ISSN Estatísticas do Comércio Internacional. Estatísticas oficiais

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1 ISSN Estatísticas do Comércio Internacional 2014 Edição 2015 e Estatísticas oficiais

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3 Estatísticas do Comércio Internacional 2014 Edição 2015

4 [ [ FICHA TÉCNICA Título Estatísticas do Comércio Internacional 2014 Editor Instituto Nacional de Estatística, I.P. Av. António José de Almeida Lisboa Portugal Telefone: Fax: Presidente do Conselho Diretivo Alda de Caetano Carvalho Design e Composição Instituto Nacional de Estatística, I.P. ISSN ISBN Periodicidade Anual O INE, I.P. na Internet 2 INE, I.P., Lisboa Portugal, 2015 A reprodução de quaisquer páginas desta obra é autorizada, exceto para fins comerciais, desde que mencionando o INE, I.P., como autor, o título da obra, o ano de edição e a referência Lisboa-Portugal. Estatísticas do Comércio Internacional 2014

5 [ NOTA INTRODUTÓRIA A presente publicação divulga os resultados preliminares das estatísticas do Comércio Internacional de Bens relativas ao ano 2014, procedendo-se de igual modo à divulgação dos resultados definitivos de Um vasto conjunto de informação disponível sobre as estatísticas do Comércio Internacional de Bens não é publicada, podendo o INE disponibilizá-la a pedido, em condições a acordar, salvaguardando sempre o princípio do segredo estatístico. O INE expressa os seus agradecimentos a todos que contribuíram para a elaboração desta publicação, salientando-se muito particularmente as empresas que reportaram a sua informação no âmbito do Sistema Intrastat e a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) pelo envio atempado ao INE da informação relativa às declarações aduaneiras respeitantes ao comércio com os Países Terceiros e ainda da informação mensal e trimestral relativa ao IVA, essencial para o controlo de qualidade da informação produzida. Tendo em consideração o compromisso de satisfazer, com qualidade e oportunidade, as novas necessidades dos utilizadores e que a crítica construtiva serve de estímulo para a melhoria e aperfeiçoamento da atividade estatística, serão bem acolhidas sugestões para a valorização do quadro de informação apresentado, o qual se pretende dinâmico e evolutivo. Julho 2015 INTRODUCTION [ This publication releases the preliminary data for 2014 of Statistics on International Trade in Goods, as well as the 2013 definitive results. A wide set of data on International Trade in Goods are not published, although Statistics Portugal is able to provide them upon request and agreed terms, ensuring the safekeeping of the statistical confidentiality at all times. Statistics Portugal would like to thank all those who have contributed to this publication and acknowledge particularly the responding enterprises to the Intrastat System and the Portuguese Tax and Customs Authority (AT) by providing data from the customs declarations regarding trade with Third Countries, and VAT data which are essential for quality control. Considering our commitment to meet the needs of users, with quality and timeliness and that constructive critics stimulate the improvement and enhancement of statistical activities, all suggestions will be welcomed, in order to upgrade the quality of these statistical outputs, intended to be dynamic and progressive. 3 July 2015

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7 [ ÍNDICE [ pág. NOTA INTRODUTÓRIA/INTRODUCTION 3 SUMÁRIO EXECUTIVO 7 EXECUTIVE SUMMARY 8 SINAIS CONVENCIONAIS, UNIDADES DE MEDIDA, SIGLAS E ABREVIATURAS 9 ANÁLISE DOS 11 PRINCIPAIS RESULTADOS RESULTADOS GLOBAIS COMÉRCIO INTERNACIONAL DE BENS 13 EXPORTAÇÕES DE BENS 13 IMPORTAÇÕES DE BENS 13 SALDO DA BALANÇA COMERCIAL DE BENS COMÉRCIO INTRA-UE DE BENS 14 EXPORTAÇÕES DE BENS 14 IMPORTAÇÕES DE BENS 15 SALDO DA BALANÇA COMERCIAL DE BENS COMÉRCIO INTRA-UE DE BENS/ZONA EURO 17 EXPORTAÇÕES DE BENS 17 IMPORTAÇÕES DE BENS 18 SALDO DA BALANÇA COMERCIAL DE BENS COMÉRCIO EXTRA-UE DE BENS 20 EXPORTAÇÕES DE BENS 20 5 IMPORTAÇÕES DE BENS 20 SALDO DA BALANÇA COMERCIAL DE BENS 21

8 2. PRINCIPAIS PAÍSES CLIENTES E FORNECEDORES EM EXPORTAÇÕES DE BENS IMPORTAÇÕES DE BENS SALDO DA BALANÇA COMERCIAL DE BENS PRINCIPAIS BENS TRANSACIONADOS EM ANÁLISE POR GRUPOS DE PRODUTOS 27 EXPORTAÇÕES DE BENS 27 IMPORTAÇÕES DE BENS 28 SALDO DA BALANÇA COMERCIAL DE BENS ANÁLISE POR GRANDES CATEGORIAS ECONÓMICAS (CGCE) 31 EXPORTAÇÕES DE BENS 31 IMPORTAÇÕES DE BENS 31 SALDO DA BALANÇA COMERCIAL DE BENS ANÁLISE POR PRODUTOS DE ALTA TECNOLOGIA (PAT) 33 EXPORTAÇÕES DE BENS 33 IMPORTAÇÕES DE BENS 34 SALDO DA BALANÇA COMERCIAL DE BENS DADOS REGIONAIS (NUTS II) RESULTADOS GLOBAIS 37 EXPORTAÇÕES DE BENS 37 IMPORTAÇÕES DE BENS 38 SALDO DA BALANÇA COMERCIAL DE BENS PRINCIPAIS PAÍSES CLIENTES E FORNECEDORES 40 EXPORTAÇÕES DE BENS 40 IMPORTAÇÕES DE BENS PRINCIPAIS GRUPOS DE PRODUTOS 42 EXPORTAÇÕES DE BENS 42 IMPORTAÇÕES DE BENS 43 QUADROS ESTATÍSTICOS 45 METODOLOGIA, CONCEITOS E CLASSIFICAÇÕES 109 REVISÕES DAS ESTATÍSTICAS DO COMÉRCIO INTERNACIONAL 111 METODOLOGIA E CONCEITOS METODOLOGIA 113 CONCEITOS DO COMÉRCIO INTERNACIONAL 115 CLASSIFICAÇÕES 117 Estatísticas do Comércio Internacional 2014

9 [SUMÁRIO EXECUTIVO Em 2014 as exportações de bens aumentaram 1,8% face ao ano anterior, atingindo ,1 milhões de euros, e as importações de bens cresceram 3,2% totalizando ,8 milhões de euros. O saldo das transações comerciais de bens com o exterior atingiu um défice de ,7 milhões de euros, aumentando 966,8 milhões de euros face a No Comércio Intra-UE as exportações cresceram 2,7% e as importações 7,1%. Para os países da Zona Euro registaram-se aumentos de, respetivamente, 1,8% e 6,6%. O peso relativo dos Países Terceiros nas exportações totais de Portugal, contrariamente à evolução dos anos anteriores, diminuiu em 2014 (29,1%, -0,6 p.p. face a 2013). O défice da balança comercial de bens aumentou, após três anos de diminuição, devido à evolução desfavorável verificada no Comércio Intra-UE. O saldo da balança comercial Extra-UE de bens registou uma evolução mais favorável. Em 2014, Espanha, França e Alemanha permaneceram como os principais países de destino dos bens nacionais, tendo a França superado a Alemanha como 2º maior cliente externo. No seu conjunto, representaram 46,9% das exportações. Os principais países fornecedores de bens a Portugal continuaram a ser Espanha, Alemanha e França, que conjuntamente representaram 51,9% das importações em 2014 (+1,6 p.p. face a 2013). Espanha continuou a ser o país com maior peso nas transações comerciais de bens com o exterior (23,5% nas exportações e de 32,5% nas importações). Os maiores défices verificaram-se com Espanha, Alemanha e Itália, enquanto os maiores excedentes registaram-se com Angola, França e Estados Unidos da América. Devido ao acentuado decréscimo das importações de Combustíveis minerais, o maior excedente comercial passou a registar-se nas trocas de bens com Angola. O défice mais elevado continuou a ser com Espanha, tendo registado um aumento face a 2013, em resultado fundamentalmente da redução das exportações de Combustíveis minerais. As Máquinas e aparelhos, Veículos e outro material de transporte e Combustíveis minerais permaneceram como os principais grupos de produtos exportados. Tanto as exportações como as importações de Combustíveis minerais diminuíram. Esta evolução nominal refletiu a redução os preços nos mercados internacionais e a paragem das refinarias nacionais, para trabalhos de manutenção, no início de Os Combustíveis minerais e as Máquinas e aparelhos continuaram a ser os principais grupos de produtos importados. Os maiores défices comerciais verificaram-se nas transações de Combustíveis minerais, de produtos Químicos e Agrícolas, enquanto os maiores excedentes se registaram nas trocas de Minerais e minérios, Calçado e Pastas celulósicas e papel. 7 As transações de Combustíveis minerais continuaram a registar o maior saldo negativo, apesar da redução do défice face a 2013, em consequência da diminuição registada no Comércio Extra-UE.

10 Os Produtos eletrónicos - Telecomunicações mantiveram-se como os principais produtos de alta tecnologia transacionados com o exterior, com um peso de 47,4% nas exportações e de 36,0% nas importações deste tipo de produtos. Os produtos de alta tecnologia foram responsáveis por 26,1% do défice da balança comercial de bens (-1,2 p.p. relativamente a 2013). EXECUTIVE SUMMARY [ In 2014, exports of goods increased by 1.8% when compared with the previous year, totaling EUR 48,177.1 million, while imports of goods increased by 3.2% with a total of EUR 58,853.8 million. The deficit of the trade balance of goods increased by EUR million, to EUR -10,676.7 million. In Intra-EU trade exports increased by 2.7% and imports by 7.1%. For Euro-zone countries increases of, respectively, 1.8% and 6.6% were recorded. Despite the increases in trade with the Third Countries registered in recent years, in 2014 the weight of Extra- EU exports decreased by 0.6 p.p. vis-à-vis 2013 (29.1%). The deficit of the trade balance of goods increased in 2014, after the decreases registered during the last three years, due to the negative evolution of Intra-EU trade. Extra-EU trade balance of goods accounted for a more favorable evolution. In 2014 Spain, France and Germany remained as the main foreign clients of Portuguese goods, with France surpassing Germany as the 2 nd main client in comparison with These three countries were, together, responsible by 46.9% of total exports. The main suppliers of goods to Portugal also continued to be Spain, Germany and France, concentrating 51.9% of total imports in 2014 (+1.6 p.p. when compared with 2013). Spain remained as the main partner of Portugal and stood for 23.5% of Portuguese exports of goods and for 32.5% of imports. The highest deficits in trade of goods continued to occur with Spain, Germany and Italy, while the highest surpluses were recorded with Angola, France and the United States of America. Due to the sharp decrease in imports of Mineral fuels, the highest trade of goods surplus was registered with Angola. The highest deficit remained to be with Spain, due to the increase recorded vis-à-vis 2013, mainly because of the reduction in exports of Mineral fuels. The main groups of goods exported remained to be Machinery and mechanical appliances, Vehicles and other transport equipment and Mineral fuels. Both in exports and imports, Mineral fuels registered decreases. This nominal evolution was mostly due to the decreases of crude oil prices in the international markets and the planned general stop of the national refineries, for maintenance purposes, at the beginning of Mineral fuels and Machinery and mechanical appliances continued to be the main groups of imported goods. The highest trade deficits occurred in transactions of Mineral fuels, Chemical and Agricultural products and the highest surpluses in transactions of Mineral products, Footwear and Cellulose pulp and paper. 8 Mineral fuels recorded the highest deficit, despite the decrease registered in 2014 vis-à-vis 2013, mostly due to the evolution in Extra-EU trade. Electronics - Telecommunication remained to be the main traded high technology products, concentrating 47.4% of the total value of exports of this type of products and 36.0% of imports. High technology products were responsible for 26.1% of the deficit in trade balance of goods (-1.2 p.p. vis-àvis 2013). Estatísticas do Comércio Internacional 2014

11 Estatísticas do Comércio Internacional [ SINAIS CONVENCIONAIS, UNIDADES DE MEDIDA, SIGLAS E ABREVIATURAS [ SINAIS CONVENCIONAIS: Valor confidencial X Valor não disponível Ə Valor inferior a metade do módulo da unidade utilizada // Não aplicável Rc Valor retificado Rv Valor revisto Pe Valor preliminar Po Valor provisório Nota: Por razões de arredondamento, os totais podem não corresponder à soma das parcelas. UNIDADES DE MEDIDA: Nº Número absoluto % Percentagem ABREVIATURAS E ACRÓNIMOS: AT CI CIF CPA CGCE EM Eurostat Extra-UE FOB IAPI IES INE Intra-UE IVA IVNEI NC Autoridade Tributária e Aduaneira Comércio Internacional Custo, seguro e frete (Costs, Insurance and Freight) Classificação de Produtos por Atividades Classificação por Grandes Categorias Económicas Estado-Membro Serviço de Estatística da União Europeia Comércio com Países Terceiros (não pertencentes à União Europeia) Franco a bordo (Free on Board) Inquérito Anual à Produção Industrial Informação Empresarial Simplificada Instituto Nacional de Estatística, I.P. Comércio com os Estados-membros da União Europeia Imposto sobre o Valor Acrescentado Inquérito ao Volume de Negócios e Emprego na Indústria Nomenclatura Combinada NUTS Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos, versão 2013 PAT p.p. SIGINQ UE Produtos de Alta Tecnologia Pontos percentuais Sistema Global de Gestão de Inquéritos União Europeia Para simplificação da terminologia associada às estatísticas do Comércio Internacional é efetuada apenas a referência a importações e exportações, sendo contudo identificado o mercado respetivo (Intra-UE, Extra-UE). 9

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13 [ ANÁLISE DOS PRINCIPAIS RESULTADOS [ 11

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15 Análise dos Principais Resultados 1. RESULTADOS GLOBAIS 2014 Síntese As exportações de bens aumentaram 1,8%, o que corresponde a uma desaceleração face aos anos anteriores. Nas importações de bens registou-se uma aceleração relativamente ao aumento do ano anterior, essencialmente em resultado da evolução das importações provenientes da Zona Euro. O défice da balança comercial de bens aumentou, após três anos de diminuição, devido à evolução desfavorável verificada no Comércio Intra-UE. O peso dos países Intra-UE nas transações de Portugal com o exterior aumentou nas exportações e importações. Tal como se verificou desde 2011, registou-se em 2014 um saldo positivo nas transações comerciais de bens com os países da UE fora da Zona Euro. 1.1 COMÉRCIO INTERNACIONAL DE BENS EXPORTAÇÕES DE BENS Em 2014 as exportações de bens para os mercados externos atingiram ,1 milhões de euros, o que representa um aumento de 1,8% face a 2013 (+874,2 milhões de euros). Evidencia-se uma desaceleração relativamente aos crescimentos registados nos anos anteriores. Esta evolução deveu-se ao acréscimo verificado no Comércio Intra-UE (+892,9 milhões de euros, correspondente a uma taxa de variação de +2,7%), dado que as exportações para os Países Terceiros registaram uma ligeira redução (-18,6 milhões de euros, -0,1%). Figura 1.01 Comércio Internacional de bens Exportações Evolução anual, Milhões de euros Exportações Taxa de variação anual % ,7% 14,5% 7,4% 1,4% 17,6% 14,9% 5,6% 4,6% 1,8% 20% 0% ,4% -20% 0-40% IMPORTAÇÕES DE BENS As importações de bens totalizaram ,8 milhões de euros, correspondente a um acréscimo de 3,2% relativamente ao ano anterior (+1 841,0 milhões de euros). Esta variação representa uma aceleração em comparação com o crescimento de 1,1% registado em A evolução das importações de países Intra-UE (+2 917,9 milhões de euros, correspondente a uma taxa de variação de +7,1%) determinou o aumento registado na globalidade do Comércio Internacional em 2014, dado que no Comércio Extra-UE se verificou um decréscimo (-1 076,9 milhões de euros, -6,8%). 13

16 Figura 1.02 Comércio Internacional de bens Importações Evolução anual, Milhões de euros Importações Taxa de variação anual % ,3% 9,6% 6,5% 7,1% 14,1% 1,5% 1,1% 3,2% 20% 0% ,0% -5,3% -20% 0-40% SALDO DA BALANÇA COMERCIAL DE BENS O saldo das transações comerciais de bens com o exterior atingiu um défice de ,7 milhões de euros, aumentando 966,8 milhões de euros face a Esta evolução verificou-se após um período de três anos em que se registaram reduções do défice e resultou do aumento das importações ter sido superior ao acréscimo das exportações. A evolução do saldo global resultou do aumento do défice nas transações comerciais de bens com os países Intra-UE no valor de 2 025,0 milhões de euros, dado que o défice da balança comercial Extra-UE diminuiu 1 058,2 milhões de euros. Figura 1.03 Comércio Internacional de bens Saldo da balança comercial Evolução anual, Milhões de euros 1.2 COMÉRCIO INTRA-UE DE BENS Apesar da adesão à UE da Bulgária e Roménia em janeiro de 2007 e da Croácia em julho de 2013, tendo em conta o reduzido impacto das transações entre Portugal e estes países, para efeitos desta publicação os valores dessas transações foram considerados no Comércio Extra-UE nos períodos anteriores à sua adesão à UE. 14 EXPORTAÇÕES DE BENS As exportações de bens para os países Intra-UE totalizaram ,5 milhões de euros em 2014, o que representa um acréscimo de 2,7% relativamente ao ano anterior (+892,9 milhões de euros). Esta variação corresponde a uma desaceleração face à variação de 3,6% registada em Estatísticas do Comércio Internacional 2014

17 Análise dos Principais Resultados Figura 1.04 Comércio Intra UE de bens Exportações Evolução anual, Milhões de euros Exportações Intra-UE Taxa de variação anual % ,4% 6,4% 17,6% 13,4% 20% ,3% -2,1% 0,7% 3,6% 2,7% 0% ,3% -20% 0-40% Os países Intra-UE continuaram a dominar as transações de Portugal com o exterior mas, contrariamente à tendência de redução verificada nos últimos anos, o seu peso aumentou ligeiramente em 2014: 70,9% dos bens exportados tiveram como destino países Intra-UE (70,3% em 2013). Figura 1.05 Comércio Intra UE de bens Exportações Peso no Comércio Internacional, % 90% 80% 70% 80,0% 77,9% 77,1% 74,4% 75,4% 75,4% 74,4% 71,0% 70,3% 70,9% 60% 50% IMPORTAÇÕES DE BENS As importações de bens com proveniência dos países Intra-UE atingiram ,7 milhões de euros, correspondente a um acréscimo de 7,1% face a 2013 (+2 917,9 milhões de euros). Observa-se uma acentuada aceleração comparativamente com o ano anterior que registou um aumento de 1,9%. 15

18 Figura 1.06 Comércio Intra UE de bens Importações Evolução anual, Milhões de euros Importações Intra-UE Taxa de variação anual % ,3% 8,8% 6,1% 4,6% 11,0% 1,9% 7,1% 20% 0% ,5% -7,7% ,9% -20% 0-40% Em 2014, o Comércio Intra-UE concentrou 74,7% do valor total das importações (+2,7 p.p. face ao ano anterior). Figura 1.07 Comércio Intra UE de bens Importações Peso no Comércio Internacional, % 90% 80% 77,4% 76,9% 76,6% 74,8% 78,6% 76,4% 73,3% 71,5% 72,0% 74,7% 70% 60% 50% SALDO DA BALANÇA COMERCIAL DE BENS A balança comercial Intra-UE de bens atingiu um défice de 9 818,2 milhões de euros, o que representa um aumento de 2 025,0 milhões de euros relativamente ao ano anterior. Esta evolução, contrária à verificada nos três anos anteriores, deveu-se ao aumento das importações Intra-UE ter superado significativamente o acréscimo das exportações Intra-UE. O predomínio dos países Intra-UE nas transações de Portugal com o exterior também se evidencia pelo seu peso no saldo da balança comercial global. Em 2014 o peso das transações Intra-UE no défice global foi 92,0%, correspondente a um aumento de 11,7 p.p. face a Estatísticas do Comércio Internacional 2014

19 Análise dos Principais Resultados Figura 1.08 Comércio Intra UE de bens Saldo da balança comercial Evolução anual e peso no Comércio Internacional, Saldo da balança comercial Intra-UE Peso no Comércio Internacional % % % % ,4% 75,1% 75,6% 75,4% 80% Milhões de euros 83,8% 78,1% 70,5% 73,3% 80,3% 92,0% 100% 1.3 COMÉRCIO INTRA-UE DE BENS/ZONA EURO Para garantir a comparabilidade da série estatística foram considerados na Zona Euro os 18 Estados-membros que dela faziam parte em 2014, nomeadamente: Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Países Baixos, Portugal, Grécia, Eslovénia (adesão 2007), Chipre (adesão 2008), Malta (adesão 2008), Eslováquia (adesão 2009), Estónia (adesão 2011) e Letónia (adesão 2014). EXPORTAÇÕES DE BENS Em 2014 as exportações de bens para a Zona Euro atingiram ,9 milhões de euros, o que corresponde a um aumento de 1,8% face a 2013 (+514,1 milhões de euros), quando no ano anterior se tinha verificado um acréscimo de 3,4%. O crescimento das exportações para os países da Zona Euro foi o principal contributo para a evolução global do Comércio Intra-UE em As exportações para Estados-membros fora da Zona Euro aumentaram 378,7 milhões de euros em 2014 (+7,3%). Figura 1.09 Comércio Intra UE de bens/zona Euro Exportações Evolução anual, Milhões de euros Exportações Intra-UE/Zona Euro Taxa de variação anual % ,5% 12,9% 6,6% 17,5% 13,2% 3,4% 1,8% 20% 0% ,2% -0,4% ,4% -20% 0-40% Nos últimos anos, em termos gerais, observou-se uma tendência de redução do peso relativo dos países da Zona Euro como países de destino das exportações portuguesas. Em 2005, 68,5% dos bens nacionais exportados tinham como destino os países da Zona Euro, tendo o seu peso descido para 59,4% tanto em 2013 como em

20 Figura 1.10 Comércio Intra UE de bens/zona Euro Exportações Peso no Comércio Internacional, % 90% 80% 70% 68,5% 67,6% 67,1% 64,7% 64,7% 64,7% 63,7% 60% 60,1% 59,4% 59,4% 50% IMPORTAÇÕES DE BENS As importações de bens provenientes de países pertencentes à Zona Euro totalizaram ,2 milhões de euros, o que representa um acréscimo de 6,6% relativamente a 2013 (+2 446,7 milhões de euros). Este crescimento representa uma aceleração relativamente ao aumento de 2,2% verificado no ano anterior. O aumento global do Comércio Intra-UE deveu-se sobretudo à evolução das importações provenientes dos países da Zona Euro, dado que as importações de Estados-membros fora da Zona Euro aumentaram em menor dimensão (+471,1 milhões de euros, correspondente a uma taxa de variação de +12,5%). Figura 1.11 Comércio Intra UE de bens/zona Euro Importações Evolução anual, Milhões de euros Importações Intra-UE/Zona Euro Taxa de variação anual % ,9% 9,4% 6,4% 4,6% 10,0% 2,2% 6,6% 20% 0% ,4% -7,6% ,9% -20% 0-40% Ao contrário da tendência que se tem verificado nos últimos anos, de redução do peso relativo dos países da Zona Euro como fornecedores de bens a Portugal, em 2013 o seu peso já tinha aumentado para 65,4%. Em 2014 estes países reforçaram ainda mais o seu peso, tendo concentrado 67,5% do valor total das importações (+2,1 p.p. face a 2013). 18 Estatísticas do Comércio Internacional 2014

21 Análise dos Principais Resultados Figura 1.12 Comércio Intra UE de bens/zona Euro Importações Peso no Comércio Internacional, % 90% 80% 70% 69,8% 69,7% 69,7% 68,1% 71,6% 69,0% 66,3% 64,7% 65,4% 67,5% 60% 50% SALDO DA BALANÇA COMERCIAL DE BENS A balança comercial de bens com os países da Zona Euro atingiu um défice de ,2 milhões de euros, o que representa um aumento de 1 932,6 milhões de euros relativamente a Esta evolução deveu-se ao aumento das importações ter sido bastante superior ao acréscimo das exportações de bens para estes países. O aumento do défice global do Comércio Intra-UE resultou essencialmente do aumento do défice nas trocas comerciais de bens com os países da Zona Euro. De destacar ainda que na balança comercial de bens com os Estados-membros fora da Zona Euro se registam saldos positivos desde Em 2014 este saldo atingiu 1 313,1 milhões de euros, correspondente a uma redução de 92,4 milhões de euros face ao ano anterior. Figura 1.13 Comércio Intra UE de bens/zona Euro Saldo da balança comercial Evolução anual e peso no Comércio Internacional, Saldo da balança comercial Intra-UE/Zona Euro Peso no Comércio Internacional % % ,8% 73,4% 74,5% 73,4% 82,7% 76,6% 73,0% 83,6% 94,7% 104,3% 40% 60% 80% 100% 120% Milhões de euros 19

22 O saldo das transações com os países da Zona Euro atingiu um défice superior ao registado na globalidade do Comércio Internacional, dado que nas trocas comerciais de bens com os Estados-membros fora da Zona Euro se registou um excedente e a balança comercial Extra-UE apresentou um défice inferior a esse excedente. 1.4 COMÉRCIO EXTRA-UE DE BENS EXPORTAÇÕES DE BENS As exportações de bens para os países Extra-UE atingiram ,6 milhões de euros em 2014, pouco oscilaram face ao ano anterior (-0,1%, correspondendo a -18,6 milhões de euros), quando em 2013 se tinha verificado um acréscimo de 7,1%. Figura 1.14 Comércio Extra UE de bens Exportações Evolução anual, Milhões de euros Exportações Extra-UE Taxa de variação anual ,9% 40% ,9% 11,2% 13,4% 17,4% 19,6% 19,6% 7,1% -0,1% 20% 0% ,5% -20% 0-40% O peso relativo dos Países Terceiros nas exportações totais de Portugal, contrariamente à evolução dos anos anteriores, diminuiu em 2014 (29,1%, -0,6 p.p. face a 2013). Figura 1.15 Comércio Extra UE de bens Exportações Peso no Comércio Internacional, % 40% 30% 20% 20,0% 22,1% 22,9% 25,6% 24,6% 24,6% 25,6% 29,0% 29,7% 29,1% 10% 0% IMPORTAÇÕES DE BENS As importações de bens provenientes dos países Extra-UE atingiram ,1 milhões de euros, correspondendo a uma diminuição de 6,8% relativamente a 2013 (-1 076,9 milhões de euros). Esta evolução, divergente da verificada no Comércio Intra-UE, corresponde a um acentuar da tendência de decréscimo iniciada em Estatísticas do Comércio Internacional 2014

23 Análise dos Principais Resultados Figura 1.16 Comércio Extra UE de bens Importações Evolução anual, Milhões de euros Importações Extra-UE Taxa de variação anual ,9% 40% ,8% 12,3% 7,8% 15,3% 14,7% 20% ,3% 0% ,8% -6,8% -20% 0-32,0% -40% Tal como nas exportações de bens, em 2014 o peso relativo do Comércio Extra-UE nas importações de bens registou uma redução, em sentido contrário da tendência verificada nos últimos anos. Em 2014, 25,3% dos bens adquiridos ao exterior eram originários dos países Extra-UE, enquanto em 2013 essa proporção foi 28,0%. Figura 1.17 Comércio Extra UE de bens Importações Peso no Comércio Internacional, % 40% 30% 22,6% 23,1% 23,4% 25,2% 21,4% 23,6% 26,7% 28,5% 28,0% 25,3% 20% 10% 0% SALDO DA BALANÇA COMERCIAL DE BENS As transações comerciais de bens com os Países Terceiros atingiram um défice de 858,5 milhões de euros, correspondendo a uma diminuição de 1 058,2 milhões de euros face a Esta redução do défice resultou do decréscimo das importações Extra-UE, dado que as exportações Extra-UE registaram uma ligeira redução. O peso do défice da balança comercial de bens Extra-UE no défice comercial global diminuiu de 19,7% em 2013 para 8,0% em

24 Figura 1.18 Comércio Extra UE de bens Saldo da balança comercial Evolução anual e peso no Comércio Internacional, Saldo da balança comercial Extra-UE Peso no Comércio Internacional % ,6% 24,9% 24,4% 24,6% 16,2% 21,9% 29,5% 26,7% 19,7% 8,0% 20% 40% % % % Milhões de euros 22 Estatísticas do Comércio Internacional 2014

25 Análise dos Principais Resultados 2. PRINCIPAIS PAÍSES CLIENTES E FORNECEDORES EM 2014 Síntese Os principais clientes e fornecedores de bens a Portugal continuaram a ser Espanha, Alemanha e França, contudo a França superou a Alemanha como 2º principal mercado de destino. Espanha continuou a ser o país com maior peso nas transações comerciais de bens com o exterior: 23,5% nas exportações e 32,5% nas importações. O contributo mais significativo para o aumento global das exportações registou-se nas exportações para o Reino Unido. As importações provenientes da Alemanha foram as que mais aumentaram, em especial devido aos Veículos e outro material de transporte. O défice bilateral com Espanha registou um aumento, ao contrário da evolução registada nos últimos 3 anos. O 2º maior défice passou a registar-se nas transações comerciais de bens com a Alemanha, devido sobretudo ao aumento das importações de Veículos e outro material de transporte. Devido ao acentuado decréscimo das importações de Combustíveis minerais, o maior excedente comercial passou a registar-se nas trocas de bens com Angola. 2.1 EXPORTAÇÕES DE BENS Em 2014, Espanha, França e Alemanha permaneceram como os principais países de destino dos bens nacionais, tendo a França superado a Alemanha como 2º maior cliente externo. No seu conjunto, representaram 46,9% do valor total das exportações. As exportações de bens para Espanha aumentaram 1,5% relativamente ao ano anterior, sobretudo de Veículos e outro material de transporte, Vestuário e produtos Agrícolas. O país vizinho manteve a sua posição como principal mercado de destino dos bens nacionais, com um peso de 23,5%. França ascendeu a 2º maior cliente externo, com um peso de 11,7%. As exportações de bens para este mercado registaram um acréscimo de 2,5%, em resultado sobretudo da evolução das exportações de Metais comuns, Combustíveis minerais e Vestuário. A Alemanha passou a 3º principal país de destino das exportações portuguesas (peso de 11,7%), tendo as exportações para este país aumentado 2,2% face a 2013, fundamentalmente devido ao crescimento verificado nos produtos Químicos e Outros produtos. Nas exportações de bens para Angola registou-se um acréscimo de 2,0%, que se deveu em especial à evolução positiva registada nos produtos Agrícolas e Máquinas e aparelhos. Angola continuou a ser o 4º maior mercado de destino das exportações de bens nacionais (peso de 6,6%). O maior contributo para o aumento global das exportações portuguesas de bens registou-se nas exportações para o Reino Unido. O aumento de 12,1% verificado nas exportações para este país foi generalizado à quase totalidade dos grupos de produtos, mas com maior destaque nos Outros produtos (em especial Charutos, cigarrilhas e cigarros, de tabaco ou dos seus sucedâneos) e Veículos e outro material de transporte. O Reino Unido reforçou assim a sua posição como 5º maior cliente de Portugal (peso de 6,1%, +0,6 p.p. face a 2013). No conjunto dos restantes principais clientes externos (Estados Unidos da América, Países Baixos, Itália, Bélgica e China) salienta-se o crescimento registado nas exportações de bens para a China. As exportações para a China aumentaram 27,6%, essencialmente devido à evolução positiva registada nos Veículos e outro material de transporte, o que resultou na ascensão da China a 10º maior cliente externo (12º em 2013). De destacar ainda que, nos 10 principais mercados de destino, apenas nas exportações para a Bélgica se registou uma redução (-3,0%), devido essencialmente aos Outros produtos (nomeadamente Ouro, incluído o ouro platinado, em formas brutas ou semimanufacturadas ou em pós). 23

26 Figura 2.01 Comércio Internacional de bens Exportações Principais países de destino, 2014 Figura Ordenação Espanha 23,5% França 11,7% Bélgica 2,7% Itália 3,2% Angola 6,6% Países Baixos 4,0% Alemanha 11,7% Estados Unidos 4,4% China 1,7% Reino Unido 6,1% Nota: A dimensão dos globos representa o peso relativo de cada país no total das exportações de bens em IMPORTAÇÕES DE BENS Variação anual 2014/2013 (Milhões de euros) Os principais países fornecedores de bens a Portugal continuaram a ser Espanha, Alemanha e França, que conjuntamente representaram 51,9% das importações em 2014 (+1,6 p.p. face a 2013). Espanha permaneceu, claramente, como o maior fornecedor de bens a Portugal, com um peso de 32,5%. As importações do país vizinho aumentaram 4,0% face a 2013, traduzindo o acréscimo generalizado de quase todos os grupos de produtos, em especial dos Veículos e outro material de transporte e Máquinas e aparelhos. As importações provenientes da Alemanha aumentaram 12,1%, o maior acréscimo em valor na globalidade dos países. Este crescimento deveu-se a todos os grupos de produtos, excetuando apenas os Outros produtos, com as importações de Veículos e outro material de transporte a registarem o maior aumento. A Alemanha reforçou a sua posição como 2º principal país fornecedor de bens a Portugal (peso de 12,4%, +1,0 p.p. face a 2013). O 3º país fornecedor de bens a Portugal continuou a ser França, com um peso de 7,1%. As importações de França aumentaram 8,5%, principalmente devido à evolução verificada nos Veículos e outro material de transporte. Itália também permaneceu como 4º principal fornecedor de bens (peso de 5,2%), tendo as importações para este país aumentado 5,6%, reflexo dos acréscimos registados na quase totalidade dos grupos de produtos, sobretudo nas Máquinas e aparelhos. As importações de bens provenientes dos Países Baixos registaram um acréscimo de 5,5%, principalmente Veículos e outro material de transporte. Deste modo, este país Intra-UE continuou a ocupar a 5ª posição (peso de 5,1%). A importância dos Países Baixos deve-se, em larga medida, ao facto de operar como mercado de distribuição dos bens com origem/destino aos países Extra-UE (o designado efeito de Roterdão ). Apenas as importações de Angola diminuíram, entre os 10 principais mercados fornecedores de bens a Portugal. As importações originárias de Angola, contrariamente à tendência de aumento verificada nos últimos anos, diminuíram acentuadamente em 2014 (-39,0%), quase exclusivamente devido aos Combustíveis minerais. Angola passou assim de 6º para 7º maior fornecedor de bens a Portugal (peso de 2,7%, -1,9 p.p. face a 2013). 24 Estatísticas do Comércio Internacional 2014

27 Análise dos Principais Resultados Figura 2.02 Comércio Internacional de bens Importações Principais países fornecedores, 2014 Figura Ordenação Espanha 32,5% Angola 2,7% Itália 5,2% França 7,1% Países Baixos 5,1% Reino Unido 3,0% Alemanha 12,4% Estados Unidos 1,6% China 2,7% Bélgica 2,7% Nota: A dimensão dos globos representa o peso relativo de cada país no total das importações de bens em Variação anual 2014/2013 (Milhões de euros) 2.3 SALDO DA BALANÇA COMERCIAL DE BENS Os maiores défices verificaram-se nas transações com Espanha, Alemanha e Itália, enquanto os maiores excedentes registaram-se com Angola, França e Estados Unidos da América. O défice da balança comercial de bens com a Espanha permaneceu como o mais elevado. Em 2014, o défice bilateral registou um aumento de 566,0 milhões de euros face a 2013 (2º maior aumento do défice em valor na globalidade dos países), atingindo 7 782,9 milhões de euros. Esta evolução, contrária à registada nos últimos três anos, resultou principalmente da redução das exportações de Combustíveis minerais. O 2º maior défice passou a registar-se nas transações comerciais de bens com a Alemanha (saldo de ,0 milhões de euros), por troca com a Itália. O défice bilateral registou um acréscimo de 661,0 milhões de euros, correspondendo ao maior acréscimo em valor na globalidade dos países, que se deveu sobretudo ao aumento das importações de Veículos e outro material de transporte. As trocas de bens com a Itália passaram a representar o 3º maior saldo deficitário: 1 515,1 milhões de euros (-162,4 milhões de euros face a 2013). Em relação aos maiores saldos positivos, o mais significativo passou a registar-se nas trocas de bens com Angola, tendo atingido 1 569,0 milhões de euros. O saldo bilateral com Angola registou a evolução mais favorável para Portugal, devido ao acentuado decréscimo verificado nas importações de Combustíveis minerais (-39,0%). O excedente bilateral com França passou a ser o 2º mais elevado (1º em 2013). O saldo bilateral totalizou 1 476,1 milhões de euros, o que representa um decréscimo de 185,9 milhões de euros, refletindo sobretudo a evolução registada nas importações de Veículos e outro material de transporte. O saldo da balança comercial de bens com os Estados Unidos da América atingiu 1 190,5 milhões de euros, o que corresponde a um aumento de 35,4 milhões de euros face a

28 Figura 2.03 Comércio Internacional de bens Saldo da balança comercial Principais saldos por países parceiros, Angola França Estados Unidos Reino Unido Marrocos Cazaquistão Países Baixos Itália Alemanha Espanha Milhões de euros 26 Estatísticas do Comércio Internacional 2014

29 Análise dos Principais Resultados 3. PRINCIPAIS BENS TRANSACIONADOS EM 2014 Síntese As Máquinas e aparelhos, Veículos e outro material de transporte e Combustíveis minerais permaneceram como os principais grupos de produtos exportados. Tanto as exportações como as importações de Combustíveis minerais diminuíram. Esta evolução nominal refletiu a redução dos preços nos mercados internacionais e a paragem das refinarias nacionais no início de Os principais grupos de produtos importados continuaram a ser os Combustíveis minerais e as Máquinas e aparelhos. Os Veículos e outro material de transporte retomaram a posição de 3º maior grupo de produtos importados, posição que não se verificou em 2012 e Os maiores défices comerciais registaram-se nas transações de Combustíveis minerais, produtos Químicos e Agrícolas e os maiores excedentes nas trocas de Minerais e minérios, Calçado e Pastas celulósicas e papel. Os Produtos eletrónicos - Telecomunicações mantiveram-se como os principais produtos de alta tecnologia transacionados com o exterior, com um peso de 47,4% nas exportações e 36,0% nas importações. Os produtos de alta tecnologia foram responsáveis por mais de ¼ do défice da balança comercial de bens (-1,2 p.p. relativamente a 2013). 3.1 ANÁLISE POR GRUPOS DE PRODUTOS EXPORTAÇÕES DE BENS Em 2014 as Máquinas e aparelhos, Veículos e outro material de transporte e Combustíveis minerais continuaram a ser os principais grupos de produtos exportados. Estes grupos representaram no seu conjunto 33,9% do valor total das exportações de bens (-1,8 p.p. face a 2013). As Máquinas e aparelhos permaneceram como o principal grupo de produtos vendido ao exterior (peso de 14,5%), tendo registado um acréscimo de 0,4%, em resultado do crescimento do Comércio Intra-UE. As exportações de Veículos e outro material de transporte aumentaram 5,0%, reforçando assim a sua posição como 2º principal grupo de produtos exportado (peso de 10,9%, +0,3% face a 2013). Este acréscimo, que representa o 2º maior em valor na globalidade dos grupos de produtos, deveu-se tanto às exportações para os países Intra-UE como para os Países Terceiros e, em especial aos Automóveis de passageiros e outros veículos automóveis principalmente concebidos para transporte de pessoas, etc.. Embora permanecendo como o 3º grupo de produtos exportado (peso de 8,5%, -1,9 p.p. face a 2013), os Combustíveis minerais diminuíram 16,8% face a Esta redução, a maior em valor na globalidade dos grupos de produtos, resultou principalmente da evolução do Comércio Extra-UE, sobretudo dos Óleos de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos) etc.. Esta evolução negativa representa uma inversão face à tendência de aumento significativo observada nos últimos anos, para a qual contribuíram as paragens para manutenção das refinarias nacionais nos meses de março e abril de A evolução nominal destas exportações é também influenciada pela evolução dos preços nos mercados internacionais, em especial da cotação do petróleo bruto (brent), cuja cotação média anual em euros diminuiu 9,1% em Em 2014 as exportações de Metais comuns registaram um aumento de 5,0%, devido às exportações para os países Intra-UE. Deste modo, os Metais comuns permaneceram como 4º principal grupo de produtos exportado (peso de 8,0%). Os Plásticos e borrachas mantiveram, de igual modo, a sua posição como 5º maior grupo de produtos exportado (peso de 7,2%). As exportações deste tipo de bens aumentaram 5,0%, essencialmente para os países Intra-UE. Os produtos Agrícolas foram o grupo de produtos que mais contribuiu para o aumento global das exportações, tendo atingido uma variação de 11,3%. Em 2014 evidenciou-se uma evolução positiva generalizada a quase todos os grupos de produtos, em que apenas os Combustíveis minerais, produtos Químicos e Pastas celulósicas e papel registaram reduções. 27

30 Figura 3.01 Comércio Internacional de bens Exportações Principais grupos de produtos, 2014 Ordenação Máquinas e aparelhos 14,5% Veículos e outro material de transporte 10,9% Combustíveis minerais 8,5% Plásticos e borrachas 7,2% Químicos 5,4% Metais comuns 8,0% Agrícolas 6,0% Alimentares 5,3% Outros produtos 5,7% Vestuário 5,8% Variação anual 2014/2013 (Milhões de euros) Nota: A dimensão dos globos representa o peso relativo de cada grupo de produtos no total das exportações de bens em IMPORTAÇÕES DE BENS Os Combustíveis minerais e as Máquinas e aparelhos continuaram a ser os principais grupos de produtos importados, mas os Veículos e outro material de transporte ascenderam à 3ª posição (5ª em 2013). No seu conjunto, estes grupos de produtos representaram 43,1% do total das importações de bens em 2014 (-0,1 p.p. face a 2013). As importações de Combustíveis minerais diminuíram 8,4% em relação ao ano anterior, tendo contudo permanecido como principal grupo de produtos importado, com um peso de 17,4% (-2,2 p.p. face a 2013). Este decréscimo, o maior em valor na globalidade dos grupos de produtos, deveu-se à diminuição verificada no comércio com os Países Terceiros e em especial às importações de Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos. Tal como já referido, a evolução dos preços deste tipo de bens nos mercados internacionais e a paragem das refinarias nacionais para manutenção no início de 2014, contribuíram para esta diminuição. Os Países Terceiros continuaram a ser os principais fornecedores de Combustíveis minerais (peso de 72,5%) e somente neste grupo de produtos detinham um peso superior ao dos países Intra-UE. As Máquinas e aparelhos mantiveram-se como 2º principal grupo de produtos importado, correspondendo a 15,2% do valor total das importações de bens (+0,5 p.p. face a 2013). Em 2014, as importações deste grupo de produtos aumentaram 6,4%, principalmente devido à evolução verificada no Comércio Intra-UE. As importações de Veículos e outro material de transporte registaram o maior aumento em valor (+22,3%). Para este crescimento contribuiu sobretudo a evolução do Comércio Intra-UE, e em especial a aquisição de Automóveis de passageiros e outros veículos automóveis principalmente concebidos para transporte de pessoas, etc., pelo que este tipo de bens ascendeu de 5º em 2013 para 3º principal grupo de produtos importado (peso de 10,5%, +1,6% face a 2013), superando os produtos Agrícolas e Químicos. Os Veículos e outro material de transporte retomaram, desta forma, a posição que tradicionalmente detinham, mas que não se verificou em 2012 e Em sentido contrário, as importações de produtos Agrícolas diminuíram 1,3% face ao ano anterior, em resultado da redução verificada no Comércio Extra-UE. Em 2014, os produtos Agrícolas foram o 4º maior grupo de produtos importado, com um peso de 10,5% (-0,5% face a 2013). Apesar das importações de produtos Químicos terem aumentado 3,8%, devido ao Comércio Intra-UE, este tipo de bens passou de 4º para 5º principal grupo de produtos importado em 2014 (peso de 10,4%). 28 De destacar ainda que apenas os Combustíveis minerais, os produtos Agrícolas e os produtos Alimentares registaram diminuições face ao ano anterior. Estatísticas do Comércio Internacional 2014

31 Análise dos Principais Resultados Figura 3.02 Comércio Internacional de bens Importações Principais grupos de produtos, 2014 Ordenação Máquinas e aparelhos 15,2% Veículos e outro Agrícolas 10,5% Químicos 10,4% material de transporte 10,5% Combustíveis minerais 17,4% Metais comuns 7,6% Alimentares 4,2% Matérias têxteis 3,1% Plásticos e borrachas 5,9% Vestuário 3,1% Variação anual 2014/2013 (Milhões de euros) Nota: A dimensão dos globos representa o peso relativo de cada grupo de produtos no total das importações de bens em SALDO DA BALANÇA COMERCIAL DE BENS Os maiores défices comerciais verificaram-se nas transações de Combustíveis minerais, de produtos Químicos e Agrícolas, enquanto os maiores excedentes se registaram nas trocas de Minerais e minérios, Calçado e Pastas celulósicas e papel. As transações de Combustíveis minerais continuaram a registar o maior saldo negativo: ,2 milhões de euros. No entanto, em 2014 verificou-se uma redução deste défice em 109,1 milhões de euros, em consequência da evolução registada no Comércio Extra-UE. Em sentido contrário, nas transações de produtos Químicos o défice aumentou 274,1 milhões de euros, tendo atingido um saldo de ,0 milhões de euros. Desta forma, os produtos Químicos registaram o 2º maior saldo deficitário, devido à evolução registada no Comércio Intra-UE, superando os produtos Agrícolas. Nas trocas de produtos Agrícolas verificou-se uma evolução favorável a Portugal, com uma redução do défice em 377,3 milhões de euros, atingindo um saldo de ,7 milhões de euros (3º maior défice comercial). Em relação aos maiores saldos positivos, o excedente comercial mais elevado continuou a verificar-se nos Minerais e minérios, totalizando 1 605,4 milhões de euros. O 2º e 3º maiores saldos positivos mantiveram-se, de igual modo, nas transações de Calçado e Pastas celulósicas e papel em termos respetivos: 1 273,5 milhões de euros e 1 103,6 milhões de euros. 29

32 Figura 3.03 Comércio Internacional de bens Saldo da balança comercial Principais saldos por grupos de produtos, Minerais e minérios Calçado Pastas celulósicas e papel Outros produtos Vestuário Veículos e outro material de transporte Máquinas e aparelhos Agrícolas Químicos Combustíveis minerais Milhões de euros Figura 3.04 Comércio Internacional de bens Saldo da balança comercial Principais variações anuais dos saldos por grupos de produtos, Agrícolas Alimentares Combustíveis minerais Calçado Ótica e precisão Pastas celulósicas e papel Peles e couros Químicos Máquinas e aparelhos Veículos e outro material de transporte Milhões de euros 30 Estatísticas do Comércio Internacional 2014

33 Análise dos Principais Resultados 3.2 ANÁLISE POR GRANDES CATEGORIAS ECONÓMICAS (CGCE) 1 EXPORTAÇÕES DE BENS Numa análise por grandes categorias económicas (CGCE), em 2014 evidenciaram-se as exportações de Fornecimentos industriais, com um peso de 33,6%, a que se seguiram os Bens de consumo (peso de 20,0%, +1,4 p.p. face a 2013) e o Material de transporte (peso de 14,6%). No seu conjunto, representaram 68,2% do valor total das exportações de bens (+1,2 p.p. face a 2013). Figura 3.05 Comércio Internacional de bens Exportações Por CGCE, 2014 Combustíveis e lubrificantes 8,0% Material de transporte 14,6% Outros bens 0,1% Ordenação Fornecimentos industriais 33,6% Prod. alimentares e bebidas 10,7% Máquinas e outros bens de capital 13,0% Bens de consumo 20,0% Nota: A dimensão dos globos representa o peso relativo de cada CGCE no total das exportações de bens em Variação anual 2014/2013 (Milhões de euros) Os Fornecimentos industriais mantiveram-se como a principal categoria económica exportada, tendo registado um aumento de 1,6%. Esta evolução resultou do aumento da subcategoria dos Produtos transformados (+300,6 milhões de euros), dado que os Produtos primários diminuíram 46,7 milhões de euros. Os países Intra-UE foram os principais mercados de destino deste tipo de bens. As exportações de Bens de consumo, que permaneceram como a 2ª principal categoria exportada, aumentaram 9,2% face ao ano anterior. Esta evolução deveu-se aos aumentos verificados nas suas três subcategorias, mas sobretudo nos Bens de consumo semi-duradouros. A categoria Material de transporte manteve-se como a 3ª principal categoria económica exportada, com um acréscimo de 1,5%, devido principalmente à evolução do Comércio Extra-UE. O maior contributo para esta evolução proveio das exportações de Automóveis para transporte de passageiros para Países Terceiros, dado que no Comércio Intra-UE se registou uma ligeira redução nesta subcategoria. IMPORTAÇÕES DE BENS A distribuição por grandes categorias económicas foi mais equilibrada nas importações que nas exportações. Os Fornecimentos industriais detinham um peso de 28,5% (+0,1 face a 2013), os Combustíveis e lubrificantes de 17,1% (-2,1 p.p.) e os Bens de consumo de 14,6% (+0,5 p.p.). Estas categorias, conjuntamente, representaram 60,2% do valor total das importações de bens em 2014 (-1,5 p.p. face a 2013). 1 Na análise foram usadas designações CGCE simplificadas, nomeadamente: - Prod. alimentares e bebidas: Produtos alimentares e bebidas ; - Fornecimentos industriais: Fornecimentos industriais não especificados noutra categoria ; - Máquinas e outros bens de capital: Máquinas, outros bens de capital (exceto o material de transporte) e seus acessórios ; - Material de transporte: Material de transporte e acessórios ; - Bens de consumo: Bens de consumo não especificados noutra categoria ; - Outros bens: Bens não especificados noutra categoria. 31

34 Figura 3.06 Comércio Internacional de bens Importações Por CGCE, 2014 Ordenação Fornecimentos industriais 28,5% Combustíveis e lubrificantes 17,1% Bens de consumo 14,6% Prod. alimentares e bebidas 13,1% Outros bens 0,0% Máquinas e outros bens de capital 14,3% Material de transporte 12,4% Nota: A dimensão dos globos representa o peso relativo de cada CGCE no total das importações de bens em Os Fornecimentos industriais mantiveram-se como a principal categoria económica importada, tendo estabilizado (+0,1%). Os países Intra-UE foram os principais fornecedores deste tipo de bens. Os Combustíveis e lubrificantes conservaram a 2ª posição, apesar de se ter verificado um decréscimo de 2,1% nas suas importações face a É de realçar que nesta categoria 73,4% do valor dos bens adquiridos teve origem nos Países Terceiros. Tanto na subcategoria dos Produtos primários como na dos Produtos transformados, as importações originárias dos países Extra-UE diminuíram, enquanto no Comércio Intra-UE se verificaram aumentos. Os Bens de consumo mantiveram-se como 3ª principal categoria económica importada. Em 2014, as importações deste tipo de bens aumentaram 0,5% face a 2013, reflexo da evolução verificada em todas as subcategorias e em ambos os tipos de comércio. O Comércio Intra-UE concentrava 88,4% do valor total desta categoria. SALDO DA BALANÇA COMERCIAL DE BENS Variação anual 2014/2013 (Milhões de euros) O saldo da balança comercial por grandes categorias económicas revela que apenas as categorias Bens de consumo e Outros bens não apresentaram um comportamento deficitário em Figura 3.07 Comércio Internacional de bens Saldo da balança comercial Por CGCE, Prod. alimentares e bebidas Fornecimentos industriais Combustíveis e lubrificantes Máquinas e outros bens de capital Material de transporte Bens de consumo Outros bens Milhões de euros Estatísticas do Comércio Internacional 2014

35 Análise dos Principais Resultados A categoria dos Combustíveis e lubrificantes foi a que apresentou o maior défice comercial: ,5 milhões de euros. Em 2014, o défice desta categoria aumentou 30,4 milhões de euros face a 2013, em resultado da redução do excedente na subcategoria dos Produtos transformados, dado que nos Produtos primários se verificou uma diminuição do défice. O saldo dos Produtos alimentares e bebidas registou uma redução de 457,0 milhões de euros, tendo atingido um défice de 2 543,5 milhões de euros. Para esta evolução contribuíram tanto os produtos primários como os transformados. As Máquinas e outros bens de capital atingiram um défice de 2 165,0 milhões de euros, correspondente a um aumento de 204,1 milhões de euros, tendo ambas as subcategorias (Máquinas e outros bens de capital, exceto material de transporte e Partes e peças separadas e acessórios) contribuído para essa evolução. O défice nas transações de Fornecimentos industriais aumentou 320,4 milhões de euros relativamente ao ano anterior, totalizando 585,4 milhões de euros. Para essa evolução contribuiu a subcategoria dos Produtos transformados, que em 2013 apresentou um excedente de 154,2 milhões de euros e, em 2014, um défice de 174,4 milhões de euros. De destacar ainda a evolução desfavorável a Portugal do saldo da categoria Material de transporte. Em 2013, o saldo das transações desta categoria representava um excedente de 876,8 milhões de euros, no entanto em 2014 apresentou um défice (saldo de -263,3 milhões de euros), o que reflete o aumento das importações (+1,8%) e a diminuição das exportações (-0,1%). O maior contributo para esta evolução proveio da subcategoria dos Automóveis para transporte de passageiros, que passou a apresentar um défice 616,4 milhões de euros (excedente de 18,6 milhões de euros em 2013). O saldo comercial registado nos Bens de consumo apresentou um aumento de 235,4 milhões de euros, tendo atingido um excedente de 1 056,5 milhões de euros. A subcategoria dos Bens de consumo semi-duradouros aumentou o seu excedente (saldo de 1 911,1 milhões de euros) e a subcategoria Bens de consumo não duradouros apresentou uma redução no saldo deficitário (défice de 759,0 milhões de euros). 3.3 ANÁLISE POR PRODUTOS DE ALTA TECNOLOGIA (PAT) EXPORTAÇÕES DE BENS Em 2014 as exportações de produtos de alta tecnologia (PAT) atingiram 1 737,6 milhões de euros, ou seja, 3,6% das exportações totais de bens (+0,2 p.p. face a 2013). Os Produtos eletrónicos - Telecomunicações e as Máquinas elétricas mantiveram-se como os principais PAT exportados para os mercados externos, mas os Produtos farmacêuticos ascenderam a 3º principal (4º em 2013), tendo superado os Instrumentos científicos. No seu conjunto os 3 agrupamentos, representaram 66,8% do valor total das exportações de PAT em 2014 (-0,8 p.p. face a 2013). Figura 3.08 Comércio Internacional de bens Exportações Principais produtos de alta tecnologia, Milhões de euros Prod. eletrónicos - Telecomunicações Outros Máquinas elétricas Instrumentos científicos Prod. farmacêuticos 33

36 Os Produtos eletrónicos - Telecomunicações mantiveram-se como os principais produtos de alta tecnologia exportados, concentrando 47,4% do valor total das exportações de PAT (-0,7 p.p. face a 2013). As exportações destes produtos aumentaram 6,3% relativamente a 2013, em resultado da evolução positiva registada tanto no Comércio Intra-UE (+6,2%) como no Comércio Extra-UE (+6,5%). Os países Intra-UE voltaram a ser os principais mercados de destino destes produtos (peso de 68,9%). As exportações de Máquinas elétricas diminuíram 4,7% face ao ano anterior, no entanto permaneceram na 2ª posição em 2014 (peso de 10,2% nos PAT, -1,4 p.p. face a 2013). Neste agrupamento, o Comércio Intra-UE foi preponderante, tendo atingido um peso de 78,0%. Em ambos os comércios se registaram diminuições: -3,4% no Comércio Intra-UE e -8,9% no Extra-UE. Os Produtos farmacêuticos ascenderam à 3ª posição em 2014 (peso de 9,2% nos PAT), traduzindo o aumento de 25,8% face ao ano anterior. Para esta evolução contribuíram ambos os tipos de comércio: +29,4% no Comércio Extra-UE e +18,9% no Comércio Intra-UE. Os Países Terceiros foram preponderantes como mercados de destino deste tipo de bens, com um peso de 67,6%. Os Instrumentos científicos passaram a 4º principal produto de alta tecnologia exportado (peso de 9,0% nos PAT), tendo registado um aumento de 15,8% face a Ambos os tipos de comércio apresentaram aumentos (+20,2% no Comércio Intra-UE e +11,6% no Extra-UE), sendo que nestes produtos se verificou um equilíbrio na distribuição por mercados. Figura 3.09 Comércio Internacional de bens Exportações Distribuição dos principais produtos de alta tecnologia, 2014 Outros 24,2% Instrumentos científicos 9,0% Prod. eletrónicos - Telecomunicações 47,4% Prod. farmacêuticos 9,2% Máquinas elétricas 10,2% IMPORTAÇÕES DE BENS Em 2014 foram adquiridos ao exterior 4 526,5 milhões de euros de produtos de alta tecnologia, que representaram 7,7% do valor total das importações (+0,2 p.p. face a 2013). Os principais agrupamentos de PAT importados por Portugal continuaram a ser os Produtos eletrónicos - Telecomunicações, Computadores - Equipamento de escritório e Produtos farmacêuticos, que, no seu conjunto, concentraram 64,6% do valor total das importações de PAT em 2014 (-0,8 p.p. face a 2013). 34 Estatísticas do Comércio Internacional 2014

37 Análise dos Principais Resultados Figura 3.10 Comércio Internacional de bens Importações Principais produtos de alta tecnologia, 2014 Milhões de euros Prod. eletrónicos - Telecomunicações Outros Computadores - Equip. escritório Instrumentos científicos Prod. farmacêuticos Os Produtos eletrónicos - Telecomunicações permaneceram como os principais PAT importados (peso de 36,0% no valor total dos PAT, -1,0 p.p. face a 2013). Registaram-se acréscimos em ambos os tipos de comércio (+1,4% no Comércio Intra-UE e +10,4% no Extra-UE), pelo que as importações globais deste tipo de PAT aumentaram 3,4%. Os países Intra-UE foram preponderantes como fornecedores deste tipo de bens a Portugal (peso de 76,8%). Os Computadores - Equipamento de escritório mantiveram a 2ª posição como principais PAT importados (peso de 17,0% nos PAT), tendo apresentado um ligeiro acréscimo de 0,6% face ao ano anterior. Este crescimento reflete o acréscimo de 1,1% no Comércio Intra-UE, que mais que compensou a diminuição de 4,7% no Comércio Extra-UE. Os países Intra-UE continuaram a ser preponderantes: 91,6% face a 8,4% nos Países Terceiros. As importações de Produtos farmacêuticos aumentaram 12,0%, mantendo-se como 3º principal PAT importado (peso de 11,6% nos PAT). A evolução reflete o acréscimo de 21,0% no Comércio Intra-UE, que mais que compensou a diminuição de 0,1% verificada no Comércio Extra-UE. Os países Intra-UE continuaram a dominar as importações deste tipo de bens: 88,3% dos Produtos farmacêuticos importados tiveram como proveniência países Intra-UE. Os Instrumentos científicos atingiram um peso de 9,8% no valor total dos PAT importados, tendo mantido a posição relativamente a 2013 (4ª posição). Este agrupamento registou também um acréscimo de 5,2%, para o qual contribuíram ambos os comércios (+4,3% no Comércio Intra-UE e +10,1% no Extra-UE). Os países da UE mantiveram-se claramente como a principal proveniência destes produtos, com um peso de 85,0%. Figura 3.11 Comércio Internacional de bens Importações Distribuição dos principais produtos de alta tecnologia, 2014 Outros 25,5% Prod. eletrónicos - Telecomunicações 36,0% Instrumentos científicos 9,8% Prod. farmacêuticos 11,6% Computadores - Equip. escritório 17,0% 35

38 SALDO DA BALANÇA COMERCIAL DE BENS No que respeita à balança comercial dos produtos de alta tecnologia, em 2014 o saldo atingiu um défice de 2 788,9 milhões de euros, correspondente a um aumento do défice em 135,8 milhões de euros face a Estes produtos representaram 26,1% do saldo total do Comércio Internacional (-1,2 p.p. face a 2013). Figura 3.12 Comércio Internacional de bens Saldo da balança comercial Transações de produtos de alta tecnologia, Aeroespacial Armamento Computadores- Equip. escritório Instrumentos científicos Máquinas elétricas Máquinas não elétricas Prod. eletrónicos - Telecomunicações Prod. farmacêuticos Prod. químicos Milhões de euros Todos os agrupamentos de PAT apresentaram défices em 2014, exceto o Armamento. Os PAT que mais contribuíram para o défice da balança comercial foram os Produtos eletrónicos - Telecomunicações, que totalizaram um défice de 807,2 milhões de euros, o que representa um aumento de 4,0 milhões de euros face ao ano anterior. Seguiram-se os Computadores - Equipamento de escritório com um défice de 660,6 milhões de euros, correspondente a um acréscimo de 7,0 milhões de euros. O défice registado nos Produtos farmacêuticos também aumentou, na ordem dos 47,6 milhões de euros, tendo atingido -365,9 milhões de euros (3º maior défice). As transações de bens do agrupamento Aerospacial ascenderam ao 4º maior saldo negativo (défice de 342,5 milhões de euros), tendo registado um acréscimo do défice de 89,2 milhões de euros. No conjunto, estes quatro agrupamentos de PAT atingiram 78,0% do valor total do défice comercial dos produtos de alta tecnologia em 2014 (+1,6 p.p. face a 2013). 36 Estatísticas do Comércio Internacional 2014

39 Análise dos Principais Resultados 4. DADOS REGIONAIS (NUTS II) Síntese As empresas sediadas nas regiões Norte e Área Metropolitana de Lisboa foram responsáveis, em conjunto, por 70,0% das exportações de bens. A Área Metropolitana de Lisboa apresentou uma preponderância clara nas importações de bens. Em todas as regiões o peso do Comércio Intra-UE foi superior ao do Comércio Extra-UE, em ambos os fluxos, excetuando apenas nas exportações provenientes de empresas sediadas na região da Madeira. A Área Metropolitana de Lisboa foi a que mais contribuiu para o défice global da balança comercial de bens. Em oposição, a região Norte apresentou o maior excedente. Espanha foi o principal país de destino em todas as regiões portuguesas, exceto na região da Madeira, e o maior fornecedor de bens a todas as regiões. As Máquinas e aparelhos foram o principal grupo de produtos exportado em termos do total nacional, mas a nível regional apenas predominaram nas regiões Norte e Centro. Em termos nacionais o principal grupo de produtos importado foram os Combustíveis minerais, mas a nível regional apenas predominaram na Área Metropolitana de Lisboa. 4.1 RESULTADOS GLOBAIS EXPORTAÇÕES DE BENS As regiões Norte e Área Metropolitana de Lisboa dominaram as transações de bens com o exterior, tendo as empresas aí sediadas sido responsáveis conjuntamente por 70,6% das exportações em 2013 e por 70,0% em As regiões dos Açores e da Área Metropolitana de Lisboa foram as únicas que registaram decréscimos nas exportações de bens face ao ano anterior. Em termos absolutos, a Área Metropolitana de Lisboa apresentou a maior redução (-685,7 milhões de euros, correspondente a uma taxa de variação de -4,2%) e a região Norte o maior acréscimo (+1 037,7 milhões de euros, +6,0%). Deste modo, o peso do valor exportado pelas empresas sediadas na região Norte no total nacional aumentou para 37,9% (+1,5 p.p. face a 2013), enquanto o peso da Área Metropolitana de Lisboa diminuiu para 32,1% (-2,0 p.p.). As empresas sediadas nas regiões Centro e Alentejo foram responsáveis por 19,2% e 6,0%, respetivamente, do total das exportações de bens. As regiões da Madeira, Algarve e Açores no seu conjunto concentraram 0,8% das exportações totais de bens. Em todas as regiões do Continente o peso do Comércio Intra-UE foi superior ao do Comércio Extra-UE, mais notório nas regiões Norte e Alentejo, onde 77,6% e 77,1%, respetivamente, das transações foram efetuadas com a UE e menos preponderante na Área Metropolitana de Lisboa, com 60,2% de transações Intra-UE. Nas Regiões Autónomas verifica-se que nos Açores o peso do Comércio Intra-UE foi superior (61,6%), mas na Madeira foi o Comércio Extra-UE que apresentou uma maior preponderância (79,6%). 1 A distribuição regional do comércio internacional de bens tem por base a sede dos operadores, e não a região onde a transação física dos bens ocorreu. 37

40 Figura 4.01 Comércio Internacional de bens Exportações Peso por regiões NUTS II, 2014 Figura 4.02 Comércio Internacional de bens Exportações Variação anual por regiões NUTS II, 2014 IMPORTAÇÕES DE BENS Enquanto nas exportações de bens as empresas com sede na região Norte eram preponderantes, nas importações de bens foi a Área Metropolitana de Lisboa que dominou claramente, tendo sido responsável por 55,7% das importações em 2013 e 54,3% em Seguiram-se as regiões Norte, Centro e Alentejo, cujas empresas aí sediadas concentraram 21,8%, 12,5% e 3,8%, respetivamente, das importações de bens. As restantes regiões do país foram, no seu conjunto, responsáveis por 0,8% das importações de bens (-0,1 p.p. face a 2013). As regiões dos Açores e do Algarve foram as únicas que registaram decréscimos nas importações de bens em 2014, face ao ano anterior. Em termos absolutos, foi a região dos Açores que apresentou a maior redução (- 58,9 milhões de euros, correspondente a uma taxa de variação de -30,8%) e a região Norte o maior aumento (+679,9 milhões de euros, +5,6%). Em todas as regiões o peso do Comércio Intra-UE foi superior ao do Comércio Extra-UE, com maior evidência no Algarve (91,2%). Na Área Metropolitana de Lisboa verificou-se um maior equilíbrio, com 66,7% de transações efetuadas com a UE. 38 Estatísticas do Comércio Internacional 2014

41 Análise dos Principais Resultados Figura 4.03 Comércio Internacional de bens Importações Peso por regiões NUTS II, 2014 Figura 4.04 Comércio Internacional de bens Importações Variação anual por regiões NUTS II, 2014 SALDO DA BALANÇA COMERCIAL DE BENS Verificou-se um comportamento diferenciado das várias regiões em termos de saldo da balança comercial de bens, apesar de se manterem as tendências dos anos anteriores. A Área Metropolitana de Lisboa foi a que mais contribuiu para o défice global da balança comercial (saldo de ,6 milhões de euros), em resultado do seu elevado peso no total nacional, tendo-se registado em 2014 um aumento do défice. As transações com os países Intra-UE contribuíram de forma mais intensa para o défice global desta região (peso de 72,8% na região). O elevado peso desta região reflete, em grande medida, o facto de estarem aí sediadas as empresas que transacionam Combustíveis e lubrificantes, dado que, excluindo este grupo de produtos, o défice da Área Metropolitana de Lisboa seria de ,1 milhões de euros. Tal como a Área Metropolitana de Lisboa, o Algarve e os Açores também apresentaram saldos negativos, tendo-se no entanto registado reduções face a 2013 em ambas as regiões. Nestas regiões apenas o Comércio Intra-UE foi responsável pelo défice registado, dado que as transações com os países Extra-UE apresentaram saldos positivos. Em oposição, a região Norte apresentou um excedente de 5 417,4 milhões de euros (+357,8 milhões de euros face a 2013). Este aumento deveu-se principalmente ao Comércio Intra-UE, que detinha um peso de 63,5% no saldo da balança comercial dessa região. 39

42 Figura 4.05 Comércio Internacional de bens Saldo da balança comercial Valor por regiões NUTS II, 2014 Figura 4.06 Comércio Internacional de bens Saldo da balança comercial Variação anual por regiões NUTS II, PRINCIPAIS PAÍSES CLIENTES E FORNECEDORES EXPORTAÇÕES DE BENS Em 2014 as exportações de bens aumentaram 1,8% face ao ano anterior e tiveram Espanha como principal mercado de destino. O país vizinho foi também o principal país cliente das empresas exportadoras em quase todas as regiões, exceto na região da Madeira, onde essa posição foi ocupada por Angola. Em termos nacionais, os cinco principais mercados de destino foram Espanha, França, Alemanha, Angola e Reino Unido. As regiões Norte e Centro foram as que mais refletiram os resultados nacionais, tendo Espanha, França e Alemanha como principais clientes externos. Angola foi o 3º principal país de destino das exportações de bens das empresas sediadas na Área Metropolitana de Lisboa, apesar da diminuição registada face a 2013 (-1,8%). Esta evolução resultou fundamentalmente da redução das exportações de Combustíveis minerais, dado que é nesta região que se encontra sediada a maior empresa nacional de refinação de produtos petrolíferos. Nesta região os dois principais países de destino das exportações foram Espanha e Alemanha. Na região do Alentejo, Espanha e Alemanha mantiveram-se como os principais mercados de destino, tendo França superado os Países Baixos e ascendido à 3ª posição. As exportações efetuadas por empresas com sede no Algarve apresentaram Espanha, Angola e os Países Baixos como principais clientes externos. 40 Os principais países de destino dos bens exportados pelas empresas sediadas na região dos Açores foram Espanha, Itália e Angola, tendo os dois últimos países invertido a sua posição comparativamente a Na região da Madeira, os principais mercados de destino dos bens exportados pelas empresas aí sediadas foram Angola, Espanha e Moçambique (mantendo as posições face ao ano anterior). Estatísticas do Comércio Internacional 2014

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