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1 Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia RIOS, ESTRADAS E REDES DE PESCA NA AMAZÔNIA OCIDENTAL André de Oliveira Moraes; Tatiana Schor Realização Apoio

2 INTRODUÇÃO A pesca na Amazônia é um tema presente nas agendas de pesquisa das instituições da região visto sua importância e das diferentes áreas do saber por transitar em espaços reivindicados por estas como sendo de seu domínio interpretativo. A necessidade de uma leitura interdisciplinar emerge como condição para novas abordagens sobre a temática que tem acumulado as demandas de pesquisas não atendidas pela perspectiva disciplinar. Nesse contexto, um tema que tem sido caro às pesquisas em pesca e recursos pesqueiros é a perspectiva das cidades na Amazônia e suas interações com o mercado da pesca (MORAES et al., 2009a). A superficialidade com a qual as cidades são abordadas no contexto da comercialização do pescado considerando-a como simples receptáculo de algumas etapas da cadeia produtiva consiste em perdas no tocante a elementos importantes para o entendimento adequado do conteúdo espacial resultante desse processo que se projeta numa perspectiva tanto intra quanto interurbana. A proposta de uma aproximação mais profunda entre temas como pesca e cidades comporta dimensões analíticas sujeitas às proposições metodológicas que dêem conta do produto/objeto dessa realidade. A teoria de rede urbana, que consiste em um conjunto de centros urbanos funcionalmente articulados entre si (CORREA, 2006), como elemento integrador nessa abordagem revela um desdobramento da discussão de cidades na Amazônia (SCHOR et al., 2009) considerando a comercialização dos recursos pesqueiros como elemento integrador das cidades que participam direta ou indiretamente desse cenário (MORAES, 2008; MORAES et al. 2009b; MORAES et al., 2009c). Na perspectiva de Moraes (2009), a rede de comercialização de pescado na Amazônia compõe uma rede urbana temática que se projeta sobre o espaço interurbano articulado pelos fluxos provenientes da circulação do pescado enquanto mercadoria. Com isso, o caráter urbano da comercialização do pescado se revela e o arcabouço teórico da rede urbana constitui uma possibilidade analítica que se propõe a preencher a lacuna na relação entre mercado de pescado e as cidades. A presença da rede de comercialização do pescado é evidente tanto nas cidades ao longo dos rios quando naquelas situadas nas estradas. Analisando de forma contextual, a comparação entre a rede urbana das cidades ao longo do rio Solimões e aquela que se desenha ao longo da BR174 é representativa quando se considera a urbanização da Amazônia que se dá ao longo dos rios até a década de 1970 quando as estradas passam a constituir o vetor de urbanização (TRINDADE JR., 2006). O estudo da rede urbana a partir do mercado do pescado nesses dois eixos, considerando semelhanças e diferenças, pode auxiliar com novas questões na compreensão geral da complexa rede urbana na Amazônia ocidental e da rede de comercialização do pescado. Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia. 2

3 OBJETIVOS Nesse sentido, o objetivo deste trabalho é identificar e comparar a rede de comercialização de pescado existente no rio Solimões e na BR174 identificando aspectos relacionados à rede urbana existente ao longo dos dois eixos e estabelecendo um quadro comparativo entre os dois cenários. METODOLOGIA O presente trabalho se baseia em dados acumulados em três anos de pesquisas (entre 2007 e 2009) em torno da temática da rede da comercialização do pescado em trabalhos de campo que, em diferentes momentos, se deram ao longo de todas as cidades que compõe a calha do Rio Solimões (Tabatinga, Benjamim Constant, São Paulo de Olivença, Amaturá, Santo Antônio do Içá, Tonantins, Jutaí, Fonte Boa, Uarini, Alvarães, Tefé, Coari, Codajás, Anori, Anamã e Manacapuru) e em algumas das cidades localizadas ao longo da BR174 (no Amazonas, Presidente Figueiredo; em Roraima, Rorainópolis, Caracaraí, Iracema, Mucajaí e Boa Vista). Os dados primários coletados são oriundos de entrevistas com os agentes envolvidos na rede de comercialização do pescado em cada cidade: varejistas quanto atacadistas de peixes de escama populares, peixes de escama nobres e bagres; pescadores; compradores e vendedores de peixes; proprietários de frigoríficos e barcos para transporte específico de pescado. As questões se baseavam principalmente na origem e destinação do pescado; forma de obtenção e de venda e preço. RESULTADOS E DISCUSSÃO Existe um comércio intenso de comercialização de pescado na calha do rio Solimões de todos os três tipos de peixes sendo que o mais marcante é o comércio internacional de bagres com participação incisiva da Colômbia nesse processo. Manaus constitui o destino dos peixes de escama nobres e populares caracterizando-se como o nódulo maior dessa rede. No tocante à rede que se estabelece a partir da comercialização dos bagres, os nódulos se polarizam entre Letícia, Colômbia e Iranduba e Manacapuru, Brasil que disputam o pescado com fins de exportação nacional e internacional. A densidade dos fluxos em todos os desdobramentos dessa rede representa um maior impacto na rede urbana da calha do Rio Solimões de forma que funções urbanas são atribuídas a algumas cidades pelo papel que esta exerce na rede de comercialização de bagres, tais quais: a de armazenamento e logística (Tefé); infraestrutura alfandegária (Tabatinga); Transporte de carga (São Paulo de Olivença); e destaque na produção (Fonte Boa). Na BR174, embora exista, a rede de comercialização não é densa e concentra-se mais nos peixes de escama populares, destinados as pequenas cidades (Rorainópolis, Caracaraí, Iracema e Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia. 3

4 Mucajaí) e em bagres para Boa Vista. A rede existente se polariza entre Manacapuru, Amazonas de onde se origina o pescado comercializado nessas cidades e Boa Vista, Roraima, principal nódulo consumidor. A articulação existente entre esses dois pontos garante o abastecimento de todas as pequenas cidades intermediárias de Roraima que, por esse motivo, apresentam fragilidade enquanto nódulos dessa rede. O comércio insipiente de pescado não garante o caráter constante dos fluxos que também se caracterizam por essa fragilidade. Ressalta-se a perspectiva de que há uma rede de comercialização no comércio do pescado ao longo da estrada, entretanto esta não parece exercer uma influencia considerável na rede urbana que, por sua vez ainda está em processo de formação. Quando comparados as duas redes evidencia-se as diferenças em todas as perspectivas conforme segue no quadro 1. Quadro 01: principais diferenças entre as redes de comercialização do pescado do rio Solimões e da BR174. Parâmetro Rio Solimões BR174 Localização das cidades As margens dos rios Beira de estrada Perfil comercial da rede Origem do pescado Rede densa com fluxos bem determinados em função das cidades; todos os municípios com função de produção e como consumidores Local Diversos tipos de barco tanto do Transporte entre cidades fornecedor quanto do comprador Variadas e bem delimitadas de Função das cidades acordo com a rede do comércio de bagres FONTE: Dados da pesquisa de campo. Rede insipiente com fluxos não consolidados; pouca atividade pesqueira nas cidades predominantemente consumidoras Externa (parte advinda da produção do rio Solimões) Carros utilitários de propriedade do varejista Sem função específica em função da rede de comercio de pescado CONSIDERAÇÕES FINAIS A rede de comercialização do pescado apresenta um indicador do perfil da rede urbana existente. Embora esta tenha sido identificada em ambos os contextos, é visível que a rede urbana temática abordada nesse trabalho se apresenta mais consolidado no rio Solimões acompanhando a constituição histórica da rede urbana na Amazônia. Outro aspecto que influencia nesse contexto é a variação da importância do pescado, sendo que a hipótese mais forte é de que em Roraima o peixe tenha menor impacto na dieta da população que no Amazonas. Tal aspecto pode influenciar também no fato de que, embora a teoria da rede urbana também seja aplicada para o caso da BR 174, esta ofereceu maior subsídio interpretativo para a rede de comercialização do pescado ao longo do Rio Solimões. Nesse contexto, a clara função das cidades está relacionada à rede urbana geral da calha do rio Solimões que, quando comparada aos demais estudos relacionados a outras redes temáticas, apresentam um padrão constante, o que Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia. 4

5 constitui caráter representativo a esta. De forma geral, a comparação apresentou um resultado que aponta para o aprofundamento do estudo na calha do Solimões e a eleição de novas variáveis mais representativas para o estudo da rede urbana da BR174 bem como de subsídios complementares para o estudo da rede de comercialização do pescado que se desdobra ao longo da estrada. AGRADECIMENTOS Financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico CNPq via projeto As transformações na rede urbana na Amazônia ocidental: análise da influência do pólo industrial de Manaus na fronteira norte Amazonas-Roraima. Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia. 5

6 REFERÊNCIAS CORRÊA, R. L. Estudos Sobre a Rede Urbana. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, MORAES, A. O. Caiu na Rede é Peixe: um estudo sobre a rede urbana da calha do rio Solimões a partir do mercado de peixes em Tabatinga, Tefé e Manaus. Relatório Final de PIBIC (Universidade Federal do Amazonas) p.. Embalando Mercados em Redes Urbanas: alimentação e pesca articulando a Amazônia. Monografia de Conclusão de Curso Bacharel em Geografia (Departamento de Geografia, UFAM) p. MORAES, A. O. SCHOR, T. As Iscas do Mercado: relações de trabalho na pesca de bagres no rio Solimões. In: Anais do XIX Encontro Nacional de Geografia Agrária (ENGA) São Paulo, SP. 2 7 de fevereiro de 2009a. MORAES, A. O. SCHOR, T. ALVES-GOMES, J. A. Pescando Cidades: a rede urbana do mercado de bagres no Alto Solimões AM. In: Anais do XI Simpósio Nacional de Geografia Urbana (SIMPURB) Brasília, DF. 1 4 de setembro de 2009b.. Das Redes de Pesca ao Mercado da Pesca em Rede: estrutura de mercado dos bagres migradores no Amazonas. In: Anais da 61ª Reunião Anual da SBPC Amazônia: Ciência e Cultura. São Paulo: SBPC, 2009c. SCHOR, T.; COSTA, D. P.; OLIVEIRA, J. A. Cidades, rede urbana e desenvolvimento na Amazônia dos Grandes Rios. in: TRINDADE Jr., S. C.; CARVALHO, G.; MOURA, A.; GOMES NETO, J. (Org.). Pequenas e médias cidades na Amazônia. Manaus: FASE/UFPA, TRINDADE JR, S. C. Cidades na Amazônia: compreendendo sua diversidade e complexidade. in: Anais do XIV Encontro Nacional de Geógrafos (ENG) Rio Branco, AC. 16 a 21 de julho de Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia. 6

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