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1 23/07/2010 AMIL S.A. A Companhia COMPRA Código em Bolsa AMIL3 Setor SAÚDE Cotação em 15/07/10 R$ 15,00 Preço Alvo R$ 20,60 Potencial de Valorização 37,33% Valor de Mercado (em mil) R$ Cotação Min./Max. R$ 5,85 / R$ 16,30 N de Ações (mil) Free Float 30,33% Índice P/L (2010) 18,29 anos COT/VPA (1T10) 409,84% Valorização Bovespa (ano) (7,44)% Valorização Ação (ano) 10,07% Valorização Ação (52 sem) 56,05% Pay Out (2010) 38,26% Cash Yield (2010) 2,09% Renato Campos (CNPI) A Amil iniciou suas atividades em 1978 e tem como finalidade a cobertura de custos de assistência médica, hospitalar e odontológica, a comercialização de planos de assistência à saúde e a participação em outras sociedades ligadas ao segmento de saúde. A estrutura da companhia é composta por sua rede própria, credenciada, e por hospitais e serviços complementares. Seus planos de assistência à saúde abrangem: planos de livre escolha, planos de rede referenciada, planos de corpo clínico fechado, planos de administração, e planos odontológicos. A Amil é reconhecida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar como a maior empresa de medicina de grupo no Brasil, atendendo a aproximadamente 5 milhões de beneficiários, sendo 61,6% em planos corporativos, 18,7% em planos individuais e 19,7% em planos dentais. A companhia também é a empresa de medicina de grupo com a maior rede credenciada do país, com aproximadamente, hospitais; consultórios e clínicas médicas; e laboratórios e centros de diagnóstico de imagens. Nos últimos anos, a empresa tem procurado aumentar sua participação nas regiões onde atua, expandir para novos mercados, crescer no setor odontológico, e aumentar suas margens operacionais por meio de programas de gerenciamento de custos médicos. Não obstante, há um grande interesse por aquisições, o que pode ser comprovado pela aquisição, desde 2002, da Amico Saúde, da SEMIC, da Blue Life, da Medcard, da CliniHauer, da Ampla, da Life System, da carteira de clientes pessoas físicas da Porto Seguro e mais recentemente da Medial Saúde. Página 1

2 Setor / Perspectivas Os planos e seguros privados de saúde foram criados há aproximadamente 40 anos, no Brasil, para garantir assistência médica de melhor qualidade a funcionários de grandes companhia, em relação aos serviços públicos de saúde. Os planos e seguros privados constituem hoje a base do sistema de saúde privado, sendo a principal fonte de financiamento para hospitais, redes de laboratórios de medicina diagnóstica e profissionais de saúde. Atualmente, em torno de 22% da população brasileira dispõe de planos médicohospitalares, enquanto o restante é atendido pelo serviço público de saúde. No entanto, a capacidade de atendimento do serviço público de saúde no Brasil encontra-se sobrecarregada e há uma percepção generalizada de que os serviços oferecidos pela rede pública de saúde sejam de qualidade insatisfatória. Esta percepção deriva, dentre outros fatores, da dificuldades no agendamento de consultas, exames e procedimentos médicos, e faz com que o acesso a serviços de saúde suplementar seja uma aspiração de uma grande parcela da população. O setor de saúde suplementar brasileiro é altamente fragmentado, sendo formado por operadoras médico-hospitalares e milhares de prestadores de serviços, entre hospitais, laboratórios, médicos, e outros profissionais de saúde. Além disso, os beneficiários das 12 maiores operadoras de planos médico-hospitalares no Brasil somam aproximadamene 30,9% do total de beneficiários. A despeito das oportunidades do setor, pode-se destacar: O incremento nos empregos formais, que colabora para um maior consumo por serviços de saúde, na medida em que planos de saúde privados constituem um dos principais benefícios oferecidos pelas empresas; O crescimento econômico, que têm permitido a elevação de indicadores de emprego e de renda dos trabalhadores brasileiros, variáveis que afetam diretamente os gastos dos clientes do setor de saúde suplementar; As projeções do IBGE, que apontam para uma tendência de crescimento da população com mais de 60 anos com uma mudança significativa da estrutura da pirâmide populacional durante os próximos 40 anos; O Alto potencial de consolidação do setor, dada sua enorme pulverização. Por outro lado, pode-se identificar as seguintes ameaças: As despesas com saúde são insuficientes em relação às carências do país; A renda do consumidor médio brasileiro ainda é muito baixa; Há incertezas sobre o crescimento da economia para os próximos anos; Há uma forte dependência do mercado coorporativo, que tende a diminir benefícios trabalhistas em momentos de crise; A medicina no Brasil ainda é mais curativa do que preventiva. Página 2

3 PROJEÇÔES 2010 (R$ Mil) Receita Líquida R$ Lucro Líquido R$ EBITDA R$ Aplicação Líquida R$ Aplicação Líq/EBITDA (vezes) 0,87 Fluxo Caixa Operacional R$ Índice Preço/Lucro (anos) 18,29 VM/Fluxo Cx Operac. (vezes) 15,67 VM/EBITDA (vezes) 6,87 Retorno Patrimonial. 20,49% PROJEÇÔES 2011 (R$ Mil) Receita Líquida R$ Lucro Líquido R$ EBITDA R$ Aplicação Líquida R$ Aplicação Líq/EBITDA (vezes) 1,40 Fluxo Caixa Operacional R$ Índice Preço/Lucro (anos) 12,12 VM/Fluxo Cx Operac. (vezes) 8,53 VM/EBITDA (vezes) 6,26 Retorno Patrimonial. 26,02% PROJEÇÔES 2012 (R$ Mil) Receita Líquida R$ Lucro Líquido R$ EBITDA R$ Aplicação Líquida R$ Aplicação Líq/EBITDA (vezes) 1,21 Fluxo Caixa Operacional R$ Índice Preço/Lucro (anos) 9,91 VM/Fluxo Cx Operac. (vezes) 30,34 VM/EBITDA (vezes) 5,17 Retorno Patrimonial. 26,60% Desempenho Recente A Receita Líquida da Amil atingiu R$ 1,816 bilhão no 1T10, com avanço de 66,41% em relação aos R$ 1,091 bilhão obtido no 1T09. No exercício de 2009, a Receita Líquida somou R$ 4,884 bilhões, apresentando um aumento de 13,06% quando comparada com o acumulado do exercício de O forte crescimento no último trimestre está associado à incorporação da Medial, que apesar de ter sido consolidada no final de 2009, teve impacto nos resultados apenas no 1T10. Sobre o avanço de 2009 em relação a 2008, pode-se destacar a retomada de contratações, a recuperação econômica, aumento de renda e outras aquisições menores. O Lucro Bruto somou de janeiro a março de 2010 o montante de R$ 490,52 milhões, contra R$ 324,90 milhões verificados no mesmo período de Desta maneira, a margem bruta apresentou uma retração de 2,76 pontos percentuais, passando de 29,77% no 1T09 para 27,01% no 1T10. No ano de 2009, o Lucro Bruto somou R$ 1,307 bilhão contra R$ 1,249 bilhão no acumulado de 2008, registrando assim, no exercício divulgado de 2009, uma margem bruta de 26,75%, vs. 28,90% em igual exercício do ano anterior. O aumento dos custos verificados em 2009 e no 1T10 podem ser explicados pela maior utilização dos planos de saúde, dado que o ano de 2009 foi marcado por um inverno mais prolongado e mais rigoroso, ao passo que o 1T10 teve como impacto a gripe H1N1. O Resultado Financeiro da companhia atingiu um ganho líquido de R$ 3,59 milhões no 1T10, contra R$ 14,50 milhões no 1T09. De janeiro a dezembro de 2009, o mesmo resultado foi de R$ 51,84 milhões, enquanto que em igual intervalo de 2008, o valor registrado foi de R$ 6,84 milhões. Apesar do aumento do endividamento, a companhia obterá uma elevação maior de suas disponibilidades, o que continuará gerando aplicações líquidas ao longo dos próximos anos. O Lucro Operacional da empresa atingiu R$ 99,27 milhões no 1T10, após registrar R$ 77,61 milhões no 1T09. Desta maneira, a margem operacional alcançou 5,47% no 1T10, ante 7,11% no 1T09. Em 2009, o Lucro Operacional registrou R$ 116,17 milhões, perante o valor do ano anterior de R$ 201,36 milhões. Dessa forma, de janeiro a dezembro de 2009, a margem operacional da companhia alcançou 2,38%, contra 4,66% no mesmo período de O Lucro Líquido da Amil totalizou R$ 61,76 milhões no 1T10, ante R$ 55,45 milhões obtidos no 1T09. Com isso, a margem líquida sofreu uma queda, passando de 5,08% no 1T09 para 3,40% no 1T10. Já no ano de 2009, o Lucro Líquido foi de R$ 111,84 milhões, diante de R$ 216,90 milhões em Assim, a margem líquida fechou 2009 com 2,29%, contra 5,02% de Por fim, o EBITDA somou ao final do 1T10 o valor de R$ 150,91 milhões, tendo um avanço de 56,75% na comparação com primeiro trimestre de Neste sentido, a margem EBITDA diminuiu 0,51 pontos percentuais, passando de 8,82% no 1T09 para 8,31% no 1T10. Em relação ao resultado de 2009, o EBITDA somou R$ 105,27 milhões, contra R$ 284,69 milhões no mesmo período do ano anterior. Dessa forma, a Margem EBITDA passou de 6,59% em 2008 para 2,16% em Página 3

4 DESEMPENHO ECONÔMICO-FINANCEIRO (TRIMESTRAL) Rubrica 1T10 %RL 1T09 %RL Var. Receita Líquida R$ ,00% R$ ,00% 66,41% Lucro Bruto R$ ,01% R$ ,77% 50,98% EBITDA R$ ,31% R$ ,82% 56,75% Resultado Financeiro R$ ,20% R$ ,33% -75,24% Lucro Operacional R$ ,47% R$ ,11% 27,91% Lucro Líquido R$ ,40% R$ ,08% 11,37% DESEMPENHO ECONÔMICO-FINANCEIRO (ANUAL) Rubrica 2009 %RL 2008 %RL Var. Receita Líquida R$ ,00% R$ ,00% 13,06% Lucro Bruto R$ ,75% R$ ,90% 4,65% EBITDA R$ ,16% R$ ,59% -63,02% Resultado Financeiro R$ ,06% R$ ,16% 658,09% Lucro Operacional R$ ,38% R$ ,66% -42,31% Lucro Líquido R$ ,29% R$ ,02% -48,43% Conclusão Apesar de terem sido criados no início da década de setenta, os planos e seguros privados de saúde passaram por um crescimento mais expressivo a partir de 1998, com a promulgação da Lei dos Planos Privados de Assistência à Saúde. Desde então, este segmento tem procurado atender ao grande déficit de saúde existente no país e, entre 2001 e 2009, o número de beneficiários cresceu 63,1%, frente a um crescimento populacional de 13,1%. Outro dado que merece destaque é o número de beneficiários atendidos por planos privados, que no Brasil é de 21,7%, contra 59,9% no México e 84,7% nos EUA. Diante disso, espera-se que os planos e seguros privados de saúde continuem se expandindo consideravelmente durante os próximos dez anos. Não bastasse às ótimas perspectivas para o setor, a Amil é a maior empresa de medicina de grupo do país e àquela que apresentou as maiores taxas de crescimento nos últimos anos, dentre as que possuem capital aberto do setor de saúde. Além disso, a companhia tem procurado aumentar sua participação em regiões onde já atua, expandir para novos mercados, crescer no segmento de odontologia, racionalizar seus custos e despesas, e liderar a consolidação da saúde suplementar no Brasil. Portanto, a partir do histórico e das perspectivas futuras, esperamos que a receita líquida da Amil alcance R$ 8,20 bilhões em 2010, aumento de 67,97% em relação a 2009, e cresça entre 67,97% e 6,89% até Acreditamos que esta expansão será decorrente de aquisições, como a recente incorporação da Medial, crescimento orgânico, e aumento no segmento de planos odontológicos, que atualmente contribuem pouco para a receita total, mas que possuem o maior potencial de crescimento. Página 4

5 Sobre os indicadores financeiros, é preciso considerar apenas os últimos três anos, uma vez que a Amil abriu capital em Assim, é possível perceber uma melhora significativa nos indicadores de 2007 para 2008, seguida por uma leve retração. O retorno patrimonial saltou de 4,59% para 18,17% em um primeiro momento e reduziu para 7,52% logo depois. No entanto, tanto em 2007 quanto em 2009, houve mudanças significativas no patrimônio da empresa, como o aumento de capital e uma grande aquisição, ambos no final do ano, que distorceram a análise. A liquidez corrente, por sua vez, se encontrava em 2,17 em 2007, diminuiu drasticamente nos dois anos seguintes e atingiu patamares preocupantes em 2009, devido ao aumento de endividamento de curto prazo. Ainda nesta linha, a dívida bruta também mostrou deteriorização ao longo dos anos, mas diferente da liquidez corrente, não demonstra preocupação, visto que o nível de endividamento, quando comparado ao patrimônio líquido, ainda é saudável. ANO ROE 7,52% 18,17% 4,59% LC 0,83 1,54 2,17 Div Bruta / P.L 30,36% 6,02% 4,85% Receita Bruta OBS: ROE Rentabilidade sobre Patrimônio líquido (mostra o retorno do capital do acionista) OBS: LC Liquidez Corrente (Mede a capacidade da empresa em pagar suas obrigações a curto prazo). OBS: Div Br./ P.L Dívida bruta sobre Patrimônio Líquido (Mede a participação da dívida onerosa sobre Patrimônio Líquido da empresa) OBS: Receita Br. Está em mil reais O Índice Preço / Lucro da Amil projetado para 2010 está em 18,29 anos, valor acima da média da amostra da Técnica que é de 15,0 anos, mas muito inferior aos seus últimos três anos, que variaram entre 25,05 e 99,87 anos. Além disso, dado o alto crescimento da empresa, pode-se esperar uma diminuição considerável deste dado ao longo dos próximos anos. A relação Preço / Valor Patrimonial por Ação no 1T10 da empresa está em 409,84%, que também se encontra superior à amostra Técnica, que é de 196,2%. Porém, assim como o P/L, pode-se esperar uma diminuição do P/VPA em função do alto crescimento da empresa. Outro aspecto são os múltiplos do setor que em ambos os casos se encontram muito acima das médias do mercado. Página 5

6 Diante das perspectivas traçadas para a Amil Participações, acreditamos que o preço-alvo de suas ações seja de R$ 20,60, o que significa um potencial de valorização de 37,33% em relação ao fechamento do dia 15/07/10, de R$ 15,00. Este up-side se encontra em linha com a amostra Técnica, que é de 40,25%. Como premissas para as projeções da Amil Participações, consideramos: Um crescimento da receita bruta na ordem de 67,97% para 2010, refletindo principalmente a incorporação da Medial. Para os anos seguintes, esperamos um reajuste dos planos de saúde de acordo com a inflação e um crescimento no número de clientes entre 10,8%, de 2011 à 2014, e 1,8% até Posteriormente, assumimos que a receita acompanhará a inflação e o crescimento vegetativo, que juntos deverão crescer em média 5% ao ano. A despeito da margem EBITDA, esperamos que esta se mantenha em torno de 9,63% durante o período de projeção. Este valor se encontra bem acima dos três últimos anos, e por isso trabalhamos com uma redução de custos e despesas operacionais e do aumento de gastos com amortização e depreciação, decorrentes da sinergia de incorporações. Em relação aos investimentos futuros, a empresa declarou montantes de R$ 250 milhões para 2010 e R$170 milhões para Estes montantes representam 84,72% e 61,24% da depreciação, respectivamente, sendo muito inferior aos últimos três anos. Assim, acreditamos que a empresa irá recompor seu caixa, e reestruturar sua dívida, que cresceu fortemente com as recentes aquisições, nos próximos dois anos, para voltar a investir em expansão operacional em Para o capital de giro, esperamos uma continuidade de sua relação com o nível de atividade da companhia. Finalmente, no que tange o Imposto de Renda e Contribuição Social, assumimos uma alíquota integral (34%) em todos os anos. Por outro lado, a Amil possui um prejuízo acumulado de R$ 114,768 milhões provenientes da aquisição da Medial. Este prejuízo deverá ser abatido no imposto de renda dos próximos quatro anos, fazendo com que o imposto efetivo seja de 27,24% à 30,88% neste período. Diante do exposto, recomendamos a COMPRA para as ações da Amil, e acreditamos que o seu desempenho esperado seja atraente e se encontre dentro do retorno do mercado. Apesar do histórico restrito, como empresa de capital aberto, a Amil tem mostrado grande capacidade de crescimento, através da diversificação de serviços, expansão produtiva e incorporações. Página 6

7 Análise Gráfica Projeção Gráfica para 31/12/2010 R$ 24,50 Cotação em 15/07/2010 R$ 15,00 Potencial de Valorização 20,75% Suporte (SU) R$ 13,80 Resistência (RE) R$ 15,90 Objetivo de Alta (OA) R$ 19,20 Objetivo de Baixa (OB) R$ 12,20 Tendência de Curto Prazo Queda Tendência de Médio Prazo Lateral Tendência de Longo Prazo Alta Desde o final de Novembro, as ações da Amil entraram em um forte canal lateral, marcado por um GAP de área e quatro testes consecutivos no patamar de R$12,20 (suporte) e dois em R$ 16,00 (resistência). No curto prazo, as sinalizações gráficas indicam uma pequena realização, que pode buscar o patamar de R$ 13,80 (suporte imediato). Por outro lado, uma retomada do movimento de alta, e um rompimento dos R$ 16,00 poderá levar os papéis para os R$ 24,50 (altura do canal lateral). Página 7

8 O Preço Alvo Elaboramos as projeções de resultados anuais da empresa até o exercício de 2019, e utilizando o método do fluxo de caixa descontado, obtivemos o preço alvo de R$ 20,60 por ação da Companhia (AMIL3), representando um potencial de valorização de 37,33% em relação ao preço de fechamento do dia 15/07/2010, de R$ 15,00. Valores em R$ mil Período Valor Presente-Fluxos Taxa de Desconto 8,67% Taxa livre de risco 3,03% Taxa de Mercado 5,50% Risco Brasil 2,20% Beta 0, Custo do Capital Próprio 6,69% Custo do Capital de Terceiros 12,60% Custo Médio Capital Ponderado 10,76% (+) Soma dos Fluxos (+) Perpetuidade Soma dos Fluxos+Perpetuidade (+) Caixa Excedente Valor de Mercado (mil) R$ (+) Ativos não operacionais Potencial de Valorização 37,33% (-) Dívidas ( ) Preço Alvo R$ 20,60 (+/-) Ajustes (32.242) Valor da Empresa (mil) DISCLAIMER Este Relatório foi preparado pela Técnica Assessoria de Mercado de Capitais e Empresarial (Técnica) para uso exclusivo do destinatário contratante dos serviços de consultoria de investimentos, não podendo ser reproduzido ou distribuído por este a qualquer pessoa sem expressa autorização da Técnica. Este Relatório é distribuído somente com o objetivo de prover informações, e o retorno e o risco associado de quaisquer decisões de investimento ou desinvestimento tomadas a partir de suas informações, são exclusivamente do usuário do relatório As informações contidas neste relatório são consideradas confiáveis na data de sua publicação. Entretanto, as informações aqui contidas não representam por parte da Técnica garantia de exatidão das informações prestadas e projeções efetuadas. As opiniões contidas neste Relatório são baseadas em julgamentos e estimativas, estando, portanto, sujeitas a mudanças. Sem prejuízo do Disclaimer acima e em conformidade com as disposições da Instrução CVM n 388, o analista de investimento responsável pela elaboração deste relatório declara que: (I) é certificado pelo CNPI e registrado na Comissão de Valores Mobiliários; (II) as análises e recomendações refletem única e exclusivamente suas opiniões pessoais, às quais foram realizadas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à Técnica Assessoria de Mercado de Capitais e Empresarial; (III) não mantém vínculo direto com qualquer pessoa natural que exerça qualquer função de diretoria e/ou gerência na Companhia objeto da análise deste Relatório. (IV) não é titular, direta ou indiretamente, de ações e/ou outros valores mobiliários de emissão da Companhia objeto de análise deste Relatório, que representem 5% ou mais de seu patrimônio pessoal, e não está envolvido na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado; (V) sua remuneração é fixa e não está, diretamente ou indiretamente, relacionada à recomendação específica ou atrelada á precificação de quaisquer dos valores mobiliários de emissão da companhia objeto de análise neste Relatório. (VI) a Técnica Assessoria de Mercado de Capitais e Empresarial não é titular, direta ou indiretamente, de ações e/ou outros valores mobiliários de emissão da Companhia objeto da análise neste relatório, que representem 5% ou mais de seu patrimônio, e não está envolvida na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado. Página 8

9 As Projeções Fluxo de Caixa Projetado pela Legislação Societária (R$ mil) POR PERÍODO Lucro da atividade (+)Depreciação e amortização (+/-)Variação nas duplicatas a receber ( ) (97.500) ( ) (+/-)Variação nos estoques (+/-)Variação nos fornecedores (+/-)Variação nos impostos a pagar (+/-)Variação nos dividendos e participações (+/-)Variação de outros itens de CP (=)Variação Necessidade Capital Giro (25.253) (=)Fluxo de caixa da atividade (-)Pagamento do imposto de renda e CS ( ) ( ) ( ) (-)Investimentos operacionais ( ) (=)Fluxo de caixa operacional Demonstração de Resultados pela Legislação Societária (R$ mil) Vendas brutas ,40% ,38% ,38% ,38% (-) Impostos ( ) -2,40% ( ) -2,38% ( ) -2,38% ( ) -2,38% Vendas líquidas ,00% ,00% ,00% ,00% (-)Custo dos Produtos Vendidos ( ) -73,25% ( ) -72,31% ( ) -72,31% ( ) -72,31% (=)Lucro bruto ,75% ,69% ,69% ,69% (-)Despesas administrativas ( ) -18,08% ( ) -15,46% ( ) -15,46% ( ) -15,46% (-)Despesas comerciais ( ) -4,82% ( ) -4,74% ( ) -4,74% ( ) -4,74% (+/-) Outras desp./receitas operac. ( ) -2,52% ( ) -1,45% ( ) -1,31% ( ) -1,18% (=)Lucro da atividade ,33% ,03% ,17% ,30% (+)Receitas financeiras ,71% ,30% ,60% ,80% (-)Despesas financeiras (80.529) -1,65% ( ) -2,16% ( ) -1,82% ( ) -1,69% (=)Lucro operacional ,38% ,17% ,96% ,40% (+/-)Equivalência patrimonial (729) -0,01% 0 0,00% 0 0,00% 0 0,00% (=)Lucro líquido antes da CS e IR ,38% ,17% ,96% ,40% (-)Provisão para contribuição social (4.507) -0,09% (43.283) -0,53% (67.753) -0,71% (83.865) -0,76% (-)Provisão para imposto de renda (10.515) -0,22% (72.301) -0,88% ( ) -1,36% ( ) -1,50% (=)Lucro líquido do período ,07% ,76% ,89% ,14% (-)Participação acionistas minoritários (8.474) -0,17% (1.266) -0,02% (1.915) -0,02% (2.343) -0,02% (-)Participações estatutárias (3.773) -0,08% (11.517) -0,14% (17.423) -0,18% (21.311) -0,19% (=)Lucro dos acionistas controladores ,94% ,61% ,69% ,93% Balanço Patrimonial pela Legislação Societária (R$ mil) ATIVO PASSIVO Disponibilidades Fornecedores Clientes Financiamentos Estoques Impost./Contrib Outros Ativos Provisões Ativo Circulante Outros Passivos Passivo Circulante Acio./Soc./Coligadas Financiamentos Outros Outros Realizável a LP Exigível a LP Part Minoritários Investimentos Capital Imobilizado Reservas Diferido Result. Acumulados Permanente Patrimônio Líquido TOTAL TOTAL Página 9

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