inforação, peritindo libertar recursos para a realização de outras tarefas de aior valor acrescentado; 9

10 Possibilidade de acopanhar e prever valores de variáveis iportantes para a definição da estratégia da Segurança Social, peritindo ua elhor fundaentação das decisões estratégicas toadas; Diinuição dos tepos de recolha e trataento da inforação, peritindo correções estratégicas e táticas ais céleres; Disponibilização de estatísticas de gestão atualizadas, que perite ua elhor aferição dos indicadores de produção, para ua elhoria contínua dos processos de trabalho; Diinuição de risco associada a perda e/ou á interpretação de inforação Descentralização e siplificação do acesso direto à inforação estatística; Disponibilização de inforação para efeitos de apoio à decisão estratégica, de aferição, de planeaento e de perspetiva; Integração de toda a inforação de Pessoas Singulares e Pessoas Coletivas na sua relação co o Sistea de Segurança Social; Cruzaento de inforação entre vários subsisteas, quer internos da Segurança Social, quer co outros sisteas de inforação da adinistração pública Infraestrutura tecnológicas (centros de dados, redes e servidores) No âbito da sua issão, o Instituto de Inforática foi responsável pela ipleentação de ua rede de counicações única para todo o MSESS, Regiões Autónoas (R.A.) e a sua integração co redes externas, podendo criar parcerias dentro da gestão pública para isso. Este odelo de governance das counicações de dados do MSESS centralizado no Instituto de Inforática peritiu conferir à Segurança Social ua aior capacidade negocial junto dos operadores de counicações, be coo obter sinergias na adinistração da rede ao longo dos últios 15 anos. Confore descrito ao longo das edidas, está prevista a substituição de soluções analógicas por soluções de counicações unificadas para que todos os eios e dispositivos de counicação esteja integrados, peritindo que os utilizadores counique e tepo real co qualquer pessoa e qualquer lugar, a custos bastante reduzidos. 10

11 O Instituto de Inforática centraliza tabé a gestão de todos os servidores que suporta estes serviços, os quais estão presentes e dois centros de dados (principal e alternativo) e que estão preparados para funcionar de fora redundante. Infraestrutura de suporte à troca de inforação entre os estados ebro da UE A Coissão Europeia encontra-se a ipleentar u projeto designado EESSI (Electronic Exchange of Social Security Inforation) para a counicação eletrónica entre Instituições Copetentes da União Europeia para atribuição de benefícios aos seus cidadãos nos sectores da Segurança Social, Saúde e Eprego. No âbito deste projeto, e cada Estado-Mebro existirá u Ponto de Acesso nacional que assegura por u lado a ligação a u nó central na CE/DG EMPL, e por outro a ligação a todas as instituições copetentes nacionais. Neste âbito, o Instituto de Inforática foi designado coo Ponto de Acesso Nacional, encontrando-se e fase de ipleentação esta funcionalidade de acordo co o projeto liderado pela CE/DG EMPL. 11

12 2. LINHAS ESTRATÉGICAS PARA A RACIONALIZAÇÃO DAS TIC As edidas de racionalização das TIC, explicitadas neste plano, encontra-se alinhadas co o Plano Global Estratégico de Racionalização e Redução de Custos nas TIC, na AP confore explicitado na Figura 1. Figura 1 Visão orientadora do plano global estratégico de racionalização e redução de custos nas TIC, na AP Fora identificadas 17 edidas que se enquadra nos 4 eixos seguidaente identificados, dado que se entendeu que as edidas visava fundaentalente ua redução de custos e elhor serviço ao cidadão, não contribuindo diretaente para a potenciação do estíulo ao cresciento econóico : Eixo I - Melhoria dos ecanisos de governabilidade: 1, 2, 3, 4, 6, 9, 10, 11, 15,16,17 Eixo II - Redução de Custos: 2, 3, 4, 5, 7, 8, 9, 10, 17 Eixo III - Potenciar a Mudança e a Modernização Adinistrativa: 3, 6, 7, 10, 11, 12,14 16, Eixo IV - Ipleentação de Soluções TIC Couns: 1, 2, 3, 4, 8, 10, 11, 12, 13, 14,15, 16,17 12

13 3. MEDIDAS DE RACIONALIZAÇÃO SETORIAIS NA AFETAÇÃO DE RECURSOS TIC De ua fora resuida são apresentados aqui os pontos ais relevantes de cada ua das edidas: M1 - Organização e Governance da Função Inforática Esta edida visa dar corpo à ipleentação e gestão da função inforática dentro do Ministério da Solidariedade, Eprego e Segurança Social (MSESS). M2 - Centralização dos Centros de Dados À seelhança da governance, os centros de dados da Segurança Social já estão centralizados e sob responsabilidade do Instituto de Inforática, sendo que esta edida visa incluir nos centros de dados existentes alguns servidores que ainda não estão integrados, be coo otiizar esta centralização e deste fora possibilitar a ipleentação de u Plano de Continuidade de Negócio de todo o MSESS. M3 - Racionalização de Counicações de Voz e Dados Esta edida visa a otiização do custo co as redes de dados e a introdução da tecnologia VoIP co vista à redução dos encargos co as chaadas de voz, nua verdadeira rede unificada de voz e dados do MSESS, co possível parceria pública. M4 - Virtualização e Consolidação da Arquitetura Distribuída Esta edida visa aplicar à infraestrutura distribuída a virtualização realizada centralente co sucesso. A expectativa é abranger a totalidade dos servidores espalhados pelo país, reduzindo assi risco da existência de pontos únicos de falha desta infraestrutura crítica, aentando a flexibilidade na gestão da rede e ipleentando e siultâneo u odelo de cloud Privativa, M5 - Melhoria da Eficiência Energética Pretende-se co esta edida reduzir os custos de energia que decorre do funcionaento das estações padrão. Essencialente visa concentrar a atenção nos consuos verificados e períodos não produtivos. Pretende-se tabé a redução do consuo energético dos servidores ipleentando políticas de Green IT. M6 - Segurança da Inforação Esta edida visa elhorar a confidencialidade, integridade e disponibilidade da inforação presente nos sisteas da Segurança Social através da ipleentação de edidas de elhoria e renovação das certificações de Segurança, entre outras iniciativas e estudo. 13

14 M7 - Redução e Otiização do Suporte Físico e Papel Esta edida visa estudar e ipleentar edidas que dispense a utilização do suporte físico e papel, potenciando a counicação co o cidadão/epresa e forato eletrónico, reduzir a circulação de papel entre os organisos do MSESS, a substituição do icrofile e a desaterialização de processos internos e externos. M8 - Sistea de Inforação de Pensões Esta edida visa integrar no SISS o sistea que efetua toda a gestão e processaento das pensões, conseguindo co isso ua redução uito significativa dos custos de gestão e operação deste sistea. M9 - Potenciação dos Canais de Atendiento não presenciais Esta edida visa reduzir o núero de cidadãos que são atendidos de fora presencial, por transferência desses contactos para os canais web e telefónico visto apresentare u custo inferior, assi coo ua aior coodidade para o cidadão. M10 - Racionalização da Gestão da Estação Padrão Esta edida visa anter e elhorar processo de gestão eficiente (do ponto de vista financeiro) dos 10,000 coputadores pessoais (postos de trabalho), garantindo ao eso tepo o alinhaento co os norativos de utilização de foratos abertos preconizados na legislação. M11 - Auento da eficiência das soluções de gestão de atendiento Esta edida visa potenciar a partilha de software desenvolvido dentro da Adinistração Pública, noeadaente u conjunto de soluções desenvolvidas pelo Instituto de Inforática que perite gerir todas as fases do atendiento e todas as suas vertentes (espontâneo e agendado) e co capacidade obile, entre outras aplicações. M12 - Interoperabilidade O SISS te desde a sua criação antido a preocupação de se coportar coo u sistea capaz de counicar de ua fora siples transparente e o ais segura possível co os sisteas que co ele necessita de partilhar dados. Sepre que é considerado ais recoendável o Instituto de Inforática já te recorrido à platafora de interoperabilidade disponibilizada pela AMA. M13 - Gestão de Identidades Pretende-se co esta edida elhorar a gestão do ciclo de vida dos utilizadores e seus acessos aos sisteas de inforação de ua fora global abrangendo todas as instituições utilizadoras do SISS, criando e ipleentando u sistea de gestão de políticas de acesso às aplicações. 14

15 M14 - Cobate à Fraude e Evasão Contributiva e Prestacional - Esta edida visa auentar os ecanisos de controlo (autoático) de deteção de situações de incupriento, ou de antecipar as situações co elevada probabilidade de ocorrência incupriento ou de elevada exposição ao risco. M15 - Plano de Continuidade de Negócio do MSESS - Alargaento do Plano de Continuidade de Negócio desenvolvido pelo Instituto de Inforática no âbito da Segurança Social a outros organisos do (MSESS), que estão e fase de Integração da Função Inforática. M16 - Plano de Preservação Digital Esta edida destina-se à operacionalização de edidas que concorra para a eficácia e eficiência do PLANO DE PRESERVAÇÃO DIGITAL (PPD) do Instituto de Segurança Social, co possibilidade de se estender a restantes organisos do Ministério, dotando-a da capacidade de elhor gerir o ciclo de vida integrado dos vários suportes de inforação. M17 - Consolidação dos Sisteas de Inforação da Segurança Social e Eprego - Esta edida visa desenhar, planear e ipleentar o conjunto de projetos co vista a consolidar o sistea do Eprego e Foração Profissional co o atual que abrange a Segurança Social. 15

16 3.1 ORGANIZAÇÃO E GOVERNANCE DA FUNÇÃO INFORMÁTICA SUMÁRIO O Instituto de Inforática é a entidade que no MSESS te a responsabilidade transversal pela ipleentação e gestão da função inforática dentro do Ministério da Solidariedade, Eprego e Segurança Social (MSESS), garantindo desta fora ua governance adequada dessa função (daí que se considere que ao nível do MSESS esta organização está já confore a edida 1 do GPETIC). Confore o Decreto-Lei n.º 167-C/2013 de 31 de dezebro: Instituto de Inforática, I. P. 1 - O Instituto de Inforática, I. P., te por issão definir e propor as políticas e estratégias de tecnologias de inforação e counicação, garantindo o planeaento, conceção, execução e avaliação das iniciativas de inforatização e atualização tecnológica do MSESS. 2 - O II, I. P., prossegue, designadaente, as seguintes atribuições: a) Elaborar o plano estratégico de sisteas de inforação do MSESS; b) Definir e controlar o cupriento de noras e procedientos relativos à seleção, aquisição e utilização de infraestruturas tecnológicas e sisteas de inforação; c) Assegurar a construção, gestão e operação de sisteas e infraestruturas na área de atuação transversal do MSESS, e articulação co os organisos nua lógica de serviços partilhados; d) Proover a contratação e a aquisição de bens e serviços nos doínios das tecnologias de inforação e counicação (TIC), se prejuízo das copetências da SG no âbito do Sistea Nacional de Copras Públicas; e) Proover a unificação e a racionalização de étodos, recursos, processos, infraestruturas tecnológicas e foração na área das TIC, nos organisos do MSESS; f) Conceber, planear, executar e controlar os projetos de produção e recolha de dados e sisteas centralizados de arazenaento, co vista ao seu trataento coo inforação estatística oficial no âbito do MSESS, e à sua utilização coo indicadores de gestão e toada de decisão; g) Assegurar, nas áreas das TIC, a articulação co as entidades externas, designadaente organisos co atribuições interinisteriais e centralizar os necessários ecanisos de interoperabilidade. 16

17 Esta situação potencia naturalente que o Instituto de Inforática seja o organiso que assegura a elhor gestão dos recursos das áreas TIC e a interlocução entre o MSESS e outros organisos da adinistração pública ao nível das interações TIC. O Instituto de Inforática é assi responsável pela elaboração e ipleentação dos sucessivos PESI Plano Estratégico de Sisteas de Inforação da Segurança Social, estando neste oento e concluída a atualização do PESI para o triénio O Instituto de Inforática irá avaliar as soluções aplicacionais existentes nas várias entidades face as soluções já disponibilizadas pelo Instituto de Inforática e por outras entidades da adinistração pública, co o objetivo de proover a igração para soluções couns e desativando aplicações obsoletas co a consequente redução de custos e de risco operacional IMPACTO ESTIMADO Considerando que essa responsabilidade do Instituto de Inforática é efetiva e ais de 95% das funções inforáticas do Ministério, propõe-se estender este odelo de organização e governance ao Instituto de Eprego e Foração Profissional, e reforça-la noutras instituições coo a ACT e a DGERT, elhorando dessa fora o grau de cobertura dessa governance. Ipacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado Melhoria dos ecanisos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a udança e a odernização adinistrativa Ipleentação de soluções TIC couns Estíulo ao Cresciento Econóico OBJETIVOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS Se prejuízo de elhorias de eficiência interna do Instituto de Inforática, IP que naturalente poderão trazer racionalizações na área das TIC, considera-se que ao nível do MSESS as vantagens financeiras associadas às edidas 1 do GPETIC já fora concretizas, co a exceção da igração do sistea de inforação das pensões, descrita e edida própria e da igração sisteas de inforação do IEFP sobre os quais está a ser levado a cabo u estudo conjunto de viabilidade do alargaento da responsabilidade sobre a gestão das TIC por parte do Instituto de Inforática. 17

18 3.1.4 OBJETIVOS QUALITATIVOS Espera-se a elhoria, ainda que residual, das eventuais interações dos organisos indicados co a restante AP ENTIDADES ENVOLVIDAS Entidade responsável pelo controlo dos benefícios: MSESS. Entidades envolvidas na execução: Todas as Instituições do MSESS AÇÕES, RESPONSABILIDADES E PRAZOS Ação 1 Atividades co vista ao alargaento das funções TIC do Instituto de Inforática a outras instituições. Responsabilidade II, DGERT, ACT, REQUISITOS, PRESSUPOSTOS E CONSTRANGIMENTOS Pode requerer a alteração de Leis Orgânicas dos organisos considerados. 3.2 CENTRALIZAÇÃO DOS CENTROS DE DADOS SUMÁRIO Tendo e conta que ao longo dos últios 10 anos os cerca de 22 Centros de Dados existentes ao nível dos Centros Distritais da Segurança Social fora sendo progressivaente substituídos na sua função de centro de dados tradicional e passara a suportar a infraestrutura distribuída do MSESS, considera-se que no Ministério já existe ua centralização dos centros de dados. Desta fora, esta edida visa finalizar esse processo de centralização no Centro de Dados do Instituto de Inforática acrescentando os equipaentos que estão fisicaente localizados e 18

19 alguns edifícios na região de Lisboa, noeadaente os existentes na IGMSESS, ACT, DGERT, INR, IGF, DG, SG (inclui equipaentos do GEP) e IEFP. Associada a esta edida está tabé a otiização da gestão dos recursos huanos - técnicos, técnicos superiores e especialistas de inforáticos - afetos à atual gestão desses centros, através da sua inclusão na estrutura do Instituto de Inforática. É pretendido, tabé, o alargaento do Plano de Continuidade de Negócio, já existente, às aplicações que fore consideradas críticas e elegíveis para u PCN IMPACTO ESTIMADO Considerando que a efetividade de concentração dos Centros de Dados é generalizada na Segurança Social, os ipactos ais significativos são ao nível da elhoria da governance e na ipleentação de soluções couns. Ipacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado Melhoria dos ecanisos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a udança e a odernização adinistrativa Ipleentação de soluções TIC couns Estíulo ao Cresciento Econóico OBJETIVOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS Poder-se-á calcular u valor estiado de poupança toando por referência o tipo e diensão da sala técnica e o custo édio de anutenção (que inclui custos co contratos de anutenção de cliatização e extinção de incêndio e consuo energético da cliatização). Os custos a evitar variarão na razão do núero de salas ainda existentes e a sua diensão, que na realidade da SS é co toda a certeza já residual OBJETIVOS QUALITATIVOS Os benefícios qualitativos de aior relevância estão associados à centralização de todos os equipaentos inforáticos do MSESS e possibilidade de ipleentação de Planos de Continuidade de Negócio para os vários organisos referidos (alargando o âbito do Plano de 19

20 Continuidade de Negócio já ipleentado para a Segurança Social) co a redução do risco operacional associado ENTIDADES ENVOLVIDAS Entidade responsável pelo controlo dos benefícios: ISS, Casa Pia, IGSS, ACT, DGERT, INR, IGFSS, DGSS, SGMSESS, GEP e IEFP Entidades envolvidas na execução: Instituto de Inforática, ISS, Casa Pia, IGSS, ACT, DGERT, INR, IGFSS, DGSS, SGMSESS, GEP e IEFP AÇÕES, RESPONSABILIDADES E PRAZOS Ação Responsabilidade Migração dos equipaentos do DGERT II,IP, DGERT 2 Migração dos equipaentos do GEP II,IP, GEP Migração dos equipaentos da SGMSESS II,IP, SGMSESS 4 Migração dos equipaentos da Casa Pia II,IP, Casa Pia 5 Migração dos equipaentos do IGFCSS II,IP, IGFCSS 6 Migração dos equipaentos da DGSS II,IP, DGSS 7 Migração dos equipaentos do II,IP II,IP 8 Migração dos equipaentos do INR II,IP, INR 9 Migração dos equipaentos do IGFSS II,IP, IGFSS 10 Migração dos equipaentos do ISS II,IP, ISS 11 Migração dos equipaentos do IEFP II,IP, IEFP REQUISITOS, PRESSUPOSTOS E CONSTRANGIMENTOS Esta edida pressupõe ua possível obilidade de funcionários e a sua capacidade de adaptação a novas funções. 20

Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Ministério da Solidariedade e da Segurança Social

Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Ministério da Solidariedade e da Segurança Social Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Horizonte 2012-2016 Grupo de Projeto para as Tecnologias de Inforação e Counicação 1 Título: Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Ministério

Leia mais

Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Ministério dos Negócios Estrangeiros

Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Ministério dos Negócios Estrangeiros Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Ministério dos Negócios Estrangeiros Horizonte 2012-2016 Grupo de Projeto para as Tecnologias de Inforação e Counicação 1 Título: Plano de ação sectorial

Leia mais

Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no MEC 2.0

Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no MEC 2.0 Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no 2.0 Horizonte 2014-2016 Grupo de Projeto para as Tecnologias de Inforação e Counicação 1 Título: Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no

Leia mais

Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Ministério da Justiça

Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Ministério da Justiça Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Horizonte 2012-2016 Grupo de Projeto para as Tecnologias de Inforação e Counicação 1 Título: Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Autoria:

Leia mais

O nosso ADN Quem Somos Somos um instituto público integrado na administração indireta do Estado, dotado de autonomia administrativa e financeira e património próprio, com intervenção sobre todo o território

Leia mais

Plano de ação setorial de racionalização das TIC no Ministério da Defesa Nacional

Plano de ação setorial de racionalização das TIC no Ministério da Defesa Nacional Plano de ação setorial de racionalização das TIC no Horizonte 2012-2016 Grupo de Projeto para as Tecnologias de Inforação e Counicação 1 Título: Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Autoria:

Leia mais

M6 - Avaliação de Projetos e Despesas TIC. Dicionário de termos e conceitos

M6 - Avaliação de Projetos e Despesas TIC. Dicionário de termos e conceitos M6 - Avaliação de Projetos e Despesas TIC Dicionário de termos e conceitos Folha de Controlo Nome do Documento: Regulamento para submissão de pedidos de parecer prévio Evolução do Documento Versão Autor

Leia mais

2 O Preço Spot de Energia Elétrica do Brasil

2 O Preço Spot de Energia Elétrica do Brasil 2 O Preço Spot de Energia Elétrica do Brasil Inicialente, vai se expor de ua fora uita sucinta coo é criado o preço spot de energia elétrica do Brasil, ais especificaente, o CMO (Custo Marginal de Operação).

Leia mais

OPERAÇÕES INDIVIDUAIS E OPERAÇÕES TRANSVERSAIS

OPERAÇÕES INDIVIDUAIS E OPERAÇÕES TRANSVERSAIS AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 01/ SAMA/ 2012 SISTEMA DE APOIOS À MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA (SAMA) OPERAÇÕES INDIVIDUAIS E OPERAÇÕES TRANSVERSAIS Nos termos do Regulamento do SAMA, a apresentação

Leia mais

Ass.: Programa BNDES para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia da Informação BNDES Prosoft - Comercialização

Ass.: Programa BNDES para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia da Informação BNDES Prosoft - Comercialização Classificação: Docuento Ostensivo Unidade Gestora: AOI CIRCULAR Nº 20/203-BNDES Rio de Janeiro, 7 de aio de 203 Ref.: Produto BNDES Autoático Ass.: Prograa BNDES para o Desenvolviento da Indústria Nacional

Leia mais

SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS RACIONALIZAÇÃO DAS TIC

SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS RACIONALIZAÇÃO DAS TIC AGÊNCIA PARA A MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS RACIONALIZAÇÃO DAS TIC 1 DE JULHO DE 2015 OPERAÇÕES TEMÁTICAS OPERAÇÃO TEMÁTICA M/C DOTAÇÃO ORÇAMENTAL CAPACITAÇÃO PARA AVALIAÇÕES

Leia mais

4 UM MODELO DE SAZONALIZAÇÃO DA GARANTIA FÍSICA DE PCHS EM PORTFOLIOS PCH+BIOMASSA

4 UM MODELO DE SAZONALIZAÇÃO DA GARANTIA FÍSICA DE PCHS EM PORTFOLIOS PCH+BIOMASSA EM PORTFOLIOS PCH E BIOMASSA 48 4 UM MODELO DE SAZONALIZAÇÃO DA GARANTIA FÍSICA DE PCHS EM PORTFOLIOS PCH+BIOMASSA Confore explicado no capitulo anterior, a decisão do agente hidráulico de coo sazonalizar

Leia mais

EIXO PRIORITÁRIO II SISTEMAS AMBIENTAIS E DE PREVENÇÃO, GESTÃO E MONITORIZAÇÃO DE RISCOS (FUNDO DE COESÃO)

EIXO PRIORITÁRIO II SISTEMAS AMBIENTAIS E DE PREVENÇÃO, GESTÃO E MONITORIZAÇÃO DE RISCOS (FUNDO DE COESÃO) CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS EM REGIME DE OVERBOOKING EIXO PRIORITÁRIO II SISTEMAS AMBIENTAIS E DE PREVENÇÃO, GESTÃO E MONITORIZAÇÃO DE RISCOS (FUNDO DE COESÃO) DOMÍNIO DE INTERVENÇÃO PREVENÇÃO

Leia mais

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 02/SAMA2020/2015

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 02/SAMA2020/2015 AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 02/SAMA2020/2015 REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DA OPERAÇÃO SISTEMA DE APOIO À MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (SAMA2020) Página 1 de 16

Leia mais

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada.

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. Anexo A Estrutura de intervenção As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. 1. Plano de ação para o período 2016

Leia mais

Identificação da empresa. Missão

Identificação da empresa. Missão Identificação da empresa SPMS - Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, EPE, pessoa coletiva de direito público de natureza empresarial, titular do número único de matrícula e de pessoa coletiva 509

Leia mais

Administração Pública Eletrónica 2014 - O Que Falta Fazer?

Administração Pública Eletrónica 2014 - O Que Falta Fazer? Administração Pública Eletrónica 2014 - O Que Falta Fazer? 4 de junho de 2014 Auditório Adriano Moreira ISCSP PATRCINADORES PRATA Com a Colaboração Científica Patrocinadores Globais APDSI OS EVENTOS

Leia mais

Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica

Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica inistério de inas e Energia Consultoria Jurídica PORTARIA N o 319, DE 26 DE SETEBRO DE 2008. Estabelece o procediento de aprovação dos projetos de geração, transissão e distribuição de energia elétrica

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO DO MADEIRA 14-20

REGULAMENTO ESPECÍFICO DO MADEIRA 14-20 AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL DA 2014-2020 (MADEIRA 14-20) EIXO PRIORITÁRIO 3 Reforçar a Competitividade das Empresas PRIORIDADE DE INVESTIMENTO (PI) 3.b Desenvolvimento

Leia mais

LEITURA E INTERPRETAÇÃO NBR ISO 9001:2008

LEITURA E INTERPRETAÇÃO NBR ISO 9001:2008 LEITURA E INTERPRETAÇÃO NBR ISO 9001:2008 APRESENTAÇÃO Instrutora: Noe: Márcia Assunção Foração: Graduada e Pós-graduada... Exp. Profissional:... 10 anos Objetivo do curso: Disseinar a interpretação dos

Leia mais

Decreto-Lei n.º 107/2012 de 18 de maio

Decreto-Lei n.º 107/2012 de 18 de maio Decreto-Lei n.º 107/2012 de 18 de maio As tecnologias de informação e comunicação (TIC) constituem um pilar essencial da estratégia de modernização da Administração Pública. A sua utilização intensiva

Leia mais

DECRETO Nº XX.XXX, DE XX DE XXXXXXXXXXXX DE 2009.

DECRETO Nº XX.XXX, DE XX DE XXXXXXXXXXXX DE 2009. DECRETO Nº XX.XXX, DE XX DE XXXXXXXXXXXX DE 2009. Institui a Política de Tecnologia da Informação e Comunicação no Governo do Estado do Piauí, cria o Sistema de Governança de Tecnologia da Informação e

Leia mais

Aula 6 Primeira Lei da Termodinâmica

Aula 6 Primeira Lei da Termodinâmica Aula 6 Prieira Lei da Terodinâica 1. Introdução Coo vios na aula anterior, o calor e o trabalho são foras equivalentes de transferência de energia para dentro ou para fora do sistea. 2. A Energia interna

Leia mais

Gestão da Tecnologia da Informação

Gestão da Tecnologia da Informação TLCne-051027-P0 Gestão da Tecnologia da Informação Disciplina: Governança de TI São Paulo, Outubro de 2012 0 Sumário TLCne-051027-P1 Conteúdo desta Aula Abordar o domínio Adquirir e Implementar e todos

Leia mais

A CHAVE PARA A EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

A CHAVE PARA A EFICIÊNCIA ENERGÉTICA A CHAVE PARA A EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Agenda Enquadramento dos consumos Energéticos nos Edifícios e no ramo Hoteleiro Enerbiz Conceito Geral e explicação funcional Conclusões e Aspetos Gerais Índice Enquadramento

Leia mais

SOLUÇÕES DE INFRAESTRUTURA

SOLUÇÕES DE INFRAESTRUTURA DE INFRAESTRUTURA www.alidata.pt geral@alidata.pt +351 244 850 030 A Alidata conta com uma equipa experiente e especializada nas mais diversas áreas, desde a configuração de um simples terminal de trabalho

Leia mais

Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica

Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição Revisão 05 07/2015 NORMA ND.22 ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.A. Diretoria de Operações Gerência Executiva de Engenharia, Planejaento e Operação Rua

Leia mais

Construção de um sistema de Realidade Virtual (1 a Parte) O Engine Físico

Construção de um sistema de Realidade Virtual (1 a Parte) O Engine Físico Construção de u sistea de Realidade Virtual (1 a Parte) O Engine Físico Roberto Scalco, Fabrício Martins Pedroso, Jorge Tressino Rua, Ricardo Del Roio, Wellington Francisco Centro Universitário do Instituto

Leia mais

ISABEL RUTE DA CRUZ PAIS RIBEIRO

ISABEL RUTE DA CRUZ PAIS RIBEIRO Acordo quadro para a prestação de serviços de desenho, administração, operação e consolidação de infraestruturas de tecnologias de informação e comunicação (TIC) PROGRAMA DE CONCURSO Março de 2014 ÍNDICE

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 145 30 de julho de 2014 4027. Portaria n.º 151/2014

Diário da República, 1.ª série N.º 145 30 de julho de 2014 4027. Portaria n.º 151/2014 Diário da República, 1.ª série N.º 145 30 de julho de 2014 4027 Portaria n.º 151/2014 de 30 de julho O Governo tem vindo a desenvolver uma estratégia nacional de combate ao desemprego jovem assente numa

Leia mais

F. Jorge Lino Módulo de Weibull MÓDULO DE WEIBULL. F. Jorge Lino

F. Jorge Lino Módulo de Weibull MÓDULO DE WEIBULL. F. Jorge Lino MÓDULO DE WEIBULL F. Jorge Lino Departaento de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Rua Dr. Roberto Frias, 4200-465 Porto, Portugal, Telf. 22508704/42,

Leia mais

18h00: Apresentação de resultados (Carlos Gonçalves, João Nuno Ferreira, João Mota Lopes) 18h50: Encerramento (André Vasconcelos)

18h00: Apresentação de resultados (Carlos Gonçalves, João Nuno Ferreira, João Mota Lopes) 18h50: Encerramento (André Vasconcelos) Dia 27 de Outubro, 14h00 - Agenda 1. Apresentação geral auditório (30+45minutos) 14h00: Receção dos convidados 14h30: Abertura (Rogério Carapuça) 14h40: Políticas Infra-estruturas TIC na Administração

Leia mais

Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projectos e Despesas TIC. FAQs

Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projectos e Despesas TIC. FAQs Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projectos e Despesas TIC FAQs Folha de Controlo Nome do Documento: FAQs Evolução do Documento Versão Autor Data Comentários

Leia mais

Estudo da viabilidade económica da implementação de uma microturbina

Estudo da viabilidade económica da implementação de uma microturbina Departaento de Engenharia Mecânica Rao de Terodinâica e fluidos Gestão da Energia Estudo da viabilidade econóica da ipleentação de ua icroturbina Coordenação do trabalho: Professor Fausto Freire André

Leia mais

PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2015. - 30 de dezembro de 2014 -

PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2015. - 30 de dezembro de 2014 - PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2015-30 de dezembro de 2014 - PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2015 Em cumprimento do disposto no n.º 3 do artigo 7.º da Lei n.º

Leia mais

AVALIAÇÃO DO MODELO DE TRANSFORMADORES EM FUNÇÃO DA FREQUÊNCIA

AVALIAÇÃO DO MODELO DE TRANSFORMADORES EM FUNÇÃO DA FREQUÊNCIA Universidade de Brasília Faculdade de Tecnologia Departaento de Engenaria Elétrica AVALIAÇÃO DO MODELO DE TANSFOMADOES EM FUNÇÃO DA FEQUÊNCIA Por Alexandre de Castro Moleta Orientador: Prof.Dr. Marco Aurélio

Leia mais

Câmara Municipal de Cascais é uma boa prática no relacionamento com os cidadãos

Câmara Municipal de Cascais é uma boa prática no relacionamento com os cidadãos 27 LEADERSHIP AGENDA a inovação na gestão do relacionamento compensa Câmara Municipal de Cascais é uma boa prática no relacionamento com os cidadãos A participação activa dos cidadãos é vital para a promoção

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

2.c.1 Melhorar os níveis de disponibilidade de serviços públicos on-line

2.c.1 Melhorar os níveis de disponibilidade de serviços públicos on-line AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL 2014-2020 (MADEIRA14-20) EIXO PRIORITÁRIO 2 Melhorar o Acesso às Tecnologias de Informação e da Comunicação, bem como a sua Utilização

Leia mais

I-Ispra: Fornecimento e instalação de cablagem estruturada, instalação de sistemas de voz-dados e redes de fibra ótica 2013/S 121-206362

I-Ispra: Fornecimento e instalação de cablagem estruturada, instalação de sistemas de voz-dados e redes de fibra ótica 2013/S 121-206362 1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:206362-2013:text:pt:html I-Ispra: Fornecimento e instalação de cablagem estruturada, instalação de sistemas de voz-dados

Leia mais

Ensino Fundamental no Brasil: a Média do Gasto Por Aluno, o IDEB e Sua Correlação nos Municípios Brasileiros.

Ensino Fundamental no Brasil: a Média do Gasto Por Aluno, o IDEB e Sua Correlação nos Municípios Brasileiros. Ensino Fundaental no Brasil: a Média do Gasto Por Aluno, o IDEB e Sua Correlação nos Municípios Brasileiros. Autoria: Jaie Crozatti Resuo: Para contribuir co a discussão da gestão de políticas públicas

Leia mais

1. Definições Iniciais

1. Definições Iniciais O Básico da Criptografia usada na Internet Alessandro Martins Mestrando e Redes de Coputadores - PESC/COPPE Universidade Federal do Rio de Janeiro {artins@ufrj.br} RESUMO O objetido deste texto é apresentar

Leia mais

CONCURSO DE IDEIAS VEM REGULAMENTO

CONCURSO DE IDEIAS VEM REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS VEM REGULAMENTO PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL Artigo 1.º Âmbito das iniciativas de apoio a empreendedores emigrantes O Alto Comissariado para as Migrações, I.P. (doravante ACM, I.P.) propõe

Leia mais

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES 2015 2 Formar gestores e quadros técnicos superiores, preparados científica e tecnicamente para o exercício de funções na empresa

Leia mais

2007.2. Como o Pensamento Sistêmico pode Influenciar o Gerenciamento de Projetos

2007.2. Como o Pensamento Sistêmico pode Influenciar o Gerenciamento de Projetos UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - UFPE CENTRO DE INFORMÁTICA CIN GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 2007.2 Coo o Pensaento Sistêico pode Influenciar o Gerenciaento de Projetos TRABALHO DE GRADUAÇÃO

Leia mais

Linhas de Ação para o Plano de Atividade de 2014

Linhas de Ação para o Plano de Atividade de 2014 Linhas de Ação para o Plano de Atividade de 2014 As entidades de supervisão do sistema financeiro internacional procederam ao longo dos últimos anos a profundas adaptações, por via legislativa e organizacional,

Leia mais

Anexo 4 Regras de faturação

Anexo 4 Regras de faturação Anexo 4 Regras de faturação Data: 01 Dezebro 2014 Página: 1/8 Versão: V0 Índice 1 Introdução 3 2 Regras de facturação 3 2.1 Análise de Viabilidade de Ocupação 3 2.1.1 Pedido de Viabilidade 3 2.2 Serviço

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL DE LISBOA Deliberações CMC POR: 9/10/2007, 15/07/2008, 30/01/2012 e 8/08/2012 SAÚDE (LISBOA) ENTRADA EM VIGOR DA ÚLTIMA ALTERAÇÃO EM 9/08/2012 NA REDAÇÃO DADA PELA DELIBERAÇÃO

Leia mais

Procifisc Engenharia e Consultadoria, Lda.

Procifisc Engenharia e Consultadoria, Lda. 01. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 2 01. Apresentação da empresa, com sede em Castelo Branco, é uma empresa criada em 2007 que atua nos domínios da engenharia civil e da arquitetura. Atualmente, é uma empresa

Leia mais

REGULAMENTO DELEGADO (UE) N.º /.. DA COMISSÃO. de 4.3.2014

REGULAMENTO DELEGADO (UE) N.º /.. DA COMISSÃO. de 4.3.2014 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 4.3.2014 C(2014) 1229 final REGULAMENTO DELEGADO (UE) N.º /.. DA COMISSÃO de 4.3.2014 que completa o Regulamento (UE) n.º 1299/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho no que

Leia mais

Código de prática para a gestão da segurança da informação

Código de prática para a gestão da segurança da informação Código de prática para a gestão da segurança da informação Edição e Produção: Fabiano Rabaneda Advogado, professor da Universidade Federal do Mato Grosso. Especializando em Direito Eletrônico e Tecnologia

Leia mais

Decreto-Lei n.º 107/2012, de 18 de maio, com a alteração da LOE para 2014

Decreto-Lei n.º 107/2012, de 18 de maio, com a alteração da LOE para 2014 Decreto-Lei n.º 107/2012, de 18 de maio, com a alteração da LOE para 2014 (a bold e a cor diferente encontram-se as alterações efetuadas pela LOE de 2014) Artigo 1.º Objeto 1- O presente decreto-lei regula

Leia mais

Segurança nas Nuvens Onde Coloco Meus Dados?

Segurança nas Nuvens Onde Coloco Meus Dados? Segurança nas Nuvens Onde Coloco Meus Dados? Expectativa de 20 minutos Uma abordagem prática e sensata de usar os Serviços em Nuvem de forma segura. Segurança nas Nuvens O que é? Quais as Vantagens das

Leia mais

Sumário da Estratégia de Racionalização dos centros de dados e computação em nuvem na Administração Pública

Sumário da Estratégia de Racionalização dos centros de dados e computação em nuvem na Administração Pública Sumário da Estratégia de Racionalização dos centros de dados e computação em nuvem na Administração Pública Horizonte 202-206 Grupo de Projeto para as Tecnologias de Informação e Comunicação Título: computação

Leia mais

Capítulo VII. Por Sérgio Feitoza Costa*

Capítulo VII. Por Sérgio Feitoza Costa* 44 Equipaentos para subestações de T&D Capítulo VII Distâncias de segurança de subestações e sisteas de proteção contra incêndios e subestações Este fascículo ve apresentando conceitos de engenharia para

Leia mais

SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E SISTEMAS DE GESTÃO DE INFORMAÇÃO

SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E SISTEMAS DE GESTÃO DE INFORMAÇÃO AGÊNCIA PARA A MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E SISTEMAS DE GESTÃO DE INFORMAÇÃO 1 DE JULHO DE 2015 OPERAÇÕES TEMÁTICAS COLABORATION SIMPLIFICATION INNOVATION

Leia mais

II Fórum do sector segurador e de fundos de pensões. Lisboa, 7 de Março de 2007. Novas regras de solvência Implementação e gestão de risco

II Fórum do sector segurador e de fundos de pensões. Lisboa, 7 de Março de 2007. Novas regras de solvência Implementação e gestão de risco II Fórum do sector segurador e de fundos de pensões Lisboa, 7 de Março de 2007 Novas regras de solvência Implementação e gestão de risco Foi com todo o gosto, e também com enorme interesse, que aceitei

Leia mais

ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA

ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA ABERTURA A People & Skills foi criada para responder às necessidades de um mercado cada vez mais apostado em desenvolver e consolidar competências que

Leia mais

MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA Da AP Central à AP Local

MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA Da AP Central à AP Local Da AP Central à AP Local PAULO NEVES PRESIDENTE DO CONSELHO DIRETIVO 01 JULHO 2014 COMO OS CIDADÃOS VÊEM O SETOR PÚBLICO? 2 3 MAS SERÁ QUE PODEMOS FALAR NUMA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA? 4 DIVERSIDADE DA ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo Associação Empresarial das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge

Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo Associação Empresarial das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge PROENERGIA - Programa de incentivos à produção de energia a partir de fontes renováveis Âmbito São suscetíveis de apoio projetos que envolvam: a) Investimentos na exploração de recursos energéticos renováveis

Leia mais

PROJETO DE REGRAS RELATIVAS À UTILIZAÇÃO PARTILHADA DO NÚMERO 16XY DO PLANO NACIONAL DE NUMERAÇÃO PARA O SERVIÇO DE APOIO A CLIENTES

PROJETO DE REGRAS RELATIVAS À UTILIZAÇÃO PARTILHADA DO NÚMERO 16XY DO PLANO NACIONAL DE NUMERAÇÃO PARA O SERVIÇO DE APOIO A CLIENTES PROJETO DE REGRAS RELATIVAS À UTILIZAÇÃO PARTILHADA DO NÚMERO 16XY DO PLANO NACIONAL DE NUMERAÇÃO PARA O SERVIÇO DE APOIO A CLIENTES 1. INTRODUÇÃO O ICP-ANACOM recebeu, em 11 de setembro de 2013, um pedido

Leia mais

A Teoria dos Jogos é devida principalmente aos trabalhos desenvolvidos por von Neumann e John Nash.

A Teoria dos Jogos é devida principalmente aos trabalhos desenvolvidos por von Neumann e John Nash. Teoria dos Jogos. Introdução A Teoria dos Jogos é devida principalente aos trabalhos desenvolvidos por von Neuann e John Nash. John von Neuann (*90, Budapeste, Hungria; 957, Washington, Estados Unidos).

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Medida 1 INOVAÇÃO Ação 1.1 GRUPOS OPERACIONAIS Enquadramento Regulamentar Artigos do Regulamento (UE) n.º 1305/2013, do Conselho e do Parlamento

Leia mais

SEPLAN. Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico. RESOLUÇÃO Nº 003/2006 - CEPINF de 15 de agosto de 2006.

SEPLAN. Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico. RESOLUÇÃO Nº 003/2006 - CEPINF de 15 de agosto de 2006. RESOLUÇÃO Nº 003/2006 - CEPINF de 15 de agosto de 2006. DEFINE a Política de Informática do Estado do Amazonas. O PRESIDENTE DO COMITÊ ESTADUAL DE POLÍTICA DE INFORMÁTICA, no uso de suas atribuições legais,

Leia mais

5fe0d90107e74964b15fe89af08c53e4

5fe0d90107e74964b15fe89af08c53e4 DL 35/2014 2014.01.23 A Lei 64-B/2011, de 30 de dezembro, que aprovou o orçamento do Estado para o ano de 2012, promoveu a criação de novas medidas de combate à fraude e evasão fiscais. Neste contexto

Leia mais

Política de Produto e Serviço Caixa Geral de Depósitos. Política de Produto e Serviço

Política de Produto e Serviço Caixa Geral de Depósitos. Política de Produto e Serviço Política de Produto e Serviço Publicado em julho 2012 1 Fundada em 1876, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) é o maior grupo financeiro nacional, atuando em diferentes áreas, designadamente na banca comercial,

Leia mais

EMISSOR: Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social. Artigo 1.º Objeto

EMISSOR: Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social. Artigo 1.º Objeto DATA: Quarta-feira, 30 de julho de 2014 NÚMERO: 145 SÉRIE I EMISSOR: Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social DIPLOMA: Portaria n.º 151/2014 SUMÁRIO: Cria o Programa Investe Jovem Artigo

Leia mais

ISO 9001:2015. www.apcergroup.com. Rui Oliveira APCER

ISO 9001:2015. www.apcergroup.com. Rui Oliveira APCER ISO 9001:2015 Rui Oliveira APCER Agenda Enquadramento do Processo de Revisão Principais Mudanças Pensamento Baseado em Risco Informação Documentada Princípios da Qualidade Próximos Passos Cronograma para

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015 TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015 Reestrutura as unidades vinculadas à Secretaria de Tecnologia da Informação SETIN do Tribunal Superior do Trabalho.

Leia mais

Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros. Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014

Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros. Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014 Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014 O desafio Horizonte 2020 Compromissos Nacionais Metas UE-27 20%

Leia mais

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI Objetivos Assegurar que os esforços despendidos na área de informática sejam consistentes com as estratégias, políticas e objetivos da organização como um todo; Proporcionar uma estrutura de serviços na

Leia mais

SOBRE O PROBLEMA DA VARIAÇÃO DE TEMPERATURA DE UM CORPO

SOBRE O PROBLEMA DA VARIAÇÃO DE TEMPERATURA DE UM CORPO 44 SOBRE O PROBLEMA DA VARIAÇÃO DE TEMPERATURA DE UM CORPO Resuo Jair Sandro Ferreira da Silva Este artigo abordará a aplicabilidade das Equações Diferenciais na variação de teperatura de u corpo. Toareos

Leia mais

Manual da Qualidade. Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social nos Açores

Manual da Qualidade. Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social nos Açores Manual da Qualidade Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social nos Açores EDIÇÃO 05 (ABRIL 2013) PÁGINA 2 DE 16 Índice Índice... Página 1 Promulgação do Manual... Página 2 Apresentação e gestão

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO. Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09. Sistema de Gestão da Qualidade

IDENTIFICAÇÃO. Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09. Sistema de Gestão da Qualidade IDENTIFICAÇÃO Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09 Código: CMSeixalSGQ_2600204_ManualGestaoV09 Destinatários: Trabalhadores, Munícipes e Utentes da CMSeixal Campo de aplicação:

Leia mais

Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária Anvisa

Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária Anvisa Segurança do Paciente e Qualidade e Serviços de Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária Anvisa Outubro / 2013 ALIANÇA MUNDIAL PARA A SEGURANÇA DO PACIENTE Desafios Globais para a Segurança do Paciente

Leia mais

PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2016. - 30 de dezembro de 2015 -

PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2016. - 30 de dezembro de 2015 - PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2016-30 de dezembro de 2015 - PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2016 Em cumprimento do disposto no n.º 3 do artigo 7.º da Lei n.º

Leia mais

ARTIGO: SOLUÇÕES PARA O SECTOR AUTARQUIAS in IGOV Maio 2010

ARTIGO: SOLUÇÕES PARA O SECTOR AUTARQUIAS in IGOV Maio 2010 CÂMARA MUNICIPAL DE SANTARÉM - R EVOLUÇÃO ADMINISTRATIVA A Autarquia de Santarém, em parceria com a PT Prime, desenvolveu um sistema de soluções integradas e inter-operantes que lhe possibilitaram operacionalizar

Leia mais

XRV 1000 SD5 XRW 1000 SD5 XRXS 566 XRYS 557 / 577 OEM OILTRONIX. Atlas Copco Compressores de Ar Portáteis Maior produtividade em todas as situações

XRV 1000 SD5 XRW 1000 SD5 XRXS 566 XRYS 557 / 577 OEM OILTRONIX. Atlas Copco Compressores de Ar Portáteis Maior produtividade em todas as situações Atlas Copco Copressores de Ar Portáteis Maior produtividade e todas as situações XRV 1000 SD5 XRW 1000 SD5 XRXS 566 XRYS 557 / 577 OEM OILTRONIX A Atlas Copco é líder undial e copressores de ar portáteis,

Leia mais

Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projetos e Despesas TIC

Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projetos e Despesas TIC Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projetos e Despesas TIC Overview do Processo de Avaliação de Projetos e Despesas TIC www.ama.pt Índice 1. Enquadramento

Leia mais

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Módulo 4 Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Estruturas e Metodologias de controle adotadas na Sarbanes COBIT

Leia mais

Evolução do n.º de efectivos dos Serviços de Apoio. Sede 547 525 497. Secção Regional dos Açores 44 44 38

Evolução do n.º de efectivos dos Serviços de Apoio. Sede 547 525 497. Secção Regional dos Açores 44 44 38 3. RECURSOS DISPONÍVEIS 3.1. RECURSOS HUMANOS À data de 31 de Dezembro de 2001, o Tribunal dispunha de 18 Magistrados, incluindo o Presidente (13 com formação base em Direito e 5 em Economia/ Finanças),

Leia mais

Cloud Computing: Quando a nuvem pode ser um risco para o negócio. Marco Lima aka Mago Enterprise Technology Specialist

Cloud Computing: Quando a nuvem pode ser um risco para o negócio. Marco Lima aka Mago Enterprise Technology Specialist Cloud Computing: Quando a nuvem pode ser um risco para o negócio Marco Lima aka Mago Enterprise Technology Specialist 05 De onde vem o termo nuvem? Business Servidores SAN WAN SAN LANs Roteador NAS Switch

Leia mais

5ª Sessão. Helpdesk e Ticketing. A complementaridade do. reporting de erros com a gestão. de desenvolvimento aplicacional. Mónica Henriques (IEFP, IP)

5ª Sessão. Helpdesk e Ticketing. A complementaridade do. reporting de erros com a gestão. de desenvolvimento aplicacional. Mónica Henriques (IEFP, IP) 5ª Sessão Helpdesk e Ticketing A complementaridade do reporting de erros com a gestão de desenvolvimento aplicacional Mónica Henriques (IEFP, IP) Instituto do Emprego e Formação Profissional, IP Departamento

Leia mais

Política de Segurança da Informação

Política de Segurança da Informação ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 3 2. AUDIÊNCIA 3 3. VALOR DA INFORMAÇÃO 4 4. IMPORTÂNCIA DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO 5 5. MODELO DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO 6 6. RESPONSABILIDADES NA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO 7 7. MANUTENÇÃO

Leia mais

Certificação ISO/IEC 27001. SGSI - Sistema de Gestão de Segurança da Informação. A Experiência da DATAPREV

Certificação ISO/IEC 27001. SGSI - Sistema de Gestão de Segurança da Informação. A Experiência da DATAPREV Certificação ISO/IEC 27001 SGSI - Sistema de Gestão de Segurança da Informação A Experiência da DATAPREV DATAPREV Quem somos? Empresa pública vinculada ao Ministério da Previdência Social, com personalidade

Leia mais

Paulo César Especialista de Soluções da ATM informática paulo.cesar@atminformatica.pt

Paulo César Especialista de Soluções da ATM informática paulo.cesar@atminformatica.pt Desktop Virtual Paulo César Especialista de Soluções da ATM informática paulo.cesar@atminformatica.pt Tendo em conta que a Virtualização será um dos principais alvos de investimento para o ano 2009 (dados

Leia mais

INCORPORAÇÃO DOS IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS POSITIVOS RELACIONADOS AOS USOS MÚLTIPLOS DA ÁGUA NOS ESTUDOS DE INVENTÁRIO HIDRELÉTRICO

INCORPORAÇÃO DOS IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS POSITIVOS RELACIONADOS AOS USOS MÚLTIPLOS DA ÁGUA NOS ESTUDOS DE INVENTÁRIO HIDRELÉTRICO INCORPORAÇÃO DOS IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS POSITIVOS RELACIONADOS AOS USOS MÚLTIPLOS DA ÁGUA NOS ESTUDOS DE INVENTÁRIO HIDRELÉTRICO Katia Cristina Gacia 1 ; Jorge M. Daázio; Silvia Helena Pires; Denise

Leia mais

PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO

PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO CONSIDERANDO QUE: PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO A simplificação administrativa e a administração electrónica são hoje reconhecidas como instrumentos fundamentais para a melhoria da competitividade e da

Leia mais

Índice de Custo Benefício (ICB) de Empreendimentos de Geração Termelétrica

Índice de Custo Benefício (ICB) de Empreendimentos de Geração Termelétrica Índice de Custo Benefício (ICB) de Epreendientos de Geração Terelétrica Metodologia de Cálculo Coordenação Geral Maurício Tiono Tolasqui José Carlos de Miranda Farias Equipe Técnica Danielle Bueno de Andrade

Leia mais

SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA, PRESTAÇÃO DE CONTAS E RESPONSABILIDADE

SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA, PRESTAÇÃO DE CONTAS E RESPONSABILIDADE V EUROSAI/OLACEFS CONFERENCE SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA, PRESTAÇÃO DE CONTAS E RESPONSABILIDADE CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES A V Conferência EUROSAI/OLACEFS reuniu, em Lisboa, nos dias 10 e 11 de Maio de

Leia mais

Diretrizes para aplicação do SIADAP no INMLCF, I.P.

Diretrizes para aplicação do SIADAP no INMLCF, I.P. Diretrizes para aplicação do SIADAP no INMLCF, I.P. Na sequência das deliberações tomadas nas reuniões ocorridas nos dias 20 e 31 de março de 2015, tendo em vista uma aplicação objetiva e harmónica do

Leia mais

APRESENTAÇÃO CORPORATIVA

APRESENTAÇÃO CORPORATIVA APRESENTAÇÃO CORPORATIVA 2015 Quem é a 2VG? A Empresa A 2VG Soluções Informáticas SA., é uma empresa tecnológica portuguesa, fundada em 2009, que surgiu para colmatar uma necessidade detetada no mercado

Leia mais

Contrato de Serviço (SLA) Para Hipermercados Extra Por Esperança_TI S.A

Contrato de Serviço (SLA) Para Hipermercados Extra Por Esperança_TI S.A Esperança_TI S.A S/A Contrato de Serviço (SLA) Para Hipermercados Extra Por Esperança_TI S.A 25/11/2014 Gerador do documento: Gerente de Negociação: Marcos Alves de Oliveira Marcos Antônio de Morais Aprovação

Leia mais

Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projectos e Despesas TIC

Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projectos e Despesas TIC Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projectos e Despesas TIC Overview do Processo de Avaliação de Projectos e Despesas TIC www.ama.pt Índice 1. Enquadramento

Leia mais

Resolução do Conselho de Ministros n.º 34/2012

Resolução do Conselho de Ministros n.º 34/2012 Resolução do Conselho de Ministros n.º 34/2012 A Resolução do Conselho de Ministros n.º 16/2012, de 14 de fevereiro, que aprova os critérios de determinação do vencimento dos gestores públicos, estabelece

Leia mais

XLM Innovation & Technology

XLM Innovation & Technology 01. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 2 01. Apresentação da empresa A XLM, sedeada em Aveiro, iniciou a sua atividade em 1995. Nesta data, a sua área de atuação cingia-se à venda, instalação e assistência técnica

Leia mais

PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO REGULAMENTO DO APOIO TÉCNICO À CRIAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE PROJETOS

PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO REGULAMENTO DO APOIO TÉCNICO À CRIAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE PROJETOS PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO REGULAMENTO DO APOIO TÉCNICO À CRIAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE PROJETOS Portaria n.º 985/2009, de 4 de setembro, alterada pela Portaria n.º

Leia mais

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações NP ISO 10001:2008 Gestão da qualidade. Satisfação do cliente. Linhas de orientação relativas aos códigos de conduta das organizações CT 80 2008 NP ISO 10002:2007 Gestão da qualidade. Satisfação dos clientes.

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Alteração ao Regime Jurídico da Avaliação do Ensino Superior Num momento em que termina o ciclo preliminar de avaliação aos ciclos de estudo em funcionamento por parte da Agência de Avaliação e Acreditação

Leia mais