IMUNIDADE TRIBUTÁRIA NA VISÃO DO STF E STJ

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "IMUNIDADE TRIBUTÁRIA NA VISÃO DO STF E STJ"

Transcrição

1 IMUNIDADE TRIBUTÁRIA NA VISÃO DO STF E STJ

2 Sequência da Palestra Tempo da Palestra: 1 hora 1ª Parte: Expositiva 2ª Parte: Perguntas e comentários

3 FUNDAÇÕES DE APOIO LEI 8.958/94 Definição Artigo 2º INSTITUIÇÃO DE APOIO - fundação criada com a finalidade de dar apoio a projetos de pesquisa, ensino e extensão e de desenvolvimento institucional, científico e tecnológico e estímulo à inovação, inclusive na gestão administrativa e financeira necessária à execução desses projetos de interesse das IFES e demais ICTs, registrada e credenciada nos Ministérios da Educação e da Ciência e Tecnologia.

4 FUNDAÇÕES DE APOIO LEI 8.958/94 III - ao prévio registro e credenciamento no Ministério da Educação e do Desporto e no Ministério da Ciência Forma de constituição - fundações de direito privado, sem fins lucrativos. Observância dos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, economicidade e eficiência, e sujeitas, em especial: I - a fiscalização pelo Ministério Público; II - à legislação trabalhista; e Tecnologia, renovável bienalmente.

5 DIFERENÇA ENTRE IMUNIDADE E ISENÇÃO IMUNIDADE Norma disposta em sede Constitucional. Tem à União, Estados, Distrito Federal e Municípios como destinatários. Limitação ao Poder de Tributar. Cláusula Pétrea. ISENÇÃO Norma disposta em sede infraconstitucional. Tem determinada pessoa jurídica/física como destinatário. Favor legal. Pode ser revogada a qualquer momento.

6 IMUNIDADE DOS IMPOSTOS Art Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado, à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: VI - instituir impostos sobre: c) patrimônio, renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas fundações, das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da lei.

7 IMUNIDADE DOS IMPOSTOS Art Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado, à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: VI - instituir impostos sobre: c) patrimônio, renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas fundações, das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da lei.

8 IMUNIDADE DOS IMPOSTOS Art Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado, à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: VI - instituir impostos sobre: c) PATRIMÔNIO, RENDA OU SERVIÇOS dos partidos políticos, inclusive suas fundações, das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da lei.

9 IMUNIDADE DOS IMPOSTOS Art Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado, à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: VI - instituir impostos sobre: c) patrimônio, renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas fundações, das entidades sindicais dos trabalhadores, DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO e de assistência social, sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da lei.

10 DECISÃO DO CARF Ementa: IMUNIDADE CONCEITO DE ENSINO conceito de ensino para fins de definição da imunidade prevista no art. 150, inciso VI, "a", da Constituição Federal, deve ser compreendido de forma lata, que também pode ser chamado de educação, e assim não se limita às atividades de ministrar aulas o ensino em sentido estrito. O ensino ou educação engloba, desse modo, três grandes grupos de atividades: (i) o ensino no sentido estrito, (ii) a pesquisa e (iii) a extensão. Qualquer entendimento diferente deste simplesmente inviabilizaria o gozo da imunidade para praticamente todas as entidades que desenvolvem atividades de ensino no sentido estrito, uma vez que a lei impõe, para a maioria destas instituições, a prática das demais atividades pesquisa e extensão. É o caso das universidades. (Processo nº / ; Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa FUNDEP)

11 IMUNIDADE DOS IMPOSTOS Art Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado, à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: VI - instituir impostos sobre: c) patrimônio, renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas fundações, das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social, SEM FINS LUCRATIVOS, atendidos os requisitos da lei.

12 IMUNIDADE DAS CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS Art A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei... 7º - São isentas de contribuição para a seguridade social as entidades beneficentes de assistência social que atendam às exigências estabelecidas em lei.

13 IMUNIDADE DAS CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS Art A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei... 7º - SÃO ISENTAS de contribuição para a seguridade social as entidades beneficentes de assistência social que atendam às exigências estabelecidas em lei.

14 IMUNIDADE DAS CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS (...) A cláusula inscrita no art. 195, 7º, da Carta Política não obstante referir-se impropriamente à isenção de contribuição para a seguridade social -, contemplou as entidades beneficentes de assistência social, com o favor constitucional da imunidade tributária, desde que por elas preenchidos os requisitos fixados em lei. A jurisprudência constitucional do Supremo Tribunal Federal já identificou, na cláusula inscrita no art. 195, 7º, da Constituição da República, a existência de uma típica garantia de imunidade (e não de simples isenção) estabelecida em favor das entidades beneficentes de assistência social. Precedente: RTJ 137/965. (STF, RMS 22192, Relator(a): Min. CELSO DE MELLO, Primeira Turma, julgado em 28/11/1995, DJ PP EMENT VOL PP

15 IMUNIDADE DAS CONTRIBUIÇÕES PARA A SEGURIDADE SOCIAL Art A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei... 7º - São isentas de contribuição para a seguridade social as ENTIDADES BENEFICENTES de assistência social que atendam às exigências estabelecidas em lei.

16 IMUNIDADE DAS CONTRIBUIÇÕES PARA A SEGURIDADE SOCIAL Art A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei... 7º - São isentas de contribuição para a seguridade social as entidades beneficentes de ASSISTÊNCIA SOCIAL que atendam às exigências estabelecidas em lei.

17 IMUNIDADE DAS CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS... o Tribunal entendeu que entidade beneficente, para efeito da imunidade prevista no 7º do art. 195 da CF, abrange não só as de assistência social que tenham por objetivo qualquer daqueles enumerados no art. 203 da CF, como também as entidades beneficentes de saúde e educação, tendo em vista que entidade beneficente é toda aquela destinada a assegurar os meios de vida aos carentes. (ADIn nº 2028)

18 REGULAMENTAÇÃO DA IMUNIDADE Lei Ordinária x Lei Complementar Art Cabe à lei complementar: II - regular as limitações constitucionais ao poder de tributar.

19 REQUISITOS DA LEI COMPLEMENTAR Código Tributário Nacional - Art. 14 Não distribuírem qualquer parcela de seu patrimônio ou de suas rendas, a qualquer título. Aplicarem integralmente no País, os seus recursos a manutenção dos seus objetivos institucionais. Manterem escrituração de suas receitas e despesas em livros revestidos de formalidades capazes de assegurar sua exatidão.

20 IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES ALCANÇADOS PELA IMUNIDADE Artigo 150, VI, c Artigo 195, 7º FEDERAL: IOF, IR, IR(sobre aplicação financeira), II, ITR, IPI (consumidor final). ESTADUAL: ICMS (consumidor final), IPVA, ITCMD. MUNICIPAL: ISS, IPTU, ITBI INSS (COTA PATRONAL) PIS sobre a folha SAT (Seguro Acidente de Trabalho)

21 JURISPRUDÊNCIAS DIREITO TRIBUTÁRIO. ICMS. ENERGIA ELÉTRICA. LEGITIMIDADE ATIVA. ENTIDADE BENEFICENTE E DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SEM FINS LUCRATIVOS. IMUNIDADE COMPROVADA. ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. LEGITIMIDADE PASSIVA. REPETIÇÃO DE INDÉBITO. JUROS E CORREÇÃO. LEI Nº /09. INAPLICABILIDADE. (...) Tratando-se de associação de direito privado, sem fins lucrativos, de caráter beneficente e de assistência social (filantrópica), não sendo contribuinte do ICMS, estando, na hipótese, também sob o manto da imunidade com relação ao seu patrimônio, renda e serviços, conforme previsto no art. 150, "c", da CF e no art. 9º, "c", do CTN, descabe a cobrança do ICMS sobre os serviços de energia elétrica. (...) (TJRS, Apelação Cível Nº , Vigésima Segunda Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Carlos Eduardo Zietlow Duro, Julgado em 02/09/2014)

22 JURISPRUDÊNCIAS [...] Imunidade tributária, cf, art. VI, c, serviço social do comércio SESC. Imposto sobre serviços. Prestação de serviços de diversão pública. A renda obtida pelo SESC na prestação de serviços de diversão pública, mediante a venda de ingressos de cinema ao público em geral, e aproveitada em suas finalidades assistenciais, estando abrangida imunidade tributária prevista no art. 150, VI, c, da Carta República. Precedente da Corte: RE Agravo regimental improvido. (Supremo Tribunal Federal. Agravo Regimental no Agravo de Instrumento n SP. Relator Ministro Ilmar Galvão. 20 de setembro de DJ 02 jun. 1995).

23 JURISPRUDÊNCIAS 3. Condicionar a concessão de imunidade tributária à apresentação do certificado de entidade de assistência social, quando a perícia técnica confirma o preenchimento dos requisitos legais, implica acréscimo desarrazoado e ilegal de pressupostos não previstos sequer em lei, mormente quando o próprio texto constitucional prevê como condicionante apenas a inexistência de finalidade lucrativa para que o sujeito seja contemplado com o benefício fiscal. (SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, AgRg no REsp /DF, DJe 27/02/2014)

24 JURISPRUDÊNCIAS O art. 55 da Lei n. 8212/91, uma lei ordinária, não tem, portanto, poder normativo para operar restrições no tocante à imunidade concedida pela Carta da Republica, exercitando papel meramente procedimental, quanto ao reconhecimento de um direito preexistente. A instituição de assistência social, para fins do alcançar do direito oferecido pelo art. 195, 7º, da Constituição Federal, tem de observar os pressupostos elencados no art. 14 da Norma Complementar Tributária. Nada mais. Ou, sob ótica distinta, tem direito à imunidade tributária, no momento em que perfaz o caminho das exigências previstas no Código Tributário Nacional. (REsp /RS, Rel. Ministro PAULO MEDINA, SEGUNDA TURMA, julgado em 08/10/2002, DJ 02/12/2002, p. 283)

25 JURISPRUDÊNCIAS Em face do exposto, CONCEDO MEDIDA CAUTELAR ao AUTOR, com fundamento no art. 273, 7º, do CPC, bem assim no art. 151, V, do Código Tributário Nacional, para suspender a exigibilidade dos impostos e contribuições sociais que lhe sejam exigidos, na qualidade de contribuinte direto, instituídos com base na norma dos artigos 153, 154 e 195, 7º, todos da Constituição da República, em especial aqueles mencionados às fls. 73/75 dos presentes autos (INSS patronal, Contribuição do PIS sobre a folha de pagamento, COFINS sobre faturamento, IPTU sobre imóveis alugados, ISSQN sobre faturamento e Imposto de Renda de Pessoa Jurídica), até ulterior deliberação desta juíza. (15ª Vara Federal de Belo Horizonte/MG - Processo n.º

26 PERGUNTAS E COMENTÁRIOS

27 PAGA IMPOSTO QUEM QUER. SEU DIREITO VOCÊ CONHECE!

28 OBRIGADO! Guilherme Reis +55 (27) Renata Lima +55 (31)

IMUNIDADES TRIBUTÁRIAS

IMUNIDADES TRIBUTÁRIAS IMUNIDADES TRIBUTÁRIAS (Revista do CIEE/Nacional Agosto/2014) Considerações Iniciais Em nosso ordenamento jurídico a competência tributária é definida pela Constituição. Os entes tributantes (União, Estados,

Leia mais

SOARES & FALCE ADVOGADOS

SOARES & FALCE ADVOGADOS SOARES & FALCE ADVOGADOS ASPECTOS LEGAIS DA CAPTAÇÃO DE RECURSOS VIA BAZARES E VENDA DE PRODUTOS NAS ORGANIZAÇÕES Michael Soares 03/2014 BAZAR BENEFICENTE E VENDA DE PRODUTOS NAS ORGANIZAÇÕES Quais os

Leia mais

ENTIDADES DO TERCEIRO SETOR E REGIME TRIBUTÁRIO PROF. SERGIO MONELLO

ENTIDADES DO TERCEIRO SETOR E REGIME TRIBUTÁRIO PROF. SERGIO MONELLO ENTIDADES DO TERCEIRO SETOR E REGIME TRIBUTÁRIO PROF. SERGIO MONELLO 08/10/2013 Para as desonerações tributárias, as entidades podem ser divididas em dois campos: 1) as imunes 2) as isentas 2 IMUNIDADE

Leia mais

IMUNIDADES TRIBUTÁRIAS

IMUNIDADES TRIBUTÁRIAS IMUNIDADES TRIBUTÁRIAS Ives Gandra da Silva Martins Marilene Talarico Martins Rodrigues SUMÁRIO: Considerações Iniciais. Imunidades como Limitação ao Poder de Tributar. Imunidade das Instituições - Educacionais

Leia mais

Poder Judiciário Tribunal Regional Federal da 5ª Região Gabinete do Desembargador Federal Rogério Fialho Moreira

Poder Judiciário Tribunal Regional Federal da 5ª Região Gabinete do Desembargador Federal Rogério Fialho Moreira APELANTE : FAZENDA NACIONAL APELADO : SESC/CE - SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO (ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DO ESTADO DO CEARÁ) E OUTROS ADV/PROC : REBECA VALENÇA AQUINO E OUTROS REMTE : JUÍZO DA 5ª VARA FEDERAL

Leia mais

Remuneração de Dirigentes de Entidades Sem Fins Lucrativos

Remuneração de Dirigentes de Entidades Sem Fins Lucrativos Remuneração de Dirigentes de Entidades Sem Fins Lucrativos Tomáz de Aquino Resende Promotor de Justiça. Coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Tutela de Fundações de Minas Gerais.

Leia mais

RELATÓRIO. TRF/fls. E:\acordaos\200381000251972_20080211.doc

RELATÓRIO. TRF/fls. E:\acordaos\200381000251972_20080211.doc *AMS 99.905-CE (2003.81.00.025197-2) APTE: INSS-INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL ADV/PROC: PROCURADORIA REPRESENTANTE DA ENTIDADE APDO: LAR ANTÔNIO DE PÁDUA ADV/PROC: LEONARDO AZEVEDO PINHEIRO BORGES

Leia mais

GOVERNO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DE FINANÇAS COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL GETRI GERÊNCIA DE TRIBUTAÇÃO

GOVERNO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DE FINANÇAS COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL GETRI GERÊNCIA DE TRIBUTAÇÃO ASSUNTO: Consulta Operações personalizadas de vendas que realiza. PARECER Nº 097/06/GETRI/CRE/SEFIN SÚMULA: OPERAÇÕES DE VENDAS PERSONALIZADAS PELO SENAC-RO À EXCEÇÃO DAS VENDAS DE LIVROS, QUE GOZAM DE

Leia mais

IMUNIDADE TRIBUTÁRIA DAS INSTITUIÇÕES EDUCACIONAIS (possibilidades de redução de custos)

IMUNIDADE TRIBUTÁRIA DAS INSTITUIÇÕES EDUCACIONAIS (possibilidades de redução de custos) IMUNIDADE TRIBUTÁRIA DAS INSTITUIÇÕES EDUCACIONAIS (possibilidades de redução de custos) TRIBUTOS (art. 145 CF) IMUNIDADES E ISENÇÕES -IMUNIDADE VEDAÇÃO, PROIBIÇÃO CONSTITUCIONAL - ISENÇÃO CONCESSÃO FAVOR

Leia mais

CÓPIA. Coordenação Geral de Tributação

CÓPIA. Coordenação Geral de Tributação Fl. 101 Fls. 1 Coordenação Geral de Tributação Solução de Consulta Interna nº 4 Data 6 de fevereiro de 2014 Origem DRF/BSB/DF (E PROCESSO Nº 10104.720008/2013 12) ASSUNTO: NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO

Leia mais

Aspectos Jurídicos da Gestão das Organizações do Terceiro Setor. João Felipe de P. Consentino

Aspectos Jurídicos da Gestão das Organizações do Terceiro Setor. João Felipe de P. Consentino Aspectos Jurídicos da Gestão das Organizações do Terceiro Setor João Felipe de P. Consentino São Paulo, 7 de dezembro de 2007 Aspectos Jurídicos da Gestão das Oganizações do Terceiro Setor 1. Histórico

Leia mais

TERCEIRO SETOR, CULTURA E RESPONSABILIDADE SOCIAL

TERCEIRO SETOR, CULTURA E RESPONSABILIDADE SOCIAL TERCEIRO SETOR, CULTURA E RESPONSABILIDADE SOCIAL 22/12/2015 ATENÇÃO 1 Declaração de Imunidade Tributária Municipal deve ser enviada até 31.12.2015 Nos termos da Instrução Normativa nº 07/2015 da Secretaria

Leia mais

ICMS: Guerra Fiscal e a Zona Franca de Manaus. Carlos Alberto de Moraes Ramos Filho

ICMS: Guerra Fiscal e a Zona Franca de Manaus. Carlos Alberto de Moraes Ramos Filho ICMS: Guerra Fiscal e a Zona Franca de Manaus Carlos Alberto de Moraes Ramos Filho Guerra Fiscal : Definição Práticas competitivas entre entes de uma mesma federação em busca de investimentos privados.

Leia mais

14. TRIBUTOS EM ESPÉCIE Impostos sobre a Transmissão ITBI e ITCMD

14. TRIBUTOS EM ESPÉCIE Impostos sobre a Transmissão ITBI e ITCMD 14. TRIBUTOS EM ESPÉCIE Impostos sobre a Transmissão ITBI e ITCMD 1 - Imposto sobre transmissão causa mortis e doação, de quaisquer bens ou direitos (ITCMD) Compete privativamente aos Estados a instituição

Leia mais

Tributar quem realiza por conta própria o que deve ser feito com os recursos dos tributos, ofende mais à lógica do que ao direito

Tributar quem realiza por conta própria o que deve ser feito com os recursos dos tributos, ofende mais à lógica do que ao direito IMUNIDADE TRIBUTÁRIA 1 DAS ORGANIZAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS Tomáz de Aquino Resende Advogado Tributar quem realiza por conta própria o que deve ser feito com os recursos dos tributos, ofende mais à lógica

Leia mais

Nº 70029335981 COMARCA DE NOVO HAMBURGO

Nº 70029335981 COMARCA DE NOVO HAMBURGO APELAÇÃO CÍVEL E REEXAME NECESSÁRIO. MANDADO DE SEGURANÇA. IMUNIDADE TRIBUTÁRIA. IMPORTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS PARA UTILIZAÇÃO EM AMBIENTE HOSPITALAR. ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. ICMS. INTERPRETAÇÃO DA

Leia mais

Nº 70039961347 COMARCA DE NOVO HAMBURGO JUÍZA DE DIREITO DA 1ª VARA CÍVEL A C Ó R D Ã O

Nº 70039961347 COMARCA DE NOVO HAMBURGO JUÍZA DE DIREITO DA 1ª VARA CÍVEL A C Ó R D Ã O APELAÇÃO E REEXAME NECESSÁRIO. MANDADO DE SEGURANÇA. ICMS. IMUNIDADE TRIBUTÁRIA. IMPORTAÇÃO DE EQUIPAMENTO. ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. 1- Na importação de equipamentos destinados à finalidade de entidade

Leia mais

Imunidade Tributária e Isenções de Impostos

Imunidade Tributária e Isenções de Impostos Imunidade Tributária e Isenções de Impostos Tomáz de Aquino Resende Procurador de Justiça Coordenador do Centro de Apoio ao Terceiro Setor de Minas Gerais Primeiro, é necessário estabelecermos a diferença

Leia mais

Trataremos nesta aula das contribuições destinadas ao custeio da seguridade social

Trataremos nesta aula das contribuições destinadas ao custeio da seguridade social 1.4.7.3. Contribuições do art.195 CF Trataremos nesta aula das contribuições destinadas ao custeio da seguridade social (previdência, saúde e assistência social), espécies de contribuições sociais, como

Leia mais

DESPACHO nº 361/2012

DESPACHO nº 361/2012 DESPACHO nº 361/2012 (Aprovado em Reunião de Diretoria em 30/10/2012) Ref.: expediente CFM nº 9420/2012 Assunto: Cobrança. Anuidade. SESI. Imunidade. Inocorrência. Isenção. Possibilidade. Trata-se de expediente

Leia mais

ICMS. INCENTIVOS E BENEFÍCIOS FISCAIS. GLOSA DE CRÉDITOS. Luiz Antônio Bins

ICMS. INCENTIVOS E BENEFÍCIOS FISCAIS. GLOSA DE CRÉDITOS. Luiz Antônio Bins ICMS. INCENTIVOS E BENEFÍCIOS FISCAIS. GLOSA DE CRÉDITOS. Luiz Antônio Bins Sumário ICMS. Considerações Gerais O ICMS e a Não Cumulatividade Regime de Concessão de Benefícios e Incentivos Fiscais em Domínio

Leia mais

I SEMANA DE ATUALIZAÇÃO FISCAL Direito Tributário e Legislação Tributária - Aula 01 Alan Martins. Posicionamento Clássico do STF

I SEMANA DE ATUALIZAÇÃO FISCAL Direito Tributário e Legislação Tributária - Aula 01 Alan Martins. Posicionamento Clássico do STF Tema 1: Quentinho do forno!!! MP 670/2015 PLV 7/2015 Nova tabela do IRPF Isenção de PIS/PASEP e de COFINS sobre óleo diesel Dedução para professores de gastos com livros para si e seus dependentes. Princípio

Leia mais

IMUNIDADES A IMPOSTOS NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. ART. 150, VI.

IMUNIDADES A IMPOSTOS NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. ART. 150, VI. ALEXANDRE PANTOJA ADVOGADO www.alexandrepantoja.adv.br http://www.linkedin.com/pub/alexandre-pantoja/52/617/abb Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União,

Leia mais

Sumário. Parte I - CAP 01 - Tributo Conceitos e Espécies Parte I - CAP 02 - Competência Tributária 2.1 Repartição das receitas tributárias 18

Sumário. Parte I - CAP 01 - Tributo Conceitos e Espécies Parte I - CAP 02 - Competência Tributária 2.1 Repartição das receitas tributárias 18 Parte I - CAP 01 - Tributo Conceitos e Espécies Parte I - CAP 02 - Competência Tributária 2.1 Repartição das receitas tributárias 18 2.2 Exercício da competência tributária 20 Parte I - CAP 03 - Princípios

Leia mais

Incentivos do Poder Público à atuação de entidades civis sem fins lucrativos, na área social. (1) renúncia fiscal

Incentivos do Poder Público à atuação de entidades civis sem fins lucrativos, na área social. (1) renúncia fiscal Incentivos do Poder Público à atuação de entidades civis sem fins lucrativos, na área social Associação Fundação Privada Associação Sindical Partidos Políticos (1) renúncia fiscal Subvencionada 1 Entidades

Leia mais

CINTIA ESTEFANIA FERNANDES

CINTIA ESTEFANIA FERNANDES A INCIDÊNCIA E A NÃO INCIDÊNCIA FISCAL Uma perspectiva p crítica das imunidades, isenções, anistias e remissões no âmbito da tributação imobiliária. CINTIA ESTEFANIA FERNANDES 1 CONCEITO DE IMUNIDADE Norma

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça AgRg no AgRg no RECURSO ESPECIAL Nº 704.881 - RS (2004/0126471-0) RELATOR : MINISTRO HERMAN BENJAMIN AGRAVANTE : TRANSPORTADORA DE CARGAS MERCOSUL LTDA ADVOGADO : CLÁUDIO LEITE PIMENTEL E OUTRO(S) AGRAVADO

Leia mais

1-RELATÓRIO 2- FUNDAMENTAÇÃO PARECER: 41 / 2009

1-RELATÓRIO 2- FUNDAMENTAÇÃO PARECER: 41 / 2009 PARECER: 41 / 2009 ASSUNTO: Descabimento da exigência de nota fiscal de serviços para pagamento de valores de aluguel contratados com a Administração Pública. ENTIDADE INTERESSADA: UESPI- Universidade

Leia mais

Maratona Fiscal ISS Direito tributário

Maratona Fiscal ISS Direito tributário Maratona Fiscal ISS Direito tributário 1. São tributos de competência municipal: (A) imposto sobre a transmissão causa mortis de bens imóveis, imposto sobre a prestação de serviço de comunicação e imposto

Leia mais

Exceção: Art. 156, 3º, II, CF c/c LC 116/03 Vedação da incidência de ISS na exportação de serviços para o exterior.

Exceção: Art. 156, 3º, II, CF c/c LC 116/03 Vedação da incidência de ISS na exportação de serviços para o exterior. Turma e Ano: Direito Público I (2013) Matéria / Aula: Direito Tributário / Aula 12 Professor: Mauro Lopes Monitora: Carolina Meireles (continuação) 8) Princípio da vedação de isenção heterônoma Art. 151,

Leia mais

Tributos www.planetacontabil.com.br

Tributos www.planetacontabil.com.br Tributos www.planetacontabil.com.br 1 Conceitos 1.1 Art. 3º do CTN (Disposições Gerais) Tributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua

Leia mais

Dando prosseguimento à aula anterior, neste encontro, encerraremos o

Dando prosseguimento à aula anterior, neste encontro, encerraremos o Dando prosseguimento à aula anterior, neste encontro, encerraremos o art.195, CF, comentando os seus principais parágrafos, para fins de concurso público! Alberto Alves www.editoraferreira.com.br 1º As

Leia mais

Empresa Júnior constitui ou não Instituição de Educação?

Empresa Júnior constitui ou não Instituição de Educação? 1 Sumário I. Introdução... 3 II. Empresa Júnior constitui ou não Instituição de Educação?... 3 III. As Imunidades Tributárias das Empresas Juniores... 4 IV. Incidência de Tributos sobre Empresas Juniores:...

Leia mais

Gestão Financeira de Entidades Sindicais

Gestão Financeira de Entidades Sindicais Gestão Financeira de Entidades Sindicais Constituição Federal Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

Leia mais

Imunidades e Isenções

Imunidades e Isenções Imunidades e Isenções 1. Noções gerais: Incidência: Há incidência quando ocorrer o fato gerador do tributo. Não-incidência: se dá quando ocorrer fatos não abordados na hipótese de incidência do tributo

Leia mais

O JUDICIÁRIO E A CARGA TRIBUTÁRIA NO SETOR ELÉTRICO ISABEL LUSTOSA

O JUDICIÁRIO E A CARGA TRIBUTÁRIA NO SETOR ELÉTRICO ISABEL LUSTOSA O JUDICIÁRIO E A CARGA TRIBUTÁRIA NO SETOR ELÉTRICO ISABEL LUSTOSA Agosto de 2007 Tópicos da Apresentação Questões tributárias já decididas pelo Judiciário Questões tributárias pendentes de apreciação

Leia mais

O CENÁRIO DO TERCEIRO SETOR NO BRASIL 6º ENCONTRO GAÚCHO DO TERCEIRO SETOR

O CENÁRIO DO TERCEIRO SETOR NO BRASIL 6º ENCONTRO GAÚCHO DO TERCEIRO SETOR IMUNIDADES E ISENÇÕES DE TRIBUTOS PARA O TERCEIRO SETOR O CENÁRIO DO TERCEIRO SETOR NO BRASIL 6º ENCONTRO GAÚCHO DO TERCEIRO SETOR TRIBUTOS (art. 145 CF). IMUNIDADES E ISENÇÕES IMUNIDADE VEDAÇÃO - PROIBIÇÃO

Leia mais

Supremo Tribunal Federal

Supremo Tribunal Federal )1( oãdróca atneme97404 RgA-ER Diário da Justiça de 06/11/2006 10/10/2006 SEGUNDA TURMA RELATOR : MIN. CEZAR PELUSO AGRAVANTE(S) : AXA SEGUROS BRASIL S/A ADVOGADO(A/S) : FRANCISCO CARLOS ROSAS GIARDINA

Leia mais

RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA TRIBUTAÇÃO NAS ENTIDADES DE CLASSE

RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA TRIBUTAÇÃO NAS ENTIDADES DE CLASSE RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA TRIBUTAÇÃO NAS ENTIDADES DE CLASSE ASSOCIAÇÃO NATUREZA JURÍDICA As associações são pessoas jurídicas de direito privado constituídas pela união de pessoas que se organizam para

Leia mais

ENTIDADE DE EDUCAÇÃO SEM FINALIDADE LUCRATIVA ISENÇÃO DA COFINS SOBRE RECEITAS PRÓPRIAS E RECOLHIMENTO

ENTIDADE DE EDUCAÇÃO SEM FINALIDADE LUCRATIVA ISENÇÃO DA COFINS SOBRE RECEITAS PRÓPRIAS E RECOLHIMENTO ENTIDADE DE EDUCAÇÃO SEM FINALIDADE LUCRATIVA ISENÇÃO DA COFINS SOBRE RECEITAS PRÓPRIAS E RECOLHIMENTO DA CONTRIBUIÇÃO DO PIS/PASEP MEDIANTE ALÍQUOTA DE 1% (UM POR CENTO) INCIDENTE SOBRE A FOLHA DE SALÁRIO

Leia mais

IPTU E ITBI CONSEQUÊNCIA NORMATIVA CRITÉRIO QUANTITATIVO: ASPECTOS POLÊMICOS RELEVANTES. Cintia Estefania Fernandes

IPTU E ITBI CONSEQUÊNCIA NORMATIVA CRITÉRIO QUANTITATIVO: ASPECTOS POLÊMICOS RELEVANTES. Cintia Estefania Fernandes IPTU E ITBI CONSEQUÊNCIA NORMATIVA CRITÉRIO QUANTITATIVO: ASPECTOS POLÊMICOS RELEVANTES Cintia Estefania Fernandes IPTU E ITBI CONSEQUÊNCIA NORMATIVA CRITÉRIO QUANTITATIVO BASE DE CÁLCULO IPTU E ITBI BASE

Leia mais

ESTADO DO CEARÁ PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GABINETE DESEMBARGADOR RAIMUNDO NONATO SILVA SANTOS

ESTADO DO CEARÁ PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GABINETE DESEMBARGADOR RAIMUNDO NONATO SILVA SANTOS fls. 122 Processo: 0135890-46.2012.8.06.0001 - Apelação Apelante: Sindicato dos Guardas Municipais da Região Metrolitana de Fortaleza - SINDIGUARDAS Apelado: Município de Fortaleza Vistos etc. DECISÃO

Leia mais

Poder Judiciário. Estado do Rio de Janeiro Décima NonaCâmara Cível

Poder Judiciário. Estado do Rio de Janeiro Décima NonaCâmara Cível Apelação Cível Nº: 0271257-84.2009.8.19.0001 Apelante: MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO Apelado: SERVIÇO SOCIAL DO COMERCIO/SESC ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DO RJ SESC ARRJ Juízo de Origem: 12ª Vara de Fazenda Pública

Leia mais

ESTADO DO RIO DE JANEIRO PODER JUDICIÁRIO. NONA CÂMARA CÍVEL Agravo de Instrumento nº 0047746-68.2014.8.19.0000 Desembargador GILBERTO DUTRA MOREIRA

ESTADO DO RIO DE JANEIRO PODER JUDICIÁRIO. NONA CÂMARA CÍVEL Agravo de Instrumento nº 0047746-68.2014.8.19.0000 Desembargador GILBERTO DUTRA MOREIRA 1 Agravo de instrumento. Mandado de segurança. Suspensão de exigibilidade de tributo. ICMS. Desembaraço aduaneiro. Contrato de afretamento de embarcação em regime de admissão temporária. REPETRO. Decisão

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL X EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL X EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Em ação de indenização, em que determinada empresa fora condenada a pagar danos materiais e morais a Tício Romano, o Juiz, na fase de cumprimento de sentença, autorizou

Leia mais

AÇÕES DE MELHORIA NA COBRANÇA DO IPTU E DO ITBI

AÇÕES DE MELHORIA NA COBRANÇA DO IPTU E DO ITBI AÇÕES DE MELHORIA NA COBRANÇA DO IPTU E DO ITBI SEGUNDO SEMINÁRIO DE GESTÃO E ARRECADAÇÃO MUNICIPAL AMM - 2014 PROFESSOR FRANCISCO RAMOS MANGIERI PALESTRANTE DA EMPRESA TRIBUTO MUNICIPAL WWW.TRIBUTOMUNICIPAL.COM.BR

Leia mais

Contribuição Previdenciária: folha de salário e demais rendimentos

Contribuição Previdenciária: folha de salário e demais rendimentos Contribuição Previdenciária: folha de salário e demais rendimentos Fundamentos Constitucionais Artigo 195: A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos

Leia mais

DECISÃO INTERLOCUTÓRIA HOMOLOGAÇÃO DO PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL ANÁLISE APÓS ÚLTIMO DESPACHO NO MOV. 2304

DECISÃO INTERLOCUTÓRIA HOMOLOGAÇÃO DO PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL ANÁLISE APÓS ÚLTIMO DESPACHO NO MOV. 2304 DECISÃO INTERLOCUTÓRIA HOMOLOGAÇÃO DO PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL 2379] ANÁLISE APÓS ÚLTIMO DESPACHO NO MOV. 2304 1. PETIÇÃO DA CREDORA AUNDE BRASIL S/A. [mov. Considerando que não há previsão legal

Leia mais

2.1.3. CLASSIFICAÇÃO DOUTRINÁRIA DA COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA. Cuida, primeiramente, destacar que não há um consenso, entre os autores, para essa

2.1.3. CLASSIFICAÇÃO DOUTRINÁRIA DA COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA. Cuida, primeiramente, destacar que não há um consenso, entre os autores, para essa 2.1.3. CLASSIFICAÇÃO DOUTRINÁRIA DA COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA Cuida, primeiramente, destacar que não há um consenso, entre os autores, para essa classificação, entretanto, apresentaremos a seguir aquela que

Leia mais

Dt..reit aco" l'a u1'i

Dt..reit aco l'a u1'i ACÓRDÃO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA GA. DES. ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA APELAÇÃO CÍVEL N. 200.2009.025.694-8/001. ORIGEM la Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital. RELATOR :

Leia mais

INFORMATIVO JURÍDICO

INFORMATIVO JURÍDICO 1 ROSENTHAL E SARFATIS METTA ADVOGADOS INFORMATIVO JURÍDICO NÚMERO 5, ANO III MAIO DE 2011 1 ESTADO NÃO PODE RECUSAR CRÉDITOS DE ICMS DECORRENTES DE INCENTIVOS FISCAIS Fiscos Estaduais não podem autuar

Leia mais

Tributação Sobre Templos De Qualquer Culto Imunidades Conferidas Pela Constituição Federal De 1988

Tributação Sobre Templos De Qualquer Culto Imunidades Conferidas Pela Constituição Federal De 1988 BuscaLegis.ccj.ufsc.Br Tributação Sobre Templos De Qualquer Culto Imunidades Conferidas Pela Constituição Federal De 1988 Rafael Franceschini Leite advogado e especialista em Direito Tributário e Empresarial

Leia mais

ISS. BASE DE CÁLCULO. ATIVIDADES COOPERATIVAS BETINA TREIGER GRUPENMACHER. ADVOGADA. PROFª UFPR

ISS. BASE DE CÁLCULO. ATIVIDADES COOPERATIVAS BETINA TREIGER GRUPENMACHER. ADVOGADA. PROFª UFPR ISS. BASE DE CÁLCULO. ATIVIDADES COOPERATIVAS BETINA TREIGER GRUPENMACHER. ADVOGADA. PROFª UFPR PRINCÍPIOS COOPERATIVOS Livre Adesão Administração Democrática Não objetivam lucros- Devolução de sobras

Leia mais

Supremo Tribunal Federal

Supremo Tribunal Federal Ementa e Acórdão Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 13 24/11/2015 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO RECURSO ORD. EM MANDADO DE SEGURANÇA 23.368 DISTRITO FEDERAL RELATOR AGTE.(S) ADV.(A/S) AGDO.(A/S) ADV.(A/S)

Leia mais

Supremo Tribunal Federal

Supremo Tribunal Federal )1( oãdróca atneme496104 RgA-ER Diário da Justiça de 17/11/2006 20/06/2006 PRIMEIRA TURMA AG.REG.NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 401.694-0 RIO GRANDE DO SUL RELATOR : MIN. CARLOS BRITTO AGRAVANTE(S) : ESTADO

Leia mais

II - Fontes do Direito Tributário

II - Fontes do Direito Tributário II - Fontes do Direito Tributário 1 Fontes do Direito Tributário 1 Conceito 2 - Classificação 3 - Fontes formais 3.1 - principais 3.2 complementares 4 Doutrina e jurisprudência 2 1 - Conceito As fontes

Leia mais

Congresso Ministério Público e Terceiro Setor Atuação Institucional na Proteção dos Direitos Sociais. Painel: Formas de Fomento ao Terceiro Setor

Congresso Ministério Público e Terceiro Setor Atuação Institucional na Proteção dos Direitos Sociais. Painel: Formas de Fomento ao Terceiro Setor Congresso Ministério Público e Terceiro Setor Atuação Institucional na Proteção dos Direitos Sociais Painel: Formas de Fomento ao Terceiro Setor Outubro-2010 ESTADO BRASILEIRO SUBSIDIÁRIO COM A PARTICIPAÇÃO

Leia mais

EXCLUSÃO DA TAXA DE ADMINSTRAÇÃO DE CARTÃO DA BASE DE CÁLCULO DO PIS/COFINS

EXCLUSÃO DA TAXA DE ADMINSTRAÇÃO DE CARTÃO DA BASE DE CÁLCULO DO PIS/COFINS EXCLUSÃO DA TAXA DE ADMINSTRAÇÃO DE CARTÃO DA BASE DE CÁLCULO DO PIS/COFINS PIS Programa de Integração Social criado pela Lei Complementar n. 7/70 Contribuintes: PJ de direito privado exceções (simples);

Leia mais

PRINCIPAIS TRIBUTOS PÁTRIOS E SEUS FUNDAMENTOS

PRINCIPAIS TRIBUTOS PÁTRIOS E SEUS FUNDAMENTOS PRINCIPAIS TRIBUTOS PÁTRIOS E SEUS FUNDAMENTOS Thiago Figueiredo de Lima Cursando o 9º Semestre do Curso de Direito A Constituição Federal, como lei fundamental de organização do Estado, determina a competência

Leia mais

A IMUNIDADE TRIBUTÁRIA DAS INSTITUIÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS COMO ELEMENTO VIABILIZADOR DOS DIREITOS SOCIAIS: EDUCAÇÃO, SAÚDE E ASSISTÊNCIA SOCIAL

A IMUNIDADE TRIBUTÁRIA DAS INSTITUIÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS COMO ELEMENTO VIABILIZADOR DOS DIREITOS SOCIAIS: EDUCAÇÃO, SAÚDE E ASSISTÊNCIA SOCIAL A IMUNIDADE TRIBUTÁRIA DAS INSTITUIÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS COMO ELEMENTO VIABILIZADOR DOS DIREITOS SOCIAIS: EDUCAÇÃO, SAÚDE E ASSISTÊNCIA SOCIAL 1. Introdução Este estudo objetiva desvendar, a partir

Leia mais

VI Exame OAB 2ª FASE Padrão de correção Direito Tributário

VI Exame OAB 2ª FASE Padrão de correção Direito Tributário VI Exame OAB 2ª FASE Padrão de correção Direito Tributário Peça GABARITO COMENTADO O Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) é imposto de competência municipal, cabendo à lei complementar estabelecer

Leia mais

DIREITO FINANCEIRO E TRIBUTÁRIO

DIREITO FINANCEIRO E TRIBUTÁRIO DIREITO FINANCEIRO E TRIBUTÁRIO EXCLUSÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO Art. 175 ao Art. 182 CTN Centro de Ensino Superior do Amapá Direito Financeiro e Tributário II Professora: Ilza Facundes Macapá-AP, 2013.1

Leia mais

SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL. Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas. Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014

SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL. Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas. Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014 SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014 Sistema Tributário Nacional Conjunto de regras jurídicas

Leia mais

Direito Tributário Revisão Final

Direito Tributário Revisão Final Direito Tributário Revisão Final Sergio Karkache http://sergiokarkache.blogspot.com Tributo (Conceito): Tributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO DO RIO GRANDE DO NORTE 10ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE NATAL

PODER JUDICIÁRIO DO RIO GRANDE DO NORTE 10ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE NATAL \d \w1215 \h1110 FINCLUDEPICTURE "brasoes\\15.bmp" MERGEFORMAT PODER JUDICIÁRIO DO RIO GRANDE DO NORTE 10ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE NATAL Processo n. 001.08.020297-8 Ação: Ação Civil Pública Autor: Ministério

Leia mais

VIGÉSIMA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL Nº 70036490548 COMARCA DE PORTO ALEGRE TRANSPORTES PANAZZOLO LTDA

VIGÉSIMA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL Nº 70036490548 COMARCA DE PORTO ALEGRE TRANSPORTES PANAZZOLO LTDA PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO. DECISÃO MONOCRÁTICA. JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE. DÉBITO TRIBUTÁRIO. COMPENSAÇÃO. CRÉDITO DE PRECATÓRIO. AUTORIZAÇÃO LEGISLATIVA. AUSÊNCIA. INVIABILIDADE. De acordo com jurisprudência

Leia mais

GESTÃO CONTÁBIL PAPEL DO CONTADOR TERCEIRO SETOR CREDIBILIDADE CAPTAÇÃO DE RECUROS PÚBLICOS GERAÇÃO E DIVULGAÇÃO INFORMAÇÕES PARA TODOS INTERESSADOS

GESTÃO CONTÁBIL PAPEL DO CONTADOR TERCEIRO SETOR CREDIBILIDADE CAPTAÇÃO DE RECUROS PÚBLICOS GERAÇÃO E DIVULGAÇÃO INFORMAÇÕES PARA TODOS INTERESSADOS 18º CONGRESSO BRASILEIRO DE CONTABILIDADE PAINEL 7: CONTROLE E TRANSPARÊNCIA NA GESTÃO DE ENTIDADES DO TERCEIRO SETOR GESTÃO CONTÁBIL PAPEL DO CONTADOR TERCEIRO SETOR CREDIBILIDADE GERAÇÃO E DIVULGAÇÃO

Leia mais

PROVIMENTO Nº 34. O CORREGEDOR NACIONAL DE JUSTIÇA em substituição, no uso de suas atribuições legais e constitucionais;

PROVIMENTO Nº 34. O CORREGEDOR NACIONAL DE JUSTIÇA em substituição, no uso de suas atribuições legais e constitucionais; PROVIMENTO Nº 34 Disciplina a manutenção e escrituração de Livro Diário Auxiliar pelos titulares de delegações e pelos responsáveis interinamente por delegações vagas do serviço extrajudicial de notas

Leia mais

Supremo Tribunal Federal

Supremo Tribunal Federal Decisão sobre Repercussão Geral DJe 04/10/2012 Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 12 20/09/2012 PLENÁRIO REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 688.223 PARANÁ RELATOR RECTE.(S) ADV.(A/S) : MIN.

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MACEIÓ SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE MACEIÓ SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA PREFEITURA MUNICIPAL DE MACEIÓ SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA DESPACHO DESPACHO ISSQN-WEB ASSUNTO: SERVIÇOS PRESTADOS POR COOPERATIVAS EM: 10 de fevereiro de 2014

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RELATOR : MINISTRO CASTRO MEIRA AGRAVANTE : ONDREPSB LIMPEZA E SERVIÇOS ESPECIAIS LTDA ADVOGADO : IVAR LUIZ NUNES PIAZZETA E OUTRO(S) AGRAVADO : FAZENDA NACIONAL PROCURADORES : ANGELA T GOBBI ESTRELLA

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 627.970 - RJ (2004/0015047-6) RELATORA : MINISTRA ELIANA CALMON EMENTA TRIBUTÁRIO - ICMS - IMPORTAÇÃO - DESEMBARAÇO ADUANEIRO - COMPROVANTE DE RECOLHIMENTO, ISENÇÃO OU NÃO-INCIDÊNCIA

Leia mais

OAB 140º - 1ª Fase Extensivo Final de Semana Disciplina: Direito Tributário Professor Alessandro Spilborghs Data: 10/10/2009

OAB 140º - 1ª Fase Extensivo Final de Semana Disciplina: Direito Tributário Professor Alessandro Spilborghs Data: 10/10/2009 TEMAS ABORDADOS EM AULA Aula 2: Princípios (continuação), Imunidade Tributaria. I. PRINCÍPIOS 1. Irretroatividade - Art. 150, III a CF A Lei Tributária não se aplica há fatos geradores anteriores a data

Leia mais

Informativo 02/05/2012. SEMERJ www.semerj.org.br semerj@semerj.org.br

Informativo 02/05/2012. SEMERJ www.semerj.org.br semerj@semerj.org.br Informativo 02/05/2012 SEMERJ www.semerj.org.br semerj@semerj.org.br Caso sua instituição ainda não seja associada ao SEMERJ, visite nosso site e descubra as vantagens em associar-se ao Sindicato das Entidades

Leia mais

Princípio da legalidade e nulidades do lançamento: revisão por erro de fato, erro de direito e mudança de critério jurídico

Princípio da legalidade e nulidades do lançamento: revisão por erro de fato, erro de direito e mudança de critério jurídico Princípio da legalidade e nulidades do lançamento: revisão por erro de fato, erro de direito e mudança de critério jurídico Aurora Tomazini de Carvalho Doutora PUC/SP e Professora UEL - Que se entende

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES INSTITUTO DOS MAGISTRADOS DE PERNAMBUCO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM DIREITO DO TRABALHO, PROCESSO DO TRABALHO E PREVIDENCIÁRIO DIREITO PREVIDENCIÁRIO I Prof. Bruno Van Dyke

Leia mais

Introdução... 3 Certificações da FFM... 4

Introdução... 3 Certificações da FFM... 4 MANUAL DE BENEFÍCIOS FISCAIS DOAÇÕES EFETUADAS À FFM São Paulo SP 2014 Índice Introdução... 3 Certificações da FFM... 4 1. Doações a Entidades sem Fins Lucrativos... 5 1.1. Imposto de Renda e Contribuições

Leia mais

Supremo Tribunal Federal

Supremo Tribunal Federal Diário da Justiça de 04/08/2006 13/06/2006 SEGUNDA TURMA RELATOR : MIN. EROS GRAU AGRAVANTE(S) : MUNICÍPIO DE BELO HORIZONTE ADVOGADO(A/S) : DAYSE MARIA ANDRADE ALENCAR AGRAVADO(A/S) : INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA

Leia mais

Supremo Tribunal Federal

Supremo Tribunal Federal Ementa e Acórdão Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 8 17/12/2013 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 635.398 SANTA CATARINA RELATORA AGTE.(S) ADV.(A/S) AGDO.(A/S) PROC.(A/S)(ES) : MIN.

Leia mais

Sentença Tipo A MANDADO DE SEGURANÇA INDIVIDUAL Impetrante: GUSTAVO BARBOSA DE MIRANDA Impetrado: DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM GOIÂNIA/GO

Sentença Tipo A MANDADO DE SEGURANÇA INDIVIDUAL Impetrante: GUSTAVO BARBOSA DE MIRANDA Impetrado: DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM GOIÂNIA/GO Sentença Tipo A MANDADO DE SEGURANÇA INDIVIDUAL Impetrante: GUSTAVO BARBOSA DE MIRANDA Impetrado: DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM GOIÂNIA/GO SENTENÇA Cuida-se de mandado de segurança impetrado

Leia mais

PARCELAMENTO TRIBUTÁRIO

PARCELAMENTO TRIBUTÁRIO PARCELAMENTO TRIBUTÁRIO Depósitos Judiciais (REsp. 1.251.513/PR) e a conversão do depósito pela Fazenda Pública José Umberto Braccini Bastos umberto.bastos@bvc.com.br CTN ART. 151 o depósito é uma das

Leia mais

Nº 70039533179 COMARCA DE PELOTAS

Nº 70039533179 COMARCA DE PELOTAS AGRAVO DE INSTRUMENTO. DECISÃO MONOCRÁTICA. RESPONSABILIDADE CIVIL. GRATUIDADE JUDICIÁRIA. PESSOA JURÍDICA COM CARÁTER FILANTRÓPICO, BENEFICENTE E DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. PRESUNÇÃO DE NECESSIDADE. É possível

Leia mais

(6^_ê0â1R0) (D=:A5) - Nº Lote: 2013101705-2_1 - REEXAME NECESSÁRIO N. 2008.34.00.006506-3/DF - TR14403 V O T O RELATÓRIO

(6^_ê0â1R0) (D=:A5) - Nº Lote: 2013101705-2_1 - REEXAME NECESSÁRIO N. 2008.34.00.006506-3/DF - TR14403 V O T O RELATÓRIO (6^_ê0â1R0) PODER JUDICIÁRIO RELATÓRIO Trata-se de reexame necessário de sentença em que o magistrado da 9ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal, em ação de mandado de segurança, concedeu

Leia mais

Coleção Caminhos para o desenvolvimento de Organizações da Sociedade Civil

Coleção Caminhos para o desenvolvimento de Organizações da Sociedade Civil Coleção Caminhos para o desenvolvimento de Organizações da Sociedade Civil Minicartilha jurídica: imunidades e isenções.1 Aprofundar a compreensão da dinâmica de uma OSC 1. Aprofundar a compreensão da

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça AgRg no AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 1.420.880 - PE (2011/0125824-8) RELATOR : MINISTRO NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO AGRAVANTE : FAZENDA NACIONAL : PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL AGRAVADO : ACUMULADORES

Leia mais

Preliminarmente à inscrição em dívida ativa, é necessário, sob pena de nulidade, a constituição do crédito tributário através do lançamento.

Preliminarmente à inscrição em dívida ativa, é necessário, sob pena de nulidade, a constituição do crédito tributário através do lançamento. A intimação do contribuinte por edital e o protesto da dívida tributária à luz da A constituição da dívida ativa tributária e não tributária do Município pressupõe a inscrição do crédito tributário e não

Leia mais

FUNDAÇÕES DE APOIO: AVALIAÇÃO E DEBATE NA AGU. FORPLAD UNIFAL POÇOS DE CALDAS/MG 12 a 14 de junho de 2013

FUNDAÇÕES DE APOIO: AVALIAÇÃO E DEBATE NA AGU. FORPLAD UNIFAL POÇOS DE CALDAS/MG 12 a 14 de junho de 2013 FUNDAÇÕES DE APOIO: AVALIAÇÃO E DEBATE NA AGU FORPLAD UNIFAL POÇOS DE CALDAS/MG 12 a 14 de junho de 2013 1 Aspectos introdutórios A criação de grupo de trabalho para realizar um diagnóstico, no âmbito

Leia mais

TERCEIRO SETOR, CULTURA E RESPONSABILIDADE SOCIAL

TERCEIRO SETOR, CULTURA E RESPONSABILIDADE SOCIAL TERCEIRO SETOR, CULTURA E RESPONSABILIDADE SOCIAL 19/05/2014 Atenção I O Ministério da Justiça implementou nova metodologia para a vinculação dos representantes legais das entidades perante o Cadastro

Leia mais

IMPORTAÇÃO POR CONTA E ORDEM À LUZ DO CONVÊNIO ICMS Nº 36, DE 26 DE MARÇO DE 2010

IMPORTAÇÃO POR CONTA E ORDEM À LUZ DO CONVÊNIO ICMS Nº 36, DE 26 DE MARÇO DE 2010 IMPORTAÇÃO POR CONTA E ORDEM À LUZ DO CONVÊNIO ICMS Nº 36, DE 26 DE MARÇO DE 2010 Rinaldo Maciel de Freitas * Nas operações de comércio exterior, é preciso entender a existência de duas modalidades de

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA PRIMEIRA REGIÃO SEÇÃO JUDICIÁRIA DO DISTRITO FEDERAL

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA PRIMEIRA REGIÃO SEÇÃO JUDICIÁRIA DO DISTRITO FEDERAL Decisão: / 2015 RCB_GAC 20ª Vara Federal Processo nº 54133-84.2015.4.01.3400 Classe: 1100 Ação Ordinária / Tributária Autor : Fauvel e Moraes Sociedade de Advogados Rés : União (Fazenda Nacional) Juiz

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL Nº 97.253 - MT (2011/0227337-3) RELATOR : MINISTRO MAURO CAMPBELL MARQUES AGRAVANTE : MUNICÍPIO DE CUIABÁ PROCURADOR : JOSÉ ADELAR DAL PISSOL E OUTRO(S) AGRAVADO : VEGA CONTABILIDADE

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça AgRg no AgRg no RECURSO ESPECIAL Nº 919.527 - SP (2007/0014498-9) RELATOR : MINISTRO BENEDITO GONÇALVES AGRAVANTE : FAZENDA NACIONAL REPDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS AGRAVADO : TRANS-TERRALHEIRO

Leia mais

PROJETO DE LEI N o, DE 2007

PROJETO DE LEI N o, DE 2007 PROJETO DE LEI N o, DE 2007 (Do Sr. Marcos Montes) Altera o art. 1º da Lei nº 9.870, de 23 de novembro de 1999, que dispõe sobre o valor total das anuidades escolares e dá outras providências, de modo

Leia mais

Destaque do mês de Maio

Destaque do mês de Maio Destaque do mês de Maio - Nº 22 www.cnf.org.br STJ: transporte interno de mercadorias entre o estabelecimento produtor e o porto ou aeroporto alfandegado, ainda que posteriormente exportadas, não configura

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça EDcl no AgRg no RECURSO ESPECIAL Nº 1.046.929 - RS (2008/0077453-0) RELATOR : MINISTRO HUMBERTO MARTINS EMBARGANTE : CRISTAL FORM INDUSTRIA E COMERCIO DE EMBALAGENS LTDA ADVOGADO : EDISON FREITAS DE SIQUEIRA

Leia mais

Of. 36 FOPROP Porto Alegre, 25 de agosto de 2009.

Of. 36 FOPROP Porto Alegre, 25 de agosto de 2009. Of. 36 FOPROP Porto Alegre, 25 de agosto de 2009. Prezado Secretário Ronaldo Motta: Seguem as sugestões do FOPROP (Fórum dos Pró-Reitores de Pesquisa e PG das Universidades Brasileiras) com relação ao

Leia mais

Aspectos Tributários da Prestação de Serviços Remunerados por Entidades Sindicais

Aspectos Tributários da Prestação de Serviços Remunerados por Entidades Sindicais Aspectos Tributários da Prestação de Serviços Remunerados por Entidades Sindicais 29º Encontro Nacional de Sindicatos Patronais de Bens, Serviços e Turismo 15 a 17 de Maio de 2013 Curitiba/ PR Entidades

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 242 - Data 12 de setembro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF Assunto: Normas Gerais de Direito Tributário ISENÇÃO. ANALOGIA INAPLICABILIDADE.

Leia mais

Nova Lei de Filantropia

Nova Lei de Filantropia Nova Lei de Filantropia A nova Lei da Filantropia e seus aspectos preponderantes para a Assistência Social e o Conselho Municipal de Assistência Social Títulos Públicos Existentes (Federal) TÍTULOS Nº

Leia mais

DECISÕES» ISS. 3. Recurso especial conhecido e provido, para o fim de reconhecer legal a tributação do ISS.

DECISÕES» ISS. 3. Recurso especial conhecido e provido, para o fim de reconhecer legal a tributação do ISS. DECISÕES» ISS INTEIRO TEOR. EMENTA. TRIBUTÁRIO. RECURSO ESPECIAL. ATIVIDADE DE INCORPORAÇÃO DE IMÓVEIS. EXISTÊNCIA DE DOIS CONTRATOS: O DE COMPRA E VENDA E O DE EMPREITADA. CARACTERIZAÇÃO DE FATO GERADOR

Leia mais