A ARTE DA CRIATIVIDADE NO REAPROVEITAMENTO DE BANNERS: UM ESTUDO DE CASO COM USO DE TECNOLOGIA SOCIAL

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1 A ARTE DA CRIATIVIDADE NO REAPROVEITAMENTO DE BANNERS: UM ESTUDO DE CASO COM USO DE TECNOLOGIA SOCIAL Gleny Terezinha Duro Guimarães 1 Rochele Pedroso de Moraes 2 Lourenço Rodrigues Souza 3 Amanda Sofia de Guimarães e Stepanha 4 RESUMO: O presente artigo traz para o debate os resultados finais da pesquisa qualitativa sobre tecnologia social, inovação e sustentabilidade socioambiental, através de um estudo de caso. A pesquisa foi elaborada pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Trabalho e Assistência Social (GEPsTAS), Núcleo de Estudos e Pesquisas em Trabalho, Saúde e Intersetorialidade (NETSI) da PUCRS, em parceria com a Incubadora de Empreendimentos Solidários e Tecnologia Social da PUCRS, e entre áreas: Serviço Social e Engenharia da PUCRS. No período de maio a dezembro de 2013 acompanhamos um grupo de Economia Solidária, apoiado pela Incubadora Social da PUCRS, com objetivo de pesquisar sobre o uso de tecnologias sociais, bem como sobre a organização do grupo na perspectiva da Economia Solidária. Pretendemos contribuir no debate sobre Capitalismo contemporâneo na América Latina: políticas sociais universais?, no 6º Seminário Nacional Estado e Políticas Sociais e do 2º Seminário de Direitos Humanos, da Unioeste, Campus de Toledo/PR, bem como apreender novos conhecimentos que podem ser inseridos no contexto do Relatório Final dessa pesquisa. PALAVRAS-CHAVE: Tecnologia Social; Inovação; Sustentabilidade e Empreendimento de Economia Solidária. INTRODUÇÃO Pensar sobre tecnologia social e inovadora significa pensar formas de combater a exclusão social e a pobreza, visto que ela pode contribuir no enfrentamento às refrações da questão social. Debater esse tema descobrindo sobre o uso de tecnologias inovadoras no Profª Drª. Docente na Faculdade de Serviço Social e no Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da PUCRS. Coordenadora do GEPsTAS Grupo de Estudos e Pesquisas em Trabalho e Assistência Social, pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas em Trabalho, Saúde e Interdiciplinariedade da PUCRS. Assistente Social. Mestranda em Serviço Social, com orientação da professora doutora Gleny Terezinha Duro Guimarães pelo Programa de Pós-Graduação em Serviço Social Faculdade de Serviço Social/ PUCRS. Bolsista CNPq Integral, pesquisadora no NETSI/GEPsTAS da PUCRS. Membro do Grupo de Trabalho Serviço Social na Educação no Conselho Regional de Serviço Social/RS. Graduando na Faculdade de Serviço Social na PUCRS. Atuou como bolsista de iniciação científica no NETSI/GEPsTAS da PUCRS em 2013 na pesquisa intitulada Tecnologia social, inovação e sustentabilidade: um estudo comparado entre Brasil e Argentina. Graduanda na Faculdade de Engenharia na PUCRS. Atuou como bolsista de iniciação científica no NETSI/GEPsTAS da PUCRS em 2013 na pesquisa intitulada Tecnologia social, inovação e sustentabilidade: um estudo comparado entre Brasil e Argentina. 1

2 Brasil, partiu do pressuposto de consolidar a parceria internacional na Pós- Graduação, sob o enfoque epistemológico de integração entre duas áreas do conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas, através do Serviço Social e das Ciências Exatas, através da Engenharia. Na pesquisa buscamos analisar a Tecnologia Social desenvolvida por grupos de geração de renda, tendo como perspectiva a socialização de experiências inovadoras no Brasil. Identificamos experiências de geração de renda que desenvolveram tecnologia social em Empresas Recuperadas ou Grupos de Economia Solidária e analisamos o tipo de acesso ao Sistema de Proteção Social que os empreendimentos viabilizam aos trabalhadores de Empreendimento de Economia Solidária. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS No estudo sobre o uso de tecnologia Social no Brasil utilizamos como tipo de pesquisa a de caráter qualitativo e exploratório, baseado no método dialético crítico. A pesquisa envolveu áreas distintas, mas conjugou atividades específicas para o Serviço Social e para as especificidades da Engenharia. Fizemos um Estudo de caso, e os sujeitos da pesquisa foram mulheres que formaram um grupo com denominação de empreendimento gaúcho de Economia Solidária, incubado em 2013 pela Incubadora Social e Tecnológica da PUCRS. A pesquisa foi realizada através de duas fases, a primeira constituiu uma revisão bibliográfica e a segunda com pesquisa empírica. No levantamento bibliográfico buscamos compreender a forma de organização do Empreendimento de Economia Solidária, aproximando o estudo teórico sobre o Sistema de Proteção Social brasileiro. Aproximamosnos do papel da Incubadora Social Universitária no desenvolvimento de novas Tecnologias Sociais aplicadas aos empreendimentos, vivenciamos alguns momentos de reuniões, capacitações com o grupo, sujeitos de nossa pesquisa e a relação que se construía com a Incubadora da PUCRS. Os instrumentos utilizados para a coleta de informações da pesquisa empírica foram: entrevista, diário de campo e visitas in locu para levantamento de fluxo, verificação de gargalos e problemas operacionais, e procedimentos laboratoriais realizados no Laboratório de Processos Ambientais-LAPA/PUCRS específicos da área da Engenharia, que foram: dois 2

3 procedimentos parciais para a obtenção e análise dos resíduos sólidos: extrato lixiviado (ABNT NBR 10005) e extrato solubilizado (ABNT NBR 10006). Estes mesmos procedimentos parciais foram realizados de forma integral pelo Green Lab (UFRGS). Foi utilizada a Técnica de Análise de Conteúdo segundo Bardin e Moraes (1977), para interpretação das informações coletadas. RESULTADOS O grupo incubado trabalha com diversos materiais que utilizam para a confecção de diversos produtos de artesanato. Mas foi no banner que descobriram a possibilidade de crescimento e visibilidade com produtos diferenciados. Podemos definir a inovação como uma forma de fazer mais com menos, isto é, criar objetos ou produtos a partir de pouco material, fazendo com que o lucro seja maior levando em consideração o custo de produção. O conceito de inovação é bastante variado, dependendo na maioria dos casos da sua forma de aplicação. Nesse caso, podemos entender por inovação uma ideia, método ou objeto que é criado com o intuito de tornar diferente dos padrões anteriores. Ao pensarmos o uso de tecnologias sociais consideramos apenas a parte do resultado. Então não olhamos para o processo na sua totalidade. Existe uma base que permite que a inovação se materialize. (SILVA, 2012, p. 25). O banner passa por um processo de transformação, deixando de ser resíduo para ser produto reciclado em forma de artesanato. O grupo recebe banners de algumas empresas, como a Sinergy, Adesive Print, Banrisul, Petrobras, DMAE e alguns escoteiros. Algumas dessas empresas entregam na residência da integrante, mas a maioria dos banners é a própria integrante que coleta com carro próprio semanalmente. Os banners recebidos e os resíduos são separados e armazenados no porão da residência de uma das componentes do grupo. Este local possui 1,80 metros de altura, por aproximadamente 9 metros de comprimento e 3 metros de largura. Este espaço contém uma porta, uma janela pequena, que nunca é aberta (prejudicando a ventilação, tendo em vista a toxicidade da matéria prima utilizada) e uma entrada de 1 metro de altura para a casa. 3

4 Os banners são separados por marcas, já os que estão em uso, bem como todo o material que está sendo utilizado para a confecção dos produtos, como por exemplo, a máquina de costura e a máquina rebitadeira manual, estão localizados na sala da residência. Nem todos os materiais usados pelo grupo são doados. Alguns precisam ser comprados, entre eles: linha, gorgurão, alça sintética, tecidos e ilhós. Os horários de trabalho são variados, dependendo da quantidade de encomendas pode chegar a oito horas diárias. O grupo se reúne em média duas vezes por semana, sendo que a comunicação entre as casas ocorre via facebook ou telefone. O processo de separação dos materiais era dividido por todas participantes. Cada uma tem uma tarefa a cumprir. Com diversos materiais nas mãos o grupo precisa pensar qual produto pode ser criado a partir dos banners, variando sempre com a quantidade, tamanho e cor. Partindo desse processo o grupo confecciona estojos, bolsas, jogos de toalha americana, niqueleiras, sacolas, entre outros. A partir da visita na residência onde ocorre o maior fluxo foi criado um fluxograma do processo. Segundo a proprietária da residência são coletados em média de 50 banners por mês que ficam armazenados no estoque, separados por marcas. Quando há demanda por estes banner é necessário fazer a sua limpeza, onde são lavados, retiradas as ponteiras, a madeira de suas extremidades e/ou os ilhós, restando assim só a lona limpa. Esta é cortada para ficar no formato desejado do produto. Logo após é transportado para a residência das costureiras, que fazem seu trabalho terceirizado, enviando o produto costurado para o empreendimento, que finaliza a montagem do produto e decora de acordo com a demanda. Assim o produto está pronto para ser comercializado. Os principais problemas e gargalos operacionais encontrados no fluxograma ocorrem no transporte, devido ao grande gasto de tempo e financeiro, considerando que as costureiras residem em outra cidade. O diagrama ideal para o empreendimento de economia solidária seria semelhante à Figura 1, mas sem o transporte, indo do corte para a costura e para o ornamento na mesma residência ou em locais mais próximos. Porém, foi constatado que apesar dos problemas e gargalos operacionais o empreendimento está funcionando de forma satisfatória para os membros do grupo. 4

5 Figura 1 - Fluxograma do processo Fonte: Amanda Sofia de Guimarães e Stepanha (2013) Um dos maiores problemas identificados na visita realizada em uma das residências do empreendimento foi à falta de estrutura física, pois os banners são armazenados no porão, que tem pouca ventilação e a produção é realizada na sala de estar. O armazenamento incorreto dos banners acarreta diversos fatores negativos, como por exemplo, a diminuição de sua utilização por conta de mofos e sujeira em geral. Devido à falta de espaço os banners não são totalmente organizados, são apenas separados por empresa doadora. Outro problema relacionado ao espaço é que os integrantes do empreendimento trabalham nas suas próprias casas, sendo que cada trabalhador reside distante um do outro, o que dificulta a articulação entre eles para o desenvolvimento dos produtos. Não há separação da vida pessoal com a profissional, pois os materiais ficam espalhados na residência, dificultando o convívio familiar e, de certa forma, causando desconforto aos membros e suas famílias, devido ao seu grande acúmulo e espaço utilizado. Outra dificuldade é quanto à qualidade dos banners recebidos, pois os mesmos muitas vezes chegam sujos, arranhados e amassados, portanto não podem ser reutilizados para a confecção de novos produtos. Há uma preocupação entre os membros do empreendimento em relação a toxicidade dos banners, pois ao serem manuseados, conforme relatado, há uma sensação de desconforto, apesar da utilização das luvas. 5

6 Para compreendermos o que o grupo trazia em relação ao uso dos banners precisamos conhecer melhor esse material. Banners são compostos por plástico (lona), tecido (fios de poliéster), tinta, pequenos bastões de madeira em suas extremidades com pequenos plásticos endurecidos em cada ponta desse bastão e ilhós. A lona do banner é composta pelo polímero de cloreto de polivinila, o vinil, ou como são conhecidos popularmente PVC. Pelo fato de ser constituído por um polímero, o vinil tem sua decomposição muito demorada. O vinil (cloreto de polivinila) é um polímero que possui em sua composição mais de um componente. De forma resumida, pode-se dizer que é formado de cloro (extraído do cloreto de sódio) e etileno (derivado do petróleo, um recurso não-renovável). Essa mistura faz do vinil um composto multimaterial, o que dificulta e prolonga a decomposição, assim como a reciclagem. (IMPRENSA DA PREFEITURA DE RIO CLARO-SP, 2012). O empreendimento sabendo que o seu processo gera resíduos e que pode causar danos à natureza procura reaproveitar conscientemente o banner, transformando-o em outros materiais com o objetivo de gerar de renda, e esse processo gera resíduos assim como todo processo pelo viés da engenharia. O grupo objetivando obter resíduo zero, isto é, onde todos os resíduos do processo sejam reaproveitados e pensando na sustentabilidade ambiental tentou utilizar esses resíduos para a produção de uma massa com 60% de restos de banner, 20% de copos plásticos brancos e 20% de cascas de arroz. Essa massa ao ficar pronta endurece muito rápido, por isso achar um destino ou modo de reaproveitamento dessa massa, seria muito difícil. A fim de verificar se o produto feito a partir dos resíduos de banner e outros componentes são perigosos, o laboratório Green Lab realizou o teste de lixiviação para classificar os resíduos como classe I perigosos e classe II- não perigosos, segundo ABNT NBR e o teste solubilização para classificar os resíduos não perigosos como classe II A não inertes e classe II B- inertes, segundo ABNT NBR Estes também foram realizados no Laboratório de Processos Ambientais (LAPA) da PUCRS. A classificação dos resíduos é baseada normalmente na avaliação do comportamento deste em contato com um solvente. Assim, a lixiviação é o procedimento mais utilizado para analisar a potencialidade de transferência de matéria para o meio natural. Os ensaios de lixiviação são utilizados para determinar ou avaliar a estabilidade química dos resíduos, quando em contato com soluções aquosas, permitindo assim verificar o grau de imobilização de contaminantes. 6

7 Encontram-se disponíveis diversos ensaios de lixiviação, mas nenhum deles é capaz de reproduzir, isoladamente, todas as condições variáveis que se observam na natureza. (ROCCA, apud CAUDURO e ROBERTO, 2001, p.1). Os testes de lixiviação e solubilização realizados pelo Green Lab apontam que algumas substâncias tiveram resultados acima do limite máximo permitido, significando que este material pode ser acarretar danos ao ser disposto de maneira incorreta no meio ambiente. Tabela 1-Teste de Lixiviação da massa - Elemento acima do limite máximo permitido de acordo com a NBR :2004 Fonte: Green Lab (2013) Tabela 2-Teste de Solubilização da massa- Elementos acima do limite máximo permitido de acordo com a NBR :2004 Fonte: Green Lab (2013) Após realizar os procedimentos para a obtenção do extrato lixiviado foi o filtrado de banners obteve o ph igual a 4,07 e de luvas igual a 4,67. Depois foram realizados os procedimentos para a obtenção do extrato solubilizado foi o filtrado de banners obteve o ph igual a 7,27 e de luvas igual a 7,63. Então foi escolhido, a partir dos materiais disponíveis no Laboratório de Processos Ambientais, um dos elementos para ser analisado. Segue abaixo o resultado do ferro total nos filtrados: 7

8 Parâmetros de Ferro Tabela 3- Teste do Ferro total nos extratos Unidade Resultado VPM NBR :2004 Solubilizado luvas mg FelL ND 0,3 Solubilzado banners mg FelL ND 0,3 Lixiviado luvas mg FelL ND Lixiviado banners mg FelL 0, ND: Não definido Fonte: Amanda Sofia de Guimarães e Stepanha (2013) Notamos que a utilização do banner vem diminuindo ao longo dos anos por conta da informatização e da conscientização ambiental. Portanto, essa matéria prima pode ficar escassa nos próximos anos. Pesquisas mostram que a produção mundial de plásticos cresce exponencialmente, um exemplo é que em 2010 essa produção cresceu 6% comparado com A demanda brasileira por PVC em 2010 foi de 19%, comparado com a demanda total de plásticos, o que equivale a 1,12 milhões de toneladas de PVC. A demanda por PVC continua crescendo, porém a demanda por banners vem decrescendo devido à conscientização ambiental. Em São Paulo existe uma lei que entrou em vigor em 2007 que proíbe outdoors, painéis eletrônicos, faixas e banners e a sua substituição por meios mais tecnológicos, como os banners virtuais. Em 2010 foi aprovada a Lei Nacional dos Resíduos Sólidos, contribuindo com a política socioambiental e trazendo mudanças na dimensão cultural da sociedade brasileira. Tendo como exemplo a lei paulista, podemos observar que a produção de banners irá diminuir. Porém, não podemos descartar toda a demanda exigida dos mesmos, pois esse processo de diminuição é lento e gradativo. A produção ainda existirá por muito tempo e deve ser pensada como problema ambiental tendo em vista que a lei ainda é regional. 8

9 CONCLUSÕES A presente pesquisa foi realizada a partir de duas áreas distintas do conhecimento, a Engenharia Química e o Serviço Social. Durante a pesquisa podemos observar as convergências de opinião entre as áreas, mas também o crescimento e a construção conjunta do conhecimento. Por serem duas áreas muito diferentes, é importante salientar o papel da interdisciplinaridade nesse processo. Em relação à área do Serviço Social os objetivos específicos foram três. O primeiro foi identificar experiências de geração de renda que desenvolveram tecnologia social Grupos de Economia Solidária ou Cooperativa. A pesquisa aponta que o grupo pesquisado se enquadra na política de Economia Solidária em parte, pois trabalha com terceirização e não com cadeia ou rede produtiva de Economia Solidária. Gera renda e desenvolve uma tecnologia social sustentável, reaplicável e de fácil acesso. Como segundo objetivo, a pesquisa procurou analisar o tipo de acesso ao sistema de proteção social que os empreendimentos viabilizam aos trabalhadores usuários das políticas públicas. O grupo apresenta uma peculiaridade, pois apesar de ser caracterizado como grupo de Economia Solidária seus membros não acessam nenhum tipo de política pública ou previdência social, o que não é comum nesse tipo de empreendimento. O terceiro objetivo pesquisado teve como função verificar as condições de trabalho dos membros do grupo brasileiro. O grupo não possui um local fixo para desenvolver seu trabalho, utilizando a casa dos próprios membros como locais de produção, reuniões e estoque. Essa característica trás a fusão, em parte, da vida pessoal com a profissional, o que pode tanto atrapalhar as relações familiares quanto à produção. Em relação à área da engenharia o objetivo específico era verificar problemas e gargalos operacionais a fim de aprimorar o processo produtivo. A pesquisa aponta que é possível aprimorar o processo produtivo, diminuindo os gastos, situando todo o processo em apenas uma localização. Apesar de ser um grande problema as componentes do grupo se adequaram a situação, mesmo tendo como meta um único local para a armazenagem dos materiais e produção do produto. Foi verificado também que a matéria prima é tóxica, e deve ser manuseada com uso de proteção por questões de saúde e de preservação ao meio ambiente. A meta de resíduo zero não pode ser alcançada sem estudos mais específicos do 9

10 processo produtivo. Empreendimentos ou empresas que possuem essa meta normalmente são geradores de muitos resíduos. Descobrimos que o Empreendimento de Economia Solidária não gera resíduos suficientes para serem reaproveitados. É necessário armazenar resíduos por um longo tempo, até que seja possível conseguir a quantidade adequada. Foi constatado também, que os banners possuem algumas substâncias com o limite acima do máximo permitido, o que torna sua reutilização ainda mais difícil. REFERÊNCIAS ABNT NBR Procedimento para obtenção de extrato lixiviado de resíduos sólidos. Disponível em: <http://professor.ucg.br/sitedocente/admin/arquivosupload/12941/material/nbr% %20%20-%20Lixiviacao%20de%20residuos.pdf>. Acesso em: 19 ago ABNT NBR Procedimento para obtenção de extrato solubilizado de resíduos sólidos. Disponível em: <http://professor.ucg.br/sitedocente/admin/arquivosupload/12941/material/nbr% %20NB%201067%20%20-%20Solubilizacao%20de%20residuos.pdf>. Acesso em: 19 ago IMPRENSA DA PREFEITURA DE RIO CLARO-SP. Rio claro lança projeto de reaproveitamento de lona de vinil, 06 de junho de Disponível em: <http://imprensa.rioclaro.sp.gov.br/?p=13557>. Acesso em: 26 abr NOVA OPERSAN. Soluções Ambientais. Disponível em: <http://info.opersan.com.br/blog/bid/135837/res%c3%adduos-classe-i-ou- Res%C3%ADduos- Classe-II-Qual-%C3%A9-a-diferen%C3%A7a>. Acesso em: 19 ago POLÍMEROS E AMBIENTE. Disponível em: <http://polimeros.no.sapo.pt/ambiente.html>. Acesso em: 07 jun SANTOS, Cassandra Dalle Mulle. Análise de uma tecnologia social de reciclagem mecânica implantada no centro de triagem de Nova Hartz. Disponível em: <http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/35179/ pdf?sequence=1>. Acesso em: 29 ago SILVA, Christian Luiz da. Inovação e Sustentabilidade. Curitiba: Aymará Educação, SILVA, Juliano da. Polímeros. Disponível em: <http://www.ebah.com.br/content/abaaabg8oal/ polimeros>. Acesso em 10 set

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