ROTEIRO DE AUDITORIA FINANCEIRA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ROTEIRO DE AUDITORIA FINANCEIRA"

Transcrição

1 ROTEIRO DE AUDITORIA FINANCEIRA 1 - OBJETIVO Este programa tem por objetivo, propiciar o levantamento, a conferência e a comprovação das disponibilidades financeiras existentes em Caixa, Bancos e outras contas de Crédito, através do exame e análise da documentação e do controle, em confronto com os registros contábeis, bem como os demais bens, títulos e valores sob custódia do Setor ou de terceiros. Serão ainda aferidas a eficiência e segurança dos controles adotados e as rotinas efetivamente desenvolvidas, a fim de se verificar se os mesmos se processam de acordo com as normas legais e/ou regulamentares que disciplinam as atividades do Setor. 2 - ROTEIRO TESOURARIA LEVANTAMENTO DE CAIXA I - Proceder à auditoria de Caixa no início do primeiro expediente ou do expediente normal; II - Solicitar e visar cópia do último Boletim Diário de Caixa, caso não esteja encerrado e escriturado o movimento no boletim até o dia anterior, providenciar junto ao responsável o seu imediato fechamento e atualização, bem como a apresentação dos respectivos comprovantes de ingressos e desembolsos, para conferência e verificação de sua regularidade; III - Solicitar a contagem física do numerário existente, a ser feita pelo Tesoureiro ou responsável, devidamente acompanhada pela Equipe de Auditoria, devendo ser relacionados e discriminados os valores que compõem o saldo do Caixa naquele momento, tais como: dinheiro em espécie, cheques recebidos, vales porventura existentes e a relação dos respectivos responsáveis para com a Entidade, comprovantes de receitas e despesas e outros documentos complementares; IV - Checar a correção do saldo do Caixa, apontado no Boletim do dia anterior com a existência física apurada, feitas as inclusões e exclusões necessárias, caso já tenha havido movimento no dia do levantamento, até o momento da conferência; V - Observar se são elaborados Boletins Diários de Caixa e se estes são numerados seqüencial e tipograficamente; VI - Verificar se esses boletins são encaminhados regularmente à Contabilidade e se esta mantém os seus registros atualizados; VII - A conferência do saldo de Caixa poderá ser feita através de um dos seguintes critérios: a - prospectivo Saldo anterior: (acusado pelo Boletim do dia anterior)(+) Ingressos no dia (receitas recebidas até a contagem)(-) Desembolsos no dia (pagamentos ou saídas até a contagem)(=) Saldo atual (no momento da contagem), b - retrospectivo Saldos atual: (do momento da contagem)(+) Desembolsos do dia (pagamentos ou saídas até a contagem)(-) Ingressos do dia (receitas recebidas até a contagem)(=) Saldo anterior (acusado pelo Boletim do dia anterior); VIII - Verificar se todos os fundos de caixa e demais documentos foram contados e incluídos no levantamento. 1

2 TERMO DE VERIFICAÇÃO DE CAIXA Após o levantamento do numerário e demais valores e comprovantes que irão compor e dar cobertura ao saldo do Caixa, preencher o Termo de Verificação de Caixa, (papel de trabalho), em duas vias, devendo a 1ª compor os papéis de trabalho e a 2ª ser entregue ao responsável pelo setor. No referido termo deverão ser discriminados: I - Os valores em espécie encontrados no dia; II - Os cheques para depósito, em poder do Caixa; III - Os cheques de servidores, Diretores ou mesmo de terceiros, irregularmente encontrados no Caixa; IV - Os vales de funcionários ou outros componentes do saldo do Caixa, porventura existentes; V - Comprovantes de ingressos (receitas recebidas) e de desembolsos (despesas pagas) ocorridos no dia da verificação e antes da contagem FUNDO FIXO - PAGAMENTO DIRETO DE DESPESAS Se a Tesouraria ou Setor possui Fundo Fixo ou Rotativo para atender a despesas miúdas de pronto pagamento: I - Verificar se o seu valor é suficiente e não excessivo para atender os pagamentos do período estabelecido e se este também não é muito longo; II - Verificar se vem sendo cumprido o período fixado para prestação e reembolso do fundo, através do seguinte procedimento; a - Selecione os comprovantes de desembolsos e reembolsos de determinado período; b - Examine a documentação correspondente; c - Observe se os pagamentos estão autorizados e não estão acima dos valores preestabelecidos; d - Verifique se os comprovantes estão adequadamente cancelados através de carimbos de "Pago" ou "Liquidado"; e - Examine se os cheques de reembolsos são somente nominativos ao responsável pelo fundo e emitidos somente após a conferência dos comprovantes dos desembolsos anteriormente feitos; f - Confira os cálculos dos desembolsos, o saldo remanescente, se houver, e o valor do reembolso subsequente; III - Verificar se são efetuadas contagens periódicas e de surpresa do fundo pelo pessoal da Tesouraria ou Setor Financeiro, que não pelo seu próprio responsável; IV - Verificar se são observados os limites legais para realização de determinadas despesas através do referido fundo; V - Verificar se existem fundos idênticos em outros setores da Entidade, e se a Tesouraria ou Setor Financeiro mantém efetivo controle sobre os mesmos; VI - Verificar se houve autorização, se for o caso, para a instituição dos referidos fundos; 2

3 VII - Verificar se é feita a separação entre o valor e o movimento do fundo e as receitas diárias arrecadadas, visto que estas devem ser depositadas integralmente; VIII - Verificar se as despesas podem ser pagas legalmente através do citado fundo e não pelo processo normal de pagamento, face à sua natureza, finalidade e características; IX - Verificar se as despesas vêm sendo comprovadas adequadamente; X - Verificar se além das despesas miúdas de pronto pagamento, são feitos outros pagamentos em espécie, regularmente processados; XI Verificar se é feita corretamente a contabilização do fundo ADIANTAMENTOS Se for utilizado o sistema de adiantamentos, através da Tesouraria ou Setor Financeiro, para a realização de determinadas despesas: I - Examinar se a sua finalidade atende às normas regulamentares e prescrições legais pertinentes; II - Examinar se essas despesas podem legalmente ser realizadas através de adiantamentos; III - Examinar se é mantido eficiente controle sobre esses adiantamentos; IV - Examinar se para os adiantamentos, quando for o caso, são emitidos empenhos prévios, com a necessária e competente autorização; V - Examinar se nos adiantamentos concedidos são observados os prazos para a sua aplicação e comprovação; VI - Examinar se os adiantamentos feitos são encaminhados imediatamente à Contabilidade para o necessário registro das respectivas responsabilidades; VII - Examinar se as prestações de contas dos adiantamentos são feitas e exigidas de conformidade com as prescrições legais e regulamentares, e se as respectivas baixas na Contabilidade foram efetuadas; VIII - Examinar se há adiantamentos pendentes de prestação de contas RECEITA Própria - Arrecadação DIRETA Se a Entidade possui receita própria e realiza arrecadação direta através do Setor: I - Verificar se é adotado recibo ou outro comprovante de arrecadação e se este é numerado seqüencial e tipograficamente; II - Verificar se o setor mantém controle eficiente e seguro dos blocos ou talonários dos comprovantes de arrecadação em uso e em estoque no recinto e/ou no Almoxarifado; III - Verificar se é emitido o citado comprovante no ato de todo recebimento; IV - Verificar se este recibo é emitido com cópia, datado e assinado pelo recebedor; V - Verificar se o comprovante contém o nome da pessoa que recolhe, discrimina a quantia recebida e a espécie de receita arrecadada; 3

4 VI - Verificar se a importância arrecadada é autenticada mecanicamente pelo recebedor em todas as vias do recibo; VII - Verificar se são recebidos cheques ao portador e se estes são transformados imediatamente em nominais a favor do órgão ou Entidade e cruzados em branco ou em preto para fins de depósito; VIII - Verificar se os cheques recebidos contêm em seus versos todos os dados necessários que identifiquem o emitente, seu endereço, telefone, etc.; IX - Verificar se o produto arrecadado é recolhido integral e diariamente em Banco Oficial(Caixa único); X - Verificar se a arrecadação da receita própria é contabilizada integral e mensalmente, de conformidade com o Plano de Contas BENS, TÍTULOS E VALORES SOB CUSTÓDIA Caso sejam encontrados outros bens, títulos, valores e documentos sob o controle e guarda da Tesouraria ou Setor, como cautelas, ações, letras de câmbio e imobiliárias, certificados de depósitos, notas promissórias, cartas de fiança, etc. adotar o seguinte procedimento: I - Relacionar separadamente, por natureza, tipo e espécie, todos os bens, títulos ou valores existentes, preenchendo o formulário próprio, com as adaptações necessárias, segundo as suas características; II - Cotejar os bens relacionados e respectivos valores com os controles da Tesouraria ou Setor, em confronto com os registros contábeis no Diário ou Razão; III - Examinar se todos os bens, títulos e valores arrolados estão devidamente contabilizados em contas específicas ou de compensação, conforme a natureza, tipo, espécie da operação ou compromisso com que se vincula; IV - Confirmar a existência de bens, títulos ou valores de sua propriedade em poder de terceiros, utilizando, se necessário, o expediente da circularização; V - Verificar se há comprovantes provisórios de títulos ou valores que não tenham ainda sido trocados pelos documentos definitivos, recomendando, se for o caso, as providências necessárias para a regularização das pendências encontradas; VI - Examinar a espécie de controle existente sobre os cupons de rendimentos e se os aqueles a receber são mantidos apensos aos respectivos títulos; VII - Verificar se são mantidos títulos custodiados em Bancos ou outras instituições financeiras, questionando, se for o caso, a não utilização do sistema; VIII - Conferir a existência física dos bens, a sua legítima propriedade e se os mesmos são guardados, com segurança, em cofre na Tesouraria; IX - Verificar se existem títulos oferecidos em garantia, penhor ou caução de compromissos assumidos, exigindo, neste caso, a exibição dos comprovantes do fato; X - Analisar os rendimentos auferidos em relação aos títulos que os produziram e se os mesmos se traduzem por juros, dividendos ou bonificações; XI - Verificar se é feito o acompanhamento dos prazos de vencimento dos títulos, para fins de resgate e evitar a ocorrência de sua caducidade ou prescrição; 4

5 XII - Examinar se há títulos vencidos e não cobrados e se há necessidade de sua permanência sob custódia da tesouraria; XIII - Observar se vem sendo evitada, por motivo de segregação de função, a atribuição ao Caixa da custódia dos seguintes títulos, valores ou documentos: a - títulos de renda e certificados de depósitos; b - cauções, cautelas e cupons de dividendos por receber; c - procuração passada ao Tesoureiro ou Caixa outorgando-lhes poderes, para: receber rendimentos; compra de novos títulos; resgate de títulos vencidos; XIV - Verificar se os títulos mencionados no item anterior são mantidos sob custódia de outros setores, que não a Tesouraria, ou de estabelecimentos financeiros e se há efetivo controle sobre os mesmos INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Quanto aos aspectos gerais da Tesouraria ou Setor: I - Verificar se a Tesouraria possui normas internas disciplinando o seu funcionamento; II - Verificar se a mesma encontra-se bem localizada e instalada e dotada das medidas de segurança indispensáveis à proteção dos valores ali manipulados ou custodiados; III - Verificar se há horário fixado para atendimento externo; IV - Verificar se é proibido o ingresso de pessoas estranhas e de funcionários não autorizados no recinto da Tesouraria; V - Verificar se o Caixa ou Tesoureiro exerce outra atividade ou tarefas incompatíveis com a natureza de suas funções, tendo em vista o princípio de segregação; VI - Verificar se existem caixas distintos para recebimentos e pagamentos, quando o porte e o movimento do setor assim o exigir ou justificar; VII - Verificar se são feitas verificações e supervisões do Caixa, por quem e se são lavrados os respectivos termos; BANCOS O controle de Bancos pode ser feito pela Tesouraria ou por outra área do Setor Financeiro, dependendo da estrutura e organização do setor a ser AUDITADO MOVIMENTAÇÃO DE CONTAS BANCÁRIAS Quanto ao movimento bancário: I - Verificar se o setor mantém controle adequado da movimentação bancária do Órgão/Entidade; II - Verificar se aos depósitos bancários é anexada relação detalhando a composição dos valores depositados e se são processados com regularidade; 5

6 III - Verificar se os comprovantes de depósito são preenchidos de maneira correta e devidamente autenticados pelo Banco recebedor; IV - Verificar se são depositados em conta bancária todos os cheques recebidos e se estes são endossados e cruzados em branco e preto; V - Verificar se existe controle dos cheques de terceiros devolvidos pelos Bancos, se os mesmos são novamente cobrados e se esgotados os meios de cobrança pela Tesouraria, os referidos cheques são encaminhados à Procuradoria Jurídica para as providências legais cabíveis; VI - Verificar se existem contas paralisadas, pouco movimentadas ou com saldos elevados mantidos por períodos longos, e quais os motivos dessa ocorrência; VII - Verificar se foram fornecidos todos os saldos bancários, agrupando-os ao saldo de Caixa apurado pela Equipe de Auditoria, para fins de demonstração das disponibilidades financeiras existentes no dia do levantamento; VIII - Verificar se são feitas conferências periódicas dos saldos apontados pelo controle financeiro de bancos da Tesouraria com os acusados pela Contabilidade, a fim de dirimir dúvidas e eliminar pendências; IX - Verificar se estão ocorrendo transferências entre contas bancárias, contrariando as disposições regulamentares. Comprovada a ocorrência, apurar: a - se são feitas com freqüência e em caso afirmativo preencher papel de trabalho; b - se há autorizações para estas transferências, de quem procedem e se são emanadas de autoridades competentes ou devidamente credenciadas para tal; c - qual a finalidade dessas transferências, se os valores correspondentes são posteriormente reembolsados e com autorização de quem; d - a razão dessas transferências, e se trata de saldo paralisado, não utilizado ou outro motivo, e se havia falta de recursos nas contas para as quais foram feitas as citadas transferências; e - se, quanto aos aspectos legal e regulamentar, essas transferências são admissíveis (vide dotação orçamentária e convênio pertinente, se for o caso); X - Verificar se é necessária a confirmação dos saldos bancários existentes no dia do levantamento; caso afirmativo, providenciar circularização aos estabelecimentos bancários para respostas diretas à Auditoria, conforme normas e modelo de circularização pré-estabelecidos pela auditoria; XI- Verificar se estão corretos os saldos bancários, agrupando-os, posteriormente, com o saldo de caixa, para fins de demonstração das disponibilidades financeiras no dia da verificação CONCILIAÇÕES BANCÁRIAS I - Solicitar os extratos de todas as contas bancárias, até o último dia anterior ao início dos trabalhos de auditoria; II - Verificar se há controle bancário, onde constem todas as contas abertas, movimentadas, paralisadas e zeradas; III - Examinar se todas as contas foram conciliadas até o último mês encerrado, inclusive as que estiverem paralisadas e zeradas no dia do levantamento; IV - Observar se os extratos bancários de cada mês são recebidos com regularidade no início do mês 6

7 subsequente; V - Verificar se as conciliações bancárias de cada mês são feitas no princípio do mês seguinte; VI - Examinar se as pendências constatadas são regularizadas no transcorrer do próprio mês em que foram conciliadas as contas; VII - Verificar se o responsável pelas conciliações bancárias, por motivo de segregação de função, não assina cheques, manipula ou controla valores; VIII - Observar se os saldos bancários acusados no controle financeiro da Tesouraria são cotejados periodicamente com os da Contabilidade, visando sanar possíveis divergências; IX - Examinar se são feitas revisões nas conciliações bancárias da Tesouraria e se as mesmas são encaminhadas à Contabilidade, para fins de reconciliação com as contas do setor; X - Testar as somas das conciliações, verificando se: a - há evidência de terem sido conferidas e aprovadas por elemento categorizado e com funções independentes de quem as prepara; b - nelas há detalhes suficientes das pendências e do respectivo tempo ou idade CONTROLE DE CHEQUES I - Verificar se há no setor controle satisfatório da numeração dos cheques requisitados, em uso, emitidos, cancelados e em branco; II - Verificar se os cheques são emitidos com cópias e por quem estas são visadas; III - Verificar se são emitidos cheques ao portador; em caso afirmativo, recomendar que os mesmos sejam nominais; IV - Verificar se são assinados cheques em branco ou antecipadamente, fato irregular e não recomendável; V - Verificar se os cheques cancelados são inutilizados, ficam presos aos talões ou são arquivados em ordem cronológica e por emissão; VI - Verificar se os talões de cheques são guardados com segurança em cofre no setor; VII - Verificar se os lançamentos contábeis dos cheques são processados com regularidade; VIII - Verificar se são feitas comunicações aos Bancos para cancelamento de espécimes de assinaturas, quando da mudança de responsáveis APLICAÇÕES FINANCEIRAS I - Verificar se são mantidos depósitos a prazo fixo e em quais os estabelecimentos; II - Verificar se são feitas outras aplicações financeiras e quais os tipos dessas aplicações (verificar rendimento, segurança, etc.); III - Verificar se as receitas originárias dessas aplicações são contabilizadas regularmente e são controladas pelo 7

8 Setor Financeiro; IV - Verificar se essas aplicações e respectivos rendimentos são conferidos e acompanhados pelo Setor Financeiro junto aos estabelecimentos de crédito; V - Verificar se estas aplicações não vêm sendo feitas em detrimento ou prejuízo do pagamento dos encargos sociais e fiscais nos respectivos prazos de vencimento das referidas obrigações; VI - Verificar se estão corretas as aplicações financeiras, providenciando o levantamento de sua posição e dos respectivos rendimentos, nele incluindo as ainda não registradas no Controle Financeiro da Contabilidade até o momento do exame; VII - Verificar se há necessidade de confirmação do total ou parte das aplicações e dos respectivos rendimentos, providenciando circularização às instituições financeiras, para respostas diretas à Auditoria, conforme normas e modelo de circularização; RECEITA PRÓPRIA - ARRECADAÇÃO VIA BANCOS No caso de arrecadação através de rede bancária: I - Examinar se a arrecadação é centralizada no Caixa Único. II - Examinar se é feita arrecadação por outros Bancos, mediante convênios, e se o montante arrecadado, quando for o caso, é transferido periodicamente para conta centralizadora do Caixa Único, de acordo com os prazos estipulados; III - Examinar se todas as receitas arrecadadas são integral e diariamente depositadas; IV - Examinar se existem receitas arrecadadas pendentes de classificação final; V - Examinar se é feito o acompanhamento da movimentação do saldos das contas arrecadadoras, visando detectar e controlar as que estejam sendo movimentadas apenas através de crédito; VI - Examinar se os lançamentos das transferências das receitas arrecadadas (controle financeiro de Bancos) são claros, precisos e atualizados RECURSOS DE CONVÊNIOS Se houver recursos procedentes desta fonte: I - Examinar os convênios e aditivos; II - Examinar a fonte dos recursos: Governo Federal, Estadual, outros; III - Examinar a destinação dos recursos: programas ou projetos; IV - Examinar o controle dos recebimentos dos recursos; V - Examinar aplicação dos recursos segundo objetivos dos convênios; VI - Examinar documentação correspondente; VII - Examinar o controle orçamentário, se for o caso, dos recebimentos e aplicações. 8

9 PAGAMENTOS VIA BANCOS I - Verificar se são feitos pagamentos a favor de credores finais, via ordem bancária; II - Verificar se são efetuados pagamentos a credores finais mediante débito em conta; III - Verificar se são realizados pagamentos de despesas através de borderôs e se às 1ª e 2ª vias destes estão sendo anexados os comprovantes correspondentes, devidamente quitados pelo Banco; IV - Verificar se os pagamentos são processados com base em documentação de apoio, emanada do setor competente; V - Verificar se as despesas estão devidamente autorizadas e previamente empenhadas e liquidadas; VI - Verificar se são anotados os números dos cheques de pagamento nos comprovantes de despesas; VII - Verificar se os cheques para pagamento de despesas são: a - emitidos nominalmente e cruzados em branco ou em preto; b - assinados por duas pessoas, em conjunto, devidamente credenciadas; VIII - Verificar se é aposto carimbo de "Pago" ou "Liquidado" pelo Caixa ou Tesoureiro em todos os documentos de despesas já quitados; IX Verificar se os responsáveis pelos pagamentos conferem a documentação e examinam o processamento das despesas, quanto aos aspectos formais e legais; X Verificar se os pagamentos foram autorizados pelo Ordenador de Despesa, por pessoa a ele equiparada ou que esteja devidamente credenciada; XI - Verificar se os pagamentos são efetuados nas datas de vencimento das respectivas obrigações ou nos prazos estabelecidos; XII - Verificar se os recibos nos documentos pagos são passados por pessoas devidamente credenciadas junto ao Órgão ou Entidade; 9

ROTEIRO DE AUDITORIA DE CONTABILIDADE PÚBLICA

ROTEIRO DE AUDITORIA DE CONTABILIDADE PÚBLICA SISTEMA ORÇAMENTÁRIO 1 - RECEITAS 1.1 - Orçamento da Receita 1.2 - Receita Prevista 1.3 - Execução Orçamentária da Receita ROTEIRO DE AUDITORIA DE CONTABILIDADE PÚBLICA I - Verificar se os registros das

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moysés Vianna Unidade Central de Controle Interno

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moysés Vianna Unidade Central de Controle Interno PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moysés Vianna Unidade Central de Controle Interno INSTRUÇÃO NORMATIVA UCCI Nº 005/2012 VERSÃO 01 ASSUNTO: PROCEDIMENTOS A SEREM CUMPRIDOS NAS ROTINAS

Leia mais

MANUAL BÁSICO DE NORMAR E ROTINAS DEPARTAMENTO FINANCEIRO. Contamos com o comprometimento e colaboração de todos.

MANUAL BÁSICO DE NORMAR E ROTINAS DEPARTAMENTO FINANCEIRO. Contamos com o comprometimento e colaboração de todos. MANUAL BÁSICO DE NORMAR E ROTINAS DEPARTAMENTO FINANCEIRO DISPOSIÇÕES INICIAIS O manual trás um resumo de algumas normas e rotinas que devem ser seguidas para o bom desempenho das tarefas necessárias para

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SERROLÂNDIA BAHIA CNPJ 14.196.703/0001-41

PREFEITURA MUNICIPAL DE SERROLÂNDIA BAHIA CNPJ 14.196.703/0001-41 DECRETO Nº. 075, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2015. Dispõe sobre os procedimentos para o encerramento do exercício financeiro de 2015 no âmbito da Administração Pública Municipal e dá outras providências. O PREFEITO

Leia mais

ROTEIRO DE ENCERRAMENTO DE CONTAS CORRENTES

ROTEIRO DE ENCERRAMENTO DE CONTAS CORRENTES Como resultado de uma série de reuniões técnicas envolvendo representantes da Febraban, do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor e do Banco Central do Brasil, no sentido de aprimorar ainda mais os procedimentos

Leia mais

PROJETO NOVA ASEEL INSTRUÇÃO NORMATIVA 001 DE FINANÇAS E CONTABILIDADE REVISÃO 005 JUNHO 2008 APROVADA NA ATA DE REUNIÃO 352/2008

PROJETO NOVA ASEEL INSTRUÇÃO NORMATIVA 001 DE FINANÇAS E CONTABILIDADE REVISÃO 005 JUNHO 2008 APROVADA NA ATA DE REUNIÃO 352/2008 PROJETO NOVA ASEEL INSTRUÇÃO NORMATIVA 001 DE FINANÇAS E CONTABILIDADE REVISÃO 005 JUNHO 2008 APROVADA NA ATA DE REUNIÃO 352/2008 1/6 ÍNDICE 1. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 2. OBJETIVOS 3. ABRANGÊNCIA E VIGÊNCIA

Leia mais

Contabilidade / Orçamento pag.: 4.1 Descrição dos Fluxos de Trabalho

Contabilidade / Orçamento pag.: 4.1 Descrição dos Fluxos de Trabalho Contabilidade / Orçamento pag.: 4.1 4.1.1 - FLUXOGRAMA ORÇAMENTO LEGISLAÇÃO. Planejamento e Orçamento PPA Audiência Pública Legislativo Apreciação Executivo - Sanção Audiência Pública LDO Legislativo -

Leia mais

BOAS PRÁTICAS NA APLICAÇÃO, FISCALIZAÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE RECURSOS PÚBLICOS DE CONVÊNIOS

BOAS PRÁTICAS NA APLICAÇÃO, FISCALIZAÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE RECURSOS PÚBLICOS DE CONVÊNIOS GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO AUDITORIA GERAL DO ESTADO BOAS PRÁTICAS NA APLICAÇÃO, FISCALIZAÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE RECURSOS PÚBLICOS DE CONVÊNIOS APLICAÇÃO DE RECURSOS PÚBLICOS DE CONVÊNIOS

Leia mais

NORMATIVO SARB 002/2008

NORMATIVO SARB 002/2008 O Conselho de Auto-Regulação Bancária, com base no art. 1 (b), do Código de Auto-Regulação Bancária, sanciona as regras abaixo dispostas, formalizando preceitos comuns a todas as signatárias da auto-regulação

Leia mais

Relatório Controle Interno 2º. Quadrimestre 2015

Relatório Controle Interno 2º. Quadrimestre 2015 Relatório Controle Interno 2º. Quadrimestre 2015 1. APRESENTAÇÃO Nos termos do artigo 74 da Constituição Federal, artigo 59 da Lei Complementar nº. 59, artigos 63 a 66 da Lei Complementar nº. 33, de 28

Leia mais

Serviço Público Municipal Prefeitura Municipal de Ubatã Estado da Bahia CNPJ: 14.235.253/0001-59 PORTARIA Nº 301 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015.

Serviço Público Municipal Prefeitura Municipal de Ubatã Estado da Bahia CNPJ: 14.235.253/0001-59 PORTARIA Nº 301 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015. PORTARIA Nº 301 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015. Estabelece os procedimentos e as normas a serem adotados pelos órgãos e entidades da administração pública estadual direta e indireta, para o encerramento anual

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS INTEGRANTES DAS AUDITORIAS INTERNAS DAS ENTIDADES VINCULADAS AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

ASSOCIAÇÃO DOS INTEGRANTES DAS AUDITORIAS INTERNAS DAS ENTIDADES VINCULADAS AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ASSOCIAÇÃO DOS INTEGRANTES DAS AUDITORIAS INTERNAS DAS ENTIDADES VINCULADAS AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ROTEIRO DE VERIFICAÇÃO TOMADA DE CONTAS ESPECIAL GT - 8 O QUE É De acordo com o art. 3º da Instrução

Leia mais

4 MÓDULO 4 DOCUMENTOS COMERCIAIS

4 MÓDULO 4 DOCUMENTOS COMERCIAIS 44 4 MÓDULO 4 DOCUMENTOS COMERCIAIS 4.1 Cheque O cheque é uma ordem de pagamento à vista. Pode ser recebido diretamente na agência em que o emitente mantém conta ou depositado em outra agência, para ser

Leia mais

INFORMAÇÕES SOBRE O USO DE CHEQUES

INFORMAÇÕES SOBRE O USO DE CHEQUES INFORMAÇÕES SOBRE O USO DE CHEQUES O cheque é uma ordem de pagamento à vista. Pode ser recebido diretamente na agência em que o emitente mantém conta ou depositado em outra agência, para ser compensado

Leia mais

Atenção: Empréstimos ao projeto não constituem receitas, por favor mencione-os no saldo consolidado NOTA 5.

Atenção: Empréstimos ao projeto não constituem receitas, por favor mencione-os no saldo consolidado NOTA 5. GUIA para o Relatório de auditoria 1. Generalidades - Forma jurídica da entidade responsável do projeto (estatutos, personalidade jurídica, representantes legais etc.) NOTA 1. - Organização interna (organograma

Leia mais

INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS IIP Nº 005, de 24 de agosto de 2011 (*)

INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS IIP Nº 005, de 24 de agosto de 2011 (*) INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS IIP Nº 005, de 24 de agosto de 2011 (*) Disciplina no âmbito do IFPR as Orientações acerca da Execução Orçamentária e Financeira, relativas à Concessão de Suprimentos

Leia mais

ROTEIRO DE AUDITORIA DE BENS PATRIMONIAIS

ROTEIRO DE AUDITORIA DE BENS PATRIMONIAIS ROTEIRO DE AUDITORIA DE BENS PATRIMONIAIS 1 - OBJETIVO A Auditoria de Bens Patrimoniais tem por objetivo examinar os controles administrativos e contábeis, a situação e condições, bem como a verificação

Leia mais

INVENTÁRIO ANUAL. Exercício 2011. Orientações e Procedimentos para Comissões Inventariantes

INVENTÁRIO ANUAL. Exercício 2011. Orientações e Procedimentos para Comissões Inventariantes INVENTÁRIO ANUAL Exercício 2011 Orientações e Procedimentos para Comissões Inventariantes Elaboração: Fernando de Souza Guimarães : 3409-4674 / 3409-4675 : dimat@dsg.ufmg.br Belo Horizonte, 2011 SUMÁRIO

Leia mais

TARIFAS BANCÁRIAS. Para abrir uma conta, os bancos exigem um depósito inicial, que varia conforme a instituição.

TARIFAS BANCÁRIAS. Para abrir uma conta, os bancos exigem um depósito inicial, que varia conforme a instituição. TARIFAS BANCÁRIAS A utilização de bancos é praticamente indispensável aos cidadãos. Contas e impostos, salários e seguros-desemprego são exemplos de transferência de dinheiro normalmente intermediada por

Leia mais

Programas de Auditoria para contas do Passivo e Patrimônio Líquido

Programas de Auditoria para contas do Passivo e Patrimônio Líquido Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Ciências Contábeis e Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Auditoria Professor: Wolney Turma: A Programas de Auditoria para contas

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE UERN PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E FINANÇAS - PROPLAN

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE UERN PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E FINANÇAS - PROPLAN UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE UERN PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E FINANÇAS - PROPLAN ROTINAS ADMINISTRATIVAS PROPLAN SETOR: Pró-Reitoria CARGO: Docente / TNS FUNÇÃO: Pró-Reitor

Leia mais

CALCULADORA DE IR F E R R AM E N TA C A L C U L A D O R A D E I R

CALCULADORA DE IR F E R R AM E N TA C A L C U L A D O R A D E I R F E R R AM E N TA C A L C U L A D O R A D E I R R E S U M O 2 PASSO A PASSO PASSO 1 PASSO 2 PASSO 3 PENDÊNCIA A REGULARIZAR? NÃO Acessar Menu Relatórios AÇÃO Integrar o Saldo Inicial da posição em custódia.

Leia mais

30.107 - SISTEMA DE OPERAÇÕES CERTIFICADO DE DEPÓSITO AGROPECUÁRIO E WARRANT AGROPECUÁRIO Data de Aprovação: 09/03/2006 Data de Alt eração: 28/07/2008

30.107 - SISTEMA DE OPERAÇÕES CERTIFICADO DE DEPÓSITO AGROPECUÁRIO E WARRANT AGROPECUÁRIO Data de Aprovação: 09/03/2006 Data de Alt eração: 28/07/2008 30.107 - SISTEMA DE OPERAÇÕES CERTIFICADO DE DEPÓSITO AGROPECUÁRIO E WARRANT AGROPECUÁRIO Data de Aprovação: 09/03/2006 Data de Alt eração: 28/07/2008 ÍNDICE CAPÍTULO I - GENERALIDADES... 1/1 I II III

Leia mais

BOLETIM ADMINISTRATIVO Nº 020 DE 12 a 16/05/14

BOLETIM ADMINISTRATIVO Nº 020 DE 12 a 16/05/14 Leia-se:...Art. 1º DELEGAR COMPETÊNCIA e as responsabilidades decorrentes ao Superintendente Regional do DNIT nos estados de Goiás e Distrito Federal para Lavrar o Termo Aditivo de Prorrogação de prazo,

Leia mais

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas)

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas) 1. Contexto operacional O CLUBE DE INVESTIMENTO COPACABANA ( Clube ) constituído por número limitado de cotistas que tem por objetivo a aplicação de recursos financeiros próprios para a constituição, em

Leia mais

Art. 1º Aprovar Norma de Execução, na forma do Anexo a esta Portaria. ANEXO UNIDADE RESPONSÁVEL 31/12/2013 PROCESSO

Art. 1º Aprovar Norma de Execução, na forma do Anexo a esta Portaria. ANEXO UNIDADE RESPONSÁVEL 31/12/2013 PROCESSO PORTARIA Nº 2, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2013 O AUDITOR-CHEFE DA AUDITORIA INTERNA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO, no uso de suas atribuições, e tendo em vista a competência que lhe foi atribuída pelo inciso

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA N 06/2013 de 16 DE DEZEMBRO de 2013

PORTARIA NORMATIVA N 06/2013 de 16 DE DEZEMBRO de 2013 PORTARIA NORMATIVA N 06/2013 de 16 DE DEZEMBRO de 2013 Dispõe sobre a concessão, aplicação e prestação de contas de suprimento de fundos no âmbito do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Santa Catarina

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA AGE N.º 10, DE 20 DE MAIO DE 2010.

INSTRUÇÃO NORMATIVA AGE N.º 10, DE 20 DE MAIO DE 2010. AUDITORIA GERAL DO ESTADO ATOS DO AUDITOR-GERAL INSTRUÇÃO NORMATIVA AGE N.º 10, DE 20 DE MAIO DE 2010. Estabelece normas de organização e apresentação das prestações de contas de convênios que impliquem

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE SUMÁRIO 1. OBJETIVO 2. CAMPO DE APLICAÇÃO 3. REFERÊNCIAS 4. DEFINIÇÕES 5. SIGLAS 6. CONDIÇÕES GERAIS 7. RESPONSABILIDADES 8. ANEXOS 1. OBJETIVO Este procedimento é estabelecido e mantido para uniformizar

Leia mais

RESOLUÇÃO N 1861. Parágrafo 2º. A garantia de que trata este artigo não é extensiva à caderneta de poupança rural.

RESOLUÇÃO N 1861. Parágrafo 2º. A garantia de que trata este artigo não é extensiva à caderneta de poupança rural. RESOLUÇÃO N 1861 Institui o regulamento do Fundo de Garantia dos Depósitos e Letras Imobiliárias (FGDLI), fixa o limite de garantia, o percentual de contribuição, a atualização da garantia e a multa por

Leia mais

ATENÇÃO: A cópia impressa a partir da intranet é cópia não controlada.

ATENÇÃO: A cópia impressa a partir da intranet é cópia não controlada. Proposto por: Equipe da Divisão de Apropriação e Análise Contábil (DECON/DIANA) Analisado por: Diretor do Departamento Contábil (DECON) Aprovado por: Diretor da Diretoria Geral de Planejamento, Coordenação

Leia mais

Documentação Comercial Controlo de Tesouraria

Documentação Comercial Controlo de Tesouraria Documentação Comercial Controlo de Tesouraria 1.Introdução A tesouraria surgiu da necessidade das entidades possuíssem um órgão que efectua-se a cobrança das receitas e os pagamentos de despesas. Tendo

Leia mais

Portaria Conjunta STN/SOF nº 3/2008 Manual de Despesa Nacional;

Portaria Conjunta STN/SOF nº 3/2008 Manual de Despesa Nacional; Código: MAP-DIFIN-001 Versão: 00 Data de Emissão: XX/XX/XXXX Elaborado por: Gerência de Contabilidade Aprovado por: Diretoria de Finanças e Informações de Custos 1 OBJETIVO Estabelecer os procedimentos

Leia mais

Analisado por: Diretor do Departamento Contábil (DECON)

Analisado por: Diretor do Departamento Contábil (DECON) Proposto por: Diretor da Divisão de Conformidade Contábil (DICOC) CONTABILIZAR RESTITUIÇÕES E INDENIZAÇÕES Analisado por: Diretor do Departamento Contábil (DECON) Aprovado por: Diretora da Diretoria-Geral

Leia mais

1 Solicitante do Auxílio Orientador-Pesquisador 2- N.º do Projeto. 3 - Tipo de Despesa. Relação do Material de Consumo.

1 Solicitante do Auxílio Orientador-Pesquisador 2- N.º do Projeto. 3 - Tipo de Despesa. Relação do Material de Consumo. ANEXO D PRESTAÇÃO DE CONTAS ENCAMINHAMENTO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS IDENTIFICAÇÃO DO BENEFICIÁRIO Solicitante do Auxílio Orientador-Pesquisador CPF Endereço completo Telefone CEP Cidade UF E-MAIL FAX Tema

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DE CONTROLE INTERNO

QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DE CONTROLE INTERNO DA ENTIDADE PERÍODO AUDITADO 1 A entidade mantém escrituração contábil formal efetuada por profissional habilitado? (descrever a periodicidade das partidas) 2 Existe um plano de contas escrito e em poder

Leia mais

Relatórios. Financeiro... 3. Detalhes financeiros da classe... 3. Detalhes financeiros do plano... 4. Detalhes financeiros dos alunos...

Relatórios. Financeiro... 3. Detalhes financeiros da classe... 3. Detalhes financeiros do plano... 4. Detalhes financeiros dos alunos... Relatórios Financeiro... 3 Detalhes financeiros da classe... 3 Detalhes financeiros do plano... 4 Detalhes financeiros dos alunos... 5 Vencimento diferenciado... 6 Não emitir boleto... 7 Diferenças entre

Leia mais

CORRETORA DE CÂMBIO TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S/A REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO

CORRETORA DE CÂMBIO TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S/A REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO Esta Sociedade Corretora, em atenção ao disposto no art. 6º da Instrução nº 387/03 da CVM, define através deste documento, suas regras e parâmetros relativos ao recebimento,

Leia mais

Governo do Estado do Amazonas. Banco Interamericano de Desenvolvimento BID Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus PROSAMIM III 2676/OC-BR

Governo do Estado do Amazonas. Banco Interamericano de Desenvolvimento BID Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus PROSAMIM III 2676/OC-BR Governo do Estado do Amazonas Banco Interamericano de Desenvolvimento BID Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus PROSAMIM III 2676/OC-BR Plano de Contas Manaus Amazonas 2012 0 Índice 1. Introdução

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 Versão: 01 Data de aprovação: 7 de outubro de 2014. Ato de aprovação: Resolução n.º 112 /2014 Unidade

Leia mais

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas)

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas) 1. Contexto operacional O CLUBE DE INVESTIMENTO CAPITAL SEGURO ( Clube ) constituído por número limitado de cotistas que tem por objetivo a aplicação de recursos financeiros próprios para a constituição,

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS SICONV APRENDIZADO QUE GERA RESULTADOS

GESTÃO DE PROJETOS SICONV APRENDIZADO QUE GERA RESULTADOS GESTÃO DE PROJETOS SICONV APRENDIZADO QUE GERA RESULTADOS ABORDAGEM Conceitos relacionados ao tema; Legislação aplicável à execução; Modelo de gestão e processo adotado pela Fundep. O que é o SICONV? CONCEITOS

Leia mais

Roteiro para Prestação de Contas referente ao Programa de Patrocínios DME 2016.

Roteiro para Prestação de Contas referente ao Programa de Patrocínios DME 2016. 1 Roteiro para Prestação de Contas referente ao Programa de Patrocínios DME 2016. Formulários obrigatórios para Prestação de Contas PRESTAÇÃO DE CONTAS - PROJETOS INCENTIVADOS PELA DME E/OU SUAS SUBSIDIÁRIAS.

Leia mais

Tópico: Procedimentos em áreas específicas das Demonstrações Contábeis

Tópico: Procedimentos em áreas específicas das Demonstrações Contábeis Tópico: Procedimentos em áreas específicas das Demonstrações Contábeis Professor Marcelo Aragao ÁREAS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS A SEREM AUDITADAS Contas de Ativo Contas de Passivo Patrimônio Líquido

Leia mais

NOR - PRO - 105 PAGAMENTO DA DESPESA

NOR - PRO - 105 PAGAMENTO DA DESPESA 1. OBJETIVO 1.1. Estabelecer normas e procedimentos para o pagamento de despesas referentes às contratações de prestação de serviços, ao fornecimento de bens permanentes e de consumo e às obras e serviços

Leia mais

RELATÓRIO DA EXECUÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA

RELATÓRIO DA EXECUÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA PREENCHIMENTO DO ANEXO III RELATÓRIO DA EXECUÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA FÍSICO: refere-se ao indicador físico da qualificação e quantificação do produto de cada meta e etapa executada e a executar. Não fazer

Leia mais

Programas de Auditoria para Contas do Ativo

Programas de Auditoria para Contas do Ativo Programas de Auditoria para Contas do Ativo ATIVO CIRCULANTE Auditoria Contábil PASSIVO E PATRIMÔMIO LÍQUIDO CIRCULANTE Caixa, Bancos e Aplicações Financeiras Contas a Receber Estoques Impostos a Recuperar

Leia mais

Conselho Federal de Contabilidade

Conselho Federal de Contabilidade Processo CFC n.º 2015/000011 INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 10/2015 Assunto: Orientação para encerramento do Exercício de 2014, elaboração do processo de Prestação de Contas do Sistema CFC/CRCs e alteração

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1.º - O Conselho Fiscal do Fundo de Aposentadoria e Pensão do Servidor- FAPS, criado

Leia mais

Manual do Processo de Controladoria

Manual do Processo de Controladoria Manual do Processo de Controladoria Apresentação MV Sumário Processo de Controladoria 5 Leia-me primeiro... 5 Contas a Pagar -... Provisionamento 7 Validar Dados da Nota Fiscal... 11 Registro no Contas

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO A UMUARAMA S/A C.T.V.M, denominada simplesmente Corretora, em atenção ao disposto no art. 6º da Instrução nº 387/03 da CVM, define através deste documento, suas regras e

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 019/2014

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 019/2014 Salvador, Bahia Sexta-Feira 21 de novembro de 2014 Ano XCIX N o 21.577 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 019/2014 Orienta os órgãos e entidades da Administração Pública do Poder Executivo Estadual, sobre a realização

Leia mais

Antonio Chagas Meirelles Diretor. Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen.

Antonio Chagas Meirelles Diretor. Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen. 1 CIRCULAR Nº 765 Comunicamos que a Diretoria do Banco Central, em sessão realizada em 09.03.83, aprovou nova sistemática para a escrituração centralizada, sob o regime de "caixa única", das contas de

Leia mais

Serviço Nacional de Aprendizagem Rural

Serviço Nacional de Aprendizagem Rural Serviço Nacional de Aprendizagem Rural REGULAMENTO DOS PROCEDIMENTOS PARA CELEBRAÇÃO DE TERMOS DE COOPERAÇÃO Estabelece diretrizes, normas e procedimentos para celebração, execução e prestação de contas

Leia mais

ANEXO I PROCEDIMENTOS PREVIAMENTE ACORDADOS PPA SOBRE A PROVISÃO DE EVENTOS/SINISTROS A LIQUIDAR - DIOPS/ANS

ANEXO I PROCEDIMENTOS PREVIAMENTE ACORDADOS PPA SOBRE A PROVISÃO DE EVENTOS/SINISTROS A LIQUIDAR - DIOPS/ANS ANEXO I SOBRE A PROVISÃO DE EVENTOS/SINISTROS A LIQUIDAR - DIOPS/ANS Data-base do DIOPS: trimestre de. 1 DIOPS Financeiro e Balancete 1.1 - Com base no balancete de verificação devidamente assinado pelo

Leia mais

RIO GRANDE DO SUL CONTROLE INTERNO

RIO GRANDE DO SUL CONTROLE INTERNO 1/15 A Coordenadoria do Sistema de Controle Interno do Município, considerando: - O volume de recursos recebidos pelo Município a título de repasse de outros entes da Federação via Convênio ou Contrato

Leia mais

Safra Fundo Mútuo de Privatização FGTS Vale do Rio Doce (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações Financeiras em 31 de março de 2004 e em 30

Safra Fundo Mútuo de Privatização FGTS Vale do Rio Doce (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações Financeiras em 31 de março de 2004 e em 30 Safra Fundo Mútuo de Privatização FGTS Vale do Rio Doce Demonstrações Financeiras em 31 de março de 2004 e em 30 de setembro de 2003 e parecer dos auditores independentes Parecer dos auditores independentes

Leia mais

Decreto Nº 9.826, de 26 outubro de 2012. A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE NATAL, no uso de suas atribuições constitucionais e legais,

Decreto Nº 9.826, de 26 outubro de 2012. A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE NATAL, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, Decreto Nº 9.826, de 26 outubro de 2012 Dispõe sobre procedimentos e prazos relativos ao encerramento do exercício de 2012 e dá outras providências. A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE NATAL, no uso de suas atribuições

Leia mais

Portal Comissões Online Perguntas Frequentes

Portal Comissões Online Perguntas Frequentes Portal Comissões Online Perguntas Frequentes 1. Esse processo foi criado para que a Receita Federal tenha acesso às comissões dos corretores de imóveis? A Receita Federal pode, a qualquer momento, solicitar

Leia mais

Material de Apoio. SEB - Contas a Pagar. Versão Data Responsável Contato 1 05/12/2011 Paula Fidalgo paulaf@systemsadvisers.com

Material de Apoio. SEB - Contas a Pagar. Versão Data Responsável Contato 1 05/12/2011 Paula Fidalgo paulaf@systemsadvisers.com Material de Apoio SEB - Contas a Pagar Versão Data Responsável Contato 1 05/12/2011 Paula Fidalgo paulaf@systemsadvisers.com Conteúdo CONFIGURAÇÃO... 3 Cadastro de Fornecedores... 3 Métodos de Pagamento...

Leia mais

8) Qual o papel da administradora?

8) Qual o papel da administradora? 1) Como funciona o consórcio? R= Consórcio é um sistema que reúne em grupo pessoas físicas e/ou jurídicas com interesse comum para compra de bens ou serviços, por meio de autofinanciamento, onde o valor

Leia mais

SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno

SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno Página 2 de 17 ORIGINAL Emissão Aprovação Data Data / / (Orgânica Responsável) / / (Presidente da Câmara) REVISÕES REVISÃO N.º PROPOSTO APROVAÇÃO

Leia mais

DECRETO Nº 14.407 DE 09 DE ABRIL DE 2013. Aprova o Regulamento do Sistema Financeiro e de Contabilidade do Estado, e dá outras providências.

DECRETO Nº 14.407 DE 09 DE ABRIL DE 2013. Aprova o Regulamento do Sistema Financeiro e de Contabilidade do Estado, e dá outras providências. DECRETO Nº 14.407 DE 09 DE ABRIL DE 2013 Aprova o Regulamento do Sistema Financeiro e de Contabilidade do Estado, e dá outras providências. (Publicado no DOE de 10 de abril de 2013) O GOVERNADOR DO ESTADO

Leia mais

Itabuna PREFEITURA MUNICIPAL DE ITABUNA

Itabuna PREFEITURA MUNICIPAL DE ITABUNA D E C R E T O Nº 11.028, de 10 de novembro de 2014 EMENTA: Dispõe sobre os procedimentos e prazos para o Encerramento do Exercício Financeiro de 2014, no âmbito da Administração Pública Municipal e, dá

Leia mais

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SERGIPE - CIÊNCIAS CONTÁBEIS QUESTÕES

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SERGIPE - CIÊNCIAS CONTÁBEIS QUESTÕES QUESTÕES 01) Fazem parte do grupo de contas do : A) Duplicatas a Receber Caixa Duplicatas a Pagar. B) Terrenos Banco Conta Movimento Credores Diversos. C) Duplicatas a Pagar Caixa Adiantamentos de Clientes.

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA SITA SOCIEDADE CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S/A

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA SITA SOCIEDADE CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S/A REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA SOCIEDADE CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S/A Esta Sociedade Corretora, em atenção ao disposto no art. 6º da Instrução nº 387/03 da CVM, define através deste

Leia mais

CIRCULAR Nº 2792. a) pagos pela utilização de cartões de crédito emitidos no País; e. II - a apresentação mensal ao Banco Central do Brasil de:

CIRCULAR Nº 2792. a) pagos pela utilização de cartões de crédito emitidos no País; e. II - a apresentação mensal ao Banco Central do Brasil de: CIRCULAR Nº 2792 Documento normativo revogado pela Circular 3280, de 09/03/2005. Mercado de Câmbio de Taxas Flutuantes Alteração nº 48 - Cartões de Crédito Internacionais A Diretoria Colegiada do Banco

Leia mais

MANUAL DE CONTROLO INTERNO

MANUAL DE CONTROLO INTERNO MANUAL DE CONTROLO INTERNO ARSN, IP Página 1 de 12 Ed. Rev. Data Autor 00 00 s/ data Implementação do Modelo de Controlo Interno nas ACSS ARS. 01 00 jan./2013 Adequação dos procedimentos à ARSN,IP. UACI

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA SAF Nº 01, DE 19 DE JANEIRO DE 2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA SAF Nº 01, DE 19 DE JANEIRO DE 2011 INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA SAF Nº 01, DE 19 DE JANEIRO DE 2011 Publicada no DOE de 25 de janeiro de 2011 Dispõe sobre a movimentação de recursos efetuados pelos Órgãos, Fundos e Entidades da Administração

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS. CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS. CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS Orientador Empresarial CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF nº 580/2005

Leia mais

INSTRUÇÃO DGA Nº 81, DE 23 DE SETEMBRO DE 2014

INSTRUÇÃO DGA Nº 81, DE 23 DE SETEMBRO DE 2014 INSTRUÇÃO DGA Nº 81, DE 23 DE SETEMBRO DE 2014 #Estabelece procedimentos para registro, no SICONV, de informações referentes a Convênios com OBTV. O Coordenador da Administração Geral, no uso de suas atribuições,

Leia mais

CLÁUSULAS GERAIS DO CONTRATO DE CONTA CORRENTE, CONTA INVESTIMENTO E CONTA DE POUPANÇA

CLÁUSULAS GERAIS DO CONTRATO DE CONTA CORRENTE, CONTA INVESTIMENTO E CONTA DE POUPANÇA CONTRATANTE(S): As Pessoa(s) - Física(s) ou Jurídica(s) - indicada(s) e qualificada(s) na Proposta/Contrato de Abertura de Conta Corrente, Conta Investimento e Conta de Poupança, adiante denominada(s)

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ

ESTADO DE MATO GROSSO CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ INSTRUÇÃO NORMATIVA SGA Nº. 007/2011 DISPÕE SOBRE OS PROCEDIMENTOS DE RECEBIMENTO, REGISTRO, TRAMITAÇÃO, CONTROLE E EXPEDIÇÃO DE DOCUMENTOS NA. Versão: 01 Aprovação: 13/06/2011 Ato de aprovação: 13/06/2011

Leia mais

Classificação dos Títulos e Valores Mobiliários em Categorias

Classificação dos Títulos e Valores Mobiliários em Categorias Classificação dos Títulos e Valores Mobiliários em Categorias 1 - Os títulos e valores mobiliários adquiridos por instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MORRINHOS Estado de Goiás LEI N. 1.233, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1.993. O PREFEITO MUNICIPAL DE MORRINHOS,

PREFEITURA MUNICIPAL DE MORRINHOS Estado de Goiás LEI N. 1.233, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1.993. O PREFEITO MUNICIPAL DE MORRINHOS, LEI N. 1.233, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1.993. Institui o Fundo Municipal de Saúde e da outras providencias.. O PREFEITO MUNICIPAL DE MORRINHOS, Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu, Prefeito Municipal,

Leia mais

DEZ/87 SISTEMA DE LIGAÇÕES URBANAS

DEZ/87 SISTEMA DE LIGAÇÕES URBANAS DEZ/87 SISTEMA DE LIGAÇÕES URBANAS NORMA SISTEMA DE LIGAÇÕES INTERURBANAS 01. OBJETIVO........................................................... 02 02. CARACTERÍSTICAS..................................................

Leia mais

RESOLUÇÃO N 2.025. 10. número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF);

RESOLUÇÃO N 2.025. 10. número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF); RESOLUÇÃO N 2.025 Altera e consolida as normas relativas à abertura, manutenção e movimentação de contas de depósitos. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31.12.64, torna

Leia mais

São princípios do levantamento que devem ser observados quando da sua execução:

São princípios do levantamento que devem ser observados quando da sua execução: ROTEIRO PARA COMISSÕES INVENTARIANTES I - ROTEIRO PARA INVENTÁRIO DOS VALORES EM TESOURARIA 1 - Introdução Correspondem aos valores em espécie e os documentos representativos de direitos reais do órgão/entidade

Leia mais

ESTADO DO ACRE PREFEITURA MUNICIPAL DE MÂNCIO LIMA GABINETE DO PREFEITO LEI Nº 19/091 MÂNCIO LIMA ACRE, 06 DE NOVEMBRO DE 1991.

ESTADO DO ACRE PREFEITURA MUNICIPAL DE MÂNCIO LIMA GABINETE DO PREFEITO LEI Nº 19/091 MÂNCIO LIMA ACRE, 06 DE NOVEMBRO DE 1991. LEI Nº 19/091 MÂNCIO LIMA ACRE, 06 DE NOVEMBRO DE 1991. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LUIS HELOSMAN DE FIGUEIREDO, PREFEITO MUNICIPAL DE MÂNCIO LIMA, ESTADO

Leia mais

ENCAMINHAMENTO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS IDENTIFICAÇÃO DO BENEFICIÁRIO MOVIMENTAÇÃO FINANCEIRA

ENCAMINHAMENTO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS IDENTIFICAÇÃO DO BENEFICIÁRIO MOVIMENTAÇÃO FINANCEIRA ANEXO VI PRESTAÇÃO DE CONTAS Proponente Endereço completo ENCAMINHAMENTO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS IDENTIFICAÇÃO DO BENEFICIÁRIO CPF Telefone CEP Cidade UF E-mail Fax Tema do Projeto Período de utilização

Leia mais

% em sua dívida! Aproveite, pague à vista ou em parcelas.

% em sua dívida! Aproveite, pague à vista ou em parcelas. São Paulo, 30 de JANEIRO de 2014 Prezado(a) JEFERSON BATISTA DA SILVA, temos uma ótima oportunidade para você. Pague à vista Pague 48 Parcelas de R$ 82,60 R$ 2.223,95 Ou (*) cada. (*) Este é o valor para

Leia mais

Conselho Federal de Contabilidade Vice-presidência de Controle Interno INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 005/2012

Conselho Federal de Contabilidade Vice-presidência de Controle Interno INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 005/2012 Conselho Federal de Contabilidade Vice-presidência de Controle Interno INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 005/2012 Brasília-DF Dezembro/2012 INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 005/2012 Processo CFC n.º 2012/000258

Leia mais

RELATÓRIO DE EXECUÇÃO FÍSICO-FINANCEIRO

RELATÓRIO DE EXECUÇÃO FÍSICO-FINANCEIRO RELATÓRIO DE EXECUÇÃO FÍSICO-FINANCEIRO INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO FÍSICO: refere-se ao indicador físico de qualificação e quantificação do produto de cada meta e etapa a executar e executada. 1. EXECUTOR:

Leia mais

ROTINA DE COBRANÇA DE DÉBITOS DA AFRESP (Aprovada pela Portaria AFRESP nº 12/2013)

ROTINA DE COBRANÇA DE DÉBITOS DA AFRESP (Aprovada pela Portaria AFRESP nº 12/2013) ROTINA DE COBRANÇA DE DÉBITOS DA AFRESP (Aprovada pela Portaria AFRESP nº 12/2013) 1. O "Cadastro de Inadimplentes da AFRESP" (Cadin-AFRESP), criado pela Portaria AFRESP nº 12/2013, na Tesouraria da AFRESP,

Leia mais

Perguntas Frequentes - Tributação

Perguntas Frequentes - Tributação 1. Tributação do Ganho de Capital Perguntas Frequentes - Tributação 1.1 - Como é feita a tributação dos ganhos obtidos com a alienação de ações? A tributação é feita em bases mensais, ou seja: o ganho

Leia mais

DECRETO Nº 27.438 DE 12 DE DEZEMBRO DE 2006.

DECRETO Nº 27.438 DE 12 DE DEZEMBRO DE 2006. DECRETO Nº 27.438 DE 12 DE DEZEMBRO DE 2006. Dispõe sobre a Estrutura Organizacional da Secretaria Municipal de Fazenda e dá outras providências. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso das atribuições

Leia mais

REGULAMENTO DO PLANO DE PECÚLIO 03RS

REGULAMENTO DO PLANO DE PECÚLIO 03RS REGULAMENTO DO PLANO DE PECÚLIO 03RS DAS CARACTERÍSTICAS Art. 1º- O Plano de Pecúlio, instituído pelo presente regulamento, será regido pelas normas aqui estabelecidas, especialmente no que se refere à

Leia mais

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. Regulamenta as atribuições da Secretaria de Controle Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região e dá outras providências. A PRESIDENTE DO, no uso de

Leia mais

NORMA DE CONTROLO INTERNO (NCI)

NORMA DE CONTROLO INTERNO (NCI) NORMA DE CONTROLO INTERNO (NCI) Freguesia de Almagreira PREÂMBULO Tendo em conta o estipulado na Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro (que estabelece o quadro de competências, assim como o regimento jurídico

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. VRADM - Superintendência Administrativa. Patrimônio Mobiliário. Normas e Procedimentos

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. VRADM - Superintendência Administrativa. Patrimônio Mobiliário. Normas e Procedimentos Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro VRADM - Superintendência Administrativa Patrimônio Mobiliário Normas e Procedimentos Definições: A PUC não possui um órgão centralizado para o controle

Leia mais

RESOLUÇÃO CGSN 11, DE 23 DE JULHO DE 2007

RESOLUÇÃO CGSN 11, DE 23 DE JULHO DE 2007 RESOLUÇÃO CGSN 11, DE 23 DE JULHO DE 2007 Dispõe sobre a arrecadação do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO PARA FUNCIONÁRIOS

REGULAMENTO INTERNO PARA FUNCIONÁRIOS REGULAMENTO INTERNO PARA FUNCIONÁRIOS O presente regulamento interno prescreve normas e procedimentos que devem ser rigorosamente respeitadas pelos funcionários que aceitarem trabalhar para a empresa,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 02/2015 - CD

RESOLUÇÃO Nº 02/2015 - CD Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado da Educação e da Cultura - SEEC FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE FUERN Conselho Diretor - CD Rua Almino Afonso, 478 -

Leia mais

Suprimentos de fundos (adiantamentos) Manual de Suprimento de fundos Concessão, aplicação e prestação de contas

Suprimentos de fundos (adiantamentos) Manual de Suprimento de fundos Concessão, aplicação e prestação de contas Suprimentos de fundos (adiantamentos) Manual de Suprimento de fundos Concessão, aplicação e prestação de contas 1 Este manual foi desenvolvido com o objetivo de orientar e informar de forma direta sobre

Leia mais

MANUAL FINANCEIRO MANUAL - TABELAS CONTÁBEIS E ORÇAMENTÁRIAS

MANUAL FINANCEIRO MANUAL - TABELAS CONTÁBEIS E ORÇAMENTÁRIAS MANUAL FINANCEIRO MANUAL - TABELAS CONTÁBEIS E ORÇAMENTÁRIAS SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO...3 2 REALIZANDO UMA ARRECADAÇÃO...4 2.1 IMPORTAÇÃO TRIBUTOS COM A CONTABILIDADE...4 2.2 BOLETIM DE ARRECADAÇÃO...4 2.1.1

Leia mais

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Alto Garças

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Alto Garças PRESTAÇÃO DE CONTAS ANEXO II RELAÇÃO DE PAGAMENTOS Convênio nº: REC ITEM CREDOR CGC/CPF CH/OB DATA VALOR (R$ 1,00) Responsável pela Execução: INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO RELAÇÃO DE PAGAMENTOS Refere-se

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 531, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2013

INSTRUÇÃO CVM Nº 531, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2013 Altera dispositivos da Instrução CVM nº 356, de 17 de dezembro de 2001 e da Instrução CVM nº 400, de 29 de dezembro de 2003. O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM torna público que o Colegiado,

Leia mais

UFMG / PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO / SETOR DE BOLSAS PMG PROGRAMA DE MONITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETRIZES GERAIS

UFMG / PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO / SETOR DE BOLSAS PMG PROGRAMA DE MONITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETRIZES GERAIS UFMG / PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO / SETOR DE BOLSAS PMG PROGRAMA DE MONITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETRIZES GERAIS 2015 1) DOS OBJETIVOS O Programa de Monitoria de Graduação visa dar suporte às atividades acadêmicas

Leia mais

Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011.

Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011. Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 o São estabelecidas, em cumprimento

Leia mais

ATUALIZAÇÃO ATÉ 14/02/2007.

ATUALIZAÇÃO ATÉ 14/02/2007. ATUALIZAÇÃO ATÉ 14/02/2007. ENCERRAMENTO DO EXERCÍCIO Passando o mouse sobre a opção (+) Rotina Mensal/Anual, aparecerão três opções: 1 Boletim RP 2 Conciliação Bancária 3 TCE Deliberação 233/2006 1 3

Leia mais