Sumário. Presidência da República. Ano CXLII N o - 87 Brasília - DF, segunda-feira, 9 de maio de 2005 ISSN

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sumário. Presidência da República. Ano CXLII N o - 87 Brasília - DF, segunda-feira, 9 de maio de 2005 ISSN 1677-7042"

Transcrição

1 <!ID > PORTARIA <!ID > ISSN Ano CXLII N o - 87 Brasília - DF, segunda-feira, 9 de maio de Sumário PÁGINA Presidência da República... Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento... 5 Ministério da Ciência e Tecnologia... 2 Ministério da Cultura... 2 Ministério da Defesa... 3 Ministério da Educação... 4 Ministério da Fazenda... 4 Ministério da Integração Nacional Ministério da Justiça Ministério da Previdência Social Ministério da Saúde Ministério das Comunicações Ministério das Relações Exteriores Ministério de Minas e Energia Ministério do Desenvolvimento Agrário Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Ministério do Meio Ambiente Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Ministério do Trabalho e Emprego Ministério do Turismo Ministério dos Transportes Tribunal de Contas da União Poder Judiciário Entidades de Fiscalização do Exercício das Profissões Liberais MENSAGEM Presidência da República DESPACHOS DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA Nº 255, de 5 de maio de Encaminhamento ao Supremo Tribunal Federal de informações para instruir o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade nº ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO N o - 343, DE 5 DE MAIO DE 2005 Fixa a lotação de Advogados da União e dos integrantes do Quadro Suplementar a que se refere o art. 46 da Medida Provisória nº , de 6 de setembro de 200, nos órgãos de direção e de execução da Advocacia-Geral da União que menciona, e dá outras providências. O ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos I e XVII do art. 4º da Lei Complementar nº 73, de 0 de fevereiro de 993, e CONSIDERANDO a proposta de lotação apresentada pelo Grupo de Trabalho constituído pela Portaria n 736/AGU, de 27 de novembro de 2003, que observou, dentre outros, os seguintes fatores: a) o volume, a natureza e a complexidade das peças produzidas no ano de 2004, segundo dados do Sistema Integrado de Controle de Ações da União - SICAU; os registros do Sistema de Registro de Atividades Jurídicas - SIRAJ; a quantidade de Juizados Especiais Federais e Varas da Justiça Federal e da Justiça do Trabalho perante os quais as Procuradorias atuam; e b) a atividade das Consultorias Jurídicas dos Ministérios quanto ao assessoramento jurídico aos órgãos da Administração Direta localizados nos Estados, bem como a instalação dos Núcleos de Assessoramento Jurídico, resolve: Art. Fixar a lotação de Advogados da União e dos integrantes do Quadro Suplementar a que se refere o art. 46 da Medida Provisória nº , de 6 de setembro de 200, nos órgãos de direção e de execução da Advocacia-Geral da União, conforme tabela constante do Anexo desta Portaria. Parágrafo único. A lotação será revista periodicamente pelo Advogado-Geral da União, de modo a ajustá-la às necessidades que venham a ocorrer, sem prejuízo de designações emergenciais ou temporárias, antes da revisão periódica. Art. 2 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. ALVARO AUGUSTO RIBEIRO COSTA ANEXO À PORTARIA N o - 343, DE 5 DE MAIO DE 2005 ÓRGÃOS DE DIREÇÃO Lotação Fixada Lotação Existente ( Va g a s ) ou Excesso Gabinete do Advogado-Geral da União 99 0 (89) Procuradoria-Geral da União (36) Consultoria-Geral da União (7) Corregedoria-Geral da Advocacia da União 20 7 (3) ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO - CONSULTIVO Assessoria Jurídica junto à Controladoria-Geral da União 0 3 (7) Consultoria Jurídica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Consultoria Jurídica do Ministério das Cidades 0 0 (0) Consultoria Jurídica do Ministério da Ciência e Tecnologia Consultoria Jurídica do Ministério das Comunicações 20 6 (4) Consultoria Jurídica do Ministério da Cultura 0 9 () Consultoria Jurídica do Ministério da Defesa Consultoria Jurídica-Adjunta do Comando da Aeronáutica 0 5 (5) Consultoria Jurídica-Adjunta do Comando do Exército 0 5 (5) Consultoria Jurídica-Adjunta do Comando da Marinha 0 (9) Consultoria Jurídica do Ministério do Desenvolvimento Agrário 0 5 (5) Consultoria Jurídica do Ministério do Desenvolvimento, Indústria 5 8 (7) e Comércio Exterior Consultoria Jurídica do Ministério do Desenvolvimento Social e 0 0 (0) Combate à Fome Consultoria Jurídica do Ministério da Educação Consultoria Jurídica do Ministério do Esporte 0 5 (5) Consultoria Jurídica do Ministério da Integração Nacional 5 8 (7) Consultoria Jurídica do Ministério da Justiça Consultoria Jurídica do Ministério do Meio-Ambiente 0 7 (3) Consultoria Jurídica do Ministério de Minas e Energia 5 7 (8) Consultoria Jurídica do Ministério do Planejamento, Orçamento 30 6 (4) e Gestão Consultoria Jurídica do Ministério da Previdência Social (0) Consultoria Jurídica do Ministério das Relações Exteriores Consultoria Jurídica do Ministério da Saúde 30 7 (3) Consultoria Jurídica do Ministério do Trabalho e Emprego Consultoria Jurídica do Ministério do Turismo 0 0 (0) Consultoria Jurídica do Ministério dos Transportes 28 3 (5) Subchefia para Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência 3 3 (0) da República Núcleo de Assessoramento Jurídico em Aracajú - SE 5 5 0

2 2 ISSN Nº 87, segunda-feira, 9 de maio de 2005 Núcleo de Assessoramento Jurídico em Belém - PA 0 9 () Núcleo de Assessoramento Jurídico em Belo Horizonte - MG 0 Núcleo de Assessoramento Jurídico em Boa Vista - RR Núcleo de Assessoramento Jurídico em Campo Grande - MS Núcleo de Assessoramento Jurídico em Cuiabá - MT 5 4 () Núcleo de Assessoramento Jurídico em Curitiba - PR Núcleo de Assessoramento Jurídico em Florianópolis - SC 8 7 () Núcleo de Assessoramento Jurídico em Fortaleza - CE Núcleo de Assessoramento Jurídico em Goiânia - GO Núcleo de Assessoramento Jurídico em João Pessoa - PB Núcleo de Assessoramento Jurídico em Macapá - AP Núcleo de Assessoramento Jurídico em Maceió - AL Núcleo de Assessoramento Jurídico em Manaus - AM 5 0 (5) Núcleo de Assessoramento Jurídico em Natal - RN Núcleo de Assessoramento Jurídico em Palmas - TO 5 3 (2) Núcleo de Assessoramento Jurídico em Porto Alegre - RS Núcleo de Assessoramento Jurídico em Porto Velho - RO Núcleo de Assessoramento Jurídico em Recife - PE Núcleo de Assessoramento Jurídico em Rio Branco - AC 5 0 (5) Núcleo de Assessoramento Jurídico em Rio de Janeiro - RJ 60 5 Núcleo de Assessoramento Jurídico em Salvador - BA Núcleo de Assessoramento Jurídico em São Luis - MA Núcleo de Assessoramento Jurídico em São Paulo - SP ( ) Núcleo de Assessoramento Jurídico em Teresina - PI 5 4 () Núcleo de Assessoramento Jurídico em Vitória - ES ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO - CONTENCIOSO Procuradoria-Regional da União da a. Região - Brasília (DF) (48) Procuradoria-Regional da União da 2a. Região - Rio de Janeiro (RJ) (4) Procuradoria-Regional da União da 3a. Região - São Paulo (SP) (6) Procuradoria-Regional da União da 4a. Região - Porto Alegre (RS) (23) Procuradoria-Regional da União da 5a. Região - Recife (PE) (6) Procuradoria da União no Estado do Acre 5 0 (5) Procuradoria da União no Estado de Alagoas 6 (5) Procuradoria da União no Estado do Amapá 6 (5) Procuradoria da União no Estado do Amazonas 2 2 (0) Procuradoria da União no Estado da Bahia 32 8 (4) Procuradoria da União no Estado do Ceará Procuradoria da União no Estado do Espírito Santo 4 (7) Procuradoria da União no Estado de Goiás 20 5 (5) Procuradoria da União no Estado do Maranhão 2 8 (4) Procuradoria da União no Estado do Mato Grosso 0 6 (4) Procuradoria da União no Estado do Mato Grosso do Sul 2 0 (2) Procuradoria da União no Estado de Minas Gerais 50 3 (9) Procuradoria da União no Estado do Pará 3 4 (9) Procuradoria da União no Estado da Paraíba 0 9 () Procuradoria da União no Estado do Paraná 28 9 (9) Procuradoria da União no Estado do Piauí 0 8 (2) Procuradoria da União no Estado do Rio Grande do Norte 3 0 (3) Procuradoria da União no Estado de Rondônia 6 3 (3) Procuradoria da União no Estado de Roraima 5 0 (5) Procuradoria da União no Estado de Santa Catarina 2 4 (7) Procuradoria da União no Estado de Sergipe 0 6 (4) Procuradoria da União no Estado do Tocantins 5 3 (2) Procuradoria-Seccional da União em Blumenau - SC 4 0 (4) Procuradoria-Seccional da União em Campina Grande - PB 4 (3) Procuradoria-Seccional da União em Campinas 9 6 (3) Procuradoria-Seccional da União em Campos - RJ 4 2 (2) Procuradoria-Seccional da União em Caxias do Sul - RS 3 0 (3) Procuradoria-Seccional da União em Chapecó - SC 4 2 (2) Procuradoria-Seccional da União em Foz do Iguaçu - PR 4 2 (2) Procuradoria-Seccional da União em Ilhéus - BA 3 (2) Procuradoria-Seccional da União em Joinville - SC 7 5 (2) Procuradoria-Seccional da União em Juiz de Fora - MG Procuradoria-Seccional da União em Londrina - PR 6 5 () Procuradoria-Seccional da União em Maringá - PR 5 0 (5) Procuradoria-Seccional da União em Marília - SP 7 5 (2) Procuradoria-Seccional da União em Niterói - RJ 0 3 (7) Procuradoria-Seccional da União em Passo Fundo - RS 8 3 (5) Procuradoria-Seccional da União em Petrolina - PE 3 2 () Procuradoria-Seccional da União em Petrópolis - RJ 2 (9) Procuradoria-Seccional da União em Presidente Prudente - SP 3 2 () Procuradoria-Seccional da União em Ribeirão Preto - SP 8 5 (3) Procuradoria-Seccional da União em Rio Grande - RS 8 5 (3) Procuradoria-Seccional da União em São José dos Campos - SP 6 3 (3) Procuradoria-Seccional da União em São José do Rio Preto - SP 4 3 () Procuradoria-Seccional da União em Santa Maria - RS 8 3 (5) Procuradoria-Seccional da União em Santarém - PA 3 0 (3) Procuradoria-Seccional da União em Santos - SP 6 4 (2) Procuradoria-Seccional da União em Uberaba - MG 3 2 () Procuradoria-Seccional da União em Uberlândia - MG 3 (2) Procuradoria-Seccional da União em Umuarama - PR 5 2 (3) Procuradoria-Seccional da União em Volta Redonda - RJ 4 (3) ÓRGÃOS DE LOTAÇÃO EXCEPCIONAL Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional Procuradoria-Seccional da Fazenda Nacional em Campina Grande - PB 0 Coord-Geral RH SPOA MF/DF 0 Procuradoria-Regional Federal da 2ª Região 0 TO TA L (470) Observações: - A lotação existente é composta de Advogados da União e de integrantes do quadro suplementar a que se refere o art. 46 da MP , de 200, assim distribuída: 998 Advogados da União e 29 integrantes do quadro suplementar. 2 - Os números entre parêntesis indicam vagas de lotação resultantes desta Portaria 3 - As lotações excepcionais decorrem de atos anteriores a esta Portaria e serão ajustadas paulatinamente, pela vacância dos cargos ou por remoção. 4 - Dos Advogados lotados na Subchefia de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, oito terão exercício nas Secretarias Especiais da Presidência da República, assim distribuídos: dois na Secretaria Especial dos Direitos Humanos; dois na Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres; dois na Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca; e dois na Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. SECRETARIA ESPECIAL DOS DIREITOS HUMANOS CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE <!ID >ATA DA 25 a - ASSEMBLÉIA ORDINÁRIA Às nove horas e quarenta minutos dos dias nove e dez de março de dois mil e cinco, deu-se início a centésima vigésima quinta Assembléia Ordinária do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente - Conanda, com a presença dos Conselheiros Titulares e Suplentes Estiveram Presentes os Conselheiros Titulares: Ana dos Santos Braga, Ministério da Previdência Social; Enid Rocha Andrade da Silva, Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão; Cristina de Fátima Guimarães, Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial; Beatriz Hobold, Pastoral da Criança; Maria das Graças Fonseca Cruz, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil; Marta Marília Tonin, Ordem dos Advogados do Brasil; Miriam Maria José dos Santos, Inspetoria São João Bosco/ Salesianos; Pedro Vilmar Ost, União Brasileira de Educação e Ensino; Joisiane Sanches de Oliveira Gamba, Movimento Nacional dos Direitos Humanos; José Fernando da Silva, Associação Brasileira de Organizações não Governamentais; Hans Flitz Costa Carloni, Associação de Apoio a Criança e o Adolescente; Antônio Pereira da Silva Filho, Confederação Geral dos Trabalhadores; Renato Roseno de Oliveira, Associação Nacional dos Centros de Defesa; Maria de Lourdes Alves Rodrigues, Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança; Cláudio Augusto Vieira da Silva, Fundação Fé e Alegria do Brasil; Maria Júlia Rosa Chaves Deptuslki, Movimento Nacional de Meninos e Meninas de Rua e Lea Lúcia Cecílio Braga, Conselho Federal de Serviço Social. Presentes também os conselheiros governamentais suplentes que assumiram a titularidade nesta Assembléia; Margarida Munguba Cardoso, e José Eduardo Andrade, Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome; Napoleão Alvarenga Filho, Ministério da Cultura; Cleyde de Alencar Tormena, Ministério da Educação; Graciela Leite Pinto, Ministério da Justiça; Helda Renildo Meirelles Borba, Ministério da Fazenda; Thereza de Lamare Franco Netto, Ministério da Saúde; Amarildo Baesso, Secretaria Especial dos Direitos Humanos; Presentes ainda os conselheiros governamentais e não governamentais suplentes: Antonia Puertas Jimenez, Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Maria Izabel da Silva, Central Única dos Trabalhadores; Alda Elizabeth Boehler Iglesias Azevedo, Sociedade Brasileira de Pediatria; Tiana Sento-Sé, Instituto Brasileiro de Inovação em Saúde Social; Maria Luisa Teresa Dias Marinho, Aldeias Infantis SOS Brasil; Fábio Teixeira Alves, Associação da Igreja Metodista, Waldir Pereira, Federação Brasileira das Associações Cristãs de Moços; Karina Aparecida Figueiredo, Centro de Referência, Estudos e Ações Sobre Crianças e Adolescentes; Maria Luiza Moura Oliveira, Conselho Federal de Psicologia. Estiveram também presentes Paulo Marques, Subsecretaria de Promoção dos Direitos das Crianças e do Adolescente e Srª Alisson Suton, Unicef, Técnicos da Secretaria Executiva e equipe da SPDCA. A abertura teve início com o Encontro de Revisão do Planejamento Estratégico do Conanda dois mil e quatro e dois mil e cinco, coordenado pelas consultoras de planejamento, Ângela Gomes e Glória Oliveira que fizeram a apresentação dos Conselheiros presentes e em seguida a aprovação da

3 Nº 87, segunda-feira, 9 de maio de ISSN programação. Durante a apresentação da programação, foi dito que com essa revisão, a grande pretensão seria em primeiro lugar, possibilitar aos novos conselheiros uma breve vista ao planejamento e em segundo, fazer uma avaliação e atualização do trabalho, identificando quais os avanços e quais as dificuldades com a realização de algumas ações que foram definidas e quais ações deveriam estar incorporadas na planilha de atividades e ações para dois mil e cinco. Na seqüência, foi feita uma explanação sobre a Missão do Conanda. A construção dessa Missão foi feita de forma compartilhada em grupos e plenária e a partir de um conteúdo guia, chegou-se a essa construção que é garantir os Direitos das Crianças e Adolescentes do Brasil, como prioridade absoluta das Políticas Públicas, através do esforço conjunto do governo e da sociedade civil na formulação, deliberação e acompanhamento das políticas e também o orçamento público. Dando prosseguimento, foi feito um levantamento de expectativas em relação ao evento, análise de situação do Conanda sobre o foco dos aspectos positivos e identificação das dificuldades para implementação das ações propostas no plano, sendo que essa análise foi feita através de quatro grupos de trabalho partindo das ações do planejamento e algumas deliberações constantes nas atas anteriores, vendo as pendências e a estratégia a ser usada para a resolução das mesmas a fim de obter o resultado desejado. Os grupos de trabalho foram divididos de forma que cada grupo tivesse na coordenação representantes das quatro comissões existentes. Após quase três horas de trabalho, cada coordenador de grupo fez uma leitura rápida do resultado do documento, com pedidos de destaque para posterior discussão no debate. Os destaques mais discutidos foram: A ampliação da Secretaria Executiva, que foi deliberado a elaboração de um documento que será feito pelo Conselheiro Fernando e Conselheiro Amarildo, para ser encaminhado ao Ministro Nilmário Miranda, solicitando que formalize através de portaria, qual será a Secretaria do Conanda. Sobre o SINASE, foi proposto pelo Conselheiro Amarildo, que trabalhassem no sentido de aprovar as pautas em consenso, colocar em funcionamento e continuar a discutir o que não estivesse em consenso, já que se tratava de um processo. Os demais itens foram aprovados com alterações pertinentes, após os destaques terem sido discutidos pelos próprios destacantes, ficando as consultoras de planejamento responsáveis por fazer um relatório, num estudo mais profundo, dos assuntos menos discutidos, para ser encaminhado em momento oportuno, para que pudesse ser visto e discutido. Aos dez dias do mês de março de dois mil e cinco, às nove horas e quinze minutos, no Auditório do Edifício Sede do Ministério da Justiça, sala, 304, situado na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, Distrito Federal, deu-se continuidade a centésima vigésima quinta assembléia ordinária do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente - Conanda. O Sr Presidente, Conselheiro José Fernando da Silva, da Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais/ABONG, deu início a reunião apresentando a pauta tendo sido aprovada com o suprimento da aprovação da ata anterior, devido à necessidade de reformulação da mesma. Na seqüência, encaminhou a pasta seguinte, sobre a aprovação do projeto da ANDI, lembrando que o mesmo já vinha sendo tratado desde a assembléia de novembro esclarecendo ainda, que se tratava de um projeto de continuidade das ações que vinham sendo realizadas com a ANDI em relação à Mídia e Conselho e que esse projeto tinha ações voltadas para a divulgação das conferências Municipais, Estaduais e Nacional. Solicitou a colaboração da Conselheira Maria de Lourdes, para fazer uma breve apresentação desse projeto. Iniciou dizendo que o mesmo será um projeto de apoio às ações de comunicação do CONANDA e que, portanto, a Comissão de Articulação e Comunicação poderá ser responsável pelo acompanhamento do desenvolvimento do projeto previsto para O projeto intitulado Qualificando a Mídia em Favor dos Direitos da Criança e do Adolescente, tem como objetivo geral expandir a sensibilidade e compreensão dos comunicadores e orienta-los na abordagem de assuntos estratégicos. Sobre os objetivos específicos trata-se da análise, qualificação e mobilização da mídia para divulgação das conferências, além de produzir agenda de eventos de pautas especiais estimulando a presença dos Conselhos na mídia e fortalecimento deles como fonte de informação. Um outro objetivo específico é a Qualificação de Conselheiros, apoiar o debate, orientar a implantação e implementação dos planos de comunicação dos Conselhos Estaduais, onde há agência da rede. A Comissão de Articulação e Comunicação havia demonstrado um grande interesse para que houvesse uma relação maior com esta ação da ANDI. Na reunião de planejamento do dia nove foi discutido que o Conanda também fizesse o seu plano de comunicação estratégico e por último teria uma reunião de avaliação do projeto com todas as agências da rede ANDI para identificação de novas oportunidades. Foi dito que este projeto estaria orçado em quinhentos e cinqüenta e um mil reais e que fosse um projeto desenvolvido pela ANDI, mas que viesse a suprir uma necessidade do Conanda na relação com os Conselhos Estaduais no que diz respeito à comunicação. Foram abertas as inscrições para discussão e o Conselheiro Hans, questionou como seria o monitoramento dessas ações de comunicação. Seguindo a ordem, o segundo questionamento foi sobre o valor do custo que no início era de trezentos mil reais e que agora era de quinhentos e cinqüenta mil reais, um outro ponto foi se esta proposta no projeto seria uma divulgação a nível nacional e se cobriria aqueles Estados onde não existia a rede. O Sr Presidente, esclareceu também, pela ordem dos questionamentos, que até agora, esse projeto foi totalmente executado de forma conjunta, citando como exemplo a campanha publicitária de dois mil e dois que foi discutida em pelo menos três plenárias e só foi divulgada após aprovação do Conanda. Em relação à Conferência Nacional, na ação nacional da ANDI, a idéia era enviar para as rádios cópias de fitas e CDs, por se tratar de um meio mais abrangente. Quanto ao valor captado, disse não ter essa informação. Uma outra dúvida surgiu no item Capacitação de Conselheiros, se isso seria feito através de cursos, via mídia ou se era presencial. O esclarecimento veio através da Conselheira Lourdes, dizendo que uma forma seria através das conferências e através da mídia, mas limitando onde houvesse agências. O Sr Presidente ressaltou que o projeto já estaria aprovado desde dezembro, no entanto, a Comissão junto com a AN- DI, fariam esses acertos no sentido de viabilizar os dois encaminhamentos sugeridos pelo plenário, quais sejam: ) ampliação do item divulgação das conferências para todos os estados, capitais e Distrito Federal; 2) que o projeto tenha o acompanhamento da Comissão de Articulação e Comunicação do CONANDA. A plenária prosseguiu com a explanação do Debate da Lei Nacional de Adoção (Deputado João Matos-PMDB/SC), feita pela Conselheira Marta, que informou que tendo em vista as manifestações favoráveis e contrárias ao texto do Projeto de Lei, colocaria neste momento, para conhecimento dos que estavam presentes, os principais documentos que já foram redigidos e elaborados, assinados por autoridades se manifestando acerca desse documento. Disse que o PL era então, de vinte de agosto de dois mil e três, composto de setenta e cinco artigos e onze capítulos e que a intenção era buscar sanar todas as questões com relação à adoção e trazia nesses onze capítulos Disposições Gerais - Capacidade de Adotar e de Ser Adotado - Adoção de Crianças e Adolescentes - Hipótese de Dispensa de Prévio Cadastramento - Estágio de Convivência - Adoção Internacional - Perda e Suspensão do Poder Familiar - Adoção de Adultos - Procedimentos - Recursos e Disposições Finais e Transitórias e que mostrava também o que esse parlamentar estava se propondo a desenvolver através dos argumentos básicos que ele utilizava na justificativa para a elaboração desse PL. O Sr Presidente agradeceu a colaboração da Conselheira Marta, solicitando a divulgação do material por ela apresentado e dizendo que valeu a pena o prolongamento da apresentação devido à importância do assunto tratado. O Sr. Presidente encaminhou a fala seguinte para a Drª Patrícia Lamego, Gerente de Projetos da Adoção e Seqüestro Internacional da Secretaria Especial de Direitos Humanos, que fez uma rápida apresentação sobre o trabalho da Autoridade Central Administrativa Federal, que é o Órgão na Secretaria, encarregado da implementação de duas convenções. A primeira, Convenção para a Proteção da Adoção Internacional de Menores, da Convenção de Haia, e a segunda, Convenção sobre os Aspectos Civis do Seqüestro Internacional de Crianças. Disse que iria focar mais no PL a nível da Adoção Internacional. Falou sobre a Constituição do Conselho de Autoridades Centrais, através de decreto com a seguinte formatação: Como Presidente, o Ministro Nilmário Miranda, Secretário Especial de Direitos Humanos, vinte e sete representantes dos estados que são os corregedores gerais de justiça que trabalham nos Tribunais de Justiça Estaduais, vinte e sete desembargadores, um representante da Polícia Federal, um representante do Ministério das Relações Exteriores, e uma Secretária Executiva do Conselho, nomeada pelo Ministro. Sobre as obrigações do Conselho, é votar resoluções que são publicadas no Diário Oficial da União, cujo objetivo é regulamentar a prática da adoção internacional no Brasil. Falou que estavam tentando dar o máximo de atenção ao tema em alguns aspectos básicos, que seria a padronização, uniformização de procedimentos, cidadania, credenciamento e acompanhamento e que em dois mil e seis, haveria uma revisão da Convenção de Haia na Holanda, e a proposta que o Brasil pretende levar é de que se inclua um dispositivo que se torne automática a concessão de cidadania para a criança que estiver sendo adotada, para se ter argumentos políticos perante a autoridade central de outros países. Por último, a questão do cadastro nacional. O Conselho não discutiu o PL, apenas a parte da Adoção Internacional e foi constituída uma subcomissão com seis membros e já havia um anteprojeto pronto para apresentar a Comissão de Direitos Humanos da Câmara, no que diz respeito à Adoção Internacional, exclusivamente. Disse também, que estavam trabalhando para a implantação do Infodot a nível nacional e que foi aprovado em dezembro, já estando em vigor a partir de janeiro de dois mil e cinco a Emenda Constitucional número quarenta e cinco, cuja dúvida era saber se essa emenda iria abranger os tratados em vigor e se no caso da Convenção de Haia limitaria a Adoção Internacional apenas a casais oriundos de países ratificantes. Finalizou dizendo que em novembro de dois mil e três, em Santa Catarina conseguiu-se aprovar uma resolução que colocava o Infodot como cadastro nacional de adoção. O Sr Presidente deu abertura ao debate, dizendo que a finalidade com essa discussão, presidida pela autoridade central era nivelar as informações sobre o PL, na perspectiva de um seminário Conanda e Frente Parlamentar. A Conselheira Karina, disse achar pertinente o Conanda estar encaminhando um seminário dessa natureza, já que tinha uma preocupação muito grande quanto ao tráfico de seres humanos, querendo saber se haveria uma forma de fiscalização desses órgãos internacionais que se credenciavam no país, obtendo como esclarecimento por parte da Drª Patrícia alegando que a unificação do processo de adoção no Brasil iria facilitar o controle dessas agências, inclusive a pretensão de encaminhar ainda em dois mil e cinco, um decreto novo que irá regulamentar a atuação dessas agências. Outro destaque foi das Conselheiras Tereza e Maria das Graças, em relação ao seminário, que poderia acontecer após a entrega do documento que estava sendo elaborado pela Comissão Intersetorial para Promoção, Defesa e Garantia do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária, que trata da questão da família, dos abrigos e da adoção. A conselheira Miriam sugeriu que o Conanda apresentasse um anteprojeto de lei referente ao assunto. Na seqüência, o Conselheiro Renato, fez três considerações sendo a primeira, em relação à defesa do artigo quinto da emenda quarenta e cinco; a segunda, com relação às agências e profissionais que se especializavam em adoção internacional, se teria condições de saber quantos processos de adoção por ano, são feitos por agências e de forma singular, e por último sobre a convivência familiar e comunitária. Ainda nos destaques, a Conselheira Marta, colocou-se à disposição como representante do Conselho Federal da OAB, para participar de debates de algum documento e de levar ao seu presidente para possível mobilização da classe dos advogados. A Conselheira indagou se realmente haveria a necessidade da elaboração de um substitutivo e se não seria mais viável a incorporação dessas informações no ECA ou através de portaria e resoluções da Secretaria Nacional. Uma outra questão, levantada pela Conselheira Cleide, foi em relação à educação em determinada faixa etária, se a obrigatoriedade de ensino para essas crianças em âmbito nacional estaria sendo uma preocupação nesse anteprojeto. A Conselheira Lea questionou a natureza da tarefa política e estratégica do Conselho com esse debate e com o seminário enquanto que a Conselheira Enid quis saber, que mecanismo usariam para regular a porta de entrada para os abrigos e o que poderia ser feito para o retorno à família de origem. Duas considerações foram feitas pela Conselheira Luiza. Do aspecto legal, porque não canalizarem esforços para estarem atentos a uma só linha que é os Direitos da Criança e do Adolescente como prioridade absoluta e o que fazer com as crianças que não seriam privilegiadas por uma adoção. O último questionamento foi da Conselheira Ana, querendo saber qual o procedimento adotado quando é detectado irregularidade na adoção. A Drª Patrícia respondeu pela ordem das perguntas feitas, que o Conanda já tinha uma posição contrária ao PL, porém a proposta era garantir um ante projeto exclusivo para a adoção internacional tendo sido votado, inclusive, uma resolução que permite a participação do Conanda nas reuniões do Conselho das Autoridades Centrais. Com relação à emenda quarenta e cinco, propôs uma base legal para trabalhar a questão. Sobre as trinta e três agências existentes, alegou que a Autoridade Central tem obrigação de saber o número de processos de adoção internacional. Esse controle é feito através das CEJAI -Comissão Estadual Judiciária de Adoção Internacional, da Polícia Federal e do relatório das agências. Com relação aos países que não ratificaram, a questão vai ser discutida no âmbito da emenda constitucional. Sobre a questão do anteprojeto, considerou que a adoção internacional fosse melhor regulamentada no Brasil, mas não através de portaria porquê não tem resultado. Por último, sobre a educação das crianças que vão para fora, alegou que em geral elas tem um bom acompanhamento educacional e são bastante rigorosos quanto a isso. O Sr Presidente solicitou no sentido de que fosse encaminhado ofício, ao Congresso Nacional e que a Comissão de Legislação pensasse numa proposição em relação a essa matéria, para posterior realização do seminário em tempo mais conveniente e que o parecer da comissão fosse levado ao Conanda. A assembléia prosseguiu com o ponto seguinte da pauta, que foi o posicionamento do Conselho, através de Nota Pública, sobre a situação da FEBEM, que após a apresentação do texto feita pela Conselheira Lourdes, o mesmo recebeu várias emendas tendo sido aprovado pelo plenário. O ponto seguinte tratou de um documento relacionado à desocupação da área Sonho Real em Goiânia, Goiás, enviado ao Secretário Adjunto da Secretaria de Direitos Humanos, Dr. Mário Mamede, que estava acompanhando a questão, solicitando outras providências. Após a leitura do documento, foi esclarecido que além das providências adotadas pela Secretaria, o mesmo já estava sendo passado para todos os colegiados e Ministério Público. Foi solicitado que a Secretaria fizesse um ofício ao governo municipal e estadual, enviando para os dois executivos com cópias para os conselhos de direitos daquela cidade, uma vez que o Conanda já havia se posicionado a respeito, através de Moção de Repúdio, já divulgada na cidade. A Pasta que se segue tratou da Deliberação dos Procedimentos e Critérios Para Aprovação de Projetos da SEDH/SPDCA/FNCA, que apresentou dois pontos importantes sendo em relação à estrutura do documento que exigiu maior clareza e o outro em relação ao prazo que é até dois mil e cinco tendo sido proposto a necessidade de ligação com o PPA atual, caso excedesse esse prazo. O Conselheiro Amarildo esclareceu que em relação à estrutura, era apenas uma questão de adequação, quanto ao prazo, era só dois mil e cinco. A revisão seguiu por parágrafo com o questionamento da Conselheira Miriam em relação à exigência feita pelo Ministério do Trabalho no sentido das entidades se adequarem à lei do aprendiz e não existia nenhuma fonte de financiamento para esse fim constando na pauta do Conanda. O Sr. Presidente disse que o ponto levantado não se referia a matéria, sugerindo que a Comissão de Políticas Públicas tivesse como ponto de pauta na próxima reunião. O Conselheiro Pedro, solicitou que os projetos, fossem encaminhados como proposta para que a Assembléia pudesse discutir e deliberar, mesmo tendo sido analisados pela Secretaria e pela Comissão de Orçamento e Medidas Sócio Educativas do CONANDA. Foi levantado mais um ponto a ser discutido em relação aos prazos, e que foi resolvido mediante proposta do Conselheiro Amarildo, que fosse revisto os prazos e substituída a palavra SINASE por Diretrizes do Conanda Sobre Medidas Sócio-educativas. Em relação aos prazos, alterou-se apenas, o das Medidas Sócio-educativas, mudando para quinze de abril.em relação aos municípios e aos estados, foi proposto implantar uma proposta de instalação para o SIPIA I e II. No item Organização da Sociedade Civil, o Conselheiro Pedro apontou a necessidade de observar o Art. 26 do ECA, em caso da não existência do Conselho Municipal dos direitos da Criança e do Adolescente. Como esclarecimento, o Sr Presidente disse que era só criar excepcionalidade e no caso da não existência do Conselho, buscar amparo no Art. 26 do ECA. A Conselheira Margarida questionou em relação às ações que compõem o Fundo, se poderia ser incluída essa ação de profissionalização do Adolescente na revisão do PPA. A Conselheira Lourdes apresentou uma proposta de substituição de uma palavra que em vários lugares tinha a afirmação, apresentar proposta clara de objetividade, por proposta objetiva. Após todas essas emendas o documento fora aprovado. O último ponto da pauta tratou da VI Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, com apresentação do documento feita pela Conselheira Maria das Graças. Primeiramente informou que o conselheiro Amarildo Baesso fora indicado para coordenar a Comissão Organizadora e em seguida fez a leitura do documento com destaque dos senhores conselheiros que usou o mesmo critério da leitura com destaques. O primeiro feito pela Conselheira Antonia, no sentido de dar uma redação mais explicita ao tema e também algumas contradições, como se não existisse uma Política para a Criança e o Adolescente. A Sra. Cristina fez uma

4 4 ISSN Nº 87, segunda-feira, 9 de maio de 2005 proposta de reformulação na introdução para posterior circulação antes de ser encaminhado, ficando contemplado o destaque anterior. Seguindo a leitura, o Conselheiro Renato destacou dois pontos. Primeiro: se haveria necessidade de colocar como objeto específico, identificar a proporção da participação, sugerindo a supressão deste parágrafo. Segundo: com relação a participação de crianças e adolescentes, já que o tema é controle social, seria importante colocar como objetivo específico, estimular e qualificar o direito a participação de crianças e adolescentes, no controle social das políticas públicas. Após discussão, foi aprovada a supressão do parágrafo em questão, como também a nova redação para o parágrafo seguinte. No item, Eixos Temáticos, foi sugerido trocar a palavra governo por estado e nas metas, foi proposto uma nova redação, para posterior divulgação. No Conteúdo dos Itens a serem abordados, destacado pela Conselheira Antonia, que fosse escrito uma tese guia, apresentada como uma tese do responsável pela conferência, no caso o Conanda. O Conselheiro Cláudio propôs que fosse produzido dois documentos, sendo o primeiro mais enxuto para ser enviado via eletrônica para os estados, dizendo qual é a temática e as diretrizes até a próxima semana, e o outro para ser aprovado na próxima assembléia. O ponto seguinte, foi em relação à conferência de consórcio de municípios, como se elegeria os delegados das regionais. A Conselheira Lourdes propôs a ampliação da tabela indicando a proporcionalidade, podendo ter uma orientação explícita de que é responsabilidade do estado, e que a comissão refletisse nessa orientação. O encaminhamento foi aprovado. A Conselheira Izabel destacou que os municípios e os estados querendo fazer suas conferências lúdicas, garantissem que o adolescente que participar da Conferência Nacional, Municipal e Estadual, participasse também das Conferências Municipais e Estaduais. Também no item, onde diz, representação de órgãos e entidades, acrescentar, órgãos governamentais e entidades. Ainda nesse item, o Conselheiro Renato, sugeriu a atualização da estimativa da população pela PNAD/2003, tendo sido aceita a proposta. Um último destaque, feito pelo Sr Presidente, Conselheiro Fernando, que propôs dividir em duas partes o item Representação de Órgãos e Entidades de Atendimento, de modo que ficasse um representante de Órgão Governamental de Atendimento da Criança e do Adolescente e outro representante de entidade da Sociedade Civil e Defesa ao Atendimento da Criança e do Adolescente, tendo sido deliberado dessa forma. Os últimos encaminhamentos foram que, decidiu-se por escrever um documento partindo do já existente, como tese original para servir de subsídio nas discussões para os municípios e para o estado, um documento mais elaborado, ficando a Sra. Cristina responsável por esse trabalho. Foram discutidos os destaques mais relevantes, avaliados pelos próprios destacantes e o Sr. Presidente deu uma última informação de que participara de reunião nacional do Pacto de Governadores do Semi-Árido e que a idéia era de que pudessem ter um ofício que fosse aos Conselhos dos onze Estados do Semi-Árido brasileiro com uma orientação específica para os municípios. Como muitos já não estavam presentes, sugeriu ter uma conversa com eles e uma articulação para que as informações pudessem circular via eletrônica a fim de que todos pudessem apresentar suas opiniões até, dia dezesseis, quarta-feira. Propôs também para que houvesse um esforço no sentido de superar as dificuldades de chegada e saída dos conselheiros. Mais uma vez, o Conselheiro Renato, se manifestou sugerindo assembléias de três dias ao invés de dois para que a pauta fosse vista de maneira mais eficaz. O Conselheiro Amarildo registrou um assunto para ser discutido na próxima pauta, atendendo solicitação do Ministro, no sentido de programar uma olimpíada de adolescentes no Distrito Federal, no período de Comemoração do ECA. O Sr Presidente, Conselheiro Fernando, encerrou a plenária dizendo que a idéia poderia ser alojada dentro do planejamento discutido na reunião de planejamento do dia nove, no item Comemoração dos Quinze Anos do ECA, e que as sugestões fossem via eletronicamente. Para constar, essa ata após lida e aprovada, será assinada pelo Presidente. NILMÁRIO MIRANDA Presidente

5 <!ID > <!ID > <!ID > Nº 87, segunda-feira, 9 de maio de ISSN Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, DE 6 DE MAIO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁ- RIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, nos termos do disposto no art. 2º, incisos III e VIII, do Decreto nº , de 8 de março de 990, que regulamenta a Lei nº 7.678, de 8 de novembro de 988, e o que consta do Processo nº / , resolve: Art. º Aprovar os PADRÕES DE IDENTIDADE E QUA- LIDADE PARA SANGRIA, em conformidade com o anexo desta Instrução Normativa. Art. 2º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data da sua publicação. ROBERTO RODRIGUES ANEXO PADRÕES DE IDENTIDADE E QUALIDADE PARA SANGRIA DEFINIÇÃO Sangria é a bebida com graduação alcoólica de 7 a 2%Vol, a 20ºC, obtida pela mistura de vinho de mesa, suco de uma ou mais frutas cítricas, água potável, podendo ser adicionada de açúcares. 2 INGREDIENTES 2. INGREDIENTES BÁSICOS - Vinho de Mesa; - Suco natural de frutas cítricas; - Água Potável. 2.2 INGREDIENTES OPCIONAIS - Extratos ou essências aromáticas naturais de frutas; - Partículas ou pedaços sólidos de polpa de frutas; - Açúcares; - Outras bebidas alcoólicas; - Anidrido carbônico. 2 o O Comitê poderá solicitar a participação de representantes de outras unidades organizacionais do MAPA em suas reuniões e convidar especialistas externos para assessorá-lo em temas específicos, bem como propor audiências ou reuniões com outras áreas de governo e com representantes do agronegócio e da sociedade civil o rg a n i z a d a. Art. 3 o A Secretaria do Comitê de Assessoramento em Biossegurança do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento será exercida pela Coordenação de Biossegurança da Secretaria de Defesa Agropecuária. Art. 4 o Fica fixado o prazo de 30 (trinta) dias para que o Comitê de Assessoramento em Biossegurança do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento edite seu Regimento Interno. Art. 5 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação Art. 6 o Fica revogada a Portaria n o 782, de 7 de outubro de ROBERTO RODRIGUES 3 PARÂMETROS ANALÍTICOS A Sangria deverá obedecer aos limites a seguir fixados: Máximo Mínimo Álcool etílico em %Vol, a 20ºC 2,0 7,0 Ácido Sórbico, em mg/l Ácido Benzóico, em mg/l Acidez total, em meq/l 30,0 55,0 Acidez volátil (corrigida), em meq/l 5,0 - Anidrido sulfuroso total, em mg/l Cinzas, em g/l - 0,75 Álcool metílico, em mg/l Extrato seco, em g/l - 8,0 4 CRITÉRIOS DE QUALIDADE A Sangria deverá conter, no mínimo, 50% (cinqüenta por cento) de vinho de mesa e, no mínimo, 0% (dez por cento) de suco natural de uma ou mais frutas cítricas, podendo ser adicionada de outras bebidas alcoólicas em quantidade não superior a 0% (dez por cento) do volume total. No caso da adição exclusiva de suco de limão, a sangria deverá conter, no mínimo, 2,5% (dois e meio por cento) em volume de suco de limão com 5% (cinco por cento) de acidez. A Sangria não poderá ter suas características sensoriais e composição alteradas pelos materiais dos recipientes, utensílios ou equipamentos utilizados no seu processamento e comercialização. 5 ROTULAGEM Obedecer às disposições de rotulagem prevista no Decreto nº , de 8 de março de 990, e na Instrução Normativa nº 55, de 8 de outubro de A Sangria, quando gaseificada, deverá apresentar a expressão Gaseificado nas mesmas dimensões da expressão usada na denominação do produto. À exceção da inclusão no campo de ingredientes, fica proibido usar as expressões próprias de vinhos como BRANCO, ROSADO, TINTO, SUAVE, SECO, ESPECIAL e outras, bem como a palavra VINHO de forma isolada ou como parte de outros dizeres. 6 DISPOSIÇÕES GERAIS Os casos omissos serão resolvidos pelo órgão competente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. PORTARIA Nº 248, DE 6 DE MAIO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁ- RIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, considerando o disposto nos arts. 8 o, 0 e 6, da Lei n o.05, de 24 de março de 2005, e no Processo n o /2005-2, resolve: Art. o Criar o Comitê de Assessoramento em Biossegurança do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (CABio) com o objetivo de acompanhar os temas relacionados aos Organismos Geneticamente Modificados (OGM) e seus derivados, no campo de suas competências, e: I - assessorar nas atividades relacionadas à formulação, atualização e implementação da Política Nacional de Biossegurança - PNB; II - assessorar na elaboração de posicionamentos oficiais do MAPA para a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança - CTN- Bio e o Conselho Nacional de Biossegurança - CNBS, observados os pareceres técnicos das unidades organizacionais do MAPA pertinentes; III - apoiar as unidades organizacionais do MAPA no cumprimento de suas atribuições, em decorrência de decisão técnica fundamentada da CTNBio; IV - sugerir procedimentos de fiscalização e mecanismos de implementação de requisitos de biossegurança definidos pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança - CTNBio às áreas de registro e fiscalização do MAPA; V - acompanhar as atividades dos foros nacionais e internacionais relacionados à biotecnologia e biossegurança agropecuária. Art. 2 o O Comitê de Assessoramento em Biossegurança do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento de que trata esta Portaria será coordenado pelo representante da Secretaria-Executiva e constituído por representantes titulares e suplentes das seguintes Secretarias, Empresas Públicas e Consultoria Jurídica: I - Secretaria-Executiva: um representante titular e seu respectivo suplente; II - Secretaria de Defesa Agropecuária: três representantes titulares e seus respectivos suplentes; III - Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo: um representante titular e seu respectivo suplente; IV - Secretaria de Política Agrícola: um representante titular e seu respectivo suplente; V - Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio: um representante titular e seu respectivo suplente; VI - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EM- BRAPA: dois representantes titulares e seus respectivos suplentes; VII - Companhia Nacional de Abastecimento - CONAB: um representante titular e seu respectivo suplente; VIII - Consultoria Jurídica: um representante titular e seu respectivo suplente. o Caberá aos titulares das unidades listadas nos incisos do caput deste artigo indicar à Secretaria-Executiva os respectivos representantes, titulares e suplentes, ficando a Secretaria-Executiva incumbida de publicar os atos de designação. PORTARIA Nº 249, DE 6 DE MAIO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁ- RIA E ABASTECIMENTO, no uso de suas atribuições legais, tendo em vista o disposto nos arts. 8 e 95 do Decreto n o 4.074, de 4 de janeiro de 2002, e o que consta do Processo n o / , resolve: Art. o Autorizar o registro de agrotóxicos à base de CLO- DINAFOP-PROPARGIL, para uso emergencial no controle de Av e n a strigosa na cultura do trigo, segundo especificações constantes do Anexo a esta Portaria, com base na manifestação favorável do Comitê Técnico de Assessoramento para Agrotóxicos - CTA, em reunião realizada em 2 de março de Art. 2 o As empresas interessadas em comercializar agrotóxicos, em conformidade com a especificação contida no art. o desta Portaria, deverão requerer o registro para uso emergencial do produto, junto ao órgão competente, acompanhado de modelo de rótulo e bula e de comprovante de que se encontra cadastrada nos Estados, no Distrito Federal e na Coordenação de Fiscalização de Agrotóxicos, do Departamento de Fiscalização de Insumos Agrícolas, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, como fabricante ou formuladora de agrotóxico. Parágrafo único. A empresa requerente deverá apresentar termo de compromisso para geração e apresentação dos estudos necessários à realização do registro definitivo do agrotóxico para a finalidade e condições de uso definidas no Anexo a esta Portaria. Art. 3 o O registro para uso emergencial de agrotóxico será cancelado se constatado problema de ordem agronômica, toxicológica ou ambiental. Art. 4 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. ROBERTO RODRIGUES ANEXO. Nome comum do ingrediente ativo: CLODINAFOP-PRO- PA R G I L... Sinonímia: propanoic acid, 2-[4-(5-chloro-3-fluoro-2-pyridinyl)oxy]phenoxy]-,2-propynyl ester, (2R).2. N o CAS: Classe: Herbicida..4. Forma de apresentação do produto formulado permitida: Concentrado Emulsionável. 2. Indicação de uso: trigo. 3. Finalidade: Controle de Avena strigosa. 4. Aplicação 4.. Modo de aplicação: pulverização; 4.2. Dose: 50 ml/ha; 4.3. Intervalo de segurança: 60 (sessenta) dias; 4.4. Limite Máximo de Resíduos: 0,02 mg/kg. 5. Uso emergencial permitido por período de 3 (três) meses, a contar da data de publicação desta Portaria.

6 <!ID66576-> <!ID > 6 ISSN Nº 87, segunda-feira, 9 de maio de 2005 COMISSÃO ESPECIAL DE RECURSOS SECRETARIA EXECUTIVA PORTARIA Nº 35, DE 25 DE ABRIL DE 2005 O SECRETÁRIO EXECUTIVO DA SECRETARIA DA COMISSÃO ESPECIAL DE RECURSOS, no uso de sua competência e das atribuições estabelecidas pela Portaria nº 3, de 04 de fevereiro de 2005, da Secretaria de Política Agrícola, publicada no Diário Oficial da União de 0 de fevereiro de 2005, e observado, no que couber, o contido nas Instruções Normativas nºs. 2/2000 e 3/200 desta Secretaria, resolve: Art. º - Aprovar o Zoneamento Agrícola para a cultura de Cevada não irrigada no Estado de Santa Catrarina, ano safra Art. 2º - Esta Portaria tem vigência específica para o ano safra definido no Art. º e entra em vigor na data de sua publicação. FANCISCO JOSÉ MITIDIERI ANEXO. NOTA TÉCNICA Para o zoneamento da cultura da cevada em Santa Catarina, utilizaram-se dados de 26 estações agrometeorológicas, com períodos de observação variáveis de 0 a 30 anos, para montar uma série histórica de dados que representem o clima nas diversas regiões do Estado; no caso de precipitação foram utilizados ainda dados de 87 estações. Os índices utilizados para delimitar as regiões de aptidão da cevada foram determinados por meio de revisão bibliográfica juntamente com as respostas biológicas observadas por pesquisadores. Para se chegar aos períodos favoráveis de semeadura os índices adotados foram calculados decendialmente. Como ferramenta auxiliar para o cálculo e estimativa das variáveis climatológicas e cruzamento com os critérios da cultura foi utilizado software específico. Os solos foram classificados em três grupos de acordo com a capacidade de armazenamento de água: Solo Tipo - solos de textura arenosa (baixo armazenamento); Solo Tipo 2 - solos de textura média (médio armazenamento); e Solo Tipo 3 - solos de textura argilosa (alto armazenamento). Para simular o crescimento e desenvolvimento de uma determinada cultura em períodos de 0 dias (decêndios), de acordo com as condições climáticas observadas e/ou estimadas de uma determinada região e as necessidades climáticas da cultura a ser zoneada, o sistema analisa as exigências climáticas da cultura, para cada estádio, com as condições climáticas prováveis da região, que ocorrerão quando a planta atingir o estádio que está sendo analisado. Caso as condições climáticas do local atendam as exigências da cultura, o sistema aprova o decêndio para aquele local específico e inicia simulação para o próximo decêndio. Quando essas exigências da cultura não forem satisfeitas, o sistema considera o decêndio não recomendado para a semeadura. Desta forma, o sistema faz a inferência para todos os pontos contidos nele, do º ao 36º decêndio. O risco de ocorrência de excesso de chuva na colheita foi avaliado, calculando-se a freqüência do número de dias com chuva no decêndio de interesse, utilizando-se os dados das estações pluviométricas. Os valores de precipitação provável (0,25) foram retirados da literatura.as temperaturas mínimas absolutas (em abrigo) de cada decêndio foram agrupadas por classes acumuladas e posteriormente calculadas as suas freqüências em cada classe (por diferença) para compor o índice de geada: ) Tm entre 2 o C e 0 o C, peso ; 2) Tm entre 0 o C e -2 o C, peso 2; 3) Tm abaixo de -2 o C, peso 3; onde IG = (f) + 2 (f2) + 3 (f3). Para estimar a freqüência de geada para os locais do Estado onde não existem estações meteorológicas, foram desenvolvidas equações de regressão relacionando as freqüências de ocorrência das temperaturas mínimas com latitude, longitude e altitude. As variáveis climáticas pertinentes aos critérios modelados para a cultura da cevada foram:o ciclo total da cultura foi considerado como sendo de 40 dias; a média das temperaturas mínimas do 3 o ao 7 o decêndio deve estar entre 6º e 0 o C; a temperatura média do 9 o ao 4 o decêncio deve ser igual ou inferior a 9 o C; o índice de geada no 8 o ao 9 o decêndio deve ser igual ou inferior a 0,8 ou 80%; a precipitação nos 3 o e 4 o decêndios, separadamente, deve ser inferior a 75 mm; ou estar entre 75 e 35 mm e ter uma freqüência de mais de 8 dias com chuva inferior a 25%; ou precipitação superior a 35 mm e ter uma freqüência de mais de 6 dias com chuva inferior a 25%. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS PARA O PLANTIO Solo Tipo 2 - solos de textura média (médio armazenamento); e Solo Tipo 3 - solos de textura argilosa (alto armazenamento). 3. PERÍODO FAVORÁVEL DE PLANTIO Períodos Dias a 20 2 a 3 º a 0 a 20 2 a 30 º a 0 a 20 2 a 30 º a 0 Meses Maio Junho Julho Agosto 4. MUNICÍPIOS DO ESTADO DE SANTA CATARI- NA E DATAS FAVORÁVEIS AO PLANTIO. A relação de municípios do Estado de Santa Catarina aptos para o plantio, suprimidos todos os demais onde a cultura não é recomendada, foi calcada em dados disponíveis por ocasião da sua elaboração. Se algum município mudou de nome ou foi criado um novo em razão de emancipação de um daqueles da listagem abaixo, todas as recomendações são idênticas às do município de origem até que nova relação o inclua formalmente. Município Solos 2 e 3 Abdon Batista 3 a 7 Abelardo Luz 3 a 6 Água Doce 4 a 7 Águas de Chapecó 2 a 6 Águas Frias 2 a 6 Alto Bela Vista 3 a 6 Anchieta 2 a 6 Anita Garibaldi 3 a 8 Arabutã 3 a 7 Arroio Trinta 4 a 8 Arvoredo 2 a 6 Bandeirante a 5 Barra Bonita 2 a 6 Bela Vista do Toldo 2 a 7 Belmonte a 5 Bocaina do Sul 4 a 9 Bom Jardim da Serra 5 a 9 Bom Jesus 2 a 6 Bom Jesus do Oeste 2 a 6 Bom Retiro 4 a 9 Brunópolis 3 a 8 Caçador 4 a 8 Caibi 2 a 6 Calmon 4 a 8 Campo Alegre 3 a 7 Campo Belo do Sul 4 a 8 Campo Êre 3 a 7 Campos Novos 3 a 8 Canoinhas 3 a 7 Capão Alto 4 a 9 Capinzal 3 a 7 Catanduvas 4 a 8 Caxambú do Sul 2 a 6 Celso Ramos 3 a 8 Cerro Negro 3 a 8 Chapadão do Lageado 4 a 9 Chapecó 3 a 7 Concórdia 3 a 7 Cordilheira Alta 2 a 6 Coronel Freitas 2 a 6 Coronel Martins 2 a 6 Correia Pinto 3 a 8 Cunha Porã 2 a 6 Cunhataí 2 a 6 Curitibanos 3 a 8 Descanso 2 a 6 Dionísio Cerqueira 2 a 6 Entre Rios 2 a 6 Erval Velho 3 a 8 Faxinal dos Guedes 3 a 7 Flor do Sertão 2 a 6 Formosa do Sul 2 a 6 F r a i b u rg o 3 a 8 Frei Rogério 3 a 8 Galvão 4 a 7 Guaraciaba 2 a 6 Guarujá do Sul 2 a 6 Guatambú 2 a 6 Herval d'oeste 3 a 8 Ibiam 3 a 8 Ibicaré 3 a 8 Iomerê 3 a 8 Ipira 3 a 7 Iporã do Oeste 2 a 6 Ipuaçu 2 a 6 Ipumirim 3 a 7 Iraceminha 2 a 6 Irani 3 a 7 Irati 2 a 6 Irineópolis 3 a 7 Itá 3 a 7 Itaiópolis 3 a 7 Itapiranga a 5 Jaborá 3 a 7 Jardinópolis 2 a 6 Joaçaba 3 a 8 Jupiá 3 a 7 Lacerdópolis 3 a 8 Lages 4 a 9 Lajeado Grande 2 a 6 Lebon Régis 4 a 8 Lindóia do Sul 2 a 7 Luzerna 3 a 8 Macieira 4 a 8 Mafra 4 a 7 Major Vieira 3 a 7 Maravilha 2 a 6 Marema 2 a 6 Matos Costa 4 a 8 Mirim Doce 3 a 8 Modelo 2 a 6 Mondaí 2 a 6 Monte Carlo 3 a 8 Monte Castelo 3 a 7 Nova Erechim 2 a 6 Nova Itaberaba 2 a 6 Novo Horizonte 3 a 7 Otacílio Costa 3 a 8 Ouro 3 a 8 Ouro Verde 3 a 7 Paial 3 a 7 Painel 4 a 9 Palma Sola 2 a 6 Palmeira 3 a 8 Palmitos 2 a 6 Papanduva 3 a 7 Paraíso a 5 Passos Maia 4 a 8 Peritiba 3 a 7 Pinhalzinho 2 a 6 Pinheiro Preto 3 a 8 Piratuba 3 a 7 Planalto Alegre 2 a 6 Ponte Alta 3 a 8 Ponte Alta do Norte 4 a 8 Ponte Serrada 4 a 8 Porto União 3 a 7 Presidente Castelo Branco 3 a 7 Princesa 2 a 6 Quilombo 2 a 6 Rio das Antas 3 a 8 Rio do Campo 3 a 7 Rio Negrinho 3 a 7 Rio Rufino 4 a 9 Riqueza 2 a 6 Romelândia 2 a 6 Saltinho 3 a 7 Salto Veloso 4 a 8 Santa Cecília 4 a 8 Santa Helena a 5 Santa Terezinha 3 a 7 Santa Terezinha do Progresso 2 a 6 Santiago do Sul 2 a 6 São Bento do Sul 3 a 7 São Bernardino 3 a 7 São Carlos 2 a 6 São Cristóvão do Sul 3 a 8 São Domingos 3 a 7 São João do Oeste a 5 São Joaquim 5 a 9 São José do Cedro 2 a 6 São José do Cerrito 3 a 8 São Lourenço do Oeste 3 a 7 São Miguel da Boa Vista 2 a 6 São Miguel d'oeste 2 a 6 Saudades 2 a 6 Seara 3 a 7 Serra Alta 2 a 6 Sul Brasil 2 a 6 Ta n g a r á 3 a 8 Ti g r i n h o s 2 a 6 Timbó Grande 3 a 7 Três Barras 3 a 7 Treze Tílias 4 a 8 Tu n a p ó l i s a 5 União do Oeste 2 a 6 Urubici 5 a 9 Urupema 5 a 9 Va rg e ã o 3 a 7 Va rg e m 3 a 8 Vargem Bonita 4 a 8 Vi d e i r a 3 a 8 Xanxerê 2 a 6 Xavantina 3 a 7 Xaxim 2 a 6 Zortéa 4 a 8

7 <!ID > Nº 87, segunda-feira, 9 de maio de ISSN PORTARIA Nº 38, DE 25 DE ABRIL DE 2005 O SECRETÁRIO EXECUTIVO DA SECRETARIA DA COMISSÃO ESPECIAL DE RECURSOS, no uso de sua competência e das atribuições estabelecidas pela Portaria nº 3, de 04 de fevereiro de 2005, da Secretaria de Política Agrícola, publicada no Diário Oficial da União de 0 de fevereiro de 2005, e observado, no que couber, o contido nas Instruções Normativas nºs. 2/2000 e 3/200 desta Secretaria, resolve: Art. º - Aprovar o Zoneamento Agrícola para a cultura de Cevada não irrigada no Estado do Rio Grande do Sul, ano safra Art. 2º - Esta Portaria tem vigência específica para o ano safra definido no Art. º e entra em vigor na data de sua publicação. FRANCISCO JOSÉ MITIDIERI ANEXO. NOTA TÉCNICA A cevada, para fins cervejeiros tem sido sistematicamente cultivada nos três estados da Região Sul do Brasil (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná). Clima e manejo são determinantes para a produção de cevada com padrão de qualidade exigido para malteação, particularmente com relação ao teor de proteína, à sanidade e ao poder germinativo dos grãos. A presente recomendação engloba o período de semeadura preferencial para a produção de cevada cervejeira no Rio Grande do Sul, naqueles municípios considerados aptos para essa finalidade. Na seqüência, segue tabela com a relação de municípios e os respectivos períodos favoráveis de semeadura, no estado do Rio Grande do Sul. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS PARA O PLANTIO Solo Tipo 2: Latossolos Vermelho-Escuros (<35% de argila), Latossolos Vermelho-Amarelos; Solo Tipo 3: Latossolos Vermelho- Escuros com textura argilosa (> 35% de argila), Latossolos Roxos, Podzóicos Vermelho-Amarelos, Podzóicos Vermelho-Escuros, Litólicos, Cambissolos, Cambissolos Eutróficos, Solos Aluviais. Cultivares de Ciclo Precoce 3. PERÍODOS FAVORÁVEIS DE PLANTIO Períodos Dias a 20 2a 3 a 0 a 20 2a 30 a 0 a 20 2a 3 Meses Maio Junho Julho A época de plantio indicada pelo zoneamento para cada região não será prorrogada ou antecipada em hipótese alguma. No caso de ocorrer algum evento atípico à época indicada (p. ex.: seca excessiva que impeça o preparo do solo e semeadura, ou excesso de chuvas que não permita o tráfego de máquinas na propriedade), recomenda-se aos produtores não efetivarem a implantação da lavoura nesta safra no local atingido, uma vez que, fatalmente, o empreendimento estará sujeito a eventos climáticos adversos impossíveis, ainda, de serem previstos pelo zoneamento. 4. MUNICÍPIOS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL FAVORÁVEIS AO PLANTIO A relação de municípios do Estado do Rio Grande do Sul aptos para o plantio - suprimidos todos os outros onde a cultura não é recomendada - foi calcada em dados disponíveis por ocasião da sua elaboração. Se algum município mudou de nome ou foi criado um novo em razão de emancipação de um daqueles da listagem abaixo, todas as recomendações são idênticas às do município de origem até que nova relação o inclua formalmente. Municípios Períodos favoráveis ao plantio Aceguá 2,3,4,5,6,7,8 Água Santa 2,3,4,5 Ajuricaba,2,3,4 Almirante Tamandaré,2,3,4 Alpestre,2,3,4 Alto Alegre,2,3,4 Alto Feliz 3,4,5,6 Amaral Ferrador,2,3,4,5,6 Ametista do Sul,2,3,4 André da Rocha 4,5,6,7,8 Anta Gorda 2,3,4,5 Antônio Prado 4,5,6,7,8 Ararica 2,3,4,5 Aratiba,2,3,4 Arroio do Meio 2,3,4,5 Arroio do Tigre,2,3,4 Arroio Grande,2,3,4,5,6 Arvorezinha 2,3,4,5 Augusto Pestana,2,3,4 Áurea 2,3,4,5 Bagé 2,3,4,5,6,7,8 Barão 2,3,4,5 Barão de Cotegipe 2,3,4,5 Barra do Rio Azul,2,3,4 Barra Funda,2,3,4 Barracão 3,4,5,6 Barros Cassal 2,3,4,5 Benjamin Constant do Sul,2,3,4 Bento Gonçalves 3,4,5,6 Boa Vista das Missões,2,3,4 Boa Vista do Cadeado,2,3,4 Boa Vista do Incra,2,3,4 Boa Vista do Sul 2,3,4,5 Bom Jesus 4,5,6,7,8 Bom Princípio 2,3,4,5 Boqueirão do Leão,2,3,4 Bozano,2,3,4 Brochier do Maratá 2,3,4,5 Caçapava do Sul,2,3,4,5,6 Cachoeira do Sul,2,3,4 Cacique Doble 2,3,4,5 C a m a rg o 2,3,4,5 Cambará do Sul 4,5,6,7,8 Campestre da Serra 4,5,6,7,8 Campinas do Sul 2,3,4,5 Campo Bom 2,3,4,5 Campos Borges,2,3,4 Candelária,2,3,4 Candiota 2,3,4,5,6,7,8 Canela 3,4,5,6 Canguçu 2,3,4,5,6,7,8 Canudos do Vale 2,3,4,5 Capão Bonito do Sul 3,4,5,6 Capitão 2,3,4,5 Carazinho,2,3,4 Carlos Barbosa 2,3,4,5 Carlos Gomes 2,3,4,5 Casca 2,3,4,5 Caseiros 2,3,4,5 Catuipe,2,3,4 Caxias do Sul 4,5,6,7,8 Centenário 2,3,4,5 Cerrito,2,3,4,5,6 Cerro Grande,2,3,4 Chapada,2,3,4 Charrua 2,3,4,5 Chiapeta,2,3,4 Ciríaco 2,3,4,5 Colinas 2,3,4,5 Colorado,2,3,4 Condor,2,3,4 Constantina,2,3,4 Coqueiro Baixo 2,3,4,5 Coqueiros do Sul,2,3,4 Coronel Barros,2,3,4 Coronel Bicaco,2,3,4 Coronel Pilar 2,3,4,5 Cotiporã 2,3,4,5 Coxilha 2,3,4,5 Cristal do Sul,2,3,4 Cruz Alta,2,3,4 Cruzaltense 2,3,4,5 David Canabarro 2,3,4,5 Dois Irmãos 2,3,4,5 Dois Irmãos das Missões,2,3,4 Dois Lageados 2,3,4,5 Dom Feliciano,2,3,4,5,6 Dom Pedrito 2,3,4,5,6,7,8 Doutor Ricardo 2,3,4,5 Encantado 2,3,4,5 Encruzilhada do Sul,2,3,4,5,6 Engenho Velho,2,3,4 Entre Rios do Sul,2,3,4 Entre-Ijuís,2,3,4 Erebango 2,3,4,5 Erechim 2,3,4,5 Ernestina 2,3,4,5 Erval Grande,2,3,4 Erval Seco,2,3,4 Esmeralda 4,5,6,7,8 Espumoso,2,3,4 Estação 2,3,4,5 Estância Velha 2,3,4,5 Estrela Velha,2,3,4 Eugênio de Castro,2,3,4 Fagundes Varela 2,3,4,5 Farroupilha 3,4,5,6 Faxinalzinho,2,3,4 <!ID > Feliz 2,3,4,5 Flôres da Cunha 3,4,5,6 Floriano Peixoto 2,3,4,5 Fontoura Xavier 2,3,4,5 Forquetinha,2,3,4 Fortaleza dos Valos,2,3,4 Frederico Westphalen,2,3,4 Garibaldi 2,3,4,5 Gaurama 2,3,4,5 Gentil 2,3,4,5 Getúlio Vargas 2,3,4,5 Gramado 3,4,5,6 Gramado dos Loureiros,2,3,4 Gramado Xavier,2,3,4 Guabiju 3,4,5,6 Guaporé 2,3,4,5 Harmonia 2,3,4,5 Herval 2,3,4,5,6,7,8 Herveiras,2,3,4 Hulha Negra 2,3,4,5,6,7,8 Ibarama,2,3,4 Ibiaçá 2,3,4,5 Ibiraiaras 2,3,4,5 Ibirapuitã 2,3,4,5 Ibirubá,2,3,4 Igrejinha 2,3,4,5 Ijuí,2,3,4 Ilópolis 2,3,4,5 Imigrante 2,3,4,5 Ipê 4,5,6,7,8 Ipiranga do Sul 2,3,4,5 Itaara,2,3,4 Itapuca 2,3,4,5 Itatiba do Sul,2,3,4 Ivorá,2,3,4 Ivoti 2,3,4,5 Jaboticaba,2,3,4 Jacuizinho,2,3,4 Jacutinga 2,3,4,5 Jaquirana 4,5,6,7,8 Jari,2,3,4 Jóia,2,3,4 Julio de Castilhos,2,3,4 Lagoa Bonita do Sul,2,3,4 Lagoa dos Três Cantos,2,3,4 Lagoa Vermelha 3,4,5,6 Lagoão 2,3,4,5 Lajeado do Bugre,2,3,4 Lavras do Sul 2,3,4,5,6,7,8 Liberato Salzano,2,3,4 Lindolfo Collor 2,3,4,5 Linha Nova 2,3,4,5 Machadinho 2,3,4,5 Maratá 2,3,4,5 Marau 2,3,4,5 Marcelino Ramos 2,3,4,5 Mariano Moro 2,3,4,5 Marques de Souza 2,3,4,5 Mato Castelhano 2,3,4,5 Maximiliano de Almeida 2,3,4,5 Montauri 2,3,4,5 Monte Alegre dos Campos 4,5,6,7,8 Monte Belo do Sul 2,3,4,5 Mormaço 2,3,4,5 Morro Reuter 2,3,4,5 Muçum 2,3,4,5 Muitos Capões 4,5,6,7,8 Muliterno 2,3,4,5 N ã o - M e - To q u e,2,3,4 Nicolau Vergueiro 2,3,4,5 Nonoai,2,3,4 Nova Alvorada 2,3,4,5 Nova Araçá 2,3,4,5 Nova Bassano 2,3,4,5 Nova Boa Vista,2,3,4 Nova Bréscia 2,3,4,5 Nova Hartz 2,3,4,5 Nova Pádua 3,4,5,6 Nova Palma,2,3,4 Nova Petrópolis 3,4,5,6 Nova Prata 3,4,5,6 Nova Ramada,2,3,4 Nova Roma do Sul 3,4,5,6 Novo Barreiro,2,3,4 Novo Cabrais,2,3,4 Novo Tiradentes,2,3,4 Novo Xingú,2,3,4 Paim Filho 2,3,4,5 Palmeira das Missões,2,3,4

8 <!ID > <!ID > 8 ISSN Nº 87, segunda-feira, 9 de maio de 2005 Panambi,2,3,4 Pantano Grande,2,3,4 Paraí 2,3,4,5 Pareci Novo 2,3,4,5 Parobé 2,3,4,5 Passa Sete,2,3,4 Passo Fundo 2,3,4,5 Paulo Bento 2,3,4,5 Pedras Altas 2,3,4,5,6,7,8 Pedro Osório,2,3,4,5,6 Pejuçara,2,3,4 Picada Café 2,3,4,5 Pinhal,2,3,4 Pinhal da Serra 4,5,6,7,8 Pinhal Grande,2,3,4 Pinheiro Machado 2,3,4,5,6,7,8 Pinto Bandeira 3,4,5,6 Piratini 2,3,4,5,6,7,8 Planalto,2,3,4 Poço das Antas 2,3,4,5 Pontão 2,3,4,5 Ponte Preta 2,3,4,5 Pouso Novo 2,3,4,5 Presidente Lucena 2,3,4,5 Progresso 2,3,4,5 Protásio Alves 3,4,5,6 Putinga 2,3,4,5 Quatro Irmãos 2,3,4,5 Quevedo,2,3,4 Quinze de Novembro,2,3,4 Redentora,2,3,4 Relvado 2,3,4,5 Rio dos Indios,2,3,4 Rio Pardo,2,3,4 Roca Sales 2,3,4,5 Rodeio Bonito,2,3,4 Ronda Alta,2,3,4 Rondinha,2,3,4 Rosário do Sul,2,3,4 Sagrada Família,2,3,4 Saldanha Marinho,2,3,4 Salto do Jacuí,2,3,4 Salvador do Sul 2,3,4,5 Sananduva 2,3,4,5 Santa Bárbara do Sul,2,3,4 Santa Cecília do Sul 2,3,4,5 Santa Clara do Sul,2,3,4 Santa Margarida do Sul,2,3,4 Santa Maria do Herval 2,3,4,5 Santa Teresa 2,3,4,5 Santana da Boa Vista,2,3,4,5,6 Santana do Livramento,2,3,4 Santo Ângelo,2,3,4 Santo Antônio do Palma 2,3,4,5 Santo Antônio do Planalto,2,3,4 Santo Augusto,2,3,4 Santo Expedito do Sul 2,3,4,5 São Domingos do Sul 2,3,4,5 São Francisco de Paula 4,5,6,7,8 São Gabriel,2,3,4 São João da Urtiga 2,3,4,5 São Jorge 3,4,5,6 São José das Missões,2,3,4 São José do Erval 2,3,4,5 São José do Hortêncio 2,3,4,5 São José do Ouro 2,3,4,5 São José do Sul 2,3,4,5 São José dos Ausentes 4,5,6,7,8 São Marcos 4,5,6,7,8 São Martinho da Serra,2,3,4 São Miguel das Missões,2,3,4 São Pedro da Serra 2,3,4,5 São Pedro das Missões,2,3,4 São Sepé,2,3,4 São Valentim 2,3,4,5 São Valentim do Sul 2,3,4,5 São Valério do Sul,2,3,4 São Vendelino 2,3,4,5 Sapiranga 2,3,4,5 Sarandi,2,3,4 Seberi,2,3,4 Segredo,2,3,4 Selbach,2,3,4 Serafina Corrêa 2,3,4,5 Sério,2,3,4 Sertão 2,3,4,5 Severiano de Almeida 2,3,4,5 Sinimbu,2,3,4 Sobradinho,2,3,4 Soledade 2,3,4,5 Ta p e j a r a 2,3,4,5 Ta p e r a,2,3,4 Taquaruçu do Sul,2,3,4 Te u t ô n i a 2,3,4,5 Tio Hugo 2,3,4,5 To r o p i,2,3,4 Tr a v e s s e i r o 2,3,4,5 Três Arroios 2,3,4,5 Três Coroas 3,4,5,6 Três Palmeiras,2,3,4 Trindade do Sul,2,3,4 Tu n a s 2,3,4,5 Tupanci do Sul 2,3,4,5 Tu p a n c i r e t ã,2,3,4 Tu p a n d i 2,3,4,5 União da Serra 2,3,4,5 Va c a r i a 4,5,6,7,8 Vale Real 3,4,5,6 Va n i n i 2,3,4,5 Ve r a n ó p o l i s 3,4,5,6 Vespasiano Correa 2,3,4,5 Vi a d u t o s 2,3,4,5 Victor Graeff 2,3,4,5 Vila Flôres 3,4,5,6 Vila Langaro 2,3,4,5 Vila Maria 2,3,4,5 Vila Nova do Sul,2,3,4 Vista Alegre,2,3,4 Vista Alegre do Prata 2,3,4,5 Vitória das Missões,2,3,4 We s t f á l i a 2,3,4,5 PORTARIA Nº 39, DE 25 DE ABRIL DE 2005 O SECRETÁRIO EXECUTIVO DA SECRETARIA DA COMISSÃO ESPECIAL DE RECURSOS, no uso de sua competência e das atribuições estabelecidas pela Portaria nº 3, de 04 de fevereiro de 2005, da Secretaria de Política Agrícola, publicada no Diário Oficial da União de 0 de fevereiro de 2005, e observado, no que couber, o contido nas Instruções Normativas nºs. 2/2000 e 3/200 desta Secretaria, resolve: Art. º - Aprovar o Zoneamento Agrícola para a cultura de Cevada não irrigada no Estado do Paraná, ano safra Art. 2º - Esta Portaria tem vigência específica para o ano safra definido no Art. º e entra em vigor na data de sua publicação. FRANCISCO JOSÉ MITIDIERI ANEXO. NOTA TÉCNICA A cevada para fins cervejeiros tem sido sistematicamente cultivada nos três estados da Região Sul do Brasil (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná). O clima e o manejo são determinantes para a produção de cevada com padrão de qualidade exigido para malteação, particularmente com relação ao teor de proteína, à sanidade e ao poder germinativo dos grãos. Essa recomendação engloba o período de semeadura preferencial para a produção de cevada cervejeira no Paraná, naqueles municípios considerados aptos para essa finalidade, visando a sua implementação no Programa de Zoneamento Agrícola do Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Na seqüência, segue tabela com a relação de municípios e os respectivos períodos favoráveis de semeadura, no estado do Paraná. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS PARA O PLANTIO Solo Tipo 2: Latossolos Vermelho-Escuros (<35% de argila), Latossolos Vermelho-Amarelos; Solo Tipo 3: Latossolos Vermelho- Escuros com textura argilosa (> 35% de argila), Latossolos Roxos, Podzóicos Vermelho-Amarelos, Podzóicos Vermelho-Escuros, Litólicos, Cambissolos, Cambissolos Eutróficos, Solos Aluviais. Cultivares de ciclo precoce 3. PERÍODOS FAVORÁVEIS AO PLANTIO Períodos Dias a 20 2a 3 º a 0 a 20 2a 30 º a 0 Meses Maio Junho Julho A época de plantio indicada pelo zoneamento para cada região não será prorrogada ou antecipada em hipótese alguma. No caso de ocorrer algum evento atípico à época indicada (p. ex.: seca excessiva que impeça o preparo do solo e semeadura, ou excesso de chuvas que não permita o tráfego de máquinas na propriedade), recomenda-se aos produtores não efetivarem a implantação da lavoura nesta safra no local atingido, uma vez que, fatalmente, o empreendimento estará sujeito a eventos climáticos adversos impossíveis, ainda, de serem previstos pelo zoneamento. 4. MUNICÍPIOS DO ESTADO DO PARANÁ APTOS PARA A CULTURA A relação de municípios do Estado do Paraná e suas respectivas épocas viáveis para o cultivo da cevada sem irrigação e baixo risco climático, estão abaixo relacionados. Se algum município mudou de nome ou foi criado um novo em razão de emancipação de um daqueles da listagem abaixo, todas as recomendações são idênticas às do município de origem até que nova relação o inclua formalmente. Municípios Períodos favoráveis de plantio Agudos do Sul 2,3,4,5 Almirante Tamandaré 2,3,4,5 Antônio Olinto 2,3,4,5 Araucária 2,3,4,5 Balsa Nova 2,3,4,5 Bituruna 3,4,5,6 Boa Ventura de São Roque 2,3,4,5 Bocaiúva do Sul (Centro-Oeste) 2,3,4,5 Bom Sucesso do Sul 2,3,4,5 Campina do Simão 2,3,4,5 Campo do Tenente 2,3,4,5 Campo Largo 2,3,4,5 Campo Magro 2,3,4,5 Cândido de Abreu,2,3,4 Candói 2,3,4,5 Cantagalo 2,3,4,5 Carambeí,2,3,4 Castro,2,3,4 Chopinzinho 2,3,4 Clevelândia 3,4,5,6 Colombo 2,3,4,5 Contenda 2,3,4,5 Coronel Domingos Soares (Centro-Sul) 3,4,5,6 Coronel Domingos Soares (Extremo Norte) 2,3,4,5 Coronel Vivida 2,3,4,5 Cruz Machado (Leste) 2,3,4,5 Cruz Machado (Oeste) 3,4,5,6 Curitiba 2,3,4,5 Espigão Alto do Iguaçu 2,3,4,5 Fazenda Rio Grande 2,3,4,5 Fernandes Pinheiro 2,3,4,5 Foz do Jordão 2,3,4,5 Francisco Beltrão (Centro-Leste) 2,3,4,5 General Carneiro 3,4,5,6 Goioxim 2,3,4,5 Guamiranga 2,3,4,5 Guarapuava 2,3,4,5,6 Honório Serpa (Centro-Sul) 3,4,5,6 Honório Serpa (Noroeste) 2,3,4,5 Imbituva 2,3,4,5 Inácio Martins 2,3,4,5,6 Ipiranga 2,3,4,5 Irati 2,3,4,5 Itapejara do Oeste 2,3,4,5 Itaperuçu (Norte),2,3,4 Itaperuçu (Sul) 2,3,4,5 Ivaí 2,3,4,5 Lapa 2,3,4,5 Laranjal,2,3,4 Laranjeiras do Sul 2,3,4,5 Mallet 2,3,4,5 Mandirituba 2,3,4,5 Mangueirinha 2,3,4,5 Mariópolis 3,4,5,6 Marmeleiro 2,3,4,5 Marquinho 2,3,4,5 Mato Rico,2,3,4 Nova Laranjeiras 2,3,4,5 Palmas (Centro-Leste) 3,4,5,6 Palmas (Oeste) 3,4,5,6 Palmeira 2,3,4,5 Palmital,2,3,4 Pato Branco (Norte) 2,3,4,5 Pato Branco (Sul) 3,4,5,6 Paula Freitas 2,3,4,5 Paulo Frontin 2,3,4,5 Pien 2,3,4,5 Pinhais 2,3,4,5

9 <!ID > <!ID > <!ID > Nº 87, segunda-feira, 9 de maio de ISSN Pinhão 2,3,4,5 Piraquara 2,3,4,5 Pitanga 2,3,4,5 Ponta Grossa 2,3,4,5 Porto Amazonas 2,3,4,5 Porto Barreiro 2,3,4,5 Porto Vitória 3,4,5,6 Prudentópolis 2,3,4,5 Quedas do Iguaçu (Centro-Norte) 2,3,4,5 Quedas do Iguaçu (Sul) 2,3,4 Quitandinha 2,3,4,5 Rebouças 2,3,4,5 Renascença 2,3,4,5 Reserva,2,3,4 Reserva do Iguaçu 2,3,4,5 Rio Azul 2,3,4,5 Rio Bonito do Iguaçu (Norte) 2,3,4,5 Rio Bonito do Iguaçu (Sul) 2,3,4 Rio Branco do Sul 2,3,4,5 Rio Negro 2,3,4,5 Santa Maria do Oeste,2,3,4 São João (Centro-Sul) 2,3,4,5 São João (Norte) 2,3,4 São João do Triunfo 2,3,4,5 São Jorge do Oeste 2,3,4,5 São José dos Pinhais 2,3,4,5 São Mateus do Sul 2,3,4,5 Saudade do Iguaçu (Norte) 2,3,4 Saudade do Iguaçu (Sul) 2,3,4,5 Sulina (Centro-Norte) 2,3,4 Sulina (Sul) 2,3,4,5 Teixeira Soares 2,3,4,5 Ti b a g i,2,3,4 Tijucas do Sul 2,3,4,5 Tu r v o 2,3,4,5 União da Vitória (Centro-Norte) 2,3,4,5 União da Vitória (Extremo Sul) 3,4,5,6 Ve r ê 2,3,4,5 Virmond (Centro-Norte) 2,3,4,5 Virmond (Sul) 2,3,4,5 Vi t o r i n o 2,3,4,5 PORTARIA Nº 40, DE 25 DE ABRIL DE 2005 O SECRETÁRIO EXECUTIVO DA SECRETARIA DA COMISSÃO ESPECIAL DE RECURSOS, no uso de sua competência e das atribuições estabelecidas pela Portaria nº 3, de 04 de fevereiro de 2005, da Secretaria de Política Agrícola, publicada no Diário Oficial da União de 0 de fevereiro de 2005, e observado, no que couber, o contido nas Instruções Normativas nºs. 2/2000 e 3/200 desta Secretaria, resolve: Art. º - Aprovar o Zoneamento Agrícola para a cultura de Cevada irrigada no Distrito Federal, ano safra Art. 2º - Esta Portaria tem vigência específica para o ano safra definido no Art. º e entra em vigor na data de sua publicação. FRANCISCO JOSÉ MITIDIERI ANEXO. NOTA TÉCNICA A adaptação de áreas do Brasil Central para o cultivo de cereais de estação fria foi comprovada através de experimentos e lavouras pilotos conduzidas em campos de produtores. Particularmente, no inverno (estação seca) e com irrigação. Nesta condição, em locais com altitudes acima de 800 m, é possível de se produzir cereais como trigo e cevada, com rendimentos relativamente elevados e com estabilidade de produtividade. Para o atendimento das necessidades térmicas dos chamados cereais de inverno na região dos Cerrados, a altitude é o fator determinante. Em geral, tem sido aceito o limite de 800 m como um referencial de adaptabilidade. Em áreas abaixo de 800 m, pode ocorrer problema de chochamento da espiga, esterilidade masculina, causado pelos golpes secos de calor. A cultura de cevada destinada para fins cervejeiros é passível de produção no Brasil Central, sob condições controladas de irrigação e manejo de nutrientes, com semeaduras no mês de maio, em áreas com altitudes superiores a 800 m. O zoneamento agrícola do Distrito Federal foi definido com base no critério da altitude.para os municípios com aptidão para o cultivo de cevada para fins cervejeiros conduzida sob irrigação. Nestes locais, o período de semeadura recomendado levou em consideração o risco de excesso de chuva na colheita, com o retorno das chuvas nos Cerrados a partir da primavera. Foram levados em consideração também os dados climáticos relativos à temperatura do ar, uma vez que a cultura é desenvolvida sob irrigação suplementar. Temperatura média mensal abaixo de 25,0 ºC durante as fases do florescimento e enchimento dos grãos é de suma importância para o bom desenvolvimento da cultura. Foi utilizado um sistema de informações geográficas para a geração dos mapas de latitude, altitude, temperatura média mensal e precipitação pluviométrica média mensal, a partir do módulo de Modelo Numérico de Terreno - MNT, disponível no SIG, e com a utilização da Linguagem Espacial para Geoprocessamento Algébrico foi possível efetuar o cruzamento destes temas e gerar o mapa final do zoneamento, onde foram identificados as localidades recomendadas para plantio. Os solos predominantes no Distrito Federal foram agrupados em dois tipos a partir das classes de textura: solos de textura média e argilosa. A duração do ciclo normal da cultura é de 20 dias distribuídos em 4 fases fenológicas: Estabelecimento (0 dias), Crescimento (40 dias), Florescimento e Produção (50 dias), Maturação e Senescência (20 dias). 2. TIPOS DE SOLOS APTOS PARA O PLANTIO Tipo 2: Latossolos Vermelho Escuros e Vermelho Amarelos (com menos de 35% de argila). Tipo 3: Podzólicos Vermelho Amarelo e Vermelho-Escuro (Terra Roxa Estruturada); Latossolos Roxo e Vermelho-Escuro (com mais de 35% de argila); Cambissolos Eutróficos e solos Aluviais de textura média e argilosa. De a 3 de maio 3. PERÍODO FAVORÁVEL AO PLANTIO PORTARIA Nº 4, DE 25 DE ABRIL DE 2005 O SECRETÁRIO EXECUTIVO DA SECRETARIA DA COMISSÃO ESPECIAL DE RECURSOS, no uso de sua competência e das atribuições estabelecidas pela Portaria nº 3, de 04 de fevereiro de 2005, da Secretaria de Política Agrícola, publicada no Diário Oficial da União de 0 de fevereiro de 2005, e observado, no que couber, o contido nas Instruções Normativas nºs. 2/2000 e 3/200 desta Secretaria, resolve: Art. º - Aprovar o Zoneamento Agrícola para a cultura de Cevada irrigada no Estado de Goiás, ano safra Art. 2º - Esta Portaria tem vigência específica para o ano safra definido no Art. º e entra em vigor na data de sua publicação. FRANCISCO JOSÉ MITIDIERI ANEXO. NOTA TÉCNICA A adaptação de áreas do Brasil Central para o cultivo de cereais de estação fria foi comprovada através de experimentos e lavouras pilotos conduzidas em campos de produtores. Particularmente, no inverno (estação seca) e com irrigação. Nesta condição, em locais com altitudes acima de 800 m, é possível de se produzir cereais como trigo e cevada, com rendimentos relativamente elevados e com estabilidade de produtividade. Para o atendimento das necessidades térmicas dos chamados cereais de inverno na região dos Cerrados, a altitude é o fator determinante. Em geral, tem sido aceito o limite de 800 m como um referencial de adaptabilidade. Em áreas abaixo de 800m, pode ocorrer problema de chochamento da espiga, esterilidade masculina, causada pelos golpes secos de calor. A cultura de cevada destinada para fins cervejeiros é passível de produção no Brasil Central, sob condições controladas de irrigação e manejo de nutrientes, com semeaduras no mês de maio, em áreas com altitudes superiores a 800 m. O zoneamento agrícola para o estado de Goiás, definiu com base no critério da altitude os municípios com aptidão para o cultivo de cevada para fins cervejeiros, conduzidos sob irrigação. Nestes locais, o período de semeadura recomendado levou em consideração o risco de excesso de chuva na colheita, com o retorno das chuvas nos Cerrados a partir da primavera. Foram levados em consideração também os dados climáticos relativos à temperatura do ar, uma vez que a cultura é desenvolvida sob irrigação suplementar. Temperatura média mensal abaixo de 25,0 ºC durante as fases do florescimento e enchimento dos grãos é de suma importância para o bom desenvolvimento da cultura. Utilizando um sistema de informações geográficas para a geração dos mapas de latitude, altitude, temperatura média mensal e precipitação pluviométrica média mensal, a partir do módulo de Modelo Numérico de Terreno - MNT, disponível no SIG, e com a utilização da Linguagem Espacial para Geoprocessamento Algébrico foi possível efetuar o cruzamento destes temas e gerar o mapa final do zoneamento, onde foram identificados os municípios recomendados para plantio. Os solos predominantes no estado de Goiás foram agrupados em dois tipos a partir das classes de textura: solos de textura média e argilosa. A duração do ciclo normal da cultura foi de 20 dias distribuídos em 4 fases fenológicas: Estabelecimento (0 dias), Crescimento (40 dias), Florescimento e Produção (50 dias), Maturação e Senescência (20 dias). 2. TIPOS DE SOLOS APTOS PARA O PLANTIO Tipo 2: Latossolos Vermelho escuros e Vermelho amarelos (com menos de 35% de argila). Tipo 3: Podzólicos Vermelho-Amarelo e Vermelho Escuro' (Terra Roxa Estruturada); Latossolos Roxo e Vermelho-Escuro (com mais de 35% de argila); Cambissolos Eutróficos e solos Aluviais de textura média e argilosa. De a 3 de maio 3. PERÍODO FAVORÁVEL AO PLANTIO 4. MUNICÍPIOS DO ESTADO DE GOÍAS APTOS PARA A CULTURA A relação de municípios da Estado de Goiás aptos para a semeadura, suprimidos todos os outros onde a cultura não é recomendada, foi calcada em dados disponíveis por ocasião da sua elaboração. Se algum município mudou de nome ou foi criado um novo em razão de emancipação de um daqueles da listagem abaixo, todas as recomendações são idênticas às do município de origem até que nova relação o inclua formalmente: Abadia de Goiás, Abadiânia, Água Fria de Goiás, Águas Lindas de Goiás, Alexânia, Alto Paraíso de Goiás, Americano do Brasil, Anápolis, Anicuns, Aparecida de Goiânia, Aracu, Aragoiania, Avelinopolis, Barro Alto, Bela Vista de Goiás, Bonfinópolis, Brazabrantes, Cabeceiras, Caiapônia, Caldazinha, Campo Alegre de Goiás, Campos Belos, Catalão, Caturai, Cavalcante, Cidade Ocidental, Cocalzinho de Goiás, Corumbá de Goiás, Cristalina, Cristianópolis, Cromínia, Damolândia, Formosa, Goianápolis, Goianésia, Goiânia, Goianira, Guapó, Guaraita, Guarani de Goiás, Hidrolândia, Hidrolina, Inhumas, Ipameri, Itaberai, Itaguaru, Itauçu, Jataí, Leopoldo de Bulhões, Luziania, Mambai, Mimoso de Goiás, Mineiros, Montividiu, Morro Agudo de Goiás, Mossamedes, Nazario, Neropolis, Niquelandia, Nova Veneza, Novo Gama, Orizona, Ouro Verde de Goiás, Padre Bernardo, Palmelo, Perolândia, Petrolina de Goiás, Pilar de Goiás, Pirenopolis, Pires do Rio, Planaltina, Portelandia, Rio Quente, Rio Verde, Santa Cruz De Goiás, Santa Rosa de Goiás, Santo Antonio de Goiás, Santo Antonio do Descoberto, São Francisco de Goiás, São João D'alianca, São Miguel do Passa Quatro, Senador Canedo, Silvania, Sitio D'abadia, Taquaral de Goiás, Teresina de Goiás, Terezópolis de Goiás, Trindade, Urutai, Valparaiso de Goiás, Varjão, Vianópolis, Vila Boa e Vila Propicio. PORTARIA Nº 42, DE 25 DE ABRIL DE 2005 O SECRETÁRIO EXECUTIVO DA SECRETARIA DA COMISSÃO ESPECIAL DE RECURSOS, no uso de sua competência e das atribuições estabelecidas pela Portaria nº 3, de 04 de fevereiro de 2005, da Secretaria de Política Agrícola, publicada no Diário Oficial da União de 0 de fevereiro de 2005, e observado, no que couber, o contido nas Instruções Normativas nºs. 2/2000 e 3/200 desta Secretaria, resolve: Art. º - Aprovar o Zoneamento Agrícola para a cultura de Cevada irrigada no Estado de Minas Gerais, ano safra Art. 2º - Esta Portaria tem vigência específica para o ano safra definido no Art. º e entra em vigor na data de sua publicação. FRANCISCO JOSÉ MITIDIERI ANEXO. NOTA TÉCNICA A cevada representa importante opção de inverno para os produtores de grãos, especialmente para os estados do sul do país. O Brasil produz cevada em escala comercial desde 930, com produção total destinada a industria de malte cervejeiro. O Estado do Rio Grande do Sul é o maior produtor do país, com cerca de 78,8% das sementes produzidas, seguidas pelo Estado do Paraná com 7,7%, Santa Catarina com 3,2% e Minas Gerais com 0,9%. As condições climáticas no período de inverno nos estados de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e no Distrito Federal, apresentam-se adequadas ao cultivo da cevada nos cerrados, sob sistema de irrigação. O Estado de Minas Gerais tem grande vocação para a exploração da cultura, tendo sua área de cultivo ampliada nos últimos anos, em função do aumento da demanda do produto pelas industrias cervejeiras. Para a indicação das regiões com aptidão climática e riscos climáticos reduzidos para a cultura da cevada, foram levados em consideração à distribuição das temperaturas diárias, no período do outono/inverno, a altitude e as indicações do tipo de solo adequado. As informações meteorológicas foram obtidas das estações, distribuídas nos estados, com um período mínimo de analises de 30 anos. Analisaram-se os riscos climáticos, em função da probabilidade de ocorrências de baixas temperaturas, uma vez que a demanda em água é suprida por irrigações suplementares. Abaixo são listados os tipos de solos adequados para o cultivo da cevada irrigada, no Estado de Minas Gerais, a relação dos municípios favoráveis, bem como as épocas indicadas. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS PARA O PLANTIO Tipo 2: Latossolos Vermelho Escuros e Vermelho Amarelos (com menos de 35% de argila); e Tipo 3: Podzólicos Vermelho- Amarelo e Vermelho-Escuro (Terra Roxa Estruturada); Latossolos Roxo e Vermelho-Escuro (com mais de 35% de argila); Cambissolos Eutróficos e solos Aluviais de textura média e argilosa.

10 <!ID > <!ID > 0 ISSN Nº 87, segunda-feira, 9 de maio de PERÍODOS FAVORÁVEIS AO PLANTIO Cultivares de Ciclo Precoce. Período: de a 3 de maio A época de plantio indicada pelo zoneamento para cada região não será prorrogada ou antecipada em hipótese alguma. No caso de ocorrer algum evento atípico à época indicada (p.ex.: seca excessiva que impeça o preparo do solo e semeadura, ou excesso de chuvas que não permita o tráfego de máquinas na propriedade), recomenda-se aos produtores não efetivarem a implantação da lavoura nesta safra no local atingido, uma vez que, fatalmente, o empreendimento estará sujeito a eventos climáticos adversos impossíveis, ainda, de serem previstos pelo zoneamento. 4. MUNICÍPIOS DO ESTADO DE MINAS GERAIS APTOS PARA A CULTURA A relação de municípios do Estado de Minas Gerais aptos para o plantio, suprimidos todos os outros onde a cultura não é recomendada, foi calcada em dados disponíveis por ocasião da sua elaboração. Se algum município mudou de nome ou foi criado um novo em razão de emancipação de um daqueles da listagem abaixo, todas as recomendações são idênticas às do município de origem até que nova relação o inclua formalmente: Abadia dos Dourados, Abre Campo, Aguanil, Aguas Vermelhas, Aiuruoca, Alagoa, Albertina, Alfenas, Alfredo Vasconcelos, Alpinopolis, Alteroas, Alto Caparão, Alto Jequitibá, Alto Rio Doce, Alvinópolis, Alvorada de Minas, Andradas, Andrelandia, Angelandia, Antonio Carlos, Antonio Dias, Aracai, Araguari, Arantina, Araponga, Arapuá, Araujos, Araxa, Arcos, Areado, Aricanduva, Augusto de Lima, Baependi, Baldim, Bambui, Bandeira, Bandeira do Sul, Barao de Cocais, Barbacena, Barroso, Belo Horizonte, Belo Vale, Betim, Bias Fortes, Boa Esperança, Bocaina de Minas, Bocaiúva, Bom Jardim de Minas, Bom Jesus da Penha, Bom Jesus do Amparo, Bom Repouso, Bom Sucesso, Bonfim, Bonfinopolis de Minas, Borda da Mata, Botelhos, Botumirim, Brasilia de Minas, Brasopolis, Brumadinho, Bueno Brandão, Buenopolis, Cabeceira Grande, Cabo Verde, Cachoeira de Minas, Cachoeira de Pajeu, Caetanopolis, Caeté, Caiana, Cajuri, Caldas, Camacho, Camanducaia, Cambuí, Cambuquira, Campanha, Campestre, Campo Belo, Campo do Meio, Campos Altos, Campos Gerais, Cana Verde, Canaã, Candeias, Cantagalo, Caparão, Capela Nova, Capelinha, Capetinga, Capim Branco, Capitolio, Caputira, Carai, Caranaiba, Carandai, Carangola, Caratinga, Carbonita, Careacu, Carmesia, Carmo Da Cachoeira, Carmo da Mata, Carmo de Minas, Carmo do Cajuru, Carmo do Paranaíba, Carmo do Rio Claro, Carmopolis de Minas, Carrancas, Carvalhopolis, Carvalhos, Casa Grande, Cascalho Rico, Cássia, Catas Altas, Catas Altas da Norue, Caxambu, Cedro do Abaeté, Chácara, Cipotânea, Claraval, Claro dos Poções, Cláudio, Coimbra, Coluna, Conceição da Aparecida, Conceição da Barra, Conceição das Pedras, Conceição do Mato, Conceição do Rio Verde, Conceição dos Ouros, Confins, Congonhal, Congonhas, Congonhas do Norte, Conselheiro Lafaiete, Consolação, Contagem, Coqueiral, Coração de Jesus, Cordisburgo, Cordislândia, Coromandel, Coronel Fabriciano, Coronel Pacheco, Coronel Xavier Chaves, Córrego Danta, Corrego do Bom Jesus, Córrego Fundo, Couto de Magalhães, Cristais, Cristália, Cristiano Otoni, Cristina, Crucilândia, Cruzeiro da Fortaleza, Cruzília, Curral de Dentro, Datas, Delfim Moreira, Delfinópolis, Desterro de Entre Rios, Desterro do Melo, Diamantina, Divino, Divinolândia de Minas, Divinópolis, Divisa Alegre, Divisa Nova, Dom Viçoso, Dores de Campos, Dores do Turvo, Doresopolis, Eloi Mendes, Engenheiro Navarro, Entre Rios de Minas, Ervalia, Esmeraldas, Espera Feliz, Espírito Santo do Dourado, Estiva, Estrela do Indaiá, Estrela do Sul, Ewbank da Câmara, Extrema, Felicio dos Santos, Ferros, Fervedouro, Florestal, Formiga, Formoso, Fortaleza de Minas, Fortuna de Minas, Francisco Dumont, Francisco As, Frei Lagonegro, Fruta de Leite, Glaucilandia, Gonçalves, Gonzaga, Gouvêa, Grao Mogol, Guanhaes, Guape, Guaraciama, Guaranesia, Guarda-Mor, Guaxupe, Guimarania, Heliodora, Ibertioga, Ibia, Ibiraci, Ibirite, Ibitiura de Minas, Ibituruna, Igarapé, Igaratinga, Iguatama, Ijaci, Ilicinea, Inconfidentes, Indaiabira, Indianópolis, Ingai, Inhauma, Ipuiuna, Irai de Minas, Itabira, Itabirito, Itacambira, Itaguara, Itaipe, Itajubá, Itamarandiba, Itambe do Mato Dentro, Itamogi, Itamonte, Itanhandu, Itapecerica, Itapeva, Itatiaiucu, Itau de Minas, Itauna, Itaverava, Itumirim, Itutinga, Jaboticatubas, Jacui, Jacutinga, Japaraiba, Japonvar, Jeceaba, Jequeri, Jequitibá, Jesuania, João Monlevade, Joaquim Felício, José Gonçalves de Minas, Josenópolis, Juatuba, Juiz de Fora, Juramento, Juruaia, Ladainha, Lagamar, Lagoa da Prata, Lagoa Dourada, Lagoa Formosa, Lagoa Santa, Lajinha, Lambari, Lamim, Lassance, Lavras, Leme do Prado, Liberdade, Lima Duarte, Lontra, Luisburgo, Luminárias, Luz, Machado, Madre de Deus de Minas, Malacacheta, Manhuacu, Manhumirim, Maravilhas, Maria da Fé, Mariana, Mario Campos, Marmelopolis, Martins Soares, Mata Verde, Materlandia, Mateus Leme, Matipo, Mato Verde, Matozinhos, Matutina, Medeiros, Mercês, Minas Novas, Minduri, Mirabela, Miradouro, Moeda, Moema, Monjolos, Monsenhor Paulo, Monte Azul, Monte Belo, Monte Carmelo, Monte Santo de Minas, Monte Sião, Montes Claros, Montezuma, Morro do Pilar, Munhoz, Muzambinho, Natercia, Nazareno, Nepomuceno, Ninheira, Nova Era, Nova Lima, Nova Ponte, Nova Resende, Nova Serrana, Nova União, Novo Cruzeiro, Novorizonte, Olaria, Olhos- D'agua, Olimpio Noronha, Oliveira, Oliveira Fortes, Onca de Pitangui, Orizania, Ouro Branco, Ouro Fino, Ouro Preto, Padre Carvalho, Pains, Paiva, Papagaios, Para de Minas, Paracatu, Paraguaçu, Paraisópolis, Paraopeba, Passa Quatro, Passa Tempo, Passa Vinte, Passabem, Passos, Patos de Minas, Patrocínio, Paulistas, Peçanha, Pedra Azul, Pedra Bonita, Pedra do Indaiá, Pedra Dourada, Pedralva, Pedrinopolis, Pedro Leopoldo, Pedro Teixeira, Pequi, Perdigão, Perdizes, Perdoes, Piedade de Caratinga, Piedade do Rio Grande, Piedade dos Gerais, Pimenta, Piracema, Piranga, Pirangucu, Piranguinho, Pitangui, Piui, Poço Fundo, Poços de Caldas, Porteirinha, Pote, Pouso Alegre, Pouso Alto, Prados, Pratapolis, Pratinha, Presidente Kubitschek, Presidente Olegário, Prudente de Morais, Queluzita, Raposos, Reduto, Resende Costa, Ressaquinha, Riacho dos Machados, Ribeirão das Neves, Ribeirão Vermelho, Rio Acima, Rio Espera, Rio Manso, Rio Paranaíba, Rio Pardo de Minas, Rio Preto, Rio Vermelho, Ritapolis, Romaria, Sabará, Sabinopolis, Sacramento, Salinas, Santa Bárbara, Santa Bárbara do Leste, Santa Bárbara do Monte Verde, Santa Bárbara do Tuguri, Santa Cruz de Minas, Santa Cruz de Salinas, Santa Juliana, Santa Luzia, Santa Margarida, Santa Maria de Itabira, Santa Maria do Salto, Santa Rita de Caldas, Santa Rita de Ibitipoca, Santa Rita de Jacutinga, Santa Rita de Minas, Santa Rita do Sapucaí, Santa Rosa da Serra, Santana da Vargem, Santana de Pirapama, Santana do Garambeu, Santana do Jacaré, Santana do Riacho, Santana dos Montes, Santo Antonio do Amparo, Santo Antonio do Itambé, Santo Antonio do Monte, Santo Antonio do Retiro, Santos Dumont, São Bento Abade, São Brás do Suacui, São Domingos do Prata, São Francisco de Paula, São Francisco do Gloria, São Gonçalo do Rio Abaeté, São Gonçalo do Rio Preto, São Gonçalo do Sapucaí, São Gotardo, São João Batista do Gloria, São João da Lagoa, São João da Mata, São João Del Rei, São João do Manhuaçú, São João do Paraíso, São João Evangelista, São Joaquim de Bicas, São Jose da Barra, São Jose da Lapa, São Jose da Varginha, São Jose do Alegre, São Lourenço, São Miguel do Anta, São Pedro da União, São Roque de Minas, São Sebastião da Bela Vista, São Sebastião da Vargem Alegre, São Sebastião do Oeste, São Sebastião do Paraíso, São Sebastião do Rio Verde, São Thomé das Letras, São Tiago, São Tomas de Aquino, São Vicente de Minas, Sapucai-Mirim, Sardoa, Sarzedo, Senador Amaral, Senador Cortes, Senador Jose Bento, Senador Modestino Gonçalves, Senhora de Oliveira, Senhora do Porto, Senhora dos Remédios, Sericita, Seritinga, Serra Azul de Minas, Serra da Saudade, Serra do Salitre, Serrania, Serranopolis de Mina, Serranos, Serro, Sete Lagoas, Setubinha, Silveirania, Silvianopolis, Simonesia, Soledade de Minas, Taiobeiras, Tapira, Tapirai, Taquaracu de Minas, Tiradentes, Tiros, Tocos do Moji, Toledo, Três Corações, Três Pontas, Turvolandia, Ubaporanga, Uberaba, Uberlândia, Unai, Vargem Bonita, Vargem Grande do Rio Pardo, Varginha, Varjão de Minas, Vazante, Veredinha, Vermelho Novo, Vespasiano, Viçosa, Vieiras, Virginia, Virginopolis, Wenceslau Braz. PORTARIA Nº 43, DE 25 DE ABRIL DE 2005 O SECRETÁRIO EXECUTIVO DA SECRETARIA DA COMISSÃO ESPECIAL DE RECURSOS, no uso de sua competência e das atribuições estabelecidas pela Portaria nº 3, de 04 de fevereiro de 2005, da Secretaria de Política Agrícola, publicada no Diário Oficial da União de 0 de fevereiro de 2005, e observado, no que couber, o contido nas Instruções Normativas nºs. 2/2000 e 3/200 desta Secretaria, resolve: Art. º - Aprovar o Zoneamento Agrícola para a cultura de Cevada irrigada no Estado São Paulo, ano safra Art. 2º - Esta Portaria tem vigência específica para o ano safra definido no Art. º e entra em vigor na data de sua publicação. FRANCISCO JOSÉ MITIDIERI ANEXO. NOTA TÉCNICA Foram identificadas as regiões com menor risco climático para a cultura da Cevada Irrigada no Estado de São Paulo, definindose épocas de plantio para ciclos com duração aproximada de 30 a 40 dias, em três tipos de solos principais (arenosos, médios e argilosos), no período que vai de de fevereiro a 20 de maio. A cevada é uma cultura milenar, sendo atualmente um dos cereais mais cultivados no mundo. Dentre os vários tipos de cevada explorados pelo homem, a cevada cervejeira é a única produzida no Brasil. A produção brasileira de cevada no ano de 2004 foi de ton, sendo os principais estados produtores o Rio Grande do Sul, com ton, e o Paraná, com 54.54ton. Cultura típica de clima frio, a cevada cervejeira, através de estudos na área de melhoramento de plantas, está adaptando-se às condições do cerrado brasileiro, conduzido sob sistema de cultivo irrigado, durante o período do outono/inverno. A produção de cevada no Estado de São Paulo ainda é muito incipiente, estando alguns materiais genéticos sendo testados regionalmente. Sendo plantada no outono e inverno, a cevada disputa espaço com as culturas do trigo, aveia e triticale cultivadas nesta época. O ciclo do plantio à colheita completa-se entre 30 a 50 dias, dependendo da época de semeadura, região e cultivar. Na fase vegetativa a planta comporta-se como o trigo e a aveia, sendo mais tolerante às baixas temperaturas do que essas culturas. A tecnologia do plantio direto, quando utilizada na cultura da cevada, aumenta a sua produtividade com redução de custos. A cevada cervejeira irrigada é mais uma alternativa de cultivo de inverno para o Estado de São Paulo, em sistema de rotação de culturas, principalmente com o feijão. As datas favoráveis para o plantio são aquelas que atenderam os seguintes requisitos: a) temperatura mínima média durante todo o ciclo igual ou superior a 9 C; b)temperatura máxima média na fase de florescimento e produção igual ou inferior a 28 C; c) probabilidade de ocorrência de geadas (temperatura mínima absoluta menor ou igual a C) igual ou inferior a 25% na fase de florescimento e produção. Por tratar-se de cultura irrigada, considerou-se que o atendimento hídrico será sempre satisfatório. As temperaturas máximas médias foram determinadas em função da altitude e latitude. Optou-se por um ciclo único, com 30 dias de duração, em média, sendo que as simulações foram feitas para 0 períodos decendiais (variação de 0 dias) de plantio a contar de de fevereiro até 20 de maio. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS PARA O PLANTIO Tipo : Areias quartzosas e solos aluviais arenosos. Tipo 2: Latossolos Vermelho escuros e Vermelho amarelos (com menos de 35% de argila). Tipo 3: Podzólicos Vermelho Amarelo e Vermelho Escuro (Terra Roxa Estruturada); Latossolos Roxo e Vermelho Escuro (com mais de 35% de argila); Cambissolos Eutróficos e solos Aluviais de textura média e argilosa. 3. PERÍODOS FAVORÁVEIS AO PLANTIO Períodos Dias a 20 2 a 28 a 0 a 20 2 a 3 a 0 a 20 2 a 30 a 0 a 20 Meses fevereiro março Abril maio A época de plantio indicada pelo zoneamento para cada região não será prorrogada ou antecipada em hipótese alguma. No caso de ocorrer algum evento atípico à época indicada (p.ex.: seca excessiva que impeça o preparo do solo e semeadura, ou excesso de chuvas que não permita o tráfego de máquinas na propriedade), recomenda-se aos produtores não efetivarem a implantação da lavoura nesta safra no local atingido, uma vez que, fatalmente, o empreendimento estará sujeito a eventos climáticos adversos impossíveis, ainda, de serem previstos pelo zoneamento. Obs.: caso exista mais de um período de plantio, por exemplo, e a 9, significa que nos períodos intermediários ausentes da indicação, 3, 4 e 5, o plantio não é recomendado. 4. MUNICÍPIOS DO ESTADO DE SÃO PAULO AP- TOS PARA A CULTURA A relação de municípios do Estado de São Paulo aptos para o plantio, suprimidos todos os outros onde a cultura não é recomendada, foi calcada em dados disponíveis por ocasião da sua elaboração. Se algum município mudou de nome ou foi criado um novo em razão de emancipação de um daqueles da listagem abaixo, todas as recomendações são idênticas às do município de origem até que nova relação o inclua formalmente. Municípios aptos para plantio da cevada irrigada no Estado de São Paulo - Ciclo Único, com solos de textura arenosa, média e argilosa (Tipos, 2 e 3) Municípios Período Adolfo 3 a 6 Aguai a 9 Águas da Prata a 0 Águas de Lindoia a 0 Águas de Santa Barbara a 0 Águas de São Pedro 3 a 9 Agudos a 0 Alambari a 0 Alfredo Marcondes 3 a 6 Altinopolis a 9 Alto Alegre 3 a 6 Alumínio a 0 Álvares Machado 3 a 6 Álvaro de Carvalho 3 a 9 Alvinlandia a 0 Americana a 0 Américo Brasiliense a 9 Amparo a 0 Analândia a 0 Angatuba a 0 Anhembi a 0 Anhumas 3 a 6 Aparecida a 0 Araçariguama a 0 Aracoiaba da Serra a 0 Aramina 3 a 6 Arandu a 0 Arapei a 0 Araraquara a 9 Araras a 0 Arco Iris 3 a 6 Arealva 3 a 6 Areias a 0 Areiópolis a 0 Ariranha 3 a 6 Artur Nogueira a 0 Aruja a 0 Assis a 0 Atibaia a 0 Av a í 3 a 9 Av a n h a n d a v a 3 a 6 Av a r é a 0 Bady Bassitt 3 a 6 Balbinos 3 a 6 Balsamo 3 a 6 Bananal a 0

11 Nº 87, segunda-feira, 9 de maio de 2005 ISSN Barão de Antonina a 0 Barbosa 3 a 6 Bariri 3 a 6 Barra Bonita a 9 Barretos 3 a 6 Barrinha 3 a 6 Bastos 3 a 6 Batatais a 9 Bauru 3 a 9 Bebedouro 3 a 6 Bernardino de Campos a 0 Bilac 3 a 6 Birigui 3 a 6 Boa Esperança do Sul 3 a 6 Bocaína 3 a 9 Bofete a 0 Boituva a 0 Bora 3 a 9 Boracéia 3 a 6 Borborema 3 a 6 Borebi a 0 Botucatu a 0 Bragança Paulista a 0 Brauna 3 a 6 Brodosqui 3 a 6 Brotas a 0 Buri a 0 Buritizal 3 a 6 Cabrália Paulista a 0 Cabreuva a 0 Cacapava a 0 Cachoeira_Paulista a 0 Caconde a 0 Cafelândia 3 a 6 Caiabu 3 a 6 Cajobi 3 a 6 Cajuru a 9 Campina do Monte Alegre a 0 Campinas a 0 Campos Novos Paulista a 0 Canas a 0 Candido Mota 3 a 9 Candido Rodrigues 3 a 6 Canitar a 0 Capão Bonito a 0 Capela do Alto a 0 Capivari a 0 Casa Branca a 9 Cássia dos Coqueiros a 9 Catanduva 3 a 6 Catigua 3 a 6 Cedral 3 a 6 Cerqueira Cesar a 0 Cerquilho a 0 Cesário Lange a 0 Charqueada a 0 Chavantes a 0 Clementina 3 a 6 Colina 3 a 6 Conchal a 0 Conchas a 0 Cordeiropolis a 0 Coroados 3 a 6 Coronel Macedo a 0 Corumbatai a 0 Cosmopolis a 0 Cravinhos 3 a 6 Cristais Paulista a 9 Cruzalia 3 a 9 Descalvado a 9 Divinolandia a 0 Dobrada 3 a 9 Dois Corregos a 9 Dourado a 9 Duartina a 0 Dumont 3 a 6 Echaporã a 0 Elias Fausto a 0 Elisiario 3 a 6 Embauba 3 a 6 Engenheiro Coelho a 0 Espírito Santo do Pinhal a 0 Espírito Santo do Turvo a 0 Estiva Gerbi a 0 Estrela do Norte 3 a 6 Euclides da Cunha Paulista 3 a 6 Fartura a 0 Fernando Prestes 3 a 6 Fernão a 0 Florinea 3 a 9 Franca a 9 Gabriel Monteiro 3 a 6 Gália a 9 Garça a 9 Gavião Peixoto 3 a 6 Getulina 3 a 6 Glicerio 3 a 6 Guaicara 3 a 6 Guaimbe 3 a 6 Guaíra 3 a 6 Guapiacu 3 a 6 Guará 3 a 6 Guaranta 3 a 6 Guararema a 0 Guaratingueta a 0 Guarei a 0 Guarida 3 a 6 Guatapara 3 a 6 Herculândia 3 a 6 Holambra a 0 Hortolândia a 0 Iacanga 3 a 6 Iacri 3 a 6 Iaras a 0 Ibate a 0 Ibira 3 a 6 Ibirarema a 0 Ibitinga 3 a 6 Iepe 3 a 6 Igaracu do Tiete a 9 Igarapava 3 a 6 Igarata a 0 Indaiatuba a 0 Indiana 3 a 6 Inúbia Paulista 3 a 6 Ipaucu a 0 Ipero a 0 Ipeuna a 0 Ipua 3 a 6 Iracemapolis a 0 Irapua 3 a 6 Itabera a 0 Itai a 0 Itajobi 3 a 6 Itaju 3 a 6 Itapetininga a 0 Itapeva a 0 Itapira a 0 Itapolis 3 a 6 Itaporanga a 0 Itapui 3 a 6 Itarare a 0 Itatiba a 0 Itatinga a 0 Itirapina a 0 Itirapua a 9 Itobi a 0 Itu a 0 Itupeva a 0 Ituverava 3 a 6 Jaborandi 3 a 6 Jaboticabal 3 a 6 Jacarei a 0 Jaci 3 a 6 Jaguariuna a 0 Jambeiro a 0 Jardinopolis 3 a 6 Jarinu a 0 Jaú a 9 Jeriquara a 9 João Ramalho 3 a 9 Jose Bonifacio 3 a 6 Julio Mesquita 3 a 6 Jumirim a 0 Lagoinha a 3 Laranjal Paulista a 0 Lavrinhas a 0 Leme a 9 Lençóis Paulista a 0 Limeira a 0 Lindóia a 0 Lins 3 a 6 Lorena a 0 Louveira a 0 Lucianópolis a 0 Luis Antonio 3 a 9 Luiziania 3 a 6 Lupercio a 0 Lutecia 3 a 9 Maçatuba a 9 Macaubal 3 a 6 Mairinque a 0 Manduri a 0 Marabá Paulista 3 a 6 Maracai 3 a 9 Marapoama 3 a 6 Marilia 3 a 9 Martinópolis 3 a 6 Matão 3 a 9 Mendonça 3 a 6 Miguelópolis 3 a 6 Mineiros do Tiete a 9 Mirante do Paranapanema 3 a 6 Mirassol 3 a 6 Mococa a 9 Mogi Guaçu a 0 Mogi Mirim a 0 Mombuca a 0 Monte Alegre do Sul a 0 Monte Alto 3 a 6 Monte Aprazivel 3 a 6 Monte Azul Paulista 3 a 6 Monte Mor a 0 Morro Agudo 3 a 6 Morungaba a 0 Motuca 3 a 6 Nantes 3 a 6 Narandiba 3 a 6 Neves Paulista 3 a 6 Nipoa 3 a 6 Nova Aliança 3 a 6 Nova Europa 3 a 6 Nova Odessa a 0 Novais 3 a 6 Novo Horizonte 3 a 6 Nuporanga 3 a 6 Ocaucu a 0 Oleo a 0 Olimpia 3 a 6 Oriente 3 a 9 Orlandia 3 a 6 Oscar Bressane 3 a 9 Osvaldo Cruz 3 a 6 Ourinhos a 0 Palmares Paulista 3 a 6 Palmital a 9 Paraguaçu Paulista 3 a 9 Paraíso 3 a 6 Paranapanema a 0 Parapua 3 a 6 Pardinho a 0 Patrocínio Paulista a 9 Paulínia a 0 Paulistania a 0 Pederneiras 3 a 9 Pedregulho a 9 Pedreira a 0 Pedrinhas Paulista 3 a 9 Penápolis 3 a 6 Pereiras a 0 Piacatu 3 a 6 Pilar do Sul a 0 Pindamonhangaba a 0 Pindorama 3 a 6 Pinhalzinho a 0 Piquerobi 3 a 6 Piracicaba a 0 Piraju a 0 Pirajuí 3 a 6 Pirangi 3 a 6 Pirapora do Bom Jesus a 0 Pirapozinho 3 a 6 Pirassununga a 9 Piratininga a 9 Pitangueiras 3 a 6 Planalto 3 a 6 Platina a 0 Poloni 3 a 6 Pompéia 3 a 6 Pongai 3 a 6 Pontal 3 a 6 Porangaba a 0 Porto Feliz a 0 Porto Ferreira a 9 Potim a 0 Potirendaba 3 a 6 Pradópolis 3 a 6

12 <!ID > PORTARIA <!ID > DELIBERAÇÃO 2 ISSN Nº 87, segunda-feira, 9 de maio de 2005 Pratania a 0 Presidente Alves 3 a 9 Presidente Bernardes 3 a 6 Presidente Prudente 3 a 6 Promissão 3 a 6 Quadra a 0 Quata 3 a 9 Queiroz 3 a 6 Queluz a 0 Quintana 3 a 6 Rafard a 0 Rancharia 3 a 6 Redenção da Serra a 0 Regente Feijó 3 a 6 Reginópolis 3 a 6 Restinga a 9 Ribeirão Bonito a 9 Ribeirão Corrente a 9 Ribeirão do Sul a 0 Ribeirão Preto 3 a 6 Rifaína 3 a 6 Rincão 3 a 6 Rinópolis 3 a 6 Rio Claro a 0 Rio das Pedras a 0 Riversul a 0 Rosana 3 a 6 Roseira a 0 Sabino 3 a 6 Sagres 3 a 6 Sales 3 a 6 Sales Oliveira 3 a 6 Saltinho a 0 Salto a 0 Salto de Pirapora a 0 Salto Grande a 0 Sandovalina 3 a 6 Santa Adélia 3 a 6 Santa Bárbara d'oeste a 0 Santa Branca a 0 Santa Cruz da Conceição a 9 Santa Cruz da Esperança 3 a 6 Santa Cruz das Palmeiras a 9 Santa Cruz do Rio Pardo a 0 Santa Ernestina 3 a 6 Santa Gertrudes a 0 Santa Isabel a 0 Santa Lucia 3 a 9 Santa Maria da Serra a 0 Santa Rita do Passa Quatro a 9 Santa Rosa do Viterbo a 9 Santo Anastacio 3 a 6 Santo Antonio da Alegria a 9 Santo Antonio de Posse a 0 Santo Antonio do Jardim a 0 Santopolis do Aguapei 3 a 6 São Carlos a 0 São João da Boa Vista a 0 São Joaquim da Barra 3 a 6 São Jose da Bela Vista a 6 São Jose do Barreiro a 0 São Jose do Rio Pardo a 0 São Jose do Rio Preto 3 a 6 São Jose dos Campos a 0 São Manuel a 0 São Miguel Arcanjo a 0 São Pedro a 0 São Pedro do Turvo a 0 São Sebastião da Grama a 0 São Simão a 9 Sarapui a 0 Sarutaia a 0 Serra Azul 3 a 6 Serra Negra a 0 Serrana 3 a 6 Sertãozinho 3 a 6 Severinia 3 a 6 Silveiras a 0 Socorro a 0 Sofocaba a 0 Sumare a 0 Ta b a p u ã 3 a 6 Ta b a t i n g a 3 a 6 Ta c i b a 3 a 6 Ta g u a i a 0 Ta i a c u 3 a 6 Ta i u v a 3 a 6 Ta m b a u a 9 Ta n a b i 3 a 6. Ta p i r a t i b a a 0 Ta q u a r a l 3 a 6 Ta q u a r i t i n g a 3 a 6 Ta q u a r i t u b a a 0 Ta q u a r i v a i a 0 Ta r a b a i 3 a 6 Ta r u m a 3 a 9 Ta t u í a 0 Ta u b a t é a 0 Te j u p a a 0 Teodoro Sampaio 3 a 6 Terra Roxa 3 a 6 Ti e t e a 0 Ti m b u r i a 0 Torre de Pedra a 0 To r r i n h a a 0 Tr a b i j u 3 a 9 Tr e m e m b é a 0 Tu i u t i a 0 Tu p ã 3 a 6 Ubarana 3 a 6 Ubirajara a 0 Uchoa 3 a 6 União Paulista 3 a 6 Uru 3 a 6 Urupês 3 a 6 Va l i n h o s a 0 Vargem Grande do Sul a 0 Vera Cruz a 9 Vi n h e d o a 0 Vi r a d o u r o 3 a 6 Vista Alegre do Alto 3 a 6 Vo t o r a n t i m a 0 Ministério da Ciência e Tecnologia GABINETE DO MINISTRO INTERMINISTERIAL Nº 328, DE 6 DE MAIO DE 2005 Os Ministros de Estado da Ciência e Tecnologia, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e da Fazenda, no uso das atribuições que lhes confere o art. 2º do Decreto nº 3.800, de 20 de abril de 200, e considerando o que consta no processo MCT nº /2003, de 02 de dezembro de 2003, resolvem: Art.º Habilitar a empresa Saturnia Sistemas de Energia Ltda., inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda - CNPJ sob nº /000-65, à fruição dos benefícios fiscais referidos no art. º do Decreto nº 3.800, de 20 de abril de 200, quando da fabricação dos seguintes bens: a) Conversor estático de corrente alternada para contínua, para equipamento de telecomunicações; b) Retificador baseado em técnicas digitais, para aparelhos de telecomunicações; e c) Acumuladores elétricos, próprios para operar em sistemas de energia da posição º Farão jus aos incentivos fiscais, nos termos desta Portaria, os acessórios, os sobressalentes, as ferramentas, os manuais de operação, os cabos para interconexão e de alimentação que, em quantidade normal, acompanhem os bens mencionados neste artigo, conforme consta no respectivo processo. 2º Ficam asseguradas a manutenção e utilização do crédito do IPI relativo às matérias-primas, produtos intermediários e material de embalagem empregados na industrialização dos bens relacionados neste artigo. Art. 2º Será cancelada a habilitação caso a empresa não inicie a execução do Projeto de Pesquisa e Desenvolvimento por ela proposto, no prazo de 80 (cento e oitenta) dias, a contar da edição desta Portaria. Art. 3º As notas fiscais relativas à comercialização dos bens relacionados no art. º deverão fazer expressa referência a esta Portaria. Parágrafo único. Os modelos dos produtos relacionados na nota fiscal devem constar do processo de habilitação MCT nº /2003, de 02 de dezembro de Art. 4º Esta habilitação poderá ser suspensa, a qualquer tempo, sem prejuízo do ressarcimento previsto no art. 9º da Lei nº 8.248, de 23 de outubro de 99, caso a empresa beneficiária deixe de atender ou de cumprir quaisquer das condições estabelecidas no Decreto nº 3.800, de 20 de abril de 200. Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. EDUARDO CAMPOS Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia LUIZ FERNANDO FURLAN Ministro de Estado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ANTONIO PALOCCI FILHO Ministro de Estado da Fazenda COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR NUCLEBRÁS EQUIPAMENTOS PESADOS S/A DIRETORIA ADMINISTRATIVA <!ID >D E S PA C H O S Processo: Parecer CMC-062/ RS PGQ 0007/05. Objeto: Serviços especializados de elaboração do Manual da Garantia de Qualidade.Favorecido: IBQN - Instituto Brasileiro da Qualidade Nuclear Justificativa da inexigibilidade de licitação: A contratação se faz necessária porque os 2 únicos auditores capacitados pelo Código ASME III da Gerência de Garantia de Qualidade da NUCLEP, estão envolvidos em uma série de outros serviços, além do que os serviços objeto da contratação envolvem um curso específico sobre o ASME III e a norma NQA- que deverá ser ministrado aos 2 auditores.para execução desses serviços deverá ser utilizado um profissional experiente e qualificado de acordo com o Código ASME Seção III, tendo em vista que os documentos a serem elaborados deverão conter todas as exigências do Código e da norma NQA-. Assim, a Gerência de Garantia da Qualidade indica o IBQN para ser contratado, tendo em vista ser este organismo a única empresa brasileira capacitada para prestar os referidos serviços. Considerando que a justificativa acima tem fundamento no art. 25, II, da Lei 8666/93, reconheço a inexigibilidade de licitação referente ao processo supracitado MARCOS AURÉLIO RODRIGUES DUARTE Gerente de Suprimentos Em observância ao art. 26 da Lei 8666/93 e em face do parecer favorável já efetuado pela consultoria jurídica sobre o assunto, ratifico a decisão do Gerente de Suprimentos. Itaguaí, 3 de maio de 2005 PAULO ROBERTO TRINDADE BRAGA Diretor CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS <!ID > DESPACHO DO COORDENADOR-GERAL Em 6 de maio de ª Relação de distribuição de cota para importação - Lei 8.00/90 PROCESSO ENTIDADE VALOR US$ 045/990 Fundação Universidade Regional de Blumenau , /994 Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola , /998 Universidade Presbiteriana Mackenzie ,00 080/2000 Padetec Parque de Desenvolvimento Tecnológico ,00 084/200 Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas ,00 096/2004 Centro de Diabetes e Endocrinologia do Rio Grande do Sul ,00. CLÁUDIO DA SILVA LIMA Ministério da Cultura AGÊNCIA NACIONAL DO CINEMA Nº 06, DE 5 DE MAIO DE 2005 O DIRETOR-PRESIDENTE SUBSTITUTO da ANCINE, no uso das atribuições legais conferidas pela Resolução de Diretoria Colegiada nº. 04/2003, e em cumprimento ao disposto na Lei nº. 8.33, de 23 de dezembro de 99, Lei nº , de 20 de julho de 993, Medida Provisória nº , de 06 de setembro de 200, alterada pela Lei nº , de 3 de maio de 2002, e Decreto nº , de 04 de novembro de 2002, delibera: Art. º Prorrogar o prazo de captação e retificar os valores aprovados do projeto audiovisual relacionado abaixo, para o qual a proponente fica autorizada a captar recursos através da comercialização de Certificados de Investimento nos termos do Art. º da Lei nº , de 20 de julho de 993, e mediante doações ou patrocínios na forma prevista nos Arts. 25 e 26 da Lei nº. 8.33/ O Dono do Mar Processo: /97-70 Processo: /97-9 Proponente: Planifilmes Ltda. Cidade/UF: São Paulo / SP CNPJ: / Valor total do orçamento aprovado: de R$ ,4 para R$ ,4 Valor Aprovado no Art. º da Lei nº /93: R$ ,00 Banco: 00- Agência: Conta Corrente: Valor Aprovado na Lei nº. 8.33/9: de R$ ,83 para R$ ,83 Banco: 00- Agência: Conta Corrente: Período de captação: de 0/0/2005 até 3/2/2005 Aprovado Ad-Referendum em 29/04/2005.

13 <!ID > DELIBERAÇÃO <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA Nº 87, segunda-feira, 9 de maio de ISSN Art. 2º - Prorrogar o prazo de captação do projeto audiovisual relacionado abaixo, para o qual a proponente fica autorizada a captar recursos mediante doações ou patrocínios, na forma prevista nos Arts. 25 e 26 da Lei nº. 8.33/ TO Estrada das Vidas Processo: / Proponente: In Brasil Marketing Cultural Ltda. Cidade/UF: São Paulo / SP CNPJ: / Período de captação: de 0/0/2005 até 3/2/2005. Aprovado Ad-Referendum em 29/04/2005. Art. 3º Esta Deliberação entra em vigor na data de sua publicação. JOÃO EUSTÁQUIO DA SILVEIRA SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL Nº 07, DE 6 DE MAIO DE 2005 O SUPERINTENDENTE DE DESENVOLVIMENTO IN- DUSTRIAL da ANCINE, no uso das atribuições legais conferidas pela Portaria nº. de 28 de janeiro de 2005 e em cumprimento ao disposto na Lei nº. 8.33, de 23 de dezembro de 99, Lei nº , de 20 de julho de 993, Medida Provisória nº , de 06 de setembro de 200, alterada pela Lei nº , de 3 de maio de 2002, e Decreto nº , de 04 de novembro de 2002, delibera: Art. º - Prorrogar o prazo de captação do projeto audiovisual relacionado abaixo, para o qual a proponente fica autorizada a captar recursos através da comercialização de Certificados de Investimento nos termos do Art. º da Lei nº /93 e mediante doações ou patrocínios, na forma prevista nos Art. 8 da Lei nº. 8.33/ MAU - Movimento Artístico Universitário Processo: / Proponente: Focus Films Ltda. Cidade/UF: Rio de Janeiro/RJ CNPJ: /000- Período de captação: de 0/0/2005 até 3/2/2005 Art. 2º - Prorrogar o prazo de captação do projeto audiovisual relacionado abaixo, para o qual a proponente fica autorizada a captar recursos mediante doações ou patrocínios, na forma prevista nos Arts. 25 e 26 da Lei nº. 8.33/ Trágicos Processo: / Proponente: 34 Filmes Ltda. Cidade/UF: Brasília - DF CNPJ: /000-3 Período de captação: de 0/0/2005 até 3/2/2005. Art 3º - Prorrogar o prazo de captação do projeto audiovisual relacionado abaixo, para o qual a proponente fica autorizada a captar recursos através da comercialização de Certificados de Investimento e da formalização de contratos de co-produção nos termos dos Arts. º e 3º da Lei nº /93 e mediante doações ou patrocínios, na forma prevista nos Arts. 25 e 26 da Lei nº. 8.33/ O Grilo Feliz - A Aventura Continua Processo: / Proponente: Start Desenhos Animados Ltda. Cidade/UF: São Paulo / SP CNPJ: / Período de captação: de 0/0/2005 até 3/2/2005. Art. 4º - Prorrogar o prazo de captação do projeto audiovisual relacionado abaixo, para o qual a proponente fica autorizada a captar recursos mediante doações ou patrocínios, na forma prevista no Art. 8 da Lei nº. 8.33/ Semana Itinerante do Cinema Brasileiro de Paris Processo: / Proponente: Vite Produções Ltda. Cidade/UF: Rio de Janeiro / RJ CNPJ: / Período de captação: de 0/0/2005 até 3/2/2005. Art 5º - Aprovar o remanejamento do projeto audiovisual relacionado abaixo, para o qual a proponente fica autorizada a captar recursos através da comercialização de Certificados de Investimento e da formalização de contratos de co-produção nos termos dos Arts. º e 3º da Lei nº /93 e mediante doações ou patrocínios, na forma prevista nos Arts. 25 e 26 da Lei nº. 8.33/ JK- Bela Noite Para Voar Processo: / Proponente: Caribe Produções Ltda ME. Cidade/UF: Rio de Janeiro / RJ CNPJ: / Valor total do orçamento aprovado: R$ ,08 Valor Aprovado no Artigo º da Lei nº /93: de R$ ,70 para R$ ,70 Banco: 00- Agência: Conta Corrente: 2.07-X Valor Aprovado no Artigo 3º da Lei nº /93: de R$ ,00 para R$ ,00 Banco: 00- Agência: 34-3 Conta Corrente: Valor Aprovado na Lei nº. 8.33/9: de R$ ,38 para R$ ,38 Banco: 00- Agência: Conta Corrente: Período de captação: de 0/0/2005 até 3/2/2005. Art. 6º - Esta Deliberação entra em vigor na data de sua publicação. LUIZ FERNANDO NOEL DE SOUZA. Ministério da Defesa GABINETE DO MINISTRO <!ID >PORTARIA NORMATIVA N 577/MD, DE 6 DE MAIO DE 2005 Classifica as Organizações Militares, no âmbito do Ministério da Defesa, como organizações industriais, para efeito do disposto no 6 do art. 23 da Lei n 8.666, de 2 de junho de 993. O MINISTRO DE ESTADO DA DEFESA, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto no 6 do art. 23 da Lei n 8.666, de 2 de junho de 993, resolve: Art. Classificar as seguintes Organizações Militares, no âmbito do Ministério da Defesa, como organizações industriais, para efeito de aplicação do disposto no 6 do art. 23 da Lei n 8.666, de 2 de junho de 993: I - Comando da Marinha: a) Organizações Militares Prestadoras de Serviços Industriais; b) Batalhões Logísticos; c) Centros de Obtenção; d) Centro de Mísseis e Armas Submarinas da Marinha; e) Depósitos Navais Regionais; f) Estações Navais; g) Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo; h) Centro de Análise de Sistemas Navais; i) Instituto de Pesquisas da Marinha; j) Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira; l) Centro de Projetos de Navios; e m) Centro Logístico de Saúde da Marinha; II - Comando do Exército: a) Arsenais de Guerra; b) Parques Regionais de Manutenção; c) Batalhão de Manutenção de Armamento; d) Batalhões Logísticos; e) Companhias de Apoio de Material Bélico do Exército; f) Batalhão de Manutenção e Suprimento de Aviação do Exército; g) Bases Logísticas; h) Centro de Embarcações do Comando Militar da Amazônia; i) Depósito Central de Munição; j) 7 o Depósito de Suprimento; l) Centro Tecnológico do Exército; m) Laboratório Químico Farmacêutico do Exército; e n) Instituto de Biologia do Exército; III - Comando da Aeronáutica: a) Parques de Material Aeronáutico; b) Parques de Material Bélico; c) Parque de Material de Eletrônica da Aeronáutica; d) Centro Logístico da Aeronáutica; e) Centro Técnico Aeroespacial; e f) Serviço Regional de Proteção ao Vôo de Manaus. Art. 2 Esta Portaria Normativa entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3 Fica revogada a Portaria Normativa n /MD, de de janeiro de JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA COMANDO DA AERONÁUTICA GABINETE DO COMANDANTE N o - 554/GC3, DE 4 DE MAIO DE 2005 Estabelece os tipos de Postos do Correio Aéreo Nacional no País e dá outras providências. O COMANDANTE DA AERONÁUTICA, de conformidade com o previsto nos incisos I e XIV do art. 23 da Estrutura Regimental do Comando da Aeronáutica, aprovada pelo Decreto n o 5.96, de 26 de agosto de 2004, e considerando o que consta do Processo n o 33-0/268/2004, resolve: Art. º Estabelecer, no território nacional, de acordo com o vulto do trabalho exigido, os Postos do Correio Aéreo Nacional (Postos CAN) tipo A, B, C e D, assim distribuídos, por localidade: I - Tipo A: Galeão (CAN-GL); II - Tipo B: Belém (CAN-BE), Brasília (CAN-BR), Canoas (CAN-CO), Guarulhos (CAN-GR), Manaus (CAN-MN) e Recife (CAN-RF); III - Tipo C: Alcântara (CAN-CW), Anápolis (CAN-AN), Boa Vista (CAN-BV), Cachimbo (CAN-CC), Campo Grande (CAN- CG), Curitiba (CAN-CT), Florianópolis (CAN-FL), Fortaleza (CAN- FZ), Lagoa Santa (CAN-LS), Natal (CAN-NT), Pirassununga (CAN- YS), Porto Velho (CAN-PV), Salvador (CAN-SV), Santa Maria (CAN-SM), Santos (CAN-ST), São José dos Campos (CAN-SJ); e IV - Tipo D: Afonsos (CAN-AF). Art. 2 o A critério do respectivo Comando Aéreo Regional (COMAR), em outras localidades da área de sua jurisdição poderá ser designado um Elemento CAN, desde que não haja um Posto CAN estabelecido. o Não existindo Organização Militar (OM) do Comando da Aeronáutica (COMAER) no local, mas havendo OM do Comando da Marinha ou do Exército, o COMAR com jurisdição sobre a localidade solicitará àquelas organizações a indicação de um militar para ser efetivado como Elemento CAN da localidade. 2 o Não havendo OM das Forças Armadas no local, o COMAR com jurisdição sobre a área solicitará à autoridade civil da localidade a indicação de um funcionário, para ser efetivado como Elemento CAN da localidade. Art. 3 o Os postos CAN são constitutivos das Bases Aéreas ou de outras OM do COMAER onde estão localizados e seus efetivos constam das Tabelas de Distribuição de Pessoal dessas organizações. o Os Elementos CAN situados em aeroportos ou aeródromos públicos são constitutivos do COMAR com jurisdição sobre a área em que estiverem localizados. 2º O CAN-GL, composto pelo Terminal Central de Transporte Logístico (Terminal de Cargas) e pelo Terminal de Passageiros, faz parte da estrutura organizacional do Centro do Correio Aéreo Nacional (CECAN), Órgão Central do Sistema de Correio Aéreo Nacional. 3o O Terminal de Carga do Posto CAN-AF, denominado Terminal de Carga e Lançamento Aéreo (TECLA), é o terminal especializado e constitutivo da Base Aérea dos Afonsos. Art. 4 o Em todos os casos, além das atribuições previstas nos regimentos internos das OM a que pertencem, os Postos CAN e Elementos CAN são vinculados sistemicamente ao CECAN, ao qual compete o apoio operacional, a normatização sistêmica e a coordenação de todo o transporte aéreo logístico no âmbito do CO- MAER. Art. 5o O apoio logístico aos Postos CAN será estabelecido em Norma de Sistema do Comando da Aeronáutica (NSCA), elaborada pelo CECAN. Art. 6 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Art. 7o Revoga-se a Portaria n o 235/GM3, de 3 de abril de 998, publicada no Diário Oficial da União n o 70, de 4 de abril de 998, Seção, Página 35. Ten-Brig-Ar LUIZ CARLOS DA SILVA BUENO DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL SUBDEPARTAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA N o - 387/SIE, DE 6 DE MAIO DE 2005 Cancela autorização de funcionamento de Agência de Carga Aérea. O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE INFRA-ESTRU- TURA DO DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL, no uso da delegação de competência outorgada pela Portaria n o 3/DGAC, de 5 de janeiro de 2005, publicada no Diário Oficial da União n o 5, de 7 de janeiro de 2005 e de conformidade com o Art. 25, o, da Lei n o 7565, de 9 de dezembro de 986, Código Brasileiro de Aeronáutica, e tendo em vista o que consta do Processo n o 07-0/02826/95, resolve: Art. o Cancelar a autorização para funcionamento da empresa TRANSTAZA RODOVIÁRIO LTDA - TRANS 000 CAR- GO, CNPJ /000-09, como agenciadora de carga aérea doméstica e internacional (N o de Código DAC 752), concedida pela Portaria n o 554/SPL, de 20 de novembro de 995, que fica revogada. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Cel.-Av. RAFAEL RODRIGUES FILHO Interino N o - 388/SIE, DE 6 DE MAIO DE 2005 Cancela autorização de funcionamento de Agência de Carga Aérea. O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE INFRA-ESTRU- TURA DO DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL, no uso da delegação de competência outorgada pela Portaria n o 3/DGAC, de 5 de janeiro de 2005, publicada no Diário Oficial da União n o 5, de 7 de janeiro de 2005 e de conformidade com o Art. 25, o, da Lei n o 7565, de 9 de dezembro de 986, Código Brasileiro de Aeronáutica, e tendo em vista o que consta do Processo n o 07-0/000860/85, resolve: Art. o Cancelar a autorização para funcionamento da empresa ÍCARO AGENCIAMENTO DE CARGAS LTDA, CNPJ /000-8, como agenciadora de carga aérea doméstica e internacional (N o de Código DAC 028), concedida pela Portaria n o 220/SPL, de 04 de junho de 985, que fica revogada. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Cel.-Av. RAFAEL RODRIGUES FILHO Interino

14 <!ID > <!ID > <!ID > <!ID >. 4 ISSN Ministério da Educação GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº.55, DE 6 DE MAIO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 047/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta dos Processos nºs / e / , Registros SAPIEnS nºs e , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento do curso de Comunicação Social, bacharelado, com as habilitações Publicidade e Propaganda e Relações Públicas, com 60 (cento e sessenta) vagas totais anuais, sendo 80 (oitenta) vagas totais anuais para cada habilitação, no turno noturno, a ser ministrado pela Faculdade de Talentos Humanos, na Rua Manoel Gonçalves de Resende, nº 230, Bairro Vila São Cristóvão, na cidade de Uberaba, no Estado de Minas Gerais, mantida pelo Instituto Educacional Guilherme Dorça S/C Ltda., com sede na cidade de Uberaba, no Estado de Minas Gerais. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº.552, DE 6 DE MAIO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 049/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento do curso de Terapia Ocupacional, bacharelado, com 90 (noventa) vagas totais anuais, no turno diurno, a ser ministrado pela Faculdade de Talentos Humanos, na Rua Manoel Gonçalves de Resende, nº 230, Bairro Vila São Cristóvão, na cidade de Uberaba, no Estado de Minas Gerais, mantida pelo Instituto Educacional Guilherme Dorça S/C Ltda., com sede na cidade de Uberaba, no Estado de Minas Gerais. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº.553, DE 6 DE MAIO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 05/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº 7042, do Ministério da Educação, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento do curso de Sistemas de Informação, bacharelado, com 40 (quarenta) vagas totais anuais no turno diurno e 20 (cento e vinte) vagas totais anuais no turno noturno, a ser ministrado pela Faculdade de Talentos Humanos, na Rua Manoel Gonçalves de Resende, nº 230, Bairro Vila São Cristóvão, na cidade de Uberaba, no Estado de Minas Gerais, mantida pelo Instituto Educacional Guilherme Dorça S/C Ltda., com sede na cidade de Uberaba, no Estado de Minas Gerais. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº.554, DE 6 DE MAIO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 94/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Credenciar a Faculdade Cidade de Patos de Minas, a ser estabelecida no Lote E da Quadra 38, Setor 5 da Quadra 5, nº 235, na cidade de Patos de Minas, Estado de Minas Gerais, a ser mantido pela Associação Educacional de Patos de Minas - AEPM, com sede na cidade de Patos de Minas, Estado de Minas Gerais, aprovando, neste ato, o seu Plano de Desenvolvimento Institutcional. Art. 2 o Aprovar o regimento da Faculdade Cidade de Patos de Minas, o qual prevê o instituto superior de educação como unidade acadêmica específica. Art. 3 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº.555, DE 6 DE MAIO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 9 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 4 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 95/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo n o / , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento do curso de Fisioterapia, bacharelado, com 200 (duzentas) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, em turmas de, no máximo, 50 (cinqüenta) alunos, a ser ministrado pela Faculdade Cidade de Patos de Minas, no Lote E da Quadra 38, Setor 5 da Quadra 5, nº 235, na cidade de Patos de Minas, Estado de Minas Gerais, a ser mantido pela Associação Educacional de Patos de Minas - AEPM, com sede na cidade de Patos de Minas, Estado de Minas Gerais. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº.556, DE 6 DE MAIO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 9 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 4 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 96/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo n o / , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento do curso de Educação Física, licenciatura, com 200 (duzentas) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, em turmas de, no máximo, 50 (cinqüenta) alunos, a ser ministrado pela Faculdade Cidade de Patos de Minas, no âmbito do instituto superior de educação, no Lote E da Quadra 38, Setor 5 da Quadra 5, nº 235, na cidade de Patos de Minas, Estado de Minas Gerais, a ser mantido pela Associação Educacional de Patos de Minas - AEPM, com sede na cidade de Patos de Minas, Estado de Minas Gerais. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE CUIABÁ PORTARIA Nº 93, DE 5 DE MAIO DE 2005 O DIRETOR-GERAL DO CENTRO FEDERAL DE EDU- CAÇÃO TECNOLÓGICA DE CUIABÁ, no uso da competência que lhe foi subdelegada pela Portaria Ministerial nº 849 de de junho de 988, publicada no Diário Oficial da União de 4 subseqüente, de acordo com a Portaria de 30/2/2003, resolve: Art. º - Homologar o resultado do processo seletivo para contratação de Professor Substituto, objeto do edital nº 03 de 29/04/2005, de acordo com o anexo I. Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. ANEXO I Área Candidato Pontos Classificação Administração com Ênfase em Informática Hamilton da Rocha Ramos 80,0 º ADEMIR JOSÉ CONTE UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE PORTARIA Nº 508, DE DE ABRIL DE 2005 O Reitor da Universidade Federal do Acre, no uso de suas atribuições legais com base no que dispõe o Decreto nº 4.75, de 27 de março de 2002 e Portaria nº 450, de 06 de novembro de 2002, do Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão, e o que consta no Processo nº /2005-8, resolve: Prorrogar, por mais 2 (doze) meses, a validade do Concurso Público realizado através do edital nº 07/2002 para o cargo de professor Assistente, na are de Fitotecnia, a contar de de fevereiro de JONAS PEREIRA DE SOUZA FILHO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PORTARIA 572, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2005 O REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ no uso de suas atribuições legais e estatutárias, resolve: Prorrogar, nos termos do Decreto nº 4.75 de 27/03/2003 e da Portaria nº 450/02/MEPOG de 06//2002, pelo período de 0 (um) ano, até 5 de abril de 2006, o prazo de validade do Concurso Público para Docente da Carreira do Magistério Superior na Classe de Professor Assistente, da matéria: Planejamento e Organização do Turismo, homologado pelo Edital nº 42/2004 publicado no Diário Oficial da União de 5 de abril de 2004, seção 3 p.289. ALEX BOLONHA FIÚZA DE MELLO Nº 87, segunda-feira, 9 de maio de 2005 UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA <!ID > PORTARIA Nº 44, DE 28 DE ABRIL DE 2005 O Reitor da Universidade Federal de Uberlândia, no uso de suas atribuições, e considerando o que dispõe o Decreto nº 4.75, de 27 de março de 2002 e Portaria MOG nº 450 de 06 de novembro de 2002 e conforme documentação constante nos processos nºs / e / , resolve: Prorrogar, por mais 06 (seis) meses, o prazo de validade dos Concursos Públicos de Provas e Títulos, realizados pela Faculdade de Engenharia Mecânica e Faculdade de Física, nas seguintes áreas: Fabricação. Homologação do Resultado publicada no D.O.U. em 0/06/2004. Termo-Fluídos, Sub-área: Sistemas Térmicos. Homologação do Resultado publicada no D.O.U., em 28/05/2004. Física - Sub-área: Física da Matéria Condensada, com domínio de pesquisa nas seguintes linhas: Sistemas Complexos e Polímeros; Estrutura Eletrônica de Materiais; Crescimento e Caracterização Óptica de Materiais. Homologação do Resultado publicada no D.O.U., em 04/06/2004. ARQUIMEDES DIÓGENES CILONI <!ID > PORTARIA Nº 442, DE 28 DE ABRIL DE 2005 O Reitor da Universidade Federal de Uberlândia, no uso de suas atribuições, e considerando o que dispõe o Decreto nº 4.75, de 27 de março de 2002 e Portaria MOG nº 450 de 06 de novembro de 2002 e conforme documentação constante nos processos nºs / , / e / , resolve: Prorrogar, por 0 (um) ano, o prazo de validade dos Concursos Públicos de Provas e Títulos, realizados pelas Unidades Acadêmicas, abaixo relacionadas: Instituto de Biologia. Área: Botânica. Homologação do Resultado publicada no D.O.U., em 4/05/2004. Instituto de Genética e Bioquímica. Área: Bioquímica. Homologação do Resultado publicada no D.O.U., em 23/06/2004. Instituto de Psicologia. Área: Prevenção e Tratamento Psicológico. Homologação do Resultado publicada no DOU, em 24/05/2004. Instituto de Psicologia. Área: Fundamentos e Medidas em Psicologia. Homologação do Resultado publicada no D.O.U., em 05/07/ ARQUIMEDES DIÓGENES CILONI GABINETE DO MINISTRO <!ID >RETIFICAÇÕES Na Portaria Interministerial MF/MP nº 73 de 4 de abril de 2005, publicada no Diário Oficial da União, de 5 de abril de 2005, Seção página 7, onde se lê:..."portaria Interministerial MF/MP nº 39, de 22 de março de "leia-se:... "Portaria Interministerial MF/MP nº 39, de 29 de março de <!ID > Na Portaria Interministerial MF/MP nº 86 de 28 de abril de 2005, publicada no Diário Oficial da União, de 29 de abril de 2005, Seção páginas 5 e 6, onde se lê:..."portaria Interministerial MF/MP nº 39, de 22 de março de "leia-se:... "Portaria Interministerial MF/MP nº 39, de 29 de março de " SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL SUPERINTENDÊNCIAS REGIONAIS 3ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM SOBRAL <!ID >ATO DECLARATÓRIO Ministério da Fazenda EXECUTIVO N o - 7, DE 9 DE ABRIL DE 2005 Cancela os efeitos do Ato Declaratório nº , de 28 de setembro de O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM SO- BRAL/CE, no uso da atribuição que lhe confere o art. 250, do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal (SRF), aprovado pela Portaria n 030, de 25 de fevereiro de 2005, publicada no DOU de 04 de março de 2005, e tendo em vista do que consta do processo administrativo nº / , declara: Art. Fica cancelado o Ato Declaratório nº , de 28 de setembro de 2000, que excluiu o contribuinte J. MASSILON ELETROMÓVEIS LTDA, CNPJ nº /000-02, a partir de 0//2000, da sistemática de pagamentos dos tributos e contribuições de que trata o art. 3º da Lei nº 9.37/96, denominada Simples. Art. 2 Este Ato Declaratório entra em vigor na data de sua publicação. JOSÉ MARIA DE SOUZA ROSA

15 <!ID > <!ID > Nº 87, segunda-feira, 9 de maio de ISSN ª REGIÃO FISCAL Incluir no Registro de Despachante Aduaneiro a seguinte pessoa: <!ID >ATOS DECLARATÓRIOS EXECUTIVOS, DE 3 DE MAIO DE 2005 O SUPERINTENDENTE DA RECEITA FEDERAL NA 4ª REGIÃO FISCAL, no uso das atribuições que lhe confere o parágrafo º, do artigo 5º, da Instrução Normativa DpRF nº 09, de 02 de outubro de 992 e com fundamento nos artigos 47 e 50, do Decreto nº 646, de 09 de setembro de992, resolve: Nº 6 - Incluir no Registro de Ajudante de Despachante Aduaneiro as seguintes pessoas: Nº DE INSCRIÇÃO NOME CPF Nº DO PROCESSO 4A FRANCISCO EVERARDO SILVA DE BRITO / A JULIO CESAR FERREIRA DE CASTRO / Excluir no Registro de Ajudante de Despachante Aduaneiro a seguinte pessoa: Nº DE INSCRIÇÃO NOME CPF 4A.0.23 MANOEL LADISLAU DE MEDEIROS JUNIOR Nº DE INSCRIÇÃO NOME CPF Nº DO PROCESSO 4D.0.23 MANOEL LADISLAU DE MEDEIROS JU / NIOR Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. O SUPERINTENDENTE DA RECEITA FEDERAL NA 4ª REGIÃO FISCAL, no uso das atribuições que lhe confere o parágrafo º, do artigo 5º, da Instrução Normativa DpRF nº 09, resolve: Nº. 7 - Cancelar no Registro de Despachante Aduaneiro a seguinte inscrição por motivo de óbito; Nº DE INSCRIÇÃO NOME CPF Nº DO PROCESSO 4D JOSEANE MARIA DA SILVA / Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. JOSÉ RIBAMAR PONTES DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM MACEIÓ ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº, DE 5 DE MAIO DE 2005 Exclui sujeitos passivos do Parcelamento Especial (Paes), de que trata o art. º da Lei nº 0.684, de 30 de maio de O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM MACEIÓ, no uso de suas atribuições, e tendo em vista o disposto nos arts. º e 7º da Lei nº 0.684, de 30 de maio de 2003, no art. 2 da Lei nº.033, de 2 de dezembro de 2004, nos arts. 9º a 7 da Portaria Conjunta PGFN/SRF nº 3, de 25 de agosto de 2004, e na Portaria Conjunta PGFN/SRF nº 4, de 20 de setembro de 2004, declara: Art. º Ficam excluídos do Parcelamento Especial (Paes) de que trata o art. º da Lei nº 0.684, de 30 de maio de 2003, na forma do art. 7º da citada lei, os sujeitos passivos relacionados no Anexo Único, tendo em vista que foi constatada a ocorrência de três meses consecutivos ou seis alternados em que o sujeito passivo não efetuou recolhimento das parcelas do Paes ou que estes tenham sido realizados em valor inferior ao fixado nos incisos II e III do 3º, incisos I e II do 4º e 6º do art. º da Lei nº 0.684, de Art. 2º O detalhamento da motivação da exclusão pode ser obtido na página da Secretaria da Receita Federal na Internet, no endereço <www.receita.fazenda.gov.br>, com a utilização da Senha Paes. Art. 3º É facultado ao sujeito passivo, no prazo de 0 dias, contado da data de publicação deste Ato Declaratório Executivo, apresentar recurso administrativo dirigido ao Delegado da Receita Federal Em Maceió, na Rua Sá e Albuquerque, n, no bairro de Jaraguá. Art. 4º Não havendo apresentação de recurso no prazo previsto no art. 3º, a exclusão do Paes tornar-se-á definitiva. Art. 5º Este ato entra em vigor na data de sua publicação. FRANCISCO AUGUSTO CARLOS ANEXO ÚNICO Relação das pessoas excluídas do Parcelamento Especial (Paes). Três parcelas consecutivas ou seis alternadas sem recolhimento ou com recolhimento inferior ao fixado nos incisos II e III do 3º, incisos I e II do 4º e 6º do art. º da Lei nº 0.684, de Relação dos CPF das pessoas físicas excluídas Relação dos CNPJ das pessoas jurídicas excluídas / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM ITABUNA SETOR DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 9, DE 5 DE MAIO DE 2005 Exclusão do SIMPLES nos termos da IN- SRF nº 355/2003. O CHEFE DO SETOR DE ADMINISTRAÇÃO TRIBU- TÁRIA - SORAT - DA RECEITA FEDERAL EM ITABUNA/BA, no uso da competência delegada pela Portaria nº 08 de 3/03/2003, publicada no D.O.U em 28/03/2003, e tendo em vista o disposto no art. 227 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF nº 259, de 24 de agosto de 200 e considerando o disposto nos arts. 2; 3, inciso I; e 5, inciso I, da Lei nº 9.37/96, declara: Art. º EXCLUÍDA do Sistema Integrado de Pagamento de Imposto e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte - SIMPLES a pessoa jurídica RUY MARCOS PEI- XINHO BARROS, inscrita no CNPJ sob o nº /000-54, a partir de 2 de agosto de 2003, tendo em vista a vista o pedido de exclusão com data retroativa, através do processo administrativo de nº /2004-4, nos termos da IN-SRF nº 355/2003. Art. 2 º Os efeitos da exclusão devem retroagir a 2/08/2003, em razão da comprovação do erro de fato na opção pelo Simples, sendo convalidado o ato, gerando efeitos ex tunc, nos termos da legislação em vigor. Art. 3 º Da presente exclusão caberá, no prazo de 30 (trinta) dias contados a partir da data de ciência, impugnação junto à Delegacia da Receita Federal de Julgamento em Salvador/BA. Não havendo manifestação nesse prazo a exclusão tornar-se-á definitiva. <!ID >ATO DECLARATÓRIO RENATO DIRSCHERL MARTINS 8ª REGIÃO FISCAL EXECUTIVO Nº 30, DE 2 DE MAIO DE 2005 O SUPERINTENDENTE REGIONAL SUBSTITUTO DA RECEITA FEDERAL NA 8ª REGIÃO FISCAL, no uso da competência delegada pelo art. 3º da Instrução Normativa SRF nº 4/200, declara:. Fica prorrogada a situação de fiscalização em caráter permanente do Recinto Especial para Despacho Aduaneiro de Exportação - REDEX, sito à Rua José Pinto Blandy, 25- Alemoa - Santos/SP, administrado pela empresa RODRIMAR S/A TRANSPOR- TES, EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS E ARMAZÉNS GERAIS, CNPJ nº /008-09, e considerando o que consta do processo nº / O referido recinto ficará sob a jurisdição da Alfândega do Porto de Santos, que baixará as rotinas operacionais que se fizerem necessárias ao controle fiscal. 3. Permanece atribuído o código ao recinto em questão. 4. Este ato entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 20/05/2005. GUILHERME ADOLFO DOS SANTOS MENDES

16 6 ISSN Nº 87, segunda-feira, 9 de maio de 2005 ATOS DECLARATÓRIOS EXECUTIVOS DE 3 DE MAIO DE 2005 O SUPERINTENDENTE REGIONAL DA RECEITA FE- DERAL NA 8ª REGIÃO FISCAL, no uso da competência delegada pelo art. 3º da Instrução Normativa SRF nº 4/200,, declara: Nº 3 -. Fica prorrogada a situação de fiscalização em caráter permanente do Recinto Especial para Despacho Aduaneiro de Exportação - REDEX, sito à Av. Vereador Alfredo das Neves, Alemoa - Santos/SP, administrado pela empresa S. MAGALHÃES DESPACHOS, SERVIÇOS MARÍTIMOS E ARMAZÉNS GERAIS, CNPJ nº /00-62, e considerando o que consta do processo nº / O referido recinto ficará sob a jurisdição da Alfândega do Porto de Santos, que baixará as rotinas operacionais que se fizerem necessárias ao controle fiscal. 3. Este ato entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 0/07/05. O SUPERINTENDENTE REGIONAL DA RECEITA FE- DERAL NA 8ª REGIÃO FISCAL, com a competência definida pelo parágrafo 2º do artigo 3º da Instrução Normativa SRF nº 4, de 3 de dezembro de 200, nos termos da Portaria SRRF08 nº 93, de 9 de novembro de 2004, e à vista do que consta do processo nº /2004-6, declara: Nº Fica reconhecida, a título precário, a situação de fiscalização, em caráter permanente, do Recinto Especial para Despacho Aduaneiro de Exportação - REDEX situado na Rua Dr. Zelnor de Paiva Magalhães, Jd. Bom Retiro - Santos/SP, com uma área total de 6.473,00 m², administrado pela empresa TRANSJOFER LOGÍSTICA LTDA., CNPJ/MF nº / O referido recinto ficará sob a jurisdição da Alfândega do Porto de Santos, que baixará as rotinas operacionais que se fizerem necessárias ao controle fiscal. 3. Permanece atribuído ao recinto em questão o código Este ato entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 03 de junho de EDMUNDO RONDINELLI SPOLZINO ALFÂNDEGA DA RECEITA FEDERAL NO AEROPORTO INTERNACIONAL DE VIRACOPOS <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 4, DE 6 DE MAIO DE 2005 Declara inapta a inscrição no CNPJ da empresa que menciona. O INSPETOR DA ALFÂNDEGA DO AEROPORTO IN- TERNACIONAL DE VIRACOPOS, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 4, parágrafo primeiro, da Instrução Normativa SRF nº 200, de 3 de setembro de 2002, e tendo em vista o disposto no Processo Administrativo nº / , resolve: Art. º. Fica declarada inapta a inscrição no CNPJ da empresa MAXIPET COMÉRCIO DE EMBALAGENS IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA, sob o número /000-55, em razão de não haver comprovado a origem de recursos empregados em operações de comércio exterior, conforme previsto no inciso IV do artigo 29 da Instrução Normativa SRF nº 200, de 3 de setembro de 2002, e parágrafo primeiro do artigo 8 da Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 996, alterado pela Medida Provisória nº 66, de 29/08/2002, convertida na Lei 0.637, de 30 de dezembro de Art. 2º. Consideram-se tributariamente ineficazes os documentos emitidos pela pessoa jurídica, a partir da data de 7 de Julho de 2002, por força do disposto no inciso V do parágrafo 3º do artigo 43 da Instrução Normativa SRF nº 200/2002. Art. 3º. Este ato entra em vigor na data de sua publicação. MARCO ANTONIO ABDO Substituto DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM OSASCO SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO E ANÁLISE TRIBUTÁRIA <!ID66638->RETIFICAÇÃO No Ato Declaratório Executivo nº 4 de 3 de abril de 2005, publicado no DOU de 4/04/2005, seção, página 30., incluir o seguinte anexo único: ANEXO ÚNICO Relação das pessoas excluídas do Parcelamento Especial (Paes). Três parcelas consecutivas ou seis alternadas sem recolhimento ou com recolhimento inferior ao fixado nos incisos II e III do 3º, incisos I e II do 4º e 6º do art. º da Lei nº 0.684, de Relação dos CPF das pessoas físicas excluídas NI NOME SONIA MARIA DE ALMEIDA NAVES VALDERI DE MELO SOUZA NATALINA DAS NEVES WANDER COUTINHO DA SILVA AMAURI OTONI DA SILVA CARLOS DINIZ SANTO PANPHILI LUSINETE APARECIDA DA SILVA MATHIAS EVANDRO NUNES FERRAZ MARIA ESTELA DA SILVA MARCELO ZANDONA MARIA LUCIA SILVEIRA SANDRA NERI AGAPITO RAMOS CARLOS JOSE DOS SANTOS HAROLDO LOURENCO RUIZ EDVALDO LUCIO REIS SUZANA MOREIRA MUNIZ SIMAS SAMUEL VIEIRA DA SILVA ANTONIO RODRIGUEZ MEDIN JOAQUIM JOSE DE SOUZA FILHO CLAUDIO APARECIDO DE OLIVEIRA EDIMILSON BARBOSA DOS SANTOS JORGE FLAUZINO BENTO MARCELO CANDIDO DO NASCIMENTO MAURICIO GOMES JESUINA VARANDAS FERREIRA AGUINALDO LOPES DE CASTRO SANDRA DAVIDIAN DANIEL MOURA DE OLIVEIRA CLAUDIO AUGUSTO GIACON EDMUND KOBINGER ARNALDO VALGAS JAILTON LOURENCO DOS ANJOS FERNANDO LACERDA DO NASCIMENTO ROSANGELA CRISTINA CLEMENTINO DE OLIVEIRA ANDREA CRISTIANE RIBEIRO NATALIA CALDEIRA PONTES LIMA LUCIANO DOS SANTOS PESSOA NELSON TEIXEIRA JOAO RAIMUNDO DOS SANTOS JOSE EDSON DE LIMA MARCELO RIBEIRO ANTONIO LUIS LOPES DE OLIVEIRA LUCIMAR CONSUELO DE ANDRADE ROGER SATO IVAM PETRONILO CORDEIRO MARIULDA APARECIDA BORGES ANTONIA BENEDETTI BERNARDO HUMBERTO MASSAO DOS SANTOS SAZAKI FREDERICO SIMAS BOTTON FILIPE SIMAS BOTTON LEANDRO ALVES DA SILVA JOCELIO DE SOUSA CARVALHO FRANCISCO BARBOSA DOS SANTOS RUTH APPARECIDA BOCONCELLO DE SOUZA JOAO BRITO OSWALDO CAMARGO ORTIZ PAULO ROBERTO FEDATO VERA REGINA HERNANDES SPAOLONSE JOAO CARLOS POMPEO NOGUEIRA ADEMIR FERNANDES BALIEIRO REGINALDO APARECIDO CRUZ ADALBERTO JERONIMO DOS SANTOS ALEIDE MARIA DOS SANTOS WILSON DANTAS BENTO ANTONIO LUIZ BARROSO FILHO SIDNEY SEPULCRE SERGIO DE GODOI Relação dos CNPJ das pessoas jurídicas excluídas NI NOME /000-9 SILMAR ARTES GRAFICAS LTDA ME / DROGARIA TETRA LTDA-ME /000-6 SONIA REGINA BUENO DE CASTRO ME /000-2 JAEL CAVALCANTI NUNES / HOOK ELEMENTOS DE FIXACAO LTDA / ARLEIDE VITORINO DA SILVA / T V I COMUNICACAO INTERATIVA LTDA / H M M RESTAURANTE E LANCHONETE LTDA ME / MELO & SANTOS PAES E DOCES LTDA / M.R.J.SERVICOS EMPRESARIAIS S/C LTDA / MARCIA APARECIDA CELESTRINO ME / NAFPLAST REPRESENTACAO COMERCIAL LTDA - EPP / PSC CONSULTORIA EMPRESARIAL E EDITORA LTDA / ANTONIO SOARES DE MENEZES ME / CARDAN DIESEL AUTO PECAS COMERCIO E SER- VICOS LTDA / DROGARIA ELINIL LTDA ME / TRANSPRESS TRANSPORTES RAPIDOS LTDA / STYLOS METAIS COBERTURAS E ESTRUTURAS ME- TALICAS LT / DROGARIA FARMA-PLUS LTDA-ME / SEILLA LANCHONETE E RESTAURANTE LTDA ME / ESCOLA INTERNACIONAL KIDS LTDA / CYBER AUTOMACAO INDUSTRIAL SC LTDA / JOSE ABADIO FILHO ME / EDIMILSON VIEIRA LIMA OSASCO ME / ARAUJO & MARTINS LTDA ME / RODAR LOCACAO DE VEICULOS E SERVICOS S/C LTDA /000-5 ELETRICA STAR ''R'' LTDA. ME / AVAL INFORMATICA S/C LTDA ME / DAMASCHOPP CHOPPERIA LTDA ME /000-9 SELMA ROSELI MEGIATTO MARTINS - EPP / SILVIO MARCELO DE ARAUJO ME /000-0 SEBASTIAO FIRMINO DOS SANTOS SOBRINHO ME / MANY - IMPORTACAO, EXPORTACAO, COMERCIO E REPRESEN /000-5 EMPREITEIRA E MAO DE OBRA EVANILTON LTDA ME / PEDRO FERREIRA DINIZ ADEGA / HUFFIX DO BRASIL LTDA / IRACI ALVES DA SILVA OSASCO ME /000-8 RITA S DE BRITO FERNANDES ME / JMP CENTRO DE REPAROS AUTOMOTIVOS LTDA / ANGELSEG TERCERIZACAO E SERVICOS LTDA ME / HIDRO-GIL SERVICOS HIDRAULICOS S/C LTDA ME / AGNALDO MAURICIO TEIXEIRA MENDES ME / W & A ARTES GRAFICAS LTDA ME /000-7 TOFMA SERVICOS S/C LTDA ME / INVESTOR SERVICES CONSULTORIA E NEGOCIOS S/S LT D A / NOVA HIDRAULICA S/C LTDA-ME / MAX CENTER TAMBORE PAPELARIA LTDA / DROGARIA M. D. LTDA ME / MANANCIAL TRESLINE TRANSPORTES LTDA. - ME / CARLOS ROBERTO PEREIRA PECAS ME / SRM TECNOLOGIA DE MANUTENCAO E COMERCIO DE PECAS L /000-0 RODEN COMERCIO, FERRAMENTARIA E USINAGEM LTDA ME /000-3 POLIDORA COMERCIAL NASCIMENTO LTDA / LETICIA TRIGO / ELIZABETH ZUH ME / MAIRIS CRISTAL COMERCIO DE AGUA MINERAL LT- DA.ME / ACER DO BRASIL LTDA /000-8 PROJETAL-PROJETOS E CONSULTORIA S/C LTDA / CLEAN JET - SANEAMENTO INSTRUMENTAL LTDA / SUSITEL-COMERCIAL ELETRONICA LIMITADA /000-8 MOTOR LODGE ASSISTENCIA LTDA / OBJETIVA SERVICOS LTDA ME / GOLD HELP INFORMATICA LTDA / J & M. INSTALACOES COMERCIAIS LTDA-ME / EMPREITEIRA CONCRESTAK S/C LTDA / ELETRONICA SANTOS E MONTALVAO LTDA / REINALDO LOPES DE OLIVEIRA - AUTOMOVEIS - ME /000-2 LAURO RAIMUNDO SOUSA OLIVEIRA OSASCO ME / A A VANGUARDA MOVEIS PARA ESCRITORIO LTDA ME / WELITON GOMES SIMAO ME / J. R. SOLDAS ESPECIALIZADAS DE JANDIRA LTDA ME / MALD MALA DIRETA PROMOCOES E EVENTOS SC LT D A / PROJEL TELECOMUNICACOES LTDA / GRAU EVENTOS E PROMOCOES LTDA / ALDIARC COMERCIO E SERVICOS DE AR CONDICIO- NADOS LT /000-4 EB COMERCIO DE MATERIAL DE CONSTRUCAO LTDA / G HADDAD LTDA ME / ANA PAULA ANZELOTTI MACHADO - ME / ANTONIO CARLOS MOSCHETTA - ME / P & P EMPREENDIMENTOS EDUCACIONAIS S/C LTDA EPP / CENTRO EDUCACIONAL UNIVERSAL STAR LTDA /000-6 ARTHUSO EMPREITEIRA S/C LTDA ME / CROSAN CONSTRUCOES RODOVIARIAS SANEAMEN- TO E MONTAG /000-5 CODARP COMERCIO E TRANSPORTES LTDA / SR SERVICOS E REMOCOES S/C LTDA ME / NEIMAR MARIM UMBELINO ME /000-8 CASCABRILL SERVICOS LTDA ME / MARINI SERVICOS S/C LTDA-ME /000-0 ARCA D ALIANCA-ORGANIZACAO E DECORACAO DE FESTAS, /000-2 SAO LUCAS MED VIDA ASSISTENCIA MEDICO HOS- PITALAR L / SAO PAULO CINE VIDEO LTDA EPP /000-4 LESTE TECNOLOGIA EM SERVICOS LTDA / NUTROMED CONSULTORIA, SERVICOS E TREINA- MENTO LTDA / UNICA REMOCAO DE VEICULOS LTDA / IDELFONSO CICERO COELHO ME / CARD EXPRESS ARTES GRAFICAS LTDA / ADRIANO PEREIRA DA SILVA BARUERI ME / A A G G CONSULTORIA LTDA / H I D R O V I TA E - LT D A

17 Nº 87, segunda-feira, 9 de maio de ISSN / THS - TECHNICAL SERVICES REPRESENTACAO E P R E S TA C A O / SILVIA CARRASCO TRADUCOES LTDA / DANT'S FONES LTDA / MAXCON BRASIL PRODUTOS AUTOMOTIVOS LTDA / VIVA INSTALACOES HIDRAULICAS SC LTDA ME / OSAS COMUNIC COMERCIAL E PUBLICIDADE LTDA-ME / W.L. COMERCIAL DE MAQUINAS LTDA-ME /000-0 F2A ESPACO DE PESQUISA LTDA / LANCHONETE CIDELLA LTDA ME / CALDEIRARIA PVPL LTDA ME / METALURGICA CAJAMAR LTDA / MARLI RIBEIRO MAIA TRANSPORTES - ME / ARTE MIX PRODUCOES LTDA / STAR POINT SERVICOS AUTOMOTIVOS S/C LTDA / DIVISORIAS AJPF LTDA / RGQ INFORMATICA LTDA / IAPHS DO BRASIL LTDA ME /000-6 VILSON ALVES RAMOS MOVEIS - ME / HIDROTECNICA PEREIRA S/C LTDA ME / RCP SERVICOS DOCUMENTAL S/C LTDA - ME / SILVESTRINI CORRETORA DE SEGUROS DE VIDA LT- DA / INTERCON INFORMATICA LTDA - ME / A.E.S. INFORMATICA LTDA-ME / CLEANERS EXPRESS SERVICOS DE LAVANDERIA LT- DA - ME / SO SERVICOS LOCACAO DE MAQUINAS E EQUIPA- MENTOS LTD / NELSO-TEC COMERCIO E ASSISTENCIA DE MAQUI- NAS E MOT / ANGELA MARIA OLIVATTI-ME / UNADOSE COMERCIAL LTDA / R.A.V.A. SISTEMAS S/C LTDA / MILLENIUM SISTEMAS S/C LTDA / HEBROM PARAFUSOS E FERRAMENTAS LTDA / MARIA RODRIGUES TAVARES OSASCO-ME / JOSE ALVES DA SILVA INSTALACOES ME / JOSE CARLOS SILVESTRE BARUERI ME /000-0 BRASIL MOVEIS LTDA ME /000-6 APEX COMERCIO E AUTOMACAO LTDA / EXPRESSO S&S LTDA /000-4 M.W. CAJAMAR EMPREITEIRA INSTALADORA E CO- MERCIAL L / I. J WORLD EXPRESS LTDA - ME / CKB INFORMATICA S/C LTDA /000-4 HP DESENTUPIDORA DEDETIZADORA S/C LTDA / FRANKOCH FRETAMENTO E TURISMO LTDA.-ME / BABETTO & JOSIEK SERVICOS AO CONSUMIDOR S/C LTDA / INTERLING TRADING LTDA / COPERAUTO COMERCIO DE PECAS E REPARO DE AUTOS LTDA / TMAX - SEGURANCA ELETRONICA LTDA / C C N CONSTRUCOES LTDA / OPENWAY CONSULTORIA E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS / PPZ PROMOCOES E EVENTOS S/C LTDA - ME / COMERCIO E INSTALACOES ELETRICAS J J R LTDA EPP / PEDRO ALVES DE MEDEIROS - ME /000-5 PB LIMP DISTRIBUIDORA LTDA.-EPP / LOKAL ARTES GRAFICAS LTDA - ME / SYSTEM INSTALADORA LTDA-ME / PROJETO EDUCACIONAL COMERCIAL LTDA /000-6 CASA DOS RELOGIOS COMERCIO FRANCO DA RO- CHA LTDA / LINHAS & LAUDAS ASSESSORIA E PARTICIPAO S/C LTDA /000-2 COOPAP - COMERCIO DE PAPEIS E APARAS LTDA - ME / M & A ASSESSORIA COMERCIAL LTDA-ME / WC ARTE E DESIGNER PROMOCIONAL LTDA ME /000-0 JOTASS COMUNICACAO LTDA / EVERY DAY COMERCIO E ENTREGAS RAPIDAS LT- DA ME / CLAUDIA PAOLA CARRASCO SAN MARTIN ME / TAVARES & TAVARES COMERCIO E PRESTACAO DE S E RV I C O S / J3D COMERCIO, INSTALACAO, MANUTENCAO ELE- TRICA E HI / SS DATA CONVERTE INFORMATICA S/C LTDA /000-3 TRIEMA CONSULTORIA LTDA / C.N.V. - COMPANHIA NACIONAL DE VENDAS - RE- P R E S E N TA / L.E. VALENTE GONCALVES PINTO INFORMATICA / F. N. SEPULVIDA-ME / VIVKA COMERCIO LTDA / PEDRAS ESDRAS LTDA ME /000-4 V.D.V - ASSESSORIA E PARTICIPACOES S/C LTDA /000-0 MARSAM INSPECOES S/C LTDA / ISOTERM - ISOLAMENTOS TERMICOS S/C LTDA / AG & ASSOCIADOS, CONSULTORIA S/C LTDA / ANTONIO CRUZ FILHO SUPRIMENTOS ME / TRADITIONAL HOME DECORATION E LOCACAO DE MOVEIS S/ / CONSTRUTORA GG - SANTOS LTDA / MM ELETRIC AUTO PECAS LTDA ME / RN BRASIL S/C LTDA - ME / INFOR-MAR COMERCIO E SERVICOS LTDA - ME / NOROESTE ARQUI-DESIGN S/C LTDA - EPP / CLAUDIO H VAZ MAKING OFF LTDA ME / RS ASSESSORIA E CONSULTORIA EM INFORMATICA LT D A /000-8 HAIR WM STYLE LTDA - ME / MEDICAL ASSESSORIA CIENTIFICA E COMERCIAL LT D A / ALPHALUZ SERVICE LTDA / COMERCIAL RENOVO DOS EUCALIPTOS LTDA EPP / CONFRARIA DO PAO INDUSTRIA E COMERCIO LTDA /000-3 TECNOSISTEMI BRASIL LTDA / GILHART. FOTOGRAFIA S/C LTDA-ME /000-6 EURO SERV LOCACAO DE MAO-DE-OBRA S/C LTDA / DISK COURIER ENTREGAS RAPIDAS LTDA / PUBLICITE COMUNICACOES LTDA-ME / SUPERMERCADO MARCO MANO LTDA - EPP / ZERON & IAN ARTES E CONSULTORIA LTDA / VENDRAMINI TECNOLOGIA EM SISTEMAS S/C LTDA /000-9 BENEDITA RODRIGUES FLORENCIO / RIVABEN & TONHI / MARCOS VELOSO DUARTE - MANUTENCAO -ME / RAINHA INCORPORACOES E EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIO / A. ALVARENGA COMERCIAL LTDA / A.C.C. ASSESSORIA DE NEGOCIOS LTDA ME / TECNOLIMP TECNOLOGIA EM LIMPEZA LTDA - ME /000-6 CASA DUDEK COMERCIO DE ENXOVAIS LTDA / MINTECH CONSULTORIA E SERVICOS LTDA / DSE BRASIL, IMPORTACAO, EXPORTACAO E REPRE- S E N TA C A O / A SEC DO BRASIL FRANCHISING LTDA / PERFECT SERVICE ASSESSORIA, CONSULTORIA E PLANEJAM / ACACIA RECURSOS HUMANOS LTDA / PRESTSERV ASSESSORIA E CONSULTORIA S/C LTDA /000-6 INDUSTRIAS REUNIDAS IRMAOS SPACCA LTDA ME / O.C.A. - OMENA CONSULTORIA E ASSESSORIA EM- PRESARIA /000-6 NETMANAGER INFORMATICA LTDA - ME / FRANCISCO FERREIRA DE FREITAS ME / DRYBRASIL IMPORTACAO E LOGISTICA LTDA /000-2 DMMD INFORMATICA LTDA / GIRISAN SISTEMAS E CONSULTORIA EM INTERNET LT D A / CARROCERIAS TORO LTDA - ME / HIPERLOGICA INFORMATICA E EDUCACAO LTDA -EPP / ANDREA DE FREITAS SILVA DIAMANTAMENTO - ME / CROSSCOURT ESPORTES LTDA / RELACIONAMENTO EVENTOS CORPORATIVOS LTDA / OFITA PROJETOS E DESIGN LTDA / J. P. LORIA INFORMATICA LTDA / D ORSI SERVICOS S/C LTDA / EVERNEWS TECNOLOGIA & CONSULTORIA S/C LTDA / ZILDO DAMASIO S/C LTDA. - ME / MARVI TRANSPORTES LTDA - ME /000-3 MAC PRESS HIDRAULICA INDUSTRIA E COMERCIO LTDA /000-5 FOSMETAL INDUSTRIA E COMERCIO DE ALUMINIO LTDA - M / POWER BYTE INFORMATICA S/C LTDA / JEFFERSON MARQUES DE OLIVEIRA ME / RENATA BRUNELLI ME / EVERGREEN ADMINISTRACAO E CORRETAGEM DE SEGUROS S/ / CASA SERRIK A BOUTIQUE DOS ENXOVAIS LTDA ME / VERSATILL EXPRESS LTDA /000-5 SANREMO SOLUCOES EM INFORMATICA S/C LTDA / NBC ASSESSORIA DE EVENTOS E MARKETING S/C LT D A / LOURDES CACO OSASCO - ME /000-0 A LEITE INFORMATICA - ME / JORDAN COMERCIO E SERVICOS DE MONTAGENS E MANUTENC / ENY BELLO COSTA / ALCANTARA RUEDA ASSESSORIA E CONSULTORIA S/C LTDA / CASA DE CARNES BEATRYS LTDA ME / PROJETO C & S COMERCIO E SERVICOS LTDA. ME / FRONTLOG EDICAO, DISTRIBUICAO E COMERCIO LT D A / PARSEK REPRESENTACOES COMERCIAIS S/C LTDA / BITENCOURT REPRESENTACOES LTDA / OPEN WAY CONSULTORIA S/C LTDA / INTERACTION INTERNATIONAL ADMINISTRACAO E C O N S U LTO / GLOBAL - SAT ASSESSORIA EMPRESARIAL S/C LTDA /000-2 SOUZA & BITTAR REPRESENTACAO COMERCIAL LTDA / INTER-ALIMENTOS COMERCIO E SERVICOS LTDA / SPEED - COMERCIO E DISTRIBUIDORA DE PRODU- TOS OTICO / STARDOOR PUBLICIDADE E REPRESENTACAO LTDA / R.A. CALCADOS E ACESSORIOS LTDA ME /000-7 OTICA KATIA E LEANDRO LTDA / COMERCIAL FOTO E VIDEO OLIVEIRA LTDA ME / SILVIO TOZZI FILHO - EPP / MERCADINHO NAKAMURA-CARAPICUIBA LTDA ME / JUSTAFORMA MAQUINAS E SISTEMAS INDUSTRIAIS LT D A / LABORATORIO MEDICO DE OSASCO S/C LTDA / JOSE MOSSATTO"ME" / VIDRACARIA ITACOLOMI LTDA ME / HOTEL CARDEAL ARCO VERDE LTDA ME / ZAFRA TEIXEIRA SERVICOS DE CONFECCAO LTDA / PLANEJA PARTICIPACOES LTDA / LABOR FLORA LTDA ME / PAI E FILHO COMERCIO DE MATERIAIS PARA CONS- TRUCAO / BRASLINEA SINALIZACAO VIARIA LTDA / GRAFICA E EDITORA PERES LTDA / DANK'S AUTOMOVEIS DE OSASCO LTDA / COPAG-SOC. PAULISTA DE ARMAZENS GERAIS E T R A N S P. LT / CTA CENTRO DE APOIO DIAGNOSTICO LTDA / VISION SAT AKP TELESISTEMAS LTDA ME / MS ENGENHARIA E CONSTRUCOES LIMITADA / REIS REZENDE TERRAPLAN.E COM MAT.P/ CONS- TRUCAO LTD / SERRALHERIA ARTISTICA SIMBOLO LTDA / CLOVIS ROBERTO PERINA CARAPICUIBA ME / A QUEIROZ PLASTICOS E FERRAGENS LTDA / BAZAR E PERFUMARIA KIREY LTDA ME / MARCENARIA SULIAN LTDA ME / BENEDITA SILVEIRA DA SILVA MERCEARIA ME / BRASPRINT ARTES GRAFICAS LTDA / A&M TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO LTDA / DESTAQUE DE COMUNICACAO LTDA / CLOVIS ROBERTO DA SILVA LOCACOES - ME / CENTRO DE RECREACAO INFANTIL MAMAE COR E AMOR SC L / WILIAM FASHION JEANS LTDA / ANTONIO LEITE SOBRINHO ME / COMPASSO INDUSTRIA E COMERCIO DE MOVEIS E DECOR LT / BRASIL DESIGN MOVEIS LTDA / JOHN CAR AUTO SERVICOS LTDA ME / CASA DE CARNES SANCHES E SANCHES LTDA / SEBASTIAO BORGES DOS SANTOS-CARAPICUIBA ME /000-5 O GAUCHO COMERCIO DE FRIOS E SALGADOS LTDA ME / MULTIRENT LOCACAO DE EQUIPAMENTOS E SISTE- MAS LTDA / PERFORMANCE ORGANIZACAO E SERVICOS S/C LT- DA ME / COMERCIO E REPRESENTACOES PAZZINI OSASCO LT D A / VALDEMIR DE OLIVEIRA E SILVA MARCENARIA ME / IVANDILSON PINTO CORDEIRO ME / APOIOWARE COMERCIO DE EQUIP.E CONS.EM IN- F O R M AT I C A /000-5 SATOSHI YAMAGUCHI ME /000-6 MERCEARIA ARCOS DO SERPA LTDA / BRADESMAM CORRETORA DE SEGUROS DE VIDA LTDA. - ME / LUIZ CARLOS MACHADO CARAPICUIBA ME / LANCHONETE ALPHAUM LTDA ME /000-7 ANTONIO QUEVEDO FILHO DROGA ME / ERISVALDO G RODRIGUES SERRALHERIA ME / INDUSTRIA E COMERCIO DE MAQUINAS ATS LTDA ME / ESPLANADA PORTAS DE MADEIRA LTDA - EPP / SAMPAIO SILVA & KONO LTDA ME /000-2 JHONE & PATRICIA ADMINISTRADORA E CORRETO- RA DE SEG /000-4 MWL TRANSPORTADORA LTDA. - ME / CAROLINA LANCHES E REFEICOES LTDA ME / PADARIA E CONFEITARIA NOVA BARUERI LTDA /000-5 MAZZILLI COMERCIO DE AGUA MINERAL LTDA.-ME / IRISGAS COMERCIO DE GAS LTDA /000-7 CAMPOSTEC MANUT.DE APARELHOS MEDICOS HOSP.SC LTDA / MARFITAL COMERCIO E REPRESENTACOES LTDA / W/BIGO PROPAGANDA & MARKETING LTDA / AUTO ELETRICO E PECAS ENERGIA LTDA ME / MARIA JURACI DA SILVA ME /000-7 DMF CONSULTORIA EM INFORMATICA S/C LTDA / ROGERIO PINTO DE ALMEIDA ME

18 <!ID > ATO 8 ISSN Nº 87, segunda-feira, 9 de maio de 2005 INSPETORIA DA RECEITA FEDERAL EM SÃO PAULO DECLARATÓRIO Nº 6, DE 20 DE MARÇO DE 2005 O INSPETOR DA INSPETORIA DA RECEITA FEDERAL EM SÃO PAULO, atendendo ao SAT 230/04 e ao que consta do Processo / tramitando nesta Inspetoria, DECLARA, com fundamento no artigo 44, combinado com o artigo 25, parágrafo º do Regulamento Aduaneiro aprovado pelo Decreto de 26/2/02, que tendo em vista a dispensa do pagamento de tributos por efeito da depreciação total do bem e, após a publicação do presente Ato no Diário Oficial da União, acha-se liberado para fins de transferência de propriedade, o veículo marca Mercedes Benz, modelo C-80, sedan 4 portas, ano 95/95, cor vermelho granada, chassi WDBHA8W5SF294265, placa CC 4046, pertencente ao Consulado Geral da Federação da Rússia em São Paulo, desembaraçado em 29/09/95 mediante DI 0848 de 27/09/95, na ALF/PORTO DE SANTOS (SP). Este Ato Declaratório somente produzirá efeitos perante o Departamento de Trânsito quando acompanhado de cópia da sua publicação no Diário Oficial da União. JOSÉ PAULO BALAGUER 9ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM FOZ DO IGUAÇU SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO E ANÁLISE TRIBUTÁRIA <!ID >RETIFICAÇÃO No Ato Declaratório Executivo DRF/SEORT/FOZ nº 32, de 4 de maio de 2005, publicado no DOU nº 85, de 5 de maio de 2005, acrescentar a assinatura da Chefe do Serviço de Orientação e Analise Tributária, CLAUDIA CRUZ MARTINS SILVA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM JOINVILLE <!ID >PORTARIA N o - 23, DE 6 DE MAIO DE 2005 Disciplina a implantação e funcionamento do Sistema Mantra no âmbito desta Delegacia. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM JOINVILLE- SC, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 250 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF nº 30, de 25 de fevereiro de 2005, e tendo em vista o disposto na Instrução Normativa SRF nº 02/94, de 20 de dezembro de 994, e no Ato Declaratório Executivo Coana nº 5, de 4 de maio de 005, e considerando a jurisdição desta unidade estabelecida em conformidade com a Portaria SRF nº 878, de 5 de julho de 2002, e a necessidade de normatizar rotinas no que respeita à implantação e funcionamento do Sistema de Gerência do Manifesto, do Trânsito e do Armazenamento - Mantra - no Aeroporto Lauro Carneiro de Loyola, de Joinville- SC, resolve: Art. º Implantar o Siscomex Mantra no Terminal de Carga Aérea - TECA, Recinto Alfandegado nº 97020, a partir da zero hora do dia 2 de maio de Art. 2º Aplicam-se as normas estabelecidas pela IN SRF nº 02/94 somente aos veículos e cargas chegados a partir da implantação do sistema. Art. 3º Para efeito dos controles previstos na Instrução Normativa, são os seguintes prazos a serem contados a partir da informação no Mantra da chegada efetiva do veículo transportador: a) de desconsolidação: de quatro horas para informação no sistema dos conhecimentos de carga aérea agregados (HAWB), no caso de conhecimento de carga aérea consolidado (MAWB) que tenha como destino final o Aeroporto de Joinville - SC; e b) de carga pátio: de 24 horas o prazo de permanência das cargas no pátio, a partir do qual a carga deverá ser armazenada. Art. 4º O prazo de carga pátio somente se inicia ou vence em dia de expediente normal desta Delegacia (Ato Declaratório SRF nº 22, de 5 de março de 998). Art. 5º Os trânsitos solicitados e não desembaraçados até o dia serão cancelados pela aduana na madrugada do dia 2. Para evitar transtornos aos transportadores e beneficiários de trânsito, a aduana empreenderá esforço especial no dia para evitar que algum trânsito fique pendente de desembaraço nesse dia. Art. 6º Esta Delegacia empreenderá também esforço especial para evitar que algum trânsito permaneça pendente de conclusão quando da implantação do Mantra. Participará também desse esforço a INFRAERO, que deverá informar tempestivamente no sistema TRANSITO o registro e encerramento do armazenamento. Art. 7º No caso de trânsito iniciado antes da implantação e chegado depois, a manifestação de carga deverá ser complementada através da função TRANSITO/INFOTRANS. Art. 8º Após a implantação, todos os trânsitos provenientes de unidade NÃO-MANTRA deverão ter a manifestação de carga complementada via função TRANSITO/INFOTRANS. No caso de origem Mantra, o sistema transmitirá automaticamente a manifestação completa da carga da origem para o destino. Art. 9º Implantado o Mantra e no caso de nova saída em trânsito de carga chegada antes da implantação, o beneficiário deverá solicitar à aduana a manifestação da carga no Termo de Entrada nº , via função MAN5-RETI/RETI-0, devendo o depositário registrar e encerrar o armazenamento, também no Mantra. Art. 0. Para acesso ao sistema, os usuários deverão solicitar nesta Delegacia os perfis do Siscomex Mantra, bem como a inclusão de representação com a empresa no cadastro de representantes do Siscomex. Art.. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MÁRIO BENJAMIN BARTOS 0ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM PASSO FUNDO SEÇÃO DE ORIENTAÇÃO E ANÁLISE TRIBUTÁRIA <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº, DE 5 DE ABRIL DE 2005 Exclui pessoas físicas e jurídicas do Parcelamento Especial (Paes), de que trata o art. º da Lei nº 0.684, de 30 de maio de O CHEFE DA SEÇÃO DE ORIENTAÇÃO E ANÁLISE TRIBUTÁRIA DA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM PASSO FUNDO, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto nos arts. º e 7º da Lei nº 0.684, de 30 de maio de 2003, no art. 2 da Lei nº.033, de 2 de dezembro de 2004, nos arts. 9º a 7 da Portaria Conjunta PGFN/SRF nº 3, de 25 de agosto de 2004, e na Portaria Conjunta PGFN/SRF nº 4, de 20 de setembro de 2004, declara: Art. º Ficam excluídos do Parcelamento Especial (Paes) de que trata o art. º da Lei nº 0.684, de 30 de maio de 2003, de acordo com seu art. 7º, as pessoas físicas e jurídicas relacionadas no Anexo Único a este Ato Declaratório, tendo em vista que foi constatada a ocorrência de três meses consecutivos ou seis alternados sem recolhimento das parcelas do Paes ou que este tenha sido efetuado em valor inferior ao fixado nos incisos II e III do 3º, incisos I e II do 4º e 6º do art. º da Lei nº 0.684, de Art. 2º O detalhamento do motivo da exclusão poderá ser obtido na página da Secretaria da Receita Federal na Internet, no endereço <www.receita.fazenda.gov.br>, com a utilização da Senha Paes. Art. 3º É facultado ao sujeito passivo, no prazo de 0 dias, contado da data de publicação deste Ato Declaratório Executivo, apresentar recurso administrativo dirigido ao Delegado da Receita Federal de Passo Fundo, na Delegacia da Receita Federal, Rua Paissandu, 753, Passo Fundo, RS. Art. 4º Não havendo apresentação de recurso no prazo previsto no art. 3º, a exclusão do Paes será definitiva. Art. 5º Este Ato Declaratório entra em vigor na data de sua publicação. LEONEL FRANCISCO ZANDONÁ ANEXO ÚNICO Relação das pessoas excluídas do Parcelamento Especial (Paes). Três parcelas consecutivas ou seis alternadas sem recolhimento ou com recolhimento inferior ao fixado nos incisos II e III do 3º, incisos I e II do 4º e 6º do art. º da Lei nº 0.684, de Relação dos CPF das pessoas físicas excluídas: Relação dos CNPJs das Pessoas Jurídicas Excluídas: / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / (*) Republicado por ter saído no DOU de , Seção, pág. 55, com incorreção do original.

19 <!ID > CIRCULAR <!ID > ATO <!ID > ATO Nº 87, segunda-feira, 9 de maio de ISSN DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM SANTO ÂNGELO <!ID >ATOS DECLARATÓRIOS EXECUTIVOS DE 6 DE MAIO DE 2005 Declara inscrição no registro especial dos estabelecimentos que realizam operações com papel imune. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM SANTO ÂN- GELO (RS), no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 2 da Instrução Normativa SRF n 7, de 24 de agosto de 200, com as alterações da Instrução Normativa SRF n 0, de 2 de dezembro de 200, DECLARA: N 9 - Que a empresa Indústria Gráfica Serro Azul Ltda, CNPJ n /000-56, com endereço à Rua Helmuth Smidt, 833, Centro, Cerro Largo (RS), está inscrita no registro especial dos estabelecimentos que realizam operações com papel imune na atividade específica de usuário (UP) sob o n 008/043, em conformidade com o que dispõe o art. do Decreto-Lei n.593/77, alterado pela Lei n 9.822/99, art. 32, parágrafo 6 da Medida Provisória n , arts. 8, parágrafos e 4, e 9 do Decreto n 2.637, de 25 de junho de 998, e considerando, ainda, o que consta do processo fiscal n / N 0 - Que a empresa Indústria Gráfica Serro Azul Ltda, CNPJ n /000-56, com endereço à Rua Helmuth Smidt, 833, Centro, Cerro Largo (RS), está inscrita no registro especial dos estabelecimentos que realizam operações com papel imune na atividade específica de gráfica (GP) sob o n 008/042, em conformidade com o que dispõe o art. do Decreto-Lei n.593/77, alterado pela Lei n 9.822/99, art. 32, parágrafo 6 da Medida Provisória n , arts. 8, parágrafos e 4, e 9 do Decreto n 2.637, de 25 de junho de 998, e considerando, ainda, o que consta do processo fiscal n / PEDRO LUIZ DURIGAN BANCO CENTRAL DO BRASIL DIRETORIA DE LIQUIDAÇÕES E D E S E S TAT I Z A Ç Ã O 296, DE 6 DE MAIO DE 2005 O Diretor de Liquidações e Desestatização do BANCO CENTRAL DO BRASIL, no uso das atribuições que lhe confere o inciso II da Portaria 27, de 2 de agosto de 996, com base no art. 4, parágrafo 2º, da Lei 6.024, de 3 de março de 974, resolve: Prorrogar, por 60 (sessenta) dias, o prazo para conclusão do inquérito procedido na TEDESCO ADMINISTRADORA DE BENS S/C LTDA., em liquidação extrajudicial (CNPJ /000-30), com sede em São Manuel (SP). ANTONIO GUSTAVO MATOS DO VALE DIRETORIA DE NORMAS E ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA FINANCEIRO N o , DE 6 DE MAIO DE 2005 Altera disposição regulamentar relativa ao modelo padrão do cheque. A Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil, em sessão realizada em 04 de maio de 2005, com base no item III da Resolução 885, de 22 de dezembro de 983, e no art. 2º da Resolução.682, de 3 de janeiro de 990, e tendo em vista o disposto na Resolução de 29 de abril de 2005, decidiu: Art. º Alterar, nas Especificações do Modelo Padrão de Cheque, constante do Cadoc como modelo , item 3 - Diagramação e Preenchimento dos Campos de Identificação do Cheque, título NO ANVERSO, o inciso III da alínea c, que passa a vigorar com a seguinte redação: III - à direita, devem ser impressas as linhas reservadas à indicação, pelo emitente, do local e da data de emissão do cheque e à respectiva assinatura, podendo, a critério da instituição, ser incluída a impressão da logomarca do cliente, a qual não pode atingir o espaço destinado à impressão de caracteres magnéticos, tanto o pré-marcado como o de pós-marcação, observado que abaixo da linha de assinatura devem ser impressos o nome do correntista, o respectivo CPF ou CNPJ, o número, o órgão expedidor e a sigla da unidade da federação referentes ao documento de identidade constante da ficha-proposta de pessoas físicas, a expressão 'Cliente bancário desde', seguida da data (mês/ano) de início do relacionamento contratual do cliente com a própria instituição financeira ou com qualquer outra instituição financeira, de acordo com as disposições constantes do 'Modelo de Preenchimento de Campos e Áreas do Anverso do Cheque', bem como que: - no caso de conta conjunta, devem figurar, no mínimo, o CPF e os dados do documento de identidade do primeiro titular; - no caso de conta de titularidade de menor ou de incapaz, devem figurar, no mínimo, o CPF e os dados do documento de identidade do responsável que o represente ou o assista; - no caso de conta de pessoa economicamente dependente, devem figurar, no mínimo, o CPF e os dados do documento de identidade do respectivo responsável;... (NR) Art. 2º As instituições financeiras devem continuar observando as disposições anteriormente em vigor sobre a impressão, nos formulários de cheque fornecidos a seus correntistas, da informação relativa à data de abertura da conta de depósitos, enquanto não se adequarem à obrigatoriedade de indicação da expressão Cliente bancário desde, nos termos previstos na Resolução de 29 de abril de Art. 3º Esta circular entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º Fica revogada a Circular 3.269, de 2 de dezembro de PAULO SÉRGIO CAVALHEIRO COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS SUPERINTENDÊNCIA-GERAL SUPERINTENDÊNCIA DE NORMAS CONTÁBEIS E DE AUDITORIA DECLARATÓRIO N o , DE 5 DE MAIO DE 2005 O Superintendente de Normas Contábeis e de Auditoria da Comissão de Valores Mobiliários, no uso da competência que lhe foi delegada através da Deliberação CVM N o - 76, de 03 de fevereiro de 995, e tendo em vista o disposto no parágrafo único do artigo 2 das Normas contidas na Instrução CVM N o - 308, de 4 de maio de 999, declara REGISTRADO na Comissão de Valores Mobiliários, a partir de 09//2004, com a nova denominação social e autorizado a exercer a atividade de auditoria independente no âmbito do mercado de valores mobiliários, de acordo com as Leis N os 6385/76 e 6404/76, o Auditor Independente a seguir referido: Auditor Independente - Pessoa Jurídica Nova Denominação Social ASR AUDITORES INDEPENDENTES Ribeirão Preto - SP Anterior Denominação Social ASR AUDITORES INDEPENDENTES S/C Ribeirão Preto - SP ANTÔNIO CARLOS DE SANTANA ATO DECLARATÓRIO N o , DE 5 DE MAIO DE 2005 O Superintendente de Normas Contábeis e de Auditoria da Comissão de Valores Mobiliários, no uso da competência que lhe foi delegada através da Deliberação CVM N o - 76, de 03 de fevereiro de 995, e tendo em vista o disposto no parágrafo único do artigo 2 das Normas contidas na Instrução CVM N o - 308, de 4 de maio de 999, declara REGISTRADO na Comissão de Valores Mobiliários, a partir de 3/03/2005, com a nova denominação social e autorizado a exercer a atividade de auditoria independente no âmbito do mercado de valores mobiliários, de acordo com as Leis N os 6385/76 e 6404/76, o Auditor Independente a seguir referido: Auditor Independente - Pessoa Jurídica Nova Denominação Social BASILIO, FRANCO - AUDITORES INDEPENDENTES S/S Curitiba - PR Anterior Denominação Social BASILIO, FRANCO & CIA. - AUDITORES INDEPENDENTES Curitiba - PR ANTÔNIO CARLOS DE SANTANA ATO DECLARATÓRIO N o , DE 05 DE MAIO DE 2005 O Superintendente de Normas Contábeis e de Auditoria da Comissão de Valores Mobiliários, no uso da competência que lhe foi delegada através da Deliberação CVM N o - 76, de 03 de fevereiro de 995 e tendo em vista o disposto no artigo 39 da Instrução CVM N o - 308, de 4 de maio de 999, declara CANCELADO na Comissão de Valores Mobiliários, para os efeitos do exercício da atividade de auditoria independente no âmbito do mercado de valores mobiliários, a partir de 29/04/2005, por solicitação do próprio, o registro do Auditor Independente a seguir referido: Auditor Independente - Pessoa Jurídica PAES LEME AUDITORES INDEPENDENTES S/S Goiânia - GO ANTÔNIO CARLOS DE SANTANA IRB-BRASIL RESSEGUROS S/A ATAS DA 0ª ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA E DA 22ª ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DOS ACIONISTAS <!ID >REALIZADAS EM 25 DE ABRIL DE 2005 Aos vinte e cinco dias do mês de abril de dois mil e cinco, às nove horas, reuniram-se Acionistas do IRB-BRASIL RESSEGU- ROS S.A., representando o total do capital com direito a voto, em Assembléias Gerais Ordinária e Extraordinária, no nono andar do Edifício Sede da Companhia, na Avenida Marechal Câmara n o 7, na cidade do Rio de Janeiro, RJ, para, de acordo com a ordem do dia do Edital de Convocação, publicado conforme o disposto no artigo 24 da Lei n o 6.404, de 5 de dezembro de 976, deliberar sobre: ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA - I) Examinar, discutir e votar o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis da Sociedade, com os pareceres dos Auditores Independentes, do Conselho Fiscal e do Conselho de Administração, referentes ao exercício social encerrado em 3 de dezembro de 2004; II) Deliberar sobre o orçamento de capital, relativo ao exercício de 2005; III) Deliberar sobre a proposta de destinação do resultado do exercício social e de distribuição dos dividendos; IV) Eleger os membros do Conselho Fiscal e respectivos suplentes; e V) Fixar a remuneração do Conselho Fiscal. ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA - I) Ratificação da eleição de membro do Conselho de Administração, em reunião de ; II) Fixar a remuneração da Diretoria e do Conselho de Administração; III) Reforma do Estatuto Social, com alteração no artigo 3 do Capítulo VII - Da Diretoria e sua respectiva consolidação; e IV) Assuntos Gerais. As Assembléias foram presididas pelo Presidente em exercício da Companhia, Manoel Morais de Araujo, que convidou para tomar assento à mesa o Representante da União, Júlio César Gonçalves Corrêa, Procurador da Fazenda Nacional, conforme delegação de competência constante da Portaria n o 73, de 2 de setembro de 2004, do Excelentíssimo Senhor Procurador-Geral da Fazenda Nacional; o Representante do Conselho Fiscal, Conselheiro Pedro Wilson Carrano de Albuquerque; o Representante da TRE- VISAN Auditores Independentes, Auditor José Luiz de Souza Gurgel, e o Gerente da Secretaria Executiva, João Ricardo Pereira, para secretariar os trabalhos. O Presidente, à vista da existência de "quorum" de instalação, declarou instaladas as Assembléias. Após a leitura do Edital de Convocação pelo Secretário, obedecida a ordem do dia da ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA, submeteu à discussão e votação os itens constantes do Edital. Prosseguindo, após manifestação e voto do Excelentíssimo Senhor Representante da União, o qual não participou, abstendo-se de votar, da eleição dos representantes dos acionistas detentores de ações preferenciais no Conselho Fiscal, foram adotadas as deliberações a seguir: a) aprovação das Demonstrações Financeiras acompanhadas do Relatório de Administração e do Parecer do Conselho Fiscal, referentes ao exercício de 2004; b) aprovação do orçamento de capital para 2005, conforme proposta da administração da Companhia; c) aprovação da destinação do lucro líquido do exercício de 2004, conforme proposta da administração da Companhia; d) aprovação da proposta de homologação do pagamento de juros sobre capital próprio no valor de R$ ,00 (cento e setenta e dois milhões de reais), conforme proposta da administração da Companhia; e) eleição, como membros do Conselho Fiscal, representantes do Ministério da Fazenda, das seguintes pessoas: Titulares - Pedro Camara Raposo Lopes, brasileiro, casado, procurador, CPF n o , carteira de identidade n o IFP/RJ, residente na SQS 3, Bloco H, apartamento 50, Brasília (DF); e Amaury Patrick Gremaud, brasileiro, casado, economista, CPF n o , carteira de identidade n o SSP/SP, residente na Rua Cancioneiro Popular, n o 480, apartamento 42-O, Santo Amaro, São Paulo (SP); Suplentes - José Luiz Gomes Rôlo, português, casado, Procurador da Fazenda Nacional, CPF n o , carteira de identidade n o SSP/DF, residente no Núcleo Rural Alexandre Gusmão, Chácara /08, Brazlândia (DF); e Reynaldo Fernandes, brasileiro, casado, economista, CPF n o , carteira de identidade n o SSP/SP, residente na Rua Levi, n o 67, Vila Madalena, São Paulo (SP); f) eleição, como membros do Conselho Fiscal, representantes do Tesouro Nacional, das seguintes pessoas: Titular - Pedro Wilson Carrano Albuquerque, brasileiro, casado, servidor público federal, CPF n o , carteira de identidade n o SSP/DF, residente na SHIS QI 7, conjunto, casa 7, Brasília (DF); Suplente - Antonia Rubenita Tavares Lima, brasileira, solteira, funcionária pública federal, CPF n o , carteira de identidade n o SSP/CE, residente na SQS 02, Bloco C, apartamento 07, Asa Sul, Brasília (DF). Indicados pelos Acionistas Preferenciais, foram eleitos em deliberação tomada pelos titulares de ações preferenciais, as seguintes pessoas: Titulares - Lúcio Antônio Marques, brasileiro, casado, administrador de empresas, CPF n o , carteira de identidade n o M SSP-MG, residente na Rua Domingos Ferreira, n o 40, apartamento 50, Copacabana, Rio de Janeiro (RJ); e Antonio Carlos do Nascimento Sanches, brasileiro, casado, securitário, CPF n o , carteira de identidade n o IFP-RJ, residente na Rua Soldado Geraldo de Sousa, n o 97, Jacarepaguá, Rio de Janeiro (RJ); Suplentes - Mário Urbinati, brasileiro, casado, técnico em contabilidade, CPF n o , carteira de identidade n o SSP/SP, residente na Avenida Henri Janor, n o 266, Vila Constância, São Paulo (SP); e Henrique de Jesus Coelho, brasileiro, casado, economista, CPF n o , carteira de identidade n o , expedida pelo Ministério da Aeronáutica/RJ, residente na Rua Joaquim Gomes de Souza, n o 70, casa 2, Jardim Bonfiglioli, São Paulo (SP); g) fixação dos honorários mensais dos membros titulares do Conselho Fiscal em um décimo do que, em média mensal, perceberem os membros da Diretoria Executiva, excluídos os benefícios referentes a adicional e abono pecuniário de férias, auxílio alimentação, seguro de vida em grupo, auxílio moradia e participação nos lucros ou resultados. O Presidente declarou aprovados o voto da União e a indicação majoritária dos acionistas preferenciais. Encerrada a Assembléia Geral Ordinária, o Presidente submeteu à discussão e votação os itens constantes da ordem do dia da ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA - I) ratificação da eleição feita pelo Conselho de Administração, nas 90 a e 92 a reuniões ordinárias, como membros do Colegiado, dos Srs. Waldir Quintiliano da Silva, na vaga de Marcos Caramuru de Paiva, e Luiz Appolonio Neto, na vaga de Lídio Duarte, respectivamente; II) a) conforme a orientação do Departamento de Coordenação e Controle das Empresas Estatais (Ofício n o 93/2005/MP/SE/DEST, de 5 de abril de 2005), em observância ao inciso IV do art. 6 o do Decreto n o

20 20 ISSN Nº 87, segunda-feira, 9 de maio de , de 9 de janeiro de 2005: a.) fixação da remuneração global a ser paga aos membros da Diretoria Executiva e do Conselho de Administração do IRB-Brasil Resseguros S.A. no montante de R$ ,00 (hum milhão e quinhentos e quarenta mil reais), para o período compreendido entre Maio/2005 e Abril/2006, aí incluídos honorários mensais, gratificação de natal (3 o salário), adicional e abono pecuniário de férias, auxílio alimentação, seguro de vida em grupo, participação nos lucros ou resultados e auxílio moradia nos termos do Decreto n o 3.255, de , mantidos os honorários nos mesmos valores nominais praticados no mês imediatamente anterior à Assembléia Geral Ordinária de 2005, podendo, ser repassados aos respectivos honorários os mesmos reajustes que, eventualmente, forem concedidos aos empregados do IRB-Brasil Re, por ocasião da formalização do Acordo Coletivo de Trabalho referente à data base de 2006; a.2) fixação dos honorários mensais dos membros do Conselho de Administração em um décimo do que, em média mensal, perceberem os membros da Diretoria Executiva, excluídos os benefícios referentes a adicional e abono pecuniário de férias, auxílio alimentação, seguro de vida em grupo, auxílio moradia e participação nos lucros ou resultados; a.3) pela delegação de competência ao Conselho de Administração para efetuar a distribuição dos valores destinados ao pagamento da remuneração da Diretoria Executiva, observado o montante global, deduzida a parte destinada ao Conselho de Administração; III) pela alteração do inciso IV do artigo 3 do Capítulo VII - Da Diretoria, do Estatuto Social, conforme proposta da Administração da Companhia, com a seguinte redação: IV - coordenar e dirigir os assuntos relacionados às áreas de recursos humanos, tecnológicos e materiais, serviços gerais, patrimônio, documentação e informação, à Fundação de Previdência dos Servidores do Instituto de Resseguros do Brasil - PREVIRB e supervisionar as Unidades Regionais nas cidades de São Paulo e de Porto Alegre; Em continuidade, foi aprovada a consolidação do seu Estatuto Social, ficando a nova redação a seguir discriminada: ESTATUTO - Capítulo I - DA DE- NOMINAÇÃO, OBJETO, SEDE E DURAÇÃO - Art. o O IRB- BRASIL RESSEGUROS S.A., que utilizará a abreviatura IRB-Brasil Re, é uma sociedade anônima de economia mista, que se rege pelo presente Estatuto e pela legislação vigente que lhe for aplicável, constituída conforme previsto no Decreto-lei n o 73, de 2 de novembro de 966, com a redação dada pela Lei n o 9.482, de 3 de agosto de 997, por transformação do Instituto de Resseguros do Brasil - IRB, sociedade de economia mista atípica criada pelo Decreto-lei n o.86, de 3 de abril de 939. Art. 2 o A Sociedade tem por objeto efetuar operações de resseguro, regular o co-seguro, o resseguro e a retrocessão e promover o desenvolvimento das operações de seguros no País. Parágrafo único. A Sociedade participa do Sistema Nacional de Seguros Privados e exerce suas atribuições de acordo com as diretrizes gerais emanadas do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP). Art. 3 o A Sociedade tem sede e foro na Capital do Estado do Rio de Janeiro, podendo, para a consecução dos seus objetivos, instalar ou encerrar filiais, representações, escritórios e outros estabelecimentos no País e no Exterior e, com autorização legal, participar do capital de outras Sociedades, tudo com prévia deliberação do Conselho de Administração. Art. 4 o O prazo de duração da Sociedade é indeterminado. Capítulo II - DO CAPITAL SOCIAL E DAS AÇÕES - Art. 5 o O capital social do IRB-Brasil Re é de R$ ,00 (setecentos e cinqüenta milhões de reais), representado por ações escriturais, sendo (quinhentas mil) ordinárias nominativas e (quinhentas mil) preferenciais nominativas, todas sem valor nominal. o As ações ordinárias, com direito a voto, representam, no mínimo, 50% (cinqüenta por cento) do capital social. 2 o É vedada a conversão de ações de uma espécie em outra. 3 o Os aumentos de capital da Sociedade serão realizados mediante subscrição particular ou pública, incorporação de reservas, créditos legais decorrentes de recursos recebidos para cobertura de orçamentos de investimentos e versão de patrimônios líquidos, capitalizando-se os recursos de acordo com as suas origens, nos termos da legislação pertinente e das demais disposições especiais da legislação federal, como ressalvado no art. 235 da Lei n o 6.404/76. 4 o Sobre os recursos transferidos pela União ou depositados por acionistas minoritários, para fins de aumento de capital da Companhia, incidirão encargos financeiros, de acordo com a legislação vigente, desde o dia da transferência ou do depósito até a data da capitalização. Art. 6 o As ações da Sociedade, por serem escriturais, permanecerão em contas de depósito, em instituição autorizada, em nome de seus titulares, sem emissão de certificados, nos termos dos arts. 34 e 35 da Lei n o 6.404/76, podendo ser cobrada dos acionistas a remuneração de que trata o parágrafo terceiro do art. 35 da referida Lei. Art. 7 o As ações ordinárias terão direito a voto nas deliberações das Assembléias Gerais da Sociedade. Art. 8 o As ações preferenciais não terão direito a voto ou terão direito a voto restrito, e gozarão das seguintes vantagens: a) prioridade no recebimento de dividendos de, no mínimo, dez por cento maiores do que os atribuídos às ações ordinárias; b) prioridade no reembolso do capital, pelo valor do patrimônio líquido, no caso de liquidação da Sociedade. Art. 9 o A Sociedade poderá adquirir suas próprias ações, a fim de cancelá-las ou mantê-las em tesouraria para posterior alienação, mediante autorização do Conselho de Administração. Capítulo III - DA AS- SEMBLÉIA GERAL - Art. 0 A Assembléia Geral reunir-se-á, ordinariamente, dentro dos quatro primeiros meses subseqüentes ao término do exercício social, para os fins previstos em lei e, extraordinariamente, sempre que os interesses da Sociedade assim o exigirem, observados os preceitos legais relativos às convocações e deliberações. Parágrafo único. Os trabalhos de qualquer Assembléia Geral serão presididos pelo Presidente do Conselho de Administração da Sociedade ou seu substituto, e secretariados por um dos acionistas escolhidos dentre os presentes. Art. Além das previstas na Lei das Sociedades por Ações, deverá, também, ser convocada a Assembléia Geral de Acionistas para deliberar sobre as seguintes matérias: I - alienar, no todo ou em parte, ações do capital social ou de controladas; proceder à abertura de capital; aumentar o capital social por subscrição de novas ações, renunciar a direitos de subscrição de ações ou debêntures conversíveis em ações de empresas controladas; emitir debêntures conversíveis em ações ou vendê-las, se em tesouraria; vender debêntures conversíveis em ações de titularidade do IRB- Brasil Re de emissão de empresas controladas; ou, ainda, emitir quaisquer outros títulos ou valores mobiliários, no País ou no Exterior; II - promover operações de cisão, fusão ou incorporação; III - permutar ações ou outros valores mobiliários. Capítulo IV - DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL - Art. 2 Os órgãos deliberativos, executivos e de fiscalização, de nível superior, do IRB-Brasil Re, são os seguintes: I - Assembléia Geral de Acionistas; II - Conselho de Administração; III - Diretoria; IV - Conselho Fiscal. Capítulo V-DAADMINISTRAÇÃO - Art. 3 O IRB-Brasil Re será administrado por um Conselho de Administração e por uma Diretoria, que terão a composição e as atribuições previstas na lei e neste Estatuto. Art. 4 Os Conselheiros e Diretores, antes de entrarem no exercício dos respectivos cargos, deverão apresentar declaração de bens que será registrada no mesmo livro em que for lavrado o termo de posse. Art. 5 Aos membros do Conselho de Administração e da Diretoria é vedada a aquisição, ainda que em hasta pública, de bens de propriedade da Sociedade. Art. 6 Os prazos de gestão dos membros do Conselho de Administração e da Diretoria, previstos nos arts. 2 e 25 (parágrafo primeiro) deste Estatuto, estender-se-ão até a posse dos respectivos substitutos eleitos. Art. 7 Não podem ser membros do Conselho de Administração ou da Diretoria as pessoas naturais que se encontrem nas condições previstas no parágrafo primeiro do art. 47 da Lei n o 6.404/76, bem como as que nesses colegiados tiverem parentes em linha reta ou colateral, consangüíneos ou afins até o 3 o grau. Art. 8 Os Diretores não poderão exercer cargos de direção, administração, consultoria ou assessoramento em empresas privadas ligadas, de qualquer forma, às atividades desenvolvidas pela Sociedade. Parágrafo único. As restrições deste artigo não se aplicam quando o IRB-Brasil Re se fizer representar nos quadros da administração superior das Sociedades de que participe ou venha a participar, na forma prevista no art. 3 o deste Estatuto. Art. 9 O exercício dos cargos de Administração da Sociedade é privativo de brasileiros, residentes e domiciliados no País, devendo os membros do Conselho de Administração ser acionistas, e os Diretores, acionistas ou não. Capítulo VI - DO CONSELHO DE ADMINISTRA- ÇÃO - Art. 20 O Conselho de Administração é composto de 06 (seis) membros, eleitos pela Assembléia Geral e por ela destituíveis a qualquer tempo, sendo: I - três membros indicados pelo Ministro de Estado da Fazenda, dentre eles: a) o Presidente do Conselho; b) o Presidente do IRB-Brasil Re, que será o Vice-Presidente do Conselho; II - um membro indicado pelo Ministro de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão; III - um membro indicado pelos acionistas detentores de ações preferenciais; IV - um membro indicado pelos acionistas minoritários, detentores de ações ordinárias. Parágrafo único. Enquanto a totalidade das ações ordinárias permanecer com a União, aos acionistas detentores de ações preferenciais será facultado o direito de indicar até dois membros para o Conselho de Administração. Art. 2 Os membros do Conselho de Administração terão mandato de três anos, permitida a reeleição. Art. 22 No caso de vacância do cargo de Conselheiro, exceto o de Vice-Presidente, o substituto será nomeado pelos Conselheiros remanescentes e servirá até a primeira Assembléia Geral. Se houver a vacância da maioria dos cargos, estejam ou não ocupados por substitutos nomeados, a Assembléia Geral será convocada para proceder à nova eleição. o O Presidente do Conselho será substituído pelo Vice-Presidente, nos casos de impedimento, ausência ou vacância. Nesta última hipótese, a substituição se dará até a posse do substituto que vier a ser nomeado ou eleito. 2 o O Vice-Presidente do Conselho será substituído por quem o estiver substituindo na Presidência do IRB-Brasil Re. Art. 23 O Conselho de Administração reunir-se-á ordinariamente uma vez por mês e extraordinariamente sempre que os assuntos de sua competência o exigirem, e decidirá por maioria simples de votos dos presentes, cabendo ao Presidente, além do voto pessoal, o de qualidade, quando necessário. o As reuniões do Conselho de Administração serão feitas mediante convocação de seu Presidente ou seu substituto, ou de mais da metade de seus membros. 2 o A convocação de que trata o parágrafo anterior será feita diretamente aos seus membros, por escrito, e entregue sob protocolo, com antecedência mínima de três dias úteis da data da reunião, que se instalará com a presença da maioria de seus integrantes. 3 o Perderá o mandato o Conselheiro que deixar de comparecer, salvo motivo de força maior ou caso fortuito, justificado por escrito, a três reuniões consecutivas ou a quatro alternadas, ordinárias ou extraordinárias, durante o ano. 4 o Das reuniões do Conselho de Administração serão lavradas atas, em livro próprio, e as que contiverem deliberações destinadas a produzir efeitos perante terceiros serão arquivadas no Registro de Comércio e publicadas, na forma da legislação vigente. 5 o A remuneração dos membros do Conselho de Administração será fixada pela Assembléia Geral, observadas as disposições legais sobre a matéria, particularmente o art. 52 da Lei n o 6.404/76, modificado pela Lei n o 9.457, de 05 de maio de 997. Art. 24 Compete ao Conselho de Administração deliberar sobre os assuntos de interesse do IRB-Brasil Re, no âmbito da sua competência legal e estatutária, e especialmente: I - fixar a orientação geral, objetivos e metas dos negócios, particularmente quanto às operações definidas pelo Decreto-lei n o 73/66, fazendo o necessário acompanhamento; II - eleger e destituir os membros da Diretoria, observando o disposto no art. 25 deste Estatuto, e fixar-lhes as atribuições e os limites de alçada, particularmente em relação ao inciso IV do art. 29; III - fiscalizar a gestão dos Diretores e examinar, a qualquer tempo, os livros e documentos da Sociedade, solicitando informações sobre contratos celebrados ou em vias de celebração, e quaisquer outros atos de gestão; IV - convocar a Assembléia Geral, quando julgar necessário, ou no caso previsto no art. 32 da Lei n o 6.404/76; V - manifestar-se, anualmente, sobre o Relatório da Administração e as demonstrações financeiras do exercício, apresentados pela Diretoria; VI - aprovar a estrutura organizacional da Sociedade, bem como suas alterações; VII - deliberar sobre o programa anual de trabalho e de investimentos da Sociedade; VIII - assegurar a harmonia das atividades do IRB-Brasil Re com a política e a programação governamental pertinentes a sua área de competência; IX - autorizar a contratação de empréstimos, no País ou no Exterior, na forma da lei; X - cumprir e fazer cumprir os dispositivos legais, estatutários e regulamentares, as decisões da Assembléia Geral e as suas próprias deliberações, na sua esfera de competência; XI - escolher e destituir o titular da auditoria interna; XII - escolher, mediante processo licitatório, e destituir os auditores independentes; XIII - decidir sobre os planos de cargos, salários, vantagens e benefícios e aprovar o regulamento do pessoal do IRB-Brasil Re, observada a legislação vigente; XIV- atribuir a um membro da Diretoria as funções de relações com o mercado, a serem exercidas cumulativamente com outras funções executivas, competindo ao mesmo prestar informações, que atendam aos interesses da Companhia e de seus acionistas, à Comissão de Valores Mobiliários - CVM, às Bolsas de Valores e aos demais participantes do mercado de valores mobiliários, na forma da legislação pertinente; XV - disciplinar a concessão de férias aos membros da Diretoria, inclusive no que se refere a sua conversão em espécie, observada a regulamentação vigente e vedado o pagamento em dobro da remuneração relativa a férias não gozadas; XVI - resolver os casos omissos e as questões que lhe forem submetidas pela Diretoria, observadas as atribuições privativas da Assembléia Geral. Capítulo VII - DA DIRETORIA - Art. 25 A Diretoria do IRB-Brasil Re é composta de seis membros, sendo o Presidente e o Vice-Presidente Executivo nomeados pelo Presidente da República, por indicação do Ministro de Estado da Fazenda, e os demais eleitos pelo Conselho de Administração. o Os membros da Diretoria terão mandato de três anos, permitida a reeleição. 2 o A remuneração mensal dos membros da Diretoria será fixada pela Assembléia Geral, observadas as disposições legais que regem a matéria. Art. 26 A Diretoria funcionará de forma colegiada, e será constituída dos seguintes cargos: I - Presidente; II - Vice-Presidente Executivo; III - 4 (quatro) Diretores. Art. 27 No impedimento ou ausência temporária de qualquer membro da Diretoria, o Diretor Presidente ou seu substituto designará, dentre os demais, aquele que responderá, cumulativamente, pelas atribuições do impedido ou ausente. Parágrafo único. No caso de vacância do cargo de Diretor, exceto o de Presidente e o de Vice-Presidente Executivo, o Conselho de Administração elegerá o substituto que completará o prazo restante do mandato do substituído. Art. 28 A Diretoria reunir-se-á, ordinariamente, pelo menos uma vez por semana e, extraordinariamente, sempre que convocada pelo seu Presidente, sendo necessária, em qualquer caso, a presença de, no mínimo, quatro de seus membros, efetivos ou substitutos, dentre os quais o Presidente ou o Vice-Presidente Executivo. o As deliberações da Diretoria exigem a aprovação de, no mínimo, quatro de seus membros, ressalvado ao Presidente o voto de qualidade, em caso de empate de três votos. 2 o Uma vez tomada a decisão, cabe ao Diretor responsável pela área adotar as providências para sua implementação. Art. 29 Compete à Diretoria: I - cumprir e fazer cumprir este Estatuto e as deliberações do Conselho de Administração e da Assembléia Geral de Acionistas, baixando normas sobre a organização e o funcionamento das atividades do IRB-Brasil Re, inclusive as de natureza administrativa; II - aprovar e fazer executar, de acordo com a orientação traçada pelo Conselho de Administração, as políticas, diretrizes, estratégias, planos de atividades do IRB-Brasil Re e os respectivos orçamentos; III - orientar operações, serviços e investimentos do IRB-Brasil Re, bem como seu programa, orçamento e execução; IV - autorizar a alienação de bens, a constituição de ônus reais e a prestação de garantias a obrigações de terceiros, a transação ou abatimento negocial, podendo, conforme normas estabelecidas, delegar poderes com limitação expressa, naquilo que não estiver na alçada do Conselho de Administração; V - encaminhar ao Conselho de Administração, dentro de sessenta dias, contados da data de encerramento do exercício social, as contas, relatórios e demonstrações financeiras, para os fins previstos em lei; VI - remeter ao Conselho Fiscal as demonstrações financeiras, documentos e informações necessários ao desempenho das atribuições do referido órgão fiscalizador dos atos de gestão da Sociedade, com a periodicidade adequada, observadas as normas legais e regulamentares a respeito da matéria; VII - distribuir e aplicar os lucros apurados, na forma da deliberação da Assembléia Geral de Acionistas, e segundo a legislação vigente; VIII - propor ao Conselho de Administração a estruturação organizacional da Sociedade, bem como suas alterações; IX - propor ao Conselho de Administração a criação, instalação e supressão de filiais ou agências, escritórios, dependências e outros estabelecimentos, no País e no Exterior; X - examinar e propor ao Conselho de Administração participações do IRB-Brasil Re em Sociedades no País ou no Exterior, com observância do art. 3 o deste Estatuto; XI - decidir sobre casos extraordinários, observadas as competências do Conselho de Administração e da Assembléia Geral. Art. 30 Compete ao Presidente: I - representar a Sociedade ativa e passivamente em juízo e em suas relações com terceiros, podendo, para tais fins, outorgar mandatos; II - presidir as reuniões da Diretoria e a Assembléia Geral de Acionistas, esta em substituição ao Presidente do Conselho de Administração; III - cumprir e fazer cumprir as decisões do Conselho de Administração e as decisões colegiadas da Diretoria; IV - submeter à aprovação do Conselho de Administração os planos de trabalho e orçamentos anuais, os planos de investimento e os programas de expansão da Sociedade e de suas empresas controladas, promovendo a sua execução nos termos aprovados; V - nomear, remover, promover, comissionar, punir e demitir empregados, podendo autorizar, conforme normas que estabelecer, a prática desses mesmos atos pelos órgãos administrativos; VI - assinar, juntamente com o Diretor competente, cheques e obrigações de crédito; contratos em geral, inclusive os relativos à aquisição e alienação

Cadastro das contas bancárias dos Fundos Municipais de Assistência Social para o cofinanciamento estadual socioassistencial - SST/SC

Cadastro das contas bancárias dos Fundos Municipais de Assistência Social para o cofinanciamento estadual socioassistencial - SST/SC Cadastro das contas bancárias dos Fundos Municipais de Assistência Social para o cofinanciamento estadual socioassistencial - SST/SC Município Custeio Custeio Custeio Custeio 1 Abdon Batista 10.359.074/0001-72

Leia mais

CDLS CATARINENSES CDL E-MAIL DA CDL FONE

CDLS CATARINENSES CDL E-MAIL DA CDL FONE CDLS CATARINENSES CDL E-MAIL DA CDL FONE CDL Abdon Batista: executivo@abdonbatista.cdl-sc.org.br (49) 3545-1003 CDL Abelardo Luz: executivo@abelardoluz.cdl-sc.org.br (49) 3445-4296 CDL Agrolândia executivo@agrolandia.cdl-sc.org.br

Leia mais

EDITAL N 17/UNOESC/2015

EDITAL N 17/UNOESC/2015 EDITAL N 17/UNOESC/2015 Estabelece critérios de seleção para as vagas do Curso de Extensão em Desenvolvimento Regional, integrante do Programa de Educação Superior para o Desenvolvimento Regional - PROESDE.

Leia mais

NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO

NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO Repasse financeiro do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde Estaduais, Municipais e do Distrito Federal, por meio do Piso Variável

Leia mais

UF Município Micro-Região Classificação Tipo

UF Município Micro-Região Classificação Tipo SC Abdon Batista Curitibanos Média Renda Superior Estagnada SC Abelardo Luz Xanxerê Média Renda Superior Estagnada SC Agrolândia Ituporanga Média Renda Superior Estagnada SC Agronômica Rio do Sul Alta

Leia mais

CÓDIGOS DE SANTA CATARINA

CÓDIGOS DE SANTA CATARINA CÓDIGOS DE SANTA CATARINA Fonte: Anexo da resolução 263 de 08/06/2001 UF MUNICÍPIO CÓDIGO DE ÁREA SC ABDON BATISTA 49 SC ABELARDO LUZ 49 SC AGROLÂNDIA 47 SC AGRONÔMICA 47 SC ÁGUA DOCE 49 SC ÁGUAS DE CHAPECÓ

Leia mais

Total de homens Total de mulheres

Total de homens Total de mulheres Nome do população população 4200051 Abdon Batista 2.775 1.382 1.271 724 1.929 2.653 4200101 Abelardo Luz 16.440 8.628 8.472 9.570 7.530 17.100 4200200 Agrolândia 7.810 4.703 4.625 5.964 3.364 9.328 4200309

Leia mais

RECURSOS FEDERAIS PARA A CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA A RUBEOLA (R$) 2008 42 SC 672,96 269,18 942,14 A RUBEOLA (R$) 2008

RECURSOS FEDERAIS PARA A CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA A RUBEOLA (R$) 2008 42 SC 672,96 269,18 942,14 A RUBEOLA (R$) 2008 ESTADO : SANTA CATARINA CÓD. ESTADO IBGE RECURSOS FEDERAIS PARA A CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA A RUBEOLA 2008 CONTRAPARTIDA TOTAL RECURSOS 42 SC 672,96 269,18 942,14 CÓD. IBGE MUNICÍPIO RECURSOS FEDERAIS

Leia mais

Tabela II Produto Interno Bruto, População e PIB per capita, segundo os municípios de Santa Catarina 2008

Tabela II Produto Interno Bruto, População e PIB per capita, segundo os municípios de Santa Catarina 2008 Tabela II Produto Interno Bruto, e, segundo os municípios de Santa Catarina 2008 4216206 São Francisco do Sul 3.162.842,03 39.341 80.395,57 1 4208203 Itajaí 10.183.448,26 169.927 59.928,37 2 4218509 Treze

Leia mais

DIVISÃO DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DE SANTA CATARINA POR MESORREGIÕES

DIVISÃO DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DE SANTA CATARINA POR MESORREGIÕES ANEXO VI DIVISÃO DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DE SANTA CATARINA POR MESORREGIÕES 1. MUNICÍPIOS DA REGIÃO SUL Araranguá Armazém Balneário Arroio do Silva Balneário Gaivota Balneário Rincão Braço do Norte Capivari

Leia mais

Página 1 de 8 IPI - Jurisdição - Regiões fiscais 18 de Maio de 2012 Em face da publicação da Portaria MF nº 203/2012 - DOU 1 de 17.05.2012, este procedimento foi atualizado (novas disposições - tópico

Leia mais

Vagas nas Câmaras Municipais - Santa Catarina Ordem Alfabética de Município

Vagas nas Câmaras Municipais - Santa Catarina Ordem Alfabética de Município 22/0/2004 1 ABDON BATISTA 2.630 2 ABELARDO LUZ 17.46 3 AGROLÂNDIA 8.004 4 AGRONÔMICA 4.406 5 ÁGUA DOCE 6.85 6 ÁGUAS DE CHAPECO 5.578 7 ÁGUAS FRIAS 2.322 8 ÁGUAS MORNAS 5.630 ALFREDO WAGNER 8.568 ALTO BELA

Leia mais

Abrangência das Regionais e Extensões do IEL/SC Regional / Extensão Abdon Batista. Águas de Chapecó. São Miguel d Oeste.

Abrangência das Regionais e Extensões do IEL/SC Regional / Extensão Abdon Batista. Águas de Chapecó. São Miguel d Oeste. Abrangência das Regionais e Extensões do IEL/SC Cidade Regional / Extensão Abdon Batista Abelardo Luz Agrolândia Agronômica Água Doce Águas de Águas Frias Aguas Mornas Alfredo Wagner Alto Bela Vista Anchieta

Leia mais

Tarifas para telefones fixos no estado de Santa Catarina

Tarifas para telefones fixos no estado de Santa Catarina Abdon Batista - SC R$ 0,12 Abelardo Luz - SC R$ 0,12 Agrolandia - SC R$ 0,12 Agronomica - SC R$ 0,12 Agua Doce - SC R$ 0,12 Aguas de Chapeco - SC R$ 0,12 Aguas Frias - SC R$ 0,12 Alfredo Wagner - SC R$

Leia mais

Valores a receber dos Governos Estaduais = Valor anual efetivamente arrecadado (menos) Valor disponibilizado pelos Estados ao FUNDEB (CRÉDITOS)

Valores a receber dos Governos Estaduais = Valor anual efetivamente arrecadado (menos) Valor disponibilizado pelos Estados ao FUNDEB (CRÉDITOS) SC ABDON BATISTA 382,47 SC ABELARDO LUZ 5.629,22 SC AGROLANDIA 1.454,75 SC AGRONOMICA 727,39 SC AGUA DOCE 1.829,83 SC AGUAS DE CHAPECO 651,12 SC AGUAS FRIAS 419,73 SC AGUAS MORNAS 686,42 SC ALFREDO WAGNER

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR EDITAL Nº 04, DE 09 DE AGOSTO DE 2005 CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS NO CARGO DE ADVOGADO DA UNIÃO

CONSELHO SUPERIOR EDITAL Nº 04, DE 09 DE AGOSTO DE 2005 CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS NO CARGO DE ADVOGADO DA UNIÃO CONSELHO SUPERIOR EDITAL Nº 04, DE 09 DE AGOSTO DE 2005 CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS NO CARGO DE ADVOGADO DA UNIÃO O CONSELHO SUPERIOR DA ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO, no uso da atribuição que

Leia mais

OS MUNICÍPIOS BILIONÁRIOS EM 2012

OS MUNICÍPIOS BILIONÁRIOS EM 2012 OS MUNICÍPIOS BILIONÁRIOS EM 2012 (Estudo Técnico nº 175) François E. J. de Bremaeker Salvador, julho de 2012 2 OS MUNICÍPIOS BILIONÁRIOS EM 2012 François E. J. de Bremaeker Economista e Geógrafo Associação

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 14/2004-GP. Cria os pólos regionais de informática e disciplina o exercício da função de Técnico de Suporte em Informática.

RESOLUÇÃO N. 14/2004-GP. Cria os pólos regionais de informática e disciplina o exercício da função de Técnico de Suporte em Informática. TIPO: RESOLUÇÃO Nº 14/04-GP ORIGEM: GP DATA DA ASSINATURA: 28.06.2004 PRESIDENTE: DES. JORGE MUSSI PUBLICAÇÃO NO DJSC n.º 11.464 PÁG 03 DATA:.05.07.2004 OBS: Cria os pólos regionais de informática e disciplina

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE CADASTRO RURAL ÍNDICES BÁSICOS DE 2005

SISTEMA NACIONAL DE CADASTRO RURAL ÍNDICES BÁSICOS DE 2005 NOME S SC SANTA CATARINA (20 Microrregiões, 293 Municípios) 317.737 8.354.154,1 95.346,2 42001 SÃO MIGUEL D'OESTE (21 Municípios) 28.262 424.884,3 4.242,0 4200804 ANCHIETA 10 1 18 A3-3 3 45 1.400 24.064,4

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA ESPECIAL DE POLÍTICAS DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA ESPECIAL DE POLÍTICAS DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA PORTARIA N o, DE DE DE 2009. Aprova o regimento da II Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA ESPECIAL DE POLÍTICAS DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL

Leia mais

Pesquisa de Informações Básicas Estaduais 2012

Pesquisa de Informações Básicas Estaduais 2012 Pesquisa de Informações Básicas Estaduais 2012 Informações Básicas Recursos Humanos Foram pesquisadas as pessoas que trabalhavam na administração direta e indireta por vínculo empregatício e escolaridade;

Leia mais

1. Média anual da ação coletiva escovação supervisionada:

1. Média anual da ação coletiva escovação supervisionada: ESTADO DE SANTA CATARINA DE ESTADO DA SAÚDE DIRETORIA DE PLANEJAMENTO, CONTROLE E AVALIAÇÃO GERÊNCIA DE COORDENAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA DIVISÃO DE SAÚDE BUCAL Relatório: INDICADORES DE SAÚDE BUCAL DO PACTO

Leia mais

Inventar com a diferenca,

Inventar com a diferenca, Inventar com a diferenca, cinema e direitos humanos PATROCÍNIO APOIO REALIZAÇÃO Fundação Euclides da Cunha O que é Inventar com a diferença: cinema e direitos humanos O projeto visa oferecer formação e

Leia mais

COORDENAÇÕES ESTADUAIS DO ARTESANATO

COORDENAÇÕES ESTADUAIS DO ARTESANATO COORDENAÇÕES ESTADUAIS DO ARTESANATO ACRE Secretaria de Estado de Turismo e Lazer Endereço: Av. Chico Mendes, s/n - Arena da Floresta - Bairro Areal. CEP: 69.906-119 - Rio Branco - AC TEL: (68) 3901-3027/

Leia mais

COMUNICADO nº 12/2014. Aos: Senhores Prefeitos e Executivos de Associações de Municípios.

COMUNICADO nº 12/2014. Aos: Senhores Prefeitos e Executivos de Associações de Municípios. COMUNICADO nº 12/2014 Aos: Senhores Prefeitos e Executivos de Associações de Municípios. Referente: Atualização do Sistema Concentrador REGIN. A, na busca de auxiliar os gestores públicos municipais, vem

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO Nota Técnica elaborada em 01/2014 pela CGAN/DAB/SAS. MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO NOTA TÉCNICA Nº15/2014-CGAN/DAB/SAS/MS

Leia mais

FERIADOS MUNICIPAIS NO ANO DE 2014 (ZONAS ELEITORAIS E POSTOS DE ATENDIMENTO)

FERIADOS MUNICIPAIS NO ANO DE 2014 (ZONAS ELEITORAIS E POSTOS DE ATENDIMENTO) S MUNICIPAIS NO ANO DE 2014 ( E POSTOS DE ATENDIMENTO) ATUALIZADO EM 29.1.2014 Abelardo Luz (71ª ZE) Dia do Padroeiro; Dia do Município 20.1 e 27.7 Anchieta (82ª ZE) Dia do Município; Dia do Colono e do

Leia mais

Secretarias Municipais de Meio Ambiente Lista atualizada em 06/05/2005 por Fernando Tatagiba

Secretarias Municipais de Meio Ambiente Lista atualizada em 06/05/2005 por Fernando Tatagiba Secretarias Municipais de Meio Ambiente Lista atualizada em 06/05/2005 por Fernando Tatagiba ACRE Rio Branco SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO - SEMEIA Arthur César Pinheiro Leite Antônio da Rocha

Leia mais

Unidade I: SEPN 515 - Bloco B - Ed. Ômega CEP: 70770-502 - Brasília - DF Telefone: (61) 3448-1000

Unidade I: SEPN 515 - Bloco B - Ed. Ômega CEP: 70770-502 - Brasília - DF Telefone: (61) 3448-1000 5. órgãos do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Unidade I: SEPN 515 - Bloco B - Ed. Ômega CEP: 70770-502 - Brasília - DF Telefone: (61) 3448-1000

Leia mais

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira NOVO RATEIO DOS RECURSOS DO FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira NOVO RATEIO DOS RECURSOS DO FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS Nota Técnica 7/13 (7 de Maio) Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Núcleo de Assuntos Econômico-Fiscais NOVO RATEIO DOS RECURSOS DO FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS IMPACTOS DA DIVISÃO DO

Leia mais

II CONFERÊNCIA NACIONAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL

II CONFERÊNCIA NACIONAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL II CONFERÊNCIA NACIONAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL REGIMENTO DA II CONFERÊNCIA NACIONAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL, APROVADO EM 30 DE SETEMBRO DE 2003 PELO CONSELHO NACIONAL DE SEGURANÇA

Leia mais

Último ano avaliado no Enade. UF Sede. Categoria Administrativa IES. Município Sede. IGC Faixa

Último ano avaliado no Enade. UF Sede. Categoria Administrativa IES. Município Sede. IGC Faixa Último ano avaliado no Enade IES UF Sede Município Sede Categoria Administrativa 2011 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO MT Cuiabá Pública 4 2011 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA DF Brasília Pública 4 2011 UNIVERSIDADE

Leia mais

Aspec Informática - Tecnologia da Informação Plano de Numeração dos Ramais. Revisão 07/07/2015 12:02:36

Aspec Informática - Tecnologia da Informação Plano de Numeração dos Ramais. Revisão 07/07/2015 12:02:36 UF Estado Capital DDD SP São Paulo São Paulo 11 RJ Rio de Janeiro Rio de Janeiro 21 ES Espírito Santo Vitória 27 MG Minas Gerais Belo Horizonte 31 PR Paraná Curitiba 41 SC Santa Catarina Florianópolis

Leia mais

"XI - custo médio por beneficiário, por unidade orçamentária, por órgão e por Poder, dos gastos com: a) assistência médica e odontológica;"

XI - custo médio por beneficiário, por unidade orçamentária, por órgão e por Poder, dos gastos com: a) assistência médica e odontológica; Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Orçamento Federal ASSISTÊNCIA MÉDICA E ODONTOLÓGICA AOS SERVIDORES, EMPREGADOS E SEUS DEPENDENTES Lei nº 10.707, de 30 de julho de 2003, Inciso

Leia mais

Programa de Desenvolvimento da

Programa de Desenvolvimento da Programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense Paulo Bornhausen Secretário O que é o? O Programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense -, tem como finalidade conceder incentivo à implantação ou

Leia mais

DATA 22 / 06 / 2006 PÁGINA : 02

DATA 22 / 06 / 2006 PÁGINA : 02 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.811, DE 21 DE JUNHO DE 2006. Dispõe sobre a composição, estruturação, competência e funcionamento do Conselho Nacional

Leia mais

Endereços das Secretarias Estaduais de Educação

Endereços das Secretarias Estaduais de Educação Endereços das Secretarias Estaduais de Educação ACRE MARIA CORRÊA DA SILVA Secretária de Estado da Educação do Acre Rua Rio Grande do Sul, 1907- Aeroporto Velho CEP: 69903-420 - Rio Branco - AC Fone: (68)

Leia mais

Interior de SP. Mailing Jornais

Interior de SP. Mailing Jornais São Paulo AGORA SÃO PAULO BRASIL ECONÔMICO D.C.I. DESTAK (SP) DIÁRIO DO COMMERCIO (SP) DIÁRIO DE SÃO PAULO DIÁRIO DO GRANDE ABC EMPREGO JÁ (SP) EMPREGOS & CONCURSOS (SP) EMPRESAS & NEGÓCIOS (SP) FOLHA

Leia mais

EDITAL DO PREGÃO PRESENCIAL Nº 0003/2013-CINCO REGISTRO DE PREÇOS N 0012/2013-CINCO PROCESSO ADMINISTRATIVO LICITATÓRIO PAL Nº 0012/2013-CINCO

EDITAL DO PREGÃO PRESENCIAL Nº 0003/2013-CINCO REGISTRO DE PREÇOS N 0012/2013-CINCO PROCESSO ADMINISTRATIVO LICITATÓRIO PAL Nº 0012/2013-CINCO EDITAL DO PREGÃO PRESENCIAL Nº 0003/2013-CINCO REGISTRO DE PREÇOS N 0012/2013-CINCO PROCESSO ADMINISTRATIVO LICITATÓRIO PAL Nº 0012/2013-CINCO O CONSÓRCIO INTEGRADO DO CONTESTADO - CINCO, Consórcio Público,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.811, DE 21 DE JUNHO DE 2006. Dispõe sobre a composição, estruturação, competência e funcionamento do Conselho Nacional

Leia mais

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL CONCURSO PÚBLICO PARA FORMAÇÃO DE CADASTRO DE RESERVA PARA O CARGO DE TÉCNICO BANCÁRIO NOVO CARREIRA ADMINISTRATIVA

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL CONCURSO PÚBLICO PARA FORMAÇÃO DE CADASTRO DE RESERVA PARA O CARGO DE TÉCNICO BANCÁRIO NOVO CARREIRA ADMINISTRATIVA Técnico Bancário Novo AC Cruzeiro do Sul 1618 CR* Técnico Bancário Novo AC Rio Branco 6648 CR * Técnico Bancário Novo AC Sena Madureira 1065 CR* Técnico Bancário Novo AL Maceió 22524 CR * Técnico Bancário

Leia mais

Relação das VISAS Municipais (capitais)

Relação das VISAS Municipais (capitais) ACRE AC Edson Carneiro da Costa Filho Diretor AV. CEARÁ, 3188 - BAIRRO ABRÃO ALABI ABRÃO ALABI Rio Branco AC 69907-000 (68) 3226-2113 (68) 3213-2113 devisa@riobranco.ac.gov.br ALAGOAS - AL Ednaldo Balbino

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPITULO I

REGIMENTO INTERNO CAPITULO I 1 Conselho Municipal do Idoso de São Caetano do Sul Lei n 4.179 de 23/10/2003. R. Heloísa Pamplona, 304 B. Fundação CEP 09520-310 São Caetano do Sul/SP. cmi@saocaetanodosul.sp.gov.br REGIMENTO INTERNO

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.248, DE 07 DE JUNHO DE 2010 (publicada no DOU de 07/06/2010, seção 01, página 2) Abre ao Orçamento Fiscal da União, em favor

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Gabinete do Ministro Assessoria Internacional

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Gabinete do Ministro Assessoria Internacional COORDENADORES REGIONAIS ACRE Josenir de Araújo Calixto Coordenador do Ensino Médio Coordenação de Ensino Médio Secretaria de Estado da Educação do Acre Rua Rio Grande do Sul, 1907 Aeroporto Velho 69903-420

Leia mais

Proposta para a Licitação da Folha de Pagamentos de Benefícios do INSS

Proposta para a Licitação da Folha de Pagamentos de Benefícios do INSS Proposta para a Licitação da Folha de Pagamentos de Benefícios do INSS Brasília, 11 de junho de 2014. SISTEMÁTICA ATUAL Desde 01/01/2010, o INSS direciona os benefícios para o vencedor do Lote, desde que

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS DAS MULHERES REGIMENTO INTERNO CAPITULO I DA CATEGORIA E FINALIDADE

CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS DAS MULHERES REGIMENTO INTERNO CAPITULO I DA CATEGORIA E FINALIDADE CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS DAS MULHERES REGIMENTO INTERNO CAPITULO I DA CATEGORIA E FINALIDADE Art.1º _ O Conselho Nacional dos Direitos da Mulher CNDM, é órgão colegiado de natureza consultiva e deliberativa,

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ESTADO DOS DIREITOS HUMANOS AUTORIDADE CENTRAL ADMINISTRATIVA FEDERAL

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ESTADO DOS DIREITOS HUMANOS AUTORIDADE CENTRAL ADMINISTRATIVA FEDERAL II REUNIÃO DO CONSELHO DAS AUTORIDADES CENTRAIS BRASILEIRAS RESOLUÇÃO N.º 02/ 2000 Dispõe sobre a Aprovação do Regimento Interno e dá outras providências O Presidente do Conselho das Autoridades Centrais

Leia mais

46ª 47ª 81ª 82ª 83ª 48ª 49ª

46ª 47ª 81ª 82ª 83ª 48ª 49ª Extraordinárias do Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA realizadas nos exercícios 2006 e 2007 2006 2007 46ª Reunião Extraordinária do CONAMA, 21 e 22/02/2006 85ª Reunião Ordinária do CONAMA, 25 e

Leia mais

CALENDÁRIO DAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS/REGIONAIS

CALENDÁRIO DAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS/REGIONAIS II Conferência Nacional de Boletim Informativo - Edição Abril de 2007, Brasília-DF, ano I, nº 3 Mulheres brasileiras! Como alguns estados estão com dificuldades de encerrar as suas conferências municipais

Leia mais

Cadastro Organizacional/PMS CMI/SETAD CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO - CMI

Cadastro Organizacional/PMS CMI/SETAD CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO - CMI CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO Órgão/Sigla: Natureza Jurídica: Vinculação: Finalidade: CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO - CMI ÓRGÃO COLEGIADO SECRETARIA MUNICIPAL DO TRABALHO, ASSISTÊNCIA SOCIAL E DIREITOS DO

Leia mais

AS RECENTES MUDANÇAS NAS VAGAS DOS LEGISLATIVOS MUNICIPAIS DO BRASIL

AS RECENTES MUDANÇAS NAS VAGAS DOS LEGISLATIVOS MUNICIPAIS DO BRASIL Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 770 AS RECENTES MUDANÇAS NAS VAGAS DOS LEGISLATIVOS MUNICIPAIS DO BRASIL Tiago Valenciano Mestrando do Programa de

Leia mais

UF MUNICÍPIO TIPO TELEFONE 1 TELEFONE 2 E-MAIL INSTITUCIONAL 1

UF MUNICÍPIO TIPO TELEFONE 1 TELEFONE 2 E-MAIL INSTITUCIONAL 1 AC Rio Branco Cerest Estadual (68) 3223-4266 cerest.saude@ac.gov.br AL Maceió Cerest Estadual (82) 3315-2759 (82) 3315-3920 cerest@saude.al.gov.br AL Maceió Cerest Regional (82) 3315-5260 cerest@sms.maceio.al.gov.br

Leia mais

TOTAL 686 69 614 3 Fonte: LACEN SES SC

TOTAL 686 69 614 3 Fonte: LACEN SES SC Estado de Santa Catarina Secretaria de Estado da Saúde Sistema Único de Saúde Superintendência de Vigilância em Saúde Diretoria de Vigilância Epidemiológica Gerência de Vigilância de Zoonoses e Entomologia

Leia mais

Sublimites estaduais de enquadramento para. Nacional 2012/2013. Vamos acabar com essa ideia

Sublimites estaduais de enquadramento para. Nacional 2012/2013. Vamos acabar com essa ideia Sublimites estaduais de enquadramento para o ICMS no Simples Nacional 2012/2013 Vamos acabar com essa ideia 4 CNI APRESENTAÇÃO Os benefícios do Simples Nacional precisam alcançar todas as micro e pequenas

Leia mais

Relatório de Categorização MTur - Ministério do Turismo Categorização dos municípios das regiões turísticas do mapa do turismo brasileiro

Relatório de Categorização MTur - Ministério do Turismo Categorização dos municípios das regiões turísticas do mapa do turismo brasileiro Relatório de Categorização MTur - Ministério do Turismo Categorização dos municípios das regiões turísticas do mapa do turismo brasileiro Parâmetros da consulta: SUL / Santa Catarina Resumo da Seleção

Leia mais

Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina. Pesquisa Fecomércio Mobilidade Urbana em Santa Catarina

Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina. Pesquisa Fecomércio Mobilidade Urbana em Santa Catarina Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina Pesquisa Fecomércio Mobilidade Urbana em Santa Catarina SUMÁRIO INTRODUÇÃO......... 2 RENDA E CRÉDITO PARA VEÍCULOS...... 3 AUTOMÓVEIS

Leia mais

RELAÇÃO DAS VISAS ESTADUAIS ATUALIZADA EM 19 DE JUNHO DE 2012 ACRE AC

RELAÇÃO DAS VISAS ESTADUAIS ATUALIZADA EM 19 DE JUNHO DE 2012 ACRE AC RELAÇÃO DAS VISAS ESTADUAIS ATUALIZADA EM 19 DE JUNHO DE 2012 ACRE AC ALBERTINA MARIA DE SOUZA COSTA Gerente Da Divisão De Vigilância Sanitária Estadual Rua Benjamim Constant, Nº 830, 4º Andar - Centro

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E ASSUNTOS DO MERCOSUL.

SECRETARIA DE ESTADO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E ASSUNTOS DO MERCOSUL. ANEXO REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM REGIONAL PERMANENTE DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE DO ESTADO DO PARANÁ CAPÍTULO I NATUREZA E COMPETÊNCIAS Art. 1º. Ao Fórum Regional Permanente das Microempresas

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira

CÂMARA DOS DEPUTADOS Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira CRÉDITO ESPECIAL NA FUNASA/MS (SANEAMENTO EM RM E RIDE) - PLN Nº 13, DE 2005-CN - Sidney A. Bittencourt e Mário Luis G. de Souza Núcleo da Saúde Julho/2005 Endereço na Internet: http://www.camara.gov.br

Leia mais

Estratégia de fortalecimento dos Pequenos Negócios Maria Aparecida Bogado

Estratégia de fortalecimento dos Pequenos Negócios Maria Aparecida Bogado Estratégia de fortalecimento dos Pequenos Negócios Maria Aparecida Bogado Consultor Sebrae Nacional PARCERIAS MPOG - Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão/SLTI CONSAD Conselho Nacional de Secretários

Leia mais

ÓRGÃO: JUSTIÇA FEDERAL

ÓRGÃO: JUSTIÇA FEDERAL ÓRGÃO: JUSTIÇA FEDERAL Programa: 0569 - PRESTAÇÃO JURISDICIONAL NA JUSTIÇA FEDERAL Objetivo: Garantir pleno exercício do direito por meio da prestação dos serviços jurisdicionais, observando o disposto

Leia mais

DEMANDA DE CANDIDATOS POR VAGA

DEMANDA DE CANDIDATOS POR VAGA Analista de Correios / Administrador AC / Rio Branco 123 1 123,00 Analista de Correios / Técnico em Comunicação Social Atuação: Jornalismo AC / Rio Branco 27 1 27,00 Médico do Trabalho Formação: Medicina

Leia mais

Serviço de Acolhimento para Adultos e Famílias: expansão e reordenamento

Serviço de Acolhimento para Adultos e Famílias: expansão e reordenamento Serviço de Acolhimento para Adultos e Famílias: expansão e reordenamento Brasília, 06/03/2014 Contextualização Em 2008, a Pesquisa Nacional sobre a População em Situação de Rua apontou que 76,15% da população

Leia mais

EDITAL UnC REITORIA 029/2015

EDITAL UnC REITORIA 029/2015 EDITAL UnC REITORIA 029/2015 A Reitora da Universidade do Contestado UnC, no uso de suas atribuições regimentais, faz saber, através do presente Edital, que estão abertas as inscrições para o Programa

Leia mais

Pesquisa sobre municipalização do trânsito e regulamentação do exercício da atividade de moto taxista e de moto boy

Pesquisa sobre municipalização do trânsito e regulamentação do exercício da atividade de moto taxista e de moto boy Pesquisa sobre municipalização do trânsito e regulamentação do exercício da atividade de moto taxista e de moto boy Tabulação dos Resultados da Pesquisa Objetivos: Diagnosticar a situação atual dos municípios

Leia mais

ALBERTINA MARIA DE SOUZA COSTA

ALBERTINA MARIA DE SOUZA COSTA Visas Estaduais ACRE AC ALBERTINA MARIA DE SOUZA COSTA Gerente Da Divisão De Vigilância Sanitária Estadual Rua Benjamim Constant, Nº 830, 4º Andar - Centro CEP: 69908-520 Rio Branco AC Tel.: (68) 3215-2774

Leia mais

Regiões Metropolitanas do Brasil

Regiões Metropolitanas do Brasil Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia IPPUR/UFRJ CNPQ FAPERJ Regiões Metropolitanas do Brasil Equipe responsável Sol Garson Luiz Cesar de Queiroz Ribeiro Juciano Martins Rodrigues Regiões Metropolitanas

Leia mais

Descentralização do Governo e. regionalização do Desenvolvimento

Descentralização do Governo e. regionalização do Desenvolvimento do Governo e regionalização do Desenvolvimento administrativa e desconcentração do Poder Descentralizar transferir parte do planejamento e das ações de governo para instâncias mais próximas do cidadão

Leia mais

LEI Nº 2.422, DE 08 DE ABRIL DE 2008 CERTIDÃO Certifico e dou fé que esta Lei foi publicada no placard do Município no dia- / /

LEI Nº 2.422, DE 08 DE ABRIL DE 2008 CERTIDÃO Certifico e dou fé que esta Lei foi publicada no placard do Município no dia- / / LEI Nº 2.422, DE 08 DE ABRIL DE 2008 CERTIDÃO Certifico e dou fé que esta Lei foi publicada no placard do Município no dia- / / JANE APARECIDA FERREIRA =Responsável pelo placard= Dispõe sobre a composição,

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2011

PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 (Do Sr. Rogério Carvalho) Altera a Lei nº 4.737, de 15 de julho de 1967, que institui o Código Eleitoral, para vetar a venda e consumo de bebida alcoólica no dia das eleições.

Leia mais

Programa de Controle de Dengue

Programa de Controle de Dengue Estado de Santa Catarina Secretaria de Estado da Saúde Sistema Único de Saúde Superintendência de Vigilância em Saúde Diretoria de Vigilância Epidemiológica Gerência de Vigilância de Zoonoses e Entomologia

Leia mais

DECRETO Nº 55.867, DE 23 DE JANEIRO DE 2015

DECRETO Nº 55.867, DE 23 DE JANEIRO DE 2015 Secretaria Geral Parlamentar Secretaria de Documentação Equipe de Documentação do Legislativo DECRETO Nº 55.867, DE 23 DE JANEIRO DE 2015 Confere nova regulamentação ao Conselho Municipal de Segurança

Leia mais

Departamento de Pesquisas Judiciárias RELATÓRIO DE DADOS ESTATÍSTICOS. SEMANA PELA CONCILIAÇÃO META 2 Período: 14 a 18 de setembro de 2009

Departamento de Pesquisas Judiciárias RELATÓRIO DE DADOS ESTATÍSTICOS. SEMANA PELA CONCILIAÇÃO META 2 Período: 14 a 18 de setembro de 2009 RELATÓRIO DE DADOS ESTATÍSTICOS SEMANA PELA CONCILIAÇÃO META 2 Período: 14 a 18 de setembro de 2009 1. Introdução O presente relatório objetiva apresentar os resultados estatísticos obtidos durante o período

Leia mais

Nota Técnica n o 094/2005 SRC/ANEEL. Em 16 de setembro de 2005.

Nota Técnica n o 094/2005 SRC/ANEEL. Em 16 de setembro de 2005. Nota Técnica n o 094/2005 SRC/ANEEL Em 16 de setembro de 2005. Processo: 48500.003255/03-45 Assunto: Análise da 2 a parte do Plano de Universalização de Energia Elétricas da Centrais Elétricas de Santa

Leia mais

PORTARIA SEMA N 10, DE 27 DE FEVEREIRO DE 2012.

PORTARIA SEMA N 10, DE 27 DE FEVEREIRO DE 2012. PORTARIA SEMA N 10, DE 27 DE FEVEREIRO DE 2012. Aprova o Regimento Interno do Conselho Consultivo da Reserva Biológica Mata Paludosa. A SECRETÁRIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE, no uso de suas atribuições

Leia mais

Lista dos órgãos da Justiça com déficits de servidores e as regras para a remoção sem permuta

Lista dos órgãos da Justiça com déficits de servidores e as regras para a remoção sem permuta Lista dos órgãos da Justiça com déficits de servidores e as regras para a remoção sem permuta 1. A remoção sem permuta é o deslocamento do servidor sem contrapartida para o órgão que possui os claros de

Leia mais

ATA DA REUNIÃO IX DA REUNIÃO DO COLEGIADO TÉCNICO CONSULTIVO DO PNAGE

ATA DA REUNIÃO IX DA REUNIÃO DO COLEGIADO TÉCNICO CONSULTIVO DO PNAGE ATA DA REUNIÃO IX DA REUNIÃO DO COLEGIADO TÉCNICO CONSULTIVO DO PNAGE A IX reunião do Colegiado Técnico Consultivo do PNAGE foi realizada nos dias 10 e 11 de junho de 2008, na cidade de Palmas e contou

Leia mais

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014 16 RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014 16 Retratos da Sociedade Brasileira: Problemas e Prioridades do Brasil para 2014 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 6.047-D, DE 2005. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 6.047-D, DE 2005. O CONGRESSO NACIONAL decreta: COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 6.047-D, DE 2005 Cria o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - SISAN com vistas em assegurar o direito

Leia mais

SUMÁRIO. 1 - Lavouras... 5. 1 - Área, produção e rendimento médio - confronto das estimativas mensais março / fevereiro safra 2012 Brasil...

SUMÁRIO. 1 - Lavouras... 5. 1 - Área, produção e rendimento médio - confronto das estimativas mensais março / fevereiro safra 2012 Brasil... ...... PRODUÇÃO DAS LAVOURAS EM MARÇO DE 2012 SUMÁRIO 1 - Lavouras... 5 TABELAS DE RESULTADOS Safra 2012 1 - Área, produção e rendimento médio - confronto das estimativas mensais março / fevereiro safra

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria da Receita Federal do Brasil. Portaria RFB nº 2.327, de 23 de setembro de 2009. (*)

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria da Receita Federal do Brasil. Portaria RFB nº 2.327, de 23 de setembro de 2009. (*) MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria da Receita Federal do Brasil Portaria RFB nº 2.327, de 23 de setembro de 2009. (*) Institui o Concurso de Remoção de 2009, destinado a ocupantes do cargo de Auditor-Fiscal

Leia mais

Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde - SIOPS: Instrumentos Legais

Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde - SIOPS: Instrumentos Legais Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde - SIOPS: Instrumentos Legais I Seminário Estadual do SIOPS João Pessoa / PB 07 de maio de 2014 O que é o SIOPS? Sistema de informação que coleta,

Leia mais

NOTA TÉCNICA 34 2012 REPASSES DE RECURSOS PARA A VIGILÂNCIA SANITÁRIA

NOTA TÉCNICA 34 2012 REPASSES DE RECURSOS PARA A VIGILÂNCIA SANITÁRIA NOTA TÉCNICA 34 2012 REPASSES DE RECURSOS PARA A VIGILÂNCIA SANITÁRIA Brasília, 17 de outubro de 2013 1 SUMÁRIO Apresentação... 03 Portaria 1 - "Regulamenta o incentivo financeiro destinado à Capacitação

Leia mais

Experiências de APLs e outros Arranjos de Empresas no Estado do Rio de Janeiro: resultados alcançados e cenários futuros

Experiências de APLs e outros Arranjos de Empresas no Estado do Rio de Janeiro: resultados alcançados e cenários futuros Experiências de APLs e outros Arranjos de Empresas no Estado do Rio de Janeiro: resultados alcançados e cenários futuros > Lia Hasenclever (IE/UFRJ) 10º Encontro da ReINC 08 e 09 de novembro de 2007 Grupo

Leia mais

AVISO SESSÃO PÚBLICA nº 01/2015 04 de setembro de 2015

AVISO SESSÃO PÚBLICA nº 01/2015 04 de setembro de 2015 AVISO SSÃO PÚBLICA nº 01/2015 04 de setembro de 2015 Contrato nº 27/2011 - Serviços de Publicidade Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome SLA Propaganda LTDA. Atendendo ao que dispõe o 2º,

Leia mais

UNIDADE DE POLÍTICA ECONÔMICA E INDUSTRIAL DIRETORIA DE RELAÇÕES INDUSTRIAIS

UNIDADE DE POLÍTICA ECONÔMICA E INDUSTRIAL DIRETORIA DE RELAÇÕES INDUSTRIAIS UNIDADE DE POLÍTICA ECONÔMICA E INDUSTRIAL DIRETORIA DE RELAÇÕES INDUSTRIAIS SANTA CATARINA EM DADOS FLORIANÓPOLIS V.17 p. 1-156 27 2 SANTA CATARINA EM DADOS 27 Elaboração Federação das Indústrias do Estado

Leia mais

PREMIAÇÃO INCENTIVO AO RECOLHIMENTO DA CONTRIBUIÇÃO SINDICAL 1. OBJETO

PREMIAÇÃO INCENTIVO AO RECOLHIMENTO DA CONTRIBUIÇÃO SINDICAL 1. OBJETO PREMIAÇÃO INCENTIVO AO RECOLHIMENTO DA CONTRIBUIÇÃO SINDICAL 1. OBJETO O presente instrumento tem por objeto regulamentar o projeto de incentivo ao recolhimento da contribuição sindical patronal, que premiará

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA - CONCURSO PÚBLICO - EDITAL Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2014 RELAÇÃO DE CANDIDATOS POR VAGA

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA - CONCURSO PÚBLICO - EDITAL Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2014 RELAÇÃO DE CANDIDATOS POR VAGA MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA - CONCURSO PÚBLICO - EDITAL Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2014 RELAÇÃO DE CANDIDATOS POR VAGA Cargo Pólo Trabalho Vagas Candidatos Candidato/Vaga

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 362, DE 21 DE OUTUBRO DE 2009

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 362, DE 21 DE OUTUBRO DE 2009 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 362, DE 21 DE OUTUBRO DE 2009 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA

Leia mais

LOA 2005 - Execução da Despesa por Programação

LOA 2005 - Execução da Despesa por Programação Programa (Cod/Desc) 0167 - BRASIL PATRIMONIO CULTURAL 57.079.946 56.642.000 19.655.552 11.516.542 11.047.703 0168 - LIVRO ABERTO 43.796.768 43.975.268 10.490.693 7.865.651 7.859.431 0169 - CINEMA, SOM

Leia mais

Relação dos cargos do próximo concurso da empresa, que formará cadastro reserva: Analista Superior I

Relação dos cargos do próximo concurso da empresa, que formará cadastro reserva: Analista Superior I Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) Relação dos cargos do próximo concurso da empresa, que formará cadastro reserva: AS I - Arquivista AS I Assistente Social AS I Biólogo Analista

Leia mais

Presidenta da República Federativa do Brasil Dilma Rousseff. Vice-Presidente Michel Temer. Ministro de Estado do Esporte Orlando Silva de Jesus Júnior

Presidenta da República Federativa do Brasil Dilma Rousseff. Vice-Presidente Michel Temer. Ministro de Estado do Esporte Orlando Silva de Jesus Júnior Presidenta da República Federativa do Brasil Dilma Rousseff Vice-Presidente Michel Temer Ministro de Estado do Esporte Orlando Silva de Jesus Júnior Secretário Executivo Waldemar Manoel Silva de Souza

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N o, DE DE DE 2008.

INSTRUÇÃO NORMATIVA N o, DE DE DE 2008. Portaria Nº 64, DE 23 DE ABRIL DE 2008 Situação: Vigente Publicado no Diário Oficial da União de 24/04/2008, Seção 1, Página 9 Ementa: Submete à Consulta Pública, pelo prazo de 60 (sessenta) dias a contar

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL Seção de São Paulo SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA STJ. Atualizado em 08/09/2015

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL Seção de São Paulo SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA STJ. Atualizado em 08/09/2015 SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA STJ Atualizado em 08/09/2015 RESOLUÇÃO STJ/GP N. 3 DE 5 DE FEVEREIRO DE 2015. Dispõe sobre o pagamento de custas judiciais e porte de remessa e retorno de autos no âmbito do

Leia mais

Confira no mapa ao lado os Estados que obrigam a prestação da Carta Fiança / Fiança Bancária por parte da empresa

Confira no mapa ao lado os Estados que obrigam a prestação da Carta Fiança / Fiança Bancária por parte da empresa RR AP Confira no mapa ao lado os Estados que obrigam a prestação da Carta Fiança / Fiança Bancária por parte da empresa desenvolvedora do PAF-ECF. As Medidas Judiciais que desobrigam a prestação da Carta

Leia mais

NOTA OFICIAL. 1 Realizaram a 2ª fase do IV Exame de Ordem 21.818 examinandos;

NOTA OFICIAL. 1 Realizaram a 2ª fase do IV Exame de Ordem 21.818 examinandos; NOTA OFICIAL A Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado apresenta o resultado da apreciação dos recursos referente à segunda fase do IV Exame de Ordem Unificado, como se segue: 1 Realizaram a 2ª

Leia mais

Apresentação do IDConselho Municipal. Apresentação elaborada pela Coordenação Geral de Vigilância Socioassistencial CGVIS Brasília

Apresentação do IDConselho Municipal. Apresentação elaborada pela Coordenação Geral de Vigilância Socioassistencial CGVIS Brasília Apresentação do IDConselho Municipal Apresentação elaborada pela Coordenação Geral de Vigilância Socioassistencial CGVIS Brasília 5.366 Conselhos Municipais que preencheram o Censo SUAS 2014 Dinâmica de

Leia mais