Directório Global das TIC Empresas e Profissionais

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1 Directório Global das TIC Empresas e Profissionais 2009 apoio institucional

2 Na perspectiva da adopção de uma estratégia IP para o seu negócio, surgem as perguntas: Podemos alinhar a adopção de soluções IP com a nossa estratégia de negócio? Deverei considerar uma solução completa para o meu Centro de Contacto? Estará o fornecedor preparado para apoiar a nossa estratégia de negócio? A todas as perguntas a resposta da Altitude Software é SIM. O nosso centro de desenvolvimento está localizado em Portugal, o que garante uma resposta rápida e competente aos desafios colocados. As nossas soluções ganharam nos últimos anos cerca de 25 galardões sectoriais à escala global e em Portugal; Estados Unidos; França; Espanha e Brasil. As soluções Altitude uci tem mais de 200 mil utilizadores em 800 organizações em todo o mundo. Nós temos as respostas! Seja, no lançamento de um novo Centro de Contacto: altitude uci altitude ip contact center altitude vbox PSTN/VoIP Seja, na expansão do seu Centro de Contacto actual: altitude ip contact center altitude uci PBX PSTN/VoIP altitude vbox

3 Líder em Soluções Independentes para Centros de Contacto Conseguir o Encaixe Perfeito O Altitude uci é uma solução modular completa e o encaixe perfeito para o seu Centro de Contacto. Com as soluções Altitude Software, uma única ferramenta de configuração e gestão, desenvolve e gere todas as aplicações em todos os canais de interacção. A solução Altitude uci é uma plataforma unificada, o que permite o desenvolvimento rápido de campanhas e a redução dos custos de manutenção com uma solução reconhecida pela indústria e com 15 anos de provas dadas em 60 países. Para saber mais sobre as nossas soluções para o seu caso, visite-nos em: Alameda Fernão Lopes, nº 16, 4º Algés Tel: Fax:

4 ficha técnica índice editorial Ficha Técnica Promoção IDC Portugal - Marksearch, Estudos de Mercado, Lda NIPC: Capital Social C.R.C.L Centro Empresarial Torres de Lisboa Rua Tomás da Fonseca, Torre G - 1º Lisboa Tel.: Fax: APDC - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações NIPC: Rua Tomás Ribeiro, 41-8º Lisboa Tel.: Fax: Revisão Gabriel Coimbra - Isabel Travessa - Publicidade Bibiana Coimbra - Concepção Gráfica e Paginação Mack2 - Arquitectura e Design, Lda Monica Kalman - Pré Impressão e Impressão Textype Periodicidade Anual Tiragem exemplares Sobre a IDC A IDC é a empresa líder mundial na área de market intelligence, serviços de consultoria e organização de eventos para os mercados das Tecnologias de Informação, Telecomunicações e Electrónica de Consumo. A IDC ajuda os profissionais de Tecnologias de Informação, decisores empresariais e investidores a tomarem decisões sobre tecnologia e estratégias de negócio baseadas em factos. Mais de analistas da IDC em 50 países fornecem conhecimento profundo sobre oportunidades, tendências tecnológicas e evolução dos mercados a nível global, regional e local. Há mais de 44 anos que a IDC tem fornecido informação estratégica para ajudar os seus clientes a atingirem os objectivos de negócio Sobre a APDC A APDC - Associação Para o Desenvolvimento das Comunicações, que comemora em 2009 os seus 25 anos de vida, assume-se hoje como a Associação das TIC e New Media como plataforma de referência para a inovação total e global. E tem vindo a alargar o seu âmbito de actuação, não só no mercado das TIC como em todos os sectores de actividade ligados, directa ou indirectamente, a este sector cada vez mais crítico para a economia e a sociedade em geral. A crescente transversalidade das TIC, o processo de convergência, a globalização, a economia digital e a emergência da construção da Sociedade da Informação e do Conhecimento em Portugal levaram a APDC a assumir-se como uma verdadeira plataforma, que agrega todos os stakeholders do mercado em torno de um objectivo comum: o desenvolvimento de Portugal a todos os níveis. Todos os direitos reservados. A informação contida neste Directório não pode ser reproduzida, no todo ou em parte, qualquer que seja o método utilizado, salvo autorização expressa da IDC e da APDC. Os artigos e opiniões constantes deste Directório são da responsabilidade dos próprios autores aos quais agradecemos a disponibilidade, empenho e confiança na concepção deste Directório. 6 Editorial 8 Artigos de Opinião 8 A Visão da IDC O Mercado de TIC em Portugal 14 A Visão da APDC TIC: acelerar Portugal 18 A Visão da Accenture Inovação: Uma questão de estratégia 22 A Visão do Plano Tecnológico O Plano Tecnológico e o Mercado das TIC 26 A Visão da POS Conhecimento Cidades e Regiões do Conhecimento 28 Directório de Empresas e Profissionais 74 Altitude Software Centro de Contacto 2.0 : uma (r)evolução das interacções empresariais 80 Symantec Toda a sua informação confidencial está protegida? 82 OniTelecom 84 Panda A construir o futuro 92 Matriz de Empresas Actividades e Soluções 102 Associados APDC Profissionais do Sector 4 Directório Global das TIC Empresas e Profissionais

5 Editorial As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) assumem-se hoje como um sector absolutamente crítico para a Economia e para a Sociedade em geral. A rápida evolução tecnológica, associada às enormes mudanças no mercado e à transformação dos próprios consumidores, cada vez mais informados e exigentes, fazem deste um mercado com uma dinâmica e uma evolução imparáveis. Na actual conjuntura de crise mundial sem precedentes, a importância do sector na retoma da economia, na competitividade, produtividade e no crescimento da economia portuguesa é ainda mais estrutural. Por isso mesmo, conhecer as TIC e as empresas e profissionais que compõem este mercado é hoje não apenas uma necessidade mas um imperativo para todos, empresas e cidadãos. As ofertas editoriais nesta área, com produtos efectivamente abrangente, são actualmente muito poucas. Para colmatar esta lacuna, IDC e a APDC decidiram juntar esforços, através da realização de uma parceria, para a produção de uma edição anual que responda às necessidades reais do mercado. Este Directório das TIC Empresas e Profissionais pretende ser um documento fundamental de consulta em detalhe das empresas e dos profissionais que fazem o dia-a-dia das TIC em Portugal. O objectivo é traçar um retrato o mais completo do sector, assumindo-se como um instrumento de trabalho e um manual de consulta obrigatória. Através dele, será possível conhecer praticamente todas as empresas da indústria das TIC, respectivas actividades e contactos, administrações e gestões de primeira linha. Embora as mais de 350 empresas que integram o Directório sejam consensualmente consideradas como das mais representativas do mercado das TIC, a listagem não é de forma alguma exaustiva. Na realidade, a enorme fragmentação desde mercado impossibilita uma análise completa. A IDC e a APDC realizaram todos os esforços no sentido de apresentar a informação mais correcta e detalhada possível. Mas este é um processo dinâmico, onde o trabalho dependente muito da colaboração e proactividade do próprio mercado e das empresas que o compõem. Este é também um processo de aprendizagem e de crescimento, pelo que tentaremos em cada nova edição fazer mais e melhor. E, nesse sentido, solicitamos a todos os leitores uma participação activa neste trabalho conjunto em prol de um documento que reflicta correctamente o panorama do mercado português. Por isso mesmo, todos os comentários e sugestões poderão ser feitos através dos s ou sobre elementos que devam ser considerados em edições futuras. Jorge Coimbra Country Manager, IDC Portugal Diogo Vasconcelos, Presidente, APDC Uma última nota: a menos que expressamente referido, as opiniões constantes deste documento são da responsabilidade dos próprios autores. Directório Global das TIC Empresas e Profissionais 5

6 artigos Opiniãode Opinião artigos de Opinião 6 6 Directório Global das das TIC Empresas TIC Empresas e Profissionais e Profissionais

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8 artigos de Opinião O Mercado de TIC em Portugal Gabriel Coimbra Research & Consulting Director...existe uma forte correlação entre a despesa em TI e os índices de produtividade. Por força da globalização e consequente maior competitividade dos mercados, assistimos hoje a um crescimento exponencial na velocidade dos negócios. É neste contexto que observamos também uma maior preocupação das organizações em disporem de sistemas de informação capazes de suportarem esta nova dinâmica de mercado, quer para sustentar o desenvolvimento de novos produtos ou serviços, quer para potenciar a inovação dos respectivos processos empresariais. Neste contexto, a determinação do ROI (Return On Investment) assume-se como ferramenta fundamental de apoio à decisão dos gestores, garantido não só que os investimentos são os mais proveitosos e adequados possíveis, mas também o correcto alinhamento entre o negócio e a tecnologia. Contudo, não obstante a análise do ROI ser conceptualmente simples, na prática, a sua utilização pode revelar-se bastante complexa, dadas as várias dificuldades em expressar custos e benefícios intangíveis em termos do próprio valor financeiro e da sua distribuição ao longo de um determinado período, num contexto específico cada caso é um caso. Os maiores desafios encontram-se sobretudo no estabelecimento de relações causais entre o investimento e determinados benefícios, e na sua quantificação. Qual a relação entre os investimentos em TI e a produtividade? Se analisarmos a informação relativa à despesa em Tecnologias de Informação, facilmente verificamos que, designadamente na sua distribuição pelos diversos sectores de actividade, existe uma forte correlação entre a despesa em TI e os índices de produtividade. A figura seguinte oferece uma perspectiva acerca da eficiência dos mercados verticais, através do cruzamento de dois dos rácios muito simples: o PIB por empregado e a despesa em TI como percentagem do PIB. 8 Directório Global das TIC Empresas e Profissionais

9 Correlação do Investimento em Tecnologias de Informação e a Produtividade por Sector Económico Utilities PIB/Trabalhador (Euros) Serviços Transportes Media Processos Agricultura Discreta Cominucações Financeiro Saúde Comércio Educação Adm. Pública 0 0% 2,0% 4,0% 6,0% 8,0% 10,0% Investimento TI/PIB (%) Fonte: IDC, 2008 (Média Europa Ocidental) Directório Global das TIC Empresas e Profissionais 9

10 artigos de Opinião Como seria de esperar, a natureza de um sector provoca um forte impacto na relação de PIB por empregado. Os mercados de capital intensivo, como as Comunicações apresentam rácios elevados, enquanto no outro extremo da escala se encontram os sectores de mão-de-obra intensiva, como a Agricultura, a Construção e as Minas, por exemplo. As Finanças e as Comunicações, cujos rácios de TI / PIB estão bem acima dos 6% apresentam os melhores índices de eficiência. Os sectores de Agricultura, Construção e Minas; Educação; Saúde; e Comércio têm rácios de TI / PIB abaixo da média (todos inferiores a 2%) e evidenciam os níveis de eficiência mais baixos. A Indústria e a Administração Pública situam-se na zona média do intervalo, com PIB por empregado que varia dos 2,6% da Indústria de Processos aos 4,6% da Administração Central. Se esta é a prova da existência de uma correlação positiva entre os investimentos em TI e a eficiência dum sector, alguns casos devem ser considerados como excepções. Em particular: O sector das Utilities, que apesar de apresentar uma relação de TI / PIB de 2,1% muito perto da média (2,2%), revela um rácio de PIB por empregado cerca do triplo da média. Os Transportes e os Serviços mostram um PIB por empregado acima da média e uma despesa por PIB inferior à da generalidade dos sectores. As razões destes desvios têm a ver com a natureza específica destes sectores. O sector das Utilities, por exemplo, é ainda caracterizado pelo facto de um número reduzido de operadores dominar os mercados nacionais, permitindo-lhes passar a maioria dos custos para os utilizadores, uma vez que estes não têm (ainda?) alternativas em termos de fornecedor. Por outro lado, a altíssima fragmentação que tipifica os sectores dos Transportes e dos Serviços, onde dominam algumas empresas de muito grande dimensão e um grande número de pequenas companhias na zona inferior do mercado, marca o ritmo de ambos os sectores. Efectivamente, enquanto os investimentos em TI das grandes organizações aumentaram fortemente nos últimos anos, as unidades de menor dimensão têm vindo tradicionalmente a retardar a modernização das infra-estruturas de TI, pesando grandemente na média do sector. A segunda figura replica a análise mas de uma perspectiva dos países. Dela é possível retirar algumas conclusões interessantes, como a de que os países do centro e norte serem mais uniformes em termos de eficiência, ao passo que os do sul se caracterizam por apresentarem cenários mistos, perdendo no plano da eficiência. Portugal, e em função do esforço verificado nos últimos anos, já apresenta níveis de investimento em TI em linha com Espanha, Itália ou Irlanda, os níveis de produtividade ainda se encontram em níveis muito baixos. Correlação do Investimento em Tecnologias de Informação e a Produtividade por País PIB/Trabalhador (Euros) % Fonte: IDC, 2008 (Média Europa Ocidental) Quais as perspectivas de evolução do mercado português de TIC? O mercado nacional das Tecnologias de Informação que engloba o Hardware, o Software e os nos segmentos empresarial e de consumo, apresentou em 2008 um comportamento dinâmico, crescendo 10,6 por cento relativamente a 2007, o que correspondeu a volume de investimento da ordem dos 3 mil milhões de euros. Para o ano de 2009, segundo as previsões da IDC actualizadas em Fevereiro de 2009, o mercado nacional de TI deverá decrescer 0,8 por cento, o que traduz uma redução significativa das intenções de investimento em apenas 8 meses. Recorde-se que em Julho de 2008, as intenções de investimento em Tecnologias de Informação para 2009 apontavam para uma taxa de crescimento de dois dígitos, ou seja, de 11,2 por cento. Mesmo perante este cenário o mercado GR IR ES IT PO NO AU BE FR FI HO AL Média DI SUI SUE 1% 2% 3% 4% Investimento TI/PIB (%) nacional de Tecnologias de Informação apresenta um comportamento melhor do que o esperado para a Europa Ocidental. Em 2009 Portugal deverá decrescer apenas 0,8 por cento, enquanto a Europa Ocidental deverá decrescer 2 por cento. Em 2008 o mercado das Tecnologias de Informação foi dinamizado pela electrónica de consumo, as tecnologias de mobilidade, a convergência das TI com as telecomunicações, as soluções de segurança e os programas tecnológicos do governo. Com a estagnação da economia, a situação para 2009 alterou-se substancialmente, porque, por um lado, há menor disponibilidade do crédito e, por outro, as organizações, agora mais cautelosas, vão focalizar-se na optimização da tecnologia que já têm. Mas acreditamos que os planos governamentais e alguns sectores chave, como é o caso das telecomunicações e utilities, continuarão a exercer uma forte pressão sobre a procura, pelo que o mercado global não deverá decrescer mais de 1%. RU 10 Directório Global das TIC Empresas e Profissionais

11 Para o ano de 2009, segundo as previsões da IDC actualizadas em Fevereiro de 2009, o mercado nacional de TI deverá decrescer 0,8 por cento. Directório Global das TIC Empresas e Profissionais 11

12 artigos de Opinião O investimento no mercado de,..., representou cerca de 870 milhões de euros em 2008 Hardware é o segmento mais afectado em 2009 O Hardware, que representa mais de 50 por cento do total do investimento em TI será, segundo as previsões da IDC, o segmento mais afectado pela crise económica. Esta situação deve-se ao facto deste segmento se encontrar muito dependente de grandes projectos e investimentos do mercado empresarial, prevendo-se que muitos serão adiados para depois de A IDC estima que a quebra da procura neste segmento terá maior impacto ao nível dos servidores, PCs Desktop e infra-estrutura de rede. No entanto continuarão a existir áreas de forte crescimento, como são os casos dos PCs Portáteis. Em 2008 o mercado português de Hardware cresceu 15,5 por cento face a 2007, com receitas no valor de 1,6 mil milhões de euros. Para 2009 a IDC prevê uma quebra de 1,6% face aos 15,4 por cento de crescimento projectados em Julho de Software chega aos 530 milhões de euros em 2009 Para este segmento a IDC prevê que o impacto da recessão da economia será menos acentuado do que no Hardware. O investimento no mercado de Software chegou aos 520 milhões de euros em 2008, apresentando um crescimento de 6,6 por cento relativamente a Para 2009 a IDC prevê um crescimento de apenas 0,9 por cento face aos 8,4 por cento projectados em Julho de 2008, o que equivale a um investimento de cerca de 525 milhões de euros. A aquisição de Software neste período será dinamizada pela procura de ganhos de eficiência através da optimização operacional e da automatização dos processos, por possibilitar às organizações a exploração de novas actividades e por contribuir para colmatar a escassez interna de recursos. Neste segmento, a IDC prevê ainda que os modelos de Software como um Serviço (SaaS) ganhem proeminência neste período, uma vez que ajudam reduzir o investimento inicial e a controlar a evolução dos custos. Mercado dos atingirá perto dos 900 milhões de euros em 2009 O investimento no mercado de Serviços de TI, que inclui a implementação, suporte, consultoria, outsourcing e a formação, representou cerca de 870 milhões de euros 12 Directório Global das TIC Empresas e Profissionais

13 em 2008, que resultou de um crescimento de 4,6 por cento face a Para 2009, a IDC prevê uma quebra de 0,2 por cento face aos 5,1 por cento de crescimento projectados em Julho de A IDC estima que o mercado de Serviços de TI irá estagnar, visto os projectos de grande projecção estratégica, que visam o aumento da agilidade e a capacidade de resposta da organização, deverão ser adiados a favor de iniciativas que tenham por objectivo a eficiência e a eficácia. Os Serviços de Outsourcing são os que apresentam o maior potencial de crescimento para 2009 com destaque para a Gestão de Desktops e o Hosting, que se traduzem habitualmente em projectos de redução de custos, orientados para bons desempenhos em tempos de crise, quer nas pequenas e médias empresas (PME), quer nas grandes empresas, oferecendo benefícios tecnológicos e maiores níveis de eficácia. De acordo com a IDC, o impacto da recessão na globalidade do mercado de Telecomunicações será mínimo em virtude dos Serviços de Telecomunicações usufruírem das muitas características do sector das Utilities (electricidade, gás e água) fazendo, por isso, parte integrante dos orçamentos das organizações e dos consumidores. Neste sentido a IDC prevê que o impacto neste sector se traduza na quebra da procura na subscrição de novos serviços como por exemplo o acesso à Internet com maior velocidade e a IP TV, entre outros. Contudo, e dado que a crise económica Cenários para o crescimento do mercado português de TI por segmento em ,0% 8,0% 6,0% 4,0% 2,0% 0,0% levará as pessoas a passarem mais tempo em casa, a IDC acredita que a procura por serviços de entretenimento no lar aumentará de forma modesta mas positiva em Em termos gerais a IDC verifica que os níveis de confiança das organizações e dos consumidores estão em baixa e estas estão a optar pela optimização dos seus equipamentos e software, em alternativa a novas aquisições. Os consumidores, por sua vez, estão a adiar aquisições dispensáveis e a focalizar a despesa nos produtos que são essenciais ao desempenho das suas actividades do dia-a-dia. Contudo o mercado nacional das TIC (Tecnologias de Informação mais S er viços de Telecomunicações) continua a apresentar um dinamismo que ultrapassa o clima negativo vivido noutros sectores. Para esta situação estão a contribuir o Plano Tecnológico nacional e o investimento em sectores chave como a Administração Pública, Saúde, Educação, as Utilities, as Telecomunicações e a Energia. Industria Mercado Serviços de Telecomunicações é o menos afectado em 2009 Em 2008 o mercado dos Serviços de Telecomunicações, que inclui os serviços de voz e dados na rede fixa e móvel, gerou 5,47 mil milhões de euros em receitas (excluindo aqui os serviços de televisão por cabo), o que correspondeu a um crescimento de 1,4 por cento face a Para 2009, a taxa de crescimento não deverá passar 0,6 por cento, o que significa que o investimento deverá situar-se nos 5,5 mil milhões de euros. -2,0% 4,0% -6,0% -8,0% -10,0% Total TI Notas: O cenário pessimista é o actual cenário em vigor TCUE: Transportes, comunicações, utilities e energia Fonte: IDC, Fevereiro 2009 Hardware Software Cenário Neutro Cenário Pessimista (Actual cenário em vigor) Banca Outras E. Financeiras AP, Saúde e Educação Comércio TCUE Serviços Doméstico Outros Directório Global das TIC Empresas e Profissionais 13

14 artigos de Opinião TIC: acelerar Portugal Diogo Vasconcelos Presidente da APDC- Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações Hoje, é impossível viver, trabalhar, aprender, interagir, conhecer e aprender sem recorrer às TIC. As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) são hoje um sector transversal à Economia e à Sociedade em geral. Contribuem para a modernização, c o m p e t i t i v i d a d e e i n o v a ç ã o, desempenhando um papel fulcral no desenvolvimento de qualquer país. O sector assume-se cada vez mais como um agente catalizador de experiências, de vontades e de ambição, induzindo o desenvolvimento nas empresas, na sociedade e na área pública, o talento dos recursos humanos e o aparecimento de novas formas de empreendedorismo e de inovação. Hoje, é impossível viver, trabalhar, aprender, interagir, conhecer e aprender sem recorrer às TIC. A Internet veio trazer uma nova lógica ao mundo, de colaboração em escala e de poder distribuído, passando de um mero serviço de informação a uma infraestrutura crítica para o futuro. O arranque efectivo das Redes de Nova Geração (RNG), com a oferta real de serviços sustentados em redes de alta velocidade, reforça ainda mais as TIC como uma área crítica para a construção do futuro. A inovação tecnológica abrirá novas possibilidades e, se for conjugada com a inovação social, gerará uma verdadeira avalanche de inovação. Por tudo isto, vivemos hoje um momento único na História. Um momento de viragem, que tem que ser fixado, reflectido e aproveitado, para que assim se adoptem as estratégias e as medidas correctas que garantam uma efectiva mudança de paradigma para um novo modelo centrado numa Sociedade em Rede. A Internet, com as RNG, será a infra-estrutura de um novo e mais avançado modo de organizar a vida colectiva, criando-se condições únicas de crescimento e sustentabilidade. Depois dos últimos 15 anos terem sido marcados por uma revolução sem precedentes a nível social, económico e, sobretudo, tecnológico, o advento das RNG e a imparável evolução 14 Directório Global das TIC Empresas e Profissionais

15 da tecnologia prometem um futuro de possibilidades quase infinitas. Para Portugal, este é o ano da alta velocidade. O nosso País foi mesmo um dos primeiros da Europa comunitária a definir uma estratégia nacional para o seu desenvolvimento. O Governo definiu metas e medidas para garantir a construção de uma rede nacional, promovendo ainda o desenvolvimento de um cluster português nesta área. Em paralelo, os operadores de rede e outros investidores já se comprometeram com metas e investimentos que garantem uma rápida introdução da Internet a 100Mbps. Mas a Internet do futuro não passa só pela garantia de construção de redes. Porque a tecnologia por si só não muda nada. Há que encontrar respostas às múltiplas necessidades e desafios que a Sociedade enfrenta. Criar Serviços de Nova Geração é agora o desafio. É neste momento de viragem que Portugal se encontra. E a APDC, assumindo-se cada vez mais como uma plataforma de referência para a inovação total e global das TIC e New Media, está profundamente empenhada em contribuir decisivamente para esta viragem e para a construção do novo mundo, mobilizando tudo e todos nesta missão. Acelerando-se a agenda para encontrar soluções de curto-prazo e preparar o futuro desde já. APDC: promover a mudança A Associação - posicionando-se como plataforma catalizadora, estratégica, de conhecimento e de colaboração, pretende introduzir novos temas na agenda social e económica, antecipando e criando estratégias, promovendo a mudança e o desenvolvimento e concebendo, partilhando e expandindo conhecimento - elegeu como prioridade estratégica para 2009 as Redes e Serviços de Nova Geração. Porque só através delas se poderão resolver não só os problemas de curto-prazo, resultantes da crise mundial sem precedentes, mas também responder aos desafios que se colocam à Economia e a Sociedade em geral. Empenhada em debater os grandes temas e em ser uma ponte entre a sociedade civil, as empresas e o Governo, a APDC está comprometida em acelerar e promover a mudança. Nesse sentido, tem vindo a desenvolver as mais variadas iniciativas em torno das RNG, que culminaram no recente Predictions & Broadband Summit, onde não só se discutiu o que se pode fazer com as redes de alta velocidade a partir do que são as tendências mundiais, como se discutiram os próximos passos com o envolvimento de todos os players das TIC e de outros sectores. Com o Governo em destaque. Directório Global das TIC Empresas e Profissionais 15

16 artigos de Opinião O nosso País... continua hoje a mostrar-se uma das nações do mundo mais inovadoras no que toca à adopção de novas plataformas Para que Portugal esteja na linha da frente da inovação, a APDC promoveu a realização do estudo O Impacto Económico e Social das Redes de Alta Velocidade de Próxima Geração - Recuperação Através da Inovação, desenvolvido pela BCG. As conclusões preliminares apontam para que RNG tenham um potencial económico directo e indirecto recorrente de cerca de três mil milhões de euros num prazo de 3 a 5 anos, podendo criar entre 15 mil a 20 mil postos de trabalho qualificados. A versão final do estudo é anunciada durante o mês de Setembro, tratando-se do primeiro ao nível europeu na vertente dos serviços de nova geração. Já no final de 2008, a Associação desenvolveu outro estudo, também inovador, o Smart 2020 Portugal, apresentado no Congresso das Comunicações 08, que mostrou o papel crucial das TIC na sustentabilidade ambiental. O intenso envolvimento da Associação nas RNG, tema que ditará o futuro de Portugal, tem passado ainda por outros debates, pela assinatura de um protocolo de colaboração com o Governo, pela colaboração com o QREN, para promover e incentivar as iniciativas e pela cooperação com vários ministérios e com protagonistas das TIC. Trata-se de um esforço para acelerar a agenda nacional, porque é a partir da mudança e da inovação radical que podemos avançar e inovar nas respostas aos problemas e necessidades que a sociedade enfrenta. Congresso 09: momento de viragem No âmbito desse esforço, enquadra-se o Congresso das Comunicações 09, na sua 19ª edição, que se realizará a 18 e 19 de Novembro, no Centro de Congressos de Lisboa. O maior evento anual das TIC em Portugal terá exactamente como mote The Turning Point, para marcar o momento de viragem para o futuro e debater o que é estratégico, acelerando a agenda e promovendo a mudança. O evento marcará também um momento de viragem na vida da própria Associação, que comemora este ano os seus 25 anos de existência e se prepara para entrar num novo ciclo. O nosso País é pequeno e periférico, mas possui condições únicas para vencer. Pioneiro desde há muito na adopção de tecnologias, continua hoje a mostrar-se uma das nações do mundo mais inovadoras no que toca à adopção de novas plataformas, produtos e serviços. E está, uma vez mais, a ditar o ritmo da evolução tecnológica, apostando como nenhum outro nas RNG e levando as TIC a todos os sectores de actividade. Há 10 anos, as ligações à Internet ainda se processavam a velocidades de 28kbps ou 56kbps. Não tarda muito para que termos fibra casa a casa a 100Mbps simétricos e com baixa latência seja o novo padrão de comunicação minimamente expectável. E isto é apenas uma pequena mostra do que poderá ser o futuro. Agora, temos de o preparar.. 16 Directório Global das TIC Empresas e Profissionais

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18 artigos de Opinião Inovação: Uma questão de estratégia Eduardo Fitas Vice-Presidente, responsável pela área de Comunicações, Media & High-Tech...o principal obstáculo aos novos lançamentos está relacionado com a tendência para derrapar em custos... Nunca a afirmação a inovação distingue um líder de um seguidor de Steve Jobs, CEO da Apple, foi tão aplicável como no actual contexto dos mercados. E neste contexto, as empresas de comunicações, de media e de high-tech assumem uma posição particular. Ao longo dos últimos três anos, os analistas financeiros têm sistematicamente vindo a avaliar perdas substanciais no valor global desta indústria, tendo a conjuntura recessiva agravado essa situação. A relação entre esta realidade e a capacidade de inovação é confirmada por um estudo recente da Accenture 1 que revela que, apesar da pressão do mercado para lançamentos de produtos inovadores, verifica-se um abrandamento do ritmo de desenvolvimento: mais de dois terços dos executivos responsáveis por esta actividade afirmam que as suas organizações decidiram interromper o desenvolvimento de algum serviço no ano passado como forma de responder às pressões dos resultados de curto prazo. Para mais de metade dos inquiridos, o principal obstáculo aos novos lançamentos está relacionado com a tendência para derrapar em custos (Incumprimento do orçamento - 50%), ou com a incapacidade de apresentação atempada dos resultados (Transição lenta entre a conceptualização e a prototipagem - 42%), dois factores naturalmente relacionados. Em oposição, a Ausência de ideias é uma razão apontada por menos de 1/3 dos inquiridos, o que parece indicar que, mais do que a conceptualização, os desafios são relacionados com a execução. Flexibilidade na cadeia através da inovação aberta O estudo revela ainda que as empresas que suportam um ambiente mais aberto e colaborativo nas diferentes etapas da inovação - do design à prototipagem - constituem um referencial de práticas eficazes de inovação, lançando novos produtos e serviços com maior rapidez. O aumento da especialização e diversidade de parceiros, acesso a novas competências e ideias ou uma alternativa mais eficiente nos custos, são benefícios reconhecidos pelos executivos da indústria de comunicações. As empresas que adoptam os princípios da inovação aberta localizam-se sobretudo na Europa continental e enquanto a média global de lançamento de novos produtos é de seis meses, países como a França ou a Alemanha apresentam maior probabilidade de lançar produtos em menos de três meses. A filosofia de open innovation baseia-se em grande medida na utilização do potencial de redes colaborativas, em dois momentos do processo de inovação: (i.) na captação de mais e melhores ideias, (ii.) no desenvolvimento partilhado de soluções, 1 Managing New Product Development and Innovation in Challenging Times - Accenture Research Report, Estudo levado a cabo na Europa e Estados Unidos, através de um inquérito realizado a 277 executivos seniores de empresas de comunicações, media e high-tech 18 Directório Global das TIC Empresas e Profissionais

19 A filosofia de open innovation baseia-se em grande medida na utilização do potencial de redes colaborativas... Directório Global das TIC Empresas e Profissionais 19

20 artigos de Opinião um aspecto específico, possível nesta indústria, devido à natureza dos seus produtos e serviços. As plataformas de captação de ideias (i.) têm sido utilizadas de forma diferente, seja pela colocação voluntária de novas ideias, seja pelo debate e avaliação de conceitos previamente introduzidos para esse efeito ( seeds de discussão) que refinam o material intelectual existente. Tipicamente constituem uma parte integrante de um programa de motivação e cultura interna para a inovação, sendo muitas destas plataformas colaborativas abertas ao exterior, procurando envolver vários grupos de stakeholders. Actualmente, o recurso às redes sociais ou emulação deste conceito para fins específicos oferece um vasto potencial para encontrar novas ideias, estimular os diálogos e a troca de conhecimento. Por outro lado, numa óptica operacional (ii.), as plataformas colaborativas open service vieram tornar o processo criativo mais flexível, reduzindo substancialmente as barreiras ao desenvolvimento de produtos. Estas arquitecturas abertas de desenvolvimento permitem às empresas criar novos ser viços, limitando investimentos e capitalizando o potencial da Web 2.0 ou do cloud computing. A eliminação das barreiras geográficas permite envolver uma comunidade mais adequada a cada contexto de desenvolvimento, juntando as melhores competências para cada caso e não apenas as que estão disponíveis dentro das fronteiras das empresas ou nos parceiros geograficamente próximos. Ao permitir a cooperação entre third parties e as áreas internas das empresas, estas plataformas propiciam os meios para criar, partilhar e executar diversos tipos de serviço, através de diferentes redes e contribuem para a criação de serviços de valor agregados com maior rapidez, de forma mais consistente e com custos menores. De acordo com os dados, é normal clusters de mais de 10 fornecedores em actividades de desenvolvimento de novos produtos. Recorrendo a métodos tradicionais de gestão de trabalho, os riscos de derrapagem orçamental ou atrasos no processo aumentam significativamente nestes cenários colaborativos. Na pesquisa referida anteriormente, um terço dos entrevistados citou ainda a fraca cooperação interdepartamental como impedimento significativo para uma inovação eficiente. Uma plataforma comum de inovação também permite a promoção de uma colaboração imediata e aberta, que contribui para a quebra de silos organizacionais, desenvolvendo capacidades necessárias para administrar o processo de inovação com mais rigor e previsibilidade. Inovação aberta: exigências sobre organização e processos Embora as vantagens de um ambiente colaborativo eficaz e a utilização de plataformas de desenvolvimento sejam reconhecidas, é necessário compreender as exigências de maturidade ao nível de organização e processos que permitem esses modelos de inovação. A interligação com parceiros externos num sistema colaborativo requer uma organização experiente e ágil no relacionamento entre vários actores, começando com os intervenientes internos, da Investigação & Desenvolvimento (I&D) à Gestão de Produtos. Além de constituírem uma base para a integração de parceiros externos, os processos são essenciais para o controlo de riscos de qualidade. Ou seja, as plataformas podem apoiar a gestão de projectos e talento, mas não substituem a experiência resultante de rotinas processuais. Apenas uma arquitectura organizacional robusta e processos de inovação sólidos permitem gerir a sua complexidade e o seu carácter transversal aos vários departamentos da organização. Além da eficácia ao nível da gestão de projectos, estes processos promovem a mobilização e uma cultura interna de inovação. Estima-se que menos de 20% do orçamento de inovação seja dedicado a projectos Conhecimento de cliente A orientação ao cliente como base do processo de inovação aplica-se quer na dimensão comercial da inovação através de novos produtos e serviços quer nas dimensões internas orientadas à melhoria dos processos, por optimização de custos ou melhoria da experiência do cliente (eg. estratégia de canais e serviço). Além da pesquisa externa, especialmente adequada à entrada em novos mercados, a aplicação de dados analíticos sobre os clientes actuais para utilização no desenvolvimento de novos produtos é frequentemente subvalorizada. O detalhe do histórico de interacções dos clientes com os produtos e os dados de contexto sobre a sua utilização (eg. períodos) constituem insights importantes para identificar preferências e necessidades, assim como permitir o desenvolvimento mais adequado de produtos e serviços com recursos diferenciados e inovadores. No entanto, a fragmentação dos dados do cliente com a necessidade de integração dos sistemas de negócio com as plataformas de inovação, constitui uma dificuldade comum na concretização de uma gestão convergente do cliente. Direccionar a inovação Um dos aspectos mais relevantes identificados pelo estudo, refere-se ao facto da maioria dos novos serviços neste sector específico de actividade serem extensões de serviços existentes (eg. messaging, conteúdos) e não inovações em novas áreas, como a publicidade ou os conteúdos desenvolvidos pelo utilizador (ver Gráfico I). O enfoque nas áreas de receita tradicional, em vez de disrupções, aproveitamento de áreas emergentes ou novos modelos de negócio, é um sintoma verificado noutras indústrias, especialmente em tempos de incerteza, como demonstra um outro estudo global da Accenture 2, em que a ênfase nos resultados financeiros de curto prazo (vs. investimentos de longo prazo) é apontado por 40% dos inquiridos como uma barreira à inovação observada nas suas empresas. Estima-se que menos de 20% do orçamento de inovação seja dedicado a projectos com chegada prevista ao mercado, superior a 3 anos. 2 Overcoming barriers to innovation Emerging role of the Chief Innovation Executive - Estudo realizado com o Economist Intelligence Unit, através de um inquérito realizado a 601 executivos de empresas com receitas anuais superiores a $750M. O universo de respostas corresponde a empresas sediadas nos EUA (58%), Reino Unido (16%), Alemanha (15%) e Canadá (11%) 20 Directório Global das TIC Empresas e Profissionais

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