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2 Por uma Niterói mais sustentável 11 de junho de 2015 Priscilla Grimberg

3 Agenda I. Contexto atual e o desenvolvimento sustentável II. A participação Social e O Fórum da Agenda 21 III. Ações Coletivas IV. Atuação em Niterói

4 Contexto atual e o desenvolvimento Sustentável

5 Contexto 2ª década dos anos 2000: 1-Estresses sociais (2011 na Tunísia, Cairo, Athenas, Tel Aviv, Chile, Nova York ou em 2013 no RJ ou Istambul), associados a: mudanças tecnológicas, globalização de sistemas de produção, rápida urbanização, migração e corrupção na política 2-Crise ambiental em escala e intensidade sem precedentes: Antropogenese (extinção em massa de espécies provocada pelo Homem) e limites planetários

6 Questões Críticas do Mundo em que Vivemos CIDADES Congestionamentos, falta de recursos para fornecer serviços básicos, falta de moradia adequada e infraestrutura em declínio 2. OCEANOS Sobrepesca, destruição dos ecossistemas marinhos e efeitos das mudanças climáticas 3. EMPREGOS 190 milhões de desempregados e mais de 500 milhões à procura de emprego nos próximos 10 anos 4. ENERGIA Acesso universal de energia renovável abundante e barata com baixa emissão de carbono e poluição 5. ALIMENTAÇÃO 925 milhões de famintos atualmente e 2 bilhões de pessoas até ÁGUA milhões de pessoas, a maioria delas crianças, morrem de doenças associadas à falta água, esgotamento sanitário e de higiene 7. DESASTRES NATURAIS Catástrofes causadas por terremotos, inundações, secas, furacões, tsunamis e outros, podem ter impactos devastadores sobre as pessoas, ambientes e economias Fonte: 12/3/2012

7 O desenvolvimento Sustentável Amartya Sen (1998) expansão de liberdades, pessoas em 1º lugar Georgescu-Roegen (1970), Diamond ( 1997)-Campo de possibilidades determinado pela existência ou falta de recursos naturais. Douglas North ( 1993 ),2005/Elinor Ostrom ( 2009): instituições para expandir liberdades Agenda de desenvolvimento Pós 2015/ Parceria Processo de ampliação de liberdade onde indivíduos fazem escolhas e esse processo, ao contrario de natural, é o resultado de formas especificas de coordenação. Coelho

8 O desenvolvimento em âmbito Territorial Contexto histórico marcado por Crise e um realinhamento dos instrumentos tradicionais de promoção do desenvolvimento. Mudanças -Décadas finais do século XX nos países do capitalismo avançado percebidas pelos formuladores de políticas públicas Reorientação : As políticas de viés setorial perdem terreno e as de corte mais holístico e de base territorial ganharam posição gradualmente. As políticas de desenvolvimento territorial no Brasil: Processo de redemocratização ->descentralização das políticas públicas, Marco inicial - Constituição de Revalorização da esfera municipal e o estimulo gradual à participação da sociedade civil, em particular de agentes locais, reforçaram o avanço das políticas públicas territoriais

9 Participação social

10 Atual desenho no Brasil Privilegia aspecto da gestão social da política. Criação de espaços participativos levaria a uma maior eficiência nos investimentos. Razões para iniciativas de empoderamento dos atores sociais como critério de sucesso: Maior participação = maior controle social sobre os investimentos, aumentando sua eficácia; Maior participação=políticas alcançariam as verdadeiras prioridades, já que as pessoas que vivem as necessidades de investimentos sinalizariam onde seria melhor fazê-los. Fonte: (Coelho & Favareto, 2011):

11 Tendências da Gestão Social Possíveis inovações Aprimorar instrumentos de participação -mesmos desenhados há duas décadas. 1. Atores mobilizados Governo e forças sociais: Mais pobres e dimensões alem da ambiental: 2. Formas de participação social: duas reuniões ao ano X: Consultas voltadas a segmentos específicos= GT s E momentos mais amplos a exemplo de hoje ou Conferencias 3. Cumulatividade e alcance das definições: Planos discutidos = diretrizes como os Planos Diretores de municípios/plds, que são revistos e atualizados a cada período.

12 Agenda 21 Comperj: Contribuição voluntária da Petrobrás para que o investimento na região retorne para a população,fomentando a formação de capital social e participação cidadã, apoiado num plano de desenvolvimento sustentável construído direta e democraticamente.

13 Ações Coletivas Coalizão social Ter projeto territorial, sustentado em valores Base ampla de atores Poder para realizar seus objetivos Fonte: (RIMISP, 2012):

14 Açao coletiva pelo Saneamento em Magé - Pacto

15 Ações Coletivas pelos direitos da Criança e do Adolescente: Itaboraí: Rio Bonito:

16 Ações Coletivas em Niterói

17 Ações Coletivas por uma Niterói mais sustentável Fórum Local como canal de participação social para: Niterói 2033 Plano estratégico territorial : Informação e acompanhamento. Construção participativa do Plano Municipal de saneamento

18 Priscilla Grimberg Tel.:

19 Encaminhamentos :

20 Próximos passos: Formação de grupo de trabalho e calendário de reuniões com objetivos principais: -Plano Municipal de Saneamento: -Aprofundamento do processo de elaboração e cronograma -Niterói 2033: -Aprofundamento nos projetos e metas. 1ª Reunião: 16/07. Local: XXX

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