SISTEMA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PARA ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SISTEMA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PARA ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR"

Transcrição

1 SISTEMA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PARA ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR Raquel K. Stasiu, MSc. Andreia Malucelli, MSc. João da Silva Dias, Dr Grupo de Pesquisa em Tecnologia em Saúde (GTS), Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Brasil. a) Introdução Um dos grandes problemas encontrado hoje pelas instituições de atendimento de emergências médicas é a falta de informatização dos seus serviços, desde a solicitação de socorro até a chegada do paciente ao hospital. As atividades realizadas hoje por uma destas instituições, localizada na cidade de Curitiba, podem ser visualizadas na Figura 1 e são explicadas na seqüência. Quando ocorrem acidentes, a unidade de atendimento de emergência pré-hospitalar é chamada por um solicitante, através de um telefonema, geralmente de um local próximo ao acidente, como mostra o passo 1. O solicitante pede socorro, via telefone ou rádio, passando algumas informações sobre o acidente e sua localização para a central de regulação, que é a central de operações da unidade de atendimento de emergência pré-hospitalar utilizada como base de estudo para este projeto. Os atendentes e o médico regulador, na central de regulação, fazem a triagem da chamada, verificando se é trote ou não, e qual a gravidade da vítima. No passo 4, na central de regulação, são obtidas as informações sobre o acidente, através de uma conversa com o solicitante. É verificada a necessidade de envio de ambulância, de que tipo deve ser e se é necessário enviar outros sistemas de apoio. Após escolher o tipo de ambulância necessária, é verificado se existem outras ambulâncias próximas ao local do acidente. No passo 7, o socorrista chega ao local e passa informações sobre a vítima, para a Central Figura 1 - Atendimento Pré-hospitalar

2 de Operações e para o hospital de destino, se já tiver sido definido. A central de regulação encaminha a vítima para o hospital mais adequado, definido pela central de operações. O hospital recebe a vítima e faz o atendimento, como apresentado no passo 8. De acordo com os procedimentos citados acima, encontram-se os seguintes problemas: a) Há necessidade do auxílio na identificação das chamadas (número do telefone do solicitante) com localização geográfica e pontos de referência próximo ao local do acidente. b) Não são feitas gravações em meios magnéticos, da comunicação entre solicitante e atendentes, socorristas e médico regulador. Estas gravações tanto na triagem, quanto na regulação de fato, são obrigatórias conforme a portaria 824 da Secretaria da Saúde [3]. c) Atualmente, são utilizados rádios-amadores para comunicação, o que causa problemas com a falta de sigilo e confidencialidade na comunicação entre os pontos envolvidos (Central de Regulação x Ambulância). d) No momento do despacho da ambulância, os operadores encontram as seguintes dificuldades: na localização das ambulâncias, principalmente aquelas que estão em operação (atendendo uma ocorrência); falta de ambulância, existindo "fila de espera" e dificuldade no auxílio aos motoristas sobre o melhor trajeto para a chegada ao local do acidente. e) Os médicos encontram grande dificuldade na escolha do hospital para envio da vítima, pois não têm informações necessárias dos hospitais conveniados como: disponibilidade de leitos e equipamentos, médicos especialistas disponíveis, equipamentos disponíveis e seu estado, entre outras; f) Falta de um acompanhamento preciso e periódico das informações de biotelemetria (pressão arterial, pulso, saturação de oxigênio, freqüência respiratória, escala de trauma, coma, entre outras) da ambulância para a central e para o hospital. g) Precariedade no controle do almoxarifado geral (medicamentos, equipamentos e materiais), não existindo integração com o controle da guarnição das ambulâncias. h) Não há controle dos equipamentos deixados nos hospitais. i) Não são elaborados relatórios importantes, tais como: epidemiológico, para as secretarias municipais e estaduais de segurança e saúde; parametrizados, por idade, cor, religião, localização, trauma, tipo acidente, data e região; por tipo de atendimento, trauma, clínico e outros; estatísticas de atendimento por viaturas e por tipo. b) Metodologia O sistema de informações para apoiar os serviços de emergências médicas para atendimento pré-hospitalar, precisa atender alguns requisitos técnicos que facilitem o processo, permitindo o registro de informações obrigatórias de forma prática. O sistema é genérico, baseado nas normas definidas pelo Ministério da Saúde [02, 03, 04], para regulamentação do atendimento pré-hospitalar e nos levantamentos de requisitos feitos em unidades de atendimento de emergência reais das cidades de Curitiba, no estado do Paraná e Campinas, no estado de São Paulo. Também foram considerados os protocolos internos das unidades de emergências das cidades citadas. A tecnologia de objetos é a linha mestra de todo o desenvolvimento do projeto. Para o desenvolvimento do projeto foi adotada a análise orientada a objetos, utilizando-se a notação UML (Unified Modelling Language) [05, 06], e o Processo Unificado como metodologia de desenvolvimento. Dessa forma, a medida que os diagramas da modelagem de objetos são construídos em cada fase, são revisados e refinados, direcionados pelos casos de uso [07]. Para o desenvolvimento do sistema foram definidas as seguintes fases: Levantamento de Requisitos, Análise, Projeto, Implementação e Testes. O levantamento de requisitos foi realizado através do estudo bibliográfico das normas de atendimento pré-hospitalar definidas pelo Ministério da Saúde [2,3,4]. Também foram feitos acompanhamento e observação dos procedimentos realizados nas unidades de atendimento, nas cidades de Curitiba e Campinas, bem como análise dos documentos, procedimentos internos e formulários utilizados nas unidades de emergência. Foi considerado no levantamento de requisitos o conjunto mínimo de atributos para identificação do paciente [1], de acordo com as características específicas do atendimento de emergência préhospitalar. A análise orientada a objetos iniciou com os diagramas de casos de uso, e o respectivo detalhamento dos diagramas de interação. Paralelamente foram definidas as classes que representam os objetos de negócio. Com o diagrama de classes completo, foram identificados os objetos que possuem transição de estados. O

3 diagrama de atividade foi desenvolvido para representar o processo da ocorrência desde a abertura do chamado até encerramento da ocorrência, com o atendimento hospitalar. A fase de projeto compreende além do desenho e descrição das telas, o refinamento dos diagramas de interação, representando as interfaces e as classes de implementação. Nesta fase, o diagrama de componentes descreve como serão distribuídas as informações de forma lógica, norteando a fase de implementação, e o diagrama de implantação mostra como ficará a distribuição física. A implementação do sistema utiliza a linguagem de programação Java, banco de dados Oracle, com arquitetura cliente servidor. Durante todo o desenvolvimento do projeto estão sendo implementados protótipos, utilizando tecnologias recentes, que poderão influenciar no desenvolvimento do projeto. O planejamento de testes envolve a verificação e validação de cada módulo que está sendo implementado. Os testes finais serão realizados em ambiente real. c) Resultados A PUCPR vem estudando uma solução para a informatização do atendimento pré-hospitalar [9,10,11] já há algum tempo. Um projeto com o objetivo de integrar as pesquisas já desenvolvidas, novas tecnologias e conhecimentos, e minimizar os problemas citados anteriormente, está em desenvolvimento desde janeiro de O sistema apresenta-se modularizado de acordo com a Figura 2, indicando os passos que geralmente ocorrem durante o atendimento de emergência. Abertura do Chamado - O chamado inicia com o recebimento de um telefonema feito por um solicitante. Após a triagem inicial feita pelo atendente da central de regulação, triagem esta feita por questionários padronizados de acordo com o tipo da ocorrência (atropelamento, acidente de trânsito, queda, acidentes com armas de fogo, etc) e, se comprovado a existência de um acidente, o atendente da central de operações da unidade de emergência acionada solicita e registra informações básicas do acidente como nome, local da ocorrência, pontos de referência, número de vítimas, entre outros dados. Essa triagem inicial possibilita a identificação de fraudes. Ao identificar que a ocorrência é real, o atendente da central de operações solicita ao médico regulador que faça a triagem médica. Triagem Médica O médico regulador, na central de operações, passa a conversar com o solicitante para identificar os dados clínicos da ocorrência. De acordo com o estado das vítimas o médico-regulador identifica a necessidade do envio de ambulâncias, já estipulando o tipo de ambulância que deverá ser despachado. Caso seja necessário o envio de uma ambulância, o médico-regulador orienta o solicitante sobre as providências que poderão ser tomadas antes da chegada do socorro, como por exemplo, isolamento do local, mobilização da vítima, etc. Despacho da Ambulância - O operador de frota que é a pessoa responsável pelo despacho das ambulâncias verificará todas as ambulâncias que precisam ser liberadas para atendimento das ocorrências. Os tipos de ambulância que deverão ser liberadas já estarão selecionados, pois durante a triagem médica o médico regulador já seleciona o tipo de ambulância de acordo com os equipamentos, matérias e medicamentos que possuem. Abertura de Chamado Triagem Médica Almoxarifado da Ambulância Despacho da Ambulância Atendimento Hospitalar Servidor de Vocabulários Atendimento da Equipe de Socorro Encaminhamento da Vítima Figura 2 - Módulos do Sistema O operador de frota auxilia o motorista da ambulância sobre o melhor trajeto até o local do acidente, através de um mapa digitalizado com os principais pontos de referência e as ruas da cidade. O mapa mantém-se atualizado pelo dispositivo de localização da própria ambulância. Operador de frota registra dados da chegada da ambulância ao local da ocorrência. Atendimento Equipe de Socorro - Ao chegar no local da ocorrência a equipe de socorro registra a situação do acidente. Dependendo da ocorrência, durante a triagem o médicoregulador, ou a equipe de socorro quando chega no local, solicitam os serviços auxiliares. A equipe de socorro registra as informações

4 sobre a ocorrência e a vítima utilizando unidades portáteis, como PDAs (Personal Digital Assistent). Caso seja necessário, a equipe de socorro solicita que o médico-regulador indique para qual instituição a(s) vítima(s) deverá ser encaminhada, acompanhando-a até que seja entregue aos cuidados da equipe do hospital. Caso a vítima não necessite de um encaminhamento para um hospital ou prontoatendimento a mesma será liberada pela equipe de socorro e a ocorrência será encerrada. Encaminhamento da Vítima O médicoregulador estabelece contato com as instituições da rede e dependendo do estado da vítima define o encaminhamento da mesma. Após contato com os hospitais, o médicoregulador entra em contato com a equipe de socorro e comunica para qual instituição a(s) vítima(s) deve ser encaminhada. Almoxarifado da Ambulância Controla a guarnição de uma ambulância. Toda ambulância, para estar pronta para atender um caso de emergência deve ter seu estoque verificado para que contenha os equipamentos, medicamentos e materiais adequados para o atendimento. Atendimento Hospitalar Considera-se a vítima sob a responsabilidade do hospital quando a equipe do hospital atende a vítima. São registrados os equipamentos deixados no hospital (quando se aplica), como forma de empréstimo. Servidor de Vocabulário O servidor de vocabulários permite uma padronização dos termos utilizados para identificação de doenças ou diagnósticos garantindo a integridade semântica dos dados. A Figura 3 apresenta a interligação dos módulos do sistema, mostrando uma visão geral do sistema e o tipo de tecnologia adotado para comunicação e transmissão dos dados. Todas as atividades da central de regulação do atendimento no local do acidente e do atendimento no hospital apresentam vocabulário padrão, definido pelo servidor de vocabulário. A central de regulação monitora o deslocamento das ambulâncias através do dispositivo de GPS (Global Position System), permitindo que a mesma oriente para qual hospital deve ser encaminhada a vítima. Uma das características do sistema é a utilização de equipamentos de biotelemetria portáteis, que transmitirão dados e voz diretamente do local do acidente, através de interface padronizada para a central de regulação, sendo que a comunicação de dados acontece através de Figura 3 - Controle do Atendimento Pré-hospitalar Proposto telefonia celular, que integra transmissão de dados e voz via rádio. Da mesma forma, ocorre a comunicação da equipe médica no local de atendimento com a equipe médica do hospital que receberá a vítima em atendimento. Todos os dados do atendimento são registrados em um repositório clínico, permitindo que seja gerada uma base de pesquisa. d) Discussão e Conclusões Todos os módulos encontram-se finalizados e o sistema deve entrar na fase de teste e implantação. O sistema, quando implantado totalmente, permitirá a identificação do endereço da ocorrência através do mapa da cidade digitalizado, colaborando para o apoio no despacho da

5 ambulância. Evitando assim deslocamentos desnecessários e trotes, pois pode ser feito o rastreamento do chamado e auxiliar o deslocamento da ambulância, pelo melhor trajeto. A equipe de atendimento pode enviar imagens do local do acidente ou uma imagem médica (ultra-som) e sinais de biotelemetria (ECG, temperatura, pulso, respiração) para a central de regulação e/ou para o médico do hospital que está aguardando a chegada do paciente. Com maiores informações a respeito do estado clínico da vítima, mesmo à distância, o médico pode auxiliar nos procedimentos a serem executados no local da ocorrência, favorecendo o desenvolvimento das atividades da equipe de atendimento. O tempo dos médicos é otimizado e o paciente passa a ter um atendimento com melhor qualidade. O sistema controlará também o estoque das ambulâncias (entrada e saída de equipamentos, materiais e medicamentos), bem como os equipamentos deixados no hospital com a vítima. Isto faz com que equipamentos não sejam extraviados, causando prejuízo à unidade de emergência e garantindo que a ambulância terá os equipamentos, materiais e medicamentos necessários para os atendimentos. Por se tratar de um sistema de grande porte e que precisa refletir as características do mundo real, a tecnologia de objetos traz facilidades no desenvolvimento, pois no atendimento de emergência pré-hospitalar, a rapidez, a disponibilidade de informações e a facilidade de acesso são fatores imprescindíveis. Os modelos na orientação a objetos mostram a estrutura e o comportamento dos objetos do negócio, diminuindo o problema existente nas outras abordagens que tratam dados e funções separadas. Com isso temse um modelo que retrata os aspectos do mundo real. O diagrama de instâncias mostrou-se importante para identificação de erros cometidos no desenvolvimento do diagrama de classes. Em casos específicos onde a agregação parecia o tipo de associação mais adequada entre as classes, ao instanciar-se os objetos observou-se que faltavam classes associativas para persistir a informação necessária. A orientação a objetos e o refinamento sucessivo fazem com que ocorra uma redução na quantidade de erros, com conseqüente diminuição do tempo despendido nas etapas de codificação e teste, como tem sido observado nos protótipos implementados. Isto ocorre porque os problemas são detectados mais cedo e corrigidos antes da implementação. Agradecimentos Este projeto está sendo desenvolvido com o financiamento da empresa Motorola. Agradecemos também aos demais membros da equipe de desenvolvimento e colaboradores. Referências bibliográficas [01] BORSATO, E. P. Modelo Unificado de Informações para Unidades de Emergência. Dissertação de mestrado, PUC-PR, [02] Secretaria da Vigilância Sanitária. Portaria nº 344, de 12 de maio de Ministério da Saúde. Regulamento Técnico. [03] SERRA, J. Normatização do Atendimento Préhospitalar, Anexo, Portaria 824/GM, Diário Oficial da União, 24/06/1999. [04] SERRA, J. Atributos Comuns Aplicáveis aos Sistemas e Bases de Dados da Área de Saúde, Portaria 3947/GM, Diário Oficial da União nº 9, Seção 1, pg. 8, 14/01/1999. [05] RUMBAUGH, J. BOOCH, G. JACOBSON, I. The Unified Modeling Language User Guide, Adison Wesley, [06] FURLAN, J. D. Modelagem de Objetos através da UML: Análise e Desenho Orientados a Objeto. MAKRON Books, São Paulo, [07] RUMBAUGH, J. BOOCH, G. JACOBSON, I. The Unified Software Development Process, Adison Wesley, [08] STEVENS, Perdita & POOLEY, Rob. Using UML Software Engineering with Objects and Components. Editora Addison-Wesley. [09] PAROLIN, M.K.F, ABRAHÂO, M.T.F., VILAR, G. Sistema de Gerenciamento de Emergências Médicas GEM, FNTCS Fórum Nacional de Ciência e Tecnologia em Saúde. Curitiba PR., out/1998. [10] PAROLIN, M.K.F. Desenvolvimento de um Sistema de Gerenciamento e Controle de Viaturas em um Serviço de Emergências Médicas GEM. 1 o Congresso Latinoamericano de Engenharia Biomédica, Mazatlan-México, nov/1998. [11] PAROLIN, M.K.F. Gerenciamento de Emergência Médica num Serviço de Atendimento Pré-hospitalar. III Congresso da Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado. São Paulo, SP, abril/1999. Contato Raquel K. Stasiu Andreia Malucelli João da Silva Dias

Engenharia de Software: Introdução. Mestrado em Ciência da Computação 2008 Profa. Itana Gimenes

Engenharia de Software: Introdução. Mestrado em Ciência da Computação 2008 Profa. Itana Gimenes Engenharia de Software: Introdução Mestrado em Ciência da Computação 2008 Profa. Itana Gimenes Programa 1. O processo de engenharia de software 2. UML 3. O Processo Unificado 1. Captura de requisitos 2.

Leia mais

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE)

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) 1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) Segundo Tonsig (2003), para conseguir desenvolver um software capaz de satisfazer as necessidades de seus usuários, com qualidade, por intermédio de uma arquitetura sólida

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR Bacharelado em Ciência da Computação

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR Bacharelado em Ciência da Computação SOFT DISCIPLINA: Engenharia de software AULA NÚMERO: 08 DATA: / / PROFESSOR: Andrey APRESENTAÇÃO O objetivo desta aula é apresentar e discutir conceitos relacionados a modelos e especificações. Nesta aula

Leia mais

REPRESENTAÇÃO DE REQUISITOS VARIÁVEIS COM UML, SEGUINDO O MÉTODO ICONIX

REPRESENTAÇÃO DE REQUISITOS VARIÁVEIS COM UML, SEGUINDO O MÉTODO ICONIX REPRESENTAÇÃO DE REQUISITOS VARIÁVEIS COM UML, SEGUINDO O MÉTODO ICONIX Murilo Augusto Tosatti (ICV-Unicentro), Marcos Antonio Quináia (Orientador), e-mail: maquinaia@gmail.com. Universidade Estadual do

Leia mais

Palavras-Chaves: Arquitetura, Modelagem Orientada a Objetos, UML.

Palavras-Chaves: Arquitetura, Modelagem Orientada a Objetos, UML. MODELAGEM ORIENTADA A OBJETOS APLICADA À ANÁLISE E AO PROJETO DE SISTEMA DE VENDAS ALTEMIR FERNANDES DE ARAÚJO Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas ANDRE LUIZ DA CUNHA DIAS Discente da

Leia mais

Derivando a arquitetura inicial do software de uma central de monitoração de diabéticos a partir do modelo de Negócio da UML

Derivando a arquitetura inicial do software de uma central de monitoração de diabéticos a partir do modelo de Negócio da UML Derivando a arquitetura inicial do software de uma central de monitoração de diabéticos a partir do modelo de Negócio da UML Claudio Yua Shen Ling Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza (CEETEPS)

Leia mais

Unified Modeling Language UML - Notações

Unified Modeling Language UML - Notações Unified Modeling Language UML - Notações Prof. Ms. Elvio Gilberto da Silva elvio@fmr.edu.br UML Ponto de Vista É gerada com propósito geral de uma linguagem de modelagem visual usada para especificar,

Leia mais

Palavras-Chaves: estoque, modelagem, requisitos, UML, vendas.

Palavras-Chaves: estoque, modelagem, requisitos, UML, vendas. UTILIZAÇÃO DA UML NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA DE CONTROLE DE VENDAS E ESTOQUE GILBERTO FRANCISCO PACHECO DOS SANTOS Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas JACKSON LUIZ ARROSTI Discente

Leia mais

UTILIZANDO ICONIX NO DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES DELPHI

UTILIZANDO ICONIX NO DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES DELPHI UTILIZANDO ICONIX NO DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES DELPHI Dr. George SILVA; Dr. Gilbert SILVA; Gabriel GUIMARÃES; Rodrigo MEDEIROS; Tiago ROSSINI; Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do

Leia mais

Felipe Denis M. de Oliveira. Fonte: Alice e Carlos Rodrigo (Internet)

Felipe Denis M. de Oliveira. Fonte: Alice e Carlos Rodrigo (Internet) UML Felipe Denis M. de Oliveira Fonte: Alice e Carlos Rodrigo (Internet) 1 Programação O que é UML? Por quê UML? Benefícios Diagramas Use Case Class State Interaction Sequence Collaboration Activity Physical

Leia mais

UTILIZAÇÃO DA UML NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUE

UTILIZAÇÃO DA UML NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUE UTILIZAÇÃO DA UML NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUE ÉDER ALUÍSIO SIMÕES Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas HEITOR DE OLIVEIRA SARAIVA Discente da AEMS Faculdades Integradas

Leia mais

O que é a UML? Introdução a UML. Objetivos da Modelagem. Modelos. A UML não é. Princípios da Modelagem. O que é um modelo?

O que é a UML? Introdução a UML. Objetivos da Modelagem. Modelos. A UML não é. Princípios da Modelagem. O que é um modelo? O que é a UML? Introdução a UML Linguagem Gráfica de Modelagem para: Visualizar Especificar Construir Documentar Comunicar Artefatos de sistemas complexos Linguagem: vocabulário + regras de combinação

Leia mais

Palavras-Chaves: engenharia de requisitos, modelagem, UML.

Palavras-Chaves: engenharia de requisitos, modelagem, UML. APLICAÇÃO DA ENGENHARIA DE REQUISITOS PARA COMPREENSÃO DE DOMÍNIO DO PROBLEMA PARA SISTEMA DE CONTROLE COMERCIAL LEONARDO DE PAULA SANCHES Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas RENAN HENRIQUE

Leia mais

Documentação de um Produto de Software

Documentação de um Produto de Software Documentação de um Produto de Software Versão 3.0 Autora: Profª Ana Paula Gonçalves Serra Revisor: Prof. Fernando Giorno 2005 ÍNDICE DETALHADO PREFÁCIO... 4 1. INTRODUÇÃO AO DOCUMENTO... 6 1.1. TEMA...

Leia mais

Levantamento, Análise e Gestão Requisitos. Aula 04

Levantamento, Análise e Gestão Requisitos. Aula 04 Levantamento, Análise e Gestão Requisitos Aula 04 Agenda Linguagem de Modelagem Unificada (UML) Modelagem Visual Síntese Histórica da UML Conceitos da UML Notações da UML Diagramas Estruturais Diagramas

Leia mais

ANÁLISE E PROJETO ORIENTADO A OBJETOS. Isac Aguiar isacaguiar.com.br isacaguiar@gmail.com

ANÁLISE E PROJETO ORIENTADO A OBJETOS. Isac Aguiar isacaguiar.com.br isacaguiar@gmail.com ANÁLISE E PROJETO ORIENTADO A OBJETOS Isac Aguiar isacaguiar.com.br isacaguiar@gmail.com Análise Descrição do problema a ser implementado Descrição dos objetos e classes que fazem parte do problema, Descrição

Leia mais

Sistemas de Informação Aplicados a AgroIndústria Utilizando DataWarehouse/DataWebhouse

Sistemas de Informação Aplicados a AgroIndústria Utilizando DataWarehouse/DataWebhouse Sistemas de Informação Aplicados a AgroIndústria Utilizando DataWarehouse/DataWebhouse Prof. Dr. Oscar Dalfovo Universidade Regional de Blumenau - FURB, Blumenau, Brasil dalfovo@furb.br Prof. Dr. Juarez

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Tema da Aula A Modelagem e os Métodos em Prof. Cristiano R R Portella portella@widesoft.com.br Modelos em Abstração Um modelo é uma abstração de um objeto ou fenômeno sob um determinado ponto de vista

Leia mais

Programa do Módulo 2. Processo Unificado: Visão Geral

Programa do Módulo 2. Processo Unificado: Visão Geral 9.1 Programa do Módulo 2 Orientação a Objetos Conceitos Básicos Análise Orientada a Objetos (UML) O Processo Unificado (RUP) Processo Unificado: Visão Geral 9.2 Encaixa-se na definição geral de processo:

Leia mais

CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008/1 4º PERÍODO 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A3 DATA 15/10/2009 ENGENHARIA DE SOFTWARE 2009/2 GABARITO COMENTADO QUESTÃO 1: Analise as afirmações

Leia mais

APLICAÇÃO DA MODELAGEM UML NA FASE DE ANÁLISE DE UM PROJETO DE SOFTWARE PARA AGENDAMENTO DE USO DE VEÍCULOS INTERNOS DE UMA EMPRESA

APLICAÇÃO DA MODELAGEM UML NA FASE DE ANÁLISE DE UM PROJETO DE SOFTWARE PARA AGENDAMENTO DE USO DE VEÍCULOS INTERNOS DE UMA EMPRESA APLICAÇÃO DA MODELAGEM UML NA FASE DE ANÁLISE DE UM PROJETO DE SOFTWARE PARA AGENDAMENTO DE USO DE VEÍCULOS INTERNOS DE UMA EMPRESA ANDRE APARECIDO LEAL DE ALMEIDA Discente da AEMS Faculdades Integradas

Leia mais

ÍNDICE. Foto: João Borges. 2 Hospital Universitário Cajuru - 100% SUS

ÍNDICE. Foto: João Borges. 2 Hospital Universitário Cajuru - 100% SUS ÍNDICE Apresentação...03 Hospital Universitário Cajuru...04 Estrutura...04 Especialidades Atendidas...05 Diferenças entre atendimento de urgência, emergência e eletivo...06 Protocolo de Atendimento...07

Leia mais

Sistema de Informação Gerencial para o Corpo de Bombeiros de Balsas MA: Uma Proposta de Implantação

Sistema de Informação Gerencial para o Corpo de Bombeiros de Balsas MA: Uma Proposta de Implantação Sistema de Informação Gerencial para o Corpo de Bombeiros de Balsas MA: Uma Proposta de Implantação Jean Martins Feitosa 1, Cassiana Fagundes da Silva 1 1 Faculdade de Balsas Km 5 da BR 230, Fazenda Malidere

Leia mais

Carlos Rafael Guerber. Modelagem UML de um Sistema para Estimativa Elétrica de uma Lavanderia

Carlos Rafael Guerber. Modelagem UML de um Sistema para Estimativa Elétrica de uma Lavanderia Carlos Rafael Guerber Modelagem UML de um Sistema para Estimativa Elétrica de uma Lavanderia MAFRA 2009 Modelagem UML de um Sistema para Estimativa Elétrica de uma Lavanderia RESUMO Criar uma modelagem

Leia mais

Lógica e Programação Java

Lógica e Programação Java Lógica e Programação Java Agenda Orientação a Objetos Parte 2 UML (software astah) Diagramas Estruturais Diagramas Comportamentais Diagramas de Interação astah Diagrama de Classes Antigo Jude Versão Community

Leia mais

UML Linguagem de Modelagem Unificada

UML Linguagem de Modelagem Unificada Modelagem de Sistemas UML Linguagem de Modelagem Unificada Prof. Mauro Lopes 1-25 Objetivos Nesta aula iremos apresentar os elementos conceituais da Linguagem de Modelagem Unificada (UML). Boa aula a todos.

Leia mais

MC302A Modelagem de Sistemas com UML. Prof. Fernando Vanini vanini@ic.unicamp.br

MC302A Modelagem de Sistemas com UML. Prof. Fernando Vanini vanini@ic.unicamp.br MC302A Modelagem de Sistemas com UML Prof. Fernando Vanini vanini@ic.unicamp.br Modelamento de Sistemas e Orientação a Objetos O paradigma de Orientação a Objetos oferece um conjunto de características

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Prof. M.Sc. Ronaldo C. de Oliveira ronaldooliveira@facom.ufu.br FACOM - 2011 Análise e Projeto Orientados a Objetos Análise e Projeto Orientados a Objetos O que é Análise e Projeto? Análise o quê Investigação

Leia mais

Unified Process. Sueleni Mendez Batista. Orientadora: Dra. Elisa Hatsue Moriya Huzita

Unified Process. Sueleni Mendez Batista. Orientadora: Dra. Elisa Hatsue Moriya Huzita Unified Process Sueleni Mendez Batista Orientadora: Dra. Elisa Hatsue Moriya Huzita Processo de Desenvolvimento de Software 8O processo de desenvolvimento de software é um conjunto de atividades e resultados

Leia mais

RUP. Evolução. Principais Características do RUP. Principais Características do RUP RUP

RUP. Evolução. Principais Características do RUP. Principais Características do RUP RUP RUP Rational Unified Process ( Unificado de Desenvolvimento da Rational) Conjunto de passos que tem como objetivo atingir uma meta de software na ES, processo que visa a produzir o software - de modo eficiente

Leia mais

Autoria:Aristófanes Corrêa Silva Adaptação: Alexandre César M de Oliveira

Autoria:Aristófanes Corrêa Silva Adaptação: Alexandre César M de Oliveira Unified Modeling Language (UML) Universidade Federal do Maranhão UFMA Pós Graduação de Engenharia de Eletricidade Grupo de Computação Assunto: Introdução Autoria:Aristófanes Corrêa Silva Adaptação: Alexandre

Leia mais

do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade;

do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade; 1 ARQUITETURA E DESIGN DE SOFTWARE O que é Arquitetura? do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade; do dicionário: Arte de projetar e construir prédios,

Leia mais

ANEXO III METAS DE PRODUÇÃO: POR SERVIÇO. AÇÕES METAS INDICADORES RESULTADOS 1. Recursos Humanos: 1.

ANEXO III METAS DE PRODUÇÃO: POR SERVIÇO. AÇÕES METAS INDICADORES RESULTADOS 1. Recursos Humanos: 1. ANEXO III METAS DE PRODUÇÃO: POR SERVIÇO AÇÕES METAS INDICADORES RESULTADOS 1. Recursos Humanos: 1. 1. 1. Prestar serviços ao CONSAVAP na Manter o sistema funcionando 100% de efetividade no Serviço operante

Leia mais

Engenharia de Software I

Engenharia de Software I Engenharia de Software I Rogério Eduardo Garcia (rogerio@fct.unesp.br) Bacharelado em Ciência da Computação Aula 05 Material preparado por Fernanda Madeiral Delfim Tópicos Aula 5 Contextualização UML Astah

Leia mais

Sistema SpeedTAXI. Diminuir o tempo de despacho dos veículos realizando o processo de forma automática.

Sistema SpeedTAXI. Diminuir o tempo de despacho dos veículos realizando o processo de forma automática. OBJETIVO: Diminuir o tempo de despacho dos veículos realizando o processo de forma automática. REQUISITOS: Utilização da plataforma de comunicação MOTOTRBO (rádio digital Motorola DGM4100 com GPS); Instalação

Leia mais

PROTOCOLO PARA INVESTIGAÇÃO DE SURTOS

PROTOCOLO PARA INVESTIGAÇÃO DE SURTOS PROTOCOLO PARA INVESTIGAÇÃO DE SURTOS Proposta Final Salvador, Agosto de 2011 1 PROTOCOLO DE AÇÃO PARA AS SITUAÇÕES DE SURTOS CLASSIFICADOS COMO EMERGÊNCIA EM SAÚDE PÚBLICA O conceito de emergência de

Leia mais

Um modelo é uma simplificação da realidade. Construímos modelos para compreender melhor o sistema que estamos desenvolvendo.

Um modelo é uma simplificação da realidade. Construímos modelos para compreender melhor o sistema que estamos desenvolvendo. UML - Motivação - O que é um modelo? Um modelo é uma simplificação da realidade. Construímos modelos para compreender melhor o sistema que estamos desenvolvendo. O que é um modelo? O que é um modelo? O

Leia mais

Table 1. Dados do trabalho

Table 1. Dados do trabalho Título: Desenvolvimento de geradores de aplicação configuráveis por linguagens de padrões Aluno: Edison Kicho Shimabukuro Junior Orientador: Prof. Dr. Paulo Cesar Masiero Co-Orientadora: Prof a. Dr. Rosana

Leia mais

UML 2. Guia Prático. Gilleanes T.A. Guedes. Novatec. Obra revisada e ampliada a partir do título Guia de Consulta Rápida UML 2

UML 2. Guia Prático. Gilleanes T.A. Guedes. Novatec. Obra revisada e ampliada a partir do título Guia de Consulta Rápida UML 2 UML 2 Guia Prático Gilleanes T.A. Guedes Obra revisada e ampliada a partir do título Guia de Consulta Rápida UML 2 Novatec capítulo 1 Introdução à UML A UML (Unified Modeling Language ou Linguagem de Modelagem

Leia mais

Uma Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas de Informações em Empresas de Pequeno e Médio Porte

Uma Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas de Informações em Empresas de Pequeno e Médio Porte Uma Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas de Informações em Empresas de Pequeno e Médio Porte Autoria: Denis Silveira, Eber Schmitz Resumo: Este artigo apresenta uma Metodologia Rápida de Desenvolvimento

Leia mais

UML e a Ferramenta Astah. Profa. Reane Franco Goulart

UML e a Ferramenta Astah. Profa. Reane Franco Goulart UML e a Ferramenta Astah Profa. Reane Franco Goulart História da UML o Percebeu-se a necessidade de um padrão para a modelagem de sistemas, que fosse aceito e utilizado amplamente. o Alguns esforços nesse

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 002/2012 CT PRCI n 99.073/2012 e Ticket 280.834

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 002/2012 CT PRCI n 99.073/2012 e Ticket 280.834 PARECER COREN-SP 002/2012 CT PRCI n 99.073/2012 e Ticket 280.834 Assunto: Ações de resgate de vítimas em altura e em espaço confinado. Competência da equipe de bombeiros militares. 1. Do fato Solicitado

Leia mais

Análise e Projeto de Software Para o Treinamento de Pilotos Baseado em Simuladores: Estudo de Caso

Análise e Projeto de Software Para o Treinamento de Pilotos Baseado em Simuladores: Estudo de Caso 1 Análise e Projeto de Software Para o Treinamento de Pilotos Baseado em Simuladores: Estudo de Caso Analysis and Project of Software For the Training of Pilots Based in Simulators: Study of Case Ana Cláudia

Leia mais

Banco de Dados Multimídia

Banco de Dados Multimídia Banco de Dados Multimídia Nomes: Ariane Bazilio Cristiano de Deus Marcos Henrique Sidinei Souza Professor Mauricio Anderson Perecim Conteúdo Banco de Dados Multimídia... 3 Conceitos... 3 Descrição... 3

Leia mais

18º Congresso de Iniciação Científica UM ESTUDO EXPLORATÓRIO SOBRE TÉCNICAS DE MODELAGEM DE REQUISITOS DE SOFTWARE PARA SISTEMA EMBARCADO

18º Congresso de Iniciação Científica UM ESTUDO EXPLORATÓRIO SOBRE TÉCNICAS DE MODELAGEM DE REQUISITOS DE SOFTWARE PARA SISTEMA EMBARCADO 18º Congresso de Iniciação Científica UM ESTUDO EXPLORATÓRIO SOBRE TÉCNICAS DE MODELAGEM DE REQUISITOS DE SOFTWARE PARA SISTEMA EMBARCADO Autor(es) MARINA CALÇA Orientador(es) LUIZ EDUARDO GALVÃO MARTINS

Leia mais

Produtos ehealth. Desenvolvimento de negócios ehealth Diretoria P&S Verticais

Produtos ehealth. Desenvolvimento de negócios ehealth Diretoria P&S Verticais Produtos ehealth Desenvolvimento de negócios ehealth Diretoria P&S Verticais 1 Participação da Telefônica Vivo nas Instituições de Saúde TIC TIC TIC TIC Telemedicina TIC Telemedicina Desenvolvimento de

Leia mais

UML 01. Curso Superior de Tecnologia em Banco de Dados Disciplina: Projeto de Banco de Dados Relacional 1 Prof.: Fernando Hadad Zaidan

UML 01. Curso Superior de Tecnologia em Banco de Dados Disciplina: Projeto de Banco de Dados Relacional 1 Prof.: Fernando Hadad Zaidan Faculdade INED UML 01 Curso Superior de Tecnologia em Banco de Dados Disciplina: Projeto de Banco de Dados Relacional 1 Prof.: Fernando Hadad Zaidan Referências BARBIERI, Carlos. Análise e Programação

Leia mais

UML: Unified Modeling Language. Graduação em Informática 2008 Profa. Itana Gimenes

UML: Unified Modeling Language. Graduação em Informática 2008 Profa. Itana Gimenes UML: Unified Modeling Language Graduação em Informática 2008 Profa. Itana Gimenes Unified Modelling Language (UML) Não é uma linguagem de programação. Linguagem de modelagem visual utilizada para especificar,

Leia mais

Centro de Trabalho Indigenista CTI

Centro de Trabalho Indigenista CTI Centro de Trabalho Indigenista CTI Termo de Referência para Contratação de Consultoria Técnica Junho de 2015 Projeto Proteção Etnoambiental de Povos Indígenas Isolados e de Recente Contato na Amazônia

Leia mais

PRÓTOTIPO MÓVEL DE TELEMEDICINA PARA AUXILIO DE DIAGNOSTICO CARDIACO COM ECG EM CARATER EMERGENCIAL

PRÓTOTIPO MÓVEL DE TELEMEDICINA PARA AUXILIO DE DIAGNOSTICO CARDIACO COM ECG EM CARATER EMERGENCIAL PRÓTOTIPO MÓVEL DE TELEMEDICINA PARA AUXILIO DE DIAGNOSTICO CARDIACO COM ECG EM CARATER EMERGENCIAL Adson Diego Dionisio da SILVA 1, Saulo Soares de TOLEDO², Luiz Antonio Costa Corrêa FILHO³, Valderí Medeiros

Leia mais

Tecnologia e-sus Sistema de Gestão e-sus Hospitalar

Tecnologia e-sus Sistema de Gestão e-sus Hospitalar e-sus Hospitalar Tecnologia e-sus Sistema de Gestão e-sus Hospitalar Tecnologia web desenvolvido em linguagem.net Banco de dados Oracle / SQL Server Workflow designer Gerador de relatórios Reporting Services

Leia mais

Algumas propriedades dos objetos:

Algumas propriedades dos objetos: Orientação a Objetos Vivemos num mundo de objetos. Esses objetos existem na natureza, nas entidades feitas pelo homem, nos negócios e nos produtos que usamos. Eles podem ser categorizados, descritos, organizados,

Leia mais

Ciência da Computação ENGENHARIA DE SOFTWARE. UML-Unified Modeling Language Linguagem de Modelagem Unificada

Ciência da Computação ENGENHARIA DE SOFTWARE. UML-Unified Modeling Language Linguagem de Modelagem Unificada Ciência da Computação ENGENHARIA DE SOFTWARE UML-Unified Modeling Language Linguagem de Modelagem Unificada Prof. Claudinei Dias email: prof.claudinei.dias@gmail.com Roteiro Introdução a linguagem UML

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS LABORATÓRIO DE ANÁLISE AMBIENTAL E GEOESPACIAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS LABORATÓRIO DE ANÁLISE AMBIENTAL E GEOESPACIAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS LABORATÓRIO DE ANÁLISE AMBIENTAL E GEOESPACIAL PLANO DE CONTINGÊNCIA DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL Dezembro/2014 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 4 3. ESTRUTURA...

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Conceitos de Software Prof. MSc. Edilberto Silva prof.edilberto.silva@gmail.com http://www.edilms.eti.br Objetivo da aula Depois desta aula você terá uma visão sobre o conceitos

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DO AMBIENTE EXPSEE SEGUNDO O MÉTODO CATALYSIS

ESPECIFICAÇÃO DO AMBIENTE EXPSEE SEGUNDO O MÉTODO CATALYSIS ESPECIFICAÇÃO DO AMBIENTE EXPSEE SEGUNDO O MÉTODO CATALYSIS RESUMO Este artigo apresenta a especificação de um sistema gerenciador de workflow, o ExPSEE, de acordo com a abordagem de desenvolvimento baseado

Leia mais

Monitor de Rastreamento de Frota para Segurança de Transporte Planejamento de Projetos Iterativos Aplicando o RUP Projeto Blue Moon

Monitor de Rastreamento de Frota para Segurança de Transporte Planejamento de Projetos Iterativos Aplicando o RUP Projeto Blue Moon Monitor de Rastreamento de Frota para Segurança de Transporte Planejamento de Projetos Iterativos Aplicando o RUP Projeto Blue Moon Exercício Estudar a descrição do sistema, examinar os planos de projetos

Leia mais

Análise e Projeto Orientados a Objeto

Análise e Projeto Orientados a Objeto Análise e Projeto Orientados a Objeto com UML e Padrões Parte I Análise, Projeto, e Processo Baseado em Craig Larman 1 Aplicando UML, Padrões e APOO Objetivo Desenvolver habilidades práticas na utilização

Leia mais

DQuest. Determinação da posição e velocidade por Satélite (GPS) Localização e disponibilização de informações de veículos por tecnologia wireless

DQuest. Determinação da posição e velocidade por Satélite (GPS) Localização e disponibilização de informações de veículos por tecnologia wireless DQuest Localização Localização, controle e gerenciamento de frotas Determinação da posição e velocidade por Satélite (GPS) Localização e disponibilização de informações de veículos por tecnologia wireless

Leia mais

Casos de Uso O que é. Casos de Uso. Objetivos de um Caso de Uso. Atores. Atores e Casos de Uso. Diagramas de Caso de Uso

Casos de Uso O que é. Casos de Uso. Objetivos de um Caso de Uso. Atores. Atores e Casos de Uso. Diagramas de Caso de Uso Casos de Uso O que é Casos de Uso Descrições narrativas de processos do domínio da aplicação Documentam a seqüência de eventos de um ator (um agente externo) usando o sistema para completar, do início

Leia mais

INDICE DE REVISÕES DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS

INDICE DE REVISÕES DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS Nº PE 4604.52-6270-948-SMS-011 CLIENTE: PROGRAMA: ÁREA: PETROBRAS MODERNIZAÇÃO DO PONTO DE ENTREGA DE ARAÇAS FOLHA 1/12 TÍTULO: ENGENHARIA/IENE /IETEG/CMIPE PLANO DE EMERGÊNCIAS MEDICAS E PRIMEIROS SOCORROS

Leia mais

Engenharia de Software-2003

Engenharia de Software-2003 Engenharia de Software-2003 Mestrado em Ciência da Computação Departamento de Informática - UEM Profa. Dra. Elisa H. M. Huzita eng. de software-2003 Elisa Huzita Produto de Software Conceitos Software

Leia mais

DISSEMINAÇÃO DE CONHECIMENTO FERRAMENTA BIZAGI

DISSEMINAÇÃO DE CONHECIMENTO FERRAMENTA BIZAGI DISSEMINAÇÃO DE CONHECIMENTO FERRAMENTA BIZAGI Harley Caixeta Seixas Márcia Lúcia Borges de Melo Gomes Roberta A. de Mello Bezerra Silvana Dias Soares FERRAMENTA BIZAGI BPMN Business Process Modeling Notation

Leia mais

PDS - DATASUS. Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS

PDS - DATASUS. Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS PDS - DATASUS Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS Coordenação Geral de Arquitetura e Engenharia Tecnológica Coordenação de Padronização e Qualidade de Software Gerência de Padrões e Software

Leia mais

Ciência da Computação ENGENHARIA DE SOFTWARE. Análise dos Requisitos de Software

Ciência da Computação ENGENHARIA DE SOFTWARE. Análise dos Requisitos de Software Ciência da Computação ENGENHARIA DE SOFTWARE Análise dos Requisitos de Software Prof. Claudinei Dias email: prof.claudinei.dias@gmail.com Roteiro Introdução Tipos de requisitos Atividades Princípios da

Leia mais

UTILIZAÇÃO DA UML PARA ESPECIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE TEMPO REAL

UTILIZAÇÃO DA UML PARA ESPECIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE TEMPO REAL UTILIZAÇÃO DA UML PARA ESPECIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE TEMPO REAL Airton Zancanaro Evandro de Souza Fabrício Jailson Barth Universidade Regional de Blumenau FURB Rua Antônio da Veiga, 140 Caixa Postal 1507

Leia mais

SAPENS - Sistema Automático de Páginas de Ensino

SAPENS - Sistema Automático de Páginas de Ensino SAPENS - Sistema Automático de Páginas de Ensino Eduardo Kokubo kokubo@inf.univali.br Fabiane Barreto Vavassori, MSc fabiane@inf.univali.br Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI Centro de Ensino Superior

Leia mais

Como a Tecnologia pode democratizar o acesso à saúde

Como a Tecnologia pode democratizar o acesso à saúde Como a Tecnologia pode democratizar o acesso à saúde Smartcity Business América 2015 Curitiba PR Brazil Maio de 2015 Sociedades Inteligentes e Governaça Airton Coelho, MsC, PMP Secretário de Ciência e

Leia mais

ERACE-TOOL - UMA FERRAMENTA BASEADA EM CENÁRIOS PARA À ENGENHARIA DE REQUISITOS

ERACE-TOOL - UMA FERRAMENTA BASEADA EM CENÁRIOS PARA À ENGENHARIA DE REQUISITOS ERACE-TOOL - UMA FERRAMENTA BASEADA EM CENÁRIOS PARA À ENGENHARIA DE REQUISITOS João Caldas Júnior FIL- Fundação Paulista de Educação e Tecnologia Paulo C. Masiero ICMC - Universidade de São Paulo masiero@icmsc.sc.usp.br

Leia mais

Planejamento da disciplina: Modelagem de processos de negócio

Planejamento da disciplina: Modelagem de processos de negócio UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS / INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Planejamento da disciplina: Modelagem de processos de negócio Professor: Clarindo Isaías Pereira

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE. SALVADOR/BA, 04 de Setembro de 2014.

RIO GRANDE DO NORTE. SALVADOR/BA, 04 de Setembro de 2014. RIO GRANDE DO NORTE SALVADOR/BA, 04 de Setembro de 2014. Monitoramento de veículos na Revenda Francisco Correia E-mail: zonanortegas@ig.com.br O Mercado de GLP em Natal/RN O Mercado de GLP em Natal/RN

Leia mais

Uma Proposta de Tecnologia Embarcada na Internação Domiciliar Capítulo 5 Conclusões 133

Uma Proposta de Tecnologia Embarcada na Internação Domiciliar Capítulo 5 Conclusões 133 Capítulo 5 Conclusões 133 CAPÍTULO 5 CONCLUSÕES Neste capítulo são abordadas as conclusões traçadas no desenvolvimento e validação do SMD, e indicação de estudos futuros. Ressalta-se o atendimento aos

Leia mais

UML Visão Geral. Índice. Introdução. Diagramas. Modelos e diagramas. Elementos de modelação. Referências

UML Visão Geral. Índice. Introdução. Diagramas. Modelos e diagramas. Elementos de modelação. Referências UML Visão Geral 1 Índice Introdução O que é a UML? Valor da UML Origens da UML Parceiros da UML Modelos e diagramas Elementos de modelação Diagramas Diagrama de casos de utilização Diagrama de classes

Leia mais

Introdução a UML. Hélder Antero Amaral Nunes haanunes@gmail.com

Introdução a UML. Hélder Antero Amaral Nunes haanunes@gmail.com Introdução a UML Hélder Antero Amaral Nunes haanunes@gmail.com Introdução a UML UML (Unified Modeling Language Linguagem de Modelagem Unificada) é uma linguagem-padrão para a elaboração da estrutura de

Leia mais

Uma Abordagem usando PU

Uma Abordagem usando PU Uma Abordagem usando PU Curso de Especialização DEINF - UFMA Desenvolvimento Orientado a Objetos Prof. Geraldo Braz Junior Referências: Baseada em: Rational Software Corpotation G. Booch, Ivar Jacobson,

Leia mais

1. Ementa 2. Objetivos Gerais: 3. Objetivos Específicos 4. Estruturação do conteúdo da disciplina e sistemática as ser desenvolvida:

1. Ementa 2. Objetivos Gerais: 3. Objetivos Específicos 4. Estruturação do conteúdo da disciplina e sistemática as ser desenvolvida: 1. Ementa Gerenciamento e desenvolvimento de um projeto que acompanhe as etapas do ciclo de vida do software e ou hardware, com ênfase em: documentação, determinação dos requisitos, projeto lógico, projeto

Leia mais

guia prático 2a Edição Gilleanes T.A. Guedes Novatec

guia prático 2a Edição Gilleanes T.A. Guedes Novatec guia prático 2a Edição Gilleanes T.A. Guedes Novatec Copyright 2007, 2014 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. É proibida a reprodução desta

Leia mais

modelagem do negócio (processos e objetos do negócio) modelagem de requisitos alocados ao software modelagem da solução de software

modelagem do negócio (processos e objetos do negócio) modelagem de requisitos alocados ao software modelagem da solução de software POO com UML Java Uso da linguagem UML(Unified Modeling Language) A UML, ou Linguagem de Modelagem Unificada, é a junção das três mais conceituadas linguagens de modelagem orientados a objectos (Booch de

Leia mais

A PROBLEMÁTICA DO DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE: CRISE OU CALAMIDADE CRÔNICA?

A PROBLEMÁTICA DO DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE: CRISE OU CALAMIDADE CRÔNICA? A PROBLEMÁTICA DO DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE: CRISE OU CALAMIDADE CRÔNICA? ADEMILSON ANGELO CABRAL Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas DIEGO BEZERRA DA SILVA Discente da AEMS Faculdades

Leia mais

Sistema de Gestão de Segurança Rapel na Pedreira do DIB Serra da Cantareira PLANO DE EMERGÊNCIA

Sistema de Gestão de Segurança Rapel na Pedreira do DIB Serra da Cantareira PLANO DE EMERGÊNCIA Rapel de 40 metros nível de dificuldade baixo Perigo se ficarem muitas pessoas no local com risco de queda pequenas escoriações e quedas de pequenas pedras. Depende da época do ano há o perigo dos marimbondos

Leia mais

Renata Alves Campos (CoInfo) Sandra Maria Peron de Lima (DP) Março/2012

Renata Alves Campos (CoInfo) Sandra Maria Peron de Lima (DP) Março/2012 Renata Alves Campos (CoInfo) Sandra Maria Peron de Lima (DP) Março/2012 O que é um processo? Um processo é um grupo de atividades realizadas numa seqüência lógica com o objetivo de produzir um bem ou um

Leia mais

Modelagem de Processos. Prof.: Fernando Ascani

Modelagem de Processos. Prof.: Fernando Ascani Modelagem de Processos Prof.: Fernando Ascani Bibliografia UML Guia de consulta rápida Douglas Marcos da Silva Editora: Novatec UML Guia do usuário Grady Booch James Rumbaugh Ivair Jacobson Editora: Campus

Leia mais

UML Visão Geral. Slides baseados em material disponibilizado pela Rational e adaptação da tradução de João P. Faria Univ. Do Porto.

UML Visão Geral. Slides baseados em material disponibilizado pela Rational e adaptação da tradução de João P. Faria Univ. Do Porto. UML Visão Geral Slides baseados em material disponibilizado pela Rational e adaptação da tradução de João P. Faria Univ. Do Porto. 1 Índice Introdução Diagramas O que é a UML? Diagrama de casos de uso

Leia mais

APLICAÇÃO DE BOAS PRÁTICAS DE QUALIDADE DE SOFTWARE NO DESENVOLVIMENTO DE UM PROTÓTIPO DE SISTEMA DE REGISTRO ELETRÔNICO EM SÁUDE ASSISTENCIAL

APLICAÇÃO DE BOAS PRÁTICAS DE QUALIDADE DE SOFTWARE NO DESENVOLVIMENTO DE UM PROTÓTIPO DE SISTEMA DE REGISTRO ELETRÔNICO EM SÁUDE ASSISTENCIAL APLICAÇÃO DE BOAS PRÁTICAS DE QUALIDADE DE SOFTWARE NO DESENVOLVIMENTO DE UM PROTÓTIPO DE SISTEMA DE REGISTRO ELETRÔNICO EM SÁUDE ASSISTENCIAL Cristiane Machado de Vargas 1 Ana Marcia Debiasi Duarte 2

Leia mais

http://www.di.uminho.pt

http://www.di.uminho.pt Escola de Engenharia Departamento de Informática Desenvolvimento de Sistemas de Informação LESI 4º ano / 2º semestre (5308O7) LMCC 4º ano / 2º semestre (7008N8 Opção II) 2005/2006 José Creissac Campos

Leia mais

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL SOLUÇÕES JÁ DISPONÍVEIS

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL SOLUÇÕES JÁ DISPONÍVEIS APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL DESENVOLVENDO SOLUÇÕES INOVADORAS DE TI PARA O MONITORAMENTO, OPERAÇÃO E GESTÃO DE PROCESSOS, AGREGANDO PRODUTIVIDADE E QUALIDADE ÀS ATIVIDADES DOS NOSSOS CLIENTES. 01 Gerenciamento

Leia mais

GUIA DE FUNCIONAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR

GUIA DE FUNCIONAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR Curso Engenharia Informática Ano letivo 2012/2013 Unidade Curricular Engenharia de Software II ECTS 6 Regime Obrigatório Ano 3º Semestre 1º sem Horas de trabalho globais Docente Maria Clara Silveira Total

Leia mais

UML: modelagem dinâmica

UML: modelagem dinâmica UML: modelagem dinâmica Prof.: Clarindo Isaías Pereira da Silva e Pádua Synergia / Gestus Departamento de Ciência da Computação - UFMG UML: modelagem dinâmica 2 Bibliografia Rumbaugh, J.; Jacobson, I.;

Leia mais

A história de UML e seus diagramas

A história de UML e seus diagramas A história de UML e seus diagramas Thânia Clair de Souza Vargas Departamento de Informática e Estatística Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Florianópolis, SC Brazil thania@inf.ufsc.br Abstract.

Leia mais

TÍTULO: SISTEMA DE ACESSIBILIDADE E AUTOMATIZAÇÃO PARA PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADE ESPECIAIS

TÍTULO: SISTEMA DE ACESSIBILIDADE E AUTOMATIZAÇÃO PARA PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADE ESPECIAIS TÍTULO: SISTEMA DE ACESSIBILIDADE E AUTOMATIZAÇÃO PARA PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADE ESPECIAIS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE TECNOLOGIA

Leia mais

UML: Casos de Uso. Projeto de Sistemas de Software

UML: Casos de Uso. Projeto de Sistemas de Software UML: Casos de Uso Projeto de Sistemas de Software UML Casos de Uso Introdução Casos de uso Elementos do diagrama de casos de uso Descrição de casos de uso Exemplo: Blog Ferramentas de modelagem Bibliografia

Leia mais

REQUISITOS DE SISTEMAS

REQUISITOS DE SISTEMAS REQUISITOS DE SISTEMAS MÓDULO 2 PROCESSOS DE NEGÓCIOS CONTEÚDO 1. PROCESSOS DE NEGÓCIO IDENTIFICAÇÃO CONCEITOS MODELAGEM (BPM e UML) PROCESSOS X REQUISITOS 1. PROCESSOS DE NEGÓCIO IDENTIFICAÇÃO CONCEITOS

Leia mais

Utilização da modelagem UML em um sistema de gerenciamento de uma franquia do setor de alimentação

Utilização da modelagem UML em um sistema de gerenciamento de uma franquia do setor de alimentação Utilização da modelagem UML em um sistema de gerenciamento de uma franquia do setor de alimentação Use of UML modeling in a management system for a food franchising Richard B. N. Vital, Tatiane M. Vital.

Leia mais

SISAM Sistema Integrado de Saúde e Administração de Materiais

SISAM Sistema Integrado de Saúde e Administração de Materiais SISAM Sistema Integrado de Saúde e Administração de Materiais PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS DEMGI - Departamento de Modernização Administrativa e Gestão da Tecnologia da Informação 126 tipos de especialidades

Leia mais

O Rational Unified Process (RUP) é um processo de desenvolvimento de software inspirado no

O Rational Unified Process (RUP) é um processo de desenvolvimento de software inspirado no 1.1 RATIONAL UNIFIED PROCESS (RUP) O Rational Unified Process (RUP) é um processo de desenvolvimento de software inspirado no processo que atende pelo nome de Processo Unificado (ou UP do inglês Unified

Leia mais

LEVANTAMENTO DE REQUISITOS SEGUNDO O MÉTODO VOLERE

LEVANTAMENTO DE REQUISITOS SEGUNDO O MÉTODO VOLERE LEVANTAMENTO DE REQUISITOS SEGUNDO O MÉTODO VOLERE RESUMO Fazer um bom levantamento e especificação de requisitos é algo primordial para quem trabalha com desenvolvimento de sistemas. Esse levantamento

Leia mais

A linguagem UML. UML e Diagramas de Casos de Uso e Classes. Por que usar UML? O que é modelagem?

A linguagem UML. UML e Diagramas de Casos de Uso e Classes. Por que usar UML? O que é modelagem? UML e Diagramas de Casos de Uso e Classes Prof. Ms. Luiz Alberto Contato: lasf.bel@gmail.com A linguagem UML UML (Unified Modeling Language) Linguagem de Modelagem Unificada É uma linguagem de modelagem

Leia mais

Introduçãoa Engenhariade. Prof. Anderson Cavalcanti UFRN-CT-DCA

Introduçãoa Engenhariade. Prof. Anderson Cavalcanti UFRN-CT-DCA Introduçãoa Engenhariade Software Prof. Anderson Cavalcanti UFRN-CT-DCA O que é Software? O que é software? São programas de computadores, em suas diversas formas, e a documentação associada. Um programa

Leia mais

Tarciane Andrade. tarcianeandrade@gmail.com

Tarciane Andrade. tarcianeandrade@gmail.com Tarciane Andrade tarcianeandrade@gmail.com Contexto Análise Passando de casos de uso para diagramas de classes 2 Após a etapa de análise de requisitos, temos documentos de requisitos e os casos de uso

Leia mais

Micro Mídia Informática Fevereiro/2009

Micro Mídia Informática Fevereiro/2009 Micro Mídia Informática Fevereiro/2009 1 UML Introdução Fases de Desenvolvimento Notação Visões Análise de Requisitos Casos de Uso StarUML Criando Casos de Uso Orientação a Objetos Diagrama de Classes

Leia mais