GESTÃO E CONTROLE CONTÁBIL PARA INSTITUIÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS: UM ESTUDO DE CASO. 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GESTÃO E CONTROLE CONTÁBIL PARA INSTITUIÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS: UM ESTUDO DE CASO. 1"

Transcrição

1 GESTÃO E CONTROLE CONTÁBIL PARA INSTITUIÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS: UM ESTUDO DE CASO POSTER-Desenvolvimento Rural, Territorial e regional JAQUELINE CARLA GUSE; LUIZ ANTONIO ROSSI DE FREITAS. UFSM, SANTA MARIA - RS - BRASIL. GESTÃO E CONTROLE CONTÁBIL PARA INSTITUIÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS: UM ESTUDO DE CASO. 1 Jaqueline Carla Guse 2 Luiz Antonio Rossi de Freitas 3 RESUMO O presente artigo tem como objetivo demonstrar a importância de métodos de gestão e controle contábeis para uma instituição sem fins lucrativos. Para realização deste, foi feito um estudo de caso na Associação dos Arrozeiros de Santa Maria, onde foi possível o contato direto com uma instituição desta categoria e onde foram realizadas pesquisas das obrigações que estas devem prestar. A partir deste estudo, procura-se ajudar na regularização das pendências da associação, além de dar sugestões que melhorem seus controles internos, e proporcionar uma melhor compreensão dos ensinamentos obtidos durante o curso de Ciências Contábeis. PALAVRAS-CHAVES: Instituições sem fins lucrativos, gestão, regularização, controles internos. 1 Artigo publicado a partir de projeto de extensão de auxilio à entidades sem finalidade lucrativa. 2 Aluna do 4º Semestre do Curso de Ciências Contábeis da Universidade Federal de Santa Maria 3 Professor do Curso de Ciências Contábeis da Universidade Federal de Santa Maria

2 1. INTRODUÇÃO Independente de visar lucros ou não, toda e qualquer organização utiliza recursos e necessita de informações para realizar um processo de desenvolvimento. Encaixam-se neste contexto, as instituições sem fins lucrativos, que são instituições privadas, que possuem por propósito, seja específico ou não, colaborar com a sociedade. Este trabalho pretende relatar em forma de um artigo sobre a gestão e controle contábil para instituições sem fins lucrativos, um estudo de caso realizado em uma associação civil sem fins lucrativos, a Associação dos Arrozeiros de Santa Maria. Esta associação é uma instituição que tem por finalidade representar e defender os interesses da classe arrozeira de Santa Maria e região. Para a realização deste trabalho foram inter-relacionadas as disciplinas de Contabilidade introdutória, contabilidade I e II, Contabilidade de Custos I e II e Finanças empresariais. O trabalho foi realizado com o objetivo de enfatizar a importância das informações contábeis para a correta gestão e planejamento de instituições sem fins lucrativos, mostrando quais as normas que as regulam e quais as obrigações que devem cumprir. Foram realizadas intervenções na instituição para a coleta de informações e execução das atividades. Para o referencial teórico foram utilizadas pesquisas bibliográficas. No estudo pode-se constatar a inexistência de registros contábeis formais, além de problemas de gestão e controle decorrentes da dificuldade de compreensão, por parte de dirigentes e associados, do que seja isenções fiscais e da falta de conhecimento da importância de um profissional da área que desempenhe as funções especialmente por ser de caráter voluntário, isto dificulta a gestão de certas entidades. 2. DESENVOLVIMENTO 2.1 Referencial Teórico Instituições Sem Fins Lucrativos Instituições sem fins lucrativos são entidades privadas, que tem por objetivo promover ações para a sociedade, sem que o lucro seja a razão para sua existência. Essas instituições

3 adquirem seus recursos econômicos, financeiros e materiais a partir de contribuições, doações e subvenções. Existem diversas categorias destas instituições. São exemplos as associações, as organizações filantrópicas, beneficentes e de caridade, as Organizações não governamentais, as Fundações privadas, Organizações sociais, dentre outras. Os conceitos de associações e fundações são bastante confundidos, porém são diferentes. Uma associação é a iniciativa que reúne pessoas com objetivos comuns, visando superar dificuldades e gerar benefícios para os seus associados, sem a finalidade de lucro. Já as fundações privadas são instituições sociais que para existirem necessitam de um fundador, e este por meio de escritura pública ou testamento, fará dotação de bens livres, especificando o fim para o qual se destinará a fundação. Assim também, os conceitos de organização filantrópica, beneficente e de caridade e o conceito de organizações não governamentais são parecidos e se confundem. As primeiras são organizações voltadas para a promoção da assistência social. Já as segundas são organizações voltadas para a sociedade, movimentos sociais e para a transformação social. E as Organizações Sociais são organizações públicas não estatais que se destinam a absorver atividades nas áreas de educação, saúde, cultura, dentre outras Contabilidade para Instituições sem fins lucrativos A contabilidade é uma ciência que tem por objetivo promover as informações necessárias para que seus usuários possam analisar a natureza econômica, financeira, física e de produtividade de sua entidade. De acordo com Franco (1997, p. 21), a contabilidade consiste na Ciência que estuda os fenômenos ocorridos no patrimônio das entidades, mediante o registro, a classificação, a demonstração expositiva, a análise e a interpretação desses fatos, com o fim de oferecer informações e orientações necessárias a tomada de decisões sobre a composição do patrimônio, suas variações e resultados econômicos decorrentes da gestão da riqueza patrimonial. Mais que um procedimento de registro e controle a contabilidade ordena as informações de forma a torná-las compreensíveis para todos os interessados e é de grande importância como instrumento de gestão.

4 Já na definição de Marion (2006, p. 23): A Contabilidade é o grande instrumento que auxilia a administração a tomar decisões. Na verdade, ela coleta todos os dados econômicos, mensurando-os monetariamente, registrando-os e sumarizando-os em formas de relatórios ou de comunicados, que contribuem sobremaneira para a tomada de decisões. A tomada de decisões torna-se um dos elementos mais importantes para a garantia de sucesso das entidades, conforme Marion (2006) a contabilidade nada mais é e se trata de um sistema de informação capaz de direcionar as decisões de seus usuários, sendo estes considerados externos: acionistas, clientes, instituições financeiras, fornecedores, governos, sindicatos entre outros, e internos como diretores, administradores, gerentes e funcionários em geral. Conseqüentemente esses usuários, com o auxílio da contabilidade, terão a possibilidade de realizar a sua própria avaliação econômica sobre a entidade e visualizar tendências futuras. Para as instituições sem fins lucrativos ter informações claras e precisas é um fator de grande importância para o processo de gestão. Para tanto, essas instituições devem seguir os princípios de contabilidade assim como as demais entidades. E além destes princípios o Conselho Federal de Contabilidade se pronunciou sobre estas instituições através de normas técnicas. As normas técnicas aplicáveis as instituições sem fins lucrativos são: I Norma Brasileira de Contabilidade Técnica 10.4 Fundações ( Resolução CFC nº837/99, de 22 de fevereiro de 1999); II Norma Brasileira de Contabilidade Técnica 19.4 Incentivos Fiscais, Subvenções, Contribuições, Auxílios e Doações Governamentais (Resolução CFC nº 1.026, de 15 de abril de 2005); III Norma Brasileira de contabilidade Técnica Entidades sindicais e associações de classes (Resolução CFC nº 838/00, de 22 de fevereiro de 1999); IV Norma Brasileira de Contabilidade Técnica Entidades sem finalidade de lucros (Resolução CFC nº 877/00, de 18 de abril de 2000, alterada pela Resolução CFC nº 926/2001, de 19 de dezembro de 2001). A NBC T 10.4 estabelece os critérios e os procedimentos específicos de avaliação, de registro contábil e de estruturação das demonstrações contábeis das Fundações, que são

5 organizações destinadas a fins de interesse coletivo e que podem ser fundação pública de natureza jurídica de direito público ou pessoas jurídicas de direito privado. Além disso, esta norma regulamenta quais as demonstrações contábeis que uma fundação deve elaborar. Estas demonstrações são as seguintes: Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado, Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido e Demonstrações das Origens e Aplicações de Recursos. No Balanço Patrimonial das Fundações deve ser evidenciado os componentes patrimoniais que lhe são pertinentes, de modo a possibilitar aos seus usuários a adequada interpretação da sua posição patrimonial e financeira. Já a denominação da Demonstração do Resultado deve ser alterada para Demonstração do Superávit ou Déficit, a qual deve evidenciar a composição do resultado de um determinado período. Além de evidenciar, de forma segregada, as contas de receitas e despesas, quando identificáveis, por tipo de atividade. A denominação Da Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido deve ser alterada para Demonstração das Mutações do Patrimônio Social, que deve evidenciar, num determinado período, a movimentação das contas que integram o seu patrimônio. As Fundações estão dispensadas da elaboração da Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (NBC -3-4), por estar incluída na Demonstração das Mutações do Patrimônio Social. E na Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos, a palavra resultado, é substituída pela expressão superávit ou déficit. Porém esta demonstração foi extinta pela Lei /07. Todas as demonstrações contábeis devem ser divulgadas obedecendo à NBC T 6 Da Divulgação das Demonstrações Contábeis. As notas explicativas devem incluir informações de natureza patrimonial, econômica, financeira, legal, física e social, tais como: 1) as principais atividades desenvolvidas pela Fundação; 2) as principais práticas contábeis adotadas; 3) os investimentos relevantes efetuados no período e os anteriormente existentes; 4) a origem e a natureza das principais doações e outros recursos de valor significativo; 5) os detalhes dos financiamentos a longo prazo; e 6) os detalhes das contingências na data do encerramento do exercício e dos prováveis efeitos futuros.

6 A NBC T 19.4 estabelece os procedimentos contábeis e as informações mínimas a serem divulgadas em notas explicativas pelas entidades privadas que recebem incentivos fiscais, subvenções, contribuições, auxílios e doações governamentais. Esta norma estabelece que os valores recebidos a título de incentivos fiscais, subvenções, contribuições, auxílios e doações, devem ser registrados em conta específica de receita, segregados por tipo de benefício. Nos casos em que a entidade perde o direito a um benefício, já registrado como receita, e tiver que ser devolvido, a entidade deve primeiramente compensar esse valor com receitas diferidas relacionadas com o mesmo benefício. Nos casos em que esta compensação não for suficiente ou não houver receita diferida, a perda não-compensada deve ser reconhecida imediatamente como despesa. Nas notas explicativas relativas a esta norma devem conter, no mínimo, as seguintes informações: 1) os valores recebidos por tipo de benefício: incentivos fiscais, subvenções, contribuições, auxílios, perdão de empréstimos subsidiados e doações; 2) critérios contábeis adotados, quando do registro dos benefícios recebidos; 3) principais compromissos assumidos pela entidade por conta dos benefícios recebidos; 4) potenciais ganhos ou perdas em decorrência do cumprimento ou descumprimento de compromissos de que trata esta norma; 5) contingências relativas aos benefícios de que trata esta norma. Já a NBC T estabelece critérios e procedimentos de avaliação de registros contábeis e de estruturação das demonstrações contábeis das Entidades Sindicais e Associações de Classe. A partir desta norma tem-se também, que as instituições sem fins lucrativos devem elaborar demonstrações contábeis assim como as outras entidades. Essas demonstrações são o Balanço Patrimonial, o qual deve evidenciar os componentes patrimoniais; a Demonstração do Resultado, que deve ser alterada para Demonstração do Superávit ou Déficit, evidenciando o resultado do período; a Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, que deve ser alterada para Demonstração das Mutações do Patrimônio Social, evidenciando as movimentações das contas de patrimônio e Demonstrações das Origens e Aplicações de Recursos, que pela lei 11638/07 deixou de existir. Além disso, as instituições devem divulgar as demonstrações contábeis para colocar as demonstrações a disposição dos usuários, segundo a NBC T 06. E também, as notas

7 explicativas devem incluir informações de natureza patrimonial, econômica, financeira, legal, física e social. A NBC T estabelece os critérios e os procedimentos específicos de avaliação, dos registros dos componentes e das variações patrimoniais e de estruturação das demonstrações contábeis. Além disso, também estabelece os procedimentos e critérios para as informações mínimas a serem divulgadas em nota explicativa das entidades sem finalidades de lucros. As demonstrações contábeis que devem ser elaboradas pelas entidades sem finalidade de lucros são as determinadas pela NBC T 3 - Conceito, Conteúdo, Estrutura e Nomenclatura das Demonstrações Contábeis, e a sua divulgação pela NBC T 6 - Da Divulgação das Demonstrações Contábeis. Essas demonstrações contábeis devem ser complementadas por notas explicativas que contenham, pelo menos, as seguintes informações: 1) o resumo das principais práticas contábeis; 2) os critérios de apuração das receitas e das despesas, especialmente com gratuidades, doações, subvenções, contribuições e aplicações de recursos; 3) as contribuições previdenciárias relacionadas com a atividade assistencial devem ser demonstradas como se a entidade não gozasse de isenção, conforme normas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS); 4) as subvenções recebidas pela entidade, a aplicação dos recursos e as responsabilidades decorrentes dessas subvenções; 5) os fundos de aplicação restrita e responsabilidades decorrentes desses fundos; 6) evidenciação dos recursos sujeitos a restrições ou vinculações por parte do doador; 7) eventos subseqüentes à data do encerramento do exercício que tenham, ou possam vir a ter efeito relevante sobre a situação financeira e os resultados futuros da entidade; 8) as taxas de juros, as datas de vencimento e as garantias das obrigações a longo prazo; 9) informações sobre os tipos de seguro contratados; 10) as entidades educacionais, além das notas explicativas, devem evidenciar a adequação das receitas com as despesas de pessoal, segundo parâmetros estabelecidos pela Lei das Diretrizes e Bases da Educação e sua regulamentação; 11) as entidades beneficiadas com isenção de tributos e contribuições devem evidenciar suas receitas com e sem gratuidade de forma segregada, e os benefícios fiscais gozados.

8 2.1.3 Existência Legal de uma Instituição sem fins lucrativos Uma instituição sem fins lucrativos passa a existir legalmente a partir do registro do ato constitutivo no órgão competente. A partir de então, estas instituições passam a ter deveres perante os órgãos públicos. O primeiro passo para constituição de uma instituição sem fins lucrativos é a elaboração e discussão do projeto e Estatuto Social, seguindo da realização da Assembléia Geral de constituição da instituição. A partir de então se faz o registro do Estatuto e Ata da Assembléia de Constituição em Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas. A documentação exigida pelo cartório é a seguinte: a) requerimento do Presidente da instituição, em uma via; b) O estatuto Social, em três vias, sendo uma original e duas cópias assinadas ao vivo por todos os associados e rubricada por advogado com registro na OAB; c) Ata de constituição, em três vias; d) Carteira de Identidade do Presidente. Após registrado o estatuto no Registro civil, passa-se para a obtenção de inscrição na Receita Federal, que é através do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas CNPJ. Este cadastro é formalizado por meio do Documento Básico de Entrada do CNPJ (DBE), ou protocolo de transmissão da Ficha Cadastral da Pessoa Jurídica(FCPJ) e da Ficha Cadastral da Pessoa Jurídica, acompanhada, no caso de inscrição de sociedades, do Quadro de Sócios ou Administradores (QSA), ambas geradas por meio do Programa Gerador de Documentos do CNPJ (PGD CNPJ), e que devem ser apresentadas pela Internet, utilizando-se o aplicativo Receitanet da Receita Federal do Brasil. Há também a inscrição na Secretaria da Fazenda - Inscrição Estadual, no caso de vendas ou prestações de serviços. O registro da entidade no INSS é feito automaticamente junto com o cadastro de pessoas Jurídicas na Receita Federal do Brasil. Então, por último, é feito o registro na Prefeitura Municipal, na qual cada município tem suas exigências, tendo-se de verificar em cada localidade Obrigações Fiscais

9 As entidades sem fins lucrativos com existência legal possuem algumas isenções e imunidades, assim como possuem algumas obrigações. As imunidades e isenções são em relação ao Imposto de Renda. A imunidade é concedida pela Constituição Federal enquanto a isenção é concedida pelas leis ordinárias, devendo ser aplicada, uma ou outra, conforme o caso concreto Imunidade Tributária A Constituição Federal estabelece as hipóteses de imunidade de impostos às entidades sem fins lucrativos no artigo 150, VI, "C", in verbis: "Art Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: VI - instituir impostos sobre: c) patrimônio, renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas fundações, das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da lei". A Lei nº 9.532/97, alterada pela Lei nº , de 27 de maio de 2009, estabeleceu os critérios para que as entidades enquadradas no artigo constitucional acima transcrito possam gozar do benefício. Esses critérios são os seguintes: a) Para efeito do disposto no art. 150, inciso VI, alínea "c", da Constituição, considera-se imune a instituição de educação ou de assistência social que preste os serviços para os quais houver sido instituída e os coloque à disposição da população em geral, em caráter complementar às atividades do Estado, sem fins lucrativos. b) Considera-se entidade sem fins lucrativos a que não apresente "superávit" em suas contas ou, caso o apresente em determinado exercício, destine referido resultado, integralmente à manutenção e ao desenvolvimento dos seus objetivos sociais. c) Excluem-se da imunidade, os rendimentos e ganhos de capital auferido em aplicações financeiras de renda fixa ou de renda variável. d) Para o gozo da imunidade, as instituições estão obrigadas a atender aos seguintes requisitos: 1) Não remunerar, por qualquer forma, seus dirigentes pelos serviços prestados; 2) Aplicar integralmente seus recursos na manutenção e desenvolvimento dos seus objetivos sociais; 3) Manter escrituração completa de suas receitas e despesas em livros revestidos das formalidades que assegurem a respectiva exatidão;

10 4) Conservar em boa ordem, pelo prazo de cinco anos, contado da data da emissão, os documentos que comprovem a origem de suas receitas e a efetivação de suas despesas, bem como a realização de quaisquer outros atos ou operações que venham a modificar sua situação patrimonial; 5) Apresentar, anualmente, declaração de rendimentos, em conformidade com o disposto em ato da secretaria da receita federal; 6) Recolher os tributos retidos sobre os rendimentos por elas pagos ou creditados e a contribuição para a seguridade social relativa aos empregados, bem como cumprir as obrigações acessórias daí decorrentes; 7) Assegurar a destinação de seu patrimônio à outra instituição que atenda às condições para gozo da imunidade, no caso de incorporação, fusão, cisão ou de encerramento de suas atividades, ou a órgão público; h) Outros requisitos, estabelecidos em lei específica, relacionados com o funcionamento das entidades a que se refere este artigo Isenção Tributária A isenção tributária aplica-se as sociedades e fundações de caráter beneficente, filantrópico, caritativo, religioso, cultural, instrutivo, científico, artístico, literário, recreativo, esportivo e as associações e sindicatos que tenham por objeto cuidar dos interesses de seus associados, desde que observem os requisitos exigidos pela Lei nº 9.532/97, alterada pela Lei nº , de 27 de maio de 2009, que estabelece os critérios para que as entidades possam gozar da isenção tributária. Os critérios estabelecidos pela legislação são os seguintes: a) Consideram-se isentas as instituições de caráter filantrópico, recreativo, cultural e científico e as associações civis que prestem os serviços para os quais houverem sido instituídas e os coloquem à disposição do grupo de pessoas a que se destinam, sem fins lucrativos; ( 3º do art. 12 da Lei nº 9.532/97, conforme nova redação dada pela Lei nº 9.718/98). b) A isenção aplica-se, exclusivamente, em relação ao IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica) e à CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido); (art. 15 da Lei nº 9.532/97). c) Estas entidades estão sujeitas a recolher o PIS no montante equivalente a 1% sobre a folha de pagamento (Lei nº 9.715/98, arts. 2º, II e 8º, II).

11 d) Excluem-se da isenção do imposto de renda os rendimentos e ganhos de capital, auferidos em aplicações financeiras de renda fixa ou de renda variável. e) A COFINS somente é incidente as atividades não afins da instituição. Na atividade afim as instituições sem fins lucrativos são imunes. Para o gozo da isenção, as instituições estão obrigadas a atender aos seguintes requisitos: 1) não remunerar, por qualquer forma, seus dirigentes pelos serviços prestados; 2) aplicar integralmente seus recursos na manutenção e desenvolvimento dos seus objetivos sociais; 3) manter escrituração completa de suas receitas e despesas em livros revestidos das formalidades que assegurem a respectiva exatidão; 4) conservar em boa ordem, pelo prazo de cinco anos, contado da data da emissão, os documentos que comprovem a origem de suas receitas e a efetivação de suas despesas, bem como a realização de quaisquer outros atos ou operações que venham a modificar sua situação patrimonial; 5) apresentar, anualmente, Declaração de Rendimentos, em conformidade com o disposto em ato da Secretaria da Receita Federal. As Instituições sem fins lucrativos, dentre elas as Associações civis legalmente registradas são obrigadas a apresentar obrigações fiscais tanto para o Ministério da Fazenda quanto para o Ministério do Trabalho e para o Ministério Público, como demonstrado no quadro 1. Quadro 1 - Obrigações Fiscais das associações por esfera de governo. Obrigações Gerais Entidades sem fins lucrativos estão sujeitas a essas obrigações gerais SRF Periodicidade DIPJ Todas as entidades imunes ou isentas Anual DIRF Entidades imunes ou isentas que tenham pago ou creditado rendimentos que sofreram retenção do IRF ou que tenham efetuado retenção da CSSL, da COFINS e da Contribuição do PIS/PASEP sobre pagamentos efetuados a outras pessoas jurídicas Anual DCTF Todas as entidades imunes ou isentas Mensal ou semestral DACON IRPJ CSLL Entidades imunes ou isentas cujo valor mensal das contribuições a serem informadas no DACON seja superior a R$ 10000,00 Isentas Isentas Mensal ou semestral

12 PIS folha de pagamento Entidades que possuem empregados. Mensal IR retido Entidades que fazem pagamentos tanto para assalariados ou não, que incida o IR retido Mensal INSS Patronal Isentas Mensal RAIS GFIP CAGED Exame dos Atos Constitutivos M.T.E. Todas as Entidades sem fins lucrativos, com ou sem empregados ESFL sujeitas ao recolhimento do FGTS ou as contribuições e/ou informações a Previdência Social ESFL que tenham admitido, desligado ou transferido empregado com contrato de trabalho regido pela CLT Fundações Ministério Público MP Anual Mensal Mensal No momento da constituição Prestação de contas Fundações Anual Obrigações Estaduais ICMS Todas as entidades que atuarem no campo de incidência do ICMS Obrigações Municipais Mensal ISSQN Todas que prestem serviços a outras entidades ou pessoas Mensal IPTU, Taxas e demais tributos Todas as entidades que tiverem propriedade urbana Anual Fonte: Contabilidade para entidades sem fins lucrativos (terceiro setor)/paulo Arnaldo Olak; Diego Toledo Nascimento. 2. ed. - São Paulo: Atlas, As obrigações a serem apresentadas ao Ministério da fazenda são a DIPJ, DIRF, DCTF e DACON. A DIPJ, declaração de informações econômico - fiscais da Pessoa Jurídica, é a declaração de rendimentos que informa os resultados das operações ocorridas no anocalendário. Esta declaração deve ser entregue Anualmente independente de ter movimentação financeira ou não. A DIRF, declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte, é uma declaração obrigatória para instituições sem fins lucrativos desde que tenham pago ou creditado rendimentos que tiveram imposto de renda retido na fonte. A DCTF, declaração de débitos e créditos tributários federais, é a declaração que informa sobre os valores devidos dos impostos e contribuições federais e os respectivos créditos vinculados. A partir de 2007, todas as entidades sem fins lucrativos estão obrigadas a apresentar DCTF, mesmo sem valores a declarar.

13 E o DACON, demonstrativo de apuração de Contribuições Sociais,é um demonstrativo que informa a receita federal sobre a apuração da contribuição para PIS/PASEP e da Contribuição para financiamento da seguridade social (COFINS). As entidades sem fins lucrativos que tiverem o valor das contribuições inferiores a R$ ,00 (dez mil reais) estão dispensadas de apresentar o DACON. Em relação ao IRPJ, Imposto de Renda Pessoa Jurídica, as instituições sem fins lucrativos gozam de isenção, segundo a Lei nº 9.532/97, alterada pela Lei nº 9.718, de A Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, CSLL, não é devida pelas instituições sem fins lucrativos, por terem caráter filantrópico, recreativo, cultural e científico assim como as associações civis sem fins lucrativos, beneficiada com isenção da contribuição em questão. A COFINS, Contribuição para Financiamento da Seguridade Social, para as instituições sem fins lucrativos incidirá sobre as receitas provenientes de atividades que não sejam consideradas como próprias da entidade. O PIS Folha de Pagamento, Programa de integração Social sobre a folha de pagamento, para as instituições sem fins lucrativos deve ser recolhido baseados na folha de salários, sendo 1% sobre esta. O Imposto de Renda Retido na Fonte incide sobre os pagamentos efetuados pelas entidades do terceiro setor a Pessoas Físicas, tanto por trabalho assalariado como aos não assalariados têm a mesma incidência de IRF que dos outros setores. A contribuição devida ao Instituto Nacional da Seguridade Social também é isenta às instituições sem fins lucrativos. Além das obrigações perante o Ministério da Fazenda, as instituições sem fins lucrativos também possuem obrigações a serem prestadas ao Ministério do trabalho. Estas obrigações são a RAIS, a GFIP e o CAGED. A RAIS, Relação anual de informações sociais, é a declaração que fornece ao Ministério do Trabalho informações sobre as movimentações trabalhistas da entidade. Sua Periodicidade é anual. E toda e qualquer entidade deve apresentar, mesmo sem ter movimentação. A GFIP, Guia de Recolhimento do FGTS e de informações à Previdência Social, é a declaração que informa sobre os empregados, as remunerações e ainda fornece informações a previdência social. As instituições sem fins lucrativos estão obrigadas a prestar a GFIP mensalmente, mesmo que não tenham informações a prestar.

14 E o CAGED, Cadastro Geral de Empregados e desempregados, é uma declaração de todas as admissões, desligamentos e transferências de empregados na entidade. Esta deve ser entregue mensalmente, quando há movimentações, até o dia 7 do mês seguinte ao da movimentação. As instituições sem fins lucrativos têm prestações de contas também ao Ministério Público, porém estas são referentes apenas as Fundações. Perante as obrigações estaduais, depende de cada estado, mas uma das principais obrigações é do ICMS, Imposto sobre a Circulação de bens e serviços, em que as entidades sem fins lucrativos não possuem um benefício específico. Desta forma, atuando dentro do campo de incidência do ICMS a instituição deverá providenciar o recolhimento deste imposto. Em relação às obrigações municipais, que assim como as estaduais, dependem de cada localidade, as principais obrigações são o ISSQN e o IPTU. O Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza incide em algumas prestações de serviços da entidade O IPTU, Imposto Predial Territorial Urbano, Taxas e demais tributos, as instituições sem fins lucrativas estão obrigadas ao recolhimento das taxas, desde que se enquadrem no campo de incidência das mesmas, sejam elas municipais, estaduais ou federais, além de outros impostos como o caso do Imposto sobre propriedade territorial urbana. 2.2 A Associação A Associação dos Arrozeiros de Santa Maria, localizada na Rua Appel, nº 475, em Santa Maria, é uma associação civil sem fins lucrativos que nasceu com o objetivo representar e defender a classe arrozeira de Santa Maria e região. A associação foi constituída em junho de 1992, com a elaboração de seu estatuto social Existência Legal A Associação dos Arrozeiros de Santa Maria teve seu estatuto firmado em 1992 com registro no Cartório de Oficio dos Registros Especiais sob nº960 do Lv. A nº5 as fls. 079vº de 17 de agosto de 1992.

15 O registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) foi encaminhado em novembro de 2008, quando surgiu a necessidade de negativas fiscais. A partir de então foi necessário a ajuda de profissional da área, período este em que estava em andamento o projeto de auxilio as instituições sem fins lucrativos. Este encaminhamento desencadeou uma série de obrigações fiscais perante os órgãos federais, municipais, e estaduais que deveriam ter sido cumpridas desde a constituição e encontrava-se em aberto Procedimentos Para a realização do trabalho foram inter-relacionadas as disciplinas de contabilidade introdutória, contabilidade I e II, contabilidade de Custos I e II e finanças empresariais, do curso de ciências contábeis. O método utilizado para realização deste trabalho foi o de intervenções dentro da Associação para coleta de dados e elaboração de um diagnóstico. Através das intervenções conseguiu-se um conhecimento geral da entidade, para então partir para pesquisas em órgãos federais, municipais e estaduais onde se visualizou a situação desta perante estes órgãos fiscais onde se identifico que desde sua criação, não haviam sido prestadas quaisquer informações fiscais. Passou-se então para o processo de regularizações sendo feito juntamente com um treinamento na entidade. Neste utilizou-se manuais de passo a passo, para uma melhor fixação das obrigações orientado para a posterior continuidade da regularização. Estando regularizadas as informações para o ano de 2009, passou então para a visualização dos controles auxiliares da entidade. A associação possuía apenas o controle de caixa e o controle de associados, de forma precária, que não estavam prestando as informações necessárias por estarem incompletos e inadequados. O controle de caixa não estava dividido mensalmente e não possuía totalizadores, isto o tornava vulnerável, dificultando o controle das contribuições sociais e dos gastos incorridos. O controle de associados não contemplava todas as informações que a associação necessita para tomada de decisões, especialmente com relação a cobrança e acompanhamento dos associados. Após estudos foram realizadas modificações nos controles auxiliares para uma melhor informação. O controle caixa foi agrupado mensalmente, com totalizadores automáticos, e o controle de associados foi complementado com algumas informações consideradas

16 importantes, utilizando-se do aplicativo Excel da Microsoft como ferramenta, como mostra os quadros abaixo, utilizando-se de valores aleatórios para exemplificar. Quadro 2 Livro caixa associação modificado. LIVRO CAIXA da ASSOCIAÇÃO DOS ARROZEIROS DE SANTA MARIA DATA HISTÓRICO RECEITAS DESPESAS SALDO Saldo Inicial 1.276,10 06/01/2009 Débito Tarifa Pacote Serv.Banco do Brasil cfe.extrato 16, ,10 07/01/2009 Pgto.2 Tabel.(3 Reconhecimento Firma da Ata 14) Rec , ,00 26/01/2009 Pgto.Tabelionato Xisto (Reforma Estatutária) Rec , , ,40 Totais 0 123, ,40 Fonte: Elaboração própria a partir das informações obtidas na associação. Quadro 3. Controle de Associados Modificado FICHA N 001 ASSOCIAÇÃO DOS ARROZEIROS DE SANTA MARIA Nome do Associado: Telefone: Endereço: Bairro: CPF: RG: C/C banco: IE: Área Própria: Área Arrendada: DATA VALOR ANUIDADE ÁREA PRODUÇÃO HISTÓRICO do PGTO Fonte: Elaboração própria a partir das informações necessárias à Associação. Um fato a ser destacado é a forma de gestão de uma instituição destas, pois sendo de caráter voluntário e o tipo de atividade está um pouco deslocado das competências fiscais e legais, faz com que ocorra um descuido involuntário. Isto conduz a pouco ou quase nada de profissionalismo na gestão o que ficou claro através da observação dos relatórios, registros e controles descomprometidos com uma metodologia clara de acompanhamento. Estes são exercidos por uma pessoa que possuía a maioria das informações de forma pessoal, dotandolhe de certo poder de manipulação sobre os fatos sociais, financeiros e contábeis.

17 A falta de registros contábeis sistematizados e efetuados por profissional da área favorece esta forma de situação uma vez que os dirigentes, embora com a melhor das intenções, não têem formação específica para conduzir o processo de registros. 3. CONSIDERAÇÕES FINAIS Avaliando a estrutura organizacional e a conduta geral da instituição, percebe-se a importância de informações contábeis para o seu correto gerenciamento e para poder seguir as normas legais aplicadas a este tipo de instituição, o que é de grande importância para o seu funcionamento. Assim torna-se indispensável a figura de um profissional na área contábil para proceder os registros e informações fiscais obrigatórias, as quais o não cumprimento implicará em multas e outras penalidades que criam uma situação de desconforto tanto para os associados quanto para a diretoria. O estudo da Associação dos Arrozeiros de Santa Maria foi de grande importância para a aplicação das disciplinas de Contabilidade Introdutória, Contabilidade I e II, Contabilidade de Custos I e II e Finanças Empresariais. O contato com a atividade empresarial, especialmente em uma instituição sem fins lucrativos, possibilitou uma maior aproximação entre as teorias desenvolvidas e a aplicação prática em um caso carente de ações profissionalizada na solução de determinados entraves burocráticos que servem de suporte para a gestão. Também permitiu a identificação do tripé: contabilidade, gestão e controle que tem um relacionamento muito estreito e interdependente, tornando difícil a conduta do processo por pessoas ou profissionais que não tenham compreensão adequada dos procedimentos de gestão. Para a entidade o estudo foi de grande valia não só por ter resolvido situações fiscais e de controle pendentes que gerariam um custo adicional para os dirigentes, mas especialmente por esclarecer melhor a necessidade de uma gestão profissionalizada embora para uma instituição que gira com pequeno volume de recursos. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

18 NBC T 10.4 Fundações. Resolução CFC nº837/99, de 22 de fevereiro de Disponível em: em: 10 nov NBC T 19.4 Incentivos Fiscais, Subvenções, Contribuições, Auxílios e Doações Governamentais. Resolução CFC nº 1.026, de 15 de abril de Disponível em: Acesso em: 10 nov NBC T Entidades sindicais e associações de classes. Resolução CFC nº 838/00, de 22 de fevereiro de Disponível em: Acesso em: 10 nov NBC T Entidades sem finalidade de lucros.resolução CFC nº 877/00, de 18 de abril de 2000, alterada pela Resolução CFC nº 926/2001, de 19 de dezembro de 2001.Disponível em: Acesso em: 10 nov Receita Federal do Brasil. CNPJ. Disponível em: Acesso em: 28 nov Olak, Paulo Arnaldo;Nascimento,Diego Toledo do. Contabilidade para entidades sem fins lucrativos (terceiro setor). 2. Ed. São Paulo: Atlas, Cruz, Carla; Ribeiro, Uirá. Metodologia Científica: Teoria e Prática. 2. Ed. Axcel Books do Brasil editora.

O que é associação sem fins lucrativos? Como constituir e como é tributada?

O que é associação sem fins lucrativos? Como constituir e como é tributada? O que é associação sem fins lucrativos? Como constituir e como é tributada? Parecer: I - Conceitos e objetivos: Associação Sem Fins Lucrativos: Associação é uma entidade de direito privado, dotada de personalidade

Leia mais

ENTIDADE DE EDUCAÇÃO SEM FINALIDADE LUCRATIVA ISENÇÃO DA COFINS SOBRE RECEITAS PRÓPRIAS E RECOLHIMENTO

ENTIDADE DE EDUCAÇÃO SEM FINALIDADE LUCRATIVA ISENÇÃO DA COFINS SOBRE RECEITAS PRÓPRIAS E RECOLHIMENTO ENTIDADE DE EDUCAÇÃO SEM FINALIDADE LUCRATIVA ISENÇÃO DA COFINS SOBRE RECEITAS PRÓPRIAS E RECOLHIMENTO DA CONTRIBUIÇÃO DO PIS/PASEP MEDIANTE ALÍQUOTA DE 1% (UM POR CENTO) INCIDENTE SOBRE A FOLHA DE SALÁRIO

Leia mais

ENTIDADES DO TERCEIRO SETOR E REGIME TRIBUTÁRIO PROF. SERGIO MONELLO

ENTIDADES DO TERCEIRO SETOR E REGIME TRIBUTÁRIO PROF. SERGIO MONELLO ENTIDADES DO TERCEIRO SETOR E REGIME TRIBUTÁRIO PROF. SERGIO MONELLO 08/10/2013 Para as desonerações tributárias, as entidades podem ser divididas em dois campos: 1) as imunes 2) as isentas 2 IMUNIDADE

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE SEM FINALIDADE DE LUCROS

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE SEM FINALIDADE DE LUCROS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE SEM FINALIDADE DE LUCROS OBJETIVO 1. Esta norma estabelece critérios e procedimentos específicos de avaliação, de registro dos componentes e variações

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE ITG 2002 ENTIDADE SEM FINALIDADE DE LUCROS

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE ITG 2002 ENTIDADE SEM FINALIDADE DE LUCROS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE ITG 2002 ENTIDADE SEM FINALIDADE DE LUCROS Índice Item CONTETO 1 6 ALCANCE 7 8 RECONHECIMENTO 9 10 REGISTROS CONTÁBEIS 11 22 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 23 25 CONTAS DE

Leia mais

Empresa Júnior constitui ou não Instituição de Educação?

Empresa Júnior constitui ou não Instituição de Educação? 1 Sumário I. Introdução... 3 II. Empresa Júnior constitui ou não Instituição de Educação?... 3 III. As Imunidades Tributárias das Empresas Juniores... 4 IV. Incidência de Tributos sobre Empresas Juniores:...

Leia mais

ITG 2002: Os principais desafios na implementação das novas práticas na visão da Auditoria Independente.

ITG 2002: Os principais desafios na implementação das novas práticas na visão da Auditoria Independente. ITG 2002: Os principais desafios na implementação das novas práticas na visão da Auditoria Independente. Evelyse Amorim Lourival Amorim Florianópolis, 11 de novembro de 2014 ITG 2002 Introdução e Principais

Leia mais

Gestão Financeira e Contábil para o Terceiro Setor. Transparência, Prestação de Contas e Orçamento

Gestão Financeira e Contábil para o Terceiro Setor. Transparência, Prestação de Contas e Orçamento Gestão Financeira e Contábil para o Terceiro Setor Transparência, Prestação de Contas e Orçamento Reflexão Como acontece a Gestão Financeira e Contábil na minha Entidade? Gestão Assim, como nas entidades

Leia mais

O Sistema de contabilidade para Organizações do terceiro setor

O Sistema de contabilidade para Organizações do terceiro setor O Sistema de contabilidade para Organizações do terceiro setor Evidenciar é uma palavra imprescindível ao mundo dos negócios em que se alinha por todo o mundo, devido seu tamanho de proporções universais

Leia mais

INTERPRETAÇÃO DA RESOLUÇÃO CFC No. 1.409/12 ITG 2002

INTERPRETAÇÃO DA RESOLUÇÃO CFC No. 1.409/12 ITG 2002 INTERPRETAÇÃO DA RESOLUÇÃO CFC No. 1.409/12 ITG 2002 NO CONTEXTO OPERACIONAL DEVE TER OS REQUISITOS QUE ENQUADRAM A ENTIDADE COMO SEM FINS LUCRATIVOS: A) pessoas jurídicas de direito privado sem finalidade

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2011

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2011 CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2011 Orientações Básicas INFORMAÇÕES GERAIS PESSOA JURÍDICA 1) DCTF : (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais) ATENÇÃO! Apresentação MENSAL obrigatória pelas Pessoas

Leia mais

OBRIGAÇÕES FISCAIS SOCIAIS DA APM

OBRIGAÇÕES FISCAIS SOCIAIS DA APM COMUNICADO FDE / DRA Nº 001/2015 OBRIGAÇÕES FISCAIS E SOCIAIS DA APM 2 0 1 5 Página 1 de 9 O objetivo deste texto é informar aos dirigentes das Associações de Pais e Mestres APMs de Escolas Estaduais conveniadas

Leia mais

Cartilha Contábil de apoio

Cartilha Contábil de apoio Cartilha Contábil de apoio Conteúdo Introdução... 3 A Cartilha... 4 Receita Operacional... 5 Receitas de mensalidades / semestralidades / anuidades... 5 Outros serviços educacionais... 5 Subvenções para

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA ENCERRAR UMA EMPRESA

PROCEDIMENTOS PARA ENCERRAR UMA EMPRESA PROCEDIMENTOS PARA ENCERRAR UMA EMPRESA Equipe Portal de Contabilidade Para encerrar as atividades de uma empresa, é preciso realizar vários procedimentos legais, contábeis e tributários, além de, é claro,

Leia mais

Incentivos do Poder Público à atuação de entidades civis sem fins lucrativos, na área social. (1) renúncia fiscal

Incentivos do Poder Público à atuação de entidades civis sem fins lucrativos, na área social. (1) renúncia fiscal Incentivos do Poder Público à atuação de entidades civis sem fins lucrativos, na área social Associação Fundação Privada Associação Sindical Partidos Políticos (1) renúncia fiscal Subvencionada 1 Entidades

Leia mais

A RESOLUÇÃO CFC Nº 1409/12 REFLEXOS NA CONTABILIDADE DAS ENTIDADES SEM FINALIDADE DE LUCROS

A RESOLUÇÃO CFC Nº 1409/12 REFLEXOS NA CONTABILIDADE DAS ENTIDADES SEM FINALIDADE DE LUCROS NUTRINDO RELAÇÕES A RESOLUÇÃO CFC Nº 1409/12 REFLEXOS NA CONTABILIDADE DAS ENTIDADES SEM FINALIDADE DE LUCROS APRESENTAÇÃO José Alberto Tozzi Adm. Empresas FGV MBA USP Mestre pela PUC-SP Instrutor de Gestão

Leia mais

Tipos de Empresas, Requisitos e Passos para Abertura, Abertura Empresas Virtuais, Tributação.

Tipos de Empresas, Requisitos e Passos para Abertura, Abertura Empresas Virtuais, Tributação. Tipos de Empresas, Requisitos e Passos para Abertura, Abertura Empresas Virtuais, Tributação. 1) Tipos de Empresas Apresenta-se a seguir, as formas jurídicas mais comuns na constituição de uma Micro ou

Leia mais

FUNDAÇÃO LAR HARMONIA CNPJ: 00.405.171/0001-09 NOTAS EXPLICATIVAS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS ENCERRADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013

FUNDAÇÃO LAR HARMONIA CNPJ: 00.405.171/0001-09 NOTAS EXPLICATIVAS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS ENCERRADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 FUNDAÇÃO LAR HARMONIA CNPJ: 00.405.171/0001-09 NOTAS EXPLICATIVAS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS ENCERRADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 I- OBJETIVOS DA ENTIDADE E CONTEXTO OPERACIONAL A Fundação Lar Harmonia

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 920/01. Aprova, Da NBC T 10 Dos Aspectos Contábeis Específicos em Entidades Diversas, o item: NBC T 10.8 Entidades Cooperativas.

RESOLUÇÃO CFC N.º 920/01. Aprova, Da NBC T 10 Dos Aspectos Contábeis Específicos em Entidades Diversas, o item: NBC T 10.8 Entidades Cooperativas. RESOLUÇÃO CFC N.º 920/01 Aprova, Da NBC T 10 Dos Aspectos Contábeis Específicos em Entidades Diversas, o item: NBC T 10.8 Entidades Cooperativas. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas

Leia mais

NOVA NORMA CONTÁBIL PARA TERCEIRO SETOR

NOVA NORMA CONTÁBIL PARA TERCEIRO SETOR NOVA NORMA CONTÁBIL PARA TERCEIRO SETOR O Conselho Federal de Contabilidade editou uma nova norma contábil para o terceiro setor. É a NBC ITG 2002/12. Com objetivo de orientar às entidades e seus contadores,

Leia mais

No Brasil as entidades de interesse social só podem se constituir juridicamente na forma de associação ou fundação.

No Brasil as entidades de interesse social só podem se constituir juridicamente na forma de associação ou fundação. Gestão e Sustentabilidade para o 3 Setor Orientações Técnicas CONCEITOS No Brasil as entidades de interesse social só podem se constituir juridicamente na forma de associação ou fundação. Pessoa Jurídica:

Leia mais

SOARES & FALCE ADVOGADOS

SOARES & FALCE ADVOGADOS SOARES & FALCE ADVOGADOS ASPECTOS LEGAIS DA CAPTAÇÃO DE RECURSOS VIA BAZARES E VENDA DE PRODUTOS NAS ORGANIZAÇÕES Michael Soares 03/2014 BAZAR BENEFICENTE E VENDA DE PRODUTOS NAS ORGANIZAÇÕES Quais os

Leia mais

Principais Aspectos do Sistema Público de Escrituração Digital SPED

Principais Aspectos do Sistema Público de Escrituração Digital SPED Principais Aspectos do Sistema Público de Escrituração Digital SPED Como trabalhamos? no passado a pouco tempo Daqui para frente ECD Escrituração Contábil Digital IN RFB 787/07 O que é? : É a substituição

Leia mais

MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL

MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL Conheça as condições para recolhimento do Simples Nacional em valores fixos mensais Visando retirar da informalidade os trabalhadores autônomos caracterizados como pequenos

Leia mais

ASPECTOS CONTÁBEIS E LEGAIS SOBRE A CONSTITUIÇÃO, ENQUADRAMENTO TRIBUTÁRIO E OBRIGAÇÕES ACESSORIAS DE ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS

ASPECTOS CONTÁBEIS E LEGAIS SOBRE A CONSTITUIÇÃO, ENQUADRAMENTO TRIBUTÁRIO E OBRIGAÇÕES ACESSORIAS DE ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS ASPECTOS CONTÁBEIS E LEGAIS SOBRE A CONSTITUIÇÃO, ENQUADRAMENTO TRIBUTÁRIO E OBRIGAÇÕES ACESSORIAS DE ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS RESUMO Este artigo foi elaborado para demonstrar os aspectos relevantes

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012 CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012 Orientações Básicas INFORMAÇÕES GERAIS PESSOA JURÍDICA 1) DCTF : (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais) ATENÇÃO! Apresentação MENSAL obrigatória pelas Pessoas

Leia mais

Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 11/04/2011. 1 - INTRODUÇÃO. nº 123/2006, com a redação dada pela Lei Complementar nº 128/2008.

Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 11/04/2011. 1 - INTRODUÇÃO. nº 123/2006, com a redação dada pela Lei Complementar nº 128/2008. Trabalhistas MICROEMPREENDEDOR - Alterações INDIVIDUAL - MEI - Aspectos Previdenciários e Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 11/04/2011. Sumário: 12 Conceito Introdução 3.1 - Tributação

Leia mais

Gestão Financeira de Entidades Sindicais

Gestão Financeira de Entidades Sindicais Gestão Financeira de Entidades Sindicais Constituição Federal Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

Leia mais

CONTABILIDADE E AUDITORIA CEBAS - EDUCAÇÃO ASPECTOS PRÁTICOS E ITG 2002

CONTABILIDADE E AUDITORIA CEBAS - EDUCAÇÃO ASPECTOS PRÁTICOS E ITG 2002 CONTABILIDADE E AUDITORIA CEBAS - EDUCAÇÃO ASPECTOS PRÁTICOS E ITG 2002 AGENDA Introdução Terceiro Setor Contabilidade Demonstrações Contábeis Auditoria Perguntas TERCEIRO SETOR TERCEIRO SETOR LEI 12.101/09

Leia mais

TERCEIRO SETOR, CULTURA E RESPONSABILIDADE SOCIAL

TERCEIRO SETOR, CULTURA E RESPONSABILIDADE SOCIAL TERCEIRO SETOR, CULTURA E RESPONSABILIDADE SOCIAL 22/12/2015 ATENÇÃO 1 Declaração de Imunidade Tributária Municipal deve ser enviada até 31.12.2015 Nos termos da Instrução Normativa nº 07/2015 da Secretaria

Leia mais

CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (CEBAS)

CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (CEBAS) CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (CEBAS) XIII Oficina de Conhecimento Terceiro Setor: Gestão e Sustentabilidade Goiânia, 09/10/12 Wagner Nogueira da Silva Advogado OAB/GO 14.374

Leia mais

INCENTIVOS FISCAIS, UMA VISÃO GERAL

INCENTIVOS FISCAIS, UMA VISÃO GERAL INCENTIVOS FISCAIS, UMA VISÃO GERAL Danilo Brandani Tiisel danilo@socialprofit.com.br MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS Características da Atividade Atividade planejada e complexa: envolve marketing, comunicação,

Leia mais

Lei n. 12.101/2009 Decreto n. 7.237/2010

Lei n. 12.101/2009 Decreto n. 7.237/2010 Lei n. 12.101/2009 Decreto n. 7.237/2010 LEI N. 12.101/2009 DECRETO N. 7237/2010 O principal objetivo da presente Lei é dispor sobre a certificação das entidades beneficentes de assistência social. Tem

Leia mais

Pro-Bem Assessoria e Gestão Criança

Pro-Bem Assessoria e Gestão Criança Pro-Bem Assessoria e Gestão Criança Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras Exercício findo em 31 de dezembro de 2014 (Em Reais) 1 CONTEXTO OPERACIONAL A Pró-Bem é pessoa jurídica de direito privado,

Leia mais

Contabilidade e Direito Eclesiástico

Contabilidade e Direito Eclesiástico Contabilidade e Direito Eclesiástico 1 crédito Ementa Esta disciplina visa oferecer ao aluno o conhecimento sobre os aspectos contábeis e legais que envolvem a vida da igreja como Pessoa Jurídica, evitando

Leia mais

ENTIDADES IMUNES E ISENTAS APURAÇÃO DOS IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS

ENTIDADES IMUNES E ISENTAS APURAÇÃO DOS IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS ENTIDADES IMUNES E ISENTAS APURAÇÃO DOS IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS CONSIDERAÇÕES INICIAIS: Colaboração do AFRFB Nilo Carvalho Supervisor do Plantão Fiscal da Receita Federal do Brasil

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DISPOSIÇÕES GERAIS 1. Esta norma estabelece critérios e procedimentos específicos para estruturação das demonstrações

Leia mais

(Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) O Congresso Nacional decreta:

(Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE LEI N o, DE 2005 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) Dispõe sobre a desburocratização dos processos de constituição, funcionamento e baixa das microempresas e empresas de pequeno porte, nos

Leia mais

AGENDA DE OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS FEVEREIRO DE 2012

AGENDA DE OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS FEVEREIRO DE 2012 Page 1 of 5 AGENDA DE OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS FEVEREIRO DE 2012 06/02/2012 SALÁRIOS 07/02/2012 Pagamento de salários - mês de JANEIRO/2012 Base legal: Art. 459, parágrafo único da CLT.

Leia mais

Marcelo Monello Conselheiro

Marcelo Monello Conselheiro Marcelo Monello Conselheiro Prestação de contas das Entidades de Assistência Social O que são gratuidades? Como deve ser realizado esse lançamento no caso das contribuições das empresas 1 da taxa de contribuição

Leia mais

ASPECTOS JURÍDICOS DO INVESTIMENTO SOCIAL ESTRANGEIRO NO BRASIL. w w w. m m s o. c o m. b r

ASPECTOS JURÍDICOS DO INVESTIMENTO SOCIAL ESTRANGEIRO NO BRASIL. w w w. m m s o. c o m. b r ASPECTOS JURÍDICOS DO INVESTIMENTO SOCIAL ESTRANGEIRO NO BRASIL w w w. m m s o. c o m. b r Tipos Societários Fundações - Pessoas jurídicas de direito privado Dotação de bens livres. Objeto: fins religiosos,

Leia mais

PRINCIPAIS REFLEXOS CONTÁBEIS DA NOVA LEI DA FILANTROPIA ENTIDADES BENEFICENTES (Lei Federal nº 12.101/09) Autores: Ivan Pinto Ricardo Monello

PRINCIPAIS REFLEXOS CONTÁBEIS DA NOVA LEI DA FILANTROPIA ENTIDADES BENEFICENTES (Lei Federal nº 12.101/09) Autores: Ivan Pinto Ricardo Monello PRINCIPAIS REFLEXOS CONTÁBEIS DA NOVA LEI DA FILANTROPIA ENTIDADES BENEFICENTES (Lei Federal nº 12.101/09) Autores: Ivan Pinto Ricardo Monello No dia 30 de novembro de 2009 foi publicado no Diário Oficial

Leia mais

CALENDÁRIO DAS OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS e PREVIDENCIÁRIAS OUTUBRO/2010

CALENDÁRIO DAS OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS e PREVIDENCIÁRIAS OUTUBRO/2010 1 CALENDÁRIO DAS OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS e PREVIDENCIÁRIAS OUTUBRO/2010 Dia 06-10-2010 (Quarta-feira): SALÁRIOS Todos os empregadores, assim definidos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Fato

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONTRAÇÕES CONTÁBEIS FINDAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONTRAÇÕES CONTÁBEIS FINDAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONTRAÇÕES CONTÁBEIS FINDAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 NOTA 01- Contexto Operacional: SIMPROEL Sindicato Municipal dos Profissionais em Educação de Lages - SC Fundado em 17/12/1997,

Leia mais

Orientações sobre Micro Empreendedor Individual

Orientações sobre Micro Empreendedor Individual Orientações sobre Micro Empreendedor Individual Micro Empreendedor individual Definição Microempreendedor Individual (MEI) é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário.

Leia mais

Quadro Demonstrativo dos Impostos e Contribuições a serem retidos: CONFORME TABELA PROGRESSIVA PESSOA JURIDICA

Quadro Demonstrativo dos Impostos e Contribuições a serem retidos: CONFORME TABELA PROGRESSIVA PESSOA JURIDICA Prezado Credenciado, A Postal Saúde Caixa de Assistência e Saúde dos Empregados dos Correios, pessoa jurídica de direito privado, associação sem fins lucrativos, operadora de plano de saúde na modalidade

Leia mais

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS SUMÁRIO 1. Considerações Iniciais 2. Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA) na Lei das S.A. 3. Demonstração

Leia mais

OBRIGAÇÕES FISCAIS FEDERAIS JULHO/12

OBRIGAÇÕES FISCAIS FEDERAIS JULHO/12 CIRCULAR 37/12 Novo Hamburgo, 02 de julho de 2012. OBRIGAÇÕES FISCAIS FEDERAIS JULHO/12 DIA 04 IR-FONTE Pessoas obrigadas: pessoas jurídicas que efetuaram retenção na fonte nos pagamentos ou créditos decorrentes

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011 Recolhimento Espontâneo 001 Quais os acréscimos legais que incidirão no caso de pagamento espontâneo de imposto ou contribuição administrado pela Secretaria da Receita

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis 12.1. Introdução O artigo 176 da Lei nº 6.404/1976 estabelece que, ao fim de cada exercício social, a diretoria da empresa deve elaborar, com base na escrituração mercantil, as

Leia mais

Estado do Pará MINISTÉRIO PÚBLICO PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA CORREGEDORIA-GERAL PROVIMENTO CONJUNTO Nº 010/2015-MP/PGJ/CGMP

Estado do Pará MINISTÉRIO PÚBLICO PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA CORREGEDORIA-GERAL PROVIMENTO CONJUNTO Nº 010/2015-MP/PGJ/CGMP PROVIMENTO CONJUNTO Nº 010/2015-MP/PGJ/CGMP Define os documentos e modelos de demonstrações contábeis exigidos para prestação de contas finalística das entidades do terceiro setor sujeitas ao velamento

Leia mais

ASSOCIAÇÃO FRATERNAL PELICANO CNPJ Nº 05.439.594/0001-55 BALANÇO PATRIMONIAL ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012/2011 (EM R$)

ASSOCIAÇÃO FRATERNAL PELICANO CNPJ Nº 05.439.594/0001-55 BALANÇO PATRIMONIAL ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012/2011 (EM R$) BALANÇO PATRIMONIAL ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012/2011 (EM R$) ATIVO 2012 2011 PASSIVO E PATRIMONIO SOCIAL 2012 2011 CIRCULANTE 41.213,54 37.485,00 CIRCULANTE 12.247,91 11.914,91 EQUIVALENCIA DE

Leia mais

Retenção de Impostos e Contribuições

Retenção de Impostos e Contribuições Retenção de Impostos e Contribuições COMO A FONTE PAGADORA DEVE DESCONTAR: IR PIS/PASEP COFINS CSLL ISS INSS Resumo do conteúdo: IR Fonte Assalariados / Pro Labore IR Fonte Terceiros e Não Assalariados

Leia mais

Trataremos nesta aula das contribuições destinadas ao custeio da seguridade social

Trataremos nesta aula das contribuições destinadas ao custeio da seguridade social 1.4.7.3. Contribuições do art.195 CF Trataremos nesta aula das contribuições destinadas ao custeio da seguridade social (previdência, saúde e assistência social), espécies de contribuições sociais, como

Leia mais

EXTINÇÃO DA PESSOA JURÍDICA Aspectos Tributários

EXTINÇÃO DA PESSOA JURÍDICA Aspectos Tributários EXTINÇÃO DA PESSOA JURÍDICA Aspectos Tributários Sumário 1. Conceito 2. Procedimentos Fiscais na Extinção 2.1 - Pessoa Jurídica Tributada Com Base no Lucro Real 2.2 - Pessoa Jurídica Tributada Com Base

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PRÓ-HOPE APOIO À CRIANÇA COM CÂNCER CNPJ 02.072.483/0001-65 BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DEZEMBRO DE 2010 E 2009

ASSOCIAÇÃO PRÓ-HOPE APOIO À CRIANÇA COM CÂNCER CNPJ 02.072.483/0001-65 BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DEZEMBRO DE 2010 E 2009 BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DEZEMBRO DE 2010 E 2009 ATIVO 31/12/2010 31/12/2009 PASSIVO 31/12/2010 31/12/2009 CIRCULANTE 2.067.853,08 1.156.034,03 CIRCULANTE 1.444.697,99 375.899,34 DISPONIBILIDADES 1.284.699,22

Leia mais

ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011

ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011 ASSOCIAÇÃO DIREITOS HUMANOS EM REDE QUADRO I - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO (Em reais) Nota Nota ATIVO Explicativa PASSIVO Explicativa CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa 4 3.363.799

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO ÂMBITO DO MDS

CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO ÂMBITO DO MDS MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME MDS SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SNAS CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO ÂMBITO DO MDS DEPARTAMENTO DA REDE

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*)

Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*) Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*) DOU de 24.5.2005 Dispõe sobre o Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais (Dacon) relativo a fatos geradores ocorridos no ano-calendário

Leia mais

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A CEMEPE INVESTIMENTOS S/A RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis do exercício encerrado

Leia mais

Remuneração de Dirigentes de Entidades Sem Fins Lucrativos

Remuneração de Dirigentes de Entidades Sem Fins Lucrativos Remuneração de Dirigentes de Entidades Sem Fins Lucrativos Tomáz de Aquino Resende Promotor de Justiça. Coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Tutela de Fundações de Minas Gerais.

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31/12/2014 e 31/12/2013

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31/12/2014 e 31/12/2013 Registro no Cartório de Títulos e Documentos em 02/10/1934. Sob o nº 1.152, Livro "A" nº 6. BALANÇO PATRIMONIAL EM 31/12/2014 e 31/12/2013 2014 2013 Variação ATIVO ATIVO CIRCULANTE Caixa - - - Banco do

Leia mais

Receita Federal do Brasil. Lei Complementar 128. Alterações na Legislação Previdenciária

Receita Federal do Brasil. Lei Complementar 128. Alterações na Legislação Previdenciária Lei Complementar 128 Alterações na Legislação Previdenciária Microempreendedor Individual MEI Conceito: É o empresário individual, referido no art. 966 do Novo Código Civil, que tenha auferido receita

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO

ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E 2013 ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO Demonstrações Contábeis Em 31

Leia mais

Agenda Tributária: de 07 a 13 de maio de 2015

Agenda Tributária: de 07 a 13 de maio de 2015 Agenda Tributária: de 07 a 13 de maio de 2015 Dia: 07 CAGED - Cadastro Geral de Empregados e Desempregados Envio ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) da relação das admissões, demissões e transferências

Leia mais

Contmatic - Escrita Fiscal

Contmatic - Escrita Fiscal Lucro Presumido: É uma forma simplificada de tributação onde os impostos são calculados com base num percentual estabelecido sobre o valor das vendas realizadas, independentemente da apuração do lucro,

Leia mais

SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL. Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas. Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014

SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL. Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas. Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014 SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014 Sistema Tributário Nacional Conjunto de regras jurídicas

Leia mais

Introdução... 3 Certificações da FFM... 4

Introdução... 3 Certificações da FFM... 4 MANUAL DE BENEFÍCIOS FISCAIS DOAÇÕES EFETUADAS À FFM São Paulo SP 2014 Índice Introdução... 3 Certificações da FFM... 4 1. Doações a Entidades sem Fins Lucrativos... 5 1.1. Imposto de Renda e Contribuições

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - ESCOLA DE ATIVISMO. 31 de dezembro de 2012 SUMÁRIO

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - ESCOLA DE ATIVISMO. 31 de dezembro de 2012 SUMÁRIO DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - ESCOLA DE ATIVISMO 31 de dezembro de 2012 SUMÁRIO BALANÇO PATRIMONIAL 02 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO PERÍODO 03 DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO 04 DEMONSTRAÇÕES

Leia mais

Retenções na Fonte e Informações para a D.C.T.F. (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais)

Retenções na Fonte e Informações para a D.C.T.F. (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais) São Paulo, agosto de 2012 Retenções na Fonte e Informações para a D.C.T.F. (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais) Prezado cliente: Sua empresa está obrigada a entrega da DCTF (apresentação

Leia mais

O QUE É A RETENÇÃO NA FONTE?

O QUE É A RETENÇÃO NA FONTE? SUMÁRIO I O QUE É A RETENÇÃO NA FONTE? I.1 - RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA... 23 II SERVIÇOS PRESTADOS POR PESSOAS JURÍDICAS II.1 - IRRF - SERVIÇOS PRESTADOS POR PESSOAS JURÍDICAS... 29 II.1.1 - Hipóteses

Leia mais

DECLARAÇÕES Lucro Presumido, Isentas e Simples

DECLARAÇÕES Lucro Presumido, Isentas e Simples DECLARAÇÕES Lucro Presumido, Isentas e Simples Wagner Mendes Contador, Pós-Graduado em Controladoria, Auditoria e Tributos, Consultor Tributário, Especialista em Tributos Federais, Contabilidade e Legislação

Leia mais

Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado Domingo 1 2 3 4 5 6 Clique e veja o compromisso do dia aqui

Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado Domingo 1 2 3 4 5 6 Clique e veja o compromisso do dia aqui Atenção 01 Aqueles contribuintes obrigados ao envio mensal do arquivo SINTEGRA ao SEFAZ, devem observar a data de entrega, conforme definido pelo fisco. Atenção 02 Essas informações não substituem aquelas

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.409/12. Aprova a ITG 2002 Entidade sem Finalidade de Lucros.

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.409/12. Aprova a ITG 2002 Entidade sem Finalidade de Lucros. RESOLUÇÃO CFC N.º 1.409/12 Aprova a ITG 2002 Entidade sem Finalidade de Lucros. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais e com fundamento no disposto na

Leia mais

ANO XXII - 2011-4ª SEMANA DE ABRIL DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 17/2011 PIS/PASEP/COFINS IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA

ANO XXII - 2011-4ª SEMANA DE ABRIL DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 17/2011 PIS/PASEP/COFINS IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA ANO XXII - 2011-4ª SEMANA DE ABRIL DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 17/2011 PIS/PASEP/COFINS ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL DO PIS/PASEP E DA COFINS - EFD-PIS/COFINS - NORMAS GERAIS Introdução - Pessoas Jurídicas

Leia mais

PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES

PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Diretores, Conselheiros e Associados da ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA MONTE AZUL SÃO PAULO SP 1. Examinamos o Balanço Patrimonial da ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA MONTE AZUL,

Leia mais

LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000.

LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000. LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000. Institui o Plano de Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Municipais e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE DUQUE DE CAXIAS decreto e eu sanciono

Leia mais

empresas constantes de seus anexos, de acordo com o Estado da Federação em que estava localizado o contribuinte.

empresas constantes de seus anexos, de acordo com o Estado da Federação em que estava localizado o contribuinte. SPED O Sistema Público de Escrituração Digital, mais conhecido como Sped, trata de um projeto/obrigação acessória instituído no ano de 2007, através do Decreto nº 6.022, de 22 de janeiro de 2007. É um

Leia mais

Brasília, 27 de maio de 2013.

Brasília, 27 de maio de 2013. NOTA TÉCNICA N o 20 /2013 Brasília, 27 de maio de 2013. ÁREA: Desenvolvimento Social TÍTULO: Fundo para Infância e Adolescência (FIA) REFERÊNCIAS: Lei Federal n o 4.320, de 17 de março de 1964 Constituição

Leia mais

PUBLICADO NO ÓRGÃO OFICIAL DO MUNICÍPIO Nº 1750 DO DIA 06/08/2012.

PUBLICADO NO ÓRGÃO OFICIAL DO MUNICÍPIO Nº 1750 DO DIA 06/08/2012. PUBLICADO NO ÓRGÃO OFICIAL DO MUNICÍPIO Nº 1750 DO DIA 06/08/2012. DECRETO N 1426/2012 Regulamenta a entrega da Declaração Mensal de Serviços Eletrônica por prestadores e tomadores de serviços e dá outras

Leia mais

Instituto Lina Galvani

Instituto Lina Galvani Balanços patrimoniais Em milhares de reais Ativo 31 de dezembro de 2011 31 de dezembro de 2010 Passivo e patrimônio social 31 de dezembro de 2011 31 de dezembro de 2010 Circulante Circulante Caixa e equivalentes

Leia mais

Análise Contábil do Relatório de

Análise Contábil do Relatório de Análise Contábil do Relatório de Controle Interno Gerência de Contabilidade Centralizada Diretoria de Contabilidade Geral Flávio van GEORGE Rocha Sir. Flávio van GEORGE Rocha Composição do Relatório: 1.

Leia mais

CISÃO PARCIAL DE ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS - ASPECTOS CONTÁBEIS E TRIBUTÁRIOS

CISÃO PARCIAL DE ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS - ASPECTOS CONTÁBEIS E TRIBUTÁRIOS CISÃO PARCIAL DE ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS - ASPECTOS CONTÁBEIS E TRIBUTÁRIOS Por Ivan Pinto A cisão de uma Entidade sem Fins Lucrativos não implica na extinção da entidade cindida, uma vez que a própria

Leia mais

SETOR PÚBLICO, SETOR PRIVADO E TERCEIRO SETOR

SETOR PÚBLICO, SETOR PRIVADO E TERCEIRO SETOR SETOR PÚBLICO, SETOR PRIVADO E TERCEIRO SETOR Consiste na forma como as diferentes Pessoas Jurídicas atuam no desenvolvimento de atividades econômicas e sociais no âmbito da sociedade. De acordo com o

Leia mais

EFD Contribuições (PIS/COFINS) Atualizado com a Instrução Normativa RFB nº 1.280/2012

EFD Contribuições (PIS/COFINS) Atualizado com a Instrução Normativa RFB nº 1.280/2012 PIS/COFINS EFD Contribuições (PIS/COFINS) Atualizado com a Instrução Normativa RFB nº 1.280/2012 CONTEÚDO 1. INTRODUÇÃO 2. CERTIFICADO DIGITAL 3. OBRIGATORIEDADE 3.a Dispensa de Apresentação da EFD-Contribuições

Leia mais

RESOLUÇÃO CONJUNTA CGM/SMAS/SMA Nº 019 DE 29 ABRIL DE 2005

RESOLUÇÃO CONJUNTA CGM/SMAS/SMA Nº 019 DE 29 ABRIL DE 2005 RESOLUÇÃO CONJUNTA CGM/SMAS/SMA Nº 019 DE 29 ABRIL DE 2005 Dispõe sobre os procedimentos para cadastramento de Fundações Privadas ou Associações pela Comissão de Cadastramento de ONGs e Associações, de

Leia mais

Empresas optantes pelo SIMPLES NACIONAL não estão obrigadas apresentar DCTF

Empresas optantes pelo SIMPLES NACIONAL não estão obrigadas apresentar DCTF Empresas optantes pelo SIMPLES NACIONAL não estão obrigadas apresentar DCTF A seguir apresentamos um resumo sobre a obrigatoriedade e a não obrigatoriedade de apresentar a DCTF. QUEM ESTÁ OBRIGADO APRESENTAR

Leia mais

Pedro@ananadvogados.com.br

Pedro@ananadvogados.com.br Pedro@ananadvogados.com.br Sócio de Anan Advogados Especialista em Direito Empresarial pela PUC-SP MBA Controller pela FEA-USP Membro da Diretoria Jurídica da ANEFAC Diretor do Conselho Consultivo da APET

Leia mais

Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90): Artigos 260 a 260-L

Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90): Artigos 260 a 260-L Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90): Artigos 260 a 260-L Art. 260. Os contribuintes poderão efetuar doações aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente nacional, distrital, estaduais

Leia mais

Adequações do estatuto social.

Adequações do estatuto social. Adequações do estatuto social. Este trabalho objetiva orientar a adequação compulsória do estatuto social para postulação de incentivos fiscais ao esporte para formação de atletas olímpicos e paraolímpicos,

Leia mais

O arquivo da EFD-Contribuições deverá ser validado, assinado digitalmente e transmitido, via Internet, ao ambiente Sped.

O arquivo da EFD-Contribuições deverá ser validado, assinado digitalmente e transmitido, via Internet, ao ambiente Sped. 001 O que é a EFD-Contribuições? A EFD-Contribuições é a Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep, da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e da Contribuição

Leia mais

Módulo Contábil e Fiscal

Módulo Contábil e Fiscal Módulo Contábil e Fiscal Escrita Fiscal Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Contábil e Fiscal Escrita Fiscal. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no

Leia mais

Imposto de Renda Pessoa Física 2015

Imposto de Renda Pessoa Física 2015 Imposto de Renda Pessoa Física 2015 1 IRPF É um imposto federal brasileiro que incide sobre todas as pessoas que tenham obtido um ganho acima de um determinado valor mínimo. Anualmente este contribuinte

Leia mais

Tributos em orçamentos

Tributos em orçamentos Tributos em orçamentos Autores: Camila de Carvalho Roldão Natália Garcia Figueiredo Resumo O orçamento é um dos serviços mais importantes a serem realizados antes de se iniciar um projeto. É através dele

Leia mais

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA CADASTRO NA CENTRAL PERMANENTE DE LICITAÇÃO - CPL

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA CADASTRO NA CENTRAL PERMANENTE DE LICITAÇÃO - CPL DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA CADASTRO NA CENTRAL PERMANENTE DE LICITAÇÃO - CPL RELATÓRIO APRESENTAÇÃO De acordo com a Lei 8.666, de 21 de junho de 1993, combinada com a Lei 10.406, de 10 de janeiro de

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp Page 1 of 7 Instrução Normativa SRF nº 213, de 7 de outubro de 2002 DOU de 8.10.2002 Dispõe sobre a tributação de lucros, rendimentos e ganhos de capital auferidos no exterior pelas pessoas jurídicas domiciliadas

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Demonstrações Contábeis por Tipo e Tamanho de Empresa e Reflexos na Escrituração Contábil Digital (ECD)

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Demonstrações Contábeis por Tipo e Tamanho de Empresa e Reflexos na Escrituração Contábil Digital (ECD) 1 Parecer Consultoria Tributária Segmentos Demonstrações Contábeis por Tipo e Tamanho de Empresa e Reflexos na Escrituração Contábil Digital (ECD) 04/06/2014. Contábeis por Tipo e Tamanho de Empresa 1

Leia mais

Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013

Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013 Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013 DOU de 17.9.2013 Dispõe sobre o Regime Tributário de Transição (RTT) instituído pelo art. 15 da Lei nº 11.941, de 27 de maio de 2009. O SECRETÁRIO

Leia mais

Projeto EFD Social Programa de Unificação do Crédito (Fazendário e Previdenciário)

Projeto EFD Social Programa de Unificação do Crédito (Fazendário e Previdenciário) Projeto EFD Social Programa de Unificação do Crédito (Fazendário e Previdenciário) Projeto EFD Social Integra o Programa de Unificação do Crédito Previdenciário) PUC 1 (Fazendário e Iniciativa

Leia mais

Nova Lei de Filantropia

Nova Lei de Filantropia Nova Lei de Filantropia A nova Lei da Filantropia e seus aspectos preponderantes para a Assistência Social e o Conselho Municipal de Assistência Social Títulos Públicos Existentes (Federal) TÍTULOS Nº

Leia mais