Oque leva 2,2 milhões de portugueses a SEGUROS QUE DÃO SAÚDE 10 DOSSIER

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1 10 DOSSIER SEGUROS QUE DÃO SAÚDE Porque a saúde não tem preço, nem mesmo os difíceis tempos de austeridade têm impedido mais de 2 milhões de portugueses de se manterem cobertos por seguros de saúde. A procura do cartão que abre as portas de hospitais e clínicas privadas a preços mais acessíveis continua a aumentar e as seguradoras continuam a trabalhar no desenvolvimento de novas ofertas para responder a necessidades emergentes dos consumidores Oque leva 2,2 milhões de portugueses a estarem cobertos por um seguro de saúde? O que motiva mais de 20% da população portuguesa a querer dispor de um cartão que lhe dá acesso a um conjunto de prestadores privados de cuidados de saúde? O que leva esses mesmos portugueses a não abdicar do seu seguro agora que o País está mergulhado numa crise económica e financeira e se perfila uma quebra gradual do poder de compra? Apesar do cenário de crise, as preocupações com a saúde continuam a ser prioritárias, afirma Rita Sambado, directora de Marketing de Produtos e Clientes da Fidelidade Mundial e Império Bonança. Hoje em dia o seguro de saúde já não é visto como um produto acessório, pelo contrário, representa uma mais-valia na qualidade de vida das pessoas, acrescenta a mesma responsável. Longe dos tempos em que este mercado crescia a dois dígitos anuais, os seguros de saúde fecharam o ano 2010 com um crescimento na ordem dos 6,5%, e os primeiros meses de 2011 revelam que os portugueses não abdicaram do cartão que lhes abre a posta dos prestadores privados de cuidados de saúde. Contrariamente ao que seria de esperar, em momentos de crise económica as pessoas têm tendência a acautelar o seu bem-estar e os produtos de seguros de previdência continuam a ser procurados, verifica Rui Meireles, director técnico de saúde da Generali. No entanto, com a contracção do poder de compra (em especial da classe média), os planos de seguro de saúde mais procurados são aqueles com um menor

2 DOSSIER 11 leque de coberturas, revela a responsável da multinacional italiana. Ambulatório e estomatologia estão no topo das preferências dos portugueses. Um seguro serve cada vez mais não só para fazer face a despesas mais avultadas, como também para garantir as normais despesas de saúde, confirma Filipe Clemente, director coordenador da Médis. E seja para recorrer à cadeira do dentista, seja para recorrer a consultas de especialidade ou a exames complementares de diagnóstico, muitos portugueses optam por accionar o seguro de saúde, que lhes dá acesso a hospitais e clínicas privadas. Na vertente dos grandes riscos, a hospitalização é a garantia principal que os seguros de saúde proporcionam aos segurados, embora poucas vezes funcione, por si só, como motivação para a subscrição do seguro. A maior parte dos clientes das seguradoras quer, efectivamente, estar coberto em caso de necessidade de hospitalização, mas não dispensa o acesso regular a consultas das mais variadas especialidades, cujo grau de utilização é mais previsível e frequente. Nos últimos anos tem sido também crescente a preocupação com doenças graves, o que levou já muitos operadores a incluírem esta designação em novos planos de coberturas, geralmente com capitais mais elevados e acesso a redes médicas internacionais. Há uma percepção acrescida do risco deste tipo de doenças. Quem no seu círculo de amizades não conhece uma situação concreta?, aponta Filipe Clemente. Novidade mais recente tem sido a inclusão de redes de bem-estar ou terapias alternativas no leque de coberturas dos seguros de saúde. Aqui se incluem as ter-

3 12 DOSSIER O seguro de saúde é geralmente comercializado na modalidade mista, combinando o regime convencional com o regime de reembolso mas, os health clubs, a acupunctura ou a osteopatia, entre outras. Disponível nas modalidades de regime convencionado (managed care) ou reembolso, o seguro de saúde é geralmente comercializado em Portugal numa modalidade mista, que permite aos clientes escolher, em cada momento, o regime que lhe é mais favorável. No regime convencionado, os segurados podem beneficiar do acesso a cuidados de saúde prestados por uma rede convencionada com a seguradora. Nesses casos, em cada consulta, exame ou tratamento beneficiam de imediato de um desconto previamente acordado entre a seguradora e o prestador, cabendo ao segurado efectuar um co-pagamento, igualmente definido no início de cada ano. Já no regime de reembolso, que os clientes geralmente preferem quando sentem necessidade de recorrer a um prestador que não integra a rede convencionada com a sua seguradora, os segurados têm de pagar a totalidade da consulta, exame ou tratamento e seguidamente enviar para a companhia a factura desse mesmo pagamento. No seguimento desse processo, a companhia de seguros reembolsa o cliente de uma percentagem do valor pago, de acordo com os termos do contrato. À PROCURA DE RAPIDEZ E CONFORTO Foi nas últimas duas décadas que o seguro de saúde se tornou um dos seguros facultativos mais populares em Portugal. O crescente poder de compra dos consumidores e a valorização da saúde da família, bem como o aparecimento de novas unidades privadas de saúde, contribuíram significativamente para que muitos agregados familiares optassem por subscrever uma apólice. Num país onde o Serviço Nacional de Saúde (SNS) garante o acesso universal da população a todos os cuidados disponíveis, sem limitações de idade, capital ou doença preexistente, os seguros de saúde viram tornar-se um suplemento da oferta que passou a estar disponível para as famílias. Assim, os segurados passaram a poder optar, em todo o momento, se recorrem aos cuidados médicos do Serviço Nacional de Saúde (para o qual continuam a contribuir com os seus impostos) ou se recorrem a cuidados prestados por serviços privados, pagando para isso um prémio anual de seguro. E se o acesso universal do Serviço Nacional de Saúde atrai os portugueses até si, a ausência de rapidez na resposta, consubstanciada em penosas listas de espera, tem vindo a afastar muitos portugueses desta oferta. Os portugueses procuram seguros de saúde pela possibilidade de aceder a cuidados de saúde com qualidade de prestação de serviço, eficiência no atendimento e infra-estruturas técnicas e humanas diferenciadas do SNS, alega Rui Meireles, da Generali. Os tempos de espera e as limitações específicas do SNS levam os particulares a procurar uma maior rapidez e conforto no acesso e usufruto dos cuidados de saúde, confirma também José Francisco Neves, director de Gestão de Produtos Saúde da Allianz Portugal. Já nos seguros de grupo, aqueles que inicialmente mais adeptos conquistaram em Portugal, chegando às famílias através de pacotes de benefícios sociais concedidos por algumas empresas aos seus colaboradores, José Francisco Neves refere que está cada vez mais provado que o seguro de saúde é um dos fringe benefits com maior aceitação por parte dos colaboradores, o que motiva fortemente as empresas a introduzir estes produtos como benefícios e que podem ser ofertas alternativas muito interessantes nestes tempos de crise. RENTABILIDADE EM CAUSA Com uma taxa de sinistralidade acima dos 84% em 2010 e um rácio combinado muito próximo dos 102%, o ramo doença começa a gerar sérias preocupações junto dos operadores, que temem ver a sua rentabilidade sacrificada pelo elevado grau de consumo de algumas coberturas. Tipicamente as consultas de especialidade, os exames complementares de diagnóstico e os tratamentos dentários apresentam índices elevados de sinistralidade, já que os portugueses cobertos com seguro de saúde tendem a recorrer com alguma naturalidade a este tipo de cuidados de saúde consumindo o capital disponível na apólice anual. Mas os operadores também sabem que a solução mais óbvia aumentar os prémios de seguro poderia significar o sacrifício de boa parte da carteira de clientes, especialmente numa altura em que muitas famílias enfrentam uma redução do seu poder de compra, atendendo à conjuntura económica difícil que o País atravessa. Não podendo seguir por esse via, ou pelo menos não seguindo exclusivamente por essa via, alguns operadores têm optado por introduzir alterações noutras variáveis, como os co-pagamentos, que têm sofrido ligeiros aumentos nos últimos anos. Em

4 DOSSIER 13 alguns casos foram mesmo criadas franquias anuais, pagas pelo segurado no primeiro recurso ao seguro em cada ano de vigência da apólice. O negócio não é imune à actual situação e colocam- -se desafios cada vez mais acrescidos de gestão, reconhece Filipe Clemente, da Médis. O tema da rentabilidade e a sua solução coloca-se não só ao nível do financiador, mas de todos os stakeholders, incluindo prestadores de cuidados de saúde, fornecedores, distribuidores e clientes, defende o responsável da Médis. Rui Meireles, da Generali, acredita que com a maturidade do mercado, a experiência de gestão deste seguro resultará num melhor domínio do ponto de vista da gestão técnica do ramo e correcta tarifação de riscos. Mas a responsável da Generali tem críticas à postura tarifária de alguns operadores, que, alega, se posicionam de forma extremamente agressiva, tarifando abaixo dos valores necessários para garantir quota de mercado em detrimento de resultado operacional. No que diz respeito aos produtos e coberturas, a resposta pode passar pela inovação. Planos personalizados, nos quais o cliente escolhe as coberturas que integram a apólice, e ofertas diversificadas na área das medicinas alternativas têm sido alguns dos caminhos trilhados. Mas há mais. A prevenção é um dos aspectos fundamentais na melhoria do grau de sinistralidade na área da Saúde, alega Rita Sambado, da Fidelidade Mundial e Império Bonança. Os custos associados à prevenção são genericamente inferiores aos custos associados ao tratamento da doença. Faz sentido fazer esse investimento na mudança de paradigma de vida das pessoas e melhorando substancialmente a qualidade das suas vidas futuras, anuncia Rita Sambado. E O FUTURO? As limitações na idade de permanência como segurado constituem um dos pontos de maior desagrado entre os portugueses, sobretudo aqueles a quem a idade já vai pesando e para quem os cuidados de saúde passaram já a ser uma necessidade muito frequente. Alguns dos seguros disponíveis no mercado português recusam a permanência dos segurados após a entrada na terceira idade e outros permitem a sua permanência após os 65 anos, mas desde que o seguro tenha sido subscrito antes dos 45. E a questão não é fácil de resolver. O potencial incremento da utilização do seguro de saúde nesta fase da vida dos segurados torna o seu custo demasiado pesado, levando muitas vezes as companhias a reflectir esse aumento na despesa num aumento do prémio, deixando de tornar o seguro suportável para grande parte dos segurados idosos. Ainda assim, alguns operadores foram lançando produtos específicos para este segmento da população ao longo dos últimos anos, procurando precisamente dar resposta a um segmento de mercado que se tornará cada vez mais relevante. Esta necessidade surge sobretudo pela concentração da população em idades mais avançadas e pelo modelo social muito assente na autonomia individual, o que leva à procura de soluções de saúde mais abrangentes, assume Rita Sambado. Planos personalizados, nos quais o cliente escolhe as coberturas que integram a apólice, e ofertas diversificadas na área das medicinas alternativas têm sido alguns dos caminhos trilhados

5 14 DOSSIER Por trás de um prémio anual de seguro estão diferentes variáveis que é fundamental ter em conta na hora de analisar as diferentes ofertas Mas há outros desafios a enfrentar nos próximos tempos. Como pano de fundo terá de estar sempre a sustentabilidade do sistema de saúde como um todo e de cada um dos seus intervenientes, sublinha Filipe Clemente, da Médis, que salienta ainda o facto de não se prever, a curto prazo, um crescimento do rendimento das famílias quando a população está envelhecida, quando a esperança média de vida está a aumentar e aparecem constantemente novas tecnologias. Devemos continuar a apostar cada vez mais num mix entre ofertas de risco e ofertas de consumo e cada vez menos no encharcamento das ofertas com coberturas que só têm um efeito comercial, defende, por seu turno, José Francisco Neves, da Allianz. Com um controlo de custos rigoroso e com tarifas adequadas, seria importante perspectivarmos ofertas que permitissem uma cobertura mais abrangente e directamente relacionada com riscos de doença e não com o tal encharcamento, acrescenta. Quanto à procura de seguros, Rui Meireles, da Generali, acredita que o volume de facturação irá continuar a crescer de forma constante, entre 3 a 5%, devido principalmente ao aumento da oferta privada de cuidados de saúde que induzem a uma maior utilização e por consequência se traduz num aumento do consumo médio por segurado. Além disso, a responsável da Generali estima que se houver condições de transferir algum financiamento de despesa de saúde pública para o sector privado, com criação de produtos apelativos na relação custo/benefício, então o negócio poderá desenvolver-se de forma mais acentuada. COMO COMPARAR OS PREÇOS Para o consumidor mais desatento, poderá não ser fácil interpretar a diferente panóplia de planos de coberturas disponíveis no mercado segurador. Por trás de um prémio anual de seguro estão diferentes variáveis que é fundamental ter em conta na hora de analisar as diferentes ofertas. É o caso do limite de capital, ou seja, o plafond que anualmente pode ser consumido pelo segurado em cada cobertura. É também o caso das percentagens de comparticipação em

6 DOSSIER 15 3 QUESTÕES A SÉRGIO MELRO, DIRECTOR EXECUTIVO DE GESTÃO CLÍNICA, DESENVOLVIMENTO ESTRATÉGICO E TECNOLOGIA DA ADVANCE CARE HOSPITAIS PRIVADOS ELEVAM IMAGEM DOS SEGUROS DE SAÚDE Que características são mais valorizadas pelos portugueses numa rede de prestadores de cuidados de saúde? A nossa perspectiva quanto a esta questão enquadra-se naquilo que tentamos fazer para maximizar a satisfação dos nossos clientes. É muito importante garantir uma boa acessibilidade, materializada numa ampla dispersão geográfica da rede de prestadores de cuidados de saúde, com critérios diferenciados por serviços/especialidades, em função de onde residem/trabalham os Utentes, da potencialidade de dinamização comercial das localidades em causa e da própria existência e disponibilidade de serviços clínicos alternativos na zona. A excelência da qualidade do serviço percepcionada pelo Utente (no sentido lato: instalações, cuidados de saúde, apoio/processo administrativo, tempos de espera, etc.) é também crucial. Neste contexto, temos um criterioso processo de credenciação dos nossos prestadores e uma avaliação contínua do seu desempenho. Por fim, e até com maior pertinência no actual contexto económico nacional, temos o custo. A contratação da rede de prestadores com um nível de preço competitivo, aliada à co-responsabilização financeira e acompanhamento dos Planos de Saúde pelas Seguradoras, têm permitido aos seus clientes o acesso aos cuidados de saúde privados em condições mais favoráveis. Que importância assume o aparecimento de novos hospitais privados na melhoria da imagem do serviço disponibilizado pelas seguradoras? Este factor tem, sem dúvida, ajudado a elevar a imagem dos seguros de saúde por via do acesso a uma nova oferta de excelência, com dimensão, bem localizada, e com uma grande integração de valências clínicas e de profissionais reconhecidos no sector. Para além da componente hospitalar, o próprio regime ambulatório, principalmente no que respeita às consultas externas, consultas de urgência ou meios auxiliares de diagnósticos e tratamento, mudou significativamente com estas novas unidades, tendo-lhe conferido uma dinâmica completamente diferente no serviço ao utente. Contudo, este novo paradigma também criou novos desafios às seguradoras por via do aumento da procura, assim como dos tratamentos mais especializados/sofisticados (mais caros), o que tem aumentado os encargos globais das seguradoras com as despesas de saúde. Como deverá evoluir a procura do seguro de saúde em Portugal? Actualmente existem já mais de dois milhões de pessoas com seguro de saúde em Portugal, mais aproximadamente outros tantos com regimes de subsistemas de saúde (quer públicos como a ADSE, Forças Armadas, PSP/GNR, etc., quer particulares como a PT-ACS, SAMS-SBSI, Sã Vida, etc.). Apesar do panorama negativo em que vivemos em termos da economia nacional, perspectivamos que a população que já tem um seguro de saúde (quer individual, quer de grupo/empresa) lhe confere um grau de importância tal (com benefícios reconhecidos) que terá grande relutância em prescindir do mesmo. Por outro lado, como complemento à oferta do SNS, e ainda mais num contexto de necessidade de redução do défice público do estado com potencial repercussão no serviço prestado (ou até mesmo no modelo de financiamento), pensamos que continuará a aumentar a população que encontra nos seguros de saúde uma opção válida. Para além disto, existe ainda uma iniciativa legislativa em curso com vista ao aumento da abrangência da cobertura dos actuais seguros de saúde em termos de doenças pré-existentes e de seguros com compromissos temporais mais alargados, que poderá também aumentar a população abarcada. A tudo isto podemos ainda somar o aparecimento de ofertas específicas de determinados segmentos de mercado, com o propósito de apresentar alternativas diferenciadas do binómio prémio versus risco coberto. Neste contexto global, pensamos que os seguros de saúde deverão continuar a ser (e cada vez mais) uma solução para a população portuguesa. rede convencionada e em regime de reembolso fora da rede. Ou ainda das idades-limite de subscrição e de permanência como segurado. Entre os benefícios contam-se, por exemplo, os descontos crescentes que geralmente as companhias concedem à medida que o número de pessoas do agregado familiar coberto vai aumentando. Depois, será possível conseguir também algum desconto se já tiver outros seguros contratados na mesma companhia, já que as seguradoras privilegiam a venda cruzada de produtos, numa lógica de fidelização do cliente. O quadro compilado nesta edição apresenta um comparativo de preços, tendo sido solicitado a cada companhia que apresentasse a sua proposta mais barata para um seguro de saúde que incluísse hospitalização e ambulatório. Aqui é possível verificar que as propostas apresentadas integram limites de capital muito diferenciados, devendo o consumidor, na hora de optar, avaliar bem o grau de protecção que quer assegurar em cada uma das coberturas. Porque um capital mais baixo pode proporcionar um prémio anual mais reduzido, mas pode também revelar-se insuficiente em caso de sinistro que implique despesas avultadas. Da mesma forma, há que avaliar as coberturas adicionais que integram os planos apresentados, já que em alguns casos subscrever um seguro de saúde que inclua hospitalização e ambulatório significa beneficiar de outras coberturas obrigatoriamente incluídas na apólice, como a domiciliária ou o acesso a redes médicas internacionais.

7 16 DOSSIER OS CARTÕES DE CONSUMO O elevado grau de consumo de algumas coberturas habitualmente incluídas no seguro de saúde, como as consultas e tratamentos em ambulatório ou ainda a estomatologia, levou o mercado a criar de cartões de acesso a redes convencionadas. Estes cartões são vendidos em separado, independentemente de os clientes serem ou não subscritores de seguros de saúde, e dão acesso à rede convencionada com a seguradora a preços mais reduzidos. Aqui não há possibilidade de reembolso, apenas o acesso à rede de prestadores, beneficiando de um desconto. Alguns operadores adoptaram já este regime para a cobertura de ambulatório, mas foi na cobertura de estomatologia que este produto se massificou. O seu custo ronda os 7 euros mensais e permite aos clientes aceder às clínicas e médicos dentistas que integram a rede convencionada, beneficiando de descontos variados, consoante o acto médico praticado, sendo a tabela de descontos divulgada anualmente pela seguradora. 3 QUESTÕES A GABRIELA VIEIRA, RESPONSÁVEL DE SAÚDE NA VILLAS-BOAS ACP CRISE TEM OBRIGADO EMPRESAS A REVER CONTRATOS COM SEGURADORAS Que impacto estão a ter estes tempos de crise na procura de seguros de saúde? Num momento em que os custos médicohospitalares crescem a um ritmo bem superior à inflação e à produtividade das grandes empresas, dado a impossibilidade de acréscimo de custos, a solução passa por reajustamentos anuais dos contratos através da revisão/redução das condições garantias, medidas que não são bem recebidas pelos colaboradores e pelas pessoas seguras. Quais são as principais motivações que levam os portugueses a procurar seguros de saúde? A opção da oferta de um seguro de saúde por parte das empresas completa uma boa política de remuneração indirecta. Para os colaboradores, face os custos onerosos da saúde, o mau funcionamento do Sistema Nacional de Saúde, que não se apresenta como uma alternativa, a crescente oferta e facilidade de operacionalidade das redes, o seguro de saúde traduz-se num benefício real. Como deverá evoluir o seguro de saúde em Portugal? Na luta contínua por parte dos tomadores em de melhorar/assegurar condições garantidas, versus redução de custos. Por parte das seguradoras, na batalha de reduzir/controlar frequências... adequar/ajustar utilização a reais necessidades.

8 18 DOSSIER QUANTO CUSTA UM SEGURO DE SAÚDE COM HOSPITALIZAÇÃO E AMBULATÓRIO? Companhia Açoreana Allianz AXA CA Seguros Plano Rede Convencionada Imed Adulto Classic + Hospitalização e Ambulatório Fidelidade Mundial Equilíbrio Solução 1 Essencial Moderato Plus Generali Groupama Liberty Lusitania Tranquilidade Zurich Liberty Saúde 1 Saúde Pleno 2 Valor Zurich Saúde Advance Care Allianz Saúde Advance Care Médis Multicare Advance Care Multicare Médis Advance Care Advance Care Médis Capital Hospitalização Franquia n.a. 250 n.a n.a. n.a. 200 Comparticip. na rede Comparticip. fora da rede Capital Ambulatório 100% 100% 100% 100% 100% 90% 100% 100% 100% 90% 100% 60% 70% 50% 35% 50% 60% 60% 35% 55% 55% 35% Co-pagamento 0,00 15,00 12,50 50,00 12,50 n.d. 11,00 0,00 n.a. 13,00 15,00 Comparticip. na rede Comparticip. fora da rede Outras coberturas incluídas Prémio 100% 100% 100% 100% 100% 90% 100% 100% 100% 90% 100% 60% 50% 80% 35% 50% 60% 60% 35% 55% 55% 35% Parto; pessoas; rede bem-estar média; doenças graves; assist. viagem; assist. Portugal; subsídio hospitalização e deslocação médica; extensão Espanha; rede bemestar Best Doctors, Ask Best Doctors e rede bemestar pequena cirurgia; parto, 2ª opinião Best Doctors, extensão estrangeiro, medicina preventiva rede bemestar, extensão estrangeiro, médica domicílio e viagem, 2ª opinião médica internacional subsídio diário, médica e telefónica, viagem, transporte de urgência Best Doctors parto, benefício diário, 2ª opinião médica, rede bemestar, linha emergência, domiciliária, rede Espanha parto, rede Espanha, médica, rede bem-estar, 2ª opinião médica Best Doctors, Ask Best Doctors 5 anos 224,87 339,24 334,69 235,27 437,16 228,24 396,83 243,37 n.a. 15 anos 224,87 221,31 251,98 218,90 308,04 205,91 304,23 226,57 249,71 M: 253,69 F: 244,63 M: 253,69 F: 244,63 241,76 225,01 25 anos 212,00 320,05 293,00 250,54 433,43 246,22 404,77 258,61 M: 301,63 F: 410,69 M: 289,44 F: 373,63 256,83 35 anos 250,00 379,45 371,74 293,90 531,96 316,16 491,26 303,91 45 anos 322,00 452,24 445,28 428,25 626,16 391,99 613,87 442,27 M: 352,80 F: 496,19 M: 365,55 F: 443,68 M: 441,14 F: M: 437,05 F: 450,01 511,51 301,82 437,55 55 anos 407,00 571,40 n.a. 583,00 902,04 550,15 907,62 608,41 605,82 65 anos 184, ,57 n.a ,40 n.a. 892, , ,47 n.a. Idade limite subscrição n.d.: não divulgado; n.a.: não aplicável ; * desde que subscrito até aos 55; ** desde que subscrito até aos 50; *** desde que subscrito até aos 45 M: 649,23 F: 659,41 M: 848,73 F: 821, , ,82 Idade limite permanência sem limite* sem limite sem limite sem limite* 70 75*** 70 sem limite* sem limite** 75*** sem limite * Descontos para agregado familiar 5 a 20% 4 a 13% 2,5 a 15% 10 a 15% 10 a 20% 7,5 a 20% 10 a 23% 10 a 15% 2,5 a 15% 10 a 15% 10 a 15% Fonte: Empresas

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