Aplicação do sistema de controlo EIB numa unidade hoteleira

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1 Aplicação do sistema controlo EIB numa unida hoteleira Realizado por: Rui Pedro Magalhães Paiva Sousa Soares Nº Aluno: Ano: 2003/ Pági web :

2 ÍNDICE GERAL 1.Introdução 5 2.Apresentação da empresa Agracimentos Sistema EIB8 4.1Introdução Associação EIBA Vantagens Diferenças entre uma Instalação Convenciol e uma Instalação EIB Topologia do Sistema EIB A linha Comprimento dos Cabos Área O Sistema Completo Equipamento do Sistema EIB Cabo Bus Barra dados para Calha DIN Fonte Alimentação Filtro Ligador Acoplador Acoplador Bus Controlador do Acoplador Bus Módulo Transmissão do Acoplador Bus Exemplo quadro Tipo com EIB Dispositivos do Sistema EIB O Programa ETS (EIB Tool Software) Funciomento do Sistema Enreço Físico Enreço Grupo Atribuição dos Enreços Físicos Atribuição da Função do Dispositivo Funções com o Sistema EIB Controlo Ilumição Controlo persias/estores e toldos Controlo sistemas climatização Gestão Energia Segurança Visualização/Monitorização/Silização Nú mer o

3 4.8.7Integração funções Comunicação com outros Sistemas Aplicação do sistema EIB numa unida hoteleira Constituição da unida hoteleira Aplicação do Sistema EIB Introdução do EIB nos quadros eléctricos Elaboração da re comandos EIB Elaboração do Diagrama da Re comandos EIB Comando e regulação Ilumição Comando e regulação estores Alarmes técnicos: inundação; gás Comando e regulação do aquecimento Simulação presença Gestão e visualização Comunicação Sistema EIB Ilumição exterior Dialux Introdução O que é? A quem se dirige? O que o suporta? Como se po obter o DIALux? O que há novo versão Moveis e Textura Assistente Layout Isolinhas vista 3D e em DXF Dados on-line das armaduras DIALux Light Aplicação do Dialux numa unida hoteleira Importação da planta em DXF Obtenção das medidas do compartimento Introdução dados relativos ao compartimento Colocação dos moveis Selecção das armaduras a utilizar Cálculo e Apresentação dos resultados Ecodial Trabalhos Realizados Empresa e Nota Fil Bibliografia 60 Nú mer o

4 60 Nú mer o

5 1.Introdução O presente relatório tem como objectivo principal a scrição pormenorizada, do trabalho realizado ao longo do 2º Semestre do ano lectivo 2003/2004, no âmbito da discipli Projecto, Seminário ou Trabalho Fil Curso. O trabalho Projecto controlo EIB aplicado a uma unida hoteleira, que se insere nos novos projectos controlo automático edifícios, teve como objectivo permitir ao aluno o contacto, a aprendizagem, e a tomada conhecimento com o sistema gestão e controlo EIB num edifício do tipo administrativo. Para tal utilizou-se um projecto do tipo tradiciol feito pela empresa, a Estalagem construída pela Taylor & Fonseca Hotéis, Lda., no Lugar da Praia, freguesia do Pinhão, concelho Alijó, actualmente com outra nomição Vintage Hotel e aplicou-se após um sólido conhecimento, o novo sistema gestão e controlo EIB ao edifício. O trabalho foi realizado empresa Rodrigues Gomes & Associados, SA. Nú mer o

6 2.Apresentação da empresa RODRIGUES GOMES & ASSOCIADOS CONSULTORES DE ENGENHARIA, S.A., é uma socieda anónima, com se Rua Jorl Noticias nº Porto, que tem por filida a elaboração projectos instalações especiais s seguintes áreas: Instalações eléctricas Instalações telecomunicações Instalações segurança Instalações ar condiciodo, aquecimento e ventilação Instalações produção energia eléctrica Instalações gestão técnica Instalações re dados Instalações elevadores, escadas e tapetes rolantes Instalações gás Instalações ar comprimido Auditorias energéticas Candidaturas ao Programa Energia Verificação da regulamentação sobre edifícios nos diversos aspectos interdisciplires atrás referidos. Des a sua fundação a empresa tem tido por objectivos fundamentais os seguintes: Prestação serviços alta Qualida técnico/cientifica; Prestação serviços respeitando os cronogramas estabelecidos com os diferentes promotores em termos tempo e investimento O investimento contínuo nestas áreas tem permitido a contribuição uma equipa altamente motivada e dotada dos meios técnicos capazes senvolverem nos tempos aquados um trabalho com elevada capacida técnico/profissiol Nú mer o

7 3.Agracimentos Neste espaço gostaria ixar os meus agracimentos aos que torram possível a sua realização. Ao Prof. Armínio Teixeira, Professor da Faculda Engenharia da Universida do Porto pelo seu interesse e disponibilida em acer ao meu pedido supervisior o estágio. Ao Sr. Eng. Rodrigues Gomes administrador da Rodrigues Gomes & Associados, S.A. por me ter possibilitado a realização ste estágio. Ao Eng. António Ferreira, orientador empresa Rodrigues Gomes & Associados, pelo apoio dado, conhecimentos transmitidos e a disponibilida com que acolheu as minhas interpelações. A todos os Engenheiros e Desenhadores da empresa Rodrigues Gomes & Associados pela paciência, pelo o apoio dado e conhecimentos transmitidos durante o estágio. Tratou-se uma experiência enriquecedora, que possibilitou, o meu contacto com o mercado trabalho, o conhecimento das realidas uma empresa referência no mercado, proporcionou-me um senvolvimento competências técnicas e pessoais, um enquadramento e uma melhor integração no mundo trabalho. Nú mer o

8 4.Sistema EIB 4.1Introdução O Instabus é um novo conceito do domínio das instalações para a gestão técnica edifícios Domótica. Um funciomento económico com um elevado conforto e uma segurança abrangente. Estes são os principais requisitos impostos à mor tecnologia edifícios, tanto aos edifícios escritórios e industriais, como aos edifícios habitação. O passo cisivo para a concretização uma multiplicida funções ligadas em re é a aplicação da tecnologia edifícios inteligentes INSTABUS EIB. Este padrão mundial para edifícios inteligentes tor possível que todas as áreas da tecnologia doméstica realizem o intercâmbio informações através um bus comum, comandando as funções forma global. No sistema edifícios INSTABUS EIB é possível comunicação entre a totalida das funções domóticas. Daí resulta uma organização coorda dos participantes localizados num só edifício ou em imóveis separados. O projecto uma instalação INSTABUS EIB num edifício não se distingue um projecto electrotécnico convenciol. Fundamentalmente, trata-se da aplicação adiciol ferramentas software para programar e concretizar as novas funções. Nú mer o

9 A cisão pela aplicação do INSTABUS EIB é uma cisão para o futuro. A flexibilida assim alcançada é extremamente vantajosa em termos construtivos, no caso alterações utilização e, num âmbito privado, quando se preten ampliar progressivamente toda a instalação. A competência das aproximadamente 140 empresas renome reunidas associação EIBA* monstra que os aparelhos e o software aplicação também estarão disponíveis no futuro, no caso se sejar procer à ampliação ou à alteração instalações, que tenham sido executadas com o EIB. O sistema EIB tem sido senvolvido ntro do contexto da União Europeia, com o fim fazer frente às possíveis importações produtos domóticos provenientes dos mercados Americano e Japonês, on os sistemas têm sido senvolvidos já há algum tempo, antecipando-se à Europa. O sistema EIB realiza a transmissão siis por meio um cabo Bus, o qual constitui o meio comunicação para todos os elementos do sistema. Todos os elementos do sistema têm a possibilida trocar dados e informações através sta linha. Como primeira consequência, realça-se a fácil e rápida instalação dos cabos e uma redução significativa da quantida cabos e condutores utilizados instalação eléctrica. Desta forma reduz-se o risco incêndio, assim como os custos da instalação. O programa ETS (EIB Tool Soltware) foi senvolvido para fazer frente às necessidas da Engenharia dos edifícios. As principais vantagens que o sistema EIB oferece são as poupanças no custo energia e nos custos exploração. De uma maneira geral o sistema permite optimizar o uso energia: "A luz só é acesa on é necessária!" "Os edifícios só são aquecidos quando estão ocupados!" Por meio da utilização raciol e optimizada da energia eléctrica po-se fazer uma menor contratação da potência a instalar no edifício, beneficiando-se um menor valor da factura electricida. Os custos exploração pom ser reduzidos através uma visualização contínua dos dados funciomento da instalação, aumentando ao mesmo tempo a eficiência da mesma. Desta forma os custos manutenção também diminuirão. Todos os elementos do sistema pom ser ligados e implementados uma forma rápida quando uma habitação, uma divisão ou um edifício inteiro é modificado para uma utilização diferente. Esta situação, usada num sistema convenciol, necessitaria uma gran alteração em toda a instalação, mas uma vez utilizado o sistema EIB esta intervenção é reduzida ao mínimo. Nú mer o

10 Com o conceito raciolização energia o sistema po controlar: O Ar Condiciodo; A ilumição: Os sistemas ventilação/extracção; A segurança da instalação (tecção incêndios, inundação, gás, intrusão, etc.) Controlo motor (persias, estores, toldos, etc.); Gestão e optimização cargas; Visualização todo o sistema comando e controlo do edifício. O sistema EIB pelas suas diversas vantagens encontra a sua máxima utilida em diversos edifícios, tais como: residências, escolas, hotéis, centros comerciais, etc. Permite controlar todas as funções, tanto uma maneira scentralizada como uma maneira centralizada, permitindo realizar funções lógicas e condiciois Associação EIBA Quando se fala no sistema EIB surgem algumas questões, tais como: - O que é o EIB? - O que é a EIBA? - Para quem está dirigido o sistema EIB? - Quais as vantagens que oferece o sistema EIB? - Quais as possibilidas do sistema EIB? - Como funcio o sistema EIB? A Associação EIBA correspon às siglas "European Installation Bus Association", que significa Associação da Instalação do Bus Europeu. Esta Associação foi fundada em 1990 segundo a legislação Belga, por fabricantes líres do mercado do sector eléctrico, estando a sua se situada em Bruxelas. Em Portugal também existe uma legação a EIBA Portugal. Um dos objectivos da Associação EIBA é senvolver um sistema instalação inteligente EIB, como um sistema único alta fiabilida ntro do mercado Europeu. O objectivo da Associação é a possibilida senvolver, produzir e distribuir produtos alta qualida, compatíveis com o sistema EIB. A Associação EIBA é constituída por mais 100 fabricantes equipamentos eléctricos. Com o objectivo garantir a compatibilida do sistema, apesar do elevado núm fabricantes que constituem a Associação e do gran núm funções que o sistema po suportar, a Associação reúne os seus esforços fundamentalmente em; - Garantir a marca EIB como símbolo qualida; - Definir os testes e requisitos qualida que os produtos vem cumprir; - Dar suporte à preparação normas a nível ciol e interciol; Nú mer o

11 Elaborar os requisitos necessários para a certificação dos centros formação. 4.2Vantagens O sistema EIB oferece uma ampla gama aplicações orientadas para a solução problemas, como por exemplo: vivendas, escolas, bancos, hotéis, edifícios industriais e centros comerciais. Vantagens para projectistas e instaladores Projecto flexível e instalação simples graças à estrutura modular do sistema Montagem rápida graças a uma instalação eléctrica simples e acessível conseguindo-se sta forma uma poupança nos custos mão--obra Menor risco incêndio face à redução condutores energia Fácil manuseamento graças a um planeamento eficiente e às ferramentas diagnóstico e programação Integração diferentes marcas e fabricantes através do sistema standard EIB Fonte rendimento adiciol ao aceitar outros serviços Vantagens para o utilizador O software ligação assegura um elevado grau flexibilida quando se preten modificar ou aumentar o sistema Instalação eléctrica simples e acessível do bus e da potência Indicação e operação central em painéis sem grans esforços Gestão inteligente energia minimizando os custos Controlo remoto via RDIS ou mom Redução do risco incêndio Aviso falhas que ocorram no edifício. Transparência do edifício Máxima qualida dos produtos fabricados pela norma EIB 4.3Diferenças entre uma Instalação Convenciol e uma Instalação EIB Ao pretenr-se controlar o aquecimento, as janelas, a ilumição, realizar um sistema controlo por meio sensores luminosida, colocar tectores movimento, programadores horários, reguladores, botões pressão e sensores temperatura por meio do sistema convenciol po-se concluir que seria necessário um elevado núm cabos que ligam os elementos controlo (regulador, termóstato, sensor luz, tector movimento, etc.) às cargas que se preten controlar (lâmpadas, persias, etc.). No sistema EIB basta ligar todos os elementos Nú mer o

12 ao bus e a informação é transmitida por ele mesmo, dando lugar a uma redução da cablagem e a uma fácil instalação. 4.4Topologia do Sistema EIB O bus é constituído por um par trançado. O cabo standard utilizado geralmente contém dois pares, um correspon à transmissão do sil e o outro po ser utilizado para serviços suplementares. A instalação do bus po ser construída da seguinte forma: Nú mer o

13 Em linha Em árvore Em estrela A única opção que não é permitida é criar uma linha bus fechada (anel). O sistema EIB trabalha a 29 V DC, pelo que necessita uma fonte alimentação que transforme os 230 V AC em 29 V DC. Estes 29 V passam por um filtro, permitindo que a alimentação e a transmissão seja a mais limpa possível, i.e., re sem harmónicos. Além disso também é colocado um ligador que permite passar o Bus da barra dados "data sfrip"para o cabo bus A linha A linha é a mínima unida que compõe um sistema EIB. Em cada linha é permitido colocar até 64 dispositivos. O núm exacto dispositivos penrá da capacida da fonte alimentação e dos produtos existentes, já que os acopladores linha e os repetidores também fazem parte dos dispositivos do bus. Através repetidores ligados a segmentos do bus consegue-se aumentar a capacida da linha. Cada linha po ter até 4 segmentos linha, pelo que a sua capacida po passar 64 dispositivos para 256 dispositivos. Os repetidores só pom ser ligados em paralelo e recomenda-se a sua utilização em instalações grans dimensões. Para cada um stes segmentos é necessário uma fonte alimentação adiciol e a distância entre eles ve ser 200 m no mínimo. A linha po ter um comprimento máximo 1000 m. Tal como se po observar figura seguinte, o sil diminui fortemente com o aumento do comprimento do cabo, já que os dispositivos ligados ao bus e a resistivida do cabo atenuam o sil. Nú mer o

14 A distância máxima entre a fonte alimentação e o dispositivo EIB é 350 m, com o fim não haver uma perda tensão ao longo da linha, i.e., o dispositivo envia uma semi-onda negativa que compensa a semi-onda positiva enviada à fonte alimentação. Para que a semi-onda positiva possa chegar ao seu stino, a distância entre a fonte alimentação e o mecanismo não ve excer os 350 m. Teórico Prático 4.4.2Comprimento dos Cabos A distância máxima entre dispositivos EIB ve ser 700m. Ao existir colisão entre telegramas, esta é a distância máxima a que actua o algoritmo CSMA/CA. A distância máxima entre o dispositivo EIB e a fonte alimentação é 350 m. Em relação à linha, esta não po excer os 1000 m comprimento. Nú mer o

15 4.4.3Área Através dos acopladores linha po-se ligar até 12 linhas para formar uma Área. É também por intermédio stes acopladores que os dispositivos diferentes linhas têm possibilida trocar mensagens entre eles, através da linha principal. Nú mer o

16 4.4.4O Sistema Completo Com os acopladores área pom-se unir até 15 áreas, obtendo-se sta forma o sistema completo. Assim, através stes acopladores ( Linha e Área) os dispositivos EIB diferentes áreas têm possibilida trocar mensagens. O modo instalação das linhas, áreas ou linha principal será sempre efectuado da mesma forma. Necessita uma fonte alimentação para alimentar a linha corresponnte (linha do dispositivo, linha principal ou linha área), um filtro e um conector que transporta a alimentação do bus da barra dados para o cabo Bus. Quando existir mais uma Linha ou Área colocam-se respectivamente os acopladores linha e os acopladores área. Por fim, coloca-se em cada uma das linhas os sensores e actuadores até chegar aos 64 dispositivos. 4.5 Equipamento do Sistema EIB Cabo Bus O cabo bus é constituído por um par trançado 0,8 mm diâmetro, com duplo isolamento (um isolamento plástico e um isolamento metálico). A característica principal ste cabo é possuir uma tensão isolamento muito elevada (2,5 kv) o que possibilita a instalação do cabo bus junto à re eléctrica 230 V. Deve existir uma distância aquada entre o bus e o sistema protecção contra scargas atmosféricas e todos os cabos bus vem estar intificados por uma etiqueta EIB ou Bus.

17 4.5.2 Barra dados para Calha DIN A barra dados para calha DIN é utilizada para ligar os dispositivos EIB calha DIN, como por exemplo, a fonte alimentação, o acoplador linha, o acoplador área, etc., ao Bus. A barra dados para calha DIN é colocada calha por meio uma fita asiva. Uma vez colocados os dispositivos calha DIN, a ligação ao bus é assegurada por meio da pressão dos contactos existentes nestes dispositivos. Com o intuito proteger as partes livres da barra dados do Bus para calha DIN, esta calha ve ser coberta por uma tampa, modo a evitar a sujida ou contactos acintais. Par se adaptar aos quadros eléctricos standard, a barra dados é fabricada em 3 tamanhos: 214 mm = 12 módulos; 243 mm =14 módulos; 277 mm = 16 módulos; 464 mm = 25 módulos.

18 4.5.3Fonte Alimentação Tal como se comentou anteriormente, cada linha tem a sua própria fonte alimentação para os seus dispositivos. Com o fim prevenir o bus das scargas estáticas, a fonte alimentação está equipada modo a garantir um alto por isolamento entre a parte do bus e a parte da re eléctrica 230 V. A fonte alimentação tem reguladores tensão, corrente e fusível forma a proteger-se dos curto-circuitos. A fonte alimentação ve ser ligada à terra através um cabo ver/amarelo. A fonte alimentação protege os possíveis "micro cortes" da re que não excem os 100 ms, evitando assim a reinicialização todo o sistema. Os LEDs no dispositivo indicam o modo funciomento da re eléctrica: Ver: A fonte alimentação está ligada aos 230 V; Vermelho: A fonte alimentação está em sobrecarga, vido a um curtocircuito entre os cabos bus; Amarelo: Uma tensão exterior superior aos 30 V foi aplicada ao bus. As características eléctricas são: Tensão entrada Tensão saída Corrente nomil saída Corrente curto-circuito SV/S V»10%/-15% 29 VDC +/-1 V 640 ma máximo 1,2 A SV/S V+10%/-15% 29VDC+/-1V 320 ma máximo 1,5 A Os dispositivos do bus têm uma tensão constante e estão preparados para funciorem até um mínimo 21 V. A potência absorvida é cerca 150 mw e alguns aparelhos (por exemplo, os que tenham LEDs) chegam a consumir até 200 mw. Estas fontes alimentação já têm incorporado o filtro Filtro O filtro encontra-se incorporado fonte alimentação, mas também po ser utilizado inpenntemente quando se utiliza uma fonte alimentação para ligar uma linha a uma linha principal. Desta forma, este dispositivo só está disponível para calha DIN. As funções que este dispositivo realiza são: Separa o Bus da fonte alimentação;

19 Desacopla os telegramas e ci a informação trocada entre os dispositivos situados em cada lado da fonte alimentação; Inclui um botão para a sactivação da linha bus. Esta função é indicada através um LED. Características eléctricas do filtro: Tensão nomil: 30 V Corrente nomil: 0,5 A Intensida máxima: 1,5 A Ligador Este tipo ligador permite fazer a interligação entre a barra dados para calha DIN ao cabo bus, além disso também permite fazer a ligação entre as diferentes barra dados existentes mesma calha distribuição. Este dispositivo é constituído por contactos integrados para calha DIN e contactos para o cabo bus Acoplador Os acopladores são dispositivos para serem instalados em calha DIN permitindo efectuar a ligação entre as diferentes linhas e áreas. A linha principal é ligada aos bornes frontais, ao contrário da linha secundária que é ligada através da barra dados. As principais funções do acoplador são: Acoplamento entre linhas; Separação galvânica entre a linha principal e a linha secundária; Amplificação do sil, tanto o que vem da linha secundária como aquele que é enviado para a linha principal e vice-versa; Contém uma tabela filtro que impe a passagem telegramas que não vem ser enviados a outras linhas ou áreas, sta forma, evita um excessivo núm mensagens no bus. O acoplador po funcior como: Acoplador área liga uma área com uma linha principal; Acoplador linha liga uma linha principal com uma linha secundária; Amplificador amplifica até um máx. 64 dispositivos e até 1000 m comprimento. Estas diferentes funções pom ser selecciodas através do Software ETS (EIB Tool Software). Após estabelecido um enreço físico, o acoplador é parametrizado como um acoplador área, linha ou amplificador. Por exemplo, o enreço físico correspon a um acoplador linha situado área 1 e linha 1.

20 A tabela seguinte mostra como são atribuídos os enreços físicos para as diferentes funções do acoplador: Enreço físico Área Linha Dispositivo Acoplador Função > Área Liga a linha área à linha principal >0 =0 =0 Linha Liga a linha principal com uma linha >0 >0 >0 Amplificador Prolonga uma linha 4.5.7Acoplador Bus O acoplador bus é a parte "inteligente" dos dispositivos EIB e tem como função receber e transmitir telegramas, sendo constituído por: Um módulo transmissão (MT); Um controlador ligação ao Bus (CB) Este mecanismo recebe telegramas da instalação, scodifica e envia a informação à unida aplicação (sensor ou actuador). Quando a unida aplicação envia uma informação ao bus, o acoplador bus recebe esta informação por meio um interface físico externo, que no caso dos sensores do sistema EIB é através um conector 10 pinos. O acoplador bus comunica ciclicamente com o conector 10 pinos dos sensores, com a filida localizar alterações dos siis. Se algo ocorre processa-se e transmite-se um telegrama à instalação bus. Depois ter recebido um telegrama, o acoplador bus envia um aviso recepção correcta ao dispositivo emissor. AB Acoplador Bus DF Aplicação Fil (botões, sensores, etc.) IA Interface Aplicação

21 Controlador do Acoplador Bus O controlador bus é constituído por: Microprocessador (mp); Memória ROM (não volátil); Memória RAM (volátil), on o microprocessador armaze o estado actual do dispositivo; Memória EEPROM, através da programação sta memória o dispositivo realiza funções concretas. MT Módulo Transmissão CB Controlador Bus IA Interface Aplicação

22 Módulo Transmissão do Acoplador Bus O módulo transmissão do acoplador bus é composto por um transformador, cuja reactância indutiva é baixo valor para a constituição um driver comunicação, e por uma reactância capacitiva (connsador) elevado valor para a alimentação. Quando o módulo transmissão funcio como emissor o transformador transporta o telegrama sobre o lado primário e sobrepõe-o com a alimentação. Quando o módulo funcio como receptor, o transformador transporta o telegrama sobre o lado secundário, existindo uma separação entre a alimentação e o telegrama. O módulo transmissão tem as seguintes características: Protecção contra a inversão da polarida, produzida por erros ligação; Vigia a temperatura; Produção 5 V estabilizados para a alimentação do próprio dispositivo; Reset (coloca a z) do microprocessador com tensão < 4,5 V; Guarda os dados existentes memória RAM para uma tensão < 18 V; Gestão (Drive/lógica) emissão/recepção da transmissão informação Exemplo quadro Tipo com EIB

23 Legenda: Interruptor diferencial Disjuntores Tomada Monofásica Fonte Alimentação EIB Conector BUS Ligação RS-232 para ligação ao PC Filtro EIB 4.5.9Dispositivos do Sistema EIB Os dispositivos do sistema EIB divim-se em sensores e actuadores. Os sensores são os elementos do sistema que têm como missão receber trocas estado e transmitir a informação com uma estrutura telegrama aos actuadores. Como exemplo sensores pom-se enunciar os seguintes: Sensores luz; Detectores movimento; Detectores vibração janela/porta; Sensores temperatura. Os actuadores recebem os telegramas dos sensores e converte-os em acções termidas, por. ex. subir uma persia, regular o nível luminosida, etc. Como exemplo actuadores pom-se mencior os seguintes: Actuadores persias; Actuadores Ilumição, etc.

24 4.6O Programa ETS (EIB Tool Software) O ETS é um programa que permite fazer a planificação, projecto e parametrização da instalação EIB. Este programa está dimensiodo especialmente para arquitectos, engenheiros e instaladores. A venda ste programa é feita através da Associação EIBA. O ETS permite realizar o registo todos os dados relativos ao projecto, criar o senho da instalação, incluindo todos os dispositivos que são necessários. Filmente, este programa permite também colocar toda a instalação em funciomento.

25 4.7Funciomento do Sistema 4.7.1Enreço Físico Durante a fase planificação, o programa ETS vai atribuindo um enreço físico a todos os dispositivos que vão sendo instalados. Este enreço físico tem como objectivo intificar cada um dos elementos ligados ao bus e utiliza-se apes para diagnóstico, no sentido saber se o dispositivo está bem posiciodo ou não estrutura do sistema. Todos os dispositivos que estão ligados ao bus têm o seu próprio enreço físico. A informação que contém este enreço é a seguinte: Área on está situado o dispositivo; Linha on se encontra o dispositivo; do dispositivo existente linha Enreço Grupo Os sensores e actuadores para executarem comandos/acções centralizadas unem-se através do que se nomi por enreço grupo. O enreço grupo é completamente inpennte do enreço físico. De seguida é apresentado um exemplo prático.

26 4.7.3Atribuição dos Enreços Físicos Para a atribuição dos enreços físicos, liga-se primeiro o PC ao bus por meio do interface RS 232e a comunicação processa-se da seguinte forma: Pressior o botão pressão do acoplador bus; O LED acen-se; O programa ETS atribui o enreço físico a este acoplador bus; Uma vez filizado o processo, o LED apaga-se Atribuição da Função do Dispositivo Para a atribuição da função do dispositivo tem-se sempre um dispositivo bus, um acoplador bus e um Software aplicação do programa ETS que dará resultado a um sensor ou um actuador. 4.8Funções com o Sistema EIB O sistema EIB permite diversas funções, tais como: Controlo ilumição; Controlo estores, persias e toldos; Controlo sistemas climatização; Gestão cargas e optimização consumos energia eléctrica; Segurança; Monitorização/Visualização/Silização;

27 4.8.1Controlo Ilumição Des as vivendas aos grans centros comerciais ou edifícios escritórios todas as possíveis áreas controlo da ilumição pom ser realizados pelo sistema EIB. O controlo ilumição po ser feito da seguinte forma: Por actuação directa; Programação horária; Depennte da luz exterior; Controlo constante da intensida luminosa; Controlo escadas e corredores; Detecção movimento; Controlo remoto; Comando por infravermelhos; Ilumição emergência. Os consumos energia, como também os custos exploração com a aplicação ste sistema irão ser substancialmente reduzidos. As condições ilumição pom aquar-se às necessidas individuais uma maneira óptima e conveniente. A instalação fica mais transparente já que o sistema EIB permite um controlo central. Em caso modificações s instalações, os circuitos ilumição pom adaptarse uma maneira simples e flexível sem necessida intervir nos cabos existentes. Os dispositivos pom ser reconfigurados acordo com as novas exigências. Especialmente no caso dos edifícios escritórios, escolas, hotéis e ginásios procurase com frequência uma rápida adaptação do sistema às alterações produzidas nos espaços. Até este momento, as alterações produzidas nos espaços e as condições funciomento têm estado associadas a importantes esforços e a altos custos para a realização das mesmas.

28 4.8.2Controlo persias/estores e toldos O sistema EIB po controlar as persias/lamelas, pondo este controlo ser efectuado da seguinte forma: Actuação directa; Programação horária; Intensida luminosa exterior; Velocida do vento; Comando por infravermelhos; Da gran quantida possibilidas flexíveis e vantagens que existem neste campo, screvem-se duas situações: Durante os temporais, os toldos e persias montados no exterior do edifício correm perigo. O sistema EIB tecta as condições meteorológicas por meio sensores, que tem como filida proteger as persias e os toldos elevando-os automaticamente; Durante a forte chuva, as persias e os toldos pom ser scidos forma a proteger os vidros ou janelas da chuva Controlo sistemas climatização O objectivo principal do controlo sistemas climatização é minimizar a necessida da potência do aparelho a instalar numa termida zo a climatizar, sem afectar o conforto dos utilizadores. O controlo temperatura local po ser feito através : Controlo por termóstato; Depennte da posição portas e janelas; Controlo remoto da temperatura; Redução ao valor mínimo s horas não funciomento do edifício; E o controlo da ventilação po ser feito através : Programação horária; Depennte alarmes das centrais segurança ou dos níveis CO. A operação eficiente do sistema é obtida através do controlo "inteligente" via EIB: - A temporização do aquecimento e as temperaturas pom ser reguladas individualmente para cada divisão acordo com a sua utilização; (ex: po-se seleccior uma temperatura superior durante os períodos pausa do edifício, do que durante os períodos on a activida física aumenta!) - Nos períodos não utilização, a temperatura po ser reduzida, ou o sistema po ser totalmente sligado.

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