Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais

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1 Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais O documento a seguir foi juntado aos autos do processo de número em 15/08/ :18:47 por RUBENS ALBERTO GATTI NUNES Documento assinado por: - RUBENS ALBERTO GATTI NUNES Consulte este documento em: usando o código: ID do documento: 42188

2 EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO PRESIDENTE DO EGRÉGIO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO ESTADO DE MINAS GERAIS LEONARDO VITOR DE OLIVEIRA, brasileiro, solteiro, candidato a Deputado Estadual pelo Partido Social Cristão (PSC-MG), com Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas sob número / , domiciliado na Rua Domicio Gabriel de Vasconcelos, 209, casa B, bairro Vale do Jatobá, cidade de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerias, vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência, por intermédio de seu advogado e bastante procurador, apresentar a presente AÇÃO DE IMPUGNAÇÃO DE REGISTRO DE CANDIDATURA (AIRC) em face de DILMA VANA ROUSSEFF, brasileira, candidata ao Senado Federal pelo Partido dos Trabalhadores-SP, com Cadastro de Pessoas Físicas sob número , pelos motivos de fato e de direito que passa a expor. O Impugnante teve ciência que a Impugnada registrou sua candidatura ao cargo de Senadora da República pelo Partido dos Trabalhadores (PT-MG) perante este Egrégio Tribunal, motivo pelo qual a presente Ação de Impugnação tem cabimento. Importante dizer que o Colendo TSE já se posicionou favoravelmente à possibilidade da AIRC ser proposta antes da publicação do pedido de registro de candidatura. Vejamos: - 1 -

3 RECURSO ESPECIAL. ELEIÇÕES REGISTRO DE CANDIDATURA. PREFEITO. IMPUGNAÇÃO. ANTERIOR À PUBLICAÇÃO DO EDITAL. INTEMPESTIVIDADE. AFASTADA. RENÚNCIA. CANDIDATURA. NOVO REGISTRO. MESMO CARGO. MESMO PLEITO. INCOMPATIBILIDADE. RECURSO ESPECIAL. DESPROVIMENTO. 1. A impugnação ajuizada antes da publicação do edital alusivo ao registro é tempestiva, quando evidenciada a ciência prévia da candidatura pelo impugnante. 2. A renúncia à candidatura obsta que o renunciante requeira novo registro para o mesmo cargo e no mesmo pleito. 3. Recurso especial desprovido. (Recurso Especial Eleitoral nº 26418, Acórdão, Relator(a) Min. Luciana Christina Guimarães Lóssio, Publicação: RJTSE - Revista de jurisprudência TSE, Volume 24, Tomo 4, Data 10/10/2013, Página 253) Assim, a presente Ação de Impugnação de ser conhecida, recebida e processada por este Douto Juízo Eleitoral, nos termos do artigo 3º, da Lei de Inelegibilidades (lei complementar número 64/90). A Impugnada teve seu mandato de Presidente da República cassado pelo Congresso Nacional no dia 31 de agosto de 2016, sendo que, conforme se denota da sentença exarada pelo Eminente Ministro Ricardo Lewandowski à ocasião, o Senado Federal entendeu que a Senhora Presidente da República DILMA VANA ROUSSEFF cometeu os crimes de responsabilidade [...] ficando assim a acusada condenada à perda do cargo. Segundo a decisão que condenou a Impugnada, a ex-presidente cometeu crime de responsabilidade que atentou contra a Constituição Federal e contra a lei orçamentária (artigo 85, caput e inciso VI, da CF). Assim, em atenção ao artigo 52, parágrafo único, da CF, a Impugnada foi condenada à perda do cargo, com inabilitação, por oito anos, para o exercício de função pública. Não obstante o inconstitucional fatiamento da condenação pelo E. Min. Ricardo Lewandowski que afastou a pena de inabilitação para o exercício de cargo público a Impugnada está inelegível por força do artigo 1º, inciso I, alínea e, item 1, da Lei de Inelegibilidades

4 Vejamos: A Lei de Inelegibilidades não dá margens para discussão. Art. 1º São inelegíveis: I - para qualquer cargo: [...] e) os que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, desde a condenação até o transcurso do prazo de 8 (oito) anos após o cumprimento da pena, pelos crimes: 1. contra a economia popular, a fé pública, a administração pública e o patrimônio público; [...] A Constituição Federal insculpiu princípios norteadores à democracia e à realização das eleições, primando pela probidade administrativa e pela moralidade para o exercício de mandato considerada a vida pregressa dos candidatos. Vejamos a dicção constitucional: Art. 14. [...] 9º. Lei complementar estabelecerá outros casos de inelegibilidade e os prazos de sua cessação, a fim de proteger a probidade administrativa, a moralidade para exercício de mandato considerada vida pregressa do candidato, e a normalidade e legitimidade das eleições contra a influência do poder econômico ou o abuso do exercício de função, cargo ou emprego na administração direta ou indireta. merece acolhimento. Assim, o pedido de registro de candidatura da Impugnada não Ademais, evidenciada a inelegibilidade da candidata, é flagrantemente imoral conceder-lhe tempo de televisão e de rádio, bem como depositar-lhe recursos dos fundos partidário e eleitoral para que faça campanha

5 No mesmo passo, a Justiça Eleitoral pode conhecer de ofício da evidente inelegibilidade da Impugnada, o que desde já se requer em atenção à Súmula 45, do TSE. Por tudo quanto exposto, requer se digne Vossa Excelência a: 1. Conhecer, de ofício, da evidente inelegibilidade da Impugnada; 2. Declarar a inelegibilidade da Impugnada, negando-lhe o registro de candidatura; e 3. Impedir que a Impugnada pratique atos de campanha na forma do artigo 16-A, da Lei das Eleições. Requer provar o alegado por todos os meios de prova admitidos em Direito, sobretudo pela juntada dos documentos já colacionados e através de quaisquer outros que se mostrarem pertinentes. Por derradeiro, requer que, sob pena de nulidade, todas as publicações sejam realizadas em nome dos advogados PAULO HENRIQUE FRANCO BUENO, OAB/SP e RUBENS ALBERTO GATTI NUNES, OAB/SP Termos em que, Pede deferimento. De São Paulo-SP para Brasília-DF, 15 de agosto de PAULO HENRIQUE FRANCO BUENO OAB/SP OAB/SP RUBENS ALBERTO GATTI NUNES - 4 -

Número:

Número: Tribunal Superior Eleitoral PJe - Processo Judicial Eletrônico 15/08/2018 Número: 0600897-43.2018.6.00.0000 Classe: PETIÇÃO Órgão julgador colegiado: Colegiado do Tribunal Superior Eleitoral Órgão julgador:

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